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domingo, 13 de abril de 2014

SPORT É FINALISTA NO PERNABUCANO X NAÚTICO















         



































Padre  Vieira na  2a  Aldeia  de São João Batista
                                                     a partir de maio  1624, durante a 1ª Invasão 
                                                     Holandesa  na  Bahia.
O Noviço e futuro Padre   Antonio  Vieira,  chegou a   Salvador em 1619 e em 1623 entrou para a  Cia. de Jesus na Bahia (Colégio dos  Jesuítas). Antonio Vieira com a  Invasão Holandesa  na  Bahia  em  maio de 1624,  ficou refugiado  juntamente com  os  padres  jesuítas na  2ª Aldeia Jesuíta de  São João Batista,  localizada  no atual Largo do Bonfim de Mata  de São João em 1624.
Vieira  e outros jesuítas da  Cia. De Jesus  no  Brasil  fugindo  de Salvador, ficaram  residentes  na  citada Aldeia, no edifício  da   igreja  Matriz  da 2ª Aldeia São João, que possuía  a  sua magnífica Torre  do Sino, ou  Torre  Sinaleira, que teve  um papel importante a  partir do final do Século  XVII no processo  de sinalizações via  "fumaça  branca" entre a  lendária Casa da Torre de Garcia  D'Ávila e a cidade  Fortaleza  de Tomé  de Souza.
Antonio  Vieira nasceu em 6 de fevereiro  de 1608  em Lisboa/Portugal e faleceu em 18 de  julho de 1697. Padre Antonio Vieira  foi um religioso, filósofo, escritor e orador da  Cia. de Jesus  no  Brasil. Foto acima pesquisado  na Wikipédia - A Enciclopédia livre.

PARABÉNS MATA DE SÃO JOÃO   463 ANOS DE FUNDAÇÃO - 15/03/1561 A 15/03/2014
A PARTIR  DA  FUNDAÇÃO DA SEGUNDA ALDEIA DE S. JOÃO BATISTA PELO PADRE JESUITA  GASPAR LOURENÇO E  IRMÃO SEMEÃO  GONÇALVES - LOCAL DA LOCALIZAÇÃO DA SEGUNDA ALDEIA  JESUITA DE SÃO JOÃO BATISTA FOI NO ATUAL LARGO DO BONFIM  DE  MATA!

LINK DA  HISTÓRIA DA POVOAÇÃO DE MATA DE SÃO  JOÃO
CLIC DEPOIS  DE
LER   ESSA POSTAGEM /TOMBAMENTOS...



                                           GLORIOSO  S. JOÃO BATISTA
                                         PADROEIRO  DO  MUNICÍPIO MATENSE


           Quadro em Faianca   Portuguesa   na  casa residencia  de Gamaliel Chagas
           São, João Batizando  Jesus Cristo no Rio  Jordão. Um painel do excelente 
           artista Ceramista  de Aveiro Portugal-  Eduardo  Gomes.

 Planta da  Aldeia   Indígena   do Divino  Espirito  Santo de  1791, Arquivo Histórico Ultramarino  de Lisboa,  atual localidade de Vila de Abrantes/Camaçari/Ba. Uma  planta  tipica  das  Aldeias Jesuítas Seculares na  sua  essência arquitetônica, servindo  de exemplo  de gravura para  a Segunda Aldeia  de S. João Batista   de  Mata  de S. João.
A gravura  da Segunda Aldeia de S. João Batista, ainda  não  foi  revelada por historiadores, mas  provavelmente  ainda se  encontra em algum arquivo  em Lisboa  ou  em algum arquivo no Brasil....


MATA DE SÃO JOÃO  SUAS RAÍZES, SUA HISTÓRIA!
  A POVOAÇÃO  (15/03/1561)   
TOMO I

PADRE JESUITA GASPAR LOURENÇO FUNDADOR DA ALEIA DE S. JOÃO BATISTA EM 15/03/1561, QUE ORIGINOU  A POVOAÇÃO E ATUAL MUNICÍPIO  DE MATA DE S. JOÃO  HÁ  453 ANOS.

Sport vence no tempo normal, nos pênaltis e está na final com o Náutico

Foto: Guga Matos/JC Imagem
Foto: Guga Matos/JC Imagem
No tempo normal deu Sport com a vitória por 1×0 no fim do jogo. Nos pênaltis, o time da Ilha também foi mais eficiente e carimbou a vaga na final do Campeonato Pernambucano 2014 ao vencer por 5×3 . A partir de quarta-feira, os rubro-negros enfrentam o Náutico em dois jogos para se conhecer o campeão estadual. O primeiro confronto será na Ilha do Retiro. O jogo de volta, na outra quarta, na Arena Pernambuco.
O técnico Eduardo Baptista gostou da atuação do time no primeiro tempo da decisão da Copa do Nordeste e manteve Wendel pelo lado esquerdo do campo. Mesmo assim, o Sport manteve a postura ofensiva que se esperava de um time que só jogava por um resultado. O posicionamento dos jogadores rubro-negros era marcar o Santa logo em sua saída de bola. Prova disso foi a postura dos dois laterais, Patric e Renê, posicionando-se na linha de meio de campo.
Ouça o gol de Leonardo:
Ouça o pênalti que deu a classificação ao Sport:
De seu lado, Vica manteve o trio de volantes que deu certo na vitória por 3×0 na semana passada. Não tanto pela posição mas muito mais pela postura, o tricolor praticamente ficou assistindo seu adversário jogar. Os volantes ajudavam na marcação dos laterais do Sport. Raul e Caça Rato também recuaram para evitar que os volantes leoninos aparecessem como elementos surpresa. Sobrou para Leo Gamalho ficar sozinho entre os zagueiros do Sport.
Mesmo com o domínio territorial, o Sport teve dificuldade para finalizar. Só veio fazê-lo com perigo aos 22 minutos e na bola parada. Neto Baiano bateu com violência e Tiago Cardoso defendeu parcialmente. No rebote, ninguém do Sport aproveitou. Apenas dois minutos depois, um escanteio rendeu ótima oportunidade para Wendel. Ferron ajeitou de cabeça para o camisa 7 chutar prensado e a bola sobrar fácil para Tiago Cardoso. O Santa conseguiu sair lá de trás em velocidade. Aos 25, Leo Gamalho chutou mas Ferron apareceu na hora para bloquear.
Cada goleiro voltaria a fazer uma defesa antes dos 30 minutos. Tiago teve que trabalhar mais duro num chute rasteiro de Patric. Já Leo Gamalho facilitou a vida de Magrão ao mandar de cabeça no meio do gol. Os donos da casa tiveram sua melhor chance aos 42. Patric avançou livre e cruzou para a pequena área. Felipe Azevedo esticou a perna direita mas a conclusão foi por cima do gol. A resposta dos corais foi quase instantânea. Um minuto depois Memo acertou um foguete de fora da área e Magrão teve que se esticar para mandar a escanteio.
Os dois times voltaram para o segundo tempo com a mesma disposição que ambos apresentaram no primeiro. O Santa só quis se defender e o Sport não tinha mais nada a fazer do que procurar ao menos um gol que lhe desse vantagem. O problema é que os dois times mostravam bem menos força para executar seus planos. O Sport tocava a bola de forma mais lenta, assim facilitava a vida de seus marcadores. Nem mesmo a liberdade maior de que desfrutou Ewerton Páscoa conseguiu fazer a diferença.
Pelo que foi comentado acima sobre o Sport dá para imaginar como estava o Santa. Novamente recuado e, como agravante, o fato de apenas livrar-se da bola. O pouco que trocou passes no primeiro tempo não foi visto no segundo. Essa forma de jogar fez com que Leo Gamalho se transformasse num mero espectador dentro das quatro linhas. O atacante tricolor irritava-se constantamente, pedindo aos companheiros que trabalhassem mais a bola para trazê-la ao setor ofensivo.
A partida estava assim, tensa, quando veio o lance crucial. Aos 13 minutos, Aílton bateu falta na área tricolor. De costas, Ewerton Páscoa desviou para as redes. No entanto, o árbitro Sebastião Rufino Filho anulou a jogada por falta em Tiago Cardoso. A polêmica é que na hora de sair para tentar cortar a bola, Cardoso tropeçou em Éverton Sena, que havia caído nas trombadas por disputa de espaço. Os rubro-negros ainda teriam outro gol anulado, desta vez corretamente. Aos 20, Ferron desviou cobrança de escanteio e o atacante foi em direção à bola, que entrou no canto. O assistente Clóvis Amaral notou impedimento, já que o camisa 9 teve participação ativa na jogada.
O jogo limitava-se apenas à metade vermelha preta e branca do campo. Eram dez mandando bolas para a área e outros dez afastando-a de todas as maneiras. Mas de tanto insistir o Sport conseguiu seu gol salvador. Aos 42 minutos, Renan Oliveira bateu falta na área e Ferron cabeceou para o lado oposto da pequena área. Leonardo chutou no canto direito de Tiago Cardoso.
O tempo se estenderia até os 48 mas o Santa parceu prostrado por tanto tempo enterrado em seu campo defensivo que não mostrou o mínimo esforço de tentar o milagre do gol de empate que o classificaria para a final.
Nos pênaltis, dois gigantes no gol e Magrão terminou levando a melhor sobre Tiago Cardoso. A disputa estava empatada em 2×2 com Leonardo e Renan Oliveira batendo para o Sport e Leo Gamalho e Renatinho descontando para o Santa. Na terceira batida, Patric fez 3×2. Carlos Alberto tentou empatar no canto esquerdo e Magrão foi buscar a bola. Ewerton Páscoa aumentou a vantagem leonina e Sandro Manoel bateu o pênalti que manteve o Santa vivo.
Restava apenas Neto Baiano. Se o Sport convertesse, Renan Fonseca não precisaria bater pelo Santa. E quis o destino que o atacante que quase foi liberado para acompanhar o velório do avô, falecido na véspera da partida, bastesse forte, no canto esquerdo. Tiago Cardoso foi lá mas não conseguiu defender.
Ficha de jogo
Sport: Magrão, Patric, Durval, Ferron e Renê; Rodrigo Mancha, Ewerton Páscoa, Aílton (Leonardo) e Wendel (Renan Oliveira); Felipe Azevedo (Bruninho) e Neto Baiano. Técnico Eduardo Baptista.
Santa Cruz: Tiago Cardoso; Oziel, Renan Fonseca, Everton Sena e Zeca; Sandro Manoel, Memo, Luciano Sorriso (Éverton) e Raul (Carlos Alberto); Flávio Caça Rato e Leo Gamalho.
Local: Ilha do Retiro. Árbitro: Sebastião Rufino Filho. Assistentes: Clóvis Amaral e Charles Rosas. Gol: Leonardo, aos 42 do segundo tempo. Cartões amarelos: Aílton, Neto Baiano, Érico Júnior, Luciano Sorriso, Oziel e Raul.

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