Campeão descalço, protestos e super humanos: a maratona é imperdível
Ao longo de 120 anos de Jogos, a prova reúne vários feitos espetaculares e histórias impressionantes. Vale a pena! Sente-se e curta as duas horas de prova neste domingo
Acorde cedo neste domingo. Faça uma refeição leve. Tome um bom banho. Hidrate-se adequadamente. Faça tudo isto na disciplina que se exige de um atleta. Depois, acomode-se confortavelmente. De modo que pontualmente às 9h30 você esteja em frente à TV. Ou em qualquer parte da Cidade Maravilhosa caso você esteja no Rio neste período olímpico. O que você vai assistir? A maratona! Uma das provas mais antigas da história dos Jogos e que surgiu ainda na antiguidade.
O leitor, assustado, temeroso, com certa má vontade, talvez, lembrando que a corrida tem duração média superior a duas horas (o recorde mundial da prova masculina atualmente é de 2h02m57, batido em 2014 pelo queniano Dennis Kimetto), pode estar se perguntando se vale mesmo a pena passar tanto tempo parado em frente à TV. Se não teria outra coisa a fazer num domingo ensolarado. Se, em vez disto, optasse por outra programação.
Antes de mais nada, um aviso: vale a pena assistir à maratona olímpica! A prova ao longo da história reúne tantas imprevisibilidades, curiosidades e fatos impressionantes que é até uma obrigação assisti-la.
Pensando nisto, o GloboEsporte.com preparou uma espécie de Guia Olímpico da Maratona. Dez razões que 120 anos de história olímpica nos mostram que este é um programa imperdível.
01
EU SOU COREANO; JAPONÊS, JAMAIS
Em 1936, nos Jogos Olímpicos de Berlim, ninguém era mais rápido do que o coreano Sohn Kee-chung quando o assunto era a maratona. Ele chegou como favorito e não decepcionou, vencendo a prova e conquistando o ouro com mais de dois minutos de vantagem sobre o segundo colocado. O problema era que desde 1910 a Coreia vivia sob domínio japonês, e ele foi obrigado a correr sob a bandeira nipônica. No pódio, protesto. O corredor baixou a cabeça e não olhou para a bandeira do Japão quando ela era hasteada junto com o hino nacional do país. Sohn Kee-chung, inclusive, aproveitou um ramo de flores recebido na premiação e escondeu a bandeira do país inimigo de seu uniforme.
Após a premiação, deu uma série de autógrafos com seu nome coreano (negando-se a assinar com o nome japonês que tinham lhe dado, Kitei Son) e aproveitava suas entrevistas pós-título para denunciar que sua terra era um país independente que vivia sob uma ocupação criminosa do Japão, o que gerou uma série de movimentos nacionalistas entre os coreanos. A ocupação, contudo, só acabou em 1945, quando o Japão saiu derrotado da 2ª Guerra Mundial. E demoraria 52 anos até que ele fosse homenageado por seu verdadeiro país numa Olimpíada. Nos Jogos de Seul 1988, coube ao ex-corredor a honra de entrar no estádio olímpico com a tocha, sendo ovacionado de forma impressionante pelos presentes.
02
TÊNIS PRA QUÊ?
Abebe Bikila pode ser considerado um pioneiro no atletismo mundial. Um nome para ficar para sempre na história. Foi o primeiro negro a vencer a maratona em Olimpíada. O primeiro etíope. O primeiro a ser bicampeão, vencendo em 1960 e 1964 (Roma e Tóquio, respectivamente). Mas o maior de seus feitos aconteceu mesmo na capital italiana, quando ele venceu a prova pela primeira vez.
Pouco conhecido até então, chegou a Roma quase que de forma anônima. Para piorar, não se adaptou bem aos tênis que os patrocinadores do evento destinaram para ele e, temendo calos que pudessem inviabilizar sua corrida, resolveu correr descalço. Foi considerado um doido. Mas não fraquejou. Venceu a prova num desempenho assombroso. O que poucos sabiam, contudo, é que dias antes da prova ele percorreu de táxi todo o percurso e definiu o momento exato em que deveria atacar: o Obelisco de Axum, a 1,5km da linha de chegada. O detalhe é que o obelisco era obra de arte etíope que foi saqueada no passado por forças italianas. A vingança veio por um baixinho descalço. Tal como previra, acelerou naquele ponto para o título. Quatro anos depois, viria o bicampeonato, desta vez calçado.
03
O LUNÁTICO IRLANDÊS ATACA EM ATENAS
Quem não lembra da prova histórica que o brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima fazia na maratona de Atenas, em 2004, no berço dos Jogos Olímpicos? O maratonista era o líder isolado da prova quando, no km 35, foi atacado pelo ex-padre irlandês Cornelius Horan, que o derrubou. Foram necessários alguns segundos até que o público ajudasse o brasileiro a se desvencilhar do irlandês e continuasse na prova, mas o estrago já estava feito. Ele perdeu ritmo e acabaria sendo ultrapassado pelo italiano Stefano Beldini e pelo americano Meb Keflezighi.
Cordeiro ficaria com o bronze, alcançaria a linha de chegada sorrindo e fazendo "aviõezinhos" com o corpo e acabaria sendo agraciado com a Medalha Pierre de Coubertin, a mais alta honraria concedida a um atleta pelo Comitê Olímpico Internacional.
04
PELA HONRA DE SE CHEGAR AO FIM
Demorou 88 anos até que a maratona olímpica virasse uma prova também para as mulheres. Aconteceu em 1984, quando os Jogos Olímpicos voltavam para Los Angeles (a cidade já tinha sediado os Jogos em 1932). A medalha de ouro ficou com a americana Joan Benoit, mas poucos se lembram disto. A cena mais famosa daquela prova foi a chegada da suíça Gabriele Andersen ao Estádio Olímpico. Sofrendo com o calor extenuante que fazia naquele dia, a atleta adentrou no estádio completamente arrasada, sem ter mais controle total de seu corpo. A volta final na pista de atletismo aconteceu com a suíça curvada e cambaleante, mas ela só parou e aceitou ajuda médica quando completou os 42,195 km da prova.
05
A LOCOMOTIVA HUMANA
Emil Zátopek! A Locomotiva Humana. O tcheco nascido em 1922 estava perto de completar 30 anos quando desembarcou em Helsinque, na Finlândia. O que ele tem de diferente dos demais? Antes e depois dele, os fundistas ou eram especialistas nas provas de 5.000m e 10.000m ou eram especialistas na maratona. Mas Zátopek venceu as três distâncias naqueles mesmos Jogos de 1952, sendo o primeiro e até agora único homem da história a conquistar o feito. O mais impressionante, contudo, é que ele venceu as duas provas mais curtas e se aventurou na maratona apenas quatro dias depois da segunda das provas. Era a primeira vez que ele percorria a distância e sagrou-se campeão.
O super-humano Emil Zátopek: campeão dos 5.000m, dos 10.000m e da maratona numa mesma Olimpíada
(Foto: Agência Getty Images)
06
A MARATONA MAIS LONGA DA HISTÓRIA
A maratona dos Jogos Olímpicos de 1912, em Estocolmo, foi uma das mais quentes da história, disputada num tempo seco e numa temperatura bem superior a 30º. O fato provocou uma situação curiosa. O japonês Shizo Kanakuri desmaiou em certo momento do percurso e ficou desacordado na beira da estrada até ser socorrido por fazendeiros locais. Ele se recuperou e resolveu voltar ao Japão sem notificar o caso à organização, sendo considerado como desaparecido durante anos. Ele voltou a Estocolmo para completar a prova em 1966 a convite de uma televisão sueca e teve um tempo extraoficial de mais de 54 anos de prova.
Mas nem só de fatos inusitados foi marcada aquela maratona. O corredor português Francisco Lázaro untou o corpo com um óleo para evitar lesões (prática relativamente comum à época), mas não levou em consideração a alta temperatura ambiente. O óleo impediu sua transpiração correta e ele acabou tendo um colapso no km 29 da prova, morrendo no dia seguinte. Foi a primeira vez que um atleta morreu ao disputar uma competição olímpica.
07
UM ATO OLÍMPICO CONTRA O APARTHEID
Foi a chegada mais acirrada da história da maratona em olimpíadas. Aconteceu em 1996, em Atlanta, na primeira participação da África do Sul em Jogos Olímpicos após o fim do apartheid(regime de segregação racial adotado de 1948 a 1994). Na verdade, o país africano já tinha participado dos Jogos em 1992, após uma suspensão que durou de 1964 a 1988, mas em Barcelona o regime racista ainda imperava - apesar das negociações para o seu fim. Em 1996, portanto, pela primeira vez a África do Sul ia para os Jogos sem ser regido por governantes racistas (muito pelo contrário, o presidente era o negro Nelson Mandela, principal líder sul-africano de combate à segregação racial).
Toda esta história para dizer que justo em Atlanta um negro sul-africano venceu pela primeira vez a maratona, numa conquista em que precisou de todo o seu esforço até os últimos metros. Josia Thugwane ficou com a medalha de ouro, e o sul-coreano Lee Bong-Ju chegou apenas três segundos atrás para ficar com a prata. O queniano Eric Wainaina ficou com o bronze, cruzando a linha de chegada oito segundos depois.
08
OS CENÁRIOS SÃO ESPETACULARES
Se todas estas histórias incríveis não lhe convenceram de ficar defronte à TV por duas horas, ao menos pare e curta a vista. Elas costumam ser espetaculares. Como a prova é disputada pelas ruas da cidade, as organizações dos Jogos costumam incluir no percurso cartões postais fascinantes. O caso mais famoso é o de Roma 1960, quando a prova foi pela primeira e única vez disputada a noite sob iluminação de tochas que davam um tom mais célebre às ruínas históricas da Cidade Eterna. A largada foi realizada no Capitólio, passou pela Via Apia e terminou no Arco de Constantino.
Em 2004, em Atenas, o brilho ficou por conta da repetição do percurso antigo da prova, que acontecia entre as cidades de Maratona e Atenas. A chegada foi no milenar Estádio de Panathinaiko. Finalmente em 2012, Londres presenteou o público com belas passagens pelo Palácio de Buckingham, pelo Parque Saint James, pelo Big Ben, entre outros. O percurso passou também pelas margens do rio Tâmisa. Para o Rio, a prova vai reservar uma visita ao belo Theatro Municipal, ao Museu de Arte Moderna e à Enseada do Botafogo, com vistas ao Pão de Açúcar ao fundo.
Pão de Açúcar ao fundo: se as boas histórias não forem suficientes, ao menos curta o cenário
(Foto: Gabriel Nascimento / Rio 2016)
09
A ÚLTIMA CHANCE DE CURTIR OS JOGOS
Tradicionalmente, a prova masculina da maratona é o evento que encerra os Jogos Olímpicos. Logo, vai ser a última oportunidade de curtir a Olimpíada. Depois, só daqui a quatro anos, em Tóquio 2020. Não dá para perder. Não deixe a Rio 2016 acabar sem antes curtir seus últimos momentos.
10
A VERDADEIRA PROVA NOBRE DO ATLETISMO
Nos últimos anos, o público elegeu a corrida de 100m rasos como a prova nobre do atletismo. O título, contudo, é historicamente dado à maratona, por fazer parte da origem dos Jogos Olímpicos da Antiguidade e ser um de seus principais eventos desde a edição de 1896, a primeira da Era Moderna. O percurso de 42.145 metros tem o objetivo de apresentar o atleta mais resistente do mundo.
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O POETA MARATONISTA!
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
(A Poesia do Corredor)
Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!
Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...
É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz, porque a corrida me faz bem.
A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.
É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...
Poesia feita em 13/02/1985
Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.
PRINCIPAIS CORRIDAS
Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador de futebol, matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu 14 maratonas em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984, pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú pela BR 101 no ano de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de Mata de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas corridas citas sem ter apoio financeiro das prefeituras citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive nas duas Maratonas Internacionais houve apoio da Copene no translado Salvador Rio de Janeiro e vice versa, ajuda na estádia), sendo passagens de ida e volta a custo do atleta, e trabalhava das 8 horas as 17 horas e compensava os dias da estadia em New York (5 dias em 1984 e 1986).
CORREU UM "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE DE SALVADOR, COM 37 KM, EM 1987
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GAMALIEL CHAGAS - RESUMO DAS PRINCIPAIS CORRIDAS:
O MARATONISTA BAIANO DE 1984 - BICAMPEÃO DOS 10 E 5 MIL METROS NA PISTA DA FONTE NOVA 1983/84.
2 MARATONAS INTERNACIONAIS /CIDADE DE NOVA YORQUE
PENTACAMPEÃO MATENSE DE VETERANOS / CORRIDA RÚSTICA DO BOMFIM DE MATA DE SÃO JOÃO, NA DÉCADA DE 2000.
15 MARATONAS COMPETIDAS - COMPETIÇÃO NO ATLETISMO BAIANO BRASILEIRO, EM 6 ESTADOS DO BRASIL! 5 MARATONAS NO RIO E JANEIRO, 2 EM BRASILIA, 2 SÃO SILVESTRES EM SÃO PAULO, ANOS 1983/84. VÁRIAS ELIMINATÓRIAS BAIANA DA S. SILVESTRE NA DÉCADA DE 1980.
COMPETIU:
01 MARATONA EM SÃO PAULO, 01 EM JOÃO PESSOA, 30 KM DE SÃO CRISTÓVÃO A ARACAJU EM 1985, 2 MARATONAS EM BRASILIA.
COMPETIÇÃO 3 OLIMPÍADAS DO POLO PETROQUÍMICO DE CAMAÇARI ONDE FOI BICAMPEÃ, COMPETIU NOS CITADOS JOGOS, NOS 10M, 1.500M, 5 E 10 MIL METROS, ALÉM DE 28 HM DE CAMAÇARI A PRAÇA ACM IDA E VOLTA, QUANDO FICOU EM 5º LUGAR ANO 1982.
COMPETIU DEZENAS DE CORRIDAS EM SALVADOR E CIDADES DO INTERIOR DA BAHIA, CONQUISTANDO MEDALHAS E TROFÉUS....
NESSE PERÍODO TRABALHAVA DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, TREINAVA DAS 17H40 ÁS 20H30 DA NOITE. E FIM DE SEMANAS.
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Curso de Comunicações Verbais
(Um dos melhores do Brasil/S. aulo com credenciamento}
No ano de 1985 Gamaliel iniciou o curso de Comunicações Verbais PPD-IOB (Treinamento Programado a Distância) por correspondências tendo concluído o citado curso no dia 7/3/1986. O citado curso organizado por Oswaldo Melantonio, formado em Direito, Filosofia e Jornalismo, Oswaldo presidente de honra de várias instituições culturais dentre elas a Academia Paulista de Oratório e Academia Brasileira de Comunicações Verbais. O curso de Comunicações Verbais teve a duração de 6 meses equivalente a 100 horas/ aula e credenciado pelo CFMO 097.
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Oswaldo Melantonio realizou vários cursos complementares no exterior e no ano de 1986 fazia 35 anos se dedicando exclusivamente as Comunicações Verbais; inicialmente, oratória formal e informal para líderes políticos e religiosos. Nos últimos anos Oswaldo especializou-se na área de comunicações dos executivos, objetivando a melhoria da produtividade pela eficiência da comunicação.
PERSONALIDADES EXPOENTES DAS COMUNICAÇÕES VERBAIS
Várias personalidades de Top da Política Executivos, da Oratória Geral, Locutores Esportivos, a exemplo de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia Jânio Quadros, Franco Motoro e outros expoentes que realizaram este magnífico curso, amplo usando as técnicas da Grécia antiga, a exemplos de formidáveis gênios da Comunicação, oratória da Grécia Antiga,celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles Demóstenes Cícero, este considerado como um dos maiores gênios nas Comunicações verbais da Grécia e do Mundo, chegando ao ponto de governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória de convencimento, resumindo era um " Um Gênio Abençoado da Oratória das Comunicações Verbais!".
Conteúdo do curso
Introdução, exposições práticas, técnicas da comunicação dos executivos, educação da voz, expressão corporal, figuras de estilos, dez qualidades básicas do executivo, práticas de comunicações verbais e práticas de oratória
De modo especial, Oswaldo realiza treinamentos para as lideranças dos principais escalões das grandes organizações privadas e publicas. O citado curso já treinou grandes personalidades de diversos seguimentos sociais a exemplo de Franco Motoro, Osmar Santos, narrador esportivo no estado de São Paulo, Jânio Quadros que foi Presidente da República de 31/1/1961 renunciando o governo em 25/8/1961, foi prefeito de São Paulo nas décadas seguintes.
Jânio Quadros nasceu em Campo Grande, (Mata Grosso do Sul) no ano de 1917 e faleceu no ano de 1992 em São Paulo e outros não citados. IOB – Cursos de Legislação Empresarial Ltda – CGC 47.677.810/0002-21, credenciado no CFMO 097, com endereço na Avenida Marques... Asa Branca – SP


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