Quarta, 10 de Agosto de 2016 - 08:30/BAHIA NOTICIAS
Quarta, 10 de Agosto de 2016 - 08:30/BAHIA NOTICIAS
Seleção feminina tem primeiro adversário de nível mais alto no vôlei do Rio-2016
por Estadão Conteúdo
Foto: Divulgação/FIVB
A seleção feminina de vôlei enfrenta nesta quarta-feira o primeiro desafio técnico na competição: a velocidade do Japão. Mesmo em casa, a equipe brasileira se adapta a um fuso horário diferente nesta Olimpíada: jogos às 22h35. A comissão técnica mudou os horários de treino para amenizar o desgaste físico, mas após a primeira partida no horário, encerrada depois da meia-noite, as atletas não pouparam críticas à organização dos Jogos.
As próximas duas partidas da seleção são contra times asiáticos - o Japão e a Coreia do Sul, que têm um ritmo mais acelerado de jogo e grande movimentação na rede. “Vamos ser mais exigidos. O Japão é tecnicamente bom. A paciência é a alma do negócio para não desperdiçar os contra-ataques. Quanto mais difícil o adversário, mais fica evidente o que precisamos melhorar”, disse o técnico José Roberto Guimarães.
O Japão está na terceira posição do grupo, liderado pelo Brasil, que não perdeu nenhum set na competição. A Rússia está em segundo. Até domingo, na última partida da primeira fase, todos os jogos da seleção começarão às 22h35, se não houver atrasos. Na segunda-feira, o jogo começou perto de 23 horas, pois a preliminar foi até o quarto set.
“Até a gente tomar banho, sair do ginásio, chegar na Vila, jantar e diminuir a ansiedade... serão 3 horas. Essa será nossa rotina e vamos ter que nos adaptar”, afirmou a jogadora Natália, um dos destaques da vitória contra a Argentina, na última segunda-feira.
Para amenizar os efeitos físicos dos desgastes, os horários de treinos e refeições foram alterados há duas semanas - e mesmo assim as jogadoras sentiram efeitos gástricos e musculares. O ideal seriam 12 horas de descanso, mas no final da manhã desta terça-feira as jogadoras já estavam fazendo exercícios. “É um horário terrível. Está na hora de pensar no lado do atleta, não só da mídia”, disse a central Thaísa, que deve jogar, recuperada de contusão.
José Roberto Guimarães indicou que a atleta deve entrar, mas não durante todo o jogo. Em quadra, a equipe soube compensar a saída de um dos ícones do grupo com a entrada de Juciely, que deixou sua marca no bloqueio e ataques precisos. “Ela é um grande pilar da equipe e serve de exemplo. O que importa é o grupo. Assim que vamos chegar à frente”, disse o técnico.
por Estadão Conteúdo
Foto: Divulgação/FIVB
A seleção feminina de vôlei enfrenta nesta quarta-feira o primeiro desafio técnico na competição: a velocidade do Japão. Mesmo em casa, a equipe brasileira se adapta a um fuso horário diferente nesta Olimpíada: jogos às 22h35. A comissão técnica mudou os horários de treino para amenizar o desgaste físico, mas após a primeira partida no horário, encerrada depois da meia-noite, as atletas não pouparam críticas à organização dos Jogos.
As próximas duas partidas da seleção são contra times asiáticos - o Japão e a Coreia do Sul, que têm um ritmo mais acelerado de jogo e grande movimentação na rede. “Vamos ser mais exigidos. O Japão é tecnicamente bom. A paciência é a alma do negócio para não desperdiçar os contra-ataques. Quanto mais difícil o adversário, mais fica evidente o que precisamos melhorar”, disse o técnico José Roberto Guimarães.
O Japão está na terceira posição do grupo, liderado pelo Brasil, que não perdeu nenhum set na competição. A Rússia está em segundo. Até domingo, na última partida da primeira fase, todos os jogos da seleção começarão às 22h35, se não houver atrasos. Na segunda-feira, o jogo começou perto de 23 horas, pois a preliminar foi até o quarto set.
“Até a gente tomar banho, sair do ginásio, chegar na Vila, jantar e diminuir a ansiedade... serão 3 horas. Essa será nossa rotina e vamos ter que nos adaptar”, afirmou a jogadora Natália, um dos destaques da vitória contra a Argentina, na última segunda-feira.
Para amenizar os efeitos físicos dos desgastes, os horários de treinos e refeições foram alterados há duas semanas - e mesmo assim as jogadoras sentiram efeitos gástricos e musculares. O ideal seriam 12 horas de descanso, mas no final da manhã desta terça-feira as jogadoras já estavam fazendo exercícios. “É um horário terrível. Está na hora de pensar no lado do atleta, não só da mídia”, disse a central Thaísa, que deve jogar, recuperada de contusão.
José Roberto Guimarães indicou que a atleta deve entrar, mas não durante todo o jogo. Em quadra, a equipe soube compensar a saída de um dos ícones do grupo com a entrada de Juciely, que deixou sua marca no bloqueio e ataques precisos. “Ela é um grande pilar da equipe e serve de exemplo. O que importa é o grupo. Assim que vamos chegar à frente”, disse o técnico.
Diego Renan pede foco e afirma: 'Temos mais 19 finais'
por Glauber Guerra
Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias
O Vitória encerrou o primeiro turno do Campeonato Brasileiro na 14ª colocação com 22 pontos conquistados, em 19 partidas. Um aproveitamento de apenas 38,6%. Para subir na tabela, o lateral Diego Renan pede foco ao time e diz que cada jogo será uma final.
“A gente até fez alguns bons jogos e infelizmente tomamos alguns gols que nos prejudicaram, estamos cientes disso. (...) Mas agora a gente colocou na nossa cabeça que temos mais 19 finais. Começando o segundo turno contra o Santa Cruz em casa. É um confronto que precisamos vencer, então a gente tem colocado isso na cabeça, estamos com esse foco de evitar erros que vêm acontecendo para que a gente possa conseguir as vitórias”, disse o camisa 26.
A primeira partida do segundo turno será contra o Santa Cruz, domingo (14), às 16h, no Barradão. O técnico Vagner Mancini não poderá contar com Euller e Victor Ramos, suspensos por conta do terceiro cartão amarelo. Diego Renan acredita que quem entrar dará conta do recado.
“Todo mundo tem sua parcela de importância, que vem ajudando, vem contribuindo com a qualidade que tem, mas eu tenho certeza que quem o Mancini optar por colocar em campo [no lugar de Euller e Victor Ramos, suspensos] vai estar preparado”, declarou.
No primeiro turno, o Vitória perdeu por 4 a 1 para o Santa Cruz, em Recife. O time pernambucano ocupa a penúltima posição com 18 pontos.
por Glauber Guerra
Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias
O Vitória encerrou o primeiro turno do Campeonato Brasileiro na 14ª colocação com 22 pontos conquistados, em 19 partidas. Um aproveitamento de apenas 38,6%. Para subir na tabela, o lateral Diego Renan pede foco ao time e diz que cada jogo será uma final.
“A gente até fez alguns bons jogos e infelizmente tomamos alguns gols que nos prejudicaram, estamos cientes disso. (...) Mas agora a gente colocou na nossa cabeça que temos mais 19 finais. Começando o segundo turno contra o Santa Cruz em casa. É um confronto que precisamos vencer, então a gente tem colocado isso na cabeça, estamos com esse foco de evitar erros que vêm acontecendo para que a gente possa conseguir as vitórias”, disse o camisa 26.
A primeira partida do segundo turno será contra o Santa Cruz, domingo (14), às 16h, no Barradão. O técnico Vagner Mancini não poderá contar com Euller e Victor Ramos, suspensos por conta do terceiro cartão amarelo. Diego Renan acredita que quem entrar dará conta do recado.
“Todo mundo tem sua parcela de importância, que vem ajudando, vem contribuindo com a qualidade que tem, mas eu tenho certeza que quem o Mancini optar por colocar em campo [no lugar de Euller e Victor Ramos, suspensos] vai estar preparado”, declarou.
No primeiro turno, o Vitória perdeu por 4 a 1 para o Santa Cruz, em Recife. O time pernambucano ocupa a penúltima posição com 18 pontos.
Rafaela Silva está na Marinha Brasileira há dois anos
Foto: Getty Images
Terceiro sargento da Marinha do Brasil (MB), Rafaela Silva, gosta muito do elegante uniforme branco que a identifica como parte do pessoal da força naval. O vestido é usado pouco, só mesmo para festas e solenidades. Rafaela, ganhadora do ouro na categoria até 57 quilos do judô feminino nos Jogos Olímpicos, é praça graduada ou suboficial especial e, para as tarefas diárias, prefere o seu traje de trabalho - um quimono. De combate, claro.
Na segunda feira, a sargento não "bateu" continência no alto do pódio. Mais tarde, comendo um hambúrguer triplo com batatas fritas, Rafaela justificou-se: teve medo de perder a medalha por causa do gesto.
A relação de Rafaela com a Marinha começou em 2014, quando foi integrada ao Programa Olímpico. No Rio, há 145 atletas militares na delegação brasileira. Uma chegada formal, por meio de Edital Público do Ministério da Defesa e, embora a lutadora de 1,69m já trouxesse com ela a medalha de prata dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, um Mundial e vários títulos internacionais, teve de passar pelos 45 dias do rigoroso EHP, o Estágio para Habilitação de Praças.
No Centro de Educação Física, Rafaela encarou a dureza das provas de resistência física, sobrevivência, condicionamento, tiro. Não houve nenhum problema para a menina da Cidade de Deus, lembram seus companheiros do Cefan - houve “até uma certa facilidade”, nos exercícios de autodefesa ou de neutralização de oponentes.
Rafaela seria envolvida em uma eventual mobilização de emprego da força? É pouco provável, explicou um oficial da reserva ligado ao setor esportivo. A judoca é uma contratada temporária da Defesa, com claros objetivos a serem atingidos no aperfeiçoamento de sua especialidade. “Se o trabalho produzir conhecimento e informações que possam ser transferidos para a tropa, tanto melhor.”
Embora à disposição da Marinha, e recebendo soldo de cerca de R$ 3 mil, Rafaela Silva segue orientação técnica da Confederação Brasileira de Judô, que programa os locais e os tipos de seus dois turnos diários de treinamento. Ela pode usar quaisquer instalações e recursos da MB. As práticas são físicas e táticas, com apoio médico, odontológico, fisioterápico e nutricional. Há mais: um amplo sistema eletrônico monitora a performance, mede o desempenho e projeta a evolução da judoca.
Foto: Getty Images
Terceiro sargento da Marinha do Brasil (MB), Rafaela Silva, gosta muito do elegante uniforme branco que a identifica como parte do pessoal da força naval. O vestido é usado pouco, só mesmo para festas e solenidades. Rafaela, ganhadora do ouro na categoria até 57 quilos do judô feminino nos Jogos Olímpicos, é praça graduada ou suboficial especial e, para as tarefas diárias, prefere o seu traje de trabalho - um quimono. De combate, claro.
Na segunda feira, a sargento não "bateu" continência no alto do pódio. Mais tarde, comendo um hambúrguer triplo com batatas fritas, Rafaela justificou-se: teve medo de perder a medalha por causa do gesto.
A relação de Rafaela com a Marinha começou em 2014, quando foi integrada ao Programa Olímpico. No Rio, há 145 atletas militares na delegação brasileira. Uma chegada formal, por meio de Edital Público do Ministério da Defesa e, embora a lutadora de 1,69m já trouxesse com ela a medalha de prata dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, um Mundial e vários títulos internacionais, teve de passar pelos 45 dias do rigoroso EHP, o Estágio para Habilitação de Praças.
No Centro de Educação Física, Rafaela encarou a dureza das provas de resistência física, sobrevivência, condicionamento, tiro. Não houve nenhum problema para a menina da Cidade de Deus, lembram seus companheiros do Cefan - houve “até uma certa facilidade”, nos exercícios de autodefesa ou de neutralização de oponentes.
Rafaela seria envolvida em uma eventual mobilização de emprego da força? É pouco provável, explicou um oficial da reserva ligado ao setor esportivo. A judoca é uma contratada temporária da Defesa, com claros objetivos a serem atingidos no aperfeiçoamento de sua especialidade. “Se o trabalho produzir conhecimento e informações que possam ser transferidos para a tropa, tanto melhor.”
Embora à disposição da Marinha, e recebendo soldo de cerca de R$ 3 mil, Rafaela Silva segue orientação técnica da Confederação Brasileira de Judô, que programa os locais e os tipos de seus dois turnos diários de treinamento. Ela pode usar quaisquer instalações e recursos da MB. As práticas são físicas e táticas, com apoio médico, odontológico, fisioterápico e nutricional. Há mais: um amplo sistema eletrônico monitora a performance, mede o desempenho e projeta a evolução da judoca.
Projeto social levou medalhista Rafaela Silva para o esporte
Tios de Rafaela Silva que moram em Cidade de Deus, na zona Oeste do Rio, afirmam que não reconheceram a fisionomia da judoca quando ela subiu ao tatame, na disputa das semifinais e depois na final que valeu a medalha de ouro na Olimpíada, na última segunda-feira.
“Passei a ter esperança quando vi a Rafaela diferente, com aquela cara de má”, relata o tio paterno Paulo Henrique Silva. Outro tio, Sérgio Luiz Silva, diz que a sobrinha usou, como nunca, a “cabeça”. “Eu senti que ela estava diferente. Antes, ela ia mais com a força e a vontade. Ontem (segunda), ela trabalhou com inteligência.”
Os parentes de Rafaela e os amigos se concentraram na rua Jessé, em Cidade de Deus, para acompanhar a luta da atleta na Olimpíada. Sérgio Luiz relata que nunca viu tanto entusiasmo e empolgação das crianças da rua. “Tem muito menino nas escolinhas de esportes. Agora, isso deve aumentar”, avalia.
A família atribui ao ex-judoca Flávio Canto a conquista de Rafaela. Os pais e tios da atleta dizem que foi no Instituto Reação, projeto social desenvolvido pelo medalhista de bronze em Atenas-2004, que ela passou a canalizar a agressividade.
Rafaela faz parte da primeira geração de adolescentes treinada pelo Instituto Reação, projeto presente hoje nas comunidades de Cidade de Deus, Rocinha, Tubiacanga, Pequena Cruzada e Deodoro. O programa Reação Escola de Judô e Luta conta com 900 alunos, de 4 a 17 anos. O Instituto também desenvolve o Reação Olímpica, que ajuda 220 atletas. Uma série de empresas financia a entidade.
A líder comunitária Márcia Pereira observa que só o envolvimento do Estado e de empresas pode potencializar conquistas como a de Rafaela nas periferias. Presidente da Associação dos Moradores de Cidade de Deus (Amunicom), ela relata que a comunidade mantém com dificuldades um projeto de escolinhas de futebol, tae-kwon-do e capoeira. Cerca de 150 crianças e adolescentes são treinados por voluntários. “A gente só tem conseguido promessas de patrocínio de órgãos públicos e empresas”, afirma. “A gente torce para que a medalha da Rafaela mude essa situação.”
Márcia lamenta o declínio da UPP, a Unidade de Polícia Pacificadora. Há quatro anos, o governo do Estado chegou a abrir escolinhas de inglês e espanhol e anunciou a instalação de um centro esportivo e melhoria das escolas. Os cursos de línguas foram fechados. As promessas ficaram nos discursos. A criminalidade voltou a assombrar.
O complexo de favelas de Cidade de Deus começou a se formar nos anos 1960, a partir da chegada de moradores removidos dos morros de áreas nobres da cidade pelo então governador da Guanabara, Carlos Lacerda. Foi na Cidade de Deus, a cinco quilômetros do Parque Olímpico, que os avós paternos e maternos da judoca Rafaela Silva passaram a viver depois de despejos.
Tios de Rafaela Silva que moram em Cidade de Deus, na zona Oeste do Rio, afirmam que não reconheceram a fisionomia da judoca quando ela subiu ao tatame, na disputa das semifinais e depois na final que valeu a medalha de ouro na Olimpíada, na última segunda-feira.
“Passei a ter esperança quando vi a Rafaela diferente, com aquela cara de má”, relata o tio paterno Paulo Henrique Silva. Outro tio, Sérgio Luiz Silva, diz que a sobrinha usou, como nunca, a “cabeça”. “Eu senti que ela estava diferente. Antes, ela ia mais com a força e a vontade. Ontem (segunda), ela trabalhou com inteligência.”
Os parentes de Rafaela e os amigos se concentraram na rua Jessé, em Cidade de Deus, para acompanhar a luta da atleta na Olimpíada. Sérgio Luiz relata que nunca viu tanto entusiasmo e empolgação das crianças da rua. “Tem muito menino nas escolinhas de esportes. Agora, isso deve aumentar”, avalia.
A família atribui ao ex-judoca Flávio Canto a conquista de Rafaela. Os pais e tios da atleta dizem que foi no Instituto Reação, projeto social desenvolvido pelo medalhista de bronze em Atenas-2004, que ela passou a canalizar a agressividade.
Rafaela faz parte da primeira geração de adolescentes treinada pelo Instituto Reação, projeto presente hoje nas comunidades de Cidade de Deus, Rocinha, Tubiacanga, Pequena Cruzada e Deodoro. O programa Reação Escola de Judô e Luta conta com 900 alunos, de 4 a 17 anos. O Instituto também desenvolve o Reação Olímpica, que ajuda 220 atletas. Uma série de empresas financia a entidade.
A líder comunitária Márcia Pereira observa que só o envolvimento do Estado e de empresas pode potencializar conquistas como a de Rafaela nas periferias. Presidente da Associação dos Moradores de Cidade de Deus (Amunicom), ela relata que a comunidade mantém com dificuldades um projeto de escolinhas de futebol, tae-kwon-do e capoeira. Cerca de 150 crianças e adolescentes são treinados por voluntários. “A gente só tem conseguido promessas de patrocínio de órgãos públicos e empresas”, afirma. “A gente torce para que a medalha da Rafaela mude essa situação.”
Márcia lamenta o declínio da UPP, a Unidade de Polícia Pacificadora. Há quatro anos, o governo do Estado chegou a abrir escolinhas de inglês e espanhol e anunciou a instalação de um centro esportivo e melhoria das escolas. Os cursos de línguas foram fechados. As promessas ficaram nos discursos. A criminalidade voltou a assombrar.
O complexo de favelas de Cidade de Deus começou a se formar nos anos 1960, a partir da chegada de moradores removidos dos morros de áreas nobres da cidade pelo então governador da Guanabara, Carlos Lacerda. Foi na Cidade de Deus, a cinco quilômetros do Parque Olímpico, que os avós paternos e maternos da judoca Rafaela Silva passaram a viver depois de despejos.
Seleção joga contra a Dinamarca pelo Rio-2016 para evitar outro vexame no futebol
por Estadão Conteúdo
Foto: Divulgação
A seleção brasileira olímpica joga nesta quarta-feira pela sobrevivência nos Jogos do Rio-2016. Enfrenta a Dinamarca às 22 horas, na Arena Fonte Nova, em Salvador, em uma partida cujo objetivo é garantir a classificação e evitar mais um vexame histórico do futebol masculino brasileiro, o da eliminação em casa já na primeira fase. A situação é tão delicada que até o técnico da seleção principal, Tite, correu para tentar ajudar. Está desde esta terça na capital da Bahia junto com os olímpicos.
Pressionada dentro e fora de campo, a seleção terá de superar a incerteza do esquema tático, o mau futebol de Neymar e a desconfiança da torcida. O técnico Rogério Micale demonstra abatimento com os resultados ruins e irritação com as cobranças, mas garante acreditar na classificação. “A matemática diz que a Dinamarca está à nossa frente, mas é um jogo complicado para as duas equipes. Será um jogo difícil, pelo que vimos da equipe deles, mas espero que estejamos num dia feliz e possamos ganhar".
É necessário porque se o Brasil quiser evitar problemas e questões matemáticas profundas tem de vencer. Para isso, precisará de algo prosaico, mas que não conseguiu até agora: fazer gol.
Diante da situação complicada, a seleção se agarra no que pode, como o apoio da torcida: “Como farei meu primeiro jogo em Salvador, o mais importante da minha carreira, e como sou baiano de Salvador, gostaria que meu povo abraçasse a seleção", disse Rogério Micale. “Num momento difícil, vai fazer muita diferença", acrescentou o meia Renato Augusto.
O time terá mudanças. Rogério Micale fez mistério, mas Luan está ganhando a posição de Gabriel Jesus. É possível que Rafinha entre no meio, no lugar de Felipe Anderson - Renato Augusto seria adiantado. Wallace, bom marcador, deve substituir o suspenso Thiago Maia. No esquema, ele não mexe. “Temos um modelo de jogo com variações, mas não podemos mudar conceitos sem treinamentos", justificou. E torce para estar certo.
por Estadão Conteúdo
Foto: Divulgação
A seleção brasileira olímpica joga nesta quarta-feira pela sobrevivência nos Jogos do Rio-2016. Enfrenta a Dinamarca às 22 horas, na Arena Fonte Nova, em Salvador, em uma partida cujo objetivo é garantir a classificação e evitar mais um vexame histórico do futebol masculino brasileiro, o da eliminação em casa já na primeira fase. A situação é tão delicada que até o técnico da seleção principal, Tite, correu para tentar ajudar. Está desde esta terça na capital da Bahia junto com os olímpicos.
Pressionada dentro e fora de campo, a seleção terá de superar a incerteza do esquema tático, o mau futebol de Neymar e a desconfiança da torcida. O técnico Rogério Micale demonstra abatimento com os resultados ruins e irritação com as cobranças, mas garante acreditar na classificação. “A matemática diz que a Dinamarca está à nossa frente, mas é um jogo complicado para as duas equipes. Será um jogo difícil, pelo que vimos da equipe deles, mas espero que estejamos num dia feliz e possamos ganhar".
É necessário porque se o Brasil quiser evitar problemas e questões matemáticas profundas tem de vencer. Para isso, precisará de algo prosaico, mas que não conseguiu até agora: fazer gol.
Diante da situação complicada, a seleção se agarra no que pode, como o apoio da torcida: “Como farei meu primeiro jogo em Salvador, o mais importante da minha carreira, e como sou baiano de Salvador, gostaria que meu povo abraçasse a seleção", disse Rogério Micale. “Num momento difícil, vai fazer muita diferença", acrescentou o meia Renato Augusto.
O time terá mudanças. Rogério Micale fez mistério, mas Luan está ganhando a posição de Gabriel Jesus. É possível que Rafinha entre no meio, no lugar de Felipe Anderson - Renato Augusto seria adiantado. Wallace, bom marcador, deve substituir o suspenso Thiago Maia. No esquema, ele não mexe. “Temos um modelo de jogo com variações, mas não podemos mudar conceitos sem treinamentos", justificou. E torce para estar certo.
COI quer alunos da rede pública do Rio para lotar arenas dos Jogos Olímpicos
Com centenas de lugares vazios em praticamente todos os locais de provas, o Comitê Rio-2016 planeja trazer para o Parque Olímpico crianças de escolas públicas do Rio de Janeiro. A entidade garante que não irá simplesmente retirar os estudantes dos colégios e afirma que elas farão parte de um programa de educação.
Desde o primeiro dia do evento no Rio, as arquibancadas vazias preocupa o COI. Os organizadores insistem que 84% das entradas estão vendidas. Mas, pelo menos visualmente, a impressão é de que muitos ingressos não tem sido utilizados. No primeiro dia dos Jogos, os organizadores culparam as longas filas pelas ausências. Depois, o Comitê Rio-2016 insistiu que o problema era que torcedores estavam apenas interessados em ver o Brasil e compravam entradas que davam direito a várias competições, no mesmo local.
Agora, a entidade admite a existência do problema. “Os lugares vazios preocupam”, indicou Mario Andrada, diretor de Comunicação do Rio-2016. “Estamos lidando com isso. Temos um projeto social e vamos oferecer nesse sentido”, indicou. Andrada não indicou quantas crianças seriam levadas ao local e nem em quais disciplinas.
Mas um dos projetos é de que elas sejam usadas principalmente no Sambódromo e outros locais com esportes menos populares.
Provas vazias não são um problema exclusivo do Rio. Em Londres, em 2012, os organizadores levaram centenas de militares para as arquibancadas com o objetivo de preencher os espaços e dar uma imagem para as câmeras de locais cheios.
Com centenas de lugares vazios em praticamente todos os locais de provas, o Comitê Rio-2016 planeja trazer para o Parque Olímpico crianças de escolas públicas do Rio de Janeiro. A entidade garante que não irá simplesmente retirar os estudantes dos colégios e afirma que elas farão parte de um programa de educação.
Desde o primeiro dia do evento no Rio, as arquibancadas vazias preocupa o COI. Os organizadores insistem que 84% das entradas estão vendidas. Mas, pelo menos visualmente, a impressão é de que muitos ingressos não tem sido utilizados. No primeiro dia dos Jogos, os organizadores culparam as longas filas pelas ausências. Depois, o Comitê Rio-2016 insistiu que o problema era que torcedores estavam apenas interessados em ver o Brasil e compravam entradas que davam direito a várias competições, no mesmo local.
Agora, a entidade admite a existência do problema. “Os lugares vazios preocupam”, indicou Mario Andrada, diretor de Comunicação do Rio-2016. “Estamos lidando com isso. Temos um projeto social e vamos oferecer nesse sentido”, indicou. Andrada não indicou quantas crianças seriam levadas ao local e nem em quais disciplinas.
Mas um dos projetos é de que elas sejam usadas principalmente no Sambódromo e outros locais com esportes menos populares.
Provas vazias não são um problema exclusivo do Rio. Em Londres, em 2012, os organizadores levaram centenas de militares para as arquibancadas com o objetivo de preencher os espaços e dar uma imagem para as câmeras de locais cheios.
Mesmo sem medalha no Rio-2016, judoca Mariana Silva terá festa em Peruíbe
Em Peruíbe, litoral sul do Estado de São Paulo, parentes e amigos acompanharam as lutas da judoca Mariana Silva nos Jogos Olímpicos do Rio em um telão instalado na Associação dos Engenheiros. A atleta é uma estrela na cidade turística de 64,5 mil habitantes.
Cerca de 60 pessoas, entre elas o irmão mais novo, Wanderlei Santos, de 19 anos, vibraram com as vitórias e não esconderam a tristeza quando Mariana perdeu a chance de disputar a final e, depois, a medalha de bronze. “O que importa é que ela chegou lá e foi muito valente. Ela ainda tem muita coisa pela frente”, disse o irmão.
De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura, a judoca será recebida com festa quando voltar à cidade. Mariana inspirou a criação de uma escolinha de judô no bairro Caraguava, um projeto esportivo da prefeitura que tem Wanderlei como treinador de cerca de 30 crianças e adolescentes. Outro irmão, Wagner, e a irmã mais nova, Milena, também são judocas - Milena foi levada por Mariana para o Minas Tênis Clube, de Belo Horizonte.
Wanderlei conta que Mariana começou no judô aos sete anos, incentivada por Wagner, que percebeu o grande potencial da irmã. Ainda criança, a menina foi encaminhada para o Núcleo de Ações Educativas e Sociais da prefeitura, onde passou a treinar. Aos nove anos, ela já era campeã brasileira, na categoria infantil, e aos 11, campeã pan-americana. “No início o esporte era diversão, mas depois passou a ser o foco da vida dela”, disse Wagner.
Quando tinha 15 anos, a judoca viajou para o Japão, em um intercâmbio que durou cinco anos, nos quais aprimorou suas técnicas de luta. “Ela voltou muito mais focada, mais disciplinada. (O Japão) Foi uma boa escola para ela”.
Em Peruíbe, litoral sul do Estado de São Paulo, parentes e amigos acompanharam as lutas da judoca Mariana Silva nos Jogos Olímpicos do Rio em um telão instalado na Associação dos Engenheiros. A atleta é uma estrela na cidade turística de 64,5 mil habitantes.
Cerca de 60 pessoas, entre elas o irmão mais novo, Wanderlei Santos, de 19 anos, vibraram com as vitórias e não esconderam a tristeza quando Mariana perdeu a chance de disputar a final e, depois, a medalha de bronze. “O que importa é que ela chegou lá e foi muito valente. Ela ainda tem muita coisa pela frente”, disse o irmão.
De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura, a judoca será recebida com festa quando voltar à cidade. Mariana inspirou a criação de uma escolinha de judô no bairro Caraguava, um projeto esportivo da prefeitura que tem Wanderlei como treinador de cerca de 30 crianças e adolescentes. Outro irmão, Wagner, e a irmã mais nova, Milena, também são judocas - Milena foi levada por Mariana para o Minas Tênis Clube, de Belo Horizonte.
Wanderlei conta que Mariana começou no judô aos sete anos, incentivada por Wagner, que percebeu o grande potencial da irmã. Ainda criança, a menina foi encaminhada para o Núcleo de Ações Educativas e Sociais da prefeitura, onde passou a treinar. Aos nove anos, ela já era campeã brasileira, na categoria infantil, e aos 11, campeã pan-americana. “No início o esporte era diversão, mas depois passou a ser o foco da vida dela”, disse Wagner.
Quando tinha 15 anos, a judoca viajou para o Japão, em um intercâmbio que durou cinco anos, nos quais aprimorou suas técnicas de luta. “Ela voltou muito mais focada, mais disciplinada. (O Japão) Foi uma boa escola para ela”.
Abaixo da meta, natação brasileira espera melhores resultados na Olimpíada
A natação brasileira ainda não conquistou um pódio nos Jogos Olímpicos. Não que se esperasse uma chuva de medalhas, até porque os atletas nacionais mais bem ranqueados mundialmente são poucos, mas o que chama a atenção é que os nadadores do País estão marcando tempos abaixo da expectativa justamente na competição que é realizada em casa.
“Alguns atletas não repetiram seus tempos, o que é uma coisa normal no esporte. Acho que poderemos fazer um balanço mesmo no final, pois estou vendo coisas positivas. O público abraçou a natação brasileira e esses atletas, acho que esse é um legado interessante que deixamos. Há uma valorização até de alcançar uma semifinal olímpica”, explicou Ricardo de Moura, superintendente executivo da CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos).
As melhores colocações até o momento foram os quintos lugares de João Gomes Junior, nos 100 metros peito, e do revezamento 4x100 metros livre com Marcelo Chierighini, Nicolas Nilo, Gabriel Santos e João de Lucca. O outro finalista entre os 33 nadadores nacionais que estão no Rio foi Felipe França, que ficou em sétimo nos 100 metros peito.
João Gomes, por exemplo, fez durante o Troféu Maria Lenk, em abril, o segundo melhor tempo do mundo na prova, com 59s06. Nos Jogos do Rio, marcou 59s31. Era um atleta que brigaria pelo pódio, chegou perto, mas faltou um pouco para conseguir a medalha. “Estou muito feliz com o meu resultado, mas não saio satisfeito com o meu tempo”, reconheceu.
Ricardo de Moura prefere enaltecer a campanha do nadador. “Nenhum brasileiro se classificava para a final do nado peito desde os Jogos de 1968. E nós colocamos dois atletas. Já o revezamento, a colocação foi mais ou menos o que a gente esperava”, comentou o dirigente, ciente de que Estados Unidos, Austrália, França e Rússia têm ótimos velocistas na prova.
Só que a ausência de resultados expressivos está incomodando alguns atletas da delegação nacional, que entendem que poderiam ter ido um pouco mais longe. Leonardo de Deus, que não conseguiu a vaga para a final nos 200 metros borboleta, assumiu a sua parcela de responsabilidade, mas também criticou. “A natação brasileira está bem ruim, bem aquém do que mostramos no Pan de Toronto, no Mundial de Kazan e no Maria Lenk, quando fizemos bons tempos. Estamos só com três finais, que ainda não foram conseguidas com os melhores tempos”, afirmou.
Para o Rio-2016, a CBDA levou a maior delegação de nadadores brasileiros da história, com 33 atletas, e procurou fazer uma preparação de acordo com a realidade que os atletas iriam encontrar nos Jogos. Teve até clínica de sono para ajudar os esportistas a descansar o corpo por causa do pouco tempo de recuperação entre uma prova e outra e porque os horários das finais são tarde da noite.
“A gente não tem que se desculpar. Tanto a confederação como o governo e os clubes investiram na gente. Tivemos todo apoio possível. Os atletas têm que acordar. É Olimpíada na nossa casa e não estamos fazendo bonito”, continuou, contrariado com a ausência de medalhas e o desempenho fraco até o momento.
Para Ricardo de Moura, as afirmações de Leonardo de Deus vieram em um momento de fragilidade do atleta, logo depois de ele não conseguir avançar na competição. “Ele não foi feliz. Acho que ele nem queria dizer aquilo naquele momento. Nós ainda não concluímos a avaliação e temos ainda provas para disputar”, lembrou.
A expectativa maior é em cima de dois atletas, dois dos mais experientes da delegação. Claro que uma ótima atuação de outro nadador não está descartada, mas Thiago Pereira e Bruno Fratus levam as esperanças de medalhas em suas braçadas.
Thiago, medalhista de prata nos Jogos de Londres nos 400 metros medley, vai competir nesta quarta-feira nos 200 metros medley. Ele está apostando todas as suas fichas nesta prova, mas sabe que terá adversários de peso como os norte-americanos Michael Phelps e Ryan Lochte. Inclusive, no balizamento das eliminatórias, ele nadará na raia 3, ao lado de Phelps, que estará na 4.
Já Fratus, o principal velocista do Brasil, vai competir nos 50 metros livre, com as disputas se iniciando nesta quinta-feira. Ele terá de enfrentar o francês Florent Manaudou, o norte-americano Nathan Adrian, o australiano Cameron McEvoy e o russo Vladimir Morozov, entre outros. Outro brasileiro que estará na prova é Italo Duarte, que ficou à frente de Cesar Cielo na seletiva nacional.
A natação brasileira ainda não conquistou um pódio nos Jogos Olímpicos. Não que se esperasse uma chuva de medalhas, até porque os atletas nacionais mais bem ranqueados mundialmente são poucos, mas o que chama a atenção é que os nadadores do País estão marcando tempos abaixo da expectativa justamente na competição que é realizada em casa.
“Alguns atletas não repetiram seus tempos, o que é uma coisa normal no esporte. Acho que poderemos fazer um balanço mesmo no final, pois estou vendo coisas positivas. O público abraçou a natação brasileira e esses atletas, acho que esse é um legado interessante que deixamos. Há uma valorização até de alcançar uma semifinal olímpica”, explicou Ricardo de Moura, superintendente executivo da CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos).
As melhores colocações até o momento foram os quintos lugares de João Gomes Junior, nos 100 metros peito, e do revezamento 4x100 metros livre com Marcelo Chierighini, Nicolas Nilo, Gabriel Santos e João de Lucca. O outro finalista entre os 33 nadadores nacionais que estão no Rio foi Felipe França, que ficou em sétimo nos 100 metros peito.
João Gomes, por exemplo, fez durante o Troféu Maria Lenk, em abril, o segundo melhor tempo do mundo na prova, com 59s06. Nos Jogos do Rio, marcou 59s31. Era um atleta que brigaria pelo pódio, chegou perto, mas faltou um pouco para conseguir a medalha. “Estou muito feliz com o meu resultado, mas não saio satisfeito com o meu tempo”, reconheceu.
Ricardo de Moura prefere enaltecer a campanha do nadador. “Nenhum brasileiro se classificava para a final do nado peito desde os Jogos de 1968. E nós colocamos dois atletas. Já o revezamento, a colocação foi mais ou menos o que a gente esperava”, comentou o dirigente, ciente de que Estados Unidos, Austrália, França e Rússia têm ótimos velocistas na prova.
Só que a ausência de resultados expressivos está incomodando alguns atletas da delegação nacional, que entendem que poderiam ter ido um pouco mais longe. Leonardo de Deus, que não conseguiu a vaga para a final nos 200 metros borboleta, assumiu a sua parcela de responsabilidade, mas também criticou. “A natação brasileira está bem ruim, bem aquém do que mostramos no Pan de Toronto, no Mundial de Kazan e no Maria Lenk, quando fizemos bons tempos. Estamos só com três finais, que ainda não foram conseguidas com os melhores tempos”, afirmou.
Para o Rio-2016, a CBDA levou a maior delegação de nadadores brasileiros da história, com 33 atletas, e procurou fazer uma preparação de acordo com a realidade que os atletas iriam encontrar nos Jogos. Teve até clínica de sono para ajudar os esportistas a descansar o corpo por causa do pouco tempo de recuperação entre uma prova e outra e porque os horários das finais são tarde da noite.
“A gente não tem que se desculpar. Tanto a confederação como o governo e os clubes investiram na gente. Tivemos todo apoio possível. Os atletas têm que acordar. É Olimpíada na nossa casa e não estamos fazendo bonito”, continuou, contrariado com a ausência de medalhas e o desempenho fraco até o momento.
Para Ricardo de Moura, as afirmações de Leonardo de Deus vieram em um momento de fragilidade do atleta, logo depois de ele não conseguir avançar na competição. “Ele não foi feliz. Acho que ele nem queria dizer aquilo naquele momento. Nós ainda não concluímos a avaliação e temos ainda provas para disputar”, lembrou.
A expectativa maior é em cima de dois atletas, dois dos mais experientes da delegação. Claro que uma ótima atuação de outro nadador não está descartada, mas Thiago Pereira e Bruno Fratus levam as esperanças de medalhas em suas braçadas.
Thiago, medalhista de prata nos Jogos de Londres nos 400 metros medley, vai competir nesta quarta-feira nos 200 metros medley. Ele está apostando todas as suas fichas nesta prova, mas sabe que terá adversários de peso como os norte-americanos Michael Phelps e Ryan Lochte. Inclusive, no balizamento das eliminatórias, ele nadará na raia 3, ao lado de Phelps, que estará na 4.
Já Fratus, o principal velocista do Brasil, vai competir nos 50 metros livre, com as disputas se iniciando nesta quinta-feira. Ele terá de enfrentar o francês Florent Manaudou, o norte-americano Nathan Adrian, o australiano Cameron McEvoy e o russo Vladimir Morozov, entre outros. Outro brasileiro que estará na prova é Italo Duarte, que ficou à frente de Cesar Cielo na seletiva nacional.
Argentina vence Croácia e lidera grupo do Brasil no basquete masculino
A seleção masculina de basquete da Argentina mostrou força nesta terça-feira ao derrotar a Croácia, surpresa da rodada de abertura, por 90 a 82, na Arena Carioca 1, no Parque Olímpico. Com este resultado e a vitória na estreia - sobre a Nigéria -, os argentinos lideram o Grupo B, que também tem o Brasil.
Luis Scola foi o cestinha da partida, ao anotar 23 pontos para a equipe argentina. Manu Ginobili e Nicolas Laprovittola contribuíram com 13 pontos cada. Do lado croata, o maior destaque foi Dario Saric, responsável por 19 pontos.
Os argentinos somam quatro pontos e aparecem agora em primeiro lugar do Grupo B. A Lituânia tem a mesma pontuação, mas ocupa a segunda posição. Nesta terça, os lituanos derrotaram a Nigéria por 89 a 80. Mantas Kalnietis e Jonas Maciulis lideraram a equipe, com 21 pontos cada. Pela equipe nigeriana, Ike Diogu anotou 19 pontos.
Assim como a Argentina, a Lituânia tem 100% de aproveitamento. Isso porque na estreia venceram o Brasil, que aparece em terceiro lugar na chave, com três pontos. Batida pela Argentina nesta terça, a Croácia é o quarto, após surpreender a Espanha na estreia.
Uma das favoritas do grupo, a Espanha tem agora poucas chances de classificação. Depois da derrota na primeira rodada, os espanhóis foram batidos pelo Brasil nesta terça, num duelo muito apertado - seleção venceu por 66 a 65. Com dois pontos, a Espanha é a quinta colocada do grupo. A Nigéria ocupa a lanterna, com a mesma pontuação.
A seleção masculina de basquete da Argentina mostrou força nesta terça-feira ao derrotar a Croácia, surpresa da rodada de abertura, por 90 a 82, na Arena Carioca 1, no Parque Olímpico. Com este resultado e a vitória na estreia - sobre a Nigéria -, os argentinos lideram o Grupo B, que também tem o Brasil.
Luis Scola foi o cestinha da partida, ao anotar 23 pontos para a equipe argentina. Manu Ginobili e Nicolas Laprovittola contribuíram com 13 pontos cada. Do lado croata, o maior destaque foi Dario Saric, responsável por 19 pontos.
Os argentinos somam quatro pontos e aparecem agora em primeiro lugar do Grupo B. A Lituânia tem a mesma pontuação, mas ocupa a segunda posição. Nesta terça, os lituanos derrotaram a Nigéria por 89 a 80. Mantas Kalnietis e Jonas Maciulis lideraram a equipe, com 21 pontos cada. Pela equipe nigeriana, Ike Diogu anotou 19 pontos.
Assim como a Argentina, a Lituânia tem 100% de aproveitamento. Isso porque na estreia venceram o Brasil, que aparece em terceiro lugar na chave, com três pontos. Batida pela Argentina nesta terça, a Croácia é o quarto, após surpreender a Espanha na estreia.
Uma das favoritas do grupo, a Espanha tem agora poucas chances de classificação. Depois da derrota na primeira rodada, os espanhóis foram batidos pelo Brasil nesta terça, num duelo muito apertado - seleção venceu por 66 a 65. Com dois pontos, a Espanha é a quinta colocada do grupo. A Nigéria ocupa a lanterna, com a mesma pontuação.
Medalhas de Michael Phelps colocam EUA na liderança isolada do quadro de medalhas
O maior atleta olímpico de todos os tempos foi o responsável, nesta terça-feira, de colocar o seu país, os Estados Unidos, na liderança isolada dos Jogos do Rio-2016. Com mais dois ouros para sua coleção - já são 21 no total e ainda pode vir mais -, o nadador Michael Phelps colocou a sua nação com uma medalha dourada a mais que a China. São nove para os norte-americanos, sendo que três delas são do maior recordista olímpico (duas em revezamento e uma individual).
Comprovando a sua enorme superioridade na Olimpíada, os Estados Unidos já conquistaram 26 medalhas em apenas quatro dias de disputas oficiais. Com grande ajuda da natação - são 18 até agora, sendo sete de ouro -, o país da América do Norte está disparado no número total de medalhas. Quem chega mais perto é a China, que já ganhou 17. Além das oito de ouro, são três de prata e seis de bronze.
Se na natação os Estados Unidos estão no comando e ganham praticamente tudo, os chineses conquistam as suas medalhas de ouro em outras modalidades. Até agora foram três nos saltos ornamentais, em que são imbatíveis, e três no levantamento de peso. As outras duas vieram no tiro esportivo e na natação com Sun Yang na prova dos 200 metros livre masculino.
Além de Michael Phelps, outra pessoa está brilhando nas águas do estádio Aquático Olímpico e levando o seu país às primeiras colocações do quadro de medalhas. Trata-se da húngara Katinka Hosszu, que nesta terça-feira faturou a sua terceira de ouro, fazendo com que a Hungria ultrapassasse a Austrália na terceira posição. Ambos têm quatro medalhas douradas, mas os europeus têm uma prata contra nenhuma dos rivais.
A Rússia, com sua delegação diminuída por causa de toda a polêmica relacionada ao doping, começa a crescer na competição. O país já conquistou três ouros - dois no judô e um na esgrima - e já aparece na quinta colocação, ultrapassando Itália, Coreia do Sul e Japão.
O Brasil, que nesta terça-feira bateu na trave com a judoca Mariana Silva - perdeu nas semifinais e na disputa pelo bronze da categoria até 63kg -, caiu três posições em relação ao dia anterior e está na 14.ª colocação. Tem um ouro (Rafaela Silva, no judô) e uma prata (Felipe Wu, no tiro esportivo).
Até agora, 47 países já ganharam ao menos uma medalha no Rio-2016. Algumas novidades do dia foram Emirados Árabes Unidos, Suíça e Israel - os três levaram uma de bronze. Já a Grécia, berço dos Jogos Olímpicos, conquistou o primeiro ouro no Rio-2016 com Anna Korakaki na prova de Pistola 25 metros feminino do tiro esportivo.
O maior atleta olímpico de todos os tempos foi o responsável, nesta terça-feira, de colocar o seu país, os Estados Unidos, na liderança isolada dos Jogos do Rio-2016. Com mais dois ouros para sua coleção - já são 21 no total e ainda pode vir mais -, o nadador Michael Phelps colocou a sua nação com uma medalha dourada a mais que a China. São nove para os norte-americanos, sendo que três delas são do maior recordista olímpico (duas em revezamento e uma individual).
Comprovando a sua enorme superioridade na Olimpíada, os Estados Unidos já conquistaram 26 medalhas em apenas quatro dias de disputas oficiais. Com grande ajuda da natação - são 18 até agora, sendo sete de ouro -, o país da América do Norte está disparado no número total de medalhas. Quem chega mais perto é a China, que já ganhou 17. Além das oito de ouro, são três de prata e seis de bronze.
Se na natação os Estados Unidos estão no comando e ganham praticamente tudo, os chineses conquistam as suas medalhas de ouro em outras modalidades. Até agora foram três nos saltos ornamentais, em que são imbatíveis, e três no levantamento de peso. As outras duas vieram no tiro esportivo e na natação com Sun Yang na prova dos 200 metros livre masculino.
Além de Michael Phelps, outra pessoa está brilhando nas águas do estádio Aquático Olímpico e levando o seu país às primeiras colocações do quadro de medalhas. Trata-se da húngara Katinka Hosszu, que nesta terça-feira faturou a sua terceira de ouro, fazendo com que a Hungria ultrapassasse a Austrália na terceira posição. Ambos têm quatro medalhas douradas, mas os europeus têm uma prata contra nenhuma dos rivais.
A Rússia, com sua delegação diminuída por causa de toda a polêmica relacionada ao doping, começa a crescer na competição. O país já conquistou três ouros - dois no judô e um na esgrima - e já aparece na quinta colocação, ultrapassando Itália, Coreia do Sul e Japão.
O Brasil, que nesta terça-feira bateu na trave com a judoca Mariana Silva - perdeu nas semifinais e na disputa pelo bronze da categoria até 63kg -, caiu três posições em relação ao dia anterior e está na 14.ª colocação. Tem um ouro (Rafaela Silva, no judô) e uma prata (Felipe Wu, no tiro esportivo).
Até agora, 47 países já ganharam ao menos uma medalha no Rio-2016. Algumas novidades do dia foram Emirados Árabes Unidos, Suíça e Israel - os três levaram uma de bronze. Já a Grécia, berço dos Jogos Olímpicos, conquistou o primeiro ouro no Rio-2016 com Anna Korakaki na prova de Pistola 25 metros feminino do tiro esportivo.
Pega no doping, taiwanesa perde recorde no levantamento de peso e é vetada no Rio
por Estadão Conteúdo
Foto:
Poucas horas antes de entrar na disputa no levantamento de peso, nesta terça-feira, a taiwanesa Lin Tzu-Chi foi vetada dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, por doping. Com o resultado de um exame realizado antes da Olimpíada, ela foi suspensa e deve perder o recorde mundial na disputa até 63kg.
De acordo com o Comitê Olímpico de Taiwan, um teste da levantadora apresentou anormalidade. O exame foi realizado em seu país e causou a suspensão provisória da atleta, que havia batido o recorde mundial nos Jogos Asiáticos de 2014, com a marca de 261kg.
Com a ausência da taiwanesa e de outras favoritas, por doping, a chinesa Wei Deng conquistou a medalha de ouro na categoria até 63kg, com direito a recorde mundial e olímpico. Tricampeã do mundo na modalidade, ela levantou no total 262kg (115kg arranco e 147kg arremesso), desbancando a marca que pertencia a Lin Tzu-Chi.
O corte da taiwanesa a poucas horas da disputa é mais um capítulo na história recente de doping na modalidade. Uma das favoritas ao título olímpico, a atual campeã Maiya Maneza, do Casaquistão, foi uma das punidas recentemente. Outras duas atletas com chances de medalha também sofreram sanções nos últimos meses.
Por coincidência, o Comitê Olímpico Internacional revelou nesta terça-feira quatro casos de doping ocorridos nos Jogos de Pequim-2008 e Londres-2012, mas que foram identificados somente agora. Destes quatro casos, dois são de atletas femininas do levantamento de peso.
A turca Nurcan Taylan compete na categoria 48kg, enquanto a armena Hripsime Khurshudyan disputa até 75kg. Também foram punidos o bielo-russo Pavel Kryvitksi, do lançamento de martelo, e o ucraniano Oleksandr P'yatnytsya, do lançamento de dardo.
As duas primeiras foram flagradas em amostras recolhidas durante a Olimpíada na China. Os demais tiveram doping constatado em exames de Londres-2012. Sem obter medalhas nestas competições, os quatro perderam seus resultados nas duas edições destes Jogos Olímpicos.
por Estadão Conteúdo
Foto:
Poucas horas antes de entrar na disputa no levantamento de peso, nesta terça-feira, a taiwanesa Lin Tzu-Chi foi vetada dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, por doping. Com o resultado de um exame realizado antes da Olimpíada, ela foi suspensa e deve perder o recorde mundial na disputa até 63kg.
De acordo com o Comitê Olímpico de Taiwan, um teste da levantadora apresentou anormalidade. O exame foi realizado em seu país e causou a suspensão provisória da atleta, que havia batido o recorde mundial nos Jogos Asiáticos de 2014, com a marca de 261kg.
Com a ausência da taiwanesa e de outras favoritas, por doping, a chinesa Wei Deng conquistou a medalha de ouro na categoria até 63kg, com direito a recorde mundial e olímpico. Tricampeã do mundo na modalidade, ela levantou no total 262kg (115kg arranco e 147kg arremesso), desbancando a marca que pertencia a Lin Tzu-Chi.
O corte da taiwanesa a poucas horas da disputa é mais um capítulo na história recente de doping na modalidade. Uma das favoritas ao título olímpico, a atual campeã Maiya Maneza, do Casaquistão, foi uma das punidas recentemente. Outras duas atletas com chances de medalha também sofreram sanções nos últimos meses.
Por coincidência, o Comitê Olímpico Internacional revelou nesta terça-feira quatro casos de doping ocorridos nos Jogos de Pequim-2008 e Londres-2012, mas que foram identificados somente agora. Destes quatro casos, dois são de atletas femininas do levantamento de peso.
A turca Nurcan Taylan compete na categoria 48kg, enquanto a armena Hripsime Khurshudyan disputa até 75kg. Também foram punidos o bielo-russo Pavel Kryvitksi, do lançamento de martelo, e o ucraniano Oleksandr P'yatnytsya, do lançamento de dardo.
As duas primeiras foram flagradas em amostras recolhidas durante a Olimpíada na China. Os demais tiveram doping constatado em exames de Londres-2012. Sem obter medalhas nestas competições, os quatro perderam seus resultados nas duas edições destes Jogos Olímpicos.
Com vibração, seleção masculina de vôlei vence mais uma de virada no Rio
Com saques a mais de 100 km/hora, o Brasil superou o Canadá, na noite desta terça-feira, na segunda partida do time comandado pelo técnico Bernardinho nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, no Maracanãzinho. O embate, entretanto, não foi fácil - a partida foi até o quarto set. A equipe brasileira venceu de virada, novamente, com parciais de 24/26, 25/18, 25/22 e 25/17. Além do melhor desempenho, a seleção reencontrou a emoção, vibrando com os pontos ganhos e chamando a torcida para dentro da quadra.
Assim como na estreia, a seleção perdeu o primeiro set, por erros bobos nos últimos pontos. O Canadá demonstrou resiliência ao longo da partida, disputando todas as bolas e exigindo criatividade dos brasileiros para articular as jogadas e potência na definição do atraque. E, neste momento, apareceu a superioridade do time de Bernardinho.
Com serenidade nos momentos de pressão e entusiasmo nas conquistas mais disputadas, a equipe melhorou o aproveitamento de todos os fundamentos. O saque, a maior crítica da estreia, foi destaque no primeiro set nas mãos de Lucarelli e Éder. O levantador Bruninho soube explorar bem os ataques precisos de Wallace e Lucarelli.
Nas últimas parciais, entretanto, o ritmo do time caiu e os erros voltaram a aparecer. O saque perdeu eficiência e o ataque, a potência. Neste momento apareceram o bloqueio e a defesa brasileira. Serginho foi o alvo principal dos ataques do adversário, mas comprovou que, aos 40 anos, ainda é um dos melhores líberos do mundo. A torcida reconheceu o esforço do atleta, gritando em coro seu nome.
"São vocês que vão empurrar a gente nessa caminhada. Vocês são muito importantes", retribuiu o jogador, pelo telão, no final da partida. Apesar de ter começado em quadra, Lucão visivelmente ainda limitava movimentos e ataques. Ele se recupera de dores no joelho e passou a maior parte do tempo no banco, substituído por Maurício Borges.
Lucarelli foi o maior pontuador do jogo, ao lado do canadense John Perrin, ambos com 13 pontos. Pelo Brasil, Wallace anotou 12 e Maurício Borges contribuiu com 11. O time brasileiro volta ao Maracanãzinho às 22h35 de quinta-feira para enfrentar os Estados Unidos.
Mais cedo, a equipe norte-americana foi derrotada pela Itália por 3 sets a 1, com parciais de 28/26, 20/25, 25/23 e 25/23. Ainda pelo mesmo Grupo A, a França derrotou o México por 3 sets a 0, com parciais de 25/18, 25/12 e 25/22.
Com estes resultados, a Itália lidera a chave, com seis pontos. O Brasil tem a mesma pontuação, mas leva desvantagem nos critérios de desempate e aparece em segundo. Canadá e França vêm logo atrás, com três pontos cada. Estados Unidos e México ainda não pontuaram.
Com saques a mais de 100 km/hora, o Brasil superou o Canadá, na noite desta terça-feira, na segunda partida do time comandado pelo técnico Bernardinho nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, no Maracanãzinho. O embate, entretanto, não foi fácil - a partida foi até o quarto set. A equipe brasileira venceu de virada, novamente, com parciais de 24/26, 25/18, 25/22 e 25/17. Além do melhor desempenho, a seleção reencontrou a emoção, vibrando com os pontos ganhos e chamando a torcida para dentro da quadra.
Assim como na estreia, a seleção perdeu o primeiro set, por erros bobos nos últimos pontos. O Canadá demonstrou resiliência ao longo da partida, disputando todas as bolas e exigindo criatividade dos brasileiros para articular as jogadas e potência na definição do atraque. E, neste momento, apareceu a superioridade do time de Bernardinho.
Com serenidade nos momentos de pressão e entusiasmo nas conquistas mais disputadas, a equipe melhorou o aproveitamento de todos os fundamentos. O saque, a maior crítica da estreia, foi destaque no primeiro set nas mãos de Lucarelli e Éder. O levantador Bruninho soube explorar bem os ataques precisos de Wallace e Lucarelli.
Nas últimas parciais, entretanto, o ritmo do time caiu e os erros voltaram a aparecer. O saque perdeu eficiência e o ataque, a potência. Neste momento apareceram o bloqueio e a defesa brasileira. Serginho foi o alvo principal dos ataques do adversário, mas comprovou que, aos 40 anos, ainda é um dos melhores líberos do mundo. A torcida reconheceu o esforço do atleta, gritando em coro seu nome.
"São vocês que vão empurrar a gente nessa caminhada. Vocês são muito importantes", retribuiu o jogador, pelo telão, no final da partida. Apesar de ter começado em quadra, Lucão visivelmente ainda limitava movimentos e ataques. Ele se recupera de dores no joelho e passou a maior parte do tempo no banco, substituído por Maurício Borges.
Lucarelli foi o maior pontuador do jogo, ao lado do canadense John Perrin, ambos com 13 pontos. Pelo Brasil, Wallace anotou 12 e Maurício Borges contribuiu com 11. O time brasileiro volta ao Maracanãzinho às 22h35 de quinta-feira para enfrentar os Estados Unidos.
Mais cedo, a equipe norte-americana foi derrotada pela Itália por 3 sets a 1, com parciais de 28/26, 20/25, 25/23 e 25/23. Ainda pelo mesmo Grupo A, a França derrotou o México por 3 sets a 0, com parciais de 25/18, 25/12 e 25/22.
Com estes resultados, a Itália lidera a chave, com seis pontos. O Brasil tem a mesma pontuação, mas leva desvantagem nos critérios de desempate e aparece em segundo. Canadá e França vêm logo atrás, com três pontos cada. Estados Unidos e México ainda não pontuaram.
Torcida pede gandula na seleção em empate sem gols no Mané Garrincha
As seleções de futebol feminino da China e da Suécia acabaram em 0 a 0 no Mané Garrincha, em Brasília, na noite desta terça-feira, e o público no estádio torceu mais para o gandula do que para as duas seleções, que deveriam travar um duelo de vida ou morte pela vice-liderança do Grupo E da Olimpíada do Rio de Janeiro. O time brasileiro se classificou como líder do grupo.
A torcida tomou simpatia pelo esforço do gandula, um pouco fora de forma, em recuperar as bolas. Ele virou a sensação do jogo e conseguiu suplantar até as manifestações de "fora, Temer" ou a favor do presidente em exercício, que deram a tônica do jogo anterior desta terça, em que a seleção feminina do Canadá venceu a Alemanha por 2 a 1.
"Ô ô ô o gandula é melhor que o Neymar", "gandula na seleção", "ô lê ô lê ô lá, o gandula vem aí e o bicho vai pegar", "gandula cadê você, vim aqui só pra te ver" foram alguns dos gritos direcionados a ele. No fim do jogo, o gandula recebeu mais aplausos do que as duas seleções femininas. A reportagem tentou entrevistá-lo, mas a organização do Rio-2016 não deu autorização.
A seleção da Suécia também trouxe fãs ao Mané Garrincha. O empresário Eduardo Mujica, de 25 anos, fez um cartaz em que dizia, em sueco, que procurava uma esposa. "Não é todo dia que se tem a chance de conseguir uma mulher nórdica", brincou.
Com o empate sem gols, China e Suécia avançaram às quartas de final. O Brasil já estava garantido na próxima fase - também ficou no 0 a 0 com a África do Sul, nesta terça, em Manaus.
As seleções de futebol feminino da China e da Suécia acabaram em 0 a 0 no Mané Garrincha, em Brasília, na noite desta terça-feira, e o público no estádio torceu mais para o gandula do que para as duas seleções, que deveriam travar um duelo de vida ou morte pela vice-liderança do Grupo E da Olimpíada do Rio de Janeiro. O time brasileiro se classificou como líder do grupo.
A torcida tomou simpatia pelo esforço do gandula, um pouco fora de forma, em recuperar as bolas. Ele virou a sensação do jogo e conseguiu suplantar até as manifestações de "fora, Temer" ou a favor do presidente em exercício, que deram a tônica do jogo anterior desta terça, em que a seleção feminina do Canadá venceu a Alemanha por 2 a 1.
"Ô ô ô o gandula é melhor que o Neymar", "gandula na seleção", "ô lê ô lê ô lá, o gandula vem aí e o bicho vai pegar", "gandula cadê você, vim aqui só pra te ver" foram alguns dos gritos direcionados a ele. No fim do jogo, o gandula recebeu mais aplausos do que as duas seleções femininas. A reportagem tentou entrevistá-lo, mas a organização do Rio-2016 não deu autorização.
A seleção da Suécia também trouxe fãs ao Mané Garrincha. O empresário Eduardo Mujica, de 25 anos, fez um cartaz em que dizia, em sueco, que procurava uma esposa. "Não é todo dia que se tem a chance de conseguir uma mulher nórdica", brincou.
Com o empate sem gols, China e Suécia avançaram às quartas de final. O Brasil já estava garantido na próxima fase - também ficou no 0 a 0 com a África do Sul, nesta terça, em Manaus.
EUA faturam ouro no 4x200m livre e Phelps se torna tetracampeão no Rio
Michael Phelps conquistou de vez o público no Brasil. A cada aceno, a cada lágrima, a cada sorriso, a massa respondia com gritos e palmas. Na noite desta terça-feira, no Estádio Aquático Olímpico, ele foi aplaudido de pé por todos os presentes. Beijou sua mulher, pegou seu filho Boomer no colo e aumentou seus números olímpicos, que parecem inalcançáveis para qualquer outro atleta. "Eu não estou acreditando", disse.
Com um desempenho fantástico, ele continuou sua saga em busca de recordes. Nesta terça, ele conquistou mais duas medalhas para sua coleção, ambas douradas, nos 200 metros borboleta e no revezamento 4x200 metros livre, prova que conquistou o tetracampeonato olímpico, assim como o companheiro Ryan Lochte. O supercampeão olímpico acumula agora 25 medalhas, sendo 21 de ouro, duas de prata e duas de bronze.
Na piscina do Estádio Aquático Olímpico, ele vem ampliando suas façanhas. Sempre que o locutor anuncia seu nome para uma prova, todos vibram, independentemente de serem norte-americanos. A popularidade do atleta ultrapassa fronteiras e ele, após bater a mão à frente dos rivais, comemora com muita vibração diante do público.
Nesta noite, ele nadou duas vezes. A primeira, nos 200m borboleta, foi a primeira vitória individual dele no Rio. O resultado foi bastante significativo para ele, pois em Londres-2012 ele perdeu o ouro para o sul-africano Chad Le Clos e ficou com a prata.
Já o revezamento 4x200 metros livre começou pouco mais de uma hora depois da conquista de seu ouro. Antes, ele teve inclusive de ir ao pódio receber sua premiação. Enquanto esperava a entrega, aproveitava para se alongar para a prova que viria pouco depois. Se mostrava bastante emocionado, com os olhos cheios de lágrimas. Depois foi se preparar para entrar em ação.
Phelps foi o quarto a entrar na água. Ryan Lochte entregou para ele com uma confortável vantagem de quase dois segundos para os japoneses. O norte-americano parecia não sentir o cansaço e até ampliou a vantagem. Nos últimos 50 metros, os torcedores se levantaram e viram mais um ouro da lenda.
O time norte-americano, que teve ainda Conor Dwyer e Francis Haas, bateu na frente com o tempo de 7min00s66. Os britânicos chegaram quase três segundos depois, com 7min03s13. E os japoneses, que celebraram muito o bronze, marcaram 7min03s50.
Quem também continua fazendo história no Rio de Janeiro é a norte-americana Katie Ledecky. Ontem, ela ganhou mais um ouro, desta vez nos 200 m livre. Ela marcou 1min53s73, à frente da favorita sueca Sarah Sjostrom, que anotou 1min54s08.
"A minha estratégia é sempre bater a mão no bloco antes das outras adversárias", brincou. Nas semifinais, ela ficou atrás da sueca, mas sabia que poderia ir melhor na decisão. "É sempre a final que conta", explicou a atleta, que pode repetir um feito que não ocorre desde os Jogos de 1968, quando Debbie Meyer ganhou as provas de 200m, 400m e 800m livre.
Já é o terceiro pódio de Ledecky nos Jogos Olímpicos. Ele também ficou em primeiro lugar
nos 400m livre, quando ainda de quebra bateu o recorde mundial, e ela já obteve uma medalha de prata no revezamento 4x100m livre. No Rio, a atleta ainda vai competir nos 800m livre, prova que deve vencer com grande folga.
Já Katinka Hosszu ganhou sua terceira medalha de ouro na Olimpíada. Ela conquistou os 200m medley em uma prova que liderou do começo ao fim. Antes, no Rio, já havia vencido os 100m costas e os 400m medley. Ela abriu mão da disputa dos 200m borboleta, mas ainda pode obter mais um pódio nos 200m costas.
Michael Phelps conquistou de vez o público no Brasil. A cada aceno, a cada lágrima, a cada sorriso, a massa respondia com gritos e palmas. Na noite desta terça-feira, no Estádio Aquático Olímpico, ele foi aplaudido de pé por todos os presentes. Beijou sua mulher, pegou seu filho Boomer no colo e aumentou seus números olímpicos, que parecem inalcançáveis para qualquer outro atleta. "Eu não estou acreditando", disse.
Com um desempenho fantástico, ele continuou sua saga em busca de recordes. Nesta terça, ele conquistou mais duas medalhas para sua coleção, ambas douradas, nos 200 metros borboleta e no revezamento 4x200 metros livre, prova que conquistou o tetracampeonato olímpico, assim como o companheiro Ryan Lochte. O supercampeão olímpico acumula agora 25 medalhas, sendo 21 de ouro, duas de prata e duas de bronze.
Na piscina do Estádio Aquático Olímpico, ele vem ampliando suas façanhas. Sempre que o locutor anuncia seu nome para uma prova, todos vibram, independentemente de serem norte-americanos. A popularidade do atleta ultrapassa fronteiras e ele, após bater a mão à frente dos rivais, comemora com muita vibração diante do público.
Nesta noite, ele nadou duas vezes. A primeira, nos 200m borboleta, foi a primeira vitória individual dele no Rio. O resultado foi bastante significativo para ele, pois em Londres-2012 ele perdeu o ouro para o sul-africano Chad Le Clos e ficou com a prata.
Já o revezamento 4x200 metros livre começou pouco mais de uma hora depois da conquista de seu ouro. Antes, ele teve inclusive de ir ao pódio receber sua premiação. Enquanto esperava a entrega, aproveitava para se alongar para a prova que viria pouco depois. Se mostrava bastante emocionado, com os olhos cheios de lágrimas. Depois foi se preparar para entrar em ação.
Phelps foi o quarto a entrar na água. Ryan Lochte entregou para ele com uma confortável vantagem de quase dois segundos para os japoneses. O norte-americano parecia não sentir o cansaço e até ampliou a vantagem. Nos últimos 50 metros, os torcedores se levantaram e viram mais um ouro da lenda.
O time norte-americano, que teve ainda Conor Dwyer e Francis Haas, bateu na frente com o tempo de 7min00s66. Os britânicos chegaram quase três segundos depois, com 7min03s13. E os japoneses, que celebraram muito o bronze, marcaram 7min03s50.
Quem também continua fazendo história no Rio de Janeiro é a norte-americana Katie Ledecky. Ontem, ela ganhou mais um ouro, desta vez nos 200 m livre. Ela marcou 1min53s73, à frente da favorita sueca Sarah Sjostrom, que anotou 1min54s08.
"A minha estratégia é sempre bater a mão no bloco antes das outras adversárias", brincou. Nas semifinais, ela ficou atrás da sueca, mas sabia que poderia ir melhor na decisão. "É sempre a final que conta", explicou a atleta, que pode repetir um feito que não ocorre desde os Jogos de 1968, quando Debbie Meyer ganhou as provas de 200m, 400m e 800m livre.
Já é o terceiro pódio de Ledecky nos Jogos Olímpicos. Ele também ficou em primeiro lugar
nos 400m livre, quando ainda de quebra bateu o recorde mundial, e ela já obteve uma medalha de prata no revezamento 4x100m livre. No Rio, a atleta ainda vai competir nos 800m livre, prova que deve vencer com grande folga.
Já Katinka Hosszu ganhou sua terceira medalha de ouro na Olimpíada. Ela conquistou os 200m medley em uma prova que liderou do começo ao fim. Antes, no Rio, já havia vencido os 100m costas e os 400m medley. Ela abriu mão da disputa dos 200m borboleta, mas ainda pode obter mais um pódio nos 200m costas.
Em jogo fraco, futebol feminino do Brasil empata sem gols com a África do Sul
por Edimário Duplat
Foto: Edmar Barros/Estadão Conteúdo
Precisando de apenas um empate para garantir o primeiro lugar do Grupo E do futebol feminino dos Jogos do Rio de Janeiro 2016, o Brasil ficou apenas em um empate em 0 a 0 com a África do Sul pela terceira rodada da primeira fase do torneio internacional. Com um time misto, a equipe canarinho dominou os lances da partida, mas não conseguiu concluir em gol e chegou ao seu primeiro empate na competição. Com sete pontos, a equipe comandada por Vadão terá como adversária das quartas de final o selecionado da Austrália, equipe que eliminou o Brasil na última edição da Copa do Mundo da modalidade. No outro jogo da chave, China e Suécia também empataram sem gole e se garantiram nas quartas de final do futebol feminino do Rio 2016.
por Edimário Duplat
Foto: Edmar Barros/Estadão Conteúdo
Precisando de apenas um empate para garantir o primeiro lugar do Grupo E do futebol feminino dos Jogos do Rio de Janeiro 2016, o Brasil ficou apenas em um empate em 0 a 0 com a África do Sul pela terceira rodada da primeira fase do torneio internacional. Com um time misto, a equipe canarinho dominou os lances da partida, mas não conseguiu concluir em gol e chegou ao seu primeiro empate na competição. Com sete pontos, a equipe comandada por Vadão terá como adversária das quartas de final o selecionado da Austrália, equipe que eliminou o Brasil na última edição da Copa do Mundo da modalidade. No outro jogo da chave, China e Suécia também empataram sem gole e se garantiram nas quartas de final do futebol feminino do Rio 2016.
Água verde no Maria Lenk chama atenção em prova de saltos ornamentais
Uma mudança na cor da água de uma das piscinas do Parque Aquático Maria Lenk chamou atenção nesta terça-feira, nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. A água na piscina onde foram disputadas as provas de saltos ornamentais ficou com o tom esverdeado bastante acentuado.
O fato chamou a atenção de muitos atletas. "Não há necessidade de se preocupar, mas a piscina ficou verde", disse o irlandês Oliver Dingley, atleta do trampolim de 3 metros.
A mudança da cor da água ficou ainda mais evidente porque a piscina onde foram disputadas as provas de saltos ornamentais fica ao lado da piscina olímpica do Parque Maria Lenk, onde a cor permaneceu inalterada. Logo após a alteração da cor da água, começaram a surgir vários memes nas redes sociais sobre o fato.
A organização dos Jogos também usou a internet para tranquilizar os competidores e torcedores. Pelo Twitter, a organização garantiu que não havia riscos. "Pessoal, fiquem tranquilos quanto à água do Maria Lenk. Realizamos testes de qualidade e não há risco aos atletas. Estamos apurando a causa", escreveu o Comitê Rio-2016.
As competições de saltos ornamentais serão disputadas até o dia 20. A expectativa é que nesta quarta-feira a cor da água no Parque Aquático Maria Lenk volte ao normal.
Uma mudança na cor da água de uma das piscinas do Parque Aquático Maria Lenk chamou atenção nesta terça-feira, nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. A água na piscina onde foram disputadas as provas de saltos ornamentais ficou com o tom esverdeado bastante acentuado.
O fato chamou a atenção de muitos atletas. "Não há necessidade de se preocupar, mas a piscina ficou verde", disse o irlandês Oliver Dingley, atleta do trampolim de 3 metros.
A mudança da cor da água ficou ainda mais evidente porque a piscina onde foram disputadas as provas de saltos ornamentais fica ao lado da piscina olímpica do Parque Maria Lenk, onde a cor permaneceu inalterada. Logo após a alteração da cor da água, começaram a surgir vários memes nas redes sociais sobre o fato.
A organização dos Jogos também usou a internet para tranquilizar os competidores e torcedores. Pelo Twitter, a organização garantiu que não havia riscos. "Pessoal, fiquem tranquilos quanto à água do Maria Lenk. Realizamos testes de qualidade e não há risco aos atletas. Estamos apurando a causa", escreveu o Comitê Rio-2016.
As competições de saltos ornamentais serão disputadas até o dia 20. A expectativa é que nesta quarta-feira a cor da água no Parque Aquático Maria Lenk volte ao normal.
Mesmo com derrota, técnico da Nova Zelândia faz boa análise do jogo contra a França
por Edimário Duplat
Foto: Stuff.co.nz
Duas derrotas e um triunfo. Com essa campanha, a Nova Zelândia encerra a fase de grupos do Futebol Feminino dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016. E para o treinador da equipe da Oceania, Tony Readings, a equipe fez tudo o que estava ao seu alcance e conseguiu um bom retrospecto na primeira fase do torneio internacional. “Um comentário geral. Elas deram tudo que puderam e no geral, acho que fomos bem. No final, conversamos que fizemos um excelente trabalho. Enquanto ainda houver esperança, ainda vamos lutar”, afirmou o técnico, que espera uma conjunção dos resultados de outros grupos para seguir para as quartas de final. “Nós vamos assistir (o jogo entre China e Suécia). Talvez não todos juntos. Cada um encara de um jeito diferente. Um dos times pode nos fazer um grande favor. Não tivemos muita sorte nesse torneio, mas ainda há chance”, completou. Com três pontos, a Nova Zelândia só avança em caso de derrota da Suécia por dois ou mais gols de diferença, ou da China por três ou mais tentos marcados contra a sua meta.
por Edimário Duplat
Foto: Stuff.co.nz
Duas derrotas e um triunfo. Com essa campanha, a Nova Zelândia encerra a fase de grupos do Futebol Feminino dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016. E para o treinador da equipe da Oceania, Tony Readings, a equipe fez tudo o que estava ao seu alcance e conseguiu um bom retrospecto na primeira fase do torneio internacional. “Um comentário geral. Elas deram tudo que puderam e no geral, acho que fomos bem. No final, conversamos que fizemos um excelente trabalho. Enquanto ainda houver esperança, ainda vamos lutar”, afirmou o técnico, que espera uma conjunção dos resultados de outros grupos para seguir para as quartas de final. “Nós vamos assistir (o jogo entre China e Suécia). Talvez não todos juntos. Cada um encara de um jeito diferente. Um dos times pode nos fazer um grande favor. Não tivemos muita sorte nesse torneio, mas ainda há chance”, completou. Com três pontos, a Nova Zelândia só avança em caso de derrota da Suécia por dois ou mais gols de diferença, ou da China por três ou mais tentos marcados contra a sua meta.
Bellucci dá susto na torcida, mas vence Cuevas e vai às oitavas
Dando sustos na torcida, o tenista brasileiro Thomaz Bellucci venceu o uruguaio Pablo Cuevas por 2 sets a 1, com parciais de 6/2, 4/6 e 6/3, na noite desta terça-feira, na Olimpíada do Rio de Janeiro. Com o triunfo na quadra central do Centro Olímpico de Tênis, o número 1 do Brasil garantiu seu lugar nas oitavas de final da chave de simples.
O brasileiro, que ocupa a 54º posição no ranking da ATP, vai enfrentar na próxima rodada o belga David Goffin, 13º do mundo, que também nesta terça venceu o israelense Sela Dudi por 2 sets a 0, com duplo 6/3.
Contra Cuevas, atual 21º do ranking, Bellucci deu sustos na torcida nesta terça, ora pelas oscilações em quadra, principalmente quando se aproximava da vitória, ora por conta das dores no pé direito que exigiram até atendimento médico em quadra, no terceiro set.
Antes disso, Bellucci fez um primeiro set muito consistente, dando poucas chances ao uruguaio. Concentrado, o brasileiro cometeu apenas três erros não forçados na parcial em que faturou duas quebras de saque e não teve sequer o serviço ameaçado.
A situação se inverteu na segunda parcial. Cuevas passou a variar melhor as jogadas e impôs pressão sobre Bellucci. Como consequência, obteve duas quebras e não enfrentou break points.
No terceiro set, Bellucci começou com evidente superioridade e logo abriu 4/1 no placar. Mas as dores começaram a incomodá-lo e Cuevas aproveitou a chance. Devolveu a quebra e empatou o set. O brasileiro, então, recebeu atendimento médico em quadra e, na volta, caiu de rendimento.
O duelo voltou a ganhar em equilíbrio e Bellucci contou com o apoio da torcida para retomar a agressividade que vinha exibindo - foram 27 bolas vencedoras em todo o jogo, contra 19 do rival. O brasileiro faturou nova quebra e, após oscilar no game final, decretou a vitória após 2h22min de duelo.
Nas oitavas, Bellucci enfrentará Goffin pela quarta vez na carreira. O belga leva vantagem, com duas vitórias (uma neste ano e outra em 2015) e uma derrota. O brasileiro obteve seu triunfo em 2013.
Dando sustos na torcida, o tenista brasileiro Thomaz Bellucci venceu o uruguaio Pablo Cuevas por 2 sets a 1, com parciais de 6/2, 4/6 e 6/3, na noite desta terça-feira, na Olimpíada do Rio de Janeiro. Com o triunfo na quadra central do Centro Olímpico de Tênis, o número 1 do Brasil garantiu seu lugar nas oitavas de final da chave de simples.
O brasileiro, que ocupa a 54º posição no ranking da ATP, vai enfrentar na próxima rodada o belga David Goffin, 13º do mundo, que também nesta terça venceu o israelense Sela Dudi por 2 sets a 0, com duplo 6/3.
Contra Cuevas, atual 21º do ranking, Bellucci deu sustos na torcida nesta terça, ora pelas oscilações em quadra, principalmente quando se aproximava da vitória, ora por conta das dores no pé direito que exigiram até atendimento médico em quadra, no terceiro set.
Antes disso, Bellucci fez um primeiro set muito consistente, dando poucas chances ao uruguaio. Concentrado, o brasileiro cometeu apenas três erros não forçados na parcial em que faturou duas quebras de saque e não teve sequer o serviço ameaçado.
A situação se inverteu na segunda parcial. Cuevas passou a variar melhor as jogadas e impôs pressão sobre Bellucci. Como consequência, obteve duas quebras e não enfrentou break points.
No terceiro set, Bellucci começou com evidente superioridade e logo abriu 4/1 no placar. Mas as dores começaram a incomodá-lo e Cuevas aproveitou a chance. Devolveu a quebra e empatou o set. O brasileiro, então, recebeu atendimento médico em quadra e, na volta, caiu de rendimento.
O duelo voltou a ganhar em equilíbrio e Bellucci contou com o apoio da torcida para retomar a agressividade que vinha exibindo - foram 27 bolas vencedoras em todo o jogo, contra 19 do rival. O brasileiro faturou nova quebra e, após oscilar no game final, decretou a vitória após 2h22min de duelo.
Nas oitavas, Bellucci enfrentará Goffin pela quarta vez na carreira. O belga leva vantagem, com duas vitórias (uma neste ano e outra em 2015) e uma derrota. O brasileiro obteve seu triunfo em 2013.
Chinesa conquista ouro no levantamento de peso com recorde olímpico e mundial
A chinesa Wei Deng conquistou nesta terça-feira a medalha de ouro no levantamento de peso, categoria até 63kg, com direito a recorde mundial e olímpico. Tricampeã do mundo na modalidade, ela levantou no total 262kg (115kg arranco e 147kg arremesso).
Deng, de 23 anos, é estreante em Olimpíada, mas já havia sido campeã mundial na categoria até 58kg em 2010 e na categoria até 63kg em 2014 e 2015. Ela também igualou o feito da ucraniana Natália Skakun e se tornou a segunda atleta a faturar o Mundial e a Olimpíada na mesma temporada.
"Por ser minha primeira Olimpíada, estava um pouco nervosa", comentou a chinesa. "Mas defini como meta quebrar o recorde mundial no Rio, então consegui alcançar minhas expectativas", emendou a atleta que superou em 1kg o recorde da taiwanesa Lin Tzu-chi.
A prata ficou com a norte-coreana Choe Huo Siim ao levantar 248kg (104kg arranco e 144kg arremesso). Karina Goricheva, do Casaquistão, terminou com o bronze com 243kg (111kg arranco e 132kg arremesso). Não havia brasileiras na disputa.
MASCULINO - A China também subiu no degrau mais alto do pódio na disputa entre os homens e manteve a hegemonia na categoria até 69kg. Foi a quarta medalha de ouro consecutiva do país em Olimpíadas.
O responsável pela conquista desta vez foi Shi Zhijong, que levantou 352kg, um a mais do que o turco Daniyar Ismayilov, atual campeão europeu. O bronze ficou com o atleta do Quirguistão, Izzat Artykov, que entrou para a história ao se tornar o primeiro medalhista de seu país. Não havia brasileiros na disputa.
A chinesa Wei Deng conquistou nesta terça-feira a medalha de ouro no levantamento de peso, categoria até 63kg, com direito a recorde mundial e olímpico. Tricampeã do mundo na modalidade, ela levantou no total 262kg (115kg arranco e 147kg arremesso).
Deng, de 23 anos, é estreante em Olimpíada, mas já havia sido campeã mundial na categoria até 58kg em 2010 e na categoria até 63kg em 2014 e 2015. Ela também igualou o feito da ucraniana Natália Skakun e se tornou a segunda atleta a faturar o Mundial e a Olimpíada na mesma temporada.
"Por ser minha primeira Olimpíada, estava um pouco nervosa", comentou a chinesa. "Mas defini como meta quebrar o recorde mundial no Rio, então consegui alcançar minhas expectativas", emendou a atleta que superou em 1kg o recorde da taiwanesa Lin Tzu-chi.
A prata ficou com a norte-coreana Choe Huo Siim ao levantar 248kg (104kg arranco e 144kg arremesso). Karina Goricheva, do Casaquistão, terminou com o bronze com 243kg (111kg arranco e 132kg arremesso). Não havia brasileiras na disputa.
MASCULINO - A China também subiu no degrau mais alto do pódio na disputa entre os homens e manteve a hegemonia na categoria até 69kg. Foi a quarta medalha de ouro consecutiva do país em Olimpíadas.
O responsável pela conquista desta vez foi Shi Zhijong, que levantou 352kg, um a mais do que o turco Daniyar Ismayilov, atual campeão europeu. O bronze ficou com o atleta do Quirguistão, Izzat Artykov, que entrou para a história ao se tornar o primeiro medalhista de seu país. Não havia brasileiros na disputa.
Atleta iraniana encanta a todos e revela o espírito olímpico no tiro com arco
A ansiedade em torno da participação de Zahra Nemati na eliminatória do tiro com arco dos Jogos Olímpicos do Rio começou antes da prova, nesta terça-feira. “Ela está vindo”, anunciou uma voluntária, esticando o pescoço no Sambódromo. Quando a iraniana entrou de cadeira de rodas para competir com a russa Inna Stepanova, atleta sem deficiência, a ansiedade virou admiração. Zahra foi acolhida pelo templo do samba.
Porta-bandeira do Irã, ela é uma das poucas atletas classificadas para a Olimpíada e a Paralimpíada. Cadeirante desde 2003 quando um acidente de carro causou uma lesão na medula espinhal que tirou os movimentos das pernas, a iraniana ficou nervosa com o tamanho da competição. Um dos seus tiros alcançou apenas três pontos - o máximo é 10. “Fiz o meu melhor, mas minha adversária era muito boa”, reconheceu.
No final da disputa, Zahra chorou. Não pela derrota. “Quero deixar uma mensagem de superação. Tudo é possível”, balbuciou antes de nova crise de choro. A admiração virou comoção. Uma pequena fila de fãs se formou para tirar uma selfie. O publicitário Renato Bandeira estava lá. “Ela é o símbolo do espírito olímpico”, disse Bandeira, que pede para ser identificado também como torcedor do Fluminense.
O carinho olímpico também comete gafes. Instintivamente, o torcedor tricolor estendeu a mão para parabenizá-la. Zahra arregalou os olhos e se encolheu. As mulheres iranianas não podem ser tocadas por um homem. Passado o climão, ela voltou a sorrir, toda meiga.
A voluntária Clara Reis conta que está aprendendo muito com Zahra. Indicada inicialmente para dar apoio para toda a equipe iraniana na Vila Olímpica, ela passou a cuidar exclusivamente da atleta. “Ela é humilde e faz questão que eu coma junto com ela”, disse a voluntária, que também se surpreendeu com a independência da iraniana. “Ela não pede ajuda para fazer as coisas. Está sempre pronta”.
O acidente aconteceu em 2004, quando ela tinha 19 anos e era faixa preta de tae kwon do. Só conseguiu retomar a vida dois anos depois e usou o esporte como antídoto para a depressão. Precisou de seis anos para representar o Irã na Paralimpíada de Londres, em 2012, e conquistou o ouro no individual e o bronze por equipes. Foi a primeira iraniana a vencer uma competição olímpica ou paralímpica. No ano passado, ficou em segundo no torneio asiático, o que lhe deu índice para vir ao Rio.
Ela tem um jeito delicado, quase angelical e parece mais jovem dos que os 31 anos apontados em sua biografia olímpica. Assustada com o batalhão de repórteres, ela só se abriu depois, em um cantinho do Sambódromo, para o jornal O Estado de S.Paulo e dois repórteres japoneses. “Achei a torcida brasileira fantástica. Eles foram muito amáveis”.
Pelo contexto, ficou claro que Zahra perdeu. Mas o placar do jogo vai aqui, só no pé, para sublinhar que ninguém no Sambódromo se importou com os 6 a 2 para a russa - com parciais de 28/21, 27/28, 28/26 e 27/26 (cada vitória nas parciais vale dois pontos no placar final).
A ansiedade em torno da participação de Zahra Nemati na eliminatória do tiro com arco dos Jogos Olímpicos do Rio começou antes da prova, nesta terça-feira. “Ela está vindo”, anunciou uma voluntária, esticando o pescoço no Sambódromo. Quando a iraniana entrou de cadeira de rodas para competir com a russa Inna Stepanova, atleta sem deficiência, a ansiedade virou admiração. Zahra foi acolhida pelo templo do samba.
Porta-bandeira do Irã, ela é uma das poucas atletas classificadas para a Olimpíada e a Paralimpíada. Cadeirante desde 2003 quando um acidente de carro causou uma lesão na medula espinhal que tirou os movimentos das pernas, a iraniana ficou nervosa com o tamanho da competição. Um dos seus tiros alcançou apenas três pontos - o máximo é 10. “Fiz o meu melhor, mas minha adversária era muito boa”, reconheceu.
No final da disputa, Zahra chorou. Não pela derrota. “Quero deixar uma mensagem de superação. Tudo é possível”, balbuciou antes de nova crise de choro. A admiração virou comoção. Uma pequena fila de fãs se formou para tirar uma selfie. O publicitário Renato Bandeira estava lá. “Ela é o símbolo do espírito olímpico”, disse Bandeira, que pede para ser identificado também como torcedor do Fluminense.
O carinho olímpico também comete gafes. Instintivamente, o torcedor tricolor estendeu a mão para parabenizá-la. Zahra arregalou os olhos e se encolheu. As mulheres iranianas não podem ser tocadas por um homem. Passado o climão, ela voltou a sorrir, toda meiga.
A voluntária Clara Reis conta que está aprendendo muito com Zahra. Indicada inicialmente para dar apoio para toda a equipe iraniana na Vila Olímpica, ela passou a cuidar exclusivamente da atleta. “Ela é humilde e faz questão que eu coma junto com ela”, disse a voluntária, que também se surpreendeu com a independência da iraniana. “Ela não pede ajuda para fazer as coisas. Está sempre pronta”.
O acidente aconteceu em 2004, quando ela tinha 19 anos e era faixa preta de tae kwon do. Só conseguiu retomar a vida dois anos depois e usou o esporte como antídoto para a depressão. Precisou de seis anos para representar o Irã na Paralimpíada de Londres, em 2012, e conquistou o ouro no individual e o bronze por equipes. Foi a primeira iraniana a vencer uma competição olímpica ou paralímpica. No ano passado, ficou em segundo no torneio asiático, o que lhe deu índice para vir ao Rio.
Ela tem um jeito delicado, quase angelical e parece mais jovem dos que os 31 anos apontados em sua biografia olímpica. Assustada com o batalhão de repórteres, ela só se abriu depois, em um cantinho do Sambódromo, para o jornal O Estado de S.Paulo e dois repórteres japoneses. “Achei a torcida brasileira fantástica. Eles foram muito amáveis”.
Pelo contexto, ficou claro que Zahra perdeu. Mas o placar do jogo vai aqui, só no pé, para sublinhar que ninguém no Sambódromo se importou com os 6 a 2 para a russa - com parciais de 28/21, 27/28, 28/26 e 27/26 (cada vitória nas parciais vale dois pontos no placar final).
Chierighini avança para a final dos 100m e torcida comemora como se fosse gol
O brasileiro Marcelo Chierighini avançou para a final dos 100 metros livre com o oitavo tempo, ao marcar 48s23. O norte-americano Nathan Adrian fez 47s83 e passou em primeiro. Quando os torcedores no Estádio Aquático Olímpico perceberam que ele ficou entre os oito mais bem colocados, a gritaria foi enorme, como se o Brasil tivesse marcado um gol.
"A ideia era passar forte, mas o tempo ainda não é o que eu quero. Tenho de nadar mais rápido para chegar à medalha, mas o importante é estar na final", disse, falando que ficou emocionado. "É uma prova que tem Cesão (Cielo), Xuxa, Gustavo, tive de chamar a galera. Foi muito bacana ver meu nome lá entre os classificados."
O resultado de Chierighini coloca o Brasil em quatro finais na Olimpíada do Rio de Janeiro até agora. Antes dele, chegaram às finais João Gomes Júnior e Felipe França, nos 100 metros peito, e o time masculino no revezamento 4x100 metros, que contou com Marcelo Chierighini, Nicolas Nilo, Matheus Santana, Gabriel Santos e João de Lucca.
O brasileiro Marcelo Chierighini avançou para a final dos 100 metros livre com o oitavo tempo, ao marcar 48s23. O norte-americano Nathan Adrian fez 47s83 e passou em primeiro. Quando os torcedores no Estádio Aquático Olímpico perceberam que ele ficou entre os oito mais bem colocados, a gritaria foi enorme, como se o Brasil tivesse marcado um gol.
"A ideia era passar forte, mas o tempo ainda não é o que eu quero. Tenho de nadar mais rápido para chegar à medalha, mas o importante é estar na final", disse, falando que ficou emocionado. "É uma prova que tem Cesão (Cielo), Xuxa, Gustavo, tive de chamar a galera. Foi muito bacana ver meu nome lá entre os classificados."
O resultado de Chierighini coloca o Brasil em quatro finais na Olimpíada do Rio de Janeiro até agora. Antes dele, chegaram às finais João Gomes Júnior e Felipe França, nos 100 metros peito, e o time masculino no revezamento 4x100 metros, que contou com Marcelo Chierighini, Nicolas Nilo, Matheus Santana, Gabriel Santos e João de Lucca.
Phelps ganha seu primeiro ouro individual no Rio-2016
Michael Phelps continua sua saga em busca de recordes. Na noite desta terça-feira, o norte-americano conquistou mais uma medalha para sua coleção, desta vez nos 200 metros borboleta. O nadador acumula agora 24 medalhas, sendo 20 de ouro, duas de prata e duas de bronze em seu brilhante currículo.
Foi a primeira vitória individual do nadador no Rio, já que sua outra medalha, de ouro, foi no revezamento 4x100 metros livre, na noite de domingo. A vitória nos 200 m borboleta é bastante significativa para o atleta, pois em Londres-2012 ele havia perdido o ouro para o sul-africano Chad Le Clos e ficou com a prata.
Nos primeiros 50 metros, Phelps virou em segundo, atrás de Laszlo Cseh, da Hungria. Na metade da prova ele assumiu a ponta e foi abrindo vantagem na terceira parte. Virou na dianteira para os últimos 50 metros, com Le Clos em sua cola. No final, ganhou por uma diferença mínima do japonês Msato Sakai.
Phelps anotou 1min53s36 ao bater na frente dos rivais. Sakai marcou 1min53s40 e o húngaro Tamas Kenderesi registrou 1min53s62, desbancando Chad Le Clos. O campeão da prova em Londres-2012 terminou somente na quarta colocação nesta terça, com 1min54s06.
Michael Phelps continua sua saga em busca de recordes. Na noite desta terça-feira, o norte-americano conquistou mais uma medalha para sua coleção, desta vez nos 200 metros borboleta. O nadador acumula agora 24 medalhas, sendo 20 de ouro, duas de prata e duas de bronze em seu brilhante currículo.
Foi a primeira vitória individual do nadador no Rio, já que sua outra medalha, de ouro, foi no revezamento 4x100 metros livre, na noite de domingo. A vitória nos 200 m borboleta é bastante significativa para o atleta, pois em Londres-2012 ele havia perdido o ouro para o sul-africano Chad Le Clos e ficou com a prata.
Nos primeiros 50 metros, Phelps virou em segundo, atrás de Laszlo Cseh, da Hungria. Na metade da prova ele assumiu a ponta e foi abrindo vantagem na terceira parte. Virou na dianteira para os últimos 50 metros, com Le Clos em sua cola. No final, ganhou por uma diferença mínima do japonês Msato Sakai.
Phelps anotou 1min53s36 ao bater na frente dos rivais. Sakai marcou 1min53s40 e o húngaro Tamas Kenderesi registrou 1min53s62, desbancando Chad Le Clos. O campeão da prova em Londres-2012 terminou somente na quarta colocação nesta terça, com 1min54s06.
Katie Ledecky fatura mais um ouro nos Jogos do Rio de Janeiro
A norte-americana Katie Ledecky continua fazendo história na Olimpíada do Rio de Janeiro. Na noite desta terça-feira, ela ganhou mais um ouro, desta vez nos 200 metros livre. Ela marcou 1min53s73, à frente da favorita sueca Sarah Sjostrom, que anotou 1min54s08 no Estádio Aquático Olímpico.
Já é o terceiro pódio de Ledecky nos Jogos Olímpicos. Ela também ficou em primeiro lugar nos 400 metros livre, quando ainda de quebra bateu o recorde mundial. E já obteve uma medalha de prata no revezamento 4x100 metros livre.
No Rio, a atleta ainda vai competir nos 800 metros livre, prova que é sua especialidade e que deve vencer com grande folga. Ela é recordista mundial da distância e não perde uma prova desde quando tinha 13 anos. Ledecky também tentará seu bicampeonato olímpico, já que ganhou o ouro nos Jogos de Londres-2012.
A norte-americana Katie Ledecky continua fazendo história na Olimpíada do Rio de Janeiro. Na noite desta terça-feira, ela ganhou mais um ouro, desta vez nos 200 metros livre. Ela marcou 1min53s73, à frente da favorita sueca Sarah Sjostrom, que anotou 1min54s08 no Estádio Aquático Olímpico.
Já é o terceiro pódio de Ledecky nos Jogos Olímpicos. Ela também ficou em primeiro lugar nos 400 metros livre, quando ainda de quebra bateu o recorde mundial. E já obteve uma medalha de prata no revezamento 4x100 metros livre.
No Rio, a atleta ainda vai competir nos 800 metros livre, prova que é sua especialidade e que deve vencer com grande folga. Ela é recordista mundial da distância e não perde uma prova desde quando tinha 13 anos. Ledecky também tentará seu bicampeonato olímpico, já que ganhou o ouro nos Jogos de Londres-2012.
Rio 2016: após ganhar medalha, judoca da Bélgica briga com recepcionista de hotel
Foto: Reprodução / Nieuwsblad
O judoca belga Dirk Van Tichelt se envolveu em uma confusão e foi à delegacia poucas horas depois de ganhar a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. De acordo com o jornal Extra, ele discutiu com o recepcionista do Hotel Best Western, em Copacabana. Segundo informações do 19º BPM (Copacabana) e do Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas (BPTUR), o atleta tentou entrar no hotel para procurar uma garota de programa que teria roubado o seu celular. Em depoimento à polícia, o recepcionista afirmou que deu um soco no olho do judoca depois que foi puxado pelo colarinho. Van Tichelt foi atendido em uma UPA e depois foi à delegacia prestar queixa.
Foto: Reprodução / Nieuwsblad
O judoca belga Dirk Van Tichelt se envolveu em uma confusão e foi à delegacia poucas horas depois de ganhar a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. De acordo com o jornal Extra, ele discutiu com o recepcionista do Hotel Best Western, em Copacabana. Segundo informações do 19º BPM (Copacabana) e do Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas (BPTUR), o atleta tentou entrar no hotel para procurar uma garota de programa que teria roubado o seu celular. Em depoimento à polícia, o recepcionista afirmou que deu um soco no olho do judoca depois que foi puxado pelo colarinho. Van Tichelt foi atendido em uma UPA e depois foi à delegacia prestar queixa.
Com time misto, França supera Nova Zelândia e garante vaga nas quartas de final
por Edimário Duplat
Foto: João Alvarez/Estadão Conteúdo
No último jogo desta terça-feira (9), na Arena Fonte Nova, a seleção de futebol feminino da França não teve dificuldades em derrotar a Nova Zelândia por 2 a 0 pela terceira rodada do Grupo G. Com o resultado, as Tricolores garantiram a segunda posição da chave e enfrentam o Canadá nas quartas de final dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016. Mesmo com um jogo truncado, as equipe europeia demonstrava maior domínio de bola na primeira etapa. Entretanto, o placar só foi aberto aos 38, com a entrada da craque Eugenie Le Sommer. No segundo tempo, as francesas seguiram ditando o jogo e ampliaram o marcador aos 18, quando Louisa Cadamuro aumentou a contagem. Nos acréscimos, Cadamuro marcou mais uma vez, de penalti, e deu números finais ao confronto. Com seis pontos, as Bleus ficaram atrás apenas dos Estados Unidos, que empatou com a Colômbia por 2 a 2 e chegou aos sete pontos.
por Edimário Duplat
Foto: João Alvarez/Estadão Conteúdo
No último jogo desta terça-feira (9), na Arena Fonte Nova, a seleção de futebol feminino da França não teve dificuldades em derrotar a Nova Zelândia por 2 a 0 pela terceira rodada do Grupo G. Com o resultado, as Tricolores garantiram a segunda posição da chave e enfrentam o Canadá nas quartas de final dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016. Mesmo com um jogo truncado, as equipe europeia demonstrava maior domínio de bola na primeira etapa. Entretanto, o placar só foi aberto aos 38, com a entrada da craque Eugenie Le Sommer. No segundo tempo, as francesas seguiram ditando o jogo e ampliaram o marcador aos 18, quando Louisa Cadamuro aumentou a contagem. Nos acréscimos, Cadamuro marcou mais uma vez, de penalti, e deu números finais ao confronto. Com seis pontos, as Bleus ficaram atrás apenas dos Estados Unidos, que empatou com a Colômbia por 2 a 2 e chegou aos sete pontos.
Rio 2016: Liberados para protestar, torcedores pedem saída de Michel Temer na Fonte Nova
por Ulisses Gama
Foto: Ulisses Gama / Bahia Notícias
Após uma liminar da Justiça Federal do Rio de Janeiro, as manifestações pacíficas de cunho político estão liberadas e não devem ser reprimidas nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Aproveitando o momento democrático dentro da Arena Fonte Nova nesta terça-feira (9), um grupo protesta contra o presidente da república em exercício, Michel Temer, durante a partida de futebol feminino entre Nova Zelândia e França. Um deles é o estudante Bruno Santos, de 19 anos, que pediu a saída do atual mandatário do país. "A minha insatisfação é com o retrocesso que está acontecendo com o Michel Temer. Não aceitamos um presidente golpista e queremos a volta de Dilma", bradou, em entrevista ao Bahia Notícias. Reunidos em cerca de dez pessoas, o grupo grita palavras de ordem contra Temer, que assumiu a presidência no dia 12 de maio deste ano no lugar de Dilma Rousseff (PT), que sofre um processo de impeachment.
por Ulisses Gama
Foto: Ulisses Gama / Bahia Notícias
Após uma liminar da Justiça Federal do Rio de Janeiro, as manifestações pacíficas de cunho político estão liberadas e não devem ser reprimidas nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Aproveitando o momento democrático dentro da Arena Fonte Nova nesta terça-feira (9), um grupo protesta contra o presidente da república em exercício, Michel Temer, durante a partida de futebol feminino entre Nova Zelândia e França. Um deles é o estudante Bruno Santos, de 19 anos, que pediu a saída do atual mandatário do país. "A minha insatisfação é com o retrocesso que está acontecendo com o Michel Temer. Não aceitamos um presidente golpista e queremos a volta de Dilma", bradou, em entrevista ao Bahia Notícias. Reunidos em cerca de dez pessoas, o grupo grita palavras de ordem contra Temer, que assumiu a presidência no dia 12 de maio deste ano no lugar de Dilma Rousseff (PT), que sofre um processo de impeachment.
Série D: Presidente do Flu de Feira convoca torcida para jogo contra o Ceilândia
Foto: Ulisses Gama / Bahia Notícias
Os ingressos para o jogo entre Fluminense de Feira e Ceilândia-DF, pelo jogo de ida das oitavas de final da Série D, começarão a ser vendidos nesta quarta-feira (10). Os bilhetes serão comercializados em pontos da Feira de Santana e na sede do Touro, no Centro da cidade. O presidente Gerinaldo Costa pediu que a torcida comparecesse ao Joia da princesa, neste domingo (14), ás 16h.
Na visão do mandatário, Feira é uma cidade com poucas opções de entretenimento. “Nós não temos muitas opções de lazer na cidade e R$ 20 a vista de outras opções é um preço razoável. É uma partida da maior importância porque se vencermos vamos estar a um passo de chegar a fase decisiva que pode nos levar a Série C. Por isso é muito importante que torcedor vá, faça este esforço e nos ajude”, pediu, em entrevista ao site oficial
As entradas custarão R$ 40 a inteira e R$ 20 a meia. No entanto, o presidente do clube, Gerinaldo Costa, tentou diminuir o preço, mas não obteve sucesso. “Nós fizemos algumas consultas a FBF, cogitamos a possibilidade de uma diferenciação de preços de ingressos, mas não foi possível e por conta disso vamos manter o preço de R$ 40 inteira e R$ 20 meia, valor único, para não haver problemas maiores”, explicou.
O touro jogará na mesma hora que a Juazeirense, outra equipe baiana na mesma fase do torneio nacional. O Cancão enfrentará o Moto Club-MA fora de casa.
Foto: Ulisses Gama / Bahia Notícias
Os ingressos para o jogo entre Fluminense de Feira e Ceilândia-DF, pelo jogo de ida das oitavas de final da Série D, começarão a ser vendidos nesta quarta-feira (10). Os bilhetes serão comercializados em pontos da Feira de Santana e na sede do Touro, no Centro da cidade. O presidente Gerinaldo Costa pediu que a torcida comparecesse ao Joia da princesa, neste domingo (14), ás 16h.
Na visão do mandatário, Feira é uma cidade com poucas opções de entretenimento. “Nós não temos muitas opções de lazer na cidade e R$ 20 a vista de outras opções é um preço razoável. É uma partida da maior importância porque se vencermos vamos estar a um passo de chegar a fase decisiva que pode nos levar a Série C. Por isso é muito importante que torcedor vá, faça este esforço e nos ajude”, pediu, em entrevista ao site oficial
Na visão do mandatário, Feira é uma cidade com poucas opções de entretenimento. “Nós não temos muitas opções de lazer na cidade e R$ 20 a vista de outras opções é um preço razoável. É uma partida da maior importância porque se vencermos vamos estar a um passo de chegar a fase decisiva que pode nos levar a Série C. Por isso é muito importante que torcedor vá, faça este esforço e nos ajude”, pediu, em entrevista ao site oficial
O touro jogará na mesma hora que a Juazeirense, outra equipe baiana na mesma fase do torneio nacional. O Cancão enfrentará o Moto Club-MA fora de casa.
Técnico da Austrália minimiza goleada e desconversa sobre enfrentar o Brasil
por Edimário Duplat
Foto: Ulisses Gama/Bahia Notícias
A vitória elástica de 6 a 1 sobre o Zimbábue, em jogo realizado nesta terça-feira (9) na Arena Fonte Nova, colocou a Austrália nas quartas de final do Futebol Feminino dos Jogos do Rio 2016. Entretanto, para o treinador da equipe, Alen Stajcic, o placar não foi mais importante que o triunfo das Matildas, que agora podem ter pela frente a Seleção Brasileira como próximo adversário. “Para nós não importava quantos gols ganhar. Estamos jogando contra grandes equipes. Queríamos vencer. Não importante se só por um gol. Estou feliz, não importa a posição na classificação”, afirmou o comandante da equipe em entrevista coletiva após o confronto. Perguntado sobre o risco de pegar as donas da casa, Stajcic desconversou e lembrou que as duas equipes tem resultados positivos para cada lado nos últimos confrontos.“Podemos ganhar como perder do Brasil. Nos enfrentamos em um amistoso recente e elas ganharam. Assim como nós vencemos na Copa do Mundo. Nós só temos que vencer. É um jogo perigoso. Se nós jogamos o melhor, podemos vencer”, completou.
por Edimário Duplat
Foto: Ulisses Gama/Bahia Notícias
A vitória elástica de 6 a 1 sobre o Zimbábue, em jogo realizado nesta terça-feira (9) na Arena Fonte Nova, colocou a Austrália nas quartas de final do Futebol Feminino dos Jogos do Rio 2016. Entretanto, para o treinador da equipe, Alen Stajcic, o placar não foi mais importante que o triunfo das Matildas, que agora podem ter pela frente a Seleção Brasileira como próximo adversário. “Para nós não importava quantos gols ganhar. Estamos jogando contra grandes equipes. Queríamos vencer. Não importante se só por um gol. Estou feliz, não importa a posição na classificação”, afirmou o comandante da equipe em entrevista coletiva após o confronto. Perguntado sobre o risco de pegar as donas da casa, Stajcic desconversou e lembrou que as duas equipes tem resultados positivos para cada lado nos últimos confrontos.“Podemos ganhar como perder do Brasil. Nos enfrentamos em um amistoso recente e elas ganharam. Assim como nós vencemos na Copa do Mundo. Nós só temos que vencer. É um jogo perigoso. Se nós jogamos o melhor, podemos vencer”, completou.
Micale libera acesso da torcida ao treinamento da Seleção Brasileira
por Glauber Guerra
Fotos: Glauber Guerra / Bahia Notícias
O treinador da seleção de futebol masculino, Rogério Micale, decidiu liberar o acesso da torcida para assistir aos dez minutos finais da atividade realizada pelo Brasil no estádio de Pituaçu, nesta terça-feira (9). Após a realização de um trabalho tático, com ênfase em jogadas aéreas, Micale permitiu que os presentes assistissem o treinamento em campo reduzido, já sem distinção entre titulares e reservas, além de um “golzinho”. O treino recreativo também tinha a participação de membros da comissão técnica e o treinador do time principal, Tite, assistiu ao final da atividade. A torcida ficou bastante eufórica, principalmente com a presença de Neymar, e, em clima amistoso, incentivaram os jogadores, que responderam com acenos. O Brasil enfrenta a Dinamarca na Arena Fonte Nova nesta quarta (10) e precisa de um resultado positivo para avançar nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016.
por Glauber Guerra
Fotos: Glauber Guerra / Bahia Notícias
O treinador da seleção de futebol masculino, Rogério Micale, decidiu liberar o acesso da torcida para assistir aos dez minutos finais da atividade realizada pelo Brasil no estádio de Pituaçu, nesta terça-feira (9). Após a realização de um trabalho tático, com ênfase em jogadas aéreas, Micale permitiu que os presentes assistissem o treinamento em campo reduzido, já sem distinção entre titulares e reservas, além de um “golzinho”. O treino recreativo também tinha a participação de membros da comissão técnica e o treinador do time principal, Tite, assistiu ao final da atividade. A torcida ficou bastante eufórica, principalmente com a presença de Neymar, e, em clima amistoso, incentivaram os jogadores, que responderam com acenos. O Brasil enfrenta a Dinamarca na Arena Fonte Nova nesta quarta (10) e precisa de um resultado positivo para avançar nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016.
Rio 2016: Robson Conceição condena provocação da torcida brasileira após vitória
Foto: Getty Images
O baiano Robson Conceição conseguiu sua primeira vitória em Olimpíadas no boxe. Após ter sido eliminado na estreia, sempre por anfitriões, nos últimos dois Jogos, o pugilista derrotou Tadjique Anvar Yusunov, do Tadjiquistão. Entretanto, após o triunfo, ele condenou a atitude de alguns torcedores.
Durante a luta, houve gritos de “Uh, vai morrer!” da torcida. Robson revelou não ter gostado da provocação ao adversário. “Particularmente, não acho favorável fazer isso com o adversário. Ele treinou, se sacrificou bastante para estar na Olimpíada. Não podia fazer isso. No meu ver, não gostaria de ver zoada nenhuma. Mas que é bom ter a torcida a favor, com certeza, não tem nem explicação”, lamentou.
Por uma vaga nas semifinais, Robson enfrentará Hurshid Tojibaev, do Uzbequistão, nesta sexta-feira (12).
Foto: Getty Images
O baiano Robson Conceição conseguiu sua primeira vitória em Olimpíadas no boxe. Após ter sido eliminado na estreia, sempre por anfitriões, nos últimos dois Jogos, o pugilista derrotou Tadjique Anvar Yusunov, do Tadjiquistão. Entretanto, após o triunfo, ele condenou a atitude de alguns torcedores.
Durante a luta, houve gritos de “Uh, vai morrer!” da torcida. Robson revelou não ter gostado da provocação ao adversário. “Particularmente, não acho favorável fazer isso com o adversário. Ele treinou, se sacrificou bastante para estar na Olimpíada. Não podia fazer isso. No meu ver, não gostaria de ver zoada nenhuma. Mas que é bom ter a torcida a favor, com certeza, não tem nem explicação”, lamentou.
Por uma vaga nas semifinais, Robson enfrentará Hurshid Tojibaev, do Uzbequistão, nesta sexta-feira (12).
Treinador do Zimbábue enaltece participação da equipe no Rio 2016: ‘grande experiência’
por Edimário Duplat
Foto: Ulisses Gama/Bahia Notícias
Mesmo sofrendo goleadas de 6 a 1 para Austrália e Alemanha, e uma derrota por 3 a 1 paa o Canadá, o treinador da seleção feminina de futebol do Zimbábue, Shadreck Mlauzi, falou da importância de sua equipe na disputa dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016. Para o treinador das Poderosas Guerreiras, enfrentar três das melhores equipes do mundo se tornou um grande aprendizado para a equipe africana. “Foi uma grande experiência jogar contra times como Canadá e Alemanha. Tive que jogar um pouco na defesa, porque as equipes vieram para cima, mas foi um ganho de experiência”, explicou o técnico, que também agradeceu pelo apoio dos torcedores brasileiros. “Foi ótimo. Fantástico. Agradeço à torcida pelo apoio em todos os lugares. Apesar do desgaste físico no segundo tempo contra a Austrália, a torcida continuou apoiando e conseguimos o gol”, comemorou. Sem pontuar, o Zimbábue termina a sua participação no torneio com três gols marcados e 15 sofridos.
por Edimário Duplat
Foto: Ulisses Gama/Bahia Notícias
Mesmo sofrendo goleadas de 6 a 1 para Austrália e Alemanha, e uma derrota por 3 a 1 paa o Canadá, o treinador da seleção feminina de futebol do Zimbábue, Shadreck Mlauzi, falou da importância de sua equipe na disputa dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016. Para o treinador das Poderosas Guerreiras, enfrentar três das melhores equipes do mundo se tornou um grande aprendizado para a equipe africana. “Foi uma grande experiência jogar contra times como Canadá e Alemanha. Tive que jogar um pouco na defesa, porque as equipes vieram para cima, mas foi um ganho de experiência”, explicou o técnico, que também agradeceu pelo apoio dos torcedores brasileiros. “Foi ótimo. Fantástico. Agradeço à torcida pelo apoio em todos os lugares. Apesar do desgaste físico no segundo tempo contra a Austrália, a torcida continuou apoiando e conseguimos o gol”, comemorou. Sem pontuar, o Zimbábue termina a sua participação no torneio com três gols marcados e 15 sofridos.
Rio 2016: Inspirada em Marta, jogadora do Zimbábue vibra com gol: 'Foi emocionante'
por Ulisses Gama
Msipa fez a festa dos baianos | Foto: João Alvarez / Estadão Conteúdo
Eram decorridos 45 minutos do segundo tempo quando Emmaculate Msipa, do Zimbábue, marcou o gol de honra da equipe africana na goleada sofrida por 6 a 1 para a Austrália na tarde desta terça-feira (9), na Arena Fonte Nova, em jogo válido pela última rodada da fase de grupos do torneio de futebol feminino dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Após a partida, a jovem atleta declarou ter a craque brasileira Marta como uma inspiração na sua carreira. "Quando ela joga, me toca no coração. Uma jogadora que coloca para fora, com emoção", disse, visivelmente emocionada, durante entrevista coletiva. O único gol do Zimbábue fez a alegria dos presentes e da própria Msipa, que dançou e cumprimentou as suas colegas. "Foi emocionante fazer um gol. Foi natural. Eu apenas celebrei, dancei", indicou a atleta, que valorizou a experiência da seleção olímpica, que fez a sua primeira participação em um torneio internacional. "Só o fato de enfrentarmos grandes times do mundo como Austrália, Canadá, foi importante. Não era fácil para a gente se classificar", completou. Sem marcar pontos no grupo F, Zimbábue encerrou sua participação com três gols marcados e 15 sofridos.
por Ulisses Gama
Msipa fez a festa dos baianos | Foto: João Alvarez / Estadão Conteúdo
Eram decorridos 45 minutos do segundo tempo quando Emmaculate Msipa, do Zimbábue, marcou o gol de honra da equipe africana na goleada sofrida por 6 a 1 para a Austrália na tarde desta terça-feira (9), na Arena Fonte Nova, em jogo válido pela última rodada da fase de grupos do torneio de futebol feminino dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Após a partida, a jovem atleta declarou ter a craque brasileira Marta como uma inspiração na sua carreira. "Quando ela joga, me toca no coração. Uma jogadora que coloca para fora, com emoção", disse, visivelmente emocionada, durante entrevista coletiva. O único gol do Zimbábue fez a alegria dos presentes e da própria Msipa, que dançou e cumprimentou as suas colegas. "Foi emocionante fazer um gol. Foi natural. Eu apenas celebrei, dancei", indicou a atleta, que valorizou a experiência da seleção olímpica, que fez a sua primeira participação em um torneio internacional. "Só o fato de enfrentarmos grandes times do mundo como Austrália, Canadá, foi importante. Não era fácil para a gente se classificar", completou. Sem marcar pontos no grupo F, Zimbábue encerrou sua participação com três gols marcados e 15 sofridos.
Olimpíada: Sem autorização para entrevistas, Parreira marca presença na Fonte Nova
por Ulisses Gama / Matheus Caldas
Foto: Ulisses Gama / Bahia Notícias
Ex-técnico da Seleção Brasileira, Carlos Alberto Carreira está em Salvador para acompanhar partidas dos Jogos Olímpicos. Nesta terça-feira (9), o técnico brasileiro campeão mundial em 1994, disse ao Bahia Notícias que não está autorizado a dar entrevistas. Sem dar detalhes, falou que está na capital baiana para participar do grupo de estudos da Fifa, que acompanha as partidas de futebol dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Além da vitória da Austrália por 6 a 1 sobre o Zimbábue, ele acompanha França x Japão – ambos os jogos pelo futebol feminino.
por Ulisses Gama / Matheus Caldas
Foto: Ulisses Gama / Bahia Notícias
Ex-técnico da Seleção Brasileira, Carlos Alberto Carreira está em Salvador para acompanhar partidas dos Jogos Olímpicos. Nesta terça-feira (9), o técnico brasileiro campeão mundial em 1994, disse ao Bahia Notícias que não está autorizado a dar entrevistas. Sem dar detalhes, falou que está na capital baiana para participar do grupo de estudos da Fifa, que acompanha as partidas de futebol dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Além da vitória da Austrália por 6 a 1 sobre o Zimbábue, ele acompanha França x Japão – ambos os jogos pelo futebol feminino.
Olimpíada: Com presença de Tite, Brasil finaliza preparação para encarar a Dinamarca
por Glauber Guerra / Matheus Caldas
Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias
O Brasil está pronto para encarar a Dinamarca, quarta-feira (10), às 22h, na Arena Fonte Nova, em confronto válido pela última rodada da fase de grupos da Olímpiada. A atividade contou com a presença do técnico Tite, comandante da Seleção principal. No banco de reservas, ele observou atentamente o trabalho conduzido pelo treinador Rogério Micale. Os jogadores fizeram um aquecimento e depois se reuniram para um bate-papo com Micale que durou por cerca de 20 minutos. Depois, o comandante do time canarinho orientou um trabalho físico e técnico em campo. Logo depois, a imprensa foi convidada a se retirar e o grupo continuou o treino longe dos olhos dos jornalistas. O técnico do selecionado fez mistério e não definiu quem vai entrar no lugar de Thiago Maia, suspenso. Walace e Rodrigo Dourado brigam pela posição. A tendência é que Micale entre com a seguinte formação: Weverton; Zeca, Marquinhos, Rodrigo Caio e Douglas Santos ; Walace (Rodrigo Dourado), Renato Augusto e Felipe Anderson; Gabriel, Gabriel Jesus e Neymar. Na tabela de classificação, os brasileiros estão na segunda posição, com dois pontos, empatados com o Iraque.
por Glauber Guerra / Matheus Caldas
Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias
O Brasil está pronto para encarar a Dinamarca, quarta-feira (10), às 22h, na Arena Fonte Nova, em confronto válido pela última rodada da fase de grupos da Olímpiada. A atividade contou com a presença do técnico Tite, comandante da Seleção principal. No banco de reservas, ele observou atentamente o trabalho conduzido pelo treinador Rogério Micale. Os jogadores fizeram um aquecimento e depois se reuniram para um bate-papo com Micale que durou por cerca de 20 minutos. Depois, o comandante do time canarinho orientou um trabalho físico e técnico em campo. Logo depois, a imprensa foi convidada a se retirar e o grupo continuou o treino longe dos olhos dos jornalistas. O técnico do selecionado fez mistério e não definiu quem vai entrar no lugar de Thiago Maia, suspenso. Walace e Rodrigo Dourado brigam pela posição. A tendência é que Micale entre com a seguinte formação: Weverton; Zeca, Marquinhos, Rodrigo Caio e Douglas Santos ; Walace (Rodrigo Dourado), Renato Augusto e Felipe Anderson; Gabriel, Gabriel Jesus e Neymar. Na tabela de classificação, os brasileiros estão na segunda posição, com dois pontos, empatados com o Iraque.
De olho no Santa Cruz, Vitória realiza treino físico e técnico
por Glauber Guerra
Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias
Treino físico e técnico. Essa foi atividade realizada pelo Vitória na tarde desta terça-feira (9), no Barradão, de olho no duelo contra o Santa Cruz.
Recuperado de um desconforto muscular, o atacante Dagoberto realizou um treino em separado sob o comando de Lucas Itaberaba, auxiliar da preparação. Já o zagueiro Victor Ramos foi poupado, após se queixar de uma leve dor. O defensor terá que cumprir suspensão por conta do terceiro amarelo.
Além de Victor Ramos, o lateral-esquerdo Euller também está suspenso pelo mesmo motivo. A tendência é que Ramon e Norberto sejam os substitutos, respectivamente. Com isso, Diego Renan voltaria para a esquerda.
O elenco Rubro-negro volta aos trabalhos na tarde desta quarta (10). Vitória e Santa Cruz se enfrentam no domingo (14), às 16h, no Barradão.
Com 22 pontos, o time comandado pelo técnico Vagner Mancini ocupa a 14ª posição na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro.
por Glauber Guerra
Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias
Treino físico e técnico. Essa foi atividade realizada pelo Vitória na tarde desta terça-feira (9), no Barradão, de olho no duelo contra o Santa Cruz.
Recuperado de um desconforto muscular, o atacante Dagoberto realizou um treino em separado sob o comando de Lucas Itaberaba, auxiliar da preparação. Já o zagueiro Victor Ramos foi poupado, após se queixar de uma leve dor. O defensor terá que cumprir suspensão por conta do terceiro amarelo.
Além de Victor Ramos, o lateral-esquerdo Euller também está suspenso pelo mesmo motivo. A tendência é que Ramon e Norberto sejam os substitutos, respectivamente. Com isso, Diego Renan voltaria para a esquerda.
O elenco Rubro-negro volta aos trabalhos na tarde desta quarta (10). Vitória e Santa Cruz se enfrentam no domingo (14), às 16h, no Barradão.
Com 22 pontos, o time comandado pelo técnico Vagner Mancini ocupa a 14ª posição na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro.
Austrália goleia Zimbábue e se classifica para as quartas de final do futebol feminino
por Edimário Duplat
Foto: João Alvarez/Estadão Conteúdo
Em jogo realizado na tarde desta terça-feira (9), na Arena Fonte Nova, a seleção de futebol feminino da Austrália derrotou o Zimbábue por 6 a 0 e garantiu a sua classificação para as quartas de final da modalidade nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016. Precisando da vitória a qualquer custo, as Matildas abriram o marcador logo aos dois minutos, com Lisa De Vanna, e ampliabdi aos 15 com Clare Polkinghorne e aos 37 com Alanna Kennedy. No segundo tempo, Kyah Simon aumentou a contagem aos cinco, com Michelle Heyman chegando ao quinto gol com 10 minutos e o sexto aos 21. Nos acréscimos, Emmaculate Msipa descontou para as africanas e colocou números finais na partida. Com este resultado e a vitória do Canadá sobre a Alemanha por 2 a 1, também pelo Grupo F, as Matildas se classificam como uma das melhores terceiras colocadas da competição, independente do resultado entre China e Suéca, e esperam a definição das chaves para saber se pegam o primeiro colocado do Grupo E ou do Grupo G.
por Edimário Duplat
Foto: João Alvarez/Estadão Conteúdo
Em jogo realizado na tarde desta terça-feira (9), na Arena Fonte Nova, a seleção de futebol feminino da Austrália derrotou o Zimbábue por 6 a 0 e garantiu a sua classificação para as quartas de final da modalidade nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016. Precisando da vitória a qualquer custo, as Matildas abriram o marcador logo aos dois minutos, com Lisa De Vanna, e ampliabdi aos 15 com Clare Polkinghorne e aos 37 com Alanna Kennedy. No segundo tempo, Kyah Simon aumentou a contagem aos cinco, com Michelle Heyman chegando ao quinto gol com 10 minutos e o sexto aos 21. Nos acréscimos, Emmaculate Msipa descontou para as africanas e colocou números finais na partida. Com este resultado e a vitória do Canadá sobre a Alemanha por 2 a 1, também pelo Grupo F, as Matildas se classificam como uma das melhores terceiras colocadas da competição, independente do resultado entre China e Suéca, e esperam a definição das chaves para saber se pegam o primeiro colocado do Grupo E ou do Grupo G.
No período da tarde, Guto Ferreira intensifica parte tática no Fazendão
por Ulisses Gama
Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / EC Bahia
Após o trabalho matutino, o elenco tricolor retornou ao campo na tarde desta terça-feira (9) para seguir a sua preparação para o duelo contra o Atlético Goianiense, na próxima terça-feira (16), pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B.
No gramado do Fazendão, o técnico Guto Ferreira voltou a montar a sua equipe titular em um treinamento tático. Desta vez, o comandante tricolor usou metade do campo. Em um segundo momento, a equipe realizou um trabalho de ataque contra defesa.
O volante Feijão, que realizou um trabalho físico no campo 1 pela manhã, treinou na academia do clube sob a orientação do preparador físico Vitor Gonçalves. O atleta tricolor se recupera de um incômodo na coxa.
Enquanto isso, o lateral Marlon e os zagueiros Dedé, Gustavo e Jackson desceram ao campo e realizaram uma atividade com o professor Luiz Andrade.
Nesta quarta-feira (10), às 15h30, o elenco tricolor segue os trabalhos no Fazendão.
por Ulisses Gama
Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / EC Bahia
Após o trabalho matutino, o elenco tricolor retornou ao campo na tarde desta terça-feira (9) para seguir a sua preparação para o duelo contra o Atlético Goianiense, na próxima terça-feira (16), pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B.
No gramado do Fazendão, o técnico Guto Ferreira voltou a montar a sua equipe titular em um treinamento tático. Desta vez, o comandante tricolor usou metade do campo. Em um segundo momento, a equipe realizou um trabalho de ataque contra defesa.
O volante Feijão, que realizou um trabalho físico no campo 1 pela manhã, treinou na academia do clube sob a orientação do preparador físico Vitor Gonçalves. O atleta tricolor se recupera de um incômodo na coxa.
Enquanto isso, o lateral Marlon e os zagueiros Dedé, Gustavo e Jackson desceram ao campo e realizaram uma atividade com o professor Luiz Andrade.
Nesta quarta-feira (10), às 15h30, o elenco tricolor segue os trabalhos no Fazendão.
Olimpíada: Para estancar crise no time olímpico, Tite desembarca em Salvador
Foto: Gustavo Roth/ Agência Preview
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) agiu rapidamente e tentou estancar a má fase do Brasil nos Jogos Olímpicos. Com dois empates nas duas primeiras rodadas, o time comandado por Rogério Micale está sendo contestado por imprensa e torcida. Por isso, o técnico do time principal, Tite, veio à Salvador para ajudar o selecionado olímpico.
De acordo com o Zero Hora, Tite desembarcará ainda nesta terça-feira (9) em solo baiano e irá direto para a concentração do time brasileiro junto com seu auxiliar Cléber Xavier, que acompanha as partidas do time olímpico desde o início.
Com uma preocupação com o preparo psicológico da equipe e com a pressão por jogar em casa, o treinador brasileiro terá uma conversa com uns jogadores.
O Brasil jogará contra a Dinamarca nesta quarta-feira (10), às 22h, na Fonte Nova. A equipe brasileira divide a segunda posição do grupo A com o Iraque, tendo dois pontos.
Foto: Gustavo Roth/ Agência Preview
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) agiu rapidamente e tentou estancar a má fase do Brasil nos Jogos Olímpicos. Com dois empates nas duas primeiras rodadas, o time comandado por Rogério Micale está sendo contestado por imprensa e torcida. Por isso, o técnico do time principal, Tite, veio à Salvador para ajudar o selecionado olímpico.
De acordo com o Zero Hora, Tite desembarcará ainda nesta terça-feira (9) em solo baiano e irá direto para a concentração do time brasileiro junto com seu auxiliar Cléber Xavier, que acompanha as partidas do time olímpico desde o início.
Com uma preocupação com o preparo psicológico da equipe e com a pressão por jogar em casa, o treinador brasileiro terá uma conversa com uns jogadores.
O Brasil jogará contra a Dinamarca nesta quarta-feira (10), às 22h, na Fonte Nova. A equipe brasileira divide a segunda posição do grupo A com o Iraque, tendo dois pontos.
Em nota, Bahia oficializa Caixa como nova patrocinadora do clube
por Ulisses Gama
Foto: Montagem / Bahia Notícias
Através de comunicado em seu site oficial na tarde desta terça-feira (9), o Bahia anunciou que a Caixa Econônica Federal é a nova patrocinadora máster do clube. O contrato com um dos maiores bancos do país foi assinato até janeiro de 2017, período em que a renovação da estatal com os seus parceiros é comum. Conforme publicação no Diário Oficial da União na semana passada, o contrato tem o valor de R$ 2 milhões (clique aqui e confira). Com a nova parceira, a logomarca da construtora MRV, que era a patrocinadora principal, será realocada para a omoplata das camisas do clube. Através do Twitter, o presidente Marcelo Sant'Ana celebrou a parceria. "A @Caixa também é tricolor! Mais uma conquista para essa Nação #Vem #BBMP", escreveu.
A @Caixa também é tricolor! Mais uma conquista para essa Nação #Vem #BBMPesporteclubebahia.com.br/agora-e-oficia…
por Ulisses Gama
Foto: Montagem / Bahia Notícias
Através de comunicado em seu site oficial na tarde desta terça-feira (9), o Bahia anunciou que a Caixa Econônica Federal é a nova patrocinadora máster do clube. O contrato com um dos maiores bancos do país foi assinato até janeiro de 2017, período em que a renovação da estatal com os seus parceiros é comum. Conforme publicação no Diário Oficial da União na semana passada, o contrato tem o valor de R$ 2 milhões (clique aqui e confira). Com a nova parceira, a logomarca da construtora MRV, que era a patrocinadora principal, será realocada para a omoplata das camisas do clube. Através do Twitter, o presidente Marcelo Sant'Ana celebrou a parceria. "A @Caixa também é tricolor! Mais uma conquista para essa Nação #Vem #BBMP", escreveu.
A @Caixa também é tricolor! Mais uma conquista para essa Nação #Vem #BBMPesporteclubebahia.com.br/agora-e-oficia…
Olimpíada: Arena Fonte Nova volta a sofrer com público pequeno nesta terça
por Ulisses Gama
Foto: Ulisses Gama / Bahia Notícias
O terceiro dia de partidas de futebol dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro na Arena Fonte Nova voltou a mostrar um interesse pequeno dos torcedores locais (relembre aqui). Na tarde desta terça-feira (9), cerca de cinco mil pessoas estão dentro da praça esportiva para acompanhar o duelo entre Austrália e Zimbábue, pela terceira rodada do grupo F do torneio de futebol feminino. Logo depois, às 19h, Nova Zelândia e França se enfrentam para complementar o dia de partidas. A expectativa é de que a Arena Fonte Nova esteja lotada na próxima quarta-feira (10), quando a seleção brasileira masculina enfrenta a Dinamarca, também pela última rodada da fase de grupos.
por Ulisses Gama
Foto: Ulisses Gama / Bahia Notícias
O terceiro dia de partidas de futebol dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro na Arena Fonte Nova voltou a mostrar um interesse pequeno dos torcedores locais (relembre aqui). Na tarde desta terça-feira (9), cerca de cinco mil pessoas estão dentro da praça esportiva para acompanhar o duelo entre Austrália e Zimbábue, pela terceira rodada do grupo F do torneio de futebol feminino. Logo depois, às 19h, Nova Zelândia e França se enfrentam para complementar o dia de partidas. A expectativa é de que a Arena Fonte Nova esteja lotada na próxima quarta-feira (10), quando a seleção brasileira masculina enfrenta a Dinamarca, também pela última rodada da fase de grupos.
CBF divulga mandos de campo e Juazeirense fará segunda partida no Adauto Moraes
por Matheus Caldas
Foto: Sabrina Rabelo/GloboEsporte.com
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou as datas, horários e mandos de campo do confronto da Juazeirense contra o Moto Club-MA, pelas oitavas de final da Série D. Pela primeira vez no mata-mata, o Cancão fará a segunda partida decisiva no Adauto Moraes.
O duelo inicial será realizado já neste domingo (14), às 16h, no Castelão, em São Luís (MA). A partida de volta acontecerá no dia 21 de agosto. Também às 16h, os baianos fazem o jogo decisivo em Juazeiro.
A classificação para essa fase veio numa vitória fora de casa. Em Santarém, o Cancão de Fogo venceu o São Raimundo-PA por 3 a 1, e carimbou a classificação para as oitavas da Série D.
por Matheus Caldas
Foto: Sabrina Rabelo/GloboEsporte.com
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou as datas, horários e mandos de campo do confronto da Juazeirense contra o Moto Club-MA, pelas oitavas de final da Série D. Pela primeira vez no mata-mata, o Cancão fará a segunda partida decisiva no Adauto Moraes.
O duelo inicial será realizado já neste domingo (14), às 16h, no Castelão, em São Luís (MA). A partida de volta acontecerá no dia 21 de agosto. Também às 16h, os baianos fazem o jogo decisivo em Juazeiro.
A classificação para essa fase veio numa vitória fora de casa. Em Santarém, o Cancão de Fogo venceu o São Raimundo-PA por 3 a 1, e carimbou a classificação para as oitavas da Série D.
Rio 2016: Mariana Silva perde na semifinal do judô e brigará pelo bronze
por Matheus Caldas
Foto: Marco Galvão / Fotoarena / Estadão Conteúdo
Surpresa dessa Olimpíada, a brasileira Mariana Silva não conseguiu mais surpreender e foi derrotada por imobilização na semifinal do judô nesta terça-feira (9). Com a derrota para a eslovena Tina Trstenjak, ela ainda tem chances de conquistar o bronze. Pela disputa da terceira posição, ela irá encarar a holandesa Anicka van Emden. Na última segunda (8), Rafaela Silva levou a primeira medalha de ouro para o país e para a modalidade nesta edição olímpica.
por Matheus Caldas
Foto: Marco Galvão / Fotoarena / Estadão Conteúdo
Surpresa dessa Olimpíada, a brasileira Mariana Silva não conseguiu mais surpreender e foi derrotada por imobilização na semifinal do judô nesta terça-feira (9). Com a derrota para a eslovena Tina Trstenjak, ela ainda tem chances de conquistar o bronze. Pela disputa da terceira posição, ela irá encarar a holandesa Anicka van Emden. Na última segunda (8), Rafaela Silva levou a primeira medalha de ouro para o país e para a modalidade nesta edição olímpica.
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O POETA MARATONISTA!
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
(A Poesia do Corredor)
Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!
Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...
É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz, porque a corrida me faz bem.
A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.
É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...
Poesia feita em 13/02/1985
Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.
PRINCIPAIS CORRIDAS
Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador de futebol, matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu 14 maratonas em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984, pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú pela BR 101 no ano de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de Mata de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas corridas citas sem ter apoio financeiro das prefeituras citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive nas duas Maratonas Internacionais houve apoio da Copene no translado Salvador Rio de Janeiro e vice versa, ajuda na estádia), sendo passagens de ida e volta a custo do atleta, e trabalhava das 8 horas as 17 horas e compensava os dias da estadia em New York (5 dias em 1984 e 1986).
CORREU UM "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE DE SALVADOR, COM 37 KM, EM 1987
CORREU UM "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE DE SALVADOR, COM 37 KM, EM 1987
Curso de Comunicações Verbais
(Um dos melhores do Brasil/S. aulo com credenciamento}
No ano de 1985 Gamaliel iniciou o curso de Comunicações Verbais PPD-IOB (Treinamento Programado a Distância) por correspondências tendo concluído o citado curso no dia 7/3/1986. O citado curso organizado por Oswaldo Melantonio, formado em Direito, Filosofia e Jornalismo, Oswaldo presidente de honra de várias instituições culturais dentre elas a Academia Paulista de Oratório e Academia Brasileira de Comunicações Verbais. O curso de Comunicações Verbais teve a duração de 6 meses equivalente a 100 horas/ aula e credenciado pelo CFMO 097.
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Oswaldo Melantonio realizou vários cursos complementares no exterior e no ano de 1986 fazia 35 anos se dedicando exclusivamente as Comunicações Verbais; inicialmente, oratória formal e informal para líderes políticos e religiosos. Nos últimos anos Oswaldo especializou-se na área de comunicações dos executivos, objetivando a melhoria da produtividade pela eficiência da comunicação.
PERSONALIDADES EXPOENTES DAS COMUNICAÇÕES VERBAIS
Várias personalidades de Top da Política Executivos, da Oratória Geral, Locutores Esportivos, a exemplo de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia Jânio Quadros, Franco Motoro e outros expoentes que realizaram este magnífico curso, amplo usando as técnicas da Grécia antiga, a exemplos de formidáveis gênios da Comunicação, oratória da Grécia Antiga,celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles Demóstenes Cícero, este considerado como um dos maiores gênios nas Comunicações verbais da Grécia e do Mundo, chegando ao ponto de governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória de convencimento, resumindo era um " Um Gênio Abençoado da Oratória das Comunicações Verbais!".
Conteúdo do curso
Introdução, exposições práticas, técnicas da comunicação dos executivos, educação da voz, expressão corporal, figuras de estilos, dez qualidades básicas do executivo, práticas de comunicações verbais e práticas de oratória
De modo especial, Oswaldo realiza treinamentos para as lideranças dos principais escalões das grandes organizações privadas e publicas. O citado curso já treinou grandes personalidades de diversos seguimentos sociais a exemplo de Franco Motoro, Osmar Santos, narrador esportivo no estado de São Paulo, Jânio Quadros que foi Presidente da República de 31/1/1961 renunciando o governo em 25/8/1961, foi prefeito de São Paulo nas décadas seguintes.
Jânio Quadros nasceu em Campo Grande, (Mata Grosso do Sul) no ano de 1917 e faleceu no ano de 1992 em São Paulo e outros não citados. IOB – Cursos de Legislação Empresarial Ltda – CGC 47.677.810/0002-21, credenciado no CFMO 097, com endereço na Avenida Marques... Asa Branca – SP.



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