Primeira mulher a ser eleita presidente do Brasil, Dilma Rousseff teve seu 2º mandato abreviado pelo Congresso Nacional com a aprovação do impeachment. Durante seus 64 meses de governo, Dilma viveu grandes altos e baixos, dos índices de popularidade aos indicadores econômicos. Do Brasil Sem Miséria ao impeachment, passando pela Comissão Nacional da Verdade, pelo Código Florestal e pelo Marco Civil da Internet, relembre o governo da agora ex-presidente da República em 20 fatos.
COMBATE À MISÉRIA
E
leita com 56,05% dos votos, Dilma lançou no começo de seu mandato o programaPlano Brasil Sem Misériapara atingir uma das principais metas do seu governo: tirar 16,2 milhões de pessoas da pobreza extrema. O programa foi uma ampliação do Bolsa Família, do governo Lula. A presidente também continuou outras ações do antecessor, como o Minha Casa, Minha Vida, que subsidia a compra de moradia popular. A meta erasubsidiar 2 milhões de casas até 2014.
Dilma Rousseff lança o Plano Basil Sem Miséria ao lado do vice-presidente, Michel Temer, dos presidentes da Câmara e do Senado, Henrique Eduardo Alves e Renan Calheiros, e a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello
CRISE NA CASA CIVIL
S
eis meses após a posse, seu principal ministro deixou o cargo: Antonio Palocci, da Casa Civil, saiu sob pressão política por suspeita deaumento de patrimônio incompatível com a renda. Dilma iniciou o que ficou conhecido como "faxina ética", que resultou na saída de sete ministros em 2011. A presidente ganhou elogios em eventos públicos e sua aprovação subiu.
Antonio Palocci cumprimenta sua sucessora na Casa Civil, Gleisi Hoffman, em junho de 2011 (Foto: Andre Dusek/AE)
LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO
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ilma sancionou, no 2º ano de primeiro mandato, aLei de Acesso à Informação, que obriga órgãos públicos a prestarem informações sobre suas atividades a qualquer cidadão interessado e vale para todo o serviço público do país. A Lei de Acesso à Informação acaba com o sigilo eterno de documentos públicos e estabelece prazo máximo de 50 anos para que as informações classificadas pelo governo como ultrassecretas sejam mantidas em segredo. Um estudo feito pela ONG Artigo 19, em 2016, mostra que o poder Judiciário é o menos transparente e deixa de informar itens considerados importantes pela Lei de Acesso à Informação (veja o vídeo abaixo).
COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE
A
o instalar a Comissão Nacional da Verdade, em 2012, a presidente Dilma, que foi presa e torturada durante a ditadura militar, disse quenão era movida por “ódio” ou “revanchismo”, mas pela necessidade de se conhecer a verdade. Por dois anos e sete meses, a comissão apurou violações dos direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988. O relatório finalresponsabilizou 377 pessoas por crimes como tortura e assassinato. A comissão não tinha poder de punição, mas recomendou a abertura de processos judiciais.
A presidente Dilma Rousseff se emociona – e é aplaudida de pé – ao se referir a vítimas de violência durante o regime militar no discurso após receber o relatório final da Comissão Nacional da Verdade (Antonio Cruz/Agência Brasil).
CÓDIGO FLORESTAL
D
ilma sancionou, com nove vetos, em 2012, a lei que alterou oCódigo Florestal. Um dos principais objetivos foi o preservar a vegetação e recuperar parte do que foi desmatado. Dois anos após a aprovação, o governo publicou as regras para inscrição no Cadastro Ambiental Rural, a fim de permitir o controle e planejamento de áreas rurais e fornecer informações para o combate ao desmatamento. Em 2016, nem todos os proprietários haviam feito o cadastro. Vejaanálise dos dois primeiros anosde funcionamento do código.
Área desmatada no Centro-Oeste (Divulgação/PRF-M)
ESPIONAGEM DOS EUA
D
ocumentos classificados como ultrassecretos pela Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA, na sigla em inglês) mostraram queDilma e seus principais assessores foram alvo direto de espionagem. O jornalista Glenn Greenwald foi quem recebeu os papéis das mãos de Edward Snowden – o ex-analista da NSA que deixou os EUA com a intenção de divulgar o sistema de espionagem americano no mundo (veja no vídeo abaixo a revelação do caso, que foi feita pelo Fantástico em 2013). A revelação fez com que Dilma cancelasse visita marcada aos EUA. O mal-estar entre os países só terminou no ano seguinte.
PROTESTOS DE 2013
U
m movimento contra o aumento do preço do transporte público em algumas capitais desencadeou a maior onda de protestos da história do país. Dilma disse que estava “ouvindo as vozes pela mudança" e anunciouanunciou cinco pactospara atender aos pedidos – responsabilidade fiscal, reforma política, saúde, transporte e educação, além de um plebiscito para uma reforma constituinte. O único pacto cumprido foi o da saúde, com a criação do Mais Médicos.
Manifestantes atacam o Palácio do Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores, durante protesto de 2013 em Brasília (Reprodução/GloboNews)
MAIS MÉDICOS
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ilma lançou em 2013 oprograma Mais Médicos, que incentiva médicos brasileiros e estrangeiros a trabalhar em áreas carentes das periferias das grandes cidades e no interior do país. A chegada de médicos estrangeiros, principalmente cubanos, provocou protestos. Alguns deles foram xingados por médicos contrários ao programa. Alguns meses depois, a maioria da população aprovava a iniciativa, que foi prorrogada. Em 2016, o Senado também aprovou a prorrogação.
Dilma Rousseff, o médico cubano Juan Delgado e o então Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante sanção da lei que institui o Programa Mais Médicos. Ela pediu desculpas ao cubano, que foi hostilizado em Fortaleza (Fotos: Roberto Stuckert Filho/PR; JarbasOliveira/Folhapress)
ROYALTIES DO PETRÓLEO
O
Congresso aprovou a lei que destina 75% dos royalties da exploração do petróleo para a educação e 25% para a saúde. A proposta original do governo dava 100% dos recursos para a educação,mas foi alterada na Câmara. A presidente sancionou o texto sem vetos.
Dilma participa de cerimônia de sanção da lei que destina recursos dos royalties do petróleo para educação e saúde, no Palácio do Planalto (Foto: José Cruz/ABr)
MARCO CIVIL DA INTERNET
E
m abril de 2014, a presidente Dilma sancionou a lei que estabeleceu ummarco civil para a internet. Entre os pontos estão a neutralidade da rede e proteção do sigilo de dados. A lei só foi regulamentada quase dois anos depois de entrar em vigor.
Votação do Marco Civil da Internet na Câmara (Foto: Gustavo Lima/Câmara dos Deputados)
COPA DO MUNDO
O
s protestos de 2013 ocorreram na véspera e durante a Copa das Confederações, mas não pararam por aí. Várias manifestações ocorreram também durante a Copa do Mundo, em 2014, eDilma foi alvo de vaias e xingamentos na abertura, em São Paulo. Os protestos foram contra os gastos com estádios de futebol, em detrimento dos serviços públicos. Com o avanço da Lava Jato, cresceram os indícios de desvio de dinheiro público e superfaturamento nas obras dos estádios da Copa, o que aumentou a impopularidade do governo.
EDUCAÇÃO
A
presidente sancionou, em junho de 2014, sem vetos, oPlano Nacional da Educação (PNE), que estabeleceu 20 metas e estratégias para o setor por 10 anos. Entre as principais medidas estavam o investimento de 10% do PIB em educação, a erradicação do analfabetismo e a universalização da educação infantil e dos ensinos fundamental e médio. Dos 21 objetivos de curto prazo, apenas 1 foi atingido – a criação de um fórum para acompanhar a evolução salarial dos professores. Ela também enfrentou polêmica por causa de um projeto de distribuir kits contra a homofobia em escolas foi alvo de severas críticas, e Dilma acabou recuando. Na época, um dos maiores críticos ao kit foi o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ).
Votação do Plano Nacional de Educação, em 2014, foi pressionado por movimentos estudantis (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)
LAVA JATO
O
s desdobramentos daOperação Lava Jato, que acabou se transformando na maior investigação da história do país, atingiram a Petrobras, os principais partidos políticos e figuras políticas nacionais, da base e da oposição. Longe do fim, a Lava Jato desestabilizou de forma irreversível o governo Dilma, resultou na prisão dos maiores empreiteiros do país e disseminou o uso da delação premiada como instrumento de investigação. A lei da colaboração foi sancionada por Dilma após a onda de protestos em 2013.
O juiz Sérgio Moro, responsável em primeira instância pela Operação Lava Jato (Foto: Renato Costa/Framephoto/Estadão Conteúdo)
á sob efeito da Lava Jato e dos primeiros indícios de crise econômica, o Brasil viveu em 2014uma das mais acirradas disputas presidenciaisda história. Dilma derrotou o senador Aécio Neves (PSDB-MG) por diferença de 3,4 milhões de votos, e o PSDB pediu uma auditoria do pleito. Depois, o partido denunciou abuso de poder político e econômico e fraude na campanha presidencial do PT ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Veja a seguir o que diz o pedido de cassação da chapa Dilma-Temer:Mandato em jogo
Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) se cumprimentam antes do início de debate eleitoral em 2014 (Foto: Alexandre Durão/G1)
PROTESTOS PRÓ E CONTRA DILMA
D
iante do agravamento da crise econômica, novos protestos tomaram as ruas ao longo de 2015 e 2016, desta vez, pedindo oimpeachment da presidente . A avaliação do governo chegou aavaliação atingir 8% de ótimo/bom e 71% de ruim/péssimo–a maior reprovação de um presidente da República da história, superando os 68% de reprovação de Collor em setembro de 1992, na véspera de seu impeachment. Em 13 de março deste ano, 3,6 milhões de pessoas, segundo a PM (6,9 milhões, segundo organizadores), foram às ruas pedir o impeachment, na maior manifestação da história recente do país.
Atos contra e pró-Dilma na Avenida Paulista, em São Paulo (Fotos: Andre Penner/AP e Cris Faga/Fox Press Photo/Estadão Conteúdo)
PEDALADAS FISCAIS
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m outubro de 2015, o plenário do Tribunal de Contas da União (TCU)recomendou ao Congresso reprovar as contas do governo Dilma de 2014. Para os ministros, ao adotar manobras para aliviar as contas públicas – as chamadas “pedaladas fiscais”– e editar decretos para créditos suplementares sem autorização do Congresso, Dilma desrespeitou a Lei de Responsabilidade Fiscal. O governo negou que as operações fossem desautorizadas, mas elas culminaram no pedido de impeachment apresentado contra Dilma pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Junior e Janaina Paschoal.
Augusto Nardes, ministro relator no TCU do julgamento das contas de Dilma de 2014 (Foto: André Dusek/Estadão Conteúdo)
CRISE POLÍTICA
E
m julho de 2015, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou seurompimento formal com o governo, agravando a crise política. O embate resultou no aceite do pedido de impeachment por Cunha, que acabou afastado meses depois. A relação entre Dilma e seu vice, Michel Temer (PMDB), também se deterioraram ao longo do ano. Em dezembro, Temer enviou uma carta à presidente reclamando de sua posição no governo como um "vice decorativo", que perdeu "todo protagonismo político" que teve no passado e que só era chamado "para resolver as votações do PMDB e as crises políticas".Veja a íntegra do texto
O então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anuncia o rompimento com o governo Dilma (Foto: Nacho Doce/Reuters)
GRAMPO EM LULA
E
m meio à polêmica nomeação de Lula à Casa Civil para se livrar da Lava Jato, o juiz Sérgio Moro retirou, em março de 2016, osigilo de interceptações telefônicas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silvae revelou uma conversa com Dilma, na qual ela lhe prometia entregar um papel, para usar em caso de necessidade. O Supremo decidiu autorizar o inquérito para investigar Lula e Dilma por tentativa de obstrução à Justiça e barrou a nomeação que, após o afastamento temporário de Dilma, não se concretizou.
IMPEACHMENT
A
defesa de Dilma disse que a decisão de Cunha de abrir o processo de impeachment foi uma “vingança”, uma vez que o PT havia anunciado naquele mesmo dia que votaria contra o deputado no processo de cassação de seu mandato no Conselho de Ética da Câmara. Mas o processou continuou. Foi aprovado peloplenário da Câmara por 367 votos a 137 contrários , e encaminhado ao Senado, quetornou Dilma ré em agosto por 59 votos a 21. No mesmo mês, começou o julgamento no plenário do Senado, que foi conduzido por Ricardo Lewandowski, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).Dilma foi considerada culpada por 61 dos 81 senadorese foi afastada definitivamente do cargo.
Abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff é aprovada na Câmara (Foto: Augusto/Câmara dos Deputados)
CRÉDITOS:
Reportagem:Amanda Polato, Cida Alves e Lucas Sampaio
Foto da capa:Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
TOTAL DE ACESSOS MAIS 819. MIL ACESSOS, DIA 31/08/16
MÉDIA DIÁRIA ENTRE 600 A 1.500 ACESSOS
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O POETA MARATONISTA!
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
(A Poesia do Corredor)
Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!
Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...
É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz, porque a corrida me faz bem.
A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.
É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...
Poesia feita em 13/02/1985
Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.
PRINCIPAIS CORRIDAS
Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador de futebol, matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu 14 maratonas em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984, pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú pela BR 101 no ano de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de Mata de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas corridas citas sem ter apoio financeiro das prefeituras citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive nas duas Maratonas Internacionais houve apoio da Copene no translado Salvador Rio de Janeiro e vice versa, ajuda na estádia), sendo passagens de ida e volta a custo do atleta, e trabalhava das 8 horas as 17 horas e compensava os dias da estadia em New York (5 dias em 1984 e 1986).
CORREU UM "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE DE SALVADOR, COM 37 KM, EM 1987
O MARATONISTA BAIANO DE 1984 - BICAMPEÃO DOS 10 E 5 MIL METROS NA PISTA DA FONTE NOVA 1983/84.
2 MARATONAS INTERNACIONAIS /CIDADE DE NOVA YORQUE
PENTACAMPEÃO MATENSE DE VETERANOS / CORRIDA RÚSTICA DO BOMFIM DE MATA DE SÃO JOÃO, NA DÉCADA DE 2000.
15 MARATONAS COMPETIDAS - COMPETIÇÃO NO ATLETISMO BAIANO BRASILEIRO, EM 6 ESTADOS DO BRASIL! 5 MARATONAS NO RIO E JANEIRO, 2 EM BRASILIA, 2 SÃO SILVESTRES EM SÃO PAULO, ANOS 1983/84. VÁRIAS ELIMINATÓRIAS BAIANA DA S. SILVESTRE NA DÉCADA DE 1980.
COMPETIU:
01 MARATONA EM SÃO PAULO, 01 EM JOÃO PESSOA, 30 KM DE SÃO CRISTÓVÃO A ARACAJU EM 1985, 2 MARATONAS EM BRASILIA.
COMPETIÇÃO 3 OLIMPÍADAS DO POLO PETROQUÍMICO DE CAMAÇARI ONDE FOI BICAMPEÃ, COMPETIU NOS CITADOS JOGOS, NOS 10M, 1.500M, 5 E 10 MIL METROS, ALÉM DE 28 HM DE CAMAÇARI A PRAÇA ACM IDA E VOLTA, QUANDO FICOU EM 5º LUGAR ANO 1982.
COMPETIU DEZENAS DE CORRIDAS EM SALVADOR E CIDADES DO INTERIOR DA BAHIA, CONQUISTANDO MEDALHAS E TROFÉUS....
NESSE PERÍODO TRABALHAVA DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, TREINAVA DAS 17H40 ÁS 20H30 DA NOITE. E FIM DE SEMANAS.
Gamaliel na 1ª Maratona da Independência da Bahia 1984
Salvador/Ba. 42. 198 metros
DIA 27/08/16
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Curso de Comunicações Verbais
(Um dos melhores do Brasil/S. aulo com credenciamento}
No ano de 1985 Gamaliel iniciou o curso de Comunicações Verbais PPD-IOB (Treinamento Programado a Distância) por correspondências tendo concluído o citado curso no dia 7/3/1986. O citado curso organizado por Oswaldo Melantonio, formado em Direito, Filosofia e Jornalismo, Oswaldo presidente de honra de várias instituições culturais dentre elas a Academia Paulista de Oratório e Academia Brasileira de Comunicações Verbais. O curso de Comunicações Verbais teve a duração de 6 meses equivalente a 100 horas/ aula e credenciado pelo CFMO 097.
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Oswaldo Melantonio realizou vários cursos complementares no exterior e no ano de 1986 fazia 35 anos se dedicando exclusivamente as Comunicações Verbais; inicialmente, oratória formal e informal para líderes políticos e religiosos. Nos últimos anos Oswaldo especializou-se na área de comunicações dos executivos, objetivando a melhoria da produtividade pela eficiência da comunicação.
PERSONALIDADES EXPOENTES DAS COMUNICAÇÕES VERBAIS
Várias personalidades de Top da Política Executivos, da Oratória Geral, Locutores Esportivos, a exemplo de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia Jânio Quadros, Franco Motoro e outros expoentes que realizaram este magnífico curso, amplo usando as técnicas da Grécia antiga, a exemplos de formidáveis gênios da Comunicação, oratória da Grécia Antiga,celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles Demóstenes Cícero, este considerado como um dos maiores gênios nas Comunicações verbais da Grécia e do Mundo, chegando ao ponto de governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória de convencimento, resumindo era um " Um Gênio Abençoado da Oratória das Comunicações Verbais!".
Conteúdo do curso
Introdução, exposições práticas, técnicas da comunicação dos executivos, educação da voz, expressão corporal, figuras de estilos, dez qualidades básicas do executivo, práticas de comunicações verbais e práticas de oratória
De modo especial, Oswaldo realiza treinamentos para as lideranças dos principais escalões das grandes organizações privadas e publicas. O citado curso já treinou grandes personalidades de diversos seguimentos sociais a exemplo de Franco Motoro, Osmar Santos, narrador esportivo no estado de São Paulo, Jânio Quadros que foi Presidente da República de 31/1/1961 renunciando o governo em 25/8/1961, foi prefeito de São Paulo nas décadas seguintes.
Jânio Quadros nasceu em Campo Grande, (Mata Grosso do Sul) no ano de 1917 e faleceu no ano de 1992 em São Paulo e outros não citados. IOB – Cursos de Legislação Empresarial Ltda – CGC 47.677.810/0002-21, credenciado no CFMO 097, com endereço na Avenida Marques... Asa Branca – SP