Padre Vieira na 2a Aldeia de São João Batista
a partir de maio 1624, durante a 1ª Invasão
Holandesa na Bahia.
O Noviço e futuro Padre Antonio Vieira, chegou a Salvador em 1619 e em 1623 entrou para a Cia. de Jesus na Bahia (Colégio dos Jesuítas). Antonio Vieira com a Invasão Holandesa na Bahia em maio de 1624, ficou refugiado juntamente com os padres jesuítas na 2ª Aldeia Jesuíta de São João Batista, localizada no atual Largo do Bonfim de Mata de São João em 1624.
Vieira e outros jesuítas da Cia. De Jesus no Brasil fugindo de Salvador, ficaram residentes na citada Aldeia, no edifício da igreja Matriz da 2ª Aldeia São João, que possuía a sua magnífica Torre do Sino, ou Torre Sinaleira, que teve um papel importante a partir do final do Século XVII no processo de sinalizações via "fumaça branca" entre a lendária Casa da Torre de Garcia D'Ávila e a cidade Fortaleza de Tomé de Souza.
Antonio Vieira nasceu em 6 de fevereiro de 1608 em Lisboa/Portugal e faleceu em 18 de julho de 1697. Padre Antonio Vieira foi um religioso, filósofo, escritor e orador da Cia. de Jesus no Brasil. Foto acima pesquisado na Wikipédia - A Enciclopédia livre.
PARABÉNS MATA DE SÃO JOÃO 463 ANOS DE FUNDAÇÃO - 15/03/1561 A 15/03/2014
A PARTIR DA FUNDAÇÃO DA SEGUNDA ALDEIA DE S. JOÃO BATISTA PELO PADRE JESUITA GASPAR LOURENÇO E IRMÃO SEMEÃO GONÇALVES - LOCAL DA LOCALIZAÇÃO DA SEGUNDA ALDEIA JESUITA DE SÃO JOÃO BATISTA FOI NO ATUAL LARGO DO BONFIM DE MATA!
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Planta da Aldeia Indígena do Divino Espirito Santo de 1791, Arquivo Histórico Ultramarino de Lisboa, atual localidade de Vila de Abrantes/Camaçari/Ba. Uma planta tipica das Aldeias Jesuítas Seculares na sua essência arquitetônica, servindo de exemplo de gravura para a Segunda Aldeia de S. João Batista de Mata de S. João.
A gravura da Segunda Aldeia de S. João Batista, ainda não foi revelada por historiadores, mas provavelmente ainda se encontra em algum arquivo em Lisboa ou em algum arquivo no Brasil....
Planta da Aldeia Indígena do Divino Espirito Santo de 1791, Arquivo Histórico Ultramarino de Lisboa, atual localidade de Vila de Abrantes/Camaçari/Ba. Uma planta tipica das Aldeias Jesuítas Seculares na sua essência arquitetônica, servindo de exemplo de gravura para a Segunda Aldeia de S. João Batista de Mata de S. João.
A gravura da Segunda Aldeia de S. João Batista, ainda não foi revelada por historiadores, mas provavelmente ainda se encontra em algum arquivo em Lisboa ou em algum arquivo no Brasil....
MATA DE SÃO JOÃO SUAS RAÍZES, SUA HISTÓRIA!
A POVOAÇÃO (15/03/1561)
TOMO I
A POVOAÇÃO (15/03/1561)
TOMO I
PADRE JESUITA GASPAR LOURENÇO FUNDADOR DA ALEIA DE S. JOÃO BATISTA EM 15/03/1561, QUE ORIGINOU A POVOAÇÃO E ATUAL MUNICÍPIO DE MATA DE S. JOÃO HÁ 453 ANOS.
Cruzeiro domina clássico, garante empate e é campeão mineiro invicto
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Dono da melhor campanha na fase classificatória do Campeonato Mineiro, o Cruzeiro não decepcionou a sua torcida, em maioria no Mineirão neste domingo, ao empatar com o Atlético-MG e conquistar o título estadual de 2014 de forma invicta. O time celeste, que foi superior nos 90 minutos e criou várias chances, impediu o tricampeonato do rival e levantou pela primeira vez uma taça no renovado estádio da Pampulha, reaberto em fevereiro do ano passado após ser reformado para a Copa do Mundo.
Com a vantagem de jogar por dois resultados iguais por ter sido o melhor na primeira fase, o Cruzeiro segurou o empate sem gols no primeiro jogo, no estádio Independência, onde o Atlético manda seus jogos. Precisando de novo empate neste domingo, o time celeste voltou a empatar com o rival e confirmou a conquista estadual.
O Atlético, que terminou a fase classificatória em segundo lugar, não conseguiu reverter a vantagem como fez na temporada passada quando venceu o primeiro jogo por 3 a 0, no Independência, e foi derrotado na partida de volta no Mineirão, por 2 a 1, resultado que lhe garantiu o bicampeonato estadual.
Campeão brasileiro de 2013, o Cruzeiro manteve a base do time vitorioso e chegou forte para brigar pelo título do Mineiro. O time comandado por Marcelo Oliveira terminou a competição invicto, com 11 vitórias e quatro empates. A equipe celeste se concentra agora na Libertadores. Apesar de um início complicado, se classificou para as oitavas de final e agora enfrenta o Cerro Porteño, quarta-feira, às 22, no Mineirão.
Foi a primeira conquista do Cruzeiro no novo Mineirão. No ano passado, o time celeste foi campeão brasileiro longe da torcida, ao derrotar o Vitória, por 3 a 1, no Barradão, em Salvador, com quatro rodadas de antecedência. O time celeste está invicto no estádio nesta temporada, com nove vitórias e dois empates.
Com a queda no Estadual, resta ao Atlético se concentrar na Libertadores. Classificado para as oitavas, o time comandado por Paulo Autuori encara o Atlético Nacional, em Medellín, no dia 23. Antes disso, estreia no Brasileirão diante do Corinthians, no domingo, às 16h, em Uberlândia.
O Cruzeiro não terá muito tempo para comemorar o título estadual. O time comandado por Marcelo Oliveira volta a campo na quarta-feira, quando enfrenta o Cerro Porteño, no Mineirão, às 22h, no primeiro jogo das oitavas de final da Libertadores.
Antes de a bola rolar a bola no Mineirão, os rivais presenciaram uma homenagem a um dos grandes locutores esportivos, Osmar Santos. O ex-radialista, famoso pelo bordão "ripa na chulipa, bimba na gorduchinha", deu pontapé inicial no clássico mineiro.
O Cruzeiro mostrou o cartão de visitas logo a um minuto de jogo. Depois de uma troca de passes envolvente, Lucas Silva chutou de fora da área e acertou o travessão do gol de Victor, já batido no lance. Empurrado pela torcida, o time celeste foi para cima do rival, apesar de jogar pelo empate.
O Atlético, um pouco perdido em campo, encontrou dificuldade para sair jogando e errou muitos passes, dando contra-ataques ao rival. O time alvinegro chegou com perigo aos 12min, numa arrancada de Alex Silva, que tabelou com Ronaldinho e entrou livre na área, mas a zaga celeste afastou o perigo.
O Cruzeiro teve mais duas chances para abrir o placar. Aos 26min, Everton Ribeiro pegou uma sobra no meio-campo, arrancou livre e, na frente de Victor, tocou com categoria por cima do goleiro, mas a bola foi para fora.
Um minuto depois, Michel se atrapalhou e a bola sobrou para Júlio Baptista, que chutou forte para a defesa de Victor. O Atlético, que chegou a equilibrar a partida, voltou a errar na saída de bola e encontrar dificuldade para chegar ao gol do rival.
Com boas atuações dos homens de frente, principalmente Everton Ribeiro, Dagoberto e Júlio Baptista. Este ainda teve uma chance, aos 44min, quando tentou uma bicicleta na área e Victor segurou firme. O time celeste ainda tentou mais uma vez, mas o primeiro tempo terminou empatado sem gols.
O Atlético voltou para o segundo tempo com Fernandinho no lugar de Guilherme, que teve atuação apagada na etapa inicial. "O setor está congestionado com Ronaldinho e Guilherme", explicou o atacante atleticano.
O Cruzeiro, que retornou com a formação inicial, manteve a postura dos primeiros 45 minutos e assustou logo aos 2min. Everton Ribeiro recebeu na direita e chutou forte de fora da área. Victor voltou a trabalhar e mandou para escanteio.
O time celeste manteve o controle da partida e encurralou o rival. Aos 12min, num contra-ataque rápido, a bola chegou a Ricardo Goulart, que chutou da entrada da área, mas errou o alvo. O Atlético não conseguia levar perigo ao gol de Fábio.
Com atuações apagadas de Ronaldinho Gaúcho e Diego Tardelli, o time alvinegro ficou sem poder ofensivo e sobrecarregou a defesa. Autuori promoveu as entradas de Claudinei e Neto Berola nos lugares de Pierre, que estava com o cartão amarelo, e Michel.
A partida ficou eletrizante nos minutos finais. Os atleticanos reclamaram de um pênalti de Dedé em Jô. O auxiliar assinalou impedimento no lance.
CRUZEIRO 0 X 0 ATLÉTICO-MG
Data: 13/4/2014 (domingo)
Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (FIFA/RS)
Auxiliares: Fábio Pereira (FIFA/TO) e Alessandro Rocha de Matos (FIFA/BA)
Cartões amarelos: Leandro Donizete, Michel, Pierre, Neto Berola (ATL); Samudio, Dagoberto, Everton Ribeiro (CRU)
Cruzeiro
Fábio; Ceará, Dedé, Bruno Rodrigo e Samudio; Henrique, Lucas Silva, Ricardo Goulart (Willian) e Everton Ribeiro (Tinga); Dagoberto (Souza) e Júlio Baptista
Técnico: Marcelo Oliveira
Atlético-MG
Victor; Michel (Neto Berola), Leonardo Silva, Otamendi e Alex Silva; Pierre (Claudinei), Leandro Donizete, Guilherme (Fernandinho) e Ronaldinho Gaúcho; Diego Tardelli e Jô
Técnico: Paulo Autuori



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