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terça-feira, 9 de agosto de 2016

SEL FEMININA BRASIL X AFRICA DO SUL, E MAIS OLIMPÍADAS E FUTEBOL BAIANO E BRASILEIRO


Terça, 09 de Agosto de 2016 - 09:47/FONTE BAHIA  NOTÍCIAS 

Esgrimistas brasileiros estreiam na espada com uma vitória e duas derrotas

A esgrima brasileira somou uma vitória e duas derrotas na primeira rodada da disputa masculina e individual da espada, nesta terça-feira, nos Jogos Olímpicos do Rio. Na Arena Carioca 3, Athos Schwantes triunfou e se classificou à segunda fase, enquanto Guilherme Melaragno e Nicolas Ferreira perderam e já estão eliminados.
Número 65 do mundo, Athos Schwantes superou o checo Jiri Beran, o 91º colocado no ranking da espada, por 8 a 6. O brasileiro fechou o primeiro período perdendo por 3 a 0, igualou o marcador em 3 a 3 no segundo. Como o empate se manteve no terceiro, sem que os esgrimistas pontuassem, foi necessário um tempo extra em que Athos Schwantes se deu melhor.
Na segunda fase, o brasileiro terá um desafio bastante complicado. O seu adversário vai ser o francês Gauthier Grumier, atual vice-campeão mundial e líder do ranking individual da espada.
Os outros dois brasileiros não tiveram sucesso nessa terça. Número 111 do mundo, Melaragno encarou o chinês Yunlong Jiao, 55º do ranking, e perdeu por 15 a 13. O revés foi de virada, pois ele fechou os dois primeiros períodos em vantagem, de 6 a 4 e 9 a 8, além de ter aberto 12 a 10 no terceiro, depois permitindo a reação do oponente.
Já Nicolas Ferreira, o número 132 do mundo, teve pela frente o venezuelano Francisco Limardo, 48º do ranking, e foi vencido por 15 a 9. Após um início equilibrado, em que fechou o primeiro período em 2 a 2, o brasileiro foi facilmente superado. O seu oponente abriu 8 a 5 ao fim do segundo e ampliou a vantagem para garantir a sua vitória.
Terça, 09 de Agosto de 2016 - 09:45

Zagueiro do Vitória alerta: 'Não podemos mais vacilar em casa'

 Zagueiro do Vitória alerta: 'Não podemos mais vacilar em casa'
Foto: Bruno Concha/ Ag. Haack/ Bahia Notícias
Como mandante, o Vitória não tem feito a “lição de casa”. Em nove partidas, o time Rubro-negro venceu quatro, empatou três e perdeu duas. O que representa um aproveitamento de 55,56%. Ciente disso, o zagueiro Victor Ramos pediu atenção redobrada contra o Santa Cruz, domingo (14), às 16h, no Barradão, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro.
 
.“Não podemos mais vacilar em casa. Precisamos vencer o Santa Cruz para começar bem o segundo turno. Sabemos que será uma partida complicada, pelo momento deles também, mas temos que partir com tudo para conquistar os três pontos. Precisamos nos afastar de vez da zona de rebaixamento”, disse.
 
Kanu ainda garantiu que não faltará empenho para a equipe subir na tabela. Atualmente, o Leão tem 22 pontos e ocupa a 14ª posição.
 
“Vamos lutar para melhorar nosso aproveitamento no campeonato neste segundo turno. A Série A está muito equilibrada e só tem jogo complicado. Precisamos fazer uma boa sequência agora para melhorar nossa posição na tabela de classificação o quanto antes”, finalizou.
Terça, 09 de Agosto de 2016 - 09:45

Omissão de Neymar é vista como fator que agrava crise da seleção olímpica

A omissão de Neymar está agravando a crise na seleção brasileira olímpica. Capitão do time, o atacante simplesmente não tem tomado a iniciativa de liderar e defender os jogadores, e também a comissão técnica, diante do mau momento da equipe, que empatou as duas primeiras partidas do torneio masculino de futebol da Olimpíada. O jeito personalista do jogador do Barcelona começa a ser visto como um sinal de que só se preocupa com ele próprio.
Nesta terça-feira, véspera do jogo decisivo contra a Dinamarca, será o meia Renato Augusto quem dará entrevista. Ou seja, quem falará pelo grupo. Ele é o mais experiente jogador do elenco e, apesar de ter sido bastante vaiado nas duas partidas realizadas até agora, não tem se omitido. Dá explicações, defende todos os jogadores - inclusive o próprio Neymar -, enfim, põe a cara para bater.
Já Neymar se omite. Depois do jogo com o Iraque, ele preferiu o silêncio e coube a jogadores bem menos experientes, além de Renato Augusto, dar explicações.
No grupo há quem entenda que quem deveria falar com os jornalistas nesta entrevista de véspera do jogo seria o capitão. Também o discurso adotado pelo jogador na única vez que atendeu a imprensa até agora - de que assumia a responsabilidade de liderar a seleção dentro e fora do campo e iria assumir toda a pressão para deixar os jovens companheiros à vontade - começa a ser interpretado como uma jogada de marketing, algo da boca pra fora.
Além disso, Neymar está mal física e tecnicamente e não tem feito dentro de campo a diferença que se esperava.
O jogador do Barcelona também começa a ser visto com desconfiança pela direção da CBF. Está praticamente decidido que ele perderá a braçadeira de capitão na seleção principal. O técnico Tite quer outro jogador na função e tem o aval dos superiores, entre eles o presidente Marco Polo Del Nero.
Terça, 09 de Agosto de 2016 - 09:00

Ingrid Oliveira refuta rótulo de musa: 'Isso ofusca meu lado como atleta'

por Estadão Conteúdo
Ingrid Oliveira refuta rótulo de musa: 'Isso ofusca meu lado como atleta'
Foto: Reprodução/Instagram
Os dez metros que separam a plataforma e a piscina no Maria Lenk já foram percorridos por Ingrid Oliveira e Giovanna Pedroso incontáveis vezes. Mas nesta terça-feira, a partir das 16 horas, o salto não vale mais só como treino e as donas da casa precisam mostrar sincronia para brilhar nos Jogos Olímpicos do Rio.
Prata nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, a dupla brasileira da plataforma 10 metros dos saltos ornamentais será a terceira a se apresentar na competição. Os holofotes estarão novamente apontados para Ingrid. Em 2015, a atleta ganhou projeção nacional por uma foto publicada nas redes sociais. Se na época a popularidade como "musa do Pan" não a incomodou, a história é um pouco diferente hoje.
"Isso de musa ofusca meu lado como atleta. Eu sou medalhista pan-americana, ganhei prata e ninguém vê isso. Fico meio frustrada", desabafa. E completa: "Vejo as redes sociais de uma outra forma, negócio mais como forma de divulgar meu trabalho."
O assédio sobre Ingrid deixa Giovanna mais à sombra, o que a garota acha ótimo. "A atenção ficar mais nela do que em mim é até bom, não gosto muito disso." Apesar de parecer a mais introvertida da dupla, a saltadora vê semelhanças com a companheira. "Eu sou muito parecida com a Ingrid, no jeito de falar e de rir. Acho que essas coisas vão mais para ela porque eu sou menor de idade", afirma.
Com 17 anos, Giovanna é uma das caçulas do Time Brasil. No Rio, a jovem terá o apoio da família. Já Ingrid não verá na arquibancada quem ela mais gostaria, a mãe, que já faleceu. Só de pensar na ausência, os olhos da atleta enchem de lágrima. Mas ela diz estar preparada para o que vier com sua "irmã" ao lado.
Giovanna e Ingrid se apelidaram dessa forma pela cumplicidade que criaram ao longo do tempo, tornando-se praticamente da mesma família. Assim como qualquer relação entre irmãos, os desentendimentos são comuns. E, na reta final da preparação olímpica, as saltadoras ficaram "um bom tempo" sem se falar. O motivo? Nenhuma das duas quis revelar.
"A gente teve um problema porque temos temperamentos muito diferentes. De vez em quando a gente se estranha e sempre nos resolvemos muito rápido, mas dessa vez demorou bem mais. A gente ficou sem se falar por bastante tempo", conta Ingrid. Giovanna ficou bastante sentida com a ruptura e acrescentou que a reconciliação foi um alívio para ela.
"Foi difícil, eu gosto bastante da Ingrid. Para mim, foi ruim ficar esse tempo todo sem conversar. Eu sempre tive ela do meu lado para tudo e, do nada, não tinha mais. Ela é para mim uma irmã mais velha, desde que a gente se conhece, se chama de irmã, a gente criou uma amizade muito forte", disse.
Giovanna e Ingrid garantem que o conflito ficou no passado e acreditam que o fato não vai atrapalhar o desempenho da dupla na Olimpíada. Durante esse período turbulento, trataram-se apenas "no profissional", contando bastante com o auxílio dos treinadores.
Ingrid se diz mais madura hoje e, no individual, no dia 17 de agosto, deve repetir o salto que lhe deu nota zero, para apagar de vez aquela lembrança do duplo e meio de costas carpado. A atleta teve um ano para digerir a decepção e analisa que a mudança de piscina aberta para fechada a deixou insegura e a música alta do nado sincronizado, na piscina ao lado, tirou sua concentração.
"Eu estava fazendo uma preparação para ele, um trabalho psicológico, um trabalho de base, agora o salto está bem mais seguro, estou treinando bem mais e estou mais confiante. Espero que dê tudo certo", torce.
Terça, 09 de Agosto de 2016 - 08:35

Rafaela Silva confirma influência do 'fator casa' na sua carreira

por Estadão Conteúdo
A família costuma dizer que Rafaela Silva sempre teve "algo diferente", referindo-se à capacidade de acumular vitórias em seus primeiros anos de judô. "Ela ganhava todas", garante a irmã, Raquel. Mas talvez a maior diferença da agora campeã olímpica esteja em sua capacidade de aproveitar o fator casa. Foi no Rio, onde nasceu, que Rafaela conquistou suas duas maiores glórias: o título mundial em 2013 e agora a medalha de ouro olímpica.
A própria Rafaela confirma que competir em casa motiva ainda mais. "No Mundial, eu estava perdendo a segunda luta quando teve uma interrupção. Olhei para a torcida e pensei que não podia decepcionar o pessoal. Aí reagi e acabei campeã."
Rafaela Silva admitiu que energia da torcida contou positivamente
O mesmo aconteceu agora, nos Jogos do Rio. "No primeiro dia do judô eu vim assistir às lutas. Quando os brasileiros entravam, as pessoas batiam o pé e a arquibancada mexia. Eu não via a hora de lutar", afirmou.
O fator casa ficou ainda mais forte na tarde de terça-feira. Isso porque enquanto Rafaela Silva despachava uma a uma suas oponentes na Arena Carioca 2, o pai Luiz Carlos, a mãe Zenilda e a irmã Raquel engrossavam o coro da torcida na arquibancada. Mas ver a filha brilhar no tatame nem sempre foi algo possível para eles.
"Comecei a acompanhar quando ela tinha 5 anos, mas eu não ia muito. Trabalhava e quem ia era a mulher. Às vezes eu queria, mas não tinha dinheiro. Ela lutava muito em Niterói, tinha que pagar a van e só tinha dinheiro para pagar para um", recorda Luiz Carlos.
Ele trabalha dirigindo um pequeno caminhão, ajudando com mudanças e fretes. Zenilda tem um armazém junto à casa onde moram, na Freguesia de Jacarepaguá. O local é perto da Cidade de Deus, comunidade onde Rafaela cresceu e de onde a família se mudou em 2000.
Antes da final olímpica, Luiz Carlos desceu a arquibancada e foi fumar um cigarro do lado de fora da arena. Não escondia a ansiedade, mas já se dizia realizado mesmo sem saber a cor da medalha. "Se morrer amanhã, morro feliz pra caramba. Sempre torci para ela ganhar uma medalha olímpica", afirmou.
Com a confirmação do ouro, a irmã foi às lágrimas. "Desde pequena ela sempre teve o dom. Ela ganhava todas as competições. A gente via que tinha algo diferente nela", diz Raquel, enquanto caminhava apressadamente para encontrar a nova campeã olímpica. "A Rafaela é um orgulho pra família, pro nosso projeto no Instituto Reação e pra nossa comunidade da Cidade de Deus. Foi de lá que a gente saiu e ela é espelho para as crianças", comenta.
Terça, 09 de Agosto de 2016 - 08:30

Após entrega das medalhas, atleta de Rugby do Brasil é pedida em casamento por voluntária

por Edimário Duplat
Após entrega das medalhas, atleta de Rugby do Brasil é pedida em casamento por voluntária
Foto: Reprodução/Twitter
Depois da coroação da Austrália como primeira campeã olímpica do Rugby Sevens feminino, um ato de amor marcou a despedida da modalidade nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016. Nesta segunda-feira (9), a atleta do Brasil, Isadora Cerullo, foi pedida em casamento pela sua namorada, Marjorie Enya, que trabalha como voluntária do torneio na capital carioca.

As atletas ainda estavam no gramado quando Marjorie solicitou o microfone e fez o pedido para a jogadora, que aceitou e trocou beijos com a sua parceira. Sem um anel, a voluntária amarrou uma faixa nos dedos da atleta e recebeu os parabéns das pessoas presentes no local.

O Brasil terminou a competição em nono lugar ao vencer o Japão por 33 a 5. 
Terça, 09 de Agosto de 2016 - 08:20

Comitê Rio-2016 não tem dinheiro para Jogos Paralímpicos, diz coluna

Comitê Rio-2016 não tem dinheiro para Jogos Paralímpicos, diz coluna
Foto: Reprodução / Rio 2016
O Comitê Rio-2016, responsável pelos jogos Olímpicos e Paralímpicos, não têm dinheiro para a competição esportiva de setembro. A situação piora por causa da arrecadação com a venda de ingressos, que é pouco maior do que zero. De acordo com a coluna de Lauro Jardim, em O Globo, o comitê busca por um megapatrocinador para investir no evento. Os Jogos Paralímpicos acontecem entre 7 e 18 de setembro. O Brasil deverá competir em 22 modalidades, com 278 atletas. 
Terça, 09 de Agosto de 2016 - 08:20

Comportamento efusivo do torcedor brasileiro surpreende atletas do Rio-2016

por Estadão Conteúdo
Comportamento efusivo do torcedor brasileiro surpreende atletas do Rio-2016
Foto: Reprodução/SporTV
Quando compraram ingressos para os Jogos Olímpicos, os brasileiros escolheram estar na arquibancada, não na plateia. Seja em partidas das principais equipes do País, em duelos entre estrangeiros ou em modalidades sem tradição no Brasil, o que se vê no Rio é a participação ativa da torcida. Ser só um espectador não é opção.
Nem sempre essa reação agrada aos estrangeiros. Em algumas modalidades, existe um código branco de conduta que nem sempre é respeitado. Em esportes como tênis de mesa e tiro com arco, o público é formado majoritariamente por pessoas que estão tendo o primeiro contato com uma competição de alto rendimento da modalidade. Ao chegar ao estádio de canoagem slalom, na última segunda-feira, a publicitária paulistana Mariana Sampaio não tinha ideia de como se comportar. "Acho que a gente tem que gritar ‘Brasil’, incentivar. E vaiar também".
No "País do futebol", a referência é o comportamento nos estádios. "Esperamos que um dos legados desse evento seja o aprendizado no que se refere a outros esportes", avaliou Mario Andrada, diretor de Comunicações da Rio-2016.
O clima de arquibancada começa a ser construído na hora em que o torcedor escolhe a roupa que vai usar. A advogada Leila Karl decidiu vestir a camisa do Flamengo. "Todas as pessoas que vêm de fora devem saber que o Rio de Janeiro é do Flamengo". Vilson Valdemar Mantey queria demonstrar dois orgulhos diferentes. "Gosto de mostrar que sou torcedor do Grêmio e que sou gaúcho", afirmou o comerciante.
Há também quem tente atrapalhar o rival. A equipe de tiro com arco do Brasil viveu uma situação constrangedora. Na disputa das oitavas de final contra a China, a torcida brasileira gritava para atrapalhar os rivais - uma gafe esportiva que os chineses não quiseram comentar. "Esse é o jeito de o brasileiro torcer. Nós somos assim", disse o técnico Evandro França.
No tiro, não há o que impeça alguém de fazer isso. Na final em que Felipe Wu ganhou a prata, russos soavam cornetas na tentativa de desconcertar os rivais. “Chegou a atrapalhar, mas eles estão no direito deles. Já teve competição que eles levaram até bumbos”, contou o brasileiro.
Quando o duelo é em esporte coletivo e entre estrangeiros, a preferência é pelo mais fraco. No duelo entre Senegal e Estados Unidos pelo basquete feminino, por exemplo, os gritos de incentivo para o time africano incluíram um "eu acredito" quando a diferença no placar já era de mais de 50 pontos.
IMPLICÂNCIAS - Se argentinos estão em quadra, a torcida está contra - como ocorreu no jogo de handebol entre Argentina e Suécia. A goleira americana Hope Solo, que reclamou de disputar a Olimpíada em um país onde poderia contrair o vírus da zika, passou a ouvir gritos irônicos: "olê, olê, olê, olá, zika, zika." Na natação, a equipe russa do revezamento 4 x 100 metors livre foi vaiada quando teve a entrada anunciada e mostrada no telão do Estádio Aquático, uma reação da torcida ao escândalo de doping que culminou com ao banimento da maioria da delegação russa dos Jogos.
A criatividade tem sido vista com frequência na adaptação dos gritos de estádios de futebol. "Olê, olê, olê, olá, Bellucci e Sá", cantava a torcida que esteve na vitória contra os irmãos Murray, no tênis. Na esgrima, o “Uh, vai morrer. Uh vai morrer” virou: “Uh, fura ele. Uh, fura ele.” Na manha de segunda-feira, durante a disputa do judô, a torcida criou o grito “Pooooombo” para o judoca Alex Pombo, que acabou eliminado.
Esse apoio chega até os atletas brasileiros, que têm se impressionado com a recepção. Felipe Wu comemorou a prata afirmando que não teria chegado lá sem o apoio. Até quem tem na bagagem a maior coleção de medalhas olímpica se surpreende. “Tinha tanto entusiasmo vindo da torcida que era possível sentir durante a prova. Eu não sei se já ouvi algo parecido com isso”, comentou Michael Phelps, após sua primeira conquista no Rio.
VAIAS - Na Arena do Vôlei de Praia, as vaias são o método favorito do público para “secar” o saque dos adversários do Brasil. As checas Hermannova e Slukova sofreram na estreia contra Ágatha e Bárbara. Nos jogos sem brasileiros, os torcedores acabam escolhendo um lado e aí tome vaia para quem não caiu em suas graças. Quando a temperatura sobe no “caldeirão” de Copacabana, os locutores chegam a pedir moderação aos torcedores.
No Maracanãzinho, durante o vôlei, a proximidade das arquibancadas favorece o contato dos torcedores com os atletas. Vaias para adversários dos brasileiros foram comuns nos dois primeiros dias de competição no ginásio carioca, sem maiores incidentes.
Por mais que não aceite ser espectador, o brasileiro quer ver espetáculo. E quem oferece isso é recompensado. Argentino, Del Potro eliminou da Olimpíada o sérvio Djokovic, adotado pelos brasileiros. Ao fim da partida de domingo, em que teve a torcida contrária o tempo todo, foi aplaudido de pé por pelo menos um minuto. Na última segunda, a torcida já estava contra ele de novo.
Terça, 09 de Agosto de 2016 - 08:05

Seleção masculina de rúgbi começa trajetória no Rio-2016 com a cabeça no lugar

por Estadão Conteúdo
O Brasil começa nesta terça-feira, às 13h30, um desafio contra uma "missão impossível" nos Jogos Olímpicos. O País terá pela frente no torneio de rúgbi sevens um grupo complicado, com Fiji (o adversário na estreia), Estados Unidos e Argentina, todos países com mais tradição na modalidade. Para tentar reverter esse quadro, entretanto, o que não faltará será motivação. O trabalho de levantar o ânimo do time na Olimpíada do Rio ficou com Giuliano Passini, ex-jogador do time e que atualmente trabalha com a ONG que idealizou, a ALMA Rúgbi. Durante a preparação, foram três encontros, cuja esperança é que os resultados sejam revertidos em campo.
"Depois da primeira reunião eles entraram em um treino e eu fiquei no assistindo. Assim que saiu do treino o Lucas Tanque (capitão da seleção brasileira) falou que sentiu diferença e esse foi um comentário recorrente nesses três semanas. Eles estavam mais focados, mais pró-ativos e fora do treino passaram a conhecer melhor um ao outro", afirma Passini.
Motivar um time que sabe que irá enfrentar três adversários tecnicamente superiores foi o grande desafio. Apesar do trabalho em campo não ter sido o foco da ação motivacional, a esperança é que com apoio da torcida e focados, a seleção consiga superar os desafios iniciais.
"Difícil é. Obvio, acho que o Brasil caiu no grupo mais difícil. Se já não era fácil o sorteio não ajudou. Mas o Brasil já ganhou da Argentina, já ganhou dos EUA, só nunca ganhou de Fiji. E o jeito é fazer o que está ao alcance de cada um deles para que no último minuto estejamos em pé de igualdade. Foi a única coisa que falei de resultado e acho que eles concordaram com isso. trabalhar a cada minuto, cada posse de bola, cada defesa para se manter competitivo. É o que está no nosso circulo de influência", conta Giuliano.
CRESCIMENTO - Para ele, a importância da participação brasileira na Olimpíada pode ser maior que o resultado conquistado dentro de campo. O esporte tem crescido no Brasil. Os últimos jogos de rúgbi no estádio do Pacaembu chegaram a reunir um público de 10 mil pessoas.
"É importante esse momento, porque não é só quem é do rúgbi que assiste. A gente tem a possibilidade de dar o exemplo que o rúgbi traz do Brasil inteiro e do mundo. Vai ter gente vendo que nunca ouviu falar em rúgbi", completa o ex-jogador.
Terça, 09 de Agosto de 2016 - 07:50

Judô canalizou agressividade de Rafaela Silva, diz treinador

por Estadão Conteúdo
Judô canalizou agressividade de Rafaela Silva, diz treinador
Foto: Divulgação/Rio 2016
Rafaela Silva sempre foi considerada uma atleta agressiva, mas ninguém diria isso se a visse pela primeira vez na última segunda-feira entre o momento em que deixou o tatame e se encaminhou para o vestiário, onde iria se preparar para a cerimônia de entrega de medalhas. No caminho, encontrou Geraldo Bernardes, seu primeiro técnico no Instituto Reação, e lhe deu um demorado e afetuoso abraço. Foi ele quem começou a transformar a menina agressiva em uma campeã de reconhecimento mundial.
Bernardes foi a cinco Olimpíadas e, nos Jogos do Rio, treina os judocas da equipe de refugiados do Comitê Olímpico Internacional. Ele lembrou como iniciou a trajetória de Rafaela no esporte que a consagrou. "Desde que ela começou comigo, aos 8 anos de idade, ela tinha muita agressividade. Ela vinha de uma comunidade onde 'a bola é minha e ninguém chuta', e acabou com 'a pipa é minha, eu pulo o muro, eu dou na cabeça dos outros'", recorda.
O treinador vai além. "Vi desde o início que era muito importante se eu conseguisse canalizar essa agressividade para o judô. Um dia eu vi ela sentada com a Raquel (irmã) e falei que iria colocá-las na seleção brasileira. Eu tinha ido a algumas Olimpíadas, e com o conhecimento que tinha, eu estava vendo um diamante bruto aí. Foi o que aconteceu."
Transformar Rafaela em uma judoca internacional não se resumiu aos ensinamentos no tatame. "O professor Geraldo foi a pessoa que acreditou em mim. Quando comecei no judô, ele pegava o cartão de crédito escondido da esposa para pagar minhas viagens e alimentação”, conta a judoca. “Tudo o que ele fez por mim agora eu posso pagar com a medalha."
O reconhecimento da atleta ao professor é imenso. Aos poucos, aquele diamante bruto foi sendo lapidado e toda a energia de Rafaela foi canalizada para o tatame. Na segunda-feira, ela confessou que sentia que suas adversárias estavam com metade da energia que tinham, pois parecia que a torcida estava diminuindo suas rivais. Na verdade, era a brasileira que se agigantou diante das dificuldades.
Com o ouro olímpico, o treinador agora tem a sensação de dever cumprido e está satisfeito. "Tem gente que tem as homenagens quando morre. As minhas estão acontecendo comigo ainda vivo."
Terça, 09 de Agosto de 2016 - 07:45

Com promoção, Vitória inicia venda de ingressos para jogo contra Santa Cruz

Com promoção, Vitória inicia venda de ingressos para jogo contra Santa Cruz
Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias
A venda de ingressos para o jogo entre Vitória e Santa Cruz, domingo (14), às 16h, no Barradão, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro, já começou.

Pela internet, o preço é promocional. O ingresso de arquibancada é oferecido por R$ 25, enquanto o de cadeira custa R$ 35. Após finalizar a compra on-line, será gerado um voucher. O torcedor terá que imprimir e trocar pelo ingresso em qualquer ponto de venda oficial. No dia da partida, a troca será realizada nas bilheterias do Barradão no guichê 5.

Nos pontos físicos, o ticket de arquibancada custa R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia), enquanto o setor de cadeira é vendido por R$ 80.

Com 22 pontos, o Vitória ocupa a 14ª posição na tabela do Campeonato Brasileiro.
 
Valores (venda física):
 
Arquibancada - R$ 60/30
Cadeira - R$ 80/40
Promocional infantil (7 a 12 anos) - R$ 10 (arquibancada) e R$ 20 (cadeira)
Visitante - R$ 60/30
 
Terça-feira, quarta, quinta, sexta e sábado (9 a 13 de agosto) - 9h às 17h - Torcidas do Vitória e visitante
 
Bilheterias do Barradão
Loja do Leão - Shopping Capemi
Loja do Leão - Shopping Lapa
Loja Estação Rubro-Negra - Shopping Paralela
Loja Planeta Vitória - Shopping Pituba Open Center, em frente ao Colégio Integral
Internet - 24h
 
Domingo (14 de agosto) - 10h às 17h - Torcidas do Vitória e visitante
 
Bilheterias do Barradão
Terça, 09 de Agosto de 2016 - 07:45

Xodó na natação, atleta de Gana de 14 anos já sonha com os Jogos de 2020

por Estadão Conteúdo
A natação nos Jogos Olímpicos não é feita apenas de recordes mundiais, grandes estrelas e desempenhos fantásticos. Há espaço também para pessoas que, mesmo não conseguindo marcar os melhores tempos do mundo, chamam a atenção por sua história de vida. É o caso de Kaya Adwoa Forson, de apenas 14 anos, que foi aplaudida por todo Estádio Aquático Olímpico na segunda-feira após competir nos 200 metros livre.
O tempo da garota, de 2min16s02, é 21 segundos mais lento que da estrela norte-americana Katie Ledecky. Mesmo na última colocação e fora da disputa, ela festejou a chance. "Tenho 14 anos e essa é uma experiência única na vida. Foi uma das maiores que tive até agora e espero continuar treinando para poder voltar aos Jogos Olímpicos de 2020, em Tóquio. De preferência ao lado da minha irmã Zara", afirmou.
Ela representa Gana - é a única nadadora do país no Rio de Janeiro -, mas nasceu no Canadá. Ela aproveitou a oportunidade para nadar pela nação de seus avós e confessa que adorou a experiência. "Sou muito sortuda por poder fazer isso com essa idade. Acho que isso pode mostrar a todo mundo - especialmente às mulheres de Gana - que tudo é possível. Não importa sua idade", disse.
Kaya aprendeu a nadar no Caribe, onde morou por dez anos. "Sempre amei a água. Quando tinha três anos de idade, meu pai me jogava na piscina, e eu passava horas ali. Nós vivíamos numa pequena ilha, e nadar ali era uma parte da cultura. Nós tínhamos de nadar. Foi algo natural", conta.
A experiência no Rio está sendo incrível para a adolescente, mas só falta uma coisa para ela ser completa: um encontro com Michael Phelps. "Eu vi ele e foi incrível, mas ainda não cheguei perto o suficiente para tirar uma selfie. Também gosto da Missy Franklin e da Katie Ledecky, que é incrível porque ganhou uma medalha de ouro quando era um ano mais velha do que eu. Ela me inspira a sonhar com isso."
Terça, 09 de Agosto de 2016 - 07:40

Descontrole na Olimpíada fará Neymar deixar de ser capitão na seleção principal

por Estadão Conteúdo
Descontrole na Olimpíada fará Neymar deixar de ser capitão na seleção principal
Foto: Rafael Ribeiro/CBF
O mau desempenho da seleção olímpica do Brasil vai ter reflexos na seleção principal. Uma das consequências é que Neymar não deverá ser mantido como capitão. O descontrole do atacante no jogo com o Iraque praticamente selou a perda da patente. O técnico Tite não o quer com a faixa e tem respaldo de dirigentes da CBF e do presidente Marco Polo Del Nero.
No último domingo, Neymar passou o jogo batendo boca com jogadores iraquianos, algumas vezes trocou empurrou e discutiu bastante com o juiz da partida. Além disso, em determinado momento chutou a bola para longe, de bico, irritado com o fato de o jogo ter sido parado para atendimento a um adversário após falta feita por Renato Augusto.
Naquela altura do jogo, os brasileiros estavam irritados tanto com a violência como com a "cera" da seleção do Iraque. No entendimento de dirigentes da CBF, caberia ao capitão tentar acalmá-los e não mostrar descontrole por meio de um gesto que trouxe ainda mais nervosismo.
“Ele é fora de série, mas ainda não tem maturidade para ser capitão. Ainda não tem a experiência de um Cristiano Ronaldo, por exemplo", disse ao Estadão.com um dirigente com trânsito na cúpula da CBF.
O assunto da retirada da faixa será tema de discussão antes de os jogadores se apresentarem para os duelos com Equador e Colômbia, em setembro, pelas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2018. Mas é considerado decidido.
Na entidade, a decisão de Dunga de elevar Neymar à condição de capitão ao reassumir a seleção, após a Copa do Mundo de 2014, foi considerada um erro. Avaliam até como bem-intencionada a iniciativa do ex-treinador, mas que se mostrou precipitada.
Os constantes cartões amarelos que recebeu desde então, a maioria por reclamação, e o descontrole após da partida contra a Colômbia na Copa América em 2015, quando acabou expulso por cair na provocação dos adversários e depois partiu para cima do juiz são sempre lembrados na CBF.
Tite gostaria de ter como capitão o goleiro Fernando Prass, mas a contusão do palmeirense atrapalhou os planos. O zagueiro Thiago Silva, que exerceu o posto no passado e deve ser resgatado pelo treinador, é tido como candidato natural.
Terça, 09 de Agosto de 2016 - 07:30

Rio 2016: Após vencer Djokovic, Bruno Soares descarta favoritismo no tênis de duplas

por Edimário Duplat
Rio 2016: Após vencer Djokovic, Bruno Soares descarta favoritismo no tênis de duplas
Foto: Thiago Bernardes/Estadão Conteúdo
Após derrotar a dupla sérvia formada por Novak Djokovic e Nenad Zimonjic por 2 a 0, o brasileiro Bruno Soares descartou qualquer tipo de favoritismo na luta pelas medalhas no tênis. Ao lado de Marcelo Melo, o atleta afirmou que existem muitas duplas com chance de chegar à final da modalidade nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016.

"Você pega a lista, e vê 15 duplas com chances de medalha, então temos que ir passo a passo, focados no objetivo. Temos que jogar nosso melhor, independente de quem vier pela frente", afirmou o tenista após a partida, que também agradeceu ao apoio do público e acredita na força da torcida para empurrar a dupla.

"Acho que se a torcida está gritando isso, é porque eles acreditam na gente. Temos que usar isso para o lado positivo. Se eles não estivessem acreditando, não falariam isso. A gente tem que buscar essa energia. Eles confiam na gente, e nós temos que jogar nosso melhor", completou.

Melo e Soares encararão nas quartas de final os romenos Florin Mergea e Horia Tecau.
Terça, 09 de Agosto de 2016 - 07:15

Medalhista, Efimova afirma que atletas russos sofrem perseguição

por Estadão Conteúdo
Medalhista, Efimova afirma que atletas russos sofrem perseguição
Foto: Divulgação
A nadadora russa Yulia Efimova pouco sorriu na madrugada de segunda para terça-feira depois de sair da piscina no Parque Aquático dos Jogos do Rio com a medalha de prata nos 100 m peito feminino. A atleta teve de responder várias perguntas sobre os casos de doping que envolveram o seu país - e até ela mesma -, e criticou o que avaliou como perseguição à delegação, além de atacar a conduta de colegas que a criticam.
Acompanhada da vencedora na prova, a norte-americana Lilly King e de sua compatriota Katie Meilie, medalhista de bronze, a russa concedeu entrevista coletiva em que foi o maior alvo das perguntas dos jornalistas. "Estou feliz de estar aqui. Para mim é muito difícil nadar. Minhas últimas três semanas foram malucas e ninguém pode imaginar o que sinto. Depois de tudo isso, poderei desfrutar", comentou.
Efimova testou positivo para doping duas vezes. O histórico, aliado ao escândalo no esporte no seu país, levou a Federação Internacional de Natação (Fina) a excluí-la dos Jogos do Rio. A campeã mundial dos 100m peito reverteu a decisão na última quinta-feira, graças a um recurso apresentado e acatado pela Corte Arbitral do Esporte (CAS). O órgão entendeu que a punição da Fina era inaplicável.
A repetição de perguntas sobre o tema na entrevista coletiva levou a nadadora a pedir para responder o tema em russo e não em inglês. Efimova disse entender que alguns colegas a criticaram e se recusaram a cumprimentá-la depois da prova. "Até entendo a rejeição, mas não entendo atletas que querem ser políticos. É triste que eles acreditem no que leem nos jornais, sem poder mudar, imaginar e se colocar no meu lugar", comentou.
Minutos antes da entrevista, o multicampeão olímpico Michael Phelps alfinetou a russa, sem citar o nome dela. "Eu acho que os esportes devem ser limpos. Acho triste termos pessoas que testaram positivo para doping não uma, mais duas vezes. Isso me decepciona demais", afirmou o dono de 23 medalhas em Jogos.
Efimova se defendeu da desconfiança sobre a sua condição ao explicar que mora e treina nos Estados Unidos há quatro anos, período em que só pôde passar um mês por ano na Rússia. A medalhista de prata reconheceu ter cometido erro com substâncias na primeira vez em que foi pega no doping, porém disse não ter culpa no segundo caso por ter ingerido uma proteína proibida em um iogurte que consumiu.
"Conheço muitos atletas que foram banidos por causa da Rússia. Eu não sei o que está acontecendo. O esporte tentou encontrar uma maneira de derrotar a Rússia, através dos seus atletas. Eu treino, dou o meu melhor. Acho triste quando a política entra no meio dos esportes", afirmou. A nadadora foi vaiada nas vezes em que teve o nome anunciado no sistema de som do Parque Aquático.
Terça, 09 de Agosto de 2016 - 07:00

Lucão se recupera bem e deve voltar à seleção brasileira de vôlei contra o Canadá

por Estadão Conteúdo
Lucão se recupera bem e deve voltar à seleção brasileira de vôlei contra o Canadá
Foto: Divulgação/ FIVB
Ainda com desfalques, o time brasileiro masculino de vôlei enfrenta nesta terça-feira, às 22h35, no ginásio do Maracanãzinho, a seleção do Canadá, embalada após vitória surpreendente por 3 sets a 0 sobre os Estados Unidos na estreia da Olimpíada do Rio. Sem tradição no esporte, os canadenses ficaram 24 anos fora de Olimpíadas e retornaram sob a inspiração e com treinamento baseado nas jogadas brasileiras.
O técnico Glenn Hoag treina jogadores brasileiros, como o atacante Maurício Borges, em um clube turco. “Assisto aos jogos e passo para os atletas na pré-temporada”, contou. Há 10 anos à frente da seleção canadense, Hoag foi responsável pela ascensão e a terceira colocação no Pan de Toronto, em 2015 - melhor resultado do País em torneios internacionais.
O Brasil vem de um resultado pouco convincente contra o México e sofre com a indefinição sobre a condição física de dois jogadores na posição central. Após sentir dores na estreia, Lucão pode voltar a jogar, mas não é certeza. Ele foi poupado do treino desta segunda-feira. O técnico Bernardinho testou outros atletas na posição. A escalação oficial só será conhecida nesta terça.
“Lucão está andando normalmente e a tendência é de que consiga jogar”, disse o fisioterapeuta da seleção, Guilherme Tenius. Maurício Souza também está contundido, mas é provável que até o final da semana esteja fazendo algum trabalho com bola. “Essa é a nossa previsão. Ele vai nos ajudar, com certeza”, disse Tenius.
Terça, 09 de Agosto de 2016 - 06:30

Sem Cristiane, seleção feminina de futebol fecha 1ª fase contra a África do Sul

por Estadão Conteúdo
Sem Cristiane, seleção feminina de futebol fecha 1ª fase contra a África do Sul
Foto: Mowa Press
A campanha até agora é excelente. Dois jogos, duas vitórias, oito gols marcados, um sofrido. Nesta terça-feira, a seleção brasileira de futebol feminino tem a chance de fechar a primeira fase invicta. Enfrenta a África do Sul, às 22 horas, na Arena Amazônia, em Manaus. Mesmo se perder, o Brasil já está classificado para seguir adiante na Olimpíada do Rio.
Os ingressos para a rodada dupla - a primeira partida confrontará as seleções dos Estados Unidos e da Colômbia, com início às 19 horas - estão esgotados. O estádio comporta 42 mil torcedores.
O treinador Osvaldo Alvarez, o Vadão, tem um problema sério para a partida. A atacante Cristiane, maior artilheira da história do futebol feminino e masculino em Jogos Olímpicos, com 15 gols em 18 partidas, está fora do jogo. Após a partida do último sábado, ela sentiu dores musculares na coxa direita. Ela chegou a ser substituída na partida de sábado passado contra a Suécia.
Cristiane já marcou dois gols nesta Olimpíada. Fez o terceiro na vitória por 3 a 0 contra a China, na estreia da seleção, e voltou a marcar uma vez na goleada por 5 a 1 aplicada na equipe sueca também no antigo Engenhão. Em seu lugar, Vadão deverá escalar ou Debinha ou Raquel Fernandes.
A África do Sul é a equipe de pior campanha no grupo. Perdeu as duas partidas que disputou, contra a Suécia e a China. No caso de o jogo contra as sul-africanas transcorrer sem dificuldades desde o início, Vadão planeja colocar em campos reservas que têm atuado pouco e poupar atletas mais desgastadas, como a craque Marta.
Terça, 09 de Agosto de 2016 - 06:00

COI se esquiva de acusação da Wada sobre menos antidoping do Brasil no Rio-2016

por Estadão Conteúdo
COI se esquiva de acusação da Wada sobre menos antidoping do Brasil no Rio-2016
Foto: Divulgação
O Comitê Olímpico Internacional (COI) se esquivou nesta segunda-feira de qualquer responsabilidade sobre os testes antidoping em atletas brasileiros antes da Olimpíada do Rio e apontou que caberá à Agência Mundial Antidoping (Wada, na sigla em inglês) dar uma resposta sobre os problemas enfrentados no laboratório do Rio de Janeiro.
Nesta segunda-feira, o jornal O Estado de S.Paulo revelou como o laboratório carioca, designado para fazer testes antidoping no Rio-2016, reduziu de forma significativa os exames de atletas brasileiros às vésperas do início dos Jogos Olímpicos e justamente no momento considerado como mais importante no controle de esportistas.
A Wada afirmou que tal situação era “inaceitável” e alertou o Comitê Olímpico Internacional. Os dados apontam que, entre janeiro e junho de 2016, um total de 2.227 testes foram realizados em atletas brasileiros, uma média de 371 por mês. Mas, entre os dias 1 e 24 de julho, foram apenas 110 testes.
Fontes da Wada afirmaram que caberia ao COI agir. Mas essa não é a percepção da entidade olímpica. “A responsabilidade é da Wada”, disse em entrevista coletiva, nesta segunda-feira, o porta-voz do COI, Mark Adams.
“Até o dia 24 de julho e a abertura da Vila Olímpica, a Wada foi responsável por todas as atividades antidoping no Rio", disse o COI. “Durante esse período, apenas a Wada tinha a responsabilidade pelo credenciamento da agência antidoping nacional e pelo credenciamento do laboratório” para a Olimpíada, acusou.
O governo explica que o motivo da queda nos testes foi a decisão da Wada de suspender de forma “abrupta” o credenciamento do laboratório, sem prever uma alternativa.
Terça, 09 de Agosto de 2016 - 00:58

Rival de Zanetti na final é expulso pela Holanda após fugir da vila para beber

por Estadão Conteúdo
Rival de Zanetti na final é expulso pela Holanda após fugir da vila para beber
Foto: Divulgação
Classificado para disputar a final das argolas contra Arthur Zanetti, Yuri van Gelder foi expulso dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro pela delegação da Holanda. O ginasta de 33 anos foi mandado de volta para casa depois de admitir que deixou a Vila Olímpica no sábado à noite para beber. Ele só voltou à concentração no domingo.
Van Gelder competiu no sábado e só voltaria a participar da Olimpíada na final das argolas, no domingo que vem. De acordo com Maurits Hendriks, chefe da delegação da Holanda, a decisão de mandar o ginasta de volta à Holanda foi "difícil", mas não havia outra escolha. "Defendemos a excelência no que diz respeito a todos os acordos e regras", afirmou.
O ginasta tem fama de "bad boy". Ele chegou a ser suspenso por uso de cocaína em 2009 e, em 2011, foi afastado da seleção depois de uma recaída. Na carreira, Van Gelder tem três medalhas em Mundiais nas argolas: ouro em 2005, prata em 2007 e bronze em 2006. Em Glasgow, ano passado, foi o quinto colocado.
Como já voltou à Holanda, ele não compete na final das argolas, para a qual se classificou com a oitava melhor nota. Será substituído pelo ucraniano Igor Radivilov, que é o primeiro reserva.
Terça, 09 de Agosto de 2016 - 00:52

EUA e China começam a despontar no quadro de medalhas; Brasil sobe para 11º lugar

Os Jogos Olímpicos do Rio-2016 começam a ver as duas maiores potências do esporte na atualidade despontarem no quadro de medalhas, como aconteceu nas últimas edições. Após esta segunda-feira, o terceiro dia oficial de competições, Estados Unidos e China já aparecem nas primeiras colocações brigando medalha por medalha para ver quem fica na liderança.
Por enquanto, a vantagem está com os norte-americanos. Ambos já conquistaram cinco medalhas de ouro - cada um ganhou duas nesta segunda-feira -, mas os Estados Unidos possuem também 7 de prata e 7 de bronze - 19 no total, sendo o país com o maior número de conquistas no Rio-2016 - contra 3 prateadas e 5 bronzeadas da China - 13 ao todo.
O que tem feito a diferença para os Estados Unidos é a natação. Nada menos que 14 das 19 medalhas conquistadas até agora vêm da modalidade - são quatro de ouro, cinco de prata e seis de bronze. E a promessa é de muito mais com as presenças dos astros Michael Phelps, maior medalhista da história olímpica (23 no total, sendo 19 douradas), e Katie Ledecky em finais.
Logo atrás de Estados Unidos e China está a Austrália, que nesta segunda-feira comemorou o título de uma modalidade inédita em Jogos Olímpicos, mas que tem uma enorme tradição no país. O ouro do dia veio no rúgbi, na versão "sevens" (com sete jogadores em campo), entre as mulheres na final contra a rival e vizinha Nova Zelândia. Assim, os australianos chegaram a 4 medalhas douradas e segue na cola das potências esportivas.
Quem também tem muito o que comemorar é o Brasil. O ouro conquistado pela judoca Rafael Silva na categoria até 57 kg rendeu nada menos que nove colocações no quadro de medalhas. Agora o país-sede dos Jogos Olímpicos ocupa a 11.ª posição, empatado com a Suécia, com 1 ouro e 1 prata - esta de Felipe Wu na prova de Pistola de ar 10 metros masculino do tiro esportivo, a primeira da modalidade desde 1920.
Até agora, 38 países já ganharam ao menos uma medalha no Rio-2016. Algumas novidades do dia foram Portugal, Grécia e Mongólia, que conquistaram sua primeira medalha na competição. No caso do país asiático, a prata veio com a derrota de Sumiya Dorjsuren para Rafael Silva no judô.
Terça, 09 de Agosto de 2016 - 00:51

Sem medalhas, natação brasileira gera crítica até dos próprios nadadores

A natação do Brasil ainda não ganhou medalhas nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e a pressão começa a aumentar. Algumas boas chances já foram e restam principalmente duas boas possibilidades, com Thiago Pereira, nos 200 metros medley, mas ele terá rivais fortes como os norte-americanos Michael Phelps e Ryan Lochte, e nos 50 metros livre, com Bruno Fratus, que também terá um páreo duro na prova.
Para Leonardo de Deus, que na noite desta segunda-feira não passou para a final nos 200 metros borboleta, o Brasil está deixando a desejar na modalidade. "A natação brasileira está bem ruim, bem aquém do que mostramos no Pan de Toronto-2015, no Mundial de Kazan e no Troféu Maria Lenk, quando fizemos bons tempos. Estamos só com três finais, que ainda não foram conseguidas com os melhores tempos", afirmou, bastante incomodado.
Até agora a maior delegação brasileira da história olímpica, com 33 nadadores, não ganhou medalhas, apesar da preparação ter sido bastante minuciosa e digna de elogio dos atletas. "A gente não tem que se desculpar. Tanto a federação como o governo e os clubes investiram na gente. Tivemos todo apoio possível. Os atletas têm que acordar. É Olimpíada na nossa casa e não estamos fazendo bonito", criticou o dono do sétimo tempo na segunda semifinal.
Leonardo contou não ter se sentido bem no início da prova e lamentou ter ficado fora de uma final que em 2012, nos Jogos de Londres, exigiu tempos bem melhores para se classificar à disputa por medalha.
O nadador brasileiro foi o 13º colocado no geral, na semifinal desta noite, sem obter a vaga na final, com o tempo de 1min56s77 - o último classificado registrou 1min56s03. Na mesma disputa da semifinal, Kaio Márcio anotou 1min57s45 e foi o 14º.
Terça, 09 de Agosto de 2016 - 00:35

Seleção feminina de vôlei vence Argentina com facilidade e lidera grupo

por Estadão Conteúdo
Seleção feminina de vôlei vence Argentina com facilidade e lidera grupo
Foto: Divulgação/FIVB
Apostando na movimentação e variação de jogadas, a seleção brasileira feminina de vôlei passeou no confronto contra a Argentina, na noite desta segunda-feira, no Maracanãzinho, pela Olimpíada do Rio de Janeiro. Em menos de uma hora, a equipe liquidou a partida por 3 sets a 0, com parciais de 25/16, 25/19 e 25/11. Após a vitória fácil, o time foi comemorar nos braços da torcida, em meia volta olímpica junto à quadra.
Com o resultado, a seleção fica na primeira posição do Grupo A, à frente da Rússia apenas em número de pontos. O próximo jogo será nesta quarta-feira, contra o Japão.
Sem jogar com equipes mais difíceis até agora, a seleção ainda precisará equacionar seus próprios erros para os próximos desafios. Apesar da superioridade técnica, as brasileiras cederam 16 pontos às adversárias por falhas. Além das bolas jogadas fora da quadra, as brasileiras tiveram erros de atenção, no posicionamento do saque e nos ataques sem força.
Em quadra, o time demonstrou confiança para variar as jogadas e confundir as adversárias. Natália se movimentou no bloqueio e ataque, Dani Lins acertou boa sequência de saques e também ajudou a distribuir as bolas na rede. Na hora do aperto, quando a bola insistia em não cair, pesou a experiência de Sheilla, bicampeã olímpica, para encontrar espaços na defesa argentina. Ela foi a maior pontuadora do Brasil e da partida, com 13 acertos.
Ainda sem contar com Thaísa, com dores na panturrilha esquerda, o técnico José Roberto Guimarães manteve na posição Juciely, que se destacou pela potência dos ataques e também no bloqueio, um dos principais fundamentos da seleção no jogo. A titular Thaísa só deve retornar à equipe no final da semana.
A Argentina participa pela primeira vez da competição e a inexperiência ficou clara na falta de articulação das jogadas. A defesa conseguiu segurar os ataques brasileiros em sucessivos ralis, mas, no ataque, as argentinas não ofereciam perigo para o Brasil.
Terça, 09 de Agosto de 2016 - 00:29

Nadal vence Del Potro nas duplas e vai às quartas de final no Rio

Em mais um grande duelo na chave de duplas do Rio-2016 nesta segunda-feira, Rafael Nadal levou a melhor sobre Juan Martín del Potro. O espanhol e seu compatriota Marc López venceram Del Potro e Maximo González por 2 sets a 1, com parciais de 6/3, 5/7 e 6/2, garantindo lugar nas quartas de final.
Com a derrota, o argentino ex-Top 10 vai se concentrar na disputa da chave de simples, ainda no embalo da surpreendente vitória sobre o sérvio Novak Djokovic, número 1 do mundo, no domingo. Nesta segunda, ele venceu o português João Sousa e segue em bom ritmo na briga para subir novamente no pódio, como fez em Londres-2012, quando conquistou o bronze.
Já Nadal segue vivo nas duas chaves. Nas duplas, ele e López vão encarar os austríacos Oliver Marach e Alexander Peya, ex-parceiro de Bruno Soares. Para avançar, eles superaram os norte-americanos Brian Baker e Rajeev Ram por 6/4, 6/7 (2/7) e 6/3. Em simples, Nadal vai encarar o italiano Andreas Seppi nesta terça.
Nadal e López não são os únicos espanhóis nas quartas de final de duplas. Também nesta segunda a outra dupla do país, formada por Roberto Bautista Agut e David Ferrer avançou na disputa. Eles venceram os poloneses Lukasz Kubot e Marcin Matkowski por 6/3 e 7/6 (7/5). Vão enfrentar agora os americanos Jack Sock e Steve Johnson.
Em simples, o destaque da rodada noturna foi a vitória do japonês Kei Nishikori sobre o australiano John Millman. Apesar de ser o quarto cabeça de chave, o tenista oriental sofreu para eliminar o rival em sets diretos, com parciais de 7/6 (7/4) e 6/4. Nishikori enfrentará nas oitavas de final o eslovaco Andrej Martin.
FEMININO - Na outra chave de simples da competição olímpica, outras quatro cabeças de chave avançaram às oitavas de final. A russa Svetlana Kuznetsova nem precisou suar para vencer. A oitava pré-classificada avançou com a desistência da romena Monica Niculescu. Na sequência, a russa vai enfrentar a britânica Johanna Konta.
A espanhola Carla Suárez Navarro, por sua vez, bateu a croata Ana Konjuh por 7/6 (7/5), 6/3. Vai enfrentar nas oitavas a norte-americana Madison Keys, que vive grande fase no circuito profissional.
Já a australiana Samantha Stosur terá pela frente a alemã Angelique Kerber, segunda cabeça de chave, após superar a japonesa Misaki Doi por 6/3 e 6/4. Também venceram nesta segunda a ucraniana Elina Svitolina e a belga Kirsten Flipkens. Svitolina será a próxima adversária da norte-americana Serena Williams, maior favorita à medalha de ouro.
Terça, 09 de Agosto de 2016 - 00:20

Phelps e Ledecky brilham e brasileiros não avançam nos 200m borboleta

Os norte-americanos Michael Phelps e Katie Ledecky cumpriram a obrigação e se classificaram para as finas em duas provas individuais, os 200 metros borboleta e os 200 metros livre, respectivamente, mas sabem que nas finais terão rivais de peso. Os dois foram os mais ovacionados na noite desta segunda-feira no Estádio Aquático Olímpico e, nesta terça-feira à noite, vão lutar por mais medalhas para suas coleções.
Com 1min54s12, Phelps se classificou com o segundo melhor tempo, atrás apenas do húngaro Tamas Kenderesi (1min53s96), e nesta terça vai lutar pela quarta medalha olímpica de uma das provas que mais gosta e na qual é recordista mundial com o tempo de 1min51s51. Ele ganhou o ouro em Atenas-2004 e Pequim-2008, e a prata em Londres-2012.
Aos 31 anos, o nadador saber que terá de se recuperar rápido de uma prova para outra. Após ganhar o ouro no revezamento 4x100m livre, ele teve pouco tempo para descansar. "Depois da prova, eu comi uma massa, e nem gosto muito, e só fui dormir às 3h da manhã. Às 11h já estava de pé para competir pelas eliminatórias", afirmou. "Estou tentando fazer o máximo possível para recuperar meu ácido lático: massagem, banho de gelo, alimentação."
Questionado sobre doping, Phelps se manifestou numa clara crítica à russa Yulia Efimova, que também nadou nesta segunda, foi vaiada e ficou com a prata nos 100 metros peito. "Eu acho que os esportes devem ser limpos. Acho triste termos pessoas que testaram positivo para doping não uma, mas duas vezes. Isso me decepciona demais", comentou.
Ledecky, por sua vez, se classificou na segunda posição (1min54s81) nos 200 metros livre, atrás da sueca Sarah Sjostrom - 1min54s65. Quem também está no páreo é a italiana Federica Pellegrini, terceira mais veloz das semifinais, com 1min55s42. "A Sarah estava muito rápida e conseguiu ir bem nessa prova. Mas ainda é a semifinal. Espero conseguir voltar mais forte para a disputa final", avisou Ledecky.
Nesta mesma prova, a norte-americana Missy Franklin ficou fora da final e chorou muito. "Tentei fazer o meu melhor na prova e na preparação. Vou manter a cabeça erguida e falar com meus treinadores para entender o que deu errado. Confio em Deus e vou continuar lutando", disse a atleta, que registrou somente o 13º tempo, com 1min57s56.
A brasileira Manuella Lyrio também ficou fora da final, mas festejou o fato de ter ficado à frente de Missy, que foi sensação dos Estados Unidos nos Jogos de Londres-2012. "Foi o melhor que eu tinha e saio satisfeita. Ela é uma referência grande, queria estar na frente dela e é legal ganhar de uma pessoa que é tão boa. Mas queria ter feito um tempo ainda melhor", afirmou a brasileira, 12ª mais rápida da semifinal, com 1min57s43.
Quem roubou a cena na noite desta segunda foi a húngara Katinka Hosszu, que chegou ao Rio sem qualquer medalha olímpica e já acumula dois ouros. Ela havia vencido os 400 m medley e desta vez teve uma disputa acirrada nos 100 m costas para levar a melhor sobre a norte-americana Kathleen Baker. Hosszu bateu em primeiro, com 58s45, enquanto Baker anotou 58s75. A canadense Kylie Masse e a chinesa Yuanhui Fu cravaram juntas 58s76 e ganharam cada uma o bronze.
Na prova de 200 metros livre, o chinês Sun Yang se emocionou ao levar o ouro. Ele deixou para trás o sul-africano Chad le Clos e vibrou bastante após um duelo muito equilibrado ao longo de toda a prova. O chinês venceu com o tempo de 1min44s65, seguido de Le Clos (1min45s20) e do norte-americano Conor Dwyer, que levou o bronze, com 1min45s23.
Os Estados Unidos ganharam as outras duas medalhas de ouro da noite: com Ryan Murphy, nos 100 m costas, e com Lilly King, nos 100 m peito. Ambos subiram ao lugar mais alto do pódio com novos recordes olímpicos. Murphy registrou 51s97, enquanto King anotou 1min04s93.
BRASILEIROS - Leonardo de Deus e Kaio Márcio não conseguiram avançar à final dos 200 metros borboleta. Eles foram o 13º e o 14º, respectivamente, nas semifinais. O primeiro marcou 1min56s77, enquanto Márcio registrou 1min57s45.
Nesta terça, competem pelo Brasil nas eliminatórias dos 100 metros livre Nicolas Nilo Oliveira e Marcelo Chierighini. Joanna Maranhão estará nos 200 metros borboleta e Thales Cerdeira e Thiago Simon vão competir nos 200 metros peito. Haverá ainda o revezamento 4x200 metros livre.
Segunda, 08 de Agosto de 2016 - 23:52

COB vê ouro de Rafaela Silva como estímulo para atletas e torcedores

Mais do que ajudar o Comitê Olímpico do Brasil (COB) a alcançar sua meta de levar o País ao Top-10 do quadro de medalhas, a conquista do ouro de Rafaela Silva no judô, nesta segunda-feira, vai estimular ainda mais atletas e torcedores nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. A avaliação é de Jorge Bichara, subchefe da missão brasileira na Olimpíada.
Bichara procurou não comentar a importância da medalha no planejamento do COB - o judô é uma das principais apostas de medalha, mas decepcionou nos dois primeiros dias de Olimpíada. "A questão não é (a conquista) representar para o COB. Ela representa para o esporte brasileiro", disse o dirigente, durante evento que contou com a presença de Rafaela Silva no Espaço Time Brasil na noite desta segunda.
"É uma conquista da superação, de uma atleta que teve que se recuperar de uma série de dificuldades em decorrência do que ocorreu em Londres-2012. É uma menina que batalhou muito e o destino possibilitou para ela uma outra oportunidade e ela soube aproveitar. Desde o início ela estava muito obstinada e com sangue nos olhos para conquistar essa medalha. É um estímulo muito grande pra todo mundo", ponderou Bichara.
O dirigente também comentou sobre a importância da medalha para aproximar ainda mais o público brasileiro. "A torcida tem sido um diferencial nesta campanha olímpica do Brasil. Tem ajudado bastante, tem sido, como a gente sempre quis que fosse, um ponto de motivação, não de bloqueio. As pessoas cada vez mais estão acompanhando o esporte olímpico e isso pra gente é ótimo. Serve de estímulo para vir outros torcedores e que os atletas se sintam cada vez mais estimulados", declarou.
Durante o evento, Rafaela recebeu no local a premiação de R$ 35 mil paga por dois dos patrocinadores do comitê aos medalhistas brasileiros.
Segunda, 08 de Agosto de 2016 - 19:45

Futebol feminino: atletas do Vitória acompanham treino da Nova Zelândia

Futebol feminino: atletas do Vitória acompanham treino da Nova Zelândia
Foto: Francisco Galvão / Vitória
A seleção feminina futebol de Nova Zelândia treinou nesta segunda-feira (8), no Barradão, de olho no duelo contra a França, marcado para terça (9), às 19h, na Arena Fonte Nova, pela última rodada da fase de grupos. O trabalho foi acompanhado pelas atletas do Vitória e o técnico Quinho. Para o comandante da equipe Rubro-negra, a observação foi positiva.

"As nossas atletas puderam observar atentamente métodos modernos de treinamento e tiveram um contato inesquecível com jogadoras de alto nível", comentou o treinador.

O técnico Tony Readings, da Nova Zelândia, elogiou a estrutura do Estádio Manoel Barradas e falou da presença das atletas de futebol feminino do Vitória.

"O estádio é maravilhoso e tem uma energia diferente. Tivemos bastante privacidade para trabalhar nesta tarde. As pessoas do clube foram muito receptivas e simpáticas com a nossa equipe. Fico feliz em saber que o futebol feminino é valorizado pelo Vitória e fizemos questão de registrar esse momento", disse o técnico da equipe da Oceania.
Segunda, 08 de Agosto de 2016 - 19:30

Medalhista olímpica no judô, Ronda Rousey manda recado para delegação americana no Rio

Medalhista olímpica no judô, Ronda Rousey manda recado para delegação americana no Rio
Foto: Olivier Morin / AFP / Getty Images
Maior nome do MMA feminino, a americana Ronda Rousey está de fora dos octógonos desde que perdeu o cinturão dos galos do UFC para a compatriota Holly Holm, em 2015. No entanto, poucos lembram que ela foi medalhista olímpica pelo judô.

Nos Jogos Olímpicos de 2008, Ronda levou o bronze na modalidade, representando os Estados Unidos. A lutadora não deixou de se posicionar sobre as competições que estão acontecendo no Rio, e mandou um recado para o time americano. "Não há sentimento maior do que estar nos Jogos Olímpicos e competir pelo seu país. Vencer a medalha em Pequim é uma memória que vou celebrar para sempre. Viva todos os atletas do Time dos EUA competindo no Rio", escreveu.

A lutadora ainda não se posicionou sobre um retorno aos octógonos.
Segunda, 08 de Agosto de 2016 - 18:45

Nei Pandolfo aponta 'mercado difícil', mas indica: 'Temos situações encaminhadas'

por Ulisses Gama
Nei Pandolfo aponta 'mercado difícil', mas indica: 'Temos situações encaminhadas'
Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / EC Bahia
Responsável por apresentar o novo gerente de futebol Diego Cerri nesta segunda-feira (8), o diretor de futebol do Bahia, Nei Pandolfo, voltou a falar sobre contratações para o clube na sequência da temporada. O dirigente voltou a destacar a dificuldade do mercado, mas indicou que existem jogadores próximos de um acerto.
 
"É claro que a gente sempre busca o melhor no aspecto financeiro e principalmente técnico, também dentro do perfil que atenda a comissão técnica e que também se encaixe no perfil da Série B. São vários critérios que a gente busca para minimizar os erros na contratação. A gente busca uma série de características e todo mundo está buscando no mercado. Está muito difícil e o mercado está muito enxuto em relação a isso. Estamos tendo algumas dificuldades, mas temos algumas coisas encaminhadas e a gente espera o mais rápido possível poder concretizar", afirmou.
 
No clube desde o início do ano, Pandolfo indicou que Cerri já está participando das reuniões sobre prováveis reforços para o time comandado por Guto Ferreira.
 
"A gente vem trabalhando essas situações para qualificar um pouco mais o elenco, trazer alguns atletas que possam nos ajudar nessa caminhada. O Diego já tá participando disso, a gente já tem falado sobre isso e trocamos ideias sobre nomes e a gente espera o mais rápido possível poder agregar ao grupo mais alguns atletas que possam dar mais tranquilidade ainda para a nossa comissão técnica", indicou.
 
Até o momento, o Bahia fez 20 contratações nesta temporada.
Segunda, 08 de Agosto de 2016 - 18:35

Vitória muda programação e reservas participam de treino na Toca do Leão

 Vitória muda programação e reservas participam de treino na Toca do Leão
Foto: Francisco Galvão / Vitória
O elenco do Vitória só voltaria ao batente na terça-feira (8). No entanto, a comissão técnica decidiu mudar a programação e realizou um treino com bola na tarde desta segunda-feira (8), apenas para os jogadores que atuaram por menos de 45 minutos no revés por 2 a 1 para o Palmeiras e também os que ficaram no banco ou não foram relacionados.
 
A atividade aconteceu no gramado sintético da Toca do Leão e foi comandada pelo assistente Wesley Carvalho.
 
A reapresentação com todo o elenco será na terça (9), a partir das 15h, de olho no confronto contra o Santa Cruz, marcado para domingo (14), às 16h, no Barradão, válido pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro.
 
Com 22 pontos, o time comandado pelo técnico Vagner Mancini ocupa a 14ª colocação no Campeonato Brasileiro.
Segunda, 08 de Agosto de 2016 - 18:25

Rio 2016: Brasileiro e argentino se agridem durante jogo de tênis

Rio 2016: Brasileiro e argentino se agridem durante jogo de tênis
Foto: Lorena Lucca / Clarín
A rivalidade entre Brasil e Argentina ultrapassou os limites esportivos nesta segunda-feira (8). Durante o duelo no tênis entre o brasileiro João Sousa e o argentino Juan Martín Del Potro, dois torcedores que estavam na arquibancada do Parque Olímpico se agrediram, interrompendo a partida. A discussão começou verbalmente e, depois de trocarem ofensas, os dois trocaram socos. O torcedor estrangeiro, que trajava a camisa da seleção argentina, ainda ironizou as vaias dos torcedores que acompanhavam a partida. Ele soltou beijos e provocou quem o vaiava. Ambos foram retirados do local por soldados do exército e o jogo recomeçou após o ocorrido. 
Segunda, 08 de Agosto de 2016 - 18:25

Sem Feijão, Bahia se reapresenta no Fazendão e foca no físico-técnico

por Ulisses Gama
Sem Feijão, Bahia se reapresenta no Fazendão e foca no físico-técnico
Foto: Divulgação / EC Bahia
Visando a continuidade da disputa do Campeonato Brasileiro da Série B, o elenco do Bahia voltou a treinar na tarde desta segunda-feira (8), no Fazendão. O dia de trabalho no clube foi dedicado a parte física e técnica. A única ausência ficou por conta do volante Feijão, que sofre com um incômodo na coxa.
 
Dentro de campo, o técnico Guto Ferreira e seus auxiliares orientaram uma atividade focada no ganho de força e na velocidade, onde os atletas utilizaram cintas elásticas e trenós. Em um segundo momento, os jogadores simularam jogadas de ataque contra defesa.
 
Os goleiros Muriel, Jean, Douglas Pires e Cassiano realizaram um trabalho específico sob a orientação do preparador Thiago Mehl. 
 
Em processo de recuperação de uma fissura no pé, o zagueiro Jackson desceu para o gramado e fez um trabalho de transição. Por outro lado, os zagueiros Lucas Fonseca e Dedé, o goleiro Jean e o atacante Zé Roberto treinaram normalmente.
 
O elenco tricolor volta a trabalhar na manhã desta terça-feira (9), a partir das 8h30, no Fazendão.
Segunda, 08 de Agosto de 2016 - 18:15

Vôlei: Vitória conquista o título da Copa Metropolitana

Vôlei: Vitória conquista o título da Copa Metropolitana
Foto: Divulgação / Vitória
Sem perder nenhum set, o Vitória conquistou o título da Copa Metropolitana. A final foi disputada no último domingo contra o Atlética Premium, por 3 sets a 0, no Clube Bahiano de Tênis, em Salvador. O time comandado pelo técnico Rodrigo Oliveira contou com: Marquinhos, Lailson, Deko, Neto Galego, Wellington, Mateus, Robert, Iuri, Renan, Lucas, Duda, Danilo e Luketa.


Confira a campanha do Vitória
 
Vitória 3 x 0 Simões Filho
Vitória 3 x 0 Cajazeiras
Vitória 3 x 0 Cajazeiras (semifinal)
Vitória 3 x 0 Atlética Premium (final)
 
Segunda, 08 de Agosto de 2016 - 17:35

'Momento de muito trabalho', afirma Diego Cerri, novo gerente de futebol do Bahia

por Ulisses Gama
'Momento de muito trabalho', afirma Diego Cerri, novo gerente de futebol do Bahia
Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / EC Bahia
Anunciado como novo gerente de futebol do Bahia no último domingo (7), Diego Cerri foi apresentado oficialmente no clube na tarde desta segunda-feira (8), na sala de imprensa do Fazendão. Com experiências no Grêmio Barueri e no Ceará, o profissional destacou que o momento é trabalho e de equilíbro psicológico na equipe para melhorar a atual campanha tricolor na disputa do Campeonato Brasileiro da Série B.
 
"Eu já tive momentos na carreira como diretor e como gerente de ter iniciado uma série B muito bem. Um caso por exemplo do Ceará em 2014 que nós terminamos o turno como líderes, e depis infelizmente com alguns fatores acabamos não conquistando o acesso. Já tive por exemplo um acesso com o Barueri de começar um campeonato não tão bem e na hora certa a equipe cresceu e conquistou o objetivo que era o acesso. Acho que esse momento é o momento que é de muito trabalho, de falar pouco, trabalhar muito internamente e começar a buscar a credibilidade de novo através dos resultados, do que a equipe vai começar a produzir em campo. Acho que é isso que vai mobilizar o torcedor e vai fazer com que a gente una forças para buscar o objetivo do Bahia, que é o objetivo de acesso. Acho que o momento agora é muito do encaixe nessas peças em campo e de momento psicológico. Apesar da Série B não ser o campeonato do melhor nível técnico, é um campeonato o difícil, traiçoeiro. Acho que o grupo é qualificado dentro e fora de campo para reverter uma situação como que esta que inesperadamente aconteceu", afirmou.
 
O novo funcionário tricolor destacou as conversas com o diretor de futebol do clube, Nei Pandolfo e com o presidente Marcelo Sant'Ana. Além disso, Cerri destacou o período de treinamentos que a equipe tem antes de voltar a atuar pela competição nacional, no próximo dia 16 de agosto, contra o Atlético Goianiense.
 
"A gente chegou e tem conversado bastante. Claro que você vem com uma impressão assistindo jogos e você traz a sua impressão para confrontar com o que está aqui dentro e o que está tendo visto aqui de dentro. Mas a gente está muito alinhado e esse momento a gente tem uma parada que no nosso ponto de vista é benéfico ao Bahia, porque é um momento que o Guto [Ferreira] tem para entrosar esse time, para arrumar o time da maneira que ele acha mais adequada para a sequência do campeonato. Geralmente tem muito jogo em cima do outro e não há tempo pra isso. É um cenário interessante para se chegar. Óbvio que você sempre procura chegar no início de um trabalho, mas já que é pra chegar no meio, é o momento oportuno se chegar, um momento que ainda temos tempo pra trabalhar... O Nei, o presidente e a diretoria tem trabalhado é muito forte, fazendo algumas reestruturações no elenco e eu estou participando junto com eles, entendendo a situação, o que ele tem mexido no mercado e procurando agregar alguma coisa da minha visão", indicou.

Com 24 pontos conquistados, o Bahia ocupa a 13ª colocação da Série B.
Segunda, 08 de Agosto de 2016 - 17:30

Presidente da Juazeirense celebra classificação na Série D: 'Time tem alma'

Presidente da Juazeirense celebra classificação na Série D: 'Time tem alma'
Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias
A Juazeirense ainda está em festa por conta da classificação do último domingo (7) para as oitavas de final da Série D. Nas quartas, o Cancão irá enfrentar o Moto Club-MA. O presidente do clube, Roberto Carlos, comemorou o feito do time de Juazeiro.

“Estamos confiantes na classificação para as quartas e depois para a semifinal para chegarmos a Série C do Brasileiro. O nosso time tem alma e coração valente. Tem orgulhado e dignificado a nossa Bahia. Atletas, comissão técnica, diretores e funcionários do clube estão de parabéns pelo empenho e conquistas”, disse o dirigente.

Para conseguir o acesso, o time baiano precisa chegar às semifinais do torneio nacional, mesmo caso do Fluminense de Feira, que enfrenta o Ceilândia.

No jogo contra os maranhenses, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ainda definirá as datas e horários das partidas.
Segunda, 08 de Agosto de 2016 - 17:17

Rafaela Silva celebra primeiro ouro do Brasil no Rio 2016: 'Minha vida é o judô'

por Matheus Caldas
Rafaela Silva celebra primeiro ouro do Brasil no Rio 2016: 'Minha vida é o judô'
Foto: Márcio Mercante / Agência O Dia / Estadão Conteúdo
O primeiro ouro do Brasil nos Jogos Olímpicos veio no judô. Nesta segunda-feira (8), Rafaela Silva venceu a mongol Sumiya Dorjsuren num waza-ri e levou a torcida ao delírio no ginásio. Chorando bastante, a judoca desabafou. 

“Depois de Londres e de minha derrota, todo mundo me criticou. Disseram que não era coisa para mim”, desabafou, se referindo a sua eliminação nos Jogos Olímpicos. “Eu treinei muito para estar aqui e buscar minha medalha”, celebrou, em entrevista ao SporTV.

Ao fim da luta, ela agradeceu ao esporte por suas conquistas. “A minha vida é o judô. Se não fosse o judô, eu não sei o que estaria fazendo agora. Graças a Deus eu conheci o esporte e fui campeã mundial e olímpica. Quero agradecer a todo mundo, a torcida que veio e apoio. Cada luta e cada sofrimento”, terminou.

O seu técnico também comemorou a medalha. “A Rafa sem dúvida foi superior às adversárias. Não tem mais dúvida: ela é campeã olímpica. Mostrou aqui que é imbatível”, declarou.
Segunda, 08 de Agosto de 2016 - 17:07

Rio 2016: Judoca Rafaela Silva conquista primeiro ouro brasileiro na Olimpíada

por Matheus Caldas
Rio 2016: Judoca Rafaela Silva conquista primeiro ouro brasileiro na Olimpíada
Foto: Márcio Mercante / Agência O Dia / Estadão Conteúdo
A brasileira Rafaela Silva conquistou a primeira medalha de ouro do Brasil nos Jogos Olímpicos Rio 2016 na tarde desta segunda-feira (8). Na categoria até 57 kg, Rafaela bateu a mongol Sumiya Dorjsuren na final do torneio, garantiu o lugar mais alto no pódio e vai fazer o hino brasileiro tocar pela primeira vez nas disputas da Olimpíada. É a redenção de Rafaela após sua eliminação nos Jogos de Londres. Em 2012, ela foi desclassificada nas oitavas de final do torneio e caiu no choro. No período, ela precisou lidar com ofensas e desconfiança.
Segunda, 08 de Agosto de 2016 - 16:45

Náutico negocia o empréstimo do lateral Hayner junto ao Bahia

Náutico negocia o empréstimo do lateral Hayner junto ao Bahia
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
Em busca de reforços para a sequência do Campeonato Brasileiro da Série B, o Náutico busca a contratação por empréstimo do lateral-direito Hayner, do Bahia, que foi afastado recentemente dos planos da equipe.
 
"Ainda estamos em processo de negociação, mas está bem encaminhada", afirmou o diretor de futebol do clube pernambucano, Eduardo Henriques, em entrevista ao site globoesporte.com.
 
Com 20 anos de idade, Hayner disputou 25 partidas e marcou três gols com a camisa tricolor. O contrato do jogador com o Bahia vai até o fim do ano de 2017.
Segunda, 08 de Agosto de 2016 - 16:45

Confira o Quadro de Medalhas dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016

Confira o Quadro de Medalhas dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016
Foto: Reprodução/ Bahia Notícias
O Bahia Notícias conta com o Quadro de Medalhas atualizado dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016 para os leitores que quiserem acompanhar a evolução da disputa dos países na classificação geral.Clique aqui e confira como está a participação do Brasil!
Segunda, 08 de Agosto de 2016 - 16:30

Rio 2016: Com lesão diagnosticada, Cristiane não sabe se jogará mais na Olimpíada

Rio 2016: Com lesão diagnosticada, Cristiane não sabe se jogará mais na Olimpíada
Foto: Marco Galvão / Fotoarena / Estadão Conteúdo
O técnico Vadão terá uma dor de cabeça para escalar o ataque da Seleção Feminina nas próximas partidas. A atacante Cristiane foi diagnosticada com uma lesão na região do bíceps femural, o que pode tirá-la do restante dos Jogos Olímpicos.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou uma nota na tarde desta segunda-feira (8) e confirmou a contusão da camisa 11. “A atacante Cristiane realizou um exame de ressonância magnética e foi constatada uma pequena lesão no bíceps femural. Existe uma área inflamatória ao redor, que era esperada. A atleta ficará em tratamento fisioterápico e, em momento oportuno, o departamento médico repetirá o exame para avaliar a possibilidade de seu retorno, a tempo de prosseguir nos Jogos Olímpicos", publicou.

Vadão já havia indicado que Cristiane seria poupada para o jogo desta terça-feira (9), contra a África do Sul, pela última partida da fase de grupos. O Brasil já está classificado para o mata-mata.
Segunda, 08 de Agosto de 2016 - 16:19

Rio 2016: Rafaela Silva vence romena e tem medalha garantida para o Brasil no judô

por Matheus Caldas
Rio 2016: Rafaela Silva vence romena e tem medalha garantida para o Brasil no judô
Foto: Luciano Belford / Framephoto / Estadão Conteúdo
A judoca Rafaela Silva garantiu uma medalha no judô para o Brasil nesta segunda-feira (8).  A brasileira venceu por waza-ri a romena Corina Căprioriu, prata em Londres 2012, pelas semifinais da modalidade e garantiu vaga na decisão. A luta foi emocionante, e o resultado só saiu no terceiro minuto do Golden score. Agora, o Brasil tem pelo menos um segundo lugar no pódio garantido – caso vença o último combate, ela levará o ouro. A adversária será Sumiya Dorjsuren, da Mongólia, que venceu a japonesa Kaori Matsumoto.
Segunda, 08 de Agosto de 2016 - 18:25

Sem Feijão, Bahia se reapresenta no Fazendão e foca no físico-técnico

por Ulisses Gama
Sem Feijão, Bahia se reapresenta no Fazendão e foca no físico-técnico
Foto: Divulgação / EC Bahia
Visando a continuidade da disputa do Campeonato Brasileiro da Série B, o elenco do Bahia voltou a treinar na tarde desta segunda-feira (8), no Fazendão. O dia de trabalho no clube foi dedicado a parte física e técnica. A única ausência ficou por conta do volante Feijão, que sofre com um incômodo na coxa.
 
Dentro de campo, o técnico Guto Ferreira e seus auxiliares orientaram uma atividade focada no ganho de força e na velocidade, onde os atletas utilizaram cintas elásticas e trenós. Em um segundo momento, os jogadores simularam jogadas de ataque contra defesa.
 
Os goleiros Muriel, Jean, Douglas Pires e Cassiano realizaram um trabalho específico sob a orientação do preparador Thiago Mehl. 
 
Em processo de recuperação de uma fissura no pé, o zagueiro Jackson desceu para o gramado e fez um trabalho de transição. Por outro lado, os zagueiros Lucas Fonseca e Dedé, o goleiro Jean e o atacante Zé Roberto treinaram normalmente.
 
O elenco tricolor volta a trabalhar na manhã desta terça-feira (9), a partir das 8h30, no Fazendão.


TOTAL DE ACESSOS MAIS  801 MIL ACESSOS, DIA 09/08/16   

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Gamaliel  na 1ª  Maratona da Independência da Bahia 1984 
Salvador/Ba. 42. 198 metros



                            TOTAL DE ACESSOS MAIS  DE  737 MIL ACESSOS  DIA 19/04/2016



O POETA MARATONISTA!
             
 Chiquitinha  (Gamaliel Chagas) na  Maratona  do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min),  foto no  no aterro do  Flamengo/RJ, 42,195 km.

                    CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
                                         (A Poesia do Corredor)

                      Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!

Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em  frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...

É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz,  porque a corrida me faz bem.

A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.

É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...

                     Poesia feita em  13/02/1985

Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.   

                       PRINCIPAIS CORRIDAS

Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade  (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador  de futebol,    matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu  14 maratonas  em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984,  pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú  pela  BR 101  no  ano  de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de  Mata  de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas  corridas citas  sem ter apoio financeiro das prefeituras  citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive  nas duas Maratonas Internacionais  houve apoio da Copene  no translado Salvador Rio de Janeiro e vice   versa, ajuda  na  estádia), sendo  passagens  de ida e volta  a  custo do atleta, e trabalhava das 8 horas  as  17 horas e compensava  os dias  da estadia em New  York (5 dias em 1984 e 1986).
CORREU UM  "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE  DE SALVADOR,   COM 37 KM, EM 1987



Curso  de  Comunicações  Verbais

(Um dos  melhores do Brasil/S. aulo com credenciamento}

     No ano   de  1985  Gamaliel   iniciou  o   curso  de  Comunicações  Verbais  PPD-IOB (Treinamento  Programado  a  Distância)  por  correspondências  tendo  concluído  o  citado curso no  dia  7/3/1986.  O  citado  curso  organizado  por Oswaldo  Melantonio,  formado em  Direito, Filosofia  e  Jornalismo,  Oswaldo   presidente de  honra  de   várias  instituições  culturais  dentre  elas  a  Academia   Paulista de   Oratório  e  Academia   Brasileira  de   Comunicações  Verbais. O  curso  de  Comunicações   Verbais  teve  a  duração  de  6  meses  equivalente  a  100 horas/ aula  e  credenciado  pelo  CFMO  097.
.
     Oswaldo  Melantonio  realizou   vários   cursos  complementares  no  exterior  e  no  ano  de   1986   fazia 35  anos  se  dedicando  exclusivamente  as  Comunicações  Verbais;  inicialmente,  oratória   formal   e  informal   para   líderes   políticos   e  religiosos.   Nos  últimos   anos   Oswaldo  especializou-se   na   área   de   comunicações   dos   executivos,  objetivando a melhoria  da  produtividade  pela  eficiência  da  comunicação.

PERSONALIDADES EXPOENTES DAS  COMUNICAÇÕES VERBAIS

Várias personalidades  de Top  da  Política Executivos, da Oratória  Geral,  Locutores Esportivos, a  exemplo  de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia  Jânio Quadros, Franco Motoro e  outros  expoentes que realizaram este  magnífico  curso, amplo usando as técnicas  da Grécia  antiga,   a exemplos  de   formidáveis  gênios  da  Comunicação, oratória da Grécia Antiga,celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles Demóstenes Cícero, este  considerado como um dos  maiores   gênios nas  Comunicações  verbais da  Grécia  e  do  Mundo, chegando ao ponto  de  governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória  de convencimento, resumindo   era  um " Um Gênio Abençoado  da  Oratória  das Comunicações Verbais!".
    
Conteúdo  do  curso

     Introdução,  exposições  práticas,  técnicas  da  comunicação  dos  executivos,  educação  da  voz,  expressão  corporal,  figuras  de  estilos,  dez   qualidades   básicas   do  executivo,  práticas  de  comunicações  verbais  e  práticas  de  oratória
     De  modo  especial,  Oswaldo  realiza  treinamentos  para  as  lideranças  dos   principais  escalões   das   grandes   organizações   privadas   e   publicas.  O   citado   curso  já  treinou  grandes  personalidades  de diversos  seguimentos  sociais  a  exemplo  de  Franco  Motoro, Osmar   Santos,  narrador   esportivo   no  estado  de  São  Paulo,  Jânio   Quadros   que   foi  Presidente   da   República   de   31/1/1961   renunciando   o   governo   em   25/8/1961,  foi  prefeito  de  São Paulo  nas  décadas  seguintes.

     Jânio  Quadros  nasceu  em  Campo  Grande,  (Mata  Grosso  do  Sul)  no  ano  de  1917  e  faleceu  no  ano  de  1992  em  São  Paulo  e  outros  não  citados.  IOB – Cursos    de    Legislação   Empresarial   Ltda – CGC   47.677.810/0002-21,   credenciado  no  CFMO  097,  com  endereço  na  Avenida  Marques...  Asa  Branca – SP.

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