Sexta, 12 de Agosto de 2016 - 15:54/BAHIA NOTICIAS
Sexta, 12 de Agosto de 2016 - 15:54/BAHIA NOTICIAS
Rafael Silva vence holandês e vai disputar a medalha de bronze no judô
Rafael Silva é a última esperança do judô brasileiro de conquistar mais uma medalha nos Jogos do Rio. Nesta sexta-feira, pela repescagem, ele venceu o holandês Roy Meyer e agora fará uma última luta pela medalha de bronze dos pesos pesados (acima de 100kg). Se vencer, vai ao pódio.
Baby, como é chamado, acabou sendo eliminado da briga pelo ouro ao perder para o favorito Teddy Riner por wazari. O judoca francês reina há anos na categoria dos pesados e já se sabia que pelas quartas de final o brasileiro teria enorme dificuldade contra o rival. E foi o que aconteceu.
Antes das quartas de final, Baby vinha de duas vitórias. A primeira foi contra Ramon Pileta, de Honduras, por ippon. O judoca acertou um osoto-gari e venceu. Na sequência, encarou o russo Renat Saidov e também ganhou por ippon, graças a um osoto-makikomi.
Baby também luta para salvar o judô masculino brasileiro no Rio, após uma série de decepções. Felipe Kitadai, Charles Chibana, Alex Pombo, Victor Penalber, Tiago Camilo e Rafael Buzacarini deixaram a competição sem medalhas.
Rafael Silva é a última esperança do judô brasileiro de conquistar mais uma medalha nos Jogos do Rio. Nesta sexta-feira, pela repescagem, ele venceu o holandês Roy Meyer e agora fará uma última luta pela medalha de bronze dos pesos pesados (acima de 100kg). Se vencer, vai ao pódio.
Baby, como é chamado, acabou sendo eliminado da briga pelo ouro ao perder para o favorito Teddy Riner por wazari. O judoca francês reina há anos na categoria dos pesados e já se sabia que pelas quartas de final o brasileiro teria enorme dificuldade contra o rival. E foi o que aconteceu.
Antes das quartas de final, Baby vinha de duas vitórias. A primeira foi contra Ramon Pileta, de Honduras, por ippon. O judoca acertou um osoto-gari e venceu. Na sequência, encarou o russo Renat Saidov e também ganhou por ippon, graças a um osoto-makikomi.
Baby também luta para salvar o judô masculino brasileiro no Rio, após uma série de decepções. Felipe Kitadai, Charles Chibana, Alex Pombo, Victor Penalber, Tiago Camilo e Rafael Buzacarini deixaram a competição sem medalhas.
Murray sua, mas derrota norte-americano e vai às semifinais do tênis no Rio
Atual campeão olímpico, o britânico Andy Murray suou nesta sexta-feira, mas se manteve na busca pela defesa do título nos Jogos do Rio. O número 2 do mundo chegou a aplicar um "pneu", levou um susto na sequência, mas fechou as quartas de final diante do norte-americano Steve Johnson, 22.º do ranking, por 2 sets a 1, com parciais de 6/0, 4/6 e 7/6 (7/2).
Murray precisou de 2h11min de partida e viu complicar um jogo que parecia fácil para ele, mas confirmou a classificação às semifinais e se garantiu na briga por medalha. Agora, espera o vencedor do confronto do japonês Kei Nishikori, quarto cabeça de chave, com o francês Gael Monfils, sexto, para conhecer seu adversário.
Nesta sexta-feira, Murray foi beneficiado pelo nervosismo de Johnson no primeiro set. O norte-americano chegou a tomar advertência por discutir com o árbitro, não se encontrou em quadra e foi atropelado pelo britânico.
Só que Murray pareceu relaxar com a vantagem, permitiu o crescimento de Johnson e foi batido na segunda parcial. O norte-americano manteve-se em cima no terceiro set e conseguiu uma importante quebra no sétimo game, que parecia encaminhar sua vitória.
Mas Murray não estava morto. O britânico devolveu a quebra na sequência, salvou um novo break point no nono game e conseguiu levar a disputa para o tie-break. Aí, mostrou toda sua superioridade e atropelou Johnson para confirmar a classificação.
Atual campeão olímpico, o britânico Andy Murray suou nesta sexta-feira, mas se manteve na busca pela defesa do título nos Jogos do Rio. O número 2 do mundo chegou a aplicar um "pneu", levou um susto na sequência, mas fechou as quartas de final diante do norte-americano Steve Johnson, 22.º do ranking, por 2 sets a 1, com parciais de 6/0, 4/6 e 7/6 (7/2).
Murray precisou de 2h11min de partida e viu complicar um jogo que parecia fácil para ele, mas confirmou a classificação às semifinais e se garantiu na briga por medalha. Agora, espera o vencedor do confronto do japonês Kei Nishikori, quarto cabeça de chave, com o francês Gael Monfils, sexto, para conhecer seu adversário.
Nesta sexta-feira, Murray foi beneficiado pelo nervosismo de Johnson no primeiro set. O norte-americano chegou a tomar advertência por discutir com o árbitro, não se encontrou em quadra e foi atropelado pelo britânico.
Só que Murray pareceu relaxar com a vantagem, permitiu o crescimento de Johnson e foi batido na segunda parcial. O norte-americano manteve-se em cima no terceiro set e conseguiu uma importante quebra no sétimo game, que parecia encaminhar sua vitória.
Mas Murray não estava morto. O britânico devolveu a quebra na sequência, salvou um novo break point no nono game e conseguiu levar a disputa para o tie-break. Aí, mostrou toda sua superioridade e atropelou Johnson para confirmar a classificação.
Juiz nega recurso e adversário holandês de Zanetti está fora da Olimpíada
Adversário do brasileiro Arthur Zanetti, Yuri van Gelder teve nesta sexta-feira seu pedido negado para retornar ao time olímpico da Holanda. O ginasta de 33 anos estava classificado para a final das argolas, que será disputada na segunda-feira.
Depois de disputar as eliminatórias no último sábado, Van Gelder admitiu que deixou a Vila Olímpica à noite para beber. A delegação holandesa, então, expulsou-o do Rio e mandou-o de volta para casa. Mas, disposto a reavivar o seu sonho olímpico, o ginasta entrou com um recurso judicial para ser reincorporado à equipe, o que foi negado nesta sexta-feira pelo juiz Ronald Boonekamp.
A batalha judicial entre Van Gelder e a delegação olímpica mobilizou parte do noticiário holandês. Em Arnhem, onde o julgamento foi realizado, o tribunal estava tomado pelo público. E, logo após a audiência, o ginasta lamentou a decisão.
"Eu tinha acabado de me classificar para uma final olímpica. E celebrei com uma cerveja", alegou o ginasta, que contou ao juiz ter tomado apenas "quatro ou cinco cervejas". "Se alguém tivesse me dito explicitamente que eu seria expulso, eu não teria feito isso."
Van Gelder saiu para beber no Holland Heineken House, um local temporário no Rio feito para abrigar torcedores holandeses. Ele negou que tenha bebido depois de sair do bar, quando foi para o apartamento de sua namorada, buscou um companheiro de ginástica em uma discoteca e retornou à Vila pouco depois das 5 horas.
Já o advogado do Comitê Olímpico Holandês, Harro Knijff, alegou que o passeio noturno representou uma quebra de confiança entre Van Gelder e seu técnico, Bram van Bokhoven. "Os principais membros do time de ginástica - incluindo o treinador - pressionaram pela expulsão, alegando mau comportamento e influência negativa a outros atletas", comentou o advogado.
O ginasta tem fama de "bad boy". Ele chegou a ser suspenso pelo uso de cocaína em 2009 e foi afastado da seleção depois de uma recaída em 2011. Na carreira, ele tem três medalhas em Mundiais nas argolas: ouro em 2005, prata em 2007 e bronze em 2006. Em Glasgow, no ano passado, foi o quinto colocado.
Adversário do brasileiro Arthur Zanetti, Yuri van Gelder teve nesta sexta-feira seu pedido negado para retornar ao time olímpico da Holanda. O ginasta de 33 anos estava classificado para a final das argolas, que será disputada na segunda-feira.
Depois de disputar as eliminatórias no último sábado, Van Gelder admitiu que deixou a Vila Olímpica à noite para beber. A delegação holandesa, então, expulsou-o do Rio e mandou-o de volta para casa. Mas, disposto a reavivar o seu sonho olímpico, o ginasta entrou com um recurso judicial para ser reincorporado à equipe, o que foi negado nesta sexta-feira pelo juiz Ronald Boonekamp.
A batalha judicial entre Van Gelder e a delegação olímpica mobilizou parte do noticiário holandês. Em Arnhem, onde o julgamento foi realizado, o tribunal estava tomado pelo público. E, logo após a audiência, o ginasta lamentou a decisão.
"Eu tinha acabado de me classificar para uma final olímpica. E celebrei com uma cerveja", alegou o ginasta, que contou ao juiz ter tomado apenas "quatro ou cinco cervejas". "Se alguém tivesse me dito explicitamente que eu seria expulso, eu não teria feito isso."
Van Gelder saiu para beber no Holland Heineken House, um local temporário no Rio feito para abrigar torcedores holandeses. Ele negou que tenha bebido depois de sair do bar, quando foi para o apartamento de sua namorada, buscou um companheiro de ginástica em uma discoteca e retornou à Vila pouco depois das 5 horas.
Já o advogado do Comitê Olímpico Holandês, Harro Knijff, alegou que o passeio noturno representou uma quebra de confiança entre Van Gelder e seu técnico, Bram van Bokhoven. "Os principais membros do time de ginástica - incluindo o treinador - pressionaram pela expulsão, alegando mau comportamento e influência negativa a outros atletas", comentou o advogado.
O ginasta tem fama de "bad boy". Ele chegou a ser suspenso pelo uso de cocaína em 2009 e foi afastado da seleção depois de uma recaída em 2011. Na carreira, ele tem três medalhas em Mundiais nas argolas: ouro em 2005, prata em 2007 e bronze em 2006. Em Glasgow, no ano passado, foi o quinto colocado.
Brasil perde duas vezes e fica em oitavo na disputa por equipes do florete
Derrotada nas quartas de final da disputa do florete pela França, a equipe do Brasil fracassou nesta sexta-feira no torneio de consolação, na Arena Carioca 3, e encerrou a disputa do evento nos Jogos Olímpicos do Rio em oitavo e último lugar.
Nas semifinais do torneio de consolação, em um confronto equilibrado, a equipe brasileira perdeu por 43 a 41 para a China. Guilherme Toldo perdeu os três duelos que disputou, enquanto Ghislain Perrier e Henrique Marques triunfaram uma vez, empataram uma e foram batidos em outro.
Assim, a equipe seguiu para o confronto que valeu o sétimo lugar para o Egito, que venceu por 45 a 39. Dessa vez, Perier perdeu dois duelos e venceu um, Marques somou uma derrota e um empate e Toldo perdeu três vezes. Já em um duelo com o reserva egípcio, o suplente Fernando Scavasin ganhou.
Além do torneio de consolação, o evento prosseguiu com as disputas das quartas de final e das semifinais. E ficou definido que na decisão a França, atual campeã olímpica e algoz do Brasil, vai disputar o ouro com a Rússia às 18h30 desta sexta-feira. Antes, às 17 horas, Estados Unidos e Itália jogarão pelo bronze.
A disputa da esgrima na Olimpíada prossegue neste sábado, quando vai ser disputado o torneio feminino por equipes do sabre, sem a presença de brasileiros. No domingo, no último dia da modalidade nos Jogos do Rio, será realizado o torneio masculino por equipes da espada. O Brasil vai estrear diante da Venezuela.
Derrotada nas quartas de final da disputa do florete pela França, a equipe do Brasil fracassou nesta sexta-feira no torneio de consolação, na Arena Carioca 3, e encerrou a disputa do evento nos Jogos Olímpicos do Rio em oitavo e último lugar.
Nas semifinais do torneio de consolação, em um confronto equilibrado, a equipe brasileira perdeu por 43 a 41 para a China. Guilherme Toldo perdeu os três duelos que disputou, enquanto Ghislain Perrier e Henrique Marques triunfaram uma vez, empataram uma e foram batidos em outro.
Assim, a equipe seguiu para o confronto que valeu o sétimo lugar para o Egito, que venceu por 45 a 39. Dessa vez, Perier perdeu dois duelos e venceu um, Marques somou uma derrota e um empate e Toldo perdeu três vezes. Já em um duelo com o reserva egípcio, o suplente Fernando Scavasin ganhou.
Além do torneio de consolação, o evento prosseguiu com as disputas das quartas de final e das semifinais. E ficou definido que na decisão a França, atual campeã olímpica e algoz do Brasil, vai disputar o ouro com a Rússia às 18h30 desta sexta-feira. Antes, às 17 horas, Estados Unidos e Itália jogarão pelo bronze.
A disputa da esgrima na Olimpíada prossegue neste sábado, quando vai ser disputado o torneio feminino por equipes do sabre, sem a presença de brasileiros. No domingo, no último dia da modalidade nos Jogos do Rio, será realizado o torneio masculino por equipes da espada. O Brasil vai estrear diante da Venezuela.
Rio 2016: Micale exibe confiança para contar com Neymar contra a Colômbia
por Estadão Conteúdo

Foto: Matheus Caldas / Matheus Caldas
A presença de Neymar no treinamento da tarde desta sexta-feira no CT do Corinthians vai depender de uma avaliação que será feita minutos antes do início da atividade, marcada para as 16h30. O jogador poderá ser poupado para continuar cuidando do tornozelo direito, que torceu no jogo contra a Dinamarca. O técnico Rogério Micale continua confiando na recuperação do atacante, mas diz ter um Plano B, embora não revele qual.
Micale disse que, nesta altura da competição, a presença de Neymar no treinamento não é importante. "Neymar está passando por tratamento intenso, sendo visto a cada momento o tornozelo. Vamos ter mais uma reunião com departamento médico, mas acredito que vai estar apto a jogar. Vamos nos reunir à tarde, no momento do treino, mas não vejo necessidade nenhuma da participação dele no treino", disse, nesta sexta-feira.
O treinador enfatiza que o mais importante é que Neymar esteja apto a jogar e sem dor. E disse que, depois de três jogos seguidos, o princpal objetivo nesse momento é a recuperação dos jogadores.
Neymar sofreu a torção no segundo tempo do duelo com a Dinamarca, foi atendido, voltou ao campo e permaneceu até o final do jogo - cerca de 20 minutos após se machucar. Micale afirmou ter mantido o jogador por não ter visto necessidade de tirá-lo do campo. "Eu não tive nenhum indicativo de que seria uma lesão que eu tivesse de substitui-lo."
O treinador também ponderou que quando mais Neymar jogar, mas ritmo de jogo ele adquire. "E ele passou por muitas dificuldades nos jogos anteriores, e em um momento desse um jogador do porte de Neymar tem saborear o que está acontecendo. O pior que tem para um jogador como ele é sair de campo sem saborear um resultado como aquele."
por Estadão Conteúdo
Foto: Matheus Caldas / Matheus Caldas
A presença de Neymar no treinamento da tarde desta sexta-feira no CT do Corinthians vai depender de uma avaliação que será feita minutos antes do início da atividade, marcada para as 16h30. O jogador poderá ser poupado para continuar cuidando do tornozelo direito, que torceu no jogo contra a Dinamarca. O técnico Rogério Micale continua confiando na recuperação do atacante, mas diz ter um Plano B, embora não revele qual.
Micale disse que, nesta altura da competição, a presença de Neymar no treinamento não é importante. "Neymar está passando por tratamento intenso, sendo visto a cada momento o tornozelo. Vamos ter mais uma reunião com departamento médico, mas acredito que vai estar apto a jogar. Vamos nos reunir à tarde, no momento do treino, mas não vejo necessidade nenhuma da participação dele no treino", disse, nesta sexta-feira.
O treinador enfatiza que o mais importante é que Neymar esteja apto a jogar e sem dor. E disse que, depois de três jogos seguidos, o princpal objetivo nesse momento é a recuperação dos jogadores.
Neymar sofreu a torção no segundo tempo do duelo com a Dinamarca, foi atendido, voltou ao campo e permaneceu até o final do jogo - cerca de 20 minutos após se machucar. Micale afirmou ter mantido o jogador por não ter visto necessidade de tirá-lo do campo. "Eu não tive nenhum indicativo de que seria uma lesão que eu tivesse de substitui-lo."
O treinador também ponderou que quando mais Neymar jogar, mas ritmo de jogo ele adquire. "E ele passou por muitas dificuldades nos jogos anteriores, e em um momento desse um jogador do porte de Neymar tem saborear o que está acontecendo. O pior que tem para um jogador como ele é sair de campo sem saborear um resultado como aquele."
Polícia identifica 10 autores de ameaças contra Joanna Maranhão e pode prendê-los
por Estadão Conteúdo

Foto: Gabriel Heusi/brasil2016.gov.br
A delegada Daniela Terra, da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, disse que já identificou dez pessoas que publicaram comentários ofensivos nas páginas da nadadora Joanna Maranhão nas redes sociais. Eles podem responder pelos crimes de ameaça, injúria, difamação e incitação ao crime.
A nadadora registrou ocorrência do caso na Policia Civil, nesta sexta-feira. Ela prestou um depoimento, de cerca de uma hora na Cidade da Polícia, no Jacaré, zona Norte do Rio.
O advogado da atleta, Fabiano Machado, entregou à Policia cerca de 250 cópias de mensagens com insultos contra a atleta. Trinta foram mais ofensivos. A delegada disse que vai solicitar a quebra de sigilo de dados dos autores. "A grande maioria dos comentários foi ofensiva. Vamos identificar todos os autores, e eles serão intimados a depor", afirmou a policial.
Joanna disse que recebeu comentários ofensivos não por seu desempenho na Olimpíada, mas por suas "posições políticas". "O que mais me preocupou foram os comentários usando a questão do estupro e as tentativas de desqualificar as pautas progressistas que eu defendo, tirando-as do contexto. Isso me magoou bastante. Questionar a minha performance, sinceramente, eu não ligo, porque sei o valor que tenho como atleta", disse a atleta.
Ela afirmou que também recebeu mensagens de apoio do público. "Recebi muito carinho e costumo dizer que, quando eu vou para rua, parece que essas pessoas que me ofenderam não existem, não tem rosto, só ficam atrás de um computador. Eu não quero que outros casos apareçam ou que pessoas sejam inibidas de se posicionar politicamente porque existe um grupo que acredita que a internet é impune - e não é. Está dentro de mim a vontade de fazer a diferença e de me sentir útil", disse.
por Estadão Conteúdo
Foto: Gabriel Heusi/brasil2016.gov.br
A delegada Daniela Terra, da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, disse que já identificou dez pessoas que publicaram comentários ofensivos nas páginas da nadadora Joanna Maranhão nas redes sociais. Eles podem responder pelos crimes de ameaça, injúria, difamação e incitação ao crime.
A nadadora registrou ocorrência do caso na Policia Civil, nesta sexta-feira. Ela prestou um depoimento, de cerca de uma hora na Cidade da Polícia, no Jacaré, zona Norte do Rio.
O advogado da atleta, Fabiano Machado, entregou à Policia cerca de 250 cópias de mensagens com insultos contra a atleta. Trinta foram mais ofensivos. A delegada disse que vai solicitar a quebra de sigilo de dados dos autores. "A grande maioria dos comentários foi ofensiva. Vamos identificar todos os autores, e eles serão intimados a depor", afirmou a policial.
Joanna disse que recebeu comentários ofensivos não por seu desempenho na Olimpíada, mas por suas "posições políticas". "O que mais me preocupou foram os comentários usando a questão do estupro e as tentativas de desqualificar as pautas progressistas que eu defendo, tirando-as do contexto. Isso me magoou bastante. Questionar a minha performance, sinceramente, eu não ligo, porque sei o valor que tenho como atleta", disse a atleta.
Ela afirmou que também recebeu mensagens de apoio do público. "Recebi muito carinho e costumo dizer que, quando eu vou para rua, parece que essas pessoas que me ofenderam não existem, não tem rosto, só ficam atrás de um computador. Eu não quero que outros casos apareçam ou que pessoas sejam inibidas de se posicionar politicamente porque existe um grupo que acredita que a internet é impune - e não é. Está dentro de mim a vontade de fazer a diferença e de me sentir útil", disse.
Após receber ofensas e ameaças, Joanna Maranhão registra queixa na Polícia
por Estadão Conteúdo

Foto: Satiro Sodré/SSPress
A nadadora Joanna Maranhão registrou na Policia Civil, nesta sexta-feira, ocorrência em que relata as ameaças e ofensas que recebeu nas redes sociais nos últimos dias. Ela prestou depoimento na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, na Cidade da Polícia.
Segundo o advogado da atleta, Fabiano Machado, Joanna vem recebendo ameaças desde segunda-feira. Ele também levou cerca de 250 cópias de mensagens de insultos para os policiais analisarem.
Na última terça-feira, depois de ser eliminada na prova dos 200 metros borboleta nos Jogos Olímpicos do Rio, Joanna tornou pública uma série de ofensas e ameaças que vinha recebendo durante os últimos dias. "Não é possível alguém desejar que você seja estuprada ou que morra. Não precisa gostar de mim, mas é necessário ter respeito", disse ela na época, chorando bastante.
Joanna já havia avisado que tomaria medidas legais contra os agressores. A nadadora sempre teve uma postura política forte, o que incomoda muita gente com o pensamento diferente do dela. Ela também já revelou que foi abusada sexualmente na infância por um ex-treinador.
por Estadão Conteúdo
Foto: Satiro Sodré/SSPress
A nadadora Joanna Maranhão registrou na Policia Civil, nesta sexta-feira, ocorrência em que relata as ameaças e ofensas que recebeu nas redes sociais nos últimos dias. Ela prestou depoimento na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, na Cidade da Polícia.
Segundo o advogado da atleta, Fabiano Machado, Joanna vem recebendo ameaças desde segunda-feira. Ele também levou cerca de 250 cópias de mensagens de insultos para os policiais analisarem.
Na última terça-feira, depois de ser eliminada na prova dos 200 metros borboleta nos Jogos Olímpicos do Rio, Joanna tornou pública uma série de ofensas e ameaças que vinha recebendo durante os últimos dias. "Não é possível alguém desejar que você seja estuprada ou que morra. Não precisa gostar de mim, mas é necessário ter respeito", disse ela na época, chorando bastante.
Joanna já havia avisado que tomaria medidas legais contra os agressores. A nadadora sempre teve uma postura política forte, o que incomoda muita gente com o pensamento diferente do dela. Ela também já revelou que foi abusada sexualmente na infância por um ex-treinador.
Com medalha garantida no boxe, Robson Conceição avisa que pode 'chegar longe'
por Estadão Conteúdo

Foto: Reprodução / Facebook / Aiba
Se a meta do Comitê Olímpico do Brasil (COB) é somar medalhas suficientes para ocupar o Top 10 pelo total de conquistas nos Jogos do Rio, Robson Conceição já fez a parte dele. Classificado para as semifinais da categoria ligeiro (até 60kg), tem garantido que voltará para a casa com uma medalha no peito. A partir de agora, é brigar para que seja de ouro.
"Tenho certeza que posso chegar muito longe. Domingo é partir para cima desse cubano para mudar a cor da medalha", avisou Robson, que às 12h30 do próximo domingo encara o velho conhecido Lazaro Jorge Álvarez, cubano tricampeão mundial e ouro nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, no ano passado.
Os dois já se enfrentaram na decisão do Mundial de 2013, no Casaquistão, quando o cubano levou a melhor, e também na final do Campeonato Continental, o Pan-Americano do boxe, no ano passado, na Venezuela, quando quem ganhou foi o brasileiro.
"O Lázaro é uma atleta completo. Não à toa é tricampeão mundial, campeão olímpico. Tem bons resultados em todas as competições que ele vai. Mas estou bem treinado, tranquilo, consciente, e vamos atrás do desempate", disse Robson.
Ele lembrou que a derrota em 2013 foi por decisão dividida dos árbitros, depois de ele chegar à final com um corte no rosto e desgastado das fases anteriores do Mundial, enquanto que, no Continental, inteiro, venceu o cubano por decisão unânime.
No Rio, pode pesar a favor do brasileiro o apoio da torcida, que percebeu que, se bater os pés no assoalho da arquibancada provisória do Pavilhão 6 do Riocentro, faz um barulho ensurdecedor. No domingo, a expectativa é que as arquibancadas fiquem lotadas para ver o brasileiro tentar chegar à final olímpica.
"Agradeço o apoio da torcida, que está chegando junto, está torcendo, gritando. Dá essa energia positiva que está fazendo grande diferença", avalia o brasileiro, que admitiu que foi difícil ouvir as instruções vindas do seu córner, do técnico Luiz Dórea, em razão do barulho da torcida no Riocentro.
por Estadão Conteúdo
Foto: Reprodução / Facebook / Aiba
Se a meta do Comitê Olímpico do Brasil (COB) é somar medalhas suficientes para ocupar o Top 10 pelo total de conquistas nos Jogos do Rio, Robson Conceição já fez a parte dele. Classificado para as semifinais da categoria ligeiro (até 60kg), tem garantido que voltará para a casa com uma medalha no peito. A partir de agora, é brigar para que seja de ouro.
"Tenho certeza que posso chegar muito longe. Domingo é partir para cima desse cubano para mudar a cor da medalha", avisou Robson, que às 12h30 do próximo domingo encara o velho conhecido Lazaro Jorge Álvarez, cubano tricampeão mundial e ouro nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, no ano passado.
Os dois já se enfrentaram na decisão do Mundial de 2013, no Casaquistão, quando o cubano levou a melhor, e também na final do Campeonato Continental, o Pan-Americano do boxe, no ano passado, na Venezuela, quando quem ganhou foi o brasileiro.
"O Lázaro é uma atleta completo. Não à toa é tricampeão mundial, campeão olímpico. Tem bons resultados em todas as competições que ele vai. Mas estou bem treinado, tranquilo, consciente, e vamos atrás do desempate", disse Robson.
Ele lembrou que a derrota em 2013 foi por decisão dividida dos árbitros, depois de ele chegar à final com um corte no rosto e desgastado das fases anteriores do Mundial, enquanto que, no Continental, inteiro, venceu o cubano por decisão unânime.
No Rio, pode pesar a favor do brasileiro o apoio da torcida, que percebeu que, se bater os pés no assoalho da arquibancada provisória do Pavilhão 6 do Riocentro, faz um barulho ensurdecedor. No domingo, a expectativa é que as arquibancadas fiquem lotadas para ver o brasileiro tentar chegar à final olímpica.
"Agradeço o apoio da torcida, que está chegando junto, está torcendo, gritando. Dá essa energia positiva que está fazendo grande diferença", avalia o brasileiro, que admitiu que foi difícil ouvir as instruções vindas do seu córner, do técnico Luiz Dórea, em razão do barulho da torcida no Riocentro.
Rio 2016: Atletismo começa sem atrair grande público
por Estadão Conteúdo

Foto: Ian Walton / Getty Images
Modalidade mais nobre da Olimpíada, o atletismo não conseguiu atrair um grande público no seu primeiro dia de eventos nos Jogos do Rio. Dados oficiais dos organizadores apontam que, para a primeira sessão, na manhã desta sexta-feira (12), apenas 58% dos ingressos foram vendidos. Para a noite, apenas 65% das entradas foram adquiridas.
"Sem heróis locais, o público leva mais tempo para se apaixonar pelo atletismo", disse Mario Andrada, diretor de Comunicação do Rio-2016. Ele, porém, se diz "satisfeito" com os número e garante que, para as finais da modalidade com a presença de Usain Bolt, as entradas estão "esgotadas".
Outro argumento usado pelos organizadores para o baixo público é o fato de que as provas não estão ocorrendo no Parque Olímpico, e sim no Engenhão. "O parque é mais atraente", indicou Andrada.
Mark Adams, porta-voz do Comitê Olímpico Internacional (COI), voltou a dizer que o objetivo da entidade é ter "estádios cheios". Mas reconheceu: "poderíamos ter feito mais".
O Rio-2016 também afirmou que tem "alguns problemas com locais vazios" e indicou que serão beneficiados 200 mil estudantes da rede pública com ingressos para acompanhar esportes menos tradicionais no evento.
O Estadão.com havia revelado que os organizadores estavam planejando iniciar esse tipo de ação. Mas o Rio-2016 insiste que não estariam usando alunos da rede pública apenas com o objetivo de encher os locais de provas. "São programas sociais completos", explicou Andrada.
Sebastian Coe, presidente da Associação Internacional das Federações de Atletismo, indicou que não acreditava que o estádio estaria cheio. John Coates, vice-presidente do COI, também lamentou a ausência do público em muitos dos eventos. "É decepcionante", apontou.
por Estadão Conteúdo
Foto: Ian Walton / Getty Images
Modalidade mais nobre da Olimpíada, o atletismo não conseguiu atrair um grande público no seu primeiro dia de eventos nos Jogos do Rio. Dados oficiais dos organizadores apontam que, para a primeira sessão, na manhã desta sexta-feira (12), apenas 58% dos ingressos foram vendidos. Para a noite, apenas 65% das entradas foram adquiridas.
"Sem heróis locais, o público leva mais tempo para se apaixonar pelo atletismo", disse Mario Andrada, diretor de Comunicação do Rio-2016. Ele, porém, se diz "satisfeito" com os número e garante que, para as finais da modalidade com a presença de Usain Bolt, as entradas estão "esgotadas".
Outro argumento usado pelos organizadores para o baixo público é o fato de que as provas não estão ocorrendo no Parque Olímpico, e sim no Engenhão. "O parque é mais atraente", indicou Andrada.
Mark Adams, porta-voz do Comitê Olímpico Internacional (COI), voltou a dizer que o objetivo da entidade é ter "estádios cheios". Mas reconheceu: "poderíamos ter feito mais".
O Rio-2016 também afirmou que tem "alguns problemas com locais vazios" e indicou que serão beneficiados 200 mil estudantes da rede pública com ingressos para acompanhar esportes menos tradicionais no evento.
O Estadão.com havia revelado que os organizadores estavam planejando iniciar esse tipo de ação. Mas o Rio-2016 insiste que não estariam usando alunos da rede pública apenas com o objetivo de encher os locais de provas. "São programas sociais completos", explicou Andrada.
Sebastian Coe, presidente da Associação Internacional das Federações de Atletismo, indicou que não acreditava que o estádio estaria cheio. John Coates, vice-presidente do COI, também lamentou a ausência do público em muitos dos eventos. "É decepcionante", apontou.
Após vitória, Ágatha e Bárbara revelam sono perdido por indefinição sobre rivais
As brasileiras Ágatha e Bárbara Seixas passaram bem pelas chinesas Wang e Yue, mas a demora no sorteio da chave das oitavas de final do feminino tornou a véspera do jogo tensa para a dupla. O resultado do sorteio só saiu perto da meia-noite, reduzindo o tempo de sono das atletas, que tiveram que acordar às 6 horas para se preparar para a partida decisiva, marcada para às 11h desta sexta-feira.
"Confesso, ficamos um pouco apreensivas por sabermos muito em cima da hora. Mas acho que isso não prejudicou a gente, até fez o contrário. Nos blindamos no sentido de não gastarmos energia em algo que não temos controle", disse Bárbara em referência à organização dos Jogos Olímpicos.
A única informação que as atletas tinham era que jogariam às 11h ou às 16h desta sexta. Depois da ansiedade pela espera - e também alguma torcida pelos colegas do vôlei de quadra e pelo nadador Thiago Pereira - as duas desligaram o telefone e foram dormir sem sequer olhar a tabela para saber o que as esperava se passassem por Wan e Yue.
A dupla madrugou para estudar as adversárias. Em geral a preparação tática das brasileiras leva de quatro a cinco horas antes de uma partida. "A gente acordou às 6h da manhã para estudar. A gente dormiu só seis horas. Faz muita diferença para nós saber o que fazer, o caminho das pedras, não entrar na loucura", contou Agatha.
Para Bárbara, seria interessante se a organização conseguisse organizar melhor os horários da fase eliminatória, levando em conta os horários dos jogos do dia anterior. "Não é comum saber meia-noite que vai jogar de manhã. Não sabemos se é só uma questão da organização ou da televisão, que quer o jogo em tal horário", disse.
Mesmo viradas, as brasileiras liquidaram o jogo com facilidade, por 2 sets a 0, em apenas 41 minutos. Agora elas podem se deparar novamente com as espanholas Liliana e Elsa, responsáveis pela derrota da dupla na primeira fase. A outra opção é enfrentar as russas Ukolova e Birlova. A definição será nesta sexta-feira, às 19 horas, quando as duas parcerias se enfrentam pelas oitavas. Ágatha e Bárbara estarão assistindo para se preparar.
"Vamos descansar e esperar para ver se serão elas. Acho que sim. Uma coisa muito legal nesse jogo (de hoje) é que a nossa concentração estava muito alta, maior que nos outros três. Então a gente vai buscar isso. Independente de serem as espanholas ou as russas. Isso vai ser um diferencial para o próximo jogo também", aposta Agatha.
Às 16h desta sexta será a vez de Larissa e Talita jogarem nas oitavas de final, contra as alemãs Borger e Buthe. As adversárias disputaram a repescagem na noite de quinta contra a dupla da Venezuela. Se passarem, as brasileiras poderão enfrentar nas quartas as holandesas Meppelink e Van Iersel ou as suíças Heidrich e Zumkerh, que jogam no sábado, às 20h.
As brasileiras Ágatha e Bárbara Seixas passaram bem pelas chinesas Wang e Yue, mas a demora no sorteio da chave das oitavas de final do feminino tornou a véspera do jogo tensa para a dupla. O resultado do sorteio só saiu perto da meia-noite, reduzindo o tempo de sono das atletas, que tiveram que acordar às 6 horas para se preparar para a partida decisiva, marcada para às 11h desta sexta-feira.
"Confesso, ficamos um pouco apreensivas por sabermos muito em cima da hora. Mas acho que isso não prejudicou a gente, até fez o contrário. Nos blindamos no sentido de não gastarmos energia em algo que não temos controle", disse Bárbara em referência à organização dos Jogos Olímpicos.
A única informação que as atletas tinham era que jogariam às 11h ou às 16h desta sexta. Depois da ansiedade pela espera - e também alguma torcida pelos colegas do vôlei de quadra e pelo nadador Thiago Pereira - as duas desligaram o telefone e foram dormir sem sequer olhar a tabela para saber o que as esperava se passassem por Wan e Yue.
A dupla madrugou para estudar as adversárias. Em geral a preparação tática das brasileiras leva de quatro a cinco horas antes de uma partida. "A gente acordou às 6h da manhã para estudar. A gente dormiu só seis horas. Faz muita diferença para nós saber o que fazer, o caminho das pedras, não entrar na loucura", contou Agatha.
Para Bárbara, seria interessante se a organização conseguisse organizar melhor os horários da fase eliminatória, levando em conta os horários dos jogos do dia anterior. "Não é comum saber meia-noite que vai jogar de manhã. Não sabemos se é só uma questão da organização ou da televisão, que quer o jogo em tal horário", disse.
Mesmo viradas, as brasileiras liquidaram o jogo com facilidade, por 2 sets a 0, em apenas 41 minutos. Agora elas podem se deparar novamente com as espanholas Liliana e Elsa, responsáveis pela derrota da dupla na primeira fase. A outra opção é enfrentar as russas Ukolova e Birlova. A definição será nesta sexta-feira, às 19 horas, quando as duas parcerias se enfrentam pelas oitavas. Ágatha e Bárbara estarão assistindo para se preparar.
"Vamos descansar e esperar para ver se serão elas. Acho que sim. Uma coisa muito legal nesse jogo (de hoje) é que a nossa concentração estava muito alta, maior que nos outros três. Então a gente vai buscar isso. Independente de serem as espanholas ou as russas. Isso vai ser um diferencial para o próximo jogo também", aposta Agatha.
Às 16h desta sexta será a vez de Larissa e Talita jogarem nas oitavas de final, contra as alemãs Borger e Buthe. As adversárias disputaram a repescagem na noite de quinta contra a dupla da Venezuela. Se passarem, as brasileiras poderão enfrentar nas quartas as holandesas Meppelink e Van Iersel ou as suíças Heidrich e Zumkerh, que jogam no sábado, às 20h.
Solução para piscina esverdeada não tem mais prazo, admite Rio-2016
por Estadão Conteúdo
Os organizadores dos Jogos Olímpicos do Rio não conseguem dar uma solução para a cor da água de uma de suas piscinas do evento, cancelam treinamentos, admitem que o tratamento inicial foi falho e já não colocam um prazo para que o local volte a ter sua aparência normal.
Nos últimos dias, o Comitê Rio-2016 vinha prometendo que "em questão de horas" a cor verde da água seria desfeita. Mas a solução não chegou. Nesta sexta-feira, o diretor de Comunicações do evento, Mario Andrada, admitiu que não havia um novo prazo.
"O caso parece ser mais complexo", disse. Mas insistiu que a "química não é uma ciência exata". Segundo ele, o departamento que se ocupa desse aspecto havia tido uma avaliação mais otimista da capacidade dos técnicos em dar uma resposta ao problema. "Demos prazos e não foram cumpridos", reconheceu.
Segundo ele, técnicos independentes e "mais experientes" foram chamados para ajudar a empresa que estava fazendo o trabalho inicial. Para o Comitê Rio-2016, a empresa "falhou" no controle inicial, quando o grau de alcalinidade começou a mudar.
O cancelamento do treino de saltos ornamentais, nesta sexta-feira, tinha como objetivo justamente ajudar a acelerar o tratamento da água. "Foi uma oportunidade que tivemos. A chuva não ajuda", explicou.
Andrada chegou a dizer nos últimos dias que a irritação nos olhos de alguns atletas que se queixaram teria uma relação com a quantidade de tempo que eles mantiveram seus olhos abertos na água. Nesta sexta-feira, ele mudou de discurso e admitiu que, por conta da irritação, alguns produtos químicos usados foram dados em uma quantidade inferior e que o tratamento teve de ser modificado.
Andrada preferiu não apontar nem culpas e nem dizer se a empresa que prestava o serviço seria cobrada financeiramente pelos problemas.
por Estadão Conteúdo
Os organizadores dos Jogos Olímpicos do Rio não conseguem dar uma solução para a cor da água de uma de suas piscinas do evento, cancelam treinamentos, admitem que o tratamento inicial foi falho e já não colocam um prazo para que o local volte a ter sua aparência normal.
Nos últimos dias, o Comitê Rio-2016 vinha prometendo que "em questão de horas" a cor verde da água seria desfeita. Mas a solução não chegou. Nesta sexta-feira, o diretor de Comunicações do evento, Mario Andrada, admitiu que não havia um novo prazo.
"O caso parece ser mais complexo", disse. Mas insistiu que a "química não é uma ciência exata". Segundo ele, o departamento que se ocupa desse aspecto havia tido uma avaliação mais otimista da capacidade dos técnicos em dar uma resposta ao problema. "Demos prazos e não foram cumpridos", reconheceu.
Segundo ele, técnicos independentes e "mais experientes" foram chamados para ajudar a empresa que estava fazendo o trabalho inicial. Para o Comitê Rio-2016, a empresa "falhou" no controle inicial, quando o grau de alcalinidade começou a mudar.
O cancelamento do treino de saltos ornamentais, nesta sexta-feira, tinha como objetivo justamente ajudar a acelerar o tratamento da água. "Foi uma oportunidade que tivemos. A chuva não ajuda", explicou.
Andrada chegou a dizer nos últimos dias que a irritação nos olhos de alguns atletas que se queixaram teria uma relação com a quantidade de tempo que eles mantiveram seus olhos abertos na água. Nesta sexta-feira, ele mudou de discurso e admitiu que, por conta da irritação, alguns produtos químicos usados foram dados em uma quantidade inferior e que o tratamento teve de ser modificado.
Andrada preferiu não apontar nem culpas e nem dizer se a empresa que prestava o serviço seria cobrada financeiramente pelos problemas.
Na seleção olímpica, Renato Augusto e Marquinhos se 'reencontram' com Corinthians
O Corinthians não tem nenhum jogador convocado para a seleção olímpica, mas para dois dos atletas do grupo de Rogério Micale o treinamento da tarde desta sexta-feira será especial. Renato Augusto e Marquinhos retornarão ao CT Joaquim Grava, onde passaram boa parte de suas carreiras.
Ambos conhecem o centro de treinamento dos tempos em que atuaram pelo Corinthians. O zagueiro não chegou a jogar no Itaquerão, local da partida deste sábado contra a Colômbia, pois se transferiu em 2013 para a Roma - o estádio foi inaugurado em 18 de maio de 2014. Mas o meia tem boas recordações da arena corintiana.
"É um lugar especial para mim. Me trouxe muitas alegrias, me levou de volta à seleção, com certeza está guardado no meu coração", disse Renato Augusto, lembrando que tem mais vitórias do que derrotas na arena e confiante de que isso pode ser um bom sinal para o jogo de quartas de final da Olimpíada.
Renato Augusto foi bastante criticado por sua atuação nas partidas contra África do Sul e Iraque, foi vaiado pela torcida, mas contra a Dinamarca foi um dos melhores homens em campo. Além disso, tem se tornou um líder da seleção. Conversa e aconselha os jogadores, inclusive Neymar, e sempre dá entrevistas pacientemente, abordando os problemas da seleção, e também os méritos, com firmeza e franqueza.
O Corinthians não tem nenhum jogador convocado para a seleção olímpica, mas para dois dos atletas do grupo de Rogério Micale o treinamento da tarde desta sexta-feira será especial. Renato Augusto e Marquinhos retornarão ao CT Joaquim Grava, onde passaram boa parte de suas carreiras.
Ambos conhecem o centro de treinamento dos tempos em que atuaram pelo Corinthians. O zagueiro não chegou a jogar no Itaquerão, local da partida deste sábado contra a Colômbia, pois se transferiu em 2013 para a Roma - o estádio foi inaugurado em 18 de maio de 2014. Mas o meia tem boas recordações da arena corintiana.
"É um lugar especial para mim. Me trouxe muitas alegrias, me levou de volta à seleção, com certeza está guardado no meu coração", disse Renato Augusto, lembrando que tem mais vitórias do que derrotas na arena e confiante de que isso pode ser um bom sinal para o jogo de quartas de final da Olimpíada.
Renato Augusto foi bastante criticado por sua atuação nas partidas contra África do Sul e Iraque, foi vaiado pela torcida, mas contra a Dinamarca foi um dos melhores homens em campo. Além disso, tem se tornou um líder da seleção. Conversa e aconselha os jogadores, inclusive Neymar, e sempre dá entrevistas pacientemente, abordando os problemas da seleção, e também os méritos, com firmeza e franqueza.
Robson Conceição vence uzbeque e garante medalha para o Brasil
por Edimário Duplat

Foto: Divulgação/Rio 2016
Em luta realizada nesta sexta-feira (12), no Riocentro, o baiano Robson Conceição garantiu mais uma medalha para o esporte brasileiro. Ao derrotar o uzbeque Hurshid Tojibaev por decisão unânime dos juízes, o atleta chegou as semifinais do Boxe Masculino, categoria peso-ligeiro (60kg), e enfrentará o cubano Lazaro Jorge Alvarez, que derrotou o norte-americano Carlos Zenon Balderas Jr. Como não existe decisão de terceiro lugar, Conceição garante um provável bronze olímpico caso seja derrotado pelo seu oponente. A luta do soteropolitano acontece no próximo domingo (14), às 12h30, também no Riocentro.
por Edimário Duplat
Foto: Divulgação/Rio 2016
Em luta realizada nesta sexta-feira (12), no Riocentro, o baiano Robson Conceição garantiu mais uma medalha para o esporte brasileiro. Ao derrotar o uzbeque Hurshid Tojibaev por decisão unânime dos juízes, o atleta chegou as semifinais do Boxe Masculino, categoria peso-ligeiro (60kg), e enfrentará o cubano Lazaro Jorge Alvarez, que derrotou o norte-americano Carlos Zenon Balderas Jr. Como não existe decisão de terceiro lugar, Conceição garante um provável bronze olímpico caso seja derrotado pelo seu oponente. A luta do soteropolitano acontece no próximo domingo (14), às 12h30, também no Riocentro.
Mancini indica entrada de Diogo Mateus contra o Santa Cruz: 'Existe uma grande chance'
por Glauber Guerra

Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias
De volta ao Vitória, o lateral Diogo Mateus deverá reestrear neste domingo (14), às 16h, contra o Santa Cruz, no Barradão, válido pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. De acordo com o técnico Vagner Mancini, a chance do jogador começar entre os titulares é grande.
“Nós sabemos que é um jogo muito importante. É o início do returno, mas também porque o Vitória tem que confirmar as vitórias em casa e subir na tabela. Estamos muito conscientes disso. Tivemos a chegada do Diogo Mateus, que foi nosso atleta em 2015 e espero que o fato dele conhecer o clube e a torcida não possa sentir a dificuldade natural de quem está chegando ao clube. Não vou ter Victor Ramos e Euller, mas tenho o Ramon e a chegada do Diogo. A esperança é que ele inicie e partida. Temos conversado diariamente para que isso torne uma realidade dentro do que é possível ser feito em uma semana, de reduzir o tempo de trabalho e deixar o atleta seguro para entrar em uma partida desta importância”, afirmou o treinador.
De acordo com Mancini, o jogador demonstrou estar preparado para começar como titular.
“Se fosse definir hoje, o Diogo estaria escalado. Voltamos a conversar, não quero colocar pressão, não deixá-lo em situação desconfortável. Após alguns dias de Vitória ele ter que entrar em campo e jogar, mas a necessidade pede que tenha que agir dessa maneira. E dentro das conversas, ele me passou segurança. Disse que está bem adaptado e ele conviveu com vários atletas do elenco. Isso me deixa seguro de poder escalá-lo”, declarou.
Por fim, Mancini evitou adiantar a escalação do time. Ele pretende colocar uma equipe mais leve em campo. A principal dúvida é entre Vander e Dagoberto.
“Adiantei que existe grande chance do Diogo entrar. Mas não vou dar meu time. Não tenho o time do Santa Cruz e daria a ele a chance de montar o treino de sexta e sábado diante do que eu disse. A necessidade é da gente ter um time leve e rápido para que possa envolver o time do Santa Cruz, que é uma equipe bem assentada em campo, com jogadores mais pesados que o nosso. Por isso minha opção em montar e treinar ao longo da semana equipes leves, que possam chegar bem na frente e que tenha velocidade de raciocínio e movimento maior do que o do Santa Cruz”, concluiu.
Com 22 pontos, o Vitória ocupa a 14ª posição, enquanto o Santa Cruz tem 18 e aparece na penúltima posição.
por Glauber Guerra
Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias
De volta ao Vitória, o lateral Diogo Mateus deverá reestrear neste domingo (14), às 16h, contra o Santa Cruz, no Barradão, válido pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. De acordo com o técnico Vagner Mancini, a chance do jogador começar entre os titulares é grande.
“Nós sabemos que é um jogo muito importante. É o início do returno, mas também porque o Vitória tem que confirmar as vitórias em casa e subir na tabela. Estamos muito conscientes disso. Tivemos a chegada do Diogo Mateus, que foi nosso atleta em 2015 e espero que o fato dele conhecer o clube e a torcida não possa sentir a dificuldade natural de quem está chegando ao clube. Não vou ter Victor Ramos e Euller, mas tenho o Ramon e a chegada do Diogo. A esperança é que ele inicie e partida. Temos conversado diariamente para que isso torne uma realidade dentro do que é possível ser feito em uma semana, de reduzir o tempo de trabalho e deixar o atleta seguro para entrar em uma partida desta importância”, afirmou o treinador.
De acordo com Mancini, o jogador demonstrou estar preparado para começar como titular.
“Se fosse definir hoje, o Diogo estaria escalado. Voltamos a conversar, não quero colocar pressão, não deixá-lo em situação desconfortável. Após alguns dias de Vitória ele ter que entrar em campo e jogar, mas a necessidade pede que tenha que agir dessa maneira. E dentro das conversas, ele me passou segurança. Disse que está bem adaptado e ele conviveu com vários atletas do elenco. Isso me deixa seguro de poder escalá-lo”, declarou.
Por fim, Mancini evitou adiantar a escalação do time. Ele pretende colocar uma equipe mais leve em campo. A principal dúvida é entre Vander e Dagoberto.
“Adiantei que existe grande chance do Diogo entrar. Mas não vou dar meu time. Não tenho o time do Santa Cruz e daria a ele a chance de montar o treino de sexta e sábado diante do que eu disse. A necessidade é da gente ter um time leve e rápido para que possa envolver o time do Santa Cruz, que é uma equipe bem assentada em campo, com jogadores mais pesados que o nosso. Por isso minha opção em montar e treinar ao longo da semana equipes leves, que possam chegar bem na frente e que tenha velocidade de raciocínio e movimento maior do que o do Santa Cruz”, concluiu.
Com 22 pontos, o Vitória ocupa a 14ª posição, enquanto o Santa Cruz tem 18 e aparece na penúltima posição.
Militar morto não estava em missão pela Olimpíada, diz Rio-2016
Os organizadores da Olimpíada do Rio apontaram que o militar morto no Complexo da Maré, Hélio Andrade, não estava em uma operação relacionada com os Jogos Olímpicos. "O incidente é muito triste", disse Mario Andrada, diretor de Comunicações do Rio-2016 nesta sexta-feira.
"Ele não estava trabalhando pela Olimpíada. Naquele momento, ele não fazia nada relacionado com os Jogos e nem estava em missão para o evento", insistiu. "Isso não muda nada", emendou o diretor, garantindo que a organização irá dar apoio à família e prestar homenagens.
Como sinal de respeito, as bandeiras olímpicas e do Brasil seriam colocado a meio mastro.
Andrade era de Roraima e integrava a Força Nacional de Segurança enviada ao Rio de Janeiro para ajudar a garantir a segurança dos Jogos. As forças foram chamadas diante de um apelo dos organizadores para garantir a proteção de atletas, autoridades, torcedores e jornalistas.
No total, 85 mil homens têm feito parte do esforço de segurança no Rio. Nos últimos dias, por conta de diferentes incidentes, o Rio-2016 admitiu que o esquema seria modificado, com mais presença de homens nas ruas da cidade.
Os organizadores da Olimpíada do Rio apontaram que o militar morto no Complexo da Maré, Hélio Andrade, não estava em uma operação relacionada com os Jogos Olímpicos. "O incidente é muito triste", disse Mario Andrada, diretor de Comunicações do Rio-2016 nesta sexta-feira.
"Ele não estava trabalhando pela Olimpíada. Naquele momento, ele não fazia nada relacionado com os Jogos e nem estava em missão para o evento", insistiu. "Isso não muda nada", emendou o diretor, garantindo que a organização irá dar apoio à família e prestar homenagens.
Como sinal de respeito, as bandeiras olímpicas e do Brasil seriam colocado a meio mastro.
Andrade era de Roraima e integrava a Força Nacional de Segurança enviada ao Rio de Janeiro para ajudar a garantir a segurança dos Jogos. As forças foram chamadas diante de um apelo dos organizadores para garantir a proteção de atletas, autoridades, torcedores e jornalistas.
No total, 85 mil homens têm feito parte do esforço de segurança no Rio. Nos últimos dias, por conta de diferentes incidentes, o Rio-2016 admitiu que o esquema seria modificado, com mais presença de homens nas ruas da cidade.
Neymar fará reavaliação no tornozelo lesionado e preocupa a seleção
O atacante Neymar vai fazer uma reavaliação médica no início desta tarde de sexta-feira, no hotel em que a seleção olímpica está concentrada em Guarulhos, para saber se poderá treinar horas depois e, principalmente, se terá condição de jogo para enfrentar a Colômbia. Ele sofreu uma entorse no tornozelo direito na partida de quarta-feira contra a Dinamarca e sente muitas dores no local.
A comissão técnica da seleção tem minimizado a contusão do craque desde a noite de quarta-feira. Sustenta que a torção é leve, de grau 1, e que não há risco de ele ficar de fora do jogo marcado para as 22h do sábado no Itaquerão.
Neymar tem feito tratamento intensivo com os fisioterapeutas. No desembarque da seleção na noite de quinta-feira, o atacante estava se tratando com um aparelho que dá choques e com o objetivo de acelerar a recuperação.
É possível que Neymar seja preservado no treino desta tarde. E sua escalação contra a Colômbia não está garantida. Se ele ficar de fora, uma das opções do técnico Rogério Micale será promover a volta de Felipe Anderson ao time.
O atacante Neymar vai fazer uma reavaliação médica no início desta tarde de sexta-feira, no hotel em que a seleção olímpica está concentrada em Guarulhos, para saber se poderá treinar horas depois e, principalmente, se terá condição de jogo para enfrentar a Colômbia. Ele sofreu uma entorse no tornozelo direito na partida de quarta-feira contra a Dinamarca e sente muitas dores no local.
A comissão técnica da seleção tem minimizado a contusão do craque desde a noite de quarta-feira. Sustenta que a torção é leve, de grau 1, e que não há risco de ele ficar de fora do jogo marcado para as 22h do sábado no Itaquerão.
Neymar tem feito tratamento intensivo com os fisioterapeutas. No desembarque da seleção na noite de quinta-feira, o atacante estava se tratando com um aparelho que dá choques e com o objetivo de acelerar a recuperação.
É possível que Neymar seja preservado no treino desta tarde. E sua escalação contra a Colômbia não está garantida. Se ele ficar de fora, uma das opções do técnico Rogério Micale será promover a volta de Felipe Anderson ao time.
Rio 2016: Conheça regulamento e história do atletismo nos Jogos Olímpicos
Narrador da ESPN Brasil declama ‘Ragatanga’ em partida de vôlei e viraliza na internet

Foto: Divulgação
O narrador Romulo Mendonça, da ESPN Brasil, está se destacando nas Olimpíadas Rio 2016 por sua irreverência na hora do trabalho. Conhecido por comentários divertidos, o jornalista uniu, em uma partida de vôlei feminino do Brasil contra o Japão, na quinta-feira (10), unir a música “Ragatanga”, do grupo Rouge, com os Jogos. Durante o jogo, Romulo declamou a canção e mostrou que aprendeu todas as palavras do refrão, na ordem correta. Confira o momento e outros de destaque do narrador:
"aqui não neném, vai caçar pokemon"pic.twitter.com/jbt2fQtaqs
Você tá acompanhando o #voleibol na ESPN por causa das nossas transmissões? Sério? Só digo uma coisa: TE AMO! Amanhã tem mais. Beijos
Foto: Divulgação
O narrador Romulo Mendonça, da ESPN Brasil, está se destacando nas Olimpíadas Rio 2016 por sua irreverência na hora do trabalho. Conhecido por comentários divertidos, o jornalista uniu, em uma partida de vôlei feminino do Brasil contra o Japão, na quinta-feira (10), unir a música “Ragatanga”, do grupo Rouge, com os Jogos. Durante o jogo, Romulo declamou a canção e mostrou que aprendeu todas as palavras do refrão, na ordem correta. Confira o momento e outros de destaque do narrador:
"aqui não neném, vai caçar pokemon"pic.twitter.com/jbt2fQtaqs
Você tá acompanhando o #voleibol na ESPN por causa das nossas transmissões? Sério? Só digo uma coisa: TE AMO! Amanhã tem mais. Beijos
Brasileiras exaltam vitória no handebol e descartam escolher rivais nas quartas
A seleção brasileira feminina de handebol venceu Angola por 28 a 24, na manhã desta sexta, na Arena do Futuro, e se classificou para as quartas de final dos Jogos Olímpicos do Rio. O Brasil lidera provisoriamente o Grupo A (há ainda dois jogos da chave nesta sexta), com 6 pontos. A equipe encerra sua participação na primeira fase enfrentando Montenegro, no domingo.
Foram dois tempos muito distintos. "Quando terminamos empatados por 13 a 13, percebi que equipe estava presa ao sistema de marcação angolana", disse o técnico brasileiro, o dinamarquês Morten Soubak. "Angola estava melhor no contra-ataque e se fechou bem na defesa. Só quando passamos a usar mais as pontas, no segundo tempo, é que nosso jogou passou a fluir."
A observação foi a mesma do técnico angolano, Filipe de Carvalho Cruz. "Foram dois tempos distintos", disse. "No primeiro, tivemos força e nível de concentração suficientes para jogar melhor. Mas no segundo, a equipe foi desastrosa, desconcentrada. Agora, temos de usar esses erros para trabalhar para o próximo jogo (contra a Espanha) e conseguir o feito inédito: classificar para a próxima fase."
Se contou com o apoio maciço da torcida brasileira nas outras partidas, Angola, dessa vez, conheceu a força da vaia. "Sabíamos que isso ia acontecer, mas, confesso que aquele carinho fez falta", comentou a armadora Natália.
Perguntado sobre se preferia escolher adversário para as quartas - o que implicaria em ter um determinado resultado contra Montenegro -, o técnico do Brasil foi taxativo. "Engraçado como se fala disso aqui no Brasil", comentou. "Falaram que eu quis ficar em um grupo mais forte na primeira fase, o que não é verdade, pois não escolho em qual grupo ficar. O mesmo vale para a próxima fase. Se quiser ganhar a medalha de ouro, o Brasil não pode escolher adversários."
O pensamento é o mesmo da equipe. "Nem sei como está a pontuação no grupo B", confessou a ponta Eduarda. "Já fizemos isso uma vez (escolher adversário), no Mundial, e nos demos mal. Agora, o importante é só pensar em somar pontos."
A seleção brasileira feminina de handebol venceu Angola por 28 a 24, na manhã desta sexta, na Arena do Futuro, e se classificou para as quartas de final dos Jogos Olímpicos do Rio. O Brasil lidera provisoriamente o Grupo A (há ainda dois jogos da chave nesta sexta), com 6 pontos. A equipe encerra sua participação na primeira fase enfrentando Montenegro, no domingo.
Foram dois tempos muito distintos. "Quando terminamos empatados por 13 a 13, percebi que equipe estava presa ao sistema de marcação angolana", disse o técnico brasileiro, o dinamarquês Morten Soubak. "Angola estava melhor no contra-ataque e se fechou bem na defesa. Só quando passamos a usar mais as pontas, no segundo tempo, é que nosso jogou passou a fluir."
A observação foi a mesma do técnico angolano, Filipe de Carvalho Cruz. "Foram dois tempos distintos", disse. "No primeiro, tivemos força e nível de concentração suficientes para jogar melhor. Mas no segundo, a equipe foi desastrosa, desconcentrada. Agora, temos de usar esses erros para trabalhar para o próximo jogo (contra a Espanha) e conseguir o feito inédito: classificar para a próxima fase."
Se contou com o apoio maciço da torcida brasileira nas outras partidas, Angola, dessa vez, conheceu a força da vaia. "Sabíamos que isso ia acontecer, mas, confesso que aquele carinho fez falta", comentou a armadora Natália.
Perguntado sobre se preferia escolher adversário para as quartas - o que implicaria em ter um determinado resultado contra Montenegro -, o técnico do Brasil foi taxativo. "Engraçado como se fala disso aqui no Brasil", comentou. "Falaram que eu quis ficar em um grupo mais forte na primeira fase, o que não é verdade, pois não escolho em qual grupo ficar. O mesmo vale para a próxima fase. Se quiser ganhar a medalha de ouro, o Brasil não pode escolher adversários."
O pensamento é o mesmo da equipe. "Nem sei como está a pontuação no grupo B", confessou a ponta Eduarda. "Já fizemos isso uma vez (escolher adversário), no Mundial, e nos demos mal. Agora, o importante é só pensar em somar pontos."
Brasileiro fica em oitavo no Grupo B do levantamento de peso
por Estadão Conteúdo

Foto: Divulgação/Rio 2016
O brasileiro Welisson Rosa terminou em oitavo sua participação no Grupo B do levantamento de peso da Olimpíada do Rio, nesta tarde de sexta-feira. Na categoria até 85kg, ele totalizou 325 quilos entre arranco e arremesso e terminou longe das primeiras colocações da chave.
Welisson competia entre os atletas com piores posições no ranking da Federação Internacional de Halterofilismo (IWF, na sigla em inglês). Logo em sua primeira tentativa, conseguiu sua melhor marca no arremesso: 180kg. Depois, ainda conseguiu 145kg no arranco, mas falhou nas tentativas de aumentar para 190kg no arremesso.
Com o resultado, Welisson terminou bem atrás dos primeiros colocados. A liderança do Grupo B ficou com o francês Giovanni Bardis, que totalizou 357kg. Ele foi seguido pelo grego Theodoros Iakovidis, com 350kg, e o canadense Pascal Plamodon, com 345kg. As medalhas serão decididas à noite, quando competirão os principais atletas da modalidade.
O início da disputa desta sexta também ficou marcado por um susto. O finlandês Milko Olavi Tokola, que totalizou 320kg e ficou em nono, desmaiou após encerrar sua participação. Ele havia acabado de conseguir 175kg no arremesso e comemorava, quando caiu desacordado no chão. Pouco depois, deixou a arena caminhando e mostrando estar recuperado.
por Estadão Conteúdo
Foto: Divulgação/Rio 2016
O brasileiro Welisson Rosa terminou em oitavo sua participação no Grupo B do levantamento de peso da Olimpíada do Rio, nesta tarde de sexta-feira. Na categoria até 85kg, ele totalizou 325 quilos entre arranco e arremesso e terminou longe das primeiras colocações da chave.
Welisson competia entre os atletas com piores posições no ranking da Federação Internacional de Halterofilismo (IWF, na sigla em inglês). Logo em sua primeira tentativa, conseguiu sua melhor marca no arremesso: 180kg. Depois, ainda conseguiu 145kg no arranco, mas falhou nas tentativas de aumentar para 190kg no arremesso.
Com o resultado, Welisson terminou bem atrás dos primeiros colocados. A liderança do Grupo B ficou com o francês Giovanni Bardis, que totalizou 357kg. Ele foi seguido pelo grego Theodoros Iakovidis, com 350kg, e o canadense Pascal Plamodon, com 345kg. As medalhas serão decididas à noite, quando competirão os principais atletas da modalidade.
O início da disputa desta sexta também ficou marcado por um susto. O finlandês Milko Olavi Tokola, que totalizou 320kg e ficou em nono, desmaiou após encerrar sua participação. Ele havia acabado de conseguir 175kg no arremesso e comemorava, quando caiu desacordado no chão. Pouco depois, deixou a arena caminhando e mostrando estar recuperado.
Bronze em Londres-2012, Adriana perde na estreia no boxe e reclama dos árbitros
por Estadão Conteúdo

Foto: Getty Images
Medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Londres, Adriana Araújo não passou da primeira rodada da categoria leve no boxe do Rio-2016. A baiana, que fez uma campanha pré-olímpica muito discreta, perdeu logo na estreia, nesta sexta-feira, para a finlandesa Mira Potkonen, em decisão dividida dos árbitros.
Ela saiu do ringue, no pavilhão 6 do Riocentro, inconformada com os resultados, esperando que os jornalistas que aguardavam para entrevistá-la confirmassem o seu sentimento, de que havia vencido a luta.
"Vocês (jornalistas) acharam que ela ganhou quando ela acabou a luta? Quem acha realmente que a vitória foi para ela? Eu achei que meus golpes foram mais contundentes. Todos meus golpes foram mais duros, mais nítidos. Com os árbitros europeus, ou eu tinha que nocautear ou usar totalmente o vigor físico para vencer ela. Vida que segue, mas não estou feliz", disse Adriana, que acredita ter vencido três dos quatro rounds que disputou.
Os árbitros, entretanto, deram vitória para Mira Potkonen. Um deles foi um turco que viu vantagem de 39 a 37 para a finlandesa, assim como outro vietnamita que aplicou a mesma contagem de pontos. Apenas um chinês contabilizou 39 a 37 para a brasileira. "Nem ela esperava a situação daquele resultado. Os golpes diretos estavam pegando nela, eram mais contundentes", reclamou Adriana.
Aos 34 anos, Adriana já avisou que não vai começar um novo ciclo olímpico e não se vê lutando em Tóquio, em 2020. Ela tem propostas tanto para migrar para o boxe profissional quanto para se iniciar no MMA - seu técnico pessoal é Luis Dórea, que já treinou, entre outros, Anderson Silva, Vitor Belfort, os irmãos Rogério e Rodrigo Nogueira e Júnior Cigano. Só em 2017, entretanto, ela deve anunciar seu destino. "Agora eu quero tirar férias", avisou.
por Estadão Conteúdo
Foto: Getty Images
Medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Londres, Adriana Araújo não passou da primeira rodada da categoria leve no boxe do Rio-2016. A baiana, que fez uma campanha pré-olímpica muito discreta, perdeu logo na estreia, nesta sexta-feira, para a finlandesa Mira Potkonen, em decisão dividida dos árbitros.
Ela saiu do ringue, no pavilhão 6 do Riocentro, inconformada com os resultados, esperando que os jornalistas que aguardavam para entrevistá-la confirmassem o seu sentimento, de que havia vencido a luta.
"Vocês (jornalistas) acharam que ela ganhou quando ela acabou a luta? Quem acha realmente que a vitória foi para ela? Eu achei que meus golpes foram mais contundentes. Todos meus golpes foram mais duros, mais nítidos. Com os árbitros europeus, ou eu tinha que nocautear ou usar totalmente o vigor físico para vencer ela. Vida que segue, mas não estou feliz", disse Adriana, que acredita ter vencido três dos quatro rounds que disputou.
Os árbitros, entretanto, deram vitória para Mira Potkonen. Um deles foi um turco que viu vantagem de 39 a 37 para a finlandesa, assim como outro vietnamita que aplicou a mesma contagem de pontos. Apenas um chinês contabilizou 39 a 37 para a brasileira. "Nem ela esperava a situação daquele resultado. Os golpes diretos estavam pegando nela, eram mais contundentes", reclamou Adriana.
Aos 34 anos, Adriana já avisou que não vai começar um novo ciclo olímpico e não se vê lutando em Tóquio, em 2020. Ela tem propostas tanto para migrar para o boxe profissional quanto para se iniciar no MMA - seu técnico pessoal é Luis Dórea, que já treinou, entre outros, Anderson Silva, Vitor Belfort, os irmãos Rogério e Rodrigo Nogueira e Júnior Cigano. Só em 2017, entretanto, ela deve anunciar seu destino. "Agora eu quero tirar férias", avisou.
Família não doará órgãos de PM da Força Nacional que teve morte cerebral no Rio
Parentes do soldado Hélio Vieira Andrade, de 35 anos, decidiram não doar os órgãos do agente, que teve morte cerebral diagnosticada na noite desta quinta-feira. A mãe do militar, Marta Vieira, e o cunhado, Antônio Deydson Sousa da Câmara, depois de conversar com um psicólogo do Rio Transplante, nesta sexta-feira, optaram por não fazer a doação. Os dois se deslocaram para o Rio e foram para o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, na zona norte da capital fluminense, onde o militar foi socorrido.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o procedimento agora é manter o soldado vivo, monitorando os batimentos cardíacos até que ele parem naturalmente. Não há previsão para quando isso vá acontecer.
"Estamos no hospital, conversando com os médicos", disse Câmara à reportagem do Estado. "Ainda não sei qual vai ser o procedimento. É uma perda muito grande para a família", acrescentou.
Policial militar em Roraima e integrante da Força Nacional de Segurança, Vieira participava do esquema de proteção policial à Olimpíada. Foi baleado na cabeça na quarta-feira, depois que o veículo em que estava entrou por engano na Vila do João, comunidade do Complexo da Maré dominada por traficantes, e criminosos abriram fogo contra o carro. Um outro policial militar, o capitão Allen Marcos, das PM do Acre, sofreu ferimento no rosto, mas está fora de perigo.
Parentes do soldado Hélio Vieira Andrade, de 35 anos, decidiram não doar os órgãos do agente, que teve morte cerebral diagnosticada na noite desta quinta-feira. A mãe do militar, Marta Vieira, e o cunhado, Antônio Deydson Sousa da Câmara, depois de conversar com um psicólogo do Rio Transplante, nesta sexta-feira, optaram por não fazer a doação. Os dois se deslocaram para o Rio e foram para o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, na zona norte da capital fluminense, onde o militar foi socorrido.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o procedimento agora é manter o soldado vivo, monitorando os batimentos cardíacos até que ele parem naturalmente. Não há previsão para quando isso vá acontecer.
"Estamos no hospital, conversando com os médicos", disse Câmara à reportagem do Estado. "Ainda não sei qual vai ser o procedimento. É uma perda muito grande para a família", acrescentou.
Policial militar em Roraima e integrante da Força Nacional de Segurança, Vieira participava do esquema de proteção policial à Olimpíada. Foi baleado na cabeça na quarta-feira, depois que o veículo em que estava entrou por engano na Vila do João, comunidade do Complexo da Maré dominada por traficantes, e criminosos abriram fogo contra o carro. Um outro policial militar, o capitão Allen Marcos, das PM do Acre, sofreu ferimento no rosto, mas está fora de perigo.
Rio 2016: Etíope ganha 1º ouro do atletismo e quebra recorde mundial nos 10 mil metros
por Estadão Conteúdo

Foto: Divulgação / Rio 2016
A primeira medalha de ouro do atletismo nos Jogos Olímpicos do Rio veio acompanhada de recorde mundial. A etíope Almaz Ayana venceu os 10 mil metros com um tempo espetacular: 29min17s45. O triunfo entra para a história nesta sexta-feira (12), no Engenhão, sobrepondo a marca de 29min31s78, que era da chinesa Junxia Wang e perdurava desde 1993.
A coroa dos 10 mil metros continua na Etiópia, mas trocou de mãos. Ayana superou a compatriota Tirunesh Dibaba, campeã em Londres-2012 e recordista olímpica em Pequim-2008. Mas Dibaba também teve o que comemorar ao conquistar a medalha de bronze. As etíopes colocaram a bandeira do país sobre os ombros e deram a volta olímpica pelo Engenhão. A prata ficou com a queniana Vivian Jepkemoi Cheruiyot.
Ayana assumiu a liderança na metade da prova e saiu em disparada. A vantagem foi tanta que ela teve de desviar das competidoras no fim. A brasileira Tatiele de Carvalho completou a prova em 32 min38s21 e terminou na 31ª posição, a mexicana Marisol Romero foi a última a cruzar a linha de chegada, em 35º lugar, e arrancou aplausos do público.
por Estadão Conteúdo
Foto: Divulgação / Rio 2016
A primeira medalha de ouro do atletismo nos Jogos Olímpicos do Rio veio acompanhada de recorde mundial. A etíope Almaz Ayana venceu os 10 mil metros com um tempo espetacular: 29min17s45. O triunfo entra para a história nesta sexta-feira (12), no Engenhão, sobrepondo a marca de 29min31s78, que era da chinesa Junxia Wang e perdurava desde 1993.
A coroa dos 10 mil metros continua na Etiópia, mas trocou de mãos. Ayana superou a compatriota Tirunesh Dibaba, campeã em Londres-2012 e recordista olímpica em Pequim-2008. Mas Dibaba também teve o que comemorar ao conquistar a medalha de bronze. As etíopes colocaram a bandeira do país sobre os ombros e deram a volta olímpica pelo Engenhão. A prata ficou com a queniana Vivian Jepkemoi Cheruiyot.
Ayana assumiu a liderança na metade da prova e saiu em disparada. A vantagem foi tanta que ela teve de desviar das competidoras no fim. A brasileira Tatiele de Carvalho completou a prova em 32 min38s21 e terminou na 31ª posição, a mexicana Marisol Romero foi a última a cruzar a linha de chegada, em 35º lugar, e arrancou aplausos do público.
Destaques do esporte de Argentina e Brasil pedem calma aos torcedores no Rio-2016
Destaques do esporte argentino e brasileiro se uniram nesta sexta-feira para pedir "calma e respeito" aos torcedores de ambos os países nos Jogos do Rio. Nos últimos dias, a tensão entre os torcedores chamou a atenção dos organizadores da Olimpíada, que não escondem a preocupação para os próximos dias e principalmente com o confronto marcado para este sábado entre as seleções masculinas de basquete de Brasil e Argentina.
Em um esforço para passar uma mensagem de calma, o Comitê Olímpico Internacional levou a uma entrevista coletiva, nesta sexta, dois atletas dos países vizinhos. "Esse precisa ser o jogo da paz", disse o atirador Felipe Wu, medalhista de prata brasileiro nos Jogos do Rio.
"O objetivo dos Jogos é unir. A rivalidade existe. Mas ela não pode ser uma manifestação de violência. Os torcedores precisam entender que a Olimpíada é muito maior e que une o mundo", declarou Wu.
Luciana Aymar, que está aposentada e foi um dos maiores nomes da história do hóquei sobre grama, sendo dona de quatro medalhas olímpicas, também fez o apelo aos torcedores argentinos. "É impressionante a quantidade de argentinos no Rio. Estamos vivendo uma rivalidade forte. Vemos isso em todos os Jogos. Como esportistas, temos a obrigação de transmitir que a mensagem de que a Olimpíada é diferente. Tem que haver respeito muito grande", disse.
"Por mais fanatismo que exista, seria bom que nos respeitemos e que haja paz e tranquilidade", insistiu. "Precisamos transmitir que os torcedores estejam tranquilos. Somos dois países com fanatismo grande. Isso não é ruim. Mas sempre com respeito", completou a argentina.
Destaques do esporte argentino e brasileiro se uniram nesta sexta-feira para pedir "calma e respeito" aos torcedores de ambos os países nos Jogos do Rio. Nos últimos dias, a tensão entre os torcedores chamou a atenção dos organizadores da Olimpíada, que não escondem a preocupação para os próximos dias e principalmente com o confronto marcado para este sábado entre as seleções masculinas de basquete de Brasil e Argentina.
Em um esforço para passar uma mensagem de calma, o Comitê Olímpico Internacional levou a uma entrevista coletiva, nesta sexta, dois atletas dos países vizinhos. "Esse precisa ser o jogo da paz", disse o atirador Felipe Wu, medalhista de prata brasileiro nos Jogos do Rio.
"O objetivo dos Jogos é unir. A rivalidade existe. Mas ela não pode ser uma manifestação de violência. Os torcedores precisam entender que a Olimpíada é muito maior e que une o mundo", declarou Wu.
Luciana Aymar, que está aposentada e foi um dos maiores nomes da história do hóquei sobre grama, sendo dona de quatro medalhas olímpicas, também fez o apelo aos torcedores argentinos. "É impressionante a quantidade de argentinos no Rio. Estamos vivendo uma rivalidade forte. Vemos isso em todos os Jogos. Como esportistas, temos a obrigação de transmitir que a mensagem de que a Olimpíada é diferente. Tem que haver respeito muito grande", disse.
"Por mais fanatismo que exista, seria bom que nos respeitemos e que haja paz e tranquilidade", insistiu. "Precisamos transmitir que os torcedores estejam tranquilos. Somos dois países com fanatismo grande. Isso não é ruim. Mas sempre com respeito", completou a argentina.
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O POETA MARATONISTA!
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
(A Poesia do Corredor)
Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!
Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...
É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz, porque a corrida me faz bem.
A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.
É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...
Poesia feita em 13/02/1985
Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.
PRINCIPAIS CORRIDAS
Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador de futebol, matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu 14 maratonas em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984, pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú pela BR 101 no ano de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de Mata de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas corridas citas sem ter apoio financeiro das prefeituras citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive nas duas Maratonas Internacionais houve apoio da Copene no translado Salvador Rio de Janeiro e vice versa, ajuda na estádia), sendo passagens de ida e volta a custo do atleta, e trabalhava das 8 horas as 17 horas e compensava os dias da estadia em New York (5 dias em 1984 e 1986).
CORREU UM "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE DE SALVADOR, COM 37 KM, EM 1987
CORREU UM "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE DE SALVADOR, COM 37 KM, EM 1987
Curso de Comunicações Verbais
(Um dos melhores do Brasil/S. aulo com credenciamento}
No ano de 1985 Gamaliel iniciou o curso de Comunicações Verbais PPD-IOB (Treinamento Programado a Distância) por correspondências tendo concluído o citado curso no dia 7/3/1986. O citado curso organizado por Oswaldo Melantonio, formado em Direito, Filosofia e Jornalismo, Oswaldo presidente de honra de várias instituições culturais dentre elas a Academia Paulista de Oratório e Academia Brasileira de Comunicações Verbais. O curso de Comunicações Verbais teve a duração de 6 meses equivalente a 100 horas/ aula e credenciado pelo CFMO 097.
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Oswaldo Melantonio realizou vários cursos complementares no exterior e no ano de 1986 fazia 35 anos se dedicando exclusivamente as Comunicações Verbais; inicialmente, oratória formal e informal para líderes políticos e religiosos. Nos últimos anos Oswaldo especializou-se na área de comunicações dos executivos, objetivando a melhoria da produtividade pela eficiência da comunicação.
PERSONALIDADES EXPOENTES DAS COMUNICAÇÕES VERBAIS
Várias personalidades de Top da Política Executivos, da Oratória Geral, Locutores Esportivos, a exemplo de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia Jânio Quadros, Franco Motoro e outros expoentes que realizaram este magnífico curso, amplo usando as técnicas da Grécia antiga, a exemplos de formidáveis gênios da Comunicação, oratória da Grécia Antiga,celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles Demóstenes Cícero, este considerado como um dos maiores gênios nas Comunicações verbais da Grécia e do Mundo, chegando ao ponto de governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória de convencimento, resumindo era um " Um Gênio Abençoado da Oratória das Comunicações Verbais!".
Conteúdo do curso
Introdução, exposições práticas, técnicas da comunicação dos executivos, educação da voz, expressão corporal, figuras de estilos, dez qualidades básicas do executivo, práticas de comunicações verbais e práticas de oratória
De modo especial, Oswaldo realiza treinamentos para as lideranças dos principais escalões das grandes organizações privadas e publicas. O citado curso já treinou grandes personalidades de diversos seguimentos sociais a exemplo de Franco Motoro, Osmar Santos, narrador esportivo no estado de São Paulo, Jânio Quadros que foi Presidente da República de 31/1/1961 renunciando o governo em 25/8/1961, foi prefeito de São Paulo nas décadas seguintes.
Jânio Quadros nasceu em Campo Grande, (Mata Grosso do Sul) no ano de 1917 e faleceu no ano de 1992 em São Paulo e outros não citados. IOB – Cursos de Legislação Empresarial Ltda – CGC 47.677.810/0002-21, credenciado no CFMO 097, com endereço na Avenida Marques... Asa Branca – SP



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