Sem passar em branco! Martine Grael e Kahena garantem ouro na vela
Desde 1996, quando Robert Scheidt fez sua primeira disputa olímpica, Brasil sempre esteve presente no pódio; prata fica com a Nova Zelândia e bronze com a Dinamarca
Era a última regata da vela na Olimpíada do Rio, a chance final de medalha para o Brasil na segunda modalidade que mais rendeu pódios ao país na história dos Jogos. E não dava para passar em branco logo em casa. A redenção veio com emoção. Teve estratégia, ultrapassagem na reta final e uma atuação perfeita da dupla Martine Grael e Kahena Kunze na classe 49erFX. Na tarde desta quinta-feira, as brasileiras venceram a medal race com o tempo de 21m22s e deixaram claro que na Baía de Guanabara são elas que mandam. Uma medalha de ouro para fazer jus à fama do esporte na história brasileiro.
Foi como velejar no quintal de casa. Em uma categoria muito equilibrada, com quatro duplas chegando à regata da medalha na disputa pelo ouro, Martine e Kahena fizeram valer o fator casa. Depois de vencerem os dois eventos testes que foram realizados no local, chegaram ao dia decisivo da classe praticamente empatadas com os barcos da Nova Zelândia, Dinamarca e Espanha. E a vitória do ouro, disputada na raia do Pão de Açúcar, veio por uma diferença de apenas dois segundos. Para celebrar? Mergulho coletivo nas águas criticadas e que geraram apreensão durante todo o ciclo olímpico. Mas que garantiram ao Brasil uma sequência importante na vela: desde 1996 que o país conquista pelo menos uma medalha no esporte.
A prata ficou com a dupla da Nova Zelândia, Alex Maloney e Molly Meech, o bronze para as dinamarquesas Jena Hansen e Katja Steen Salskov-Iversen.
Martine Grael e Kahena Kunze vencem regata e garante ouro na 49erFX (Foto: REUTERS/Benoit Tessier)
A 49erFX fez sua estreia olímpica nos Jogos do Rio. Seu primeiro mundial foi em 2013 e desde então todo ano teve uma campeã diferente. Martine e Kahena venceram em 2014 - o primeiro ouro em um mundial da vela feminina do Brasil - e ganharam o primeiro evento-teste da Olimpíada. No ano seguinte alternaram vitórias e segundos lugares, mas viram as adversárias crescerem. Faturaram o segundo evento-teste e perderam o mundial de 2015 na regata da medalha para as italianas Giulia Conti e Francesca Clapcich. Este ano ficaram em sexto no mundial vencido pelas espanholas Tamara Echegoyen e Berta Betanzos.
As provas finais da vela começaram no início da tarde desta quinta-feira. No 470 feminino, o ouro ficou com a dupla eslovaca Tina Mrak e Veronika Macarol. A prata para as holandesas Afrodite Zegers e Anne Loes. O bronze ficou com a dupla da Nova Zelândia Jo Aleh e Polly Powrie. No masculino, o pódio ficou assim: Sime Fantela e Igor Marenic, da Croácia, com o ouro; Mathew Belcher e Will Ryan, da Austrália, com a prata; e bronze com os gregos Panagiotis Mantis e Pavlos Kagialis.
Na 49er Masculina, os neozelandeses Peter Burling e Blair Tuke terminaram a regata da medalha em primeiro lugar e puderam comemorar a vitória com sobras. A Austrália, com Nathan Outteridge e Iain Jensen chegou em 4º lugar e levaram a prata. O bronze ficou com os alemães Erik Heil e Thomas Ploessel, que fecharam a regata no 8º lugar.
Era a última regata da vela na Olimpíada do Rio, a chance final de medalha para o Brasil na segunda modalidade que mais rendeu pódios ao país na história dos Jogos. E não dava para passar em branco logo em casa. A redenção veio com emoção. Teve estratégia, ultrapassagem na reta final e uma atuação perfeita da dupla Martine Grael e Kahena Kunze na classe 49erFX. Na tarde desta quinta-feira, as brasileiras venceram a medal race com o tempo de 21m22s e deixaram claro que na Baía de Guanabara são elas que mandam. Uma medalha de ouro para fazer jus à fama do esporte na história brasileiro.
Foi como velejar no quintal de casa. Em uma categoria muito equilibrada, com quatro duplas chegando à regata da medalha na disputa pelo ouro, Martine e Kahena fizeram valer o fator casa. Depois de vencerem os dois eventos testes que foram realizados no local, chegaram ao dia decisivo da classe praticamente empatadas com os barcos da Nova Zelândia, Dinamarca e Espanha. E a vitória do ouro, disputada na raia do Pão de Açúcar, veio por uma diferença de apenas dois segundos. Para celebrar? Mergulho coletivo nas águas criticadas e que geraram apreensão durante todo o ciclo olímpico. Mas que garantiram ao Brasil uma sequência importante na vela: desde 1996 que o país conquista pelo menos uma medalha no esporte.
A prata ficou com a dupla da Nova Zelândia, Alex Maloney e Molly Meech, o bronze para as dinamarquesas Jena Hansen e Katja Steen Salskov-Iversen.
A 49erFX fez sua estreia olímpica nos Jogos do Rio. Seu primeiro mundial foi em 2013 e desde então todo ano teve uma campeã diferente. Martine e Kahena venceram em 2014 - o primeiro ouro em um mundial da vela feminina do Brasil - e ganharam o primeiro evento-teste da Olimpíada. No ano seguinte alternaram vitórias e segundos lugares, mas viram as adversárias crescerem. Faturaram o segundo evento-teste e perderam o mundial de 2015 na regata da medalha para as italianas Giulia Conti e Francesca Clapcich. Este ano ficaram em sexto no mundial vencido pelas espanholas Tamara Echegoyen e Berta Betanzos.
As provas finais da vela começaram no início da tarde desta quinta-feira. No 470 feminino, o ouro ficou com a dupla eslovaca Tina Mrak e Veronika Macarol. A prata para as holandesas Afrodite Zegers e Anne Loes. O bronze ficou com a dupla da Nova Zelândia Jo Aleh e Polly Powrie. No masculino, o pódio ficou assim: Sime Fantela e Igor Marenic, da Croácia, com o ouro; Mathew Belcher e Will Ryan, da Austrália, com a prata; e bronze com os gregos Panagiotis Mantis e Pavlos Kagialis.
Na 49er Masculina, os neozelandeses Peter Burling e Blair Tuke terminaram a regata da medalha em primeiro lugar e puderam comemorar a vitória com sobras. A Austrália, com Nathan Outteridge e Iain Jensen chegou em 4º lugar e levaram a prata. O bronze ficou com os alemães Erik Heil e Thomas Ploessel, que fecharam a regata no 8º lugar.
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O POETA MARATONISTA!
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
(A Poesia do Corredor)
Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!
Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...
É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz, porque a corrida me faz bem.
A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.
É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...
Poesia feita em 13/02/1985
Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.
PRINCIPAIS CORRIDAS
Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador de futebol, matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu 14 maratonas em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984, pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú pela BR 101 no ano de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de Mata de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas corridas citas sem ter apoio financeiro das prefeituras citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive nas duas Maratonas Internacionais houve apoio da Copene no translado Salvador Rio de Janeiro e vice versa, ajuda na estádia), sendo passagens de ida e volta a custo do atleta, e trabalhava das 8 horas as 17 horas e compensava os dias da estadia em New York (5 dias em 1984 e 1986).
CORREU UM "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE DE SALVADOR, COM 37 KM, EM 1987
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GAMALIEL CHAGAS - RESUMO DAS PRINCIPAIS CORRIDAS:
O MARATONISTA BAIANO DE 1984 - BICAMPEÃO DOS 10 E 5 MIL METROS NA PISTA DA FONTE NOVA 1983/84.
2 MARATONAS INTERNACIONAIS /CIDADE DE NOVA YORQUE
PENTACAMPEÃO MATENSE DE VETERANOS / CORRIDA RÚSTICA DO BOMFIM DE MATA DE SÃO JOÃO, NA DÉCADA DE 2000.
15 MARATONAS COMPETIDAS - COMPETIÇÃO NO ATLETISMO BAIANO BRASILEIRO, EM 6 ESTADOS DO BRASIL! 5 MARATONAS NO RIO E JANEIRO, 2 EM BRASILIA, 2 SÃO SILVESTRES EM SÃO PAULO, ANOS 1983/84. VÁRIAS ELIMINATÓRIAS BAIANA DA S. SILVESTRE NA DÉCADA DE 1980.
COMPETIU:
01 MARATONA EM SÃO PAULO, 01 EM JOÃO PESSOA, 30 KM DE SÃO CRISTÓVÃO A ARACAJU EM 1985, 2 MARATONAS EM BRASILIA.
COMPETIÇÃO 3 OLIMPÍADAS DO POLO PETROQUÍMICO DE CAMAÇARI ONDE FOI BICAMPEÃ, COMPETIU NOS CITADOS JOGOS, NOS 10M, 1.500M, 5 E 10 MIL METROS, ALÉM DE 28 HM DE CAMAÇARI A PRAÇA ACM IDA E VOLTA, QUANDO FICOU EM 5º LUGAR ANO 1982.
COMPETIU DEZENAS DE CORRIDAS EM SALVADOR E CIDADES DO INTERIOR DA BAHIA, CONQUISTANDO MEDALHAS E TROFÉUS....
NESSE PERÍODO TRABALHAVA DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, TREINAVA DAS 17H40 ÁS 20H30 DA NOITE. E FIM DE SEMANAS.
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TOTAL DE ACESSOS MAIS DE 737 MIL ACESSOS DIA 19/04/2016
Curso de Comunicações Verbais
(Um dos melhores do Brasil/S. aulo com credenciamento}
No ano de 1985 Gamaliel iniciou o curso de Comunicações Verbais PPD-IOB (Treinamento Programado a Distância) por correspondências tendo concluído o citado curso no dia 7/3/1986. O citado curso organizado por Oswaldo Melantonio, formado em Direito, Filosofia e Jornalismo, Oswaldo presidente de honra de várias instituições culturais dentre elas a Academia Paulista de Oratório e Academia Brasileira de Comunicações Verbais. O curso de Comunicações Verbais teve a duração de 6 meses equivalente a 100 horas/ aula e credenciado pelo CFMO 097.
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Oswaldo Melantonio realizou vários cursos complementares no exterior e no ano de 1986 fazia 35 anos se dedicando exclusivamente as Comunicações Verbais; inicialmente, oratória formal e informal para líderes políticos e religiosos. Nos últimos anos Oswaldo especializou-se na área de comunicações dos executivos, objetivando a melhoria da produtividade pela eficiência da comunicação.
PERSONALIDADES EXPOENTES DAS COMUNICAÇÕES VERBAIS
Várias personalidades de Top da Política Executivos, da Oratória Geral, Locutores Esportivos, a exemplo de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia Jânio Quadros, Franco Motoro e outros expoentes que realizaram este magnífico curso, amplo usando as técnicas da Grécia antiga, a exemplos de formidáveis gênios da Comunicação, oratória da Grécia Antiga,celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles Demóstenes Cícero, este considerado como um dos maiores gênios nas Comunicações verbais da Grécia e do Mundo, chegando ao ponto de governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória de convencimento, resumindo era um " Um Gênio Abençoado da Oratória das Comunicações Verbais!".
Conteúdo do curso
Introdução, exposições práticas, técnicas da comunicação dos executivos, educação da voz, expressão corporal, figuras de estilos, dez qualidades básicas do executivo, práticas de comunicações verbais e práticas de oratória
De modo especial, Oswaldo realiza treinamentos para as lideranças dos principais escalões das grandes organizações privadas e publicas. O citado curso já treinou grandes personalidades de diversos seguimentos sociais a exemplo de Franco Motoro, Osmar Santos, narrador esportivo no estado de São Paulo, Jânio Quadros que foi Presidente da República de 31/1/1961 renunciando o governo em 25/8/1961, foi prefeito de São Paulo nas décadas seguintes.
Jânio Quadros nasceu em Campo Grande, (Mata Grosso do Sul) no ano de 1917 e faleceu no ano de 1992 em São Paulo e outros não citados. IOB – Cursos de Legislação Empresarial Ltda – CGC 47.677.810/0002-21, credenciado no CFMO 097, com endereço na Avenida Marques... Asa Branca – SP


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