JOÃO UMBELINO DE SOUZA,
PIONEIRISMO NA FUNDAÇÃO DE SINDICATOS NO BRASIL!
João Umbelino Souza em 1956, ano em que comandou a equipe de sindicalistas que trouxeram As Cartas Sindicais que estavam "engavetadas" na Capital Federal do Brasil (Rio de Janeiro) e que gerou a partir das citadas Cartas! A fundação dos Sindicatos baiano e depois no Brasil! Foto de João Umbelino cunhado de Chiquitinha Maravilha.
ESTATÍSTICA DO DIA 21/02/2013
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BAIANÃO 2013 TEM NOVO LÍDER E LANTERNA APÓS A 7ª RODADA
Postado por Comunicação FBF - em Geral
O Baianão 2013 tem um novo líder. Após o complemento da 7ª rodada, nesta quarta-feira (27), o Vitória da Conquista assumiu pela primeira vez a ponta da tabela.
O Bode goleou o Jacuipense, no Lomanto Júnior, por 3 a 0 e chegou aos 11 pontos. O alviverde superou o Juazeiro, agora vice-líder, no número de gols marcados, 11 contra dez.
Já na parte debaixo da tabela, a novidade ficou por conta do primeiro triunfo do Atlético na competição. O Carcará derrotou o Botafogo, em casa, por 2 a 1.
Além de comemorar o triunfo, o time de Alagoinhas chegou aos cinco pontos e deixou a lanterna do estadual. A última colocação ficou com o Fluminense de Feira, que perdeu por 1 a 0 para a Juazeirense, no Joia da Princesa.
O Touro se manteve com os mesmos cinco pontos, mas é superado pelo Atlético em gols marcados, cinco contra três. Já o Cancão de fogo, com a vitória em Feira, foi aos nove pontos ganhos e deu um salto para a quarta colocação.
Confira os resultados da 7ª rodada e classificação do Baianão:
Classificação
O Bode goleou o Jacuipense, no Lomanto Júnior, por 3 a 0 e chegou aos 11 pontos. O alviverde superou o Juazeiro, agora vice-líder, no número de gols marcados, 11 contra dez.
Já na parte debaixo da tabela, a novidade ficou por conta do primeiro triunfo do Atlético na competição. O Carcará derrotou o Botafogo, em casa, por 2 a 1.
Além de comemorar o triunfo, o time de Alagoinhas chegou aos cinco pontos e deixou a lanterna do estadual. A última colocação ficou com o Fluminense de Feira, que perdeu por 1 a 0 para a Juazeirense, no Joia da Princesa.
O Touro se manteve com os mesmos cinco pontos, mas é superado pelo Atlético em gols marcados, cinco contra três. Já o Cancão de fogo, com a vitória em Feira, foi aos nove pontos ganhos e deu um salto para a quarta colocação.
Confira os resultados da 7ª rodada e classificação do Baianão:
Classificação
| CLASSIFICAÇÃO | POS | PTS | |
| VITÓRIA DA CONQUISTA | 1 | 11 | |
| JUAZEIRO | 2 | 11 | |
| BAHIA DE FEIRA | 3 | 9 | |
| JUAZEIRENSE | 4 | 9 | |
| JACUIPENSE | 5 | 9 | |
| SERRANO | 6 | 8 | |
| BOTAFOGO | 7 | 6 | |
| ATLÉTICO | 8 | 5 | |
| FLUMINENSE | 9 | 5 | |
| GRUPO 1 | |||||||||||
| CLASSIFICAÇÃO | POS | PTS | J | V | E | D | GP | GC | SG | % | |
| VITÓRIA DA CONQUISTA | 1 | 11 | 6 | 3 | 2 | 1 | 11 | 4 | 7 | 61.11 | |
| JUAZEIRO | 2 | 11 | 6 | 3 | 2 | 1 | 10 | 3 | 7 | 61.11 | |
| BAHIA DE FEIRA | 3 | 9 | 6 | 2 | 3 | 1 | 7 | 5 | 2 | 50.00 | |
| JUAZEIRENSE | 4 | 9 | 6 | 2 | 3 | 1 | 7 | 8 | -1 | 50.00 | |
| JACUIPENSE | 5 | 9 | 7 | 2 | 3 | 2 | 10 | 12 | -2 | 42.86 | |
| SERRANO | 6 | 8 | 6 | 2 | 2 | 2 | 6 | 7 | -1 | 44.44 | |
| BOTAFOGO | 7 | 6 | 6 | 1 | 3 | 2 | 8 | 8 | 0 | 33.33 | |
| ATLÉTICO | 8 | 5 | 6 | 1 | 2 | 3 | 5 | 11 | -6 | 27.78 | |
| FLUMINENSE | 9 | 5 | 7 | 1 | 2 | 4 | 3 | 9 | -6 | 23.81 | |
ARTILHARIA
5GOLS
ROMULO
4GOLS
KLEUBER
3GOLS
CIEL
2GOLS
CARLINHOS
2GOLS
CARLOS ALBERTO
2GOLS
DIOGO CAPELA
2GOLS
JEFERSON
2GOLS
DIEGO HIGINO
2GOLS
KENO
2GOLS
STEFAN
2GOLS
JÂNIO
1GOLS
LEO GAMA
1GOLS
MICHEL
1GOLS
ANTÔNIO CARLOS
1GOLS
RAYLLAN
1GOLS
JACSON
1GOLS
MICA
1GOLS
EDIMAR
1GOLS
ZÉ LEANDRO
1GOLS
KAKÁ
1GOLS
NEM
1GOLS
TECO
1GOLS
MAÍLSON
1GOLS
DEON
1GOLS
RODRIGO
1GOLS
QUIRINO
1GOLS
HUMBERTO JÚNIOR
1GOLS
BRUNO OLIVEIRA
1GOLS
MARROM
1GOLS
ROGÉRIO
1GOLS
FRED
1GOLS
PIAUÍ
1GOLS
JEFERSON GUSMÃO
1GOLS
VITOR DOS SANTOS
1GOLS
ANDRÉ CABEÇA
1GOLS
MAILSON
1GOLS
NÁDSON
1GOLS
TONE
1GOLS
FLÁVIO
1GOLS
WALTER DE OLIVEIRA
Alagoinhas Atlético Clube / BA
Brasil
| 2013/02/27 | BA | Alagoinhas Atlético / BA | 2-1 | Botafogo / BA | |
| 2013/02/24 | BA | Jacuipense / BA | 2-2 | Alagoinhas Atlético / BA | |
| 2013/02/17 | BA | Juazeiro / BA | 5-0 | Alagoinhas Atlético / BA | |
| 2013/02/03 | BA | Alagoinhas Atlético / BA | 0-1 | Juazeirense / BA | |
| 2013/01/27 | BA | Fluminense da Feira / BA | 0-0 | Alagoinhas Atlético / BA | |
| 2013/01/20 | BA | Alagoinhas Atlético / BA | 1-2 | Serrano / BA |
| Pos. | Equipe | GP | Pts | W | D | L | GF | GA | + / - |
| 1 | Vitória da Conquista / BA | 6 | 11 | 3 | 2 | 1 | 11 | 4 | 7 |
| 2 | Juazeiro / BA | 6 | 11 | 3 | 2 | 1 | 10 | 3 | 7 |
| 3 | Bahia de Feira / BA | 6 | 9 | 2 | 3 | 1 | 7 | 5 | 2 |
| 4 | Juazeirense / BA | 6 | 9 | 2 | 3 | 1 | 7 | 8 | -1 |
| 5 | Jacuipense / BA | 7 | 9 | 2 | 3 | 2 | 10 | 12 | -2 |
| 6 | Serrano / BA | 6 | 8 | 2 | 2 | 2 | 6 | 7 | -1 |
| 7 | Botafogo / BA | 6 | 6 | 1 | 3 | 2 | 8 | 8 | 0 |
| 8 | Alagoinhas Atlético / BA | 6 | 5 | 1 | 2 | 3 | 5 | 11 | -6 |
| 9 | Fluminense da Feira / BA | 7 | 5 | 1 | 2 | 4 | 3 | 9 | -6 |
Avança para próxima rodada
Relegação
CHIQUITINHA NA MARATONA DO RIO 1987
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1987
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
CAMPO HISTÓRICO POVOATIVO!
DIAS D'AVILA 399 ANOS DE FUNDAÇÃO (FEIRA DE CAPUAME -1614)
Estação Ferroviária com seu Obelisco Comemorativo, uns dos Símbolos Histórico do Município de Dias D'Ávila! Que completa no dia 25/02/2013, 27 Anos de Emancipação e 399 Anos de Fundação!
MARCOS HISTÓRICO / DOS ÁVILAS POVOADORES DA CASA DA TORRE
MARCO HISTÓRICO DATADO DE 1934, também tombado, monumento histórico!
Fuca localizado na atual Avenida Raul Seixas, assim como o painel abaixo.
POVOAÇÃO DA FEIRA DE CAPUAME/ RETRADO EM PAINEL
PATRIMÔNIOS HISTÓRICOS DE DIAS D'ÁVILA!
O EDIFÍCIO DA ESTAÇÃO DEVE ESTÁ SEMPRE CONSERVADO, ASSIM COMO OS OBELISCO DA ESTAÇÃO E A CHACARA ONDE SITUA-SE O SINEBAHIA NA AV. RAUL SEIXAS, ELES SÃO SÍMBOLOS MEMORIAL HISTÓRICOS E PATRIMÔNIOS FÍSICO, HISTÓRICO E CULTURAL DO MUNICÍPIO DIASD'ÁVILENSE E DA BAHIA/BRASIL.
Foto Chiquitinha Maravilha (17/02/2012).
BALNEÁRIO RIO IMBAS SAI OUTRO PATRIMÔNIO HISTÓRICO CULTURAL QUE PRECISA SER TOMBADO A NÍVEL MUNICIPAL CÂMARA DE MUNICIPAL E DEPOIS FEDERAL.
A Cidade do Forró do Arraiá Bêra Rí, nas margens do histórico, lendário Rio Imbassaí na Cidade de Dias D'Ávila, cuja povoação originou-se da criação em 1614 da Feira de Gado Colonial, denominada de Capuame, feira esta criada pelo 1º Francisco Dias D'Ávila, o neto querido e amado, o herdeiro do Almoxarife Garcia D 'Ávila, - o Rei do Gado dos Sertões Baianos e Nordestinos.
Palco principal do Arraiá Bêra Rí, onde grandes atrações da música sertaneja se apresentaram no citado ARRAIAL JUNINO
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
Foto do Jornal Correio da Bahia 16 de junho de 1987 destacando atletas baianos destaque no Atletismo na década de 1980. Foto de 1984
ATLETISMO MATENSE /CORRIDA RÚSTICA DO BONFIM DE MATA VER NO BLOG.
A POESIA DO CORREDOR!
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
DE CAPUAME A DIAS D'ÁVILA, A CIDADE DA ÁGUA MINERAL!
A POESIA SIMBOLO DA HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE DIAS D'ÁVILA POETIZADA POR CHIQUITINHA MARAVILHA NO ANO DE 2000, REVISADA E E AMPLIADA EM 2012.
DIREITOS AUTORAIS REGISTRADOS EM NOME DO AUTOR DA CITADA POESIA, NA BIBLIOTECA NACIONAL DO RIO DE JANEIRO/BRASIL
POESIA RESUMIDA DE AUTORIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA, DA HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE DIAS D'ÁVILA:
POESIA SIMBOLO DA HISTÓRIA RESUMIDA DO MUNICÍPIO DE DIAS D'ÁVILA QUE COMEÇOU CO A FUNDAÇÃO DA FEIRA COLONIAL DE GADO, FUNDADA POR FRANCISCO DIAS D'ÁVILA, O NETO QUERIDO E AMADO DE GARCIA D'ÁVILA (O 1º COM ESTE NOME).
POESIA DESCRITIVA BASEADA EM FATOS REAIS A LUIZ DE DOCUMENTOS DE CREDIBILIDADE HISTÓRICA, E ATUALIZADA COM FATOS HISTÓRICO DA VIDA URBANA, SOCIAL, POLÍTICA DOS TEMPOS ATUAIS.
A POESIA RETRATA DE MANEIRA POÉTICA A HISTÓRIA REAL DESDE A FUNDAÇÃO DA FEIRA DE CAPUAME EM 1624, POR FRANCISCO DIAS D'ÁVILA, PASSANDO PELA EMANCIPAÇÃO POLÍTICA ATÉ OS DIAS ATUAIS.
A POESIA BASEADO A LUZ DE DADOS OFICIAIS, APÓS CANSATIVAS E AGRADÁVEIS PESQUISAS, AO LONGO DE VÁRIOS ANOS, PELO AUTOR DA POESIA.
GALERIA DE FOTOS:
DO BALNEÁRIO RIO IMBASSAI 2012
FOTOS DE CHIQUITINHA MARAVILHA
VER ABAIXO
A Cidade do Forró do Arraiá Bêra Rí, nas margens do histórico, lendário Rio Imbassaí na Cidade de Dias D'Ávila, cuja povoação originou-se da criação em 1614 da Feira de Gado Colonial, denominada de Capuame, feira esta criada pelo 1º Francisco Dias D'Ávila, o neto querido e amado, o herdeiro do Almoxarife Garcia D 'Ávila, - o Rei do Gado dos Sertões Baianos e Nordestinos.
Palco principal do Arraiá Bêra Rí, onde grandes atrações da música sertaneja estarão cantando, dançando, comandando os festejos juninos no citado arraial.
MARCOS HISTÓRICO / DOS ÁVILAS POVOADORES DA CASA DA TORRE
MARCO HISTÓRICO DATADO DE 1934, também tombado, monumento histórico!
Fuca localizado na atual Avenida Raul Seixas, assim como o painel abaixo.
POVOAÇÃO DA FEIRA DE CAPUAME/ RETRADO EM PAINEL
CAMPO HISTÓRICO POVOATIVO!
DIAS D'AVILA 399 ANOS DE FUNDAÇÃO (FEIRA DE CAPUAME -1614)
Estação Ferroviária com seu Obelisco Comemorativo, uns dos Símbolos Histórico do Município de Dias D'Ávila! Que completa no dia 25/02/2012, 27 Anos de Emancipação e 398 Anos de Fundação!
Foto Chiquitinha Maravilha (17/02/2012).
POESIA DESCRITIVA DA HISTÓRIA DA FUNDAÇÃO DO MUNICÍPIO DIASDAVILENSE (Poetizada em 2000)
POESIA HISTÓRICA - DIAS D'ÁVILA
De Capuame A Dias D’Ávila, A Cidade da Água Mineral!
(Resumo Histórico, poesia baseado em pesquisas oficiais)
Poesia de Chiquitinha Maravilha
Direitos autorais registrado em nome do autor.
Venham, Venham todos conhecer Dias D’ Ávila da Bahia minha gente!
A cidade da Água Mineral! Água pura e cristalina, água medicinal
Com o seu imensurável lençol d’água subterrâneo, sempre emergente
Abastecendo a população da Cidade e do município, com água Mineral
Terra nativa, desbravada por Garcia D’Ávila, no início do regime colonial
Ele era português e logo construiu o lendário Castelo da Torre situado no litoral
Os Ávilas fizeram histórias fantásticas! Com as suas famosas boiadas na região
Garcia D’Ávila o Almoxarife Real, Patriarca dos Bandeirantes, orgulho da Nação!
Francisco Dias D’ Ávila, o neto do Almoxarife Garcia D’Ávila foi quem fundou
A primeira Feira Livre da Bahia, no ano de mil seiscentos e quatorze e registrou
Com o nome de Capuame, a citada Feira prosperou e no regime imperial mudou
seu nome para Feira Velha de Capuame, com este nome essa Feira, assim ficou!
Finalmente em mil novecentos e vinte e oito, a povoação de Feira Velha novamente
Mudou seu nome para Dias D’Ávila, numa justa homenagem ao seu nobre fundador
Francisco Dias D’Avila, numa iniciativa de Francisco Borges de Barros e do doutor
Pedro Calmon, deputado estadual que enviou projeto lei, sendo aprovado sabiamente!
Localização da Feira de Capuame
A lendária Feira colonial de gado, denominada de Santo Antonio de Capuam e ficava
localizada num local central da atual cidade de Dias D’Ávila, pertinho da sua nascente
Do Riacho dos Periquitos, atual Praça ACM, a lendária Feira de Capuame margeava
A Estrada das Boiadas, era os caminhos primitivos dos viajantes e boiadeiros valentes
Rumo as conquistas dos sertões baianos e nordestinos, tocando, levando as suas boiadas
Por onde passava ia desbravando sertões, formando povoações que eram transformadas
Em cidades, vilas e municípios! Os boiadeiros e viajantes eram os bandeirantes sertanistas
Homens que enfrentavam todo tipo de perigos! Eram homens corajosos e idealistas!
Na primitiva Feira de Capuame, existam rancharias, currais e Casa da administração
Nos currais ficavam as manadas de gados, oriundos de várias localidades da Região
Dos sertões baianos e nordestinos, onde o gado bovino repousava, ficava a disposição
Dos fazendeiros, agricultores e outros homens ricos que desfrutavam de boa reputação!
Proclamação de Joaquim Pires de Carvalho!
Salve! Feira de Capuame, Salve, Feira Velha! Tu és Dias D’ Ávila, município atual
Nas lutas pela Guerra da Independência da Bahia, sediou as Tropas do Brasil imperial
Que marchando rumo ao Quartel de Pirajá, seguindo pela Estrada das Boiadas e Real
Em Pirajá ás tropas brasileiras venceram os lusitanos, numa batalha sangrenta triunfal.
No dia trinta de junho do ano de mil oitocentos e vinte e dois! A destemida Legião
Da Casa da Torre, chegava na povoação da Feira de Capuame para abastecimento
Das suas Milícias de Armas e alimentos, servindo o local da Feira de Acampamento
das Tropas Independentes e do Exercito Brasileiro de Labatut, para defender a Nação!
Dia Dezoito de julho! Do ano de mil oitocentos e vinte e dois, o destemido coronel
Joaquim Pires de Carvalho de Albuquerque, assume o comando geral das operações
Das Tropas Independentes na povoação da Feira Capuame, um dia cívico, inesquecível!
Nesse mesmo dia, o coronel Joaquim Pires de Carvalho, recebe aplausos e ovações.
Num gesto patriótico pela Bahia e pelo Brasil! Brada o seu heroico grito de guerra...
Conclamando a todos os soldados e aos baianos! A defenderem a sua amada terra
Contra o regime colonialista de Portugal, era vencer ou morrer, lutando pela Bahia!
Era a Proclamação de Capuame, de Joaquim Pires! Um documento vivo da nossa história.
General Pedro Labutut chegana Feira de Capuame
No dia histórico de vinte e sete de Julho de mil oitocentos e vinte e dois, chegou
Na Feira de Capuame vindo de Sergipe, o General francês Pedro Labatut que assumia
A chefia do Exército Brasileiro e no dia seguinte, o General Pedro Labatut transferia
O seu Quartel da Feira de Capuame, para Engenho Novo, onde lá Labatut se aquartelou
A Feira de Gado de Capuame, como seu Trem de Guerra ou Acampamento Militar
Foi um local estratégico, durante o período da Guerra prol Independência da Bahia
Capuame foi um elo de ligação, entre a lendária Casa da Torre, situada perto do mar
Com o Recôncavo Baiano e o Quartel de Pirajá, um triângulo militar que impedia
O abastecimento de gado e de gêneros alimentícios, oriundos da Estrada da Boiadas
Para o Exercito Lusitano do general Inácio Madeira de Melo, sediado em Salvador.
O Coronel Joaquim Pires, Major Sepúlveda e outros militares que com garra e amor
Defenderam a povoação da Feira de Capuame, comandando as suas tropas aí sediadas
O Poeta Santos Titara, matense e diasdavilense!
Titara nasceu no dia vinte e quatro de abril de mil oitocentos e um, na famosa
Povoação da Feira de Capuame, pertencente na época á freguesia de Mata de São João
Santos Titara de família religiosa, foi batizado na abençoada Pia Batismal da Santuosa
Igreja do Bonfim de Mata, Titara estudou Latim na citada cidade e teve boa educação
Dias D’Ávila já foi Camaçariense e Matense, quando era distrito, povoação e arraial
No ano de mil novecentos e vinte e cinco, conforme um decreto de Lei estadual
Dias D’Ávila deixa de pertencer a Mata, passando a ser de Camaçari, era a caminhada
Rumo ao seu desenvolvimento sócio - econômico e da futura liberdade tão sonhada!
A Tão Sonhada Emancipação!
Dia vinte e cinco de novembro de mil novecentos oitenta e quatro, um dia de decisão
O distrito de Dias D’Ávila vivencia um dia histórico, os diasdavilenses conscientes vão
As urnas para decidirem a separação de Camaçari e vota com muita determinação
Na sua liberdade política e administrativa! A população feliz, festejou sua emancipação!
Tu és Dias D’Ávila da Bahia! Uma cidade, um município de grande riqueza natural
Da pureza das minas de caulim branco a céu aberto, fixadas no seus solo rico sem igual
Solo repleto de verdejantes Mata Atlântica, berço, santuário ecológico do reino vegetal
Dias D’Ávila da Bahia, já foi Feira de Gado, povoação, distrito, Estância Hidromineral.
Oh! Cidade de Dias D’ Ávila, um lindo pomar de árvores frutíferas e naturais
Onde são plantados no seu abençoado solo argiloso, rico em compostos minerais
Os coqueiros, abacateiros, jamelões, as pitangueiras, mangabeiras e tamarineiros
Semfalar dos pés de cajueiros, mangueiras, jaqueiras, jambeiros e os sapotizeiros
Dias D’Ávila, A Cidade Rainha das Águas ! Com seu moderno traçado urbanístico
Com sua topografia plana, de lindas praças, ruas, avenidas e o verde paisagístico
Uma cidade tradicionalmente balneária, banhada por vários riachos e suas nascentes
Salve Barragens do Jacuípe e Joanes! Viva os rios Imbassaí, Jacuípe Mirim e afluentes.
Dias D’ Ávila, uma cidade jovem , onde são praticadas várias modalidades desportivas
Possui campos de futebol nos bairros, tem Ginásio de Esportes e quadras poliesportivas
Dia quinze de agosto, a Festa Católica da padroeira de Nossa Senhora da Boa Viagem
A Santa Protetora dos Boiadeiros e Viajantes, um dia de fé e devoção, Justa homenagem.
RAUL SEIXAS CANTAVA E TOCAVA VIOLÃO NA ESTAÇÃO!
Cidade de Dias D’ Ávila, década do ano mil novecentos e sessenta! Era vocalista
O soteropolitano Raul Seixas “O Maluco Beleza!” , compositor, músico e violonista
Raulzito ficava na Estação do Trem, como seu instrumento inseparável, o violão
No horário do Trem das Sete, Raul cantava suas lindas músicas, fruto de sua imaginação!
Dias D’ Ávila da Bahia com seu artesanato famoso, fabricado com toque de magia
Pelas mãos de seus artesões, gente sábia, alegre e gentil! Orgulho da nossa Bahia
Dias D’Àvila um município moderno de economia forte, com seus Pólos de industrialização
Com as suas inúmeras fábricas, gerando muitos empregos e renda com a sua produção.
Oh! histórica Dias D’ Ávila! De todos os povos católicos e evangélicos, irmanados
Numa só Fé, com as suas numerosas igrejas e seus diversos templos doutrinários
Neste município onde seus habitantes nativos ou emigrantes, vivem e são abençoados
Na glória eterna de Deus Pai Criador e do seu filho Jesus Cristo! O Missionário.
Salve! Município de Dias D’ Ávila dos seus filhos ilustres, nativos e os adotados
A exemplo de Santos Titara, Ayrton Nunes, Padre Camilo Torrando sábio iluminado!
Raul Seixas, Ditinho, Prof. Leite, Pro -Altair Lima, Muricy, Andréia Xavier, Cláudio Cajado
Marcus Miranda, Mário Padre, Clodoaldo Campos, João do Leite e outros filhos não citados
Lucas Evangelista, Gilson Galvão, Francisco Borges de Barros, Carlos da Estação
Amarildo, Durval, Barbosinha, Vereadoras Margarida, Laura Folly, José da Conceição
Fernando e Vera Silva, Moacir Duarte, Sobrinho, José Carlos Prado, Tabireza Justo Abeleira
Celso e Vera Mollinari, Hamilton Estevão, Jussara, André do Leite, Castro e Almiro Oliveira
Carlos Deiró, José da Cruz, José Espanhol, Caetano, Isaque, advogado Mozart Pedrosa,
Amália Chagas, Garcia, Manoel Serrador, Samoel Costa, Jô Plumas, Dó, Abinal Barbosa
Pedro Soares, Raimundo Sampaio, Cristóvão Almeida, Aloísio Valverde, Aracy, Marinho
Jouly, Edmundo Magalhães, Gamaliel Chagas, Felisbino, Napoleão Lisboa, Alzemir Tourinho
Ivone Mucugê, Pró Joanita Silva, Hercules Lima, Marcelino, Bosco, Manoel Cerqueira,
Tia Nem, José Vidal de Brito, Guanabara, Cassimiro, Bety, Drª Aleide, Orlando Ferreira
Justino, advogados: Giovah, Mary Fernandes e Portugal, Jerônimo, Pró Orlando e mais
Cosme Emanoel Sampaio, Henri Soussa, Pró Lucilia, Geraldo Cordeiro e seu Morais..!
POESIA RESUMIDA DE AUTORIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA, DA HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE DIAS D'ÁVILA:
POESIA DESCRITIVA, RETRATANDO A HISTÓRIA REAL DESDE A FUNDAÇÃO DA FEIRA DE CAPUAME M 1624, POR FRANCISCO DIAS D'ÁVILA DIAS D'ÁVILA PASSANDO PELA EMANCIPAÇÃO POLÍTICA ATÉ OS DIAS ATUAIS.
POESIA BASEADO A LUZ DE DADOS OFICIAIS, APÓS CANSATIVA E AGRADÁVEIS PESQUISAS, AO LONGO DE VÁRIOS ANOS, PELO AUTOR DA POESIA.
Compositor, Vocalista e Músico - Raul Seixas foi homenageado com seu honroso nome na Praça situada no bairro Nova Dias D'Ávila. Pr[oxima homenagem que precisa ser feita a construção do Memorial Cultural Raul Seixas (com seu acervo iconográfico, musical e literário, om anfiteatro para apresentações de shows musicais etc....)
Foto acima: Pag 39 Rio de janeiro 1972 - Raul f defendendo let me sing, let me sing no oitavo Festival Internacional da Canção.
RAUL SEIXAS HOMENAGEADO NA POESIA
RAUL SEIXAS CANTAVA E TOCAVA VIOLÃO NA ESTAÇÃO!
Cidade de Dias D’ Ávila, década do ano mil novecentos e sessenta! Era vocalista
O soteropolitano Raul Seixas “O Maluco Beleza!” , compositor, músico e violonista
Raulzito ficava na Estação do Trem, como seu instrumento inseparável, o violão
No horário do Trem das Sete, Raul cantava suas lindas músicas, fruto de sua imaginação!
RAUL SEIXAS “O Maluco Beleza”
Por Chiquitinha Maravilha
Nasceu no dia 28 de gosto de 1945 na Avenida Sete de Setembro, Cidade de Salvador/Ba. Sendo filho do casal Raul Varela Seixas (Engenheiro) e Maria Eugenia Santos Seixas (dona de casa). Raul foi registrado em Cartório Cívil de Salvador no dia 07/07/1945, como o nome Raul Santos Seixas (nome do avô paterno).
Seu avô paterno Raul Seixas foi morador e proprietário de extensa terras na cidade de Dias D’Ávila, onde tanto Raulzito como seu avô Raul Santos Seixas foram homenageados na cidade Dias D’Ávila/Ba, ( o avô com nome de uma das principais Avenidas e Raulzito com uma Praça no bairro de Nova Dias D’Ávila, perto do CT Tricolor em construção e previsto para ser inaugurado em abril de 2013).
Raul Seixas amado e venerado em Dias D’Ávila, na Bahia, Brasil e Exterior.
Fonte de Pesquisa Livro: Raul Seixas Por Ele Mesmo, 1989 / Martin Claret Ediotores LDTA. – Rua Alegrete, 62 Sumaré São Paulo/SP
CAMPO HISTÓRICO POVOATIVO!
DIAS D'AVILA 399 ANOS DE FUNDAÇÃO (FEIRA DE CAPUAME -1614)
Estação Ferroviária com seu Obelisco Comemorativo, uns dos Símbolos Histórico do Município de Dias D'Ávila! Que completa no dia 25/02/2013, 27 Anos de Emancipação e 399 Anos de Fundação!
PATRIMÔNIOS HISTÓRICOS DE DIAS D'ÁVILA!
O EDIFÍCIO DA ESTAÇÃO DEVE ESTÁ SEMPRE CONSERVADO, ASSIM COMO OS OBELISCO DA ESTAÇÃO E A CHACARA ONDE SITUA-SE O SINEBAHIA NA AV. RAUL SEIXAS, ELES SÃO SÍMBOLOS MEMORIAL HISTÓRICOS E PATRIMÔNIOS FÍSICO, HISTÓRICO E CULTURAL DO MUNICÍPIO DIASD'ÁVILENSE E DA BAHIA/BRASIL.
MARCOS HISTÓRICO / DOS ÁVILAS POVOADORES DA CASA DA TORRE
MARCO HISTÓRICO DATADO DE 1934, também tombado, monumento histórico!
Fuca localizado na atual Avenida Raul Seixas, assim como o painel abaixo.
POVOAÇÃO DA FEIRA DE CAPUAME/ RETRADO EM PAINEL
PATRIMÔNIOS HISTÓRICOS DE DIAS D'ÁVILA!
O EDIFÍCIO DA ESTAÇÃO DEVE ESTÁ SEMPRE CONSERVADO, ASSIM COMO OS OBELISCO DA ESTAÇÃO E A CHACARA ONDE SITUA-SE O SINEBAHIA NA AV. RAUL SEIXAS, ELES SÃO SÍMBOLOS MEMORIAL HISTÓRICOS E PATRIMÔNIOS FÍSICO, HISTÓRICO E CULTURAL DO MUNICÍPIO DIASD'ÁVILENSE E DA BAHIA/BRASIL.
Foto Chiquitinha Maravilha (17/02/2012).
A Cidade do Forró do Arraiá Bêra Rí, nas margens do histórico, lendário Rio Imbassaí na Cidade de Dias D'Ávila, cuja povoação originou-se da criação em 1614 da Feira de Gado Colonial, denominada de Capuame, feira esta criada pelo 1º Francisco Dias D'Ávila, o neto querido e amado, o herdeiro do Almoxarife Garcia D 'Ávila, - o Rei do Gado dos Sertões Baianos e Nordestinos.
Palco principal do Arraiá Bêra Rí, onde grandes atrações da música sertaneja se apresentaram no citado ARRAIAL JUNINO
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
Foto do Jornal Correio da Bahia 16 de junho de 1987 destacando atletas baianos destaque no Atletismo na década de 1980. Foto de 1984
ATLETISMO MATENSE /CORRIDA RÚSTICA DO BONFIM DE MATA VER NO BLOG.
A POESIA DO CORREDOR!
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
DE CAPUAME A DIAS D'ÁVILA, A CIDADE DA ÁGUA MINERAL!
A POESIA SIMBOLO DA HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE DIAS D'ÁVILA POETIZADA POR CHIQUITINHA MARAVILHA NO ANO DE 2000, REVISADA E E AMPLIADA EM 2012.
DIREITOS AUTORAIS REGISTRADOS EM NOME DO AUTOR DA CITADA POESIA, NA BIBLIOTECA NACIONAL DO RIO DE JANEIRO/BRASIL
POESIA RESUMIDA DE AUTORIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA, DA HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE DIAS D'ÁVILA:
POESIA SIMBOLO DA HISTÓRIA RESUMIDA DO MUNICÍPIO DE DIAS D'ÁVILA QUE COMEÇOU CO A FUNDAÇÃO DA FEIRA COLONIAL DE GADO, FUNDADA POR FRANCISCO DIAS D'ÁVILA, O NETO QUERIDO E AMADO DE GARCIA D'ÁVILA (O 1º COM ESTE NOME).
POESIA DESCRITIVA BASEADA EM FATOS REAIS A LUIZ DE DOCUMENTOS DE CREDIBILIDADE HISTÓRICA, E ATUALIZADA COM FATOS HISTÓRICO DA VIDA URBANA, SOCIAL, POLÍTICA DOS TEMPOS ATUAIS.
A POESIA RETRATA DE MANEIRA POÉTICA A HISTÓRIA REAL DESDE A FUNDAÇÃO DA FEIRA DE CAPUAME EM 1624, POR FRANCISCO DIAS D'ÁVILA, PASSANDO PELA EMANCIPAÇÃO POLÍTICA ATÉ OS DIAS ATUAIS.
A POESIA RETRATA DE MANEIRA POÉTICA A HISTÓRIA REAL DESDE A FUNDAÇÃO DA FEIRA DE CAPUAME EM 1624, POR FRANCISCO DIAS D'ÁVILA, PASSANDO PELA EMANCIPAÇÃO POLÍTICA ATÉ OS DIAS ATUAIS.
A POESIA BASEADO A LUZ DE DADOS OFICIAIS, APÓS CANSATIVAS E AGRADÁVEIS PESQUISAS, AO LONGO DE VÁRIOS ANOS, PELO AUTOR DA POESIA.
GALERIA DE FOTOS:
DO BALNEÁRIO RIO IMBASSAI 2012
FOTOS DE CHIQUITINHA MARAVILHA
VER ABAIXO
A Cidade do Forró do Arraiá Bêra Rí, nas margens do histórico, lendário Rio Imbassaí na Cidade de Dias D'Ávila, cuja povoação originou-se da criação em 1614 da Feira de Gado Colonial, denominada de Capuame, feira esta criada pelo 1º Francisco Dias D'Ávila, o neto querido e amado, o herdeiro do Almoxarife Garcia D 'Ávila, - o Rei do Gado dos Sertões Baianos e Nordestinos.
Palco principal do Arraiá Bêra Rí, onde grandes atrações da música sertaneja estarão cantando, dançando, comandando os festejos juninos no citado arraial.
MARCOS HISTÓRICO / DOS ÁVILAS POVOADORES DA CASA DA TORRE
MARCO HISTÓRICO DATADO DE 1934, também tombado, monumento histórico!
Fuca localizado na atual Avenida Raul Seixas, assim como o painel abaixo.
POVOAÇÃO DA FEIRA DE CAPUAME/ RETRADO EM PAINEL
CAMPO HISTÓRICO POVOATIVO!
DIAS D'AVILA 399 ANOS DE FUNDAÇÃO (FEIRA DE CAPUAME -1614)
POESIA DESCRITIVA DA HISTÓRIA DA FUNDAÇÃO DO MUNICÍPIO DIASDAVILENSE (Poetizada em 2000)
Estação Ferroviária com seu Obelisco Comemorativo, uns dos Símbolos Histórico do Município de Dias D'Ávila! Que completa no dia 25/02/2012, 27 Anos de Emancipação e 398 Anos de Fundação!
Foto Chiquitinha Maravilha (17/02/2012).POESIA DESCRITIVA DA HISTÓRIA DA FUNDAÇÃO DO MUNICÍPIO DIASDAVILENSE (Poetizada em 2000)
POESIA HISTÓRICA - DIAS D'ÁVILA
Com o nome de Capuame, a citada Feira prosperou e no regime imperial mudou
seu nome para Feira Velha de Capuame, com este nome essa Feira, assim ficou!
Pedro Calmon, deputado estadual que enviou projeto lei, sendo aprovado sabiamente!
Localização da Feira de Capuame
A lendária Feira colonial de gado, denominada de Santo Antonio de Capuam e ficava
localizada num local central da atual cidade de Dias D’Ávila, pertinho da sua nascente
Do Riacho dos Periquitos, atual Praça ACM, a lendária Feira de Capuame margeava
A Estrada das Boiadas, era os caminhos primitivos dos viajantes e boiadeiros valentes
Rumo as conquistas dos sertões baianos e nordestinos, tocando, levando as suas boiadas
De Capuame A Dias D’Ávila, A Cidade da Água Mineral!
(Resumo Histórico, poesia baseado em pesquisas oficiais)
Poesia de Chiquitinha Maravilha
Direitos autorais registrado em nome do autor.
Direitos autorais registrado em nome do autor.
Venham, Venham todos conhecer Dias D’ Ávila da Bahia minha gente!
A cidade da Água Mineral! Água pura e cristalina, água medicinal
Com o seu imensurável lençol d’água subterrâneo, sempre emergente
Abastecendo a população da Cidade e do município, com água Mineral
Terra nativa, desbravada por Garcia D’Ávila, no início do regime colonial
Ele era português e logo construiu o lendário Castelo da Torre situado no litoral
Os Ávilas fizeram histórias fantásticas! Com as suas famosas boiadas na região
Garcia D’Ávila o Almoxarife Real, Patriarca dos Bandeirantes, orgulho da Nação!
Francisco Dias D’ Ávila, o neto do Almoxarife Garcia D’Ávila foi quem fundou
A primeira Feira Livre da Bahia, no ano de mil seiscentos e quatorze e registrouCom o nome de Capuame, a citada Feira prosperou e no regime imperial mudou
seu nome para Feira Velha de Capuame, com este nome essa Feira, assim ficou!
Finalmente em mil novecentos e vinte e oito, a povoação de Feira Velha novamente
Mudou seu nome para Dias D’Ávila, numa justa homenagem ao seu nobre fundador
Francisco Dias D’Avila, numa iniciativa de Francisco Borges de Barros e do doutorPedro Calmon, deputado estadual que enviou projeto lei, sendo aprovado sabiamente!
Localização da Feira de Capuame
A lendária Feira colonial de gado, denominada de Santo Antonio de Capuam e ficava
localizada num local central da atual cidade de Dias D’Ávila, pertinho da sua nascente
Do Riacho dos Periquitos, atual Praça ACM, a lendária Feira de Capuame margeava
A Estrada das Boiadas, era os caminhos primitivos dos viajantes e boiadeiros valentes
Rumo as conquistas dos sertões baianos e nordestinos, tocando, levando as suas boiadas
Por onde passava ia desbravando sertões, formando povoações que eram transformadas
Em cidades, vilas e municípios! Os boiadeiros e viajantes eram os bandeirantes sertanistas
Homens que enfrentavam todo tipo de perigos! Eram homens corajosos e idealistas!
Em cidades, vilas e municípios! Os boiadeiros e viajantes eram os bandeirantes sertanistas
Homens que enfrentavam todo tipo de perigos! Eram homens corajosos e idealistas!
Na primitiva Feira de Capuame, existam rancharias, currais e Casa da administração
Nos currais ficavam as manadas de gados, oriundos de várias localidades da Região
Dos sertões baianos e nordestinos, onde o gado bovino repousava, ficava a disposição
Dos fazendeiros, agricultores e outros homens ricos que desfrutavam de boa reputação!
Dos sertões baianos e nordestinos, onde o gado bovino repousava, ficava a disposição
Dos fazendeiros, agricultores e outros homens ricos que desfrutavam de boa reputação!
Proclamação de Joaquim Pires de Carvalho!
Salve! Feira de Capuame, Salve, Feira Velha! Tu és Dias D’ Ávila, município atual
Nas lutas pela Guerra da Independência da Bahia, sediou as Tropas do Brasil imperial
Que marchando rumo ao Quartel de Pirajá, seguindo pela Estrada das Boiadas e Real
Em Pirajá ás tropas brasileiras venceram os lusitanos, numa batalha sangrenta triunfal.
No dia trinta de junho do ano de mil oitocentos e vinte e dois! A destemida Legião
Da Casa da Torre, chegava na povoação da Feira de Capuame para abastecimento
Das suas Milícias de Armas e alimentos, servindo o local da Feira de Acampamento
das Tropas Independentes e do Exercito Brasileiro de Labatut, para defender a Nação!
Dia Dezoito de julho! Do ano de mil oitocentos e vinte e dois, o destemido coronel
Joaquim Pires de Carvalho de Albuquerque, assume o comando geral das operações
Das Tropas Independentes na povoação da Feira Capuame, um dia cívico, inesquecível!
Nesse mesmo dia, o coronel Joaquim Pires de Carvalho, recebe aplausos e ovações.
Num gesto patriótico pela Bahia e pelo Brasil! Brada o seu heroico grito de guerra...
Conclamando a todos os soldados e aos baianos! A defenderem a sua amada terra
Contra o regime colonialista de Portugal, era vencer ou morrer, lutando pela Bahia!
Era a Proclamação de Capuame, de Joaquim Pires! Um documento vivo da nossa história.
General Pedro Labutut chegana Feira de Capuame
No dia histórico de vinte e sete de Julho de mil oitocentos e vinte e dois, chegou
Na Feira de Capuame vindo de Sergipe, o General francês Pedro Labatut que assumia
A chefia do Exército Brasileiro e no dia seguinte, o General Pedro Labatut transferia
O seu Quartel da Feira de Capuame, para Engenho Novo, onde lá Labatut se aquartelou
Das suas Milícias de Armas e alimentos, servindo o local da Feira de Acampamento
das Tropas Independentes e do Exercito Brasileiro de Labatut, para defender a Nação!
Dia Dezoito de julho! Do ano de mil oitocentos e vinte e dois, o destemido coronel
Joaquim Pires de Carvalho de Albuquerque, assume o comando geral das operações
Das Tropas Independentes na povoação da Feira Capuame, um dia cívico, inesquecível!
Nesse mesmo dia, o coronel Joaquim Pires de Carvalho, recebe aplausos e ovações.
Num gesto patriótico pela Bahia e pelo Brasil! Brada o seu heroico grito de guerra...
Conclamando a todos os soldados e aos baianos! A defenderem a sua amada terra
Contra o regime colonialista de Portugal, era vencer ou morrer, lutando pela Bahia!
Era a Proclamação de Capuame, de Joaquim Pires! Um documento vivo da nossa história.
General Pedro Labutut chegana Feira de Capuame
No dia histórico de vinte e sete de Julho de mil oitocentos e vinte e dois, chegou
Na Feira de Capuame vindo de Sergipe, o General francês Pedro Labatut que assumia
A chefia do Exército Brasileiro e no dia seguinte, o General Pedro Labatut transferia
O seu Quartel da Feira de Capuame, para Engenho Novo, onde lá Labatut se aquartelou
A Feira de Gado de Capuame, como seu Trem de Guerra ou Acampamento Militar
Foi um local estratégico, durante o período da Guerra prol Independência da Bahia
Capuame foi um elo de ligação, entre a lendária Casa da Torre, situada perto do mar
Com o Recôncavo Baiano e o Quartel de Pirajá, um triângulo militar que impedia
O abastecimento de gado e de gêneros alimentícios, oriundos da Estrada da Boiadas
Para o Exercito Lusitano do general Inácio Madeira de Melo, sediado em Salvador.
O Coronel Joaquim Pires, Major Sepúlveda e outros militares que com garra e amor
Defenderam a povoação da Feira de Capuame, comandando as suas tropas aí sediadas
O Poeta Santos Titara, matense e diasdavilense!
Capuame foi um elo de ligação, entre a lendária Casa da Torre, situada perto do mar
Com o Recôncavo Baiano e o Quartel de Pirajá, um triângulo militar que impedia
O abastecimento de gado e de gêneros alimentícios, oriundos da Estrada da Boiadas
Para o Exercito Lusitano do general Inácio Madeira de Melo, sediado em Salvador.
O Coronel Joaquim Pires, Major Sepúlveda e outros militares que com garra e amor
Defenderam a povoação da Feira de Capuame, comandando as suas tropas aí sediadas
O Poeta Santos Titara, matense e diasdavilense!
Titara nasceu no dia vinte e quatro de abril de mil oitocentos e um, na famosa
Povoação da Feira de Capuame, pertencente na época á freguesia de Mata de São João
Santos Titara de família religiosa, foi batizado na abençoada Pia Batismal da Santuosa
Igreja do Bonfim de Mata, Titara estudou Latim na citada cidade e teve boa educação
Dias D’Ávila já foi Camaçariense e Matense, quando era distrito, povoação e arraial
No ano de mil novecentos e vinte e cinco, conforme um decreto de Lei estadual
Dias D’Ávila deixa de pertencer a Mata, passando a ser de Camaçari, era a caminhada
Rumo ao seu desenvolvimento sócio - econômico e da futura liberdade tão sonhada!
A Tão Sonhada Emancipação!
Dia vinte e cinco de novembro de mil novecentos oitenta e quatro, um dia de decisão
O distrito de Dias D’Ávila vivencia um dia histórico, os diasdavilenses conscientes vão
As urnas para decidirem a separação de Camaçari e vota com muita determinação
Na sua liberdade política e administrativa! A população feliz, festejou sua emancipação!
Santos Titara de família religiosa, foi batizado na abençoada Pia Batismal da Santuosa
Igreja do Bonfim de Mata, Titara estudou Latim na citada cidade e teve boa educação
Dias D’Ávila já foi Camaçariense e Matense, quando era distrito, povoação e arraial
No ano de mil novecentos e vinte e cinco, conforme um decreto de Lei estadual
Dias D’Ávila deixa de pertencer a Mata, passando a ser de Camaçari, era a caminhada
Rumo ao seu desenvolvimento sócio - econômico e da futura liberdade tão sonhada!
A Tão Sonhada Emancipação!
Dia vinte e cinco de novembro de mil novecentos oitenta e quatro, um dia de decisão
O distrito de Dias D’Ávila vivencia um dia histórico, os diasdavilenses conscientes vão
As urnas para decidirem a separação de Camaçari e vota com muita determinação
Na sua liberdade política e administrativa! A população feliz, festejou sua emancipação!
Tu és Dias D’Ávila da Bahia! Uma cidade, um município de grande riqueza natural
Da pureza das minas de caulim branco a céu aberto, fixadas no seus solo rico sem igual
Solo repleto de verdejantes Mata Atlântica, berço, santuário ecológico do reino vegetal
Dias D’Ávila da Bahia, já foi Feira de Gado, povoação, distrito, Estância Hidromineral.
Oh! Cidade de Dias D’ Ávila, um lindo pomar de árvores frutíferas e naturais
Onde são plantados no seu abençoado solo argiloso, rico em compostos minerais
Os coqueiros, abacateiros, jamelões, as pitangueiras, mangabeiras e tamarineiros
Semfalar dos pés de cajueiros, mangueiras, jaqueiras, jambeiros e os sapotizeiros
Dias D’Ávila, A Cidade Rainha das Águas ! Com seu moderno traçado urbanístico
Oh! Cidade de Dias D’ Ávila, um lindo pomar de árvores frutíferas e naturais
Onde são plantados no seu abençoado solo argiloso, rico em compostos minerais
Os coqueiros, abacateiros, jamelões, as pitangueiras, mangabeiras e tamarineiros
Semfalar dos pés de cajueiros, mangueiras, jaqueiras, jambeiros e os sapotizeiros
Dias D’Ávila, A Cidade Rainha das Águas ! Com seu moderno traçado urbanístico
Com sua topografia plana, de lindas praças, ruas, avenidas e o verde paisagístico
Uma cidade tradicionalmente balneária, banhada por vários riachos e suas nascentes
Salve Barragens do Jacuípe e Joanes! Viva os rios Imbassaí, Jacuípe Mirim e afluentes.
Dias D’ Ávila, uma cidade jovem , onde são praticadas várias modalidades desportivas
Possui campos de futebol nos bairros, tem Ginásio de Esportes e quadras poliesportivas
Dia quinze de agosto, a Festa Católica da padroeira de Nossa Senhora da Boa Viagem
A Santa Protetora dos Boiadeiros e Viajantes, um dia de fé e devoção, Justa homenagem.
RAUL SEIXAS CANTAVA E TOCAVA VIOLÃO NA ESTAÇÃO!
Cidade de Dias D’ Ávila, década do ano mil novecentos e sessenta! Era vocalista
O soteropolitano Raul Seixas “O Maluco Beleza!” , compositor, músico e violonista
Raulzito ficava na Estação do Trem, como seu instrumento inseparável, o violão
No horário do Trem das Sete, Raul cantava suas lindas músicas, fruto de sua imaginação!
Dias D’ Ávila da Bahia com seu artesanato famoso, fabricado com toque de magia
Pelas mãos de seus artesões, gente sábia, alegre e gentil! Orgulho da nossa Bahia
Dias D’Àvila um município moderno de economia forte, com seus Pólos de industrialização
Com as suas inúmeras fábricas, gerando muitos empregos e renda com a sua produção.
Salve Barragens do Jacuípe e Joanes! Viva os rios Imbassaí, Jacuípe Mirim e afluentes.
Dias D’ Ávila, uma cidade jovem , onde são praticadas várias modalidades desportivas
Possui campos de futebol nos bairros, tem Ginásio de Esportes e quadras poliesportivas
Dia quinze de agosto, a Festa Católica da padroeira de Nossa Senhora da Boa Viagem
A Santa Protetora dos Boiadeiros e Viajantes, um dia de fé e devoção, Justa homenagem.
RAUL SEIXAS CANTAVA E TOCAVA VIOLÃO NA ESTAÇÃO!
Cidade de Dias D’ Ávila, década do ano mil novecentos e sessenta! Era vocalista
O soteropolitano Raul Seixas “O Maluco Beleza!” , compositor, músico e violonista
Raulzito ficava na Estação do Trem, como seu instrumento inseparável, o violão
No horário do Trem das Sete, Raul cantava suas lindas músicas, fruto de sua imaginação!
Dias D’ Ávila da Bahia com seu artesanato famoso, fabricado com toque de magia
Pelas mãos de seus artesões, gente sábia, alegre e gentil! Orgulho da nossa Bahia
Dias D’Àvila um município moderno de economia forte, com seus Pólos de industrialização
Com as suas inúmeras fábricas, gerando muitos empregos e renda com a sua produção.
Oh! histórica Dias D’ Ávila! De todos os povos católicos e evangélicos, irmanados
Numa só Fé, com as suas numerosas igrejas e seus diversos templos doutrinários
Neste município onde seus habitantes nativos ou emigrantes, vivem e são abençoados
Na glória eterna de Deus Pai Criador e do seu filho Jesus Cristo! O Missionário.
Neste município onde seus habitantes nativos ou emigrantes, vivem e são abençoados
Na glória eterna de Deus Pai Criador e do seu filho Jesus Cristo! O Missionário.
Salve! Município de Dias D’ Ávila dos seus filhos ilustres, nativos e os adotados
A exemplo de Santos Titara, Ayrton Nunes, Padre Camilo Torrando sábio iluminado!
Raul Seixas, Ditinho, Prof. Leite, Pro -Altair Lima, Muricy, Andréia Xavier, Cláudio Cajado
Marcus Miranda, Mário Padre, Clodoaldo Campos, João do Leite e outros filhos não citados
Lucas Evangelista, Gilson Galvão, Francisco Borges de Barros, Carlos da Estação
Amarildo, Durval, Barbosinha, Vereadoras Margarida, Laura Folly, José da Conceição
Fernando e Vera Silva, Moacir Duarte, Sobrinho, José Carlos Prado, Tabireza Justo Abeleira
Celso e Vera Mollinari, Hamilton Estevão, Jussara, André do Leite, Castro e Almiro Oliveira
Carlos Deiró, José da Cruz, José Espanhol, Caetano, Isaque, advogado Mozart Pedrosa,
Amália Chagas, Garcia, Manoel Serrador, Samoel Costa, Jô Plumas, Dó, Abinal Barbosa
Pedro Soares, Raimundo Sampaio, Cristóvão Almeida, Aloísio Valverde, Aracy, Marinho
Jouly, Edmundo Magalhães, Gamaliel Chagas, Felisbino, Napoleão Lisboa, Alzemir Tourinho
Ivone Mucugê, Pró Joanita Silva, Hercules Lima, Marcelino, Bosco, Manoel Cerqueira,
Tia Nem, José Vidal de Brito, Guanabara, Cassimiro, Bety, Drª Aleide, Orlando Ferreira
Justino, advogados: Giovah, Mary Fernandes e Portugal, Jerônimo, Pró Orlando e mais
Cosme Emanoel Sampaio, Henri Soussa, Pró Lucilia, Geraldo Cordeiro e seu Morais..!
POESIA RESUMIDA DE AUTORIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA, DA HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE DIAS D'ÁVILA:
POESIA DESCRITIVA, RETRATANDO A HISTÓRIA REAL DESDE A FUNDAÇÃO DA FEIRA DE CAPUAME M 1624, POR FRANCISCO DIAS D'ÁVILA DIAS D'ÁVILA PASSANDO PELA EMANCIPAÇÃO POLÍTICA ATÉ OS DIAS ATUAIS.
POESIA BASEADO A LUZ DE DADOS OFICIAIS, APÓS CANSATIVA E AGRADÁVEIS PESQUISAS, AO LONGO DE VÁRIOS ANOS, PELO AUTOR DA POESIA.
Compositor, Vocalista e Músico - Raul Seixas foi homenageado com seu honroso nome na Praça situada no bairro Nova Dias D'Ávila. Pr[oxima homenagem que precisa ser feita a construção do Memorial Cultural Raul Seixas (com seu acervo iconográfico, musical e literário, om anfiteatro para apresentações de shows musicais etc....)
RAUL SEIXAS HOMENAGEADO NA POESIA
RAUL SEIXAS CANTAVA E TOCAVA VIOLÃO NA ESTAÇÃO!
Cidade de Dias D’ Ávila, década do ano mil novecentos e sessenta! Era vocalista
O soteropolitano Raul Seixas “O Maluco Beleza!” , compositor, músico e violonista
Raulzito ficava na Estação do Trem, como seu instrumento inseparável, o violão
No horário do Trem das Sete, Raul cantava suas lindas músicas, fruto de sua imaginação!
RAUL SEIXAS “O Maluco Beleza”
Por Chiquitinha Maravilha
Nasceu no dia 28 de gosto de 1945 na Avenida Sete de Setembro, Cidade de Salvador/Ba. Sendo filho do casal Raul Varela Seixas (Engenheiro) e Maria Eugenia Santos Seixas (dona de casa). Raul foi registrado em Cartório Cívil de Salvador no dia 07/07/1945, como o nome Raul Santos Seixas (nome do avô paterno).
Seu avô paterno Raul Seixas foi morador e proprietário de extensa terras na cidade de Dias D’Ávila, onde tanto Raulzito como seu avô Raul Santos Seixas foram homenageados na cidade Dias D’Ávila/Ba, ( o avô com nome de uma das principais Avenidas e Raulzito com uma Praça no bairro de Nova Dias D’Ávila, perto do CT Tricolor em construção e previsto para ser inaugurado em abril de 2013).
Raul Seixas amado e venerado em Dias D’Ávila, na Bahia, Brasil e Exterior.
Fonte de Pesquisa Livro: Raul Seixas Por Ele Mesmo, 1989 / Martin Claret Ediotores LDTA. – Rua Alegrete, 62 Sumaré São Paulo/SP
GAMALIEL CHAGAS (CHIQUITINHA MARAVILHA) NA MARATONA INTERNACIONAL DE NEW YORK
GAMALIEL CHAGAS PRIMEIRO ATLETA MATENSE A CORRER A MARATONA DE NEW YORK DUAS VEZES - 1984 E 1986
POR EXTENSÃO DE DIAS D'ÁVILA E CAMAÇARI!
GAMALIEL CHAGAS PRIMEIRO ATLETA MATENSE A CORRER A MARATONA DE NEW YORK DUAS VEZES - 1984 E 1986
POR EXTENSÃO DE DIAS D'ÁVILA E CAMAÇARI!
Chiquitinha Maravilha na / 15ª Maratona Internacional de Nova York - 28/10/1984, na foto, Central Park quando corria aos /41 km da prova. Gamaliel Chagas completou a prova em 3:7 min e 7 segs. mais de 17 mil participantes! Na foto Gamaliel de camisa amarela, calção azul, copo na mão derramando água na cabeça, sendo sua classificação geral de Gamaliel 829ª e 1º da Equipe Baiana.
JOÃO UMBELINO SOUZA,
PIONEIRISMO NA FUNDAÇÃO DE SINDICATOS NO BRASIL!
João Umbelino Souza em 1956, ano em que comandou a equipe de sindicalistas que trouxeram As Cartas Sindicais que estavam "engavetadas" na Capital Federal do Brasil (Rio de Janeiro) e que gerou a partir das citadas Cartas! A fundação dos Sindicatos baiano e depois no Brasil! Foto de João Umbelino cunhado de Chiquitinha Maravilha.
FALECEU JOÃO UMBELINO DE SOUZA
O baiano João Umbelino de Souza, um dos fundadores do Sindicalismo Baiano e Brasileiro na década de 1950, faleceu aos 88 anos de idade em São Vicente/São Paulo.
João Umbelino faleceu no dia 16/11/2012, no domingo dia 18/11/ seu corpo foi cremado.
João Umbelino de Souza nasceu no dia 16/ 8/ 1924 na cidade de Itapicuru, sendo seus pais Umbelina Teodora de Jesus e Joaquim Gonzaga Leite, seus irmãos: Jaime, Jairo este residente em Aracajú, José, Antonio, Dinorá, Francisca (a mais velha), Maria, Teodora, Francisco, Camerina (reside em Salvador).
João Umbelino de Souza, no ano de 2012 aos 88 anos residia na cidade de São Vicente /São Paulo, com sua família. Dos irmãos de João Umbelino vivem: Dinorá, Camerina, Francisco, Jaime e Teodora.
Os filhos de Francisco são: Adriana, Claúdio e Marcelo.... (ver sua história completa abaixo).
POR CHIQUITINHA MARAVILHA
POR CHIQUITINHA MARAVILHA
MATÉRIA ABAIXO HISTÓRICA DA CRIAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO PROFISSIONAL DOS TRABALHADORES NA INDUSTRIA DO PETRÓLEO DO ESTADO DA BAHIA E DA LIBERAÇÃO DAS CARTAS SINDICAIS, QUE OFICIALIZOU A CRIA:AO DO SINDICATOS DO SEGUIMENTO PETROLÍFERO NA BAHIA E NO BRASIL.
NO RELATO REAL DOS FATOS E ACONTECIMENTOS OCORRIDOS NA DÉCADA DE 1950, NUM DEPOIMENTO DE JOÃO UMBELINO DE SOUZA, UM DOS ARTICULADORES E LÍDER, JUNTAMENTE COM OUTROS EXPOENTES VISIONÁRIOS, EM PROL DOS TRABALHADORES DA PETROBRÁS.
DAS CARTAS SINDICAIS GERARAM A CRIAÇÃO DOS SINDICATOS PELO BRASIL CONTINENTAL.
JOÃO UMBELINO DE SOUZA FALECEU DIA 16/12/2012, AOS 88 ANOS DE IDADE, EM 2007 EM SÃO VICENTE ONDE RESIDIA HÁ DÉCADAS.
NO RELATO REAL DOS FATOS E ACONTECIMENTOS OCORRIDOS NA DÉCADA DE 1950, NUM DEPOIMENTO DE JOÃO UMBELINO DE SOUZA, UM DOS ARTICULADORES E LÍDER, JUNTAMENTE COM OUTROS EXPOENTES VISIONÁRIOS, EM PROL DOS TRABALHADORES DA PETROBRÁS.
DAS CARTAS SINDICAIS GERARAM A CRIAÇÃO DOS SINDICATOS PELO BRASIL CONTINENTAL.
JOÃO UMBELINO DE SOUZA FALECEU DIA 16/12/2012, AOS 88 ANOS DE IDADE, EM 2007 EM SÃO VICENTE ONDE RESIDIA HÁ DÉCADAS.
SINDICALISMO BAIANO E BRASILEIRO!
JOÃO UMBELINO SOUZA - PIONEIRISMO NA FUNDAÇÃO DE SINDICATOS NO BRASIL!
João Umbelino Souza em 1956, ano em que comandou a equipe de sindicalistas que trouxeram As Cartas Sindicais que estavam "engavetadas" na Capital Federal do Brasil (Rio de Janeiro) e que gerou a partir das citadas Cartas! A fundação dos Sindicatos baiano e depois no Brasil! Foto de João Umbelino cunhado de Chiquitinha Maravilha.
João Umbelino na Cidade de Mata de São João
Biografado e organizado a formatação sequencional do texto por Chiquitinha Maravilha em 2007, na pesquisa com João Umbelino (residente em São Paulo desde o início da década de 1960 (ano de 1961). Digitado por Gamaiel Miranda Chagas em 2007.
João Umbelino de Souza, foi trabalhar no Conselho Nacional de Petróleo no ano de 1952, no mês de maio na cidade de Salvador e nesse mesmo ano, foi transferido para trabalhar no município de Pojuca onde trabalhou alguns meses, sendo trans-ferido nesse mesmo ano para a cidade de Mata de São João.
João Umbelino trabalhou ainda nos campos petrolíferos de Alagoinhas, Catu, Candeias, Dom João e São Francisco do Conde. No dia 12/ 10/ 1953, o presidente do Brasil Getúlio Dornelles Vargas assinou a lei que criou a Petrobrás no Brasil.
João Umbelino residiu na cidade de Mata de São João desde o ano de 1952 até o ano de 1960. João foi um dos principais articuladores e coordenador para a criação da Associação Profissional dos Trabalhadores na Indústria do Petróleo do Estado da Bahia e que deu origem ao Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Extração do Petróleo do Estado da Bahia, foi o 1º Delegado Sindical de Mata de São João.
Fez parte João Umbelino de Souza, da histórica Comissão formada por três funcionários da Petrobrás na Bahia, no ano de 1958, que foram ao Rio de Janeiro, buscar a Carta Sindical que autorizava a criação do Sindicato dos Petroleiros na Bahia e por extensão as Delegacias Sindicais, nos municípios onde a Petrobrás tinham os seus Campos Petrolíferos.
Os três funcionários da Petrobrás integrantes da Comissão foram: João Umbelino de Souza (chefe da Comissão), Manoel Alves Bonfim (ambos de Mata de São João) e Osvaldo Marques Oliveira (Refinaria de Mataripe).
João Umbelino fez parte do Diretório do PTB (foi Secretário) no município de Mata de São João, no ano de 1958, quando foi reativado o PTB no citado município.
João Umbelino ajudou a fundar Farmácia
para os Petroleiros
João Umbelino no ano de 1956, ajudou a criar uma farmácia, para a Associação Profissional dos Trabalhadores na Indústria do Petróleo do Estado da Bahia que foi instalada na subloja da Sede da Associação, localizado num imóvel de frente para a Estação da Leste da Calçada (Salvador).
Era presidente da Associação, Simpliciano Joaquim dos Santos, Umbelino contactou com representantes de Laboratórios Farmacêutico, para fazer convênios a fim de comprar remédios com preços mais baixos, para poder através da farmácia da Associação, vender os remédios com preços baixos, aos associados.
Dr. Ari médico da Petrobrás, foi um dos que ajudaram também na estruturação da farmácia. Ari era filho de Dona Antonieta, parente de Umbelino, tendo criada uma irmã de Umbelino.
Juscelino Kubitschek em Mata de São João (1955)
João Umbelino de Souza esteve presente, quando da visita política do candidato a Presidência da República Juscelino Kubitsckek, na cidade de Mata de São João, no segundo semestre de 1955. Juscelino fazia uma Excursão Política pelo Estado da Bahia.
A Comitiva de Juscelino que viajava de trem, realizou uma rápida parada na Estação de Trem, na Cidade de Mata (a que se encontra em ruínas, 2007), e em cima de vários sacos de farinha de mandioca que estava na rampa da citada Estação de Trem, JK realizou um empolgante discurso, sendo muito aplaudido.
O Cônego Nélson Terceiro de Farias, deu as bênçãos de Boas Vindas, a Juscelino na rampa da Estação de Trem, num momento religioso de sublime magnitude, para todas as pessoas presentes na recepção do iluminado Juscelino Kubitschek.
Juscelino teve o total apóio político no município matense, do prefeito Antonio de Souza Gomes (1955/1959), onde Juscelino teve uma excelente votação nas eleições presidenciais de 1955, governando no período de 1956/61.
Juscelino teve o apoio político do Governador da Bahia, Dr. Antonio Balbino, que se fêz presente na cidade de Mata de São João, ao lado de Juscelino no dia do discurso histórico, na Estação de Trem, na Cidade de Mata.
No Estado da Bahia, Juscelino Kubitschek foi o candidato mais votado para Presidente da República do Brasil, sendo eleito para o quinquênio de 1956/1961.
À grande receptividade do candidato JK, na cidade de Mata de São João, ficou guardado no seu coração e na sua mente! Eleito Presidente do Brasil, JK não esque-ceu do povo matense nem o seu prefeito, Antonio de Souza Gomes. Prova disso, foram os investimentos na Mata de São João, quando da Implantação do Núcleo Colonial Juscelino Kubitschek, um núcleo modelo para todo o Estado da Bahia, na naquele dia 9 de janeiro de 1959, data da inauguração do citado núcleo colonial.
Criação da Associação Profissional dos Trabalhadores
da Indústria do Petróleo do Estado da Bahia (1954)
(histórico)
Com a criação da Petrobrás, através da Lei nº 2004, sancionada pelo Presidente da República do Brasil, Getúlio Dornelles Vargas, no dia 23 de outubro do ano de 1953 (antes era o Conselho Nacional de Petróleo – CNP), com capital misto, 51% do Governo Federal e 49 % do capital privado, tornou-se possível à criação de Associação Profissional dos Trabalhadores na Indústria do Petróleo e posteriormente Transformada em Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Extração do Petróleo no Estado da Bahia (STIEP/BA).
Nasce em Mata a ideia da criação da Associação em 1954
Conforme o relato exclusivo de João Umbelino de Souza, sobre a história da criação da Associação Profissional dos Trabalhadores da Indústria do Estado da Bahia, no ano 2007 (aos 83 anos, morador em São Vicente /São Paulo, em 2012 João completou 88 anos) ao seu cunhado, Gamaliel Sales Chagas, autor dessa matéria histórica. João Umbelino de Souza, 83 anos d e idade m 2007, morador em São Vicente/SP.
João Umbelino de Souza, num dos seus dias de trabalho num dos campos de per-furação de óleo, na cidade de Mata de São João, em conversa com o Engenheiro Hamilton de Jesus, que estava inspecionando os trabalhos nas sondas de perfurações, em conversa com João Umbelino, relatou que com a criação da Petrobrás, poderia ser criada uma associação dos trabalhadores da Petrobrás, conforme constava na Consolidação das Leis Trabalhistas - CLT.
O Engenheiro Hamilton de Jesus, residia na Cidade de Mata entre o final do ano de 1953 a início de 1954, na atual Rua Antonio Luiz Garcez, proximidades da casa residência que pertencia à família de Gil Ferreira e que foi desapropriada, no ano de 2005, para a criação do Parque da Cidade.
João Umbelino de Souza, na sua folga de trabalho da Petrobrás na cidade de Mata, pegou o trem na Estação (Mata), e saltou na Estação de Trem em Mapele, pegou outro trem com destino a cidade de Candeias, onde saltou, indo tratar com alguns companheiros de empresa Petrobrás, sobre a criação de uma associação dos trabalhadores da Petrobrás.
João Umbelino, na cidade de Candeias procurou os colegas Francisco Pinheiro, Osvaldo Marques de Oliveira (Refinaria de Mataripe), Arnaldo (motorista) e mais o Simpliciano Joaquim dos Santos (Setor de Almoxarifado de Candeias) e outra pessoa que Umbelino não se lembrou do nome.
Reunidos com os colegas citados debaixo de uma árvore, na cidade de Candeias João Umbelino colocou em foco a idéia de se criar, uma associação dos trabalha-dores da Petrobrás.
Dias depois daquela reunião, Umbelino foi para Salvador e na oficina do antigo Conselho Nacional de Petróleo (CNP), localizada na Jiquitaia e procurou o Mestre Hugo que apresentou a Umbelino, um dos advogados pertencente à Federação da Indústria e do Comércio.
João Umbelino conversando com o citado advogado, pediu orientações jurídicas de como poderia ser criada, uma Associação Profissional dos Trabalhadores da Petrobrás do Estado da Bahia.
Mediante as informações fornecidas pelo advogado da Confederação da Indústria e do Comércio, o grupo de petroleiros liderado por João Umbelino de Souza, Osvaldo Marques de Oliveira, Francisco Pinheiro, Simpliciano Joaquim dos Santos, Mestre Hugo e outros petroleiros não citados, foi criado a Associação Profissional dos Trabalhadores da Indústria do Petróleo do Estado da Bahia. O 1º no gênero na Bahia, era o primeiro passo para a criação de um sindicato forte e atuante dos petroleiros na Bahia.
A citada Associação era formada por 11 membros: Presidente, vice-presidente,
1º e 2º tesoureiro, um Conselho Fiscal formado por 3 Conselheiros e 3 Suplentes.
A citada Associação levou aproximadamente 90 dias, para sua legalização (registro). A sua 1ª Sede foi no Largo da Calçada, num prédio de frente para a Estação da Leste Ferroviária.
Eleição da 1ª Diretoria da Associação 1954/55 e
Renúncia forçada do 1º Presidente
O primeiro presidente eleito da Associação Criação da Associação Profissional dos Trabalhadores da Indústria do Petróleo do Estado da Bahia (1954), foi Anibal Carnaúba Filho, sendo o vice-presidente Simpliciano Joaquim dos Santos, biênio 1954/ 955.
Nesse citado biênio, o presidente eleito estava entravando o fortalecimento e crescimento da Associação e segundo informações sigilosas, detectadas por associados e membros da diretória da referida Associação.
O presidente eleito estava negociando vantagens pessoais, com a alta direção da Petrobrás, em troca do enfraquecimento da Associação Profissional dos Trabalhadores na Indústria do Petróleo do Estado da Bahia.
Após algumas reuniões de Assembléia, diretoria e associados o presidente foi obrigado a renunciar, assumindo o vice Simpliciano Joaquim dos Santos que completou o restante do mandato.
Como Aconteceu o Afastamento do Pres. da Associação
Detectada mediante uma investigação sigilosa, por associados e membros da Associação dos Trabalhadores da Indústria do Petróleo no Estado da Bahia, (Arnaldo foi um dos investigadores da Associação), foi marcada reuniões de Assembléias na cidade de Candeias, com associados e membros da diretória da Associação.
Numa dessas reuniões na cidade de Candeias, aconteceu o afastamento do pre-sidente (foi afastado) pelos associados e membros da diretoria, numa reunião de Assembléia da Associação.
A citada reunião aconteceu a partir das 20 horas, terminando mais de meia noite. Os associados e membros da diretoria, colocaram em pauta os motivos daquela reunião extraordinária, na cidade de Candeias, era mais ou menos o ano de 1955.
Após várias horas debatendo os assuntos pertinentes da Associação, num dado momento, o presidente foi ao banheiro e foi nesse exato momento que João Umbelino (Delegado da Associação em Mata de São João) um dos líderes mais ativo e fiscalizador para que a categoria dos petroleiros se solidificasse, pegou o Vice-
presidente da Associação, Simpliciano Joaquim dos Santos pelo braço e colocou sen-tado na cadeira, onde estava sentado o presidente Carnaúba Filho, (que havia ido ao banheiro).
E a partir daquele instante todos os associados e membros da referida Associação, por aclamação naquela reunião histórica, afastaram o presidente, tendo imediatamente assumido o vice, Simpliciano Joaquim dos Santos, que completou o biênio de 1954/55, abrindo uma nova página na história da Associação.
A Transformação da Associação em Sindicato
Nas eleições para o biênio 1956/1957, foi outra vez eleito Simpliciano Joaquim dos Santos, assim com a sua diretória. João Umbelino que era o Delegado Sindical em Mata de São João, no biênio de 1954/1955, foi nomeado pelo presidente Delegado pela 2ª vez, agora para o biênio 1956/1957.
Para transformar a Associação Profissional dos Trabalhadores da Indústria do Petróleo no Estado da Bahia em Sindicato, era preciso cadastrar no mínimo 2/3 dos funcionários da empresa Petrobrás, conforme previsto na Consolidação das Leis Trabalhista (CLT), para a preparação do processo de Enquadramento e Transformação de Associação para Sindicato.
João Umbelino e outros membros da Associação, visitaram vários municípios do Recôncavo e cidades vizinhas onde a Petrobrás tinha seus campos petrolíferos e fez a ficha de vários funcionários para alcançar os 2/ 3 da totalidade dos petro-leiros, visando a formação do processo de enquadramento para a transformação da Associação Profissional dos Trabalhadores da Indústria do Petróleo no Estado da Bahia em Sindicato.
Fichas de Cadastramentos em Vários Municípios
Foram feitas fichas de cadastramento nos municípios de Mata de São João, Candeias, São Sebastião do Passé, Catu, Pojuca, na Refinaria de Mataripe dentre outros locais onde a Petrobrás tinha suas atividades petrolíferas.
Elaborado o processo de enquadramento para a transformação da Associação em Sindicato, foi registrada toda a documentação necessária (a Carta Sindical) na Delegacia do Trabalho em Salvador, sendo enviada para o Ministério do Trabalho, na Capital Federal no Rio de Janeiro, isto no ano de 1957 para ser aprovada.
A Carta Sindical ficou na Capital do Brasil (Rio de Janeiro),”engavetada” no Ministério do Trabalho, durantes meses, isto no ano de 1957, era preciso agilizar o processo de transformação da Associação em Sindicato o mais rapidamente possível!
Delegacia da Associação na cidade de
Mata de São João 1954/55 e 1956/57
A Associação Profissional dos Trabalhadores na Indústria do Petróleo no Estado da Bahia, na cidade de Mata de São João, tinha como Delegado Sindical (nomeado para o biênio 1954/55), João Umbelino de Souza, trabalhava no setor de perfuração da Petrobrás, no campo petrolífero de Mata.
João Umbelino como Delegado da Associação, nomeou Manoel Alves Bonfim
para realizar os serviços de cobranças de uma taxa dos Associados da Petrobrás, no campo petrolífero de Mata. Bonfim levava os recibos e os valores para a diretoria da Associação em Salvador, sede na Calçada.
Na Delegacia da Associação ou Sindical, João Umbelino trazia advogados liga-dos a Diretoria tanto da Associação Profissional dos Trabalhadores na Indústria do Petróleo do Estado da Bahia, ou do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Extração do Petróleo do Estado da Bahia (STIEP - BA), para realizarem palestras sobre os direitos dos Associados contidos na Consolidação das Leis Trabalhistas – CLT.
Com essas palestras sobre os direitos dos trabalhadores, a categoria dos petrolei-ros da Bahia ganhava experiência e conhecimento da CLT, fortalecendo com isso a categoria, tornando o Sindicato mais forte e unido na luta pelos seus direitos traba-lhista.
A Associação dos Petroleiros que foi transformada em Sindicato no dia 26 de novembro de 1957, eram formados pelos trabalhadores da perfuração, produção, oleoduto, setores administrativos, transporte, refeitório e etc.
João Umbelino de Souza tinha o hábito de dormir tendo nas suas mãos a CLT, João lia profundamente a CLT até altas horas da noite, com o objetivo de memo-rizar as leis trabalhistas, para ter um conhecimento profundo da CLT.
Governador Antônio Balbino Libera Passagens
A diretoria da Associação Profissional dos Trabalhadores da Indústria do Petróleo do Estado da Bahia, liderado pelo seu presidente Simpliciano Joaquim dos Santos, juntamente com membros da diretoria e associados vão ao governador Antonio Balbino no Palácio do Governo na cidade de Salvador solicitar ajuda para a libera-ção de passagens aéreas com destino ao Rio de Janeiro.
O deputado estadual Solano Martins, que teve o apoio da categoria dos petro-leiros para a sua candidatura nas eleições de 1950, apoiava os petroleiros na transfor-mação da Associação e Sindicatos e foi ele quem marcou a audiência da Associação com o governador Antonio Balbino, participando também da reunião.
Antonio Balbino recebeu os membros da Associação, juntamente com vários as-sociados e ouviu os anseios das categorias dos petroleiros, que era conseguir a aju-da para a liberação de passagens aéreas, a fim de transformar a Associação em Sindicato, cujo processo de transformação se encontrava “engavetados” no Ministério do Trabalho na Capital Federal do Brasil, no Rio de Janeiro.
Antonio Balbino recebeu com interesse os membros da Associação dos Trabalhadores da Petrobrás e após ouvir os citados membros, atendeu as reinvindica-ções da Associação.
O governador Antonio Balbino, na época em que era Senador Federal da República do Brasil havia assinado o projeto da Lei 2004, no dia 23 de outubro de 1953 da criação da Petrobrás. Dr. Antonio Balbino foi Senador da Bahia no período de 1951 – 1954, sendo presidente do Brasil Getúlio Dornelles Vargas (1951 – 1956).
Antonio Balbino via com bons olhos a criação do Sindicato da categoria dos petroleiros da Bahia, porque era mais um elo de fortalecimento da nacionalidade da Petrobrás, cobiçada na época por alguns governos estrangeiros.
A criação e o fortalecimento do Sindicato contribuía em muito para manter a Petrobrás viva no monopólio brasileiro o das reservas petrolíferas nacional. Após a reunião foi providenciada a liberação das passagens aéreas, com destino ao Rio de Janeiro, era o final do mês de setembro do ano de 1957.
Membros da Comissão que foram buscar as Cartas Sindical.
Com a ajuda do governador Antonio Balbino na liberação de passagens aéreas, lo-go após a reunião no Palácio do Governo, o presidente da Associação Profissional dos Trabalhadores da Indústria do Petróleo no Estado da Bahia, Simpliciano Joaquim dos Santos (ele trabalhava no setor de Almoxarifado da Refinaria Landulfo Alves, mais conhecida como Refinaria de Mataripe), escolheu os nomes dos Associados presentes alí naquela reunião e que iriam ao Rio de Janeiro, buscar a Carta Sindical.
João Umbelino Presidente da Comissão
O Presidente Simpliciano escolheu o primeiro nome, João Umbelino de Souza que trabalhava no campo petrolífero de Mata de São João (setor de perfuração), e um dos principais idealizadores da criação da Associação e da transformação de Associação em Sindicato. João Umbelino de Souza, foi designado o Presidente da Comissão.
O segundo nome indicado por Simpliciano foi o de Osvaldo Marques de Oliveira que trabalhava na Refinaria de Mataripe. Simpliciano autorizou a João Umbelino de Souza a escolha do terceiro componente da Comissão, sendo indicado Manoel Alves Bonfim.
Manoel Alves Bonfim, trabalhava no campo petrolífero de Mata de São João, no Setor de Vigilância e fazia parte da equipe (era tesoureiro) da Associação dos Petroleiros do campo petrolífero de Mata de São João.
GOVERNADOR BALBINO LIBERA AS PASSAGENS
GOVERNADOR BALBINO LIBERA AS PASSAGENS
Antonio Balbino deu ordens para a sua Secretária para pegar os documentos dos três componentes da Comissão. Primeiramente foi solicitado de João Umbelino, Osvaldo Marques de Oliveira e Manoel Alves Bonfim.
Os documentos recolhidos pela secretaria do Governador Balbino, era para provi-denciar as passagens aéreas de ida e volta cedida pelo governador para os três es-colhidos, para viajarem para o Rio de Janeiro na missão nobre de trazer a tão so-nhada Carta Sindical, que transformava a Associação em Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Extração do Petróleo no Estado da Bahia (STIEP/BA).
Após a reunião, dias depois, as passagens aéreas foram liberadas e foi feita na sede da Associação localizada na subloja de um prédio situada em frente da Estação da Leste Ferroviária na Calçada (Salvador), “uma vaquinha” arrecardando dinheiro pelo advogado da Associação, o Dr. José Teixeira e que foi entregue aos componentes da Comissão, para as despejas iniciais de hospedagens na Capital Federal do Brasil (Rio de Janeiro).
A Viagem, Debates e Aprovação da Carta Sindical
João Umbelino de Souza, João Marques de Oliveira e Manoel Alves Bonfim, vi-ajaram no início do mês ( entre os dias 8 e 9 ) de outubro de 1957 para o Rio de Janeiro de Avião da Cruzeiro do Sul. No Rio de Janeiro, ficaram hospedados numa pensão que ficava localizada na Avenida Brasil, nas proximidades do prédio do Ministério do Trabalho, ficando 48 dias na capital Federal do Brasil.
A Comissão encarregada de trazer a Carta Sindical para a Bahia participou de 7 reuniões no Ministério do Trabalho, a fim de conseguir a aprovação do processo de enquadramento da transformação da Associação em Sindicato.
As reuniões aconteceram uma vez por semana, a cada quinta-feira, em cada re-uniões mediantes análises e debates do conteúdo do processo. João Umbelino com a sua hábil argumentação influenciadora (era quem assumia os debates), liderava a histórica Comissão, juntamente com seus companheiros, Osvaldo Marques e Manoel Bonfim, iam vencendo passo a passo às etapas das reuniões.
Participou também, acompanhando as reuniões, o deputado federal Alain Melo que teve também o apoio da categoria dos petroleiros, quando da sua candi-datura a deputado federal, nas eleições de outubro de 1954 no Estado da Bahia.
Era Presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek de Oliveira, eleito nas eleições presidenciais de outubro de l955, para o período de 1956/1961, o qual teve o apoio político do Governador Dr. Antonio Balbino (eleito para o quatriênio 1955/1959).
Para a liberação da Carta Sindical, processo de enquadramento da Associação Profissional dos Trabalhadores da Indústria do Petróleo no Estado da Bahia, em Sindicato da Categoria. A Comissão encarregada de conseguir “desengavetar” a Carta Sindical, mediante debates, com as altas esferas do governo de Juscelino Kubitschek de Oliveira, período de 1956/1961, sendo Vice-presidente da República João Goulart.
O citado processo de enquadramento da transformação de Associação em Sindicato, estava “engavetado” em dois Ministérios: da Guerra, do Trabalho e um com o Vice-presidente da República, João Goulart para serem aprovados.
Aprovado e no Ministério da Guerra e com o Vice-presidente da República, faltava à última etapa, a do Ministério do Trabalho! Foi a que exigiu muita argumentação e decisão firme da Comissão encarregada de trazer a tão sonhada Carta Sindical da categoria dos trabalhadores da Petrobrás no Estado da Bahia.
Penúltima Reunião a Decisiva / 20/11/1957
Na penúltima reunião, realizada na quinta-feira dia 20 de novembro de 1957, foi uma reunião decisiva para a aprovação do processo de enquadramento e transformação da Associação Profissional dos Trabalhadores da Indústria do Petróleo no Estado da Bahia em Sindicato.
O Dr. Geraldo, Chefe do Setor de Enquadramento não queria assinar o processo que transformava a Associação em Sindicato. Contestava Dr. Geraldo “vocês são muito ingênuos, a Comissão do Trabalho se reuniu hoje dia 20/ 11/ 1957 e não foi aprovado a Carta Sindical, porque vocês colocaram muitos nomes de motoristas den-tro, juntos com outras profissões, contidas na relação dos trabalhadores da Associação Profissional dos Trabalhadores da Indústria do Petróleo do Estado da Bahia foi porisso que o processo de enquadramento da transformação da referida Associação em Sindicato não foi aceito”.
Continuando com a sua explicação o Dr. Geraldo sugeriu “Já que vocês mem-bros da Comissão da Associação estão aqui, vamos fazer o seguinte: vamos deixar os nomes dos motoristas com outras profissões que aprovamos o Enquadramento da Associação em Sindicato”.
A reação imediata de protesto de João Umbelino, foi contra a idéia do Dr. Geraldo e argumentou João Umbelino de Souza “Dr. Geraldo, acontece que esses motoristas têm o seu Sindicato e são fortes na Bahia, eles são funcionários da Petrobrás. Além do mais Dr. Geraldo, o Senhor e nós sabemos que a lei trabalhista, contida na CLT, dá o direito de nós fazermos parte de um, dois e até seis sindicatos!”.
O deputado federal pela Bahia, Alain Melo que estava presente, concordou com a sugestão do Dr. Geraldo.
João Umbelino imediatamente reagiu e disse ” Dr. Geraldo Isso é sujeira! Eu e meus companheiros, não vamos levar isso para a Bahia, a nossa Carta Sindical tem que ser aprovada como está no processo e outra coisa, esta Carta Sindical tem que ser aprovada logo, caso contrário não vamos voltar para a Bahia”. Esta deci-são firme de João Umbelino, foi fundamental para Dr. Geraldo, decidir assinar o processo de enquadramento que transformava a Associação em Sindicato (Carta Sindical), encaminhando para a assinatura definitiva, do Ministro do Trabalho, Passifal Barroso.
Dr. Geraldo após ouvir a defesa de João Umbelino em nome da Comissão que foi ao Rio trazer a Carta Sindical, não mais contra- argumentou marcando a próxima seção de debates para quinta-feira dia 26/ 11/ 1957, a fim do Ministro do Trabalho Passifal Barroso decidir ou não a liberação da Carta Sindical.
A Carta Sindical foi desmembrada em duas: Uma para o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Extração do Petróleo do Estado da Bahia– STIEP e outra Carta Sindical para a Indústria do Refino (químicos), conforme previsto em lei.
Ministro Passifal Assina Carta Sindical
João Umbelino de Souza (Setor de Perfuração/Mata), Osvaldo Marques de Oliveira e Manoel Alves Bonfim (este do Setor de Vigilância/Mata), compareceram na última sessão (a final), uma quinta-feira, dia 26/11/1957, completando longos 48 dias de estadia no Rio de Janeiro, onde havia participado a Comissão de sete sessões no Ministério do Trabalho, com o único objetivo, aprovação do processo de Enquadramento de Transformação da Associação Profissional dos Trabalhadores na Indústria do Petróleo do Estado da Bahia, em Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Extração do Petróleo do Estado da Bahia (STIEP/BA).
Nessa sétima sessão, do dia 26/11/1957, o processo de enquadramento para transformar a Associação em Sindicato, foi assinado pelo Ministro do Trabalho Passifal Barroso.
O Dr. Geraldo, foi no Gabinete do Ministro Passifal Barroso, ali mesmo no próprio edifício, onde ficava o Gabinete do Dr. Geraldo, e trouxe a tão sonhada Carta Sindical, assinada pelo Ministro do Trabalho e mostrou aos três membros da comissão: João Umbelino, Osvaldo Marques, Manoel Alves Bonfim e mais o depu-tado federal (este representante dos petroleiros baianos).
Passifal Barroso era o Ministro de Estado, dos Negócios, do Trabalho, Indústria e Comércio no ano de 1957, no governo Juscelino Kubitschek. A Carta Sindical referente à Indústria do Refino, foi levada posteriormente pelos membros do referido Sindicato do Refino.
Carta Sindical Fotografada, Retorno da Comissão
para a Bahia.
A Carta Sindical assinada, foi entregue inicialmente a João Umbelino de Souza e o deputado federal Alain Melo, tendo ambos lidos o texto, depois entregou os ou- outros membros da Comissão, Osvaldo Marques e Manoel Bonfim que também leu a Carta Sindical.
Depois foi o momento, primeiramente João Umbelino e o deputado federal Alain Melo seguram nas pontas da Carta Sindical e o fotografo alí presente bateu a foto, em seguida Manoel Bonfim e Osvaldo Marques de Oliveira seguram a Carta Sindical e foi batida outra foto.
As fotos tiradas ficaram arquivadas no Ministério do Trabalho, no Rio de Janeiro
na época a Capital Federal do Brasil.
Os três membros da Comissão, João Umbelino, Osvaldo Marques de Oliveira e Manoel Alves Bonfim, voltaram para a pensão localizada na Avenida Brasil e chegando todos lá, João Umbelino telefonou para o presidente da Associação Simpliciano Joaquim dos Santos, informando que a Carta Sindical foi assinada pelo Ministro do Trabalho, mas Simpliciano já sabia da notícia, através de um telefonema do Rio pelo deputado federal, Alain Melo.
A Comissão providenciou logo a marcação das passagens aérea no Rio de Janeiro, com destino a Cidade de Salvador, embarcando no dia 28 ou 29 (uma sexta- feira ou sábado ) depois do dia da assinatura da Carta Sindical, pelo Ministro do Trabalho, Passifal Barroso.
Os membros da Comissão que foram buscar a Carta Sindical, viajaram pela manhã, chegando pela tarde no Aeroporto de Ipitanga (atual Aeroporto Luiz Eduardo Magalhães), sendo recebido pelo presidente da Associação, outros dirigentes e associados sendo disponibilizado um ônibus para levar todos ao aeroporto.
A Comissão chegou pela tarde no aeroporto de Ipitanga, trazendo a Carta Sindical sendo todos recebidos com alegria. A Carta Sindical foi oficializada na Delegacia do Trabalho em Salvador (registrada), sendo um marco histórico, no sindicalismo da categoria dos Trabalhadores da Extração da Indústria Petrolífera no Estado da Bahia.
Sendo distribuídas cópias para as Delegacias Sindicais, nas cidades petrolíferas da Bahia.
AS Cartas Sindical
" O Ministério de Estado, dos Negócios, do Trabalho, Indústria e Comercio, faz saber a quantos esta Carta virem que, atendendo os que requereu a “Associação Profissional dos Trabalhadores na Indústria do Petróleo no Estado da Bahia, com sede em Salvador, no Estado da Bahia aprovar os seus respectivos Estatutos e reconhece-lo sob a denominação de Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Extração do Petróleo, no Estado da Bahia.
Como Sindicato representativo da respectiva categoria profissional, Trabalhadores na Indústria de Extração de Petróleo - integrante do 5º grupo de Trabalhadores na na Indústria Extrativa - no plano da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria, na base territorial do Estado da Bahia, com sede em Salvador, Estado da Bahia.
De acordo com o regime instituído pela Consolidação das Leis do Trabalho e, pra firmeza, mando passar a presente Carta, que vai por ele assinada.
Rio de Janeiro 26 de novembro de 1957, Passifal Barroso".
A Primeira eleição do STIEP – BA 1958 - 59
Com a transformação da Associação Profissional dos Trabalhadores na Indústria do Petróleo do Estado da Bahia em Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Extração de Petróleo do Estado da Bahia, aconteceu a sua primeira eleição de dire-toria, sendo eleito presidente Simpliciano Joaquim dos Santos e outros membros da Diretoria, para o biênio 1958 - 1959.
Nas cidades onde havia campos petrolíferos, foram nomeados pelo presidente do STIEP os Delegados Sindicais. Na cidade de Mata de São João foi eleito João Umbelino de Souza que nomeou a sua diretoria para secretário Demétrio e Fiscal de Cobrança (tesoureiro), Manoel Alves Bonfim (Setor de Vigilância).
Foi contratada uma Secretária pelo Delegado Sindical, João Umbelino de Souza, está Secretária contratada com carteira assinada e paga pelo STIEP/BA, foi a jovem Gabrielita Sales Chagas (irmã do autor desse livro).
João Umbelino, nomeado Delegacia Sindical / Mata(1958/59)
Com a transformação de Associação em Sindicato, as Delegacias dos municípios onde existiam campos petrolíferos, passaram a serem denominadas de Delegacia Sindical, nomeados os seus Delegados pelo Presidente do Sindicato (STIEP/BA).
Foi nomeado novamente João Umbelino de Souza, pelo Presidente do STIEP/BA, o Sr. Simpliciano Joaquim dos Santos, biênio de 1958/1959, sendo nomeado por sua vez por Umbelino, Demétrio (setor de Refeitório, Mata), como Secretário, Manoel Bonfim, continuou como Fiscal de Cobrânças (uma espécie de tesoureiro).
O Cel Ladislau convidou João Umbelino, líder dos petroleiros na ciade de Mata de São João, Joãpo Umbelino agradeceu o convite do Cel Ladislau, não aceitando o convite para candidatar-s a vereador matense e indicou Manoel Alves Bonfim. O petroleiro Manoel Alves Bonfim, saiu candidato a vereador matense nas eleições municipais de outubro de 1958, sendo indicado por João Umbelino, sendo eleito, nesta citada eleição o Cel Ladislau Reis de Souza foi eleito prefeito do município matense para o período de 1959/63).
Com o aumento dos trabalhos administrativos na Delegacia Sindical de Mata, foi contratada pelo Delegado Sindical (João Umbelino) para o cargo de Secretária, com carteira assinada, a jovem Gabrielita Sales Chagas, não era funcionária da Petrobrás, sendo remunerada pelo Sindicato (STIEP/BA), Gabrielita irmã do autor desse livro.
Greve dos Petroleiros em Mata 1959
Aconteceu uma greve no Campo Petrolífero do município de Mata de São João, no ano de 1959. A greve foi motivada pela demissão do advogado da Empresa Petrobrás Dr. Valter, figura querida pelos petroleiros matense, sindicalizados no Campo Petrolífero de Mata.
João Umbelino era o Delegado Sindical, e teve que ir na Jequitaia, na Cidade de Salvador, ressorver a greve dos petroleiros matense, junto com a Superintendência da Petrobrás.
Como os petroleiros matense só voltariam ao trabalho, se o advogado Valter não fosse demitido, a Superintendência da Petrobrás revogou a demissão do citado advogado e a greve terminou, voltando os petroleiros grevistas ao trabalho, no Campo Petrolífero de Mata de São João.
Este episodio serviu para a direção da Petrobrás, avaliar a liderança de João Umbelino, em defesa dos interesses da categoria sindical dos petroleiros, não só na Delegacia Sindical no município matense, como também no sindicalismo da ca-tegoria dos petroleiros (STIEP/BA).
Assim como João Umbelino, um hábil articulador e negociador em pról da categoria e uns dos líderes do sindicalismo dos petroleiros (STIEP/BA), teve a capacidade de parar uma greve através de negociações, poderia também deflagar greves defendendo interesses da categoria!
Era este o pensamento dominante, á nível da alta direção da Petrobrás na Bahia, naquele ano de 1959. E isto foi fatal para uma futura demissão de João Umbelino, principalmente perdendo ele, a sua imunidade sindical, o que veio acontecer no ano seguinte, após a perda da sua imunidade sindical, o que veremos adiante.
Segunda Eleição de Diretoria do
STIEP – BA 1960 – 61
Na segunda eleição de diretoria do STIEP – BA, para o biênio 1960 – 1961, Simpliciano Joaquim dos Santos não conseguiu a sua reeleição para o seu segundo mandato, sendo eleito presidente, Hílton Valença.
Com a eleição de Hílton Valença, houve mudanças nas Delegacias Sindicais nas cidades onde a Petrobrás tinha seus campos petrolíferos. Na cidade de Mata de São João aconteceu a nomeação de um outro Delegado Sindical, não sendo nomeado João Umbelino de Souza.
João Umbelino foi Delegado Sindical e um dos líderes da criação da Associação Profissional dos Trabalhadores da Indústria de Petróleo no Estado da Bahia e que foi designado Presidente da Comissão, composta com mais dois componentes que foram ao Rio de Janeiro “desengavetar” buscar a Carta Sindical, que transformou a Associação em Sindicato (STIEP/BA).
João Umbelino era homem de confiança do ex-presidente Simpliciano Joaquim dos Santos (um defensor árduo da categoria petroleiro e opositor da chapa vencedora) daí a sua não nomeação pelo presidente eleito, Hílton Valença! Para continuar como Delegado Sindical na cidade de Mata de São João, biênio de 1960/61.
João Umbelino demitido da Petrobrás 1960
Com o afastamento de João Umbelino de Souza da Delegacia Sindical da cida-de de Mata de São João, motivado por não ser nomeado pelo presidente Hílton Valença do STIEP – BA, perdendo com isso a sua imunidade de sindicalista.
Umbelino foi um dos funcionários da Petrobrás de participação fundamental, no processo de criação da Associação Profissional dos Trabalhadores da Indústria de Petroléo no Estado da Bahia e na transformação dessa referida Associação em Sindicato (STIEP – BA) e por ser um líder nato na defesa dos interesses da sua ca-tegoria, não era bem visto pela alta direção da Petrobrás na Bahia, daí a sua de missão.
João Umbelino foi demitido no mês de maio de 1960, tendo entrado na Petrobrás no dia 5/ 5/ 1952 na época do Conselho Nacional de Petróleo – CNP depois de traba-lhar 8 anos na Petrobrás, dos campos de perfuração.
Nesse mesmo ano de 1960 após a sua demissão da Empresa Petrobrás, João Umbelino foi contratado por uma Empresa Americana de Perfuração de Petróleo que prestava serviço a Petrobrás, esta empresa era a Training, ficando poucos meses nessa empresa americana.
João Umbelino na COSIPA – São Paulo
Depois de ter trabalhado alguns meses na Training, João Umbelino trabalhou alguns meses numa construtora que estava construindo uma rodovia, na região de São Sebastião do Passé e depóis foi para o Estado de São Paulo, trabalhar na Compahia Siderúrgica Paulista – COSIPA, indicado pelo seu irmão caçula Jaime.
João Umbelino apresentou o seu curriculo, isto no ano de 1961, sendo admitido pela COSIPA que estava na fase de construção civil e estrutural.
Na COSIPA Umbelino fez vários cursos se especializando (a exemplo do curso de laminação) e ocupando bons cargos. Umbelino fez parte do Sindicato Metarlugico da Baixada Santista.
Umbelino na Revolução de 1964
Por ser um líder ativo e idealista na defesa dos direito dos trabalhadores do se-tor metalúrgico do Sindicato da COSIPA, com a Revolução Militar defragada no dia 31/ 3/ 1964, Umbelino para não ser preso pelas Forças Armadas teve que fugir aban-donando o seu emprego na COSIPA.
Passado o Regime Militar, na década de 1980, com a volta a normalidade de-mocrática no Brasil, todos cidadãos brasileiros que foram presos, perseguidos e exi-lados foram anistiados, dentre eles o metalúrgico João Umbelino de Souza, que foi indenizado pelos tempos de serviços prestados a COSIPA. Umbelino se aposentou em 1985 pela Cosipa, após a anistia.
Trabalho em Firmas Terciárias na
área da COSIPA
João Umbelino depois de se aposentar, trabalhou em várias firmas prestadoras de serviços a Companhia Siderúrgica Paulista – COSIPA, até o ano de 1996, quando deixou de trabalhar em firmas. Nesse ano de 1996, João Umbelino tinha a idade de 72 anos.
Sindicato dos Metalúrgicos da Baixada Santista
Umbelino foi Secretário do Sindicato dos Metalúrgicos da Baixada Santista do qual foi secretário. A partir do ano de 1960.
Sindicato da Construção Civil da Baixada Santista
Outro Sindicato em que João Umbelino de Souza participou da sua diretória, atuando como Secretário foi o Sindicato da Construção Civil da Baixada Santista. João não gostava de assumir o cargo de presidente dos Sindicatos ou associações que ajudou a fundar, preferindo ocupar a função de secretário.
Perguntado pelo autor desse livro, a João Umbelino por que ele nunca quis ocupar a Presidência de um Sindicato ou Associação, Umbelino respondeu “Eu gostava do cargo de secretário, porque eu tinha uma visão ampla do que poderia influenciar de positivo ou negativo, na dinâmica das questões sindicalistas, afim de posicionar-me a tomar decisões que beneficiassem a categoria, fortalecendo assim a estrutura dos sindicatos em que eu participava”.
Sociedade dos Melhoramentos dos Moradores
do Distrito de Samaritá
João Umbelino foi Secretário (a partir do dia 12/12/1974 ) da Sociedade dos Melhoramentos dos Moradores do Distrito de Samaritá (São Vicente – SP) localidade onde reside. Samaritá é um nome de uma antiga aldeia indígena de São Vicente, onde fica localizado o Distrito de Samaritá.
A Sociedade dos Melhoramentos do Distrito de Samaritá, foi fundado em 1972.
Umbelino se Aposenta em 1986
João Umbelino se aposentou no ano de 1985, aos 61 anos de idade, depois de uma longa vivência sindical, Umbelino nasceu com uma vocação nata, para a vida sindical.
Mesmo depois de aposentado, João Umbelino que reside em São Vicente, no li-toral paulista, continua com sua experiência na área sindical, orientando as pessoas ligadas ao sindicalismo, metalúrgico, na construção civil, comunitário, etc., sendo procurado por pessoas de várias camadas sociais de profissões diversas.
Família de João Umbelino de Souza
João Umbelino de Souza se casou com Lívia Sales Chagas, irmã de Gamaliel Sales Chagas. Lívia Chagas nasceu 26 de setembro de 1947, na praça Barão Açu da Torre, centro, Mata de São João.
Os Filhos do casal João Umbelino e Lívia Chagas
Do casamento de João Umbelino de Souza com Lívia Sales Chagas, nasceram 5 filhos: Iuri, Irdes, Ildes, Hadje e Ian Chagas de Souza.
Iuri nasceu no dia 07/05/1973, Ian nasceu em 05/05/1977, Irdes e Ildes (gêmeas), nasceram em 23/12/1980 e Hadje em 05/06/1979. Iuri nasceu na cidade de Salvador no Hospital Ana Nery e Ian, Hadje, Irdes e Ildes, nasceram em Cubatão. Iuri foi residir ainda pequeno na cidade de Cubatão na década de 1970, onde reside a família Chagas Souza.
Irdes Chagas de Souza, diplomou-se em Comunicação no ano de 2010 pela UNIR de São Vicente/SP.
Iuri trabalha na Cosipa (Companhia Siderúrgica Paulista), através de uma firma prestadora de serviço, a Integral Engenharia de Serviços (2007), sendo Iuri Técnico de Segurança no Trabalho desde 1996. Ildes, Irdes, Hadje e Ian são solteiros. Ian se formou em Ciências Contábeis (Faculdade), reside nos Estados Unidos, 2007.
Em 2012 Iuri trabalhava numa industria do Rio de Janeiro onde reside atualmente (outubro de 2012).
Em 2012 Iuri trabalhava numa industria do Rio de Janeiro onde reside atualmente (outubro de 2012).
Iuri Chagas de Souza e Lílian Henrique
Iuri se casou com Lilian de Oliveira Henrique Souza em 7/5/1979, tendo uma filha de nome Maria Eduarda Henrique de Souza (Duda), nascida em 17/5/2002 no Hospital São Lucas, cidade de Santos /SP, Liliam nasceu em 25/10/1973. Lilian é funcionária pública concursada em 1992, pelo Estado de São Paulo, trabalha na Secretaria da Escola Estadual Prof. José de Almeida Pinheiro Jr., no Parque das Bandeiras em S.Vicente/SP.
Os pais de Lilian: Iraci Batista de Oliveira e José Henrique Neto (apelidado de Zico), sendo Luis Eduardo e Renato irmãos de Lilian. Dona Iraci Batista de Oliveira Henrique, faleceu em 25/9/2002.
Os Pais de João Umbelino
João Umbelino de Souza nasceu no dia 16/ 8/ 1924 na cidade de Itapicuru, sendo seus pais Umbelina Teodora de Jesus e Joaquim Gonzaga Leite, seus irmãos: Jaime, Jairo este residente em Aracajú, José, Antonio, Dinorá, Francisca (a mais velha), Maria, Teodora, Francisco, Camerina (reside em Salvador).
João Umbelino de Souza, no ano de 2007 aos 83 anos, (2012/ 88 anos) continua residindo na cidade de São Vicente /São Paulo, com sua família. Dos irmãos de João Umbelino vivem: Dinorá, Camerina, Francisco, Jaime e Teodora.
Os filhos de Francisco são: Adriana, Cláudio e Marcelo.
Família de Antonio Gonzaga Leite
Antonio Gonzaga Leite, tio de Umbelino, nasceu em Itapicuru na Bahia, se casou com Amélia de Almeida Leite tendo os filhos: Aidil, Olga, (Valdir), Antonio Gonzaga Leite Filho, Almir.
Antonio Gonzaga Leite era Coletor Estadual, tendo trabalhado em várias coletorias estaduais da Bahia, a exemplo Ribeira do Amparo, Esplanada, Mata de São João e Salvador, onde se aposentou.
Antonio Gonzaga Leite depois de trabalhar vários anos como Coletor Estadual, se aposentou por tempo e serviço. Antonio Gonzaga Leite foi Coletor Estadual na cidade de Mata de São João na década de 1940, residia numa casa onde funcionou o Cine São João, local onde em 2010,. Se localiza o prédio da Igreja Universal do Reino de Deus na Praça Amado Bahia.
Família de João Umbelino de Souza
João Umbelino de Souza se casou com Lívia Sales Chagas, irmã de Gamaliel Sales Chagas, tendo esse casal os filhos: Iuri, Irdes, Ildes, Hadje e Ian Chagas de Souza.
Iuri nasceu no dia 07/05/1973, Ian nasceu em 05/05/1977, Irdes e Ildes (gêmeas), nasceram em 23/12/1980 e Hadje em 05/06/1979. Iuri nasceu na cidade de Salvador no Hospital Ana Nery e Ian, Hadje, Irdes e Ildes, nasceram em Cubatão. Iuri foi residir ainda pequeno na cidade de Cubatão/SP na década de 1970.
Iuri trabalha na Cosipa (Companhia Siderúrgica Paulista), através de uma firma prestadora de serviço, a Integral Engenharia de Serviços (2007), sendo Iuri Técnico de Segurança no Trabalho desde 1996.
Irdes Chagas Souza se formou em Comunicação no ano 2010 na UNIBR, São Vicente/São Paulo, Hadje e Ian são solteiros. Ian se formou em Ciências Contábeis (Faculdade), reside nos Estados Unidos, 2010.
Iuri e Lilian
Iuri Chagas Souza se casou com Lilian de Oliveira Henrique Souza em 7/5/1979, tendo uma filha de nome Maria Eduarda Henrique de Souza, nascida em 17/5/2002 no Hospital São Lucas, cidade de Santos /SP, Liliam nasceu em 25/10/1973. Lilian é funcionária pública concursada em 1992, pelo Estado de São Paulo, trabalha na Secretaria da Escola Estadual Prof. José de Almeida Pinheiro Jr., no Parque das bandeiras em S.Vicente/SP.
Os pais de Lilian: Iraci Batista de Oliveira e José Henrique Neto (apelidado de Zico), sendo Luis Eduardo e Renato irmãos de Lilian. Dona Iraci Batista de Oliveira Henrique, faleceu em 25/9/2002.
Os Pais de João Umbelino
João Umbelino de Souza nasceu no dia 16/ 8/ 1924 na cidade de Itapicuru, sen-do seus pais Umbelina Teodora de Jesus e Joaquim Gonzaga Leite, seus irmãos: Jaime, Jairo este residente em Aracajú, José, Antonio, Dinorá, Francisca (a mais velha), Maria, Teodora, Francisco, Camerina (reside em Salvador).
João Umbelino de Souza, no ano de 2007 aos 83 anos (em 2010, 86 anos) com-tinua residindo na cidade de São Vicente /São Paulo, com sua família. Dos irmãos de João Umbelino vivem: Dinorá, Camerina, Francisco, Jaime e Teodora.
Os filhos de Francisco são: Adriana, Cláudio e Marcelo.
Família de Antonio Gonzaga Leite
Antonio Gonzaga Leite, tio de Umbelino, nasceu em Itapicuru na Bahia, se casou com Amélia de Almeida Leite tendo os filhos: Aidil, Olga (Valdir), Antonio Gonzaga Leite Filho, Almir. Antonio Gonzaga Leite foi Coletor Estadual, na década de 1930 tendo trabalhado em várias coletorias estaduais da Bahia, a exemplo Ribeira do Amparo, Esplanada, Mata de São João e Salvador, onde se aposentou.
Antonio Gonzaga Leite depois de trabalhar vários anos como Coletor Estadual, se aposentou por tempo e serviço. Antonio Gonzaga Leite foi Coletor Estadual na cidade de Mata de São João na década de 1930, residia numa casa onde funcionou o Cine São João, na Praça Amado Bahia.
Depois de morar vários anos na cidade de Mata de São João, Antonio Gonzaga Leite foi residir na cidade de Salvador quando alugou a casa em que residia à Petrobrás na década de 1950, onde passou a ser o acampamento dos funcionários da Petrobrás sendo vendida anos depois, esta citada casa.
No ano de 2007 no local onde era a casa de Antonio Gonzaga Leite, após ser vendida a terceiros, anos depois a citada casa foi demolida sendo edificado um outro imóvel, onde foi instalada a Igreja Universal do Reino de Deus.
Valdir Almeida Leite, filha de Antonio Gonzaga Leite e dona Amélia se casou com o serventuário de justiça, vereador e fazendeiro José de Oliveira Régis no ano de 1946, tendo esse casou os filhos: Carlos Alberto Leite Régis e José Augusto Leite Régis.
Antonio Gonzaga Leite Filho e Aidil Vereadores
Antonio Gonzaga Leite Filho e sua irmã Aidil de Almeida Leite, foram eleitos vereadores do município de Mata de São João durante um mandato (quatro anos). Antonio Gonzaga Leite Filho foi eleito vereador no quatriênio de 1959/ 1963, no governo do prefeito Ladislau Réis de Souza.
Aidil de Almeida Leite foi eleita vereadora no quatriênio de 1963 – 1967, governo do prefeito Manoel Cyriaco dos Santos (Maneca), sendo a primeira mulher vereadora da história política do município de Mata de São João e talvez do interior da Bahia!
Aidil depois que deixou de residir na cidade de Mata de São João, quanto a Antonio Gonzaga Leite Filho, faleceu vítima de um acidente na Rodovia Bahia a Feira de Santana. Antonio Gonzaga Leite filho era advogado.
GALERIA DE FOTOS
Fotos Chiquitinha Maravilha dia 21/02/2013
JOÃO UMBELINO SOUZA -
PIONEIRISMO NA FUNDAÇÃO DE SINDICATOS NO BRASIL!
João Umbelino Souza em 1956, ano em que comandou a equipe de sindicalistas que trouxeram As Cartas Sindicais que estavam "engavetadas" na Capital Federal do Brasil (Rio de Janeiro) e que gerou a partir das citadas Cartas! A fundação dos Sindicatos baiano e depois no Brasil! Foto de João Umbelino cunhado de Chiquitinha Maravilha.
Irdes, formada em Comunicação, filha de João Umbelino de Souza e sua mãe Lívia Sales Chagas Souza, esposa de João Umbelino. Irdes com o Troféu João Umbelino de Souza. Foto do dia 21/02/2013 ás 11 horas na varanda da casa de Chiquitinha Maravilha, irmão de Lívia Chagas.
Irdes e o Troféu João Umbelino de Souza
João Umbelino primo de Waldir Leite Regis, esta casada com José de Oliveira Regis, (descendente de família tradicional de Mata de São João, com passado histórico no citado município, onde foram Vereadores, Intendente Municipal, fazendeiros, agricultores........
Placa contida no Troféu João Umbelino de Souza - Um dos Fundadores da Associação Profissional dos Trabalhadores da Indústria do Estado da Bahia, o Presidente da Comissão que foi "desengavetar" as famosas Cartas Sindicais na Capital Federal do Brasil (Rio de Janeiro e que deu legalidade ao Sindicalismo no Brasil, abrindo os caminhos do Sindicalismo na Bahia e em outros Sindicatos no Brasil do seguimento Petrolífero Brasileiro.
A matense Lívia Chagas Souza, Chiquitinha Maravilha (irmão de Lívia) e Irdes sobrinho de Chiquitinha Maravilha, filha de Lívia.
Irdes e Marcelo Dias namorado de Irdes
Irdes e Marcelo Dias namorado de Irdes
Lilian Rodrigues Souza e seu esposo Yuri Chagas Souza.
Casamento de Yuri Chagas Souza com Lilian Rodrigues Souza, um dos filhos de João Umbelino de Souza, Yuri sobrinho de Chiquitinha Maravilha, irmão de Yuri de Irdes. Foto Álbum da Família de João Umbelino.
TRAÇOS BIOGRÁFICOS/GENEALOGIA
ATLETISMO E FUT. AMADOR
ATLETISMO E FUT. AMADOR
Gamaliel aos 4 anos de idade em 1955, rua Júlio Veríssimo, centro/cidade de Mata S. João.
F. arquivo da família Chagas
Gamaliel (camisa branca), aos 6 anos em 1957, ao lado de Rita e Lívia ( esposa de João Umbelino, de vestido marron), praça Engº Lauro Farani de Freitas ou Pça. da Estação da Leste/cidade de Mata de São João. F. arquivo da família Chagas.
TRAÇOS BIOGRÁFICOS DE GAMALIEL CHAGAS
Gamaliel Chagas, nasceu ás 3h e 05 minutos do dia 07/07/1951 na Travessa Barão Açu da Torre, atual rua Luiz Sepúlveda Garcez, centro, cidade de Mata de São João. Gamaliel Chagas, maratonista matense, poeta, biógrafo, historiador por vocação, c/ várias obras a serem impressas.
Gamaliel Chagas, maratonista matense, poeta, biógrafo historiador por vocação, c/ várias obras a serem impressa e colunista em vários jornais de circulação na RMS com artigos diversos (esportivos, culturais, comunitários politico, impressos de artigos histórico .... ) nos jornais/ Folha do Subúrbio (1985), Jornal A Tarde, na Coluna Jogging de Eliezer Varjão na década de 1980 (Atletismo), Imbassai, Voz da Cidade, Jornal Matense, Jornal Metropolitano, e a partir de 2011 no site Chiquitinha Maravilha (Blog Sport) na Internet, a serem impressas.
Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha), foi jogador de futebol amador (inicio em 1958/1975).
Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha), foi jogador de futebol amador (inicio em 1958/1975).
DESCENDÊNCIA GENEALÓGICA DE GAMALIEL CHAGAS
Gamaliel Chagas, filho de Gabriel (de Paiva) Chagas e Amália Teixeira Sales, sendo seus avôs paternos José Pereira de Carvalho Chagas e Josefina Maria de Paiva.
Os bisavôs paterno de Gamaliel Chagas, Antonio Pereira das Chagas e Joaquina Maria da Conceição, sendo Antonio batizado no ano de 1818 na Capela de Nossa Senhora da Vitória do Engenho da Mata, na freguesia de Mata de São João e casado no no de 1848 na Matriz do Bonfim de Mata.
Sendo seus trisavôs paternos, Teodósio Pereira das Chagas e Maria de Souza, portugueses.
Pela parte materna do mesmo seguimento (paterno), Gamaliel tem como trisavô Manoel Gonçalves de Carvalho e Feliciana Pereira da Conceição, os trisavôs paternos vieram de Portugal para Vila de Abrantes (atual Camaçari), anos depois se estabeleceram na então freguesia de Mata de São João, provavelmente na metade (ou antes, em pesquisa, no caso em foco, os Gonçalves de Carvalho e Pereira Chagas) do século XVIII (1750).
Antonio Pereira das Chagas se casou com Joaquina Pereira da Conceição (esta filha de Manoel Gonçalves de Carvalho e Feliciana Pereira da Conceição. O citado casamento foi realizado na Matriz do Bonfim de Mata em 1848.
A família Gonçalves de Carvalho foram proprietários no início do Século XIX do Engenho São Pedro do Lunda (atual Zona Rural do município matense).
PEREIRA CHAGAS
Os Pereira Chagas também na mesma época dos Gonçalves de Carvalho, chegaram na Vila de Abrantes e depois fregueisa de Mata de São João. Também ainda pela parte paterna, descendem dos Pereira Paiva, estes chegados na freguesia de Mata de São João, no século XIX.
Os Pereira Chagas foram agricultores, militares, Vereadores, religiosos (padre), comerciantes, desportistas, músicos. etc.
GONÇALVES DE CARVALHO
Dessa família, vários descendentes foram agricultores, militares, advogados, juiz, vereadores, médicos, etc. com números descendência na Bahia São Paulo e outros estados, sendo originários de Portugal.
Os Gonçalves de Carvalho tem ramificações com famílias, Pereira Chagas, Barreto Cruz, Alves Coelho, Gonçalves Pires de Carvalho e Albuquerque, família Alemã, italiana (no Estado de São Paulo), dentre outras inúmeras famílias não citadas.
FRANCISCO WOHLERS
Francisco Wohlers (Chico Wohlers), nasceu no dia 25/012/1866 em Extema/MG e faleceu em 05/05/1955 em Joanópolis/AP aos 89 anos de idade. Francisco Wohlers, fazendeiro no seguimento de café se casou em 1ª núpcias com Maria Francisca Candelária (Mariquinha), nascida no dia 16/12/1870 em Santo Antonio da Cachoeira, atual Piracaia/SP, tendo sido batizada em 04/01/1871.
Maria Francisca Candelária (Mariquinha), faleceu em 1906 aos 36 anos. Do casamento entre Francisco Wohlers e Maria Francisca nasceram vários filhos, dentre eles Lucila Wohlers . Viúvo da sua 1ª esposa, Francisco Wohlers se casou em 2ª núpcias com Clementina Agnini, tendo vários filhos, dentre eles Iná Wohlers.
Dona Clementina Wohlers nasceu em 11/04/1887, faleceu em 21/12/1973 aos 86 anos de idade.
JOÃO WOHLERS E ELISE MARIE SELBACH
JOÃO WOHLERS (apelidado de João Alemão, o Velho) E ELISE MARIE SELBACH, pais dentre outros filhos de Francisco Wohlers (Chico Wohers). João nasceu em Frankfurt na Alemanha no ano de 1820 em 1902 em Joanópolis/SP, tenha 82 anos de idade.
Elise Marie Selbach, também nasceu em Frankfurt/Alemanha.
CASAMENTO DO MÉDICO LEOVIGILDO E LUCILA WOHLER
Dr. Leovigildo Gonçalves de Carvalho Filho, matense, médico clínico se casou com Lucila Wohers, filha do casal Francisco Wohlers e Maria Francisca Candelária (Mariquinha), sendo pais de Aparecida Wohlers Gonçalves, Sérgio e Sílvia.
Aparecida, casada com Henrique Beloumini, tendo filhos Robert o Vera, netos do Dr. Leovigildo Filho. Aparecida Wohlers de Carvalho, formada em professora, nasceu em 11/11/1915 em Piracaia/SP, falecida em 31/05/2005 aos 90 anos de idade.
Sérgio Wohlers de Carvalho se casou com Lurdes Lepera (Tia Lulú), tendo este casal filhos: Carlos Nei Carvalho e Denis Dalva de Carvalho, ambos casados com descendência.
O terceiro filho do casal Dr. Leovigildo Filho e Lucila Wohlers, foi Silvia Wohlers Gonçalves casada com Aluísio Costa, tendo este casal a filha Ana Maria Costa nascida no ano de 1952 e casada com Vicente Alaor Cianciarullo, tendo este casal dois filhos, Giancarlos e Fabrício.
CASAMENTO DE SOSTHENES GONÇALVES DE CARVALHO E INÁ WOHLERS
Sosthenes Gonçalves de Carvalho se casou com Iná Wohlers sendo pais de Gilson, José Luís Ribeiro de Carvalho e Marilene Wohlers de Carvalho. Gilson batizado em 26/08/1958, biomédico, casado com Rosana Leite Guimarães Carvalho, também biomédica, pais de Renato e Ana Paula, sendo Sosthenes securitário.
Marilene casada em 1ª com José Eduardo Melo, pais de Carlos Eduardo Carvalho de Melo. Marilene, casada em segunda núpcias com Hamilton Silva Cardoso sendo pais de Adriene Carvalho Cardoso e Caio Carvalho Cardoso.
José Luis Ribeiro de Carvalho, pais de Andrea de Carvalho e Marcelo de Carvalho.
Gilson Gonçalves de Carvalho casado com Rosana Leite Guimarães Carvalho, sendo pais de Renato e Ana Paula.
(Pesquisado na árvore genealógica da família Wohlers, internet)
MÉDICO LEOVIGILDO FILHO
Pesquisa de Gamaliel
Pesquisa de Gamaliel
O médico clínico Leovigildo Filho, nascido na Vila de Mata de São João, dia 22/03/1879, batizado na Matriz do Bonfim de Mata, falecio em São Paulo em 30/03/1959, aos 80 anos de idade, sendo filho de Leovigildo Gonçalves de Carvalho e Maria Damázia da Cruz, ambos de Mata de São João, sendo Gamaliel Chagas, primo do médico Leovigildo Gonçalves de Carvalho Filho.
Dr. Leovigildo diplomado na década de 1910 na Faculdade de Medicina da Bahia, localizada na época no Tereiro de Jesus (Salvador), indo reisidir na capital de São Paulo, onde conheceu Lucila Wohlers, se casando, deixando descendência, conforme descrito acima.
OS RODRIGUES TEIXEIRA
Na parte materna Gamaliel descendem da numerosa família Rodrigues Teixeira, estes estabelecidos na freguesia de Mata de São João, entre a metade do século XVIII e início do Século XIX, sendo os Rodrigues Teixeira, agricultores, médicos, advogados, Promotores Público, Desembargadores, militares, vereadores, Intendente (prefeito), dente outras profissões não citadas.
Os Rodrigues Teixeira, se ramificaram genealogicamente com várias famílias tradicionais da Bahia nos períodos da freguesia, assim como no período Imperial (da Vila a partir de 1846) e na República (a partir de 15/11/1889).
Os Rodrigues Teixeira, povoaram regiões vizinhas a Mata de São João (Alagoinhas, Catú, Rio Fundo, São Francisco do Conde, Santo Amaro, Nazaré, etc.
José Rodrigues Teixeira (o 3º com este nome da família), filho de Dr. Antonio Rodrigues Teixeira e Dona Joana Amélia Meireles Viana (Primos) (o 3º com este nome,bisneto do 1º) nascido no início da década de 1870, casado com Ana Alves, são os bisavôs materna de Gamaliel Sales Chagas,
pais dente outros filhos de Lydia Rodrigues Teixeira casada com Francisco Rodrigues Sales (avôs materno de Gamaliel), pais de Amália Teixeira Sales (Nazinha, mãe de Gamaliel), Maria Benedita (tia Betinha) residente em Brotas/Salvador, com 90 anos de idade, dentre outros filhos não citados.
Amália e Maria Benedita nasceram na Boa Vista, zona rural do município matense. Amália nascida em 9/7/1913 e falecida em 1/04/1991 aos 77 anos, sendo sepultada no Cemitério das Quintas/Salvador.
Francisco Rodrigues Sales (Chico Sales), agricultor no início do século XX e residentes na Boa Vista/Mata de São João, falecido em 1944, sepultado no Cemitério Paroquial do Bonfim de Mata, onde também foram sepultados quase todos os descendentes da família de Gamaliel Chagas, nas suas inúmeras ramificações genealógica.
DESCENDÊNCIA/RAMIFICAÇÕES GENEALÓGICA
Gamaliel com descendência paterna das famílias Pereira Chagas, Gonçalves de Carvalho, Pereira Paiva, que ramificaram com as famílias Abreu Bastos, Costa Chagas, Fragoso Almeida, Paiva Ramos, Paiva Teixeira Franco, Paiva França, Fontes Chagas, Ferreira Neto, Souza Chagas, Soares Chagas, Miranda Chagas, Araujo Chagas, Silva Chagas, Guimarães Chagas, Chagas Alban, Simões Nascimento, Gonzaga Leite, Deiró, Seixas Oliveira, Veloso Moreira dentre outras Ramificações.
TRAÇOS BIOGRÁFICOS/GENEALOGIA
TRAÇOS BIOGRÁFICOS DE GAMALIEL CHAGAS
GAMALIEL CHAGAS, técnico em Química (nível médio), aposentado, ex-jogador de futebol amador no município matense, maratonista internacional (duas maratonas em New York, 1984 e 1986), sendo pais de 8 filhos.
Dr. Leovigildo diplomado na década de 1910 na Faculdade de Medicina da Bahia, localizada na época no Tereiro de Jesus (Salvador), indo reisidir na capital de São Paulo, onde conheceu Lucila Wohlers, se casando, deixando descendência, conforme descrito acima.
José Rodrigues Teixeira (o 3º com este nome da família), filho de Dr. Antonio Rodrigues Teixeira e Dona Joana Amélia Meireles Viana (Primos) (o 3º com este nome,bisneto do 1º) nascido no início da década de 1870, casado com Ana Alves, são os bisavôs materna de Gamaliel Sales Chagas,
pais dente outros filhos de Lydia Rodrigues Teixeira casada com Francisco Rodrigues Sales (avôs materno de Gamaliel), pais de Amália Teixeira Sales (Nazinha, mãe de Gamaliel), Maria Benedita (tia Betinha) residente em Brotas/Salvador, com 90 anos de idade, dentre outros filhos não citados.
Amália e Maria Benedita nasceram na Boa Vista, zona rural do município matense. Amália nascida em 9/7/1913 e falecida em 1/04/1991 aos 77 anos, sendo sepultada no Cemitério das Quintas/Salvador.
Francisco Rodrigues Sales (Chico Sales), agricultor no início do século XX e residentes na Boa Vista/Mata de São João, falecido em 1944, sepultado no Cemitério Paroquial do Bonfim de Mata, onde também foram sepultados quase todos os descendentes da família de Gamaliel Chagas, nas suas inúmeras ramificações genealógica.
As descendências paterna e materna, com suas ramificações sequencionais (ramos genealógico) fundamentaram no período colonial e imperial a base para a elevação da condição de freguesia a Vila de Mata de São João (15/04/1846), e cidades vizinhas (Camaçari, Terra Nova, Bom Jardim, São Sebastião do Passé, Santo Amaro, São Francisco do Conde, Alagoinhas, ...) não citadas.
TRAÇOS BIOGRÁFICOS/GENEALOGIA
ATLETISMO E FUT. AMADOR
Gamaliel aos 4 anos de idade em 1955, rua Júlio Veríssimo, centro/cidade de Mata S. João.
F. arquivo da família Chagas
Gamaliel (camisa branca), aos 6 anos em 1957, ao lado de Rita e Lívia (esposa de João Umbelino, de vestido marron), praça Engº Lauro Farani de Freitas ou Pça. da Estação da Leste/cidade de Mata de São João. F. arquivo da família Chagas.
TRAÇOS BIOGRÁFICOS DE GAMALIEL CHAGAS
Gamaliel Chagas, nasceu ás 3h e 05 minutos do dia 07/07/1951 na Travessa Barão Açu da Torre, atual rua Luiz Sepúlveda Garcez, centro, cidade de Mata de São João. Gamaliel Chagas, maratonista matense, poeta, biógrafo, historiador por vocação, c/ várias obras a serem impressas.
Gamaliel Chagas, maratonista matense, poeta, biógrafo historiador por vocação, c/ várias obras a serem impressa e colunista em vários jornais de circulação na RMS com artigos diversos (esportivos, culturais, comunitários politico, impressos de artigos histórico .... ) nos jornais/ Folha do Subúrbio (1985), Jornal A Tarde, na Coluna Jogging de Eliezer Varjão na década de 1980 (Atletismo), Imbassai, Voz da Cidade, Jornal Matense, Jornal Metropolitano, e a partir de 2011 no site Chiquitinha Maravilha (Blog Sport) na Internet, a serem impressas.
Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha), foi jogador de futebol amador (inicio em 1958/1975).
Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha), foi jogador de futebol amador (inicio em 1958/1975).
DESCENDÊNCIA GENEALÓGICA DE GAMALIEL CHAGAS
Gamaliel Chagas, filho de Gabriel (de Paiva) Chagas e Amália Teixeira Sales, sendo seus avôs paternos José Pereira de Carvalho Chagas e Josefina Maria de Paiva.
Os bisavôs paterno de Gamaliel Chagas, Antonio Pereira das Chagas e Joaquina Maria da Conceição, sendo Antonio batizado no ano de 1818 na Capela de Nossa Senhora da Vitória do Engenho da Mata, na freguesia de Mata de São João e casado no no de 1848 na Matriz do Bonfim de Mata.
Sendo seus trisavôs paternos, Teodósio Pereira das Chagas e Maria de Souza, portugueses.
Pela parte materna do mesmo seguimento (paterno), Gamaliel tem como trisavô Manoel Gonçalves de Carvalho e Feliciana Pereira da Conceição, os trisavôs paternos vieram de Portugal para Vila de Abrantes (atual Camaçari), anos depois se estabeleceram na então freguesia de Mata de São João, provavelmente na metade (ou antes, em pesquisa, no caso em foco, os Gonçalves de Carvalho e Pereira Chagas) do século XVIII (1750).
Antonio Pereira das Chagas se casou com Joaquina Pereira da Conceição (esta filha de Manoel Gonçalves de Carvalho e Feliciana Pereira da Conceição. O citado casamento foi realizado na Matriz do Bonfim de Mata em 1848.
A família Gonçalves de Carvalho foram proprietários no início do Século XIX do Engenho São Pedro do Lunda (atual Zona Rural do município matense).
PEREIRA CHAGAS
Os Pereira Chagas também na mesma época dos Gonçalves de Carvalho, chegaram na Vila de Abrantes e depois fregueisa de Mata de São João. Também ainda pela parte paterna, descendem dos Pereira Paiva, estes chegados na freguesia de Mata de São João, no século XIX.
Os Pereira Chagas foram agricultores, militares, Vereadores, religiosos (padre), comerciantes, desportistas, músicos. etc.
GONÇALVES DE CARVALHO
Dessa família, vários descendentes foram agricultores, militares, advogados, juiz, vereadores, médicos, etc. com números descendência na Bahia São Paulo e outros estados, sendo originários de Portugal.
Os Gonçalves de Carvalho tem ramificações com famílias, Pereira Chagas, Barreto Cruz, Alves Coelho, Gonçalves Pires de Carvalho e Albuquerque, família Alemã, italiana (no Estado de São Paulo), dentre outras inúmeras famílias não citadas.
FRANCISCO WOHLERS
Francisco Wohlers (Chico Wohlers), nasceu no dia 25/012/1866 em Extema/MG e faleceu em 05/05/1955 em Joanópolis/AP aos 89 anos de idade. Francisco Wohlers, fazendeiro no seguimento de café se casou em 1ª núpcias com Maria Francisca Candelária (Mariquinha), nascida no dia 16/12/1870 em Santo Antonio da Cachoeira, atual Piracaia/SP, tendo sido batizada em 04/01/1871.
Maria Francisca Candelária (Mariquinha), faleceu em 1906 aos 36 anos. Do casamento entre Francisco Wohlers e Maria Francisca nasceram vários filhos, dentre eles Lucila Wohlers . Viúvo da sua 1ª esposa, Francisco Wohlers se casou em 2ª núpcias com Clementina Agnini, tendo vários filhos, dentre eles Iná Wohlers.
Dona Clementina Wohlers nasceu em 11/04/1887, faleceu em 21/12/1973 aos 86 anos de idade.
JOÃO WOHLERS E ELISE MARIE SELBACH
JOÃO WOHLERS (apelidado de João Alemão, o Velho) E ELISE MARIE SELBACH, pais dentre outros filhos de Francisco Wohlers (Chico Wohers). João nasceu em Frankfurt na Alemanha no ano de 1820 em 1902 em Joanópolis/SP, tenha 82 anos de idade.
Elise Marie Selbach, também nasceu em Frankfurt/Alemanha.
CASAMENTO DO MÉDICO LEOVIGILDO E LUCILA WOHLER
Dr. Leovigildo Gonçalves de Carvalho Filho, matense, médico clínico se casou com Lucila Wohers, filha do casal Francisco Wohlers e Maria Francisca Candelária (Mariquinha), sendo pais de Aparecida Wohlers Gonçalves, Sérgio e Sílvia.
Aparecida, casada com Henrique Beloumini, tendo filhos Robert o Vera, netos do Dr. Leovigildo Filho. Aparecida Wohlers de Carvalho, formada em professora, nasceu em 11/11/1915 em Piracaia/SP, falecida em 31/05/2005 aos 90 anos de idade.
Sérgio Wohlers de Carvalho se casou com Lurdes Lepera (Tia Lulú), tendo este casal filhos: Carlos Nei Carvalho e Denis Dalva de Carvalho, ambos casados com descendência.
O terceiro filho do casal Dr. Leovigildo Filho e Lucila Wohlers, foi Silvia Wohlers Gonçalves casada com Aluísio Costa, tendo este casal a filha Ana Maria Costa nascida no ano de 1952 e casada com Vicente Alaor Cianciarullo, tendo este casal dois filhos, Giancarlos e Fabrício.
CASAMENTO DE SOSTHENES GONÇALVES DE CARVALHO E INÁ WOHLERS
Sosthenes Gonçalves de Carvalho se casou com Iná Wohlers sendo pais de Gilson, José Luís Ribeiro de Carvalho e Marilene Wohlers de Carvalho. Gilson batizado em 26/08/1958, biomédico, casado com Rosana Leite Guimarães Carvalho, também biomédica, pais de Renato e Ana Paula, sendo Sosthenes securitário.
Marilene casada em 1ª com José Eduardo Melo, pais de Carlos Eduardo Carvalho de Melo. Marilene, casada em segunda núpcias com Hamilton Silva Cardoso sendo pais de Adriene Carvalho Cardoso e Caio Carvalho Cardoso.
José Luis Ribeiro de Carvalho, pais de Andrea de Carvalho e Marcelo de Carvalho.
Gilson Gonçalves de Carvalho casado com Rosana Leite Guimarães Carvalho, sendo pais de Renato e Ana Paula.
(Pesquisado na árvore genealógica da família Wohlers, internet)
MÉDICO LEOVIGILDO FILHO
Pesquisa de Gamaliel
Pesquisa de Gamaliel
O médico clínico Leovigildo Filho, nascido na Vila de Mata de São João, dia 22/03/1879, batizado na Matriz do Bonfim de Mata, falecio em São Paulo em 30/03/1959, aos 80 anos de idade, sendo filho de Leovigildo Gonçalves de Carvalho e Maria Damázia da Cruz, ambos de Mata de São João, sendo Gamaliel Chagas, primo do médico Leovigildo Gonçalves de Carvalho Filho.
Dr. Leovigildo diplomado na década de 1910 na Faculdade de Medicina da Bahia, localizada na época no Tereiro de Jesus (Salvador), indo reisidir na capital de São Paulo, onde conheceu Lucila Wohlers, se casando, deixando descendência, conforme descrito acima.
OS RODRIGUES TEIXEIRA
Na parte materna Gamaliel descendem da numerosa família Rodrigues Teixeira, estes estabelecidos na freguesia de Mata de São João, entre a metade do século XVIII e início do Século XIX, sendo os Rodrigues Teixeira, agricultores, médicos, advogados, Promotores Público, Desembargadores, militares, vereadores, Intendente (prefeito), dente outras profissões não citadas.
Os Rodrigues Teixeira, se ramificaram genealogicamente com várias famílias tradicionais da Bahia nos períodos da freguesia, assim como no período Imperial (da Vila a partir de 1846) e na República (a partir de 15/11/1889).
Os Rodrigues Teixeira, povoaram regiões vizinhas a Mata de São João (Alagoinhas, Catú, Rio Fundo, São Francisco do Conde, Santo Amaro, Nazaré, etc.
José Rodrigues Teixeira (o 3º com este nome da família), filho de Dr. Antonio Rodrigues Teixeira e Dona Joana Amélia Meireles Viana (Primos) (o 3º com este nome,bisneto do 1º) nascido no início da década de 1870, casado com Ana Alves, são os bisavôs materna de Gamaliel Sales Chagas,
pais dente outros filhos de Lydia Rodrigues Teixeira casada com Francisco Rodrigues Sales (avôs materno de Gamaliel), pais de Amália Teixeira Sales (Nazinha, mãe de Gamaliel), Maria Benedita (tia Betinha) residente em Brotas/Salvador, com 90 anos de idade, dentre outros filhos não citados.
Amália e Maria Benedita nasceram na Boa Vista, zona rural do município matense. Amália nascida em 9/7/1913 e falecida em 1/04/1991 aos 77 anos, sendo sepultada no Cemitério das Quintas/Salvador.
Francisco Rodrigues Sales (Chico Sales), agricultor no início do século XX e residentes na Boa Vista/Mata de São João, falecido em 1944, sepultado no Cemitério Paroquial do Bonfim de Mata, onde também foram sepultados quase todos os descendentes da família de Gamaliel Chagas, nas suas inúmeras ramificações genealógica.
DESCENDÊNCIA/RAMIFICAÇÕES GENEALÓGICA
Gamaliel com descendência paterna das famílias Pereira Chagas, Gonçalves de Carvalho, Pereira Paiva, que ramificaram com as famílias Abreu Bastos, Costa Chagas, Fragoso Almeida, Paiva Ramos, Paiva Teixeira Franco, Paiva França, Fontes Chagas, Ferreira Neto, Souza Chagas, Soares Chagas, Miranda Chagas, Araujo Chagas, Silva Chagas, Guimarães Chagas, Chagas Alban, Simões Nascimento, Gonzaga Leite, Deiró, Seixas Oliveira, Veloso Moreira dentre outras Ramificações sequencionais não citadas.
Na descendência materna dos Rodrigues Teixeira e com Pereira Paiva, Simões de Paiva, famílias estas ramificadas com Castro Leal, Mesquita, Reis Meireles, Meireles Viana, Batista Viana, Seabra Meireles Viana, Muniz Aragão Meireles Viana, Araujo Góis, Simões Meireles Nogueira, Alves Silva, Alves Teixeira, Meireles de Almeida Couto, Meireles Marback, César Sampaio Meireles Viana, Costa Pinto, Fróis Garcez, Pondé Sena e outras ramificações não citadas.
Na descendência materna dos Rodrigues Teixeira e com Pereira Paiva, Simões de Paiva, famílias estas ramificadas com Castro Leal, Mesquita, Reis Meireles, Meireles Viana, Batista Viana, Seabra Meireles Viana, Muniz Aragão Meireles Viana, Araujo Góis, Simões Meireles Nogueira, Alves Silva, Alves Teixeira, Meireles de Almeida Couto, Meireles Marback, César Sampaio Meireles Viana, Costa Pinto, Fróis Garcez, Pondé Sena e outras ramificações não citadas.
As descendências paterna e materna, com suas ramificações sequencionais (ramos genealógico) fundamentaram no período colonial e imperial a base para a elevação da condição de freguesia a Vila de Mata de São João (15/04/1846), e cidades vizinhas (Camaçari, Terra Nova, Bom Jardim, São Sebastião do Passé, Santo Amaro, São Francisco do Conde, Alagoinhas, ...)
CHIQUITINHA MARAVILHA.
MARCOS HISTÓRICO / DOS ÁVILAS POVOADORES DA CASA DA TORRE
MARCO HISTÓRICO DATADO DE 1934, também tombado, monumento histórico!
Fuca localizado na atual Avenida Raul Seixas, assim como o painel abaixo.
POVOAÇÃO DA FEIRA DE CAPUAME/ RETRADO EM PAINEL
CAMPO HISTÓRICO POVOATIVO!
DIAS D'AVILA 399 ANOS DE FUNDAÇÃO (FEIRA DE CAPUAME -1614), 2014
Quatrocentos Anos de Fundação!
POESIA DESCRITIVA DA HISTÓRIA DA FUNDAÇÃO DO MUNICÍPIO DIASDAVILENSE (Poetizada em 2000)
Quatrocentos Anos de Fundação!
Estação Ferroviária com seu Obelísco Comemorativo, uns dos Símbolos Histórico do Município de Dias D'Ávila! Que completa no dia 25/02/2012, 27 Anos de Emancipação e 398 Anos de Fundação!
Foto Chiquitinha Maravilha (17/02/2012).POESIA DESCRITIVA DA HISTÓRIA DA FUNDAÇÃO DO MUNICÍPIO DIASDAVILENSE (Poetizada em 2000)
POESIA HISTÓRICA - DIAS D'ÁVILA
Com o nome de Capuame, a citada Feira prosperou e no regime imperial mudou
seu nome para Feira Velha de Capuame, com este nome essa Feira, assim ficou!
Pedro Calmon, deputado estadual que enviou projeto lei, sendo aprovado sabiamente!
Localização da Feira de Capuame
A lendária Feira colonial de gado, denominada de Santo Antonio de Capuame ficava
localizada num local central da atual cidade de Dias D’Ávila, pertinho da sua nascente
Do Riacho dos Periquitos, atual Praça ACM, a lendária Feira de Capuame margeava
A Estradadas Boiadas, era os caminhos primitivos dos viajantes e boiadeiros valentes
Rumo as conquistas dos sertões baianos e nordestinos, tocando, levando as suas boiadas
De Capuame A Dias D’Ávila, A Cidade da Água Mineral!
(Resumo Histórico, poesia baseado em pesquisas oficiais)
Poesia de Chiquitinha Maravilha
Direitos autorais registrado em nome do autor.
Direitos autorais registrado em nome do autor.
Venham, Venham todos conhecer Dias D’ Ávila da Bahia minha gente!
A cidade da Água Mineral! Água pura e cristalina, água medicinal
Com o seu imensurável lençol d’água subterrâneo, sempre emergente
Abastecendo a população da Cidade e do município, com água Mineral
Terra nativa, desbravada por Garcia D’Ávila, no início do regime colonial
Ele era português e logo construiu o lendário Castelo da Torre situado no litoral
Os Ávilas fizeram histórias fantásticas! Com as suas famosas boiadas na região
Garcia D’Ávila o Almoxarife Real, Patriarca dos Bandeirantes, orgulho da Nação!
Francisco Dias D’ Ávila, o neto do Almoxarife Garcia D’Ávila foi quem fundou
A primeira Feira Livre da Bahia, no ano de mil seiscentos e quatorze e registrouCom o nome de Capuame, a citada Feira prosperou e no regime imperial mudou
seu nome para Feira Velha de Capuame, com este nome essa Feira, assim ficou!
Finalmente em mil novecentos e vinte e oito, a povoação de Feira Velha novamente
Mudou seu nome para Dias D’Ávila, numa justa homenagem ao seu nobre fundador
Francisco Dias D’Avila, numa iniciativa de Francisco Borges de Barros e do doutorPedro Calmon, deputado estadual que enviou projeto lei, sendo aprovado sabiamente!
Localização da Feira de Capuame
A lendária Feira colonial de gado, denominada de Santo Antonio de Capuame ficava
localizada num local central da atual cidade de Dias D’Ávila, pertinho da sua nascente
Do Riacho dos Periquitos, atual Praça ACM, a lendária Feira de Capuame margeava
A Estradadas Boiadas, era os caminhos primitivos dos viajantes e boiadeiros valentes
Rumo as conquistas dos sertões baianos e nordestinos, tocando, levando as suas boiadas
Por onde passava ia desbravando sertões, formando povoações que eram transformadas
Em cidades, vilas e municípios! Os boiadeiros e viajantes eram os bandeirantes sertanistas
Homens que enfrentavam todo tipo de perigos! Eram homens corajosos e idealistas!
Em cidades, vilas e municípios! Os boiadeiros e viajantes eram os bandeirantes sertanistas
Homens que enfrentavam todo tipo de perigos! Eram homens corajosos e idealistas!
Na primitiva Feira de Capuame, existam rancharias, currais e Casa da administração
Nos currais ficavam as manadas de gados, oriundos de várias localidades da Região
Dos sertões baianos e nordestinos, onde o gado bovino repousava, ficava a disposição
Dos fazendeiros, agricultores e outros homens ricos que desfrutavam de boa reputação!
Dos sertões baianos e nordestinos, onde o gado bovino repousava, ficava a disposição
Dos fazendeiros, agricultores e outros homens ricos que desfrutavam de boa reputação!
Proclamação de Joaquim Pires de Carvalho!
Salve! Feira de Capuame, Salve, Feira Velha! Tu és Dias D’ Ávila, município atual
Naslutas pela Guerra da Independência da Bahia, sediou as Tropas do Brasil imperial
Que marchando rumo ao Quartel de Pirajá, seguindo pela Estrada das Boiadas e Real
Em Pirajá ás tropas brasileiras venceram os lusitanos, numa batalha sangrenta triunfal.
No dia trinta de junho do ano de mil oitocentos e vinte e dois! A destemida Legião
Da Casa da Torre, chegava na povoação da Feira de Capuame para abastecimento
Das suas Milícias de Armas e alimentos, servindo o local da Feira de Acampamento
das Tropas Independentes e do Exercito Brasileiro de Labatut, para defender a Nação!
Dia Dezoito de julho! Do ano de mil oitocentos e vinte e dois, o destemido coronel
Joaquim Pires de Carvalho de Albuquerque, assume o comando geral das operações
Das Tropas Independentes na povoação da Feira Capuame, um dia cívico, inesquecível!
Nesse mesmo dia, o coronel Joaquim Pires de Carvalho, recebe aplausos e ovações.
Num gesto patriótico pela Bahia e pelo Brasil! Brada o seu heroico grito de guerra...
Conclamando a todos os soldados e aos baianos! A defenderem a sua amada terra
Contra o regime colonialista de Portugal, era vencer ou morrer, lutando pela Bahia!
Era a Proclamação de Capuame, de Joaquim Pires! Um documento vivo da nossa história.
General Pedro Labutut chegana Feira de Capuame
No dia histórico de vinte e sete de Julho de mil oitocentos e vinte e dois, chegou
Na Feira de Capuame vindo de Sergipe, o General francês Pedro Labatut que assumia
A chefia do Exército Brasileiro e no dia seguinte, o General Pedro Labatut transferia
O seu Quartel da Feira de Capuame, para Engenho Novo, onde lá Labatut se aquartelou
Das suas Milícias de Armas e alimentos, servindo o local da Feira de Acampamento
das Tropas Independentes e do Exercito Brasileiro de Labatut, para defender a Nação!
Dia Dezoito de julho! Do ano de mil oitocentos e vinte e dois, o destemido coronel
Joaquim Pires de Carvalho de Albuquerque, assume o comando geral das operações
Das Tropas Independentes na povoação da Feira Capuame, um dia cívico, inesquecível!
Nesse mesmo dia, o coronel Joaquim Pires de Carvalho, recebe aplausos e ovações.
Num gesto patriótico pela Bahia e pelo Brasil! Brada o seu heroico grito de guerra...
Conclamando a todos os soldados e aos baianos! A defenderem a sua amada terra
Contra o regime colonialista de Portugal, era vencer ou morrer, lutando pela Bahia!
Era a Proclamação de Capuame, de Joaquim Pires! Um documento vivo da nossa história.
General Pedro Labutut chegana Feira de Capuame
No dia histórico de vinte e sete de Julho de mil oitocentos e vinte e dois, chegou
Na Feira de Capuame vindo de Sergipe, o General francês Pedro Labatut que assumia
A chefia do Exército Brasileiro e no dia seguinte, o General Pedro Labatut transferia
O seu Quartel da Feira de Capuame, para Engenho Novo, onde lá Labatut se aquartelou
A Feira de Gado de Capuame, como seu Trem de Guerra ou Acampamento Militar
Foi um local estratégico, durante o período da Guerra prol Independência da Bahia
Capuame foi um elo de ligação, entre a lendária Casa da Torre, situada perto do mar
Com o Recôncavo Baiano e o Quartel de Pirajá, um triângulo militar que impedia
O abastecimento de gado e de gêneros alimentícios, oriundos da Estrada da Boiadas
Para o Exercito Lusitano do general Inácio Madeira de Melo, sediado em Salvador.
O Coronel Joaquim Pires, Major Sepúlveda e outros militares que com garra e amor
Defenderam a povoação da Feira de Capuame, comandando as suas tropas aí sediadas
O Poeta Santos Titara, matense e diasdavilense!
Capuame foi um elo de ligação, entre a lendária Casa da Torre, situada perto do mar
Com o Recôncavo Baiano e o Quartel de Pirajá, um triângulo militar que impedia
O abastecimento de gado e de gêneros alimentícios, oriundos da Estrada da Boiadas
Para o Exercito Lusitano do general Inácio Madeira de Melo, sediado em Salvador.
O Coronel Joaquim Pires, Major Sepúlveda e outros militares que com garra e amor
Defenderam a povoação da Feira de Capuame, comandando as suas tropas aí sediadas
O Poeta Santos Titara, matense e diasdavilense!
Titara nasceu no dia vinte e quatro de abril de mil oitocentos e um, na famosa
Povoação da Feira de Capuame, pertencente na época á freguesia de Mata de São João
Santos Titara de família religiosa, foi batizado na abençoada Pia Batismal da Santuosa
Igreja do Bonfim de Mata, Titara estudou Latim na citada cidade e teve boa educação
Dias D’Ávila já foi Camaçariense e Matense, quando era distrito, povoação e arraial
No ano de mil novecentos e vinte e cinco, conforme um decreto de Lei estadual
Dias D’Ávila deixa de pertencer a Mata, passando a ser de Camaçari, era a caminhada
Rumo ao seu desenvolvimento sócio - econômico e da futura liberdade tão sonhada!
A Tão Sonhada Emancipação!
Dia vinte e cinco de novembro de mil novecentos oitenta e quatro, um dia de decisão
O distrito de Dias D’Ávila vivencia um dia histórico, os diasdavilenses conscientes vão
A surnas para decidirem a separação de Camaçari e vota com muita determinação
Na sua liberdade política e administrativa! A população feliz, festejou sua emancipação!
Santos Titara de família religiosa, foi batizado na abençoada Pia Batismal da Santuosa
Igreja do Bonfim de Mata, Titara estudou Latim na citada cidade e teve boa educação
Dias D’Ávila já foi Camaçariense e Matense, quando era distrito, povoação e arraial
No ano de mil novecentos e vinte e cinco, conforme um decreto de Lei estadual
Dias D’Ávila deixa de pertencer a Mata, passando a ser de Camaçari, era a caminhada
Rumo ao seu desenvolvimento sócio - econômico e da futura liberdade tão sonhada!
A Tão Sonhada Emancipação!
Dia vinte e cinco de novembro de mil novecentos oitenta e quatro, um dia de decisão
O distrito de Dias D’Ávila vivencia um dia histórico, os diasdavilenses conscientes vão
A surnas para decidirem a separação de Camaçari e vota com muita determinação
Na sua liberdade política e administrativa! A população feliz, festejou sua emancipação!
Tu és Dias D’Ávila da Bahia! Uma cidade, um município de grande riqueza natural
Da pureza das minas de caulim branco a céu aberto, fixadas no seu solo rico sem igual
Solo repleto de verdejantes Mata Atlântica, berço, santuário ecológico do reino vegetal
Dias D’Ávila da Bahia, já foi Feira de Gado, povoação, distrito, Estância Hidromineral.
Oh! Cidade de Dias D’ Ávila, um lindo pomar de árvores frutíferas e naturais
Onde são plantados no seu abençoado solo argiloso, rico em compostos minerais
Os coqueiros, abacateiros, jamelões, as pitangueiras, mangabeiras e tamarineiros
Semfalar dos pés de cajueiros, mangueiras, jaqueiras, jambeiros e os sapotizeiros
Dias D’Ávila, A Cidade Rainha das Águas ! Com seu moderno traçado urbanístico
Oh! Cidade de Dias D’ Ávila, um lindo pomar de árvores frutíferas e naturais
Onde são plantados no seu abençoado solo argiloso, rico em compostos minerais
Os coqueiros, abacateiros, jamelões, as pitangueiras, mangabeiras e tamarineiros
Semfalar dos pés de cajueiros, mangueiras, jaqueiras, jambeiros e os sapotizeiros
Dias D’Ávila, A Cidade Rainha das Águas ! Com seu moderno traçado urbanístico
Com sua topografia plana, de lindas praças, ruas, avenidas e o verde paisagístico
Uma cidade tradicionalmente balneária, banhada por vários riachos e suas nascentes
Salve Barragens do Jacuipe e Joanes! Viva os rios Imbassaí, Jacuipe Mirim e afluentes.
Dias D’ Ávila, uma cidade jovem , onde são praticadas várias modalidades desportivas
Possui campos de futebol nos bairros, tem Ginásio de Esportes e quadras poliesportivas
Dia quinze de agosto, a Festa Católica da padroeira de Nossa Senhora da Boa Viagem
A Santa Protetora dos Boiadeiros e Viajantes, um dia de fé e devoção, Justa homenagem.
RAUL SEIXAS CANTAVA E TOCAVA VIOLÃO NA ESTAÇÃO!
Cidade de Dias D’ Ávila, década do ano mil novecentos e sessenta! Era vocalista
O soteropolitano Raul Seixas “O Maluco Beleza!” , compositor, músico e violonista
Raulzito ficava na Estação do Trem, como seu instrumento inseparável, o violão
No horário do Trem das Sete, Raul cantava suas lindas músicas, fruto de sua imaginação!
Dias D’ Ávila da Bahia com seu artesanato famoso, fabricado com toque de magia
Pelasmãos de seus artesões, gente sábia, alegre e gentil! Orgulho da nossa Bahia
Dias D’Àvila um município moderno de economia forte, com seus Pólos de industrialização
Com as suas inúmeras fábricas, gerando muitos empregos e renda com a sua produção.
Salve Barragens do Jacuipe e Joanes! Viva os rios Imbassaí, Jacuipe Mirim e afluentes.
Dias D’ Ávila, uma cidade jovem , onde são praticadas várias modalidades desportivas
Possui campos de futebol nos bairros, tem Ginásio de Esportes e quadras poliesportivas
Dia quinze de agosto, a Festa Católica da padroeira de Nossa Senhora da Boa Viagem
A Santa Protetora dos Boiadeiros e Viajantes, um dia de fé e devoção, Justa homenagem.
RAUL SEIXAS CANTAVA E TOCAVA VIOLÃO NA ESTAÇÃO!
Cidade de Dias D’ Ávila, década do ano mil novecentos e sessenta! Era vocalista
O soteropolitano Raul Seixas “O Maluco Beleza!” , compositor, músico e violonista
Raulzito ficava na Estação do Trem, como seu instrumento inseparável, o violão
No horário do Trem das Sete, Raul cantava suas lindas músicas, fruto de sua imaginação!
Dias D’ Ávila da Bahia com seu artesanato famoso, fabricado com toque de magia
Pelasmãos de seus artesões, gente sábia, alegre e gentil! Orgulho da nossa Bahia
Dias D’Àvila um município moderno de economia forte, com seus Pólos de industrialização
Com as suas inúmeras fábricas, gerando muitos empregos e renda com a sua produção.
Oh! histórica Dias D’ Ávila! De todos os povos católicos e evangélicos, irmanados
Numa só Fé, com as suas numerosas igrejas e seus diversos templos doutrinários
Neste município onde seus habitantes nativos ou emigrantes, vivem e são abençoados
Na glória eterna de Deus Pai Criador e do seu filho Jesus Cristo! O Missionário.
Neste município onde seus habitantes nativos ou emigrantes, vivem e são abençoados
Na glória eterna de Deus Pai Criador e do seu filho Jesus Cristo! O Missionário.
Salve! Município de Dias D’ Ávila dos seus filhos ilustres, nativos e os adotados
A exemplo de Santos Titara, Ayrton Nunes, Padre Camilo Torrando sábio iluminado!
Raul Seixas, Ditinho, Prof. Leite, Pro -Altair Lima, Muricy, Andréia Xavier, Cláudio Cajado
Marcus Miranda, Mário Padre, Clodoaldo Campos, João do Leite e outros filhos não citados
Lucas Evangelista, Gilson Galvão, Francisco Borges de Barros, Carlos da Estação
Amarildo, Durval, Barbosinha, Vereadoras Margarida, Laura Folly, José da Conceição
Fernando e Vera Gimeno, Moacir Duarte, Sobrinho, José Carlos Prado, Justo Abeleira
Celso e Vera Mollinari, Hamilton Estevão, Jussara, André do Leite, Castro e Almiro Oliveira
Carlos Deiró, José da Cruz, José Espanhol, Caetano, Isaque, advogado Mozart Pedrosa,
Amália Chagas, Garcia, Manoel Serrador, Samoel Costa, Jô Plumas, Dó, Abinal Barbosa
Pedro Soares, Raimundo Sampaio, Cristovão Almeida, Aloísio Valverde, Aracy, Marinho
Jouly, Edmundo Magalhães, Gamaliel Chagas, Felisbino, Napoleão Lisboa, Alzemir Tourinho
Ivone Mucugê, Pró Joanita Silva, Hércules Lima, Marcelino, Bosco, Manoel Cerqueira,
Tia Nem, José Vidal de Brito, Guanabara, Cassimiro, Bety, Drª Aleide, Orlando Ferreira
Justino, advogados: Giovah, Mary Fernandes e Portugal, Jerônimo, Pró Orlando e mais
Cosme Emanoel Sampaio, Henri Soussa, Pró Lucilia, Geraldo Cordeiro e seu Morais..!
Direitos autorais registrado em nome do autor.
POESIA RESUMIDA DE AUTORIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA, DA HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE DIAS D'ÁVILA:
POESIA DESCRITIVA, RETRATANDO A HISTÓRIA REAL DESDE A FUNDAÇÃO DA FEIRA DE CAPUAME M 1624, POR FRANCISCO DIAS D'ÁVILA DIAS D'ÁVILA PASSANDO PELA EMANCIPAÇÃO POLÍTICA ATÉ OS DIAS ATUAIS.
POESIA BASEADO A LUZ DE DADOS OFICIAIS, APÓS CANSATIVA E AGRADÁVEIS PESQUISAS, AO LONGO DE VÁRIOS ANOS, PELO AUTOR DA POESIA.
Foto acima: Pag 39 Rio de janeiro 1972 - Raul f defendendo let me sing, let me sing no oitavo Festival Internacional da Canção.
RAUL SEIXAS HOMENAGEADO NA POESIA
RAUL SEIXAS CANTAVA E TOCAVA VIOLÃO NA ESTAÇÃO!
Cidade de Dias D’ Ávila, década do ano mil novecentos e sessenta! Era vocalista
O soteropolitano Raul Seixas “O Maluco Beleza!” , compositor, músico e violonista
Raulzito ficava na Estação do Trem, como seu instrumento inseparável, o violão
No horário do Trem das Sete, Raul cantava suas lindas músicas, fruto de sua imaginação!
RAUL SEIXAS “O Maluco Beleza”
Por Chiquitinha Maravilha
Nasceu no dia 28 de gosto de 1945 na Avenida Sete de Setembro, Cidade de Salvador/Ba. Sendo filho do casal Raul Varela Seixas (Engenheiro) e Maria Eugenia Santos Seixas (dona de casa). Raul foi registrado em Cartório Cívil de Salvador no dia 07/07/1945, como o nome Raul Santos Seixas (nome do avô paterno).
Seu avô paterno Raul Seixas foi morador e proprietário de extensa terras na cidade de Dias D’Ávila, onde tanto Raulzito como seu avô Raul Santos Seixas foram homenageados na cidade Dias D’Ávila/Ba, ( o avô com nome de uma das principais Avenidas e Raulzito com uma Praça no bairro de Nova Dias D’Ávila, perto do CT Tricolor em construção e previsto para ser inaugurado em abril de 2013).
Raul Seixas amado e venerado em Dias D’Ávila, na Bahia, Brasil e Exterior.
Fonte de Pesquisa Livro: Raul Seixas Por Ele Mesmo, 1989 / Martin Claret Ediotores LDTA. – Rua Alegrete, 62 Sumaré São Paulo/SP
Na foto: Raul O Contestador / Praia de Copacana Rio de Janeiro 1979 / pag,74
PRAÇA RAUL SEIXAS (O Cantor)
Praça Raul Seixas/bairro Nova Dias D'Ávila ano de 1998. Foto Chiquitinha MaravilhaCASA DA TORE DE GARCIA D'ÁVILA - 1999 /JORNAL A TARDE
"A Casa da Torre, sediou as Tropas Brasileiras e foi o Quartel General...."
Linha da estrofe da poesia de Chiquitinha Maravilha
POETIZADA EM 2000.
Garcia D’Ávila e a Casa da Torre!
Chiquitinha Maravilha/Gamaliel Chagas/
(Direitos autorais em nome do autor da poesia)
(Direitos autorais em nome do autor da poesia)
Março, ano de mil quinhentos e quarenta e nove, acontecia na Bahia
A chegada de Tomé de Souza! Ele foi o primeiro governador geral
Trazia na sua comitiva, o lusitano Garcia D’ Ávila! O almoxarife real
Ele ganhou terras de sesmarias e no litoral norte, logo ele construía.
No ano mil quinhentos e sessenta e um, um lindo castelo Fortaleza
A Casa da Torre! Com uma arquitetura, semelhante ao período medieval
Foi edificada com pedras, tijolos e argamassa de caulim da redondeza
Foi erguida sobre a colina de Tatuapara, este lindo castelo colonial.
A Casa da Torre! Com suas arcadas centrais! Lindas e impressionantes
Com pátio de honra, um amplo subsolo, com suas masmorras lendárias
Pavimentos no Centro! Amplas salas laterais, ligadas por escadarias
E a Capela de Nossa Senhora da Conceição! Bela, virtuosa, deslumbrantes!
O castelo Garcia D’ Ávila, com sua Torre primitiva, repleta de fantasia
A Torre alta e cilíndrica construída, ao sul da colina de Tatuapara
Ela ficava próxima ao castelo medieval, sendo também uma torre vigia
Esta famosa, antiga torre! Cujo seu nome, a Casa da Torre emprestara.
O almoxarife Garcia D’ Ávila, edificou a Casa da Torre e o seu neto
Francisco Dias D’ Ávila, ampliou! Garcia D’ Ávila Pereira finalmente
No ano mil setecentos e dezesseis, elaborou um magnífico projeto
Arcadas, pavimento superior e mirante foram erguidos artisticamente!
Foram contratados, para ampliação da Casa da Torre, três experientes
Portugueses da Vila Nova da Gaia! Mestres habilidosos e competentes
Manuel Fernandes de Abreu, João Álvares, estes mestres de pedraria
E mais Francisco Moreira, oficial de pedreiro, eles recebiam por dia
Cama, mesa e roupa lavada! Além de passagens de ida e volta e mais
Cem mil réis, estes três Mestres contratados trabalharam magnificamente
Na reforma de ampliação da Casa da Torre, sendo esses profissionais
Elogiados por Garcia D’ Ávila Pereira, que ficou alegre e sorridente.
Na Casa da Torre Garcia D’ Ávila, os seus descendentes nela habitaram
Criando muito gado e comercializando, com suas boiadas ele desbravaram
Terras selvagens! Localizadas no litoral norte e no interior dos sertões
Baianos e nordestinos, ajudando na formação de inúmeras povoações
Na década de mil quinhentos e oitenta, padre Fernão Cardim Visita
A Casa da Torre, sendo recebido por Garcia D’ Ávila que agasalhou
O nobre jesuíta em sua casa, armada de guardamecins e cama bonita
Cardim comeu aves, perus, manjar branco e depois Cardim rezou!
Na Capela de Nossa Senhora da Conceição da Torre! A mais famosa
Capela do Brasil! Feita de estuque e tintin, uma edificação maravilhosa
De molduras, laçarias e cornijas! O padre jesuíta Cardim tudo observou
E anotou! Feliz pela beleza da Santa Capela! Cardim logo se emocionou
A magestosa Casa da Torre, localizada no Litoral Norte, foi Quartel
General do Batalhão da Legião da Torre, teve um importante papel
Protegendo as Estradas Real e das Boiadas! E as Vilas do Litoral
A Legião da Torre combateu os lusitanos! E o seu regime colonial.
Garcia D’ Ávila e seus descendentes, tiveram participação fundamental
Na defesa das Terras Brasileiras, tanto no interior como no seu litoral
Contra a presença dos piratas franceses e holandeses conquistadores
A Casa da Torre alojou Tropas Coloniais, para combater os invasores.
Nas lutas pela Independência da Bahia! No início do regime imperial
A Casa da Torre, sediou as Tropas Brasileiras e foi o Quartel General
Da Legião da Casa da Torre! Que enfrentou o português colonizador
Passando por Abrantes e Capoame, indo para Pirajá, perto de Salvador.
Na Casa da Torre, ano mil seiscentos e doze! Saraiva um parente
De Garcia D’ Ávila, instituiu A Pesca do Xaréu! Saraiva inteligente
Observou que em certas épocas do ano, esse peixe saindo dos mares
Da região sul, fazia imigrações para o norte em cardumes, aos milhares.
Saraiva em parceria com Francisco Dias D’ Ávila, organizou a primeira
Armação da Casa da Torre! Ficando famosa a pesca na região inteira
Ainda nos dias atuais, essa pesca do xaréu leva o nome do seu criador
Sendo esta famosa pesca, bastante praticada nos mares de Salvador.
Um dos produtos industrializados na Casa da Torre, com freqüência
Era o azeite de peixe, sendo esse produto fabricado com paciência
Esse citado azeite, durante muitos anos, teve a sua comercialização
Vendida aos governantes da cidade de Salvador, para sua iluminação.
Famosa por toda a Europa, pela sua beleza, riqueza e sua imponência
A Casa da Torre, era visitada pela alta nobreza, desde sua existência
Por lá passaram o Padre Manoel da Nóbrega, Anchieta o Catequizador
Gabriel Soares, Rolim, Bagnuolo, Padre Fernão Cardim, o Visitador.
No início do século dezoito, a lendária Casa da Torre sediou e comandou
Cento e vinte nove fazendas, que partindo da Bahia iam até o Maranhão
Somando oitocentos mil quilômetros quadrados, das terras que acumulou
No maior império latifundiário do Brasil Colonial, desde a sua Edificação.
No ano mil novecentos e trinta e oito, o IPHAN a Casa da Torre tombou
Virou Patrimônio Histórico e os seus descendentes, uma fundação criou
Restaurada e revitalizada logo se tornou, o Centro de Turismo na região.
Representando mais de trezentos anos da história da Bahia e da Nação.
A Casa da Torre fica localizada no povoado de Praia do Forte, litoral
Município de Mata de São João e foi anexado, após a divisão territorial
Sendo visitada todo ano, por milhares de turistas de várias localidades
Que admiram contemplando as suas belezas, enraizadas na antiguidade.
A LENDÁRIA CASA DA TORRE DE GARCIA D'ÁVILA!
REPLETAS DE BELEZAS, ENRAIZADAS NA SUA HISTORIA!
CASA DA TORRE COM SUA NOTÁVEL CAPELA SEXTAVADA!
Foto IBGE 1949
Arcadas da Casa da Torre 1927 - Foto tirada pelo historiador Dr. Wanderley de Araujo Pinho, foto na pesquisa de Chiquitinha Maravilha em 2006 na Revista do Instituto Histórico e Geográfico da Bahia.
















