MAIS UMA DO GENIAL, INCOMPARÁVEL! CORDEIRO FÁBIO!!
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Cordeiro Fábio
É o suquinho gostoso. Tá na moda , o chicabom do coroa. Com Pedro, Pepinho e Malú.
MAIS UMA DO GENIAL, INCOMPARÁVEL! CORDEIRO FÁBIO!!

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Cordeiro Fábio em Residencial Quintas Do Imbuí.
Hoje é sexta? Então vamos de aulas de toques e cantos. Com Maian Estrella e André Cordeiro
Esporte Clube Bahia adicionou 2 novas fotos.
Em evento com distribuição de ovos de Páscoa para a garotada da divisão de base do clube, Bahia e Canaã renovam parceria até o fim de 2017http://www.esporteclubebahia.com.br/renovado-canaa/
smo se desenvolveu a partir das influências de ideiaspangermânicas, do movimento nacionalista alemão Völkisch e de grupos paramilitares anticomunistas chamados Freikorps, que surgiram durante a República de Weimar após a derrota alemã na Primeira Guerra Mundial. O termo "nacional-socialismo" surgiu a partir da tentativa de redefinição nacionalista do conceito de "socialismo", para criar uma alternativa tanto ao socialismo internacionalista marxista quanto ao capitalismo de livre mercado. A ideologia rejeitava o conceito de luta de classes, assim como defendia a propriedade privada e as empresas de alemães.
O nazismo apoiava teorias como a hierarquia racial e o darwinismo social, sendo que os povos germânicos (chamados de raça nórdica) eram descritos como os mais puros da raça ariana e eram, portanto, vistos como a "raça superior". O movimento tinha como objetivo superar as divisões sociais para criar uma sociedade homogênea, ao mesmo tempo em que buscava unidade nacional etradicionalismo. Os nazistas tentaram conseguir isto através de uma "comunidade do povo"
O nazismo apoiava teorias como a hierarquia racial e o darwinismo social, sendo que os povos germânicos (chamados de raça nórdica) eram descritos como os mais puros da raça ariana e eram, portanto, vistos como a "raça superior". O movimento tinha como objetivo superar as divisões sociais para criar uma sociedade homogênea, ao mesmo tempo em que buscava unidade nacional etradicionalismo. Os nazistas tentaram conseguir isto através de uma "comunidade do povo"
Chiquitinha Maravilha
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NAZISMO
Socialismo (em alemão: Nationalsozialismus), mais comumen...
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NAZISMO
Socialismo (em alemão: Nationalsozialismus), mais comumente conhecido como nazismo, é a ideologia de extrema-direitaassociada ao Partido Nazista, ao Estado nazista, bem como a outros grupos ultradireitistas. Normalmente caracterizado como uma forma de fascismo que incorpora o racismo científico e o antissemitismo, o nazismo se desenvolveu a partir das influências de ideiaspangermânicas, do movimento nacionalista alemão Völkisch e de grupos paramilitares anticomunistas chamados Freikorps, que surgiram durante a República de Weimar após a derrota alemã na Primeira Guerra Mundial. O termo "nacional-socialismo" surgiu a partir da tentativa de redefinição nacionalista do conceito de "socialismo", para criar uma alternativa tanto ao socialismo internacionalista marxista quanto ao capitalismo de livre mercado. A ideologia rejeitava o conceito de luta de classes, assim como defendia a propriedade privada e as empresas de alemães.
O nazismo apoiava teorias como a hierarquia racial e o darwinismo social, sendo que os povos germânicos (chamados de raça nórdica) eram descritos como os mais puros da raça ariana e eram, portanto, vistos como a "raça superior". O movimento tinha como objetivo superar as divisões sociais para criar uma sociedade homogênea, ao mesmo tempo em que buscava unidade nacional etradicionalismo. Os nazistas tentaram conseguir isto através de uma "comunidade do povo" (Volksgemeinschaft) que iria unir todos osalemães e excluir aqueles considerados como "povos estrangeiros" (Fremdvölkische). O nazismo também reivindicava com determinação o que entendia ser territórios historicamente alemães sob a doutrina pangermânica (ou Heim ins Reich), bem como áreas adicionais para colonização alemã sob a doutrina de Lebensraum.
História
Adolf Hitler chegou ao poder enquanto líder de um partido político, o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei ou NSDAP). Os termos nazi ou nazista são acrônimos do nome do partido (vem de National Sozialist). A Alemanha desse período é também conhecida como "Alemanha Nazista" ("Alemanha Nazi" PE) e os partidários do nazismo eram (e são) chamados nazistas (nazis PE). O nazismo foi proibido na Alemanha moderna, muito embora pequenos grupos de simpatizantes, chamados neonazistas (neonazis PE), continuem a existir na Alemanha e noutros países. Alguns revisionistas históricos disseminam propaganda que nega ou minimiza o Holocausto (ver: Negacionismo do Holocausto).
Adolf Hitler chegou ao poder enquanto líder de um partido político, o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei ou NSDAP). Os termos nazi ou nazista são acrônimos do nome do partido (vem de National Sozialist). A Alemanha desse período é também conhecida como "Alemanha Nazista" ("Alemanha Nazi" PE) e os partidários do nazismo eram (e são) chamados nazistas (nazis PE). O nazismo foi proibido na Alemanha moderna, muito embora pequenos grupos de simpatizantes, chamados neonazistas (neonazis PE), continuem a existir na Alemanha e noutros países. Alguns revisionistas históricos disseminam propaganda que nega ou minimiza o Holocausto (ver: Negacionismo do Holocausto).
Origens
Nacionalismo (Völkisch)
Nacionalismo (Völkisch)
Johann Gottlieb Fichte, considerado um dos pais do nacionalismo alemão
Uma das influências ideológicas mais significativas sobre os nazistas foi o nacionalista alemão Johann Gottlieb Fichte, cujas obras serviram de inspiração para Hitler e outros membros nazistas, incluindo Dietrich Eckart e Arnold Fanck.[10] Em sua obra Discursos à nação alemã (1808), escrita em meio à ocupação napoleônica de Berlim pela França, Fichte invocou uma revolução nacional alemã contra os ocupantes franceses, fazendo discursos públicos, armando seus alunos para a batalha contra os franceses, e salientando a necessidade da ação para expulsar os franceses.[10] O nacionalismo de Fichte era populista e em oposição às elites tradicionais, insistindo na necessidade de uma "Guerra do Povo" (Volkskrieg), conceito este semelhante ao adotado posteriormente pelos nazistas.[10] Fichte promoveu o excepcionalismo alemão e salientou a necessidade da nação alemã ser purificada, incluindo purgar a língua alemã de palavras francesas, uma política que os nazistas empreenderam ao assumir o poder
Uma das influências ideológicas mais significativas sobre os nazistas foi o nacionalista alemão Johann Gottlieb Fichte, cujas obras serviram de inspiração para Hitler e outros membros nazistas, incluindo Dietrich Eckart e Arnold Fanck.[10] Em sua obra Discursos à nação alemã (1808), escrita em meio à ocupação napoleônica de Berlim pela França, Fichte invocou uma revolução nacional alemã contra os ocupantes franceses, fazendo discursos públicos, armando seus alunos para a batalha contra os franceses, e salientando a necessidade da ação para expulsar os franceses.[10] O nacionalismo de Fichte era populista e em oposição às elites tradicionais, insistindo na necessidade de uma "Guerra do Povo" (Volkskrieg), conceito este semelhante ao adotado posteriormente pelos nazistas.[10] Fichte promoveu o excepcionalismo alemão e salientou a necessidade da nação alemã ser purificada, incluindo purgar a língua alemã de palavras francesas, uma política que os nazistas empreenderam ao assumir o poder
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GALERIA DE FOTOS:
Fotos wikipédia
Fotos wikipédia
F 1 - Selo que engrandece o trabalhador nazista.
F 2 - Joseph Goebbels selecionou pessoalmente Hessy Levinsons Taft, uma jovem bebê judia, para representar o "bebê ariano ideal" em uma propaganda nazista. Goebbels não sabia sobre a ancestralidade da criança. (ca. 1935)
F 3 - Na condição de escravos do nazismo, judeus e outros perseguidos políticos no campo de concentração de Wobbelin foram libertados pelos Aliados.
F 4 - Estado deplorável de judeus e outros contrários ao nazismo, no final da guerra, campo de concentração de Buchenwald
F 5 - Corpos de prisioneiros dos nazistas encontrados pelas tropas americanas em Weimar, Alemanha
F 6 - Georg Ritter von Schönerer
F 7 -Johann Gottlieb Fichte, considerado um dos pais do nacionalismo alemão
F 8 - George Lincoln Rockwell
F 9 - Hermann Göring
F 10 -Heinrich Himmler
F 11 - Joseph Goebbels
F 12 - Adolf Hitler
F 13 - Suástica Nazista
F 2 - Joseph Goebbels selecionou pessoalmente Hessy Levinsons Taft, uma jovem bebê judia, para representar o "bebê ariano ideal" em uma propaganda nazista. Goebbels não sabia sobre a ancestralidade da criança. (ca. 1935)
F 3 - Na condição de escravos do nazismo, judeus e outros perseguidos políticos no campo de concentração de Wobbelin foram libertados pelos Aliados.
F 4 - Estado deplorável de judeus e outros contrários ao nazismo, no final da guerra, campo de concentração de Buchenwald
F 5 - Corpos de prisioneiros dos nazistas encontrados pelas tropas americanas em Weimar, Alemanha
F 6 - Georg Ritter von Schönerer
F 7 -Johann Gottlieb Fichte, considerado um dos pais do nacionalismo alemão
F 8 - George Lincoln Rockwell
F 9 - Hermann Göring
F 10 -Heinrich Himmler
F 11 - Joseph Goebbels
F 12 - Adolf Hitler
F 13 - Suástica Nazista
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AÇÃO INTEGRALISTA BRASILEIRA
História
Os principais militantes que deram corpo ao movimento integralista brasileiro foram Plínio Salgado, Gustavo Barroso e Miguel Reale. Plínio Salgado sistematizou a teoria do Estado Integral, e criou os uniformes, símbolos, costumes, hábitos e rituais dos participantes do movimento integralista, e criou a Ação Integralista Brasileira em 7 de outubro de 1932, com lançamento do Manifesto de Outubro de 1932 [3] . Às vésperas das eleições presidenciais de 1937, onde Plínio Salgado era o candidato favorito, a AIB lançou o Manifesto Programa de 1937, que foi um dos principais documentos do movimento, influenciou[4] as realizações do Estado Novo, e uma grande geração de políticos como Juscelino Kubitschek,[5] que agradece a Plínio Salgado pela inspiração propiciada pelo livro "13 Anos em Brasília", que o levou a construir a nova capital brasileira. Assim como uma série de programas como a "Casa-Própria" e a "Alfabetização de Adultos". O integralismo foi um movimento muito importante na conjuntura não só da década de 1930, mas influenciaria muitos políticos e intelectuais com atuação posterior a esse período.
Dentre os numerosos membros da AIB, pode-se citar, além de Plínio Salgado, Gustavo Barroso, Miguel Reale, Tasso da Silveira, San Tiago Dantas, Olbiano de Melo, Câmara Cascudo, Neiva Moreira, Gofredo Teixeira da Silva Teles e Inácio da Silva Teles, Raimundo Padilha, Alfredo Buzaid, Madeira de Freitas, Augusto Frederico Schmidt, Gerardo Melo Mourão, Dantas Mota, Vinícius de Morais, Paulo Fleming, Adonias Filho, Dom Hélder Câmara, Ribeiro Couto, Herbert Parentes Fortes, José Loureiro Júnior, Hélio Viana, Américo Jacobina Lacombe, Ernâni Silva Bruno, Antônio Gallotti, Jorge Lacerda, Thiers Martins Moreira, José Lins do Rego, Alcebíades Delamare Nogueira da Gama, Roland Corbisier, Álvaro Lins, Seabra Fagundes, Rui de Arruda Camargo, Raimundo Barbosa Lima, João Carlos Fairbanks, Mário Graciotti, Mansueto Bernardi e Belisário Pena, Antonio de Toledo Piza, Romulo de Almeida Mercuri, Abdias do Nascimento.
Os principais militantes que deram corpo ao movimento integralista brasileiro foram Plínio Salgado, Gustavo Barroso e Miguel Reale. Plínio Salgado sistematizou a teoria do Estado Integral, e criou os uniformes, símbolos, costumes, hábitos e rituais dos participantes do movimento integralista, e criou a Ação Integralista Brasileira em 7 de outubro de 1932, com lançamento do Manifesto de Outubro de 1932 [3] . Às vésperas das eleições presidenciais de 1937, onde Plínio Salgado era o candidato favorito, a AIB lançou o Manifesto Programa de 1937, que foi um dos principais documentos do movimento, influenciou[4] as realizações do Estado Novo, e uma grande geração de políticos como Juscelino Kubitschek,[5] que agradece a Plínio Salgado pela inspiração propiciada pelo livro "13 Anos em Brasília", que o levou a construir a nova capital brasileira. Assim como uma série de programas como a "Casa-Própria" e a "Alfabetização de Adultos". O integralismo foi um movimento muito importante na conjuntura não só da década de 1930, mas influenciaria muitos políticos e intelectuais com atuação posterior a esse período.
Dentre os numerosos membros da AIB, pode-se citar, além de Plínio Salgado, Gustavo Barroso, Miguel Reale, Tasso da Silveira, San Tiago Dantas, Olbiano de Melo, Câmara Cascudo, Neiva Moreira, Gofredo Teixeira da Silva Teles e Inácio da Silva Teles, Raimundo Padilha, Alfredo Buzaid, Madeira de Freitas, Augusto Frederico Schmidt, Gerardo Melo Mourão, Dantas Mota, Vinícius de Morais, Paulo Fleming, Adonias Filho, Dom Hélder Câmara, Ribeiro Couto, Herbert Parentes Fortes, José Loureiro Júnior, Hélio Viana, Américo Jacobina Lacombe, Ernâni Silva Bruno, Antônio Gallotti, Jorge Lacerda, Thiers Martins Moreira, José Lins do Rego, Alcebíades Delamare Nogueira da Gama, Roland Corbisier, Álvaro Lins, Seabra Fagundes, Rui de Arruda Camargo, Raimundo Barbosa Lima, João Carlos Fairbanks, Mário Graciotti, Mansueto Bernardi e Belisário Pena, Antonio de Toledo Piza, Romulo de Almeida Mercuri, Abdias do Nascimento.
A AIB foi uma organização política que conquistou a simpatia de membros da classe dirigente, de uma parcela da classe média e de uma parcela dos oficiais das Forças Armadas. Mesmo o presidente Getúlio Vargas apoiou a organização do movimento integralista desde seu início.
Levante integralista
Levante integralista
Ver artigo principal: Levante integralista
Em decorrência da dissolução da AIB, após a instauração do Estado Novo, alguns integralistas insurgiram-se tentando dar um contragolpe à ditadura de Vargas, em 1938. Severo Fournier, liderando os integralistas, atacou, em 11 de maio de 1938, o Palácio Guanabara. Eram 80 militantes integralistas ao todo - dentre eles um membro da família imperial brasileira. Em resposta, muitos foram fuzilados, outros tantos feridos. Cerca de 1 500 integralistas acabaram presos e ficaram sob a responsabilidade de Filinto Müller para interrogá-los. Plínio Salgado, ao final, foi exilado em Portugal. O ocorrido ficou conhecido como Levante integralista.
Em decorrência da dissolução da AIB, após a instauração do Estado Novo, alguns integralistas insurgiram-se tentando dar um contragolpe à ditadura de Vargas, em 1938. Severo Fournier, liderando os integralistas, atacou, em 11 de maio de 1938, o Palácio Guanabara. Eram 80 militantes integralistas ao todo - dentre eles um membro da família imperial brasileira. Em resposta, muitos foram fuzilados, outros tantos feridos. Cerca de 1 500 integralistas acabaram presos e ficaram sob a responsabilidade de Filinto Müller para interrogá-los. Plínio Salgado, ao final, foi exilado em Portugal. O ocorrido ficou conhecido como Levante integralista.
Com o aparecimento do documento denominado Plano Cohen, foi possível o golpe de estado de Vargas, dando então início ao Estado Novo. Parte da alta cúpula integralista conhecia as articulações de Getúlio para dar o golpe, e Plínio Salgado negociava o futuro cargo de ministro da educação, tentando, com isso, garantir a presença dos integralistas no novo governo. Porém Vargas surpreendeu os integralistas, proibindo a existência de qualquer agremiação política a partir de novembro de 1937.
Símbolos, vestimentas, rituais e iconografia
Bandeira da Ação Integralista Brasileira.
A saudação "anauê", adotada pelos integralistas brasileiros, de provável origem tupi, significando "você é meu irmão".
A atitude dos integralistas brasileiros em público era marcada pela simbologia e iconografia adotada. Os integralistas se apresentavam, oficialmente, uniformizados. As camisas e capacetes eram verde-oliva, as calças eram pretas ou brancas ou cáqui e as gravatas pretas.
A atitude dos integralistas brasileiros em público era marcada pela simbologia e iconografia adotada. Os integralistas se apresentavam, oficialmente, uniformizados. As camisas e capacetes eram verde-oliva, as calças eram pretas ou brancas ou cáqui e as gravatas pretas.
Cumprimentavam-se utilizando a palavra que se presume vir do tupi, "Anauê", que significaria "você é meu irmão",[6] com o braço esticado e mão espalmada, tal como grupos fascistas europeus como os camisas negras italianos e os camisas pardas nazistas.[6] Este cumprimento é feito pelos integralistas até hoje, e o seu significado, cristalizado nesse que os camisas-verdes atribuíram a ele.
GALERIA DE FOTOS
fotos Wikipédia
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F 1 - A saudação "anauê", adotada pelos integralistas brasileiros, de provável origem tupi, significando "você é meu irmão"
F 2 - Bandeira da Ação Integralista Brasileira.
F 3 - Escudo de armas do Brasil, versão oficial
F 4 - Departamento Feminino e de Juventude, década de 1930.
F 5 - Sessão de encerramento do Congresso Integralista. Plínio Salgado encontra-se ao centro (sentado). Blumenau, 1935.
F 6 -
F 2 - Bandeira da Ação Integralista Brasileira.
F 3 - Escudo de armas do Brasil, versão oficial
F 4 - Departamento Feminino e de Juventude, década de 1930.
F 5 - Sessão de encerramento do Congresso Integralista. Plínio Salgado encontra-se ao centro (sentado). Blumenau, 1935.
F 6 -
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FASCISMO CLICK NO LINK E LEIA NA INTEGRA
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FASCISMO
Fascismo é uma forma de radicalismo político autoritário nacionalista[2] [3] que ganhou destaque no início do século XX na Europa. Os fascistas procuravam unificar sua nação através de um Estado totalitário que promove a vigilância,[4] um estado forte, a mobilização em massa da comunidade nacional,[5] [6] confiando em um partido de vanguarda para iniciar uma revolução e organizar a nação em princípios fascistas[7] hostis a todas as vertentes do marxismo, desde o comunismo totalitário ao socialismo democrático.[8]
Os movimentos fascistas compartilham certas características comuns, incluindo a veneração ao Estado, a devoção a um líder forte e uma ênfase emultranacionalismo, etnocentrismo e militarismo. O fascismo vê a violência política, a guerra, e o imperialismo como meios para alcançar o rejuvenescimento nacional[5] [9] [10] [11] e afirma que as nações e raças consideradas superiores devem obter espaço deslocando ou eliminandoaquelas consideradas fracas ou inferiores,[12] como no caso da prática fascista modelada pelo nazismo.[13]
O fascismo tomou emprestado teorias e terminologias do socialismo, mas aplicou-as sob o ponto de vista que o conflito entre as nações e raças fosse mais significativo, do que o conflito de classes e teve foco em acabar com as divisões de classes dentro da nação.[14] Defendeu uma economia mista, com o objetivo principal de conseguir autarquia para garantir a auto-suficiência, e a independência nacional através de protecionismo e políticas econômicas que intercalam intervencionismo e privatização.[15] [16] [6] O fascismo sustenta o que é, às vezes, chamado de Terceira posição entre o capitalismo e o socialismo marxista.[17]
Fascismo é uma forma de radicalismo político autoritário nacionalista[2] [3] que ganhou destaque no início do século XX na Europa. Os fascistas procuravam unificar sua nação através de um Estado totalitário que promove a vigilância,[4] um estado forte, a mobilização em massa da comunidade nacional,[5] [6] confiando em um partido de vanguarda para iniciar uma revolução e organizar a nação em princípios fascistas[7] hostis a todas as vertentes do marxismo, desde o comunismo totalitário ao socialismo democrático.[8]
Os movimentos fascistas compartilham certas características comuns, incluindo a veneração ao Estado, a devoção a um líder forte e uma ênfase emultranacionalismo, etnocentrismo e militarismo. O fascismo vê a violência política, a guerra, e o imperialismo como meios para alcançar o rejuvenescimento nacional[5] [9] [10] [11] e afirma que as nações e raças consideradas superiores devem obter espaço deslocando ou eliminandoaquelas consideradas fracas ou inferiores,[12] como no caso da prática fascista modelada pelo nazismo.[13]
O fascismo tomou emprestado teorias e terminologias do socialismo, mas aplicou-as sob o ponto de vista que o conflito entre as nações e raças fosse mais significativo, do que o conflito de classes e teve foco em acabar com as divisões de classes dentro da nação.[14] Defendeu uma economia mista, com o objetivo principal de conseguir autarquia para garantir a auto-suficiência, e a independência nacional através de protecionismo e políticas econômicas que intercalam intervencionismo e privatização.[15] [16] [6] O fascismo sustenta o que é, às vezes, chamado de Terceira posição entre o capitalismo e o socialismo marxista.[17]
Etimologia
O termo fascismo é derivado da palavra em latim fasces.[26] um feixe de varas amarradas em volta de um machado,[27] foi um símbolo do poder conferido aos magistrados na República Romana de flagelar e decapitar cidadãos desobedientes.[1] Eram carregados por lictores e poderiam ser usados para castigo corporal e pena capital a seu próprio comando.[28] [29] Mussolini adotou esse símbolo para o seu partido, cujos seguidores passaram a chamar-se fascistas.[30]
O simbolismo dos fasces sugeria "a força pela união": uma única haste é facilmente quebrada, enquanto o feixe é difícil de quebrar.[31] Símbolos semelhantes foram desenvolvidos por diferentes movimentos fascistas. Por exemplo, o símbolo da Falange Espanhola é composto de cinco flechas unidas por uma parelha.[32]
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FASCISMO CLICK NO LINK E LEIA NA INTEGRA
O termo fascismo é derivado da palavra em latim fasces.[26] um feixe de varas amarradas em volta de um machado,[27] foi um símbolo do poder conferido aos magistrados na República Romana de flagelar e decapitar cidadãos desobedientes.[1] Eram carregados por lictores e poderiam ser usados para castigo corporal e pena capital a seu próprio comando.[28] [29] Mussolini adotou esse símbolo para o seu partido, cujos seguidores passaram a chamar-se fascistas.[30]
O simbolismo dos fasces sugeria "a força pela união": uma única haste é facilmente quebrada, enquanto o feixe é difícil de quebrar.[31] Símbolos semelhantes foram desenvolvidos por diferentes movimentos fascistas. Por exemplo, o símbolo da Falange Espanhola é composto de cinco flechas unidas por uma parelha.[32]
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GALERIA DE FOTOS;
F 1 - Bandeira do Partido da Cruz Flechada
F 2 - Papa Pio XI na inauguração da radio Vaticano acompanhado do cardeal Pacelli, futuro papa Pio XII, em 1931.
F 3 - Benito Mussolini (esquerda) e Adolf Hitler (direita)
F 4 - Moradores de Fiume animam a chegada de Gabriele d'Annunzio e seus nacionalistas camisas negras. D'Annunzio e o fascista Alceste De Ambris desenvolveram a quasi-fascista Regência Italiana de Carnaro, uma cidade-Estado em Fiume.
F 5 - Benito Mussolini em 1917, como soldado na Primeira Guerra Mundial.
F 6 - Bandeira da Vaterländische Front, Frente Patriótica
F 7 - Francisco Franco, o quasi-fascista Caudilho da Espanha de 1939 a 1975.
F 8 - Símbolo do Antifascismo.
F 9 - Bandeira da Ação Integralista Brasileira.
F 10 - Enrico Corradini
F 2 - Papa Pio XI na inauguração da radio Vaticano acompanhado do cardeal Pacelli, futuro papa Pio XII, em 1931.
F 3 - Benito Mussolini (esquerda) e Adolf Hitler (direita)
F 4 - Moradores de Fiume animam a chegada de Gabriele d'Annunzio e seus nacionalistas camisas negras. D'Annunzio e o fascista Alceste De Ambris desenvolveram a quasi-fascista Regência Italiana de Carnaro, uma cidade-Estado em Fiume.
F 5 - Benito Mussolini em 1917, como soldado na Primeira Guerra Mundial.
F 6 - Bandeira da Vaterländische Front, Frente Patriótica
F 7 - Francisco Franco, o quasi-fascista Caudilho da Espanha de 1939 a 1975.
F 8 - Símbolo do Antifascismo.
F 9 - Bandeira da Ação Integralista Brasileira.
F 10 - Enrico Corradini
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CAPITALISMO
O capitalismo é um sistema econômico em que os meios de produção, distribuição, decisões sobre oferta, demanda, preço e investimentos são em grande parte ou totalmente de propriedade privada, com fins lucrativos. Os lucros são distribuídos para os proprietários que investem em empresas. Predomina o trabalho assalariado. É dominante no mundo ocidental desde o final dofeudalismo.[1]
Alguns definem o capitalismo como um sistema onde todos os meios de produção são de propriedade privada, outros o definem como um sistema onde apenas a "maioria" dos meios de produção está em mãos privadas, enquanto outro grupo se refere a esta última definição como uma economia mista com tendência para o capitalismo, que é onde o Brasil se encaixaria. A propriedade privada no capitalismo implica o direito de controlar a propriedade, incluindo a determinação de como ela é usada, quem a usa, seja para vender ou alugar, e o direito à renda gerada pela propriedade.[2] O capitalismo também se refere ao processo deacumulação de capital. Não há consenso sobre a definição exata do capitalismo, nem como o termo deve ser utilizado como categoria analítica.[3] Há, no entanto, pouca controvérsia que a propriedade privada dos meios de produção, criação de produtos ou serviços com fins lucrativos num mercado, e preços e salários, são elementos característicos do capitalismo.[4] Há uma variedade de casos históricos em que o termo capitalismo é aplicado, variando no tempo, geografia, política e cultura.[5]
Economistas, economistas políticos e historiad
O capitalismo é um sistema econômico em que os meios de produção, distribuição, decisões sobre oferta, demanda, preço e investimentos são em grande parte ou totalmente de propriedade privada, com fins lucrativos. Os lucros são distribuídos para os proprietários que investem em empresas. Predomina o trabalho assalariado. É dominante no mundo ocidental desde o final dofeudalismo.[1]
Alguns definem o capitalismo como um sistema onde todos os meios de produção são de propriedade privada, outros o definem como um sistema onde apenas a "maioria" dos meios de produção está em mãos privadas, enquanto outro grupo se refere a esta última definição como uma economia mista com tendência para o capitalismo, que é onde o Brasil se encaixaria. A propriedade privada no capitalismo implica o direito de controlar a propriedade, incluindo a determinação de como ela é usada, quem a usa, seja para vender ou alugar, e o direito à renda gerada pela propriedade.[2] O capitalismo também se refere ao processo deacumulação de capital. Não há consenso sobre a definição exata do capitalismo, nem como o termo deve ser utilizado como categoria analítica.[3] Há, no entanto, pouca controvérsia que a propriedade privada dos meios de produção, criação de produtos ou serviços com fins lucrativos num mercado, e preços e salários, são elementos característicos do capitalismo.[4] Há uma variedade de casos históricos em que o termo capitalismo é aplicado, variando no tempo, geografia, política e cultura.[5]
Economistas, economistas políticos e historiad
O período entre os séculos XVI e XVIII é comumente descrito como mercantilismo.[29] Este período foi associado com a exploração geográfica da Era dos Descobrimentos sendo explorada por mercadores estrangeiros, especialmente da Inglaterra e dos Países Baixos; a colonização européia das Américas; e o rápido crescimento no comércio exterior. O mercantilismo foi um sistema de comércio com fins lucrativos, embora as commodities ainda eram em grande parte produzidas por métodos de produção não-capitalista.[5]
Enquanto alguns estudiosos vêem o mercantilismo como o primeiro estágio do capitalismo, outros argumentam que o capitalismo não surgiu até mais tarde. Por exemplo, Karl Polanyi, observou que "o mercantilismo, com toda a sua tendência para a comercialização, nunca atacou as salvaguardas que protegeram [os] dois elementos básicos do trabalho de produção e da terra de se tornar os elementos do comércio"; assim atitudes mercantilistas para o regulamento da economia estão mais próximas das atitudes feudais, "eles discordavam apenas sobre os métodos de regulação."
Enquanto alguns estudiosos vêem o mercantilismo como o primeiro estágio do capitalismo, outros argumentam que o capitalismo não surgiu até mais tarde. Por exemplo, Karl Polanyi, observou que "o mercantilismo, com toda a sua tendência para a comercialização, nunca atacou as salvaguardas que protegeram [os] dois elementos básicos do trabalho de produção e da terra de se tornar os elementos do comércio"; assim atitudes mercantilistas para o regulamento da economia estão mais próximas das atitudes feudais, "eles discordavam apenas sobre os métodos de regulação."
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GALERIA DE FOTOS;
WIKIPÉDIA
WIKIPÉDIA
F 1 - Um pôster da Industrial Workers of the World (1911), mostrando a Pirâmide do Sistema Capitalista
F 2 - Uma máquina a vapor de Watt. O motor a vapor, abastecido primeiramente com carvão, impulsionou a Revolução Industrial no Reino Unido.[37]
F 3 - Robert Clive após a Batalha de Plassey. A batalha começou o domínio da Companhia das Índias Orientais na Índia.
F 4 - Uma pintura de um porto francês de 1638, no auge do mercantilismo.
F 5 - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).
F 2 - Uma máquina a vapor de Watt. O motor a vapor, abastecido primeiramente com carvão, impulsionou a Revolução Industrial no Reino Unido.[37]
F 3 - Robert Clive após a Batalha de Plassey. A batalha começou o domínio da Companhia das Índias Orientais na Índia.
F 4 - Uma pintura de um porto francês de 1638, no auge do mercantilismo.
F 5 - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).
TEXTO AMPLIADO 06/03/16, SÁBADO, 06H11!
NA LINHA HISTÓRICA DO TEMPO DO FUTEBOL BAIANO, DÉCADA DE 1980!, HÁ 29 ANOS!!
NA LINHA HISTÓRICA DO TEMPO DO FUTEBOL BAIANO, DÉCADA DE 1980!, HÁ 29 ANOS!!
CHIQUITINHA MARAVILHA FUNDAVA VOLUNTARIAMENTE, A TOPOCA -TORCIDA ORGANIZADA DA CATUENSE, NO BAIANO DE 1987/88, CIDADE DE DIAS D'ÁVILA/BA.
A TOPOCA foi fundada em 1987, numa partida entre Catuense x Bahia de Bobô, no Estádio Waldeck Ornellas/Camaçari (atual Estádio Armando Oliveira), 21 bandeiras, sendo ofertando o Troféu Gratidão ao desportista Antonio Pena, sendo colocado duas faixas de 12 metros de comprimento homenageando a Catuense por ter escolhido o Estádio de Camaçari o seu mando de campo. Os panos, varas de bambus, troféus, costureira, e faixas tudo comprado por Chiquitinha Maravilha
Chiquitinha Maravilha fundou com recursos financeiros próprios a Topoca /Prol Catuense. no Baiano de 1987/8. com 21 bandeiras nas cores da Catuense de Antonio Pena, que fornecia 2 ônibus para levarem os torcedores de Dias D'Ávilas nos jogos do campeonato Baiano de 1987/88. Sendo o ponto de apanha da torcida diasdavilense na casa residencia de Gamaliel Chagas/Chiquitinha Maravilha, na rua Cajaiba, esquina com rua Sabiá. Nº 15 atualmente n. 26 (2016), Bairro de Nova Dias D'Ávila, cidade de Dias D'Ávila.
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A TOPOCA foi fundada em 1987, numa partida entre Catuense x Bahia de Bobô, no Estádio Waldeck Ornellas/Camaçari (atual Estádio Armando Oliveira), 21 bandeiras, sendo ofertando o Troféu Gratidão ao desportista Antonio Pena, sendo colocado duas faixas de 12 metros de comprimento homenageando a Catuense por ter escolhido o Estádio de Camaçari o seu mando de campo. Os panos, varas de bambuscostureira, troféus e faixas tudo comprado por Chiquitinha Maravilha.
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A TOPOCA foi a 1ª Torcida Organizada de um time profissional criada na cidade de Dias D'Ávila, Camaçari. Chiquitinha Maravilha havia saído de férias e fundou a TOPOCA.
A TOPOCA foi inaugurada no ano de 1987 na partida Bahia x Catuense no Estádio Waldeck Ornelas (atual Armando Oliveira), cidade de Camaçari, com desfile de 21 bandeiras dos torcedores da Catuense dos municípios de Dias D'Ávila e Camaçari "dando uma volta olímpica" na arquibancada do Estádio, inclusive passando no meio da torcida tricolor que respeitosamente deram "transito livre" para a Todos.....
BANDEIRA XADREZ, PILOTO!
A Bandeira acima, uma das 21 bandeiras confeccionadas em 1987, eram 21 bandeiras de vários formatos, com no minimo , um metro e meio da largura por 2 dois metros de comprimentos, enfeixadas por varas de bambus.
A Bandeira acima, uma das 21 bandeiras confeccionadas em 1987, eram 21 bandeiras de vários formatos, com no minimo , um metro e meio da largura por 2 dois metros de comprimentos, enfeixadas por varas de bambus.
Todas as bandeiras custeadas por Chiquitinha Maravilha, que ofertou ainda, um lindo Troféu com mais de um metro de altura, ao Desportista saudoso Antonio Pena (falecido em janeiro de 2016), além de colocar duas faixas de boas vindas a Catuense no estádio Municipal de Camaçari (faixas de 10 e 12 metros de comprimento e 0,50 metros de largura.
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DISPONIBILIZAVA O SAUDOSO, ANTONIO PENA, 2 ÔNIBUS
O saudoso desportista e presidente eterno da Catuense, Antonio Pena, disponibilizava 2 ônibus para transportar os componentes da Topoca, dos torcedores residentes em Dias D'Àvila/Bahia, isto durante os dois anos de existência da Topoca no baiano de 1987/88. Antonio Pena, faleceu aos 86 anos, sábado, dia 6 de fevereiro de 2016, motivado por acidente de carro, sendo sepultado dia 07/02/2016, um domingo, no Cemitério da cidade de Catu/Ba.
Antonio Pena fundou a Catuense no ano de 1974, tendo Pena, Nascido na vizinha São Sebastião do Passé, foi prefeito de Catu duas vezes, dono da viação Catuense, mas tornou-se muito conhecido por ter sido fundador da Catuense, clube que revelou grandes jogadores do futebol baiano e brasileiro, como Bobô, Sandro, Luiz Henrique, Vandick, Zanata e Naldinho, os dois primeiros campeões brasileiros pelo Bahia em 1988.
TOPOCA FUNDADA NO BAIRRO NOVA DIAS D'ÁVILA
A Topoca foi a primeira torcida Organizada, fundada no município diasdavilense, Bairro de Nova Dias D'Ávila, e também idem para a cidade de Camaçari/Ba. voltada para o estádio Municipal da citada cidade, de um time profissional representando Camaçari no Baianão, acontecido no ano de 1987.
No ano de 1987, o mando de Campo da Catuense, era no estádio Municipal Waldeck Ornellas, cidade de Camaçari (atual Armando Oliveira (mudado de nome na administração do prefeito Caetano do PT de Camaçari (2004/08). Em 1988, a Catuense retornou ao seu mando de Campo, Estádio Antonio Carneirão (Carneirão).
JOGOS NO CARNEIRÃO 1988/VOLTAS OLÍMPICA NA PISTA
na pista do estádio Antonio Carneiro (Carneirão), Gamaliel Chagas/Chiquitinha Maravilha, com a Bandeira da Foto, 10 minutos antes da Catuense entrar no gramado do citado estádio, Gamaliel entrava na pista de atletismo com a Bandeira, tênis, calça de malha, camisa, jaqueta com as cores da Catuense e dava uma volta olímpica na pista do citado estádio, tremulando a bandeira da Catuca, enquanto outras 20 bandeiras eram desfraldadas pela torcia Topoca, na arquibancada setor leste do Carneirão.
Existia a Tradicional Charanga de sopro e instrumento de percursão da Catuense , com torcedores que também animavam as partidas.
BANDEIRA PILOTO, DA FOTO RELÍQUIA, HÁ 29 ANOS!
A Bandeira da foto, tem 29 anos completados nesse ano de 2016. Sendo esta Bandeiras, a Piloto, que era empunhada por Gamaliel Chagas nos estádios da Fonte Nova, Carneirão/Alagoinhas, Camaçari, Feira de Santana.
CATUENSE VICE - CAMPEÃO DO BAIANO DE 1987!
Era um timaço o da Catuense nos anos de 1987/88, Naldinho, Luis Henrique, Lameu, e Cia........disputando memoráveis partidas com Bahia, Vitória, Flu de Feira, Galícia Leonico... Catense foi vice-campeã em 1987 e 4º colocado em 198, Flu de Feira foi o 3º Bahia tricampeão e Vitória Vice-campeão do citado ano, do Baiano de 1988.
Era um timaço o da Catuense nos anos de 1987/88, Naldinho, Luis Henrique, Lameu, e Cia........disputando memoráveis partidas com Bahia, Vitória, Flu de Feira, Galícia Leonico... Catense foi vice-campeã em 1987 e 4º colocado em 198, Flu de Feira foi o 3º Bahia tricampeão e Vitória Vice-campeão do citado ano, do Baiano de 1988.
TEMPOS INESQUECÍVEIS, DÉCADA DE 1980!!
Há tempos bons, repletos de excelentes jogadores, agora inesquecível década de 1980 no Gigante do Mangabeirão, a Imortal, a Eterna Fonte Nova de todas as Eternidades dos Deuses do Futebol Mágico, Folclore do Lendário Futebol Baiano, que em 2016, completa 115 Anos.
FUTEBOL DA BAHIA,
INTRODUZIDO POR ZUZA FERREIRA EM 28/10/1901!
INTRODUZIDO POR ZUZA FERREIRA EM 28/10/1901!
Futebol este, fundado, ou melhor, Introduzido por José Ferreira Junior, o Imortal, Zuza Ferreira, ao trazer uma bola da Inglaterra e junto com os irmãos Tapioca, sai da Piedade para bater bola no campo da Pólvora, sacramentando dia 28/10/1901, a história, da sedimentação do Futebol na Cidade Soteropolitana de Salvador, fundada em 29/03/1549, exatamente há 467 Anos, quando foi fundada por Tomé de Souza.
Viva Zuza Ferreira! Salve Tomé de Souza! Parabéns Cidade de Salvador, a Eterna Primeira Capital da Bahia e do Brasil, Democrático e Republicano!!!!
http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/p/biografia-de-… Biografia completa de Gamaliel Chagas/Chiquitinha Maravilha desde o nascimento em 07/07/1951.
http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/p/biografia-de-… Biografia completa de Gamaliel Chagas/Chiquitinha Maravilha desde o nascimento em 07/07/1951.
GALERIA DE FOTOS:
Bandeiras da TOPOCA - Torcida Organizada da Catuense, fundada em 1987 por Chiquitinha Maravilha de 1987,quando o mando de Campo da Catuense noa Campeonato Baiano de 1987 era no Estádio Municipal de Camaçari .
F 4 - HONRA AO MÉRITO ESPORTIVO A ANTONIO PENA!
Saudoso Desportista, empresário, e um dos Beneméritos do Futebol baiano, Antonio Pena, falecido aos 86 anos, dia 06/02/2016, sepultado no Cemitério da Cidade de Catu/Ba. dia 07/02/16, um domingo. Antonio faleceu motivado por acidente de Carro.
Saudoso Desportista, empresário, e um dos Beneméritos do Futebol baiano, Antonio Pena, falecido aos 86 anos, dia 06/02/2016, sepultado no Cemitério da Cidade de Catu/Ba. dia 07/02/16, um domingo. Antonio faleceu motivado por acidente de Carro.
BRASIL DEMOCRÁTICO, REPUBLICANO, REAGE!
JUSTIÇA SEMPRE, CORRUPÇÃO NUNCA, JAMAIS!
CORRUPÇÃO, ETERNA INIMIGA DA DEMOCRACIA!!
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Chiquitinha Maravilha adicionou 2 novas fotos.
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Márcio Leite
Dilma sendo julgada por crimes no regime militar, foi condenada. Morte de soldado, assalto a banco,terrorismo, assalto a academia Barro branco da Polícia Militar. Por isso que o Brasil está assim. Uma criminosa no poder só podia dar nisso.
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JUIZ SERGIO MORO, UM EXEMPLO DE MAGISTRADO COMPROMISSADO, COM JUSTIÇA, DEMOCRÁTICA CONSTITUCIONAL REPUBLICANA, BRASILEIRA!
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-0:47
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Joice Hasselmann adicionou um novo vídeo.
Espia o Jogo BrasilxUruguai , no estádio Arena , em Recife.
Ouçam o grito,agora : fooooora PT !
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Chiquitinha Maravilha adicionou 2 novas fotos.
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JUIZ SERGIO MORO, UM EXEMPLO DE MAGISTRADO COMPROMISSADO, COM A JUSTIÇA, DEMOCRÁTICA CONSTITUCIONAL REPUBLICANA, BRASILEIRA!
SE VOCÊ AMA DE VERDADE, O BRASIL DEMOCRÁTICO, REPUBLICANO!! COMPARTILHE, DEMONSTRANDO O SEU INCONDICIONAL AMOR, A PÁTRIA AMADA, BRASIL.
-0:43
1.912.447 visualizações
A Verdade Nua & Crua adicionou um novo vídeo.
O cara é macho pra caramba ta pedindo Apoio e nada ninguém quase compartilha ou curte o que realmente deveria ser curtido.....pelo AMOR DE DEUS vamos cooperar com ELE!
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Partido Anti-PT
Comparado a Elliot Ness, Sérgio Moro entrou para lista mais importante do planeta. Moro foi escolhido como o décimo-terceiro maior líder do mundo.
Elliot Ness, ...
Ver maisElliot Ness, ...
TOTAL DE ACESSOS MAIS 728 MIL EM 26/03/2016
SUA HISTÓRIA CLICK NO LINK
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NESSE MÊS DE MARÇO dia 29 DE 2016, COMEMORATIVO AOS 467 ANOS DE FUNDAÇÃO DA CIDADE DE SALVADOR (OCORRIDO EM 29/03/2015), ,O BLOG CHIQUITINHA MARAVILHA ESTÁ POSTANDO DIARIAMENTE UMA COLETÂNEA DE POESIAS DESCRITIVA DA HISTÓRIA DA 1ª CAPITAL DO BRASIL, AUTORIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA E COM DIREITOS AUTORAIS REGISTRADO, PODENDO SER DIVULGADA, CITADO A FONTE DE ORIGEM. MUITAS DESSAS POESIAS FORAM POETIZADAS NO ANO DE 1970 EM DIANTE, QUANDO CHIQUITINHA MARAVILHA TINHA 19 ANOS, E RESIDENTE NA SUA CIDADE NATA, MATA DE SÃO JOÃO/BA.
POESIAS POETIZADA A LUZ DOCUMENTAL, COM INSPIRAÇÃO POÉTICA DO AUTOR DAS POESIAS.
NESSE MÊS DE MARÇO dia 29 DE 2016, COMEMORATIVO AOS 467 ANOS DE FUNDAÇÃO DA CIDADE DE SALVADOR (OCORRIDO EM 29/03/2015), ,O BLOG CHIQUITINHA MARAVILHA ESTÁ POSTANDO DIARIAMENTE UMA COLETÂNEA DE POESIAS DESCRITIVA DA HISTÓRIA DA 1ª CAPITAL DO BRASIL, AUTORIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA E COM DIREITOS AUTORAIS REGISTRADO, PODENDO SER DIVULGADA, CITADO A FONTE DE ORIGEM. MUITAS DESSAS POESIAS FORAM POETIZADAS NO ANO DE 1970 EM DIANTE, QUANDO CHIQUITINHA MARAVILHA TINHA 19 ANOS, E RESIDENTE NA SUA CIDADE NATA, MATA DE SÃO JOÃO/BA.
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FAMÍLIA PEREIA CHAGAS E RAMIFICAÇÕES - UMA GERAÇÃO DE POVOADORES A PARTIR DE PORTUGAL P/ MATA DE SÃO JOÃO , CIDADES VIZINHAS DESDE OS PRIMORDIOS!
VER TRAÇOS BIOGRÁFICOS FAMÍLA PEREIRA CHAGAS E RAMIFICAÇÕES NO BLOG.
PEREIRA CHAGAS E RAMIFICAÇÕES! FAMÍLIAS DE DE POVOADORES, DESDE OS PRIMÓRDIOS DA POVOAÇÃO MATENSE E CIDADES VIZINHAS
A CITADA FAMÍLIA, ORIGINADAS DE PORTUGAL PRA O BRASIL, VIA SOLO BAIANO, COMPOSTA DESDE OS PRIMÓRDIOS DE:
POVOADORES, AGRICULTORES, PECUARISTA, FAZENDEIROS, DONOS DE ENGENHOS DE CANA DE AÇÚCAR, CAFEICULTORES, BARÕES, VISCONDES, PREFEITOS, INTENDENTES, VEREADORES, CONSELHEIROS MUNICIPAIS, GOVERNADORES, SENADORES, DEPUTADOS, ADVOGADOS, JUÍZES DESEMBARGADORES, MILITARES, MÉDICOS, POETAS, ESCRITORES, MÚSICOS ATLETAS (MARATONISTAS, JUDOCAS, JOGADORES DE FUTEBOL, E MUITO MAIS...).
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A Curso de Legislação Empresarial LDTDA/TPD/IOB
Credenciamento: CFMO O97
Oswaldo Melantonio Formado em Direito, Filosofia e Jornalismo, Av. Marquês de São Vicente (Agua Branca), São Paulo/SP.
Certificado COMUNICAÇÕES VERBAIS /Concluído em 7/03/1986
Chiquitinha Maravilha nasceu no dia 07/07/1951 ás 03: 05 hs na Travessa Barão Açu da Torre, atual rua Luis Sepúlveda Garces, centro, cidade de Mata de São João, curso primário no Grupo Escolar Getúlio Vargas (1959/65), ginasial IMEMB (atual CMMB) de 1966/69. Chiquitinha Maravilha aposentado, Técnico em Química (nível médio), Curso de Comunicações Verbais em 07/03/1986, (100 horas de duração, EQUIVALENTE A 6 MESES), Credenciamento: CFMO 097, o Professor Responsável pelo Curso de Legislação Empresarial o Professor Oswaldo Melatonio, formado em Direito, Filosofia e Jornalismo;
No citado curso grandes figuras do mundo da comunicação política, esportiva, empresarial, realizaram o citado curso (Oreste Quecia, Osmar Santos, Janio Quadros fizeram esse citado curso.... ).
MATA DE SÃO JOÃO/BA.




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NAZISMO
Socialismo (em alemão: Nationalsozialismus), mais comumente conhecido como nazismo, é a ideologia de extrema-direitaassociada ao Partido Nazista, ao Estado nazista, bem como a outros grupos ultradireitistas. Normalmente caracterizado como uma forma de fascismo que incorpora o racismo científico e o antissemitismo, o nazismo se desenvolveu a partir das influências de ideiaspangermânicas, do movimento nacionalista alemão Völkisch e de grupos paramilitares anticomunistas chamados Freikorps, que surgiram durante a República de Weimar após a derrota alemã na Primeira Guerra Mundial. O termo "nacional-socialismo" surgiu a partir da tentativa de redefinição nacionalista do conceito de "socialismo", para criar uma alternativa tanto ao socialismo internacionalista marxista quanto ao capitalismo de livre mercado. A ideologia rejeitava o conceito de luta de classes, assim como defendia a propriedade privada e as empresas de alemães.
O nazismo apoiava teorias como a hierarquia racial e o darwinismo social, sendo que os povos germânicos (chamados de raça nórdica) eram descritos como os mais puros da raça ariana e eram, portanto, vistos como a "raça superior". O movimento tinha como objetivo superar as divisões sociais para criar uma sociedade homogênea, ao mesmo tempo em que buscava unidade nacional etradicionalismo. Os nazistas tentaram conseguir isto através de uma "comunidade do povo" (Volksgemeinschaft) que iria unir todos osalemães e excluir aqueles considerados como "povos estrangeiros" (Fremdvölkische). O nazismo também reivindicava com determinação o que entendia ser territórios historicamente alemães sob a doutrina pangermânica (ou Heim ins Reich), bem como áreas adicionais para colonização alemã sob a doutrina de Lebensraum.
História
Adolf Hitler chegou ao poder enquanto líder de um partido político, o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei ou NSDAP). Os termos nazi ou nazista são acrônimos do nome do partido (vem de National Sozialist). A Alemanha desse período é também conhecida como "Alemanha Nazista" ("Alemanha Nazi" PE) e os partidários do nazismo eram (e são) chamados nazistas (nazis PE). O nazismo foi proibido na Alemanha moderna, muito embora pequenos grupos de simpatizantes, chamados neonazistas (neonazis PE), continuem a existir na Alemanha e noutros países. Alguns revisionistas históricos disseminam propaganda que nega ou minimiza o Holocausto (ver: Negacionismo do Holocausto).
Origens
Nacionalismo (Völkisch)
Johann Gottlieb Fichte, considerado um dos pais do nacionalismo alemão
Uma das influências ideológicas mais significativas sobre os nazistas foi o nacionalista alemão Johann Gottlieb Fichte, cujas obras serviram de inspiração para Hitler e outros membros nazistas, incluindo Dietrich Eckart e Arnold Fanck.[10] Em sua obra Discursos à nação alemã (1808), escrita em meio à ocupação napoleônica de Berlim pela França, Fichte invocou uma revolução nacional alemã contra os ocupantes franceses, fazendo discursos públicos, armando seus alunos para a batalha contra os franceses, e salientando a necessidade da ação para expulsar os franceses.[10] O nacionalismo de Fichte era populista e em oposição às elites tradicionais, insistindo na necessidade de uma "Guerra do Povo" (Volkskrieg), conceito este semelhante ao adotado posteriormente pelos nazistas.[10] Fichte promoveu o excepcionalismo alemão e salientou a necessidade da nação alemã ser purificada, incluindo purgar a língua alemã de palavras francesas, uma política que os nazistas empreenderam ao assumir o poder
http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2016/03/nazismo-socialismo-em-alema.html Click link, e leia na integra..
GALERIA DE FOTOS:
Fotos wikipédia
F 1 - Selo que engrandece o trabalhador nazista.
F 2 - Joseph Goebbels selecionou pessoalmente Hessy Levinsons Taft, uma jovem bebê judia, para representar o "bebê ariano ideal" em uma propaganda nazista. Goebbels não sabia sobre a ancestralidade da criança. (ca. 1935)
F 3 - Na condição de escravos do nazismo, judeus e outros perseguidos políticos no campo de concentração de Wobbelin foram libertados pelos Aliados.
F 4 - Estado deplorável de judeus e outros contrários ao nazismo, no final da guerra, campo de concentração de Buchenwald
F 5 - Corpos de prisioneiros dos nazistas encontrados pelas tropas americanas em Weimar, Alemanha
F 6 - Georg Ritter von Schönerer
F 7 -Johann Gottlieb Fichte, considerado um dos pais do nacionalismo alemão
F 8 - George Lincoln Rockwell
F 9 - Hermann Göring
F 10 -Heinrich Himmler
F 11 - Joseph Goebbels
F 12 - Adolf Hitler
F 13 - Suástica Nazista"](https://fbcdn-photos-d-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xap1/v/t1.0-0/p235x165/12495067_817741988331110_6048113727794751503_n.jpg?oh=36ef0623dca812dc824da3fa58a909c0&oe=57955BE8&__gda__=1468309174_f119965cb7f9d3b5b952ecb30673c7ff)
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NAZISMO
Socialismo (em alemão: Nationalsozialismus), mais comumente conhecido como nazismo, é a ideologia de extrema-direitaassociada ao Partido Nazista, ao Estado nazista, bem como a outros grupos ultradireitistas. Normalmente caracterizado como uma forma de fascismo que incorpora o racismo científico e o antissemitismo, o nazismo se desenvolveu a partir das influências de ideiaspangermânicas, do movimento nacionalista alemão Völkisch e de grupos paramilitares anticomunistas chamados Freikorps, que surgiram durante a República de Weimar após a derrota alemã na Primeira Guerra Mundial. O termo "nacional-socialismo" surgiu a partir da tentativa de redefinição nacionalista do conceito de "socialismo", para criar uma alternativa tanto ao socialismo internacionalista marxista quanto ao capitalismo de livre mercado. A ideologia rejeitava o conceito de luta de classes, assim como defendia a propriedade privada e as empresas de alemães.
O nazismo apoiava teorias como a hierarquia racial e o darwinismo social, sendo que os povos germânicos (chamados de raça nórdica) eram descritos como os mais puros da raça ariana e eram, portanto, vistos como a "raça superior". O movimento tinha como objetivo superar as divisões sociais para criar uma sociedade homogênea, ao mesmo tempo em que buscava unidade nacional etradicionalismo. Os nazistas tentaram conseguir isto através de uma "comunidade do povo" (Volksgemeinschaft) que iria unir todos osalemães e excluir aqueles considerados como "povos estrangeiros" (Fremdvölkische). O nazismo também reivindicava com determinação o que entendia ser territórios historicamente alemães sob a doutrina pangermânica (ou Heim ins Reich), bem como áreas adicionais para colonização alemã sob a doutrina de Lebensraum.
História
Adolf Hitler chegou ao poder enquanto líder de um partido político, o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei ou NSDAP). Os termos nazi ou nazista são acrônimos do nome do partido (vem de National Sozialist). A Alemanha desse período é também conhecida como "Alemanha Nazista" ("Alemanha Nazi" PE) e os partidários do nazismo eram (e são) chamados nazistas (nazis PE). O nazismo foi proibido na Alemanha moderna, muito embora pequenos grupos de simpatizantes, chamados neonazistas (neonazis PE), continuem a existir na Alemanha e noutros países. Alguns revisionistas históricos disseminam propaganda que nega ou minimiza o Holocausto (ver: Negacionismo do Holocausto).
Origens
Nacionalismo (Völkisch)
Johann Gottlieb Fichte, considerado um dos pais do nacionalismo alemão
Uma das influências ideológicas mais significativas sobre os nazistas foi o nacionalista alemão Johann Gottlieb Fichte, cujas obras serviram de inspiração para Hitler e outros membros nazistas, incluindo Dietrich Eckart e Arnold Fanck.[10] Em sua obra Discursos à nação alemã (1808), escrita em meio à ocupação napoleônica de Berlim pela França, Fichte invocou uma revolução nacional alemã contra os ocupantes franceses, fazendo discursos públicos, armando seus alunos para a batalha contra os franceses, e salientando a necessidade da ação para expulsar os franceses.[10] O nacionalismo de Fichte era populista e em oposição às elites tradicionais, insistindo na necessidade de uma "Guerra do Povo" (Volkskrieg), conceito este semelhante ao adotado posteriormente pelos nazistas.[10] Fichte promoveu o excepcionalismo alemão e salientou a necessidade da nação alemã ser purificada, incluindo purgar a língua alemã de palavras francesas, uma política que os nazistas empreenderam ao assumir o poder
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GALERIA DE FOTOS:
Fotos wikipédia
F 1 - Selo que engrandece o trabalhador nazista.
F 2 - Joseph Goebbels selecionou pessoalmente Hessy Levinsons Taft, uma jovem bebê judia, para representar o "bebê ariano ideal" em uma propaganda nazista. Goebbels não sabia sobre a ancestralidade da criança. (ca. 1935)
F 3 - Na condição de escravos do nazismo, judeus e outros perseguidos políticos no campo de concentração de Wobbelin foram libertados pelos Aliados.
F 4 - Estado deplorável de judeus e outros contrários ao nazismo, no final da guerra, campo de concentração de Buchenwald
F 5 - Corpos de prisioneiros dos nazistas encontrados pelas tropas americanas em Weimar, Alemanha
F 6 - Georg Ritter von Schönerer
F 7 -Johann Gottlieb Fichte, considerado um dos pais do nacionalismo alemão
F 8 - George Lincoln Rockwell
F 9 - Hermann Göring
F 10 -Heinrich Himmler
F 11 - Joseph Goebbels
F 12 - Adolf Hitler
F 13 - Suástica Nazista"](https://fbcdn-photos-d-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xap1/v/t1.0-0/p235x165/10330516_817744484997527_3360000912605807983_n.jpg?oh=229745555c7a35675abdeacbfa48806f&oe=574AFEFA&__gda__=1468140964_f32d2b8b1a73cf31c2951fb7bfcbe78a)
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NAZISMO
Socialismo (em alemão: Nationalsozialismus), mais comumente conhecido como nazismo, é a ideologia de extrema-direitaassociada ao Partido Nazista, ao Estado nazista, bem como a outros grupos ultradireitistas. Normalmente caracterizado como uma forma de fascismo que incorpora o racismo científico e o antissemitismo, o nazismo se desenvolveu a partir das influências de ideiaspangermânicas, do movimento nacionalista alemão Völkisch e de grupos paramilitares anticomunistas chamados Freikorps, que surgiram durante a República de Weimar após a derrota alemã na Primeira Guerra Mundial. O termo "nacional-socialismo" surgiu a partir da tentativa de redefinição nacionalista do conceito de "socialismo", para criar uma alternativa tanto ao socialismo internacionalista marxista quanto ao capitalismo de livre mercado. A ideologia rejeitava o conceito de luta de classes, assim como defendia a propriedade privada e as empresas de alemães.
O nazismo apoiava teorias como a hierarquia racial e o darwinismo social, sendo que os povos germânicos (chamados de raça nórdica) eram descritos como os mais puros da raça ariana e eram, portanto, vistos como a "raça superior". O movimento tinha como objetivo superar as divisões sociais para criar uma sociedade homogênea, ao mesmo tempo em que buscava unidade nacional etradicionalismo. Os nazistas tentaram conseguir isto através de uma "comunidade do povo" (Volksgemeinschaft) que iria unir todos osalemães e excluir aqueles considerados como "povos estrangeiros" (Fremdvölkische). O nazismo também reivindicava com determinação o que entendia ser territórios historicamente alemães sob a doutrina pangermânica (ou Heim ins Reich), bem como áreas adicionais para colonização alemã sob a doutrina de Lebensraum.
História
Adolf Hitler chegou ao poder enquanto líder de um partido político, o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei ou NSDAP). Os termos nazi ou nazista são acrônimos do nome do partido (vem de National Sozialist). A Alemanha desse período é também conhecida como "Alemanha Nazista" ("Alemanha Nazi" PE) e os partidários do nazismo eram (e são) chamados nazistas (nazis PE). O nazismo foi proibido na Alemanha moderna, muito embora pequenos grupos de simpatizantes, chamados neonazistas (neonazis PE), continuem a existir na Alemanha e noutros países. Alguns revisionistas históricos disseminam propaganda que nega ou minimiza o Holocausto (ver: Negacionismo do Holocausto).
Origens
Nacionalismo (Völkisch)
Johann Gottlieb Fichte, considerado um dos pais do nacionalismo alemão
Uma das influências ideológicas mais significativas sobre os nazistas foi o nacionalista alemão Johann Gottlieb Fichte, cujas obras serviram de inspiração para Hitler e outros membros nazistas, incluindo Dietrich Eckart e Arnold Fanck.[10] Em sua obra Discursos à nação alemã (1808), escrita em meio à ocupação napoleônica de Berlim pela França, Fichte invocou uma revolução nacional alemã contra os ocupantes franceses, fazendo discursos públicos, armando seus alunos para a batalha contra os franceses, e salientando a necessidade da ação para expulsar os franceses.[10] O nacionalismo de Fichte era populista e em oposição às elites tradicionais, insistindo na necessidade de uma "Guerra do Povo" (Volkskrieg), conceito este semelhante ao adotado posteriormente pelos nazistas.[10] Fichte promoveu o excepcionalismo alemão e salientou a necessidade da nação alemã ser purificada, incluindo purgar a língua alemã de palavras francesas, uma política que os nazistas empreenderam ao assumir o poder
http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2016/03/nazismo-socialismo-em-alema.html Click link, e leia na integra..
GALERIA DE FOTOS:
Fotos wikipédia
F 1 - Selo que engrandece o trabalhador nazista.
F 2 - Joseph Goebbels selecionou pessoalmente Hessy Levinsons Taft, uma jovem bebê judia, para representar o "bebê ariano ideal" em uma propaganda nazista. Goebbels não sabia sobre a ancestralidade da criança. (ca. 1935)
F 3 - Na condição de escravos do nazismo, judeus e outros perseguidos políticos no campo de concentração de Wobbelin foram libertados pelos Aliados.
F 4 - Estado deplorável de judeus e outros contrários ao nazismo, no final da guerra, campo de concentração de Buchenwald
F 5 - Corpos de prisioneiros dos nazistas encontrados pelas tropas americanas em Weimar, Alemanha
F 6 - Georg Ritter von Schönerer
F 7 -Johann Gottlieb Fichte, considerado um dos pais do nacionalismo alemão
F 8 - George Lincoln Rockwell
F 9 - Hermann Göring
F 10 -Heinrich Himmler
F 11 - Joseph Goebbels
F 12 - Adolf Hitler
F 13 - Suástica Nazista"](https://fbcdn-photos-a-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xlt1/v/t1.0-0/p160x160/944977_817744651664177_3337661289933182438_n.jpg?oh=eff566e42cbdf1f24586a4d813d39f46&oe=578EC1C7&__gda__=1468581229_8a4dfd4937b7a5d288eea14fed59af7a)
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NAZISMO
Socialismo (em alemão: Nationalsozialismus), mais comumente conhecido como nazismo, é a ideologia de extrema-direitaassociada ao Partido Nazista, ao Estado nazista, bem como a outros grupos ultradireitistas. Normalmente caracterizado como uma forma de fascismo que incorpora o racismo científico e o antissemitismo, o nazismo se desenvolveu a partir das influências de ideiaspangermânicas, do movimento nacionalista alemão Völkisch e de grupos paramilitares anticomunistas chamados Freikorps, que surgiram durante a República de Weimar após a derrota alemã na Primeira Guerra Mundial. O termo "nacional-socialismo" surgiu a partir da tentativa de redefinição nacionalista do conceito de "socialismo", para criar uma alternativa tanto ao socialismo internacionalista marxista quanto ao capitalismo de livre mercado. A ideologia rejeitava o conceito de luta de classes, assim como defendia a propriedade privada e as empresas de alemães.
O nazismo apoiava teorias como a hierarquia racial e o darwinismo social, sendo que os povos germânicos (chamados de raça nórdica) eram descritos como os mais puros da raça ariana e eram, portanto, vistos como a "raça superior". O movimento tinha como objetivo superar as divisões sociais para criar uma sociedade homogênea, ao mesmo tempo em que buscava unidade nacional etradicionalismo. Os nazistas tentaram conseguir isto através de uma "comunidade do povo" (Volksgemeinschaft) que iria unir todos osalemães e excluir aqueles considerados como "povos estrangeiros" (Fremdvölkische). O nazismo também reivindicava com determinação o que entendia ser territórios historicamente alemães sob a doutrina pangermânica (ou Heim ins Reich), bem como áreas adicionais para colonização alemã sob a doutrina de Lebensraum.
História
Adolf Hitler chegou ao poder enquanto líder de um partido político, o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei ou NSDAP). Os termos nazi ou nazista são acrônimos do nome do partido (vem de National Sozialist). A Alemanha desse período é também conhecida como "Alemanha Nazista" ("Alemanha Nazi" PE) e os partidários do nazismo eram (e são) chamados nazistas (nazis PE). O nazismo foi proibido na Alemanha moderna, muito embora pequenos grupos de simpatizantes, chamados neonazistas (neonazis PE), continuem a existir na Alemanha e noutros países. Alguns revisionistas históricos disseminam propaganda que nega ou minimiza o Holocausto (ver: Negacionismo do Holocausto).
Origens
Nacionalismo (Völkisch)
Johann Gottlieb Fichte, considerado um dos pais do nacionalismo alemão
Uma das influências ideológicas mais significativas sobre os nazistas foi o nacionalista alemão Johann Gottlieb Fichte, cujas obras serviram de inspiração para Hitler e outros membros nazistas, incluindo Dietrich Eckart e Arnold Fanck.[10] Em sua obra Discursos à nação alemã (1808), escrita em meio à ocupação napoleônica de Berlim pela França, Fichte invocou uma revolução nacional alemã contra os ocupantes franceses, fazendo discursos públicos, armando seus alunos para a batalha contra os franceses, e salientando a necessidade da ação para expulsar os franceses.[10] O nacionalismo de Fichte era populista e em oposição às elites tradicionais, insistindo na necessidade de uma "Guerra do Povo" (Volkskrieg), conceito este semelhante ao adotado posteriormente pelos nazistas.[10] Fichte promoveu o excepcionalismo alemão e salientou a necessidade da nação alemã ser purificada, incluindo purgar a língua alemã de palavras francesas, uma política que os nazistas empreenderam ao assumir o poder
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F 1 - Selo que engrandece o trabalhador nazista.
F 2 - Joseph Goebbels selecionou pessoalmente Hessy Levinsons Taft, uma jovem bebê judia, para representar o "bebê ariano ideal" em uma propaganda nazista. Goebbels não sabia sobre a ancestralidade da criança. (ca. 1935)
F 3 - Na condição de escravos do nazismo, judeus e outros perseguidos políticos no campo de concentração de Wobbelin foram libertados pelos Aliados.
F 4 - Estado deplorável de judeus e outros contrários ao nazismo, no final da guerra, campo de concentração de Buchenwald
F 5 - Corpos de prisioneiros dos nazistas encontrados pelas tropas americanas em Weimar, Alemanha
F 6 - Georg Ritter von Schönerer
F 7 -Johann Gottlieb Fichte, considerado um dos pais do nacionalismo alemão
F 8 - George Lincoln Rockwell
F 9 - Hermann Göring
F 10 -Heinrich Himmler
F 11 - Joseph Goebbels
F 12 - Adolf Hitler
F 13 - Suástica Nazista"](https://fbcdn-photos-a-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xpa1/v/t1.0-0/p160x160/12321382_817744831664159_6899769368884242381_n.jpg?oh=177560a5ac845cfcd247e19e024f8ec6&oe=57940EB2&__gda__=1467876180_18b88ee8b9bf8b352c63fbb88c080905)
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NAZISMO
Socialismo (em alemão: Nationalsozialismus), mais comumente conhecido como nazismo, é a ideologia de extrema-direitaassociada ao Partido Nazista, ao Estado nazista, bem como a outros grupos ultradireitistas. Normalmente caracterizado como uma forma de fascismo que incorpora o racismo científico e o antissemitismo, o nazismo se desenvolveu a partir das influências de ideiaspangermânicas, do movimento nacionalista alemão Völkisch e de grupos paramilitares anticomunistas chamados Freikorps, que surgiram durante a República de Weimar após a derrota alemã na Primeira Guerra Mundial. O termo "nacional-socialismo" surgiu a partir da tentativa de redefinição nacionalista do conceito de "socialismo", para criar uma alternativa tanto ao socialismo internacionalista marxista quanto ao capitalismo de livre mercado. A ideologia rejeitava o conceito de luta de classes, assim como defendia a propriedade privada e as empresas de alemães.
O nazismo apoiava teorias como a hierarquia racial e o darwinismo social, sendo que os povos germânicos (chamados de raça nórdica) eram descritos como os mais puros da raça ariana e eram, portanto, vistos como a "raça superior". O movimento tinha como objetivo superar as divisões sociais para criar uma sociedade homogênea, ao mesmo tempo em que buscava unidade nacional etradicionalismo. Os nazistas tentaram conseguir isto através de uma "comunidade do povo" (Volksgemeinschaft) que iria unir todos osalemães e excluir aqueles considerados como "povos estrangeiros" (Fremdvölkische). O nazismo também reivindicava com determinação o que entendia ser territórios historicamente alemães sob a doutrina pangermânica (ou Heim ins Reich), bem como áreas adicionais para colonização alemã sob a doutrina de Lebensraum.
História
Adolf Hitler chegou ao poder enquanto líder de um partido político, o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei ou NSDAP). Os termos nazi ou nazista são acrônimos do nome do partido (vem de National Sozialist). A Alemanha desse período é também conhecida como "Alemanha Nazista" ("Alemanha Nazi" PE) e os partidários do nazismo eram (e são) chamados nazistas (nazis PE). O nazismo foi proibido na Alemanha moderna, muito embora pequenos grupos de simpatizantes, chamados neonazistas (neonazis PE), continuem a existir na Alemanha e noutros países. Alguns revisionistas históricos disseminam propaganda que nega ou minimiza o Holocausto (ver: Negacionismo do Holocausto).
Origens
Nacionalismo (Völkisch)
Johann Gottlieb Fichte, considerado um dos pais do nacionalismo alemão
Uma das influências ideológicas mais significativas sobre os nazistas foi o nacionalista alemão Johann Gottlieb Fichte, cujas obras serviram de inspiração para Hitler e outros membros nazistas, incluindo Dietrich Eckart e Arnold Fanck.[10] Em sua obra Discursos à nação alemã (1808), escrita em meio à ocupação napoleônica de Berlim pela França, Fichte invocou uma revolução nacional alemã contra os ocupantes franceses, fazendo discursos públicos, armando seus alunos para a batalha contra os franceses, e salientando a necessidade da ação para expulsar os franceses.[10] O nacionalismo de Fichte era populista e em oposição às elites tradicionais, insistindo na necessidade de uma "Guerra do Povo" (Volkskrieg), conceito este semelhante ao adotado posteriormente pelos nazistas.[10] Fichte promoveu o excepcionalismo alemão e salientou a necessidade da nação alemã ser purificada, incluindo purgar a língua alemã de palavras francesas, uma política que os nazistas empreenderam ao assumir o poder
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F 1 - Selo que engrandece o trabalhador nazista.
F 2 - Joseph Goebbels selecionou pessoalmente Hessy Levinsons Taft, uma jovem bebê judia, para representar o "bebê ariano ideal" em uma propaganda nazista. Goebbels não sabia sobre a ancestralidade da criança. (ca. 1935)
F 3 - Na condição de escravos do nazismo, judeus e outros perseguidos políticos no campo de concentração de Wobbelin foram libertados pelos Aliados.
F 4 - Estado deplorável de judeus e outros contrários ao nazismo, no final da guerra, campo de concentração de Buchenwald
F 5 - Corpos de prisioneiros dos nazistas encontrados pelas tropas americanas em Weimar, Alemanha
F 6 - Georg Ritter von Schönerer
F 7 -Johann Gottlieb Fichte, considerado um dos pais do nacionalismo alemão
F 8 - George Lincoln Rockwell
F 9 - Hermann Göring
F 10 -Heinrich Himmler
F 11 - Joseph Goebbels
F 12 - Adolf Hitler
F 13 - Suástica Nazista"](https://fbcdn-photos-a-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xta1/v/t1.0-0/p160x160/12049139_817746111664031_3218939749158754614_n.jpg?oh=89031e3dc5387aed4dea46f2aed04c8b&oe=578E4A07&__gda__=1468766578_5d6b7d70bc91aa30a1c2cf73ef88755f)
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AÇÃO INTEGRALISTA BRASILEIRA
História
Os principais militantes que deram corpo ao movimento integralista brasileiro foram Plínio Salgado, Gustavo Barroso e Miguel Reale. Plínio Salgado sistematizou a teoria do Estado Integral, e criou os uniformes, símbolos, costumes, hábitos e rituais dos participantes do movimento integralista, e criou a Ação Integralista Brasileira em 7 de outubro de 1932, com lançamento do Manifesto de Outubro de 1932 [3] . Às vésperas das eleições presidenciais de 1937, onde Plínio Salgado era o candidato favorito, a AIB lançou o Manifesto Programa de 1937, que foi um dos principais documentos do movimento, influenciou[4] as realizações do Estado Novo, e uma grande geração de políticos como Juscelino Kubitschek,[5] que agradece a Plínio Salgado pela inspiração propiciada pelo livro "13 Anos em Brasília", que o levou a construir a nova capital brasileira. Assim como uma série de programas como a "Casa-Própria" e a "Alfabetização de Adultos". O integralismo foi um movimento muito importante na conjuntura não só da década de 1930, mas influenciaria muitos políticos e intelectuais com atuação posterior a esse período.
Dentre os numerosos membros da AIB, pode-se citar, além de Plínio Salgado, Gustavo Barroso, Miguel Reale, Tasso da Silveira, San Tiago Dantas, Olbiano de Melo, Câmara Cascudo, Neiva Moreira, Gofredo Teixeira da Silva Teles e Inácio da Silva Teles, Raimundo Padilha, Alfredo Buzaid, Madeira de Freitas, Augusto Frederico Schmidt, Gerardo Melo Mourão, Dantas Mota, Vinícius de Morais, Paulo Fleming, Adonias Filho, Dom Hélder Câmara, Ribeiro Couto, Herbert Parentes Fortes, José Loureiro Júnior, Hélio Viana, Américo Jacobina Lacombe, Ernâni Silva Bruno, Antônio Gallotti, Jorge Lacerda, Thiers Martins Moreira, José Lins do Rego, Alcebíades Delamare Nogueira da Gama, Roland Corbisier, Álvaro Lins, Seabra Fagundes, Rui de Arruda Camargo, Raimundo Barbosa Lima, João Carlos Fairbanks, Mário Graciotti, Mansueto Bernardi e Belisário Pena, Antonio de Toledo Piza, Romulo de Almeida Mercuri, Abdias do Nascimento.
A AIB foi uma organização política que conquistou a simpatia de membros da classe dirigente, de uma parcela da classe média e de uma parcela dos oficiais das Forças Armadas. Mesmo o presidente Getúlio Vargas apoiou a organização do movimento integralista desde seu início.
Levante integralista
Ver artigo principal: Levante integralista
Em decorrência da dissolução da AIB, após a instauração do Estado Novo, alguns integralistas insurgiram-se tentando dar um contragolpe à ditadura de Vargas, em 1938. Severo Fournier, liderando os integralistas, atacou, em 11 de maio de 1938, o Palácio Guanabara. Eram 80 militantes integralistas ao todo - dentre eles um membro da família imperial brasileira. Em resposta, muitos foram fuzilados, outros tantos feridos. Cerca de 1 500 integralistas acabaram presos e ficaram sob a responsabilidade de Filinto Müller para interrogá-los. Plínio Salgado, ao final, foi exilado em Portugal. O ocorrido ficou conhecido como Levante integralista.
Com o aparecimento do documento denominado Plano Cohen, foi possível o golpe de estado de Vargas, dando então início ao Estado Novo. Parte da alta cúpula integralista conhecia as articulações de Getúlio para dar o golpe, e Plínio Salgado negociava o futuro cargo de ministro da educação, tentando, com isso, garantir a presença dos integralistas no novo governo. Porém Vargas surpreendeu os integralistas, proibindo a existência de qualquer agremiação política a partir de novembro de 1937.
Símbolos, vestimentas, rituais e iconografia
Bandeira da Ação Integralista Brasileira.
A saudação "anauê", adotada pelos integralistas brasileiros, de provável origem tupi, significando "você é meu irmão".
A atitude dos integralistas brasileiros em público era marcada pela simbologia e iconografia adotada. Os integralistas se apresentavam, oficialmente, uniformizados. As camisas e capacetes eram verde-oliva, as calças eram pretas ou brancas ou cáqui e as gravatas pretas.
Cumprimentavam-se utilizando a palavra que se presume vir do tupi, "Anauê", que significaria "você é meu irmão",[6] com o braço esticado e mão espalmada, tal como grupos fascistas europeus como os camisas negras italianos e os camisas pardas nazistas.[6] Este cumprimento é feito pelos integralistas até hoje, e o seu significado, cristalizado nesse que os camisas-verdes atribuíram a ele.
GALERIA DE FOTOS
fotos Wikipédia
F 1 - A saudação "anauê", adotada pelos integralistas brasileiros, de provável origem tupi, significando "você é meu irmão"
F 2 - Bandeira da Ação Integralista Brasileira.
F 3 - Escudo de armas do Brasil, versão oficial
F 4 - Departamento Feminino e de Juventude, década de 1930.
F 5 - Sessão de encerramento do Congresso Integralista. Plínio Salgado encontra-se ao centro (sentado). Blumenau, 1935.
F 6 -"](https://fbcdn-photos-h-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xlp1/v/t1.0-0/p235x165/12919758_817711601667482_5529698986046552021_n.jpg?oh=38cd782ebd62f6c89f58eb2b90615285&oe=5777EADA&__gda__=1469642980_d36406b51c2b5199a2eb26ad8c1dd6ca)
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AÇÃO INTEGRALISTA BRASILEIRA
História
Os principais militantes que deram corpo ao movimento integralista brasileiro foram Plínio Salgado, Gustavo Barroso e Miguel Reale. Plínio Salgado sistematizou a teoria do Estado Integral, e criou os uniformes, símbolos, costumes, hábitos e rituais dos participantes do movimento integralista, e criou a Ação Integralista Brasileira em 7 de outubro de 1932, com lançamento do Manifesto de Outubro de 1932 [3] . Às vésperas das eleições presidenciais de 1937, onde Plínio Salgado era o candidato favorito, a AIB lançou o Manifesto Programa de 1937, que foi um dos principais documentos do movimento, influenciou[4] as realizações do Estado Novo, e uma grande geração de políticos como Juscelino Kubitschek,[5] que agradece a Plínio Salgado pela inspiração propiciada pelo livro "13 Anos em Brasília", que o levou a construir a nova capital brasileira. Assim como uma série de programas como a "Casa-Própria" e a "Alfabetização de Adultos". O integralismo foi um movimento muito importante na conjuntura não só da década de 1930, mas influenciaria muitos políticos e intelectuais com atuação posterior a esse período.
Dentre os numerosos membros da AIB, pode-se citar, além de Plínio Salgado, Gustavo Barroso, Miguel Reale, Tasso da Silveira, San Tiago Dantas, Olbiano de Melo, Câmara Cascudo, Neiva Moreira, Gofredo Teixeira da Silva Teles e Inácio da Silva Teles, Raimundo Padilha, Alfredo Buzaid, Madeira de Freitas, Augusto Frederico Schmidt, Gerardo Melo Mourão, Dantas Mota, Vinícius de Morais, Paulo Fleming, Adonias Filho, Dom Hélder Câmara, Ribeiro Couto, Herbert Parentes Fortes, José Loureiro Júnior, Hélio Viana, Américo Jacobina Lacombe, Ernâni Silva Bruno, Antônio Gallotti, Jorge Lacerda, Thiers Martins Moreira, José Lins do Rego, Alcebíades Delamare Nogueira da Gama, Roland Corbisier, Álvaro Lins, Seabra Fagundes, Rui de Arruda Camargo, Raimundo Barbosa Lima, João Carlos Fairbanks, Mário Graciotti, Mansueto Bernardi e Belisário Pena, Antonio de Toledo Piza, Romulo de Almeida Mercuri, Abdias do Nascimento.
A AIB foi uma organização política que conquistou a simpatia de membros da classe dirigente, de uma parcela da classe média e de uma parcela dos oficiais das Forças Armadas. Mesmo o presidente Getúlio Vargas apoiou a organização do movimento integralista desde seu início.
Levante integralista
Ver artigo principal: Levante integralista
Em decorrência da dissolução da AIB, após a instauração do Estado Novo, alguns integralistas insurgiram-se tentando dar um contragolpe à ditadura de Vargas, em 1938. Severo Fournier, liderando os integralistas, atacou, em 11 de maio de 1938, o Palácio Guanabara. Eram 80 militantes integralistas ao todo - dentre eles um membro da família imperial brasileira. Em resposta, muitos foram fuzilados, outros tantos feridos. Cerca de 1 500 integralistas acabaram presos e ficaram sob a responsabilidade de Filinto Müller para interrogá-los. Plínio Salgado, ao final, foi exilado em Portugal. O ocorrido ficou conhecido como Levante integralista.
Com o aparecimento do documento denominado Plano Cohen, foi possível o golpe de estado de Vargas, dando então início ao Estado Novo. Parte da alta cúpula integralista conhecia as articulações de Getúlio para dar o golpe, e Plínio Salgado negociava o futuro cargo de ministro da educação, tentando, com isso, garantir a presença dos integralistas no novo governo. Porém Vargas surpreendeu os integralistas, proibindo a existência de qualquer agremiação política a partir de novembro de 1937.
Símbolos, vestimentas, rituais e iconografia
Bandeira da Ação Integralista Brasileira.
A saudação "anauê", adotada pelos integralistas brasileiros, de provável origem tupi, significando "você é meu irmão".
A atitude dos integralistas brasileiros em público era marcada pela simbologia e iconografia adotada. Os integralistas se apresentavam, oficialmente, uniformizados. As camisas e capacetes eram verde-oliva, as calças eram pretas ou brancas ou cáqui e as gravatas pretas.
Cumprimentavam-se utilizando a palavra que se presume vir do tupi, "Anauê", que significaria "você é meu irmão",[6] com o braço esticado e mão espalmada, tal como grupos fascistas europeus como os camisas negras italianos e os camisas pardas nazistas.[6] Este cumprimento é feito pelos integralistas até hoje, e o seu significado, cristalizado nesse que os camisas-verdes atribuíram a ele.
GALERIA DE FOTOS
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F 1 - A saudação "anauê", adotada pelos integralistas brasileiros, de provável origem tupi, significando "você é meu irmão"
F 2 - Bandeira da Ação Integralista Brasileira.
F 3 - Escudo de armas do Brasil, versão oficial
F 4 - Departamento Feminino e de Juventude, década de 1930.
F 5 - Sessão de encerramento do Congresso Integralista. Plínio Salgado encontra-se ao centro (sentado). Blumenau, 1935.
F 6 -"](https://fbcdn-photos-e-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xaf1/v/t1.0-0/p240x240/10402870_817720421666600_1184951753873050161_n.jpg?oh=ce384a72d9d95d2426844d58d60edcae&oe=574BF074&__gda__=1469383059_73858e80b37d3d76c7f8149e5aa7c84f)
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AÇÃO INTEGRALISTA BRASILEIRA
História
Os principais militantes que deram corpo ao movimento integralista brasileiro foram Plínio Salgado, Gustavo Barroso e Miguel Reale. Plínio Salgado sistematizou a teoria do Estado Integral, e criou os uniformes, símbolos, costumes, hábitos e rituais dos participantes do movimento integralista, e criou a Ação Integralista Brasileira em 7 de outubro de 1932, com lançamento do Manifesto de Outubro de 1932 [3] . Às vésperas das eleições presidenciais de 1937, onde Plínio Salgado era o candidato favorito, a AIB lançou o Manifesto Programa de 1937, que foi um dos principais documentos do movimento, influenciou[4] as realizações do Estado Novo, e uma grande geração de políticos como Juscelino Kubitschek,[5] que agradece a Plínio Salgado pela inspiração propiciada pelo livro "13 Anos em Brasília", que o levou a construir a nova capital brasileira. Assim como uma série de programas como a "Casa-Própria" e a "Alfabetização de Adultos". O integralismo foi um movimento muito importante na conjuntura não só da década de 1930, mas influenciaria muitos políticos e intelectuais com atuação posterior a esse período.
Dentre os numerosos membros da AIB, pode-se citar, além de Plínio Salgado, Gustavo Barroso, Miguel Reale, Tasso da Silveira, San Tiago Dantas, Olbiano de Melo, Câmara Cascudo, Neiva Moreira, Gofredo Teixeira da Silva Teles e Inácio da Silva Teles, Raimundo Padilha, Alfredo Buzaid, Madeira de Freitas, Augusto Frederico Schmidt, Gerardo Melo Mourão, Dantas Mota, Vinícius de Morais, Paulo Fleming, Adonias Filho, Dom Hélder Câmara, Ribeiro Couto, Herbert Parentes Fortes, José Loureiro Júnior, Hélio Viana, Américo Jacobina Lacombe, Ernâni Silva Bruno, Antônio Gallotti, Jorge Lacerda, Thiers Martins Moreira, José Lins do Rego, Alcebíades Delamare Nogueira da Gama, Roland Corbisier, Álvaro Lins, Seabra Fagundes, Rui de Arruda Camargo, Raimundo Barbosa Lima, João Carlos Fairbanks, Mário Graciotti, Mansueto Bernardi e Belisário Pena, Antonio de Toledo Piza, Romulo de Almeida Mercuri, Abdias do Nascimento.
A AIB foi uma organização política que conquistou a simpatia de membros da classe dirigente, de uma parcela da classe média e de uma parcela dos oficiais das Forças Armadas. Mesmo o presidente Getúlio Vargas apoiou a organização do movimento integralista desde seu início.
Levante integralista
Ver artigo principal: Levante integralista
Em decorrência da dissolução da AIB, após a instauração do Estado Novo, alguns integralistas insurgiram-se tentando dar um contragolpe à ditadura de Vargas, em 1938. Severo Fournier, liderando os integralistas, atacou, em 11 de maio de 1938, o Palácio Guanabara. Eram 80 militantes integralistas ao todo - dentre eles um membro da família imperial brasileira. Em resposta, muitos foram fuzilados, outros tantos feridos. Cerca de 1 500 integralistas acabaram presos e ficaram sob a responsabilidade de Filinto Müller para interrogá-los. Plínio Salgado, ao final, foi exilado em Portugal. O ocorrido ficou conhecido como Levante integralista.
Com o aparecimento do documento denominado Plano Cohen, foi possível o golpe de estado de Vargas, dando então início ao Estado Novo. Parte da alta cúpula integralista conhecia as articulações de Getúlio para dar o golpe, e Plínio Salgado negociava o futuro cargo de ministro da educação, tentando, com isso, garantir a presença dos integralistas no novo governo. Porém Vargas surpreendeu os integralistas, proibindo a existência de qualquer agremiação política a partir de novembro de 1937.
Símbolos, vestimentas, rituais e iconografia
Bandeira da Ação Integralista Brasileira.
A saudação "anauê", adotada pelos integralistas brasileiros, de provável origem tupi, significando "você é meu irmão".
A atitude dos integralistas brasileiros em público era marcada pela simbologia e iconografia adotada. Os integralistas se apresentavam, oficialmente, uniformizados. As camisas e capacetes eram verde-oliva, as calças eram pretas ou brancas ou cáqui e as gravatas pretas.
Cumprimentavam-se utilizando a palavra que se presume vir do tupi, "Anauê", que significaria "você é meu irmão",[6] com o braço esticado e mão espalmada, tal como grupos fascistas europeus como os camisas negras italianos e os camisas pardas nazistas.[6] Este cumprimento é feito pelos integralistas até hoje, e o seu significado, cristalizado nesse que os camisas-verdes atribuíram a ele.
GALERIA DE FOTOS
fotos Wikipédia
F 1 - A saudação "anauê", adotada pelos integralistas brasileiros, de provável origem tupi, significando "você é meu irmão"
F 2 - Bandeira da Ação Integralista Brasileira.
F 3 - Escudo de armas do Brasil, versão oficial
F 4 - Departamento Feminino e de Juventude, década de 1930.
F 5 - Sessão de encerramento do Congresso Integralista. Plínio Salgado encontra-se ao centro (sentado). Blumenau, 1935.
F 6 -"](https://fbcdn-photos-g-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xpt1/v/t1.0-0/p235x165/12472776_817720668333242_8657574165787911119_n.jpg?oh=6187f5a39d8266e7328df2a52e9d2237&oe=577E5702&__gda__=1469348644_1dc123a7ac4c7e09a2bb0fccf4ef957b)
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AÇÃO INTEGRALISTA BRASILEIRA
História
Os principais militantes que deram corpo ao movimento integralista brasileiro foram Plínio Salgado, Gustavo Barroso e Miguel Reale. Plínio Salgado sistematizou a teoria do Estado Integral, e criou os uniformes, símbolos, costumes, hábitos e rituais dos participantes do movimento integralista, e criou a Ação Integralista Brasileira em 7 de outubro de 1932, com lançamento do Manifesto de Outubro de 1932 [3] . Às vésperas das eleições presidenciais de 1937, onde Plínio Salgado era o candidato favorito, a AIB lançou o Manifesto Programa de 1937, que foi um dos principais documentos do movimento, influenciou[4] as realizações do Estado Novo, e uma grande geração de políticos como Juscelino Kubitschek,[5] que agradece a Plínio Salgado pela inspiração propiciada pelo livro "13 Anos em Brasília", que o levou a construir a nova capital brasileira. Assim como uma série de programas como a "Casa-Própria" e a "Alfabetização de Adultos". O integralismo foi um movimento muito importante na conjuntura não só da década de 1930, mas influenciaria muitos políticos e intelectuais com atuação posterior a esse período.
Dentre os numerosos membros da AIB, pode-se citar, além de Plínio Salgado, Gustavo Barroso, Miguel Reale, Tasso da Silveira, San Tiago Dantas, Olbiano de Melo, Câmara Cascudo, Neiva Moreira, Gofredo Teixeira da Silva Teles e Inácio da Silva Teles, Raimundo Padilha, Alfredo Buzaid, Madeira de Freitas, Augusto Frederico Schmidt, Gerardo Melo Mourão, Dantas Mota, Vinícius de Morais, Paulo Fleming, Adonias Filho, Dom Hélder Câmara, Ribeiro Couto, Herbert Parentes Fortes, José Loureiro Júnior, Hélio Viana, Américo Jacobina Lacombe, Ernâni Silva Bruno, Antônio Gallotti, Jorge Lacerda, Thiers Martins Moreira, José Lins do Rego, Alcebíades Delamare Nogueira da Gama, Roland Corbisier, Álvaro Lins, Seabra Fagundes, Rui de Arruda Camargo, Raimundo Barbosa Lima, João Carlos Fairbanks, Mário Graciotti, Mansueto Bernardi e Belisário Pena, Antonio de Toledo Piza, Romulo de Almeida Mercuri, Abdias do Nascimento.
A AIB foi uma organização política que conquistou a simpatia de membros da classe dirigente, de uma parcela da classe média e de uma parcela dos oficiais das Forças Armadas. Mesmo o presidente Getúlio Vargas apoiou a organização do movimento integralista desde seu início.
Levante integralista
Ver artigo principal: Levante integralista
Em decorrência da dissolução da AIB, após a instauração do Estado Novo, alguns integralistas insurgiram-se tentando dar um contragolpe à ditadura de Vargas, em 1938. Severo Fournier, liderando os integralistas, atacou, em 11 de maio de 1938, o Palácio Guanabara. Eram 80 militantes integralistas ao todo - dentre eles um membro da família imperial brasileira. Em resposta, muitos foram fuzilados, outros tantos feridos. Cerca de 1 500 integralistas acabaram presos e ficaram sob a responsabilidade de Filinto Müller para interrogá-los. Plínio Salgado, ao final, foi exilado em Portugal. O ocorrido ficou conhecido como Levante integralista.
Com o aparecimento do documento denominado Plano Cohen, foi possível o golpe de estado de Vargas, dando então início ao Estado Novo. Parte da alta cúpula integralista conhecia as articulações de Getúlio para dar o golpe, e Plínio Salgado negociava o futuro cargo de ministro da educação, tentando, com isso, garantir a presença dos integralistas no novo governo. Porém Vargas surpreendeu os integralistas, proibindo a existência de qualquer agremiação política a partir de novembro de 1937.
Símbolos, vestimentas, rituais e iconografia
Bandeira da Ação Integralista Brasileira.
A saudação "anauê", adotada pelos integralistas brasileiros, de provável origem tupi, significando "você é meu irmão".
A atitude dos integralistas brasileiros em público era marcada pela simbologia e iconografia adotada. Os integralistas se apresentavam, oficialmente, uniformizados. As camisas e capacetes eram verde-oliva, as calças eram pretas ou brancas ou cáqui e as gravatas pretas.
Cumprimentavam-se utilizando a palavra que se presume vir do tupi, "Anauê", que significaria "você é meu irmão",[6] com o braço esticado e mão espalmada, tal como grupos fascistas europeus como os camisas negras italianos e os camisas pardas nazistas.[6] Este cumprimento é feito pelos integralistas até hoje, e o seu significado, cristalizado nesse que os camisas-verdes atribuíram a ele.
GALERIA DE FOTOS
fotos Wikipédia
F 1 - A saudação "anauê", adotada pelos integralistas brasileiros, de provável origem tupi, significando "você é meu irmão"
F 2 - Bandeira da Ação Integralista Brasileira.
F 3 - Escudo de armas do Brasil, versão oficial
F 4 - Departamento Feminino e de Juventude, década de 1930.
F 5 - Sessão de encerramento do Congresso Integralista. Plínio Salgado encontra-se ao centro (sentado). Blumenau, 1935.
F 6 -"](https://fbcdn-photos-b-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xlp1/v/t1.0-0/s235x165/12524339_817721174999858_4346001864858336082_n.jpg?oh=5270492fb6942eab8ec725a16e5bf4eb&oe=578B94F6&__gda__=1468077256_22ef440029692d70759aaed0988cf92e)
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AÇÃO INTEGRALISTA BRASILEIRA
História
Os principais militantes que deram corpo ao movimento integralista brasileiro foram Plínio Salgado, Gustavo Barroso e Miguel Reale. Plínio Salgado sistematizou a teoria do Estado Integral, e criou os uniformes, símbolos, costumes, hábitos e rituais dos participantes do movimento integralista, e criou a Ação Integralista Brasileira em 7 de outubro de 1932, com lançamento do Manifesto de Outubro de 1932 [3] . Às vésperas das eleições presidenciais de 1937, onde Plínio Salgado era o candidato favorito, a AIB lançou o Manifesto Programa de 1937, que foi um dos principais documentos do movimento, influenciou[4] as realizações do Estado Novo, e uma grande geração de políticos como Juscelino Kubitschek,[5] que agradece a Plínio Salgado pela inspiração propiciada pelo livro "13 Anos em Brasília", que o levou a construir a nova capital brasileira. Assim como uma série de programas como a "Casa-Própria" e a "Alfabetização de Adultos". O integralismo foi um movimento muito importante na conjuntura não só da década de 1930, mas influenciaria muitos políticos e intelectuais com atuação posterior a esse período.
Dentre os numerosos membros da AIB, pode-se citar, além de Plínio Salgado, Gustavo Barroso, Miguel Reale, Tasso da Silveira, San Tiago Dantas, Olbiano de Melo, Câmara Cascudo, Neiva Moreira, Gofredo Teixeira da Silva Teles e Inácio da Silva Teles, Raimundo Padilha, Alfredo Buzaid, Madeira de Freitas, Augusto Frederico Schmidt, Gerardo Melo Mourão, Dantas Mota, Vinícius de Morais, Paulo Fleming, Adonias Filho, Dom Hélder Câmara, Ribeiro Couto, Herbert Parentes Fortes, José Loureiro Júnior, Hélio Viana, Américo Jacobina Lacombe, Ernâni Silva Bruno, Antônio Gallotti, Jorge Lacerda, Thiers Martins Moreira, José Lins do Rego, Alcebíades Delamare Nogueira da Gama, Roland Corbisier, Álvaro Lins, Seabra Fagundes, Rui de Arruda Camargo, Raimundo Barbosa Lima, João Carlos Fairbanks, Mário Graciotti, Mansueto Bernardi e Belisário Pena, Antonio de Toledo Piza, Romulo de Almeida Mercuri, Abdias do Nascimento.
A AIB foi uma organização política que conquistou a simpatia de membros da classe dirigente, de uma parcela da classe média e de uma parcela dos oficiais das Forças Armadas. Mesmo o presidente Getúlio Vargas apoiou a organização do movimento integralista desde seu início.
Levante integralista
Ver artigo principal: Levante integralista
Em decorrência da dissolução da AIB, após a instauração do Estado Novo, alguns integralistas insurgiram-se tentando dar um contragolpe à ditadura de Vargas, em 1938. Severo Fournier, liderando os integralistas, atacou, em 11 de maio de 1938, o Palácio Guanabara. Eram 80 militantes integralistas ao todo - dentre eles um membro da família imperial brasileira. Em resposta, muitos foram fuzilados, outros tantos feridos. Cerca de 1 500 integralistas acabaram presos e ficaram sob a responsabilidade de Filinto Müller para interrogá-los. Plínio Salgado, ao final, foi exilado em Portugal. O ocorrido ficou conhecido como Levante integralista.
Com o aparecimento do documento denominado Plano Cohen, foi possível o golpe de estado de Vargas, dando então início ao Estado Novo. Parte da alta cúpula integralista conhecia as articulações de Getúlio para dar o golpe, e Plínio Salgado negociava o futuro cargo de ministro da educação, tentando, com isso, garantir a presença dos integralistas no novo governo. Porém Vargas surpreendeu os integralistas, proibindo a existência de qualquer agremiação política a partir de novembro de 1937.
Símbolos, vestimentas, rituais e iconografia
Bandeira da Ação Integralista Brasileira.
A saudação "anauê", adotada pelos integralistas brasileiros, de provável origem tupi, significando "você é meu irmão".
A atitude dos integralistas brasileiros em público era marcada pela simbologia e iconografia adotada. Os integralistas se apresentavam, oficialmente, uniformizados. As camisas e capacetes eram verde-oliva, as calças eram pretas ou brancas ou cáqui e as gravatas pretas.
Cumprimentavam-se utilizando a palavra que se presume vir do tupi, "Anauê", que significaria "você é meu irmão",[6] com o braço esticado e mão espalmada, tal como grupos fascistas europeus como os camisas negras italianos e os camisas pardas nazistas.[6] Este cumprimento é feito pelos integralistas até hoje, e o seu significado, cristalizado nesse que os camisas-verdes atribuíram a ele.
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F 1 - A saudação "anauê", adotada pelos integralistas brasileiros, de provável origem tupi, significando "você é meu irmão"
F 2 - Bandeira da Ação Integralista Brasileira.
F 3 - Escudo de armas do Brasil, versão oficial
F 4 - Departamento Feminino e de Juventude, década de 1930.
F 5 - Sessão de encerramento do Congresso Integralista. Plínio Salgado encontra-se ao centro (sentado). Blumenau, 1935.
F 6 -"](https://fbcdn-photos-b-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xfp1/v/t1.0-0/s235x165/12241485_817721778333131_6459187908753817896_n.jpg?oh=4e1bf685a72f24c66e2a3d5ead2239e2&oe=577755A1&__gda__=1469502609_43976188c8c51c24854041e33dfe7af2)
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FASCISMO CLICK NO LINK E LEIA NA INTEGRA
FASCISMO
Fascismo é uma forma de radicalismo político autoritário nacionalista[2] [3] que ganhou destaque no início do século XX na Europa. Os fascistas procuravam unificar sua nação através de um Estado totalitário que promove a vigilância,[4] um estado forte, a mobilização em massa da comunidade nacional,[5] [6] confiando em um partido de vanguarda para iniciar uma revolução e organizar a nação em princípios fascistas[7] hostis a todas as vertentes do marxismo, desde o comunismo totalitário ao socialismo democrático.[8]
Os movimentos fascistas compartilham certas características comuns, incluindo a veneração ao Estado, a devoção a um líder forte e uma ênfase emultranacionalismo, etnocentrismo e militarismo. O fascismo vê a violência política, a guerra, e o imperialismo como meios para alcançar o rejuvenescimento nacional[5] [9] [10] [11] e afirma que as nações e raças consideradas superiores devem obter espaço deslocando ou eliminandoaquelas consideradas fracas ou inferiores,[12] como no caso da prática fascista modelada pelo nazismo.[13]
O fascismo tomou emprestado teorias e terminologias do socialismo, mas aplicou-as sob o ponto de vista que o conflito entre as nações e raças fosse mais significativo, do que o conflito de classes e teve foco em acabar com as divisões de classes dentro da nação.[14] Defendeu uma economia mista, com o objetivo principal de conseguir autarquia para garantir a auto-suficiência, e a independência nacional através de protecionismo e políticas econômicas que intercalam intervencionismo e privatização.[15] [16] [6] O fascismo sustenta o que é, às vezes, chamado de Terceira posição entre o capitalismo e o socialismo marxista.[17]
Etimologia
O termo fascismo é derivado da palavra em latim fasces.[26] um feixe de varas amarradas em volta de um machado,[27] foi um símbolo do poder conferido aos magistrados na República Romana de flagelar e decapitar cidadãos desobedientes.[1] Eram carregados por lictores e poderiam ser usados para castigo corporal e pena capital a seu próprio comando.[28] [29] Mussolini adotou esse símbolo para o seu partido, cujos seguidores passaram a chamar-se fascistas.[30]
O simbolismo dos fasces sugeria "a força pela união": uma única haste é facilmente quebrada, enquanto o feixe é difícil de quebrar.[31] Símbolos semelhantes foram desenvolvidos por diferentes movimentos fascistas. Por exemplo, o símbolo da Falange Espanhola é composto de cinco flechas unidas por uma parelha.[32]
http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/…/03/fascismo.h…
FASCISMO CLICK NO LINK E LEIA NA INTEGRA
GALERIA DE FOTOS;
F 1 - Bandeira do Partido da Cruz Flechada
F 2 - Papa Pio XI na inauguração da radio Vaticano acompanhado do cardeal Pacelli, futuro papa Pio XII, em 1931.
F 3 - Benito Mussolini (esquerda) e Adolf Hitler (direita)
F 4 - Moradores de Fiume animam a chegada de Gabriele d'Annunzio e seus nacionalistas camisas negras. D'Annunzio e o fascista Alceste De Ambris desenvolveram a quasi-fascista Regência Italiana de Carnaro, uma cidade-Estado em Fiume.
F 5 - Benito Mussolini em 1917, como soldado na Primeira Guerra Mundial.
F 6 - Bandeira da Vaterländische Front, Frente Patriótica
F 7 - Francisco Franco, o quasi-fascista Caudilho da Espanha de 1939 a 1975.
F 8 - Símbolo do Antifascismo.
F 9 - Bandeira da Ação Integralista Brasileira.
F 10 - Enrico Corradini"](https://fbcdn-photos-b-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xpf1/v/t1.0-0/p240x240/12920314_817693421669300_7222145385346775978_n.jpg?oh=da7b00bd5b8b44a5cea3f8606756bd0b&oe=57945C65&__gda__=1468367064_a7f85a15d5a3a61626e1b0019024770c)
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FASCISMO
Fascismo é uma forma de radicalismo político autoritário nacionalista[2] [3] que ganhou destaque no início do século XX na Europa. Os fascistas procuravam unificar sua nação através de um Estado totalitário que promove a vigilância,[4] um estado forte, a mobilização em massa da comunidade nacional,[5] [6] confiando em um partido de vanguarda para iniciar uma revolução e organizar a nação em princípios fascistas[7] hostis a todas as vertentes do marxismo, desde o comunismo totalitário ao socialismo democrático.[8]
Os movimentos fascistas compartilham certas características comuns, incluindo a veneração ao Estado, a devoção a um líder forte e uma ênfase emultranacionalismo, etnocentrismo e militarismo. O fascismo vê a violência política, a guerra, e o imperialismo como meios para alcançar o rejuvenescimento nacional[5] [9] [10] [11] e afirma que as nações e raças consideradas superiores devem obter espaço deslocando ou eliminandoaquelas consideradas fracas ou inferiores,[12] como no caso da prática fascista modelada pelo nazismo.[13]
O fascismo tomou emprestado teorias e terminologias do socialismo, mas aplicou-as sob o ponto de vista que o conflito entre as nações e raças fosse mais significativo, do que o conflito de classes e teve foco em acabar com as divisões de classes dentro da nação.[14] Defendeu uma economia mista, com o objetivo principal de conseguir autarquia para garantir a auto-suficiência, e a independência nacional através de protecionismo e políticas econômicas que intercalam intervencionismo e privatização.[15] [16] [6] O fascismo sustenta o que é, às vezes, chamado de Terceira posição entre o capitalismo e o socialismo marxista.[17]
Etimologia
O termo fascismo é derivado da palavra em latim fasces.[26] um feixe de varas amarradas em volta de um machado,[27] foi um símbolo do poder conferido aos magistrados na República Romana de flagelar e decapitar cidadãos desobedientes.[1] Eram carregados por lictores e poderiam ser usados para castigo corporal e pena capital a seu próprio comando.[28] [29] Mussolini adotou esse símbolo para o seu partido, cujos seguidores passaram a chamar-se fascistas.[30]
O simbolismo dos fasces sugeria "a força pela união": uma única haste é facilmente quebrada, enquanto o feixe é difícil de quebrar.[31] Símbolos semelhantes foram desenvolvidos por diferentes movimentos fascistas. Por exemplo, o símbolo da Falange Espanhola é composto de cinco flechas unidas por uma parelha.[32]
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F 1 - Bandeira do Partido da Cruz Flechada
F 2 - Papa Pio XI na inauguração da radio Vaticano acompanhado do cardeal Pacelli, futuro papa Pio XII, em 1931.
F 3 - Benito Mussolini (esquerda) e Adolf Hitler (direita)
F 4 - Moradores de Fiume animam a chegada de Gabriele d'Annunzio e seus nacionalistas camisas negras. D'Annunzio e o fascista Alceste De Ambris desenvolveram a quasi-fascista Regência Italiana de Carnaro, uma cidade-Estado em Fiume.
F 5 - Benito Mussolini em 1917, como soldado na Primeira Guerra Mundial.
F 6 - Bandeira da Vaterländische Front, Frente Patriótica
F 7 - Francisco Franco, o quasi-fascista Caudilho da Espanha de 1939 a 1975.
F 8 - Símbolo do Antifascismo.
F 9 - Bandeira da Ação Integralista Brasileira.
F 10 - Enrico Corradini"](https://fbcdn-photos-c-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xlt1/v/t1.0-0/p235x165/12801620_817694315002544_2964041014709123693_n.jpg?oh=b20801dfc84a0ea2fb9c941150430f1e&oe=574B697C&__gda__=1464752992_1b0d6c5e2b4c63f0b3d6a14e013f1929)
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Fascismo é uma forma de radicalismo político autoritário nacionalista[2] [3] que ganhou destaque no início do século XX na Europa. Os fascistas procuravam unificar sua nação através de um Estado totalitário que promove a vigilância,[4] um estado forte, a mobilização em massa da comunidade nacional,[5] [6] confiando em um partido de vanguarda para iniciar uma revolução e organizar a nação em princípios fascistas[7] hostis a todas as vertentes do marxismo, desde o comunismo totalitário ao socialismo democrático.[8]
Os movimentos fascistas compartilham certas características comuns, incluindo a veneração ao Estado, a devoção a um líder forte e uma ênfase emultranacionalismo, etnocentrismo e militarismo. O fascismo vê a violência política, a guerra, e o imperialismo como meios para alcançar o rejuvenescimento nacional[5] [9] [10] [11] e afirma que as nações e raças consideradas superiores devem obter espaço deslocando ou eliminandoaquelas consideradas fracas ou inferiores,[12] como no caso da prática fascista modelada pelo nazismo.[13]
O fascismo tomou emprestado teorias e terminologias do socialismo, mas aplicou-as sob o ponto de vista que o conflito entre as nações e raças fosse mais significativo, do que o conflito de classes e teve foco em acabar com as divisões de classes dentro da nação.[14] Defendeu uma economia mista, com o objetivo principal de conseguir autarquia para garantir a auto-suficiência, e a independência nacional através de protecionismo e políticas econômicas que intercalam intervencionismo e privatização.[15] [16] [6] O fascismo sustenta o que é, às vezes, chamado de Terceira posição entre o capitalismo e o socialismo marxista.[17]
Etimologia
O termo fascismo é derivado da palavra em latim fasces.[26] um feixe de varas amarradas em volta de um machado,[27] foi um símbolo do poder conferido aos magistrados na República Romana de flagelar e decapitar cidadãos desobedientes.[1] Eram carregados por lictores e poderiam ser usados para castigo corporal e pena capital a seu próprio comando.[28] [29] Mussolini adotou esse símbolo para o seu partido, cujos seguidores passaram a chamar-se fascistas.[30]
O simbolismo dos fasces sugeria "a força pela união": uma única haste é facilmente quebrada, enquanto o feixe é difícil de quebrar.[31] Símbolos semelhantes foram desenvolvidos por diferentes movimentos fascistas. Por exemplo, o símbolo da Falange Espanhola é composto de cinco flechas unidas por uma parelha.[32]
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F 2 - Papa Pio XI na inauguração da radio Vaticano acompanhado do cardeal Pacelli, futuro papa Pio XII, em 1931.
F 3 - Benito Mussolini (esquerda) e Adolf Hitler (direita)
F 4 - Moradores de Fiume animam a chegada de Gabriele d'Annunzio e seus nacionalistas camisas negras. D'Annunzio e o fascista Alceste De Ambris desenvolveram a quasi-fascista Regência Italiana de Carnaro, uma cidade-Estado em Fiume.
F 5 - Benito Mussolini em 1917, como soldado na Primeira Guerra Mundial.
F 6 - Bandeira da Vaterländische Front, Frente Patriótica
F 7 - Francisco Franco, o quasi-fascista Caudilho da Espanha de 1939 a 1975.
F 8 - Símbolo do Antifascismo.
F 9 - Bandeira da Ação Integralista Brasileira.
F 10 - Enrico Corradini"](https://fbcdn-photos-b-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xfp1/v/t1.0-0/p160x160/12919694_817695128335796_372347573295128086_n.jpg?oh=a98744975f2bdbdb2b1de9546d7e1859&oe=578136F3&__gda__=1468140161_b496b728c726339a6f46ee9d161fde7d)
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Fascismo é uma forma de radicalismo político autoritário nacionalista[2] [3] que ganhou destaque no início do século XX na Europa. Os fascistas procuravam unificar sua nação através de um Estado totalitário que promove a vigilância,[4] um estado forte, a mobilização em massa da comunidade nacional,[5] [6] confiando em um partido de vanguarda para iniciar uma revolução e organizar a nação em princípios fascistas[7] hostis a todas as vertentes do marxismo, desde o comunismo totalitário ao socialismo democrático.[8]
Os movimentos fascistas compartilham certas características comuns, incluindo a veneração ao Estado, a devoção a um líder forte e uma ênfase emultranacionalismo, etnocentrismo e militarismo. O fascismo vê a violência política, a guerra, e o imperialismo como meios para alcançar o rejuvenescimento nacional[5] [9] [10] [11] e afirma que as nações e raças consideradas superiores devem obter espaço deslocando ou eliminandoaquelas consideradas fracas ou inferiores,[12] como no caso da prática fascista modelada pelo nazismo.[13]
O fascismo tomou emprestado teorias e terminologias do socialismo, mas aplicou-as sob o ponto de vista que o conflito entre as nações e raças fosse mais significativo, do que o conflito de classes e teve foco em acabar com as divisões de classes dentro da nação.[14] Defendeu uma economia mista, com o objetivo principal de conseguir autarquia para garantir a auto-suficiência, e a independência nacional através de protecionismo e políticas econômicas que intercalam intervencionismo e privatização.[15] [16] [6] O fascismo sustenta o que é, às vezes, chamado de Terceira posição entre o capitalismo e o socialismo marxista.[17]
Etimologia
O termo fascismo é derivado da palavra em latim fasces.[26] um feixe de varas amarradas em volta de um machado,[27] foi um símbolo do poder conferido aos magistrados na República Romana de flagelar e decapitar cidadãos desobedientes.[1] Eram carregados por lictores e poderiam ser usados para castigo corporal e pena capital a seu próprio comando.[28] [29] Mussolini adotou esse símbolo para o seu partido, cujos seguidores passaram a chamar-se fascistas.[30]
O simbolismo dos fasces sugeria "a força pela união": uma única haste é facilmente quebrada, enquanto o feixe é difícil de quebrar.[31] Símbolos semelhantes foram desenvolvidos por diferentes movimentos fascistas. Por exemplo, o símbolo da Falange Espanhola é composto de cinco flechas unidas por uma parelha.[32]
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F 3 - Benito Mussolini (esquerda) e Adolf Hitler (direita)
F 4 - Moradores de Fiume animam a chegada de Gabriele d'Annunzio e seus nacionalistas camisas negras. D'Annunzio e o fascista Alceste De Ambris desenvolveram a quasi-fascista Regência Italiana de Carnaro, uma cidade-Estado em Fiume.
F 5 - Benito Mussolini em 1917, como soldado na Primeira Guerra Mundial.
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FASCISMO
Fascismo é uma forma de radicalismo político autoritário nacionalista[2] [3] que ganhou destaque no início do século XX na Europa. Os fascistas procuravam unificar sua nação através de um Estado totalitário que promove a vigilância,[4] um estado forte, a mobilização em massa da comunidade nacional,[5] [6] confiando em um partido de vanguarda para iniciar uma revolução e organizar a nação em princípios fascistas[7] hostis a todas as vertentes do marxismo, desde o comunismo totalitário ao socialismo democrático.[8]
Os movimentos fascistas compartilham certas características comuns, incluindo a veneração ao Estado, a devoção a um líder forte e uma ênfase emultranacionalismo, etnocentrismo e militarismo. O fascismo vê a violência política, a guerra, e o imperialismo como meios para alcançar o rejuvenescimento nacional[5] [9] [10] [11] e afirma que as nações e raças consideradas superiores devem obter espaço deslocando ou eliminandoaquelas consideradas fracas ou inferiores,[12] como no caso da prática fascista modelada pelo nazismo.[13]
O fascismo tomou emprestado teorias e terminologias do socialismo, mas aplicou-as sob o ponto de vista que o conflito entre as nações e raças fosse mais significativo, do que o conflito de classes e teve foco em acabar com as divisões de classes dentro da nação.[14] Defendeu uma economia mista, com o objetivo principal de conseguir autarquia para garantir a auto-suficiência, e a independência nacional através de protecionismo e políticas econômicas que intercalam intervencionismo e privatização.[15] [16] [6] O fascismo sustenta o que é, às vezes, chamado de Terceira posição entre o capitalismo e o socialismo marxista.[17]
Etimologia
O termo fascismo é derivado da palavra em latim fasces.[26] um feixe de varas amarradas em volta de um machado,[27] foi um símbolo do poder conferido aos magistrados na República Romana de flagelar e decapitar cidadãos desobedientes.[1] Eram carregados por lictores e poderiam ser usados para castigo corporal e pena capital a seu próprio comando.[28] [29] Mussolini adotou esse símbolo para o seu partido, cujos seguidores passaram a chamar-se fascistas.[30]
O simbolismo dos fasces sugeria "a força pela união": uma única haste é facilmente quebrada, enquanto o feixe é difícil de quebrar.[31] Símbolos semelhantes foram desenvolvidos por diferentes movimentos fascistas. Por exemplo, o símbolo da Falange Espanhola é composto de cinco flechas unidas por uma parelha.[32]
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F 1 - Bandeira do Partido da Cruz Flechada
F 2 - Papa Pio XI na inauguração da radio Vaticano acompanhado do cardeal Pacelli, futuro papa Pio XII, em 1931.
F 3 - Benito Mussolini (esquerda) e Adolf Hitler (direita)
F 4 - Moradores de Fiume animam a chegada de Gabriele d'Annunzio e seus nacionalistas camisas negras. D'Annunzio e o fascista Alceste De Ambris desenvolveram a quasi-fascista Regência Italiana de Carnaro, uma cidade-Estado em Fiume.
F 5 - Benito Mussolini em 1917, como soldado na Primeira Guerra Mundial.
F 6 - Bandeira da Vaterländische Front, Frente Patriótica
F 7 - Francisco Franco, o quasi-fascista Caudilho da Espanha de 1939 a 1975.
F 8 - Símbolo do Antifascismo.
F 9 - Bandeira da Ação Integralista Brasileira.
F 10 - Enrico Corradini"](https://fbcdn-photos-e-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xat1/v/t1.0-0/s240x240/12418048_817697341668908_4773295804525238690_n.jpg?oh=4f43c863db813024bd71a0dd68f9f7e9&oe=577D2C58&__gda__=1468172324_d77f460e212d12e220f8820801ff82e0)






















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