Delcídio Amaral/
FONTE FAUSTO MACEDO/REPORTER
Pessoas que eu amava me deixaram
13/05/2016, 05h00
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Ontem à noite (terça-feira, 10), depois de 13 anos prestando serviços ao Senado Federal, meu pai teve seu mandato cassado. Após 13 anos representando o Partido dos Trabalhadores. Partido pelo qual eu sempre tive algum tipo de simpatia.
As políticas sociais desta sigla de certo modo me interessavam. Hoje, por vários motivos, não me interessam mais.
Ontem, ele se tornou o terceiro senador a ser cassado na história do Senado. Sim, ele teve o maior placar contrário a ele, o que já era bastante previsível, visto que nos últimos tempos a opinião pública vem pesando demasiadamente também.
Desde 2014, eu, ele, minha mãe e minha irmã vimos sofrendo com alguns obstáculos e dificuldades. O sonho do meu pai sempre foi ser governador pelo Estado de Mato Grosso do Sul. Ele tinha o sonho de governar o Estado em que nasceu. Sonhava com isso noite e dia e, por mais que ele não falasse, eu sentia.
Em 2014 ele perdeu uma eleição caótica na disputa pelo governo do Estado. Dizem que ele só perdeu por conta do partido que representava. Foi uma eleição suja, repleta de má-fé, calúnias e ataques agressivos a nossa família. Mas, mesmo assim, a gente vestia a camisa com a estrela e o número 13 e ia às ruas tentar reverter o quadro.
No dia da derrota foi difícil conter as lágrimas. Sempre soube o quanto meu pai queria desenvolver aquele Estado e o carinho que ele tinha pelas pessoas que lá moravam.
A política pulsava nas veias dele. Ele falava e contava as coisas pra gente com brilho no olhar. Ele conseguia ver bondade e esperança até nos adversários. Ele tinha uma ingenuidade de menino que, de fato, não condizia com tudo o que ele viveu. E eu achava aquilo bonito. Até porque sou tão ingênua quanto ele e acredito muito que herdei dele essa mania de acreditar e me entregar às pessoas de primeira. Conclusão? A gente sempre sai machucado, somos enganados… Mas costumamos ir às últimas consequências por uma segunda pessoa, mesmo assim.
Quando a gente sentava pra conversar o assunto, inevitavelmente, era política. E eu gostava. Ele me dava aulas sobre isso. Não vou negar que, em certo momento da minha vida, até tive vontade de me envolver com política. Mas, depois de atestar uma eleição tão suja, voltei atrás. Por fim, presenciei mais um sonho dele escorrer pelas mãos.
A rotina dele era agitada. Eu costumava não vê-lo muito e, desde pequena, fui ‘acostumada’ com a ausência do meu pai. Quem assumiu o papel paternal acabou sendo a minha mãe. E ela fez isso com maestria.
Meu pai costumava chegar em casa apenas no sábado. E ainda, quando chegava, já logo viajava para o interior do Estado para cumprir as agendas. Às vezes, aos domingos, ele tinha tempo pra saber da minha vida. E olhe lá.
Afinal, ele acabou assumindo a liderança do governo no Senado Federal, posição que lhe cobrava tempo e energia, visto que o governo atual vai de mal a pior. Mas, mesmo assim, ele tentava até as últimas consequências defender o governo Dilma. Ele fazia o trabalho dele e cumpria o que havia prometido.
Brasília acabou virando de fato a casa dele. Ele ficava lá mais do que ficava comigo, na minha casa. Em julho do ano passado resolvemos fazer uma viagem, afinal queríamos ter um momento com a família unida e com meu pai podendo descansar alguns dias, até pra sair um pouco do caos em que a política se encontrava. Política essa que ele tinha o papel de defender.
No meio da viagem ele recebe um telefonema da então presidente pedindo para que ele voltasse urgentemente. Ela precisava dele. E, assim, lá ia ele… Deixou de novo a família, os amigos, deixou uma viagem que já havia sido paga e foi vestir a camisa… Foi exercer o que fazia o coração dele pulsar.
Nessa viagem, ocorreram alguns episódios que acabaram com o clima harmônico. Uma turma de brasileiros praticamente invadiu nossa privacidade e nosso momento em família, tirou fotos (e divulgou). Xingaram-nos e agrediram-nos, porque, segundo eles, estávamos utilizando dinheiro público para bancar o passeio. Mero engano.
Brasileiro tem essa mania de achar que só porque alguém se encontra em posição pública sobrevive só de dinheiro vindo de política. E esse não era o nosso caso. Só que nós, brasileiros, em grande parte, somos um povo ignorante, que acredita na primeira coisa que lê e que sabe só o superficial porque a preguiça e o comodismo sempre falam mais alto.
Por fim, esse episódio nos gerou problemas imensos. A viagem foi pelo ralo com isso… Meu pai ficou extremamente desconfortável com a situação e não escondia isso. Mas, ok, passou.
Eu comecei a sentir que a partir dali as coisas iam ficar difíceis para a nossa família. Até entendo o descontentamento que nós, brasileiros, vimos sentindo pela atual conjuntura política do País. Mas nada justifica agredir dessa forma uma família e seus amigos.
Infelizmente, ultimamente, as pessoas andam rudes e agressivas. A gente acaba se ‘acostumando’ a essa realidade, mesmo não devendo.
Após tamanho desconforto, em novembro do ano passado, repentinamente recebi a notícia, às sete horas da manhã, que meu pai havia sido preso. Eu estava dormindo quando isso aconteceu, mas, como tenho sono leve, percebi uma movimentação na minha casa. Ligo a TV e vejo, por imagens transmitidas pelo helicóptero da Globo, uma cabecinha branca dando entrada na Polícia Federal em Brasília. A ficha de fato caiu. Era meu pai.
Perdi toda a minha base e estrutura naquele momento. Tremia e fiquei prostrada, afinal não sabia o que fazer ou como agir. Era muita informação pra alguém que sempre teve o costume de ser frágil perante a tudo. É só tentar imaginar um familiar pelo qual você tem muita admiração e amor sendo preso, sendo tirado de um dia pro outro da sua rotina.
Presenciei minha mãe (uma mulher que sempre foi muito forte) desabar de se jogar o chão. Vi minha irmã ter uma crise bem na minha frente. Não desejo uma coisa dessas a ninguém. Das três, eu ainda fui a que mais consegui manter a calma e os pés no chão. Vi minha mãe assumir as contas e todas as outras pendências da família de um dia pro outro.
E foi nesse momento que vi que não tinha nada de dinheiro público envolvido, porque nós estávamos atolados em contas para pagar e com problemas financeiros (problemas que meu pai acabava escondendo da gente, afinal ele sempre se desdobrava pra oferecer uma vida legal pra nossa família).
Nesse momento, foram as nossas fazendas que nos ampararam. Patrimônio que minha avó e meu pai cuidam com carinho há anos. Do dia pra noite, minha vida e minha base ficavam em Brasília. Foi frustrante pra mim ver um homem de bem, intelectual, humilde, educado e carismático, preso. Era meu pai. Eu nunca vi ele chorar como chorou nesses meses preso.
Vi ele emagrecer a ponto de quase ficar sem musculatura. De ser só pele e osso. De ficar pequeno e frágil em roupas tão grandes. Vi ele envelhecer e perder o brilho, perder os sorrisos, perder o senso de humor fantástico que só ele tem. Um homem que tinha um ritmo agitado, de repente, é trancado em uma sala em meio a livros, num lugar frio e que tira a sanidade mental de qualquer pessoa que não tenha controle emocional.
Na semana em que ele foi preso, meu celular se tornou um inferno. Recebia mensagens de homens que eu nunca vi na vida. As mensagens eram as piores possíveis. Fui chamada de puta, de safada, de cachorra, de patricinha, de filha da puta e fui até convidada a dormir em motel (por vários homens). Tinha homem dizendo que eu merecia tomar uma surra no meio da rua. Sim, um HOMEM desejando a agressão física de uma MULHER.
Recebi convites para almoçar em restaurantes e depois pra ir dormir em hotel, como se eu fosse prostituta, disponível pra fazer programa. Quando eu apagava uma mensagem, surgia outra. Tive que trocar o número de celular. Aquilo me chocou de tal forma que eu não consigo explicar.
Fiquei traumatizada, principalmente com homens, de certa forma. Nesse turbilhão de acontecimentos, pessoas que eu amava me deixaram, me deixaram sem perguntar como eu me sentia, se eu ainda precisava de alguma ajuda. Me deixaram como se o problema não fosse delas. Como se eu não estivesse precisando de carinho, de atenção. E isso não partiu apenas de amigos e, sim, de pessoas que conviviam comigo no dia a dia, com quem os laços eram bem mais estreitos.
Por vezes eu me sentia sozinha, carente, descartada e sem esperança. Meu pai foi preso e eu fui junto. Às vezes dava medo sair na rua, tinha medo de algum tipo de reação das pessoas. Foi aí que eu percebi que o mundo em que vivemos é realmente muito individualista e agressivo. Que falta amor pelo próximo, falta compaixão. Falta a gente “vestir a camisa” de quem a gente ama. Falta tratar as pessoas como prioridade, e os problemas delas também. Falta a gente procurar saber de uma pessoa que está passando por problemas ou procurar saber o que ela sente ou como se sente. Falta a gente querer se interessar mais pelo outro.
Mesmo com essas desilusões que me derrubaram, nesse meio tempo conheci pessoas incríveis, que me ajudaram a amenizar a dor que eu sentia a cada dia. Depois de 3 meses em que meu pai ficou preso, depois da cassação do mandato dele, hoje eu quero agradecer. Agradecer a cada pessoa que eu conheci depois desse inferno todo, mesmo uma pessoa em que eu só conversei brevemente. Mas eu quero agradecer. Agradecer, porque vocês mal imaginam os milagres que fizeram dentro de mim só de me dar 5 minutos da sua atenção, ou menos. Vocês me ajudaram a esquecer dos problemas e a esquecer da maldade humana que eu presenciei na pele. Quero agradecer também àqueles que me abandonaram quando meu barco furou. Vocês me ensinaram a como não tratar um ser humano. Me ensinaram com quem sim, quem não e quem nunca. Um agradecimento especial ao Senador Renan Calheiros por ter acelerado a cassação do meu pai (por mero revanchismo). Sem o senhor e os demais senadores, quem sabe ele não sairia da política tão cedo. Obrigada por devolver meu pai à minha vida. Por tirar ele desse ambiente imundo, que rende inúmeros homens inocentes a um sistema nojento e corrupto (que eu presenciei de perto). Meu mais sincero obrigada. Ter meu pai de volta e a minha família unida novamente é algo que não tem preço. Obrigada por agora me permitir viver como uma pessoa normal, sem ser tratada como filha de um homem público, por me permitir fazer as coisas sem medo, sem dever explicações a ninguém. Obrigada a Deus por inverter meus valores e percepções de vida. Obrigada por me fazer interpretar as mensagens. Ainda acredito que o Senhor guarda algo generoso pras nossas vidas depois de ver o homem da minha vida sofrer tanto.
Por fim, quero agradecer e parabenizar ao meu próprio pai por tudo. Parabéns por ser humilde, reconhecer seus erros em rede nacional e por trazer à tona os fatos. Afinal todos nós somos seres humanos, propensos a errar a todo instante. Parabéns por ter tido a coragem de derrubar e desestruturar uma República. Parabéns pelos valorosos treze anos de serviços prestados ao Senado Federal. Eu sei o quanto você levava a sério e dava o seu sangue. São eles que perdem uma pessoa bondosa como você. Você tem um valor imenso pai, não se esqueça nunca disso. Agradeço pelo prazer de conviver com você, de poder interpretar seus silêncios. É uma honra que me foi concedida. Poder ser sua filha. E obrigada por me permitir passar tudo isso ao seu lado, sempre firmes. As experiências que eu tive, hoje me fazem uma mulher diferente das demais.
Enfim, ontem aconteceu o que eu sempre falava: “meu pai merece muito mais que a política. Ele é um homem brilhante demais pra estar no meio disso.” E Deus se encarrega. Os planos dele são sempre maiores que os nossos. Hoje, mais do que nunca, tenho todo o orgulho do mundo de ser fruto de uma relação de muito amor e batalhas vencidas. Ontem deram fim aos meses em que eu espalhava sorrisos mas sofria e agonizava por dentro. É um sofrimento que pouquíssimas pessoas vão saber interpretar…
* Maria Eduarda Amaral, estudante de Jornalismo, 21, é filha de Delcídio Amaral
* Texto postado na quarta-feira, 11.
13/05/2016, 05h00
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O POETA MARATONISTA!
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
(A Poesia do Corredor)
Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!
Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...
É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz, porque a corrida me faz bem.
A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.
É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...
Poesia feita em 13/02/1985
Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.
PRINCIPAIS CORRIDAS
Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador de futebol, matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu 14 maratonas em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984, pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú pela BR 101 no ano de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de Mata de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas corridas citas sem ter apoio financeiro das prefeituras citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive nas duas Maratonas Internacionais houve apoio da Copene no translado Salvador Rio de Janeiro e vice versa, ajuda na estádia), sendo passagens de ida e volta a custo do atleta, e trabalhava das 8 horas as 17 horas e compensava os dias da estadia em New York (5 dias em 1984 e 1986).
CORREU UM "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE DE SALVADOR, COM 37 KM, EM 1987
CORREU UM "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE DE SALVADOR, COM 37 KM, EM 1987
Curso de Comunicações Verbais
(Um dos melhores do Brasil/S. aulo com credenciamento}
No ano de 1985 Gamaliel iniciou o curso de Comunicações Verbais PPD-IOB (Treinamento Programado a Distância) por correspondências tendo concluído o citado curso no dia 7/3/1986. O citado curso organizado por Oswaldo Melantonio, formado em Direito, Filosofia e Jornalismo, Oswaldo presidente de honra de várias instituições culturais dentre elas a Academia Paulista de Oratório e Academia Brasileira de Comunicações Verbais. O curso de Comunicações Verbais teve a duração de 6 meses equivalente a 100 horas/ aula e credenciado pelo CFMO 097.
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Oswaldo Melantonio realizou vários cursos complementares no exterior e no ano de 1986 fazia 35 anos se dedicando exclusivamente as Comunicações Verbais; ini-cialmente, oratória formal e informal para líderes políticos e religiosos. Nos últimos anos Oswaldo especializou-se na área de comunicações dos executivos, objetivando a melhoria da produtividade pela eficiência da comunicação.
PERSONALIDADES EXPOENTES DAS COMUNICAÇÕES VERBAIS
Várias personalidades de Top da Política Executivos, da Oratória Geral, Locutores Esportivos, a exemplo de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia Jânio Quadros, Franco Motoro e outros expoentes que realizaram este magnífico curso, amplo usando as técnicas da Grécia antiga, a exemplos de formidáveis gênios da Comunicação, oratória da Grécia Antiga,celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles Demóstenes Cícero, este considerado como um dos maiores gênios nas Comunicações verbais da Grécia e do Mundo, chegando ao ponto de governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória de convencimento, resumindo era um " Um Gênio Abençoado da Oratória das Comunicações Verbais!".
Conteúdo do curso
Introdução, exposições práticas, técnicas da comunicação dos executivos, educação da voz, expressão corporal, figuras de estilos, dez qualidades básicas do executivo, práticas de comunicações verbais e práticas de oratória
De modo especial, Oswaldo realiza treinamentos para as lideranças dos principais escalões das grandes organizações privadas e publicas. O citado curso já treinou grandes personalidades de diversos seguimentos sociais a exemplo de Franco Motoro, Osmar Santos, narrador esportivo no estado de São Paulo, Jânio Quadros que foi Presidente da República de 31/1/1961 renunciando o governo em 25/8/1961, foi prefeito de São Paulo nas décadas seguintes.
Jânio Quadros nasceu em Campo Grande, (Mata Grosso do Sul) no ano de 1917 e faleceu no ano de 1992 em São Paulo e outros não citados. IOB – Cursos de Legislação Empresarial Ltda – CGC 47.677.810/0002-21, credenciado no CFMO 097, com endereço na Avenida Marques... Asa Branca – SP.

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