SALVADOR, A PEROLA BARROCA DAS AMÉRICAS!
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Oh! Tu és Salvador das águas do Dique do Tororó, embelezado
Pelas estátuas dos Orixás Africanos, adorados e idolatrados
Simbolizando, seu sincretismo religioso do presente e passado
De um povo sofrido que foi preso e escravizados, hoje liberados!
Foto acima do Dique do Tororó janeiro de 2013
de Chiquitinha Maravilha.
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SALVADOR, A PEROLA BARROCA DAS AMÉRICAS!
Chiquitinha Maravilha
A cidade está amanhecendo, os sinos repicando, um dia louvador!
O sol com seus raios, iluminando a sua gente alegre, sábia e gentil
Dessa cidade barroca linda, folclórica! Tu é s a majestosa Salvador
Cidade de passado glorioso! Orgulho da Bahia e da pátria amada Brasil
Vinte nove de março mil quinhentos quarenta e nove a fundação
Da cidade de Salvador, a data histórica! Dia de comemoração
Feriado municipal, com queima de fogos e missa ao amanhecer...
Os soteropolitanos saem as ruas, felizes, festejando até o anoitecer!
Da eterna Baía de Todos os Santos, berço, portal de Salvador
Aí desembarcou Tomé de Souza e da cidade foi o seu fundador
Por duzentos e quatorze anos sediamos com orgulho e esplendor
O status de primeira capital do Brasil, durante o período colonizador
Vinte e cinco de fevereiro, mil quinhentos e cinquenta e um, foi criado
Na cidade de Salvador a pedido do rei Dom João III, o primeiro bispado
Do Brasil! Foi nomeado para o nobre cargo, o notável Bacharel em teologia
O religioso Dom Pedro Fernandes Sardinha, no ano seguinte cargo assumia.
Oh! Que cidade hospitaleira é Salvador, a capital da Bahia!
Nesta terra boa do dendê, do gostoso acarajé, vatapá e caruru
Do negro afro, do berimbau, da capoeira e do sábio Caramurú
Em Salvador tudo é nato, espontâneo, é festas, magias, é fantasia.
Salvador, a pérola Barroca das Américas, cidade boa de viver
Tem cidade alta, tem cidade baixa! Interligadas pelas ladeiras
Túnel, viadutos, metrô, planos inclinados e pelo subir e descer
Do Elevador Lacerda, conhecido e admirado pela nação inteira.
Salvador com suas ruas estreitas, largas, sinuosas e lendárias
Foi palco de lutas pioneiras, heroicas, árduas e comoventes
Cujos sentimentos de liberdades, triunfantes de sua brava gente
Enraizadas, nas suas ideias democráticas e as partidárias...
Salvador dos cânticos e dos mistérios da Lagoa de Abaeté
Da beleza das areias brancas e onduladas em forma de balé
Do virtuoso contraste de sua água escura e muito profunda
Cobrindo seu leito lamacento e muito pegajoso que se afunda...
Oh! Salvador tu és visitada, pelos turistas de várias nacionalidades
Com suas belezas inesquecíveis! Do antigo e das modernidades..
Centro histórico Tombado! Um lindo patrimônio da Humanidade
Pelourinho, com seus lindos casarões coloniais, o orgulho da cidade!
Oh! Salvador a Cidade da música, teatro, pintura, museus,letras, artes
Do moderno Centro Administrativo, repleto de amplas avenidas de vales
Dos Viadutos, túneis, metrô, marina, ferrí, parque da cidade, e aeroporto,
Artesanato no famoso Mercado Modelo, o quebra-mar lá do cais do porto!
Salvador, uma Cidade marítima! Com seu extenso litoral, margeado
Ao oeste, pelas águas da eterna Baía de Todos os Santos de um lado
E com as águas azul anil do Oceano Atlântico do outro lado, banhando
Sua costa leste com suas famosas praias e lindos coqueirais, desabrochando!
SALVADOR DAS FESTAS, PRAIAS, FORTES E FORTALEZAS.....
Salvador, com suas inúmeras festas populares e tradicionais
As festas da Conceição da Praia e Bom Jesus dos Navegantes
Bonfim, Ribeira, Iemanjá, Itapuã, carnaval! E outras mais
E que são festejadas! Com muita fé e alegrias contagiantes.
Salvador, com os seus dois faróis famosos, Sentinelas do mar!
Farol da Barra, Farol de Itapuã, emitindo luzes a iluminar
Águas da Baía de Todos os Santos! E as do Oceano Atlântico
Guiando rotas de pequenos navios! E grandes transatlânticos.
Salvador, uma cidade de praias exuberantes! Lindas e famosas
Ribeira, Penha, Bogarí, Boa Viagem, praias da Barra, Ondina
Rio Vermelho, Pituba, Armação, Artistas, Piatã e Amaralina
Praias de Itapuã, do Flamengo e outras praias maravilhosas.
Oh! Salvador com seus monumentos, estátuas e fortalezas
Simbolizando o seu passado histórico, repleto de grandezas
Completando o seu acervo cultural e preservando a memória
Da Bahia e do Brasil, unidos no seu passado, na sua história!
Oh! Tu és Salvador das águas do Dique do Tororó, embelezado
Pelas estátuas dos Orixás Africanos, adorados e idolatrados
Simbolizando, seu sincretismo religioso do presente, passado
De um povo que já foi preso e escravizados! Hoje libertados.
Praias de Itapuã! Com seus coqueirais poéticos a balançar
Espalhados simetricamente ao longo do mar e perto do farol
Itapuã de praias belas! Onde se pesca com as redes e anzol
Do banho gostoso de mar, do culto e das oferendas a Iemanjá.
PRIMEIROS MESTRES, PRIMEIRAS EDIFICAÇÕES
Foi planejado por El Rei Dom João III, a planta da fundação
Da cidade fortaleza de Salvador! Que tinha essa formatação
Duas praças ao largo, com três ruas compridas, longitudinal
E mais duas ruas menores, projetadas no sentido transversal
Três mestres de obras, foram contratados pelo Rei de Portugal
Para construir Salvador, o Miguel Martins no fabrico do cal
Mestre Luiz Dias, Hábil construtor, era o chefe, o engenheiro
Que comandava as obras e Diogo Peres, era o mestre Pedreiro
Construiu-se muros! Edificou-se casas de repartições pública
Palácio do Governador, serviu a colônia, Império e república
Igreja da ajuda, a primeira feita de taipa e coberta de palha
A casa da Câmara! Símbolo do povo, onde os Edis trabalha
Erguida a primeira Casa da Alfândega ela ficava localizada
Na atual Praça Municipal, em frente à Casa dos Governadores
Funcionou aí, quase cento e cinquenta anos e foi recolocada
Para a Cidade Baixa, perto do Porto e de navios navegadores.
A nova Alfândega era linda, espaçosa sendo mais estruturada
Localizada na rua do mesmo nome, sendo construída, edificada.
Em mil seiscentos e noventa e oito! No governo de Dom João
De Lencastro e teve ajuda do comércio, durante sua construção.
O espanhol Felipe Guilhem, era químico e boticário, sucedeu
O mestre de obras Luiz Dias! Guilhem construiu as ladeiras
Da Misericórdia, da Conceição da Praia e do Pau da Bandeira
Elas tinham rampas e degraus! A cidade expandiu-se e cresceu...
O Mestre Luiz Dias, recebia pelos seus serviços anualmente
Setenta e dois mil réis, já o mestre Miguel Martins, ganhava
Cinquenta e dois mil! Enquanto o mestre Diogo Peres, faturava
Trinta e seis mil réis, todos eles eram mestres hábil, experientes.
Felipe Guilem, o espanhol! Substituto de Luiz Dias, recebia
Cinquenta mil réis anuais, também outras atividades exercia
Ele era mineiro, geólogo, juiz e também legista! Outros oficiais
Foram recrutados na galiza, nas ilhas canárias e outros locais.
PRIMITIVAS IGREJAS DE SALVADOR
Salvador, cidade abençoada, berço de todas as religiosidades
Com as suas inúmeras igrejas, diversos templos e irmandades
Onde todos têm seu espaço e pregam suas doutrinas, baseada
Nos ensinamentos e fundamentos! No livro da Bíblia Sagrada!
Axé! Abençoadas igrejas de Salvador, lindas joias seculares
Repletas de imagens Sacras, num valioso e histórico tesouro
Completadas pelo estilo nobre e harmonioso de seus altares
Ornamentadas por jacarandás, perobas, pinho, prata e ouro.
Em Salvador, no ano de mil quinhentos e trinta, foi erguida
A primitiva igreja da Graça! Sendo a primeira igreja construída
Nessa igreja Afonso Rodrigues e Madalena Alves aí se casou
Ano de mil quinhentos trinta e quatro! Este fato se registrou.
Salvador e suas igrejas, retratando a sua história colonial
Igreja da ajuda, erguida por Tomé de Souza, já foi catedral
Igreja de São Francisco, com seus alteres e capelas douradas
A Basílica da Sé, Piedade, Bonfim e outras igrejas edificadas.
Oh! Igrejas de Salvador, retratando a sua história colonial
Igreja da Ajuda, erguida por Tomé de Souza! Já foi Catedral
A primitiva igreja, feita de taipa e palha, mudou de local
Após ser demolida! Foi construída por Seabra, a igreja atual
Inaugurada em mil novecentos e vinte e três! No Centenário
Da Independência da Bahia, este glorioso templo doutrinário
Com a sua majestosa arquitetura, romana bizantina sem iguais
Com sua fachada de portas ornamentadas, belas, monumentais!
Igreja e Convento do Carmo! Edificada num local denominado
De Monte Calvário, onde nesse local havia uma antiga Capela
De Nossa Senhora da Piedade! Era uma Capela vietuosa e bela
Pertencente a Francisco Calafate, a Ordem carmelitas foi doado
Em mil quinhentos e oitenta e seis! A Ordem dos Carmelitas
Chegou em Salvador, e tempo depois, fundou igreja e convento
O General Bagnuoli, herói de inúmeras batalhas e conquistas
Na Capela da Igreja do Carmo, aí aconteceu o seu sepultamento.
A igreja de Santo Antônio Além do Carmo, teve sua freguesia
Fundada no ano mil seiscentos e quarenta e sete! Foi criada
No bispado de Dom Pedro da Silva Sampaio! No local existia
Uma Capelinha antiga, com uma imagem bonita! E ornamentada.
Tu és Salvador! o Berço da cultura e da educação estudantil
Colégio dos jesuítas! O primeiro Colégio fundado no Brasil
No ano mil quinhentos e quarenta e nove pelo padre jesuíta
Manoel da Nóbrega! Era o começo da educação colonialista.
BALTASAR DE ARAGÃO E SUA BANDA MUSICAL
O ricaço Baltasar de Aragão, fundou uma harmoniosa Banda Musical
Formada por trinta escravos negros! De sua propriedade e dirigida
Por um francês da Província! Essa Banda Musical era bem regida
Tocando suas lindas músicas, dias e noites! Nas festas da capita
Principalmente no belo sobrado de Baltasar, na cidade de Salvador
Situada na rua do Bangala! Tocava com notável brilho e esplendor
Eram as famosas e tradicionais festanças, que Baltasar realizava
Na sua magnífica fazenda de Iguape! Quando sua Banda executava
Seus afinados sons musicais! Sendo essa banda musical a primeira
Que foi formada na Bahia e no Brasil! Provavelmente a formação
Dessa Banda, aconteceu no final do século XVI ou na iniciação
Do século XVII! Essa Banda marcou, o início da Música Brasileira
FUNDAÇÃO DA FACULDADE DE MEDICINA
Dezoito de fevereiro! Ano de mil oitocentos e oito, acontecia
Em Salvador, a criação da primeira Escola Médica de Cirurgia
Foi a primeira a ser fundada no Brasil! E ficava localizada
No prédio do antigo Colégio dos Jesuítas! Foi transformada
Em faculdade de Medicina! Através de um decreto sancionado
No dia três de outubro, do ano mil oitocentos e trinta e dois
Durante a segunda Regência do Império! E nove meses depois
O Dr. Lino Coutinho! Para diretor da faculdade, ele foi nomeado.
SALVADOR A INDEPENDÊNCIA DA BAHIA
Participou Salvador, nas lutas pela Independência da Bahia
Contra ataques dos portugueses aí sediados, que nos oprimia
Guimarães, Labatut, Cochrane, Joaquim, Caxias.. Eles lideraram
Tropas do Exército Brasileiro, e contra tropas lusitanos enfrentaram.
Dezenove de fevereiro, mil oitocentos e vinte e dois, convento
Da Lapa em Salvador, soldados lusitanos, com golpes violentos
De baionetas! Matam abadessa Joana Angélica e imediatamente,
A coice de armas, assassinam o Capelão Daniel Lisboa, cruelmente!
Batalha de Pirajá, combate heroico! Fato inusitado a registrar
A Legião de Osório, com a vitória quase certa, ia logo triunfar!
Barros Facão, ordena ao corneteiro Luís Lopes, o toque de retirar
O Corneteiro inverte! Dá o toque de avançar, Cavalaria degolar!
Os brasileiros avançam! Os lusitanos recuam, vão para Cabrito
Vitória brasileira! O corneteiro Luís Lopes deixa seu nome escrito
Na história! E nesse mesmo dia, as tropas de Barros Falcão vencia
Tropas lusitanas na batalha de Cabrito! Com garra e muita valentia !
Dois de julho! Mil oitocentos e vinte e três, dia de muita agitação
A partir das quatro horas da madrugada, ouve-se tiros de canhão
Disparados lá no forte Santo Alberto em Salvador! Era o sinal
Para que as tropas lusitanas, embarcassem nas lanchas nesse local
Oitenta e seis navios! Ancorados perto do forte Santo Alberto
Receberam os soldados vindos das lanchas! Além de comerciantes
E de vários outros lusitanos, onde todos tinham um destino certo
Embarcaram rapidamente! Para a nação portuguesa, o quanto antes.
O arcebispo da Bahia, Fernando da Silva Freire, Vigário e Deão
Era também, o membro do Governo provisório lusitano, ele partiu
Para Lisboa com a esquadra de Madeira de Melo, temendo repressão
Ameaçadoras e das Tropas Brasileiras! E por isso o arcebispo fugiu
A evacuação lusitana iniciou-se, das quatro horas da madrugada
Até as duas horas da tarde! Quando as naus partiram carregadas
Com muita gente e objetos valiosos! Além de vários documentos
Embarcou Madeira de Melo, para Lisboa! Na fragata Constituição
Com a partida da caravana náutica lusitana! Estava emancipada
Salvador e a Bahia! Tudo eram só alegrias e festas o dia inteiro!
Cochrane nesse mesmo dia, enviou a notícia da Bahia libertada
Para Dom Pedro I, no Rio de Janeiro por um navio mensageiro
REVOLTAS NA CIDADE DE SALVADOR AO LONGO DOS SÉCULOS!
Francisco Dias D’Ávila, o fundador da Feira de Capuame, o guerreiro!
Combatendo os holandeses, sediados em Salvador A Capital da Bahia
Capitão Padilha, herói destemido, o terror dos oficiais de noite e dia
Enfrentando, capturando holandeses na Bahia, viva Padilha o Justiceiro!
Dom Marcos Teixeira o Bispo Soldado, destemido, comandou as guerrilhas
Nas cercanias da Cidade de Salvador, com suas estratégias e armadilhas
O Bispo Marcos, refugiados na Aldeia Espírito Santos, com inteligência
Combateu os holandeses na Bahia, sendo um dos herói da resistência.
Irmãos Manoel e Cel Antonio Gonçalves de Carvalho, todos iluminados
Da Vila da Mata de São João no regime Imperial, militares agricultores
Patriarcas matenses que lutaram ela grandeza de Mata e seus moradores
Salve Major Sepúlveda, beato Bento Vieira Pais, todos homens honrados!
Salve Soteropolitanos e Baianos no regime imperial! Viva os senadores
ou deputados políticos: Carneiro Campos, Saraiva, Rui, Marques de Abrantes
Os Visconde de Cairu, Rio Vermelho, Jequitinhonha, todos eles legisladores
Geniais, Baianos notáveis que enalteceram sua terra de maneira brilhantes!
Salvador, mil setecentos e noventa e nove! Na Praça da Piedade
Lucas Dantas, Manoel Faustino, Luiz Pires, João Nascimento
Luiz das Virgens, são enforcados! Eram líderes do movimento
Contra lusitanos, a Revolta dos Alfaiates queriam liberdades...
Janeiro mil oitocentos e trinta e cinco! Rompeu uma rebelião
Em Salvador dos escravos negros africanos, oriundos do Sudão
Chamada de Revolta do Malês! E visava abolir a escravidão
Chefiada por Pedro Lima! Sendo logo dominada a insurreição!
Sete de novembro, mil oitocentos e trinta e sete, a Sabinada
Eclodia em Salvador, uma Revolta separatista sendo chefiado
Pelo médico Sabino Rocha e a República Baiana é proclamada
Durou quatro meses! Foi dominada pelo marechal João Calado.
SALVADOR DA BAHIA, A CIDADE DOS ESPORTES!
O Introdutor do futebol na Bahia, o baiano Zuza Ferreira retornava
Do país da Inglaterra, aportando na cidade de Salvador, sua terra natal
Era o dia vinte e oito de janeiro de mil novecentos e um, um data especial
Zuza Ferreira ao desembarcar no cais do porto da cidade de Salvador estava
Alegre e feliz, trazia embaixo do braço um bola de couro, uma raridade
Naquele inicio de século, Zuza foi para sua residência no Portão da Piedade
E na Lapa, se encontrou-se com os seus amigos, os irmãos Tapioca e partiram
Para o Campo dos Martírios, ou Campo da Pólvora e logo eles começaram
A jogar bola felizes e contentes! Brincaram de bola durante horas, indo
Depois para suas residências e daí por diante, os bate bolas eram constantes
No campo da Pólvora, transformando numa paixão soteropolitana apaixonante!
Estava assim introduzido o futebol na Bahia, deixando Zuza feliz e sorrindo!
Salvador celeiro de todos os Esportes! Dos BAVIS, o clássico do Povão
Do extinto e lendário estádio da Graça, Fonte Nova, Pituaçu e Barradão
No campo da Pólvora, no ano de mil novecentos e três, foi aí disputada
A primeira partida de futebol da Bahia e anos depois, uma Liga foi fundada.
Dos primitivos campos de futebol, depois primitivo campo da Pólvora
Veio o inusitado Prado do Rio Vermelho, futebol crescia todo dia, toda hora
Campo da Graça ou Arthur Morais foi inaugurada em mil novecentos e Vinte
O futebol baiano logo evoluía, somava e dividia paixões, Salvador se comove!
Em Março de mil novecentos e cinquenta e um, aconteceu a inauguração
Do Estádio da Fonte Nova, um Estádio Olímpico com sua bela ferradura
O Futebol Baiano se destaca na modernidade com o “Gigante do Mangabeirão”!
A Cidade de Salvador mostra a sua pujança futebolística, com boa estrutura
Dia quatro de março de mil novecentos e setenta um, a Fonte Nova foi ampliada
E reinaugurada: Bahia Flamengo, Grêmio e Vitória jogaram! Arquibancadas lotada
Num visual fantástico! Um torcedor de repente no setor de arquibancada deu o grito!
O Estádio está desabando! Correrias, pânico.. Um torcedor morto, dezenas feridos....
A lendária Fonte Nova com suas famosas tragédia acidentais de tristes recordações
Logo foi interditada durante anos e depois foi demolida num processo de implosão
No mês de junho de dois mil e dez, deixando saudades, lagrimas e muitas emoções!
No seu lugar após a sua demolição foi edificada um novo Santuário de Paixões....
A Arena Fonte Nova, um espaço multiusos, Futebol e outros evento agregados
Sendo a Arena Fonte Nova, também nominada de Complexo Esportivo Cultural
Governador Otávio Mangabeira, o fundador da Fonte Nova, sendo a data inaugural
Dia quatro de abril de dois mil e treze, com o BAVI, deixando os torcedores emocionados!
O clássico BAVI, sempre um duelo de Gigantes, repleto de tradições e de emoções
Proporcionados pelas torcidas de Bahia e Vitória, na Arena da Fonte das Glórias!...
A cidade de Salvador e o Estado da Bahia vivenciam um dia especial de eternas tradições
Vencer, empatar ou perde!, São resultados que ficam registrados nos anais da história!
Sublime Arena Fonte Nova! Um Manancial de belezas e modernidades
Edificada pertinho do lendário Dique do Tororó, cenário de fé e de magias!
Palco maior do tradicional futebol baiano, rico de histórias lendas e rivalidades
Proporcionados pelas torcidas e pelos astros do Futebol, com técnicas e maestrias..
ESPORTE CLUBE VITÓRIA, O LEÃO DA BARRA!
No dia treze de maio de mil oitocentos e noventa e nove e foi fundado
Numa noite chuvosa na bela cidade de Salvador o Club Cricket Vitória
num casarão pertencente a ilustre família Valente e que ficava localizado
No Corredor da Vitória, um bairro de reconhecida nobreza, repletos de histórias!
Os irmãos Arthur e Arthemio Valente, Fernando Kock e outras desportistas
Não citados, reunidos logo escolheram o primeiro presidente por aclamação!
O Arthemio Valente, que dezoito dias depois de eleito, mediante uma reunião
de diretoria, renunciou a presidência do Club Cricket Vitória, tendo em vista
O fato acontecido, Fernando Kock assumiu a presidência da nova agremiação
De críquete, esporte bastante disputado na colônia britânica e uma das paixão
Da colônia inglesa na cidade de Salvador, que tornou-se uma forte tradição!
Fundado o Club logo escolheram as cores verde e amarelo, mas essas cores não
Foi encontradas no comercio de Salvador, sendo oficializada uma coloração
Na tonalidade Preta e Vermelha, sendo aceitos por todos, sem contestação!
Em mil novecentos e dois, o Vitória adotou o futebol como modalidade, juntamente
Com a natação, atletismo e o remo, modalidades praticadas por muita gente....
Ainda no mesmo ano citado, foi logo mudado o nome para Sport Club Vitória!
E com o passar dos anos, o Vitória foi conquistando ao longo da sua existência
Títulos e mais títulos, construiu Estádio e Centro de Treinamento de excelência
Ganhando prestígio organizacional, vivenciando momentos sublimes de glórias!
FILHOS NATIVOS E ADOTADOS
Salvador dos seus filhos ilustres e amados! Os nativos e adotados
Padre Nóbrega, Rui Barbosa, Caymme, Gil, Gal, Caetano, Jorge Amado
Luiz Dias, Castro Alves, o Poeta dos Escravos e mais Gregório Mattos
Imbassay, Juracy, Balbino, Luiz Eduardo ACM, NETO e os filhos nominados
Leovigildo Gonçalves de Carvalho, Barão de São Francisco, Lomanto
Marques de Goes Calmon, Ernesto Simões Filho e Roberto Santos
Francisco e Garcia D'Ávila, a incomparável irmã Dulce, A Santa Freira!
Nina Rodrigues, José Seabra, Antonio Balbino, Felisberto Gomes Caldeira.
Luis Viana Pai e Filho, Regis Pacheco, Juracy, Vitorino, Severino Vieira
Hermes da Fonseca, Virgilio Damásio, Rodrigues Lima, Leal Ferreira
José Marcelino, Luis Regis Pacheco, Antonio Muniz Aragão, Vital Soares
Otávio Mangabeira, João Durval Carneiro, Imbassai, Landulfo Alves
Cesar Borges, Paulo Souto, Marback, Tude Neiva, Leopoldo Amaral
Barão de Camaçari, Frederico Pontes, Odilon Athayde, Bulcão Viana,
Artur Neiva, Raimundo Barbosa, Antonio Dantas, Ataliba Osório, General
Pinto Aleixo, Cândido Caldas, Antonio Guimarães, notáveis da política baiana.
Teodoro Sampaio, Médico e político Antonio Rodrigues Teixeira
Barão da Várzea, de Camaçari, Viscondes de Montserrat, de Oliveira
Gabriel Soares, Cel Domingos Pires de Carvalho, Barão de Jaguaribe
Barões de Viçosa, do Açu da Torre, Monte Santo, Barão de Cotegipe
Salvador dos filhos ilustres, idolatrados e venerados! Do sábio Padre Vieira
Da heroína religiosa, martirizada, Soror Joana Angelica, uma notável Freira
Assassinada covardemente de maneira cruel! Viva Joana Angelica abençoada
Pelos Deuses Geniais do Reino Celestial! Salve a Freira Angelical, imortalizada...
Do Poeta, escritor e Militar, Santos Titara, nascido na Feira de Capuame
Titara autor da letra Hino Cívico Dois de Julho da Bahia, o seu nome
Foi eternamente gravado nos anais da história Militar da gloriosa Salvador
A eterna capital da Bahia, berçário do Descobrimento do Brasil encantador!
Salve ilustres amados! Visconde da Torre de Garcia D'Ávila, de Pirajá e mais
Cel Amado Bahia, Araujo Pinho, José Gonçalves da Silva, baianos maiorais!
Avante, baianos e soteropolitanos, artistas, desportistas, atletas renomados
Salve outros soteropolitanos ilustres, aqui não lembrados ou não mencionados!..
Oh! Sublime cidade de Salvador da Bahia, nas glórias das eternidades
Tu és sempre e serás Salvador! A Mãe de todas as nossas cidades!
Viva Salvador! Da sua gente de passado e presente, futuro colossal
Avante Salvador ! Cidade Abençoada desse Brasil Gigante, Continental!
Direitos autorais registrados em nome do autor
Poetizado no ano de 171 (aos 20 anos de idade)
Na Cidade de Mata de São João/Ba, ampliada em
Dias D'Ávila na década de 2000.
FONTES BIBLIOGRÁFICAS:
Inspiração poeta do autor associado aos conhecimentos adquiridos durante anos nas pesquisas
em diversas fonte bibliográficas impressas e tanto nas citadas, como em outras não
citadas. Fotografias do autor da poesia e de outras fontes citadas nas legendas.
CALMON, Pedro. História da Casa da Torre de Garcia D’Ávila - Uma Dinastia de
Pioneiros, 3ª edição: Fundação Cultural do Estado da Bahia; ano 1983; Diário Oficial -
Edição Especial
do Centenário da Independência da Bahia, ano 1923;Aldemburg, George Joahann
(1631). A Invasão Holandesa na Bahia, 1624/25, traduzido
pelo beneditino, D. Clemente Maria da Silva - Nigra em 1935;FREIRE, filho Carvalho
de Eduardo José. A Devoção do Senhor do Bonfim e sua história, 2ª Edição, Bahia
1946. Arquivo Público da Bahia; SILVA, Alberto, A Cidade de Tomé de Souza, 1949: 15,
19, 20, 25,
31, 32p.;BALDESSARINI, Concluiu a Tese de Doutorado, apresentada à Universidade de São Paulo,
sobre a Casa da Torre de Garcia
D’ Avila do ponto de vista da Pesquisa de Arquitetura; Anais do Arquivo Publico da
Bahia; Jornais Baianos de várias épocas impressos na Bahia; Revistas e artigos
impressos pelo IBGE; Revistas do Instituto Geográfico da Bahia de várias edições;
Atas da Câmara
ds Salvador; história da Bahia de Luis Henrique Dias Tavares, ano 1974; Afrânio Peixoto,
Livro de Horas; História Social de Salvador, prefeitura Municipal, 1968; Silva, José Pinheiro - a Capitania da Bahia, Coimbra, Fac. de Letras, 1964, 380 pág.;História da Fundação da Cidade de
Salvador, Salvador, Tipógrafia Beneditina, ano 1949; Histórica Política e Administrativa da
Cidade de Salvador, Salvador Prefeitura Municipal, 1949, 664 pag. ; Francisco Borges de
Barros -Bandeirantes Sertanistas bahianos. Salvador, Imprensa Oficial, 1919-1920, 240
pág. História da Fundação da Bahia, Salvador, Museu do Estado da Bahia, 1949, 251 pag.;
Pedro Calmon, História da Bahia, das origens a atualidade/Rio de Janeiro. Livraria Leite
Ribeiro, 1927;Accioly, Ignácio. Memórias históricas e políticas da província da Bahia, Bras
do Amaral, annotador. Salvador, Imp. Oficial, 119-1940. 6 vol.;Almeida, Miguel De Pin e. a
batalha dr Pirajá, 8 de Novembro de 1822. Rio de Janeiro, Imp. Nacional, 1923, 48 pag.
Pitta, Sebastião da Rocha. História das América Portuguesa desde o ano de mil e quinhentos do
seu descobrimento até o de mil s setecentos e vinte e quatro. 2. Ed. Lisboa Francisco Arthur
da Silva, 1880, 404p.
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