Páginas

sexta-feira, 11 de abril de 2014

" O PREFEITO DEVIA SER MAIS ACM E MENOS NETO" DIZ MK

Visualizações de página por país

Gráfico dos países mais populares entre os visualizadores do blog
EntradaVisualizações de página
Brasil
197486
Estados Unidos
69228
Malásia
19719
Alemanha
14175
Rússia
10976
China
4223
Portugal
1672
França
1232
Canadá
1013
Reino Unido
811


          Padre  Vieira na  2a  Aldeia  de São João Batista
                                                     a partir de maio  1624, durante a 1ª Invasão 
                                                     Holandesa  na  Bahia.
O Noviço e futuro Padre   Antonio  Vieira,  chegou a   Salvador em 1619 e em 1623 entrou para a  Cia. de Jesus na Bahia (Colégio dos  Jesuítas). Antonio Vieira com a  Invasão Holandesa  na  Bahia  em  maio de 1624,  ficou refugiado  juntamente com  os  padres  jesuítas na  2ª Aldeia Jesuíta de  São João Batista,  localizada  no atual Largo do Bonfim de Mata  de São João em 1624.
Vieira  e outros jesuítas da  Cia. De Jesus  no  Brasil  fugindo  de Salvador, ficaram  residentes  na  citada Aldeia, no edifício  da   igreja  Matriz  da 2ª Aldeia São João, que possuía  a  sua magnífica Torre  do Sino, ou  Torre  Sinaleira, que teve  um papel importante a  partir do final do Século  XVII no processo  de sinalizações via  "fumaça  branca" entre a  lendária Casa da Torre de Garcia  D'Ávila e a cidade  Fortaleza  de Tomé  de Souza.
Antonio  Vieira nasceu em 6 de fevereiro  de 1608  em Lisboa/Portugal e faleceu em 18 de  julho de 1697. Padre Antonio Vieira  foi um religioso, filósofo, escritor e orador da  Cia. de Jesus  no  Brasil. Foto acima pesquisado  na Wikipédia - A Enciclopédia livre.

PARABÉNS MATA DE SÃO JOÃO   463 ANOS DE FUNDAÇÃO - 15/03/1561 A 15/03/2014
A PARTIR  DA  FUNDAÇÃO DA SEGUNDA ALDEIA DE S. JOÃO BATISTA PELO PADRE JESUITA  GASPAR LOURENÇO E  IRMÃO SEMEÃO  GONÇALVES - LOCAL DA LOCALIZAÇÃO DA SEGUNDA ALDEIA  JESUITA DE SÃO JOÃO BATISTA FOI NO ATUAL LARGO DO BONFIM  DE  MATA!

LINK DA  HISTÓRIA DA POVOAÇÃO DE MATA DE SÃO  JOÃO
CLIC DEPOIS  DE
LER   ESSA POSTAGEM /TOMBAMENTOS...



                                           GLORIOSO  S. JOÃO BATISTA
                                         PADROEIRO  DO  MUNICÍPIO MATENSE


           Quadro em Faianca   Portuguesa   na  casa residencia  de Gamaliel Chagas
           São, João Batizando  Jesus Cristo no Rio  Jordão. Um painel do excelente 
           artista Ceramista  de Aveiro Portugal-  Eduardo  Gomes.

 Planta da  Aldeia   Indígena   do Divino  Espirito  Santo de  1791, Arquivo Histórico Ultramarino  de Lisboa,  atual localidade de Vila de Abrantes/Camaçari/Ba. Uma  planta  tipica  das  Aldeias Jesuítas Seculares na  sua  essência arquitetônica, servindo  de exemplo  de gravura para  a Segunda Aldeia  de S. João Batista   de  Mata  de S. João.
A gravura  da Segunda Aldeia de S. João Batista, ainda  não  foi  revelada por historiadores, mas  provavelmente  ainda se  encontra em algum arquivo  em Lisboa  ou  em algum arquivo no Brasil....


MATA DE SÃO JOÃO  SUAS RAÍZES, SUA HISTÓRIA!
  A POVOAÇÃO  (15/03/1561)   
TOMO I

PADRE JESUITA GASPAR LOURENÇO FUNDADOR DA ALEIA DE S. JOÃO BATISTA EM 15/03/1561, QUE ORIGINOU  A POVOAÇÃO E ATUAL MUNICÍPIO  DE MATA DE S. JOÃO  HÁ  452 ANOS E 8 MESES 


por Carolina Lemos no dia 10 de Abr de 2014 às 20:10 em Política
FONTE METRO 1

"O prefeito devia ter sido mais ACM e menos Neto", comenta MK sobre escolha de candidato ao governo
Foto: Ana Paula Bispo/Metropress
A escolha de Paulo Souto (DEM) para a candidatura de governador da Bahia foi controversa, uma vez que ACM Neto, prefeito de Salvador, chegou a dar início à articulação de Geddel Vieira Lima (PMDB) para o cargo. Escolhido para ocupar a vaga correspondente ao Senado na chapa, o presidente do PMDB aceitou a escolha e afirmou que quer "a chapa vitoriosa". Para ele, se as coisas não saíram do jeito que tinha imaginado é porque "talvez não fosse sua hora, já que governo é destino". 

Diversas vezes ao longo da fase de especulação, Paulo Souto negou que sairia como candidato ao governo. Porém, assim que se passou a cogitar o nome de Geddel, o democrata voltou atrás e afirmou que "se não fosse causar constrangimento, seu nome estaria à disposição". E assim foi feito: Neto optou pelo companheiro de partido. Para o radialista Mário Kertész, a decisão do prefeito foi, diante das circunstâncias, "equivocada", uma vez que ele "deveria ter sido mais ACM e menos Neto" em sua escolha. 

Para ilustrar o que foi dito, MK fez alusão ao episódio ocorrido na Câmara Federal quando editaram o AI-5 e fecharam o Congresso. "Na ocasião, foi perguntado a José Bonifácio (conhecido como Zezinho), ex-presidente da Câmara, o que havia acontecido com o Congresso", contou o jornalista. E prosseguiu: "Ele respondeu que o Congresso não existia mais. Então, o deputado que fez a pergunta, grita: 'seja mais Bonifácio e menos Zezinho'".

Nenhum comentário:

Postar um comentário