Ofuscado e poupado: Zanetti faz o suficiente e estreia à sombra de Diego
Por estratégia, campeão olímpico não faz série mais difícil e vê compatriota ganhar protagonismo no primeiro dia de competições: ''Vi o quanto ele precisou ralar''
A confusão no acesso ao Parque Olímpico havia frustrado muitos torcedores que compraram ingressos para a ginástica artística. Logo cedo, o destaque da classificatória masculina era o campeão olímpico das argolas, Arthur Zanetti. Como o Brasil iniciou a disputa logo em seu aparelho, dezenas de espectadores ficaram sem ver a apresentação do grande nome da manhã. Desapontamento que foi preenchido por um momento que, talvez, tenha sido um dos mais emocionantes do primeiro dia dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Coube ao calejado Diego Hypolito, em sua terceira Olimpíada, mostrar que segue sendo mais que um mero coadjuvante de luxo na equipe de seu país. Com ótima nota no solo (15,500, quarta melhor da classificatória), trouxe os holofotes para si. E Zanetti iniciou sua briga pelo bi ofuscado.
Chamar menos atenção, de certa forma, foi uma opção do próprio Arthur Zanetti. Preferiu não apresentar sua série de maior dificuldade na classificatória. A nota de 15,533 foi apenas o suficiente para avançar à final na quinta posição. Com isso, será o último a se apresentar no dia 15 de agosto. As melhores notas foram dos principais rivais Liu Yang e Eleftherios Petrounias. O grego, campeão mundial, ganhou se diz favorito ao ouro, e Zanetti nem liga. É parte de sua estratégia esconder o jogo. A receita estabelecia por seu técnico, Marcos Goto, ainda conta com uma blindagem forte nas últimas semanas.
Arthur Zanetti fez o suficiente para pegar a final (Foto: Marcio Fernandes / Estadão / NOPP)
- A gente se fechou bastante. Fizemos a mesma coisa em Londres. Não ficamos em rede social, para nada atrapalhar. Simplesmente focar no esporte, no nosso trabalho. Uma opção que usamos e que deu certo. (...) Agora é treino. Simplesmente treino, seguir a dieta normal. Não tem nenhuma mágica para a final - disse Arthur Zanetti, projetando a rotina nos próximos dias.
Arthur Zanetti ficou a semana toda sem conceder entrevistas. Mas não foi o único. A mesma regra foi seguida justamente por Diego Hypolito, que passou a treinar recentemente ao lado do campeão olímpico e seu técnico. Seguiu as mesmas regras e, após sua atuação positiva, apontou a forma de trabalho como fundamental para sua confiança . Ao ser questionado sobre o sucesso e a comoção causada pelo companheiro de equipe, Zanetti fez questão de o enaltecer.
Diego Hypolito roubou a cena no primeiro dia da Olimpíada (Foto: Ricardo Bufolin/CBG)
- O Diego treinou com a gente esses últimos tempos. A gente também viu o quanto ele precisou ralar. A gente praticamente fez a mesma preparação. Foi duro. Ele está de parabéns também.
O campeão olímpico tem mais motivos para comemorar o primeiro dia de competições no Rio. Na primeira participação da equipe masculina completa em Jogos, os brasileiros tiveram uma manhã especial e conseguiram uma vaga entre os oito times finalistas. Para Zanetti, um impulso extra para sua caminhada pelo ouro.
- É ótimo! Pela primeira vez na história o Brasil conseguiu levar a equipe completa e ainda pegar final. Isso é bem motivacional. Para todos os atletas. E também para mostrar que o Brasil está crescendo e que a ginástica masculina está aí, firme - disse.
Treinador dos dois destaques do sábado, Marcos Goto analisou a performance dos dois. Lamentou o fato de o ginásio ter tido pouco público durante a performance das argolas, mas deixou claro que Zanetti apenas seguiu seus comandos ao executar a série mais simples. Não quis, no entanto, detalhar sua estratégia.
- O Diego competiu muito bem. Estava treinando bem forte, se dedicou bastante e fez tudo que foi pedido. Muita gente não acreditava que ele podia ser um finalista aqui. E está aí na final. Acho que ele provou o contrário.(...) Quando competimos argolas o ginásio estava vazio. Mas o Arthur competiu normal, fez o que ele foi mandado fazer - analisou Goto.
A equipe brasileira disputa a final por equipes nesta segunda-feira. Arthur Nory e Sergio Sasaki representam o Brasil, na quarta-feira, na final do individual geral masculino. Diego Hypolito tenta pódio no solo no dia 14, e terá a companhia de Nory na prova. Zanetti busca o bi olímpico das argolas no dia 15. Francisco Barreto, pro sua vez, encara final da barra fixa no dia 16.
A confusão no acesso ao Parque Olímpico havia frustrado muitos torcedores que compraram ingressos para a ginástica artística. Logo cedo, o destaque da classificatória masculina era o campeão olímpico das argolas, Arthur Zanetti. Como o Brasil iniciou a disputa logo em seu aparelho, dezenas de espectadores ficaram sem ver a apresentação do grande nome da manhã. Desapontamento que foi preenchido por um momento que, talvez, tenha sido um dos mais emocionantes do primeiro dia dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Coube ao calejado Diego Hypolito, em sua terceira Olimpíada, mostrar que segue sendo mais que um mero coadjuvante de luxo na equipe de seu país. Com ótima nota no solo (15,500, quarta melhor da classificatória), trouxe os holofotes para si. E Zanetti iniciou sua briga pelo bi ofuscado.
Chamar menos atenção, de certa forma, foi uma opção do próprio Arthur Zanetti. Preferiu não apresentar sua série de maior dificuldade na classificatória. A nota de 15,533 foi apenas o suficiente para avançar à final na quinta posição. Com isso, será o último a se apresentar no dia 15 de agosto. As melhores notas foram dos principais rivais Liu Yang e Eleftherios Petrounias. O grego, campeão mundial, ganhou se diz favorito ao ouro, e Zanetti nem liga. É parte de sua estratégia esconder o jogo. A receita estabelecia por seu técnico, Marcos Goto, ainda conta com uma blindagem forte nas últimas semanas.
- A gente se fechou bastante. Fizemos a mesma coisa em Londres. Não ficamos em rede social, para nada atrapalhar. Simplesmente focar no esporte, no nosso trabalho. Uma opção que usamos e que deu certo. (...) Agora é treino. Simplesmente treino, seguir a dieta normal. Não tem nenhuma mágica para a final - disse Arthur Zanetti, projetando a rotina nos próximos dias.
Arthur Zanetti ficou a semana toda sem conceder entrevistas. Mas não foi o único. A mesma regra foi seguida justamente por Diego Hypolito, que passou a treinar recentemente ao lado do campeão olímpico e seu técnico. Seguiu as mesmas regras e, após sua atuação positiva, apontou a forma de trabalho como fundamental para sua confiança . Ao ser questionado sobre o sucesso e a comoção causada pelo companheiro de equipe, Zanetti fez questão de o enaltecer.
- O Diego treinou com a gente esses últimos tempos. A gente também viu o quanto ele precisou ralar. A gente praticamente fez a mesma preparação. Foi duro. Ele está de parabéns também.
O campeão olímpico tem mais motivos para comemorar o primeiro dia de competições no Rio. Na primeira participação da equipe masculina completa em Jogos, os brasileiros tiveram uma manhã especial e conseguiram uma vaga entre os oito times finalistas. Para Zanetti, um impulso extra para sua caminhada pelo ouro.
- É ótimo! Pela primeira vez na história o Brasil conseguiu levar a equipe completa e ainda pegar final. Isso é bem motivacional. Para todos os atletas. E também para mostrar que o Brasil está crescendo e que a ginástica masculina está aí, firme - disse.
Treinador dos dois destaques do sábado, Marcos Goto analisou a performance dos dois. Lamentou o fato de o ginásio ter tido pouco público durante a performance das argolas, mas deixou claro que Zanetti apenas seguiu seus comandos ao executar a série mais simples. Não quis, no entanto, detalhar sua estratégia.
- O Diego competiu muito bem. Estava treinando bem forte, se dedicou bastante e fez tudo que foi pedido. Muita gente não acreditava que ele podia ser um finalista aqui. E está aí na final. Acho que ele provou o contrário.(...) Quando competimos argolas o ginásio estava vazio. Mas o Arthur competiu normal, fez o que ele foi mandado fazer - analisou Goto.
A equipe brasileira disputa a final por equipes nesta segunda-feira. Arthur Nory e Sergio Sasaki representam o Brasil, na quarta-feira, na final do individual geral masculino. Diego Hypolito tenta pódio no solo no dia 14, e terá a companhia de Nory na prova. Zanetti busca o bi olímpico das argolas no dia 15. Francisco Barreto, pro sua vez, encara final da barra fixa no dia 16.
TOTAL DE ACESSOS MAIS 799 MIL ACESSOS DIA 07//08/2016
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TOTAL DE ACESSOS MAIS DE 737 MIL ACESSOS DIA 19/04/2016
O POETA MARATONISTA!
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
(A Poesia do Corredor)
Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!
Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...
É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz, porque a corrida me faz bem.
A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.
É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...
Poesia feita em 13/02/1985
Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.
PRINCIPAIS CORRIDAS
Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador de futebol, matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu 14 maratonas em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984, pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú pela BR 101 no ano de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de Mata de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas corridas citas sem ter apoio financeiro das prefeituras citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive nas duas Maratonas Internacionais houve apoio da Copene no translado Salvador Rio de Janeiro e vice versa, ajuda na estádia), sendo passagens de ida e volta a custo do atleta, e trabalhava das 8 horas as 17 horas e compensava os dias da estadia em New York (5 dias em 1984 e 1986).
CORREU UM "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE DE SALVADOR, COM 37 KM, EM 1987
CORREU UM "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE DE SALVADOR, COM 37 KM, EM 1987
Curso de Comunicações Verbais
(Um dos melhores do Brasil/S. aulo com credenciamento}
No ano de 1985 Gamaliel iniciou o curso de Comunicações Verbais PPD-IOB (Treinamento Programado a Distância) por correspondências tendo concluído o citado curso no dia 7/3/1986. O citado curso organizado por Oswaldo Melantonio, formado em Direito, Filosofia e Jornalismo, Oswaldo presidente de honra de várias instituições culturais dentre elas a Academia Paulista de Oratório e Academia Brasileira de Comunicações Verbais. O curso de Comunicações Verbais teve a duração de 6 meses equivalente a 100 horas/ aula e credenciado pelo CFMO 097.
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Oswaldo Melantonio realizou vários cursos complementares no exterior e no ano de 1986 fazia 35 anos se dedicando exclusivamente as Comunicações Verbais; inicialmente, oratória formal e informal para líderes políticos e religiosos. Nos últimos anos Oswaldo especializou-se na área de comunicações dos executivos, objetivando a melhoria da produtividade pela eficiência da comunicação.
PERSONALIDADES EXPOENTES DAS COMUNICAÇÕES VERBAIS
Várias personalidades de Top da Política Executivos, da Oratória Geral, Locutores Esportivos, a exemplo de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia Jânio Quadros, Franco Motoro e outros expoentes que realizaram este magnífico curso, amplo usando as técnicas da Grécia antiga, a exemplos de formidáveis gênios da Comunicação, oratória da Grécia Antiga,celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles Demóstenes Cícero, este considerado como um dos maiores gênios nas Comunicações verbais da Grécia e do Mundo, chegando ao ponto de governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória de convencimento, resumindo era um " Um Gênio Abençoado da Oratória das Comunicações Verbais!".
Conteúdo do curso
Introdução, exposições práticas, técnicas da comunicação dos executivos, educação da voz, expressão corporal, figuras de estilos, dez qualidades básicas do executivo, práticas de comunicações verbais e práticas de oratória
De modo especial, Oswaldo realiza treinamentos para as lideranças dos principais escalões das grandes organizações privadas e publicas. O citado curso já treinou grandes personalidades de diversos seguimentos sociais a exemplo de Franco Motoro, Osmar Santos, narrador esportivo no estado de São Paulo, Jânio Quadros que foi Presidente da República de 31/1/1961 renunciando o governo em 25/8/1961, foi prefeito de São Paulo nas décadas seguintes.
Jânio Quadros nasceu em Campo Grande, (Mata Grosso do Sul) no ano de 1917 e faleceu no ano de 1992 em São Paulo e outros não citados. IOB – Cursos de Legislação Empresarial Ltda – CGC 47.677.810/0002-21, credenciado no CFMO 097, com endereço na Avenida Marques... Asa Branca – SP.

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