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sábado, 17 de janeiro de 2015

A ERA DAS PALAVRAS II - ALERTA /ACAD. DE LETRAS DO BRASIL


  1. i

ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL - ALB. Primeira Academia Mundial da Ordem de Platão - Politicamente Ativa
Organização Internacional de Cultura

A ERA DAS PALAVRAS II

ESCRITOR. A vida de um Gestor Cultural Literário e em particular de um Escritor, faz-se sob bases de dedicação, leitura, persistência, disciplina e pesquisas, encontrando a sensibilidade e as capacidades persceptivas e descritivas, também elementos essenciais ao escritor que propõe-se ao profissionalismo na arte literária. A segurança pessoal daqueles que não limitam-se a pensar, mas escrevem e ultrapassam também este paradigma, tornando públicas suas produções, faz-se fundamental e elementar na personalidade do escritor. A autocrítica, selecionando temas, otimizando conhecimentos e desconhecimentos, além da competência de sínte-se àqueles que produzem a literatura científica, como também, diametralmente oposta, a prolixidade aos romancistas e filósofos, fazem-se singulares e indispensáveis na arte de escrever. O talento e a inspiração, àquela respiração profunda como sinônimo de satisfação e prazer ao escrever, ou o encontrar-se plenamente ao construir um conto, crônica, poesia, romance, novela... Ou ainda, completar-se ao preencher lacunas históricas, acrescer elementos às ciências, criticar e reformular teorias, são elementos constitutivos da dinâmica cerebral dos escritores. Em especial, ao escritor, credita-se acreditarem nas menores fagulhas de seus pensamentos, traduzindo em letras ordenadas e pensamentos claros, os comuns turbilhoes de histórias, enredos, imaginações, personagens, sentimentos e fenômenos, axiológicos ou subjetivos, que invadem suas mentes. Onde a sutileza ou positividade, em quaisquer gêneros literários, manifestam-se nos diversos gêneros de escrita, traduzindo esses estímulos e compondo segmentos de autores, capazes de, alguma forma, aceitarem e registrarem trajetórias e possibilidades evolutivas humanas. Em linhas diametrais, opostas e congruentes, a ficção e a história mantém o leitor sob os auspícios de uma trajetória existencial, real ou imaginativa, vivida ou futurista, alimentando e dando asas a necessidade de conhecer e sonhar, inerentes aos seres humanos. Contudo, assim como nenhuma carta poderá sair de um baralho sem que antes nele estivesse, também toda produção literária é dependente da construção cultural individual do escritor. Ler, pesquisar, viver e experimentar, são elementos indispensáveis ao escrever. O exercício mental, em busca obstinada do novo ou o esforço ao preenchimento de lacunas, mitica, mistica ou cientificamente, motivam e envolvem os escritores, onde o ler e escrever completam-se sob técnicas literárias elementares, cuja sonoridade e clareza de texto, com início, meio e fim, como na mais simples redação, garantem a comunicação e possibilidade de êxito, sem maiores críticas, às obras literárias. Quando científicas, citações, hipóteses, pesquisas, comprovação ou não das hipóteses, conclusões e um rol bibliográfico, são elementares. Sempre, quaisquer produções literárias, em quaisquer segmentos, resultam de dinâmicas mentais de seus autores. Como a vertiginosidade do tempo ou força gravitacional, o ser é impelido a completar-se, colocando-se a escrita, por força da minunciosa e exigente organização linguística, de não menos exigente construção gramatical, em harmonia com as mais diversas frequências cíclicas cerebrais humanas. Encontrando-se, para cada ser, uma frequência correspondente ao Estágio Psicomaturacional em que se encontra. Logo, tanto escritores quanto leitores, completam-se em uma perspectiva literoterápica, cujas pontes, ao ler ou ao escrever, formam-se em narrativas existenciais, em busca de vitórias, acomodação e minimização de dores e fracassos, ou à construção de vitórias, em possibilidades e esperanças, pessoais ou coletivas, e ou mesmo simplesmente contemplativas, de mera distração, conscientes, autores e leitores, do objetivo intrínseco, sem fins senão o mero relaxamento da mente. Em síntese, tudo pode se transformar em objeto de literatura. O escritor sonha, acredita e torna públicos os seus mais sublimes ideais, os traduzindo nas mais diversas formas literárias (Mário Carabajal).
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