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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

OBRAS DO NOVO FÓRUM DA COMARCA DE CAMAÇARI, ACERELADAS /MAIS REQUALIFICAÇÃO AV. 28 SETE.. 17/01/18


 Obras de requalificação urbana da Avenida 28 de Setembro, centro, na pujante, moderna, cidade de Camaçari,  um dos municípios do estado da Bahia, de destaque  na  economia  (2ª mair   arrecadadora  de tributos no estado da Bahia),   na população (mais  de 30  mil hab.), n política,  e muito  mais....Fotos  dia 17/01/201, 14h30.
A Avenida  28  de Setembro (antiga Radia A), nome comemorativo  a data  magna  da  passagem da  Aldeia  do Divino Espirito Santo  (Aldeia  Jesuita, para Catequese dos Índios da Etnia Tupinambás), que foi levada a  categoria Vila Nova do Espírito Santo de Abrantes - Vila de Abrantes - com a inauguração da Casa da Câmara e Cadeia Municipal (Senado da Câmara e Pelourinho, (com os  Poderes  Constituídos, a partir  dessa  citada   elevação).


Obras  de requalificação  na  Avenida 28  de Setembro, centro, cidade de Camaçari, dia 17/01/2018, 14h30. Fotos  Chiquitinha  Maravilha, matéria  sem vinculo  comercial,  espontaneidade  do Blog, como  sempre, na terras  em que  descendentes  de Chiquitinha  Maravilha,  contribuíram na  Base  Colonial, Imperial, Republicana  (nos Três Poderes  Constituídos), para   o que  representa,  na  atualidade  da  modernidade, o  atual município  de  Camaçari, do século  XXI, no qual Chiquitinha  Maravilha, há  décadas  contribui e,  na  comunicação esportiva, comunitária,   na história..  e  muito  mais.  sem  nenhum vínculo  político partidário,  comercial....

 A  CHARMOSA,  PRAÇA  ABRANTES, UM DOS  CATÕES POSTAIS, DA CIDADE DE CAMAÇARI DEVERÁ COM CERTEZA, SOFRER INTERVENÇÕES DE REQUALIFICAÇÃO, DURANTE ADM ANTONIO  ELINALDO, JOSÉ TUDE, E SUA MÁQUINA  ADMINISTRATIVA, DURANTE O QUATRIÊNIO  DE 2017/2020.


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NOTAS:
 de  Chiquitinha Maravilha,
O 1º desembargador, o matense,  Tomás G. P. Montenegro,  o  pai do Tomás Junior, também desembargador  (após  a morte do pai) e que  termina  a   Saga "obra" do 1º  Tomas G. P. Montenegro, este  natural  de Mata de São João/ba,  nascendo  em 1939, casando com uma  matense, sua prima carnal, Thomazina Josephina, está tia - 4º avô de Chiquitinha Maravilha, a irmã  de Umbelina  da Silva Paranhos, esta casada, com  Major Menandro dos Reis Meireles, com descendência... 
Umbelina  herdeira  do seu pai capitão Tomás da Silva  Paranhos, de um parte  das terras  na época, de Arembepe,  junta com sua irmã Maria Joaquina da Silva Paranhos, casada  com José Garcez R. V.Montenegro, os  pais do matense,  Tomas G. P. Montenegro, o 1º com este  nome, o pai dentre outros filhos  de Tomás Junior, que termina   a obra  do pai, a fundação e transferência  da  Sede Vila de Abrantes   para  o Arraial de Camaçari (atual    cidade  de Camaçari  da Bahia.
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HISTÓRIA  DO MUNICÍPIO DE  CAMAÇARI  DA  BAHIA

Fonte Wikipédia
Rua do centro da cidade.
Bandeira de Camaçari
Brasão de Camaçari
BandeiraBrasão
Hino
Aniversário28 de setembro
Fundação1758 (260 anos)
Gentílicocamaçariense
LemaPax et labor
"Paz e trabalho"
Prefeito(a)Antônio Elinaldo (DEM)
(2017–2020)


Camaçari é um município do estado da Bahia, no Brasil. Situa-se a 41 quilômetros da capital estadual, Salvador. O município é conhecido como "Cidade Industrial", por abrigar o Polo Industrial de Camaçari.[8] O seu gentílico é "camaçariense". Camaçari é a quarta cidade mais populosa do estado e segunda mais populosa cidade da Região Metropolitana de Salvador.
Possui uma área de 784,658 quilômetros quadrados,[3]com uma população de mais de 281 mil habitantes. Possui o segundo maior produto interno bruto municipal do estado (depois de Salvador, sendo também o 5º maior da Região Nordeste e o 38º maior do País), estimado em cerca de 17 bilhões de reais (dados do IBGE), em 2014.[7] Faz parte dos 71 municípios brasileiros integrados no Mercosul.
É sede da Ford Motor Company Brasil (inaugurada em 12 de outubro de 2001, sendo a primeira fábrica de automóveis a se instalar na Região Nordeste do Brasil)[9] e do Polo Petroquímico, o maior polo industrial do estado, abrigando diversas indústrias químicas e petroquímicas, mas, com o passar dos anos, começou a abrigar outros ramos da indústria, como: automotivo, de celuloseborrachametalurgia do cobretêxtil, fertilizantes, energia eólicabebidas e serviços. É o primeiro complexo petroquímico planejado do País e o maior complexo industrial integrado do Hemisfério Sul, com mais de 90 empresas instaladas.[10]
No ramo da comunicação, o município era sede da extinta TV Camaçari, que entrou no ar em 1993, sendo afiliada à TV Cultura[11] até 20 de fevereiro de 2009, quando ocorreu o seu fechamento por causa de diversas irregularidades. Em 2008, a TV Aratu Camaçari, afiliada ao Sistema Brasileiro de Televisão, foi inaugurada no município, deixando suas atividades no município a partir do ano de 2011.
No esporte, o município é sede do Camaçari Futebol Clube e do Sport Clube Camaçariense, ambos atualmente (2015) com as atividades paradas. Na educação, o município é sede de um campus da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), do Instituto Federal da Bahia (IFBA), da Faculdade Metropolitana de Camaçari (FAMEC) e visa construir um campus da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e da Universidade Católica do Salvador (UCSal).[12][13] O município também sedia o programa social Cidade do Saber, inaugurado em 22 de março de 2007 e reconhecido como o mais importante centro de conhecimento e inclusão social do estado da Bahia.[14]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

"Camaçari" deriva do tupi antigo kamasary, que designava a árvore atualmente conhecida como "cachaporra-do-gentio".[15]

História[editar | editar código-fonte]

Ocupação[editar | editar código-fonte]

Em meados do século X, a região do Recôncavo Baiano foi invadida por povos tupis procedentes da Amazônia. Eles expulsaram os habitantes anteriores da região, falantes de línguas macro-jês, para o interior do continente. Quando os primeiros exploradores europeus chegaram à região, no século XVI, a mesma era habitada pela tribo tupi dos tupinambás.[16]
A história da ocupação portuguesa do território de Camaçari começa em 1558, quando foi criada a Aldeia do Divino Espírito Santo pelos padres jesuítas, reunindo índios de várias aldeias tupinambás ao redor de uma capela de taipa sob o comando do padre João Gonçalves e do irmão Antônio Rodrigues às margens do Rio Joanes.
Em 1562, na Igreja de "Santos Spiritus", ajuntaram sete aldeias, com mil almas cristãs. Há indícios que esses índios tenham participado da "guerra do Paraguaçu", apesar de serem tupinambás, assim como os índios do Vale do Paraguaçu (região onde é hoje o povoado de São Francisco de Iguape, pertencente a Cachoeira). Mais tarde, já entre 1624 – 1640, os índios da aldeia do Espírito Santo participaram da luta contra a invasão holandesa, juntamente com o pessoal da Casa da Torre (hoje pertencente ao município de Mata de São João), o que fez crescer o índice de mortalidade por sucessivas epidemias e fome, antes mesmo da expulsão dos jesuítas no governo do Marquês de Pombal em 1755.
Após a expulsão dos jesuítas, a aldeia passou à categoria de Vila por provisão do Conselho UltramarinoAlvará Régio de 27 de setembro de 1758, denominando-se Vila Nova do Espírito Santo de Abrantes - Vila de Abrantes - com a inauguração da Casa da Câmara e Cadeia Municipal (Senado da Câmara e Pelourinho).
A vila foi extinta em 1846 pela Resolução provincial nº 241, de 16 de abril, sendo integrada ao município de Mata de São João. Em 1848, foi restabelecida pela Resolução nº 310, de 3 de junho, tendo o território desmembrado de Mata de São João.

Séculos 18 e 19[editar | editar código-fonte]

Entre os séculos XVIII e XIX, tem-se a administração da Marquesa de Niza através de Tomas da Silva Paranhos, que lhe enviou juros e rendas (enfiteuses e laudêmios) até, finalmente, adquirir a propriedade. Este latifundiário deixou 9 herdeiros: entre eles, Maria Joaquina da Silva Paranhos, casada com José Garcez Montenegro, de quem descende o desembargadorTomas Garcez Paranhos Montenegro.
No final do século XIX, houve a expansão da malha ferroviária baiana: suas principais diretrizes eram a integração com o recôncavo e a região do São Francisco. Camaçari está estrategicamente situada entre as duas bifurcações (uma em Simões Filho em direção ao recôncavo, e outra em Alagoinhas, onde a estrada toma outras duas direções – Médio São Francisco e Litoral Norte).
Abrantes, cuja importância se devia à ocupação pelos jesuítas e à limitada exploração agrícola nas terras da Marquesa de Niza, perdeu importância econômica em relação ao desenvolvimento que o interior passou a oferecer: a sede do município passou, então, a ser em Parafuso (sendo, posteriormente, construída a estação de trem). Por força política, no entanto, houve o retorno da sede para Abrantes em 1892.

Primeira administração municipal[editar | editar código-fonte]

A primeira composição administrativa (municipal) de Vila de Abrantes (sede) abrangia os distritos de Abrantes, Monte Gordo e Ipitanga (atual Lauro de Freitas). A lei municipal de 22 de março de 1920 criou o distrito de Camaçari, com território desmembrado de Abrantes, criação essa, confirmada pela Lei estadual nº 1422, de 4 de agosto desse mesmo ano.
A lei estadual 1 809, de 28 de julho de 1925, modificou-lhe o topônimo para Montenegro (em homenagem ao desembargador Tomas Garcez Paranhos Montenegro) e transferiu-lhe a sede para o arraial de Camaçari, elevado à categoria de vila. Mas, em 1938, em razão do decreto-lei estadual 10 724, de 30 de março de 1938, em que todos os municípios passaram a ter o nome de suas respectivas sedes, o município passou a denominar-se Camaçari, constituindo-se dos distritos de Camaçari, Abrantes e Monte Gordo. Incluindo as localidades Parafuso e Dias d'Ávila, que foi elevada à categoria de vila e distrito em 1953 (lei 628, de 30 de dezembro de 1953).
Lauro de Freitas, em 1880, passou integrar o distrito de Montenegro, atual Camaçari. Em 1932, retornou a Salvador.

Período recente[editar | editar código-fonte]


Unidade de Hidrogênio da Peroxy Bahia, no Polo Industrial de Camaçari.
Em 1957, estimava-se uma população de 4 300 habitantes, o que caracterizou-se como a principal cidade de veraneio da região pela excelência de suas águas minerais.
A separação do distrito de Dias d'Ávila, transformado em município segundo a Lei Estadual 4 404, ocorreu em 25 de dezembro de 1985, reduzindo a área de Camaçari para 773 quilômetros quadrados.
Passou a existir, na região, um padrão de ocupação a partir da agricultura de sobrevivência, roças, arruados, chácaras e sítios. Existe, também, no município, hoje, aglomeração de populações de remanescentes de quilombo.
O município possui sobrevivências africanas na capoeira de Angolacandomblés e artesanatos, onde percebem-se as influências indígenasnuma fusão com as africanas. Estão presentes, no município, as etnias banta e iorubá na sede e na orla.
As mais intensas transformações das paisagens e populações do município se dão a partir da década de 1970, quando se inicia o processo de implantação do Polo Petroquímico, e, mais tarde, com a implantação do polo de Apoio (2000) e Ford (2001), além da construção da estrada litorânea que liga o estado da Bahia a Sergipe.

Geografia[editar | editar código-fonte]


Camaçari e os outros municípios da região metropolitana.
Localiza-se a uma latitude 12º41'51" sul e a uma longitude 38º19'27" oeste, estando a uma altitude de 36 metros.[17] Com área territorial de 784 658 quilômetros quadrados, distância cerca de 41 quilômetros da capital Salvador, sendo parte da Região Metropolitana de Salvador(RMS) limitando-se ao norte com Mata de São João, ao sul com Lauro de Freitas, ao sudoeste com Simões Filho, a oeste com Dias d'Ávila e leste com o Oceano Atlântico. Camaçari possui quatro distritos: Vila de Abrantes, Monte Gordo, Sede (Camaçari), Parafuso e Remanescentes quilombolas (Cordoaria).

Clima[editar | editar código-fonte]


Vista aérea da Praia de Guarajuba.
clima de Camaçari é tropical úmido, com uma temperatura média de 26 graus Celsius.[17]

Vegetação[editar | editar código-fonte]

As vegetações encontradas na cidade são dunasmanguezaisrestingasmata ciliar , atlântica ensolarada A cidade ainda possui três áreas de proteção ambiental (APA): Joanes/Ipitanga, Rio Capivara e Lagoas de Guarajuba.[17] Além das unidades de conservação: Cinturão Verde de Proteção do Complexo Petroquímico de Camaçari, Parque das Dunas de Abrantes e Parque Garcia D'Ávila.[2]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Com população estimada para 2017 de 296 893 habitantes, a cidade é a quarta mais populosa do estado (depois de SalvadorFeira de Santana e Vitória da Conquista).

Economia[editar | editar código-fonte]

Setor secundário[editar | editar código-fonte]


Fábrica da Alstom Brasil.
A economia do município é quase totalmente baseada no polo industrial de Camaçari, inaugurado em 1978 no município e em atividade até os dias atuais, figurando como um dos mais importantes da América Latina. Foi o primeiro complexo petroquímico planejado do país. Tem mais de 60 empresas químicas, petroquímicas e de outros ramos de atividade como automotiva, destacando-se a fábrica da Ford, de celulosemetalurgia do cobretêxtilbebidas e serviços, entre outras.
Possui faturamento anual de 16 bilhões de dólares estadunidenses e contribuição anual de 1 bilhão de reais em Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços para o estado da Bahia. Responde por mais de 90 por cento da arrecadação tributária de Camaçari. Emprega 13 000 pessoas diretamente e 20 000 pessoas através de empresas contratadas (80 por cento da mão de obra local). Além disso, gera 45 mil empregos, sendo 15 mil diretos e 30 mil indiretos. Representa mais de 30 por cento do total exportado pelo estado da Bahia. Sua participação no Produto Interno Bruto baiano é de 20 por cento.
A fábrica da Ford Motor Company na cidade monta os veículos Ford EcoSportFord Fiesta e o Ford Fiesta Sedan.[18] Essa foi a primeira indústria automotiva a se instalar no nordeste do país e emprega cerca de 800 engenheiros.[19] A JAC Motors também terá uma fábrica em Camaçari que gerará cerca de 3.500 empregos diretos e 10.000 empregos indiretos, com uma produção anual de 100.000 veículos.[20]
Em dezembro de 2001, a Companhia Monsanto no Polo Petroquímico de Camaçari a primeira planta da empresa projetada para produzir matérias-primas para o herbicidaRoundup na América do Sul. O investimento é equivalente a 500 milhões de dólares. A fábrica de Camaçari, a maior unidade da Monsanto fora dos Estados Unidos, é também a única planta da empresa voltada para a fabricação de matérias-primas para a linha de produção Roundup.[21]

Setor terciário[editar | editar código-fonte]

Em Camaçari, são mais de 42 quilômetros de praias paradisíacas, o que contribui de forma acentuada para o turismo na cidade. Em Camaçari, existe a mais tradicional aldeia hippie do Brasil; o projeto Tamar de preservação das tartarugas-marinhas; e – na direção do interior – o Parque da Dunas de Abrantes e o Mirante do Cruzeiro. Também em Vila de Abrantes está a igreja mais antiga do município; construída pelos jesuítas há mais de 400 anos e, – entre muitas outras riquezas – as nascentes protegidas das quatro principais bacias hidrográficasresponsáveis pelo abastecimento de água de toda a Região Metropolitana de Salvador.
Além de sua riqueza industrial, o litoral de Camaçari possui praias, como GuarajubaArembepe e Jauá, todas muitos frequentadas. Algumas das principais, além das mencionadas, são:
Guia turistico da Costa de Camaçari: Costa de Camaçari

Cultura[editar | editar código-fonte]


Entrada do Terreiro de Jauá.
Na área da cultura, destaca-se a Cidade do Saber, pois promove diversos eventos movimentando o calendário com exposiçõesconcertos, espetáculos de dança e teatro, competições esportivas. A instituição, inaugurada em março de 2007, mantém uma orquestra pró-sinfônica e uma companhia de balé somadas às atividades oferecidas de educação não formal a crianças e adultos, como músicateatrodança (em parceria com a Ebateca), artesanatoartes plásticasjudôcaratênataçãoginástica rítmicahidroginásticafutebolcursos de inglês e espanhol (em parceria com as Escolas Fisk), hidroginástica. São 10 mil alunos nessas atividades, e mais 40 mil pessoas que circulam anualmente no complexo. Mantido anualmente com quinze milhões de reais da Prefeitura, além de recursos da Braskem e Cofic, é administrado pelo Instituto Professor Raimundo Pinheiro funcionando com cerca de 300 colaboradores.[22]
A estrutura de 22 mil metros quadrados é composta por dois prédios com salas de aula distribuídas em três pavimentos, o Teatro Cidade do Saber (segundo maior teatro da Bahia e público de 19 mil espectadores em 2014), o Museu Interativo de Química, Física e Mecânica (em parceria com a Braskem), ginásio de esportes e piscina semiolímpica, além de uma unidade móvel para oficinas de leitura e contação de histórias que percorre áreas da zona rural. A importância se percebe também nos cinco prêmios de reconhecimento recebidos, dos quais três são internacionais.[22]

Eventos[editar | editar código-fonte]

Em Camaçari, acontece a tradicional festa do Boi Janeiro de Parafuso, a mais antiga da cidade, sendo celebrada com apresentações de dança e de música, em ramificação ao bumba meu boi. Surgida na década de 1930, no distrito de Parafuso, a festa veio a ocorrer através de Dona Palmira, falecida moradora da região.
Existe, também, o Boi Mirim de Parafuso, surgida através do Boi Janeiro, como uma forma de não deixar a tradição acabar. Surgiu em 1997, por iniciativa de Dona Adélia, moradora da regiãoː reúnem-se crianças em sua casa e elas imitam os personagens do Boi Janeiro.

Esportes[editar | editar código-fonte]

O esporte mais popular da cidade é o futebol. Os principais clubes são o Camaçari Futebol Clube e Sport Clube Camaçariense, que formam o derby Clássico do Polo. Atualmente, o primeiro está na Segunda Divisão do Campeonato Baiano e o segundo sem divisão.
Estádio Armando Oliveira é a principal praça esportiva da cidade.

Feriados municipais[editar | editar código-fonte]

São feriados municipais na cidade, conforme a lei municipal nº 283/93 de 22 de dezembro de 1993, que os fixa:


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Soberbo, Magnifico! Edifícios  do Novo fórum  da Comarca  de Justiça de Camaçari fundada pelos Montenegros  e  ramificações  genealógica 

 Obras  de requalificação  na  Avenida 28  de Setembro, centro, cidade de Camaçari, dia 17/01/2018,14h30. 
Fotos Chiquitinha Maravilha, matéria sem vinculo comercial,  espontaneidade do Blog, como  sempre, na terras em que  descendentes  de Chiquitinha  Maravilha, contribuíram na Base Colonial, Imperial, Republicana (nos Três Poderes  Constituídos), para   o que  representa,  na  atualidade da  modernidade, o atual município de Camaçari, do século XXI, no qual Chiquitinha  Maravilha, há  décadas  contribui e,  na  comunicação esportiva, comunitária,  na história.. e  muito  mais, sem  nenhum vínculo  político partidário,  comercial....
 GALERIA  DE  FOTOS REQUALIFICAÇÃO DA AVENIDA 2  DE SETEMBRO/CENTRO/ CIDADE  DE CAMAÇARI,  17/01/1, 14H20.
  Obras finais  de requalificação da Avenida  do Contorno, cidade de Camaçari, área  no entorno do  Centro administrativo  da  cidade  de Camaçari/Bahia,  17/01/18. 14h50

        MODERNO, VISTOSO, BELO, MODERNO!! NOVO  FÓRUM  DA COMARCA DE CAMAÇARI  DA  BAHIA!  RETA  FINAL DAS OBRAS, EM BREVE SUA INAUGURAÇÃO!!
   Soberbo, Magnifico! Edifícios  do Novo fórum  da Comarca  de Justiça de Camaçari fundada pelos Montenegros  e  ramificações  genealógica 
 Edifícios  menores  do edifício  central de 5  pavimentos, do Novo Fórum da Comarca  de Justiça  de Camaçari, um dos  mais modernos da  estado da  Bahia!
                                                 

                                 POSTANDO  VIDEO

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