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quinta-feira, 26 de maio de 2016

EC VITÓRIA SUA HISTÓRIA/ SITE DO EC VITÓRIA



EC VITÓRIA, O Leão da Barra,  entrando  no gramado  do Estádio Barradão/ para  vencer o Corinthians de São Paulo, por 3x2, no dia 22/05/2016, Campeonato Brasileiro da  Serie A /2016. Foto/ Francisco Galvão/Site EC Vitória
Torcida da Nação  Rubro Negra do EC Vitória, a 2ª maior do estado  da Bahia, não para  de crescer!! Foto/ Francisco Galvão/Site EC Vitória

EC Vitória
História: O Início
Fonte: site do EC Vitória

Um dos primeiros clubes brasileiros, o Club de Cricket Victoria foi fundado no ano de 1899, em um a noite chuvosa do dia 13 de maio, quando os irmãos Valente, Arthur e Arthêmio, reuniram um grupo de amigos formado pelos mais representativos jovens da sociedade baiana, no casarão da família, no Corredor da Victória. Onde, hoje, está localizado o Edifício Casablanca.
O encontro reuniu os jovens Adolfo Irineu dos Santos, Alberto Teixeira, Antônio Almeida, Antônio Guimarães, Augusto Francisco Lacerda, Carlos Carvalho, Carlos Teixeira, Herbert Filgueiras, Joaquim Costa Pinto, Joaquim Chaves, Jorge Wilcox, Juvenal Teixeira, Leobino Cavalcante, Octavio Rabelo, Pedro Almeida, Quintino Ferreira, Arthur Valente, Arthêmio Valente (primeiro presidente, eleito por aclamação) e Fernando Kock (que veio assumir a presidência 18 dias depois).
Como quase todos residiam no bairro da Vitória, no centro de Salvador, optaram pelo nome Victória, pela forte influencia da língua inglesa na época e por se tratar de uma equipe de críquete, esporte inglês muito disputado pela colônia britânica que residia em Salvador.
Essa modalidade esportiva era apreciada pelos baianos da época, mas era praticada estritamente pelos ingleses, restando aos brasileiros a tarefa de buscar e repor as bolas no campo, como gandulas privilegiados. O que gerava uma marginalização dos brasileiros neste esporte. Com o intuito de combater essa discriminação, foram sugeridos nomes e cores patrióticas para o Club de Cricket Victória, como o verde e amarelo. Mas a dificuldade em encontrar tecidos nessas cores fez com que fosse escolhido o preto e branco como as cores do Club.
Em outubro de 1901, José Ferreira Júnior, conhecido como Zuza, retorna da Inglaterra trazendo o Futebol. Reúne alguns amigos que jogavam críquete e promove o primeiro "baba" registrado em Salvador, no Campo da Pólvora. Anos depois Zuza chegou a jogar pelo Victória em partidas amistosas.
Logo em 1902, o Victória adotou o futebol como modalidade, assim como o atletismo, a natação e o remo. Ainda nesse ano, a agremiação mudou de nome para Sport Club Victória, pois o críquete já não era a único esporte praticado; e adota as cores vermelho e preto por sugestão do Sr. Cesar Godinho Spínola, vindo do Rio de Janeiro e ex-remador do Flamengo.


História: Primeiro Jogo e Primeiro Título

Em 13 de setembro de 1902, o Vitória realizou sua primeira partida de futebol vencendo o São Paulo Bahia Football Club por 2x0, na inauguração do Campo dos Mártires – atual Campo da Pólvora, "quando foram vivamente aplaudidos, saindo de campo nos braços dos seus admiradores e sob os beijos das ilustres senhorinhas que lá estiveram", comentou o jornal Correio do Brasil.O futebol era um esporte amador em todo o Brasil nessa época, tendo se profissionalizado apenas em 1933. Mas em 1905 foi fundada a Liga de Bahiana de Sports Terrestres, com quatro clubes: o Sport Clube Bahiano, o Clube Internacional de Críquete, o São Paulo Bahia Football Club e o Sport Club Victória. O primeiro título do Victória no Campeonato Baiano, organizado pela Liga, foi em 1908 (com 100% de aproveitamento), seguido do bicampeonato em 1909.

A PROFISSIONALIZAÇÃO
Os Esportes Olímpicos continuaram sendo a prioridade do Sport Club Victória até o início dos anos 50, quando o futebol deixa de ser uma categoria amadora e em 1953 monta uma equipe profissional, que viria a conquistar o Campeonato Bahiano deste ano (o primeiro a ser disputado integralmente na Fonte Nova). Era o início da paixão do rubro-negro pelo futebol do seu clube. Ainda na década de 50, o Vitória levantou as taças de 1955 e 1957.
História: Os Anos 80 e o Barradão
O início dessa década anunciou mudanças favoráveis para o Vitoria. Foi nesse período que começou uma gestão voltada para a conquista de um antigo sonho Rubro Negro: ter um estádio próprio. Junto a uma maior valorização das categorias de base. Tais decisões representaram os primeiros passos para a mudança do Vitória e da história do futebol na Bahia. Nessa década o Vitória ergueu as taças de 80, 85 e 89.Um dos fatos marcantes desta década aconteceu no dia 1º de agosto de 1985, quando o clube lançou o seu novo Hino, de autoria do compositor Walter Queiroz Júnior. Era a campanha "Este hino vai levantar o Estádio", que pretendia arrecadar recursos para a conclusão do Barradão. E em 1986 o Estádio Manoel Barradas é inaugurado, dando continuidade ao projeto do Complexo Esportivo da Toca do Leão, que depois passou a se chamar Complexo Esportivo Benedito Dourado da Luz, iniciado no final dos anos 70.A primeira vez que o Vitória entrou no campo do estádio "Manoel Barradas", que acabou por se popularizar como o famoso Barradão, foi no dia 19/07/85 para treinar, pois, em sua primeira etapa, esse estádio configurou-se como local de treinamentos; que ate então, eram realizados em outros campos. Nesses primeiros anos de vida o Estádio Manoel Barradas quase não era utilizado, nem mesmo para amistosos, tendo sido realizado apenas quatro jogos durante esse período no templo rubro-negro. Reinaugurado em 1991, quase todas as partidas restantes do Campeonato Baiano desse ano passaram a ser realizadas no Barradão, quando o mando de campo era rubro-negro. Porém, no início do ano de 1992, os jogos voltaram a ser realizados na Fonte Nova, com o argumento de que, a iluminação do Manoel Barradas impedia partidas que começassem após as 15 horas, sendo possível a realização de jogos apenas nos finais de semana.No entanto, em 1994 acontece implantação do sistema de iluminação do Estádio Manoel Barradas e a sua ampliação, habilitando definitivamente o Barradão a receber qualquer partida de futebol e se consolidando, de vez, como Estádio. Combatendo duramente a resistência de muitos em aceitarem o campo como oficial do Vitória, chega-se ao ano de 1995 e, finalmente, conquista-se o mando de campo do clube para seu estádio que passou a ser um grande símbolo de mudança na história do futebol da Bahia.
Desse momento em diante, só deu Vitória.

História: A Década da Consolidação Rubro Negra

Reflexo do que foi feito nos anos 80, na década de 90 o Vitória já havia alcançado sua independência financeira e fortaleceu as suas divisões de base, com isso os resultados foram aparecendo. Foram seis Campeonatos Baianos conquistados durantes esses 10 anos: 1990, 1992, 1995, 1996, 1997 e 1999.O ano de 1993 foi um marco para o Vitória. Com um elenco que mesclava garra e juventude, o rubro negro fez um Campeonato Brasileiro memorável, superando times como Flamengo, Santos e Corinthians. A Final foi contra o poderoso Palmeiras (cuja equipe era o esqueleto da seleção brasileira daquele ano), que venceu as duas partidas e também o Brasileirão de 94. Mas, independente do revés na Final, o time de 93 é lembrado com muito carinho pelos torcedores rubro negros. Comandado por Fito Neves o time que jogou a primeira final tinha: Dida – Rodrigo, João Marcelo, China, Renato Martins – Gil Sergipano, Alex Alves, Paulo Isidoro, Roberto Cavalo – Pichetti e Claudinho.
O primeiro Tricampeonato Estadual foi conquistado em 97, ano em que também ganhou o primeiro título da Copa do Nordeste; vencendo o Bahia nas finais de ambas as competições. Dois anos depois, na comemoração do seu centenário o Vitória sagrou-se novamente Campeão do Nordeste e teve uma bela participação no Campeonato Brasileiro de 1999, quando foi 3º colocado. Depois de passar pelo Vasco, com direito a um 5 x 4 inesquecível, considerado por muitos o melhor jogo da Era Barradão; perdeu a primeira e ganhou a segunda partida da semi final contra o Atlético Mineiro, sendo eliminado na última e decisiva partida. A nível local, a divisão do Título Baiano daquele ano, entre Bahia e Vitória, não foi suficiente para manchar o aniversário de 100 anos do Vitória. Mas para fechar bem o século, o rubro negro conquista o Campeonato Baiano de 2000.

História: Hegemonia Estadual no Século XXI

Entramos no século XXI e o Esporte Clube Vitória se firma como o time, do Brasil, com o maior número de títulos da primeira década desse novo século. Apenas em 2001 o Vitória não conquistou nenhum troféu. Em 2002 e 2003, veio o bicampeonato baiano, além da Copa do Nordeste de 2003.O ano de 2004 foi de altos e baixos. Esperava-se muito do time no ano. E o início foi empolgante: ganhou o estadual, a Taça Estado da Bahia de 2004, ficou na ponta do Campeonato Brasileiro e chegou às semifinais da Copa do Brasil. Mas o segundo semestre foi catastrófico levando o time ao rebaixamento para a Série B.Em 2005 se concretizou o tão almejado Tetracampeonato Estadual, com o time invicto. Jogando a Série B, a equipe lutou para se classificar para a próxima fase, mas nas cinco últimas partidas o Vitória só somou um ponto e depois de uma série de combinações de resultados, acabou rebaixado para a Série C.Mas logo no ano seguinte, com um elenco formado por apostas e revelações o Vitória conseguiu a ascensão a Série B. Porém, em 2007, todos sabiam da competitividade daquela Série B, mas o time manteve uma grande regularidade, permanecendo na ponta da tabela durante quase todo o campeonato, o que resultou na volta do Vitória a elite do futebol brasileiro.De 2007 a 2010, o rubro negro conquistou novamente o Tetracampeonato Estadual. E teve boa participação no Brasileirão de 2008, terminando na décima posição e se classificando para a Copa Sul americana do ano seguinte, quando também garantiu a participação no campeonato continental de 2010.A hegemonia no Estado se consolida em 2010 conquistando, pela segunda vez na década, o Tetracampeonato Baiano, vencendo o Bahia na Final. Esse time também conseguiu chegar, pela primeira vez na história do Clube, à Final da Copa do Brasil; mas o triunfo por 2 x 1 contra o Santos, não foi suficiente para erguer a Copa, pois o badalado time da Vila Belmiro havia vencido por 2 x 0 o primeiro jogo em Santos.Na volta do Nordestão em 2010, que não era disputado desde 2003, o Vitória participou da competição, e mesmo com a equipe "B" e ganhou o seu quarto título regional. Mas o segundo semestre voltou a ser traiçoeiro com rubro negro. Pelo Campeonato Brasileiro o Vitória tropeçou e acabou sendo rebaixado na última rodada.


O Esporte Clube Vitória, equipe de futebol da cidade do Salvador, foi fundado em 13 de Maio de 1899.
Nos últimos anos se tornou referências nas divisões de base, formando jogadores como Vampeta, Dida, Bebeto, Hulk, David Luiz e Júnior Nagata.

No âmbito profissional tem em sua história títulos importantes como 27 Campeonatos Baianos, 5 Copas do Nordeste (sendo o maior vencedor da competição), Troféu Cidade de Valladolid (1997), além, disso, conquistou a Copa do Brasil sub-20 em 2012, sendo o primeiro campeão da competição.


 Estádio Manoel Barradas

Com capacidade para 35 mil torcedores, iluminação artificial de 750 lux horizontal, dentro dos padrões exigidos pela FIFA para sediar jogos internacionais, o Estádio Manoel Barradas é a casa do Rubro Negro Baiano. Além do Estádio, existem os CT'S com 03 Campos de Treinamentos, todos, no tamanho 105 x 70m.

Concentração de Futebol Amador Raimundo Rocha Pires

Agora os jogadores da divisão de base do vitória possuem uma concentração reformulada e moderna. É batizada de Raimundo Rocha Pires, em homenagem a um dos presidentes mais identificados com a torcida em todos os tempos, o Pirinho. A concentração recebeu uma reforma intensa, o que garante uma maior durabilidade das instalações. Foram criadas todas as condições para que os garotos do Vitória tivessem a melhor habitabilidade possível e para que se revelem grandes craques no futuro. Atualmente moram cerca de 100 atletas na concentração.

Concentração de Futebol Profissional Vidigal Guimarães

1. Piscina térmica, com adaptação para regenerativo e reabilitação.
2. Apartamentos duplos - 02 (dois)
3. Apartamentos triplos - 10 (dez)
4. Apartamento C. Técnica 02 (dois) duplos
5. Enfermaria para 02 (dois) ocupantes
6. Sala para apoio (administração) 01
7. Capela interna
8. Almoxarifado
9. Rouparia
10. Sala de Video / TV / Som (Climatizado)
11. Salão jogos
12. Salão leitura c/ biblioteca (Climatizado)
13. Business Center (Computadores de Mesa)
14. Restaurante Climatizado c/ 02 ambientes
15. Copa Cozinha
16. Lavanderia

Conheça um pouco mais desse grande patrimônio rubro negro navegando pelos menus Acessos e Tour 360º


EC Vitória
- Esportes Olímpicos

Já nos seus primeiros anos de fundação, o Esporte Clube Vitória investiu nos esportes olímpicos e rapidamente se destacou no remo. Atualmente, além do remo, o Clube mantém equipes de vôlei, basquete, futebol feminino, boliche, taekwondo, judô e nas competições para olímpicas é representado pela nadadora Mônica Veloso.
São cerca de 250 atletas representando o Clube na disputa desses esportes.
O remo é o Esporte Olímpico mais tradicional do Vitória. Desde 1901, o rubro-negro mantém uma tradição de títulos, conquistando 24 das 30 competições que disputou entre 1943 e 1972, além de manter o recorde brasileiro de títulos consecutivos, quando venceu 11 entre 1943 e 1953.
O ano de 2011 foi marcado pela conquista do decampeonato baiano, além da convocação do remador Diego Souza para a seleção brasileira juvenil, que conquistou no mês de dezembro do mesmo ano, duas medalhas de prata no campeonato sul-americano da categoria disputado na Argentina. Em 2012 estamos na liderança do campeonato baiano, e poderemos igualar o recorde de 1943 a 1953.
Com a recente reforma da sede de remo, foi possível realizar a recuperação estrutural, substituição da cobertura, forro, instalações hidro sanitária, piso, recuperação da academia, e pintura geral, além da construção de uma remadeira, um equipamento que permite treinar o remador sem necessidade de ir para o mar, permitindo um melhor rendimento nos treinamentos.
No vôlei, retornou aos campeonatos em 2009, após cinco anos longe das quadras, e conquistou todos os títulos estaduais disputados em 2011: campeão da Taça Cidade de Salvador, campeão baiano (ambos invictos) e campeão da Copa Estado da Bahia, além da disputa da Superliga nacional de voleibol, com a participação na seletiva do Norte e Nordeste.
Em 2012 foi montado, o time juvenil masculino, que dará suporte ao time adulto, e está disputando as competições estaduais. E o time feminino adulto, que se sagrou vice-campeão da Taça Cidade do Salvador em abril.
O futebol feminino participou do Campeonato Baiano de 2011, ficando em terceiro lugar. A grande dificuldade do futebol feminino é o calendário mantido pela Federação Baiana de Futebol, com inicio do campeonato só em setembro, o que dificulta a manutenção de um time competitivo.
No basquetebol iniciamos em 2012 uma grande arrancada, em convênio com a Faculdade 2 de Julho. Temos em atividade no masculino, um time adulto, um time sub 22, time sub 19, e sub 17, além de time feminino adulto.
Existem planos para disputar além dos campeonatos estaduais, o NBB sub 22, e a Copa Norte Nordeste no segundo semestre de 2012.
No boliche, mais conquistas. A equipe ficou em terceiro lugar no Brasileiro de Clubes, em Belo Horizonte, e venceu o Campeonato Baiano individual 2011. Em 2012, Titila Alvarez tirou o segundo lugar na XXIII Taça Rio de Duplas, etapa do Circuito Nacional de Boliche. Atualmente é a quinta colocada do ranking nacional, é promessa de mais conquistas esse ano, inclusive no brasileiro de Clubes que será disputado em São Paulo.
Na natação, o clube participa das provas paraolímpicas e conseguiu excelentes resultados na temporada de 2011. Mônica Veloso compete no Brasil e outros países disputando competições, e conquistando muitas medalhas.
No taekwondo Josyhenrique Cruz, sagrou-se Campeão medalha de Ouro no Circuito Nordeste, o Natal Open, e junto com outros atletas participa com sucesso de competições por todo o Brasil.
No judô a equipe do Vitória /Faculdade 2 de Julho conquistou recentemente a VII Etapa do Circuito Baiano de Judô, e possui em sua equipe atletas de nível nacional.


Quer praticar? Entre em contato

 

Remo
Local: Sede do Remo na Ribeira
Antonio Silva
71 8255 2712
Joel Alves Ribeiro
71 9184 4266
Vôlei
Local: Clube da Braskem no Costa Azul
Sandro Ricardo
71 9138 0043
Marcio Xavier
71 9956 0900
Vôlei de Praia
Paulo Frank
71 8643 0525
Marcio Xavier
71 9956 0900
Futsal
Técnico: Leonardo Tisott
71 9138 6211
Basquete
71 9200 4573
Judô
71 9337 7337
Técnico: Maicon França
Natação
71 9148 1408
71 8609 4428
Taekwondo
Giovani Pereira de Santana
71 9963 3593
Futevôlei
Coordenação técnica: Many Gleise
71 92926171
Handebol
Coordenador Antônio Marcos
71 9648 0265 / 9256 6504 / 8864 3983
Jiu-Jítsu
Coordenadora: Débora Cerqueira
93772771/ 99267751
Futebol Americano
Coordenador: Tiago Silva
71 9207-0910
Diretor de Esportes Olimpícos
Mario Ferrari
71 9988 8306

marioferrari_ba@yahoo.com.br


CONSELHO DIRETOR
Presidente - Raimundo Dias Viana
Vice-presidente Administrativo e Financeiro - Manoel Luiz Moura Matos
Diretor de Patrimônio - Aurinézio Calheira
Diretor Social - Heron Mattos de Almeida
Diretor de Planejamento e Controle - Ricardo Cézar Nery Oliveira
Diretor Jurídico - Nilton Gonçalves de Almeida Filho
Diretor de Esportes Olímpicos - Mário Alberto Ferrari
Diretor de Marketing - Ricardo Cézar Nery Oliveira
Diretor de Saúde - José Carlos Raimundo Britto
Secretário - Ralph Fernandes de Oliveira Neto
Ouvidor - Gilton do Carmo Silva
DIRETORES EXECUTIVOS
Futebol - Anderson Barros
Mercado e Comunicação - Paulo César Verardi
Administrativo/Financeiro - Luis Valente
Divisão de Base - Alfredo Montesso
CONSELHO DELIBERATIVO
Presidente: José Alves Rocha 
Vice-Presidente: Silvoney Sales de Almeida 
CONSELHO FISCAL
Presidente Conselho Fiscal: Christóvão Rios de Brito
Conselho Fiscal: Carlos Fernando Amaral Júnior 
Conselho Fiscal: Pedro Amâncio de Araújo Filho 
Conselho Fiscal: Carlos Alberto Silveira 
Conselho Fiscal: Luciano Patrício de Oliveira 
Conselho Fiscal Suplente: Antônio Ricardo Goes Lima
Conselho Fiscal Suplente: Jair de Oliveira Santos Filho
COMISSÃO DE ÉTICA
Amauri Santos Teixeira - Presidente
Rui Licinho da Paixão Filho - Comissão de Ética Efetivo
Nilton Sampaio Teixeira Filho - Comissão de Ética Efetivo
Manoelito dos Santos Souza - Comissão de Ética Efetivo
Pedro Luiz da Silva Godinho - Comissão de Ética Efetivo
Roberio Ribeiro de Azevedo - Comissão de Ética  Suplente

Conselheiros Natos

Ademar Pinheiro Lemos Júnior
Alexi Pelágio Gonçalves Portela Júnior
Antonio Ferreira da Silva Neto
Benedito Dourado da Luz
Carlos Alberto Jesuíno dos Santos
Carlos Sérgio Sampaio Falcão
Jaime Maciel Fernandes
José Alves Rocha 
Luiz Almeida Filho
Nilton Teixeira Sampaio
Paulo Sérgio Peixoto Magalhães
Raimundo Dias Viana
Ruy Ribeiro Rosal 
Silvoney Sales de Almeida
Sinval Vieira da Silva Filho
Conselheiros Efetivos
Abílio Alves Pereira Neto
Adalfredo Guerra Lima
Adilson Afonso de Castro
Adriano Mascarenhas Rangel
Afonso Bandeira Florense
Alexandro Ramos Ribeiro
Alvaro Hermano Carneiro Souto
Alvaro Ribeiro dos Santos
Amauri Santos Teixeira
Andre Lisboa Filho
André Nascimento Curvello
Antenor Muricy de Abreu
Antonio Augusto de Souza Góes
Antonio Carlos  M. Rodrigues
Antonio Carlos da Silva Reis
Antônio Carlos de Almeida Fragoso
Antonio Carlos de Oliveira
Antonio Luis de Freitas Lima
Antônio Luís Sampaio Figueira
Antonio Raimundo Borges Marques
Antônio Ribeiro Passos Falcão
Antonio Ricardo Gòis Pereira
Antonio Ruy B de C. Ferreira
Antônio Silva Rocha
Aristides Amorim de Cerqueira
Aristoteles Alves de M.Junior
Arlindo Lopes de Oliveira Júnior
Arthur José Pedreira Gallas e Souza
Aurinezio Calheira Barbosa
Bruno Espiñera Lemos
Bruno Rosa de Teive e Argollo
Caetano Emanoel Bastos T. Filho
Carleone Penedo C. Albuquerque
Carlos Alberto Macedo Campos Filho
Carlos Alberto Silveira
Carlos Brenha Filho
Carlos Elysio de S.Liborio
Carlos Fernando Amaral Junior
Carlos Maurício Sá Gonzales
Cesar  Costa Reis Filho
Christovão Rios de Britto
Cláudio Najar Dávila Teixeira
Claudio Santos M. de Figueredo
Coriolano Bahia Lima
Cristiano de Araujo Jatoba da Silva
Dalton  Kleber Cortes Andrade
Daniel Gomes de Almeida
Daniel Mário Guimarães Correia
Daniela Praia Nery Santana
Darcles Andrade Oliveira
Davidson de Magalhaes Santos
Denis da Silva Galvão de Carvalho
Dilson Raimundo de S.Pereira
Dilson Raimundo de S.Pereira Junior
Diogo Renato dos Santos
Domingos Arjones Abril Neto
Edison do Nascimento Baia
Edmilson Silva dos Santos
Edmundo Fahel Filho
Eduardo Augusto Ferreira Abreu
Eduardo Otavio R. Moura B. Viana
Elian Pereira Gomes
Elisio Barbosa Neto
Elmar Pinheiro Oliveira
Epifanio Carneiro Filho
Érico Fernando Bonfim Souza
Fabian Lucas Boeri de Lacerda
Fabio Sampaio Catelino
Felipe Carvalho de Freitas
Fernando Antonio O. de Almeida
Fernando Barbosa Lage
Fernando Jose Maximo Moreira
Francisco Antonio de Mendonça
Francisco de Assis Borges Catelino
Francisco Henriques de Lemos
Franz Gedeon Junior
Gabriel Oliveira Santos
Geraldo Del Rei Reis
Geraldo Paim dos Santos Filho
Gilson Santos de Freitas
Gustavo F de C Sales de Almeida
Guy Ferreira  Junior
Hélio Paulo de Matos Júnior
Hélio Régis Navarro
Hélio Régis Navarro Júnior
Henrique Ijalmar L.Granjeon
Heraldo Souza da Silva
Hermano Adolfo Gottschall Souto Neto
Heron Mattos de Almeida
Hildebrando Oliveira Maia Neto
Ivâ de Almeida
Ivo Carvalho Tourinho
Jair de Oliveira Santos Filho
Jeã Newton Farias Moreira
João Bosco Teles Soares
João Carlos Santos Novaes
João Firmino da Costa Filho
João Vicente Felicio dos Santos
Joãozito Oliveira Borges
Joel Alves Ribeiro
Joel da Silva Oliveira Neto
Joel Moura de Almeida
John Hamilton Vieira Dias
Jorge Catharino Gordilho
Jorge Luiz de A. Sousa
Jorge Ramos de Melo
José Alves Rocha Filho
José Artur Lemos Passos
José Ático de Souza Filho
José Bispo de Cerqueira
José Carlos Raimundo Brito
José Carvalho
José Cohim Moreira Filho
José Fernando de M. Fernandes
José Hormino Brasil C.Filho
José Mauricio V. Coqueiro  
José Orlando A.Bitencourt
José Perdiz Counãgo
José Perez Rodeiro
José Raimundo Carneiro de Oliveira
José Raimundo de Jesus
José Roberto Lima Reis
José Rosenvaldo Evangelista Rios
Juarez Dourado Wanderley
Juarez José de Souza Wanderley
Julio Augusto de M. Rego Filho
Julio Augusto de M. Rego Neto
Julio Rangel Caldas Santana
Juracy Soledade da Veiga
Jurimar Ribeiro Margalho
Kleiko de Souza Nascimento
Leandro Souza Vieira 
Leonardo Pereira Ribeiro
Lindemberg Augusto F. Serrão
Lucas Drumond da Silva
Luciano Patricio de Oliveira
Luciano Santos de Souza
Luiz Alberto Leal de Freitas
Luiz Alberto Ribeiro Gomes
Luiz Carlos Castro de Souza
Luiz Eduardo Diniz Gonçalves
Luiz Fernando Cardozo Blosler
Luiz Henrique Costa Brandão
Luiz M. Catharino Gordilho Filho
Luiz Roberto Silva de Santana
Manoel Freitas dos Santos
Manoel Luiz Moura Matos
Manoel Machado Batista
Manoelito dos Santos Souza
Manuel Azevedo Rocha
Marcelo Fernandes de Britto
Marcelo Nesser Nogueira Reis
Marcio Rangel Tourinho Santana
Marco Antonio Dantas Quintella
Marcos Antonio Cavalcante Vieira 
Marcos Antônio Moura Crisostomo
Marcos Augusto V. Almeida 
Marcos de Meirelles Fonseca
Marcus André da Anunciação Lyrio
Mário Alberto Ferrari
Mario Ferraro Tourinho Filho 
Mário Ribeiro da Silva Filho
Mauricio Andrade de Salles Brasil
Maurício Batista Nunes
Mauricio Nascimento Lins
Mhercio Cerqueira Monteiro
Milton de Aragão B. Villas Boas
Nelson de Oliveira Simões Filho
Nelson Ribeiro Cerqueira
Ney Jorge Campello
Nilton Gonçalves de Almeida Filho
Nilton Teixeira Sampaio Filho
Olavo José Gouveia Oliva
Osvaldo Cruz Menezes de Almeida
Paloma Amazonas Araujo
Paulo Avelino Gomes
Paulo Catharino Gordilho
Paulo Catharino Gordilho Filho
Paulo Fernando Montanha Assis
Paulo Roberto Brito Nascimento
Paulo Sergio de Magalhães Junior
Pedro Amancio B. de Araujo Filho
Pedro Amancio B. de Araujo Neto
Pedro Cesar Gaspar Dorea
Pedro Luiz da Silva Godinho
Pericles Lima Paixão
Rafael Quadros de Castro
Raimundo Nonato C.Leite
Reinaldo  Bomfim de C. Ferreira
Reinilton Severino da Silva
Ricardo da Silva David 
Ricardo Lelis Tavares
Roberio Ribeiro de Azevedo
Roberto Agle  Fernandez
Roberto de Oliveira Muniz
Roberto Fiamenghi 
Roberto José Oliveira Mota
Roberto Lazaro Palmeira  Brito
Roberto Penna Fachinetti
Robinson Santos Almeida
Rodrigo Cavalcante Portela
Rolemberg José Araujo Costa
Ronaldo Nadyer  Barbosa
Rosa Garcia Lima
Rui Alberto Ribeiro de Oliveira
Rui Licinio de Castro Paixão
Rui Licinio de Castro Paixão  Filho
Sandro Luiz Cruz Conceição
Sandro Roberto Martins Cintra
Sergio Barradas Carneiro
Sergio Diniz Gonçalves  Queiroz
Sérgio Ricardo de Andrade Oliveira
Sérgio Ricardo Oliveira dos Santos
Sergio Vidigal Guimarães Barreto
Sidney Souza Nascimento
Silvar Ferreira Ribeiro
Venceslau dos Reis Souza Silva
Veronica Macedo P. de C. Lemos
Vitor Carvalho Tourinho
Waldo Gavazza Filho
Walter Fernandez Neto
Walter Tannus Freitas
Washington Luiz T. de Almeida
Wellenilson Leão Sampaio
William Torres Moura Matos
Wilson Kraychete Junior
Windson Silvio de Sousa Silva
Conselheiros Suplentes
Adriano Tanajura Magalhães
Adriano Machado Vitória
Adyval Sodré Filho
Agberto Andrade da Cruz
Agnaldo Sérgio Ramos Rocha
Agnaldo Sotero
Álcio Teixeira dos Santos
Alfredo Braga de Castro 
Almiro de Sena Soares Filho
André Luís Cunha Pitta Lima
André Luis Machado
André Luis Moreira da Silva
Angelo Mario de Azevedo Martins Filho
Antonio Boaventura Trindade
Antonio Carlos dos Santos Vovo
Antônio Carlos Ribeiro de Azevedo
Antonio Geraldo Oliveira Leal
Antônio Menezes do N. Filho
Antonio Robespierre Lopes dos Santos
Antônio Silveira de Souza Neto
Augusto  Bavaresco Carreira
Aurelio Cézar da Silva Cardozo
Belarmino de Castro Dourado
Bernardo Martins Catharino Gordilho
Bruno Teixeira Bahia
Caio Luiz Oliveira e Leiro
Carlos André Neves Nogueira
Carlos Cerqueira de Freitas
Carlos Fernando Amaral
Carlos Ferreira da Silva Neto
Carlos Luiz Portela Souza
Carlos Nestor L. Passos da Silva
Cesar Marianetti Braga
Cláudio Lessa Paixão
Cleonyr Galvão Xavier Filho
Cristiano Fernandes Magalhães 
Daciano Públio de Castro
Danilo Mário Behrens Correia 
Danton Wilson de F. Ribeiro
Dirley da Cunha Júnior
Djalma Nunes de Abreu
Edimar Evangelista Prates
Eduardo Agnelo Pereira
Eduardo Campos Magalhães Alves
Elmo Luiz da Luz Costa
Elsimar Freitas  de Alcântara
Emanuel Moreira Júnior
Emerson de Souza Guimarães
Emerson Ferreira Mangabeira
Eugênio Arcadinos Leite
Felipe Paixão Monteiro
Fernando José Guimarães Rocha Júnior
Fidel Nunez Knittel
Flávia Santos Fraga
Frede de Carvalho Cunha
Gilson Meirelles Campos Júnior
Gilton do Carmo Silva
Glauco Roberto da Cruz Silva
Gustavo Luiz Freitas Brito
Hélio Tourinho Filho
Ivan Novais Smarcevski
Jaison Santos Teixeira
Jânio Natal Andrade Borges
Jiusepe Benitivoglio Greco Júnior
João Augusto Bamberg Conrado
Joelson Pinheiro Meira
Jorge Catharino Gordilho Filho
José Carlos Ferreira de Oliveira
José Oswaldo Alves
José Renato Oliva de Mattos
José Roberto Dantas Filho
Lino Vasquez Caramelo
Lucas Araújo dos Reis
Luciano Cintra Cortizo
Luiz Antonio Rocha Soares
Luiz Carlos da Silva Sampaio
Luiz Eduardo Catharino Gordilho Leiro
Luiz Fernando Cruz Vieira
Luiz Fernando Luz P de Souza
Marcelo Cruz Vieira
Marco Aurélio Fortuna Dórea
Marcos Rezende Torreão
Marcos Tavares Cunha
Marcus  Vinicius Santos  Andrade
Marcus Garcia Lima
Maria da Conceição Costa
Mário Bello de Moraes Neto
Matheus Charchar Fróes
Mônica Santos Portela Maluf
Nelson Arquimedes Ferrari
Nivaldo dos Santos Aquino
Oldáquio Pereira Botelho Filho
Paulo José Veiga Valente
Paulo Sérgio Salum
Paulo Sérgio Vasconcelos Lemos
Paulo Velloso Dantas Azi
Pedro Albuquerque Cearpa Maia
Rafael Ventura de Oliveira Curvello
Ralph Fernandes de Oliveira Neto
Ricardo César Oliveira Nery
Ricardo Soares de Azevedo Lima
Roberto Souza Cunha
Roberval de Oliveira Doria
Rodrigo Fabiano Souza dos Santos
Sérgio Oliveira Silva
Silvio José Alves Junior
Sinésio Cabral Filho
Tharcio Fernando Sousa Brito
Thiago Catharino Gordilho
Ulysses Mário Tourinho Sá Júnior
Vinícius Miranda Morgado
Vitor Mello Ramos de Almeida
Wilson Pereira de Carvalho
Sócios Beneméritos
Agenor Gordilho Neto
Antonio José Imbassahy
Benito da Gama Santos
Divalmiro de Salles Lima
Carlos Tertuliano de Góes
Gaspar Sadock da Natividade
João Henrique Barradas Carneiro
Orlando Silva de Jesus Júnior
Otto Roberto Mendonça Alencar

Nota: Mais informações do Clube, acesse o site E C Vitória

GALERIA  DE  FOTOS:
fonte site do EC Vitória / Foto/ Francisco Galvão

Torcida da Nação  Rubro Negra do EC Vitória, a 2ª maior do estado  da Bahia, 
 não para  de crescer!!
 EC VITÓRIA, O Leão da Barra,  entrando  no gramado  do Estádio Barradão/ para  vencer o Corinthians de São Paulo, por 3x2, no dia 22/05/2016, Campeonato Brasileiro da  Serie A /2016.
KIEZA, UMA DAS ATRAÇÕES  DO EC  VITÓRIA   NO BRASILEIRO  DA SERIE A/2016
Kieza  comemorando  a marcação do seu lindo  gol, diante do Corinthians, dia 22/05/16/ no Barradão/ Serie A/CBF


 A Galerinha  rubro negra, entrando  no gramado do Barradão, na partida  EC Vitória 3x2 Corinthians /SP, Série A /2016/25/05.
EC Vitória x Corinthians no Barradão, 22/05/16/Séria A/CBF


GALERIA  DE  FOTOS/
ACERVO DE CHIQUITINHA MARAVILHA,conforme pesquisa em fontes diversas.


Time do Vitória 1961 Fonte Nova, .Em pé: dentre outros, vemos Nelinho e Boquinha (direita da foto), Jornal Tarde 24/09/1961 (jogo abaixo). Ataque, agachados: Frank (nº 7), Reginaldo, Matos, Carlinhos Gonçalves...  Campeonato Baiano de 1961, Fonte Nova, EC Vitória x Flu de Feira.

 VITÓRIA CAMPEÃO DO TORNEIO INÍCIO 30/07/1961, Fonte Nova.

Em pé: Frank Chagas, Touro, Ouri, Medrado, Carlos Alberto... Agachados: Reginaldo (2º), Matos, Carlinhos Gonçalves e Ricardo e outros não citados.. (foto do jornal da Bahia).
Fonte: Pesquisa  Chiquitinha Maravilha/Gamaliel Chagas (irmão do matense Frank Chagas.

                           


 VITÓRIA CAMPEÃO DO TORNEIO INÍCIO 30/07/1961, Fonte Nova.
Em pé: Frank Chagas, Touro, Ouri, Medrado, Carlos Alberto... Agachados: Reginaldo (2º), Matos, Carlinhos Gonçalves e Ricardo e outros não citados.. (foto do jornal A Tarde).

Fonte: Pesquisa  Chiquitinha Maravilha/Gamaliel Chagas (irmão do matense Frank Chagas.

            



Vitória Campeão do Torneio Início do Futebol Baiano

(domingo 30/07 1961) -


     O Vitória sagrou-se brilhantemente campeão do Torneio Início de 1961, na Fonte Nova, ao derrotar o Fluminense de Feira de Santana, placar de 2x0, na prorrogação de 30 minutos.
     No tempo normal do Torneio,houve empate de 0x0 e na prorrogação de 30 minutos, (15 minutos em cada tempo), o Vitória marcou os 3 gols, sendo o 1º  de Touro aos 5 min e Léo aos 2 min da prorrogação.
     Um excelente público compareceu a Fonte Nova, pagando ingressos nas bilheterias, proporcionando uma renda de 1 milhão, 326 mil e 480 cruzeiros, para um público   pagante excelente de 22 mil 177 pessoas, numa bonita festa esportiva. O juiz da partida foi o Sr. Mário Monteiro, antes do início do Torneio, houve o tradicional desfile das equipes participantes, na pista da Fonte Nova.
     As torcidas agitando as suas bandeiras, deram um colorido todo especial nas arquibancadas do Estádio Otávio Mangabeira, a Fonte Nova.
     O Vitória sagrou-se campeão com os jogadores: Ouri, Frank e Touro, Kleber, Carlos Alberto, Carlinhos, Reginaldo, Valdir Leoni e Léo. Silvio Mário, Roberto. O técnico foi Pinguela. O Fluminense foi vice-campeão com Mundinho, Colário e Zeca. Nequinha, Adilson e Val. Lino, Zé de Melo, Roliço, Carlinhos e Reinaldo.
Fonte: Pesquisa  Chiquitinha Maravilha/Gamaliel Chagas (irmão do matense Frank Chagas.
Mais informações  desse Torneio Início, no link abaixo:
http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/p/frank-chagas-1-jogador-do-futebol_1.html

Foto na  pesquisa  de  Chiquitinha  Maravilha, inicio da  década  de  2000, Arquivo Público Mineiro/IBGE, Estádio da  Graça, em 1924, com  torneio inicio do campeonato Baiano.

ESTÁDIO ARTHUR MORAIS (CAMPO DA  GRAÇA
 Por Chiquitinha Maravilha.

Estádio  Arthur  Morais (Campo  da  Graça), localizado na Av.  Euclides   da  Cunha, bairro  da  Graça, cidade  de Salvador  /Bahia. este  Estádio, foi  o 1º  edificado na  Bahia e foi Inaugurado no ano de 1919,  e alavancou  o  futebol  primitivo até então, disputada as  partidas, nos primitivos campos  da  Pólvora (onde  tudo começou), campo do Prado do do Vermelho, ambos na  cidade  de  Salvador.  Na foto  acima, Torneio Início  do futebol  baiano no Campo  da  Graça (Estádio  Arthur  Morais),  ano  de 1924,  foto do Arquivo Público Mineiro (IBGE), na  pesquisa  de  Chiquitinha Maravilha, xerocado no IBGE/Ba, em  2004, e  digitalizado em 2007/Dias D'Ávila/Ba. Texto elaborado por Chiquitinha Maravilha, baseado em pesquisas intensivas em jornais baiano,  e   artigos impressos.

 Nota:

Observem os uniformes das equipes, "alambrados", Banda Musical, times perfilados, juízes, arquibancada coberta engalanada, a marcação do campo de jogo, num visual incrível de beleza e originalidade para a época, onde pela foto Campo ou Estádio da Graça (Arthur Morais) em 1924 por ocasião de um Torneio Comemorativo, mostra que o Baiano já amava e idolatrava o futebol como nunca no Brasil.




Timaço do EC Vitória saudando a Nação Rubro Negra, na primitiva Fonte Nova, década de 1960, Site do Vitória, com o Xerife Romenil, comandando  o time.


Esporte Clube Vitória na  década de  1960, com Romenil (1º em pé, a esquerda), Tinho (2º a esquerda), dentre outros  excelentes  jogadores não citados. (Site Vitória).


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Gamaliel  na 1ª  Maratona da Independência da Bahia 1984 
Salvador/Ba. 42. 198 metros

                            TOTAL DE ACESSOS MAIS  DE  737 MIL ACESSOS  DIA 19/04/2016



O POETA MARATONISTA!
             
 Chiquitinha  (Gamaliel Chagas) na  Maratona  do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min),  foto no  no aterro do  Flamengo/RJ, 42,195 km.

                    CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
                                         (A Poesia do Corredor)

                      Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!

Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em  frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...

É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz,  porque a corrida me faz bem.

A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.

É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...

                     Poesia feita em  13/02/1985

Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.   

                       PRINCIPAIS CORRIDAS

Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade  (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador  de futebol,    matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu  14 maratonas  em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984,  pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú  pela  BR 101  no  ano  de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de  Mata  de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas  corridas citas  sem ter apoio financeiro das prefeituras  citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive  nas duas Maratonas Internacionais  houve apoio da Copene  no translado Salvador Rio de Janeiro e vice   versa, ajuda  na  estádia), sendo  passagens  de ida e volta  a  custo do atleta, e trabalhava das 8 horas  as  17 horas e compensava  os dias  da estadia em New  York (5 dias em 1984 e 1986).
CORREU UM  "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE  DE SALVADOR,   COM 37 KM, EM 1987



Curso  de  Comunicações  Verbais

(Um dos  melhores do Brasil/S. aulo com credenciamento}

     No ano   de  1985  Gamaliel   iniciou  o   curso  de  Comunicações  Verbais  PPD-IOB (Treinamento  Programado  a  Distância)  por  correspondências  tendo  concluído  o  citado curso no  dia  7/3/1986.  O  citado  curso  organizado  por Oswaldo  Melantonio,  formado em  Direito, Filosofia  e  Jornalismo,  Oswaldo   presidente de  honra  de   várias  instituições  culturais  dentre  elas  a  Academia   Paulista de   Oratório  e  Academia   Brasileira  de   Comunicações  Verbais. O  curso  de  Comunicações   Verbais  teve  a  duração  de  6  meses  equivalente  a  100 horas/ aula  e  credenciado  pelo  CFMO  097.
.
     Oswaldo  Melantonio  realizou   vários   cursos  complementares  no  exterior  e  no  ano  de   1986   fazia 35  anos  se  dedicando  exclusivamente  as  Comunicações  Verbais;  inicialmente,  oratória   formal   e  informal   para   líderes   políticos   e  religiosos.   Nos  últimos   anos   Oswaldo  especializou-se   na   área   de   comunicações   dos   executivos,  objetivando a melhoria  da  produtividade  pela  eficiência  da  comunicação.

PERSONALIDADES EXPOENTES DAS  COMUNICAÇÕES VERBAIS

Várias personalidades  de Top  da  Política Executivos, da Oratória  Geral,  Locutores Esportivos, a  exemplo  de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia  Jânio Quadros, Franco Motoro e  outros  expoentes que realizaram este  magnífico  curso, amplo usando as técnicas  da Grécia  antiga,   a exemplos  de   formidáveis  gênios  da  Comunicação, oratória da Grécia Antiga,celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles Demóstenes Cícero, este  considerado como um dos  maiores   gênios nas  Comunicações  verbais da  Grécia  e  do  Mundo, chegando ao ponto  de  governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória  de convencimento, resumindo   era  um " Um Gênio Abençoado  da  Oratória  das Comunicações Verbais!".
    
Conteúdo  do  curso

     Introdução,  exposições  práticas,  técnicas  da  comunicação  dos  executivos,  educação  da  voz,  expressão  corporal,  figuras  de  estilos,  dez   qualidades   básicas   do  executivo,  práticas  de  comunicações  verbais  e  práticas  de  oratória
     De  modo  especial,  Oswaldo  realiza  treinamentos  para  as  lideranças  dos   principais  escalões   das   grandes   organizações   privadas   e   publicas.  O   citado   curso  já  treinou  grandes  personalidades  de diversos  seguimentos  sociais  a  exemplo  de  Franco  Motoro, Osmar   Santos,  narrador   esportivo   no  estado  de  São  Paulo,  Jânio   Quadros   que   foi  Presidente   da   República   de   31/1/1961   renunciando   o   governo   em   25/8/1961,  foi  prefeito  de  São Paulo  nas  décadas  seguintes.


     Jânio  Quadros  nasceu  em  Campo  Grande,  (Mata  Grosso  do  Sul)  no  ano  de  1917  e  faleceu  no  ano  de  1992  em  São  Paulo  e  outros  não  citados.  IOB – Cursos    de    Legislação   Empresarial   Ltda – CGC   47.677.810/0002-21,   credenciado  no  CFMO  097,  com  endereço  na  Avenida  Marques...  Asa  Branca – SP.

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