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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

CAMPEONATO BAIANO 2013/FBF VITÓRIA DA CONQUISTA LÍDER/BOTAFOGO DERROTADO 2x1 ATLÉTICO/AL....





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JOÃO UMBELINO  DE SOUZA, 

 PIONEIRISMO NA FUNDAÇÃO  DE SINDICATOS  NO BRASIL!
João  Umbelino Souza   em 1956,   ano  em que  comandou a  equipe de  sindicalistas que   trouxeram As Cartas Sindicais   que  estavam  "engavetadas" na Capital Federal do Brasil (Rio  de Janeiro)  e   que  gerou a  partir  das  citadas  Cartas! A  fundação  dos  Sindicatos  baiano  e    depois  no Brasil! Foto  de João Umbelino cunhado de Chiquitinha  Maravilha.


ESTATÍSTICA DO DIA 21/02/2013

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BAIANÃO 2013 TEM NOVO LÍDER E LANTERNA APÓS A 7ª RODADA

Postado por Comunicação FBF - em Geral
O Baianão 2013 tem um novo líder. Após o complemento da 7ª rodada, nesta quarta-feira (27), o Vitória da Conquista assumiu pela primeira vez a ponta da tabela.

O Bode goleou o Jacuipense, no Lomanto Júnior, por 3 a 0 e chegou aos 11 pontos. O alviverde superou o Juazeiro, agora vice-líder, no número de gols marcados, 11 contra dez.

Já na parte debaixo da tabela, a novidade ficou por conta do primeiro triunfo do Atlético na competição. O Carcará derrotou o Botafogo, em casa, por 2 a 1.

Além de comemorar o triunfo, o time de Alagoinhas chegou aos cinco pontos e deixou a lanterna do estadual. A última colocação ficou com o Fluminense de Feira, que perdeu por 1 a 0 para a Juazeirense, no Joia da Princesa.

O Touro se manteve com os mesmos cinco pontos, mas é superado pelo Atlético em gols marcados, cinco contra três. Já o Cancão de fogo, com a vitória em Feira, foi aos nove pontos ganhos e deu um salto para a quarta colocação.

Confira os resultados da 7ª rodada e classificação do Baianão:
 

Classificação

CLASSIFICAÇÃO POS PTS 
VITÓRIA DA CONQUISTA111
JUAZEIRO211
BAHIA DE FEIRA39
JUAZEIRENSE49
JACUIPENSE59
SERRANO68
BOTAFOGO76
ATLÉTICO85
FLUMINENSE95








GRUPO 1          
CLASSIFICAÇÃO POSPTSJVEDGPGCSG%
VITÓRIA DA CONQUISTA1116321114761.11
JUAZEIRO2116321103761.11
BAHIA DE FEIRA39623175250.00
JUAZEIRENSE49623178-150.00
JACUIPENSE5972321012-242.86
SERRANO68622267-144.44
BOTAFOGO76613288033.33
ATLÉTICO856123511-627.78
FLUMINENSE95712439-623.81

ARTILHARIA

5GOLS
Romulo

ROMULO

Bahia de FeiraBahia de Feira
4GOLS
Kleuber

KLEUBER

Juazeiro Social ClubeJuazeiro Social Clube
3GOLS
Ciel

CIEL

Juazeiro Social ClubeJuazeiro Social Clube
2GOLS
Carlinhos

CARLINHOS

EC Vitória da ConquistaEC Vitória da Conquista
2GOLS
Carlos Alberto

CARLOS ALBERTO

EC Vitória da ConquistaEC Vitória da Conquista
2GOLS
Diogo Capela

DIOGO CAPELA

Sociedade Desportiva JuazeirenseSociedade Desportiva Juazeirense
2GOLS
Jeferson

JEFERSON

Serrano Sport ClubSerrano Sport Club
2GOLS
Diego Higino

DIEGO HIGINO

Botafogo Sport ClubeBotafogo Sport Clube
2GOLS
Keno

KENO

Botafogo Sport ClubeBotafogo Sport Clube
2GOLS
Stefan

STEFAN

Esporte Clube JacuipenseEsporte Clube Jacuipense
2GOLS
Jânio

JÂNIO

Esporte Clube JacuipenseEsporte Clube Jacuipense
1GOLS
Leo Gama

LEO GAMA

Atlético de AlagoinhasAtlético de Alagoinhas
1GOLS
Michel

MICHEL

Atlético de AlagoinhasAtlético de Alagoinhas
1GOLS
Antônio Carlos

ANTÔNIO CARLOS

Atlético de AlagoinhasAtlético de Alagoinhas
1GOLS
Rayllan

RAYLLAN

Bahia de FeiraBahia de Feira
1GOLS
Jacson

JACSON

Bahia de FeiraBahia de Feira
1GOLS
Mica

MICA

EC Vitória da ConquistaEC Vitória da Conquista
1GOLS
Edimar

EDIMAR

EC Vitória da ConquistaEC Vitória da Conquista
1GOLS
Zé Leandro

ZÉ LEANDRO

EC Vitória da ConquistaEC Vitória da Conquista
1GOLS
Kaká

KAKÁ

EC Vitória da ConquistaEC Vitória da Conquista
1GOLS
Nem

NEM

Fluminense de Feira FCFluminense de Feira FC
1GOLS
Teco

TECO

Fluminense de Feira FCFluminense de Feira FC
1GOLS
Maílson

MAÍLSON

Fluminense de Feira FCFluminense de Feira FC
1GOLS
Deon

DEON

Sociedade Desportiva JuazeirenseSociedade Desportiva Juazeirense
1GOLS
Rodrigo

RODRIGO

Sociedade Desportiva JuazeirenseSociedade Desportiva Juazeirense
1GOLS
Quirino

QUIRINO

Sociedade Desportiva JuazeirenseSociedade Desportiva Juazeirense
1GOLS
Humberto Júnior

HUMBERTO JÚNIOR

Juazeiro Social ClubeJuazeiro Social Clube
1GOLS
Bruno Oliveira

BRUNO OLIVEIRA

Juazeiro Social ClubeJuazeiro Social Clube
1GOLS
Marrom

MARROM

Serrano Sport ClubSerrano Sport Club
1GOLS
Rogério

ROGÉRIO

Serrano Sport ClubSerrano Sport Club
1GOLS
Fred

FRED

Serrano Sport ClubSerrano Sport Club
1GOLS
Piauí

PIAUÍ

Serrano Sport ClubSerrano Sport Club
1GOLS
Jeferson Gusmão

JEFERSON GUSMÃO

Botafogo Sport ClubeBotafogo Sport Clube
1GOLS
Vitor dos Santos

VITOR DOS SANTOS

Botafogo Sport ClubeBotafogo Sport Clube
1GOLS
André Cabeça

ANDRÉ CABEÇA

Esporte Clube JacuipenseEsporte Clube Jacuipense
1GOLS
Mailson

MAILSON

Esporte Clube JacuipenseEsporte Clube Jacuipense
1GOLS
Nádson

NÁDSON

Esporte Clube JacuipenseEsporte Clube Jacuipense
1GOLS
Tone

TONE

Esporte Clube JacuipenseEsporte Clube Jacuipense
1GOLS
Flávio

FLÁVIO

Esporte Clube JacuipenseEsporte Clube Jacuipense
1GOLS
Walter de Oliveira

WALTER DE OLIVEIRA

Esporte Clube JacuipenseEsporte Clube Jacuipense


Alagoinhas Atlético Clube / BABrasilBrasil
Próximos jogos
Liga tabela
Pos.EquipeGPPtsWDLGFGA+ / -
1Vitória da Conquista / BA6113211147
2Juazeiro / BA6113211037
3Bahia de Feira / BA69231752
4Juazeirense / BA6923178-1
5Jacuipense / BA792321012-2
6Serrano / BA6822267-1
7Botafogo / BA66132880
8Alagoinhas Atlético / BA65123511-6
9Fluminense da Feira / BA7512439-6
Avança para próxima rodada
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CHIQUITINHA NA  MARATONA  DO RIO 1987


            Chiquitinha  (Gamaliel Chagas) na  Maratona  do Rio de Janeiro /23/8/1987
               (3h 5 min),  foto no  no aterro do  Flamengo/RJ, 42,195 km.







CAMPO HISTÓRICO POVOATIVO!

   DIAS D'AVILA 399 ANOS DE  FUNDAÇÃO (FEIRA  DE  CAPUAME -1614)

Estação Ferroviária com seu Obelisco Comemorativo, uns dos Símbolos Histórico do Município de Dias D'Ávila! Que completa no dia 25/02/2013, 27 Anos de Emancipação e 399 Anos de Fundação!


MARCOS HISTÓRICO / DOS ÁVILAS POVOADORES DA CASA DA TORRE
MARCO HISTÓRICO DATADO DE 1934, também tombado, monumento histórico!
Fuca localizado na atual Avenida Raul Seixas, assim como o painel abaixo.
POVOAÇÃO DA FEIRA DE CAPUAME/ RETRADO EM PAINEL 


PATRIMÔNIOS HISTÓRICOS DE DIAS D'ÁVILA!
EDIFÍCIO DA ESTAÇÃO  DEVE ESTÁ SEMPRE CONSERVADO, ASSIM COMO OS OBELISCO DA  ESTAÇÃO E A CHACARA  ONDE  SITUA-SE  O SINEBAHIA NA AV.  RAUL SEIXAS, ELES SÃO  SÍMBOLOS MEMORIAL HISTÓRICOS E  PATRIMÔNIOS FÍSICO, HISTÓRICO E CULTURAL  DO MUNICÍPIO  DIASD'ÁVILENSE  E DA BAHIA/BRASIL.
Foto Chiquitinha Maravilha (17/02/2012).

BALNEÁRIO   RIO IMBAS SAI OUTRO PATRIMÔNIO HISTÓRICO    CULTURAL QUE PRECISA SER TOMBADO  A NÍVEL MUNICIPAL CÂMARA DE MUNICIPAL E  DEPOIS  FEDERAL.



A  Cidade  do Forró do Arraiá  Bêra  Rí, nas margens  do histórico, lendário  Rio Imbassaí na  Cidade  de  Dias D'Ávila, cuja povoação originou-se da  criação em 1614 da Feira de  Gado  Colonial, denominada  de Capuame, feira esta   criada pelo  1º Francisco Dias D'Ávila, o  neto querido e amado, o herdeiro do Almoxarife  Garcia D 'Ávila,  - o Rei do Gado  dos  Sertões Baianos e Nordestinos
  Palco principal   do Arraiá  Bêra  Rí, onde    grandes atrações  da  música   sertaneja  se  apresentaram no    citado ARRAIAL  JUNINO






            Chiquitinha  (Gamaliel Chagas) na  Maratona  do Rio de Janeiro /23/8/1986
               (3h 5 min),  foto no  no aterro do  Flamengo/RJ, 42,195 km.




   



ATLETISMO  BAIANO/ CHIQUITINHA MARAVILHA  1984 E GERALDO (NITROCARBONO). 
Foto do Jornal Correio  da  Bahia  16 de junho de 1987 destacando   atletas baianos  destaque    no Atletismo    na  década  de  1980. Foto de  1984

  
ATLETISMO  MATENSE /CORRIDA RÚSTICA DO BONFIM DE MATA VER NO BLOG.

A POESIA DO CORREDOR!
             
 Chiquitinha  (Gamaliel Chagas) na  Maratona  do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min),  foto no  no aterro do  Flamengo/RJ, 42,195 km.



DE CAPUAME A DIAS D'ÁVILA, A  CIDADE DA ÁGUA MINERAL! 

A POESIA   SIMBOLO DA HISTÓRIA  DO MUNICÍPIO  DE DIAS  D'ÁVILA POETIZADA POR  CHIQUITINHA  MARAVILHA NO ANO DE 2000,  REVISADA  E E AMPLIADA  EM 2012.

DIREITOS AUTORAIS REGISTRADOS EM NOME DO AUTOR  DA  CITADA  POESIA, NA BIBLIOTECA NACIONAL DO RIO DE  JANEIRO/BRASIL 



POESIA RESUMIDA DE AUTORIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA, DA HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE DIAS D'ÁVILA:

POESIA SIMBOLO DA  HISTÓRIA RESUMIDA  DO  MUNICÍPIO DE DIAS D'ÁVILA QUE COMEÇOU CO A FUNDAÇÃO DA FEIRA  COLONIAL  DE GADO,  FUNDADA  POR FRANCISCO DIAS D'ÁVILA, O  NETO QUERIDO E AMADO DE GARCIA D'ÁVILA   (O 1º COM ESTE NOME).

POESIA DESCRITIVA BASEADA  EM FATOS  REAIS A LUIZ  DE DOCUMENTOS   DE  CREDIBILIDADE HISTÓRICA, E ATUALIZADA  COM  FATOS HISTÓRICO  DA  VIDA  URBANA, SOCIAL, POLÍTICA   DOS  TEMPOS ATUAIS.
 A POESIA  RETRATA DE  MANEIRA  POÉTICA A HISTÓRIA REAL DESDE A FUNDAÇÃO DA FEIRA DE CAPUAME EM  1624, POR FRANCISCO DIAS D'ÁVILA, PASSANDO PELA EMANCIPAÇÃO POLÍTICA ATÉ OS DIAS ATUAIS.

A POESIA BASEADO A LUZ DE DADOS OFICIAIS, APÓS CANSATIVAS E  AGRADÁVEIS  PESQUISAS,  AO LONGO DE VÁRIOS ANOS, PELO AUTOR DA POESIA.


GALERIA  DE FOTOS:
DO BALNEÁRIO  RIO IMBASSAI  2012
FOTOS DE CHIQUITINHA  MARAVILHA

VER  ABAIXO

A  Cidade  do Forró do Arraiá  Bêra  Rí, nas margens  do histórico, lendário  Rio Imbassaí na  Cidade  de  Dias D'Ávila, cuja povoação originou-se da  criação em 1614 da Feira de  Gado  Colonial, denominada  de Capuame, feira esta   criada pelo  1º Francisco Dias D'Ávila, o  neto querido e amado, o herdeiro do Almoxarife  Garcia D 'Ávila,  - o Rei do Gado  dos  Sertões Baianos e Nordestinos
  Palco principal   do Arraiá  Bêra  Rí, onde    grandes atrações  da  música   sertaneja estarão cantando, dançando, comandando  os  festejos  juninos no citado  arraial.



MARCOS HISTÓRICO / DOS ÁVILAS POVOADORES DA CASA DA TORRE
MARCO HISTÓRICO DATADO DE 1934, também tombado, monumento histórico!
Fuca localizado na atual Avenida Raul Seixas, assim como o painel abaixo.
POVOAÇÃO DA FEIRA DE CAPUAME/ RETRADO EM PAINEL 



  CAMPO HISTÓRICO POVOATIVO!
          DIAS D'AVILA 399 ANOS DE  FUNDAÇÃO (FEIRA  DE  CAPUAME -1614)


Estação Ferroviária com seu Obelisco Comemorativo, uns dos Símbolos Histórico do Município de Dias D'Ávila! Que completa no dia 25/02/2012, 27 Anos de Emancipação e 398 Anos de Fundação!
Foto Chiquitinha Maravilha (17/02/2012).

POESIA  DESCRITIVA DA HISTÓRIA  DA  FUNDAÇÃO DO MUNICÍPIO  DIASDAVILENSE  (Poetizada  em 2000)


POESIA HISTÓRICA - DIAS D'ÁVILA


De Capuame A Dias D’Ávila, A Cidade da Água Mineral!
(Resumo Histórico, poesia baseado em pesquisas oficiais)
Poesia de Chiquitinha Maravilha
Direitos autorais registrado em nome do autor.


Venham, Venham todos conhecer Dias D’ Ávila da Bahia minha gente!

A cidade da Água Mineral! Água pura e cristalina, água medicinal
Com o  seu imensurável lençol  d’água subterrâneo,  sempre emergente
Abastecendo a população da Cidade e do município, com água Mineral


Terra nativa, desbravada por  Garcia D’Ávila, no início do regime  colonial
Ele era português e logo construiu o lendário Castelo da Torre situado no litoral
Os Ávilas fizeram histórias fantásticas! Com as  suas famosas boiadas na região
Garcia D’Ávila o Almoxarife Real, Patriarca dos Bandeirantes, orgulho da Nação!


Francisco Dias D’ Ávila, o neto do Almoxarife Garcia  D’Ávila foi quem fundou
A primeira Feira Livre da Bahia, no ano de mil seiscentos e quatorze e registrou
Com o nome de Capuame, a citada Feira prosperou e no regime imperial mudou
 
seu nome para Feira Velha de Capuame, com este nome essa Feira, assim ficou!
 


Finalmente em mil novecentos e vinte e oito, a povoação de Feira Velha novamente
Mudou seu nome para Dias D’Ávila, numa justa homenagem ao seu nobre fundador
Francisco Dias D’Avila, numa iniciativa de Francisco Borges de Barros e do doutor
Pedro Calmon, deputado estadual que enviou projeto lei, sendo aprovado sabiamente!
 

Localização da Feira de  Capuame
 

A lendária Feira colonial de gado, denominada de Santo Antonio de Capuam e ficava
 
localizada num local central da atual cidade de Dias D’Ávila, pertinho da sua nascente
 
Do Riacho dos Periquitos, atual  Praça ACM, a lendária Feira de Capuame margeava
 
A Estrada das Boiadas, era os caminhos primitivos dos viajantes e boiadeiros valentes
 


Rumo as conquistas dos sertões baianos e nordestinos, tocando, levando as suas boiadas
Por onde passava ia desbravando sertões, formando povoações que eram transformadas
Em cidades, vilas e municípios! Os boiadeiros e viajantes eram os bandeirantes sertanistas
 
Homens que enfrentavam todo tipo de perigos! Eram homens corajosos e idealistas!
 

Na primitiva Feira de Capuame, existam rancharias, currais e Casa da administração
Nos currais ficavam as manadas de  gados, oriundos de várias localidades da Região
Dos sertões baianos e nordestinos, onde o gado bovino repousava, ficava a disposição
 
Dos fazendeiros, agricultores e outros homens ricos que desfrutavam de boa  reputação!
 

Proclamação de  Joaquim Pires de Carvalho!

Salve!  Feira de Capuame, Salve, Feira Velha! Tu és  Dias D’ Ávila, município atual
Nas lutas pela Guerra da Independência da Bahia, sediou as Tropas do Brasil imperial
 
Que marchando rumo ao Quartel de Pirajá, seguindo pela Estrada das Boiadas e Real
 
Em Pirajá ás tropas brasileiras venceram os lusitanos, numa batalha sangrenta triunfal.
 

No dia trinta  de junho do ano de mil  oitocentos e vinte e dois! A destemida  Legião
Da Casa da Torre, chegava na povoação da Feira de Capuame para abastecimento
Das suas Milícias de Armas e alimentos, servindo o local da Feira de Acampamento
 
das Tropas Independentes e do Exercito Brasileiro de Labatut, para defender a Nação!
 

Dia Dezoito de julho! Do ano de mil oitocentos e vinte e dois, o destemido coronel
 
Joaquim Pires de Carvalho de Albuquerque, assume o comando geral das operações
 
Das Tropas Independentes na povoação da Feira Capuame, um dia cívico, inesquecível!
 
Nesse mesmo dia, o coronel Joaquim Pires de Carvalho, recebe aplausos e ovações.
 

Num gesto patriótico pela Bahia e pelo Brasil! Brada o seu heroico grito de guerra...
 
Conclamando a todos os soldados e aos baianos! A defenderem a sua amada  terra
 
Contra o regime colonialista de Portugal, era vencer ou morrer, lutando pela Bahia!
 
Era a Proclamação de  Capuame, de Joaquim Pires! Um documento vivo da nossa história.
 

General Pedro Labutut chegana Feira de  Capuame
 

No dia histórico de vinte e sete de Julho de  mil oitocentos e vinte e dois, chegou
 
Na Feira de Capuame vindo de Sergipe, o General francês Pedro Labatut que assumia
 
A chefia do Exército Brasileiro e no dia seguinte, o General Pedro Labatut transferia
 
O seu Quartel da Feira de Capuame, para Engenho Novo, onde lá Labatut se aquartelou


A Feira de Gado de Capuame, como seu Trem de Guerra ou Acampamento Militar
Foi um local estratégico, durante o período da Guerra prol Independência da Bahia
Capuame foi um elo de ligação, entre a lendária Casa da Torre, situada perto do mar
 
Com o Recôncavo Baiano e o Quartel de Pirajá, um triângulo militar que impedia
 

O abastecimento de gado e de gêneros alimentícios, oriundos da Estrada da Boiadas
 
Para o Exercito Lusitano do general Inácio Madeira de Melo, sediado em  Salvador.
 
O Coronel Joaquim Pires, Major Sepúlveda e outros militares que com garra e amor
 
Defenderam a povoação da Feira de Capuame, comandando as suas tropas aí sediadas
 

O Poeta Santos Titara,  matense e  diasdavilense!
 

Titara nasceu no dia vinte e quatro de abril de mil oitocentos e um, na famosa
Povoação da Feira de Capuame, pertencente na época á freguesia de Mata de São João
Santos Titara de família religiosa, foi  batizado na abençoada Pia Batismal da Santuosa
 
Igreja do Bonfim de Mata, Titara estudou Latim na citada cidade e teve boa educação
 

Dias D’Ávila já foi Camaçariense e Matense, quando era distrito, povoação e arraial
 
No ano de mil novecentos e vinte e cinco, conforme um decreto de  Lei estadual
 
Dias D’Ávila deixa de pertencer a Mata, passando a ser de Camaçari, era a caminhada
 
Rumo ao seu desenvolvimento sócio - econômico e da futura liberdade tão sonhada!
 

A Tão Sonhada Emancipação!
 

Dia vinte e cinco de novembro de mil novecentos oitenta e quatro, um dia de decisão
 
O distrito de Dias D’Ávila vivencia um dia histórico, os diasdavilenses  conscientes vão
 
As urnas para decidirem a separação de Camaçari e vota com muita determinação
 
Na sua liberdade  política e administrativa! A população feliz, festejou  sua emancipação!
 

Tu és Dias D’Ávila da Bahia! Uma cidade, um município de grande  riqueza  natural
Da  pureza das minas de caulim branco a céu aberto, fixadas no seus solo rico sem igual
Solo repleto de verdejantes Mata Atlântica, berço, santuário ecológico do reino vegetal
Dias D’Ávila da Bahia, já foi Feira de Gado, povoação, distrito, Estância Hidromineral.

Oh! Cidade de Dias D’ Ávila, um  lindo pomar de árvores frutíferas e naturais
 
Onde são plantados no seu abençoado solo argiloso, rico em compostos minerais
 
Os coqueiros, abacateiros, jamelões, as pitangueiras, mangabeiras e tamarineiros
 
Semfalar dos pés de cajueiros, mangueiras, jaqueiras, jambeiros e os sapotizeiros
 

Dias D’Ávila, A Cidade Rainha das Águas ! Com seu moderno traçado  urbanístico
Com sua topografia plana, de lindas praças, ruas, avenidas  e o verde paisagístico
Uma cidade tradicionalmente balneária, banhada por vários riachos e suas nascentes
Salve Barragens do Jacuípe  e Joanes! Viva os rios Imbassaí, Jacuípe Mirim e afluentes.
 

Dias D’ Ávila, uma cidade jovem , onde são praticadas várias modalidades desportivas
 
Possui campos de futebol nos bairros, tem Ginásio de Esportes e quadras poliesportivas
 
Dia quinze de agosto, a Festa Católica da padroeira de Nossa Senhora da Boa Viagem
 
A Santa Protetora dos Boiadeiros e Viajantes, um dia de fé e devoção, Justa homenagem.
 

RAUL SEIXAS CANTAVA E TOCAVA VIOLÃO NA ESTAÇÃO!
 

Cidade de Dias D’ Ávila, década do ano mil novecentos e sessenta! Era vocalista
 
O soteropolitano Raul Seixas “O Maluco Beleza!” , compositor, músico e violonista
 
Raulzito ficava na Estação do Trem, como seu instrumento inseparável, o violão
No horário do Trem das Sete, Raul cantava suas lindas músicas, fruto de sua imaginação!
 


Dias D’ Ávila da Bahia com seu artesanato famoso, fabricado   com toque de magia
 
Pelas mãos de seus artesões, gente sábia, alegre e gentil! Orgulho da nossa Bahia
 
Dias D’Àvila um município moderno de economia forte, com seus Pólos de industrialização
 
Com as suas inúmeras fábricas, gerando muitos empregos e renda com a sua produção.
 

Oh! histórica Dias D’ Ávila! De todos os povos católicos e  evangélicos, irmanados
Numa só Fé, com as suas numerosas igrejas e seus diversos templos doutrinários
Neste município onde seus habitantes nativos ou emigrantes, vivem e são abençoados
 
Na glória eterna de Deus Pai Criador e do seu filho Jesus Cristo! O Missionário.


Salve! Município de Dias D’ Ávila dos seus filhos ilustres, nativos e os adotados
A exemplo de Santos Titara, Ayrton Nunes, Padre Camilo Torrando sábio iluminado!
Raul Seixas, Ditinho, Prof. Leite, Pro -Altair Lima, Muricy, Andréia Xavier, Cláudio Cajado
Marcus Miranda, Mário Padre, Clodoaldo Campos, João do Leite e outros  filhos não citados

Lucas Evangelista, Gilson Galvão, Francisco Borges de Barros, Carlos da Estação
Amarildo, Durval, Barbosinha, Vereadoras Margarida, Laura Folly, José da Conceição
Fernando e Vera Silva, Moacir Duarte, Sobrinho, José Carlos Prado, Tabireza Justo Abeleira
Celso e Vera Mollinari, Hamilton Estevão, Jussara, André do Leite,  Castro e Almiro Oliveira

Carlos Deiró, José da Cruz, José Espanhol, Caetano, Isaque, advogado Mozart Pedrosa,
Amália Chagas, Garcia, Manoel Serrador, Samoel Costa, Jô Plumas, Dó, Abinal Barbosa
Pedro Soares, Raimundo Sampaio, Cristóvão Almeida, Aloísio Valverde, Aracy, Marinho
Jouly, Edmundo Magalhães, Gamaliel Chagas, Felisbino, Napoleão Lisboa, Alzemir Tourinho

Ivone Mucugê, Pró Joanita Silva, Hercules Lima, Marcelino, Bosco, Manoel Cerqueira,
Tia Nem, José Vidal de Brito, Guanabara, Cassimiro, Bety, Drª Aleide, Orlando Ferreira
Justino, advogados: Giovah, Mary Fernandes e Portugal, Jerônimo, Pró Orlando e mais
Cosme Emanoel Sampaio, Henri Soussa, Pró Lucilia, Geraldo Cordeiro e seu Morais..!



POESIA RESUMIDA DE AUTORIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA, DA HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE DIAS D'ÁVILA:

POESIA DESCRITIVA, RETRATANDO A HISTÓRIA REAL DESDE A FUNDAÇÃO DA FEIRA DE CAPUAME M 1624, POR FRANCISCO DIAS D'ÁVILA DIAS D'ÁVILA PASSANDO PELA EMANCIPAÇÃO POLÍTICA ATÉ OS DIAS ATUAIS.
POESIA BASEADO A LUZ DE DADOS OFICIAIS, APÓS CANSATIVA E  AGRADÁVEIS  PESQUISAS,  AO LONGO DE VÁRIOS ANOS, PELO AUTOR DA POESIA.
  Compositor, Vocalista  e  Músico - Raul Seixas foi homenageado  com seu honroso nome  na  Praça  situada  no bairro  Nova Dias D'Ávila. Pr[oxima  homenagem  que precisa  ser feita a  construção do Memorial   Cultural  Raul Seixas (com   seu  acervo iconográfico, musical  e  literário, om anfiteatro para apresentações de  shows  musicais etc....)

Foto acima:  Pag 39 Rio de janeiro 1972  - Raul f defendendo let me sing, let me sing no oitavo Festival Internacional da Canção.


RAUL SEIXAS HOMENAGEADO NA POESIA

RAUL SEIXAS CANTAVA E TOCAVA VIOLÃO NA ESTAÇÃO! 

Cidade de Dias D’ Ávila, década do ano mil novecentos e sessenta! Era vocalista
 
O soteropolitano Raul Seixas “O Maluco Beleza!” , compositor, músico e violonista
 
Raulzito ficava na Estação do Trem, como seu instrumento inseparável, o violão
No horário do Trem das Sete, Raul cantava suas lindas músicas, fruto de sua imaginação!



RAUL SEIXAS “O  Maluco Beleza”
Por Chiquitinha Maravilha

Nasceu   no  dia  28 de gosto de  1945  na  Avenida Sete de Setembro, Cidade de Salvador/Ba.  Sendo  filho do casal   Raul Varela Seixas (Engenheiro) e Maria Eugenia Santos  Seixas (dona de  casa). Raul  foi  registrado em Cartório Cívil de Salvador no dia 07/07/1945, como o nome    Raul  Santos  Seixas (nome  do  avô paterno).
Seu  avô  paterno Raul Seixas   foi morador e  proprietário  de  extensa  terras   na  cidade de Dias D’Ávila, onde  tanto Raulzito como seu avô Raul Santos  Seixas foram  homenageados na cidade  Dias D’Ávila/Ba, ( o avô  com nome  de  uma  das  principais Avenidas e  Raulzito  com    uma  Praça no  bairro  de Nova  Dias D’Ávila, perto do CT Tricolor  em construção e  previsto para  ser inaugurado em abril  de  2013).
Raul Seixas amado e venerado  em Dias D’Ávila, na  Bahia, Brasil e  Exterior.

Fonte de Pesquisa Livro: Raul Seixas Por Ele Mesmo, 1989 / Martin Claret Ediotores LDTA. – Rua  Alegrete, 62 Sumaré São Paulo/SP

 Na foto:   Raul  O Contestador / Praia de Copacabana Rio de Janeiro 1979 / pag,74



PRAÇA RAUL SEIXAS (O Cantor)
         Praça  Raul Seixas/bairro Nova  Dias D'Ávila ano de  1998. Foto Chiquitinha Maravilha




GAMALIEL CHAGAS (CHIQUITINHA MARAVILHA) NA MARATONA INTERNACIONAL  DE NEW  YORK
GAMALIEL CHAGAS PRIMEIRO ATLETA MATENSE A  CORRER A MARATONA DE  NEW  YORK DUAS VEZES - 1984 E 1986
POR EXTENSÃO   DE DIAS D'ÁVILA E CAMAÇARI!
Chiquitinha  Maravilha  na / 15ª  Maratona  Internacional  de  Nova  York  -  28/10/1984,  na  foto,  Central Park  quando corria aos /41 km da prova. Gamaliel  Chagas  completou a  prova   em 3:7 min e 7 segs. mais  de 17 mil participantes! Na  foto Gamaliel  de  camisa  amarela, calção  azul, copo na  mão derramando água  na cabeça, sendo sua  classificação  geral  de  Gamaliel  829ª  e  1º  da  Equipe Baiana.


JOÃO UMBELINO  SOUZA, 

 PIONEIRISMO NA FUNDAÇÃO  DE SINDICATOS  NO BRASIL!
João  Umbelino Souza   em 1956,   ano  em que  comandou a  equipe de  sindicalistas que   trouxeram As Cartas Sindicais   que  estavam  "engavetadas" na Capital Federal do Brasil (Rio  de Janeiro)  e   que  gerou a  partir  das  citadas  Cartas! A  fundação  dos  Sindicatos  baiano  e    depois  no Brasil! Foto  de João Umbelino cunhado de Chiquitinha  Maravilha.


FALECEU  JOÃO UMBELINO DE SOUZA
O baiano  João Umbelino  de Souza, um dos fundadores do Sindicalismo Baiano e Brasileiro   na década de 1950, faleceu aos  88  anos  de  idade   em São Vicente/São Paulo.
João Umbelino faleceu  no dia  16/11/2012,  no domingo dia 18/11/ seu  corpo  foi   cremado.
   João  Umbelino  de  Souza  nasceu  no  dia  16/ 8/ 1924   na   cidade  de  Itapicuru,  sendo  seus  pais  Umbelina  Teodora  de  Jesus  e  Joaquim  Gonzaga   Leite,     seus   irmãos:  Jaime,   Jairo   este   residente   em   Aracajú,   José,  Antonio,   Dinorá,   Francisca  (a mais  velha),    Maria, Teodora,   Francisco,  Camerina   (reside   em   Salvador).

      João Umbelino  de  Souza,  no   ano  de  2012 aos  88 anos  residia  na  cidade  de  São  Vicente /São  Paulo,  com  sua   família.  Dos    irmãos   de   João   Umbelino  vivem: Dinorá, Camerina, Francisco, Jaime  e Teodora.
      Os filhos  de  Francisco  são: Adriana,  Claúdio  e  Marcelo.... (ver  sua  história completa abaixo).


POR CHIQUITINHA MARAVILHA

MATÉRIA ABAIXO HISTÓRICA DA CRIAÇÃO  DA  ASSOCIAÇÃO PROFISSIONAL  DOS TRABALHADORES NA INDUSTRIA  DO PETRÓLEO DO ESTADO  DA BAHIA E  DA  LIBERAÇÃO DAS  CARTAS  SINDICAIS, QUE  OFICIALIZOU    A CRIA:AO DO  SINDICATOS DO SEGUIMENTO PETROLÍFERO  NA BAHIA  E  NO BRASIL.
NO RELATO REAL DOS FATOS E ACONTECIMENTOS OCORRIDOS   NA  DÉCADA  DE  1950, NUM DEPOIMENTO  DE  JOÃO UMBELINO  DE  SOUZA, UM DOS   ARTICULADORES E  LÍDER,  JUNTAMENTE  COM OUTROS EXPOENTES VISIONÁRIOS, EM PROL   DOS  TRABALHADORES  DA PETROBRÁS.
DAS  CARTAS SINDICAIS  GERARAM   A  CRIAÇÃO  DOS  SINDICATOS PELO BRASIL    CONTINENTAL.
JOÃO UMBELINO  DE SOUZA  FALECEU DIA 16/12/2012, AOS 88 ANOS  DE IDADE, EM 2007 EM SÃO VICENTE ONDE RESIDIA HÁ DÉCADAS.



SINDICALISMO BAIANO E BRASILEIRO!


JOÃO UMBELINO  SOUZA -  PIONEIRISMO NA FUNDAÇÃO  DE SINDICATOS  NO BRASIL!

João  Umbelino Souza   em 1956,   ano  em que  comandou a  equipe de  sindicalistas que   trouxeram As Cartas Sindicais   que  estavam  "engavetadas" na Capital Federal do Brasil (Rio  de Janeiro)  e   que  gerou a  partir  das  citadas  Cartas! A  fundação  dos  Sindicatos  baiano  e    depois  no Brasil! Foto  de João Umbelino cunhado de Chiquitinha  Maravilha.

      João  Umbelino  na  Cidade  de  Mata  de  São  João

Biografado e  organizado   a  formatação sequencional  do texto por Chiquitinha  Maravilha  em 2007, na    pesquisa  com João Umbelino (residente em São Paulo desde  o início da  década  de 1960 (ano  de 1961). Digitado por  Gamaiel Miranda  Chagas em  2007.

      João  Umbelino  de  Souza,  foi  trabalhar  no  Conselho  Nacional  de  Petróleo  no  ano  de  1952,  no mês  de maio  na  cidade  de  Salvador  e  nesse  mesmo  ano,   foi  transferido  para  trabalhar  no  município  de  Pojuca   onde   trabalhou   alguns   meses,   sendo   trans-ferido  nesse  mesmo  ano  para  a  cidade  de  Mata  de  São  João.
      João   Umbelino    trabalhou   ainda   nos   campos   petrolíferos   de  Alagoinhas,  Catu,  Candeias,  Dom   João   e  São  Francisco   do  Conde.  No  dia  12/ 10/ 1953,  o   presidente  do  Brasil  Getúlio  Dornelles  Vargas  assinou  a  lei  que  criou  a  Petrobrás  no  Brasil.
      João  Umbelino  residiu  na  cidade  de  Mata  de  São  João  desde  o  ano  de  1952  até  o  ano  de 1960.  João   foi    um    dos   principais   articuladores   e   coordenador    para   a   criação   da   Associação   Profissional    dos   Trabalhadores   na   Indústria    do    Petróleo   do Estado  da   Bahia   e   que  deu  origem   ao   Sindicato  dos Trabalhadores  na  Indústria   de  Extração  do  Petróleo  do  Estado   da   Bahia,   foi   o  1º  Delegado  Sindical  de  Mata  de  São  João. 
     Fez  parte  João Umbelino  de  Souza,  da  histórica  Comissão  formada  por   três   funcionários  da  Petrobrás   na   Bahia,  no  ano  de  1958, que   foram  ao  Rio de   Janeiro,  buscar   a   Carta   Sindical   que   autorizava  a  criação   do  Sindicato  dos   Petroleiros  na  Bahia  e   por  extensão  as   Delegacias   Sindicais,  nos   municípios    onde    a    Petrobrás  tinham   os   seus  Campos  Petrolíferos.
      Os  três  funcionários da  Petrobrás  integrantes   da   Comissão  foram:  João  Umbelino  de  Souza (chefe  da  Comissão),  Manoel  Alves  Bonfim  (ambos  de  Mata  de São  João) e  Osvaldo  Marques  Oliveira  (Refinaria   de  Mataripe).
      João  Umbelino   fez   parte  do  Diretório  do  PTB  (foi Secretário)   no   município  de   Mata  de  São  João,   no   ano   de   1958,   quando   foi   reativado   o   PTB    no    citado  município.

 João  Umbelino  ajudou   a  fundar  Farmácia
para  os  Petroleiros

     João  Umbelino  no  ano  de  1956,  ajudou  a   criar  uma  farmácia,  para  a  Associação Profissional  dos  Trabalhadores  na  Indústria   do   Petróleo   do  Estado  da   Bahia      que  foi  instalada   na  subloja  da   Sede  da  Associação,  localizado   num   imóvel   de    frente   para  a  Estação  da  Leste  da  Calçada  (Salvador).
     Era  presidente da  Associação, Simpliciano Joaquim  dos  Santos,  Umbelino  contactou  com   representantes   de   Laboratórios   Farmacêutico,   para    fazer   convênios  a  fim  de  comprar   remédios   com   preços   mais   baixos,   para   poder   através   da    farmácia   da  Associação,   vender  os  remédios   com   preços   baixos,  aos   associados.                                
     Dr.  Ari  médico da  Petrobrás, foi  um  dos  que  ajudaram  também  na  estruturação  da  farmácia. Ari  era  filho  de  Dona  Antonieta,   parente  de  Umbelino,   tendo   criada   uma  irmã   de  Umbelino.
          
 Juscelino  Kubitschek  em  Mata  de  São  João (1955)

      João  Umbelino de  Souza  esteve  presente, quando   da   visita   política  do   candidato   a   Presidência  da  República  Juscelino  Kubitsckek, na cidade  de  Mata  de  São João,  no  segundo   semestre  de  1955.  Juscelino   fazia   uma   Excursão  Política   pelo   Estado   da  Bahia.
      A  Comitiva  de  Juscelino  que  viajava  de   trem,   realizou   uma   rápida   parada    na  Estação  de  Trem,  na   Cidade  de  Mata  (a  que   se  encontra  em  ruínas,  2007),  e   em  cima   de  vários  sacos  de  farinha  de  mandioca  que estava  na  rampa da  citada  Estação  de  Trem,  JK realizou  um   empolgante   discurso,  sendo  muito  aplaudido.
     O  Cônego Nélson  Terceiro  de  Farias,  deu  as  bênçãos  de  Boas  Vindas,  a Juscelino na rampa  da   Estação de  Trem,   num   momento   religioso  de sublime   magnitude,  para  todas    as   pessoas   presentes  na   recepção  do  iluminado   Juscelino   Kubitschek.
     Juscelino  teve  o  total  apóio  político  no   município  matense,  do  prefeito   Antonio de  Souza  Gomes  (1955/1959),  onde  Juscelino  teve uma  excelente votação nas  eleições  presidenciais  de 1955, governando  no  período    de 1956/61.
     Juscelino  teve  o   apoio  político  do   Governador   da   Bahia,  Dr.  Antonio   Balbino,  que  se   fêz  presente  na  cidade  de  Mata  de  São  João,  ao  lado  de  Juscelino   no    dia   do  discurso  histórico,   na   Estação   de Trem,  na  Cidade   de Mata. 
     No  Estado   da Bahia, Juscelino  Kubitschek  foi  o  candidato  mais  votado para  Presidente da  República   do  Brasil,  sendo  eleito  para   o  quinquênio   de  1956/1961.   
      À   grande  receptividade  do  candidato  JK,  na   cidade  de  Mata   de  São  João, ficou  guardado  no  seu  coração  e  na  sua  mente! Eleito  Presidente  do  Brasil,  JK  não  esque-ceu  do  povo  matense  nem  o  seu   prefeito,  Antonio de  Souza  Gomes.  Prova  disso,  foram   os   investimentos   na   Mata  de  São   João,   quando   da   Implantação   do   Núcleo Colonial  Juscelino  Kubitschek,  um  núcleo  modelo  para  todo o   Estado   da  Bahia,   na  naquele   dia  9  de  janeiro   de  1959,  data   da   inauguração  do  citado núcleo colonial.
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                

Criação   da  Associação   Profissional   dos   Trabalhadores

da   Indústria   do  Petróleo  do  Estado  da  Bahia  (1954)
(histórico)

     Com  a  criação   da   Petrobrás,   através  da  Lei  nº  2004,  sancionada  pelo  Presidente  da  República  do  Brasil,  Getúlio  Dornelles   Vargas,    no  dia   23   de   outubro  do   ano  de  1953  (antes   era  o  Conselho  Nacional   de  Petróleo – CNP),   com    capital     misto,  51%   do   Governo  Federal   e  49 %   do  capital   privado,  tornou-se  possível  à   criação  de  Associação Profissional dos  Trabalhadores  na  Indústria  do Petróleo  e posteriormente  Transformada   em   Sindicato  dos   Trabalhadores  da  Indústria  de  Extração  do  Petróleo   no   Estado   da   Bahia  (STIEP/BA).

Nasce  em  Mata  a  ideia  da   criação  da  Associação em  1954

    Conforme  o relato exclusivo de João  Umbelino  de Souza, sobre    a  história da  criação da  Associação  Profissional dos  Trabalhadores da   Indústria  do  Estado  da  Bahia,  no ano  2007 (aos 83  anos, morador  em  São Vicente  /São Paulo, em 2012 João    completou  88  anos)  ao   seu   cunhado, Gamaliel Sales Chagas, autor  dessa  matéria histórica. João Umbelino  de Souza, 83  anos  d e idade  m  2007,  morador em  São  Vicente/SP. 
    João  Umbelino  de Souza, num  dos  seus  dias  de trabalho  num  dos  campos   de per-furação  de  óleo,   na  cidade  de  Mata  de  São  João,  em  conversa   com   o   Engenheiro  Hamilton  de  Jesus,  que   estava inspecionando os trabalhos   nas   sondas  de  perfurações,  em  conversa   com  João  Umbelino,  relatou   que   com  a   criação  da  Petrobrás,  poderia  ser   criada   uma   associação  dos   trabalhadores   da   Petrobrás,  conforme   constava   na  Consolidação  das  Leis  Trabalhistas - CLT.
     O  Engenheiro  Hamilton  de  Jesus,  residia  na  Cidade  de Mata   entre  o  final  do ano  de 1953  a  início de 1954,  na  atual  Rua   Antonio  Luiz  Garcez,  proximidades   da   casa  residência   que  pertencia à   família   de   Gil   Ferreira    e   que   foi    desapropriada,    no    ano  de  2005,  para   a  criação  do  Parque    da  Cidade.
      João   Umbelino  de  Souza,   na   sua   folga  de  trabalho  da  Petrobrás  na   cidade   de  Mata,  pegou  o  trem   na   Estação  (Mata),  e   saltou   na   Estação  de  Trem  em  Mapele,  pegou  outro   trem  com   destino  a  cidade  de   Candeias,  onde  saltou,  indo   tratar  com  alguns  companheiros  de   empresa   Petrobrás,   sobre   a   criação   de   uma   associação   dos  trabalhadores da   Petrobrás. 
     João  Umbelino,  na  cidade  de   Candeias  procurou   os   colegas   Francisco   Pinheiro,  Osvaldo  Marques  de  Oliveira  (Refinaria  de  Mataripe),  Arnaldo  (motorista)  e   mais   o    Simpliciano  Joaquim  dos  Santos  (Setor  de  Almoxarifado  de  Candeias) e  outra  pessoa que  Umbelino  não   se   lembrou  do  nome.
     Reunidos   com   os  colegas  citados  debaixo   de  uma   árvore,  na  cidade de Candeias  João   Umbelino  colocou   em   foco   a  idéia   de   se  criar,  uma  associação dos trabalha-dores  da Petrobrás.
     Dias  depois  daquela  reunião, Umbelino  foi   para  Salvador  e  na  oficina   do   antigo  Conselho  Nacional  de  Petróleo (CNP),  localizada  na   Jiquitaia   e   procurou   o  Mestre   Hugo  que  apresentou  a Umbelino, um  dos  advogados  pertencente  à  Federação da    Indústria   e  do Comércio.
      João Umbelino  conversando  com  o citado  advogado, pediu  orientações  jurídicas  de como poderia   ser   criada,  uma  Associação Profissional  dos Trabalhadores  da  Petrobrás  do  Estado  da  Bahia.    
        Mediante  as   informações  fornecidas  pelo  advogado da  Confederação  da  Indústria  e  do  Comércio, o  grupo de  petroleiros  liderado  por  João Umbelino  de Souza,  Osvaldo  Marques de Oliveira,   Francisco  Pinheiro,  Simpliciano   Joaquim  dos   Santos,   Mestre   Hugo  e  outros  petroleiros  não citados,  foi  criado  a  Associação  Profissional  dos Trabalhadores  da Indústria  do  Petróleo   do    Estado   da    Bahia.  O  1º   no  gênero   na   Bahia,  era  o  primeiro  passo   para  a  criação de um  sindicato forte  e  atuante dos  petroleiros  na  Bahia.
       A  citada  Associação   era   formada   por  11  membros:   Presidente,   vice-presidente,
1º e  2º   tesoureiro, um  Conselho  Fiscal  formado por   3   Conselheiros   e  3  Suplentes.                   
     A citada Associação levou  aproximadamente 90 dias, para  sua  legalização   (registro).  A  sua  1ª  Sede   foi   no Largo  da  Calçada,  num   prédio  de  frente  para   a Estação  da  Leste Ferroviária.

Eleição  da  1ª  Diretoria   da Associação 1954/55 e
Renúncia   forçada  do  1º Presidente

      O  primeiro  presidente   eleito  da  Associação   Criação   da  Associação   Profissional   dos   Trabalhadores da  Indústria   do  Petróleo  do  Estado  da  Bahia  (1954),  foi  Anibal  Carnaúba  Filho,   sendo  o  vice-presidente   Simpliciano  Joaquim   dos  Santos,  biênio  1954/ 955.
     Nesse citado   biênio,   o  presidente  eleito  estava   entravando   o   fortalecimento   e  crescimento  da   Associação   e  segundo  informações   sigilosas,  detectadas    por    associados  e  membros   da  diretória  da  referida   Associação.
     O  presidente  eleito estava  negociando   vantagens   pessoais,  com  a  alta   direção   da  Petrobrás, em troca  do  enfraquecimento da  Associação   Profissional   dos  Trabalhadores  na  Indústria  do  Petróleo  do  Estado  da  Bahia.
      Após  algumas  reuniões de Assembléia,  diretoria  e  associados  o presidente  foi  obrigado a  renunciar,  assumindo  o  vice  Simpliciano  Joaquim   dos  Santos   que   completou   o  restante  do  mandato.   

  Como  Aconteceu  o Afastamento  do Pres. da Associação

      Detectada   mediante   uma   investigação   sigilosa,   por   associados   e   membros   da   Associação dos Trabalhadores  da  Indústria  do   Petróleo  no  Estado  da  Bahia,  (Arnaldo  foi   um  dos   investigadores   da   Associação),   foi   marcada   reuniões   de   Assembléias  na  cidade  de  Candeias,  com  associados   e   membros   da    diretória    da   Associação.
      Numa  dessas  reuniões  na   cidade   de   Candeias,  aconteceu  o  afastamento  do  pre-sidente  (foi afastado)  pelos  associados   e   membros    da   diretoria,    numa   reunião   de  Assembléia  da  Associação.
     A  citada  reunião aconteceu   a partir   das 20  horas, terminando  mais  de meia   noite.  Os  associados  e  membros  da  diretoria,  colocaram  em  pauta  os  motivos  daquela    reunião  extraordinária,  na  cidade  de  Candeias,  era   mais   ou  menos   o   ano  de  1955.
     Após   várias   horas  debatendo   os   assuntos   pertinentes da  Associação,   num   dado  momento,   o  presidente   foi   ao    banheiro   e   foi    nesse   exato   momento   que   João  Umbelino (Delegado da  Associação em  Mata  de São João) um   dos  líderes   mais   ativo   e  fiscalizador   para   que  a  categoria   dos   petroleiros  se   solidificasse,  pegou   o  Vice-
presidente  da Associação,  Simpliciano   Joaquim   dos  Santos  pelo  braço e colocou  sen-tado  na  cadeira,  onde  estava   sentado  o   presidente  Carnaúba Filho, (que  havia  ido  ao   banheiro).
     E  a partir  daquele instante  todos  os  associados  e  membros  da  referida  Associação,   por  aclamação naquela  reunião histórica,  afastaram   o   presidente,  tendo  imediatamente  assumido  o  vice,   Simpliciano  Joaquim  dos Santos, que completou o  biênio de 1954/55, abrindo  uma   nova  página  na  história  da  Associação.

  A  Transformação  da  Associação  em  Sindicato

     Nas  eleições  para   o  biênio  1956/1957,  foi  outra  vez   eleito  Simpliciano   Joaquim  dos  Santos,  assim  com  a  sua  diretória.  João  Umbelino  que  era  o Delegado Sindical em  Mata  de  São João, no  biênio  de 1954/1955,  foi  nomeado  pelo  presidente Delegado   pela  2ª vez,   agora    para  o  biênio  1956/1957.
     Para  transformar a  Associação  Profissional  dos Trabalhadores da  Indústria  do  Petróleo  no  Estado  da  Bahia  em  Sindicato,   era   preciso   cadastrar   no   mínimo    2/3   dos   funcionários da  empresa  Petrobrás,  conforme  previsto   na  Consolidação das  Leis  Trabalhista (CLT), para a preparação do processo de Enquadramento e Transformação  de   Associação  para    Sindicato.      
      João  Umbelino   e   outros   membros  da  Associação,   visitaram   vários    municípios   do  Recôncavo  e  cidades  vizinhas  onde  a  Petrobrás   tinha   seus   campos   petrolíferos   e  fez  a  ficha  de  vários  funcionários  para   alcançar   os  2/ 3   da  totalidade   dos  petro-leiros,  visando  a  formação  do  processo   de   enquadramento para  a  transformação    da  Associação  Profissional   dos  Trabalhadores   da   Indústria   do   Petróleo   no  Estado   da  Bahia  em  Sindicato.


Fichas  de Cadastramentos   em  Vários  Municípios

     Foram feitas  fichas de  cadastramento   nos  municípios de  Mata  de São João,  Candeias,  São  Sebastião  do  Passé,   Catu,  Pojuca,   na   Refinaria   de   Mataripe    dentre  outros  locais  onde  a  Petrobrás   tinha  suas  atividades  petrolíferas.

      Elaborado  o  processo   de   enquadramento   para   a   transformação   da   Associação    em   Sindicato,  foi   registrada   toda   a  documentação  necessária  (a  Carta  Sindical)   na    Delegacia  do  Trabalho   em   Salvador,  sendo   enviada    para  o Ministério do   Trabalho,    na  Capital   Federal   no  Rio  de  Janeiro,  isto   no  ano  de  1957  para  ser  aprovada.
       A   Carta   Sindical    ficou   na   Capital   do   Brasil  (Rio  de Janeiro),”engavetada” no    Ministério  do  Trabalho,  durantes  meses,  isto  no  ano  de  1957,   era  preciso  agilizar   o processo  de  transformação  da  Associação  em Sindicato  o  mais   rapidamente  possível! 
     

                         Delegacia  da  Associação  na  cidade  de

                           Mata  de São  João  1954/55  e 1956/57


       A Associação   Profissional  dos Trabalhadores  na Indústria do  Petróleo  no Estado da  Bahia,   na   cidade  de  Mata    de   São   João,  tinha    como   Delegado Sindical (nomeado   para o biênio  1954/55),  João Umbelino  de  Souza,  trabalhava  no  setor  de  perfuração da  Petrobrás,  no  campo  petrolífero  de  Mata.
        João  Umbelino  como  Delegado  da   Associação,   nomeou   Manoel   Alves  Bonfim
para  realizar  os  serviços  de cobranças  de  uma   taxa  dos  Associados  da   Petrobrás,  no campo  petrolífero  de  Mata.  Bonfim   levava   os   recibos  e   os  valores  para  a diretoria da  Associação   em  Salvador,  sede  na  Calçada.   
      Na   Delegacia   da   Associação  ou  Sindical,  João  Umbelino  trazia  advogados  liga-dos  a  Diretoria  tanto   da  Associação  Profissional   dos  Trabalhadores  na   Indústria   do  Petróleo  do  Estado  da  Bahia,  ou   do  Sindicato    dos   Trabalhadores   na   Indústria   da  Extração   do   Petróleo   do   Estado   da  Bahia   (STIEP - BA),  para  realizarem  palestras  sobre  os  direitos  dos  Associados  contidos  na   Consolidação   das   Leis   Trabalhistas – CLT.
      Com  essas  palestras  sobre  os  direitos  dos  trabalhadores,  a  categoria  dos   petrolei-ros  da  Bahia  ganhava  experiência  e  conhecimento  da  CLT,  fortalecendo  com   isso  a  categoria,  tornando  o  Sindicato  mais  forte  e  unido  na  luta  pelos  seus  direitos   traba-lhista.
      A  Associação   dos  Petroleiros   que  foi   transformada  em   Sindicato  no   dia  26  de  novembro   de   1957,   eram   formados   pelos   trabalhadores   da   perfuração,   produção,  oleoduto,  setores  administrativos,  transporte,  refeitório  e  etc.
      João  Umbelino  de  Souza  tinha  o   hábito  de  dormir  tendo  nas  suas  mãos  a  CLT,  João  lia   profundamente   a   CLT   até  altas  horas  da  noite,  com  o  objetivo  de memo-rizar  as  leis  trabalhistas, para  ter  um  conhecimento  profundo  da  CLT.

    Governador  Antônio  Balbino  Libera  Passagens

      A  diretoria  da  Associação  Profissional  dos  Trabalhadores  da  Indústria  do  Petróleo  do  Estado  da  Bahia,  liderado  pelo  seu   presidente  Simpliciano   Joaquim   dos   Santos,  juntamente   com   membros   da  diretoria   e   associados   vão   ao   governador   Antonio  Balbino  no  Palácio  do  Governo  na  cidade  de  Salvador  solicitar  ajuda  para   a   libera-ção  de  passagens  aéreas  com  destino  ao  Rio  de  Janeiro.
      O  deputado  estadual  Solano  Martins,  que  teve   o   apoio   da   categoria   dos  petro-leiros  para  a  sua  candidatura  nas eleições  de  1950,  apoiava  os  petroleiros  na transfor-mação  da  Associação  e  Sindicatos  e  foi  ele  quem  marcou  a  audiência  da Associação  com  o  governador  Antonio  Balbino,  participando  também  da  reunião.
      Antonio  Balbino  recebeu  os  membros  da  Associação,  juntamente  com   vários   as-sociados  e  ouviu  os  anseios  das  categorias  dos  petroleiros,  que  era  conseguir  a   aju-da  para  a  liberação  de   passagens   aéreas,  a  fim    de   transformar   a   Associação   em  Sindicato,  cujo  processo  de   transformação  se encontrava  “engavetados”  no  Ministério  do  Trabalho  na  Capital  Federal  do  Brasil,  no  Rio  de  Janeiro.
      Antonio    Balbino    recebeu    com    interesse    os    membros    da     Associação   dos  Trabalhadores  da  Petrobrás  e  após  ouvir  os  citados  membros,  atendeu  as  reinvindica-ções  da  Associação.
      O   governador   Antonio   Balbino,   na   época    em    que   era   Senador   Federal   da  República  do  Brasil   havia   assinado  o  projeto  da  Lei  2004,   no   dia  23   de   outubro   de  1953   da   criação   da   Petrobrás.  Dr. Antonio   Balbino    foi   Senador  da  Bahia   no   período   de  1951 – 1954,  sendo  presidente  do  Brasil  Getúlio  Dornelles  Vargas  (1951 – 1956).
      Antonio  Balbino  via  com  bons  olhos   a   criação   do   Sindicato   da   categoria   dos  petroleiros  da  Bahia,  porque  era   mais  um  elo  de  fortalecimento  da  nacionalidade  da  Petrobrás,  cobiçada  na  época  por  alguns  governos  estrangeiros.  
      A   criação  e  o  fortalecimento  do  Sindicato  contribuía   em   muito   para   manter   a  Petrobrás  viva   no   monopólio  brasileiro o  das   reservas   petrolíferas  nacional.    Após  a  reunião  foi   providenciada  a  liberação   das   passagens  aéreas,  com  destino  ao  Rio  de  Janeiro,  era  o  final  do  mês  de  setembro  do  ano  de  1957.

  Membros  da  Comissão  que  foram buscar as  Cartas  Sindical.

      Com  a  ajuda  do  governador Antonio  Balbino  na liberação  de  passagens  aéreas, lo-go  após  a  reunião  no  Palácio  do  Governo,  o  presidente   da   Associação   Profissional  dos  Trabalhadores  da Indústria  do  Petróleo  no  Estado  da  Bahia,  Simpliciano  Joaquim  dos  Santos (ele trabalhava  no  setor  de Almoxarifado  da Refinaria Landulfo  Alves,  mais  conhecida  como  Refinaria  de  Mataripe), escolheu  os  nomes  dos   Associados  presentes  alí  naquela  reunião  e  que  iriam  ao  Rio  de  Janeiro, buscar  a Carta  Sindical.
     

João  Umbelino Presidente da Comissão 

     O  Presidente Simpliciano  escolheu  o  primeiro  nome,  João  Umbelino  de   Souza   que   trabalhava  no  campo  petrolífero  de  Mata  de  São  João  (setor  de   perfuração),   e   um    dos   principais  idealizadores  da  criação  da  Associação   e   da  transformação  de   Associação   em  Sindicato. João  Umbelino de Souza, foi   designado  o  Presidente  da   Comissão.
      O  segundo nome  indicado  por  Simpliciano  foi  o  de  Osvaldo  Marques  de  Oliveira  que  trabalhava  na  Refinaria   de  Mataripe.  Simpliciano   autorizou   a  João  Umbelino de  Souza a   escolha  do  terceiro  componente   da   Comissão,  sendo indicado  Manoel  Alves   Bonfim.
Manoel  Alves  Bonfim,  trabalhava   no  campo  petrolífero  de  Mata   de  São   João,  no       Setor  de Vigilância  e  fazia parte  da  equipe (era  tesoureiro) da  Associação  dos Petroleiros  do campo petrolífero  de Mata de   São  João.


GOVERNADOR  BALBINO   LIBERA AS  PASSAGENS

      Antonio  Balbino  deu  ordens para  a  sua  Secretária   para  pegar  os documentos  dos  três componentes da Comissão. Primeiramente  foi  solicitado  de  João  Umbelino, Osvaldo Marques de  Oliveira  e  Manoel  Alves   Bonfim.  
      Os  documentos  recolhidos  pela  secretaria  do  Governador  Balbino,  era  para  provi-denciar  as  passagens  aéreas  de  ida  e  volta  cedida  pelo  governador  para   os   três   es-colhidos,  para  viajarem  para  o  Rio  de  Janeiro  na  missão nobre  de   trazer   a   tão   so-nhada  Carta  Sindical,  que  transformava  a  Associação  em Sindicato  dos  Trabalhadores  da  Indústria  de  Extração  do   Petróleo  no   Estado  da   Bahia  (STIEP/BA).
      Após  a  reunião,  dias  depois,  as  passagens  aéreas  foram  liberadas   e   foi   feita  na  sede   da   Associação  localizada   na   subloja   de   um   prédio    situada    em    frente   da  Estação  da  Leste  Ferroviária   na   Calçada   (Salvador),  “uma   vaquinha”    arrecardando    dinheiro  pelo advogado  da  Associação,   o   Dr.  José   Teixeira   e  que   foi  entregue  aos  componentes  da  Comissão,   para   as   despejas   iniciais   de   hospedagens    na    Capital  Federal  do  Brasil  (Rio  de  Janeiro).

A  Viagem,  Debates  e  Aprovação  da  Carta  Sindical

      João  Umbelino  de  Souza,  João  Marques  de  Oliveira  e  Manoel  Alves  Bonfim,  vi-ajaram   no  início  do   mês  ( entre  os  dias 8  e  9 )  de  outubro   de  1957   para    o    Rio  de  Janeiro   de   Avião    da  Cruzeiro   do  Sul.  No  Rio  de  Janeiro,  ficaram   hospedados   numa   pensão  que  ficava  localizada  na   Avenida   Brasil,  nas  proximidades  do   prédio   do  Ministério  do Trabalho,  ficando 48  dias  na  capital  Federal  do  Brasil.
      A  Comissão  encarregada  de  trazer  a  Carta  Sindical  para  a  Bahia  participou  de  7  reuniões  no  Ministério  do  Trabalho,  a  fim  de  conseguir  a  aprovação  do  processo  de  enquadramento  da  transformação  da  Associação  em  Sindicato.
      As  reuniões  aconteceram  uma  vez  por  semana,  a  cada  quinta-feira,  em   cada   re-uniões    mediantes   análises   e  debates   do   conteúdo    do   processo.    João    Umbelino  com  a  sua  hábil  argumentação  influenciadora  (era  quem  assumia os  debates),    liderava   a histórica  Comissão,  juntamente   com  seus  companheiros, Osvaldo Marques e  Manoel   Bonfim,  iam    vencendo   passo   a  passo  às   etapas   das   reuniões.
      Participou  também,  acompanhando  as  reuniões,    o   deputado  federal   Alain   Melo  que   teve  também  o   apoio   da   categoria   dos   petroleiros,   quando    da    sua     candi-datura   a   deputado  federal,   nas  eleições  de  outubro  de 1954   no   Estado  da  Bahia.
       Era   Presidente  do  Brasil,   Juscelino   Kubitschek   de  Oliveira,  eleito  nas   eleições  presidenciais de  outubro  de  l955,  para  o  período   de  1956/1961,  o  qual  teve  o  apoio   político  do  Governador  Dr.  Antonio  Balbino  (eleito para  o quatriênio   1955/1959).  
      Para  a   liberação  da  Carta  Sindical,  processo  de   enquadramento    da    Associação  Profissional   dos   Trabalhadores   da   Indústria   do  Petróleo   no   Estado  da   Bahia,  em  Sindicato   da   Categoria.  A   Comissão   encarregada    de   conseguir   “desengavetar”    a  Carta  Sindical,    mediante    debates,    com    as  altas   esferas  do governo  de   Juscelino Kubitschek  de  Oliveira,    período  de  1956/1961,   sendo   Vice-presidente  da  República João  Goulart.
       O   citado  processo  de   enquadramento   da   transformação   de  Associação    em  Sindicato,  estava  “engavetado”  em  dois  Ministérios:  da   Guerra,   do  Trabalho   e   um  com  o  Vice-presidente  da  República,  João Goulart  para   serem  aprovados.
       Aprovado   e   no  Ministério   da   Guerra   e   com   o  Vice-presidente  da   República,  faltava   à   última   etapa,  a   do   Ministério   do   Trabalho!   Foi    a   que   exigiu    muita  argumentação  e   decisão   firme   da  Comissão   encarregada   de   trazer  a   tão   sonhada  Carta  Sindical   da   categoria   dos   trabalhadores  da  Petrobrás  no  Estado  da   Bahia.   

  Penúltima  Reunião a  Decisiva / 20/11/1957

      Na  penúltima  reunião,  realizada  na  quinta-feira  dia  20  de  novembro  de  1957, foi  uma  reunião  decisiva  para  a  aprovação do processo  de  enquadramento e  transformação  da  Associação   Profissional   dos Trabalhadores   da   Indústria   do   Petróleo   no   Estado  da  Bahia   em  Sindicato.
      O  Dr.  Geraldo,  Chefe  do  Setor  de  Enquadramento   não  queria  assinar  o  processo  que  transformava   a   Associação   em   Sindicato.  Contestava   Dr.   Geraldo  “vocês   são muito  ingênuos,  a  Comissão  do Trabalho  se  reuniu  hoje  dia  20/ 11/ 1957   e   não   foi  aprovado  a  Carta  Sindical,  porque  vocês  colocaram  muitos  nomes  de  motoristas  den-tro,   juntos  com  outras  profissões, contidas  na  relação  dos  trabalhadores da  Associação     Profissional  dos  Trabalhadores   da   Indústria   do   Petróleo   do   Estado   da   Bahia   foi   porisso   que  o   processo   de  enquadramento  da  transformação  da  referida   Associação   em  Sindicato  não  foi  aceito”.
      Continuando  com  a  sua  explicação  o   Dr.  Geraldo   sugeriu  “Já   que   vocês  mem-bros  da  Comissão  da   Associação   estão   aqui,  vamos  fazer  o  seguinte:  vamos  deixar  os  nomes  dos  motoristas  com  outras  profissões  que  aprovamos  o  Enquadramento   da  Associação  em  Sindicato”.
      A   reação   imediata   de   protesto   de João  Umbelino,  foi   contra   a   idéia   do   Dr.  Geraldo   e   argumentou  João  Umbelino de Souza  “Dr.   Geraldo,   acontece   que   esses   motoristas   têm    o   seu  Sindicato  e  são  fortes  na  Bahia, eles   são   funcionários  da  Petrobrás.  Além do  mais  Dr.  Geraldo,  o  Senhor  e   nós  sabemos  que  a lei  trabalhista, contida  na CLT, dá  o direito  de  nós  fazermos  parte de um, dois e até  seis  sindicatos!”.
      O  deputado  federal  pela  Bahia,  Alain  Melo  que  estava  presente,   concordou   com  a  sugestão  do  Dr.  Geraldo.
      João  Umbelino   imediatamente   reagiu   e  disse ” Dr. Geraldo  Isso  é  sujeira!  Eu    e meus  companheiros,  não  vamos  levar  isso  para   a  Bahia,  a  nossa  Carta  Sindical  tem  que  ser  aprovada   como   está   no  processo   e   outra   coisa,  esta   Carta  Sindical   tem  que    ser  aprovada  logo,   caso  contrário  não  vamos  voltar   para  a  Bahia”.  Esta   deci-são  firme  de  João  Umbelino,   foi  fundamental   para   Dr.  Geraldo,   decidir   assinar   o  processo   de   enquadramento   que   transformava   a   Associação   em    Sindicato   (Carta  Sindical), encaminhando  para  a  assinatura   definitiva,  do  Ministro do Trabalho, Passifal Barroso.
        Dr. Geraldo  após  ouvir  a  defesa  de  João  Umbelino  em   nome   da  Comissão  que  foi  ao  Rio  trazer  a  Carta  Sindical,  não  mais  contra- argumentou  marcando  a  próxima  seção  de  debates  para  quinta-feira  dia   26/ 11/ 1957,  a   fim   do  Ministro  do  Trabalho  Passifal  Barroso  decidir  ou  não  a  liberação  da  Carta  Sindical.       
        A  Carta  Sindical  foi  desmembrada   em   duas:  Uma  para  o Sindicato dos  Trabalhadores   da Indústria  de  Extração  do  Petróleo do  Estado  da  Bahia– STIEP  e  outra  Carta Sindical para  a  Indústria  do  Refino (químicos), conforme  previsto  em  lei.

  Ministro  Passifal  Assina  Carta  Sindical

       João   Umbelino   de   Souza  (Setor   de  Perfuração/Mata),  Osvaldo   Marques   de  Oliveira  e   Manoel  Alves  Bonfim   (este  do Setor   de Vigilância/Mata),   compareceram   na  última   sessão   (a  final),  uma   quinta-feira,   dia   26/11/1957,   completando   longos    48   dias   de   estadia   no  Rio  de  Janeiro,  onde havia  participado a  Comissão  de   sete  sessões  no   Ministério  do  Trabalho,  com  o  único  objetivo,   aprovação   do  processo   de   Enquadramento   de   Transformação   da  Associação  Profissional  dos  Trabalhadores  na  Indústria   do  Petróleo   do   Estado   da   Bahia,    em    Sindicato   dos   Trabalhadores   da   Indústria  de  Extração do  Petróleo do  Estado  da   Bahia  (STIEP/BA).
       Nessa   sétima   sessão,   do  dia   26/11/1957,   o  processo   de   enquadramento    para    transformar   a   Associação   em   Sindicato,   foi   assinado   pelo   Ministro   do   Trabalho  Passifal  Barroso.
        O  Dr.  Geraldo,  foi   no   Gabinete  do   Ministro  Passifal   Barroso,  ali   mesmo   no próprio   edifício,  onde   ficava   o  Gabinete  do  Dr.  Geraldo,  e   trouxe   a   tão   sonhada  Carta  Sindical,  assinada   pelo   Ministro  do  Trabalho   e  mostrou  aos   três  membros da  comissão: João  Umbelino,  Osvaldo  Marques,  Manoel  Alves  Bonfim   e  mais   o  depu-tado   federal  (este  representante  dos   petroleiros  baianos).
      Passifal   Barroso   era   o  Ministro  de  Estado, dos  Negócios,  do Trabalho,   Indústria   e   Comércio   no   ano   de  1957,  no   governo   Juscelino  Kubitschek.  A  Carta   Sindical  referente  à    Indústria   do   Refino,   foi    levada    posteriormente    pelos    membros    do   referido  Sindicato  do  Refino.

Carta  Sindical  Fotografada,   Retorno da  Comissão 
 para  a  Bahia.

        A  Carta  Sindical   assinada,  foi   entregue  inicialmente  a  João Umbelino  de  Souza  e  o  deputado  federal  Alain  Melo, tendo  ambos  lidos  o  texto,  depois  entregou  os  ou- outros  membros  da  Comissão,  Osvaldo  Marques  e  Manoel  Bonfim   que  também  leu   a  Carta  Sindical.
        Depois   foi  o  momento,  primeiramente  João  Umbelino   e  o  deputado  federal Alain  Melo  seguram  nas  pontas  da  Carta  Sindical  e  o   fotografo   alí   presente   bateu  a  foto,  em   seguida   Manoel   Bonfim   e   Osvaldo   Marques   de   Oliveira   seguram   a  Carta   Sindical  e  foi   batida   outra   foto.
        As  fotos  tiradas  ficaram  arquivadas  no Ministério  do Trabalho, no  Rio  de  Janeiro
na  época   a  Capital Federal  do  Brasil.
        Os  três  membros  da  Comissão,  João  Umbelino,   Osvaldo   Marques    de   Oliveira   e  Manoel  Alves   Bonfim,  voltaram   para   a  pensão  localizada  na   Avenida   Brasil   e  chegando todos lá, João  Umbelino telefonou  para  o presidente da Associação Simpliciano Joaquim   dos   Santos,  informando   que   a    Carta   Sindical   foi     assinada  pelo  Ministro  do  Trabalho,  mas  Simpliciano   já    sabia   da   notícia,   através    de    um  telefonema  do  Rio  pelo  deputado  federal,  Alain  Melo.
      A  Comissão   providenciou   logo   a  marcação   das   passagens    aérea   no    Rio    de  Janeiro,  com  destino  a  Cidade  de  Salvador, embarcando  no dia  28  ou  29 (uma   sexta- feira  ou sábado )   depois  do    dia   da   assinatura   da   Carta   Sindical,    pelo    Ministro    do   Trabalho,  Passifal  Barroso.
      Os  membros   da   Comissão   que   foram   buscar  a  Carta    Sindical,   viajaram   pela   manhã,   chegando    pela   tarde   no   Aeroporto   de    Ipitanga    (atual    Aeroporto    Luiz Eduardo  Magalhães),  sendo  recebido  pelo  presidente  da  Associação,  outros  dirigentes  e  associados  sendo  disponibilizado  um  ônibus  para  levar  todos  ao  aeroporto.
      A Comissão  chegou  pela  tarde  no  aeroporto  de Ipitanga, trazendo  a  Carta  Sindical  sendo  todos  recebidos  com  alegria.  A  Carta   Sindical   foi   oficializada   na   Delegacia  do  Trabalho  em  Salvador  (registrada), sendo  um  marco  histórico,  no  sindicalismo   da  categoria  dos  Trabalhadores  da  Extração  da  Indústria  Petrolífera  no  Estado da  Bahia.
Sendo  distribuídas  cópias  para   as  Delegacias  Sindicais,   nas   cidades   petrolíferas   da Bahia.
                                                
AS  Cartas Sindical

     " O  Ministério  de  Estado,  dos  Negócios,  do   Trabalho,  Indústria   e   Comercio,    faz   saber   a   quantos   esta   Carta   virem   que,  atendendo  os  que   requereu  a  “Associação   Profissional  dos  Trabalhadores   na   Indústria  do   Petróleo   no   Estado   da  Bahia,  com  sede   em   Salvador,   no   Estado  da   Bahia   aprovar   os   seus   respectivos  Estatutos   e reconhece-lo   sob   a   denominação   de   Sindicato   dos   Trabalhadores  na   Indústria  da  Extração  do  Petróleo,  no  Estado  da  Bahia.
      Como  Sindicato  representativo  da  respectiva   categoria   profissional,  Trabalhadores  na   Indústria   de  Extração  de   Petróleo - integrante   do   5º  grupo   de  Trabalhadores na  na   Indústria   Extrativa - no   plano   da  Confederação  Nacional   dos  Trabalhadores    na  Indústria,  na  base  territorial  do  Estado   da   Bahia,  com  sede  em  Salvador,  Estado  da  Bahia.
      De   acordo  com   o   regime  instituído   pela  Consolidação das  Leis   do  Trabalho  e, pra   firmeza,   mando  passar  a   presente  Carta,   que  vai  por  ele assinada.
      Rio  de  Janeiro  26  de  novembro  de  1957,  Passifal  Barroso".


                         
A  Primeira  eleição  do  STIEP – BA  1958 - 59

      Com   a  transformação  da  Associação  Profissional  dos  Trabalhadores   na   Indústria  do  Petróleo  do  Estado  da  Bahia   em   Sindicato   dos   Trabalhadores   da   Indústria   da  Extração  de  Petróleo  do  Estado  da  Bahia,  aconteceu  a  sua  primeira  eleição   de  dire-toria,  sendo  eleito  presidente   Simpliciano   Joaquim  dos  Santos  e  outros  membros  da  Diretoria, para  o  biênio  1958 - 1959.
      Nas   cidades   onde   havia   campos   petrolíferos,  foram  nomeados   pelo   presidente  do  STIEP  os  Delegados  Sindicais.  Na   cidade   de   Mata  de  São  João  foi  eleito  João  Umbelino  de  Souza  que  nomeou  a  sua  diretoria   para   secretário   Demétrio   e   Fiscal  de  Cobrança  (tesoureiro), Manoel  Alves  Bonfim  (Setor  de  Vigilância).
      Foi   contratada  uma  Secretária   pelo  Delegado Sindical,  João  Umbelino  de   Souza, está  Secretária    contratada  com  carteira  assinada  e  paga  pelo  STIEP/BA,  foi  a jovem  Gabrielita  Sales  Chagas  (irmã  do  autor  desse  livro).     
      

João Umbelino, nomeado Delegacia  Sindical / Mata(1958/59)

     Com  a  transformação  de  Associação  em   Sindicato,  as  Delegacias   dos  municípios onde  existiam    campos    petrolíferos,   passaram   a   serem   denominadas   de  Delegacia Sindical,  nomeados  os  seus  Delegados  pelo  Presidente  do  Sindicato (STIEP/BA).
      Foi  nomeado novamente  João  Umbelino  de  Souza,  pelo  Presidente  do  STIEP/BA, o  Sr.  Simpliciano  Joaquim  dos  Santos,  biênio  de  1958/1959, sendo nomeado   por   sua  vez  por  Umbelino,   Demétrio  (setor  de  Refeitório,  Mata),   como   Secretário,    Manoel  Bonfim,  continuou   como  Fiscal   de  Cobrânças   (uma  espécie   de   tesoureiro).   
     O Cel   Ladislau    convidou  João  Umbelino, líder   dos   petroleiros   na  ciade de  Mata  de São João,  Joãpo  Umbelino  agradeceu  o  convite   do  Cel   Ladislau,  não   aceitando  o  convite  para  candidatar-s  a  vereador  matense  e    indicou    Manoel  Alves  Bonfim.   O petroleiro Manoel  Alves Bonfim,  saiu candidato  a   vereador  matense  nas eleições  municipais   de outubro  de  1958, sendo  indicado  por João  Umbelino,    sendo  eleito, nesta citada  eleição  o  Cel   Ladislau  Reis  de  Souza  foi   eleito  prefeito do  município  matense para  o  período  de  1959/63).
        Com  o  aumento dos  trabalhos  administrativos na  Delegacia  Sindical de  Mata,   foi contratada  pelo  Delegado  Sindical  (João  Umbelino)  para  o  cargo  de  Secretária,   com carteira  assinada, a jovem Gabrielita  Sales  Chagas,  não  era  funcionária   da   Petrobrás,  sendo remunerada  pelo  Sindicato (STIEP/BA),  Gabrielita   irmã   do   autor desse  livro.

   Greve  dos  Petroleiros  em  Mata  1959

       Aconteceu  uma    greve   no   Campo  Petrolífero  do   município   de   Mata   de  São  João,  no  ano  de  1959.  A  greve foi  motivada  pela  demissão  do  advogado  da Empresa Petrobrás   Dr.  Valter,   figura   querida   pelos   petroleiros   matense,   sindicalizados     no   Campo  Petrolífero  de Mata.
      João  Umbelino  era  o  Delegado  Sindical,  e  teve  que  ir  na  Jequitaia,  na Cidade  de  Salvador,  ressorver  a  greve  dos   petroleiros   matense,   junto  com   a   Superintendência   da  Petrobrás.
     Como  os  petroleiros  matense   só   voltariam   ao   trabalho,  se   o   advogado   Valter   não  fosse  demitido,  a  Superintendência  da  Petrobrás  revogou   a    demissão  do   citado  advogado  e  a greve   terminou,  voltando  os  petroleiros grevistas   ao  trabalho, no  Campo Petrolífero  de Mata  de São João.
      Este  episodio  serviu   para   a  direção   da   Petrobrás,   avaliar    a  liderança   de  João Umbelino,  em  defesa  dos  interesses  da  categoria   sindical   dos   petroleiros,   não    só   na   Delegacia  Sindical  no  município  matense, como  também  no  sindicalismo    da   ca-tegoria  dos  petroleiros  (STIEP/BA).
      Assim   como   João   Umbelino,   um   hábil   articulador   e   negociador   em  pról   da  categoria   e  uns  dos   líderes   do   sindicalismo   dos   petroleiros   (STIEP/BA),   teve    a  capacidade   de   parar   uma   greve  através  de  negociações,   poderia   também    deflagar  greves   defendendo  interesses  da  categoria! 
       Era  este  o  pensamento  dominante,  á  nível  da  alta  direção  da Petrobrás  na  Bahia,   naquele  ano   de 1959.  E isto  foi  fatal   para   uma   futura  demissão  de  João  Umbelino,  principalmente  perdendo  ele,  a  sua  imunidade  sindical,  o  que   veio  acontecer  no  ano seguinte,  após  a  perda  da  sua  imunidade  sindical,  o  que  veremos  adiante.  

                               Segunda  Eleição  de  Diretoria  do 
                                          STIEP – BA  1960 – 61

      Na  segunda  eleição  de   diretoria   do  STIEP – BA,   para   o  biênio  1960 – 1961,  Simpliciano  Joaquim  dos  Santos  não  conseguiu  a  sua  reeleição  para   o   seu   segundo  mandato,  sendo  eleito  presidente,   Hílton  Valença.
      Com  a  eleição  de  Hílton  Valença,   houve  mudanças  nas  Delegacias  Sindicais  nas  cidades  onde  a  Petrobrás  tinha   seus  campos  petrolíferos.  Na  cidade  de  Mata  de  São  João  aconteceu  a   nomeação   de  um   outro   Delegado  Sindical,   não   sendo   nomeado  João  Umbelino  de  Souza.
      João Umbelino foi   Delegado  Sindical  e  um  dos  líderes   da  criação  da  Associação   Profissional   dos   Trabalhadores   da   Indústria   de   Petróleo  no  Estado  da  Bahia  e que  foi   designado  Presidente  da  Comissão,   composta   com   mais   dois  componentes   que  foram  ao  Rio  de   Janeiro  “desengavetar”  buscar   a   Carta   Sindical,   que   transformou  a  Associação  em  Sindicato  (STIEP/BA).
      João Umbelino  era   homem   de   confiança   do   ex-presidente   Simpliciano  Joaquim  dos  Santos (um defensor  árduo  da  categoria  petroleiro  e  opositor  da  chapa  vencedora)    daí  a  sua  não  nomeação  pelo  presidente  eleito,   Hílton  Valença! Para  continuar  como Delegado  Sindical  na  cidade  de Mata  de São  João, biênio  de  1960/61.
     
João  Umbelino  demitido  da  Petrobrás  1960

      Com  o  afastamento  de  João  Umbelino   de  Souza  da  Delegacia   Sindical  da  cida-de  de  Mata  de  São  João,  motivado   por   não   ser   nomeado   pelo   presidente    Hílton  Valença  do  STIEP – BA,  perdendo  com  isso  a  sua  imunidade de   sindicalista.
      Umbelino  foi  um  dos  funcionários  da  Petrobrás   de   participação   fundamental,  no  processo   de   criação   da   Associação   Profissional   dos  Trabalhadores  da  Indústria  de  Petroléo   no   Estado   da   Bahia   e   na   transformação   dessa   referida   Associação   em  Sindicato  (STIEP – BA)  e  por  ser  um  líder  nato  na  defesa  dos  interesses  da  sua   ca-tegoria,  não   era   bem   visto  pela   alta   direção   da   Petrobrás   na  Bahia,   daí    a   sua  de missão.
      João  Umbelino  foi  demitido  no  mês  de  maio  de 1960, tendo  entrado  na  Petrobrás  no  dia  5/ 5/ 1952  na época  do  Conselho  Nacional  de  Petróleo – CNP  depois  de  traba-lhar  8  anos  na  Petrobrás,  dos  campos  de  perfuração.
      Nesse   mesmo   ano  de  1960  após  a   sua   demissão   da   Empresa   Petrobrás,   João  Umbelino  foi  contratado  por  uma  Empresa  Americana  de  Perfuração  de  Petróleo  que  prestava  serviço  a Petrobrás, esta  empresa  era  a  Training, ficando  poucos  meses  nessa  empresa  americana.
     
  João  Umbelino  na  COSIPA – São  Paulo

      Depois  de  ter   trabalhado   alguns   meses   na  Training,   João   Umbelino   trabalhou alguns  meses  numa  construtora   que  estava   construindo  uma   rodovia,  na   região   de  São  Sebastião  do   Passé   e   depóis  foi   para   o   Estado   de   São  Paulo,  trabalhar    na    Compahia  Siderúrgica   Paulista – COSIPA,  indicado   pelo   seu   irmão  caçula  Jaime.
      João  Umbelino   apresentou  o  seu  curriculo, isto   no  ano  de 1961,  sendo   admitido   pela  COSIPA  que  estava   na   fase   de   construção civil   e   estrutural.   
      Na  COSIPA  Umbelino   fez   vários   cursos   se  especializando  (a  exemplo do  curso  de  laminação)   e   ocupando   bons  cargos. Umbelino  fez parte do  Sindicato Metarlugico  da  Baixada  Santista. 

Umbelino  na  Revolução  de  1964

      Por  ser  um  líder  ativo  e  idealista  na  defesa  dos  direito  dos  trabalhadores  do   se-tor  metalúrgico  do  Sindicato  da  COSIPA,  com  a  Revolução  Militar  defragada  no  dia  31/ 3/ 1964,  Umbelino  para  não  ser  preso  pelas  Forças  Armadas  teve  que  fugir aban-donando  o  seu  emprego  na  COSIPA.
      Passado  o  Regime  Militar,  na  década  de  1980,  com  a   volta   a   normalidade   de-mocrática  no  Brasil,  todos  cidadãos  brasileiros  que  foram  presos,  perseguidos  e   exi-lados  foram  anistiados,  dentre  eles  o  metalúrgico  João  Umbelino  de  Souza,   que   foi  indenizado  pelos   tempos  de  serviços  prestados  a  COSIPA. Umbelino se aposentou  em 1985 pela  Cosipa, após  a  anistia.
     
Trabalho  em  Firmas  Terciárias  na
área  da  COSIPA

      João  Umbelino depois de se aposentar,  trabalhou   em  várias   firmas   prestadoras    de  serviços  a   Companhia   Siderúrgica   Paulista – COSIPA,   até  o   ano  de  1996,   quando deixou  de   trabalhar  em firmas.  Nesse  ano  de  1996,  João  Umbelino  tinha  a  idade  de  72  anos.  
  

Sindicato  dos  Metalúrgicos  da  Baixada  Santista

      Umbelino   foi  Secretário   do  Sindicato  dos  Metalúrgicos   da   Baixada   Santista  do    qual  foi  secretário. A  partir do ano  de 1960.

Sindicato  da  Construção  Civil  da  Baixada  Santista

      Outro  Sindicato   em  que   João   Umbelino   de   Souza  participou  da   sua   diretória, atuando  como  Secretário  foi   o  Sindicato  da  Construção   Civil   da   Baixada   Santista. João  não  gostava  de  assumir  o  cargo  de   presidente   dos   Sindicatos   ou   associações  que  ajudou  a  fundar, preferindo  ocupar  a   função   de  secretário.
     Perguntado  pelo  autor  desse  livro,   a  João Umbelino por que ele nunca quis ocupar  a Presidência  de   um  Sindicato   ou   Associação,  Umbelino   respondeu  “Eu   gostava   do   cargo   de   secretário,   porque   eu   tinha   uma  visão ampla  do  que   poderia   influenciar    de    positivo  ou  negativo,  na  dinâmica das  questões   sindicalistas,  afim de  posicionar-me   a  tomar  decisões   que   beneficiassem  a  categoria,   fortalecendo  assim  a   estrutura   dos  sindicatos  em   que   eu  participava”.

Sociedade  dos  Melhoramentos  dos  Moradores
do  Distrito  de  Samaritá

      João   Umbelino    foi    Secretário  (a   partir   do  dia 12/12/1974 )   da   Sociedade   dos Melhoramentos  dos  Moradores  do  Distrito  de  Samaritá  (São  Vicente – SP)   localidade  onde  reside. Samaritá   é   um  nome   de  uma   antiga  aldeia   indígena   de  São   Vicente,  onde   fica   localizado   o   Distrito  de  Samaritá.
      A  Sociedade   dos  Melhoramentos  do  Distrito  de  Samaritá,  foi  fundado em 1972.

Umbelino  se  Aposenta  em  1986

      João  Umbelino  se  aposentou  no  ano  de  1985,  aos   61  anos   de  idade,  depois   de  uma  longa  vivência  sindical,  Umbelino  nasceu  com  uma  vocação  nata,   para   a   vida  sindical.
      Mesmo  depois  de  aposentado,  João  Umbelino  que  reside  em   São  Vicente,  no  li-toral  paulista,  continua  com  sua  experiência   na   área   sindical,  orientando  as  pessoas  ligadas  ao   sindicalismo,   metalúrgico,   na  construção   civil,   comunitário,   etc.,   sendo  procurado  por  pessoas  de  várias  camadas  sociais  de  profissões  diversas. 
     

Família  de  João  Umbelino  de  Souza

      João  Umbelino  de  Souza  se  casou  com  Lívia   Sales   Chagas,   irmã   de   Gamaliel  Sales  Chagas. Lívia Chagas  nasceu 26  de  setembro de  1947,  na  praça  Barão Açu  da  Torre, centro,  Mata  de  São  João.
    
Os Filhos  do  casal João  Umbelino   e  Lívia  Chagas

      Do  casamento  de  João  Umbelino  de  Souza   com   Lívia  Sales  Chagas,  nasceram  5  filhos:  Iuri,  Irdes,  Ildes,  Hadje   e   Ian  Chagas  de  Souza.
     Iuri  nasceu   no  dia 07/05/1973,  Ian  nasceu em  05/05/1977,  Irdes  e  Ildes  (gêmeas), nasceram em  23/12/1980  e Hadje  em  05/06/1979.  Iuri  nasceu  na   cidade  de  Salvador no Hospital  Ana  Nery   e  Ian,   Hadje,   Irdes  e  Ildes,  nasceram   em   Cubatão.  Iuri   foi   residir   ainda   pequeno   na   cidade   de   Cubatão   na   década   de  1970,  onde   reside  a  família  Chagas  Souza.
     Irdes  Chagas  de  Souza, diplomou-se  em  Comunicação  no  ano  de  2010  pela  UNIR  de  São  Vicente/SP.  
      Iuri  trabalha   na   Cosipa  (Companhia  Siderúrgica  Paulista),  através  de  uma   firma  prestadora  de  serviço,  a  Integral  Engenharia  de  Serviços  (2007),   sendo  Iuri   Técnico  de  Segurança   no  Trabalho  desde  1996. Ildes,  Irdes,  Hadje  e  Ian  são  solteiros. Ian  se  formou   em  Ciências  Contábeis   (Faculdade),   reside   nos  Estados  Unidos,  2007.
Em 2012  Iuri   trabalhava   numa industria   do Rio  de Janeiro onde  reside  atualmente (outubro de  2012).
   
Iuri  Chagas  de Souza e  Lílian  Henrique

      Iuri   se  casou   com  Lilian  de  Oliveira  Henrique  Souza   em  7/5/1979,  tendo    uma  filha  de  nome  Maria   Eduarda  Henrique  de  Souza  (Duda),  nascida   em  17/5/2002  no Hospital   São  Lucas,  cidade  de  Santos /SP,  Liliam   nasceu   em   25/10/1973.  Lilian   é  funcionária  pública   concursada    em  1992,   pelo   Estado   de   São   Paulo,  trabalha   na   Secretaria   da  Escola   Estadual  Prof.  José   de  Almeida   Pinheiro  Jr.,  no   Parque    das  Bandeiras   em S.Vicente/SP.
     Os  pais  de  Lilian:  Iraci  Batista  de  Oliveira   e  José   Henrique  Neto  (apelidado   de  Zico),  sendo  Luis  Eduardo  e  Renato  irmãos  de  Lilian. Dona  Iraci  Batista  de  Oliveira  Henrique,   faleceu   em  25/9/2002.


Os  Pais  de  João  Umbelino

      João  Umbelino  de  Souza  nasceu  no  dia  16/ 8/ 1924   na   cidade  de  Itapicuru,  sendo  seus  pais  Umbelina  Teodora  de  Jesus  e  Joaquim  Gonzaga   Leite,     seus   irmãos:  Jaime,   Jairo   este   residente   em   Aracajú,   José,  Antonio,   Dinorá,   Francisca  (a mais  velha),    Maria, Teodora,   Francisco,  Camerina   (reside   em   Salvador).
      João Umbelino  de  Souza,  no  ano  de  2007  aos 83  anos, (2012/  88  anos)  continua   residindo  na  cidade  de  São  Vicente /São  Paulo,  com  sua   família.  Dos    irmãos   de   João   Umbelino  vivem: Dinorá, Camerina, Francisco, Jaime  e Teodora.
      Os filhos  de  Francisco  são: Adriana,  Cláudio  e  Marcelo.

Família  de  Antonio  Gonzaga  Leite

      Antonio   Gonzaga  Leite,   tio  de  Umbelino,  nasceu   em   Itapicuru    na    Bahia,    se   casou   com   Amélia  de  Almeida  Leite  tendo  os  filhos: Aidil,  Olga,  (Valdir),   Antonio  Gonzaga   Leite  Filho,  Almir. 
     Antonio   Gonzaga  Leite   era   Coletor    Estadual,    tendo   trabalhado   em   várias  coletorias  estaduais  da  Bahia,   a  exemplo  Ribeira do  Amparo,   Esplanada,    Mata  de  São  João  e  Salvador,  onde  se  aposentou.
      Antonio   Gonzaga   Leite   depois  de  trabalhar  vários  anos   como  Coletor  Estadual,  se   aposentou   por   tempo  e  serviço.  Antonio  Gonzaga  Leite  foi   Coletor  Estadual  na  cidade  de  Mata  de  São  João  na  década  de  1940,  residia  numa  casa  onde   funcionou  o  Cine  São  João,  local onde  em  2010,. Se  localiza  o  prédio  da  Igreja  Universal  do  Reino  de  Deus   na  Praça  Amado  Bahia.

Família  de  João  Umbelino  de  Souza

     João  Umbelino  de  Souza  se  casou  com  Lívia   Sales   Chagas,   irmã   de   Gamaliel  Sales  Chagas,  tendo  esse  casal  os  filhos:  Iuri,  Irdes,  Ildes,  Hadje   e   Ian   Chagas   de  Souza.
      Iuri  nasceu   no  dia 07/05/1973,  Ian  nasceu em  05/05/1977,  Irdes  e  Ildes  (gêmeas), nasceram em  23/12/1980  e Hadje  em  05/06/1979.  Iuri  nasceu  na   cidade  de  Salvador no Hospital  Ana  Nery   e  Ian,   Hadje,   Irdes  e  Ildes,  nasceram   em   Cubatão.  Iuri   foi   residir   ainda   pequeno   na   cidade   de   Cubatão/SP   na   década   de  1970.
      Iuri  trabalha   na   Cosipa  (Companhia  Siderúrgica  Paulista),  através  de  uma   firma  prestadora  de  serviço,  a  Integral  Engenharia  de  Serviços  (2007),   sendo  Iuri   Técnico  de  Segurança   no  Trabalho  desde  1996.
     Irdes Chagas  Souza  se   formou  em  Comunicação no  ano  2010  na UNIBR,  São  Vicente/São  Paulo,  Hadje  e  Ian  são  solteiros. Ian  se  formou   em  Ciências  Contábeis   (Faculdade),    reside   nos  Estados  Unidos,  2010.
    

Iuri  e Lilian

    Iuri  Chagas  Souza    se  casou   com  Lilian  de  Oliveira  Henrique  Souza   em  7/5/1979,  tendo    uma  filha   de  nome  Maria   Eduarda  Henrique  de  Souza, nascida  em  17/5/2002  no Hospital São  Lucas,  cidade  de  Santos /SP,  Liliam  nasceu   em   25/10/1973. Lilian  é  funcionária  pública  concursada   em  1992,   pelo  Estado  de  São  Paulo,  trabalha   na   Secretaria   da  Escola   Estadual  Prof.  José   de  Almeida  Pinheiro  Jr.,   no   Parque   das   bandeiras   em S.Vicente/SP.
     Os  pais  de  Lilian:  Iraci  Batista  de  Oliveira   e  José   Henrique  Neto  (apelidado   de  Zico),  sendo  Luis  Eduardo  e  Renato  irmãos  de  Lilian. Dona  Iraci  Batista  de  Oliveira  Henrique,   faleceu   em  25/9/2002.

 Os  Pais  de  João  Umbelino

      João  Umbelino  de  Souza  nasceu  no  dia  16/ 8/ 1924   na   cidade  de  Itapicuru,  sen-do  seus  pais  Umbelina  Teodora  de  Jesus  e  Joaquim  Gonzaga   Leite,     seus   irmãos:  Jaime,   Jairo   este   residente   em   Aracajú,   José,  Antonio,   Dinorá,   Francisca  (a mais  velha),    Maria, Teodora,   Francisco,  Camerina   (reside   em   Salvador).
      João Umbelino  de  Souza,  no   ano  de  2007  aos  83  anos  (em  2010, 86  anos)  com-tinua  residindo  na  cidade  de  São  Vicente /São  Paulo,  com  sua   família.  Dos    irmãos   de   João   Umbelino  vivem: Dinorá, Camerina, Francisco, Jaime  e Teodora.
      Os filhos  de  Francisco  são: Adriana,  Cláudio  e  Marcelo.

Família  de  Antonio  Gonzaga  Leite

      Antonio   Gonzaga  Leite,   tio  de  Umbelino,  nasceu   em   Itapicuru    na    Bahia,    se   casou   com   Amélia   de   Almeida  Leite  tendo  os  filhos: Aidil,  Olga (Valdir),   Antonio  Gonzaga   Leite  Filho,  Almir.  Antonio   Gonzaga  Leite  foi  Coletor  Estadual, na  década de  1930   tendo   trabalhado   em   várias  coletorias  estaduais  da  Bahia,    a   exemplo  Ribeira do  Amparo,   Esplanada,    Mata  de  São  João  e  Salvador,  onde  se  aposentou.
      Antonio   Gonzaga   Leite   depois  de  trabalhar  vários  anos   como  Coletor  Estadual,  se   aposentou   por   tempo  e  serviço.  Antonio  Gonzaga  Leite  foi   Coletor  Estadual  na  cidade  de  Mata   de  São  João  na  década  de  1930,  residia   numa  casa   onde   funcionou  o  Cine  São  João,  na  Praça  Amado  Bahia.
      Depois  de  morar  vários  anos  na  cidade  de  Mata  de  São  João,  Antonio  Gonzaga  Leite   foi   residir   na   cidade   de    Salvador  quando  alugou  a  casa  em   que  residia  à  Petrobrás  na  década  de  1950,   onde   passou   a   ser   o  acampamento  dos  funcionários  da  Petrobrás  sendo  vendida  anos  depois,  esta  citada  casa.
      No  ano  de  2007  no  local  onde  era  a  casa   de  Antonio  Gonzaga  Leite,  após    ser  vendida  a  terceiros,  anos  depois   a  citada   casa   foi   demolida   sendo   edificado     um   outro   imóvel,  onde  foi  instalada  a  Igreja  Universal  do  Reino  de  Deus.
      Valdir  Almeida  Leite,  filha  de  Antonio  Gonzaga   Leite   e   dona  Amélia  se  casou  com  o  serventuário  de  justiça,  vereador  e  fazendeiro  José  de   Oliveira    Régis  no ano  de  1946,   tendo  esse   casou   os   filhos:  Carlos   Alberto  Leite  Régis   e   José     Augusto  Leite  Régis.

Antonio  Gonzaga  Leite  Filho  e  Aidil  Vereadores

      Antonio  Gonzaga  Leite  Filho  e  sua   irmã  Aidil  de  Almeida  Leite,   foram   eleitos  vereadores  do  município  de  Mata  de  São  João  durante  um  mandato  (quatro  anos).  Antonio  Gonzaga  Leite  Filho  foi  eleito   vereador   no   quatriênio   de   1959/ 1963,   no  governo  do  prefeito  Ladislau  Réis  de  Souza.
      Aidil  de  Almeida Leite  foi  eleita  vereadora  no  quatriênio  de  1963 – 1967, governo  do  prefeito  Manoel  Cyriaco  dos  Santos  (Maneca), sendo a  primeira  mulher  vereadora  da  história  política  do  município  de  Mata  de  São  João e  talvez do  interior  da  Bahia!
      Aidil   depois   que  deixou  de  residir  na cidade  de  Mata  de  São   João,  quanto a  Antonio  Gonzaga   Leite   Filho,   faleceu  vítima  de   um   acidente   na    Rodovia   Bahia  a   Feira   de Santana.   Antonio   Gonzaga    Leite  filho era  advogado.


GALERIA DE FOTOS
Fotos  Chiquitinha  Maravilha  dia  21/02/2013

  JOÃO UMBELINO  SOUZA - 
 PIONEIRISMO NA FUNDAÇÃO  DE SINDICATOS  NO BRASIL!
João  Umbelino Souza   em 1956,   ano  em que  comandou a  equipe de  sindicalistas que   trouxeram As Cartas Sindicais   que  estavam  "engavetadas" na Capital Federal do Brasil (Rio  de Janeiro)  e   que  gerou a  partir  das  citadas  Cartas! A  fundação  dos  Sindicatos  baiano  e    depois  no Brasil! Foto  de João Umbelino cunhado de Chiquitinha  Maravilha.
 Irdes, formada em Comunicação,   filha  de  João Umbelino de Souza e  sua  mãe Lívia   Sales  Chagas Souza,   esposa   de  João Umbelino. Irdes  com o  Troféu  João Umbelino  de  Souza. Foto   do dia 21/02/2013  ás  11 horas na  varanda  da casa de Chiquitinha Maravilha, irmão  de  Lívia Chagas.
                                Irdes e  o Troféu João Umbelino  de  Souza
 João  Umbelino primo  de  Waldir  Leite Regis, esta  casada  com José de Oliveira Regis, (descendente de família  tradicional  de Mata de São João,  com passado histórico  no citado  município,  onde  foram Vereadores,   Intendente Municipal, fazendeiros, agricultores........


Placa  contida  no Troféu  João  Umbelino  de Souza - Um  dos   Fundadores da Associação  Profissional dos  Trabalhadores da   Indústria  do  Estado  da  Bahia, o Presidente   da  Comissão  que  foi  "desengavetar" as   famosas Cartas Sindicais na  Capital Federal   do Brasil    (Rio  de  Janeiro e que deu  legalidade    ao Sindicalismo  no  Brasil,  abrindo  os  caminhos   do  Sindicalismo    na  Bahia e em  outros Sindicatos   no Brasil   do  seguimento Petrolífero    Brasileiro. 
 A matense Lívia Chagas  Souza, Chiquitinha  Maravilha (irmão  de Lívia) e Irdes  sobrinho de Chiquitinha  Maravilha, filha  de  Lívia.
                                         Irdes   e  Marcelo  Dias  namorado  de Irdes
                                    Lilian Rodrigues Souza  e  seu  esposo  Yuri Chagas  Souza.

Casamento de Yuri Chagas Souza com Lilian Rodrigues  Souza, um dos filhos  de João Umbelino de  Souza, Yuri   sobrinho de Chiquitinha Maravilha, irmão de  Yuri de  Irdes. Foto Álbum da  Família de João Umbelino.

TRAÇOS  BIOGRÁFICOS/GENEALOGIA
  ATLETISMO E FUT. AMADOR

Gamaliel aos 4 anos de idade em 1955, rua Júlio Veríssimo, centro/cidade de Mata S. João.
F. arquivo da família Chagas

Gamaliel (camisa branca), aos 6 anos em  1957, ao lado de Rita e Lívia ( esposa  de João Umbelino, de vestido marron), praça Engº  Lauro  Farani de Freitas ou Pça. da Estação da Leste/cidade de Mata de São João. F. arquivo da família Chagas.

TRAÇOS BIOGRÁFICOS DE GAMALIEL CHAGAS

Gamaliel Chagas, nasceu ás 3h e  05  minutos  do  dia 07/07/1951 na  Travessa Barão Açu  da Torre, atual rua Luiz Sepúlveda  Garcez, centro, cidade de Mata de São João. Gamaliel Chagas, maratonista matense, poeta, biógrafo, historiador por vocação, c/ várias obras a  serem impressas.

GAMALIEL CHAGAS, técnico em Química (nível médio), aposentado, ex-jogador de futebol amador no município matense, maratonista internacional (duas maratonas em New York, 1984 e 1986), sendo pais de 8 filhos.


     
Gamaliel Chagas, maratonista matense, poeta, biógrafo  historiador por vocação, c/ várias obras a serem impressa e colunista  em vários  jornais de  circulação  na  RMS  com artigos  diversos (esportivos, culturais, comunitários  politico, impressos   de artigos histórico .... ) nos jornais/ Folha  do Subúrbio (1985),   Jornal A Tarde,  na Coluna   Jogging de  Eliezer Varjão  na  década  de 1980 (Atletismo), Imbassai, Voz  da  Cidade, Jornal Matense,  Jornal Metropolitano, e a  partir  de 2011 no site Chiquitinha  Maravilha (Blog Sport) na  Internet, a  serem impressas. 
Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha), foi  jogador de futebol amador  (inicio em 1958/1975).


DESCENDÊNCIA GENEALÓGICA DE GAMALIEL CHAGAS

Gamaliel Chagas, filho  de Gabriel (de Paiva) Chagas e  Amália Teixeira Sales, sendo seus avôs  paternos José Pereira  de Carvalho Chagas e Josefina   Maria de Paiva.
Os bisavôs paterno de Gamaliel Chagas, Antonio  Pereira  das Chagas  e Joaquina Maria da Conceição, sendo Antonio batizado   no  ano de 1818 na  Capela de Nossa Senhora da  Vitória  do Engenho da Mata, na  freguesia  de Mata  de  São João e casado  no no de 1848 na Matriz do Bonfim de Mata.
Sendo seus trisavôs  paternos, Teodósio Pereira  das Chagas  e  Maria  de Souza, portugueses.

Pela parte   materna  do mesmo  seguimento (paterno),  Gamaliel tem como trisavô Manoel Gonçalves de Carvalho e  Feliciana  Pereira  da Conceição,  os  trisavôs   paternos  vieram de Portugal para Vila  de Abrantes (atual  Camaçari), anos depois  se  estabeleceram na então freguesia de  Mata de São João, provavelmente  na  metade (ou antes, em pesquisa, no caso em foco,  os Gonçalves de Carvalho e Pereira  Chagas) do século XVIII (1750). 
Antonio Pereira das Chagas se casou com  Joaquina Pereira da Conceição (esta filha de Manoel Gonçalves de Carvalho e Feliciana Pereira da Conceição. O citado casamento foi realizado na Matriz do Bonfim de Mata em 1848.
A família  Gonçalves  de Carvalho foram proprietários  no início do Século  XIX  do  Engenho São Pedro do Lunda (atual Zona  Rural do município matense).   

PEREIRA CHAGAS

Os Pereira Chagas também  na  mesma  época   dos Gonçalves de Carvalho, chegaram  na Vila  de Abrantes e depois fregueisa de Mata  de São  João. Também  ainda  pela parte paterna, descendem dos Pereira Paiva,  estes chegados  na  freguesia  de Mata  de  São João,  no século XIX.
Os Pereira Chagas foram  agricultores, militares, Vereadores, religiosos (padre), comerciantes,  desportistas,  músicos. etc.

GONÇALVES  DE CARVALHO

Dessa família, vários descendentes  foram agricultores, militares,   advogados, juiz, vereadores,  médicos,  etc. com números   descendência na Bahia São Paulo e outros  estados, sendo originários de Portugal. 
Os Gonçalves de Carvalho   tem ramificações   com famílias, Pereira Chagas, Barreto Cruz, Alves Coelho, Gonçalves Pires de Carvalho e Albuquerque, família Alemã, italiana (no Estado de São Paulo),  dentre outras inúmeras famílias não citadas.

FRANCISCO  WOHLERS
Francisco  Wohlers  (Chico Wohlers), nasceu  no  dia  25/012/1866  em Extema/MG e faleceu em  05/05/1955 em Joanópolis/AP  aos  89  anos de  idade. Francisco  Wohlers, fazendeiro no seguimento de café se casou em 1ª    núpcias  com Maria  Francisca  Candelária (Mariquinha),  nascida no dia 16/12/1870 em Santo Antonio da  Cachoeira,  atual  Piracaia/SP, tendo sido batizada  em 04/01/1871.
Maria Francisca Candelária (Mariquinha), faleceu   em 1906  aos  36  anos. Do casamento entre Francisco  Wohlers  e  Maria Francisca  nasceram  vários filhos,  dentre eles  Lucila  Wohlers . Viúvo da  sua 1ª esposa, Francisco  Wohlers  se  casou em 2ª  núpcias com  Clementina  Agnini,  tendo  vários  filhos, dentre eles  Iná  Wohlers.
Dona Clementina Wohlers  nasceu em 11/04/1887, faleceu em 21/12/1973  aos  86 anos de idade.
JOÃO WOHLERS  E ELISE  MARIE  SELBACH
 JOÃO WOHLERS (apelidado de  João  Alemão, o Velho)  E  ELISE  MARIE  SELBACH, pais dentre  outros  filhos  de    Francisco Wohlers (Chico Wohers). João nasceu  em Frankfurt na  Alemanha  no ano de 1820  em 1902 em Joanópolis/SP, tenha  82 anos de idade.
Elise Marie Selbach, também nasceu em  Frankfurt/Alemanha.

CASAMENTO DO MÉDICO LEOVIGILDO  E  LUCILA WOHLER
Dr. Leovigildo  Gonçalves de Carvalho Filho,  matense, médico clínico se  casou  com Lucila Wohers, filha  do casal Francisco Wohlers e  Maria Francisca Candelária (Mariquinha), sendo pais  de   Aparecida  Wohlers Gonçalves, Sérgio e Sílvia.
 Aparecida,  casada com Henrique Beloumini, tendo filhos Robert o  Vera, netos do Dr.  Leovigildo Filho.  Aparecida Wohlers de Carvalho,  formada em professora, nasceu em  11/11/1915 em Piracaia/SP,  falecida  em 31/05/2005  aos  90  anos  de  idade.
 Sérgio  Wohlers  de Carvalho  se casou  com  Lurdes Lepera  (Tia Lulú), tendo  este casal  filhos: Carlos  Nei  Carvalho e  Denis Dalva de Carvalho, ambos casados com descendência.                                                             
 O  terceiro filho  do casal Dr. Leovigildo  Filho  e  Lucila  Wohlers,  foi  Silvia  Wohlers Gonçalves  casada com  Aluísio Costa, tendo este casal a  filha  Ana  Maria  Costa nascida  no ano de 1952 e casada  com  Vicente  Alaor Cianciarullo, tendo  este casal dois filhos,  Giancarlos e Fabrício.  

CASAMENTO DE SOSTHENES GONÇALVES DE CARVALHO E INÁ WOHLERS
Sosthenes Gonçalves de Carvalho se casou com Iná Wohlers sendo pais de Gilson, José Luís Ribeiro de Carvalho e  Marilene  Wohlers de Carvalho. Gilson batizado em 26/08/1958, biomédico, casado com Rosana Leite Guimarães Carvalho, também biomédica, pais  de  Renato e  Ana Paula, sendo Sosthenes securitário.
Marilene casada em 1ª com  José Eduardo Melo, pais  de  Carlos  Eduardo Carvalho de Melo. Marilene, casada em segunda núpcias com Hamilton Silva Cardoso sendo pais de  Adriene Carvalho Cardoso e Caio Carvalho Cardoso.
José  Luis  Ribeiro de Carvalho, pais de Andrea de Carvalho e Marcelo de Carvalho.
Gilson Gonçalves de Carvalho casado com Rosana Leite Guimarães Carvalho, sendo pais de Renato e Ana Paula.
(Pesquisado na árvore genealógica da família Wohlers, internet)
MÉDICO LEOVIGILDO FILHO
Pesquisa  de Gamaliel
O médico clínico  Leovigildo Filho, nascido na Vila de Mata de São  João, dia 22/03/1879, batizado  na Matriz do Bonfim de Mata, falecio em São Paulo em 30/03/1959, aos 80 anos de idade, sendo filho de Leovigildo Gonçalves de Carvalho  e Maria  Damázia  da Cruz, ambos  de Mata  de São João, sendo Gamaliel Chagas, primo do médico Leovigildo Gonçalves de Carvalho Filho.

Dr. Leovigildo  diplomado na década  de 1910 na  Faculdade de Medicina  da  Bahia, localizada  na época no Tereiro de Jesus (Salvador), indo reisidir  na   capital de São Paulo, onde  conheceu Lucila  Wohlers, se  casando, deixando descendência, conforme  descrito  acima.

OS RODRIGUES  TEIXEIRA
Na parte materna  Gamaliel descendem  da  numerosa família  Rodrigues  Teixeira, estes estabelecidos na freguesia de Mata de São João,  entre a  metade do  século XVIII e  início do Século XIX, sendo  os Rodrigues Teixeira, agricultores,  médicos, advogados, Promotores  Público,  Desembargadores, militares, vereadores, Intendente (prefeito), dente outras profissões não citadas.

Os  Rodrigues Teixeira,  se ramificaram genealogicamente  com várias famílias tradicionais  da  Bahia   nos períodos da  freguesia, assim como no período  Imperial  (da Vila a partir de 1846) e   na República (a partir  de 15/11/1889).
Os Rodrigues  Teixeira, povoaram regiões vizinhas a  Mata de São João  (Alagoinhas, Catú, Rio Fundo, São Francisco do Conde, Santo  Amaro, Nazaré, etc. 

José Rodrigues  Teixeira (o 3º com este nome  da  família),  filho de Dr. Antonio Rodrigues  Teixeira e  Dona Joana  Amélia  Meireles Viana (Primos) (o 3º com este nome,bisneto do 1º) nascido no início da década de 1870,  casado com Ana Alves, são os  bisavôs materna  de Gamaliel Sales Chagas, 
pais dente outros filhos de  Lydia Rodrigues Teixeira casada com Francisco Rodrigues Sales (avôs materno de Gamaliel), pais de Amália Teixeira Sales (Nazinha, mãe de  Gamaliel), Maria Benedita (tia Betinha) residente em Brotas/Salvador,  com 90 anos  de idade, dentre outros filhos  não citados.

Amália e Maria Benedita nasceram  na  Boa Vista, zona rural do município matense. Amália nascida em 9/7/1913 e falecida em 1/04/1991 aos 77 anos, sendo sepultada  no Cemitério das Quintas/Salvador.
Francisco Rodrigues Sales  (Chico Sales), agricultor no início do século XX e residentes na Boa Vista/Mata de São João, falecido em 1944, sepultado no Cemitério Paroquial do Bonfim de Mata, onde  também  foram sepultados quase todos  os  descendentes da  família  de Gamaliel Chagas, nas  suas  inúmeras ramificações genealógica.


 DESCENDÊNCIA/RAMIFICAÇÕES  GENEALÓGICA

Gamaliel com  descendência paterna das    famílias Pereira Chagas, Gonçalves  de Carvalho, Pereira Paiva, que  ramificaram com as famílias Abreu Bastos, Costa Chagas, Fragoso Almeida, Paiva Ramos, Paiva Teixeira Franco, Paiva  França, Fontes Chagas, Ferreira Neto, Souza Chagas, Soares Chagas, Miranda Chagas, Araujo Chagas, Silva Chagas, Guimarães Chagas,  Chagas Alban, Simões Nascimento, Gonzaga Leite, Deiró, Seixas Oliveira,   Veloso Moreira dentre  outras Ramificações.     



                          TRAÇOS  BIOGRÁFICOS/GENEALOGIA
  ATLETISMO E FUT. AMADOR

Gamaliel aos 4 anos de idade em 1955, rua Júlio Veríssimo, centro/cidade de Mata S. João.
F. arquivo da família Chagas

Gamaliel (camisa branca), aos 6 anos em  1957, ao lado de Rita e Lívia (esposa  de João Umbelino, de vestido marron), praça Engº  Lauro  Farani de Freitas ou Pça. da Estação da Leste/cidade de Mata de São João. F. arquivo da família Chagas.

TRAÇOS BIOGRÁFICOS DE GAMALIEL CHAGAS

Gamaliel Chagas, nasceu ás 3h e  05  minutos  do  dia 07/07/1951 na  Travessa Barão Açu  da Torre, atual rua Luiz Sepúlveda  Garcez, centro, cidade de Mata de São João. Gamaliel Chagas, maratonista matense, poeta, biógrafo, historiador por vocação, c/ várias obras a  serem impressas.

GAMALIEL CHAGAS, técnico em Química (nível médio), aposentado, ex-jogador de futebol amador no município matense, maratonista internacional (duas maratonas em New York, 1984 e 1986), sendo pais de 8 filhos.


     
Gamaliel Chagas, maratonista matense, poeta, biógrafo  historiador por vocação, c/ várias obras a serem impressa e colunista  em vários  jornais de  circulação  na  RMS  com artigos  diversos (esportivos, culturais, comunitários  politico, impressos   de artigos histórico .... ) nos jornais/ Folha  do Subúrbio (1985),   Jornal A Tarde,  na Coluna   Jogging de  Eliezer Varjão  na  década  de 1980 (Atletismo), Imbassai, Voz  da  Cidade, Jornal Matense,  Jornal Metropolitano, e a  partir  de 2011 no site Chiquitinha  Maravilha (Blog Sport) na  Internet, a  serem impressas. 
Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha), foi  jogador de futebol amador  (inicio em 1958/1975).


DESCENDÊNCIA GENEALÓGICA DE GAMALIEL CHAGAS

Gamaliel Chagas, filho  de Gabriel (de Paiva) Chagas e  Amália Teixeira Sales, sendo seus avôs  paternos José Pereira  de Carvalho Chagas e Josefina   Maria de Paiva.
Os bisavôs paterno de Gamaliel Chagas, Antonio  Pereira  das Chagas  e Joaquina Maria da Conceição, sendo Antonio batizado   no  ano de 1818 na  Capela de Nossa Senhora da  Vitória  do Engenho da Mata, na  freguesia  de Mata  de  São João e casado  no no de 1848 na Matriz do Bonfim de Mata.
Sendo seus trisavôs  paternos, Teodósio Pereira  das Chagas  e  Maria  de Souza, portugueses.

Pela parte   materna  do mesmo  seguimento (paterno),  Gamaliel tem como trisavô Manoel Gonçalves de Carvalho e  Feliciana  Pereira  da Conceição,  os  trisavôs   paternos  vieram de Portugal para Vila  de Abrantes (atual  Camaçari), anos depois  se  estabeleceram na então freguesia de  Mata de São João, provavelmente  na  metade (ou antes, em pesquisa, no caso em foco,  os Gonçalves de Carvalho e Pereira  Chagas) do século XVIII (1750). 
Antonio Pereira das Chagas se casou com  Joaquina Pereira da Conceição (esta filha de Manoel Gonçalves de Carvalho e Feliciana Pereira da Conceição. O citado casamento foi realizado na Matriz do Bonfim de Mata em 1848.
A família  Gonçalves  de Carvalho foram proprietários  no início do Século  XIX  do  Engenho São Pedro do Lunda (atual Zona  Rural do município matense).   

PEREIRA CHAGAS

Os Pereira Chagas também  na  mesma  época   dos Gonçalves de Carvalho, chegaram  na Vila  de Abrantes e depois fregueisa de Mata  de São  João. Também  ainda  pela parte paterna, descendem dos Pereira Paiva,  estes chegados  na  freguesia  de Mata  de  São João,  no século XIX.
Os Pereira Chagas foram  agricultores, militares, Vereadores, religiosos (padre), comerciantes,  desportistas,  músicos. etc.

GONÇALVES  DE CARVALHO

Dessa família, vários descendentes  foram agricultores, militares,   advogados, juiz, vereadores,  médicos,  etc. com números   descendência na Bahia São Paulo e outros  estados, sendo originários de Portugal. 
Os Gonçalves de Carvalho   tem ramificações   com famílias, Pereira Chagas, Barreto Cruz, Alves Coelho, Gonçalves Pires de Carvalho e Albuquerque, família Alemã, italiana (no Estado de São Paulo),  dentre outras inúmeras famílias não citadas.


FRANCISCO  WOHLERS
Francisco  Wohlers  (Chico Wohlers), nasceu  no  dia  25/012/1866  em Extema/MG e faleceu em  05/05/1955 em Joanópolis/AP  aos  89  anos de  idade. Francisco  Wohlers, fazendeiro no seguimento de café se casou em 1ª    núpcias  com Maria  Francisca  Candelária (Mariquinha),  nascida no dia 16/12/1870 em Santo Antonio da  Cachoeira,  atual  Piracaia/SP, tendo sido batizada  em 04/01/1871.
Maria Francisca Candelária (Mariquinha), faleceu   em 1906  aos  36  anos. Do casamento entre Francisco  Wohlers  e  Maria Francisca  nasceram  vários filhos,  dentre eles  Lucila  Wohlers . Viúvo da  sua 1ª esposa, Francisco  Wohlers  se  casou em 2ª  núpcias com  Clementina  Agnini,  tendo  vários  filhos, dentre eles  Iná  Wohlers.
Dona Clementina Wohlers  nasceu em 11/04/1887, faleceu em 21/12/1973  aos  86 anos de idade.
JOÃO WOHLERS  E ELISE  MARIE  SELBACH
 JOÃO WOHLERS (apelidado de  João  Alemão, o Velho)  E  ELISE  MARIE  SELBACH, pais dentre  outros  filhos  de    Francisco Wohlers (Chico Wohers). João nasceu  em Frankfurt na  Alemanha  no ano de 1820  em 1902 em Joanópolis/SP, tenha  82 anos de idade.
Elise Marie Selbach, também nasceu em  Frankfurt/Alemanha.

CASAMENTO DO MÉDICO LEOVIGILDO  E  LUCILA WOHLER
Dr. Leovigildo  Gonçalves de Carvalho Filho,  matense, médico clínico se  casou  com Lucila Wohers, filha  do casal Francisco Wohlers e  Maria Francisca Candelária (Mariquinha), sendo pais  de   Aparecida  Wohlers Gonçalves, Sérgio e Sílvia.
 Aparecida,  casada com Henrique Beloumini, tendo filhos Robert o  Vera, netos do Dr.  Leovigildo Filho.  Aparecida Wohlers de Carvalho,  formada em professora, nasceu em  11/11/1915 em Piracaia/SP,  falecida  em 31/05/2005  aos  90  anos  de  idade.
 Sérgio  Wohlers  de Carvalho  se casou  com  Lurdes Lepera  (Tia Lulú), tendo  este casal  filhos: Carlos  Nei  Carvalho e  Denis Dalva de Carvalho, ambos casados com descendência.                                                             
 O  terceiro filho  do casal Dr. Leovigildo  Filho  e  Lucila  Wohlers,  foi  Silvia  Wohlers Gonçalves  casada com  Aluísio Costa, tendo este casal a  filha  Ana  Maria  Costa nascida  no ano de 1952 e casada  com  Vicente  Alaor Cianciarullo, tendo  este casal dois filhos,  Giancarlos e Fabrício.  

CASAMENTO DE SOSTHENES GONÇALVES DE CARVALHO E INÁ WOHLERS
Sosthenes Gonçalves de Carvalho se casou com Iná Wohlers sendo pais de Gilson, José Luís Ribeiro de Carvalho e  Marilene  Wohlers de Carvalho. Gilson batizado em 26/08/1958, biomédico, casado com Rosana Leite Guimarães Carvalho, também biomédica, pais  de  Renato e  Ana Paula, sendo Sosthenes securitário.
Marilene casada em 1ª com  José Eduardo Melo, pais  de  Carlos  Eduardo Carvalho de Melo. Marilene, casada em segunda núpcias com Hamilton Silva Cardoso sendo pais de  Adriene Carvalho Cardoso e Caio Carvalho Cardoso.
José  Luis  Ribeiro de Carvalho, pais de Andrea de Carvalho e Marcelo de Carvalho.
Gilson Gonçalves de Carvalho casado com Rosana Leite Guimarães Carvalho, sendo pais de Renato e Ana Paula.
(Pesquisado na árvore genealógica da família Wohlers, internet)
MÉDICO LEOVIGILDO FILHO

Pesquisa  de Gamaliel
O médico clínico  Leovigildo Filho, nascido na Vila de Mata de São  João, dia 22/03/1879, batizado  na Matriz do Bonfim de Mata, falecio em São Paulo em 30/03/1959, aos 80 anos de idade, sendo filho de Leovigildo Gonçalves de Carvalho  e Maria  Damázia  da Cruz, ambos  de Mata  de São João, sendo Gamaliel Chagas, primo do médico Leovigildo Gonçalves de Carvalho Filho.

Dr. Leovigildo  diplomado na década  de 1910 na  Faculdade de Medicina  da  Bahia, localizada  na época no Tereiro de Jesus (Salvador), indo reisidir  na   capital de São Paulo, onde  conheceu Lucila  Wohlers, se  casando, deixando descendência, conforme  descrito  acima.

OS RODRIGUES  TEIXEIRA
Na parte materna  Gamaliel descendem  da  numerosa família  Rodrigues  Teixeira, estes estabelecidos na freguesia de Mata de São João,  entre a  metade do  século XVIII e  início do Século XIX, sendo  os Rodrigues Teixeira, agricultores,  médicos, advogados, Promotores  Público,  Desembargadores, militares, vereadores, Intendente (prefeito), dente outras profissões não citadas.

Os  Rodrigues Teixeira,  se ramificaram genealogicamente  com várias famílias tradicionais  da  Bahia   nos períodos da  freguesia, assim como no período  Imperial  (da Vila a partir de 1846) e   na República (a partir  de 15/11/1889).
Os Rodrigues  Teixeira, povoaram regiões vizinhas a  Mata de São João  (Alagoinhas, Catú, Rio Fundo, São Francisco do Conde, Santo  Amaro, Nazaré, etc. 

José Rodrigues  Teixeira (o 3º com este nome  da  família),  filho de Dr. Antonio Rodrigues  Teixeira e  Dona Joana  Amélia  Meireles Viana (Primos) (o 3º com este nome,bisneto do 1º) nascido no início da década de 1870,  casado com Ana Alves, são os  bisavôs materna  de Gamaliel Sales Chagas, 
pais dente outros filhos de  Lydia Rodrigues Teixeira casada com Francisco Rodrigues Sales (avôs materno de Gamaliel), pais de Amália Teixeira Sales (Nazinha, mãe de  Gamaliel), Maria Benedita (tia Betinha) residente em Brotas/Salvador,  com 90 anos  de idade, dentre outros filhos  não citados.

Amália e Maria Benedita nasceram  na  Boa Vista, zona rural do município matense. Amália nascida em 9/7/1913 e falecida em 1/04/1991 aos 77 anos, sendo sepultada  no Cemitério das Quintas/Salvador.
Francisco Rodrigues Sales  (Chico Sales), agricultor no início do século XX e residentes na Boa Vista/Mata de São João, falecido em 1944, sepultado no Cemitério Paroquial do Bonfim de Mata, onde  também  foram sepultados quase todos  os  descendentes da  família  de Gamaliel Chagas, nas  suas  inúmeras ramificações genealógica.


 DESCENDÊNCIA/RAMIFICAÇÕES  GENEALÓGICA

Gamaliel com  descendência paterna das    famílias Pereira Chagas, Gonçalves  de Carvalho, Pereira Paiva, que  ramificaram com as famílias Abreu Bastos, Costa Chagas, Fragoso Almeida, Paiva Ramos, Paiva Teixeira Franco, Paiva  França, Fontes Chagas, Ferreira Neto, Souza Chagas, Soares Chagas, Miranda Chagas, Araujo Chagas, Silva Chagas, Guimarães Chagas,  Chagas Alban, Simões Nascimento, Gonzaga Leite, Deiró, Seixas Oliveira,   Veloso Moreira dentre  outras Ramificações sequencionais não citadas.  

Na descendência materna   dos Rodrigues Teixeira e com Pereira Paiva, Simões de  Paiva,  famílias estas ramificadas com Castro Leal,  Mesquita, Reis Meireles, Meireles Viana, Batista Viana, Seabra Meireles Viana, Muniz Aragão  Meireles  Viana,  Araujo Góis,   Simões  Meireles Nogueira,  Alves Silva, Alves Teixeira,  Meireles de Almeida  Couto, Meireles   Marback, César Sampaio   Meireles  Viana, Costa Pinto, Fróis Garcez, Pondé Sena e outras  ramificações não citadas.

As descendências paterna e  materna, com suas ramificações  sequencionais (ramos genealógico)  fundamentaram no  período colonial e imperial a base para a elevação  da  condição de freguesia a  Vila de  Mata  de São João (15/04/1846), e  cidades  vizinhas (Camaçari,  Terra   Nova,  Bom Jardim, São Sebastião  do Passé, Santo Amaro, São Francisco do Conde, Alagoinhas, ...) não citadas.  

Na descendência materna   dos Rodrigues Teixeira e com Pereira Paiva, Simões de  Paiva,  famílias estas ramificadas com Castro Leal,  Mesquita, Reis Meireles, Meireles Viana, Batista Viana, Seabra Meireles Viana, Muniz Aragão  Meireles  Viana,  Araujo Góis,   Simões  Meireles Nogueira,  Alves Silva, Alves Teixeira,  Meireles de Almeida  Couto, Meireles   Marback, César Sampaio   Meireles  Viana, Costa Pinto, Fróis Garcez, Pondé Sena e outras  ramificações não citadas.

As descendências paterna e  materna, com suas ramificações  sequencionais (ramos genealógico)  fundamentaram no  período colonial e imperial a base para a elevação  da  condição de freguesia a  Vila de  Mata  de São João (15/04/1846), e  cidades  vizinhas (Camaçari,  Terra   Nova,  Bom Jardim, São Sebastião  do Passé, Santo Amaro, São Francisco do Conde, Alagoinhas, ...)

     HISTÓRIA DE DIAS D'ÁVILA NA POESIA DE        
                   CHIQUITINHA MARAVILHA.

MARCOS HISTÓRICO / DOS ÁVILAS POVOADORES DA CASA DA TORRE
MARCO HISTÓRICO DATADO DE 1934, também tombado, monumento histórico!
Fuca localizado na atual Avenida Raul Seixas, assim como o painel abaixo.
POVOAÇÃO DA FEIRA DE CAPUAME/ RETRADO EM PAINEL 

  CAMPO HISTÓRICO POVOATIVO!


          DIAS D'AVILA 399 ANOS DE  FUNDAÇÃO (FEIRA  DE  CAPUAME -1614), 2014                   
                    Quatrocentos  Anos  de   Fundação!


Estação Ferroviária com seu Obelísco Comemorativo, uns dos Símbolos Histórico do Município de Dias D'Ávila! Que completa no dia 25/02/2012, 27 Anos de Emancipação e 398 Anos de Fundação!
Foto Chiquitinha Maravilha (17/02/2012).

POESIA  DESCRITIVA DA HISTÓRIA  DA  FUNDAÇÃO DO MUNICÍPIO  DIASDAVILENSE  (Poetizada  em 2000)


POESIA HISTÓRICA - DIAS D'ÁVILA


De Capuame A Dias D’Ávila, A   Cidade da Água Mineral!
(Resumo Histórico, poesia baseado em pesquisas oficiais)
Poesia de Chiquitinha Maravilha
Direitos autorais registrado em nome do autor.


Venham, Venham todos conhecer Dias D’ Ávila da Bahia minha gente!

A cidade da Água Mineral! Água pura e cristalina, água medicinal
Com o  seu imensurável lençol  d’água subterrâneo,  sempre emergente
Abastecendo a população da Cidade e do município, com água Mineral


Terra nativa, desbravada por  Garcia D’Ávila, no início do regime  colonial
Ele era português e logo construiu o lendário Castelo da Torre situado no litoral
Os Ávilas fizeram histórias fantásticas! Com as  suas famosas boiadas na região
Garcia D’Ávila o Almoxarife Real, Patriarca dos Bandeirantes, orgulho da Nação!


Francisco Dias D’ Ávila, o neto do Almoxarife Garcia D’Ávila foi quem fundou
A primeira Feira Livre da Bahia, no ano de mil seiscentos e quatorze e registrou
Com o nome de Capuame, a citada Feira prosperou e no regime imperial mudou
seu nome para Feira Velha de Capuame, com este nome essa Feira, assim ficou! 




Finalmente em mil novecentos e vinte e oito, a povoação de Feira Velha novamente
Mudou seu nome para Dias D’Ávila, numa justa homenagem ao seu nobre fundador
Francisco Dias D’Avila, numa iniciativa de Francisco Borges de Barros e do doutor
Pedro Calmon, deputado estadual que enviou projeto lei, sendo aprovado sabiamente!

Localização da Feira de  Capuame 


A lendária Feira colonial de gado, denominada de Santo Antonio de Capuame ficava

localizada num local central da atual cidade de Dias D’Ávila, pertinho da sua nascente
Do Riacho dos Periquitos, atual  Praça ACM, a lendária Feira de Capuame margeava
A Estradadas Boiadas, era os caminhos primitivos dos viajantes e boiadeiros valentes


Rumo as conquistas dos sertões baianos e nordestinos, tocando, levando as suas boiadas
Por onde passava ia desbravando sertões, formando povoações que eram transformadas
Em cidades, vilas e municípios! Os boiadeiros e viajantes eram os bandeirantes sertanistas
Homens que enfrentavam todo tipo de perigos! Eram homens corajosos e idealistas!

Na primitiva Feira de Capuame, existam rancharias, currais e Casa da administração
Nos currais ficavam as manadas de  gados, oriundos de várias localidades da Região
Dos sertões baianos e nordestinos, onde o gado bovino repousava, ficava a disposição
Dos fazendeiros, agricultores e outros homens ricos que desfrutavam de boa  reputação!

Proclamação de  Joaquim Pires de Carvalho!

Salve!  Feira de Capuame, Salve, Feira Velha! Tu és  Dias D’ Ávila, município atual
Naslutas pela Guerra da Independência da Bahia, sediou as Tropas do Brasil imperial
Que marchando rumo ao Quartel de Pirajá, seguindo pela Estrada das Boiadas e Real
Em Pirajá ás tropas brasileiras venceram os lusitanos, numa batalha sangrenta triunfal.

No dia trinta de junho do ano de mil oitocentos e vinte e dois! A destemida Legião
Da Casa da Torre, chegava na povoação da Feira de Capuame para abastecimento
Das suas Milícias de Armas e alimentos, servindo o local da Feira de Acampamento
das Tropas Independentes e do Exercito Brasileiro de Labatut, para defender a Nação!

Dia Dezoito de julho! Do ano de mil oitocentos e vinte e dois, o destemido coronel
Joaquim Pires de Carvalho de Albuquerque, assume o comando geral das operações
Das Tropas Independentes na povoação da Feira Capuame, um dia cívico, inesquecível!
Nesse mesmo dia, o coronel Joaquim Pires de Carvalho, recebe aplausos e ovações.

Num gesto patriótico pela Bahia e pelo Brasil! Brada o seu heroico grito de guerra...
Conclamando a todos os soldados e aos baianos! A defenderem a sua amada  terra
Contra o regime colonialista de Portugal, era vencer ou morrer, lutando pela Bahia!
Era a Proclamação de  Capuame, de Joaquim Pires! Um documento vivo da nossa história.

General Pedro Labutut chegana Feira de  Capuame

No dia histórico de vinte e sete de Julho de  mil oitocentos e vinte e dois, chegou
Na Feira de Capuame vindo de Sergipe, o General francês Pedro Labatut que assumia
A chefia do Exército Brasileiro e no dia seguinte, o General Pedro Labatut transferia
O seu Quartel da Feira de Capuame, para Engenho Novo, onde lá Labatut se aquartelou


A Feira de Gado de Capuame, como seu Trem de Guerra ou Acampamento Militar
Foi um local estratégico, durante o período da Guerra prol Independência da Bahia
Capuame foi um elo de ligação, entre a lendária Casa da Torre, situada perto do mar
Com o Recôncavo Baiano e o Quartel de Pirajá, um triângulo militar que impedia

O abastecimento de gado e de gêneros alimentícios, oriundos da Estrada da Boiadas
Para o Exercito Lusitano do general Inácio Madeira de Melo, sediado em  Salvador.
O Coronel Joaquim Pires, Major Sepúlveda e outros militares que com garra e amor
Defenderam a povoação da Feira de Capuame, comandando as suas tropas aí sediadas

O Poeta Santos Titara,  matense e  diasdavilense!

Titara nasceu no dia vinte e quatro de abril de mil oitocentos e um, na famosa
Povoação da Feira de Capuame, pertencente na época á freguesia de Mata de São João
Santos Titara de família religiosa, foi  batizado na abençoada Pia Batismal da Santuosa
Igreja do Bonfim de Mata, Titara estudou Latim na citada cidade e teve boa educação

Dias D’Ávila já foi Camaçariense e Matense, quando era distrito, povoação e arraial
No ano de mil novecentos e vinte e cinco, conforme um decreto de  Lei estadual
Dias D’Ávila deixa de pertencer a Mata, passando a ser de Camaçari, era a caminhada
Rumo ao seu desenvolvimento sócio - econômico e da futura liberdade tão sonhada!

A Tão Sonhada Emancipação!

Dia vinte e cinco de novembro de mil novecentos oitenta e quatro, um dia de decisão
O distrito de Dias D’Ávila vivencia um dia histórico, os diasdavilenses  conscientes vão
A surnas para decidirem a separação de Camaçari e vota com muita determinação
Na sua liberdade  política e administrativa! A população feliz, festejou  sua emancipação!

Tu és Dias D’Ávila da Bahia! Uma cidade, um município de grande  riqueza natural
Da pureza das minas de caulim branco a céu aberto, fixadas no seu solo rico sem igual
Solo repleto de verdejantes Mata Atlântica, berço, santuário ecológico do reino vegetal
Dias D’Ávila da Bahia, já foi Feira de Gado, povoação, distrito, Estância Hidromineral.

Oh! Cidade de Dias D’ Ávila, um  lindo pomar de árvores frutíferas e naturais
Onde são plantados no seu abençoado solo argiloso, rico em compostos minerais
Os coqueiros, abacateiros, jamelões, as pitangueiras, mangabeiras e tamarineiros
Semfalar dos pés de cajueiros, mangueiras, jaqueiras, jambeiros e os sapotizeiros

Dias D’Ávila, A Cidade Rainha das Águas ! Com seu moderno traçado  urbanístico
Com sua topografia plana, de lindas praças, ruas, avenidas e o verde paisagístico
Uma cidade tradicionalmente balneária, banhada por vários riachos e suas nascentes
Salve Barragens do Jacuipe  e Joanes! Viva os rios Imbassaí, Jacuipe Mirim e afluentes.

Dias D’ Ávila, uma cidade jovem , onde são praticadas várias modalidades desportivas
Possui campos de futebol nos bairros, tem Ginásio de Esportes e quadras poliesportivas
Dia quinze de agosto, a Festa Católica da padroeira de Nossa Senhora da Boa Viagem
A Santa Protetora dos Boiadeiros e Viajantes, um dia de fé e devoção, Justa homenagem.

RAUL SEIXAS CANTAVA E TOCAVA VIOLÃO NA ESTAÇÃO!

Cidade de Dias D’ Ávila, década do ano mil novecentos e sessenta! Era vocalista
O soteropolitano Raul Seixas “O Maluco Beleza!” , compositor, músico e violonista
Raulzito ficava na Estação do Trem, como seu instrumento inseparável, o violão
No horário do Trem das Sete, Raul cantava suas lindas músicas, fruto de sua imaginação!



Dias D’ Ávila da Bahia com seu artesanato famoso, fabricado   com toque de magia
Pelasmãos de seus artesões, gente sábia, alegre e gentil! Orgulho da nossa Bahia
Dias D’Àvila um município moderno de economia forte, com seus Pólos de industrialização
Com as suas inúmeras fábricas, gerando muitos empregos e renda com a sua produção.

Oh! histórica Dias D’ Ávila! De todos os povos católicos e  evangélicos, irmanados
Numa só Fé, com as suas numerosas igrejas e seus diversos templos doutrinários
Neste município onde seus habitantes nativos ou emigrantes, vivem e são abençoados
Na glória eterna de Deus Pai Criador e do seu filho Jesus Cristo! O Missionário.


Salve! Município de Dias D’ Ávila dos seus filhos ilustres, nativos e os adotados
A exemplo de Santos Titara, Ayrton Nunes, Padre Camilo Torrando sábio iluminado!
Raul Seixas, Ditinho, Prof. Leite, Pro -Altair Lima, Muricy, Andréia Xavier, Cláudio Cajado
Marcus Miranda, Mário Padre, Clodoaldo Campos, João do Leite e outros  filhos não citados

Lucas Evangelista, Gilson Galvão, Francisco Borges de Barros, Carlos da Estação
Amarildo, Durval, Barbosinha, Vereadoras Margarida, Laura Folly, José da Conceição
Fernando e Vera Gimeno, Moacir Duarte, Sobrinho, José Carlos Prado, Justo Abeleira
Celso e Vera Mollinari, Hamilton Estevão, Jussara, André do Leite,  Castro e Almiro Oliveira

Carlos Deiró, José da Cruz, José Espanhol, Caetano, Isaque, advogado Mozart Pedrosa,
Amália Chagas, Garcia, Manoel Serrador, Samoel Costa, Jô Plumas, Dó, Abinal Barbosa
Pedro Soares, Raimundo Sampaio, Cristovão Almeida, Aloísio Valverde, Aracy, Marinho
Jouly, Edmundo Magalhães, Gamaliel Chagas, Felisbino, Napoleão Lisboa, Alzemir Tourinho

Ivone Mucugê, Pró Joanita Silva, Hércules Lima, Marcelino, Bosco, Manoel Cerqueira,
Tia Nem, José Vidal de Brito, Guanabara, Cassimiro, Bety, Drª Aleide, Orlando Ferreira
Justino, advogados: Giovah, Mary Fernandes e Portugal, Jerônimo, Pró Orlando e mais
Cosme Emanoel Sampaio, Henri Soussa, Pró Lucilia, Geraldo Cordeiro e seu Morais..!
 
Direitos autorais registrado em nome do autor.

POESIA RESUMIDA DE AUTORIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA, DA HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE DIAS D'ÁVILA:


POESIA DESCRITIVA, RETRATANDO A HISTÓRIA REAL DESDE A FUNDAÇÃO DA FEIRA DE CAPUAME M 1624, POR FRANCISCO DIAS D'ÁVILA DIAS D'ÁVILA PASSANDO PELA EMANCIPAÇÃO POLÍTICA ATÉ OS DIAS ATUAIS.
POESIA BASEADO A LUZ DE DADOS OFICIAIS, APÓS CANSATIVA E  AGRADÁVEIS  PESQUISAS,  AO LONGO DE VÁRIOS ANOS, PELO AUTOR DA POESIA.
  Compositor, Vocalista  e  Músico - Raul Seixas foi homenageado  com seu honroso nome  na  Praça  situada  no bairro  Nova Dias D'Ávila. Pr[oxima  homenagm  que precisa  ser feita a  construção do Memórial   Cultural  Raul Seixas (com   seu  acervo iconográfico, musical  e  literário, om anfitatro para apresentações de  shows  musicais etc....)

Foto acima:  Pag 39 Rio de janeiro 1972  - Raul f defendendo let me sing, let me sing no oitavo Festival Internacional da Canção.


RAUL SEIXAS HOMENAGEADO NA POESIA

RAUL SEIXAS CANTAVA E TOCAVA VIOLÃO NA ESTAÇÃO!
 

Cidade de Dias D’ Ávila, década do ano mil novecentos e sessenta! Era vocalista

O soteropolitano Raul Seixas “O Maluco Beleza!” , compositor, músico e violonista
Raulzito ficava na Estação do Trem, como seu instrumento inseparável, o violão
No horário do Trem das Sete, Raul cantava suas lindas músicas, fruto de sua imaginação!




RAUL SEIXAS “O  Maluco Beleza”
Por Chiquitinha Maravilha
Nasceu   no  dia  28 de gosto de  1945  na  Avenida Sete de Setembro, Cidade de Salvador/Ba.  Sendo  filho do casal   Raul Varela Seixas (Engenheiro) e Maria Eugenia Santos  Seixas (dona de  casa). Raul  foi  registrado em Cartório Cívil de Salvador no dia 07/07/1945, como o nome    Raul  Santos  Seixas (nome  do  avô paterno).
Seu  avô  paterno Raul Seixas   foi morador e  proprietário  de  extensa  terras   na  cidade de Dias D’Ávila, onde  tanto Raulzito como seu avô Raul Santos  Seixas foram  homenageados na cidade  Dias D’Ávila/Ba, ( o avô  com nome  de  uma  das  principais Avenidas e  Raulzito  com    uma  Praça no  bairro  de Nova  Dias D’Ávila, perto do CT Tricolor  em construção e  previsto para  ser inaugurado em abril  de  2013).
Raul Seixas amado e venerado  em Dias D’Ávila, na  Bahia, Brasil e  Exterior.

Fonte de Pesquisa Livro: Raul Seixas Por Ele Mesmo, 1989 / Martin Claret Ediotores LDTA. – Rua  Alegrete, 62 Sumaré São Paulo/SP
 Na foto:   Raul  O Contestador / Praia de Copacana Rio de Janeiro 1979 / pag,74

PRAÇA RAUL SEIXAS (O Cantor)
         Praça  Raul Seixas/bairro Nova  Dias D'Ávila ano de  1998. Foto Chiquitinha Maravilha

                        CASA  DA TORE DE GARCIA D'ÁVILA - 1999 /JORNAL A TARDE
"A  Casa  da  Torre,  sediou  as  Tropas  Brasileiras  e  foi  o  Quartel  General...."
                        Linha da  estrofe da  poesia de Chiquitinha Maravilha 

POETIZADA EM 2000.

  Garcia D’Ávila  e  a  Casa  da Torre!
           Chiquitinha Maravilha/Gamaliel Chagas/
        (Direitos  autorais em nome do autor da poesia)
Março,  ano  de  mil  quinhentos  e  quarenta  e  nove,  acontecia  na  Bahia
A chegada  de  Tomé  de  Souza!  Ele  foi  o  primeiro  governador  geral
Trazia  na  sua  comitiva,  o  lusitano  Garcia  D’ Ávila!  O  almoxarife  real
Ele  ganhou  terras  de  sesmarias  e  no  litoral  norte,  logo  ele  construía.

No  ano  mil  quinhentos  e  sessenta  e  um,  um   lindo  castelo  Fortaleza
A  Casa  da  Torre!  Com  uma  arquitetura,  semelhante  ao  período  medieval
Foi  edificada  com  pedras,  tijolos  e  argamassa  de  caulim  da  redondeza
Foi  erguida  sobre  a  colina  de  Tatuapara,  este  lindo  castelo  colonial.

A  Casa  da  Torre!  Com  suas  arcadas  centrais!  Lindas  e  impressionantes
Com  pátio  de  honra,  um  amplo  subsolo,  com   suas  masmorras  lendárias
Pavimentos  no  Centro!  Amplas  salas  laterais,  ligadas  por  escadarias 
E  a  Capela  de  Nossa  Senhora  da  Conceição! Bela,  virtuosa,  deslumbrantes!

O  castelo  Garcia  D’ Ávila,  com  sua  Torre  primitiva,  repleta  de  fantasia
A  Torre  alta  e  cilíndrica  construída,  ao  sul  da  colina  de  Tatuapara
Ela  ficava  próxima  ao  castelo  medieval,  sendo  também  uma  torre  vigia
Esta  famosa,  antiga  torre!  Cujo  seu  nome,  a  Casa  da  Torre  emprestara.

O  almoxarife  Garcia  D’ Ávila,  edificou  a  Casa  da  Torre  e  o  seu  neto
Francisco  Dias  D’ Ávila,  ampliou!  Garcia  D’ Ávila  Pereira  finalmente 
No  ano  mil  setecentos  e  dezesseis,  elaborou  um  magnífico  projeto
Arcadas,  pavimento  superior  e  mirante  foram  erguidos  artisticamente!

Foram  contratados,  para  ampliação  da  Casa  da  Torre, três  experientes
Portugueses  da  Vila  Nova  da  Gaia!  Mestres  habilidosos  e  competentes
Manuel  Fernandes  de  Abreu,  João  Álvares, estes   mestres  de  pedraria
E  mais  Francisco  Moreira,  oficial  de  pedreiro,  eles  recebiam  por  dia

Cama,  mesa  e  roupa  lavada!  Além  de   passagens  de  ida  e  volta  e  mais
Cem  mil  réis,  estes  três  Mestres  contratados  trabalharam   magnificamente
Na  reforma  de  ampliação  da  Casa  da  Torre,   sendo  esses  profissionais
Elogiados  por    Garcia  D’ Ávila   Pereira,  que  ficou  alegre   e  sorridente.

Na  Casa  da  Torre  Garcia  D’ Ávila,  os  seus  descendentes  nela  habitaram
Criando  muito  gado  e  comercializando,  com  suas  boiadas  ele  desbravaram
Terras  selvagens!  Localizadas  no  litoral  norte  e no  interior  dos  sertões
Baianos  e  nordestinos,  ajudando   na  formação  de  inúmeras  povoações

Na  década  de  mil  quinhentos  e  oitenta,  padre  Fernão  Cardim  Visita
A  Casa  da  Torre,  sendo  recebido  por  Garcia  D’ Ávila  que  agasalhou
O nobre  jesuíta  em  sua  casa,  armada  de  guardamecins  e cama  bonita
Cardim  comeu  aves,  perus,  manjar  branco  e  depois  Cardim   rezou!

Na  Capela  de  Nossa  Senhora  da  Conceição  da  Torre!  A  mais  famosa
Capela  do  Brasil!  Feita  de  estuque  e  tintin,  uma  edificação  maravilhosa
De  molduras,  laçarias  e  cornijas!  O  padre  jesuíta  Cardim  tudo  observou
E  anotou!  Feliz  pela  beleza  da  Santa  Capela!  Cardim  logo  se  emocionou

A  magestosa  Casa  da  Torre,  localizada  no  Litoral  Norte,  foi  Quartel
General  do  Batalhão  da  Legião  da  Torre,  teve  um  importante  papel
Protegendo  as  Estradas  Real  e  das  Boiadas!  E  as  Vilas  do  Litoral 
A  Legião  da  Torre  combateu  os  lusitanos!  E  o  seu  regime  colonial. 

Garcia  D’ Ávila  e  seus  descendentes,  tiveram  participação  fundamental
Na  defesa  das  Terras Brasileiras,  tanto  no  interior  como  no seu   litoral
Contra  a  presença  dos   piratas  franceses  e  holandeses  conquistadores
A  Casa  da  Torre  alojou  Tropas  Coloniais,  para  combater  os  invasores.

Nas  lutas  pela  Independência  da  Bahia!  No  início  do  regime  imperial
A  Casa  da  Torre,  sediou  as  Tropas  Brasileiras  e  foi  o  Quartel  General
Da Legião  da  Casa  da  Torre!  Que  enfrentou   o  português  colonizador
Passando  por  Abrantes  e  Capoame,  indo  para  Pirajá,  perto  de  Salvador.

Na  Casa  da  Torre,  ano  mil  seiscentos  e  doze!  Saraiva  um  parente
De  Garcia  D’ Ávila,  instituiu  A  Pesca  do  Xaréu!  Saraiva  inteligente
Observou  que  em  certas  épocas  do  ano,  esse  peixe  saindo  dos  mares
Da  região  sul,  fazia  imigrações  para  o  norte  em  cardumes,  aos  milhares.

Saraiva  em  parceria  com  Francisco  Dias  D’ Ávila,  organizou  a  primeira
Armação  da  Casa  da  Torre!  Ficando  famosa  a  pesca  na  região  inteira
Ainda  nos  dias  atuais,  essa  pesca  do  xaréu  leva  o  nome  do  seu  criador
Sendo  esta  famosa  pesca,  bastante  praticada  nos  mares  de  Salvador.

Um  dos  produtos  industrializados  na  Casa  da  Torre,  com  freqüência
Era  o  azeite  de  peixe,  sendo  esse  produto  fabricado  com  paciência
Esse citado  azeite,  durante  muitos  anos,  teve  a  sua  comercialização
Vendida  aos  governantes  da  cidade  de  Salvador,  para  sua  iluminação.

Famosa  por  toda  a  Europa,  pela  sua  beleza,  riqueza  e  sua  imponência
A  Casa  da  Torre,  era  visitada  pela  alta  nobreza,  desde  sua  existência
Por  lá  passaram   o Padre Manoel  da   Nóbrega,  Anchieta  o  Catequizador
Gabriel  Soares,  Rolim,  Bagnuolo,  Padre  Fernão  Cardim,  o  Visitador.

No  início  do  século  dezoito,  a  lendária  Casa  da  Torre  sediou  e  comandou
Cento  e  vinte nove  fazendas,  que  partindo  da  Bahia  iam  até  o  Maranhão
Somando  oitocentos mil  quilômetros  quadrados,   das  terras  que  acumulou
No  maior  império latifundiário  do  Brasil  Colonial,  desde  a  sua  Edificação.

         No  ano  mil  novecentos  e  trinta  e  oito,  o  IPHAN  a  Casa  da  Torre  tombou
Virou  Patrimônio  Histórico e  os  seus  descendentes,  uma  fundação  criou
Restaurada  e  revitalizada  logo  se  tornou, o  Centro  de  Turismo  na  região.
Representando  mais  de  trezentos  anos  da  história  da  Bahia   e  da  Nação.

A  Casa  da  Torre  fica  localizada  no  povoado  de  Praia  do  Forte,  litoral
Município  de  Mata  de  São  João  e  foi  anexado,  após  a  divisão  territorial
Sendo  visitada  todo  ano,  por  milhares  de  turistas  de  várias  localidades
Que  admiram  contemplando  as  suas  belezas,  enraizadas  na  antiguidade.
                      A LENDÁRIA CASA DA TORRE DE GARCIA D'ÁVILA! 
                         REPLETAS DE  BELEZAS, ENRAIZADAS NA SUA HISTORIA!

     CASA DA TORRE COM SUA  NOTÁVEL CAPELA  SEXTAVADA! 

                                                  Foto IBGE 1949

Arcadas da  Casa da  Torre 1927 - Foto tirada pelo  historiador Dr. Wanderley de Araujo Pinho, foto na  pesquisa de Chiquitinha  Maravilha em 2006  na  Revista do Instituto Histórico e Geográfico  da Bahia.