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BIOGRAFIA DE CHIQUITINHA AMPLIADA COM FOTOS.
http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/.../correr-e...
CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
(A Poesia do Corredor)
Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!
Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...
É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz, porque a corrida me faz bem.
A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.
É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...
Poesia feita em 13/02/1985
Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.
PRINCIPAIS CORRIDAS
Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador de futebol, matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu 15 maratonas em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984, pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú pela BR 101 no ano de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de Mata de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas corridas citas sem ter apoio financeiro das prefeituras citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive nas duas Maratonas Internacionais houve apoio da Copene no translado Salvador Rio de Janeiro e vice versa, ajuda na estádia), sendo passagens de ida e volta a custo do atleta, e trabalhava das 8 horas as 17 horas e compensava os dias da estadia em New York (5 dias em 1984 e 1986).
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A Curso de Legislação Empresarial LDTDA/TPD/IOB
Credenciamento: CFMO O97
Oswaldo Melantonio Formado em Direito, Filosofia e Jornalismo, Av. Marquês de São Vicente (Agua Branca), São Paulo/SP
Certificado COMUNICAÇÕES VERBAIS /Concluído em 7/03/1986
Chiquitinha Maravilha nasceu no dia 07/07/1951 ás 03: 05 hs na Travessa Barão Açu da Torre, atual rua Luis Sepúlveda Garces, centro, cidade de Mata de São João, curso primário no Grupo Escolar Getúlio Vargas (1959/65), ginasial IMEMB (atual CMMB) de 1966/69.
Chiquitinha Maravilha aposentado, Técnico em Química (nível médio), Curso de Comunicações Verbais em 07/03/1986, (100 horas de duração, EQUIVALENTE A 6 MESES), Credenciamento: CFMO 097, o Professor Responsável pelo Curso de Legislação Empresarial o Professor Oswaldo Melatonio, formado em Direito, Filosofia e Jornalismo;
No citado curso grandes figuras do mundo da comunicação política, esportiva, empresarial, realizaram o citado curso (Oreste Quecia, Osmar Santos, Janio Quadros fizeram esse citado curso.... ).
FONTE BAHIA NOTÍCIAS
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Lula disparou, em Portugal, coisas estranhas que somente ele (e alguns petistas) acredita. Os portugueses, é provável, ficaram atônitos. Ao conceder uma entrevista a uma TV Lusa, disse o que se imaginava que ele já esquecera: “O mensalão não existiu”. Certamente consequência da crise de labirintite, o que o levou a um internamento no hospital Sírio-Libanês, ao chegar ao Brasil. Perdeu o equilíbrio, desconfia-se, a partir do desconforto que o perturbava. Misturou, então, tudo. Alhos e bugalhos. Além “de não existir”, aceitou, em seguida, que o mensalão foi 80% político e, ainda, atacou o Supremo Tribunal Federal ao dizer que o restante, 20%, não passou de “uma decisão jurídica”. Entendeu-a como um “massacre”.
A prova de que Lula não estava bem foi disparar que os mensaleiros “não são gente da minha confiança”. Coitado de José Dirceu que quando explodiu o escândalo estava dentro do Palácio do Planalto como Chefe da Casa Civil. Genoíno, que fora presidente do PT, também não era “gente da sua confiança”. Para completar, quando o repórter ameaçou outra pergunta, o ex-presidente disse que “tem companheiros do PT preso. E eu também não vou ficar discutindo a decisão da Corte. O que eu acho é que essa história vai ser recontada”. Labirintite é o diabo. Os portugueses devem estar pensando que a doença do ex-presidente é outra. Se assim estiverem a meditar, têm justa razão.
Poderia ter ajudado um pouco mais Dilma na entrevista que concedeu, mas até que ajudou ao defender a sua política econômica, embora aqui, os companheiros do PT costumam criticá-la por não mudar os rumos da economia. Novamente titubeou quando perguntado se havia possibilidade de sair candidato a presidente no lugar de Dilma. Respondeu duas coisas opostas: a primeira, que não pretende ser candidato a cargo eletivo. De imediato, emendou a segunda: “Em política a gente não pode dizer que não, mas acho que já cumpri com minha tarefa”. E mais: “A Dilma é uma mulher de extrema competência. Ela vai ganhar as eleições”.
Lula só acertou na última possibilidade. Dilma pode, sim, ganhar as eleições. As pesquisas demonstram que mesmo em queda de prestígio ela ainda continua capacitada a ganhar no primeiro turno. É necessário, porém, que estanque a queda e que consiga controlar os desacordos dentro do PT, que está dividido entre ela e o próprio Lula. Neste caso, cabe ao entrevistado - que confundiu a cabeça dos portugueses com a sua entrevista - colocar isso com clareza para dar um ponto final à campanha “volta Lula”.
Difícil entender a entrevista do ex-presidente brasileiro. Ele foi a Portugal para participar das comemorações dos 40 anos da Revolução dos Cravos, que libertou os portugueses do terror fascista-salazarista, detonada a partir dos versos da canção de José Afonso, poeta e compositor luso, “Glândula, Vila Morena”.
O curioso é que as reuniões que realiza com a presidente Dilma são episódicas e pouco acrescentam, porque a crise em que ela está imersa continua a evoluir. De outro modo, o que o ex-presidente não quer ouvir falar, mesmo com labirintite, é sobre o escândalo da Petrobras. Fica à distância, com medo de contágio, se ele errar nas palavras. Para ele não há crise, o PT não está dividido, a base aliada do Palácio do Planalto está inteira e fidelíssima, não há CPI da Petrobrás, as dificuldades políticas, enfim, não existem. Labirintite é mesmo o diabo.
Na verdade, a presidente Dilma atravessa um dos piores momentos da sua trajetória no Palácio do Planalto. Tem dificuldades para tocar a gestão diante da sequência de informações negativas sobre a economia, especialmente a conta corrente (exportação versus importação), nas dificuldades com a inflação e no trato político com o PT e com a sua base de apoio, como dito acima. Diante de tamanhos problemas, somados aos escândalos oriundos do aparelhamento fisiológico da estatal e das suas conseqüências que chegaram rapidamente ao conhecimento da população (em razão da simbologia que a Petrobras reflete no País), Lula deveria ficar mais próximo a ela, o que certamente amenizaria os problemas que enfrenta.
Mas há, para se contrapor à proximidade, um fator que é impossível excluir. Em ano de eleição a presidente ficaria mais frágil, na medida em que poderia dar a impressão (e certamente daria) de que ela é comandada pelo seu criador. Ademais, aumentaria a tal história do “volta Lula”, o que não ficaria bem para a presidente. Neste aspecto, o melhor mesmo é que Lula fique distante, com direito a dizer o que quiser nas suas entrevistas, até porque, e assim eu acho, labirintite é, definitivamente, o diabo.
Segunda, 28 de Abril de 2014 - 15:26
'Coisa de louco', diz ministro sobre declaração de Lula
por Samuel Celestino
Foto: Divulgação / STF
“É troço de louco”. Foi assim que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio, espantosamente recebeu a declaração feita por Luiz Inácio Lula da Silva a uma TV portuguesa, ao dizer que 80% do mensalão era questão política. O ministro ficou atônito e até perguntou “como ele tarifou isto?” Por Marco Aurélio, vê-se como foram recebidas no STF as declarações feitas na entrevista do ex-presidente, que disse, também, que os 20% restantes eram questões jurídicas. Marco Aurélio afirmou esperar que a sociedade não entenda tais declarações como corretas e, mais ainda, que, no seu entendimento, “trata-se de um direito que Lula tem de espernear.”
O temor eleitoral do PT, especialmente do Palácio do Planalto diante das seguidas quedas de Dilma Rousseff nas pesquisas eleitorais, levou a legenda (e a presidente) a adotar medidas acertadas. Primeiro, o PT começou a pressionar o deputado André Vargas, enroladíssimo com o doleiro Alberto Youssef (já preso) a renunciar o seu mandato por não ter saída: muito provavelmente o Conselho de Ética da Câmara irá cassá-lo. Em segundo, entregou os pontos, deixou combater a CPI exclusiva da Petrobras, aprovada pela oposição no Senado, na medida em que a ministra do Supremo, Rosa Weber, concedeu uma liminar provisória favorável à oposição.
As duas decisões do partido, ambas oriundas do Palácio do Planalto a partir de aconselhamentos da assessoria de Dilma, têm sentido. Tanto ela como o partido estavam e estão sangrando na medida em que, diariamente, (sem aquela de dia sim, dia não) estão na mídia, diante do que está a acontecer com a principal empresa brasileira, símbolo maior que vem dos anos 50 do século passado. A Petrobras está rota. Perdeu dois terços do seu valor de venda e ainda continua caindo, mesmo com o pré-sal.
Já o deputado André Vargas está de tal maneira sujo e sem saída que passou a ser um estorvo para o partido em ano eleitoral. Por que passa a ser, ele próprio, uma demonstração das maracutaias praticadas por integrantes da legenda, distante de ser o que já foi, ou seja, ostentar a auréola de um partido limpo, diferenciado dos demais. Bastou chegar ao poder e tudo mudou. Assim, para evitar o pior, embora o pior já esteja instalado, o PT quer dele se livrar o mais rápido possível.
A não ser na época do mensalão, o Partido dos Trabalhadores não atravessa uma fase tão perniciosa, tão desgastante e, pior ainda, quando as eleições já estão visíveis, porque acontecem dentro de seis meses. O PT e Dilma Rousseff estão contra a parede, embora a presidente tenha colaborado para que o assunto Petrobras crescesse e tomasse um fôlego inusitado. Tudo começou com aquela nota em que ela, tentando se livrar, se afogou, escrevendo do próprio punho que recusava a responsabilidade sobre a compra da refinaria de Pasadena por não ter, à época, em mãos, quando presidia o Conselho Deliberativo da petrolífera, informações sobre duas cláusulas perniciosas.
A partir daí aconteceram embaraços e tão-somente embaraços, sem ninguém se entender sobre o bilionário (em dólares) prejuízo da empresa-símbolo. A atual presidente da Petrobras, Graça Foster, diz que foi um péssimo negócio. O ex-presidente, José Sérgio Gabrielli, diz que foi um bom negócio para a época e que a presidente deve assumir a responsabilidade que lhe cabe. Dilma perde pontos nas pesquisas. Falar em mensaleiro, na época em que aconteceu o escândalo, no governo Lula, era uma coisa, porque os brasileiros não sabiam (hoje sabem) o que significava mensaleiro. Falar em Petrobras, porém, é tocar em um ícone brasileiro, o sonho do desenvolvimento, a tal ponto que ser petroleiro, trabalhar na empresa, era quase uma benção, era um fator de orgulho dos seus trabalhadores. Hoje, a estatal foi aparelhada pelo fisiologismo nefasto da política petista para agradar à base de sustentação do governo. Se alguém disser que nunca se ouviu fatos sobre corrupção como hoje acontece, não seria um exagero. O país está enlameado pela política rasteira em prejuízo da República. Não há a menor dúvida. É certo que a corrupção sempre acompanhou, lado a lado, os governos de Pindorama.
A propósito, somente a propósito sobre o que está acima escrito, o “ínclito” presidente do Senado, Renan Calheiros, em nota, avisou que recorrerá da decisão do Supremo, alegando a independência entre os três poderes. Afinadíssimo com quem estiver no poder, seja lá quem for, ele seguramente criará mais problemas para o Palácio do Planalto e para Dilma Rousseff. Os governistas podem – e devem – criar uma CPI para apurar o que aconteceu com os trens e o metrô paulistanos e, também, com os gastos estonteantes da refinaria Faria e Lima, em Pernambuco, na tentativa de alcançar os pré-candidatos Aécio Neves e Eduardo Campos. Assim como a oposição pode aparecer com uma CPI mista (Câmara e Senado) para aprofundar as investigações na petrolífera.
Enquanto isso, a presidente Dilma Rousseff não deve estar a dormir bem. Deve sonhar com pesquisas, com quedas monumentais e, no sonho, vê Lula à distância como a dizer que não tem nada com isso. Ora, ora. Cada poste tem seu dono.
*Coluna de Samuel Celestino publicada no jornal A Tarde deste domingo (27).
Dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) demonstra uma faceta preocupante da economia brasileiral, comparando com os países pobres e emergentes: é o que menos poupa, aí envolvendo famílias e governo. Fica em 14%, enquanto a média é de 33%. O Brasil, entre os emergentes, só fica à frente da África do Sul, e perde em relação aos demais, piorando, e muito, quando se compara com os países ricos. As taxas dos países latino-americanos também não são boas, segundo o Fundo Internacional. De acordo com o FMI, a baixa poupança explica o déficit nas transações internacionais (exportações versus importações), ou seja, conta corrente, que este ano demonstra que está pior do que a média histórica desde que iniciada, como foi explicitado ontem no BN.
Sexta, 25 de Abril de 2014 - 16:53
Rombo nas contas externas do país atinge 25 bilhões de dólares
por Samuel Celestino
A situação da economia brasileira vai de mal a pior. Nesta sexta-feira (25), o Banco Central anunciou que o rombo nas contas externas brasileiras extrapolou neste último trimestre e é o maior desde a série histórica, que se iniciou em 1970. Isso significa dizer que a diferença entre o que o país compra no exterior foi maior do que o que conseguiu vender. O montante (déficit) chegou a US$ 25,186 bilhões. O próprio Banco Central estima que o Brasil deverá encerrar 2014 com um resultado desfavorável em torno de US$ 80 bilhões. A diferença entre as importações e as exportações, desse modo, tende a crescer, sinalizando as dificuldades que o país atravessa na sua economia.
Ora, uma CPI deve ter um motivo claro e definido para ser instalada e não motivos diversos e variados como quer o governo, para tentar fugir de uma situação que atormenta o Palácio do Planalto, alcança a presidente Dilma Rousseff como um dos agentes e cria problemas fortíssimos para atrapalhar a sua reeleição. O assunto da CPI é um só, e já é mais do que suficiente. A Petrobras é um símbolo do processo de desenvolvimento brasileiro, surgiu na era Vargas, e principal empresa do País, pelo menos virtualmente. Bastam as investigações do que ocorre nos labirintos oleosos da estatal para dar muito trabalho a uma CPI.
Um novo fato de repente se anuncia. O ex-presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, que nunca bicou com Dilma e foi por ela afastado da estatal, estava se poupando para não ficar a todo momento dando entrevistas sobre o caso Pasadena. Mas, no último domingo, reconheceu a sua parcela de responsabilidade e disse que “Dilma deveria assumir também as suas responsabilidades no caso”.
A presidente só faltou escalar as paredes do Palácio do Planalto, porque voltou ao centro das atenções (na verdade nunca saiu). Gabrielli parece estar alfinetando a presidente pouco a pouco, friamente. Agora diz que, se for convidado, irá à Câmara dos Deputados para um novo depoimento. Foi convidado na tarde de hoje para depor em comissões técnicas. Basta dizer tal coisa para o Palácio do Planalto estremecer, porque o que a presidente mais quer é sair da confusão, ser deixada ao lado para não continuar a descer a ladeira nas pesquisas que estão sendo realizadas. Perde pontos e conceito.
Na Câmara, o presidente do colegiado, Henrique Eduardo Alves, está tiririca com o PT, que fechou questão contra a reforma política. Esta reforma é imprescindível para arejar o arcabouço político do País, que está apodrecendo e, a essa altura, mal cheiroso. Ou se faz uma reforma política ou o País conviverá com absurdos, como 34 partidos políticos que disputam presença em 39 ministérios. O PT precisa que seja assim para construir, como já acontece, um fisiologismo mais do que descarado, que impede que haja uma limpeza política, de modo a modernizar e impedir, dentre outras coisas, o aparelhamento da república com indicações partidárias, condição atualmente básica para que o governo possa construir uma base de apoio parlamentar. Henrique Alves se diz disposto a ir à luta para impedir que o PT faça obstrução da matéria, impedindo um direito constitucional da minoria, como ora acontece com a CPI da Petrobras, aprovada em plenário do Senado, mas emparedada na Comissão de Constituição e Justiça, controlada pela maioria governista, assim como acontece no plenário.
Sem outra saída, a minoria, ou oposição, recorreu ao Supremo Tribunal Federal em busca de apoio legal para que possa atuar. O governo, para embarreirar as investigações na petroleira, engordou o pedido lançando nova CPI incluindo os trens e metrôs de São Paulo e a refinaria Faria de Lima, em Pernambuco. Não que elas não sejam investigadas. Terão que ser, mas em CPI em separado, para também dar conhecimento ao País o que aconteceu nestes dois casos. Enfim, uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa. Nada de misturar. O problema é que, se a maioria conseguir misturar, não vai haver CPI nenhuma.
O ano eleitoral passará a ser um aliado do partido governista que não quer ver a presidente cambaleando nas pesquisas, embora ela seja, ainda, e com boa diferença, a candidata em melhores condições de se reeleger e continuar, ao lado de Guido Mantega, empurrando a economia brasileira para os grotões da incompetência e a inflação para onde já não se sabe. O que se sabe é que, com a moeda inflacionada, quem mais perde é a população de baixa renda.
Assim posto e voltando ao início, Gabrielli estava tentando ser silencioso ao máximo. Agora parece ter tomado ímpeto e pretende dizer aquilo que a Câmara dele quiser saber. Se não o fizer, ficará sempre uma dúvida ao seu redor.
Acidente aconteceu em 1976 no Rio | Foto: Reprodução/ TV Globo
O presidente Juscelino Kubistchek não foi assassinado pela ditadura militar, como se desconfiava, mas sim morreu em um acidente automobilístico na rodovia Presidente Dutra, conforme esclareceu na tarde desta terça-feira (22) a Comissão Nacional da Verdade (CNV), de acordo com o relatório parcial das investigações realizadas. JK morreu em 22 de agosto de 1976 e sua morte se deu próximo à cidade de Resende (RJ). O carro, um Opala, era dirigido pelo motorista particular, Geraldo Ribeiro, que também morreu no acidente. As análises foram feitas por um grupo de peritos nos laudos que estavam em posse da Justiça, feitos à época. Assim posto, as dúvidas desaparecem, após a revelação da CNV.
Desde que a presidente Dilma Rousseff entendeu, em uma má hora, emitir, na tentativa de se resguardar do escândalo (que ainda não existia), sobre a compra da Refinaria de Pasadena, no Texas, o assunto não mais saiu da mídia e só faz aumentar. No domingo, Gabrielli, em resposta à presidente, disse que “ela não pode se excluir das suas responsabilidades”. A presidente, que foi aconselhada a silenciar sobre a questão, agora voltou ao tablado porque Gabrielli reconheceu a sua responsabilidade, mas afirmou também as responsabilidades de Dilma. Com tanta “gasolina” barata, o fogo logo ganhou altura, virou CPI, está no Supremo e a presidente passou a perder pontos nas pesquisas por ser a estatal a empresa mais conhecida do país e símbolo de um nacionalismo de outras épocas. Quanto mais demorar o affair, pior para a candidata à reeleição. O assunto tem tamanhas proporções, assim como as suas labaredas, que estão há mais de um mês na mídia nacional. E em torno de Pasadena ainda há diretores da Petrobras envolvidos e um preso, Paulo Roberto Costa.
Nada que não fosse esperado. O presidente do Senado, Renan Calheiros, está mais preocupado do que Dilma Rousseff, que ficará em situação vexatória – mais do que já está – se a CPI exclusiva da Petrobras prevalecer, a partir de uma decisão que provavelmente acontecerá esta semana (nunca se sabe) se houver uma decisão favorável do Supremo Tribunal Federal. A CPI exclusiva está nas mãos da ministra Rosa Weber. O governo quer uma CPI “farofa”, de sorte a abranger, também, os casos dos trens e metrô de São Paulo, além da refinaria Faria de Lima, em Pernambuco. Há pedidos ao STF para as duas CPIs.
Calheiros se posta contra a interferência do Supremo em questões internas do Legislativo, mesmo que conduzidas para favorecer o governo, como se o Supremo não fosse o guardião das leis do País e, em consequência, com poderes para interferir, se julgar que há erros na interpretação das leis e regimentos internos do Senado, no caso. Não adianta ele, o senador, se pronunciar, dizer o que quiser, porque a palavra final é do STF. O que a Suprema Corte decidir estará decidido, mesmo com o espernear deste senador que não é bem visto de forma geral pelo País em seus diversos segmentos, pelas estripulias que já cometeu. A última, usar um avião da FAB para se deslocar ao Recife, onde fez um implante de cabelo.
O escândalo que envolve a mais emblemática empresa brasileira, a Petrobras, está a sofrer um processo de desgaste sem tamanho em razão do que lá foi cometido, como a compra da refinaria de Pasadena, no Texas, que já é do amplo conhecimento dos brasileiros. Mais ainda: nos governos de Lula e de Dilma, a Petrobras perdeu os seus altos conceitos de seriedade na medida em que foi esquartejada e aparelhada para que cargos de diretoria fossem entregues a apaniguados de partidos políticos, especialmente do PT e do PMDB. Daí as muitas causas de “malfeitos”, expressão de Dilma fora de moda, porque já não condiz com o que ela antes pretendia.
Tudo isso que ocorre perturba o Palácio do Planalto e, não somente Dilma Rousseff - um corpo que cai em popularidade - mas, também, ao PT, que perdeu a áurea de um partido que iria mudar o Brasil através de novos métodos, da forma de governar e da decência. Muito pelo contrário. Envolveu-se na gandaia das demais legendas, ampliou o número de ministérios para 39, de sorte a praticar o fisiologismo amplo e irrestrito e, assim, a princípio pouco a pouco, e agora é o que se vê nas pesquisas: o partido, e principalmente Dilma Rousseff, estão a sangrar. Lula reserva-se ao silêncio porque poderá tomar o lugar e a candidatura da presidente, de sorte a salvar o partido que criou de uma forma e o transformou em outra, colocando-o no mesmo saco onde estão os demais partidos. No Brasil os partidos não se diferenciam. Trocar um por outro é ficar na mesma situação. As mazelas são idênticas. O País sofre, e, agora, vê-se a inflação perder o controle, a economia rodopiar a partir de equívocos da gestão, e até a caderneta de poupança, um símbolo para a população, já apanha e tem prejuízos com a inflação.
Renan Calheiros parece estar ao ponto de torcer o pescoço da ministra Rosa Weber se sua decisão estiver de acordo com o pedido feito pela minoria no Senado. Trata-se, naturalmente, de uma figura de retórica. De qualquer maneira, resta esperar. O Supremo Tribunal Federal tem a palavra.
A CASA DA TORRE DE GARCIA
D'ÁVILA NO SÉCULO XX
HOMENAGEM PÓSTUMA!
TROFÉU HONRA AO MÉRITO AO VISCONDE DA TORRE DE GARCIA D'ÁVILA
CEL ANTONIO JOAQUIM PIRES DE CARVALHO E ALBUQUERQUE
BENEMÉRITO DO POVO MATENSE, BAIANO E BRASILEIRO!
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E DOS MATENSE, DOS BAIANOS!
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RELÍQUIAS HISTÓRICAS
DE MATA DE SÃO JOÃO
Cidade de Mata de São João na década de 1950
RELÍQUIA HISTÓRICA DA ENTÃO VILA DE MATA DE SÃO JOÃO /DÉCADA DE 1910!


SÃO JOÃO BATISTA - PADROEIRO DE MATA DE S. JOÃO/BA

SÃO JOÃO BATISTA BATIZANDO JESUS CRISTO
no Rio Jordão. S. João Batista Padroeira de Mata de São João/BA. QUADRO DE FAIANÇA PORTUGUESA NO VARANDAL DA CASA RESIDENCIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA / ceramista Eduardo Gomes, lusitano de Aveiro/Portugal. Data do fabrico do painel ano 1984
AS FOTOS DA FESTA DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA...
JOÃO GUALBERTO VASCONCELOS EX-PREFEITO DE MATA DE SÃO JOÃO E LÍDER POLÍTICO DO MUNICIPIO MATENSE, PREFEITO MARCELO OLIVEIRA, VICE - JOSELITO, VEREADORES E DEMAIS PESSOAS GRADAS NA FESTA DA EMANCIPAÇÃO POLÍTICA NO PARQUE DA CIDADE.......
EX-PREFEITO JOÃO GUALBERTO COMANDOU A FESTADA EMANCIPAÇÃO, AO LADO DO PREFEITO MARCELO OLIVEIRA E VEREADORES DA SITUAÇÃO E OUTRAS PESSOAS GRADAS. JOÃO GUALBERTO CANDIDATO A DEP. FEDERAL NA CHAPA DA OPOSIÇÃO.
LINK ABAIXO DA BIOGRAFIA DE JOÃO GUALBERTO VASCONCELOS
http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2014/04/joao-gualberto-vasconcelos-sua-biografia.html
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