Club Atlético de Madrid
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Atlético de Madrid

Nome Club Atlético de Madrid
Alcunhas Colchoneros
Rojiblancos
Indios
Fundação 26 de abril de 1903 (113 anos)
Estádio Vicente Calderón
Capacidade 54.851 pessoas
Localização Madrid, Espanha
Presidente
Enrique Cerezo
Treinador
Diego Simeone
Patrocinador
Plus500
Material esportivo
Nike
Competição
La Liga
Copa do Rei
Liga dos Campeões
LL 2015–16
CR 2015-16
LC 2015–16 3 colocado
Quartas de final
em disputa
Website clubatleticodemadrid.com





Uniforme
titular





Uniforme
alternativo
Temporada atual
O Club Atlético de Madrid, mais conhecido como Atlético de Madrid, é um clube de futebol da Espanha, sediado na cidade deMadrid, fundado em 26 de abril de 1903.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
| Nome | Club Atlético de Madrid | ||||||||||||||||||||||||||||||||
| Alcunhas | Colchoneros Rojiblancos Indios | ||||||||||||||||||||||||||||||||
| Fundação | 26 de abril de 1903 (113 anos) | ||||||||||||||||||||||||||||||||
| Estádio | Vicente Calderón | ||||||||||||||||||||||||||||||||
| Capacidade | 54.851 pessoas | ||||||||||||||||||||||||||||||||
| Localização | Madrid, Espanha | ||||||||||||||||||||||||||||||||
| Presidente | |||||||||||||||||||||||||||||||||
| Treinador | |||||||||||||||||||||||||||||||||
| Patrocinador | |||||||||||||||||||||||||||||||||
| Material esportivo | |||||||||||||||||||||||||||||||||
| Competição | |||||||||||||||||||||||||||||||||
| LL 2015–16 CR 2015-16 LC 2015–16 | 3 colocado Quartas de final em disputa | ||||||||||||||||||||||||||||||||
| Website | clubatleticodemadrid.com | ||||||||||||||||||||||||||||||||
| |||||||||||||||||||||||||||||||||
O Club Atlético de Madrid, mais conhecido como Atlético de Madrid, é um clube de futebol da Espanha, sediado na cidade deMadrid, fundado em 26 de abril de 1903.
Índice
[esconder]
- 1Introdução
- 2História
- 2.1Início
- 2.2Melhor clube de Madrid
- 2.3Perdendo a hegemonia local e o primeiro título continental
- 2.4Retomada das conquistas na Espanha e o título intercontinental
- 2.51975-1995: duas décadas com algumas conquistas
- 2.61996 dourado, mas a crise volta
- 2.7Século XXI: dificuldades no início
- 2.8Década de 2010: conquistas relevantes de volta
- 3Rivalidades
- 4Títulos
- 5Uniformes
- 6Jogadores destacados
- 7Elenco atual
- 8Referências
- 9Ligações externas
[esconder]
- 1Introdução
- 2História
- 2.1Início
- 2.2Melhor clube de Madrid
- 2.3Perdendo a hegemonia local e o primeiro título continental
- 2.4Retomada das conquistas na Espanha e o título intercontinental
- 2.51975-1995: duas décadas com algumas conquistas
- 2.61996 dourado, mas a crise volta
- 2.7Século XXI: dificuldades no início
- 2.8Década de 2010: conquistas relevantes de volta
- 3Rivalidades
- 4Títulos
- 5Uniformes
- 6Jogadores destacados
- 7Elenco atual
- 8Referências
- 9Ligações externas
Introdução[editar | editar código-fonte]
Foi fundado como Athletic Club de Madrid por estudantes bascos torcedores do Athletic Bilbao. A equipe da capital espanhola deixaria de ser uma filial em 1921, quando desvencilhou-se da equipe basca. Ainda assim, a similaridade dos uniformes, nomes e distintivos, originada em razão de como o clube madrilenho foi criado, manteve-se.
Seu melhor período ocorreu durante os anos de 1939 a 1975, conquistando sete de seus dez títulos no Campeonato Espanhol, aRecopa Europeia de 1962, e o vice-campeonato na Copa dos Campeões da UEFA em 1974.
O vice de 1974, por sinal, rendeu ao Atlético o curioso posto de primeiro clube campeão da Copa Intercontinental sem conquistar o troféu interclubes continental de maior importância: o time derrotou os argentinos do Independiente sem ter vencido a Copa dos Campeões da UEFA, perdida para o Bayern Munique. O clube alemão cedeu a vaga aos espanhóis.
Terceiro maior vencedor do Campeonato Espanhol, o Atlético é também a terceira maior torcida da Espanha, com a simpatia de 6,1% da população, o que equivale a cerca de 2.900.000 de torcedores[1] , metade deles na cidade de Madrid (cerca de 22% da população da capital espanhola), segundo pesquisa anterior realizada pela empresa Line Staff em 2002.
Seu estádio, o Vicente Calderón, é considerado pela UEFA um estádio 5 estrelas, pela excelência no conforto e na segurança que oferece aos torcedores e aos clubes visitantes e no passado já teve capacidade para 70 000 espectadores.
Em novembro de 2015 o Atlético chegou a marca de 80.000 sócios, 12 milhões de seguidores no Facebook, quase 2 milhões no Twitter e mais de um milhão no Instagram e no Google+[2] .
Foi fundado como Athletic Club de Madrid por estudantes bascos torcedores do Athletic Bilbao. A equipe da capital espanhola deixaria de ser uma filial em 1921, quando desvencilhou-se da equipe basca. Ainda assim, a similaridade dos uniformes, nomes e distintivos, originada em razão de como o clube madrilenho foi criado, manteve-se.
Seu melhor período ocorreu durante os anos de 1939 a 1975, conquistando sete de seus dez títulos no Campeonato Espanhol, aRecopa Europeia de 1962, e o vice-campeonato na Copa dos Campeões da UEFA em 1974.
O vice de 1974, por sinal, rendeu ao Atlético o curioso posto de primeiro clube campeão da Copa Intercontinental sem conquistar o troféu interclubes continental de maior importância: o time derrotou os argentinos do Independiente sem ter vencido a Copa dos Campeões da UEFA, perdida para o Bayern Munique. O clube alemão cedeu a vaga aos espanhóis.
Terceiro maior vencedor do Campeonato Espanhol, o Atlético é também a terceira maior torcida da Espanha, com a simpatia de 6,1% da população, o que equivale a cerca de 2.900.000 de torcedores[1] , metade deles na cidade de Madrid (cerca de 22% da população da capital espanhola), segundo pesquisa anterior realizada pela empresa Line Staff em 2002.
Seu estádio, o Vicente Calderón, é considerado pela UEFA um estádio 5 estrelas, pela excelência no conforto e na segurança que oferece aos torcedores e aos clubes visitantes e no passado já teve capacidade para 70 000 espectadores.
Em novembro de 2015 o Atlético chegou a marca de 80.000 sócios, 12 milhões de seguidores no Facebook, quase 2 milhões no Twitter e mais de um milhão no Instagram e no Google+[2] .
História[editar | editar código-fonte]
Início[editar | editar código-fonte]
O primeiro nome, Athletic Club de Madrid, demonstrava a ideia inicial dos fundadores, estudantes bascos que desejavam criar uma filial do Athletic Club, equipe de Bilbao. O uniforme inicial, em razão disso, era o mesmo: camisas divididas verticalmente ao meio em azul e branco e calças azuis, uniformes comprados da equipe inglesa do Blackburn Rovers.
A troca ocorreu em 1911, quando um enviado dos dois Athletics, ao viajar à Inglaterra, não conseguiu achar os uniformes do Blackburn e decidiu trazer os do Sunderland: camisas com listras verticais vermelhas e brancas e calças pretas.
O novo modelo foi usado integralmente pelo Athletic de Bilbao desde então. O de Madrid, entretanto, manteve os calções azuis do Blackburn, causando a diferenciação nos uniformes dos dois clubes, que passaram a receber a alcunha de rojiblancos. A filial, porém, logo receberia um apelido próprio: como alguns colchões populares da época eram revestidos de camadas alvirrubras e a maior parte da torcida dos madrilenhos era de operários, não tardou para que surgisse o alcunha de colchoneros.[3] O primeiro uniforme do time, alviazul, serve ocasionalmente de base para os uniformes secundários utilizados pelo clube.
O Athletic de Madrid, em contraste ao outro time da cidade - que recebera oficialmente alcunha da realeza e passara a chamar-se Real Madrid, passou a receber apoio das classes operárias, cujas moradias concentravam-se na área do primeiro estádio, Ronda de Vallecas. Em 1923, com administração já independente do Athletic de Bilbao, mudou-se para o Estádio Metropolitano de Madrid.
Na década de 1920, o Atlético venceu por três vezes o Campeonato do Centro Espanhol, e foi vice-campeão da Copa do Rei em 1926. Desta forma, foi convidado para participar da edição inaugural do Campeonato Espanhol, a dar-se na época 1928/29. Na segunda edição do campeonato, todavia, terminou rebaixado. Voltou em 1934, e sofreu nova queda dois anos depois.
Por outro lado, viu o rival obter troféus: o Madrid (que perdera a alcunha Real durante a Segunda República Espanhola foi bicampeão espanhol em 1932 e 1933 e levou a Copa do Presidente (como ficou conhecida a Copa do Rei no período republicano) em 1936, ano do segundo rebaixamento do Atlético. Poucas semanas após cair, estourou a Guerra Civil Espanhola.
O primeiro nome, Athletic Club de Madrid, demonstrava a ideia inicial dos fundadores, estudantes bascos que desejavam criar uma filial do Athletic Club, equipe de Bilbao. O uniforme inicial, em razão disso, era o mesmo: camisas divididas verticalmente ao meio em azul e branco e calças azuis, uniformes comprados da equipe inglesa do Blackburn Rovers.
A troca ocorreu em 1911, quando um enviado dos dois Athletics, ao viajar à Inglaterra, não conseguiu achar os uniformes do Blackburn e decidiu trazer os do Sunderland: camisas com listras verticais vermelhas e brancas e calças pretas.
O novo modelo foi usado integralmente pelo Athletic de Bilbao desde então. O de Madrid, entretanto, manteve os calções azuis do Blackburn, causando a diferenciação nos uniformes dos dois clubes, que passaram a receber a alcunha de rojiblancos. A filial, porém, logo receberia um apelido próprio: como alguns colchões populares da época eram revestidos de camadas alvirrubras e a maior parte da torcida dos madrilenhos era de operários, não tardou para que surgisse o alcunha de colchoneros.[3] O primeiro uniforme do time, alviazul, serve ocasionalmente de base para os uniformes secundários utilizados pelo clube.
O Athletic de Madrid, em contraste ao outro time da cidade - que recebera oficialmente alcunha da realeza e passara a chamar-se Real Madrid, passou a receber apoio das classes operárias, cujas moradias concentravam-se na área do primeiro estádio, Ronda de Vallecas. Em 1923, com administração já independente do Athletic de Bilbao, mudou-se para o Estádio Metropolitano de Madrid.
Na década de 1920, o Atlético venceu por três vezes o Campeonato do Centro Espanhol, e foi vice-campeão da Copa do Rei em 1926. Desta forma, foi convidado para participar da edição inaugural do Campeonato Espanhol, a dar-se na época 1928/29. Na segunda edição do campeonato, todavia, terminou rebaixado. Voltou em 1934, e sofreu nova queda dois anos depois.
Por outro lado, viu o rival obter troféus: o Madrid (que perdera a alcunha Real durante a Segunda República Espanhola foi bicampeão espanhol em 1932 e 1933 e levou a Copa do Presidente (como ficou conhecida a Copa do Rei no período republicano) em 1936, ano do segundo rebaixamento do Atlético. Poucas semanas após cair, estourou a Guerra Civil Espanhola.
Melhor clube de Madrid[editar | editar código-fonte]
Após o conflito, o clube ressurgiu de nome inusitadas - fundiu-se com o Aviación Nacional, equipe de Zaragoza ligada à aeronáutica espanhola, e tornou-se o Athletic Aviación de Madrid. Conseguiu convite da edição 1939/40 da Liga Espanhola para ocupar o lugar do Real Oviedo, cuja estrutura foi destruída pela Guerra. O convidado saiu-se muito bem: sob o comando técnico de Ricard Zamora, justamente a grande estrela do Real nos títulos da década anterior, o Aviación terminou campeão pela primeira vez. E igualaria a equipe rival no ano seguinte, conquistando um bi.
No mesmo ano do segundo título, um decreto do presidente espanhol Francisco Franco, general que saiu-se vitorioso na Guerra Civil, proibiu o uso oficial de outro idioma que não a língua castelhana no território espanhol. Com isso, o nome em inglês foi trocado para Atlético Aviación de Madrid.
Enquanto o Real decaía cada vez mas, o Atlético evoluía. Após o fim do vínculo com as forças aéreas, em 1947, o nome do clube sofreu nova alteração: Club Atlético de Madrid, que vem se mantendo até os dias atuais. Naquele ano, os rojiblancos conseguiram sua maior vitória contra o Real, um 5-0.
Após nove anos de jejum, o Atlético conseguiu seu terceiro título espanhol em 1950, com novo bi no ano seguinte. A equipe era então a segunda maior vencedora do campeonato espanhol - quatro títulos, ao lado do Barcelona, apenas um atrás do Atlético de Bilbao. A saída do técnico Helenio Herrera acabou estagnando o time - o Barcelona passaria à frente com dois títulos seguidos. O pior para a torcida rojiblanca, entretanto, ainda estaria por vir.
Após o conflito, o clube ressurgiu de nome inusitadas - fundiu-se com o Aviación Nacional, equipe de Zaragoza ligada à aeronáutica espanhola, e tornou-se o Athletic Aviación de Madrid. Conseguiu convite da edição 1939/40 da Liga Espanhola para ocupar o lugar do Real Oviedo, cuja estrutura foi destruída pela Guerra. O convidado saiu-se muito bem: sob o comando técnico de Ricard Zamora, justamente a grande estrela do Real nos títulos da década anterior, o Aviación terminou campeão pela primeira vez. E igualaria a equipe rival no ano seguinte, conquistando um bi.
No mesmo ano do segundo título, um decreto do presidente espanhol Francisco Franco, general que saiu-se vitorioso na Guerra Civil, proibiu o uso oficial de outro idioma que não a língua castelhana no território espanhol. Com isso, o nome em inglês foi trocado para Atlético Aviación de Madrid.
Enquanto o Real decaía cada vez mas, o Atlético evoluía. Após o fim do vínculo com as forças aéreas, em 1947, o nome do clube sofreu nova alteração: Club Atlético de Madrid, que vem se mantendo até os dias atuais. Naquele ano, os rojiblancos conseguiram sua maior vitória contra o Real, um 5-0.
Após nove anos de jejum, o Atlético conseguiu seu terceiro título espanhol em 1950, com novo bi no ano seguinte. A equipe era então a segunda maior vencedora do campeonato espanhol - quatro títulos, ao lado do Barcelona, apenas um atrás do Atlético de Bilbao. A saída do técnico Helenio Herrera acabou estagnando o time - o Barcelona passaria à frente com dois títulos seguidos. O pior para a torcida rojiblanca, entretanto, ainda estaria por vir.
Perdendo a hegemonia local e o primeiro título continental[editar | editar código-fonte]
A temporada 1953-54 veria o Real Madrid voltando a conquistar a Liga, com o reforço do argentino Alfredo di Stéfano. La Saeta Rubia lideraria o Real a um bi posteriormente, igualando as conquistas do Atlético. A década seguiu com o argentino comandando o Real em cinco conquistas seguidas nas primeiras edições da Copa dos Campeões da UEFA. Mais do que tudo isso, o sul-americano mexeu com rivalidades: o clube blanco passou a nutrir mais rivalidade, reciprocamente, com o Barcelona, contra quem passou a disputou a hegemonia nacional na década.
Em 1957, o Real conseguiu seu quinto título espanhol, e o sexto viria em seguida. O Barcelona respondia com seu sétimo e oitavo títulos, em 1959 e 1960. À distância de ambos, o Atlético viu o Real emendar cinco títulos espanhóis no início da década de 1960.
A saída foi dedicar-se às Copas do Generalíssimo, novo nome da Copa do Rei: títulos no torneio vieram em 1960 (o primeiro do Atlético na competição), 1961 e 1965. Os dois primeiros foram conquistados sobre o Real Madrid, com os rojiblancos contando com o primeiro brasileiro no clube, Vavá.
Com o título de 1961, o clube credenciou-se a disputar a Recopa Europeia, competição surgida entre os vencedores das Copas nacionais europeias e prestigiada como segundo torneio interclubes europeu em importância. O Atlético venceu a edição de 1962, seu primeiro troféu continental. A conquista marcou a despedida do ídolo Joaquín Peiró - os italianos do Torino os observaram nas finais contra a Fiorentina, em que ele marcou dois gols, e o contrataram.
A temporada 1953-54 veria o Real Madrid voltando a conquistar a Liga, com o reforço do argentino Alfredo di Stéfano. La Saeta Rubia lideraria o Real a um bi posteriormente, igualando as conquistas do Atlético. A década seguiu com o argentino comandando o Real em cinco conquistas seguidas nas primeiras edições da Copa dos Campeões da UEFA. Mais do que tudo isso, o sul-americano mexeu com rivalidades: o clube blanco passou a nutrir mais rivalidade, reciprocamente, com o Barcelona, contra quem passou a disputou a hegemonia nacional na década.
Em 1957, o Real conseguiu seu quinto título espanhol, e o sexto viria em seguida. O Barcelona respondia com seu sétimo e oitavo títulos, em 1959 e 1960. À distância de ambos, o Atlético viu o Real emendar cinco títulos espanhóis no início da década de 1960.
A saída foi dedicar-se às Copas do Generalíssimo, novo nome da Copa do Rei: títulos no torneio vieram em 1960 (o primeiro do Atlético na competição), 1961 e 1965. Os dois primeiros foram conquistados sobre o Real Madrid, com os rojiblancos contando com o primeiro brasileiro no clube, Vavá.
Com o título de 1961, o clube credenciou-se a disputar a Recopa Europeia, competição surgida entre os vencedores das Copas nacionais europeias e prestigiada como segundo torneio interclubes europeu em importância. O Atlético venceu a edição de 1962, seu primeiro troféu continental. A conquista marcou a despedida do ídolo Joaquín Peiró - os italianos do Torino os observaram nas finais contra a Fiorentina, em que ele marcou dois gols, e o contrataram.
Retomada das conquistas na Espanha e o título intercontinental[editar | editar código-fonte]
O Atlético interrompeu as sequências de títulos espanhóis do Real em 1966, vencendo pela quinta vez a Liga e já contando com três ídolos: Adelardo, Luis Aragonés e José Ufarte. Este, um galego crescido no Brasil, onde defendera Corinthians e Flamengo sob o apelido de "Espanhol". Ainda assim, o rival ofuscou a conquista ao ganhar o seu sexto título da Copa dos Campeões.
A primeira participação do Atlético no torneio, na temporada 1966-67, terminou com eliminação precoce na segunda fase, frente aosiugoslavos do Vojvodina Novi Sad. O ano de 1966 marcou também a mudança para um novo estádio que recebeu o nome do presidente à época: Vicente Calderón.
Enquanto isso, o Real ganhava o campeonato espanhol outras três vezes seguidas na década, acumulando quatorze títulos. Em 1970, o Atlético conseguiu o seu sexto, embalado por Luis e es:José Eulogio Gárate, artilheiros da Liga.
Em meio à crise do Barcelona, o Atlético terminou a década como o principal antagonista do Real Madrid.[4] A segunda campanha na Copa dos Campeões foi melhor: os colchoneros chegaram às semifinais, onde foram parados pelos futuros campeões do Ajax de Cruijff.
Os anos 1970 vieram com o Real somando seu décimo quinto título espanhol em 1972 e o Atlético respondendo com seu sétimo em seguida, ficando a um título de igualar o Barcelona. Ainda com os veteranos Adelardo, Luis e Ufarte, o time reunia outros nomes consagrados no clube: o goleiro Miguel Reina, o meia Javier Irureta e os atacantes argentinos naturalizados espanhóis es:Heraldo Bezerrae José Eulogio Gárate.
Com o título de 1973, os rojiblancos ultrapassaram a "matriz" Atlético Bilbao e chegaram pela terceira vez à Copa dos Campeões. Após alcançar as semifinais em 1971, a equipe finalmente chegou à final. O adversário era o Bayern Munique, base da Seleção Alemã-Ocidentalque seria campeã mundial semanas depois: Sepp Maier, Gerd Müller, Franz Beckenbauer, Uli Hoeneß, Paul Breitner e Hans-Georg Schwarzenbeck.[5]
No tempo normal, o Atlético conseguiu equilibrar a partida, que ruma sem gols para a prorrogação. A seis minutos do fim do tempo extra, Luis Aragonés, aos 36 anos e à beira da aposentadoria, marca de falta. Em Madrid, torcedores começaram a encher as ruas da cidade no que prometia ser uma noite de festa. As comemorações foram bruscamente interrompidas a trinta segundos do final da partida, quando Schwarzenbeck chutou de fora da área e empatou.[5] O lance acabaria castigando o goleiro Reina. Como não havia decisão por pênaltis, o título só foi decidido em um jogo extra.
Os alemães, em vantagem psicológica,[5] venceram por 4-0 e levaram a taça, que tão próxima ficara do Atlético. Para piorar, a temporada havia se encerrado com o Barcelona sendo campeão espanhol, abrindo dois títulos de vantagem.
No ano seguinte, o clube conseguiria a Copa Intercontinental com o ex-jogador Luis como treinador. A vaga na final só foi possibilitada com a desistência do Bayern. Após perder na Argentina por 1-0 para o Independiente, o Atlético vence na volta por 2-0, com gols de Irureta e outro argentino do time, Rubén Ayala.
O Atlético interrompeu as sequências de títulos espanhóis do Real em 1966, vencendo pela quinta vez a Liga e já contando com três ídolos: Adelardo, Luis Aragonés e José Ufarte. Este, um galego crescido no Brasil, onde defendera Corinthians e Flamengo sob o apelido de "Espanhol". Ainda assim, o rival ofuscou a conquista ao ganhar o seu sexto título da Copa dos Campeões.
A primeira participação do Atlético no torneio, na temporada 1966-67, terminou com eliminação precoce na segunda fase, frente aosiugoslavos do Vojvodina Novi Sad. O ano de 1966 marcou também a mudança para um novo estádio que recebeu o nome do presidente à época: Vicente Calderón.
Enquanto isso, o Real ganhava o campeonato espanhol outras três vezes seguidas na década, acumulando quatorze títulos. Em 1970, o Atlético conseguiu o seu sexto, embalado por Luis e es:José Eulogio Gárate, artilheiros da Liga.
Em meio à crise do Barcelona, o Atlético terminou a década como o principal antagonista do Real Madrid.[4] A segunda campanha na Copa dos Campeões foi melhor: os colchoneros chegaram às semifinais, onde foram parados pelos futuros campeões do Ajax de Cruijff.
Os anos 1970 vieram com o Real somando seu décimo quinto título espanhol em 1972 e o Atlético respondendo com seu sétimo em seguida, ficando a um título de igualar o Barcelona. Ainda com os veteranos Adelardo, Luis e Ufarte, o time reunia outros nomes consagrados no clube: o goleiro Miguel Reina, o meia Javier Irureta e os atacantes argentinos naturalizados espanhóis es:Heraldo Bezerrae José Eulogio Gárate.
Com o título de 1973, os rojiblancos ultrapassaram a "matriz" Atlético Bilbao e chegaram pela terceira vez à Copa dos Campeões. Após alcançar as semifinais em 1971, a equipe finalmente chegou à final. O adversário era o Bayern Munique, base da Seleção Alemã-Ocidentalque seria campeã mundial semanas depois: Sepp Maier, Gerd Müller, Franz Beckenbauer, Uli Hoeneß, Paul Breitner e Hans-Georg Schwarzenbeck.[5]
No tempo normal, o Atlético conseguiu equilibrar a partida, que ruma sem gols para a prorrogação. A seis minutos do fim do tempo extra, Luis Aragonés, aos 36 anos e à beira da aposentadoria, marca de falta. Em Madrid, torcedores começaram a encher as ruas da cidade no que prometia ser uma noite de festa. As comemorações foram bruscamente interrompidas a trinta segundos do final da partida, quando Schwarzenbeck chutou de fora da área e empatou.[5] O lance acabaria castigando o goleiro Reina. Como não havia decisão por pênaltis, o título só foi decidido em um jogo extra.
Os alemães, em vantagem psicológica,[5] venceram por 4-0 e levaram a taça, que tão próxima ficara do Atlético. Para piorar, a temporada havia se encerrado com o Barcelona sendo campeão espanhol, abrindo dois títulos de vantagem.
No ano seguinte, o clube conseguiria a Copa Intercontinental com o ex-jogador Luis como treinador. A vaga na final só foi possibilitada com a desistência do Bayern. Após perder na Argentina por 1-0 para o Independiente, o Atlético vence na volta por 2-0, com gols de Irureta e outro argentino do time, Rubén Ayala.
1975-1995: duas décadas com algumas conquistas[editar | editar código-fonte]
Além do título mundial, 1975 também foi o ano em que o clube contratou dois brasileiros presentes na Copa do Mundo de 1974, ambos vindos do então campeão brasileiro, o Palmeiras: Leivinha e Luís Pereira. Em sua primeira temporada, Leivinha termina como vice-artilheiro da Liga, com 18 gols, mas o campeão é, pela décima sétima vez, o Real Madrid, que faturara o título também na anterior.
Com os brasileiros em campo e Luis Aragonés treinando, o Atlético foi em 1977 campeão espanhol pela oitava vez, novamente encostando noBarcelona. Na Copa dos Campeões, o time cai nas quartas-de-final, contra os belgas do Brugge.
Outro brasileiro a chegar após uma Copa é Dirceu, que vem em 1979. Dirceu fica apenas três anos, mas sai do clube como um dos mais adorados da torcida. Presente na Copa do Mundo de 1982, ele é o primeiro jogador do futebol estrangeiro convocado para a Seleção Brasileira para uma Copa, ao lado de Falcão (à época do mundial, na Roma).
As perspectivas de ultrapassar o Barcelona nos anos seguintes acabam não se concretizando, apesar de o clube catalão também viver crise no período. Quem se aproveita é o Real Madrid, que até 1990 soma vinte e cinco títulos espanhóis, cinco deles conquistados em sequência nadécada de 1980.
Para piorar, os cinco títulos são embalados pelos gols do mexicano Hugo Sánchez, que fora comprado do Atlético em 1985 após ser artilheiro peloscolchoneros na Liga e ter faturado na mesma temporada a Copa do Rei. Quando não vê o rival vencer a Liga, o Atlético vê outros times, e não ele, alcançarem o troféu: Athletic Bilbao e Real Sociedad conseguem dois bicampeonatos cada; o FC Barcelona abre nova distância de dois títulos em 1985.
Em toda a década de 1980, o time só consegue a Copa do Rei de 1985 e a Supercopa da Espanha na abertura da temporada seguinte. O Atlético, voltando a disputar aRecopa, retorna também à final do torneio, mas perde para os soviéticos do Dínamo Kiev.
Mesmo quando consegue ter o maior goleador da Liga, em 1989 - o brasileiro Baltazar, o time não chega às primeiras posições e vê constantemente o rival faturar títulos. Outro brasileiros que jogaram pelo Atleti na década foram Alemão, da Seleção Brasileira - temporada 1987-88 e Donato, que viera junto com Baltazar na temporada 1988-89.
Quando Baltazar foi artilheiro, o Atlético era presidido havia dois anos pelo polêmico Jesús Gil. A primeira medida de Gil foi comprar o português Paulo Futre, campeão da Copa dos Campeões com o surpreendente FC Porto em 1987. Ainda assim, é só com a contratação do veterano alemão Bernd Schuster, em 1990, que o time volta às primeiras posições. Schuster vinha diretamente do Real Madrid, de onde saíra após desentender-se com a diretoria.[6]
Na primeira temporada com Don Bernardo, a de 1990-91, o Atlético é vice-campeão espanhol, ficando à frente do Real Madrid e campeão da Copa do Rei, vencendo ao Mallorca 1-0 na final. O título, entretanto, vai para o FC Barcelona, que agora fica com três troféus de vantagem. Para piorar, o Barça emendaria outras três conquistas em seguida, ampliando a distância. No interím, as maiores alegrías dos colchoneros são os títulos das Copa do Rei em 1991, e 1992.
Na final de 1992 contra o Real Madrid, Futre e Schuster marcam os dois gols da vitória por 2-0 em pleno Santiago Bernabéu. O gol de falta de Schuster é lembrado até hoje pela torcida.[6] Naquela temporada, por pouco a artilharia de Manolo não resulta também no Espanhol, que por dois pontos ficou com o Barcelona.
Atlético terminou em sexto na temporada 1992-93 em crise administrativa, que faz o presidente Gil extinguir suas divisões de base do clube. O prejuízo futuro ficaria simbolizado no atacante Raúl: cria das bases rojiblancas e vindo de família fanaticamente atleticana, acabaria comprado pelo arquirrival Real Madrid, onde se celebrizaria. Por causa da crise, Schuster, Futre e Donato deixam o time. Sem eles, o Atlético termina a temporada 1993-94 em décimo segundo. A de 1994-95 vê uma piora: a posição é a de décimo sexto, enquanto o Real Madrid alcança o vigésimo sexto título espanhol.
Além do título mundial, 1975 também foi o ano em que o clube contratou dois brasileiros presentes na Copa do Mundo de 1974, ambos vindos do então campeão brasileiro, o Palmeiras: Leivinha e Luís Pereira. Em sua primeira temporada, Leivinha termina como vice-artilheiro da Liga, com 18 gols, mas o campeão é, pela décima sétima vez, o Real Madrid, que faturara o título também na anterior.
Com os brasileiros em campo e Luis Aragonés treinando, o Atlético foi em 1977 campeão espanhol pela oitava vez, novamente encostando noBarcelona. Na Copa dos Campeões, o time cai nas quartas-de-final, contra os belgas do Brugge.
Outro brasileiro a chegar após uma Copa é Dirceu, que vem em 1979. Dirceu fica apenas três anos, mas sai do clube como um dos mais adorados da torcida. Presente na Copa do Mundo de 1982, ele é o primeiro jogador do futebol estrangeiro convocado para a Seleção Brasileira para uma Copa, ao lado de Falcão (à época do mundial, na Roma).
As perspectivas de ultrapassar o Barcelona nos anos seguintes acabam não se concretizando, apesar de o clube catalão também viver crise no período. Quem se aproveita é o Real Madrid, que até 1990 soma vinte e cinco títulos espanhóis, cinco deles conquistados em sequência nadécada de 1980.
Para piorar, os cinco títulos são embalados pelos gols do mexicano Hugo Sánchez, que fora comprado do Atlético em 1985 após ser artilheiro peloscolchoneros na Liga e ter faturado na mesma temporada a Copa do Rei. Quando não vê o rival vencer a Liga, o Atlético vê outros times, e não ele, alcançarem o troféu: Athletic Bilbao e Real Sociedad conseguem dois bicampeonatos cada; o FC Barcelona abre nova distância de dois títulos em 1985.
Em toda a década de 1980, o time só consegue a Copa do Rei de 1985 e a Supercopa da Espanha na abertura da temporada seguinte. O Atlético, voltando a disputar aRecopa, retorna também à final do torneio, mas perde para os soviéticos do Dínamo Kiev.
Mesmo quando consegue ter o maior goleador da Liga, em 1989 - o brasileiro Baltazar, o time não chega às primeiras posições e vê constantemente o rival faturar títulos. Outro brasileiros que jogaram pelo Atleti na década foram Alemão, da Seleção Brasileira - temporada 1987-88 e Donato, que viera junto com Baltazar na temporada 1988-89.
Quando Baltazar foi artilheiro, o Atlético era presidido havia dois anos pelo polêmico Jesús Gil. A primeira medida de Gil foi comprar o português Paulo Futre, campeão da Copa dos Campeões com o surpreendente FC Porto em 1987. Ainda assim, é só com a contratação do veterano alemão Bernd Schuster, em 1990, que o time volta às primeiras posições. Schuster vinha diretamente do Real Madrid, de onde saíra após desentender-se com a diretoria.[6]
Na primeira temporada com Don Bernardo, a de 1990-91, o Atlético é vice-campeão espanhol, ficando à frente do Real Madrid e campeão da Copa do Rei, vencendo ao Mallorca 1-0 na final. O título, entretanto, vai para o FC Barcelona, que agora fica com três troféus de vantagem. Para piorar, o Barça emendaria outras três conquistas em seguida, ampliando a distância. No interím, as maiores alegrías dos colchoneros são os títulos das Copa do Rei em 1991, e 1992.
Na final de 1992 contra o Real Madrid, Futre e Schuster marcam os dois gols da vitória por 2-0 em pleno Santiago Bernabéu. O gol de falta de Schuster é lembrado até hoje pela torcida.[6] Naquela temporada, por pouco a artilharia de Manolo não resulta também no Espanhol, que por dois pontos ficou com o Barcelona.
Atlético terminou em sexto na temporada 1992-93 em crise administrativa, que faz o presidente Gil extinguir suas divisões de base do clube. O prejuízo futuro ficaria simbolizado no atacante Raúl: cria das bases rojiblancas e vindo de família fanaticamente atleticana, acabaria comprado pelo arquirrival Real Madrid, onde se celebrizaria. Por causa da crise, Schuster, Futre e Donato deixam o time. Sem eles, o Atlético termina a temporada 1993-94 em décimo segundo. A de 1994-95 vê uma piora: a posição é a de décimo sexto, enquanto o Real Madrid alcança o vigésimo sexto título espanhol.
1996 dourado, mas a crise volta[editar | editar código-fonte]
Aproveitando-se de crise vivida tanto pelo Real Madrid quanto pelo Barcelona, e também do Deportivo La Coruña (clube que vinha em ascensão na década),[4] o Atlético supera-se na temporada 1995-96: no Espanhol, volta a vencer, após dezenove anos, La Liga, aproveitando a liderança disparada que obtém no primeiro turno;[4] e o que é melhor, e um dublete com a Copa do Rei, também conquistada. Treinado pelo iugoslavo Radomir Antić, o elenco reunia José Francisco Molina, José Luis Caminero, Lyuboslav Penev, Diego Simeone, Milinko Pantić, Juanma López e, notadamente, Kiko.
O nono título espanhol traz esperanças: o clube vai bem na Liga dos Campeões da UEFA em 1997, eliminado nas quartas-de-final pelo Ajax. O título do torneio fica com o Borussia Dortmund, adversário superado na fase de grupos. Para piorar, quem vence o Espanhol é o Real Madrid.
Os dois campeonatos seguintes, com o Atlético gastando no brasileiro Juninho e no italiano Christian Vieri (artilheiro da liga em 1997-98), vão para o FC Barcelona. Nessas três temporadas, o time não consegue ficar nem entre os cinco primeiros. A crise administrativa voltava a rondar, agravada pelas investigações da polícia espanhola em torno de Gil, em razão de transações suspeitas e de sua gestão em Marbella, balneário andaluz do qual era prefeito [4] e que patrocinava o time na época.
O que é ruim piora na de 1999-2000. Nem a contratação de Carlos Gamarra, zagueiro paraguaio da Copa do Mundo de 1998, ajuda a defesarojiblanca, que termina a temporada com saldo negativo de dezesseis gols e em penúltimo lugar, rebaixado pela primeira vez em mais de sessenta anos. A Copa do Rei também não vem como consolo: o time perde a final para o Espanyol. A infelicidade da torcida é agravada ainda pelo sucesso do Real Madrid, que consegue paralelamente seu oitavo título na Liga dos Campeões da UEFA - o sétimo viera dois anos antes. O rival ainda rouba um integrante do elenco atleticano, Santiago Solari.
Piora ainda mais em 2000-01: a equipe contrata o artilheiro da Liga na temporada anterior, Salva,[4] mas ainda assim termina a Segunda Divisão em quarto, perdendo o acesso no saldo de gols para o modesto Tenerife, com quem iguala em pontos.
A Segunda Divisão é finalmente conquistada na temporada seguinte, com um time mais barato e com a intervenção judicial em razão das enormes dívidas.[4] Todavia, o Real consegue na mesma temporada o título espanhol e o nono na Liga dos Campeões.
Aproveitando-se de crise vivida tanto pelo Real Madrid quanto pelo Barcelona, e também do Deportivo La Coruña (clube que vinha em ascensão na década),[4] o Atlético supera-se na temporada 1995-96: no Espanhol, volta a vencer, após dezenove anos, La Liga, aproveitando a liderança disparada que obtém no primeiro turno;[4] e o que é melhor, e um dublete com a Copa do Rei, também conquistada. Treinado pelo iugoslavo Radomir Antić, o elenco reunia José Francisco Molina, José Luis Caminero, Lyuboslav Penev, Diego Simeone, Milinko Pantić, Juanma López e, notadamente, Kiko.
O nono título espanhol traz esperanças: o clube vai bem na Liga dos Campeões da UEFA em 1997, eliminado nas quartas-de-final pelo Ajax. O título do torneio fica com o Borussia Dortmund, adversário superado na fase de grupos. Para piorar, quem vence o Espanhol é o Real Madrid.
Os dois campeonatos seguintes, com o Atlético gastando no brasileiro Juninho e no italiano Christian Vieri (artilheiro da liga em 1997-98), vão para o FC Barcelona. Nessas três temporadas, o time não consegue ficar nem entre os cinco primeiros. A crise administrativa voltava a rondar, agravada pelas investigações da polícia espanhola em torno de Gil, em razão de transações suspeitas e de sua gestão em Marbella, balneário andaluz do qual era prefeito [4] e que patrocinava o time na época.
O que é ruim piora na de 1999-2000. Nem a contratação de Carlos Gamarra, zagueiro paraguaio da Copa do Mundo de 1998, ajuda a defesarojiblanca, que termina a temporada com saldo negativo de dezesseis gols e em penúltimo lugar, rebaixado pela primeira vez em mais de sessenta anos. A Copa do Rei também não vem como consolo: o time perde a final para o Espanyol. A infelicidade da torcida é agravada ainda pelo sucesso do Real Madrid, que consegue paralelamente seu oitavo título na Liga dos Campeões da UEFA - o sétimo viera dois anos antes. O rival ainda rouba um integrante do elenco atleticano, Santiago Solari.
Piora ainda mais em 2000-01: a equipe contrata o artilheiro da Liga na temporada anterior, Salva,[4] mas ainda assim termina a Segunda Divisão em quarto, perdendo o acesso no saldo de gols para o modesto Tenerife, com quem iguala em pontos.
A Segunda Divisão é finalmente conquistada na temporada seguinte, com um time mais barato e com a intervenção judicial em razão das enormes dívidas.[4] Todavia, o Real consegue na mesma temporada o título espanhol e o nono na Liga dos Campeões.
Século XXI: dificuldades no início[editar | editar código-fonte]
O retorno à elite marca também o debute profissional de Fernando Torres. A boa relação com jogadores brasileiros não é renovada com Rodrigo Fabri, que fora pouco aproveitado pelo treinador e fica apenas para a temporada 2003-04, marcada pelo centenário do time e pela morte do presidente Gil.
O contínuo discurso de equipe grande não se coaduna com os resultados de então.[7] O distanciamento de títulos para Real Madrid e Barcelona aumenta.
O ambiente, incluído ainda por um jejum de vitórias sobre o Real Madrid (perdurante desde 1999), não se altera nem com a chegada do vencedor técnico argentino Carlos Bianchi, em 2004: ele reforça bem o ataque com os compatriotas Maxi Rodríguez e Luciano Galletti, o búlgaro Martin Petrov e oservo-montenegrino Mateja Kežman, mantendo a segura defesa formada porPablo Ibáñez, Antonio López e Luis Perea,[8] mas o clube não consegue bons meio-campistas; os pedidos por Juan Román Riquelme e Javier Mascherano acabam não-atendidos.[9]
Outros dois brasileiros são contratados nos anos seguintes, Fabiano Eller e Cléber Santana, nenhum deles com o mesmo sucesso do último ídolo do país no clube, Juninho. Fabiano vem no decorrer da temporada 2006-07, marcada pela chegada de Sergio Agüero e do técnicomexicano Javier Aguirre.[10] Santana foi um dos que chegaram com o dinheiro da venda do ídolo Fernando Torres para o Liverpool, no verão de 2007. Outros a chegarem foram José Antonio Reyes, vindo diretamente do rival Real; Luis García, contrapeso de Torres na negociação com o Liverpool; pertencentes ao FC Barcelona, o português Simão Sabrosa e o brasileiro Thiago Motta; e o uruguaio Diego Forlán.[11]
Justamente na temporada que se seguiu após a perda de seu grande ídolo, o Atlético conseguiu seu melhor resultado em La Liga na década, um quarto lugar, que devolveu o clube à Liga dos Campeões da UEFA após mais de dez anos. Saído da sombra de Torres,[12] que reunia para si as referências ofensivas dos companheiros, "Kun" Agüero deslancha no clube e faz dupla de ataque devastadora com Forlán.[13] Na Liga dos Campeões, o clube termina invicto, mas eliminado nas oitavas-de-final.
Repete o quarto lugar em 2008-09, bem como a dupla Agüero-Forlán (artilheiro da Liga), apesar da queda do técnico Aguirre.
O retorno à elite marca também o debute profissional de Fernando Torres. A boa relação com jogadores brasileiros não é renovada com Rodrigo Fabri, que fora pouco aproveitado pelo treinador e fica apenas para a temporada 2003-04, marcada pelo centenário do time e pela morte do presidente Gil.
O contínuo discurso de equipe grande não se coaduna com os resultados de então.[7] O distanciamento de títulos para Real Madrid e Barcelona aumenta.
O ambiente, incluído ainda por um jejum de vitórias sobre o Real Madrid (perdurante desde 1999), não se altera nem com a chegada do vencedor técnico argentino Carlos Bianchi, em 2004: ele reforça bem o ataque com os compatriotas Maxi Rodríguez e Luciano Galletti, o búlgaro Martin Petrov e oservo-montenegrino Mateja Kežman, mantendo a segura defesa formada porPablo Ibáñez, Antonio López e Luis Perea,[8] mas o clube não consegue bons meio-campistas; os pedidos por Juan Román Riquelme e Javier Mascherano acabam não-atendidos.[9]
Outros dois brasileiros são contratados nos anos seguintes, Fabiano Eller e Cléber Santana, nenhum deles com o mesmo sucesso do último ídolo do país no clube, Juninho. Fabiano vem no decorrer da temporada 2006-07, marcada pela chegada de Sergio Agüero e do técnicomexicano Javier Aguirre.[10] Santana foi um dos que chegaram com o dinheiro da venda do ídolo Fernando Torres para o Liverpool, no verão de 2007. Outros a chegarem foram José Antonio Reyes, vindo diretamente do rival Real; Luis García, contrapeso de Torres na negociação com o Liverpool; pertencentes ao FC Barcelona, o português Simão Sabrosa e o brasileiro Thiago Motta; e o uruguaio Diego Forlán.[11]
Justamente na temporada que se seguiu após a perda de seu grande ídolo, o Atlético conseguiu seu melhor resultado em La Liga na década, um quarto lugar, que devolveu o clube à Liga dos Campeões da UEFA após mais de dez anos. Saído da sombra de Torres,[12] que reunia para si as referências ofensivas dos companheiros, "Kun" Agüero deslancha no clube e faz dupla de ataque devastadora com Forlán.[13] Na Liga dos Campeões, o clube termina invicto, mas eliminado nas oitavas-de-final.
Repete o quarto lugar em 2008-09, bem como a dupla Agüero-Forlán (artilheiro da Liga), apesar da queda do técnico Aguirre.
Década de 2010: conquistas relevantes de volta[editar | editar código-fonte]
Na temporada 2009-10, a boa campanha no Espanhol não se repete. Em compensação, o Atlético consegue um troféu depois de quatorze anos: a primeira edição da Liga Europa, vencendo na prorrogação o Fulham, com dois gols de Forlán.
O clube chega à final também da Copa do Rei, mas perde para o Sevilla. Desde 1996, também, esta foi a primeira temporada em que o Atleticonseguiu títulos e o Real, não.
Na temporada 2011-12 a equipe do Atlético com o artilheiro Falcão Garcia, campeão em 2010-2011 pelo Porto, repetiu o feito de 2009-10 e se sagrou bicampeão do segundo torneio mais importante do continente, em uma campanha que derrubou duas equipes espanholas favoritas ao título, Valência na fase semi-final ganhando em casa por 4-2 e 1-0 na volta, derrubando na final a equipe do técnico argentino Bielsa o Athletic de Bilbao por 3-0, com 2 gols do artilheiro Falcão Garcia, este que conseguiu o feito de se tornar bicampeão na artilharia da competição e com o outro gol tendo sido marcado pelo brasileiro Diego.
Ao vencer o Real por 2-1 em 17 de maio no Santiago Bernabeu, o Atlético sagrou-se campeão da Copa do Rei de 2012-13 com gols dos brasileiros Miranda e Diego Costa que se naturalizou espanhol.Além de dar o título da Copa do Rei,o Atlético quebrou um histórico tabu de 14 anos sem ganhar um jogo sequer contra o rival merengue.
O Atlético chegou a final da Liga dos Campeões da UEFA de 2013–14 e vencia a partida quando Sergio Ramos do Real Madrid empatou no tempo extra do segundo tempo. Acabaria derrotado na prorrogação por 1-4.
Em 27 de abril deste mesmo ano, bateu o seu recorde de pontos em campeonatos espanhóis, ao fazer 88 pontos, ultrapassando o recorde de 87 pontos que pertencia a equipe campeã da Temporada 1995-96, faltando ainda três rodadas para o fim do campeonato.[14] Ao final, o Atlético sagrou-se campeão espanhol pela 10ª vez, somando 90 pontos.
O clube se tornou finalista pela terceira vez da Liga dos Campeões da Europa em 2016 ao eliminar o FC Bayern München nas semifinais, seu algoz na final de 1974. Além disso, a final contra o Real Madrid será uma reedição de 2014.
Na temporada 2009-10, a boa campanha no Espanhol não se repete. Em compensação, o Atlético consegue um troféu depois de quatorze anos: a primeira edição da Liga Europa, vencendo na prorrogação o Fulham, com dois gols de Forlán.
O clube chega à final também da Copa do Rei, mas perde para o Sevilla. Desde 1996, também, esta foi a primeira temporada em que o Atleticonseguiu títulos e o Real, não.
Na temporada 2011-12 a equipe do Atlético com o artilheiro Falcão Garcia, campeão em 2010-2011 pelo Porto, repetiu o feito de 2009-10 e se sagrou bicampeão do segundo torneio mais importante do continente, em uma campanha que derrubou duas equipes espanholas favoritas ao título, Valência na fase semi-final ganhando em casa por 4-2 e 1-0 na volta, derrubando na final a equipe do técnico argentino Bielsa o Athletic de Bilbao por 3-0, com 2 gols do artilheiro Falcão Garcia, este que conseguiu o feito de se tornar bicampeão na artilharia da competição e com o outro gol tendo sido marcado pelo brasileiro Diego.
Ao vencer o Real por 2-1 em 17 de maio no Santiago Bernabeu, o Atlético sagrou-se campeão da Copa do Rei de 2012-13 com gols dos brasileiros Miranda e Diego Costa que se naturalizou espanhol.Além de dar o título da Copa do Rei,o Atlético quebrou um histórico tabu de 14 anos sem ganhar um jogo sequer contra o rival merengue.
O Atlético chegou a final da Liga dos Campeões da UEFA de 2013–14 e vencia a partida quando Sergio Ramos do Real Madrid empatou no tempo extra do segundo tempo. Acabaria derrotado na prorrogação por 1-4.
Em 27 de abril deste mesmo ano, bateu o seu recorde de pontos em campeonatos espanhóis, ao fazer 88 pontos, ultrapassando o recorde de 87 pontos que pertencia a equipe campeã da Temporada 1995-96, faltando ainda três rodadas para o fim do campeonato.[14] Ao final, o Atlético sagrou-se campeão espanhol pela 10ª vez, somando 90 pontos.
O clube se tornou finalista pela terceira vez da Liga dos Campeões da Europa em 2016 ao eliminar o FC Bayern München nas semifinais, seu algoz na final de 1974. Além disso, a final contra o Real Madrid será uma reedição de 2014.
Rivalidades[editar | editar código-fonte]
O grande rival do clube é o Real Madrid, o outro time da cidade, com quem disputa o Dérbi de Madrid, primeiro dérbi citadino a decidir uma Liga dos Campeões da Europa, isso em 2014, se repetindo em 2016. Os rojiblancos (equivalente em castelhano a "alvirrubros") chegaram a ser superiores até o início da década de 1950, quando os rivais, embalados por Di Stéfano, reverteram a situação e deixaram o Atlético para trás. O Real Madrid é associado a uma torcida mais elitista, enquanto o Atlético é visto como um time de torcida mais popular.[15]
Com o tempo, os blancos passaram a nutrir maior rivalidade contra uma equipe de outra cidade, o Barcelona, o que despertou também certa rixa dos torcedores atleticanos. Os confrontos com o Barça não costumam ser amistosos e são rotineiramente jogos muito intensos e de muitos gols.[16] [17] [18] Aconteceram quatro confrontos pela Liga dos Campeões da Europa, com duas vitórias do Atlético, uma do Barcelona e um empate, com o Atlético tendo eliminado o Barcelona nas quartas de final em 2014 e 2016.[19]
O grande rival do clube é o Real Madrid, o outro time da cidade, com quem disputa o Dérbi de Madrid, primeiro dérbi citadino a decidir uma Liga dos Campeões da Europa, isso em 2014, se repetindo em 2016. Os rojiblancos (equivalente em castelhano a "alvirrubros") chegaram a ser superiores até o início da década de 1950, quando os rivais, embalados por Di Stéfano, reverteram a situação e deixaram o Atlético para trás. O Real Madrid é associado a uma torcida mais elitista, enquanto o Atlético é visto como um time de torcida mais popular.[15]
Com o tempo, os blancos passaram a nutrir maior rivalidade contra uma equipe de outra cidade, o Barcelona, o que despertou também certa rixa dos torcedores atleticanos. Os confrontos com o Barça não costumam ser amistosos e são rotineiramente jogos muito intensos e de muitos gols.[16] [17] [18] Aconteceram quatro confrontos pela Liga dos Campeões da Europa, com duas vitórias do Atlético, uma do Barcelona e um empate, com o Atlético tendo eliminado o Barcelona nas quartas de final em 2014 e 2016.[19]
Títulos[editar | editar código-fonte]
Intercontinentais
Competição Títulos Temporadas

Copa Intercontinental 1 1974
Continentais
Competição Títulos Temporadas
Liga Europa da UEFA 2 2009–10, 2011–12
Recopa Europeia 1 1961–62
Supercopa da UEFA 2 2010
, 2012
Copa Intertoto da UEFA 1 2007
Nacionais
Competição Títulos Temporadas
Campeonato Espanhol 10 1939–40,1940–41,1949–50,1950–51,1965–66, 1969-70, 1972–73,1976–77,1995–96, 2013–14
Copa do Rei da Espanha 10 1959–60,1960–61,1964–65,1971–72,1975–76,1984–85,1990–91,1991–92,1995–96,2012–13
Supercopa da Espanha 2 1985, 2014
Copa Eva Duarte 2 1939–40,1950–51
Campeonato Espanhol - 2ª Divisão 1 2001–02
Títulos (Nacionais + Internacionais) 32
| Intercontinentais | |||
|---|---|---|---|
| Competição | Títulos | Temporadas | |
| Copa Intercontinental | 1 | 1974 | |
| Continentais | |||
| Competição | Títulos | Temporadas | |
| Liga Europa da UEFA | 2 | 2009–10, 2011–12 | |
| Recopa Europeia | 1 | 1961–62 | |
| Supercopa da UEFA | 2 | 2010 | |
| Copa Intertoto da UEFA | 1 | 2007 | |
| Nacionais | |||
| Competição | Títulos | Temporadas | |
| Campeonato Espanhol | 10 | 1939–40,1940–41,1949–50,1950–51,1965–66, 1969-70, 1972–73,1976–77,1995–96, 2013–14 | |
| Copa do Rei da Espanha | 10 | 1959–60,1960–61,1964–65,1971–72,1975–76,1984–85,1990–91,1991–92,1995–96,2012–13 | |
| Supercopa da Espanha | 2 | 1985, 2014 | |
| Copa Eva Duarte | 2 | 1939–40,1950–51 | |
| Campeonato Espanhol - 2ª Divisão | 1 | 2001–02 | |
| Títulos (Nacionais + Internacionais) | 32 | ||
Uniformes[editar | editar código-fonte]
Uniformes atuais[editar | editar código-fonte]
Uniformes dos goleiros[editar | editar código-fonte]
Uniformes anteriores[editar | editar código-fonte]
Material esportivo[editar | editar código-fonte]
Período Material esportivo Patrocínios
1980–1986 Meyba None
1986–1989 Puma None
1989–1990 Mita
1990–1993 Marbella*
1993–1994 Antena 3
1994–1996 Marbella*
1996–1997 Bandai/Tamagotchi
1997–1998 Marbella*
1998–1999 Reebok
1999–2000
2000–2001 Idea
2001–2002 Nike
2002–2003 Century
2003–2005 Columbia Pictures
2005–2011 KIA
Março–Maio 2012 Rixos Hotels
Maio–Dezembro 2012 Huawei
2012–2015 Azerbaijan - The Land of Fire
2015–presente Plus500[20]
- (*) – 1990–93, 1994–96, 1997–99: Marbella Turismo, quando Jesús Gil foi Prefeito de Marbella.
| Período | Material esportivo | Patrocínios |
|---|---|---|
| 1980–1986 | Meyba | None |
| 1986–1989 | Puma | None |
| 1989–1990 | Mita | |
| 1990–1993 | Marbella* | |
| 1993–1994 | Antena 3 | |
| 1994–1996 | Marbella* | |
| 1996–1997 | Bandai/Tamagotchi | |
| 1997–1998 | Marbella* | |
| 1998–1999 | Reebok | |
| 1999–2000 | ||
| 2000–2001 | Idea | |
| 2001–2002 | Nike | |
| 2002–2003 | Century | |
| 2003–2005 | Columbia Pictures | |
| 2005–2011 | KIA | |
| Março–Maio 2012 | Rixos Hotels | |
| Maio–Dezembro 2012 | Huawei | |
| 2012–2015 | Azerbaijan - The Land of Fire | |
| 2015–presente | Plus500[20] |
- (*) – 1990–93, 1994–96, 1997–99: Marbella Turismo, quando Jesús Gil foi Prefeito de Marbella.
Jogadores destacados[editar | editar código-fonte]
O Atlético de Madrid já cedeu até hoje 85 jogadores para a Seleção Espanhola de Futebol, além de seus jogadores terem sido convocados por alguma seleção em Copas do Mundo em 36 ocasiões por 9 seleções diferentes, majoritariamente a espanhola, com 20 convocações.
- Goleadores
O maior goleador do Atlético de Madrid em competições oficiais é Luis Aragonés, com 173 gols. Em partidas de La Liga, o maior goleador é Adrián Escudero, com 150 gols.[21] As informações sobre Fernando Torres podem estar desatualizadas, pois o jogador encontra-se em atividade.
Goleadores Partidas Oficiais
Jogador Gols
1
Luis ARAGONÉS173
2
Adrián ESCUDERO169
3
Francisco CAMPOS144
4 
José Eulogio GÁRATE135
5
Joaquín PEIRÓ125
6
ADELARDO Rodríguez113
7
Julio Antonio ELÍCEGUI110
8
Fernando TORRES109
9
Enrique COLLAR105
10
José JUNCOSA103
11
Sergio AGÜERO101
Goleadores de La Liga
Jogador Gols
1
Adrián ESCUDERO150
2
Luis ARAGONÉS123
3
Francisco CAMPOS120
4
José Eulogio GÁRATE109
5
Fernando TORRES97
6
Joaquín PEIRÓ93
7
Rubén CANO82
8
José JUNCOSA80
9
MANOLO Sánchez76
10
Diego FORLÁN74
Sergio AGÜERO
- Jogadores com maior número de partidas oficiais
- Espanhóis
- Estrangeiros
Luis Amaranto Perea : 314
Jorge Griffa : 288[22]
O Atlético de Madrid já cedeu até hoje 85 jogadores para a Seleção Espanhola de Futebol, além de seus jogadores terem sido convocados por alguma seleção em Copas do Mundo em 36 ocasiões por 9 seleções diferentes, majoritariamente a espanhola, com 20 convocações.
- Goleadores
O maior goleador do Atlético de Madrid em competições oficiais é Luis Aragonés, com 173 gols. Em partidas de La Liga, o maior goleador é Adrián Escudero, com 150 gols.[21] As informações sobre Fernando Torres podem estar desatualizadas, pois o jogador encontra-se em atividade.
|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
- Jogadores com maior número de partidas oficiais
- Espanhóis
- Estrangeiros
Luis Amaranto Perea : 314
Jorge Griffa : 288[22]
Elenco atual[editar | editar código-fonte]
- Legenda
Goleiros
Nº Jogador
1
Miguel Moyà
13
Jan Oblak
Defensores
Nº Jogador Pos.
2
Diego GodínZ
15
Stefan SavićZ
19
Lucas HernándezZ
24
José GiménezZ
18
Jesús GámezLD
20
JuanfranLD
3
Filipe LuísLE
Meio-campistas
Nº Jogador Pos.
5
TiagoV
8
Matías KranevitterV
12
Augusto FernándezV
14
Gabi 
V
22
Thomas ParteyV
6
KokeM
10
Óliver TorresM
17
Saúl ÑiguezM
21
Yannick CarrascoM
–
Nicolás GaitánM
Atacantes
Nº Jogador
7
Antoine Griezmann
9
Fernando Torres
16
Ángel Correa
23
Luciano Vietto
Comissão técnica
Nome Pos.
Diego SimeoneT
Germán BurgosAS
Juan VizcaínoAS
Carlos MenéndezPF
Iván Rafael DíazPF
Óscar OrtegaPF
Pablo VercelloneTG
- Legenda
| Goleiros | ||
|---|---|---|
| Nº | Jogador | |
| 1 | ||
| 13 | ||
| Defensores | ||
|---|---|---|
| Nº | Jogador | Pos. |
| 2 | Z | |
| 15 | Z | |
| 19 | Z | |
| 24 | Z | |
| 18 | LD | |
| 20 | LD | |
| 3 | LE | |
| Meio-campistas | ||
|---|---|---|
| Nº | Jogador | Pos. |
| 5 | V | |
| 8 | V | |
| 12 | V | |
| 14 | V | |
| 22 | V | |
| 6 | M | |
| 10 | M | |
| 17 | M | |
| 21 | M | |
| – | M | |
| Atacantes | ||
|---|---|---|
| Nº | Jogador | |
| 7 | ||
| 9 | ||
| 16 | ||
| 23 | ||
| Comissão técnica | |
|---|---|
| Nome | Pos. |
| T | |
| AS | |
| AS | |
| PF | |
| PF | |
| PF | |
| TG | |
Transferências para a temporada 2016–17[editar código-fonte]
- Legenda
Entradas
Pos. Jogador Clube anterior

M
Nicolás Gaitán
Benfica
Saídas
Pos. Jogador Clube de destino

A
Jackson Martínez
Guangzhou Evergrande
- Legenda
|
| ||||||||||||||||||||||||
Referências
- ↑ Los 10 equipos de fútbol preferidos por los espanholes, citando pesquisa do Instituto CIS divulgada em junho de 2014 e disponível em 24 de julho de 2015
- ↑ El Atlético alcanza la cifra histórica de los 80.000 socios, página editada em 18 de novembro de 2015 e disponível em 26 de novembro de 2015
- ↑ "Atlético de Madrid", Ubiratan Leal, Balípodo.com.br
- ↑ a b c d e f "Atlético ainda não se recuperou", Ubiratan Leal, Balípodo.com.br
- ↑ a b c "Minuto eterno", Mauro Marchesini, Trivela, nº 32, outubro de 2008, Trivela Comunicações, págs. 54-55
- ↑ a b "Questão de gênio", Ubiratan Leal, Trivela, nº 25, março de 2008, Trivela Comunicações, págs. 52-55
- ↑ "Atlético de Madrid", Especial Placar - Guia Europeus 2004/2005, setembro de 2004, Editora Abril, págs. 14
- ↑ "Um mago no banco", Especial Placar - Guia Europeus 2003/2004, setembro de 2003, Editora Abril, pág. 13
- ↑ "Atlético se arrasta", Ubiratan Leal, Trivela.com
- ↑ "Bote fé no mocinho", Especial Placar - Guia Europeus 2006/2007, setembro de 2006, Editora Abril, pág. 12
- ↑ "Efeito El Niño", Especial Placar - Guia Europeus 2007/2008, setembro de 2007, Editora Abril, págs. 19
- ↑ "O rei morreu. Viva o rei!", Ubiratana Leal, Trivela.com
- ↑ "Esse é o (genro do) cara", Marcela Mora y Araujo, FourFourTwo, número 1, novembro de 2008, Editora Cádiz, págs. 46-49
- ↑ Site da Placar: Atlético de Madri quebra tabu e alcança a maior pontuação de sua história
- ↑ Site soitu.es, título Día grande en Madrid. Día de derbi., editado em 7 de março de 2009 e disponível em 26 de abril de 2014
- ↑ "O clássico dos gols", Ubiratan Leal, Balípodo.com.br
- ↑ Atleti-Barça: Historia de una rivalidad, Site da FIFA-espanhol, página editada em 10 de janeiro de 2014 e disponível em 25 de julho de 2015
- ↑ O GLOBO - Atlético de Madrid empata com o Barcelona e é campeão espanhol, página editada em 17 de maio de 2014 e disponível em 25 de julho de 2015
- ↑ BONSANTI, Bruno (13 de abril de 2016). «O time mais cardíaco da Europa mostra sua cara outra vez e leva o Atlético às semifinais». Site TRIVELA. Consultado em 13 de abril de 2016.
- ↑ «Plus500, nuevo patrocinador principal del equipo» (em espanhol). Sítio oficial Club Atlético de Madrid. 24 de junho de 2015.
- ↑ Máximos goleadores
- ↑ «No pueden ser oficiales los tres partidos de la Copa Internacional».
- ↑ Los 10 equipos de fútbol preferidos por los espanholes, citando pesquisa do Instituto CIS divulgada em junho de 2014 e disponível em 24 de julho de 2015
- ↑ El Atlético alcanza la cifra histórica de los 80.000 socios, página editada em 18 de novembro de 2015 e disponível em 26 de novembro de 2015
- ↑ "Atlético de Madrid", Ubiratan Leal, Balípodo.com.br
- ↑ a b c d e f "Atlético ainda não se recuperou", Ubiratan Leal, Balípodo.com.br
- ↑ a b c "Minuto eterno", Mauro Marchesini, Trivela, nº 32, outubro de 2008, Trivela Comunicações, págs. 54-55
- ↑ a b "Questão de gênio", Ubiratan Leal, Trivela, nº 25, março de 2008, Trivela Comunicações, págs. 52-55
- ↑ "Atlético de Madrid", Especial Placar - Guia Europeus 2004/2005, setembro de 2004, Editora Abril, págs. 14
- ↑ "Um mago no banco", Especial Placar - Guia Europeus 2003/2004, setembro de 2003, Editora Abril, pág. 13
- ↑ "Atlético se arrasta", Ubiratan Leal, Trivela.com
- ↑ "Bote fé no mocinho", Especial Placar - Guia Europeus 2006/2007, setembro de 2006, Editora Abril, pág. 12
- ↑ "Efeito El Niño", Especial Placar - Guia Europeus 2007/2008, setembro de 2007, Editora Abril, págs. 19
- ↑ "O rei morreu. Viva o rei!", Ubiratana Leal, Trivela.com
- ↑ "Esse é o (genro do) cara", Marcela Mora y Araujo, FourFourTwo, número 1, novembro de 2008, Editora Cádiz, págs. 46-49
- ↑ Site da Placar: Atlético de Madri quebra tabu e alcança a maior pontuação de sua história
- ↑ Site soitu.es, título Día grande en Madrid. Día de derbi., editado em 7 de março de 2009 e disponível em 26 de abril de 2014
- ↑ "O clássico dos gols", Ubiratan Leal, Balípodo.com.br
- ↑ Atleti-Barça: Historia de una rivalidad, Site da FIFA-espanhol, página editada em 10 de janeiro de 2014 e disponível em 25 de julho de 2015
- ↑ O GLOBO - Atlético de Madrid empata com o Barcelona e é campeão espanhol, página editada em 17 de maio de 2014 e disponível em 25 de julho de 2015
- ↑ BONSANTI, Bruno (13 de abril de 2016). «O time mais cardíaco da Europa mostra sua cara outra vez e leva o Atlético às semifinais». Site TRIVELA. Consultado em 13 de abril de 2016.
- ↑ «Plus500, nuevo patrocinador principal del equipo» (em espanhol). Sítio oficial Club Atlético de Madrid. 24 de junho de 2015.
- ↑ Máximos goleadores
- ↑ «No pueden ser oficiales los tres partidos de la Copa Internacional».
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
Menu de navegaçã
Colaboração
Imprimir/exportar
Noutros projetos
Ferramentas
Noutros idiomas
TOTAL DE ACESSOS MAIS DE 757 MIL ACESSOS DIA 27/05/2016 - MÉDIA DIÁRIA MAIS DE 500 ACESSOS
![]() Visualizações de página por país
|
TOTAL DE ACESSOS MAIS DE 737 MIL ACESSOS DIA 19/04/2016
O POETA MARATONISTA!
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
(A Poesia do Corredor)
Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!
Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...
É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz, porque a corrida me faz bem.
A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.
É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...
Poesia feita em 13/02/1985
Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.
PRINCIPAIS CORRIDAS
Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador de futebol, matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu 14 maratonas em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984, pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú pela BR 101 no ano de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de Mata de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas corridas citas sem ter apoio financeiro das prefeituras citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive nas duas Maratonas Internacionais houve apoio da Copene no translado Salvador Rio de Janeiro e vice versa, ajuda na estádia), sendo passagens de ida e volta a custo do atleta, e trabalhava das 8 horas as 17 horas e compensava os dias da estadia em New York (5 dias em 1984 e 1986).
CORREU UM "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE DE SALVADOR, COM 37 KM, EM 1987
CORREU UM "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE DE SALVADOR, COM 37 KM, EM 1987
Curso de Comunicações Verbais
(Um dos melhores do Brasil/S. aulo com credenciamento}
No ano de 1985 Gamaliel iniciou o curso de Comunicações Verbais PPD-IOB (Treinamento Programado a Distância) por correspondências tendo concluído o citado curso no dia 7/3/1986. O citado curso organizado por Oswaldo Melantonio, formado em Direito, Filosofia e Jornalismo, Oswaldo presidente de honra de várias instituições culturais dentre elas a Academia Paulista de Oratório e Academia Brasileira de Comunicações Verbais. O curso de Comunicações Verbais teve a duração de 6 meses equivalente a 100 horas/ aula e credenciado pelo CFMO 097.
.
Oswaldo Melantonio realizou vários cursos complementares no exterior e no ano de 1986 fazia 35 anos se dedicando exclusivamente as Comunicações Verbais; inicialmente, oratória formal e informal para líderes políticos e religiosos. Nos últimos anos Oswaldo especializou-se na área de comunicações dos executivos, objetivando a melhoria da produtividade pela eficiência da comunicação.
PERSONALIDADES EXPOENTES DAS COMUNICAÇÕES VERBAIS
Várias personalidades de Top da Política Executivos, da Oratória Geral, Locutores Esportivos, a exemplo de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia Jânio Quadros, Franco Motoro e outros expoentes que realizaram este magnífico curso, amplo usando as técnicas da Grécia antiga, a exemplos de formidáveis gênios da Comunicação, oratória da Grécia Antiga,celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles Demóstenes Cícero, este considerado como um dos maiores gênios nas Comunicações verbais da Grécia e do Mundo, chegando ao ponto de governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória de convencimento, resumindo era um " Um Gênio Abençoado da Oratória das Comunicações Verbais!".
Conteúdo do curso
Introdução, exposições práticas, técnicas da comunicação dos executivos, educação da voz, expressão corporal, figuras de estilos, dez qualidades básicas do executivo, práticas de comunicações verbais e práticas de oratória
De modo especial, Oswaldo realiza treinamentos para as lideranças dos principais escalões das grandes organizações privadas e publicas. O citado curso já treinou grandes personalidades de diversos seguimentos sociais a exemplo de Franco Motoro, Osmar Santos, narrador esportivo no estado de São Paulo, Jânio Quadros que foi Presidente da República de 31/1/1961 renunciando o governo em 25/8/1961, foi prefeito de São Paulo nas décadas seguintes.
Jânio Quadros nasceu em Campo Grande, (Mata Grosso do Sul) no ano de 1917 e faleceu no ano de 1992 em São Paulo e outros não citados. IOB – Cursos de Legislação Empresarial Ltda – CGC 47.677.810/0002-21, credenciado no CFMO 097, com endereço na Avenida Marques... Asa Branca – SP.

.jpg)




Nenhum comentário:
Postar um comentário