Phelps exorciza derrota e sorri aliviado: "Eu tinha só uma missão. E cumpri"
Americano recupera no Rio o ouro dos 200m borboleta que tinha perdido em 2012 para Chad Le Clos e comemora: "Eu realmente queria aquela medalha de volta"
Michael Phelps corta a sala lotada de jornalistas com uma velocidade ainda maior do que a que exibiu dentro da piscina por duas vezes na noite desta terça-feira. Com um sorriso largo no rosto, senta e admite: está exausto. Durante quatro anos, as lembranças daquela derrota em Londres não deixaram em paz a cabeça do maior nome da história da natação. O caminho até o Rio foi trilhado em meio a uma série de incertezas, que chegaram ao fim de forma perfeita. Ao entrar na piscina do Estádio Aquático para os 200m borboleta, a lenda do esporte tinha apenas uma missão: tomar para si a medalha que escapou em 2012. Conseguiu. E ainda foi além, ao liderar o revezamento americano à vitória no 4x100m livre.
- Eu assisti à derrota de 2012, e aquilo ficou preso em mim. Eu apenas queria vencer essa prova hoje. Eu realmente queria aquela medalha de volta – disse o nadador, que havia vencido os 200m borboleta em Atenas e Pequim antes de ser derrotado por Chad Le Clos em Londres.
Phelps celebra o ouro dos 200m borboleta observado por Chad Le Clos ao fundo (Foto: Adam Pretty / Getty Images)
Foi uma coletiva de imprensa rápida. Feliz, mas exausto, Phelps respondeu a poucas perguntas. Falou da vontade de voltar a ser campeão na prova, da conquista no revezamento, nos 200m borboleta, sobre ter seu filho na arquibancada em um momento histórico. No fim, pediu licença e deixou a sala sob aplausos.
O caminho de Phelps no Rio ainda não chegou ao fim. Nesta quarta, volta à piscina para nadar os 200m medley. Na capital carioca, também vai disputar os 100m borboleta e tudo indica que ainda fará parte do revezamento 4x100m medley, podendo terminar sua última participação nos Jogos com seis medalhas, o que aumentaria para 28 a histórica coleção do maior atleta olímpico de todos os tempos.
Com filho no colo, mulher de Phelps se emociona com ouro do marido (Foto: AP)
Confira as respostas de Michael Phelps após as vitórias de terça:
Emoção com a conquista dos 200m borboleta
- Essa prova é como se fosse o meu pão com manteiga e foi a última vez que a disputei. Chegar a um final é estranho, meio louco pensar sobre isso. Foi mais ou menos a mesma coisa na seletiva. Eu não disse nada para ninguém, mas não podia imaginar perder essa prova nesta noite. Então, ver o número um ao lado do meu nome novamente nos 200m borboleta, não poderia ter um roteiro melhor.
Dois ouros em uma hora
- Fazer uma dobradinha como essa é bem mais difícil agora do que já foi um dia. Mesmo com uma hora entre as duas provas. Foi um desafio esta noite e agora estou ansioso pelo restante da semana. Ainda não estou nem na metade. Eu estava fazendo a matemática e terei ainda sete provas (entre eliminatórias e finais) então tenho colocar o foco nos próximos dias. Amanhã (quarta-feira) será um dia divertido.
Phelps com o filho no colo após receber seu ouro dos 200m borboleta (Foto: Dominic Ebenbichler / Reuters)
Beijo no filho na arquibancada
- Eu queria ter o segurado por mais tempo. Eu faço FaceTime com ele toda noite (videoconferência por celular). Foi muito bom vê-lo acordado. Ele normalmente está dormindo o tempo todo.
Dimensão do feito
- Eu estava conversando com o Bob (Bowman, seu técnico) outra noite e uma das coisas que fiquei pensando é que são muitas medalhas. Nós conquistamos muitas medalhas. Isso é insano. Me deixa maluco. Pensar em quando tudo isso começou e as coisas que fizemos juntos no esporte. É muito especial. Eu falei para o Bob quando voltei (em 2014) o quanto eu queria os 200m borboleta. Eu vim para a piscina esta noite com uma missão e a missão foi cumprida.
Rivalidade com Chad Le Clos
- Nós somos competidores. Eu não quero que ele ganhe e tenho certeza que ele não quer que eu ganhe. Ele é um ótimo nadador e não tem medo de se arriscar. Eu o vi nadar os 200m livre (medalha de prata do sul-africano). Esse garoto tem talento. Eu sabia exatamente onde ele estava na maior parte da prova e quando fiz a última virada e vi onde ele estava, pensei: "perfeito". Mas os últimos 10 metros não foram divertidos. Eu pensei que estava praticamente parado. Ele e eu não nos falamos muito aqui. Foi a primeira vez depois da prova. O que aconteceu quatro anos atrás ainda está comigo. Foi uma prova frustrante para mim e é bom para o esporte poder ter um competidor como ele.
Gargalhada no pódio
Eu tenho alguns amigos aqui, dois de Nova York e um de Baltimore. Esses três estão juntos e vocês conhecem o que as pessoas de Baltimore fazem durante o hino nacional para os Orioles (time de beisebol), quando gritam "O". Eu ouvi isso e sabia exatamente de quem era. Só tinha uma pessoa nas arquibancadas que poderiam fazer aquilo. Eu olhei e não conseguia parar de rir. Eu não tenho como agradecer a esses caras por virem aqui me apoiar. Isso significa muito para mim, ter algumas das pessoas mais próximas de mim e da Nicole (esposa) aqui em minha última Olimpíada. Isso é incrível.
Brincadeira de amigos fez Phelps gargalhar no pódio (Foto: Michael Dalder / Reuters)
Michael Phelps corta a sala lotada de jornalistas com uma velocidade ainda maior do que a que exibiu dentro da piscina por duas vezes na noite desta terça-feira. Com um sorriso largo no rosto, senta e admite: está exausto. Durante quatro anos, as lembranças daquela derrota em Londres não deixaram em paz a cabeça do maior nome da história da natação. O caminho até o Rio foi trilhado em meio a uma série de incertezas, que chegaram ao fim de forma perfeita. Ao entrar na piscina do Estádio Aquático para os 200m borboleta, a lenda do esporte tinha apenas uma missão: tomar para si a medalha que escapou em 2012. Conseguiu. E ainda foi além, ao liderar o revezamento americano à vitória no 4x100m livre.
- Eu assisti à derrota de 2012, e aquilo ficou preso em mim. Eu apenas queria vencer essa prova hoje. Eu realmente queria aquela medalha de volta – disse o nadador, que havia vencido os 200m borboleta em Atenas e Pequim antes de ser derrotado por Chad Le Clos em Londres.
Foi uma coletiva de imprensa rápida. Feliz, mas exausto, Phelps respondeu a poucas perguntas. Falou da vontade de voltar a ser campeão na prova, da conquista no revezamento, nos 200m borboleta, sobre ter seu filho na arquibancada em um momento histórico. No fim, pediu licença e deixou a sala sob aplausos.
O caminho de Phelps no Rio ainda não chegou ao fim. Nesta quarta, volta à piscina para nadar os 200m medley. Na capital carioca, também vai disputar os 100m borboleta e tudo indica que ainda fará parte do revezamento 4x100m medley, podendo terminar sua última participação nos Jogos com seis medalhas, o que aumentaria para 28 a histórica coleção do maior atleta olímpico de todos os tempos.
Confira as respostas de Michael Phelps após as vitórias de terça:
Emoção com a conquista dos 200m borboleta
- Essa prova é como se fosse o meu pão com manteiga e foi a última vez que a disputei. Chegar a um final é estranho, meio louco pensar sobre isso. Foi mais ou menos a mesma coisa na seletiva. Eu não disse nada para ninguém, mas não podia imaginar perder essa prova nesta noite. Então, ver o número um ao lado do meu nome novamente nos 200m borboleta, não poderia ter um roteiro melhor.
Dois ouros em uma hora
- Fazer uma dobradinha como essa é bem mais difícil agora do que já foi um dia. Mesmo com uma hora entre as duas provas. Foi um desafio esta noite e agora estou ansioso pelo restante da semana. Ainda não estou nem na metade. Eu estava fazendo a matemática e terei ainda sete provas (entre eliminatórias e finais) então tenho colocar o foco nos próximos dias. Amanhã (quarta-feira) será um dia divertido.
Beijo no filho na arquibancada
- Eu queria ter o segurado por mais tempo. Eu faço FaceTime com ele toda noite (videoconferência por celular). Foi muito bom vê-lo acordado. Ele normalmente está dormindo o tempo todo.
Dimensão do feito
- Eu estava conversando com o Bob (Bowman, seu técnico) outra noite e uma das coisas que fiquei pensando é que são muitas medalhas. Nós conquistamos muitas medalhas. Isso é insano. Me deixa maluco. Pensar em quando tudo isso começou e as coisas que fizemos juntos no esporte. É muito especial. Eu falei para o Bob quando voltei (em 2014) o quanto eu queria os 200m borboleta. Eu vim para a piscina esta noite com uma missão e a missão foi cumprida.
Rivalidade com Chad Le Clos
- Nós somos competidores. Eu não quero que ele ganhe e tenho certeza que ele não quer que eu ganhe. Ele é um ótimo nadador e não tem medo de se arriscar. Eu o vi nadar os 200m livre (medalha de prata do sul-africano). Esse garoto tem talento. Eu sabia exatamente onde ele estava na maior parte da prova e quando fiz a última virada e vi onde ele estava, pensei: "perfeito". Mas os últimos 10 metros não foram divertidos. Eu pensei que estava praticamente parado. Ele e eu não nos falamos muito aqui. Foi a primeira vez depois da prova. O que aconteceu quatro anos atrás ainda está comigo. Foi uma prova frustrante para mim e é bom para o esporte poder ter um competidor como ele.
Gargalhada no pódio
Eu tenho alguns amigos aqui, dois de Nova York e um de Baltimore. Esses três estão juntos e vocês conhecem o que as pessoas de Baltimore fazem durante o hino nacional para os Orioles (time de beisebol), quando gritam "O". Eu ouvi isso e sabia exatamente de quem era. Só tinha uma pessoa nas arquibancadas que poderiam fazer aquilo. Eu olhei e não conseguia parar de rir. Eu não tenho como agradecer a esses caras por virem aqui me apoiar. Isso significa muito para mim, ter algumas das pessoas mais próximas de mim e da Nicole (esposa) aqui em minha última Olimpíada. Isso é incrível.
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O POETA MARATONISTA!
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
(A Poesia do Corredor)
Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!
Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...
É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz, porque a corrida me faz bem.
A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.
É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...
Poesia feita em 13/02/1985
Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.
PRINCIPAIS CORRIDAS
Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador de futebol, matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu 14 maratonas em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984, pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú pela BR 101 no ano de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de Mata de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas corridas citas sem ter apoio financeiro das prefeituras citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive nas duas Maratonas Internacionais houve apoio da Copene no translado Salvador Rio de Janeiro e vice versa, ajuda na estádia), sendo passagens de ida e volta a custo do atleta, e trabalhava das 8 horas as 17 horas e compensava os dias da estadia em New York (5 dias em 1984 e 1986).
CORREU UM "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE DE SALVADOR, COM 37 KM, EM 1987
CORREU UM "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE DE SALVADOR, COM 37 KM, EM 1987
Curso de Comunicações Verbais
(Um dos melhores do Brasil/S. aulo com credenciamento}
No ano de 1985 Gamaliel iniciou o curso de Comunicações Verbais PPD-IOB (Treinamento Programado a Distância) por correspondências tendo concluído o citado curso no dia 7/3/1986. O citado curso organizado por Oswaldo Melantonio, formado em Direito, Filosofia e Jornalismo, Oswaldo presidente de honra de várias instituições culturais dentre elas a Academia Paulista de Oratório e Academia Brasileira de Comunicações Verbais. O curso de Comunicações Verbais teve a duração de 6 meses equivalente a 100 horas/ aula e credenciado pelo CFMO 097.
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Oswaldo Melantonio realizou vários cursos complementares no exterior e no ano de 1986 fazia 35 anos se dedicando exclusivamente as Comunicações Verbais; inicialmente, oratória formal e informal para líderes políticos e religiosos. Nos últimos anos Oswaldo especializou-se na área de comunicações dos executivos, objetivando a melhoria da produtividade pela eficiência da comunicação.
PERSONALIDADES EXPOENTES DAS COMUNICAÇÕES VERBAIS
Várias personalidades de Top da Política Executivos, da Oratória Geral, Locutores Esportivos, a exemplo de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia Jânio Quadros, Franco Motoro e outros expoentes que realizaram este magnífico curso, amplo usando as técnicas da Grécia antiga, a exemplos de formidáveis gênios da Comunicação, oratória da Grécia Antiga,celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles Demóstenes Cícero, este considerado como um dos maiores gênios nas Comunicações verbais da Grécia e do Mundo, chegando ao ponto de governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória de convencimento, resumindo era um " Um Gênio Abençoado da Oratória das Comunicações Verbais!".
Conteúdo do curso
Introdução, exposições práticas, técnicas da comunicação dos executivos, educação da voz, expressão corporal, figuras de estilos, dez qualidades básicas do executivo, práticas de comunicações verbais e práticas de oratória
De modo especial, Oswaldo realiza treinamentos para as lideranças dos principais escalões das grandes organizações privadas e publicas. O citado curso já treinou grandes personalidades de diversos seguimentos sociais a exemplo de Franco Motoro, Osmar Santos, narrador esportivo no estado de São Paulo, Jânio Quadros que foi Presidente da República de 31/1/1961 renunciando o governo em 25/8/1961, foi prefeito de São Paulo nas décadas seguintes.
Jânio Quadros nasceu em Campo Grande, (Mata Grosso do Sul) no ano de 1917 e faleceu no ano de 1992 em São Paulo e outros não citados. IOB – Cursos de Legislação Empresarial Ltda – CGC 47.677.810/0002-21, credenciado no CFMO 097, com endereço na Avenida Marques... Asa Branca – SP.

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