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terça-feira, 1 de março de 2016

VIVA A REPÚBLICA BRASILEIRA! INÉDITO POESIA A LUZ DOCUMENTAL / FOTOS...VÍDEOS

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 VIVA A REPUBLICA  BRASILEIRA!

                                            1º Ministério do Marechal  Deodoro da Fonseca
                    Marechal Deodoro, Proclamador da República do Brasil em 15/11/1889 e 
                                     seu Ministério (foto livro /Ruy Barbosa 1999).
  
  
VIVA  A  REPÚBLICA  BRASILEIRA!
  Poetizada por  Chiquitinha  Maravilha/1972.

No  ano  de  mil  setecentos  e  vinte!  Em  plena  época  do  Brasil  colonial
O  brasileiro  Felipe  dos  Santos,  era o  líder  de  uma  revolta  separatista
Felipe pregava a  implantação de  um  regime  republicano, separado  de  Portugal
Foi  preso,  enforcado  em  Vila  Rica! Felipe  foi  exemplo  de  um ideal  nacionalista.

No  ano  mil  setecentos  e  oitenta  e  nove!  Aconteceu  uma  outra  revolução
Contra  a  Coroa  Portuguesa  chefiada,  pelo  alferes  de  nome  Tiradentes
Chamada  de  Inconfidência  Mineira!  Idealizava   uma  república  para  a  Nação
Seus  líderes foram  presos,  mortos,  degradados!   Era  o  fim  dos  inconfidentes.

No ano  mil  setecentos  e  noventa  e  oito! A Revolução  dos  Alfaiates  ocorreu
Lá  na  província  da  Bahia! Essa famosa  rebelião,  duas  metas  logo  estabeleceu
A  imediata  emancipação  política   do   regime   colonial português  e  a  implantação
De  uma  república Brasileira!  Os  líderes  foram  mortos,  enforcados,  muita  humilhação!

No  ano  mil  oitocentos    e  dezessete  rompia,  a Revolução  Pernambucana,
Sendo   liderado  por  Domingos  Teotônio  Jorge,  ele  lutou  pela  emancipação
Da  sua  província,  tendo  como  objetivo!  Implantar um  governo  republicano!
Este  movimento  durou  apenas  setenta  e  cinco  dias,  sendo  reprimida a  rebelião.

Logo  depois  da  Independência  do  Brasil, na plenitude do  governo  imperial
Os  inúmeros  acontecimentos, registrados   em  pról  da  sonhada  república  brasileira
Aconteciam rapidamente de maneira  organizada   nas  províncias  do  território  nacional
Os  ideais repúblicanos,  irmanados   nos  sentimentos  de  mudanças  na  Nação  inteira!

No ano de  mil  oitocentos  e  trinta  e  cinco!  A Guerra  dos  Farrapos,  logo  eclodia
No  Rio  Grande  do  Sul  e  Santa  Catarina, onde  foram   proclamadas   duas  repúblicas,
A Revolução era  comandada  pelo  líder  Bento  Gonçalves,  com  entusiasmo  e valentia!
A rebelião  foi dominada,  pelas  tropas  Imperiais, chefiadas pelo  famoso  Duque de Caxias.

Dia  sete  de  novembro  do ano de   mil  oitocentos  e  trinta  e  sete!  A  Sabinada
Eclódia  em  Salvador  na Cidade da  Bahia!  Foi  uma  revolta  separatista  e  era  chefiado
Pelo audacioso  médico  Francisco  Sabino  e  logo a  república  Baiense,  foi  proclamada.
Durou  a  revolta quatro  meses!  Sendo  dominada  pelo  marechal  Crisóstomo  Calado.

No  ano  de  mil  oitocentos  e  setenta,  tornou-se  um  acontecimento  pioneiro
A  fundação  de  um  Clube  Republicano!  Lá  na  capital  do  Rio  de  Janeiro
O  Clube fundado   formado  tinham  na  sua  diretoria,  brasileiros  intelectualistas!
Lançaram de imediato um  manifesto  a  nação!  Divulgando  suas  idéias  propagandistas.

No ano  de  mil  oitocentos  e  setenta  e  três!  Visando  a  imediata  fundação
Do tão sonhado  Partido  Republicano,  que  tivesse  legalidade  e  uma  representação
Foi  realizada  na progresista   província  de  São  Paulo,  na  cidade  de  Itú,  a  primeira
Convenção  Republicana  no  País, um  fato  histórico e  inusitado, na  política  brasileira.

No  ano de  mil  oitocentos  e  oitenta  e  sete,  surge  um  fato,  um  acontecimento,
Doente,  o  imperador  Dom  Pedro  II,  viajou  para  a  Europa  para  tratamento,
A  sua  filha,  a  princesa  Isabel,  assume  de  imediato  o  trono imperial do  Brasil!
Izabel era  casada  com  um  estrangeiro,  o  conde  D’ Eu!  Isabel  era  amada e  gentil.

Treze  de  maio do  ano   mil  oitocentos  e  oitenta  e  oito,  acabou-se   a  escravidão,
A  princesa  Isabel  assinou  a  Lei  Áurea,  e  decretou  logo  a tão  sonhada  abolição!
Foi um acontecimento  histórico,  que enfraquecia  estruturalmente o império já decadente,
Cresciam, as  campanhas  pró - republicanas,  o povo brasileiro queria mudanças  urgentes!

No dia quinze  de  novembro de   mil  oitocentos  e  oitenta  e  nove,  dia  de  decisão!
Lá no Rio  de  Janeiro, as   Tropas  Imperiais  galopam  rumo  a  praça  da  Aclamação
Comandados  por  Marechal Deodoro  da  Fonseca  que  declarou:  Viva,  A  República!
Foi  uma  decisão  política e militar e  que  tinha, o  apoio consagrado  da opinião  pública.

Viva! Viva a República Brasileira! Viva os Mártires! Viva os heróis  sacrificados!
A exemplo de Felipe  dos  Santos, Cláudio da Costa,  Frei  Caneca e Viva Tiradentes...
Salve! Todos os heróis  patriotas, que  lutaram avidamente  pelos seus  ideais alcançados         Avante!  Brasil  Democrático  e  Republicano! Gigante,  Nação  livre  e Independente!
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Poetizada por  Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha)  em 1972, revisada e ampliada em  novembro de 2011. Direitos  autorais  registrados em nome do  autor  da poesia.
Permitida a  reprodução total, desde que citada  o nome do autor).
Todas as  poesias   de autoria de  Chiquitinha  Maravilha  (Gamaliel Chagas)
Direitos  autorais registrados  em nome  do autor   da  poesia.
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GALERIA DE  FOTOS:

VIVA A REPUBLICA  BRASILEIRA!

                                            Ministério do Marechal  Deodoro da Fonseca
                    Marechal Deodoro, Proclamador da República do Brasil em 15/11/1889 e 
                                     seu Ministério (foto livro /Ruy Barbosa 1999).

O novo ministério: Aristides Lobo, Ministro do Interior; Eduardo WandenkolkMinistro da Marinha; Tenente Coronel Benjamin ConstantMinistro da Guerra; Marechal Deodoro da Fonseca, Presidente da RepúblicaQuintino BocaiúvaMinistro dos Negócios EstrangeirosDemétrio RibeiroMinistro da Agricultura; e Rui BarbosaMinistro da Fazenda.



                      Marechal Manuel Deodoro da Fonseca - 1º Presidente  do  Brasil

Brasão da República

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

por Portal do Planalto — publicado 04/07/2011 19h22, última modificação02/09/2011 16h15
As Armas Nacionais são um dos quatro símbolos oficiais da República Federativa do Brasil, conforme estabelece o art. 13, § 1.º, da Constituição do Brasil. Os outros símbolos da República são a Bandeira Nacional, o Hino Nacional e o Selo Nacional. As Armas Nacionais foram idealizadas pelo engenheiro Artur Zauer e desenhadas por Luís Gruder sob encomenda própria do presidente Manuel Deodoro da Fonseca.


Segundo a Lei 5.700, de 1.º de setembro de 1971, as Armas Nacionais são as instituídas pelo decreto 4, de 19 de novembro de 1889, com a alteração feita pela lei 5.443, de 28 de maio de 1968 e pela Lei 8.421, de 11 de maio de 1992. As Armas Nacionais compõem também a Faixa Presidencial, na parte frontal da mesma.


Bandeira do Brasil, também chamada de Auriverde,[2] é composta por uma base verde em forma de retângulo, sobreposta por um losango amarelo e um círculo azul, no meio do qual está atravessada uma faixa branca com o lema nacional, em letras maiúsculas verdes. O Brasil adotou oficialmente este projeto para sua bandeira nacional em 19 de novembro de 1889, substituindo a bandeira do Império do Brasil.
O conceito foi criado por Raimundo Teixeira Mendes, com a colaboração de Miguel LemosManuel Pereira Reis e Décio Villares. É um dos símbolos nacionais brasileiros, ao lado do Laço Nacional, do Selo Nacional, do Brasão de Armas e do Hino Nacional.
O campo verde e o losango dourado da bandeira imperial anterior foram preservados – o verde representava a Casa de Bragança de Pedro I, o primeiro imperador do Brasil, enquanto o ouro representava a Casa de Habsburgo de sua esposa, a imperatriz Maria Leopoldina.[3] O círculo azul com 27 estrelas brancas de cinco pontas substituiu o brasão de armas do Império. As estrelas, cuja posição na bandeira refletem o céu visto no Rio de Janeiro em 15 de novembro de 1889, representam as unidades federativas - cada estrela representa um estado específico, além do Distrito Federal.
O lema "Ordem e Progresso" é inspirado pelo lema do positivismo de Auguste Comte: ""L'amour pour principe et l'ordre pour base; le progrès pour but" ("O amor como princípio e a ordem como base; o progresso como meta"). Fonte Wikipédia

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               BENTO GONÇALVES,  REPUBLICANO



                                               Bento Gonçalves da Silva, lutou  no Império  pela  
                                               Proclamação  da  Republica  do Brasil. 

                                        TIRADENTES ESQUARTEJADO.

O corpo de Joaquim  José da Silva Xavier, o  Tiradentes (1746/1792), esquartejado, na  tela de Pedro  Américo (Enciclopédia do  Conhecimento Ilustrado do Reader's Digest, ano junho 1998. Página 223).  Poesia inédita, nunca antes  divulgada  em  domínio  público.
Poetizada por  Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha)  em 1972, revisada e ampliada em  novembro de 2011. Direitos  autorais  registrados em nome do  autor  da poesia. È permitida a  reprodução total, desde que citada  o nome do autor).
Efígie na moeda de 25 centavos da segunda geração de moedas do Rea

Fonte de Pesquisa:
Enciclopédia   Wikipédia, Biografias de Personalidades  Célebres, Professora Carolina  Rennó Ribeiro de Oliveira, S. Paulo, 1971, 10ª Edição ampliada, atualizada e melhorada,   Editora do Mestre LTDA. Rua Afonso  Celso, 294, São  Paulo/SP., pag. 184, Enciclopédia  Delta Larrusse,  (Enciclopédia do  Conhecimento Ilustrado do Reader's Digest, ano junho 1998. Página 223).   outras fontes não citadas


GALERIA DE  FOTOS:
Fotos Wikipédia

FOTOS  WIKIPÉDiA

Proclamação da República em frente ao Quartel General do Rio de Janeiro.
Marechal  Manuel Deodoro  da  Fonseca
Versão alternativa do projeto de Lopes Trovão, adotado por quatro dias pelo governo provisório republicano.

 Primeira versão da atual bandeira nacional, inspirada na bandeira do Império, com 21 estrelas, oficializada em 19 de novembro de 1889. F. WIKIPÉDIA


                                       Azulejo em São Simão em homenagem à proclamação da república brasileira
                                     Proclamação da República em frente ao Quartel General do Rio de Janeiro.
                                         Charge da proclamação da República, com José do Patrocínio em primeiro plano.

                            Homenagem da Revista Ilustrada à proclamação da república brasileira
                                    Proclamação da República", 1893, óleo sobre tela de 
                               Benedito Calixto (1853-1927). Acervo da Pinacoteca Municipal de São Paulo
                                   Proclamação da República", 1893, óleo sobre tela de Benedito Calixto 
                                        (1853-1927). Acervo daPinacoteca Municipal de São Paulo

Proposta de bandeira criada por 
Lopes Trovão, içada na Câmara Municipal do Rio de Janeiro por José do Patrocínio em 15 de novembro de 1889.




                                                                  Marechal Manuel Deodoro da Fonseca
                                    Proclamação da República, por Henrique Bernardelli.

                                   Alegoria da República", quadro de Manuel Lopes Rodrigues
                                        pertencente ao acervo do Museu de Arte da Bahia
                                          
                        Charge da proclamação da República, com José do Patrocínio em primeiro plano.

                             Atentado contra o Barão de Ladário, então ministro da Marinha.
                          Desembarque de Dom Pedro II em Lisboa: a canoa imperial atraca 
                 no Arsenal da Marinha.



                                                              Marechal Deodoro da Fonseca (1889-1891).

                        
     Generalíssimo Manuel Deodoro da Fonseca, de Valle.

                     Fundação Biblioteca Nacional.

                        Marechal Deodoro da Fonseca (1889-1891).
                                        Hermes_Ernesto_da_Fonseca 

                             
             O Colégio Militar do Rio de Janeiro, onde 
  
             Deodoro estudou na adolescência.

O novo ministério: Aristides Lobo, Ministro do Interior; Eduardo WandenkolkMinistro da Marinha; Tenente Coronel Benjamin ConstantMinistro da Guerra; Marechal Deodoro da Fonseca, Presidente da RepúblicaQuintino BocaiúvaMinistro dos Negócios EstrangeirosDemétrio RibeiroMinistro da Agricultura; e Rui BarbosaMinistro da Fazenda.

                   Juramento constitucional, óleo de Aurélio de Figueiredo 
                        (Museu da RepúblicaRio de Janeiro).

                                   Alegoria referente à eleição presidencial de 1891.


                                                                      Fechamento do Congresso.

                                                                    Monumento-túmulo ao Generalíssimo 
                                Deodoro da Fonseca, na Praça ParisRio de Janeiro.

                                                                      O primeiro presidente do Brasil,
                            Deodoro da Fonseca numa nota de 20 mil réis de 1925.

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Viva a República Federal Brasileira:
 Jornais do século XIX anunciam a Proclamação 

Na manhã do dia 15 de novembro de 1889 o marechal Deodoro da Fonseca anuncia no Rio de Janeiro a Proclamação da República e a instituição de um Governo Provisório no Brasil. A notícia chega a Vitória no mesmo dia. Na capital não se observam manifestações ou grandes comoções pelo fato. Porém, em uma vila capixaba, os republicanos comemoram, realizam passeatas, afixam a informação na porta da estação telegráfica e a população se agita. O local é a Vila de São Pedro de Cachoeiro de Itapemirim, que centralizou a campanha republicana no Espírito Santo. “O Cachoeirano”, periódico que faz parte do acervo do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo (APEES), traz no dia 18 de novembro de 1889 uma edição especial exaltando a nova situação política brasileira.
Os historiadores Regina Rodrigues Hees e Sebastião Pimental Franco, no livro “A República e o Espírito Santo”, destacam que a divulgação das ideias republicanas no Estado ocorreu principalmente por meio da imprensa e dos clubes. O primeiro deles surgiu no dia 23 de maio de 1887 em Cachoeiro de Itapemirim. “Esses clubes realizavam conferências abordando temas diversos, como sistemas de governo, os partidos políticos e a oportunidade da República (...)”. O município sediou ainda o Congresso Republicano Provincial em 1888.
Na obra os autores ressaltam os caminhos que levaram ao fim do império. O Brasil, e em particular o Espírito Santo, passavam por profundas transformações provocadas, sobretudo, pela produção de café. Na época Cachoeiro de Itapemirim era uma forte referência na economia capixaba devido às suas lavouras e ao seu porto fluvial, responsável pelo escoamento.
“Acelerou-se o processo de urbanização, houve a expansão do comércio e da indústria e a agricultura tradicional do Vale do Paraíba e nordestina estava em fase de plena decadência. A província de São Paulo começava a se transformar no centro econômico do país, caminhando para suplantar até mesmo a capital do império, o Rio de Janeiro. Com isso, o país e as elites passaram a desejar mudanças e é com o projeto dos republicanos que mais se identificavam” argumentam. Um dos principais pontos favoráveis à República era a proposta de instalação do federalismo, que garantiria uma maior autonomia às províncias e municípios, em contraste com o centralismo do Império.
O Cachoeirano
“Caiu afinal a hydra da monarchia: Viva a República Brasileira! Viva o Governo Provisório”, bradava a edição especial do “O Cachoeirano”. Nela publicaram-se os telegramas e boletins recebidos pelo periódico: “A todas as redações do Brasil: A câmara municipal desta cidade, reunida em sessão, aclama unanimemente a República dos Estados Unidos do Brasil, reconhecendo o Governo Provisório”. Divulga ainda a circular da Proclamação: “O povo, exército, armada nacional, em perfeita comunhão, sentimentos com os concidadãos residentes na Província, acabam de decretar a deposição da dinastia imperial, consequentemente do sistema monárquico representativo (...)”.
No jornal do dia 28 de novembro de 1889 o tema continua a ser discutido. São expostos o decreto do Governo Provisório e a mensagem dirigida a Dom Pedro II pelo marechal Deodoro da Fonseca. Descrevem-se também as festividades ocorridas, mostrando a força das ações republicanas na vila: “No dia 16 do corrente às 6 horas da manhã, depois de afixada na porta da estação telegráfica a circular que distribuímos em boletins e que já foi publicada em nossa edição especial do dia 18, imediatamente a banda de música Euterpe Cachoeirense reunida na casa do cidadão João Loyola, proprietário de ‘O Cachoeirano’ e um dos que muito trabalhou em prol da causa republicana (...) saiu a percorrer as ruas entoando a Marselheza ao espocar de inúmeros foguetes e entusiasmados vivas”.

O periódico, fundado em 7 de janeiro de 1877, por Luiz de Loyola e Silva, era o principal propagandista da República no Estado. Foi sob a redação de Bernardo Horta de Araújo, a partir de julho de 1888, que a publicação tornou-se a porta-voz dos republicanos. Era nela que eles divulgavam as ações para as mudanças do Governo e as convocatórias e resultados das reuniões dos clubes.


Coleção Imprensa Capixaba

A imprensa do Espírito Santo no século XIX, na qual “O Cachoeirano” se insere, é marcada pela expansão do público leitor, das tiragens e números de títulos. A política e os meios de comunicação conjugavam-se a serviço dos partidos, atrelados a grupos familiares, a interesses econômicos e afinidades intelectuais. Os jornais existiam enquanto força ativa na consolidação de posicionamentos e não apenas como mero registro de fatos. No site do APEES, no linkwww.ape.es.gov.br/imprensa_capixaba/index.html, pode-se ter acesso ao acervo “Imprensa Capixaba”. Ao todo são 72 periódicos de 13 municípios, publicados desde o ano de 1849.

Informações à imprensa
Arquivo Público do Estado do Espírito Santo
Jória Motta Scolforo 
3636-6117/9633-3558 
comunicacao@ape.es.gov.br 



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Notícias de jornais sobre Proclamação da República.
Ano de 1889


AS MANCHETES

Viva a República Brasileira!
Viva o Exército - Viva a Armada!
Viva o Povo Brasileiro! (Correio do Povo)
Revolta no Exército (Novidades)
Viva a República! (República Brazileira)
O Futuro do Brasil (Gazeta da Tarde)
Viva o Exército Libertador! (Cidade do Rio)

"A partir de hoje, 15 de novembro de 1889, o Brasil entra em nova fase, pois pode-se considerar finda a Monarquia, passando a regime francamente democrático com todas as consequências da Liberdade.
Foi o exército quem operou esta magna transformação; assim como a de 7 de abril de 31 ele firmou a Monarquia constitucional acabando com o despotismo do Primeiro Imperador, hoje proclamou, no meio da maior tranqüilidade e com solenidade realmente imponente, que queria outra forma de governo.
Assim desaparece a única Monarquia que existia na América e, fazendo votos para que o novo regime encaminhe a nossa pátria a seus grandes destinos, esperamos que os vencedores saberão legitimar a posse do poder com o selo da moderação, benignidade e justiça, impedindo qualquer violência contra os vencidos e mostrando que a força bem se concilia com a moderação. Viva o Brasil! Viva a Democracia! Viva a Liberdade!" Gazeta da Tarde, 15 de novembro de 1889.
"Despertou ontem esta capital no meio de acontecimentos tão graves e tão imprevistos que as primeiras horas do dia foram de geral surpresa. Rompeu com o dia um movimento militar que, iniciado por alguns corpos do exército, generalizou-se rapidamente pela pronta adesão de toda a tropa de mar e terra existente na cidade.
A conseqüência imediata desses fatos foi a retirada do ministério de 7 de junho, presidido pelo Sr. Visconde do Ouro Preto, que teve de ceder à intimação feita pelo Sr. Marechal Deodoro da Fonseca que assumiu a direção do movimento militar. À exceção do lastimoso caso do Sr. Barão do Ladário, que não querendo obedecer a uma ordem de prisão que lhe fora intimada, resistiu armado e acabou ferido, nenhum ato de violência contra a propriedade ou a segurança individual se deu até o momento em que escrevemos estas linhas. (...)" - Jornal do Commércio, 16 de novembro de 1889.
"O dia de ontem foi de surpresas para a pacífica população industrial desta cidade. Um mimistério forte deposto sem combate, uma revolução militar triunfante, os corpos constitucionais arredados sem discussão alguma e o regime de governo atacado com êxito inesperado, são fatos que pareciam inexplicáveis se não se conhecesse a índole especial desta cidade, sempre disposta a aceitar os fatos consumados. (...)
A revolução de ontem é filha unicamente das energias e espírito de classe dos militares, e foram os oficiais superiores que, passando-se para a causa democrática, a tornaram vencedora no momento.
Os elementos civis foram nulos ou improficuos e só apareceram depois de realizado o movimento, e segundo é de esperar, para ocupar as posições oficiais. É portanto, a classe militar que deve se considerar como único poder existente de fato e do qual depende o êxito ou insucesso da revolução.
Mesmo por não andar envolvida em nossas intrigas civis, mesmo pelas suas ilesas virtudes cívicas, é que a classe militar poderá evitar-nos os inconvenientes de uma surpresa que não tem ainda a sanção do voto nacional." Diário do Commércio, 16 de novembro de 1889.
"Constando ontem ao conselheiro de estado Andrade Figueira que os ministros do 6 de junho estavam presos no quartel general, dirigiu-se para ali s.ex.., e antes de falar aos ministros soube que a ordem de prisão já havia sido suspensa. O conselheiro Andrade Figueira, ao ver os ministros, animou-se a se retirarem para suas repartições, prestando-se a acompanhá-los, ao que não quiseram anuir, não obstante ponderar-lhes a conveniência de desvanecer-se assim o boato que corria. Então os ministros declararam que haviam sido depostos de seus cargos pelo exército.
É inútil encarecer a gravidade dos acontecimentos. Os nossos conselhos e advertências, embora moderada e imparcialmente feitos, não foram atendidos. a situação é tão difícil que só dá prudência e do patriotismo se deve tirar conselho." - A Nação, 16 de novembro de 1889.
"A população desta cidade foi hoje, ao acordar, sobressaltada pela notícia de graves acontecimentos que se estavam passando no quartel general do exército, em ordem a despertar as mais sérias inquietações. Era assustador o aspecto que oferecia a praça da Aclamação, na parte em que se acha situado o referido exército e circumvizinhanças.
O quartel estava fechado e guardado por uma força do corpo militar de polícia, de baioneta calada, pronta ao primeiro ataque, corpo de bombeiros, 1o batalhão de infantaria e batalhão naval, municiado e dispondo de uma metralhadora. Deviam embarcar hoje dois batalhões, e como boatos alarmantes se haviam propalado sobre a provável recusa daqueles corpos do exército, o ministério providenciara para que se fizesse o embarque sem novidade. O Sr. Ministro da Guerra conservou-se até adiantadas horas da noite na sua repartição.
Número superior a 400 praças do corpo de polícia estiveram de prontidão, sendo retiradas até algumas que se achavam de serviço nas estações. Os regimentos de cavalaria nos 1 e 9 e o 2o de artilharia manifestaram-se em revolta e armados intentaram atacar o quartel general e do corpo de polícia. O comandante de um dos regimentos de cavalaria abandonou o quartel à vista do ânimo exaltado das praças. (...) No arsenal da marinha permaneceram até pela manhã os srs. ministros da justiça e marinha. (...)
A verdade, porém, é que o sr. ministro da marinha se apresentou à porta do quartel general, sendo-lhe impedida a entrada pelo Sr. General Deodoro; respondendo o ministro que o governo ia cumprir o seu dever, puxou dois revólveres, empunhando-os em posição de disparar. Nessa ocasião um praça do exército disparou alguns tiros que atingiram S. Ex.. O sr. ministro caiu ferido, sendo transportado em braços para o palacete Itamaraty. Seguiram para a praça da Aclamação o corpo policial da província do Rio e contingente do batalhão naval.
Todo o movimento social da cidade acha-se paralisado. O comércio em grande parte fechou as portas. As ruas mais freqüentadas nos dias ordinários estão desertas; raros transeuntes passam, apressados, como perseguidos. (...) O serviço de bondes é feito com grande irregularidade; há longos intervalos no trânsito dos carros, que chegam aos pontos de estação aos grupos de cinco e seis. (...) O pânico anda no ar e nas consciências. (...)" - Novidades, 15 de novembro de 1889.
"Desde ante-ontem que o Brasil é uma república federativa. O exército e a armada nacionais, confraternizando com o povo, completaram a limpeza da pátria, começada no dia 13 de maio de 1888. (...)
Não se faz política na Vida Fluminense, não, senhores, não se faz. (...) Entretanto, para não espantar o leitor, diremos desde já que a nossa política será mais o apanhado da pelótica dos pelotiqueiros baratos que para maior glória desta terra estão a governá-la, do que preleções ligeiras sobre os rasgos da Razão Pura ou circular do ilustre sr. barão do Paraná. Acresce ainda que a política e a preocupação constante deste pacientíssimo povo, que toma café dez vezes ao dia, não vacilando em gastar sucessivamente muitos três vitens, isto é, três vezes mais do que aquela célebre moeda que célebre também tornou o honrado sr. presidente do conselho. (...)
Peloticas e pelotiqueiros é o que se encontra a dar com o pau. Veja-se a pelótica do ministério em relação ao exército. Disseminá-lo pelo Império, mas disseminá-lo de forma que em cada cidade fique apenas uma ala de batalhão, e depois licenciá-lo, aquartelando em seguida alguns batalhões da guarda nacional, eis o plano, ministerial, que desde sete dias corre de boca em boca, com os maiores visos de verdade. (...) É bastante perigosa, porém, a cartada, e tão perigosa, que há muito quem se persuada que no melhor da festa os trunfos não ficarão em mãos dos membros do atual gabinete (...) - Vida Fluminense, 17 de novembro de 1889.
"A população fluminense despertou hoje com a notícia de que se havia o exército recusado a cumprir ordens do governo por julgá-las ilegais e ofensivas ao seu brio. Dois batalhões que haviam recebido ordem de seguir para pontos afastados do Império, decidiram não obedecer esta ordem.
A Noite de Ontem:
Às duas horas da madrugada estavam no quartel-general do exército, o sr. ajudante-general e diversos oficiais, Em forma, no quartel, estavam um batalhão de infantaria e um regimento de cavalaria. Havia de prontidão uma força de mais de 400 praças do corpo de polícia. Para aumentar essa força, foram retiradas praças de várias estações urbanas. até depois da meia-noite, esteve o ministério em conferência.
Hoje:
6 horas da manhã - O ministério está reunido na secretaria do império. Estão fechados os quartéis do 7o, do 10o e do Corpo de Bombeiros. desembarca na corte, vindo de Niterói, uma parte do Corpo de Polícia da província. Outra parte da força está na ponte da Armação a espera da lancha que a conduza à corte.
7 horas - Sobe a rua do Ouvidor uma força de fuzileiros navais. Os soldados estão em pé de guerra. Os oficiais trazem revólver.
8 horas - É quse impossível chegar ao Campo de Santana. uma força do 10o está no largo da Lapa para impedir a passagem provável de estudantes da Escola Militar. Das janelas do palacete Itamaraty parte uma descarga sobre o povo.
9 horas - À porta de uma taverna, na esquina da rua são Lourenço está sentado, com um ferimento na fronte, o sr. barão do Ladário, ministro da marinha. O ferido está com um gramete ao lado. (...) Estão fechadas todas as estações de polícia.
9 1/2 - (...) O quartel está fechado. Dentro está o batalhão que não quer, segundo consta, seguir para onde foi removido. O ministério continua reunido.
10 horas - (...) Confirma-se o boato de que o ministério pediu demissão. (...)
10 horas e meia - Os alunos da Escola Militar sem ordem, nem todos fardados, mas armados, tendo à frente uma corneta do 22o seguem para o Campo de Santana, dando vivas à Nação brasileira e ao exército. O ministério que estava preso e guardado pelo exército, rende-se. O general Deodoro entra no quartel em triúnfo, abraçado, entre aclamações entusiasmáticas. O exército dá vivas à República. É o grito que se ouve em todo o Campo de Santana. (...)
10 e 3/4 - O general Deodoro é carregado em triúnfo. O 2o de artilharia dá uma salva de 21 tiros. Povo, exército e marinha dão vivas à Nação brasileira. (...)" Cidade do Rio, 15 de novembro de 1889.

A República




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    Chiquitinha Maravilha

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    A Curso  de Legislação Empresarial  LDTDA/TPD/IOB
    Credenciamento: CFMO O97

    Oswaldo  Melantonio  Formado  em  Direito, Filosofia   e Jornalismo, Av. Marquês  de  São Vicente (Agua  Branca), São  Paulo/SP.

    Certificado COMUNICAÇÕES  VERBAIS /Concluído  em 7/03/1986

    Chiquitinha  Maravilha nasceu  no  dia  07/07/1951 ás  03: 05 hs  na  Travessa  Barão  Açu  da  Torre, atual  rua  Luis Sepúlveda  Garces, centro,  cidade  de  Mata  de  São João, curso  primário  no Grupo Escolar  Getúlio Vargas (1959/65), ginasial  IMEMB  (atual CMMB)  de  1966/69. Chiquitinha  Maravilha  aposentado, Técnico em Química (nível médio), Curso  de  Comunicações Verbais  em  07/03/1986, (100 horas de  duração, EQUIVALENTE A 6 MESES), Credenciamento: CFMO 097,  o Professor Responsável   pelo Curso de Legislação Empresarial  o Professor Oswaldo Melatonio, formado  em Direito, Filosofia e  Jornalismo;
    No  citado  curso grandes  figuras  do  mundo  da  comunicação  política, esportiva, empresarial, realizaram o citado curso (Oreste Quecia, Osmar Santos, Janio Quadros fizeram esse citado curso.... ).

                                          MATA DE SÃO JOÃO/BA.
    Praça Barão Açu da Torre (primo de Chiquitinha  Maravilha e de Frank Chaga) na Cidade  de  Mata  de  São João na
    década de  1950, nessa   citada  praça  nasceu Frank Chagas no dia 11/08/1939.


     Troféu Ndilson Daltro dos  Santos (Nai)


    ABAIXO :
    LINK DA BIOGRAFIA  DO INDUSTRIAL PRISCÍLIO  DE  ABREU  GUIMARÃES  /LATICINIO  DE  LEITE/CIDADE  DE MATA DE SÃO  JOÃO/BA.

      




    Gamaliel  na 1ª  Maratona da Independência da Bahia 1984 
    Salvador/Ba. 42. 198 metros

                                      CORRER É VIVER, REJUVENESCER...

                                   (A Poesia do Corredor)

                       Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
    Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
    Ajusto o relógio, preparo logo a partida
    Já estou correndo, olho ao redor, que vista!

    Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
    Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
    Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em  frente
    Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...

    É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
    Imagens lindas! E, captando energias do além
    Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
    Sinto-me feliz,  porque a corrida me faz bem.

    A cada quilômetro percorrido
    Estabeleço um ritmo adequado
    Subindo e descendo ladeiras, corro
    Sempre a cada passo, respirando controlado.

    É a técnica treinada com resistência
    Força, energia e muita paciência,
    Superando meus limites, aprendo a viver
    Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...

                         Poetizada em  13/02/1985

    Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantesdoatletismo. 
    Direitos Autorais registrado em nome de  Gamaliel.   

                           PRINCIPAIS CORRIDAS

    Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade  (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador de futebol,    matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João).
    Correu  14 maratonas  em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)2 maratonas em Nova York (1984 e 1986) 2 São Silvestre (1983, 1984). Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984,  pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú  pela  BR 101  no  ano  de 1986 Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
    Representou os municípios de  Mata  de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas  corridas citas  sem ter apoio financeiro das prefeituras  citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive  nas duas Maratonas Internacionais  houve apoio da Copene  no translado Salvador Rio de Janeiro e vice   versa, ajuda  na  estádia), sendo  passagens  de ida e volta  a  custo do atleta, e trabalhava das 8 horas  as  17 horas e compensava  os dias  da estadia em New  York (5 dias em 1984 e 1986).
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                                    CHIQUITINHA MARAVILHA - MEIO CAMPISTA!

                                     O matense Gamaliel Chagas, 21 anos de idade (Chiquitinha Maravilha),
                                     ano 1972, Estádio Municipal de Pojuca, Intermunicipal, Seleção de
                                   Mata de São João x Santo Amaro. Foto arquivo de Chiquitinha Maravilha.
                                                   ESTÁDIO DO SESI/SALVADOR 1975
                                                 Chiquitinha Maravilha, aos 24 anos no Estádio do SESI/Roma, Salvador
                                                   time da AntaRctica /Campeonato Industriário 1975.


                                                GAMALIEL CHAGAS, O  MARATONISTA POETA!



                                                                          Gamaliel  na Maratona do Rio, 1987



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