EUA vencem Espanha e mantêm supremacia com o sexto ouro seguido
Seleção americana feminina de basquete encerra campanha na Rio 2016 com 101 a 72 no placar da decisão e amplia para 49 a sequência de vitórias em Olimpíadas
No dia em que a invencibilidade da seleção feminina de basquete dos Estados Unidos em Olimpíadas terminar, certamente a Rio 2016 será um dos mais belos capítulos da história escrita por essa equipe. Contra a Espanha, neste sábado, na Arena Carioca 1, as americanas conquistaram o sexto ouro consecutivo e aumentaram para 49 o número de vitórias seguidas em Jogos Olímpicos - que já dura desde a disputa pelo bronze em Barcelona 1992. O placar de 101 a 72 confirmou o que muitos davam como certo antes de a Olimpíada começar: americanas no lugar mais alto do pódio olímpico.
E se a Rio 2016 será lembrada pelas medalhas de ouro de Usain Bolt, Michael Phelps e Simone Biles, é possível incluir no grupo Diana Taurasi, Sue Bird e Tamika Catchings, que chegaram ao quarto título de Jogos Olímpicos e devem se aposentar da seleção americana sem jamais terem sido vencidas em um único jogo de Olimpíadas. Elas agora deixam a equipe nas mãos de jovens como Elena Delle Donne (26), Brittney Griner (25) e Breanna Stewart (21) que conquistam sua primeira medalha olímpica e têm a missão de manter a invencibilidade. Breanna, por exemplo, sequer havia nascido na última derrota das americanas em Jogos Olímpicos, na semifinal de 1992, para uma seleção que combinava jogadoras das ex-repúblicas soviéticas.
Agora, as americanas igualaram a equipe masculina de hóquei da Índia, que venceu seis edições seguidas de Jogos Olímpicos, de 1928 a 1956, e estão a uma medalha de ouro do time masculino de basquete dos Estados Unidos, campeão em todas as edições de 1936 a 1968.
Americanas não deram chance para a Espanha sonhar com o ouro na decisão (Foto: Reuters/Jim Young)
– Fizemos algo incrível. Quando estamos juntas como um time e sabemos qual é nosso objetivo, nós lutamos muito por ele. E independentemente dos placares centenários, nós jogamos o nosso melhor. Nos esforçamos para ganhar. É um dia muito feliz e divertido para nós – disse Sue Bird, armadora e capitã da equipe americana.
Do lado espanhol, fica a sensação de dever cumprido por uma equipe que foi a melhor entre as demais e por isso terminou com a prata. Um segundo lugar inédito para uma seleção que não se classificou para Londres 2012 e jamais tinha terminado entre as quatro primeiras. Mais cedo, aSérvia bateu a França e terminou com a medalha de bronze.
A cestinha da partida foi a espanhola Alba Torrens, com 18 pontos, um a mais que Lindsay Whalen e Diana Taurasi, que anotaram 17 cada para os Estados Unidos. Mas além do placar elástico, as americanas dominaram quase todos os outros fundamentos. Foram 51 rebotes a 28, 29 assistências contra 16 e nove roubadas de bola contra cinco.
Estados Unidos e Espanha na final do basquete feminino (Foto: Chris Helgren/Reuters)
O JOGO
Apesar de o início de jogo dos Estados Unidos não ter sido dos melhores, a Espanha demorou para aproveitar. Aparentemente nervosas nos primeiros minutos, as europeias erraram muitos passes e cometeram falhas infantis no ataque. Mas com uma defesa forte e vendo que as americanas encontravam dificuldades para fazer a bola cair, as espanholas melhoraram e lideraram boa parte do primeiro quarto. Mesmo assim, foi insuficiente para terminar em vantagem. O time dos Estados Unidos começou ganhando por 21 a 17.
Espanholas se esforçaram, mas não conseguiram evitar a vitória dos Estados Unidos (Foto: Reuters/Jim Young)
A Espanha seguiu bem na partida no segundo quarto. Só que do outro lado, os arremessos de três pontos de algumas das principais jogadoras, como Maya Moore e Diana Taurasi, começaram a cair. O jogo que estava 27 a 24 para as americanas, rapidamente foi para 37 a 24. E seguiu o mesmo ritmo até o intervalo. Apesar dos esforços da espanhola Alba Torrens, com 13 pontos na primeira etapa, os Estados Unidos encaminharam a vitória com parcial de 49 a 32.
O terceiro quarto começou no mesmo ritmo. As espanholas sabiam que uma virada só seria possível caso as americanas sofressem uma pane que não acontece há 24 anos. Mais soltas em quadra, as americanas seguiam com aproveitamento alto nos arremessos, sem dar qualquer sinal de fraqueza ou cansaço. O único momento comemorado pela Espanha no período foi a cesta de três pontos de Silvia Dominguez do meio da quadra no estouro do cronômetro que deu números finais ao placar: 81 a 49.
No quarto final, com as defesas marcando com menos intensidade, o jogo ficou franco. E a Espanha aproveitou para não deixar que os Estados Unidos aumentassem ainda mais o placar e descontou três pontinhos, vencendo a parcial por 23 a 20. O placar final de 101 a 72 serviu para confirmar a incontestável campanha das, agora, hexacampeãs olímpicas.
No dia em que a invencibilidade da seleção feminina de basquete dos Estados Unidos em Olimpíadas terminar, certamente a Rio 2016 será um dos mais belos capítulos da história escrita por essa equipe. Contra a Espanha, neste sábado, na Arena Carioca 1, as americanas conquistaram o sexto ouro consecutivo e aumentaram para 49 o número de vitórias seguidas em Jogos Olímpicos - que já dura desde a disputa pelo bronze em Barcelona 1992. O placar de 101 a 72 confirmou o que muitos davam como certo antes de a Olimpíada começar: americanas no lugar mais alto do pódio olímpico.
E se a Rio 2016 será lembrada pelas medalhas de ouro de Usain Bolt, Michael Phelps e Simone Biles, é possível incluir no grupo Diana Taurasi, Sue Bird e Tamika Catchings, que chegaram ao quarto título de Jogos Olímpicos e devem se aposentar da seleção americana sem jamais terem sido vencidas em um único jogo de Olimpíadas. Elas agora deixam a equipe nas mãos de jovens como Elena Delle Donne (26), Brittney Griner (25) e Breanna Stewart (21) que conquistam sua primeira medalha olímpica e têm a missão de manter a invencibilidade. Breanna, por exemplo, sequer havia nascido na última derrota das americanas em Jogos Olímpicos, na semifinal de 1992, para uma seleção que combinava jogadoras das ex-repúblicas soviéticas.
Agora, as americanas igualaram a equipe masculina de hóquei da Índia, que venceu seis edições seguidas de Jogos Olímpicos, de 1928 a 1956, e estão a uma medalha de ouro do time masculino de basquete dos Estados Unidos, campeão em todas as edições de 1936 a 1968.
– Fizemos algo incrível. Quando estamos juntas como um time e sabemos qual é nosso objetivo, nós lutamos muito por ele. E independentemente dos placares centenários, nós jogamos o nosso melhor. Nos esforçamos para ganhar. É um dia muito feliz e divertido para nós – disse Sue Bird, armadora e capitã da equipe americana.
Do lado espanhol, fica a sensação de dever cumprido por uma equipe que foi a melhor entre as demais e por isso terminou com a prata. Um segundo lugar inédito para uma seleção que não se classificou para Londres 2012 e jamais tinha terminado entre as quatro primeiras. Mais cedo, aSérvia bateu a França e terminou com a medalha de bronze.
A cestinha da partida foi a espanhola Alba Torrens, com 18 pontos, um a mais que Lindsay Whalen e Diana Taurasi, que anotaram 17 cada para os Estados Unidos. Mas além do placar elástico, as americanas dominaram quase todos os outros fundamentos. Foram 51 rebotes a 28, 29 assistências contra 16 e nove roubadas de bola contra cinco.
O JOGO
Apesar de o início de jogo dos Estados Unidos não ter sido dos melhores, a Espanha demorou para aproveitar. Aparentemente nervosas nos primeiros minutos, as europeias erraram muitos passes e cometeram falhas infantis no ataque. Mas com uma defesa forte e vendo que as americanas encontravam dificuldades para fazer a bola cair, as espanholas melhoraram e lideraram boa parte do primeiro quarto. Mesmo assim, foi insuficiente para terminar em vantagem. O time dos Estados Unidos começou ganhando por 21 a 17.
A Espanha seguiu bem na partida no segundo quarto. Só que do outro lado, os arremessos de três pontos de algumas das principais jogadoras, como Maya Moore e Diana Taurasi, começaram a cair. O jogo que estava 27 a 24 para as americanas, rapidamente foi para 37 a 24. E seguiu o mesmo ritmo até o intervalo. Apesar dos esforços da espanhola Alba Torrens, com 13 pontos na primeira etapa, os Estados Unidos encaminharam a vitória com parcial de 49 a 32.
O terceiro quarto começou no mesmo ritmo. As espanholas sabiam que uma virada só seria possível caso as americanas sofressem uma pane que não acontece há 24 anos. Mais soltas em quadra, as americanas seguiam com aproveitamento alto nos arremessos, sem dar qualquer sinal de fraqueza ou cansaço. O único momento comemorado pela Espanha no período foi a cesta de três pontos de Silvia Dominguez do meio da quadra no estouro do cronômetro que deu números finais ao placar: 81 a 49.
No quarto final, com as defesas marcando com menos intensidade, o jogo ficou franco. E a Espanha aproveitou para não deixar que os Estados Unidos aumentassem ainda mais o placar e descontou três pontinhos, vencendo a parcial por 23 a 20. O placar final de 101 a 72 serviu para confirmar a incontestável campanha das, agora, hexacampeãs olímpicas.
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O POETA MARATONISTA!
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
(A Poesia do Corredor)
Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!
Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...
É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz, porque a corrida me faz bem.
A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.
É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...
Poesia feita em 13/02/1985
Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.
PRINCIPAIS CORRIDAS
Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador de futebol, matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu 14 maratonas em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984, pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú pela BR 101 no ano de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de Mata de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas corridas citas sem ter apoio financeiro das prefeituras citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive nas duas Maratonas Internacionais houve apoio da Copene no translado Salvador Rio de Janeiro e vice versa, ajuda na estádia), sendo passagens de ida e volta a custo do atleta, e trabalhava das 8 horas as 17 horas e compensava os dias da estadia em New York (5 dias em 1984 e 1986).
CORREU UM "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE DE SALVADOR, COM 37 KM, EM 1987
*******************************************************************************
GAMALIEL CHAGAS - RESUMO DAS PRINCIPAIS CORRIDAS:
O MARATONISTA BAIANO DE 1984 - BICAMPEÃO DOS 10 E 5 MIL METROS NA PISTA DA FONTE NOVA 1983/84.
2 MARATONAS INTERNACIONAIS /CIDADE DE NOVA YORQUE
PENTACAMPEÃO MATENSE DE VETERANOS / CORRIDA RÚSTICA DO BOMFIM DE MATA DE SÃO JOÃO, NA DÉCADA DE 2000.
15 MARATONAS COMPETIDAS - COMPETIÇÃO NO ATLETISMO BAIANO BRASILEIRO, EM 6 ESTADOS DO BRASIL! 5 MARATONAS NO RIO E JANEIRO, 2 EM BRASILIA, 2 SÃO SILVESTRES EM SÃO PAULO, ANOS 1983/84. VÁRIAS ELIMINATÓRIAS BAIANA DA S. SILVESTRE NA DÉCADA DE 1980.
COMPETIU:
01 MARATONA EM SÃO PAULO, 01 EM JOÃO PESSOA, 30 KM DE SÃO CRISTÓVÃO A ARACAJU EM 1985, 2 MARATONAS EM BRASILIA.
COMPETIÇÃO 3 OLIMPÍADAS DO POLO PETROQUÍMICO DE CAMAÇARI ONDE FOI BICAMPEÃ, COMPETIU NOS CITADOS JOGOS, NOS 10M, 1.500M, 5 E 10 MIL METROS, ALÉM DE 28 HM DE CAMAÇARI A PRAÇA ACM IDA E VOLTA, QUANDO FICOU EM 5º LUGAR ANO 1982.
COMPETIU DEZENAS DE CORRIDAS EM SALVADOR E CIDADES DO INTERIOR DA BAHIA, CONQUISTANDO MEDALHAS E TROFÉUS....
NESSE PERÍODO TRABALHAVA DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, TREINAVA DAS 17H40 ÁS 20H30 DA NOITE. E FIM DE SEMANAS.
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TOTAL DE ACESSOS MAIS DE 737 MIL ACESSOS DIA 19/04/2016
Curso de Comunicações Verbais
(Um dos melhores do Brasil/S. aulo com credenciamento}
No ano de 1985 Gamaliel iniciou o curso de Comunicações Verbais PPD-IOB (Treinamento Programado a Distância) por correspondências tendo concluído o citado curso no dia 7/3/1986. O citado curso organizado por Oswaldo Melantonio, formado em Direito, Filosofia e Jornalismo, Oswaldo presidente de honra de várias instituições culturais dentre elas a Academia Paulista de Oratório e Academia Brasileira de Comunicações Verbais. O curso de Comunicações Verbais teve a duração de 6 meses equivalente a 100 horas/ aula e credenciado pelo CFMO 097.
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Oswaldo Melantonio realizou vários cursos complementares no exterior e no ano de 1986 fazia 35 anos se dedicando exclusivamente as Comunicações Verbais; inicialmente, oratória formal e informal para líderes políticos e religiosos. Nos últimos anos Oswaldo especializou-se na área de comunicações dos executivos, objetivando a melhoria da produtividade pela eficiência da comunicação.
PERSONALIDADES EXPOENTES DAS COMUNICAÇÕES VERBAIS
Várias personalidades de Top da Política Executivos, da Oratória Geral, Locutores Esportivos, a exemplo de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia Jânio Quadros, Franco Motoro e outros expoentes que realizaram este magnífico curso, amplo usando as técnicas da Grécia antiga, a exemplos de formidáveis gênios da Comunicação, oratória da Grécia Antiga,celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles Demóstenes Cícero, este considerado como um dos maiores gênios nas Comunicações verbais da Grécia e do Mundo, chegando ao ponto de governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória de convencimento, resumindo era um " Um Gênio Abençoado da Oratória das Comunicações Verbais!".
Conteúdo do curso
Introdução, exposições práticas, técnicas da comunicação dos executivos, educação da voz, expressão corporal, figuras de estilos, dez qualidades básicas do executivo, práticas de comunicações verbais e práticas de oratória
De modo especial, Oswaldo realiza treinamentos para as lideranças dos principais escalões das grandes organizações privadas e publicas. O citado curso já treinou grandes personalidades de diversos seguimentos sociais a exemplo de Franco Motoro, Osmar Santos, narrador esportivo no estado de São Paulo, Jânio Quadros que foi Presidente da República de 31/1/1961 renunciando o governo em 25/8/1961, foi prefeito de São Paulo nas décadas seguintes.
Jânio Quadros nasceu em Campo Grande, (Mata Grosso do Sul) no ano de 1917 e faleceu no ano de 1992 em São Paulo e outros não citados. IOB – Cursos de Legislação Empresarial Ltda – CGC 47.677.810/0002-21, credenciado no CFMO 097, com endereço na Avenida Marques... Asa Branca – SP


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