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domingo, 11 de janeiro de 2015

BIOGRAFIA DE JOAQUIM NABUCO

JOAQUIM  NABUCO



História

Herói nacional, para sempre

Estadista, historiador, diplomata e sedutor. E, acima de tudo, 
o homem que encabeçou a mais justa de todas as causas: 
a batalha da opinião pública que terminou por convencer a 
sociedade brasileira a se mobilizar para acabar com a escravidão


Vilma Gryzinski
Fundação Joaquim Nabuco

O  ABOLICIONISTA
Joaquim Nabuco e a definição de seu papel: "Um mandato a que não se pode renunciar"Foto Academia   Brasileira  de Letras
BIOGRAFIA  DE  JOAQUIM  NABUCO
FONTE  ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS NA PESQ.
DE CHIQUITINHA  MARAVILHA
 





    Cidade  de Joaquim Nabuco/Pernambuco, foto  Facebook  cidade de Joaquim Nabuco



BIOGRAFIA
na pesquisa de Chiquitinha  Maravilha (Gamaliel Chagas)


Nasceu  em 19/08/1849,  e faleceu 17 de janeiro de 1910- Joaquim Aurélio Barreto Nabuco de Araújo  nasceu às 8h: 30 da manhã, em velho sobrado na Rua do Aterro da Boa Vista (atual Rua da Imperatriz Tereza Cristina), filho do futuro senador José Tomás Nabuco de Araújo e de sua esposa, Ana Benigna de Sá Barreto. Era um rebento de estirpe ilustre, de vez que os Nabuco de Araújo eram uma influente família baiana de senadores ao Império desde o Primeiro Reinado, e os Paes Barreto se constituíam em uma família de grande influência em Pernambuco, desde o século XVI, estando a ela vinculado Francisco Paes Barreto, último morgado do Cabo e marquês do Recife.





1849, dezembro, 8 - Foi batizado no Cabo, tendo como padrinhos os senhores do Engenho Massangana, Joaquim Aurélio Pereira de Carvalho e d. Ana Rosa Falcão de Carvalho. Esta madrinha teria uma grande influência na sua formação, pois muito criança ainda ficou sob seus cuidados quando os pais viajaram para a Corte. Em Massangana ele passou a infância, até a morte da madrinha, tendo contato direto com a escravidão, compreendendo a sua crueldade e o mal que fazia ao País.



1857 - Com a morte de d. Ana Rosa transferiu-se para a residência dos pais, no Rio de Janeiro, onde realizou os estudos de nível primário e secundário, este último feito na cidade de Nova Friburgo, em colégio dirigido pelo barão de Tauthphoeus.



1866 - Iniciou os estudos de Direito na Faculdade de São Paulo, destacando-se entre os colegas, como orador. Em 2 de abril de 1868, foi o orador que saudou José Bonifácio, o moço, quando este regressou à sua cidade, após perder o lugar de ministro, com a queda do Gabinete Zacarias.





1869 - Transferiu-se para a Faculdade de Direito do Recife, onde se aproximou dos seus parentes maternos e de amigos; escreveu A escravidão, que permaneceu inédito até 1888, quando foi publicado pela Fundação Joaquim Nabuco, no Recife, e escandalizou a elite local, por defender, em um júri, um escravo negro que assassinara o seu senhor.





1870, janeiro, 28 - Diplomou-se no Recife em Ciências Sociais e Jurídicas. Após a formatura retornou ao Rio, tentando advocacia - o pai tinha um excelente escritório - e iniciando-se no jornalismo em A Reforma, defendendo princípios monárquicos.





1872 - Publicou o seu primeiro livro Camões e os Lusíadas. Anteriormente publicara dois opúsculos: O gigante da Polônia,em 1864, e O povo e o trono,em 1869; publicou ainda, neste ano, um outro trabalho Le droit du meurtre, em homenagem a Renan, que exercia grande influência no seu espírito.





1872 - Com o dinheiro obtido com a venda do Engenho Serraria, herdado de sua madrinha, passou um ano na Europa, viajando, fazendo contatos com intelectuais e políticos e se preparando para o futuro.





1876, abril, 26 - Obteve o seu primeiro cargo público, o de adido de legação nos Estados Unidos, cargo que lhe proporcionou um melhor conhecimento do país, fez contatos e estudos em Nova Iorque (onde viveu a maior parte do tempo) e em Washington.




1878 - Foi eleito, graças ao apoio do Barão de Vila Bela, deputado geral pela província de Pernambuco, passando no ano seguinte a participar do parlamento, com destaque, em face da sua origem, ao valor de sua oratória e da independência frente ao governo Sinimbu, do seu próprio partido. Ele, ao lado de outros jovens deputados, iniciou então a campanha contra a escravidão, em favor da abolição da escravatura. Nessa legislatura Nabuco combateu um projeto de exploração do Xingu, defendendo os direitos dos indígenas (1º de abril) e criticou o envio de uma missão governamental à China, visando estimular a migração de chineses que deveriam substituir os escravos nas fainas agrícolas. Nabuco verberou este projeto que classificou de tentativa de "mongolização do país".


1880 - Comemoração do terceiro centenário de Camões, no Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro, tendo Nabuco sido o orador oficial, realizando brilhante discurso.


1880, setembro, 7 - Nabuco organizou e instalou em sua residência a Sociedade Brasileira Contra a Escravidão, desafiando a elite conservadora da época, que considerava a escravidão uma instituição indispensável ao desenvolvimento do Brasil. Assim ele aprofundou as divergências com o seu partido, o Liberal, e inviabilizou a sua reeleição.


1882, fevereiro, 1 - Derrotado nas eleições para a Câmara dos Deputados, quando disputou um lugar pela Corte, como representante dos abolicionistas, partiu para a Europa, para o que chamou de exílio voluntário. Em Londres viveu como advogado e jornalista (representante do Jornal do Commercio do Rio de Janeiro) e escreveu um dos seus principais livros, O abolicionismo, publicado em 1884.


1884 - Realizou a campanha para a eleição, por Pernambuco, à Camara dos Deputados, defendendo ao lado de José Mariano, a causa do abolicionismo. Seus discursos e conferências foram reunidos no livro A campanha abolicionista, publicado em 1885, onde defendeu idéias bastante avançadas. Vitorioso sobre o candidato conservador, Machado Portela, foi entretanto expurgado pela Câmara.


1885, julho, 7 - O expurgo de Nabuco causou a maior revolta em Pernambuco, e o 5º Distrito, por decisão dos chefes liberais Ermírio Coutinho e Joaquim Francisco de Melo Cavalcanti, que renunciaram a disputa da vaga de deputado, elegeu Joaquim Nabuco para a Câmara. O 5º Distrito era formado pelos municípios de Nazaré e Bom Jardim.


1885 - Atuação de Nabuco na Câmara dos Deputados, defendendo o Gabinete Dantas e o seu projeto de libertação dos sexagenários, apesar de considerá-lo muito moderado. Em seguida à queda de Dantas, ele atacou as modificações feitas ao projeto pelo novo presidente do Conselho, J. A. Saraiva, que seria transformado em lei pelo Gabinete Cotejipe, a 28 de setembro.


1885,setembro,14 - Nabuco apresentou à Câmara dos Deputados um projeto de lei em favor da federação das províncias, tentando concretizar velha aspiração regionalista brasileira.


1886, janeiro, 15 - Nabuco foi derrotado em eleição para a Câmara dos deputados ao tentar eleger-se pelo Recife. Dedicou-se ao jornalismo escrevendo uma série de opúsculos, em que identificou a monarquia com a escravidão e fez sérias críticas ao governo. Estes opúsculos se intitulavam O erro do Imperador, O Eclipse do Abolicionismo e Eleições liberais e eleições conservadoras, publicados em 1886.


1887,setembro,14 - Nabuco derrotou Machado Portela em eleição memorável no Recife, quando este, ministro do Império, tentava confirmar o seu mandato, voltando à Câmara para concluir o seu apostolado em favor da abolição.


1888, fevereiro,10 - Teve audiência particular com o papa Leão XIII e relatou a luta pelo abolicionismo no Brasil, tendo possivelmente influenciado o grande pontífice na elaboração de uma encíclica contra a escravidão.


1888, março, 10 - O Gabinete João Alfredo assume o governo com o propósito deliberado de abolir a escravatura no Brasil. Nabuco, apesar do Gabinete ser conservador, o apoiou e deu uma grande contribuição à aprovação da Lei Áurea. Em seguida, quando os ressentidos com a abolição se lançaram contra João Alfredo, Nabuco veio em sua defesa, realizando, a 22 de maio de 1889, um dos seus mais memoráveis discursos na Câmara dos Deputados.


1889, abril, 28 - Casou-se com d. Evelina Torres Soares Ribeiro, filha do barão de Inhoã e fazendeiro em Maricá, na então província do Rio de Janeiro.


1889, agosto, 21 - Nabuco foi eleito deputado por Pernambuco, para a última legislatura do Império, sem ir ao Recife e sem solicitar o apoio do eleitorado. Começava a se desiludir dos processos políticos no País e temia pela queda da Monarquia, a quem era fiel, embora procurasse liberalizá-la e não poupasse críticas à instituição e ao próprio Imperador.


1889, novembro,15 - Proclamação da República e posicionamento de Nabuco em favor da Monarquia, recusando-se inclusive, apesar de solicitado, a postular uma cadeira na Assembléia Constituinte de 1891. Justificou sua posição no opúsculo Por que sou monarquista.


1891, junho, 29 - Surgiu o Jornal do Brasil, fundado por Rodolfo Dantas, com a finalidade de bem informar a população e de defender, de forma moderada, a restauração da Monarquia. Nabuco, convidado, tornou-se colaborador desse jornal. Naquela ocasião, lutando pela vida, voltou à advocacia, abrindo escritório em sociedade com o conselheiro João Alfredo. Não foram bem sucedidos na profissão e um ano depois fecharam o escritório.


1892 - Viajou à Inglaterra com a família, aí permanecendo por alguns anos. Fazendo um balanço de sua vida, voltou à Igreja Católica, que havia abandonado na juventude, passando a frequentar as cerimônias religiosas e se confessando, em 28 de maio, na Capela de Nossa Senhora das Dores. Sua comunhão só seria feita no Rio de Janeiro a 22 de dezembro do mesmo ano. O livro Minha Fé, publicado em 1986 pela Fundação Joaquim Nabuco, relata o processo de conversão do estadista.


1895 - No auge das disputas entre monarquistas e republicanos escreveu um opúsculo, O dever dos monarquistas, em resposta a outro escrito pelo almirante Jaceguai, favorável ao novo regime intitulado O dever do momento.


1896, janeiro, 12 - Foi publicado no Jornal do Commercio um manifesto do Partido Monarquista, recém-fundado, tendo como signatários, além de Nabuco, os conselheiros João Alfredo, Lafaiete Pereira, o visconde de Ouro Preto, Afonso Celso e outros.


1893/1899 - Período de intensa atividade intelectual de Nabuco. Não aceitando os cargos nem encargos da República, Nabuco dedicou-se às letras, escrevendo livros e artigos para jornais e revistas. Alguns livros foram escritos inicialmente para publicação de seus capítulos, como artigos, nos jornais e na Revista do Brasil. Estes livros, quase sempre de comentários políticos, foram Balmaceda (publicado em 1895) sobre a guerra civil no Chile e A intervenção estrangeira na Revolta de 1893 (publicado em 1896) onde, além de analisar o desenrolar da luta, faz confronto entre Saldanha da Gama, maior líder da Revolta, e Floriano Peixoto, que encarnava a legalidade. Também deste período é Um estadista do Império (1896), seu principal livro, em que analisa a vida do senador Nabuco de Araújo e a vida política, econômica e social do País durante a atuação do mesmo. Ainda desta época é o seu livro de memórias, intitulado Minha formação, publicado parcialmente na imprensa e reunido em livro em 1900.


1896 - Participou da fundação da Academia Brasileira de Letras, que teve Machado de Assis como seu primeiro presidente e Nabuco como secretário perpétuo.


1896, janeiro, 25 - Ingressou no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.


1899, março, 9 - Aceitou convite do governo da República para defender o Brasil na questão de limites com a então Guiana Inglesa de que seria árbitro o rei Victor Emanuel da Itália. Iniciou um processo de afastamento do grupo monarquista e a sua conciliação com a República.


1900, março - Morte de Sousa Correia, ministro brasileiro na Inglaterra, provocando o convite do gabinete do governo para que Nabuco aceitasse este lugar, passando a ser funcionário da República. Nabuco inicialmente aceitou ser "plenipotenciário em missão especial" deixando a chefia da legação com o encarregado de negócios.


1900, agosto - Aceitou o cargo de chefe da legação em Londres e tornou-se, finalmente, funcionário da República.


1900, dezembro - Proferiu, no Rio de Janeiro, em banquete que lhe foi oferecido, discurso considerado como a sua declarada adesão à República.


1903 - Publicou-se em Paris o livro O direito do Brasil (primeira parte) em que analisou as razões do Brasil na contenda com a Inglaterra a respeito de uma área territorial fronteiriça com a Guiana Inglesa.


1904, junho, 14 - O rei Victor Emanuel da Itália deu o laudo arbitral na questão da Guiana Inglesa, dividindo o território disputado em duas partes - 3/5 para a Grã-Bretanha e 2/5 para o Brasil - o que foi considerado por todos, inclusive por Nabuco, como uma derrota para o Brasil.
1905 - Criada a Embaixada do Brasil em Washington, Nabuco foi nomeado embaixador do Brasil, apresentando suas credenciais ao presidente Theodoro Roosevelt, a 25 de maio. Como embaixador em Washington ligou-se muito ao governo norte-americano e defendeu uma política pan-americana, baseada na doutrina de Monroe. Também viajou bastante pelos Estados Unidos e proferiu dezenas de conferências em universidades americanas.


1906, julho - Organizou a III Conferência Pan-americana, realizada no Rio de Janeiro, com a presença do secretário de Estado dos Estados Unidos.

1910, janeiro, 17 - Faleceu em Washington, como embaixador, após um longo período de doença.



BIBLIOGRAFIA



Camões e os Lusíadas. Rio de Janeiro: Typographia do Imperial Instituto Artístico, 1872. 286 p.

Camões: discurso pronunciado a 10 de junho de 1880 por parte  do Gabinete Português de Leitura. 2. ed. Rio de Janeiro: G. Leuzinger & Filhos, 1880. 30 p. 3. ed. Rio de Janeiro: G. Leuzinger & Filhos, 1880. 30 p.

________. Apresentação Plínio Doyle; estudo prévio Maximiano de Carvalho e Silva. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 1980. 30 p. Edição fac-similada.

Sociedade Brasileira Contra a Escravidão: cartas do presidente Joaquim Nabuco e do ministro americano H. W. Hilliard sobre a emancipação nos Estados Unidos. Rio de Janeiro: G. Leuzinger & Filhos, 1880. 23 p. Disponível no acervo digital da Fundação Joaquim Nabuco.

O abolicionismo. Londres: Typographia de Abraham Kingdon, 1883. 256 p.

________. São Paulo: Editora Nacional, 1938.

________. conferências e discursos abolicionistas. São Paulo: Progresso Editorial, 1949. 418p. Inclui bibliografia.

________. Introdução de Gilberto Freyre. 4. ed. Petrópolis, RJ: Vozes; Brasília, DF: INL, 1977. (Coleção dimensões do Brasil, 4).

________. Prefácio de José Thomaz Nabuco. Recife: Fundaj, Ed.Massangana, 1988. 256 p. (Abolição, 1). Fac-símile de: Londres: Typ. de A. Kingdon, 1883. Inclui bibliografia.

______. 5. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1988. 172 p. (Clássicos do pensamento político).


Henry George: nacionalizarão do solo: apreciação da propaganda para abolição do monopólio territorial na Inglaterra. Rio de Janeiro: A. J. Lamoureux, 1884.


O erro do Imperador. Rio de Janeiro: Typ. de G. Leuzinger & Filhos, 1886. 26 p. Propaganda liberal. Série para o Povo. Primeiro opúsculo. Disponível no acervo digital da Fundação Joaquim Nabuco. Há também um exemplar encadernado com os outros três opúsculos da Propaganda Liberal, Serie para o Povo: O eclipse do abolicionismo (segundo opúsculo); Eleições liberais e eleições conservadoras (terceiro opúsculo); Escravos! Versos franceses a epicteto (quarto opúsculo).

O eclypse do abolicionismo. Rio de Janeiro: Typ. de G. Leuzinger & Filhos, 1886. 16 p. Propaganda liberal. Série para o povo. Segundo opúsculo.Disponível no acervo digital da Fundação Joaquim Nabuco.

Eleições liberaes e eleições conservadoras. Rio de Janeiro: Typ. de G. Leuzinger & Filhos, 1886. Propaganda liberal. Série para o povo. Terceiro opúsculo. Disponível no acervo digital da Fundação Joaquim Nabuco.

Escravos: versos francezes a epicteto. Rio de Janeiro: Typ. G. Leuzinger, 1886. Disponível no acervo digital da Fundação Joaquim Nabuco.

Resposta as mensagens do Recife e Nazareth. 2. ed. Rio de Janeiro: Typ. G. Leuzinger, 1890.


Agradecimento aos pernambucanos. 2. ed. Londres: Abraham Newham, 1891. Disponível no acervo digital da Fundação Joaquim Nabuco.


Balmaceda. Rio de Janeiro: Typographia Leuzinger, 1895. 225 p. Disponível no acervo digital da Fundação Joaquim Nabuco.

________. São Paulo: Comp. Ed. Nacional; Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1937. 195 p. Edição uniforme das obras de Joaquim Nabuco.

________. São Paulo: Instituto Progresso Editorial, 1949. 143 p. (Obras completas; Joaquim Nabuco, 2). Encadernado com: A intervenção estrangeira durante a revolta de 1893, do mesmo autor.

________. Prefácio de Fernando Henrique Cardoso. Santiago de Chile: Editorial Universitária, c.1999. 151 p.

________. 4. ed. Organização, posfácio de notas de José Almino de Alencar. São Paulo: Cossac & Naify, 2008. 265 p.

O dever dos monarchistas. Carta ao Almirante Jaceguay. Rio de Janeiro: Typ. de G. Leuzinger, 1895. Disponível no acervo digital da Fundação Joaquim Nabuco.

Um estadista do Império: Nabuco de Araújo, sua vida, suas opiniões, sua época. Rio de Janeiro: Garnier, [1896?]. 3 v. Conteudo: t.1 - 1813-1857; t.2 - 1857-1866; t. 3 - 1866-1878.

________. Rio de Janeiro: H. Garnier, 1898. 3v.

________.Rio de Janeiro: Companhia Editora Nacional, 1936. 2 v. Nova edição completa em dois tomos e acrescida de um índice alfabético.

________. São Paulo: Instituto Progresso Editorial, 1949. 4v. (Obras completas; Joaquim Nabuco, 3-6).

Um estadista do Império: cronologia e bibliografia. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1975. (Biblioteca luso-brasileira). Inclui bibliografia.

A intervenção estrangeira durante a Revolta de 1893. Rio de Janeiro: Typ. Leuzinger, 1896. 143 p.

________. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1932.

________. São Paulo: Comp. Ed. Nacional; Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1939. 172 p.

________. São Paulo: Instituto Progresso Editorial, 1949. [145]-275 p. (Obras completas; Joaquim Nabuco, 2). Encadernado com: Balmaceda.

Scientific possibilities in Brazil [discurso]. [S.l.: s.n.], [19--?]. 6 p.


Minha formação. Rio de Janeiro: H. Garnier, 1900. 311 p.(Obras completas, Joaquim Nabuco.

________. São Paulo: Comp. Ed. Nacional: Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1934. 263 p. Edição uniforme das obras de Joaquim Nabuco.

Mi formacion. Tradución de Justo Pastor Benitez. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1944. Edição em língua espanhola. (Coleción de estudos brasileños, 3).

________. São Paulo: Instituto Progresso Editorial, 1947. 221 p. (Obras completas; Joaquim Nabuco).

________. Prefácio de Carolina Nabuco. Rio de Janeiro: W. M. Jackson, 1948. 322 p. (Obras completas; Joaquim Nabuco).

________. São Paulo: Instituto Progresso Editorial, 1949. 260 p. (Obras completas; Joaquim Nabuco).

________. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1957. 258 p. il. (Documentos brasileiros, 90).

________. Introdução de Gilberto Freyre. Brasília, DF: Universidade de Brasília, 1963. (Biblioteca básica brasileira, 8).

________. Introdução de Alceu Amoroso Lima. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1966. 278 p. (Clássicos brasileiros, 243). Traz uma caricatura de Nabuco, com a legenda: Esboço político. Um candidato pelo 1º distrito (Joaquim Nabuco, doceiro, apregoa as gulodices do seu tabuleiro decirculares políticas, enfeitado com as bandeirolas da emancipação dos escravos). Portrait-charge de Asmodeu (Pereira Neto), O Mequetrefe (30-7- 1881).

________. 9. ed. Brasília, DF: INL; Rio de Janeiro: J. Olympio, 1976. 173 p.il. (Documentos brasileiros, v. 90).

________. Porto Alegre: Paraula, 1995. 214 p.

________. Prefácio Evaldo Cabral de Mello. Rio de Janeiro: Topbooks, 1999.
254 p. Traz índice onomástico.

________. São Paulo: Martin Claret, 2004. 198 p. Traz no final um perfil biográfico e uma cronologia de Nabuco.

La Guerra del Paraguay. Paris: Garnier Hermanos, 1901. 397 p. Version castellana de Gonzalo Reparaz. Excerto de "Um estadista do Império".

________. Buenos Aires (Argentina): Belgrano, 1977. 412 p. Version castellana de Gonzalo Reparaz (Coleccion la Argentina historica). Inclui bibliografia.

Escriptos e discursos literários. Rio de Janeiro: H. Garnier, 1901. 302 p.

________. São Paulo: Comp. Ed. Nacional; Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1939. 296 p. Edição uniforme das obras de Joaquim Nabuco. Conteúdo: Terceiro centenário de Camões, p. 1-24; João Caetano, p. 25-33; Sarah Bernhardt, p. 34-40; Portugal e Brasil, p. 51-41; Resposta às mensagens do Recife e de Nazareth, p. 52-76; Um perfil de jornal, p. 77-85; O enterro do imperador, p. 86-98; A revolução rio-grandense, p. 99-100; Instituto Histórico, p. 110-116; Significação nacional do centenário anchietano, p. 117-139; A rainha Victoria, p. 140-186; Academia Brasileira, p. 187-202; Guilherme Puelma-Tupper, p. 203-214; Elogio dos socios doInstituto: Garcez Palha - Pereira da Silva - Couto de Magalhaes - João Mendes de Almeida - Padre Bellarmino de Souza, p. 214-239; Alfredo d’Escragnolle-Taunay, p. 240-243; Barros Sobrinho, p. 244-250; Soares Brandão. p. 251-256; Souza Correa, p. 257-260; CongressoAntiescravagista, p. 261-273; Banquete ao Barão do Rio-Branco [Londres,
1901], p. 274-278; Influência de Renan, p.279-296.


________. São Paulo: Instituto Progresso Editorial, 1949. 275 p. (Obras completas; Joaquim Nabuco). Encadernado com L'option.

Frontières du Brésil et de la Guyane Anglaise: la prevue cartographique, présenté a Rome le 26 septembre 1903Paris: A. Lahure, 1903. v. 3. Second memoire bresilien: question soumise a l’arbitrage de S. M. Le Roi d’Italie.

Frontières du Brésil et la Guyane Anglaise: la pretension anglaise: présenté à Rome le 26 septembre 1903. Paris: A. Lahure, 1903. v.1. Second mémoire bresilien: question soumise a l’arbitrage de S. M. le Roy d’Italie.

Frontières du Brésil et de la Guyane Anglaise: notes sur la partie historique du premier mémoire anglais présenté a Rome le 26 sptembre 1903Paris: A. Lahure, 1903. v.2. Second memoire bresilien: question soumise a l’arbitrage de S.M. Le Roy d’Italie.

Frontières du Brésil et de la Guyane Anglaise: le droit du Brésil présenté a Rome de 27 février 1903. Paris: A. Lahure, 1903. Premier mémoire brésilien: question soumise à l’arbitrage de S.M. Le Roi d’Italie.

Fronteiras do Brazil e da Guyana Ingleza: o direito do Brazil: apresentada em Roma a 27 de fevereiro de 1903. Paris: A. Lahure, 1903. Primeira memória brasileira. Questão submetida a S. M. o Rei da Itália.

La construction des mémoires anglais présenté a Rome le 25 février 1904 Paris: A. Lahure, 1904. v.1. Troisième mémoire bresilien: question soumise a l’arbitrage de S. M. de Roi d’Italie. Encadernado com o título "Frontières du Brésil et de la Guyane Anglaise", v.1.

Frontières du Brésil et de la Guyane Anglaise: exposé final présenté a Rome le 25 février 1904. Paris: A. Lahure, 1904. v. 4. Troisième mémoire brésilien: question soumise a l’arbitrage de S. M. de Roi d’Italie.

Frontières du Brésil et de la Guyane Anglaise: histoire de la zone conteste selon le contre-mémoire anglais, présenté a Rome le 25 février 1904. Paris: A. Lahure, 1904. v. 2. Troisième mémoire, 2.

Frontières du Brésil et de la Guyane Anglaise: reproduction des documents anglais suivis de breves observations présenté a Rome le 25 février 1904. Paris: A. Lahure, 1904. Troisième mémoire bresilien: question soumise a l’arbitrage de S.M. Le Roy d’Italie.

Private correspondence of Mr. Joaquim Nabuco Brazilian Ambassador in Washington then Brazilian Minister in London with Mr. Buckle editor of the London "Times" and the Marquis de Rudini former Premier of Italy and Minister for Foreign Affairs. [S. l.: s. n.], 1905. 15 p. Disponível no acervo digital da Fundação Joaquim Nabuco.

Pensée détachées et souvenirs. Paris: Hachette, 1906. Traz no final dois folhetos:Massangana: souvenir d’enfance e L’influence de Renan.

________. Traduzidos do francês por Carolina Nabuco. São Paulo: Comp. Ed. Nacional; Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1937. 263 p. Edição uniforme das obras de Joaquim Nabuco.

________. São Paulo: Instituto Progresso Editorial, 1949. 345 p. (Obras completas; Joaquim Nabuco, 10). Encadernado com: Camões e assuntos americanos do mesmo autor, p. 347-470.

Lincoln’s world influence: remarks of the Brazilian Ambassador, Mr. Joaquim Nabuco, at the Fourteenth Annual Banquet of the Lincoln Republican Club and the Young Men's Republican Club of Grand Rapids, on February 12th, 1906. [S. l.: s. n.]: 1906. 4 p. Disponível no acervo digital da Fundação Joaquim Nabuco.

Lessons and prophecies of the Third Pan-American Conference: address dlivered by Mr. Joaquim Nabuco, Ambassador from Brazil, before the Liberal The approach of the two Americas: convocation address delivered before the Universtiy of Chicago, August 28, 1908.[S. l.: s. n.], 1908. 10 p. Disponível no acervo digital da Fundação Joaquim Nabuco.

Address of the Brazilian Ambassador, Senhor Nabuco, at the laying of the corner-stone of the new building of the American Republics in Washington on May 11, 1908. [S. l.: s. n.], 1908. 3 p. Disponível no acervo digital da Fundação Joaquim Nabuco.

The place of Camoens in literature: address delivered before the students of Yale University, on the 14th May, 1908. [S. l.: s. n.], 1908. 26 p. Disponível no acervo digital da Fundação Joaquim Nabuco.

The spirit of nationality in the history of Brazil: address delivered before the Spanish Club of Yale University, on the 15th May, 1908. [S. l.: s. n.], 1908. 14 p. Disponível no acervo digital da Fundação Joaquim Nabuco.

Rivers and ports of Brazil: speech delivered by Senhor Joaquim Nabuco, Brazilian Ambassador at the National Rivers and Harbors Congress held in Washington, D.C., December, 1908. [S. l.: s. n.], 1908. 4 p. Disponível no acervo digital da Fundação Joaquim Nabuco.

Saint-Gaudens: speech delivered by Joaquim Nabuco Brazilian ambassador at the memorial meeting of The American Institute of Architects at the Corcoran Gallery of Art, Washington, December 15, 1908. [Washington. D.C.: s. n.], 1908. [2 p.]. Discurso elogiando o escultor americano.Disponível no acervo digital da Fundação Joaquim Nabuco.

The share of America in civilization: baccalaureate address on June 20th, 1909. [S. l: s. n.], 1909. 18 p. Disponível no acervo digital da Fundação Joaquim Nabuco.

Centenário de Lincoln. Discurso pronunciado em Washington, aos 12 de fevereiro de 1909, pelo embaixador do Brasil Joaquim Nabuco, por ocasião do centenário de Lincoln, organizado pelos commissarios do Districto de Columbia. [S. n. t.], 1909. Separata da Revista Americana. Disponível no acervo digital da Fundação Joaquim Nabuco.

Recife. Almanak [Almanaque] Literário Pernambucano, Recife, ano 11, parte literária, p. 1-2, 1909.

L'option. Drame en cinq actes, en vers, écrit en 1876-1877. Paris: Hachette, 1910.

________. São Paulo: Instituto Progresso Editorial, 1949. [277]-358 p. (Obras completas; Joaquim Nabuco, 9). Encadernado com: Escritos e discursos literários, do mesmo autor.


Pages choisies. Paris: Institut International de Cooperation Intellectuelle, 1940. Tradução para o português de Victor Orban e Mathildet; prefácio de Graça Aranha.

Camões e assuntos americanos: seis conferências em universidades americanas. Traduzidas do inglês por Carolina Nabuco. São Paulo: Comp. Ed. Nacional; Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1940. 152 p.

________. São Paulo: Instituto Progresso Editorial, 1949. (Obras completas; Joaquim Nabuco, 10). Encadernado com: Pensamentos soltos do mesmo autor, p.347-470.

O direito do Brasil. São Paulo: Comp. Ed. Nacional; Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1941. 295 p. Traz no final uma carta do território contestado, segundo Henri Trope (escala 1:3.500.000). Edição uniforme das obras de Joaquim Nabuco. Conteúdo: Cap. 1- Posse e domínio do Amazonas; Cap. 2 - Posse e domínio do Rio Negro; Cap. 3 - Posse e domínio do Rio Branco; Cap. 4 - Posse e domínio do território contestado.

________. São Paulo: Instituto Progresso Editorial, 1949. 285 p. mapa. (Obras completas; Joaquim Nabuco, 8).

Cartas a amigos. Coligidas e anotadas por Carolina Nabuco. São Paulo: Instituto Progresso Editorial, 1949. 2v. (Obras completas; Joaquim Nabuco,13/14).

Discursos parlamentares, 1879-1889. São Paulo: Instituto Progresso Editorial, 1949. 378 p. (Obras completas; Joaquim Nabuco, 11).

________. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1950. Publicação comemorativa do 1º centenário de nascimento do antigo Deputado por Pernambuco. Iniciativa da Câmara dos Deputados. Seleção e prefácio do deputado Gilberto Freyre. Introdução do deputado Munhoz Rocha.

________. Introdução de Gilberto Freyre. Brasília, DF: Câmara dos Deputados, 1983. 525 p. (Perfis parlamentares, 26). Inclui índice. Contém dados biobibliográficos. Bibliografia: p. 435-443. Disponível no acervo digital da Fundação Joaquim Nabuco.

Campanhas de imprensa: (1884-1887). São Paulo: Instituto Progresso Editorial, 1949. 269 p. (Obras completas; Joaquim Nabuco, 12).

O mandato da raça negra. In: CARNEIRO, Edison (Org.). Antologia do negro brasileiro. Rio de Janeiro: Globo, 1950. p. 9-12.

Extradição de escravos. In: CARNEIRO, Edison (Org.). Antologia do negro brasileiro. Rio de Janeiro: Globo, 1950. p. 25.

Liberdade dos escravos no Paraguai. In: CARNEIRO, Edison (Org.). Antologia do negro brasileiro. Rio de Janeiro: Globo, 1950. p. 47-8.

A usura de Shylock. In: CARNEIRO, Edison (Org.). Antologia do negro brasileiro. Rio de Janeiro: Globo, 1950. p. 54-55.

CATÁLOGO da correspondência de Joaquim Nabuco [ativa e passiva]. Recife: Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais, 1978-1988. (Série Documentos; 8; 13; 29; 32). Organizados por Ana Isabel de Sousa Leão Andrade, Carmem Lúcia de Souza Leão Rego, Tereza Cristina de Sousa Dantas, Ilka Cavalcanti Loureiro, Silvia Albuquerque Carvalheira e Liége T. Miranda Coelho. Traz resumo de cada correspondência, organizadas cronologicamente, com informação sobre sua localização no Arquivo Joaquim Nabuco, e índices onomástico e de assunto. Conteúdo: v. 1 – 1865-
1884; v. 2 – 1885-1889; v. 3 – 1890-1902; v. 4 – 1903-1906; v. 5 – 1907-1910.

Joaquim Nabuco: política. Organizadora: Paula Beiguelman. São Paulo: Ática, 1982. 192 p. (Grandes cientistas sociais, 23). Inclui bibliografia e índice.

Cartas aos abolicionistas ingleses. Organização e apresentação de José Thomaz Nabuco. Recife: Fundaj, Ed. Massangana, 1985. 81 p. (Documentos, 23). Disponível no acervo digital da Fundação Joaquim Nabuco.

Campanha abolicionista no Recife: eleições 1884. Discursos de Joaquim Nabuco. Estudo introdutório de Fernando da Cruz Gouveia; prefácio de Aníbal Falcão. Recife: Fundaj, Ed. Massangana, 1988. 205 p. (Abolição, 8). Edição comemorativa ao centenário da abolição. Fac-símile de: Rio de Janeiro: Typ. de G. Leuzinger, 1885. Inclui bibliografia. Disponível no acervodigital da Fundação Joaquim Nabuco.

________. Prefácio do Dr. Aníbal Falcão; introdução e cronologia de Manuel Correia de Andrade. Mossoró, RN: Fundação Guimarães Duque, 1992. 205 p. Fac-símile de: Rio de Janeiro: Typ. de G. Leuzinger, 1885.

________. Introdução e cronologia de Manoel Correia de Andrade. Brasília, DF: Senado Federal; Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1992. 181 p. Traz discursos e conferências sobre o tema.

A escravidão. Edição compilada do original manuscrito por José Antonio Gonsalves de Mello; prefácio de Manuel Correia de Andrade; organização e apresentação de Leonardo Dantas Silva. Recife: Fundaj, Ed. Massangana, 1988. 126p. (Abolição, 9). Inclui bibliografia. FJN. Disponível no acervo digital da Fundação Joaquim Nabuco.

Massangana. Recife: Fundaj, Ed. Massangana, 1989. 15 p. Separata de: NABUCO, Joaquim. Minha formação. Rio de Janeiro: H. Garnier, 1900.

Nabuco e a República. Textos de Joaquim Nabuco; organização e introdução de Leonardo Dantas Silva. Recife: Fundaj, Ed. Massangana, 1990. 173 p. (Serie República, 6). Traz três obras de Nabuco: O povo e o trono; O dever dos monarquistas e A intervenção estrangeira durante a revolta de 1893.

A abolição e a República. Organizado e apresentado por Manuel Correia de Andrade. Recife: UFPE, Ed. Universitária, 1999. 102 p. (Coleção nordestina).

Diários. Prefácios e notas de Evaldo Cabral de Mello. Rio de Janeiro: Bem-tevi; Recife: Fundaj, Ed. Massangana, 2005. 2v. Conteúdo: v.1. 1873-1888; v.2. 1889-1910.



ARQUIVO:

O presente inventário tem como objetivo levantar e divulgar aos pesquisadores a documentação referente ao Acadêmico Joaquim Nabuco sob a guarda do Arquivo dos Acadêmicos da  Academia Brasileira de Letras. O conjunto dos itens que o compõe visa a esclarecer o pesquisador, não apenas em relação ao acervo propriamente dito, mas também apontar, de forma sucinta, o percurso trilhado pelos arquivistas no tratamento aplicado.

O acervo documental do Arquivo Joaquim Nabuco é composto de uma coleção de documentos reunidos artificialmente pela Academia Brasileira de Letras.

O presente instrumento de pesquisa foi produzido de acordo com a Norma Brasileira de Descrição Arquivística (NOBRADE).

Rio de Janeiro, 18 de dezembro de 2009
Juliana Amorim de Souza
Estagiária de Arquivologia

COLEÇÃO DE DOCUMENTOS
ÁREA DE IDENTIFICAÇÃO

Código de referência: BR ABL AA JNa
Título: Arquivo Joaquim Nabuco
Data de produção dos documentos: 1873 - 2008
Nível de descrição: Coleção
Dimensão e suporte: 367 documentos
Textuais – 120 documentos
Iconográficos – 24 fotografias
Impressos – 222 recortes de jornais e revistas
Audiovisual – 1 fita VHS
ÁREA DE CONTEXTUALIZAÇÃO

Nome do produtor: ARAÚJO, Joaquim Aurélio Barreto Nabuco de e Academia Brasileira de Letras.
História arquivística: Não há registros precisos da época ou da forma de ingresso do acervo.
Procedência: Não há registros precisos sobre a procedência do acervo.

ÁREA DE CONTEÚDO E ESTRUTURA

Âmbito e conteúdo: Formado por documentos referentes à vida pessoal, literária e profissional de Joaquim Nabuco, tais como: correspondências, telegramas, recortes de jornais, fotografias e demais documentos produzidos e/ou recebidos pelo titular no exercício de suas atividades. Além de documentos produzidos e/ou recebidos pela Academia Brasileira de Letras.
Sistema de arranjo: Os documentos foram arranjados em 9 séries através de uma seriação temática e por espécie.




QUADRO DE ARRANJO:
   
ÁREA DE CONDIÇÕES DE ACESSO E USO

Condições e acesso: Aberto à consulta.
Condições de reprodução: Reprodução fotográfica permitida mediante autorização expressa e por escrito do Presidente da ABL ou do Chefe do Arquivo.
Idioma: Português, francês e inglês.
Instrumento de pesquisa: Inventário; Guia Geral do Arquivo dos Acadêmicos.

ÁREA DE FONTES RELACIONADAS

Unidades de descrição relacionadas:
 - A Biblioteca da Academia Brasileira de Letras tem, sob sua guarda, publicações de e sobre Joaquim Nabuco.
- O Arquivo Institucional da ABL possui documentos audiovisuais referentes a Joaquim Nabuco.
- A Fundação Joaquim Nabuco, em Recife, possui sob sua guarda acervos arquivístico e bibliográfico de/e sobre Joaquim Nabuco.
ÁREA DE CONTROLE DA DESCRIÇÃO

Nota do arquivista: Descrição realizada por Juliana Amorim de Souza, sob a supervisão de Maria Oliveira e Paulino Lemes de Sousa Cardoso.
Fontes bibliográficas utilizadas:
ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Cartas de Joaquim Nabuco. Revista da Academia Brasileira de Letras n. 43, v. 18, 1925.

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Biografia de Joaquim Nabuco: http://www.academia.org.br. Acessado em: 26/11/2009

FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO. Arquivo Joaquim Nabuco: http://www.fundaj.gov.br. Acessado em: 18/12/2009
NABUCO, Carolina. Cartas a amigos. Vol. I e II. Instituto Progresso Editorial, S.A. 1949. São Paulo
Regras ou convenções: “Diretrizes arquivísticas e metodologia para o Arquivo dos Acadêmicos” (documento interno) e NOBRADE (Norma Brasileira de Descrição Arquivística).
Data da descrição: Agosto de 2009 a dezembro de 2009.

Série 1 – Audiovisual
Código de referência: BR ABL AA JNa av
Título: Audiovisual
Data de produção dos documentos: Agosto de 1999.
Nível de descrição: Série
Dimensão e suporte: 1 documento audiovisual (fita VHS)
Âmbito e conteúdo: A série é constituída pelo documentário “Joaquim Nabuco, um vencido da grande causa”, com depoimentos de populares e historiadores sobre Joaquim Nabuco, abolicionista.
Unidades de descrição relacionadas: O Arquivo Institucional da ABL possui em seu acervo audiovisual duas conferências tendo como tema o acadêmico Joaquim Nabuco.


Série 2 – Correspondência Pessoal
Código de referência: BR ABL AA JNa cp
Título: Correspondência Pessoal
Data de produção dos documentos: 31/08/1885 a 24/12/1909
Nível de descrição: Série
Dimensão e suporte: 52 documentos textuais
Âmbito e conteúdo: Série constituída por correspondências de Joaquim Nabuco com acadêmicos, familiares, amigos e outros, versando sobre sua vida pessoal, literária e profissional e sobre a Academia Brasileira de Letras. A série é formada, em sua maioria, por cartas autógrafas.
Sistema de arranjo: A série correspondência pessoal está arranjada em ordem cronológica para correspondência autógrafa, e em ordem alfabética para correspondência recebida.


Série 3 – Correspondência de Terceiros
Código de referência: BR ABL AA JNa ct
Título: Correspondência de terceiros
Data de produção dos documentos: 04/12/1873
Nível de descrição: Série
Dimensão e suporte: 1 documento textual
Âmbito e conteúdo: A série Correspondência de terceiros é constituída por uma carta de Ernest Renan apresentando Joaquim Nabuco a Charles Edmond.
Série 4 – Documentos Institucionais
Código de referência: BR ABL AA JNa di
Título: Documentos Institucionais
Data de produção dos documentos: 19/10/1894 a 13/03/1978
Nível de descrição: Série
Dimensão e suporte: 15 documentos textuais
Âmbito e conteúdo: Constituída por documentos produzidos e recebidos pela ABL sobre Joaquim Nabuco, como cartas de condolências pela sua morte, cartas de inscrição para sua vaga, e a cópia do contrato celebrado em outubro de 1894 entre Joaquim Nabuco, Artur Jaceguay, Rodolfo Dantas, Barão de Drumond e Manuel José da Fonseca para a publicação de uma revista.
Sistema de arranjo: A série Documentos Institucionais está arranjada cronologicamente.
Série 5 – Hemeroteca
Código de referência: BR ABL AA JNa h
Título: Hemeroteca
Data de produção de documentos: 27/05/1927 a 21/12/1997
Nível de descrição: Série
Dimensão e suporte: 222 recortes de jornais e revistas
Âmbito e conteúdo: Constituída por recortes de jornais e revistas sobre a vida pessoal, literária e profissional de Joaquim Nabuco.
Sistema de arranjo: A série hemeroteca está arranjada cronologicamente.
Série 6 – Homenagem
Código de referência: BR ABL AA JNa hm
Título: Homenagem
Data de produção dos documentos: 04/04 a 05/04/2008
Nível de descrição: Série
Dimensão e suporte: 1 documento textual
Âmbito e conteúdo: A série Homenagem é constituída por um folder com a programação do Simpósio Internacional Comemorativo do Centenário das Palestras proferidas por Joaquim Nabuco em Yale (EUA), em 1908. O evento foi realizado na  Biblioteca da Universidade de Yale - EUA (Sterling Memorial Library)

Série 7 – Iconografia
Código de referência: BR ABL AA JNa ico
Título: Iconografia
Data de produção de documentos: 1879 - 1910
Nível de descrição: Série
Dimensão e suporte: 24 unidades documentais (16 fotografias; 8 imagens impressas)
Âmbito e conteúdo: Constituída por fotografias e por imagens impressas de Joaquim Nabuco e imagens relacionadas ao acadêmico.

Série 8 – Produção Intelectual
Código de referência: BR ABL AA JNa pi
Título: Produção intelectual
Data de produção dos documentos: [02/07/1893]
Nível de descrição: Série
Dimensão e suporte: 1 documento textual
Âmbito e conteúdo: Constituída pelos rascunhos do discurso pronunciado por Joaquim Nabuco no Cassino Fluminense, em benefício dos feridos na Guerra Civil do Rio Grande do Sul.
Nota sobre publicação: NABUCO, Joaquim. Discurso do Dr. Joaquim Nabuco na Kermesse organizada pela Comissão Central da Cruz Vermelha a favor dos feridos na Guerra Civil do Rio Grande do Sul, a 2 de julho de 1893 no Cassino Fluminense. Rio de Janeiro, Typographia do Jornal do Commercio, de Rodrigues & C. 1893. Disponível emwww.fundaj.gov.br.

Série 9 – Transcrições
Código de referência: BR ABL AA JNa tr
Título: Transcrições
Data de produção dos documentos: Sem data
Nível de descrição: Série
Dimensão e suporte: 50 documentos textuais.
Âmbito e conteúdo: A série é constituída por transcrições de correspondências de  Joaquim Nabuco, familiares e amigos, além  de alguns textos publicados, como discursos, palestras etc. Não foi possível identificar os autores das transcrições.
Sistema de arranjo: A série Transcrições está arranjada por autor para as correspondências, e por ordem alfabética dos títulos para os textos.
Nota: Na correspondência datilografada de J. Batalha Reis, há também a correspondência de Celeste para D. Yayá, sem data identificada.






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