Ágatha/Bárbara derrota Walsh/Ross na semi e vai à final olímpica no Rio
Tricampeã olímpica, americana de 38 anos nunca havia perdido um jogo em toda a carreira nas Olimpíadas, desde Atenas 2004, quando atuava ao lado de Misty May
Desde os Jogos de Atenas 2004, a tricampeã olímpica Kerri Walsh fez o que parecia impossível se tornar realidade. Em toda a carreira, nunca havia perdido um jogo sequer no vôlei de praia olímpico. Eram 26 vitórias em 26 jogos, sendo 21 delas conquistadas com sua antiga parceira, Misty May-Treanor. Nas semifinais da Olimpíada do Rio, a parceria formada pela paranaense Ágatha e a carioca Bárbara Seixas encerrou a invencibilidade histórica de forma contundente, por 2 sets a 0, com parciais de 22/20 e 21/18. O dia havia sido péssimo para as mulheres do Brasil, com a derrota da seleção feminina de futebol, no handebol e nas areias, com o revés na outra semifinal de Larissa e Talita, equipe também cotada ao título em 2016. Tudo isso além da eliminação surpreendente do time de Zé Roberto Guimarães no Maracanãzinho.
Em sua estreia nos Jogos após um ano irretocável, as atuais campeãs mundiais enfrentam as alemãs Laura Ludwig e Walkenhorst em busca do ouro olímpico na Rio 2016, nesta quarta-feira, às 23h59, pelo horário de Brasília. Na preliminar, às 22h, as americanas medem forças com as brasileiras Larissa e Talita na disputa pelo terceiro lugar.
Ágatha e Bárbara comemoram mais um ponto na vitória sobre as americanas (Foto: Yasuyoshi Chiba / AFP)
O Brasil é o país com mais medalhas no vôlei de praia em Olimpíadas. Desde os Jogos de Atlanta 1996, ao menos um pódio é conquistado por edição. São 11 no total, sendo duas de ouro, seis de prata e três de bronze. Garantidos na final, Ágatha e Bárbara e Alison e Bruno Schmidt, na final masculina, já garantiram mais duas para a conta, que pode aumentar se houver o bronze.
A Rio 2016 é a quinta Olimpíada no currículo de Walsh, que competiu em Sydney 2000 a sua primeira, no vôlei de quadra, terminando em quarto lugar. Esta é a sua quarta vez no vôlei de praia e, desde Atenas 2004, passando por Pequim 2008, Londres 2012 e Rio 2016, ela vinha de uma impressionante sequência de 26 vitórias, até esbarrar nas brasileiras.
Em julho do ano passado, Kerri por pouco não as deixou fora do Rio ao deslocar o ombro direito justamente em um jogo contra Ágatha e Bárbara. Mesmo machucada, alcançou a vitória ao lado de April, com quem está junto desde 2013. A veterana se submeteu a uma cirurgia, foi dúvida, mas, se recuperou a tempo. Apesar do revés, o time dos Estados Unidos ainda lidera o retrospecto, com três vitórias contra duas da carioca e da paranaense, que também levaram a melhor em 2014, nas quartas de final do Grand Slam de Xangai, na China.
O JOGO
Walsh abraça Ross após a derrota para as brasileiras (Foto: Yasuyoshi Chiba / AFP)
O equilíbrio, como era de se esperar, deu o tom no início da disputa, Depois de um ace de Bárbara e um ataque para fora de Walsh, o Brasil dois pontos: 5 a 3. Combinando saques potentes e outros de efeito, as brasileiras atrapalhavam a devolução até mesmo para a tricampeã olímpica. De segunda, Bárbara fez 8 a 5, mas as rivais não se deixaram abater e empataram no bloqueio de Walsh: 9 a 9. A torcida entrou em quadra como terceiro jogador, vaiando as americanas e empurrando as locais. Os times iam alternando a lideranças, e os ralis empolgavam os torcedores que lotaram as arquibancadas em Copacabana.
Depois de uma defesa espetacular de Kerri, April soltou o braço e abriu dois pontos em um momento delicado: 18 a 16. As brasileiras buscaram e arrancaram outra igualdade com um ponto de saque da carioca. Ambos os times mantinham uma boa virada de bola, deixando claro que o detalhe iria definir. Na largadinha, Bárbara conseguiu o setpoint, escapando do paredão do outro lado. As americanas resistiram, mas foi a própria carioca que deu um ponto final, com um ataque poderoso, seguido de um ace, fechando a parcial 22 a 20.
Agatha e Barbara atropelaram as americanas Kerri Walsh e April Ross (Foto: Reuters)
Babi continuou inspirada na defesa e no ataque, surpreendendo as americanas. Ágatha também não perdoava nas cortadas, nos bloqueios e nem nos saques, outra arma que vinha surtindo efeito desde o início. Sem se importar com quem estava do outro lado, a paranaense cresceu no paredão e acertou dois seguidos para para fazer 6 a 2. O caldeirão quase veio abaixo, eufórico com tamanho êxito do time verde e amarelo. As americanas empataram por 8 a 8, mas demonstravam nervosismo, cometendo erros incomuns. Os saques de Walsh não entravam, e as equipe pecou ao imprimir muita força no ataque, mandando duas bolas seguidas para fora (11 a 9). A disputa ficou acirrada, com Bárbara defendendo praticamente tudo.
Em uma das paradas técnicas, a música "É hoje" empolgou a torcida, que continuou a cantar à capela: "Da alegria, e a tristeza nem pode pensar em chegar". As atuais campeãs mundiais contribuíram para a felicidade da maioria. Depois de outra grande defesa de Babi, Ágatha soltou o braço e fez 13 a 11. A virada de bola, por mais que as americanas tentassem dificultar, seguia como prova da sintonia fina da dupla, que se juntou em 2011. O jogo fluía, enquanto as rivais não conseguiam se encontrar. Walsh tentava de tudo, de cortadas fortes e ataques de segunda, mas nada funcionava. Quando não era Bárbara defendendo, Ágatha subia no bloqueio para afastar o perigo, como no 17º ponto contra 14 das adversárias, explodindo os decibéis da arena. O matchpoint veio com mais uma pancada da paranaense. As americanas evitaram o primeiro, mas, no segundo, não seguraram outro ataque poderoso de Ágatha para liquidar a partida: 21/18.
Desde os Jogos de Atenas 2004, a tricampeã olímpica Kerri Walsh fez o que parecia impossível se tornar realidade. Em toda a carreira, nunca havia perdido um jogo sequer no vôlei de praia olímpico. Eram 26 vitórias em 26 jogos, sendo 21 delas conquistadas com sua antiga parceira, Misty May-Treanor. Nas semifinais da Olimpíada do Rio, a parceria formada pela paranaense Ágatha e a carioca Bárbara Seixas encerrou a invencibilidade histórica de forma contundente, por 2 sets a 0, com parciais de 22/20 e 21/18. O dia havia sido péssimo para as mulheres do Brasil, com a derrota da seleção feminina de futebol, no handebol e nas areias, com o revés na outra semifinal de Larissa e Talita, equipe também cotada ao título em 2016. Tudo isso além da eliminação surpreendente do time de Zé Roberto Guimarães no Maracanãzinho.
Em sua estreia nos Jogos após um ano irretocável, as atuais campeãs mundiais enfrentam as alemãs Laura Ludwig e Walkenhorst em busca do ouro olímpico na Rio 2016, nesta quarta-feira, às 23h59, pelo horário de Brasília. Na preliminar, às 22h, as americanas medem forças com as brasileiras Larissa e Talita na disputa pelo terceiro lugar.
O Brasil é o país com mais medalhas no vôlei de praia em Olimpíadas. Desde os Jogos de Atlanta 1996, ao menos um pódio é conquistado por edição. São 11 no total, sendo duas de ouro, seis de prata e três de bronze. Garantidos na final, Ágatha e Bárbara e Alison e Bruno Schmidt, na final masculina, já garantiram mais duas para a conta, que pode aumentar se houver o bronze.
A Rio 2016 é a quinta Olimpíada no currículo de Walsh, que competiu em Sydney 2000 a sua primeira, no vôlei de quadra, terminando em quarto lugar. Esta é a sua quarta vez no vôlei de praia e, desde Atenas 2004, passando por Pequim 2008, Londres 2012 e Rio 2016, ela vinha de uma impressionante sequência de 26 vitórias, até esbarrar nas brasileiras.
Em julho do ano passado, Kerri por pouco não as deixou fora do Rio ao deslocar o ombro direito justamente em um jogo contra Ágatha e Bárbara. Mesmo machucada, alcançou a vitória ao lado de April, com quem está junto desde 2013. A veterana se submeteu a uma cirurgia, foi dúvida, mas, se recuperou a tempo. Apesar do revés, o time dos Estados Unidos ainda lidera o retrospecto, com três vitórias contra duas da carioca e da paranaense, que também levaram a melhor em 2014, nas quartas de final do Grand Slam de Xangai, na China.
O JOGO
O equilíbrio, como era de se esperar, deu o tom no início da disputa, Depois de um ace de Bárbara e um ataque para fora de Walsh, o Brasil dois pontos: 5 a 3. Combinando saques potentes e outros de efeito, as brasileiras atrapalhavam a devolução até mesmo para a tricampeã olímpica. De segunda, Bárbara fez 8 a 5, mas as rivais não se deixaram abater e empataram no bloqueio de Walsh: 9 a 9. A torcida entrou em quadra como terceiro jogador, vaiando as americanas e empurrando as locais. Os times iam alternando a lideranças, e os ralis empolgavam os torcedores que lotaram as arquibancadas em Copacabana.
Depois de uma defesa espetacular de Kerri, April soltou o braço e abriu dois pontos em um momento delicado: 18 a 16. As brasileiras buscaram e arrancaram outra igualdade com um ponto de saque da carioca. Ambos os times mantinham uma boa virada de bola, deixando claro que o detalhe iria definir. Na largadinha, Bárbara conseguiu o setpoint, escapando do paredão do outro lado. As americanas resistiram, mas foi a própria carioca que deu um ponto final, com um ataque poderoso, seguido de um ace, fechando a parcial 22 a 20.
Babi continuou inspirada na defesa e no ataque, surpreendendo as americanas. Ágatha também não perdoava nas cortadas, nos bloqueios e nem nos saques, outra arma que vinha surtindo efeito desde o início. Sem se importar com quem estava do outro lado, a paranaense cresceu no paredão e acertou dois seguidos para para fazer 6 a 2. O caldeirão quase veio abaixo, eufórico com tamanho êxito do time verde e amarelo. As americanas empataram por 8 a 8, mas demonstravam nervosismo, cometendo erros incomuns. Os saques de Walsh não entravam, e as equipe pecou ao imprimir muita força no ataque, mandando duas bolas seguidas para fora (11 a 9). A disputa ficou acirrada, com Bárbara defendendo praticamente tudo.
Em uma das paradas técnicas, a música "É hoje" empolgou a torcida, que continuou a cantar à capela: "Da alegria, e a tristeza nem pode pensar em chegar". As atuais campeãs mundiais contribuíram para a felicidade da maioria. Depois de outra grande defesa de Babi, Ágatha soltou o braço e fez 13 a 11. A virada de bola, por mais que as americanas tentassem dificultar, seguia como prova da sintonia fina da dupla, que se juntou em 2011. O jogo fluía, enquanto as rivais não conseguiam se encontrar. Walsh tentava de tudo, de cortadas fortes e ataques de segunda, mas nada funcionava. Quando não era Bárbara defendendo, Ágatha subia no bloqueio para afastar o perigo, como no 17º ponto contra 14 das adversárias, explodindo os decibéis da arena. O matchpoint veio com mais uma pancada da paranaense. As americanas evitaram o primeiro, mas, no segundo, não seguraram outro ataque poderoso de Ágatha para liquidar a partida: 21/18.
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O POETA MARATONISTA!
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
(A Poesia do Corredor)
Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!
Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...
É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz, porque a corrida me faz bem.
A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.
É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...
Poesia feita em 13/02/1985
Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.
PRINCIPAIS CORRIDAS
Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador de futebol, matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu 14 maratonas em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984, pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú pela BR 101 no ano de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de Mata de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas corridas citas sem ter apoio financeiro das prefeituras citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive nas duas Maratonas Internacionais houve apoio da Copene no translado Salvador Rio de Janeiro e vice versa, ajuda na estádia), sendo passagens de ida e volta a custo do atleta, e trabalhava das 8 horas as 17 horas e compensava os dias da estadia em New York (5 dias em 1984 e 1986).
CORREU UM "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE DE SALVADOR, COM 37 KM, EM 1987
*******************************************************************************
GAMALIEL CHAGAS - RESUMO DAS PRINCIPAIS CORRIDAS:
O MARATONISTA BAIANO DE 1984 - BICAMPEÃO DOS 10 E 5 MIL METROS NA PISTA DA FONTE NOVA 1983/84.
2 MARATONAS INTERNACIONAIS /CIDADE DE NOVA YORQUE
PENTACAMPEÃO MATENSE DE VETERANOS / CORRIDA RÚSTICA DO BOMFIM DE MATA DE SÃO JOÃO, NA DÉCADA DE 2000.
15 MARATONAS COMPETIDAS - COMPETIÇÃO NO ATLETISMO BAIANO BRASILEIRO, EM 6 ESTADOS DO BRASIL! 5 MARATONAS NO RIO E JANEIRO, 2 EM BRASILIA, 2 SÃO SILVESTRES EM SÃO PAULO, ANOS 1983/84. VÁRIAS ELIMINATÓRIAS BAIANA DA S. SILVESTRE NA DÉCADA DE 1980.
COMPETIU:
01 MARATONA EM SÃO PAULO, 01 EM JOÃO PESSOA, 30 KM DE SÃO CRISTÓVÃO A ARACAJU EM 1985, 2 MARATONAS EM BRASILIA.
COMPETIÇÃO 3 OLIMPÍADAS DO POLO PETROQUÍMICO DE CAMAÇARI ONDE FOI BICAMPEÃ, COMPETIU NOS CITADOS JOGOS, NOS 10M, 1.500M, 5 E 10 MIL METROS, ALÉM DE 28 HM DE CAMAÇARI A PRAÇA ACM IDA E VOLTA, QUANDO FICOU EM 5º LUGAR ANO 1982.
COMPETIU DEZENAS DE CORRIDAS EM SALVADOR E CIDADES DO INTERIOR DA BAHIA, CONQUISTANDO MEDALHAS E TROFÉUS....
NESSE PERÍODO TRABALHAVA DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, TREINAVA DAS 17H40 ÁS 20H30 DA NOITE. E FIM DE SEMANAS.
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TOTAL DE ACESSOS MAIS DE 737 MIL ACESSOS DIA 19/04/2016
Curso de Comunicações Verbais
(Um dos melhores do Brasil/S. aulo com credenciamento}
No ano de 1985 Gamaliel iniciou o curso de Comunicações Verbais PPD-IOB (Treinamento Programado a Distância) por correspondências tendo concluído o citado curso no dia 7/3/1986. O citado curso organizado por Oswaldo Melantonio, formado em Direito, Filosofia e Jornalismo, Oswaldo presidente de honra de várias instituições culturais dentre elas a Academia Paulista de Oratório e Academia Brasileira de Comunicações Verbais. O curso de Comunicações Verbais teve a duração de 6 meses equivalente a 100 horas/ aula e credenciado pelo CFMO 097.
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Oswaldo Melantonio realizou vários cursos complementares no exterior e no ano de 1986 fazia 35 anos se dedicando exclusivamente as Comunicações Verbais; inicialmente, oratória formal e informal para líderes políticos e religiosos. Nos últimos anos Oswaldo especializou-se na área de comunicações dos executivos, objetivando a melhoria da produtividade pela eficiência da comunicação.
PERSONALIDADES EXPOENTES DAS COMUNICAÇÕES VERBAIS
Várias personalidades de Top da Política Executivos, da Oratória Geral, Locutores Esportivos, a exemplo de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia Jânio Quadros, Franco Motoro e outros expoentes que realizaram este magnífico curso, amplo usando as técnicas da Grécia antiga, a exemplos de formidáveis gênios da Comunicação, oratória da Grécia Antiga,celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles Demóstenes Cícero, este considerado como um dos maiores gênios nas Comunicações verbais da Grécia e do Mundo, chegando ao ponto de governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória de convencimento, resumindo era um " Um Gênio Abençoado da Oratória das Comunicações Verbais!".
Conteúdo do curso
Introdução, exposições práticas, técnicas da comunicação dos executivos, educação da voz, expressão corporal, figuras de estilos, dez qualidades básicas do executivo, práticas de comunicações verbais e práticas de oratória
De modo especial, Oswaldo realiza treinamentos para as lideranças dos principais escalões das grandes organizações privadas e publicas. O citado curso já treinou grandes personalidades de diversos seguimentos sociais a exemplo de Franco Motoro, Osmar Santos, narrador esportivo no estado de São Paulo, Jânio Quadros que foi Presidente da República de 31/1/1961 renunciando o governo em 25/8/1961, foi prefeito de São Paulo nas décadas seguintes.
Jânio Quadros nasceu em Campo Grande, (Mata Grosso do Sul) no ano de 1917 e faleceu no ano de 1992 em São Paulo e outros não citados. IOB – Cursos de Legislação Empresarial Ltda – CGC 47.677.810/0002-21, credenciado no CFMO 097, com endereço na Avenida Marques... Asa Branca – SP


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