Sábado, 02 de Agosto de 2014 - 00:00 / FONTE BAHIA NOTÍCIAS
Judô baiano ainda sonha com evolução após inauguração do Centro Pan-Americano
por Edimário Duplat
Foto: Raul Golinelli-GOVBA
Mais uma vez a Bahia entra no Circuito Olímpico Brasileiro. Depois do anúncio de uso da Arena Fonte Nova para a disputa das partidas de futebol masculino e feminino durante os Jogos do Rio de Janeiro 2016, foi inaugurado na última segunda-feira (28) o Centro Pan-Americano de Judô (CPJ), local criado para ser referência em um dos esportes mais vitoriosos do Brasil. Porém, no âmbito estadual, o espaço ainda segue como uma possibilidade de esperança em um cenário carente de boas estruturas e um melhor nível técnico.
Solenidade de inauguração do Centro
Foto Raul Golinelli/GOVBA
Localizado no município de Lauro de Freitas, o CPJ contou com um investimento de R$ 43 milhões e foi erguido em parte da área onde se localizava o antigo kartódromo da cidade, em apoio conjunto da prefeitura municipal, os governos estadual e federal, além da própria Confederação Brasileira de Judô (CBJ), que administrará o local. Segundo o presidente da Federação Baiana de Judô (Febaju), Marcelo Ornelas, a iniciativa veio da união do desejo da Rede Nacional de Treinamento, projeto do governo nacional que pretende descentralizar a infraestrutura do esporte no país, com a própria CBJ, que encontrou na Bahia o apoio financeiro para a concretização do investimento. “Toda negociação aconteceu com uma proposta da CBJ, que tinha o projeto, e dos governos tanto a nível nacional, estadual e municipal que se interessaram em agregar o suporte financeiro ao da confederação” afirmou o mandatário baiano, que também revelou a necessidade de um espaço de alto nível para suprir a precária situação em que vivem os equipamentos esportivos do estado. “Para um atleta se condicionar para ser um dos melhores do país, precisava viajar para outra cidade, até outro país. Agora isso vai mudar” comemorou. Considerado um dos mais modernos centros de excelência do continente americano, o Centro servirá não somente de centro de treinamento das seleções brasileiras da modalidade, como também receberá outras equipes internacionais para um maior intercâmbio esportivo entre as nações com a realização de eventos e desafios entre os países. Um deles será o Desafio Internacional de Judô, primeiro evento-teste que contará com as equipes do Brasil e da Itália no dia 30 de novembro.
Visão interna do Centro Pan-Americano.
Foto Raul Golinelli/GOVBA
Entretanto, apesar de contar com um espaço moderno e de alta referência para a prática do esporte, o judô baiano ainda vive um clima de espectativa para a utilização do espaço. “O Centro Pan-Americano é de total administração da CBJ, mas a Febaju é filiada a Confederação e não vejo problemas em utilizar o local. A questão é que se precisa negociar com a entidade” relembrou Ornelas, que não deixa de esclarescer o valor indireto que já existe no equipamento por estar localizado na Bahia. “Teremos a possibilidade de ver os atletas de alto rendimento aqui, o que já é um bom intercâmbio de conhecimento para os judocas locais. Infelizmente, por uma questão de nível técnico, os convocados da Seleção Olímpica só podem enfrentar adversários da equipe, estrangeiros de mesmo nível ou lutadores com autorização da Confederação” explicou. Campeão brasileiro dos meio-médios, o baiano Maicon França é um dos poucos no estado que se enquadram nessa possibilidade “Para um atleta de alto rendimento, é arriscado enfrentar atletas de níveis inferiores por questão de condicionamento ou para evitar provaveis lesões. Hoje sou membro da Seleção Brasileira Universitária, mas como já fui membro da equipe, posso pedir autorização para participar dos treinos” afirmou o atleta, que apesar da oportunidade ainda tem planos para o seu desenvolvimento fora do país, visando uma vaga nas Olímpiadas 2016. “Hoje, o atleta que não está na equipe principal precisa de um patrocinio para treinar. Com isso, preferi me ausentar das competições desse ano para juntar dinheiro e poder viajar ao Japão ou Canadá, onde poderei enfrentar mais atletas de alto rendimento e tentar uma vaga nos Jogos”.
Foto Raul Golinelli/GOVBA
Apesar dessa limitação de intercâmbio em curto prazo, a Febaju acredita que o uso do Centro Pan-Americano para os eventos regionais trará uma revalorização do Judô não só para o público, quanto para a mídia e possíveis investidores. “Hoje já temos cerca de 500 a 700 atletas participando dos campeonatos estaduais e uma média de público de cerca de 1500 pessoas nos espaços. Com o Centro Pan-Americano e sua estrutura, poderemos organizar eventos e ter a atenção da mídia, o que pode nos trazer maiores investidores para o esporte” celebrou Marcelo Ornelas, que aproveitou o momento para fazer uma comparação das duas maiores estruturas esportivas. “Eu penso assim: se no futebol temos a Fonte Nova para os maiores jogos, porque não utilizaríamos o Centro de Judô para nossos maiores eventos? É lógico que o calendário nacional é a prioridade, mas é uma grande possibilidade. Como disse antes, só precisamos negociar” finalizou.
Centro Pan-americano de Judô foi entregue na próxima segunda-feira
13:21 Centro Pan-americano de Judô
25/07/2014
f/febaju
As obras do Centro Pan-americano de Judô (CPJ) chegaram ao fim. Depois de nove meses, a Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) da Bahia entregou o maior centro de treinamento das Américas para a Confederação Brasileira de Judô (CBJ), na próxima segunda-feira, dia 28, às 10h30, no local. A cerimônia terá a presença do presidente da CBJ, Paulo Wanderley Teixeira, do governador do estado, Jaques Wagner, e do ministro do esporte, Aldo Rabelo.
Localizado no município de Lauro de Freiras, na região metropolitana da capital baiana, o CPJ ocupa uma área de 20 mil m² e é composto por três prédios, contendo ginásio climatizado com oito áreas oficiais para treinamento e quatro para competição e capacidade para cerca de duas mil pessoas, centro de preparação e recuperação física de atletas e área de estacionamento com 325 vagas; estrutura administrativa com restaurante, museu do judô, centro de capacitação profissional, auditório para 200 pessoas, sala vip e centro de treinamento, alojamento com dez suítes, 12 dormitórios duplos, oito quádruplos e sala de jogos; piscina; quadra poliesportiva; e pista de corrida de 100 metros com quatro raias para aquecimento dos atletas.
O CPJ será usado na preparação dos atletas de judô dos países pan-americanos que participarão dos Jogos Olímpicos Rio 2016. A partir de segunda-feira a CBJ está livre para fazer a instalação dos equipamentos necessários e, então, marcar a inauguração do espaço, que está prevista para novembro deste ano.
13:21 Centro Pan-americano de Judô
25/07/2014
f/febaju
As obras do Centro Pan-americano de Judô (CPJ) chegaram ao fim. Depois de nove meses, a Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) da Bahia entregou o maior centro de treinamento das Américas para a Confederação Brasileira de Judô (CBJ), na próxima segunda-feira, dia 28, às 10h30, no local. A cerimônia terá a presença do presidente da CBJ, Paulo Wanderley Teixeira, do governador do estado, Jaques Wagner, e do ministro do esporte, Aldo Rabelo.
Localizado no município de Lauro de Freiras, na região metropolitana da capital baiana, o CPJ ocupa uma área de 20 mil m² e é composto por três prédios, contendo ginásio climatizado com oito áreas oficiais para treinamento e quatro para competição e capacidade para cerca de duas mil pessoas, centro de preparação e recuperação física de atletas e área de estacionamento com 325 vagas; estrutura administrativa com restaurante, museu do judô, centro de capacitação profissional, auditório para 200 pessoas, sala vip e centro de treinamento, alojamento com dez suítes, 12 dormitórios duplos, oito quádruplos e sala de jogos; piscina; quadra poliesportiva; e pista de corrida de 100 metros com quatro raias para aquecimento dos atletas.
O CPJ será usado na preparação dos atletas de judô dos países pan-americanos que participarão dos Jogos Olímpicos Rio 2016. A partir de segunda-feira a CBJ está livre para fazer a instalação dos equipamentos necessários e, então, marcar a inauguração do espaço, que está prevista para novembro deste ano.
A História do Judô
Tudo começou em 1882, com Jigoro Kano
O estilo de luta que hoje em dia denominamos como Judô foi
idealizado no ano de 1882. Um jovem de 23 anos chamado Jigoro Kano fundava o
Instituto Kodokan, que veio a se tornar a Meca dos ensinamentos sobre esta arte
marcial.
Com milhares de praticantes e federações espalhados pelo
mundo, o Judô se tornou um dos esportes mais praticados, representando um nicho
de mercado fiel e bem definido. Não restringindo seus adeptos a homens com
vigor físico, e estendendo seus ensinamentos para mulheres, crianças e idosos,
o judô teve um aumento significativo no número de amantes desta nobre arte.
O Judô tem como filosofia integrar corpo e mente. Sua
técnica utiliza os músculos e a velocidade de raciocínio para dominar o
oponente. Palavras ditas por Mestre Kano para definir a luta: "arte em que
se usa ao máximo a força física e espiritual". A vitória, ainda segundo
seu mestre fundador, representa um fortalecimento espiritual. Nas academias,
procura-se passar algo mais além da luta, do contato físico. Para tornar-se um
bom lutador, antes de tudo, é preciso ser um grande ser humano.
Através de Eisei Maeda, por volta de 1922, o Judô surge no
Brasil. O Conde de Koma, como também era conhecido, fez sua primeira
apresentação no país em Porto Alegre. Partiu para as demonstrações pelos
Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, transferindo-se depois para o Pará, onde
popularizou seus conhecimentos da nobre arte. Outros mestres também faziam
exibições e aceitavam desafios em locais públicos. Mas foi um início difícil
para um esporte que viria a se tornar tão difundido.
Um fator decisivo na escalada do Judô foi a chegada ao país
de grupo de nipônicos em 1938. Tinham como líder o professor Riuzo Ogawa e
fundaram a Academia Ogawa, com o objetivo de aprimorar a cultura física, moral
e espiritual, através do esporte do quimono. Daí por diante disseminaram-se a
cultura e os ensinamentos do Mestre Jigoro Kano e em 18/03/1969 era fundada a
Confederação Brasileira de Judô, sendo reconhecida por decreto em 1972. Hoje em
dia é ensinado em academias e clubes e reconhecido como um esporte saudável que
não está relacionado à violência.
Esporte Olímpico de grande prestígio e muito disputado, tem
no Brasil um "celeiro" de bons lutadores, fazendo o país ser
reconhecido e admirado internacionalmente, inclusive no Japão. Por ser um
esporte de triunfos nacionais, tem "sua marca" associada ao sucesso.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE JUDÔ
NORMAS GERAIS PARA EVENTOS NACIONAIS 2013
TITULO I
REGULAMENTO TÉCNICO
CAPÍTULO I
DA FINALIDADE
Art. 1º - O presente Regulamento Técnico visa disciplinar a participação das Federações filiadas nas
competições oficiais e demais eventos promovidos pela CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE JUDÔ, doravante
denominada CBJ, no âmbito nacional.
Art. 2º - São consideradas competições oficiais da CBJ os Campeonatos Brasileiros Regionais e Finais, o
Troféu Brasil de Judô, as Seletivas Nacionais, o Grand Prix Nacional e demais competições constantes do
calendário esportivo anual.
Art. 3º - Fixar e definir atribuições e responsabilidades da CBJ, Federações, atletas, árbitros, técnicos e
dirigentes no decorrer das competições programadas pela entidade, em complementação ao Estatuto da
CBJ.
Art. 4º - Estabelecer rotinas a serem observadas em todas as competições que não sejam regidas por
regulamento próprio.
CAPÍTULO II
DOS CAMPEONATOS
Art. 5º - Os Campeonatos Brasileiros serão realizados nas fases Regional e Nacional, em datas e local
definidos no calendário oficial da CBJ e serão regidos pelas Regras Oficiais da Federação Internacional de
Judô, doravante denominada FIJ, adotadas pela CBJ e por este regulamento.
§ 1º - A definição das sedes dos campeonatos oficiais obedecerá aos critérios estabelecidos no Caderno
de Encargos elaborado pela CBJ.
§ 2º - As competições serão realizadas de acordo com as datas e locais previstos no Calendário Oficial da
CBJ. Cabendo a mesma o direito de modificar, transferir ou eventualmente cancelar, os eventos
programados no Calendário Oficial, obrigando-se a levar o fato ao conhecimento das filiadas com
o mínimo de 45 (quarenta e cinco) dias de antecedência, acompanhado das justificativas que
ocasionaram tal decisão.Art. 6º - Os Campeonatos Brasileiros serão realizados, na fase Nacional, com a participação prevista de
todas as Federações Filiadas e, na fase Regional, com a participação das Federações integrantes de cada
Região, assim distribuídas:
I – REGIÃO NORTE: Amapá (AP), Ceará (CE), Maranhão (MA), Pará (PA) e Piauí (PI);
II - REGIÃO NORDESTE: Alagoas (AL), Paraíba (PB) Pernambuco (PE), Rio Grande do Norte (RN) e Sergipe
(SE);
III - REGIÃO SUDESTE: Bahia (BA), Espírito Santo (ES), Minas Gerais (MG) e Rio de Janeiro (RJ);
IV - REGIÃO CENTRO: Distrito Federal (DF), Goiás (GO), Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS),
Tocantins (TO), Rondônia (RO);
V - REGIÃO SUL: Paraná (PR), Rio Grande do Sul (RS), Santa Catarina (SC), São Paulo (SP).
Art. 7º - Os Campeonatos Brasileiros fase Nacional e Regional serão realizados em competições individuais
e, no Grand Prix, em competições por equipes, para os sexos masculinos e femininos, nas seguintes
classes:
I - Campeonato Brasileiro Regional e Nacional Sub 13 (11 /12 anos);
II - Campeonato Brasileiro Regional e Nacional Sub 15 (13/14 anos);
III – Campeonato Brasileiro Regional e Nacional Sub 18 (15/16/17 anos);
IV - Campeonato Brasileiro Regional e Nacional Sub 21 (15 a 20 anos);
V - Campeonato Brasileiro Regional e Nacional Sênior (a partir de 15 anos);
VI – Campeonato Brasileiro Sub 23 Nacional (15 a 22 anos);
VII - Troféu Brasil de Judô (15 anos em diante);
VII – Grand Prix Nacional (a partir de 15 anos).
§ Único As Normas para as Seletivas Nacionais, Troféu Brasil e Grand Prix Nacional serão definidas em
regulamentos específicos.
CAPÍTULO III
DO CAMPEONATO BRASILEIRO FASE REGIONAL
Art. 8º - O Campeonato Brasileiro fase Regional será classificatório para o Campeonato Brasileiro fase
Nacional.
§1º As Federações campeãs Brasileiras fase final no ano anterior estarão classificadas para disputar
o Campeonato Brasileiro fase final do ano seguinte nas respectivas classes e sexo, com sua
equipe completa.
2º A Federação beneficiada pelo §1º poderá, a seu critério, disputar o Campeonato Brasileiro fase
Regional nas respectivas classes e sexo.
§3º As vagas conquistadas por essa Federação passará automaticamente para a Federação cujo
atleta obtenha a classificação subsequente.Art. 9º - O Campeonato Brasileiro fase Regional será realizado entre os Estados integrantes de cada Região,
conforme artigo 6º (sexto) deste Regulamento.
Art. 10º - O Campeonato Brasileiro fase Regional será disputado em Competições Individuais, onde cada
Federação terá o direito de inscrever um total de até 100 (cem) Atletas, independente de categoria de
peso, classe e sexo, assim distribuídos:
I - Regional com disputa de uma classe – 20 Atletas
II – Regional com disputa de duas classes – 40 Atletas;
III – Regional com disputa de três classes – 60 Atletas;
IV – Regional com disputa de quatro classes – 80 Atletas;
V - Regional com disputa de cinco classes - 100 atletas.
§ 1º Nos Campeonatos Brasileiros Regionais, além da sua classe de origem, os atletas da classe
Sub 18 e Sub 21 poderão participar apenas de mais uma classe, podendo o Sub 18 optar entre
a classe Sub 21 ou a classe Sênior e, os atletas da classe Sub 21, poderão participar também
da classe Sênior.
§ 2º Nestes mesmos Campeonatos Brasileiros Regionais, os atletas das demais classes de idade
somente poderão participar na sua classe de origem.
§ 3º No caso de participação em duas classes o atleta deverá efetuar o pagamento de duas
inscrições.
CAPÍTULO IV
DO CAMPEONATO BRASILEIRO FASE NACIONAL
Art. 11º - O Campeonato Brasileiro fase Nacional será disputado em Competições Individuais, onde cada
Federação será representada nas classes, categorias de peso, e sexo, considerando os resultados obtidos
nos campeonatos brasileiros regionais.
§1º As Federações poderão inscrever o número de atletas proporcional às vagas conquistadas pelos
resultados de Campeões ou Vice Campeões, definidos nos Campeonatos Brasileiros Fase
Regional não podendo ultrapassar o número de 08 (oito) atletas por classe e sexo;
§2° As vagas conquistadas pelos atletas serão creditadas para as suas respectivas FEDERAÇÕES.
§3° Quando atletas do mesmo estado obtiverem a classificação de 1º e 2º lugar, a definição da
segunda vaga será feita entre os atletas classificados em 3º lugar observando o confronto direto
entre eles. Caso esse confronto não tenha ocorrido, será realizada uma luta extra;
§ 4º Para o campeonato Brasileiro Final o atleta da classe sub 18 poderá disputar ainda as classes
Sub21 e Sênior.Art. 12º – Para participar do Campeonato Brasileiro Fase Final, cada Federação poderá inscrever além do
número de vagas conquistadas no Campeonato Brasileiro Fase Regional, mais 03 (três) atletas por faixa
etária e sexo, desde que não ultrapasse o numero de 08 (oito), obedecendo ao limite de 01 (um) Atleta por
categoria de peso.
§ 1° A definição dos atletas inscritos será de livre escolha das Federações;
§ 2º A Federação sede do Campeonato Brasileiro Fase Final, poderá completar sua equipe
independente do número de Atletas classificados no Campeonato Brasileiro Fase Regional,
respeitando os critérios estabelecidos no Art. 13º.
§ 3º As vagas conquistadas por essa Federação nos Campeonatos Brasileiros na Fase Regional
passará automaticamente para a Federação cujo atleta obtenha a classificação subseqüente.
Art. 13º - Para garantir a participação da Federação e dos atletas de livre escolha no Campeonato Brasileiro
fase Nacional, obrigatoriamente a Federação deverá participar do Campeonato Brasileiro fase Regional
com no mínimo 04 (quatro) atletas por classe e sexo, em categorias de peso diferentes.
CAPÍTULO V
DAS INSCRIÇÕES DE FEDERAÇÕES
Art. 14º – Para ter direito de participação nas competições promovidas pela CBJ, as Federações Filiadas
deverão, além de atender às exigências Estatutárias da Entidade Dirigente do Judô Nacional, satisfazer as
seguintes condições:
I - Confirmar sua participação perante a CBJ e a Federação sede do evento, com antecedência de 30 (trinta)
dias da data marcada para o início da competição;
II – Fazer o correto preenchimento das inscrições na plataforma ZEMPO, com antecedência de 07 (sete)
dias da data marcada para o início da competição;
III – Obedecer aos limites estabelecidos para o quantitativo de dirigentes (Chefe de delegação /Técnico):
Delegação com até 04 (quatro) atletas = 01 (um) dirigente.
Acima de 04 (quatro) até 08 (oito) atletas = 02 dirigentes.
Acima de 08 (oito) até 12 (doze) atletas = 03 dirigentes.
Acima de 12 (doze) até 16 (dezesseis) atletas = 04 dirigentes.
IV - A Federação participante e os membros de sua Delegação deverão estar em dia com suas obrigações
financeiras junto a CBJ e não estar cumprindo nenhum tipo de punição;V - Apresentar “atestado médico” individual ou coletivo, em que conste estar (em) o(s) atleta(s) em pleno
gozo de suas faculdades físicas, mentais e em condições de participar do evento;
VI - Os técnicos das equipes deverão apresentar obrigatoriamente a carteira de registro no CREF (Conselho
Regional de Educação Física) no ato do credenciamento;
VII – Entregar os documentos exigidos neste Regulamento, além dos judoguis dos atletas para afixar os
patches dos estados (quando necessário), durante o CREDENCIAMENTO obrigatório das delegações que se
realizará antes do Sorteio.
VIII - Recolher junto ao representante da CBJ o valor referente à taxa de participação dos atletas em todos
os eventos constantes no calendário nacional, conforme tabela oficial.
CAPÍTULO VII
DAS INSCRIÇÕES E PARTICIPAÇÃO DOS ATLETAS
Art. 15º - Só poderão participar dos campeonatos e eventos previstos neste Regulamento e outros
definidos pela CBJ, brasileiros natos ou naturalizados.
Art. 16º - Para participar de qualquer Competição em território nacional, o atleta deverá estar inscrito no
cadastro da CBJ, até 07 (SETE) dias antes da competição.
Art. 17º – Para participar dos campeonatos oficiais da CBJ, a graduação mínima dos atletas deverá ser a
seguinte:
CLASSE Masculino Feminino
Sênior, Sub 23 e Sub 21 Faixa roxa, 2º Kyu Faixa laranja, 4º Kyu
SUB 18 Faixa verde, 3º Kyu Faixa amarela, 6º Kyu
SUB 15 Faixa amarela, 6º Kyu Faixa azul, 8º Kyu
SUB 13 Faixa azul, 8º Kyu Faixa cinza, 10º Kyu
Art.18º - A idade do atleta será aferida tomando-se por base o ano do nascimento, independente do dia e
do mês, comprovada através da carteira de identificação emitida pela CBJ.
§1º A carteira da Federação/CBJ deverá conter foto recente, graduação do atleta e data de nascimento.
§2º O atleta deverá apresentar a carteira mencionada no credenciamento e no ato da pesagem.
Art. 19º - Em caso de menores de 18 (dezoito) anos, exige-se a apresentação de autorização específica
(modelo anexo), assinada pelo pai ou responsável legal e devidamente abonada pelo presidente da
Federação de origem. O não cumprimento impedirá a participação do atleta no evento.Art. 20º - No formulário de inscrição (quando solicitado) deverá ser especificada a classe, nº de inscrição
no ZEMPO, data de nascimento, graduação, categoria de peso e o sexo.
§ Único Para participar do evento o atleta deverá ser inscrito pela Federação de origem.
Art. 21º - O Atleta deverá apresentar-se para participar da competição, uniformizado de acordo com as
Normas e Regulamentos da FIJ e da CBJ, considerando-se as medidas oficiais do judogui, na cor azul e na
cor branca.
§ Único Nas solenidades de abertura das competições e premiação os atletas deverão usar o judogui
branco ou uniforme completo da representação ou da Federação.
Art. 22º - Todos os atletas participantes dos campeonatos deverão portar a identificação do seu Estado
nas costas do judogui.
CAPÍTULO VIII
DA PESAGEM
Art. 23º - A pesagem dos atletas será efetuada em local e hora determinada pela coordenação técnica,
devendo constar na programação do evento ou do Congresso Técnico.
§ 1º A pesagem terá duração de 01 hora sendo 30 minutos para a EXTRA-OFICIAL com subidas livres na
balança e 30 minutos para a OFICIAL com apenas 01 subida na balança.
§ 2º No caso do atleta atingir o peso desejado durante a pesagem extra-oficial, a critério da coordenação
técnica do evento, a comissão de pesagem poderá homologá-la.
Art. 24º - Uma hora antes do início da pesagem a balança deverá estar instalada e à disposição dos atletas
para pesagem livre.
Art. 25º - Todos os atletas inscritos deverão estar presentes no horário e local marcado para o início da
pesagem.
Art. 26º - A ordem de chamada para a pesagem será definida no congresso técnico.
Art. 27º – O atleta será pesado com sunga (ou similar) ou nu. Os atletas das classes Sub 15 e Sub 13
pesarão de sunga ou similar. Todas as atletas do sexo feminino poderão usar collant na pesagem oficial.Art. 28º - A responsabilidade total pela pesagem será da comissão de pesagem, composta de no mínimo 03
(três) membros do sexo masculino e 03 (três) membros do sexo feminino, PREFERENCIALMENTE FAIXAS
PRETAS, os quais serão designados pela federação local.
§ Único Nos Campeonatos Brasileiros Regionais, a pesagem dos atletas da classe Sub 18 será válida para
as competições nas classes Sub 21 ou Sênior e a pesagem dos atletas da classe Sub 21 será
válida para a competição na classe sênior, desde que realizadas no mesmo dia.
Art. 29º - Será exigido do atleta, no ato da pesagem, o documento de identificação emitida pela
Federação/CBJ.
Art. 30º - No recinto da pesagem só poderão entrar as seguintes pessoas:
I - Dirigentes da CBJ;
II - Os membros da comissão de pesagem;
III - Os atletas chamados para a pesagem.
CAPÍTULO IX
DAS CATEGORIAS DE PESO E FAIXAS ETÁRIAS
Art. 31º - As categorias de peso e as faixas etárias para as competições realizadas ou autorizadas pela CBJ
atenderão aos limites mínimos e máximos estabelecidos na tabela abaixo:
MASCULINO
CLASSES
CATEGORIAS
Sub 13
11/12 anos
Sub 15
13/14 anos
Sub 18
15 a 17 anos
Sub 21
15 a 20 anos
SÊNIOR
A partir de
15 anos
SUPER LIGEIRO Até 28 Até 36 Até 50 Até 55 Até 55
LIGEIRO +28/31 +36/ 40 +50/55 +55/60 +55/60
MEIO LEVE +31/34 +40/44 +55/60 +60/66 +60/66
LEVE +34/38 +44/48 +60/66 +66/73 +66/73
MEIO MÉDIO +38/42 +48/53 +66/73 +73/81 +73/81
MÉDIO +42/47 +53/58 +73/81 +81/90 +81/90
MEIO PESADO +47/52 +58/64 +81/90 +90/100 +90/100
PESADO +52 +64 +90 +100 +100FEMININO
CLASSES
CATEGORIAS
Sub 13
11/12 anos
Sub 15
13/14 anos
Sub 18
15 a 17 anos
Sub 21
15 a 20 anos
SÊNIOR
A partir de
15 anos
SUPER LIGEIRO Até 28 Até 36 Até 40 Até 44 Até 44
LIGEIRO +28/31 +36/ 40 +40/44 +44/48 +44/48
MEIO LEVE +31/34 +40/44 +44/48 +48/52 +48/52
LEVE +34/38 +44/48 +48/52 +52/57 +52/57
MEIO MÉDIO +38/42 +48/53 +52/57 +57/63 +57/63
MÉDIO +42/47 +53/58 +57/63 +63/70 +63/70
MEIO PESADO +47/52 +58/64 +63/70 +70/78 +70/78
PESADO +52 +64 +70 +78 +78
CAPÍTULO X
DO CREDENCIAMENTO E CONGRESSO TÉCNICO
Art. 32º - O credenciamento e congresso técnico, cuja presença será obrigatória, serão realizados em dia,
local e horário determinado na programação do evento, com a presença dos representantes de todas as
Federações participantes do campeonato, de acordo com este regulamento.
Art. 33º - No credenciamento serão efetuadas as seguintes ações:
I - Identificação dos delegados;
II - Confirmação das inscrições e possíveis alterações;
III – Entrega e apresentação da documentação solicitada;
Atestado Médico
Carteira da Federação/CBJ (atletas).
Carteira do CREF (Técnicos)
Termo de Autorização e Responsabilidade (Quando necessário)
IV – Pagamento das taxas;
§ Único No credenciamento somente (um) 01dirigente deverá fazer a inscrição de toda a sua equipe,
num único momento.
Art. 34º - No horário estabelecido pela programação o congresso técnico será realizado com qualquer
número de representantes, e cada federação estadual somente poderá ser representada por no máximo 2
(dois) técnicos desde que estejam devidamente credenciados.
§ Único Não será permitida a entrada no recinto do SORTEIO, o técnico que estiver trajando
bermudas, camisetas regata e sandálias de dedo.Art. 35º - O congresso técnico terá como pauta os seguintes assuntos:
I - Informações gerais sobre o evento;
II - Sorteio;
Art. 36º - Será realizado um único “sorteio”, somente no congresso técnico, pelo meio “eletrônico”
determinado pela CBJ, independente do sistema de competição a ser adotado.
CAPÍTULO XI
DO SISTEMA DE DISPUTA PARA COMPETIÇÕES INDIVIDUAIS
Art. 37º - Quando o número de competidores na categoria de peso for inferior a seis, o sistema de
apuração será o “rodízio” (um contra todos).
§ Único - Quando apenas dois atletas estiverem inscritos na categoria, deverá haver confronto entre eles
no sistema de melhor de duas vitórias.
Art. 38º - Nos casos de “rodízio”, para a classificação e desempate entre os atletas, será obedecido o seguinte critério:
I - Número de vitórias;
II - Contagem de pontos, conforme a seguinte tabela:
A - Vitória por Ippon ou equivalente 10 pontos
B - Vitória por Waza-Ari ou equivalente 07 pontos
C - Vitória por Yuko ou equivalente 05 pontos
D – Vitória por Yusei Gachi – Hantei ** 01 ponto
** Apenas para as classes Sub15 e Sub13.
III - Confronto direto entre os atletas empatados;
IV - Permanecendo o empate, deverá haver novo confronto entre os atletas empatados.
Art. 39º - Quando o número de competidores em cada categoria de peso for igual ou superior a seis, a
apuração será feita pelo sistema de eliminatória, com repescagem entre os perdedores das quartas-definal (atual sistema Olímpico)
§ 1º Nas classes Sub 13 e Sub 15 quando o número de competidores em cada categoria de peso for
igual ou superior a seis, a apuração será feita pelo sistema de eliminatória, com repescagem
entre os perdedores dos semifinalistas (antigo sistema olímpico).
§ 2º Nos campeonatos brasileiros fase final, será adotado o sistema de “cabeça de chave” para os
dois primeiros colocados no Campeonato Brasileiro Fase Final do ano anterior nas classes Sub
21 e Sênior.§ 3º Caso o atleta mude de classe ou categoria de peso, perderá o direito de ser “cabeça de chave”.
Art. 40º - Os “cabeças de chave” serão assim distribuídos nas chaves:
I - CHAVE ”A” – O atleta campeão do ano anterior.
II - CHAVE “B” – O atleta vice-campeão do ano anterior.
Art. 41º - No caso da ausência do campeão ou do vice-campeão do ano anterior, o sistema de “cabeça de
chave” não será adotado.
Art. 42º - As disputas de medalhas serão programadas a critério da coordenação do evento.
Art. 43º - Serão classificados como terceiros, os vencedores do confronto entre os vencedores da
repescagem e os perdedores da semifinal, em que o perdedor da final do grupo “A” lutará com o vencedor
da repescagem do grupo “B” e o perdedor da final do grupo “B” lutará com o vencedor da repescagem do
grupo “A”.
CAPÍTULO XII
DA DURAÇÃO DO COMBATE
Art. 44º - O tempo de duração dos combates obedecerá ao quadro estabelecido abaixo:
CLASSE TEMPO GOLDEN SCORE
Sênior e Sub 23 (M/F) 05 minutos Regra FIJ
Sub 21 e SUB 18 (M/F) 04 minutos Regra FIJ
Sub 15 e Sub 13 (M/F) 03 minutos 01 minuto
§ Único – No GOLDEN SCORE, excetuando as classe Sub 13 e Sub 15, o combate se encerrará quando o
primeiro atleta obtiver a 1ª vantagem sobre o outro.
CAPÍTULO XIII
DO TEMPO DE OSSAEKOMI
Art. 45º - O tempo de Ossaekomi para todas as classes e sexos obedecerá ao quadro estabelecido abaixo:
I – Yuko 10 segundos ou mais, porém menos de 15 segundos.
II - Waza-Ari 15 segundos ou mais, porém menos de 20 segundos.
III – Ippon Um total de 20 segundos.CAPÍTULO XIV
DA PREMIAÇÃO
Art. 46º - A premiação dos Campeonatos Brasileiros fase Regional e Nacional serão conferidas as
Federações, considerando:
I – Medalhas aos Atletas classificados em 1º, 2º e 3º lugares (no caso de rodízio os quatro primeiros
classificados deverão ser premiados)
II – Troféus, por Classe e Gênero, para as Federações classificadas em 1º, 2º, 3º, 4º e 5º lugares nos
Campeonatos Brasileiros fase final, totalizando 10 troféus em cada Campeonato;
III – Troféus de 1º, 2º e 3º lugares, às Federações classificadas nos Campeonatos Brasileiros fase regional,
para o masculino e feminino considerando o somatório do maior número de medalhas de ouro em todas
as classes, totalizando 03 troféus em cada Campeonato.
§ 1º Em caso de empate serão consideradas vencedoras, as Federações que obtiverem o maior número
de medalhas de ouro, prata, bronze e 5º lugares sucessivamente.
§ 2º Permanecendo o empate, será considerada vencedora aquela que participou com o menor número
de atletas. Persistindo o empate, a decisão será por sorteio.
CAPÍTULO XV
DA COMISSÃO DE ÉTICA E DISCIPLINA
Art. 47º - A Comissão de Ética e Disciplina será constituída de 05 (cinco) Membros, representando as
Federações participantes designados pelo Presidente da CBJ ou seu representante, para tomar decisões
necessárias visando garantir o bom andamento das competições.
§ Único A Comissão de Ética e Disciplina terá caráter temporário atuando durante a realização do evento
para qual foi constituída.
SEÇÃO I
DAS DISPOSIÇÕES DISCIPLINARES
Art. 48º- As infrações disciplinares serão processadas e julgadas na forma estabelecida no Código Brasileiro
de Justiça e Disciplina Desportiva - CBJDD, aplicando-se ainda as disposições emanadas das normas da CBJ.
Art. 49º - O comportamento anti-desportivo, bem como a agressão física ou verbal, tentada ou
consumada, contra árbitros e seus auxiliares, dirigentes, atletas e pessoas presentes, serão avaliados pela
Comissão de Ética e Disciplina.Art. 50º - Estarão sujeitos às disposições do Código Brasileiro de Justiça e Disciplina Desportiva ou o que
vier a substituí-lo, todos os atletas, técnicos, delegados, dirigentes ou qualquer pessoa com
responsabilidade definida e presentes nas competições, desde que devidamente inscrito numa entidade
filiada ou vinculada a uma Federação Estadual.
Art. 51º - A Federação que inscrever Atletas em condições irregulares nos Campeonatos Oficiais da CBJ,
desde que efetivamente comprovadas, serão automaticamente eliminados e o caso encaminhado ao
Tribunal de Justiça Desportiva da CBJ.
§ Único Após a apuração da classificação final dos atletas e ou equipes, caso algum deles venha a ser
eliminado da competição, a ordem da classificação deverá ser alterada obedecendo aos
seguintes critérios:
I – Eliminação do campeão: ascensão do vice-campeão e do terceiro colocado perdedor do campeão
“eliminado”.
a) Caso os dois terceiros colocados tenham perdido para o campeão “eliminado”, sobe o último perdedor
do campeão “eliminado”.
b) Caso nenhum dos dois terceiros colocados tenha perdido para o campeão “eliminado”, sobe o último
perdedor do vice-campeão.
c) O outro terceiro colocado será o último Atleta perdedor daquele que subiu.
II – Eliminação do Vice-Campeão: ascensão do terceiro colocado perdedor do Campeão, obedecendo aos
critérios estabelecidos nas letras “a”, “b” e “c”, do item anterior.
III – Eliminação de um dos terceiros colocados: Ascensão do último Atleta perdedor do terceiro colocado
“eliminado”.
Art. 52º - Somente o “HANSOKU-MAKE” disciplinar elimina o atleta da competição, independente da
decisão da Comissão Disciplinar.
CAPÍTULO XVII
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 53º - As disposições contidas neste Regulamento se aplicam igualmente a todas as competições
promovidas, autorizadas ou apoiadas pela CBJ e Federações Estaduais, com as adaptações necessárias,
desde que autorizadas pela CBJ.
§ Único Todos os participantes deverão ser conhecedores deste Regulamento, ficando sujeitos a todas
as suas disposições e as penalidades que dele possam emanar.
Art. 54º - A CBJ estará isenta de qualquer responsabilidade por acidente ocorrido durante a Competição.Art. 55º - Todos os eventos realizados em território nacional só poderão ter início com a presença do corpo
médico no local da competição.
Art. 56º - Toda e qualquer publicidade no judogui, uniforme, agasalhos, etc., deverá obedecer às normas
estabelecidas pela FIJ, adaptadas pela CBJ.
Art. 57º - São responsáveis pelo cumprimento deste Regulamento, todos os membros das delegações
participantes no campeonato.
Art. 58º - Os Técnicos deverão estar vestidos adequadamente (camisa, calça comprida ou uniforme de sua
Federação e sapato/tênis) quando ocuparem a cadeira destinada aos mesmos.
Art. 59º - Ao ocuparem a cadeira de técnico, os mesmos deverão limitar-se apenas a orientação de seus
atletas em combate.
§ 1º O Técnico que contrariar o disposto no caput deste artigo, será retirado do local reservado a ele e,
em caso de reincidência, será impedido de ocupar este lugar até o término do campeonato,
sem direito a substituição.
§ 2º Caberá ao coordenador técnico do evento a responsabilidade de fazer cumprir o estabelecido.
Art. 60º - A área delimitada por alambrado ou material assemelhado será reservada somente para as
pessoas credenciadas pela CBJ para desempenhar função e ou atividades inerentes ao campeonato.
Art. 61º – O Departamento de Marketing da CBJ atuará em conjunto com a Federação sede na elaboração
do Plano de Marketing e Programação Visual do evento.
Art. 62º – As informações técnicas complementares a este Regulamento deverão ser feitas através do
Informativo Técnico que será enviada em circular específica para cada evento
CAPÍTULO XVIII
DOS CASOS OMISSOS
Art. 63º - Os casos omissos ou fatos que atentem contra o estabelecido neste Regulamento serão
resolvidos pela CBJ, respeitadas a legislação e normas em vigor.
______________________________
Paulo Wanderley Teixeira
Presidente
TOTAL DE ACESSOS MAIS 423 MIL
NO BRASIL MAIS DE 22 MILK
ACESSOS INTERNACIMNAIS MAIS DE 197 MIL
MÉDIA DIARIA ENTRE 700 A MIL ACESSOS
MAIS DE 5 MIL E 586 POSTAGENS
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- jUDOCAS ANDRÉ TORRES FAIXA MARRON, SENSEI COSME OLIVEIRA, 1º DAN, FAIXA PRETA E RICARDO NETTO (O NETTO GUERREIRO), FAIXA MARON, INTEGRANTES DA ACADEMIA DE JUDÕ EDVALDO RATES NA CIDADE DE MATA DE S. JOÃO/BA. SENSEI COSME OLIVEIRA , JUDOCA COM 41 ANOS DE JUDÔ, O FUNDADOR DA ACADEMIA EM 2005, O MESTRE COMANDANTE DA CITADA ACADEMIA, FORMANDO CIDADÃOS E GERAÇÃO DE CAMPEÕES PARA S OLIMPIADAS DE JUDÔ NO BRASIL EM 2016 ELES MERECEM TODO O APOIO POSSÍVEL DA PREFEITURA MUNICIPAL DE MATA DE S. JOÃO/BA.!
-
SENSEI COSME OLIVEIRA, FAIXA PRETA 1º DAN, FUNDADOR EM 2005 DA CADEMIA DE JUDÕ EDVALDO RATES, NUM RESGATE FANTÁSTICO DO TRADICIONAL JUDÔ MATENSE, DATADO DA DÉCADA DE 1960 COM O SEU INTRODUTOR O PAULISTA, RADICADO NA CIDADE DE MATA DE SÃO JOÃO DESDE O FINAL ADÉCADA DE 1950, O SENSEI EDSON PADULA, "O PAI DO JUDÔ MATENSE!". SENSEI PADULA FALECIDO NA DÉCADA DE 1980.
- COSME OLVEIRA E SUA ACADEMIA COM EUS JUDOCAS, MERECEDORES DE TODO O APPIO POSSIVEL OS MATENSE E OS PODERES EXECUTIVO E LEGISLATIVO PARA CDA VEZ MAIS FORTALECRR O JUDÔ MATENSE E BAIANO.
- CIDADE DE MATA DE SÃO JOÃO/BA DIA 26/07/2014 SABADO /MANHÃ
- VÍDEOS DE CHIQUITINHA MARAVILHA
- Chiquitinha Maravilha carregou um vídeo
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- VER VIDEOS NO YOU TUBE NO GOOGLE - VIIDEOS DE CHIQUITINHA NO YOU TUBE 4 VIDEOS DO TORNEIO DE JUDÔ DIA 26/7/14 E POSTANDO MAIS 130 FOTOS CONTINUE ACESSANDO..
- ACADEMIA DE JUDÔ EDVALDO RATES - CIDADE DE MATA DE SÃO JOÃO/BAHIA
- TORNEIO DE JUDO:
- ACADEMIA EDVALDO RATES X ESCOLA MUNICIPAL ARNALDO PRADO/TORNEIO
- Por Chiquitinha Maravilha
- Os Judocas da Academia Edvaldo Rates localizada na rua Santos Drumond, centro da cidade de Mata de S. João e judocas da Escola Municipal Arnaldo Prado realizaram no dia 26/07/2014 pela manhã uma competição esportiva de alto nível de judô, onde a técnica, força física, disciplina e determinação foram qualidades notáveis dos judocas matense.
- Antes das competições de combate, aconteceu sessão de aquecimento físico preparatório para os combates individuais, onde se destacaram judocas masculino e feminino nas vaiars faixas etária.
- Ricardo Netto (Neto Guerreiro), judoca faixa Marron comandou a organização do evento no tatame, juntamente com sua equipe. Academia Edvaldo Rates tem o comando do judoca faixa preta, 1º Dan Cosme Oliveira, juntamente com notável equipe de judocas nas suas diversas de graduações.
- Historicamente o judô matense remota do final da década de 1960, atingindo seu apogeu nas décadas de 1970,80 e inicio da década de 1990. Na década de 2000 com o comando do judoca Cosme Oliveira, ainda na época da Academiar Edson Paula, reorganizou o judô matense e nessa mesma década nominou a antiga Academia Edson Padula com nome de Academia Edvaldo Rates e com muita garra, determinação, formou uma equipes de judocas
- Da Nova Geração e a cada ano a citada Academia vem crescendo seu potencial técnico, passando também a expandir o judô matense nas escolas municipais, num trabalho educativo, social esportivo magnífico, contribuindo para formar não atletas campeões, mas também cidadãos para a sociedade matense e brasileira, apesar de ainda não ter aquela ajuda adequada e necessária para expandir essa notável ferramenta, o judô social, esportivo e educacional na cidade de Mata de São João, celeiro no passado recente de excelentes judocas da Bahia e do Brasil.
- Judocas participantes:
- Roseilton da Encarnação, 13 anos, 40kg
- Renata S. Jesus 14 anos e 50 kg
- Anderson Cerqueira, 15 anos e 54 kg
- Felipe Pereira 14 anos, 35kg
- Deividson dos Santos 15 anos e 52 kg
- Alana dos Santos 13 anos, 45kg
- Fernando Oliveira dos Santos, 10 anos e 29 kg
- Andressa Santos Alves, 9 anos e 29 kg
- Carlos Henrique Vieira, 11 anos e 37 kg
- Crislane Santos Pereira, 11 anos, 45kg
- Gabriel da Silva Alves, 12 anos e 44 kg
- Lucas Anunciação Santana, 12 anos e 40kg
- João Pedro Santana 8 anos e 30kg
- Samara Marques 7 anos e 32 kg
- Vitória Dos Santos Silva 9 anos e 36kg
- Maria Eduarda Pereira 9 anos e 45 kg
- Raiana Santos França 9 anos e 25 kg
- Deividson Santos de Rodrigo
- José Santos 12 anos e 35 kg
- Ieda de Oliveira Santos Jesus, 9anos e 35 kg
- Caique Souza de Oliveira, 10 anos 35 kg
- Altamir dos Santos Silva 10 anos e 27 kg
- Alane S. França 10 aos e 35 kg
- Iasmin Marques da Conceição, 11 anos e 60 kilos
- Alan Santos França, 8 anos e 23 kg
- Iasmin Vilas Boas 6 anos e 25 kg
- Caio Silva dos Santos 6 anos e 22 kg
- Yagnes França Lima 5 anos e 20 kg
- Welliton Santos, 15 anos, 49kg
- Atilia Trindade ( Bisneto do saudoso Álvaro Pina Trindade
- /Oficial dr registro Civil de Mata de S. João/Ba.
- Academia Edvaldo Rates tem 1 faixa Preta 1º Dan, 2 faixas maron, 4 verde, 4 azul, 1 laranja..
- NA FOTO 31 JUDOCAS MATENSE NA ACADEMIA EDVALDO RATES DIA 26/07/2014 SÁBADO NA CIDADE DE MATA DE SÃO JOÃO INFANTO JUVENIL, CHIQUITINHA MARAVILHA PROFESSOR RICARDO NETTO, IAGO DEIRÓ, DEIVIDSON DOS SANTOS, FELIPE PEREIRA, ANDERSON CERQUEIRA, WELLIGTON SANTOS, ALANA DOS SANTOS, FENANDO DOS SANTOS, ANDRESSA ALVES, CARLOS HENRIQUE VIEIRA, GABRIEL ALVES, LUCAS SANTANA, JOÃO PEDRO SANTANA, SANDRA MARQUES, VITÓRIA SILVA, MARIA EDUARDA PEREIRA, RAIANA FRANÇA, DEIVIDSON DE JESUS, RODRIGO SANTOS, RODRIGO CONCEIÇÃO SANTOS, IEDA SANTOS, CAQUE SOUZA DE OLIVEIRA, ALTAIR SILVA, IASMIN DA CONCEIÇÃO, ALAN FRANÇA, IASMIN VILAS BOAS, CAIO SILVA DOS SANTOS, YAGNÊS FRANÇA LIMA, CRISLANE SANTOS PEREIRA, ATILIA TRINDADE. FOTO ABAIXO CHIQUITINHA MARAVILHA 26/07/2014 ACADEMIA EDVALDO RATES.
- ATILIA TRINDADE, FAIXA AZUL UM DOS JUDOCAS DESTAQUE DA ACADEMIA EDVALDO RATES 2014/ F. CHIQUITINHA MARAVILHA 26/07/2004,







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