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sábado, 20 de agosto de 2016

BACH DIZ QUE REALIZARIA JOGOS M DE NOVO NO RIO: "FOI UMA OLIMPÍADA ICÔNICA"

20/08/2016 11h55 - Atualizado em 20/08/2016 13h39

Bach diz que realizaria Jogos de novo no Rio: "Foi uma Olimpíada icônica"

Presidente do COI afirma que Jogos foram organizados "no meio da realidade"

Por 
Rio de Janeiro
O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, fez um balanço na manhã deste sábado da Olimpíada no Rio de Janeiro. Ele elogiou a organização dos Jogos e procurou minimizar os problemas que ocorreram, especialmente na preparação e nos primeiros dias do evento. Mas garantiu que, mesmo se pudesse voltar no tempo, realizaria novamente os Jogos na cidade. O alemão destacou o esforço da cidade em realizar o evento mesmo em meio a uma grave crise política e econômica do país e procurou deixar claro que o comitê estava ciente da situação local em relação à segurança e problemas sociais.


Durante boa parte da coletiva, Bach procurou destacar o legado das obras de infra-estrutura e a atuação do prefeito Eduardo Paes, a quem se referiu como "um líder excepcional". Indagado diretamente se escolheria o Rio de Janeiro novamente como sede olímpica, não hesitou:

-Sim. Acho que o que descrevi aqui... não mencionei que é a primeira Olimpíada na América do Sul. Penso que foi uma Olimpíada icônica. E são Jogos no meio da realidade. Não foram organizados em uma bolha. Foram organizados em uma cidade onde há problemas sociais, divisões sociais, onde a vida real continua. E isso foi muito bom, para todos. Isso é a realidade. Não uma bolha. Não são Jogos isolados, mas no meio da cidade, Jogos que encararam desafios, a realidade. Vimos o que o esporte pode fazer, no que pode ajudar, como pode unir as pessoas, mas há limitações para o poder do esporte. Então minha resposta é sim - afirmou Bach.



Thomas Bach,. presidente do Comitê Olímpico Internacional (Foto: Vicente Seda)Thomas Bach,. presidente do Comitê Olímpico Internacional (Foto: Vicente Seda)
O presidente do COI ainda declarou que outros países fora dos grandes centros internacionais têm condições de sediar a Olimpíada.
- É possível organizar Jogos Olímpicos também em países que não estão no topo da lista de renda. Foi mostrada grande solidariedade entre os atletas e com os atletas. Mostramos que estamos prontos para enfrentar a realidade social. Vimos o quão animados os atletas estão e as grandes performances que entregaram. Então, no geral, podemos ter uma avaliação muito positiva. 


Bach foi questionado em dois momentos sobre o aporte de dinheiro do município e do Governo Federal para a realização da Paralimpíada. Inicialmente, destacou que a Olimpíada não teve investimento público - embora ambos os eventos estejam no mesmo orçamento -, depois afirmou que o COI está apoiando o Comitê Paralímpico Internacional.

- No meu entendimento, está vindo por terceiros, o Governo Federal ajudará a promover os Jogos Paralímpicos, mas está sendo mobilizado também entre patrocinadores. Pelo COI só posso dizer que estamos ao lado do Comitê Paralímpico Internacional. O que fizemos nas últimas semanas foi assegurar o financiamento, adiantar pagamentos, e as vendas de ingressos também ajudariam a financiar os Jogos Paralímpicos.


Confira abaixo outros pontos do balanço que o COI fez dos Jogos de 2016:

Escândalo de doping na Rússia logo antes dos Jogos
Isinbayeva, pentatlo (Foto: Gabriele Lomba)Isinbayeva foi proibida de participar dos Jogos por causa do escândalo de doping, mas veio ao Rio curtir os Jogos (Foto: Gabriele Lomba)
- Para mim, de alguma forma, é um déjà vu. Em 1980, eu era o porta-voz dos atletas alemães. E havia uma luta contra o boicote aos Jogos, tentando defender o interesse dos atletas, os seus direitos. O mesmo aconteceu em algumas mídias. Houve uma tremenda pressão política em mim e meus amigos membros da comissão de atletas por políticos e até o chanceler alemão. Havia cartas me insultando, dizendo que eu seria um comunista, um traidor do meu país, pedindo o boicote. Eu perdi essa luta, tivemos de boicotar, outros países não perderam e foram, e alguns anos depois eles perceberam o que de fato aconteceu. Atletas sofrendo com pressão política e razões políticas. 
- Na Alemanha tivemos um sistema de doping controlado pelo Estado na Alemanha Oriental, por anos e anos, e era sofisticado. E isso só veio à tona após a unificação. Os atletas eram dopados sem saber que eram dopados. O serviço secreto estava envolvido. Tudo isso veio à tona logo antes dos Jogos de Barcelona, em 1992. E não lembro de uma voz pedindo na época que banissem todos os atletas alemães. Ficou claro que os direitos individuais dos atletas tinham de ser respeitados. Então tomamos uma decisão no interesse de oferecer aos atletas o respeito aos seus direitos individuais e não fazer atletas serem responsáveis por irregularidades do seu governo. Isso será tratado logo após a Olimpíada.


Suposto pedido para adiar divulgação de relatório McLaren

- Ficaria feliz de ver essas evidências. Não sei do que está falando. Pelo contrário.

Avaliação das arenas olímpicas

Arena de Vôlei de Praia final feminina Ágatha e Bárbara contra dupla alemã (Foto: David Abramvezt)Bach elogiou as arenas olímpicas(Foto: David Abramvezt)
- Isso (grandes performances) só é possível com excelentes arenas. Não se pode atuar em alto nível sem isso. Não preciso falar da arena de Copacabana, a arena de vela, de canoagem, o Sambódromo para o arco, o velódromo que esteve sob discussão e na primeira competição houve recorde mundial. Não vimos somente essas grandes performances. Também tivemos experiências de histórias icônicas. Atletas da Rússia e Ucrânia se cumprimentando, atletas dos EUA e da Coreia do Norte tirando selfies juntas. Não se pode descrever o espírito olímpico de forma melhor.

Contribuição entre poderes
- Houve grande solidariedade entre o COI, os comitês nacionais e as federações internacionais, mais do que nunca. Essa contribuição fez esse sucesso possível. Um homem teve um papel importantíssimo. Sem ele não estaríamos aqui, o prefeito Eduardo Paes, que serviu ao desenvolvimento de sua cidade e usou os Jogos como catalisadores para tornar isso verdade. Ele disse que o COI sempre esteve comprometido com o legado e a transformação do Rio. Gostaria de agradecer as palavras, mas daria esse crédito a ele, pelo dinamismo, pelo esforço para fazer desses Jogos um sucesso. É um líder excepcional.



Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional (Foto: Vicente Seda)Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional (Foto: Vicente Seda)
Participação da população brasileira


- Os brasileiros realmente se uniram por trás dos Jogos. Andando pela rua você sabe o que é a alegria de viver dos brasileiros. Eles transformaram essa grande competição em uma festa e adoraram os Jogos, porque será deixado um grande legado. Houve melhorias na cidade, no transporte, é uma mudança enorme no acesso das pessoas a transporte de qualidade. O Rio aproveitou o melhor e maior desenvolvimento social de qualquer cidade no Brasil nos últimos sete anos, e os cariocas poderão aproveitar isso.

Falta de interesse do público pela Paralimpíada

- É uma questão que não posso responder, vocês brasileiros podem responder melhor do que eu. Espero que para os Jogos Paralímpicos tenham o mesmo interesse, ou pelo menos similar. É algo que aconteceu em Londres quatro anos atrás. A venda estava muito devagar no começo, em um nível maior do que aqui, mas ainda bem devagar, e depois acelerou com o sucesso da Olimpíada e espero que isso vá acontecer aqui e que abracem os Jogos Paralímpicos, como fizeram com a Olimpíada. 

Dinheiro público para garantir Paralimpíada

- Está chegando por terceiros e claro que o governo está apoiando a Paralimpíada, buscando patrocínios, fornecedores. Nas últimas semanas, fizemos esforços para assegurar as finanças do comitê organizador e o orçamento da Paralimpíada. Pelo COI só posso dizer que estamos ao lado do Comitê Paralímpico Internacional. O que fizemos nas últimas semanas foi assegurar o financiamento, e as vendas de ingressos na Olimpíada também precisam ajudar a financiar os Jogos Paralímpicos.

Ajuda aos atletas refugiados

Time Olímpico de Refugiados, Maracanã, Abertura Rio 2016 (Foto: ASSOCIATED PRESSAP)Bach reiterou o compromisso com os refugiados (Foto: ASSOCIATED PRESSAP)
- Tivemos 206 comitês nacionais participando, mais a delegação de refugiados e isso não é o fim do engajamento do COI. Temos um acordo com a ONU e os atletas desse time de refugiados, particularmente os cinco vindo do campo de refugiados no Quênia, não precisarão voltar. Poderão treinar e ajudaremos a integrá-los ao novo país. 
Prisão de Patrick Hickey por relação com cambistas
- O Comitê de Ética está totalmente informado de tudo o que sabemos sobre esse caso, estão em contato com as autoridades, e nesse momento não há razão para qualquer ação dado o fato de que o próprio Hickey pediu suspensão de suas funções. Era isso que o comitê poderia ter feito agora. O comitê vai acompanhar o desenvolvimento do caso e os procedimentos legais. Não posso comentar porque é um procedimento legal, não temos muitas informações. O que sabemos é que ainda não foi ouvido por um juiz e a presunção de inocência, por ora, prevalece. Respeitamos a lei e os procedimentos legais no Brasil e não posso comentar mais no momento.
Nadadores americanos
- Com relação a Lochte e os outros nadadores, mandamos para a Comissão Disciplinar para avaliar melhor o caso. Mas respeitamos as leis brasileiras e os procedimentos legais. Temos de olhar o caso, não posso comentar mais a respeito. 


Assaltos

- Tenho percebido muitas perguntas. É parte da realidade social do Rio de Janeiro, não acontece só durante os Jogos. Temos aqui uma situação especial em relação à segurança, sabíamos disso quando chegamos aqui e acredito que as autoridades cuidaram do problema de forma apropriada.
Arenas com assentos vazios
- Sim, foi uma pena, especialmente nos primeiros dias dos Jogos, que os estádios não estivessem em plena capacidade. Houve diferentes razões para isso, sabemos que a venda das entradas foram meio lentas por várias razões, mas, nos primeiros dias, ainda tivemos alguns desafios em termos de transporte e acesso aos estádios. Agora vimos empolgação na maior parte dos estádios e também em esportes que não eram muito populares no Brasil. Antes de vir para cá, estive na final de badminton entre China e Malásia com um ambiente fantástico. Eu não preciso falar do ambiente na arena de Copacabana quando o Brasil estava jogando o vôlei (de praia). No geral, tenho uma impressão muito favorável, apesar dos primeiros dias.


Histórias olímpicas

Rafaela Silva ouro (Foto: Reuters)Rafaela Silva foi exaltada pelo presidente do COI (Foto: Reuters)
A judoca Rafaela Silva saindo da favela Cidade de Deus para se tornar campeã olímpica... Se olhar a infância dela, o que teve de superar, é uma inspiração para os jovens de todo o mundo. A história incrível de Michael Phelps e do incrível medalhista de ouro de Cingapura (Joseph Schooling) nos 100m (borboleta), com a foto dele quando era criança ao lado de Phelps, dizendo que o inspirou a nadar, e oito anos depois Phelps o cumprimenta após ser derrotado. Vimos o time de refugiados ser abraçado por todas as demais delegações. Eles foram tratados como estrelas do rock. Isso é realmente a solidariedade olímpica.


Yuliya Stepanova fora da Rio 2016 e ameaças

- Não somos responsáveis por possíveis ameaças a que Stepanova possa estar exposta. A decisão foi baseada no Comitê de Ética, que teve de se perguntar se é apropriado mudar a constituição do COI para Stepanova e permitir que competisse. O Comitê de Ética, avaliando toda a carreira, concluiu que isso não seria apropriado. Mas mostramos nossa gratidão por sua grande contribuição na luta contra o doping, oferecemos nosso apoio, a convidamos para vir aqui. Oferecemos apoio para a sua carreira futura como atleta. 


TOTAL DE ACESSOS MAIS  811. 702 MIL ACESSOS, DIA 12/08/16

MÉDIA  DIÁRIA ENTRE  600 A  1.500  ACESSOS
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O POETA MARATONISTA!
             
 Chiquitinha  (Gamaliel Chagas) na  Maratona  do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min),  foto no  no aterro do  Flamengo/RJ, 42,195 km.

                    CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
                                         (A Poesia do Corredor)

                      Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!

Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em  frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...

É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz,  porque a corrida me faz bem.

A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.

É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...

                     Poesia feita em  13/02/1985

Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.   

                       PRINCIPAIS CORRIDAS

Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade  (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador  de futebol,    matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu  14 maratonas  em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984,  pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú  pela  BR 101  no  ano  de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de  Mata  de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas  corridas citas  sem ter apoio financeiro das prefeituras  citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive  nas duas Maratonas Internacionais  houve apoio da Copene  no translado Salvador Rio de Janeiro e vice   versa, ajuda  na  estádia), sendo  passagens  de ida e volta  a  custo do atleta, e trabalhava das 8 horas  as  17 horas e compensava  os dias  da estadia em New  York (5 dias em 1984 e 1986).

CORREU UM  "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE  DE SALVADOR,   COM 37 KM, EM 1987
*******************************************************************************

GAMALIEL CHAGAS - RESUMO DAS PRINCIPAIS CORRIDAS:

O MARATONISTA BAIANO DE 1984 - BICAMPEÃO DOS 10 E 5 MIL METROS NA PISTA DA FONTE NOVA 1983/84.
2 MARATONAS INTERNACIONAIS /CIDADE DE NOVA YORQUE
PENTACAMPEÃO MATENSE DE VETERANOS / CORRIDA RÚSTICA DO BOMFIM DE MATA DE SÃO JOÃO, NA DÉCADA DE 2000.
15 MARATONAS COMPETIDAS - COMPETIÇÃO NO ATLETISMO BAIANO BRASILEIRO, EM 6 ESTADOS DO BRASIL! 5 MARATONAS NO RIO E JANEIRO, 2 EM BRASILIA, 2 SÃO SILVESTRES EM SÃO PAULO, ANOS 1983/84. VÁRIAS ELIMINATÓRIAS BAIANA DA S. SILVESTRE NA DÉCADA DE 1980.

COMPETIU:

01 MARATONA EM SÃO PAULO, 01 EM JOÃO PESSOA, 30 KM DE SÃO CRISTÓVÃO A ARACAJU EM 1985, 2 MARATONAS EM BRASILIA.
COMPETIÇÃO 3 OLIMPÍADAS DO POLO PETROQUÍMICO DE CAMAÇARI ONDE FOI BICAMPEÃ, COMPETIU NOS CITADOS JOGOS, NOS 10M, 1.500M, 5 E 10 MIL METROS, ALÉM DE 28 HM DE CAMAÇARI A PRAÇA ACM IDA E VOLTA, QUANDO FICOU EM 5º LUGAR ANO 1982.
COMPETIU DEZENAS DE CORRIDAS EM SALVADOR E CIDADES DO INTERIOR DA BAHIA, CONQUISTANDO MEDALHAS E TROFÉUS....



NESSE PERÍODO TRABALHAVA DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, TREINAVA DAS 17H40 ÁS 20H30 DA NOITE. E FIM DE SEMANAS.



  




Gamaliel  na 1ª  Maratona da Independência da Bahia 1984 
Salvador/Ba. 42. 198 metros
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Curso  de  Comunicações  Verbais

(Um dos  melhores do Brasil/S. aulo com credenciamento}

     No ano   de  1985  Gamaliel   iniciou  o   curso  de  Comunicações  Verbais  PPD-IOB (Treinamento  Programado  a  Distância)  por  correspondências  tendo  concluído  o  citado curso no  dia  7/3/1986.  O  citado  curso  organizado  por Oswaldo  Melantonio,  formado em  Direito, Filosofia  e  Jornalismo,  Oswaldo   presidente de  honra  de   várias  instituições  culturais  dentre  elas  a  Academia   Paulista de   Oratório  e  Academia   Brasileira  de   Comunicações  Verbais. O  curso  de  Comunicações   Verbais  teve  a  duração  de  6  meses  equivalente  a  100 horas/ aula  e  credenciado  pelo  CFMO  097.
.
     Oswaldo  Melantonio  realizou   vários   cursos  complementares  no  exterior  e  no  ano  de   1986   fazia 35  anos  se  dedicando  exclusivamente  as  Comunicações  Verbais;  inicialmente,  oratória   formal   e  informal   para   líderes   políticos   e  religiosos.   Nos  últimos   anos   Oswaldo  especializou-se   na   área   de   comunicações   dos   executivos,  objetivando a melhoria  da  produtividade  pela  eficiência  da  comunicação.

PERSONALIDADES EXPOENTES DAS  COMUNICAÇÕES VERBAIS

Várias personalidades  de Top  da  Política Executivos, da Oratória  Geral,  Locutores Esportivos, a  exemplo  de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia  Jânio Quadros, Franco Motoro e  outros  expoentes que realizaram este  magnífico  curso, amplo usando as técnicas  da Grécia  antiga,   a exemplos  de   formidáveis  gênios  da  Comunicação, oratória da Grécia Antiga,celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles Demóstenes Cícero, este  considerado como um dos  maiores   gênios nas  Comunicações  verbais da  Grécia  e  do  Mundo, chegando ao ponto  de  governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória  de convencimento, resumindo   era  um " Um Gênio Abençoado  da  Oratória  das Comunicações Verbais!".
    
Conteúdo  do  curso

     Introdução,  exposições  práticas,  técnicas  da  comunicação  dos  executivos,  educação  da  voz,  expressão  corporal,  figuras  de  estilos,  dez   qualidades   básicas   do  executivo,  práticas  de  comunicações  verbais  e  práticas  de  oratória
     De  modo  especial,  Oswaldo  realiza  treinamentos  para  as  lideranças  dos   principais  escalões   das   grandes   organizações   privadas   e   publicas.  O   citado   curso  já  treinou  grandes  personalidades  de diversos  seguimentos  sociais  a  exemplo  de  Franco  Motoro, Osmar   Santos,  narrador   esportivo   no  estado  de  São  Paulo,  Jânio   Quadros   que   foi  Presidente   da   República   de   31/1/1961   renunciando   o   governo   em   25/8/1961,  foi  prefeito  de  São Paulo  nas  décadas  seguintes.

     Jânio  Quadros  nasceu  em  Campo  Grande,  (Mata  Grosso  do  Sul)  no  ano  de  1917  e  faleceu  no  ano  de  1992  em  São  Paulo  e  outros  não  citados.  IOB – Cursos    de    Legislação   Empresarial   Ltda – CGC   47.677.810/0002-21,   credenciado  no  CFMO  097,  com  endereço  na  Avenida  Marques...  Asa  Branca – SP

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