Ao lado de Erlon, Isaquias leva a prata
e se consagra nas águas da Lagoa
Brasileiros ditam ritmo da prova, mas, no fim, são passados por time da Alemanha. Isaquias se torna 1º brasileiro com três medalhas em uma única edição olímpica
Dizia o filósofo Heráclito, de Éfeso, que ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio, pois não se encontra as mesmas águas, e o próprio ser já se modificou. Isaquias Queiroz e Erlon de Souza entraram e saíram transformados da Lagoa Rodrigo de Freitas. O "Maluco Beleza" e o menino calado. A figuraça e seu tímido companheiro. Um equilibra o outro. Se dá certo? O resultado da grande final do C2 1000m neste sábado diz tudo. Embalada pelo apoio da torcida, a dupla conquistou a prata em uma prova extremamente disputada, liderada pelos brasileiros até a marca de 750m. A partir dali, prevaleceu a fortíssima parceria formada pelo experiente Sebastian Brendel, que levou também no C1 1000m na terça, e o jovem promissor Jan Vandrey. No fim, os fãs gritaram "É campeão!" para os brasileiros, que retribuíram com cumprimentos e muita festa. A Ucrânia, de Ianchuck e Mishchuk, ficou em terceiro (confira os tempos no fim da reportagem).
Isaquias Queiroz festeja com seu parceiro Erlon de Souza a conquista da prata (Foto: AFP)
Na lógica do pensador "ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio", mas Isaquias Queiroz entrou três vezes na mesma Lagoa Rodrigo de Freitas para decidir medalha: saiu com a prata no C1 1000m, o bronze no C1 200m e, agora, outra prata no C2 1000m, essa última com o amigo Erlon de Souza. Eternizou de vez seu nome na história olímpica do Brasil. Na verdade, já o tinha feito quando ficou em segundo lugar na prova de estreia e virou o primeiro canoísta brasileiro a conquistar medalha na Olimpíada. Depois deste sábado, ele se tornou único esportista do país a conseguir subir ao pódio três vezes em uma edição dos Jogos Olímpicos. E ainda gravou seu nome na história olímpica como um todo: é o primeiro a levar três medalhas olímpicas na canoa.
A parceria vitoriosa da canoagem velocidade saiu do Rio de Contas para o Rio de Janeiro. Agora, foi do Rio de Janeiro para o mundo. Isaquias, filho de Ubaitaba, e Erlon, rebento de Ubatã, deram suas primeiras remadas nesse rio prateado, berço da canoagem do Brasil, que corta mais 11 cidades no estado da Bahia e produz canoístas a cada novo nascimento, já que a embarcação é o principal meio de transporte do local. Eles cresceram, deram duro, superaram, cada um, suas próprias dificuldades. Tudo sob a batuta de Jesús Morlán, que já tinha levado o espanhol David Cal a cinco medalhas olímpicas e, em 2013, resolveu acreditar no projeto da canoagem brasileira.
Isaquias fez coração para a torcida e apontou para seu parceiro ao ser aplaudido (Foto: REUTERS/Marcos Brindicci)
O estrangeiro teve visão: tirou os meninos da represa de Guarapiranga, foi para a raia olímpica da USP, em São Paulo, mas viu que não daria certo dividir a lagoa com amadores. Os atletas precisavam de foco total. Após muita pesquisa, o comandante fez uma mudança drástica: levou a seleção brasileira para a pacata Lagoa Santa, em Minas Gerais. Adotou um sistema de treinamento de oito semanas de trabalho e apenas uma de folga. Deixou sua família na Colômbia e passou a morar e dividir tudo, até tarefas domésticas, com Isaquias, Erlon e os outros canoístas que fazem parte do time, Ronílson e Nivalter.
Ao longo do tempo, a equipe teve inúmeras conquistas. Dentre elas, vale destacar os dois ouros de Isaquias na prova do C1 500m nos mundiais de Duisburg 2013 (levou também bronze no C1 1000m) e Moscou 2014 (ainda ficou em terceiro no C2 200m, com Erlon), e o ouro mais recente, em Milão 2015, no C2 1000m, com o parceiro habitual (ganhou também o bronze no C1 200m). Agora, adiciona à sua coleção a prata de Erlon e Isaquias, e a outra prata e o bronze do baiano de 22 anos. Que as águas passem, mudem, se renovem... Mas a canoagem nunca vai se esquecer do que viu nas águas da Lagoa Rodrigo de Freitas na Olimpíada do Rio nesta semana.
Isaquias Queiroz e Erlon de Souza: uma parceria que deu certo (Foto: Damien MEYER / AFP)
Veja os tempos da final do C2 1000m:
Ouro - Brendel/Vandrey (ALE) - 3m43s412
Prata - Isaquias Queiroz / Erlon de Souza (BRA) - 3m44s819
Bronze - Ianchuk/Mishchuk (UCR) - 3m45s949
4) Vasbanya/Mike (HUN) -3m46s198
5) Shtokalov/Pervukhin (RUS) - 3m46s776
6) Torres/Jorge (CUB) - 3m48s133
7) Radon/Dvorak (RTC) - 3m49s352
8) Kochnev/Mirbekov (UZB) - 3m52s920
Confira a lista de atletas que levaram mais de uma medalha na Olimpíada na canoagem velocidade, seja na canoa (provas C) ou no caiaque (provas K)**:
Moscou 1980
Vladimir Parfenovich - 3 medalhas (K1 500m; K2 500m; e K2 1000m – Ouro) - União Soviética
Los Angeles 198
Lars-Erik Moberg - 3 medalhas (K1 500m; K2 500m; e K4 1000m – Prata) - Suécia
Agneta Andersson - 3 medalhas (K1 500m e K2 500m – Ouro e K4 500m – Prata) - Suécia
Seul 1988
Vanja Gesheva - 3 medalhas (K1 500m – Ouro; K2 500m – Prata; e K4 500m – Bronze) - Bulgária
Birgit Schimdt - 3 medalhas (K1 500m – Prata; K2 500m – Ouro; e K4 500m – Ouro) - Alemanha Ocidental
Barcelona 1992
Rita Köbán - 3 medalhas (K1 500m – Prata; K2 500m – Bronze; e K4 500m – Ouro) - Hungria
Rio 2016
Isaquias Queiroz - 3 medalhas (C1 1000m - Prata; C1 200m - Bronze; e C2 1000m - Prata) - Brasil
* Cahê Mota, Carol Fontes, Danielle Rocha, Marcelo Russio e Richard Souza
**Isaquias Queiroz é o primeiro atleta a conquistas três medalhas olímpicas na canoa. Mas, no caiaque, a primeira foi Rita Köban, da Hungria.
Dizia o filósofo Heráclito, de Éfeso, que ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio, pois não se encontra as mesmas águas, e o próprio ser já se modificou. Isaquias Queiroz e Erlon de Souza entraram e saíram transformados da Lagoa Rodrigo de Freitas. O "Maluco Beleza" e o menino calado. A figuraça e seu tímido companheiro. Um equilibra o outro. Se dá certo? O resultado da grande final do C2 1000m neste sábado diz tudo. Embalada pelo apoio da torcida, a dupla conquistou a prata em uma prova extremamente disputada, liderada pelos brasileiros até a marca de 750m. A partir dali, prevaleceu a fortíssima parceria formada pelo experiente Sebastian Brendel, que levou também no C1 1000m na terça, e o jovem promissor Jan Vandrey. No fim, os fãs gritaram "É campeão!" para os brasileiros, que retribuíram com cumprimentos e muita festa. A Ucrânia, de Ianchuck e Mishchuk, ficou em terceiro (confira os tempos no fim da reportagem).
Na lógica do pensador "ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio", mas Isaquias Queiroz entrou três vezes na mesma Lagoa Rodrigo de Freitas para decidir medalha: saiu com a prata no C1 1000m, o bronze no C1 200m e, agora, outra prata no C2 1000m, essa última com o amigo Erlon de Souza. Eternizou de vez seu nome na história olímpica do Brasil. Na verdade, já o tinha feito quando ficou em segundo lugar na prova de estreia e virou o primeiro canoísta brasileiro a conquistar medalha na Olimpíada. Depois deste sábado, ele se tornou único esportista do país a conseguir subir ao pódio três vezes em uma edição dos Jogos Olímpicos. E ainda gravou seu nome na história olímpica como um todo: é o primeiro a levar três medalhas olímpicas na canoa.
A parceria vitoriosa da canoagem velocidade saiu do Rio de Contas para o Rio de Janeiro. Agora, foi do Rio de Janeiro para o mundo. Isaquias, filho de Ubaitaba, e Erlon, rebento de Ubatã, deram suas primeiras remadas nesse rio prateado, berço da canoagem do Brasil, que corta mais 11 cidades no estado da Bahia e produz canoístas a cada novo nascimento, já que a embarcação é o principal meio de transporte do local. Eles cresceram, deram duro, superaram, cada um, suas próprias dificuldades. Tudo sob a batuta de Jesús Morlán, que já tinha levado o espanhol David Cal a cinco medalhas olímpicas e, em 2013, resolveu acreditar no projeto da canoagem brasileira.
O estrangeiro teve visão: tirou os meninos da represa de Guarapiranga, foi para a raia olímpica da USP, em São Paulo, mas viu que não daria certo dividir a lagoa com amadores. Os atletas precisavam de foco total. Após muita pesquisa, o comandante fez uma mudança drástica: levou a seleção brasileira para a pacata Lagoa Santa, em Minas Gerais. Adotou um sistema de treinamento de oito semanas de trabalho e apenas uma de folga. Deixou sua família na Colômbia e passou a morar e dividir tudo, até tarefas domésticas, com Isaquias, Erlon e os outros canoístas que fazem parte do time, Ronílson e Nivalter.
Ao longo do tempo, a equipe teve inúmeras conquistas. Dentre elas, vale destacar os dois ouros de Isaquias na prova do C1 500m nos mundiais de Duisburg 2013 (levou também bronze no C1 1000m) e Moscou 2014 (ainda ficou em terceiro no C2 200m, com Erlon), e o ouro mais recente, em Milão 2015, no C2 1000m, com o parceiro habitual (ganhou também o bronze no C1 200m). Agora, adiciona à sua coleção a prata de Erlon e Isaquias, e a outra prata e o bronze do baiano de 22 anos. Que as águas passem, mudem, se renovem... Mas a canoagem nunca vai se esquecer do que viu nas águas da Lagoa Rodrigo de Freitas na Olimpíada do Rio nesta semana.
Veja os tempos da final do C2 1000m:
Ouro - Brendel/Vandrey (ALE) - 3m43s412
Prata - Isaquias Queiroz / Erlon de Souza (BRA) - 3m44s819
Bronze - Ianchuk/Mishchuk (UCR) - 3m45s949
4) Vasbanya/Mike (HUN) -3m46s198
5) Shtokalov/Pervukhin (RUS) - 3m46s776
6) Torres/Jorge (CUB) - 3m48s133
7) Radon/Dvorak (RTC) - 3m49s352
8) Kochnev/Mirbekov (UZB) - 3m52s920
Confira a lista de atletas que levaram mais de uma medalha na Olimpíada na canoagem velocidade, seja na canoa (provas C) ou no caiaque (provas K)**:
Moscou 1980
Vladimir Parfenovich - 3 medalhas (K1 500m; K2 500m; e K2 1000m – Ouro) - União Soviética
Los Angeles 198
Lars-Erik Moberg - 3 medalhas (K1 500m; K2 500m; e K4 1000m – Prata) - Suécia
Agneta Andersson - 3 medalhas (K1 500m e K2 500m – Ouro e K4 500m – Prata) - Suécia
Seul 1988
Vanja Gesheva - 3 medalhas (K1 500m – Ouro; K2 500m – Prata; e K4 500m – Bronze) - Bulgária
Birgit Schimdt - 3 medalhas (K1 500m – Prata; K2 500m – Ouro; e K4 500m – Ouro) - Alemanha Ocidental
Barcelona 1992
Rita Köbán - 3 medalhas (K1 500m – Prata; K2 500m – Bronze; e K4 500m – Ouro) - Hungria
Rio 2016
Isaquias Queiroz - 3 medalhas (C1 1000m - Prata; C1 200m - Bronze; e C2 1000m - Prata) - Brasil
* Cahê Mota, Carol Fontes, Danielle Rocha, Marcelo Russio e Richard Souza
**Isaquias Queiroz é o primeiro atleta a conquistas três medalhas olímpicas na canoa. Mas, no caiaque, a primeira foi Rita Köban, da Hungria.
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O POETA MARATONISTA!
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
(A Poesia do Corredor)
Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!
Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...
É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz, porque a corrida me faz bem.
A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.
É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...
Poesia feita em 13/02/1985
Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.
PRINCIPAIS CORRIDAS
Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador de futebol, matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu 14 maratonas em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984, pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú pela BR 101 no ano de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de Mata de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas corridas citas sem ter apoio financeiro das prefeituras citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive nas duas Maratonas Internacionais houve apoio da Copene no translado Salvador Rio de Janeiro e vice versa, ajuda na estádia), sendo passagens de ida e volta a custo do atleta, e trabalhava das 8 horas as 17 horas e compensava os dias da estadia em New York (5 dias em 1984 e 1986).
CORREU UM "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE DE SALVADOR, COM 37 KM, EM 1987
*******************************************************************************
GAMALIEL CHAGAS - RESUMO DAS PRINCIPAIS CORRIDAS:
O MARATONISTA BAIANO DE 1984 - BICAMPEÃO DOS 10 E 5 MIL METROS NA PISTA DA FONTE NOVA 1983/84.
2 MARATONAS INTERNACIONAIS /CIDADE DE NOVA YORQUE
PENTACAMPEÃO MATENSE DE VETERANOS / CORRIDA RÚSTICA DO BOMFIM DE MATA DE SÃO JOÃO, NA DÉCADA DE 2000.
15 MARATONAS COMPETIDAS - COMPETIÇÃO NO ATLETISMO BAIANO BRASILEIRO, EM 6 ESTADOS DO BRASIL! 5 MARATONAS NO RIO E JANEIRO, 2 EM BRASILIA, 2 SÃO SILVESTRES EM SÃO PAULO, ANOS 1983/84. VÁRIAS ELIMINATÓRIAS BAIANA DA S. SILVESTRE NA DÉCADA DE 1980.
COMPETIU:
01 MARATONA EM SÃO PAULO, 01 EM JOÃO PESSOA, 30 KM DE SÃO CRISTÓVÃO A ARACAJU EM 1985, 2 MARATONAS EM BRASILIA.
COMPETIÇÃO 3 OLIMPÍADAS DO POLO PETROQUÍMICO DE CAMAÇARI ONDE FOI BICAMPEÃ, COMPETIU NOS CITADOS JOGOS, NOS 10M, 1.500M, 5 E 10 MIL METROS, ALÉM DE 28 HM DE CAMAÇARI A PRAÇA ACM IDA E VOLTA, QUANDO FICOU EM 5º LUGAR ANO 1982.
COMPETIU DEZENAS DE CORRIDAS EM SALVADOR E CIDADES DO INTERIOR DA BAHIA, CONQUISTANDO MEDALHAS E TROFÉUS....
NESSE PERÍODO TRABALHAVA DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, TREINAVA DAS 17H40 ÁS 20H30 DA NOITE. E FIM DE SEMANAS.
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Curso de Comunicações Verbais
(Um dos melhores do Brasil/S. aulo com credenciamento}
No ano de 1985 Gamaliel iniciou o curso de Comunicações Verbais PPD-IOB (Treinamento Programado a Distância) por correspondências tendo concluído o citado curso no dia 7/3/1986. O citado curso organizado por Oswaldo Melantonio, formado em Direito, Filosofia e Jornalismo, Oswaldo presidente de honra de várias instituições culturais dentre elas a Academia Paulista de Oratório e Academia Brasileira de Comunicações Verbais. O curso de Comunicações Verbais teve a duração de 6 meses equivalente a 100 horas/ aula e credenciado pelo CFMO 097.
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Oswaldo Melantonio realizou vários cursos complementares no exterior e no ano de 1986 fazia 35 anos se dedicando exclusivamente as Comunicações Verbais; inicialmente, oratória formal e informal para líderes políticos e religiosos. Nos últimos anos Oswaldo especializou-se na área de comunicações dos executivos, objetivando a melhoria da produtividade pela eficiência da comunicação.
PERSONALIDADES EXPOENTES DAS COMUNICAÇÕES VERBAIS
Várias personalidades de Top da Política Executivos, da Oratória Geral, Locutores Esportivos, a exemplo de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia Jânio Quadros, Franco Motoro e outros expoentes que realizaram este magnífico curso, amplo usando as técnicas da Grécia antiga, a exemplos de formidáveis gênios da Comunicação, oratória da Grécia Antiga,celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles Demóstenes Cícero, este considerado como um dos maiores gênios nas Comunicações verbais da Grécia e do Mundo, chegando ao ponto de governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória de convencimento, resumindo era um " Um Gênio Abençoado da Oratória das Comunicações Verbais!".
Conteúdo do curso
Introdução, exposições práticas, técnicas da comunicação dos executivos, educação da voz, expressão corporal, figuras de estilos, dez qualidades básicas do executivo, práticas de comunicações verbais e práticas de oratória
De modo especial, Oswaldo realiza treinamentos para as lideranças dos principais escalões das grandes organizações privadas e publicas. O citado curso já treinou grandes personalidades de diversos seguimentos sociais a exemplo de Franco Motoro, Osmar Santos, narrador esportivo no estado de São Paulo, Jânio Quadros que foi Presidente da República de 31/1/1961 renunciando o governo em 25/8/1961, foi prefeito de São Paulo nas décadas seguintes.
Jânio Quadros nasceu em Campo Grande, (Mata Grosso do Sul) no ano de 1917 e faleceu no ano de 1992 em São Paulo e outros não citados. IOB – Cursos de Legislação Empresarial Ltda – CGC 47.677.810/0002-21, credenciado no CFMO 097, com endereço na Avenida Marques... Asa Branca – SP


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