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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

GOVERNO DE DILMA EM 20 FATOS


Publicado em 31/08/2016, Atualizado em 31/08/2016
Primeira mulher a ser eleita presidente do Brasil, Dilma Rousseff teve seu 2º mandato abreviado pelo Congresso Nacional com a aprovação do impeachment. Durante seus 64 meses de governo, Dilma viveu grandes altos e baixos, dos índices de popularidade aos indicadores econômicos. Do Brasil Sem Miséria ao impeachment, passando pela Comissão Nacional da Verdade, pelo Código Florestal e pelo Marco Civil da Internet, relembre o governo da agora ex-presidente da República em 20 fatos.

COMBATE À MISÉRIA

E
leita com 56,05% dos votos, Dilma lançou no começo de seu mandato o programaPlano Brasil Sem Miséria para atingir uma das principais metas do seu governo: tirar 16,2 milhões de pessoas da pobreza extrema. O programa foi uma ampliação do Bolsa Família, do governo Lula. A presidente também continuou outras ações do antecessor, como o Minha Casa, Minha Vida, que subsidia a compra de moradia popular. A meta erasubsidiar 2 milhões de casas até 2014.
Dilma Rousseff lança o Plano Basil Sem Miséria ao lado do vice-presidente, Michel Temer, dos presidentes da Câmara e do Senado, Henrique Eduardo Alves e Renan Calheiros, e a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello

CRISE NA CASA CIVIL

S
eis meses após a posse, seu principal ministro deixou o cargo: Antonio Palocci, da Casa Civil, saiu sob pressão política por suspeita de aumento de patrimônio incompatível com a renda. Dilma iniciou o que ficou conhecido como "faxina ética", que resultou na saída de sete ministros em 2011. A presidente ganhou elogios em eventos públicos e sua aprovação subiu.
Antonio Palocci cumprimenta sua sucessora na Casa Civil, Gleisi Hoffman, em junho de 2011 (Foto: Andre Dusek/AE)

LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO

D
ilma sancionou, no 2º ano de primeiro mandato, a Lei de Acesso à Informação, que obriga órgãos públicos a prestarem informações sobre suas atividades a qualquer cidadão interessado e vale para todo o serviço público do país. A Lei de Acesso à Informação acaba com o sigilo eterno de documentos públicos e estabelece prazo máximo de 50 anos para que as informações classificadas pelo governo como ultrassecretas sejam mantidas em segredo. Um estudo feito pela ONG Artigo 19, em 2016, mostra que o poder Judiciário é o menos transparente e deixa de informar itens considerados importantes pela Lei de Acesso à Informação (veja o vídeo abaixo).

COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE

A
o instalar a Comissão Nacional da Verdade, em 2012, a presidente Dilma, que foi presa e torturada durante a ditadura militar, disse que não era movida por “ódio” ou “revanchismo”, mas pela necessidade de se conhecer a verdade. Por dois anos e sete meses, a comissão apurou violações dos direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988. O relatório final responsabilizou 377 pessoas por crimes como tortura e assassinato. A comissão não tinha poder de punição, mas recomendou a abertura de processos judiciais.
A presidente Dilma Rousseff se emociona – e é aplaudida de pé – ao se referir a vítimas de violência durante o regime militar no discurso após receber o relatório final da Comissão Nacional da Verdade (Antonio Cruz/Agência Brasil).

CÓDIGO FLORESTAL

D
ilma sancionou, com nove vetos, em 2012, a lei que alterou o Código Florestal. Um dos principais objetivos foi o preservar a vegetação e recuperar parte do que foi desmatado. Dois anos após a aprovação, o governo publicou as regras para inscrição no Cadastro Ambiental Rural, a fim de permitir o controle e planejamento de áreas rurais e fornecer informações para o combate ao desmatamento. Em 2016, nem todos os proprietários haviam feito o cadastro. Veja análise dos dois primeiros anos de funcionamento do código.
Área desmatada no Centro-Oeste (Divulgação/PRF-M)

ESPIONAGEM DOS EUA

D
ocumentos classificados como ultrassecretos pela Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA, na sigla em inglês) mostraram que Dilma e seus principais assessores foram alvo direto de espionagem. O jornalista Glenn Greenwald foi quem recebeu os papéis das mãos de Edward Snowden – o ex-analista da NSA que deixou os EUA com a intenção de divulgar o sistema de espionagem americano no mundo (veja no vídeo abaixo a revelação do caso, que foi feita pelo Fantástico em 2013). A revelação fez com que Dilma cancelasse visita marcada aos EUA. O mal-estar entre os países só terminou no ano seguinte.

PROTESTOS DE 2013

U
m movimento contra o aumento do preço do transporte público em algumas capitais desencadeou a maior onda de protestos da história do país. Dilma disse que estava “ouvindo as vozes pela mudança" e anunciou anunciou cinco pactos para atender aos pedidos – responsabilidade fiscal, reforma política, saúde, transporte e educação, além de um plebiscito para uma reforma constituinte. O único pacto cumprido foi o da saúde, com a criação do Mais Médicos.
Manifestantes atacam o Palácio do Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores, durante protesto de 2013 em Brasília (Reprodução/GloboNews)

MAIS MÉDICOS

D
ilma lançou em 2013 o programa Mais Médicos, que incentiva médicos brasileiros e estrangeiros a trabalhar em áreas carentes das periferias das grandes cidades e no interior do país. A chegada de médicos estrangeiros, principalmente cubanos, provocou protestos. Alguns deles foram xingados por médicos contrários ao programa. Alguns meses depois, a maioria da população aprovava a iniciativa, que foi prorrogada. Em 2016, o Senado também aprovou a prorrogação.
Dilma Rousseff, o médico cubano Juan Delgado e o então Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante sanção da lei que institui o Programa Mais Médicos. Ela pediu desculpas ao cubano, que foi hostilizado em Fortaleza (Fotos: Roberto Stuckert Filho/PR; JarbasOliveira/Folhapress)

ROYALTIES DO PETRÓLEO

O
Congresso aprovou a lei que destina 75% dos royalties da exploração do petróleo para a educação e 25% para a saúde. A proposta original do governo dava 100% dos recursos para a educação, mas foi alterada na Câmara. A presidente sancionou o texto sem vetos.
Dilma participa de cerimônia de sanção da lei que destina recursos dos royalties do petróleo para educação e saúde, no Palácio do Planalto (Foto: José Cruz/ABr)

MARCO CIVIL DA INTERNET

E
m abril de 2014, a presidente Dilma sancionou a lei que estabeleceu um marco civil para a internet. Entre os pontos estão a neutralidade da rede e proteção do sigilo de dados. A lei só foi regulamentada quase dois anos depois de entrar em vigor.
Votação do Marco Civil da Internet na Câmara (Foto: Gustavo Lima/Câmara dos Deputados)

COPA DO MUNDO

O
s protestos de 2013 ocorreram na véspera e durante a Copa das Confederações, mas não pararam por aí. Várias manifestações ocorreram também durante a Copa do Mundo, em 2014, e Dilma foi alvo de vaias e xingamentos na abertura, em São Paulo. Os protestos foram contra os gastos com estádios de futebol, em detrimento dos serviços públicos. Com o avanço da Lava Jato, cresceram os indícios de desvio de dinheiro público e superfaturamento nas obras dos estádios da Copa, o que aumentou a impopularidade do governo.

EDUCAÇÃO

A
presidente sancionou, em junho de 2014, sem vetos, o Plano Nacional da Educação (PNE), que estabeleceu 20 metas e estratégias para o setor por 10 anos. Entre as principais medidas estavam o investimento de 10% do PIB em educação, a erradicação do analfabetismo e a universalização da educação infantil e dos ensinos fundamental e médio. Dos 21 objetivos de curto prazo, apenas 1 foi atingido – a criação de um fórum para acompanhar a evolução salarial dos professores. Ela também enfrentou polêmica por causa de um projeto de distribuir kits contra a homofobia em escolas foi alvo de severas críticas, e Dilma acabou recuando. Na época, um dos maiores críticos ao kit foi o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ).
Votação do Plano Nacional de Educação, em 2014, foi pressionado por movimentos estudantis (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

LAVA JATO

O
s desdobramentos da Operação Lava Jato, que acabou se transformando na maior investigação da história do país, atingiram a Petrobras, os principais partidos políticos e figuras políticas nacionais, da base e da oposição. Longe do fim, a Lava Jato desestabilizou de forma irreversível o governo Dilma, resultou na prisão dos maiores empreiteiros do país e disseminou o uso da delação premiada como instrumento de investigação. A lei da colaboração foi sancionada por Dilma após a onda de protestos em 2013.
O juiz Sérgio Moro, responsável em primeira instância pela Operação Lava Jato (Foto: Renato Costa/Framephoto/Estadão Conteúdo)

ECONOMIA

A
pós crescer nos 3 primeiros anos do governo Dilma, os sinais de desgaste ainda no primeiro mandato trouxeram uma das maiores recessões da história brasileira, com 5 trimestres consecutivos de encolhimento da economia – só em 2015, o PIB recuou 3,8%. A inflação disparou com o “tarifaço” de energia elétrica após a eleição de 2014, ultrapassando os dois dígitos, após o governo ter reduzido o preço da conta de luz em 18% para o consumidor e até 32% para as indústrias. O desemprego teve alta por 16 meses consecutivos, somando mais de 11 milhões de brasileiros desempregados. O crédito secou, os juros subiram, a população perdeu poder de compra e a arrecadação despencou, criando uma grave crise fiscal.

ELEIÇÕES EM 2014

J
á sob efeito da Lava Jato e dos primeiros indícios de crise econômica, o Brasil viveu em 2014 uma das mais acirradas disputas presidenciais da história. Dilma derrotou o senador Aécio Neves (PSDB-MG) por diferença de 3,4 milhões de votos, e o PSDB pediu uma auditoria do pleito. Depois, o partido denunciou abuso de poder político e econômico e fraude na campanha presidencial do PT ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Veja a seguir o que diz o pedido de cassação da chapa Dilma-Temer: Mandato em jogo
Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) se cumprimentam antes do início de debate eleitoral em 2014 (Foto: Alexandre Durão/G1)

PROTESTOS PRÓ E CONTRA DILMA

D
iante do agravamento da crise econômica, novos protestos tomaram as ruas ao longo de 2015 e 2016, desta vez, pedindo o impeachment da presidente . A avaliação do governo chegou a avaliação atingir 8% de ótimo/bom e 71% de ruim/péssimo –a maior reprovação de um presidente da República da história, superando os 68% de reprovação de Collor em setembro de 1992, na véspera de seu impeachment. Em 13 de março deste ano, 3,6 milhões de pessoas, segundo a PM (6,9 milhões, segundo organizadores), foram às ruas pedir o impeachment, na maior manifestação da história recente do país.
Atos contra e pró-Dilma na Avenida Paulista, em São Paulo (Fotos: Andre Penner/AP e Cris Faga/Fox Press Photo/Estadão Conteúdo)

PEDALADAS FISCAIS

E
m outubro de 2015, o plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) recomendou ao Congresso reprovar as contas do governo Dilma de 2014. Para os ministros, ao adotar manobras para aliviar as contas públicas – as chamadas “pedaladas fiscais”– e editar decretos para créditos suplementares sem autorização do Congresso, Dilma desrespeitou a Lei de Responsabilidade Fiscal. O governo negou que as operações fossem desautorizadas, mas elas culminaram no pedido de impeachment apresentado contra Dilma pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Junior e Janaina Paschoal.
Augusto Nardes, ministro relator no TCU do julgamento das contas de Dilma de 2014 (Foto: André Dusek/Estadão Conteúdo)

CRISE POLÍTICA

E
m julho de 2015, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou seurompimento formal com o governo, agravando a crise política. O embate resultou no aceite do pedido de impeachment por Cunha, que acabou afastado meses depois. A relação entre Dilma e seu vice, Michel Temer (PMDB), também se deterioraram ao longo do ano. Em dezembro, Temer enviou uma carta à presidente reclamando de sua posição no governo como um "vice decorativo", que perdeu "todo protagonismo político" que teve no passado e que só era chamado "para resolver as votações do PMDB e as crises políticas".Veja a íntegra do texto
O então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anuncia o rompimento com o governo Dilma (Foto: Nacho Doce/Reuters)

GRAMPO EM LULA

E
m meio à polêmica nomeação de Lula à Casa Civil para se livrar da Lava Jato, o juiz Sérgio Moro retirou, em março de 2016, o sigilo de interceptações telefônicas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e revelou uma conversa com Dilma, na qual ela lhe prometia entregar um papel, para usar em caso de necessidade. O Supremo decidiu autorizar o inquérito para investigar Lula e Dilma por tentativa de obstrução à Justiça e barrou a nomeação que, após o afastamento temporário de Dilma, não se concretizou.

IMPEACHMENT

A
defesa de Dilma disse que a decisão de Cunha de abrir o processo de impeachment foi uma “vingança”, uma vez que o PT havia anunciado naquele mesmo dia que votaria contra o deputado no processo de cassação de seu mandato no Conselho de Ética da Câmara. Mas o processou continuou. Foi aprovado pelo plenário da Câmara por 367 votos a 137 contrários , e encaminhado ao Senado, que tornou Dilma ré em agosto por 59 votos a 21. No mesmo mês, começou o julgamento no plenário do Senado, que foi conduzido por Ricardo Lewandowski, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Dilma foi considerada culpada por 61 dos 81 senadores e foi afastada definitivamente do cargo.
Abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff é aprovada na Câmara (Foto: Augusto/Câmara dos Deputados)

CRÉDITOS:

Reportagem: Amanda Polato, Cida Alves e Lucas Sampaio 
Foto da capa: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil 



TOTAL DE ACESSOS MAIS  819. MIL ACESSOS, DIA 31/08/16

MÉDIA  DIÁRIA ENTRE  600 A  1.500  ACESSOS
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O POETA MARATONISTA!
             
 Chiquitinha  (Gamaliel Chagas) na  Maratona  do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min),  foto no  no aterro do  Flamengo/RJ, 42,195 km.

                    CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
                                         (A Poesia do Corredor)

                      Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!

Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em  frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...

É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz,  porque a corrida me faz bem.

A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.

É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...

                     Poesia feita em  13/02/1985

Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.   

                       PRINCIPAIS CORRIDAS

Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade  (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador  de futebol,    matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu  14 maratonas  em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984,  pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú  pela  BR 101  no  ano  de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de  Mata  de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas  corridas citas  sem ter apoio financeiro das prefeituras  citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive  nas duas Maratonas Internacionais  houve apoio da Copene  no translado Salvador Rio de Janeiro e vice   versa, ajuda  na  estádia), sendo  passagens  de ida e volta  a  custo do atleta, e trabalhava das 8 horas  as  17 horas e compensava  os dias  da estadia em New  York (5 dias em 1984 e 1986).

CORREU UM  "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE  DE SALVADOR,   COM 37 KM, EM 1987
*******************************************************************************

GAMALIEL CHAGAS - RESUMO DAS PRINCIPAIS CORRIDAS:

O MARATONISTA BAIANO DE 1984 - BICAMPEÃO DOS 10 E 5 MIL METROS NA PISTA DA FONTE NOVA 1983/84.
2 MARATONAS INTERNACIONAIS /CIDADE DE NOVA YORQUE
PENTACAMPEÃO MATENSE DE VETERANOS / CORRIDA RÚSTICA DO BOMFIM DE MATA DE SÃO JOÃO, NA DÉCADA DE 2000.
15 MARATONAS COMPETIDAS - COMPETIÇÃO NO ATLETISMO BAIANO BRASILEIRO, EM 6 ESTADOS DO BRASIL! 5 MARATONAS NO RIO E JANEIRO, 2 EM BRASILIA, 2 SÃO SILVESTRES EM SÃO PAULO, ANOS 1983/84. VÁRIAS ELIMINATÓRIAS BAIANA DA S. SILVESTRE NA DÉCADA DE 1980.

COMPETIU:

01 MARATONA EM SÃO PAULO, 01 EM JOÃO PESSOA, 30 KM DE SÃO CRISTÓVÃO A ARACAJU EM 1985, 2 MARATONAS EM BRASILIA.
COMPETIÇÃO 3 OLIMPÍADAS DO POLO PETROQUÍMICO DE CAMAÇARI ONDE FOI BICAMPEÃ, COMPETIU NOS CITADOS JOGOS, NOS 10M, 1.500M, 5 E 10 MIL METROS, ALÉM DE 28 HM DE CAMAÇARI A PRAÇA ACM IDA E VOLTA, QUANDO FICOU EM 5º LUGAR ANO 1982.
COMPETIU DEZENAS DE CORRIDAS EM SALVADOR E CIDADES DO INTERIOR DA BAHIA, CONQUISTANDO MEDALHAS E TROFÉUS....



NESSE PERÍODO TRABALHAVA DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, TREINAVA DAS 17H40 ÁS 20H30 DA NOITE. E FIM DE SEMANAS.



  




Gamaliel  na 1ª  Maratona da Independência da Bahia 1984 
Salvador/Ba. 42. 198 metros

DIA 27/08/16




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Curso  de  Comunicações  Verbais

(Um dos  melhores do Brasil/S. aulo com credenciamento}

     No ano   de  1985  Gamaliel   iniciou  o   curso  de  Comunicações  Verbais  PPD-IOB (Treinamento  Programado  a  Distância)  por  correspondências  tendo  concluído  o  citado curso no  dia  7/3/1986.  O  citado  curso  organizado  por Oswaldo  Melantonio,  formado em  Direito, Filosofia  e  Jornalismo,  Oswaldo   presidente de  honra  de   várias  instituições  culturais  dentre  elas  a  Academia   Paulista de   Oratório  e  Academia   Brasileira  de   Comunicações  Verbais. O  curso  de  Comunicações   Verbais  teve  a  duração  de  6  meses  equivalente  a  100 horas/ aula  e  credenciado  pelo  CFMO  097.
.
     Oswaldo  Melantonio  realizou   vários   cursos  complementares  no  exterior  e  no  ano  de   1986   fazia 35  anos  se  dedicando  exclusivamente  as  Comunicações  Verbais;  inicialmente,  oratória   formal   e  informal   para   líderes   políticos   e  religiosos.   Nos  últimos   anos   Oswaldo  especializou-se   na   área   de   comunicações   dos   executivos,  objetivando a melhoria  da  produtividade  pela  eficiência  da  comunicação.

PERSONALIDADES EXPOENTES DAS  COMUNICAÇÕES VERBAIS

Várias personalidades  de Top  da  Política Executivos, da Oratória  Geral,  Locutores Esportivos, a  exemplo  de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia  Jânio Quadros, Franco Motoro e  outros  expoentes que realizaram este  magnífico  curso, amplo usando as técnicas  da Grécia  antiga,   a exemplos  de   formidáveis  gênios  da  Comunicação, oratória da Grécia Antiga,celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles Demóstenes Cícero, este  considerado como um dos  maiores   gênios nas  Comunicações  verbais da  Grécia  e  do  Mundo, chegando ao ponto  de  governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória  de convencimento, resumindo   era  um " Um Gênio Abençoado  da  Oratória  das Comunicações Verbais!".
    
Conteúdo  do  curso

     Introdução,  exposições  práticas,  técnicas  da  comunicação  dos  executivos,  educação  da  voz,  expressão  corporal,  figuras  de  estilos,  dez   qualidades   básicas   do  executivo,  práticas  de  comunicações  verbais  e  práticas  de  oratória
     De  modo  especial,  Oswaldo  realiza  treinamentos  para  as  lideranças  dos   principais  escalões   das   grandes   organizações   privadas   e   publicas.  O   citado   curso  já  treinou  grandes  personalidades  de diversos  seguimentos  sociais  a  exemplo  de  Franco  Motoro, Osmar   Santos,  narrador   esportivo   no  estado  de  São  Paulo,  Jânio   Quadros   que   foi  Presidente   da   República   de   31/1/1961   renunciando   o   governo   em   25/8/1961,  foi  prefeito  de  São Paulo  nas  décadas  seguintes.

     Jânio  Quadros  nasceu  em  Campo  Grande,  (Mata  Grosso  do  Sul)  no  ano  de  1917  e  faleceu  no  ano  de  1992  em  São  Paulo  e  outros  não  citados.  IOB – Cursos    de    Legislação   Empresarial   Ltda – CGC   47.677.810/0002-21,   credenciado  no  CFMO  097,  com  endereço  na  Avenida  Marques...  Asa  Branca – SP