LINDAS, MAJESTOSAS FOTOGRAFIAS EM HD/
COM LEGENDAS HISTÓRICAS!
PELOURINHO FAMOSO NO MUNDO INTEIRO
Pelourinho berçário de lendas, histórias e festividades....
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Largo do Pelourinho onde Michael Jackson gravou um clip especial Click no Link Video com Michael Jackson -
ABAIXO DOIS VIDEOS DE MICHAEL JACKON
HISTÓRICO EDIFÍCIO DO MERCADO MODELO
CLIP DE MICHAEL JACKSON NO PELOURINHO/SALVADOR/BA
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VIDEO MICHAEL JACKSON -
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MERCADO MODELO
Fonte Wikipédia
Situado no bairro do Comércio, uma das zonas comerciais mais antigas e tradicionais de Salvador, constitui-se em importante atração turística. Diante da Baía de Todos os Santos, é vizinho do Elevador Lacerda e do Centro Histórico/Pelourinho.
Abriga duzentas e sessenta e três lojas que oferecem a maior variedade de artesanato, presentes e lembranças da Bahia, contando com dois dos
mais tradicionais restaurantes de culinária baiana, o Maria de São Pedro, com oitenta anos de existência e o Camafeu de Oxossi.
Inaugurado em 1912, o Mercado Modelo surgiu pela necessidade de um centro de abastecimento na Cidade Baixa de Salvador. Entre a Alfândega e o largo da Conceição, constituía-se em um centro comercial onde era possível adquirir itens tão variados como hortifrutigranjeiros, cereais, animais, charutos, cachaça e artigos para o Candomblé.
Era servido pela rampa que leva o seu nome, antigo porto dos saveiros que atravessavam a Baía de Todos os Santos.
Em 1969 foi vítima do mais violento incêndio de sua história, a tal ponto que se tornou necessária a demolição do antigo imóvel. A partir de 2 de Fevereiro de 1971, passou a ocupar o edifício da 3º Alfândega de Salvador, uma construção de 1861 em estilo neoclássico, tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). No local, onde funcionava o primitivo Mercado, foi erguida uma escultura de Mário Cravo Junior.
Um novo incêndio que lhe destruiu as instalações levou a uma extensa reforma do edifício, em 1984, permitindo a sua reinauguração.
Os incêndios do Mercado
O Mercado Modelo viveu pelo menos cinco grandes incêndios ao longo de sua história, a saber:
· 1917 - existem poucas informações a seu respeito, acreditando-se que não tenha sido de proporções catastróficas.
· 1922 - iniciou-se na madrugada de 7 de janeiro, tendo reduzido o Mercado às cavernas (subterrâneos), causando mais de mil contos de réis de prejuízos1 . À época, registraram-se boatos de que as causas foram propositais. Reformado, tendo a sua pintura original - amarela e vermelha - sido substituída por verde, ganhou o apelido de Tartaruga Verde.
· 1943 - registrou-se em 28 de fevereiro (um domingo), com a destruição parcial das suas instalações. Não foram identificadas as causas do incêndio, tendo o edifício sido recuperado.
· 1969 - teve lugar a 1 de agosto, sendo considerado o mais grave de sua história, a ponto de inviabilizar a reconstrução do primitivo imóvel, cujos escombros necessitaram ser demolidos visando a segurança pública.
· 1984 - em 10 de Janeiro, conduziu a uma extensa reforma, permitindo a sua reinauguração no mesmo ano.
INÉDITA
SALVADOR HISTÓRICA!
LINK DA EDIÇÃO HISTÓRICA DA CIDADE DE SALVADOR A PEROLA BARROCA DAS AMÉRICAS!
COM MAIS DE 500 FOTOS E A POESIA DESCRITIVA DA CITADA CIDADE, POESIA DE CHIQUITINHA
MARAVILHA - COM LEGENDAS
HISTÓRICA/DOCUMENTAL!
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PRESIDENTA DILMA NA CIDADE DE SALVADOR/ VIA EXPRESSA
GOVERNADOR JAQUES WAGNER E RUI COSTA DEPUTADO FEDERAL/PT
Governador Jaques Wagner Cumprimenta Rui Costa/PT Deputado Federal ao nomear Rui Costa, Secretário de Estado da Casa Civil, Governo do Estado da Bahia, BA, 2012-.
Foto: Manu-Dias SECOM/BA.
GOVERNADOR, PRESIDENTE E MINISTRO INAUGUROU A VIA EXPRESSA SEXTA 01/03/2013
Maior intervenção viária em Salvador nos últimos 30 anos, a Via Expressa Baía de Todos-os-Santos será inaugurada nesta sexta-feira (1º), às 10h, pelo governador Jaques Wagner, a presidente Dilma Rousseff e o ministro dos Transportes, César Borges. A cerimônia será na Estrada da Rainha, onde foi montada uma tenda (seguir pela Rótula do Abacaxi, Av. Heitor Dias, Estrada da Rainha até Ladeira do Paiva, onde há uma passarela de pedestre).
O trajeto entre a BR-324 e o Porto de Salvador foi reduzido em 3,2 quilômetros, passando dos atuais 7,5 km para 4,2 km, com seis rotas alternativas que vão facilitar a vida de quem transita pela região e desafogar o trânsito nas vias adjacentes, como o Bonocô, San Martin e Retiro. São dez faixas de tráfego – seis para tráfego urbano e quatro exclusivas para veículos de carga –, três túneis, 14 elevados, duas passarelas, além de ciclovia, pista de rolamento e passeios.
Foram investidos na obra, executada pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), um total de R$ 480 milhões, fruto de parceria dos governos federal e estadual, e considerada uma das principais intervenções do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Saiba mais no site: www.viaexpressaba.com.br.
Sexta, 01 de Novembro de 2013 - 13:10
Com elogios de Neto a Wagner e Dilma a Rui Costa, Via Expressa é inaugurada; placa terá Feliciano
por Rodrigo Aguiar / Evilásio Júnior
A Via Expressa Baía de Todos-os-Santos foi inaugurada, na manhã desta sexta-feira (1º), em cerimônia no próprio complexo viário, com a presença da presidente Dilma Rousseff, do governador Jaques Wagner e do prefeito ACM Neto, além de ministros, parlamentares e secretários estaduais e municipais. Primeiro a falar, o gestor da capital baiana voltou a elogiar o chefe do Executivo baiano. "Se essa obra está sendo entregue foi porque o governador acreditou e trabalhou por ela, foi buscar recursos, acompanhou a execução e as intervenções, como as desapropriações [foram 650 na área]. A Via Expressa muda o perfil urbano de Salvador", exaltou Neto, ao citar a necessidade de investimento na mobilidade urbana e adoção de medidas como o Decreto de Carga e Descarga, que reduz o horário de circulação de caminhões na cidade.
Na sequência, Wagner retribuiu a gentileza ao comentar que o prefeito era "um cara de sorte" por ter a "chance" de participar de diversas inaugurações de obras iniciadas anteriormente que se concretizam agora. O governador classificou a Via Expressa como "monumental", ao confrontá-la com a Avenida Paralela e reiterar que é a "maior obra viária dos últimos 30 anos" em Salvador. "Uma obra como essa não é fácil. Rasgar uma estrada no ermo é uma coisa, outra coisa é fazer uma pista com 10 faixas no meio da cidade", comparou. Já Dilma iniciou o seu discurso com a fala de que iria "quebrar o protocolo", mas repetiu um artifício utilizado em outras ocasiões: fazer referência a membros da comunidade e destacar um operário como representante dos trabalhadores da obra. Ela chamou ao palco um homem de prenome Feliciano e sugeriu, inclusive, a inclusão do seu nome na placa de inauguração.
Ela repetiu também uma brincadeira em relação ao ponto inicial do complexo viário, a Rótula do Abacaxi (ver aqui). "Pensei que tinha uma feirinha ou alguém vendendo suco de abacaxi. Depois o governador me explicou que o nome é porque o trânsito é um abacaxi. Agora há pouco o governador me disse que vai mudar para Rótula do Quiabo", completou, em referência à previsão de melhor fluidez no trânsito da região. A presidente anunciou ainda que pretende voltar à Bahia no próximo mês para "olhar" a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), com o uso da máxima: "O boi engorda com o olho do dono". "Vamos ver o nosso boi nos trilhos. A Fiol está agora a pleno vapor", brincou. Sobre a sucessão de Wagner, em 2014, embora tenha evitado falar de eleições, a petista fez menção ao pré-candidato do PT e chefe da Casa Civil do Estado, Rui Costa, como sucessor de "Evinha" – Eva Chiavon, ex-titular da pasta – no projeto. "Foi um dos grandes responsáveis pela conclusão da obra e pela sua qualidade", destacou.
Dos postulantes da base governista, marcaram presença no palanque principal o senador Walter Pinheiro (PT), o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT) e o vice-governador Otto Alencar (PSD). O secretário do Planejamento, José Sérgio Gabrielli (PT), o ex-prefeito de Camaçari, Luiz Caetano, e a senadora Lídice da Mata (PSB) não compareceram ao evento.
De acordo com a Companhia de Desenvolvimento Urbano (Conder), "em função da retirada das instalações provisórias montadas para inauguração da obra", o tráfego de veículos será liberado a partir da tarde deste sábado (2). A meta é reduzir em 3,2 quilômetros o trajeto da BR-324 ao Porto de Salvador, com pelo menos seis rotas alternativas. A via passa por Água de Meninos, Ladeira do Canto da Cruz, Estrada da Rainha, Largo Dois Leões, Avenida Heitor Dias, Rótula do Abacaxi, Ladeira do Cabula e Acesso Norte. Ao todo, são dez faixas de tráfego– seis para tráfego urbano e quatro exclusivas para veículos de carga –, três túneis, 14 elevados, duas passarelas, além de ciclovia, pista de rolamento e passeios. O investimento foi de R$ 480 milhões, por meio de parceria entre os governos federal e estadual. O complexo viário é considerado uma das principais intervenções do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
VIA EXPRESSA DO PORTO MAR A BR 324. 4.3 KM DE MOBILIDADE URBANO
Por Chiquitinha Maravilha
A Via Expressa do Porto Mar de Salvador na Cidade Baixa cruzando a Cidade Alta (Via Tuneis) a BR 324 são 4.3 km de extensão de pura mobilidade urbana na cidade de Salvador, desafogando trafego de veículos de transporte de Cargas e veículos de massa (ônibus) e automóveis, as Avenidas Barros Reis, Bonocô e San Martin.
A Via Expressa tem um investimento de 480 milhões de reais do PAC (Governo Federal) e Governo Estadual com um percentual menor do que o Federal. A Via expressa é composta de 3 tuneis, 14 elevados, 4 pistas para transportes de Mercadorias Cargas, 6 pistas de trafego urbano, passarelas ao longo da pista, , ciclovias, passeios, canteiros de grama, e árvores nativas, a citada obra teve início há mais de 4 anos, sendo 340 milhões do PAC e 40 milhões do Governo Estadual, reduzirá em 3. 2 km a o trajeto entre o Porto de Salvador e a BR 324, dando mais mobilidade urbana na cidade de Salvador, especialmente no trecho citado e no seu entorno.
A Via Expressa Baía de Todos os Santos é uma obra de engenharia magnífica, embelezando e agilizando o trafego na Cidade Fortaleza de Tomé de Souza, que apresenta uma topografia composta de morros, colinas, vales, riachos, Mata Atlântica, a Baía de Todos os Santos e o Oceano-mar e com um lindo visual, que encanta e apaixona a todos que visitam a Cidade de Salvador, A Pérola Barroca das Américas (Ver poesia de Chiquitinha Maravilha composta aos 20 anos de idade em 1971, no Blog intitulada Salvador, a Perola Barroca das Américas com mais de 33 estrofes...).
A Presidenta do Brasil, Dilma Russeff inaugura a via Expressa na sexta-feira dia 01/11/2013 ás 10 hs, ministros, governador Wagner e sua comitiva, imprensa e outras pessoas gradas.
Uma tenda foi instalada especialmente para a inauguração da magnífica, moderníssima a Via Expressa Baía de Todos os Santos, que agilizará frontalmente a mobilidade urbana do Porto de Salvador a BR 324 com uma extensão de 4,3 km.
LINDAS, MAJESTOSAS FOTOGRAFIAS EM HD/
COM LEGENDAS HISTÓRICAS!
PELOURINHO FAMOSO NO MUNDO INTEIRO
Pelourinho berçário de lendas, histórias e festividades....
VÍDEO DE MICHAEL JACKSON
Largo do Pelourinho onde Michael Jackson gravou um clip especial Click no Link Video com Michael Jackson -http://www.youtube.com/watch?v=YsvBA1ttTAk
Rua Alfredo sentido Largo do Pelourinho /Sto. Antonio Além do Carmo
POSTADO MAIS FOTOS INCLUSIVE DA
CIDADE BAIXA
E ALTA (CENTRO HISTÓRICO)
FOTOS DE CAPA (DE CHAMADA DO CONTEÚDO)
CHIQUITINHA MARAVILHA DIA 31/10/2013 - DAS 11 AS 13/15 HS
FOTOS DA ROTULA DO ABACAXI E SEU ENTORNO.....
Foto na Avenida Barros Reis perto do Nova Rotatória da Rotula do Abacaxi/Salvador/Ba.
Viadutos da Nova Rotatória da Rotula do Abacaxi notar o paisagismo em baixo dos viadutos
Notáveis espigões de concreto toma conta do paisagismo Vertical no entorno da Via Expressa,
Várias passarelas para pedestre foram edificadas ao longo da Via Expressa
Operário cuidando da iluminação da posteação ao longo da Via Expressa
A empresa Marketing Promocional AGOGÔ, cuidando do Marketing para a inauguração da Via Expressa pela Presidenta Dilma Rousseff na sexta-feira dia 01/11/2013.
Policiais preparando a Segurança para a inauguração da Via Expressa pela Presidenta Dilma Rousseff, Governador Wagner e sua Comitiva.
Os dois tuneis na Cidade Alta indo em sentido Cidade Baixa.
Os dois tuneis na Cidade Alta indo em sentido Cidade Baixa... Na foto abaixo interior de um dos dois tuneis citado, sentido Cidade Baixa.
Abaixo dos tuneis da Via Expressa (este aí na foto na saída da Via Expressa no trecho perto de Água de Meninos na Cidade Baixa.
Operário e maquina que construiram a Via Expressa
Um dos Tuneis e Viaduto na saída ou entrada para àgua de Meninos na Cidade Baixa perto do Porto da Cidade de Salvador
POSTANDO MAIS FOTOS, CONTINUE ACESSANDO..
VER ABAIXO MAIS 360 FOTOS E CONTINUO POSTANDO MAIS FOTOS DA VIA EXPRESSA E SEU ENTORNO.
FOTOS NA CIDADE BAIXA SETOR COMERCIAL, CASARÕES, ELEVADOR LACERDA, NA CIDADE ALTA, PÇA MUNICIPAL, RUA CHILE, PRAÇA CASTRO ALVES, FORTE S. MARCELO, CÂMARA MUNICIPAL, PELOURINHO... NUM TOTAL DE MAIS DE 300 LINDAS FOTOS EM HD.
HISTORIA DO JUIZ MATENSE E BAIANO DR. LEOVIGILDO, O FUNDADOR DA BIBLIOTECA DO JUDICIÁRIO BAIANO EM 1908 INSTALADO NA NAS DEPENDÊNCIAS DO CONVENTO DA PALMA, LOCAL ONDE NA ÉPOCA ERA SEDIADO O FÓRUM DE JUSTIÇA DE SALVADOR.
TODAS AS HONRAS PARA O DECANO DOS JUÍZES BAIANOS, INCORRUPTÍVEL DR. LEOVIGILDO, NASCEU RICO E FALECEU POBRE EM PROL DA HONRA DA JUSTIÇA BAIANA!
DR. LEOVIGILDO GONÇALVES DE CARVALHO
O DECANO DOS JUÍZES BAIANO /1897/1924
O matense Juiz Leovigildo Gonçalves de Carvalho
Foto chiquitinha Maravilha em jornais de Salvador da
década de 1920 / F. digitalizada por Chiquitinha Maravilha.
Rua Juiz Leovigildo Gonçalves de Carvalho, uma transversal entre Rua Alfredo Brito (sentido largo do Pelourinho) com a rua Maciel de Baixo
F. Chiquitinha Maravilha inicio de julho de 2013, Centro Histórico/Pelourinho.
HISTÓRICO DA MEDICINA BAIANA:
Juiz Leovigildo Despacha Documento da
Maioridade de Alice Couto Nina Rodrigues
HISTÓRICO!
HISTÓRIA DA MEDICINA BAIANA
artigo 57
O falecimento do Professor Doutor Raymundo Nina Rodrigues,
em Paris, a 17 de Julho de 1906 e a narrativa da chegada
do cadáver ao porto desta capital, no dia 10 de agosto do mesmo ano.
A exposição minudenciosa das exéquias do célebre cientista brasileiro.
Dr. Antonio Carlos Nogueira Britto
Vice-presidente do Instituto Bahiano de História da Medicina e Ciências Afins.
Fundado em 29 de novembro de 1946
Anexo 1
CERTIDÃO DO REGISTRO DO NASCIMENTO DE ALICE COUTO NINA RODRIGUES.
DATA DO CASAMENTO DO DR NINA RODRIGUES
A 06 de maio de 1903, o Dr. Raymundo Nina Rodrigues dirigiu-se ao arquivo da Secretaria da Intendência Municipal da capital do Estado da Bahia para passar por certidão o teor do registro de sua filha Alice:
“ Ill.º Sn’r Intendente –
O Doutor Nina Rodrigues, a bem de seu direito preciza que V. Ex.cia lhe mande passar por certidão o teor do registro de nascimento de dua filha Alice o qual teve lugar em doze de Janeiro do anno de 1895 no districto da Victoria cujos livros se acham recolhidos no archivo desta Intendencia.
Nestes termos pede despacho
Bahia 6 de Maio 1903
Dr. R. Nina Rodrigues.”
“Certifico em cumprimento ao despacho supra, que no archivo da Secretaria da Intendencia Municipal da Capital do Estado da Bahia, se acha recolhido o livro de registros de nascimentos do districto da Victoria, sob numero quatro dos annos de mil oitocentos e noventa e quatro a mil oitocentos e noventa e sete e delle as folhas trinta e seis verso, consta o assentamento do teor seguinte. Numero nove. Aos doze dias do mez de Janeiro do anno de mil oitocentos e noventa e cinco nesta Capital do Estado da Bahia districto de paz Parochia de Nossa Senhora da Victoria em meu Cartorio compareceu o Doutor Raymundo Nina Rodrigues e as testemunhas no fim nomeadas e assignadas declararão que no dia dês de Dezembro do anno de mil oitocentos e noventa e quatro, as cinco horas da manhã sua mulher Dona Maria Couto Nina Rodrigues deu a luz a uma criança do sexo feminino que se chamará – Alice – sua filha legitima nascida na mesma casa onde são moradores a Rua Forte de São Pedro casa numero trinta e um, o declarante é médico, natural do Estado do Maranhão, casado, nesta Capital, na Freguesia de Sant’Anna aos vinte e oito de Janeiro de mil oitocentos e noventa e trez, e sua mulher é natural desta Capital são Avos paternos da criança o Coronel Francisco Solano Rodrigues e Dona Luiza Rosa Nina Rodrigues e maternos o Conselheiro Doutor José Luiz de Almeida Couto e Dona Amelia de Azevêdo Couto, são testemunhas Francisco de Azevedo Bonfim e o Doutor José Calazans de Azevedo Costa. E para constar lavrei o presente termo que assigna commigo o declarante e as testemunhas depois de lhes ter lido e acharem conforme o que dou fé. Eu Arestides Alexandrino do Valle Escrivão de paz, official do Registro Civil o escrevi por ordem do Juiz de paz em exercicio o Major Francisco Augusto Pereira de Mattos. Arestides Alexandrino do Valle. (assignados) Doutor Raymundo Nina Rodrigues. Francisco de Azevêdo Bomfim e Doutor José Calazans de Azevedo Costa. O referido é verdade e está escripto e para constar, eu Fraterno de Meirelles, archivista da Secretaria da Intendência Municipal da Capital do Estado da Bahia passei a presente aos sete dias do més de Maio de mil novecentos e trez e vae subscripta e assignada pelo Doutor Alfredo Devoto, sub-secretario da Intendência Municipal da Capital do Estado da Bahia, subscrevo e assigno.
Dr. Alfredo Devoto
Nº 2174 PV 495
Pagou de emolumentos novecentos e noventa e cinco reis.
B.ª e 2.ª Secção do Thesouro Muni.al 7 de Maio de 1903
Rubrica ilegível Rubrica ilegível”
No frontispício do documento vê-se uma estampilha de 200 réis e na dita grafada “Republica Brazileira / Imposto do sello/ Estado da Bahia”
“Nº 478
de 257 / 6-5-903
Segue-se o despacho: “Como pede – Em 5- 5 903”
Cf. Arquivo Público do Estado da Bahia
Secção Judiciária
Inventário – Dr. Raymundo Nina Rodrigues
Período: 1906/1916. Numero de folhas: 41
Classificação: 01/58/68/65
Advogado: Dr. Antonio Carneiro da Rocha
D. Maria Couto Nina Rodrigues (viúva) –Inventariante e herdeira, com a filha Alice.
Cf. páginas 39-40.
SOLICITAÇÃO DE EMANCIPAÇÃO DE ALICE.
“Exmo Sn’r Dr. Juiz de Direito da Vara de Orphãos
Diz a abaixo assignada, filha do fallecido Dr. Raymundo Nina Rodrigues, que tendo atingido a maioredade no dia 10 de Dezembro de 1916, requer a V. Ex.ª que se digne de julgal-a emancipada, para os fins de Direito.
Nestes termos
P. a V. Ex.ª deferimento
Bahia 24 de Maio de 1916
Alice Couto Nina Rodrigues”
Obs, Assinatura sobre estampilha de 300 réis – “Estado da Bahia – Brazil – Imposto do Sello.” (N.A.)
No frontispício da petição vê-se a observação: “Venha nos autos – B.ª 25 de Maio de 1916
L. de Carvalho.”
Cf. Ibid. p. 35.
“Exm.º Sn’r. D. r Juis de Direito da Vara de Orphãos
D. Alice Couto Nina Rodrigues, cumprindo o respeitavel despacho de V. Ex.ª vem apresentar a certidão de registro dp seu nascimento, para que possa ser julgada emancipada, e requer a V. Ex.ª que se digne de, julgada a sua emancipação, conceder a Supp. te alvará para que seja retirada a clausula de menoredade das apolices da Divida Publica deste Estado, de n. os 17.089 a 17.107 e 10.966 e das apolices da Divida Publica da União, de n. os 128.814 a 128.817 e 122.493 a 122.497, sendo que estas se acham averbadas na repartição competente na cidade do Rio de Janeiro.
Nestes termos,
P. a V. Ex.ª deferimento.
Bahia 5 de Junho de 1916
Alice Couto Nina Rodrigues”
Obs. Assinatura sobre estampilha no valor de 300 réis – “Estado da Bahia – Brazil- Imposto de Sello” (N.A.)
No frontispício está consignado: “Venha nos autos. B.ª 5 de Junho de 1916
L. de Carvalho.”
Cf. Ibid. p. 38.
“Nascida D, Alice Couto Nina Rodrigues e filha legitima de Dr. Raymundo Nina Rodrigues, e D. Maria Couto Nina Rodrigues, em 10 de Dezembro de 1894 completou vinte e um annos de idade em egual data de 1915, certidão a fl.
Atingindo assim a maior idade a declara emancipada e apta para todos os actos da vida civil.
Deferindo o requerimento a fl. passe-se o alvará solicitado.
B.ª 6 de Junho de 1916
L. de Carvalho.”
Cf. Ibid. p.41.”
“Certifico que scientifiquei Dona Alice Couto Nina Rodrigues de todo o conteudo da Sentença retro. Dou fé, Bahia 8 de 1916. O Esc. m int. o Carlos da Rocha Reis.”
“Certifico que forão expedidos os alvarás requeridos na petição de fl. s 14.v e 15.v sob numeros 18 e 19. Dou fé. Bahia 9 de Junho de 1916. o Esc. m int.º Carlos da Rocha Reis.”
Cf, Ibid. p. 41-v.
Obs. O nome do Juiz de Direito que rubricava os despachos como L. Carvalho era “Leovigildo Gonsalves de Carvalho.” (N.A.)
POSTAGEM HISTÓRICA C/
CONTEÚDOS DA HISTÓRIA DA BAHIA!
INÉDITA
SALVADOR HISTÓRICA!
LINK DA EDIÇÃO HISTÓRICA DA CIDADE DE SALVADOR A PEROLA BARROCA DAS AMÉRICAS!
COM MAIS DE 500 FOTOS E A POESIA DESCRITIVA DA CITADA CIDADE, POESIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA - COM LEGENDAS HISTÓRICA/DOCUMENTAL!
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Tenda para as solenidades da inauguração da Magnífica Via Expressa, a Maior obra de mobilidade urbana do governo Jaques Wagner e uma das mais significativas dos últimos 40 Anos na Cidade de Salvador - A Perola Barroca das América (ver poesia inédita descritiva, resumida da cidade de Chiquitinha Maravilha
Os dois tuneis principais da Via Expressa na ligação fantástica das Cidades Alta e Baixa, na chamada mobilidade urbana entre as duas "Cidades"
FOTOS CHIQUITINHA MARAVILHA DIA 31/10/2013 - DAS 11 AS 13/15 HS
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Foto na Avenida Barros Reis perto do Nova Rotatória da Rotula do Abacaxi/Salvador/Ba.
Viadutos da Nova Rotatória da Rotula do Abacaxi notar o paisagismo em baixo dos viadutos
Notáveis espigões de concreto toma conta do paisagismo Vertical no entorno da Via Expressa,
Várias passarelas para pedestre foram edificadas ao longo da Via Expressa
Operário cuidando da iluminação da posteação ao longo da Via Expressa
A empresa Marketing Promocional AGOGÔ, cuidando do Marketing para a inauguração da Via Expressa pela Presidenta Dilma Rousseff na sexta-feira dia 01/11/2013.
Policiais preparando a Segurança para a inauguração da Via Expressa pela Presidenta Dilma Rousseff, Governador Wagner e sua Comitiva.
Os dois tuneis na Cidade Alta indo em sentido Cidade Baixa.
Os dois tuneis na Cidade Alta indo em sentido Cidade Baixa... Na foto abaixo interior de um dos dois tuneis citado, sentido Cidade Baixa.
Abaixo dos tuneis da Via Expressa (este aí na foto na saída da Via Expressa no trecho perto de Água de Meninos na Cidade Baixa.
Operário e maquina que construiram a Via Expressa
Um dos Tuneis e Viaduto na saída ou entrada para àgua de Meninos na Cidade Baixa perto do Porto da Cidade de Salvador
VIADUTOS DA ROTULA DO ABACAXI, EXEMPLO DE MODERNIDADE NA MODALIDADE URBANA DE SALVADOR QUE CAMINHA PARA A COPA DO MUNDO 2014.
Conjunto de Viadutos na Nova Rotula do Abacaxi
Passarela para pedestres
AVENIDA BARROS REIS
A IMPONENTE BELEZA DOS EDIFÍCIOS E CASARÕES PRIMITIVOS DA CIDADE BAHIA NAS FOTOGRAFIAS E TEXTO/LEGENDAS DESCRITIVO DE CHIQUITINHA MARAVILHA em 31/10/13.
Plano Inclinado do Pilar ligando a Cidade Alta a Cidade Baixa, um exemplo primitivo da Mobilidade Urbana da histórica Cidade de Salvador/Ba.
Plano inclinado do Pila, moderno sistema de modalidade urbana nas décadas iniciais do atual regime republicano
Lindo, majestosa a arquitetura do secular edifício do Palácio da Associação Comercial da Bahia, em estilo neoclássico um dos edifícios destaque na Cidade Baixa/Salvador/Ba.
F. Chiquitinha Maravilha 31/10/2013
BREVIÁRIO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DA BAHIA
O Palácio da Associação Comercial da Bahia - Um dos primeiros prédios
genuinamente neoclássicos do Brasil
Ao início do século XIX a cidade de Salvador era o porto mais movimentado de todo o Atlântico Sul. As intensas atividades comerciais que aqui ocorriam se aceleraram ainda mais com a abertura dos portos as nações amigas, autorizada por D. João VI, quando aqui chegou em 1808, como escala da transferência da corte portuguesa para o Rio de Janeiro. Os comerciantes locais solicitaram então a D. João a criação de uma Associação Comercial na Bahia, a primeira das Américas, para que cuidasse dos seus interesses.
A associação foi criada em 1811 e o prédio definitivo ficou pronto em 1816. O local escolhido para a sua construção foi junto ao porto, na cidade baixa (bairro do Comércio), no local onde se encontrava o forte de São Fernando, então desativado.
O prédio, de caráter palaciano, foi construído por ordens de D. Marcos de Noronha e Britto, VIII Conde dos Arcos, governador da Bahia, com projeto do arquiteto português Cosme Fidié. Este prédio quebrou um paradigma, já que, pela primeira vez na Bahia, adotou-se o estilo neoclássico inglês, do tipo Adams, o mesmo no qual se inspirou a maioria dos prédios governamentais de Washington, inclusive a famosa Casa Branca. Seu estilo é uma raridade no Brasil colonial, e um dos primeiros a ser construído no país.
A construção é retangular, com duas fachadas, cada uma voltada para uma praça. A principal, que originalmente se abria para o mar, e a outra, nos fundos, onde se encontra a estátua do Conde dos Arcos. As duas fachadas são simétricas, diferindo na colunata da primeira, que inexiste na outra. O prédio tem três pavimentos, desenvolvendo-se em torno de um salão nobre. O andar superior circunda o salão, abrigando hoje uma biblioteca e salas administrativas. Há ainda outras salas no pavimento térreo, salas nobres de reunião e do conselho. No subsolo, onde ainda se observam restos das muralhas do antigo forte, inclusive os calabouços, encontram-se auditórios e outras salas administrativas da Associação.
Em 1884, na praça em frente a uma das fachadas, resultante do aterro do mar, foi erigida, por iniciativa da Associação, uma coluna em bronze, encimada pelo anjo da Vitória, em comemoração a batalha do Riachuelo, e que foi inaugurada por D. Pedro II. À sua época, era o monumento mais alto do Brasil. Neste prédio também se realizou o último baile do período imperial na Bahia.
O prédio passou recentemente por ampla reforma e restauração, para comemorar os seus 200 anos. Foi criado ainda um serviço de apoio aos visitantes, com visitas guiadas, e instalado um núcleo de informática, de forma interativa, onde se obtém todas as informações a respeito de sua história. A sua pinacoteca inclui quadros valiosíssimos, que retratam figuras responsáveis pela sua construção, e de governantes do período imperial, e ainda de dirigentes da Associação, alem de um enorme quadro de Portinari, de valor incalculável, que retrata a chegada de D. João VI na Bahia. Fotografias antigas, tapetes raros, objetos diversos e mobiliário original, todos restaurados, também fazem parte do seu acervo artísitico.
FONTE DE PESQUISA
Trapiche em ruínas, linda fachada colonial construindo no século XIX, servia de armazenamento de mercadorias oriunda do cais do Porto de Salvador, situado perto do citado edifício.Precisa ser completado o seu original (cobertura, piso, etc...) e ser aproveitado como um centro cultural ou comercial (a exemplo /centro artesanal da Bahia, gerando emprego, renda e cultura para a Bahia, Brasil e exterior! Foto Chiquitinha Maravilha 31/10/2013
O citado Trapiche e ao fundo o Plano Inclinado, mobilidade urbana primitiva, cenário histórico da Bahia dos primórdios...
Cenário de um visual inclível, dos edifcios e casarões da Cidade Baixa e Cidade Alta
Acima Edifícios moderno da Salvador Cosmopolita do Seculo XX e XXI
ABAIXO MODERNO E PRIMITIVOS!
NO CENÁRIO DA CIDADE BAIXA - NO COMERCIO
UMA JOIA DO BARROCO LUSITANO NA CIDADE DE SALVADOR/BA
HISTÓRICO
Igreja de São Pedro Gonçalves do Corpo Santo
Igreja do Corpo Santo, na rua do Corpo Santo, bairro do Comércio. Sua fachada fica de costas para o porto, uma estratégia comum para reduzir a maresia dentro do templo.
A capela foi fundada, em 1711, por Pedro Gonçalves, um marinheiro espanhol, para pagar uma promessa feita durante uma tempestade na Baía de Todos os Santos.
De 1736 a 1756 serviu de matriz da Paróquia da Conceição da Praia, durante a construção do novo prédio daquela igreja.
Em 1902, o templo foi reestruturado devido ao alargamento da rua Santos Dumont, para a qual se voltava sua fachada posterior (veja ilustrações abaixo). Seu frontispício foi alterado e lojas comerciais passaram a funcionar no porão.
Abaixo a notável Fachada da Igreja do Corpo Santo/
F. Abaixo de Chiquitinha Maravilha 31/10/2013
(Precisa ser pintada o seu frontão e laterais)
No interior da igreja capelas e altar-mor, uma joia rara do barroco lusitano na cidade de Salvador/Ba.
Foro do Teto da Igreja do Corpo Santo
As duas Fotos e texto abaixo http://www.igrejas-bahia.com/salvador/corpo-santo.htm
Foto acima
O forro da nave é provavelmente um dos elementos da época de sua construção. Destaca-se a imagem do Senhor dos Passos, o crucifixo do altar-mor e a estátua do Senhor da Redenção, atribuída a Chagas, o Cabra.
Foi tombada pelo SPHAN em 1938.
Igreja de São Pedro Gonçalves do Corpo Santo
Nesse fragmento da ilustração de Charles Landseer, de 1826, vê-se parte da antiga arquitetura da Igreja do Corpo Santo. Observe que a Igreja possuía uma torre, como confirmado na fotografia acima com a seta indicativa.
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ABAIXO E VEJA
Arco em estilo colonial em pera e argamassa primitiva, no passado servia de estrada ou "caminho" para a cidade baixa, passando pelo Palácio do Governo, ladeira do Pau da Bandeira, indo para a Ribeira das Naus.........
Fachada da Igreja do Corpo Santo, foi edificado em 1711
Fachada em azulejo lusitano deste edificio com janelas em estilo gótico (arco cônico)
Mercado Modelo (antiga Alfandega)31/10/2013
Foto Acima do Elevador Lacerda primitivo Salvador, província da Bahia (Rodolpho Lindemann, 1875).
Foto do Elevador Lacerda de 1920
O Elevador Lacerda é o primeiro elevador urbano do mundo. Em 8 de dezembro de 1873, quando foi inaugurado, era o mais alto do mundo, cerca de 63 metros de altura. 1 Localizado na cidade de Salvador, cumpre a função de transporte público entre a Praça Cairu, na Cidade Baixa, e a Praça Thomé de Souza, na Cidade Alta. Hoje é um dos principais pontos turísticos e cartão postal da cidade.
Do alto de suas torres, descortina-se a vista da Baía de Todos-os-Santos, do Mercado Modelo e, ao fundo, o Forte do Ma.r
Elevador Lacerda em 31/10/2013 - 13hs e 15 minutos/Chiquitinha Maravilha
HISTÓRICO
Fonte Wikipédia, a enciclopédia livre.
na pesquisa de Chiquitinha Maravilha
A geomorfologia do local, dois planos separados por uma grande escarpa, era um problema durante a construção de Salvador e que foi crescendo com a expansão da cidade, tornando-se um desafio a ser vencido. A comunicação rápida e confortável entre os dois níveis era uma necessidade numa época em que o transporte era feito através de guindastes e ladeiras íngrimes. Porém, o plano do baiano visionário Antônio de Lacerda ao idealizar o Elevador Hidráulico da Conceição - primeiro nome do Elevador Lacerda - não era apenas ligar a parte baixa e alta da cidade, era facilitar o transporte para o sul, sentido em que a cidade se expandia, articulando o elevador com as linhas de bonde.
O projeto foi construído em ambiente familiar. Reuniões entre o pai Antônio Francisco de Lacerda, dono de muitas propriedades, o irmão engenheiro Augusto Frederico de Lacerda, a esposa e o sogro eram realizadas para discutir o plano revolucionário. As obras foram iniciadas em 17 de outubro de 1869. A oportunidade de realizar seu projeto surgiu quando a firma Antônio de Lacerda & Cia, cujo principal sócio era seu pai, comprou os direitos de construção de linhas de transporte na encosta e a firma se transformou na Companhia de Transportes Urbanos. A inauguração do equipamento se deu quatro anos depois e o elevador ficou conhecido popularmente como "Parafuso". Em 1896, o nome oficial foi alterado para "Elevador Lacerda" em homenagem ao idealizador e construtor Antônio de Lacerda.1
Após a sua inauguração, passou a ser o principal meio de transporte entre a Cidade Alta, onde se encontra o centro histórico, e a Cidade Baixa, local de concentração de atividades financeiras e comerciais em Salvador. Na estrutura inicial, os passageiros tinham de ser pesados individualmente, e o peso total dos passageiros a serem transportados era calculado e somando-os até atingir o limite máximo de segurança. O Barão de Jeremoabo (Cícero Dantas) assim registrou a pesagem dele próprio e de outras autoridades:2
"Em 16 de março de 1889 pesamo-nos no elevador, dando o seguinte resultado: Pinho - 54 quilos, ou 3 arrobas e 98 libras; Cícero - 61 quilos, ou 4 arrobas e 2 libras; Guimarães - 65 quilos ou 4 arrobas e 10 libras; Artur Rios- 73 quilos ou 4 arrobas e 26 libras; e Vaz Ferreira - 115 quilos, ou 7 arrobas e 20 libras."
Inicialmente operava com duas cabines, atualmente funciona com quatro modernas cabines eletrificadas que comportam 32 passageiros cada uma, com um tempo de permanência de 22 segundos.3 . Essa e outras mudanças foram introduzidas ao longo de sua história por cinco grandes reformas e revisões:
1. em julho de 1906 para a sua eletrificação
2. em 1930 adicionaram-se mais dois elevadores e uma nova torre
3. no fim da década de 1950, concluindo-se em 1961, o elevador passou por uma total reforma em sua parte mecânica
4. no início da década de 1980 houve uma revisão na estrutura de concreto
5. em 1997 foi feita a revisão de todo o maquinário elétrico e eletroeletrônico
A reforma de 1930 conferiu-lhe a atual arquitetura em estilo art déco. As duas cabines originais foram ampliadas para quatro, sendo que cada uma delas com a capacidade de transportar até vinte e sete passageiros. A inauguração da obra deu-se a 1 de janeiro daquele ano.4
Foi tombado5 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 7 de dezembro de 2006.
" Que imensa é tua glória
Os outros tem seu nome no mármore da praça
Em bronzes, pedestais, porem o teu Lacerda,
está na rocha viva e refulgindo aí,
morrer não pode mais."
Extraído do poema " A Antonio Lacerda". de autoria de ão de Brito, publicado na edição de 5 de março de 1874 do diário da Bahia.
Praça Tomé de Souza (que já teve vários nomes, desde os primórdios).
Palácio Tomé de Souza
Edificio da Prefeitura de Salvador, construído no governo municipal do prefeito Mário Kertész
Edificio da Câmara Municipal de Salvador
A Câmara Municipal de Salvador é o órgão legislativo do município de Salvador.
Foi construída em 1549 e já abrigou uma cadeia pública, e atualmente ainda funciona como Paço Municipal. Apesar do número de vereadores já ter excedido a sua capacidade, alguns vereadores têm seus gabinetes num outro prédio na Rua Ruy Barbosa no centro da cidade, Edifício Bahia Center, Anexo Vereador Emmerson José. O prédio da Câmara Municipal sofreu modificações no início do século XX, e ganhou uma fachada em estilo eclético, muito em voga na época. Nos anos 70 passou por uma segunda reforma, mas desta vez foi para resgatar o seu estilo de origem: o colonial do século XVII, remotando a antiga Casa de Câmara e Cadeia da Cidade de Salvador.
PLENÁRIO DA CÂMARA MUNICIPAL COSME DE FARIAS
COSME DE FARIAS
Traços biográfios
Fonte/Wikipédia
Cosme de Farias (Salvador, 2 de abril de 1875 — 14 de março de 1972) foi um rábula e político brasileiro, tornado célebre na capital baiana pela sua defesa dos pobres no foro, a luta contra o analfabetismo e a defesa das liberdades democráticas.
Cosme de Farias nasceu no subúrbio distante de São Tomé de Paripe, bairro que integra o subdistrito de Paripe. Sua formação foi apenas do curso primário, mas tornou-se advogado provisionado (rábula) e passou a vida defendendo milhares de clientes que, sem condições financeiras, de outra forma não teriam condições de uma defesa.
Em 1915 fundou a "Liga Baiana contra o Analfabetismo", instituição que funcionou até a década de 1970, publicando cartilhas e mantendo escolas para a população mais pobre, da capital e de algumas outras cidades baianas.
Foi casado com Semíramis Farias, falecida em 1963, sem filhos. O único irmão de que se tem notícia era-lhe gêmeo e morreu muito cedo.
Foi patenteado "Major" pela Guarda Nacional (1909).
Na advocacia, sua maior realização foi o habeas corpus em favor de Sérgia Ribeiro da Silva, a cangaceira Dadá, viúva de Corisco, em 1942
A CÂMARA DE SALVADOR E SUA HISTÓRIA
o Brasil, desde os tempos coloniais, as câmaras municipais sempre tiveram importante papel: deliberavam e agiam sobre múltiplas dimensões da urbis, como o abastecimento, a saúde e higiene públicas, o trabalho livre e a ocupação do solo urbano. Aplicavam, inclusive, a justiça comum, principalmente em crimes contrários à ordem e à paz citadinas.
Com a perda dessas atribuições, já no período republicano da história, as câmaras se tornaram o espaço da representação política da sociedade, que passou a requerer e a valorizar mecanismos e instâncias de expressão das vontades coletivas de amplos segmentos sociais.
Primeira entre as capitais brasileiras, a Câmara Municipal de Salvador nasceu juntamente com a cidade, em 1549, e tornou-se uma das mais importantes câmaras do Império Colonial Português nas Américas, recebendo os mesmos privilégios que as principais Câmaras de Portugal, a exemplo das casas das cidades de Évora e do Porto.
Evolução física
O Paço da Câmara Municipal é dos mais importantes exemplares da arquitetura civil colonial brasileira. A primeira construção de 1549 foi de taipa e palha. Em 1551, construiu-se nova Casa de Câmara feita com pedra, cal, barro, coberta com telhas e com cadeia e açougues embaixo.
No ano de 1660, o governador Francisco Barreto de Menezes deu início a uma reforma que concedeu à Câmara a imponência que deveria ter um edifício público da sua importância. Alguns anos depois, em 1696, foi construída uma torre e instalado nela um sino. É dessa data a atual estrutura arquitetônica do prédio.
Em fins do século XIX, mais precisamente no ano de 1885, atendendo ao estilo artístico vigente, a fachada original foi profundamente alterada, ganhando aspecto neo-renascentista. O velho sino cedeu lugar a um relógio elétrico.
Em 1970, foi restituída a antiga fachada colonial que permanece até os dias atuais.
Evolução política
Na Colônia:
Salvador foi capital da colônia até 1763, função que coube depois ao Rio de Janeiro. Até então, Salvador sediou o Governo Geral, responsável por toda a colônia. Em âmbito local, a Câmara era o único poder e exercia os papéis Executivo, Legislativo e mesmo Judiciário.
No Império:
As capitanias transformam-se em províncias, cujos presidentes eram nomeados pelo imperador. A Câmara continuou sendo o único poder no âmbito da cidade, permanecendo como a instância primordial dos assuntos da vida local.
Na República:
O poder local divide-se em duas instâncias distintas e autônomas: o Conselho Deliberativo, com funções legislativas e fiscalizadoras (as antigas câmaras), e o Poder Executivo, na figura do intendente, responsável pela administração do município.
Em 1929, a Intendência passou a chamar-se Prefeitura, sendo o seu representante o prefeito, e o Conselho volta a assumir o nome de Câmara, sendo composta pelos vereadores.
Atualmente, a Câmara Municipal de Salvador é formada por 41 vereadores eleitos por voto direto. Eles representam o espectro político-partidário do país. São responsáveis pela elaboração dos projetos de lei, que, após serem votados no plenário, transformam-se em leis que serão aplicadas no município.
Presidência
Fonte/www.cms.ba.gov.br/pagina.aspx?id=1&tipo=1
Paulo Câmara, presidente da Câmara Municipal de Salvador (2013-2014)
Paulo Câmara, presidente da Câmara Municipal de Salvador (2013-2014)
Eleito em 2 de janeiro de 2013 presidente da Câmara Municipal da Salvador para o biênio 2013-2014, o vereador Paulo Câmara (PSDB) tem uma trajetória política pautada na transparência e em ações efetivas para melhorar Salvador, preservando os pilares éticos, culturais e históricos da primeira capital do Brasil.
Com mandato na Câmara de Salvador desde 2007, tendo, anteriormente, adquirido experiência na área pública ao atuar junto ao Executivo Municipal na gestão do ex-prefeito Antonio Imbassahy, o presidente Paulo Câmara sempre buscou no diálogo o principal caminho para a solução dos problemas que surgem na vida pública.
Neste sentido, o presidente Paulo Câmara construiu em torno de si uma Mesa Diretora com um perfil plural,
contemplando democraticamente o melhor caminho para a Câmara Municipal de Salvador. A inserção da Casa no contexto social, histórico e cultural da cidade é um dos pilares a fincar e a deixar como legado.
Consciente das ações e da importância da Casa, que é fiscalizar o Executivo mantendo em paralelo a harmonia e a independência entre os poderes, o presidente Paulo Câmara sabe que a autoestima do soteropolitano começa na
região onde reside. Como a Câmara é a casa de todos os soteropolitanos, o presidente vai lutar para que o Centro Histórico se configure, mais uma vez, como espaço de convivência social e coletiva.
Transparência administrativa, respeito ao próximo, às opções religiosas e às questões de gênero são princípios
interiorizados pelo presidente Paulo Câmara, tanto no ambiente familiar quanto na vida estudantil, sobretudo quando
cursou Ciências Econômicas na Universidade Federal da Bahia. Por estes motivos, o humanismo prevaleceu em sua identidade e hoje é bandeira para transformar Salvador a partir da Câmara Municipal, guardiã das liberdades, da diversidade e da riqueza da nossa história.
Atento a elementos concretos que norteiam a vida pública, o presidente Paulo Câmara não medirá esforços para transformar a esperança em algo realista para todos os soteropolitanos. A Câmara, neste sentido, será um dos principais combustíveis desta transformação, tão desejada por todos que vivem na primeira capital do Brasil.
Estatua de Bronze em pedestal na Praça Tomé de Souza na cidade de Salvador/Bahia, ao fundo da citada estatua o edifício da Câmara Municipal.
Mestre Luiz Dias responsável pela execução do traçado da construção da Cidade Fortaleza de Tomé de Souza, a Primeira Capital do Brasil Colonial, a partir de março de 1549.
A charmosa, inconfundível rua Chile, no passado recente o centro Chic da sociedade Baiana. Fotos abaixo da Cidade Baixa, destacando a igreja da Conceição da Praia padroeira de Tomé de Souza.
Palácio Tomé de Souza, no local existiu o primitivo da colônia.
FOTOS DA CIDADE BAIXA VISTA DA PRAÇA CASTRO ALVES
Fotos Chiquitinha Maravilha 31/10/2013
FORTE SÃO MARCELO
Fonte Wikipédia
Antecedentes
A primitiva concepção desta fortificação remonta a 1608 com risco do engenheiro-mor e dirigente das obras de fortificação do Brasil, Francisco de Frias da Mesquita. Alguns autores, porém, atribuem o seu risco inicial ao engenheiro-mor de Portugal, o cremonense Leonardo Torriani, em1605. Encontra-se figurada por João Teixeira Albernaz, o velho em "um retângulo de pergaminho em que se vê o projeto de edifício e do forte sobre a lajem do porto, que se há de fazer. Quem soerguer este retângulo de pergaminho vê a dita lajem desenhada na folha maior", a ser artilhado com seis peças, no formato de polígono quadrangular regular.1 Num outro exemplar da mesma obra, o referido projeto já está definitivamente incorporado ao desenho da planta,2 o que indica que o início da sua construção é posterior a 1612.
Terminado em 1623, no Governo-Geral de D. Diogo de Mendonça Furtado (1621-1624), esteve inicialmente artilhado com dezenove peças de diversos calibres.3 Durante a invasão holandesa de 1624, foi a primeira praça ocupada pelos conquistadores, que dele dispararam as balas incendiárias que aterrorizaram os moradores da cidade, facilitando a invasão. Anos mais tarde, entre abril e maio de 1638, durante a tentativa de invasão do Conde Johan Maurits van Nassau-Siegen (1604-1679), também teve papel decisivo, logrando manter a esquadra holandesa a distância.
Século XVII
Dentro do contexto da Guerra da Restauração da independência de Portugal, e da campanha pela expulsão dos neerlandeses da Região Nordeste do Brasil (Insurreição Pernambucana), a reconstrução deste forte foi determinada pela Carta-régia de 4 de outubro de 1650,4 durante o Governo-Geral de João Rodrigues de Vasconcelos e Sousa (1649-1654), atendendo o (...) quanto convinha fazer-se um forte no baixo surgidouro dessa Bahia, reforçando a defesa proporcionada pela Bateria da Ribeira, o Forte de São Paulo da Gamboa e o Forte de São Pedro, com os quais cruzava fogos.
Com risco e técnicas vindas do reino, possivelmente inspirado no Forte de São Lourenço do Bugio (onde se desenvolvia nova etapa construtiva entre 1643-1657), a nova obra, a cargo do engenheiro francês Filipe Guiton, iniciou-se ainda em 1650, pela construção de um enrocamento em torno do recife, com pedras de arenito extraídas da pedreira da Preguiça (no Sodré) e de Itapagipe, transportadas em barcaças. Concluído em 1652, o interior do enrocamento passou a ser preenchido com pedra calcária oriunda do lastro dos navios do Reino, aqui carregados com açúcar e madeira de lei. Guiton trabalhou nestas obras até falecer, em 1656. Nesta altura, iniciava-se a muralha do torreão em pedra de granito, oriundo do Recôncavo baiano. No ano seguinte (1657), o seu conterrâneo Pedro Garcin, que até então trabalhava nas fortificações da capitania de Pernambuco, assumiu as obras deste forte. Uma notícia, datada de 1661, quando o forte passou à invocação de São Marcelo, dá conta de que a muralha do torreão central ainda se encontrava incompleta, faltando um lance para atingir a altura projetada, concluída no ano seguinte, quando se erguia a 15 metros acima do nível do mar. Em 1664 encontravam-se em progresso acisterna ao centro do torreão e os compartimentos dos doze quartéis, com as entradas voltadas para o exterior, onde as barcaças seguiam despejando as pedras que formavam o terrapleno circular envolvente. No ano de 1670 um relatório, dirigido ao governador-geral Afonso Furtado de Castro do Rio de Mendonça (1671-1675), dava conta do progresso dos trabalhos no Forte de Nossa Senhora do Pópulo. Nesta ocasião, o engenheiro militar Antônio Correia Pinto inspecionou as obras e passou a dirigir os trabalhos de construção, sendo o perímetro do terrapleno envolvente aumentado para cerca de 220 metros de circunferência.
Século XVIII
Um pouco antes da invasão francesa de Jean-François Duclerc ao Rio de Janeiro (Agosto-Setembro de 1710), expondo as fragilidades da defesa colonial, um relatório de 17 de Junho desse ano, de autoria do mestre-de-campo de Infantaria, Miguel Pereira da Costa, criticava o projeto executado no forte do Pópulo, propondo soluções. No escopo do projeto de defesa de Salvador da autoria do Brigadeiro João Massé (1713), eram propostas novas modificações para aumento do poder de fogo deste forte. Atendendo a essas sugestões, em 1717, o vice-rei D. Pedro Antônio de Noronha Albuquerque e Sousa (1714-1718), iniciou-lhe trabalhos de ampliação do terrapleno envolvente aumentado em cerca de meio metro de altura e para cerca 241 metros de circunferência, estando concluídos com as novas canhoneiras do torreão ("bateria alta") e da plataforma do terrapleno ("bateria baixa"), em 1728, no governo do vice-Rei e Capitão-General-de-Mar-e-Terra do Estado do Brasil, D. Vasco Fernandes César de Meneses (1720-1735), conforme placa epigráfica sobre o portão de entrada.
O forte encontra-se representado em iconografia do Capitão José António Caldas na "Notícia Geral de toda esta Capitania da Bahia desde o descobrimento até o prez.te ano de 1759", quando se encontrava artilhado com cinquenta e quatro peças de ferro e bronze de diversos calibres.5
Trabalhos de reforma são concluídos nas dependências do forte em 16 de agosto de 1772. Encontra-se representado numa iconografia de Carlos Julião, sob o nome de "4. Forte do Mar",6 ilustrada com os desenhos de trajes típicos femininos, novamente com o perfil da cidade do Salvador, pelo capitãoJosé Francisco de Sousa (1782), e também, em iconografia de Luiz dos Santos Vilhena (1798).
A Independência do Brasil]
No contexto das Guerras Napoleônicas, o forte encontrava-se artilhado com quarenta e cinco peças de ferro e bronze de diversos calibres (1803). No contexto da vinda da Família Real portuguesa para o Brasil, as defesas costeiras da colônia foram inspecionadas e reforçadas. Naquele momento, quando da passagem do príncipe-regente por Salvador (1808), o forte contava com quarenta e seis peças de ferro e bronze de diversos calibres (GARRIDO, 1940:89).
Em 1810, um relatório de inspeção preparado por uma comissão chefiada pelo brigadeiro Galeão e integrada pelo Coronel Manoel Rodrigues Teixeira, o tenente-coronel José Francisco de Sousa, o Capitão Joaquim Vieira da Silva e o Engenheiro João Teixeira Leal (autor das ilustrações), apontava a necessidade de erguer um anel perimetral no terrapleno envolvente, com altura igual à do torreão central. Na ocasião, a bateria alta encontrava-se artilhada com dezesseis peças de ferro e quatro de bronze de diversos calibres, enquanto que na bateria baixa computavam-se vinte e nove peças de ferro montadas em seus reparos e uma de bronze, um antigo pedreiro e dois morteiros. Atendendo às recomendações desse relatório, desenvolveram-se obras de remodelação no forte, entre 1810 e 1812, a cargo de D. Marcos de Noronha e Brito, obras que conferiram a atual configuração ao forte. Naquele último ano, a sua artilharia estava reduzida a quarenta e seis peças de ferro e bronze de diversos calibres.
Fotos Abaixo Wikipédia
Restituição da Bahia (Albernaz, 1631): detalhe onde se observa a primitiva traça do forte (3
Forte de São Marcelo, Salvador: corredor interno.
Forte de São Marcelo, Salvador: brasão imperial mutilado pela República sobre o Portão de Armas.
Perfil e planta do Forte do Mar num desenho de José António Caldas(c.1758).
Foto Abaixo / Forte de São Marcelo, Salvador: o forte visto do mar.
F. Abaixo Chiquitinha Maravilha 31/10/2013
MERCADO MODELO
Fonte Wikipédia
Situado no bairro do Comércio, uma das zonas comerciais mais antigas e tradicionais de Salvador, constitui-se em importante atração turística. Diante da Baía de Todos os Santos, é vizinho do Elevador Lacerda e do Centro Histórico/Pelourinho.
Abriga duzentas e sessenta e três lojas que oferecem a maior variedade de artesanato, presentes e lembranças da Bahia, contando com dois dos
mais tradicionais restaurantes de culinária baiana, o Maria de São Pedro, com oitenta anos de existência e o Camafeu de Oxossi.
Inaugurado em 1912, o Mercado Modelo surgiu pela necessidade de um centro de abastecimento na Cidade Baixa de Salvador. Entre a Alfândega e o largo da Conceição, constituía-se em um centro comercial onde era possível adquirir itens tão variados como hortifrutigranjeiros, cereais, animais, charutos, cachaça e artigos para o Candomblé.
Era servido pela rampa que leva o seu nome, antigo porto dos saveiros que atravessavam a Baía de Todos os Santos.
Em 1969 foi vítima do mais violento incêndio de sua história, a tal ponto que se tornou necessária a demolição do antigo imóvel. A partir de 2 de Fevereiro de 1971, passou a ocupar o edifício da 3º Alfândega de Salvador, uma construção de 1861 em estilo neoclássico, tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). No local, onde funcionava o primitivo Mercado, foi erguida uma escultura de Mário Cravo Junior.
Um novo incêndio que lhe destruiu as instalações levou a uma extensa reforma do edifício, em 1984, permitindo a sua reinauguração.
Os incêndios do Mercado
O Mercado Modelo viveu pelo menos cinco grandes incêndios ao longo de sua história, a saber:
· 1917 - existem poucas informações a seu respeito, acreditando-se que não tenha sido de proporções catastróficas.
· 1922 - iniciou-se na madrugada de 7 de janeiro, tendo reduzido o Mercado às cavernas (subterrâneos), causando mais de mil contos de réis de prejuízos1 . À época, registraram-se boatos de que as causas foram propositais. Reformado, tendo a sua pintura original - amarela e vermelha - sido substituída por verde, ganhou o apelido de Tartaruga Verde.
· 1943 - registrou-se em 28 de fevereiro (um domingo), com a destruição parcial das suas instalações. Não foram identificadas as causas do incêndio, tendo o edifício sido recuperado.
· 1969 - teve lugar a 1 de agosto, sendo considerado o mais grave de sua história, a ponto de inviabilizar a reconstrução do primitivo imóvel, cujos escombros necessitaram ser demolidos visando a segurança pública.
· 1984 - em 10 de Janeiro, conduziu a uma extensa reforma, permitindo a sua reinauguração no mesmo ano.
A famosa Praça do Poeta dos Escravos - Castro Alves no coração da Cidade de Salvador, Cartão Postal dos Turistas do Mundo inteiro.
Inicio da rua Chile a esquerda
POSTANDO LEGENDAS...........
Edifício do início da década de 1930, pertencia ao jornal a Tarde. edificado a mando do jornalista e advogado Simões Filho fundador e proprietário do citado edificio, décadas mais tarde o jornal mudou para outro moderno edifício e recentemente o edifício foi vendido a terceiro.
Estatua de Zumbí na Praça da Sé
Atual Catedral Basilica de Salvador, antiga igreja dos Jesuitas, matriz da Cia. de Jesus na Bahia.
Sobrados na Pça. da Sé/Centro Histórico da Bahia
Torre do Sino da Catedral Basilica de Salvador
Secular Pia Batismal da Catedral Basilica de Salvador
Praça do Terreiro de Jesus
Edifício da antiga Faculdade de Medicina da Bahia, formadores de magníficos exuberantes médicos para a Bahia e Brasil.
BREVIÁRIO HISTÓRICO
Fonte / Wikipédia
A Faculdade possuiu vários nomes desde sua criação em 1808:
· Escola de Cirurgia da Bahia (1808–1816)
· Academia Médico-Cirúrgica da Bahia (1816–1832)
· Faculdade de Medicina da Bahia (1832–1891)
· Faculdade de Medicina e Farmácia da Bahia (1891–1901)
· Faculdade de Medicina da Bahia (1901–1946)
· Faculdade de Medicina da Universidade da Bahia (1946–1965)
· Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia (1965–2008)
· Faculdade de Medicina da Bahia da Universidade Federal da Bahia (2008–presente)
· Faculdade de Medicina da Bahia da Universidade Federal da Bahia é a escola de medicina mais antiga do Brasil,1 fundada em 1808 pelo médico pernambucano Correia Picanço, logo após a chegada de Dom João VI ao país, sob o nome de Escola de Cirurgia da Bahia. As instalações da Nova Faculdade de Medicina da Bahia, construídas em 1946 com a inauguração da Universidade Federal do estado, estão localizadas na Praça XV de Novembro, no Largo do Terreiro de Jesus, em Salvador.
· Por essa faculdade passaram diversos nomes da ciência brasileira (como Nina Rodrigues, Juliano Moreira, Pirajá da Silva), foi importante em diversos momentos históricos e até hoje possui destaque no cenário científico e cultural baiano e brasileiro.
MÉDICOS MATENSE!
MÉDICOS LEOVIGILDO FILHO, Dr. ANTONIO R. TEIXEIRA E
Dr. AMÉRICO R. TEIXEIRA
Por Chiquitinha Maravilha
Praça de Terreiro de Jesus, local de várias igrejas e da antiga, primitiva Faculdade de Medicina da Bahia. Nessa sagrada Faculdade de Medicina, a primeira do Brasil, vários e renomados médicos aí se formaram ao longo dos séculos, inclusive Dr. Antonio Rodrigues Teixeira, medico politico e trisavô de Chiquitinha Maravilha que diplomou-se em 1872.
Dr. Américo Rodrigues Teixeira, diplomado anos depois do seu irmão Antonio Rodrigues Teixeira, e mais tarde, no ano de 1905 na era republicana, formou -se também em medicina o Dr. Leovigildo Gonçalves de Carvalho Filho.
O médico Leovigildo (médico clínico), foi residir e S. Paulo onde fixou residencia, casando com Lucília Wohlers, filho de Francisco Wohlers (descendente de alemão, cafeicultor renomado de Bragança Paulista, tendo Dr. Leovigildo Filho, deixando filhos, netos... no Estado de S. Paulo.
o médico matense Leovigildo faleceu na década de 1950 em S. Paulo, era seu pai pai o Juiz Leovigildo Gonçalves de Carvalho (natural de Mata de S. João, nascido em 1849. O Dr. Leeovigildo foi Juiz da Vara de Órfãos de Salvador de 1897 a fevereiro de 1924, quando aos 75 anos faleceu de congestão cerebral em plena atividades da sua nobre profissão, sendo sepultado no Cemitério do Campo Santo em fevereiro de 1924 foi O Decanos dos Juízes Baiano nas três primeiras déca-das do regime republicano, na então Vila de Mata de São João e Vila de Abrantes, Catu,...
O Juiz Leovigildo foi o púnico na história politica e administrativa do município matense a ocupar os Três Poderes! Dr. Leovigildo o Juiz e seu filhos, primos de primo de Chiquitinha Maravilha, o Juiz filho do tio irmão bisavó paterno de Chiquitinha Maravilha (ver sua biografia completa no Blogger de Chiquitinha Maravilha.
Todos os citados matense nascidos no regime imperial. Ver no Blog a biografia completa de Leovigildo pai filho e do médico politico Dr. Antonio Rodrigues Teixeira, este o 1º Intendente da Vila de Mata de S, João em 1890, foi ta,bem deputado Provincial e deputado estadual constituinte em 1891 e Senador Estadual na década de 1890, era agricultor )dono de Engenho de açúcar no império, com numerosa descendência, descendem da numerosa família Rodrigues Teixeira em Mata e cidades vizinhas. Ver biografia do médico político ,Dr. Antonio Rodrigues Teixeira no Blog.
Chafariz histórico no centro da Peaça do Terreiro de Jesus
Igreja de S. Pedro dos Clérigos
Notável igreja de São Domingos /Terreiro de Jesus
Rua Alfredo Brito seguimento para o Largo do Pelourinho
Artesanato magnífico que encanta turistas do mundo inteiro
Rua Alfredo Brito
Faculdade de Medicina
Biblioteca da Faculdade de Medicina
Rua Juiz .Leovigildo Gonçalves de Carvalho, primo de Chiquitinha Maravilha, ligação da Alfredo Brito com Maciel de Baixo, ele ocupou os três poderes na então Vila de Mata de s. João a partir de 1873 a 1897. Unio na histórica política adm da citada Vila.
DR. LEOVIGILDO GONÇALVES DE CARVALHO
O DECANO DOS JUÍZES BAIANO /1897/1924
ABAIXO LINK DA BIOGRAFIA, INÉDITA
http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/p/leovigildo-goncalves-de-carva.html
O matense Juiz Leovigildo Gonçalves de Carvalho
Foto chiquitinha Maravilha em jornais de Salvador da
década de 1920 / F. digitalizada por Chiquitinha Maravilha.
Alfredo Brito perde do Largo do Pelourinho
Lindos casarões e sobrado, pura adrenalina colonial no Coração da Cidade Fortaleza de Salvador
Calçada de histórias e lendas do Largo do Pelourinho
PELOURINHO, LINDO, FASCINANTE, SOBERBO, HISTÓRICO, REPLETOS DE RELIGIOSIDADES E FASCÍNIO E FESTIVIDADES!....
Pelourinho berçário de lendas, histórias e festividades....
Largo do Pelourinho onde Michael Jackson gravou um clip especial Click no Link Video com Michael Jackson -http://www.youtube.com/watch?v=YsvBA1ttTAk
Rua Alfredo sentido Largo do Pelourinho /Sto. Antonio Além do Carmo
]greja Rosário do Pretos
A Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos é uma igreja católica de Salvador, Bahia, construída no século XVIII. Está localizada noCentro Histórico de Salvador, na ladeira do Pelourinho. É parte do centro histórico da cidade declarado Patrimônio Mundial pela UNESCO
História
Fonte Wikipédia
No Brasil colônia, os negros escravos e alforriados (forros) eram particularmente devotos de Nossa Senhora do Rosário, São Benedito,Santa Efigênia, Santo Elesbão e alguns outros santos.1 De acordo com frei Agostinho de Santa Maria, desde os inícios do século XVII os escravos e forros veneravam Nossa Senhora do Rosário num altar da Sé da Bahia, em Salvador.1 Como outros grupos da colônia, também os negros se organizavam em agrupações religiosas de ajuda mútua, as chamadas irmandades ou confrarias. Na segunda metade do século XVIII, quase todas as freguesias de Salvador possuíam alguma irmandade de negros.1
A Irmandade de Nossa Senhora do Rosário foi formalmente constituída em 1685, sendo antecedida somente pelas do Rio de Janeiro (1639) e Belém do Pará (1682).1 As irmandades de negros começavam reunindo-se nos altares laterais de igrejas matrizes ou conventuais, mas em 1704 a do Rosário reuniu o dinheiro necessário e recebeu a permissão do arcebispo D. Sebastião Monteiro de Vide para a construção de uma igreja própria nas Portas do Carmo.2 3 O nome se refere à existência na zona de uma das portas da cidade fortificada, por onde saía o caminho (atualmente a ladeira do Pelourinho) até o Convento do Carmo. Na zona também estava localizado o Quartel do Carmo, onde se alojavam os soldados que defendiam essa entrada da cidade.2
A construção da Igreja do Rosário foi um processo lento, pois a irmandade era relativamente pobre e os irmãos da confraria doavam seu trabalho para a construção em suas horas livres.2 A partir de 1718 a igreja foi também matriz da recentemente criada freguesia do Senhor do Passo, situação que continuou até cerca de 1740.2 Inicialmente foi edificado o corpo da igreja; a elaborada fachada e as torres só foram levantadas a partir de 1780, sob a direção do mestre-de-obras Caetano José da Costa.3 Também por essa época o edifício ganhou dois corredores laterais.2 Nos finais do século XIX o interior da igreja foi redecorado, ganhando novos altares em estilo neoclássico e pinturas.3
A Igreja do Rosário dos Pretos, começada em 1704, é um edifício imponente, ao qual se tem acesso por um pequeno adro gradeado. A fachada possui um corpo central em dois pavimentos, coroado por um frontão de empenas em volutas, e ladeado por campanários cujo arremate é um coruchéu em bulbos superpostos revestidos de azulejos. Ao rés-do-chão existem cinco portas, sendo que a central é mais ampla e emoldurada por um discreto frontispício, e acima delas, cinco janelas de delicado desenho. O desenho da fachada, construída a partir de 1780, é atribuído ao mestre-de-obras Caetano José da Costa.3
No interior, destacam-se os azulejos sobre a devoção ao rosário, fabricados em Portugal e datados de c. 1790.3 Os altares são em estiloneoclássico, realizados na década de 1870 pelo entalhador João Simões F. de Souza.3 Nos altares há imagens coloniais, destacando-se entre elas uma Nossa Senhora do Rosário do século XVII, venerada na antiga Sé da Bahia, além de imagens de Santo Antônio de Cartegerona, São Benedito e um Cristo crucificado em marfim.3 O forro da nave foi pintado em 1870 por José Pinto Lima dos Reis.3
Nossa Senhora do Rosário dos Pretos
Por Editoria Férias Brasil
A construção da igreja levou quase todo o século 18 para ser concluída – ela foi erguida pelos membros da Irmandade de Nossa Senhora dos Homens Pretos do Pelourinho, escravos que só podiam trabalhar na obra em seus momentos de folga. Finalizada em 1796, é um dos marcos do Centro Histórico, com torres de influência indiana e fachada em estilo rococó. As missas de domingo, às 10h, apresentam cânticos acompanhados por instrumentos africanos como atabaques, agogôs, tamborins e repiques, além de incenso perfumando o ambiente, sendo uma das maiores expressões do sincretismo baiano. Vale a pena acordar cedo!
POSTANDO MAIS LINDAS FOTOGRAFIAS DE SALVADOR
1984 A 2014 - 30 ANOS DE GAMALIEL CHAGAS NA MARATONA DE NOVA YORQUE
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PELOURINHO FAMOSO NO MUNDO INTEIRO
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VÍDEO DE MICHAEL JACKSON
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ABAIXO DOIS VIDEOS DE MICHAEL JACKON
HISTÓRICO EDIFÍCIO DO MERCADO MODELO
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VIDEO MICHAEL JACKSON -
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MERCADO MODELO
Fonte Wikipédia
Situado no bairro do Comércio, uma das zonas comerciais mais antigas e tradicionais de Salvador, constitui-se em importante atração turística. Diante da Baía de Todos os Santos, é vizinho do Elevador Lacerda e do Centro Histórico/Pelourinho.
Abriga duzentas e sessenta e três lojas que oferecem a maior variedade de artesanato, presentes e lembranças da Bahia, contando com dois dos
mais tradicionais restaurantes de culinária baiana, o Maria de São Pedro, com oitenta anos de existência e o Camafeu de Oxossi.
Inaugurado em 1912, o Mercado Modelo surgiu pela necessidade de um centro de abastecimento na Cidade Baixa de Salvador. Entre a Alfândega e o largo da Conceição, constituía-se em um centro comercial onde era possível adquirir itens tão variados como hortifrutigranjeiros, cereais, animais, charutos, cachaça e artigos para o Candomblé.
Era servido pela rampa que leva o seu nome, antigo porto dos saveiros que atravessavam a Baía de Todos os Santos.
Em 1969 foi vítima do mais violento incêndio de sua história, a tal ponto que se tornou necessária a demolição do antigo imóvel. A partir de 2 de Fevereiro de 1971, passou a ocupar o edifício da 3º Alfândega de Salvador, uma construção de 1861 em estilo neoclássico, tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). No local, onde funcionava o primitivo Mercado, foi erguida uma escultura de Mário Cravo Junior.
Um novo incêndio que lhe destruiu as instalações levou a uma extensa reforma do edifício, em 1984, permitindo a sua reinauguração.
Os incêndios do Mercado
O Mercado Modelo viveu pelo menos cinco grandes incêndios ao longo de sua história, a saber:
· 1917 - existem poucas informações a seu respeito, acreditando-se que não tenha sido de proporções catastróficas.
· 1922 - iniciou-se na madrugada de 7 de janeiro, tendo reduzido o Mercado às cavernas (subterrâneos), causando mais de mil contos de réis de prejuízos1 . À época, registraram-se boatos de que as causas foram propositais. Reformado, tendo a sua pintura original - amarela e vermelha - sido substituída por verde, ganhou o apelido de Tartaruga Verde.
· 1943 - registrou-se em 28 de fevereiro (um domingo), com a destruição parcial das suas instalações. Não foram identificadas as causas do incêndio, tendo o edifício sido recuperado.
· 1969 - teve lugar a 1 de agosto, sendo considerado o mais grave de sua história, a ponto de inviabilizar a reconstrução do primitivo imóvel, cujos escombros necessitaram ser demolidos visando a segurança pública.
· 1984 - em 10 de Janeiro, conduziu a uma extensa reforma, permitindo a sua reinauguração no mesmo ano.
INÉDITA
SALVADOR HISTÓRICA!
LINK DA EDIÇÃO HISTÓRICA DA CIDADE DE SALVADOR A PEROLA BARROCA DAS AMÉRICAS!
COM MAIS DE 500 FOTOS E A POESIA DESCRITIVA DA CITADA CIDADE, POESIA DE CHIQUITINHA
MARAVILHA - COM LEGENDAS
HISTÓRICA/DOCUMENTAL!
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PRESIDENTA DILMA NA CIDADE DE SALVADOR/ VIA EXPRESSA
GOVERNADOR JAQUES WAGNER E RUI COSTA DEPUTADO FEDERAL/PT
Governador Jaques Wagner Cumprimenta Rui Costa/PT Deputado Federal ao nomear Rui Costa, Secretário de Estado da Casa Civil, Governo do Estado da Bahia, BA, 2012-.
Foto: Manu-Dias SECOM/BA.
GOVERNADOR, PRESIDENTE E MINISTRO INAUGUROU A VIA EXPRESSA SEXTA 01/03/2013
Maior intervenção viária em Salvador nos últimos 30 anos, a Via Expressa Baía de Todos-os-Santos será inaugurada nesta sexta-feira (1º), às 10h, pelo governador Jaques Wagner, a presidente Dilma Rousseff e o ministro dos Transportes, César Borges. A cerimônia será na Estrada da Rainha, onde foi montada uma tenda (seguir pela Rótula do Abacaxi, Av. Heitor Dias, Estrada da Rainha até Ladeira do Paiva, onde há uma passarela de pedestre).
O trajeto entre a BR-324 e o Porto de Salvador foi reduzido em 3,2 quilômetros, passando dos atuais 7,5 km para 4,2 km, com seis rotas alternativas que vão facilitar a vida de quem transita pela região e desafogar o trânsito nas vias adjacentes, como o Bonocô, San Martin e Retiro. São dez faixas de tráfego – seis para tráfego urbano e quatro exclusivas para veículos de carga –, três túneis, 14 elevados, duas passarelas, além de ciclovia, pista de rolamento e passeios.
Foram investidos na obra, executada pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), um total de R$ 480 milhões, fruto de parceria dos governos federal e estadual, e considerada uma das principais intervenções do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Saiba mais no site: www.viaexpressaba.com.br.
Sexta, 01 de Novembro de 2013 - 13:10
Com elogios de Neto a Wagner e Dilma a Rui Costa, Via Expressa é inaugurada; placa terá Feliciano
por Rodrigo Aguiar / Evilásio Júnior
A Via Expressa Baía de Todos-os-Santos foi inaugurada, na manhã desta sexta-feira (1º), em cerimônia no próprio complexo viário, com a presença da presidente Dilma Rousseff, do governador Jaques Wagner e do prefeito ACM Neto, além de ministros, parlamentares e secretários estaduais e municipais. Primeiro a falar, o gestor da capital baiana voltou a elogiar o chefe do Executivo baiano. "Se essa obra está sendo entregue foi porque o governador acreditou e trabalhou por ela, foi buscar recursos, acompanhou a execução e as intervenções, como as desapropriações [foram 650 na área]. A Via Expressa muda o perfil urbano de Salvador", exaltou Neto, ao citar a necessidade de investimento na mobilidade urbana e adoção de medidas como o Decreto de Carga e Descarga, que reduz o horário de circulação de caminhões na cidade.
Na sequência, Wagner retribuiu a gentileza ao comentar que o prefeito era "um cara de sorte" por ter a "chance" de participar de diversas inaugurações de obras iniciadas anteriormente que se concretizam agora. O governador classificou a Via Expressa como "monumental", ao confrontá-la com a Avenida Paralela e reiterar que é a "maior obra viária dos últimos 30 anos" em Salvador. "Uma obra como essa não é fácil. Rasgar uma estrada no ermo é uma coisa, outra coisa é fazer uma pista com 10 faixas no meio da cidade", comparou. Já Dilma iniciou o seu discurso com a fala de que iria "quebrar o protocolo", mas repetiu um artifício utilizado em outras ocasiões: fazer referência a membros da comunidade e destacar um operário como representante dos trabalhadores da obra. Ela chamou ao palco um homem de prenome Feliciano e sugeriu, inclusive, a inclusão do seu nome na placa de inauguração.
Ela repetiu também uma brincadeira em relação ao ponto inicial do complexo viário, a Rótula do Abacaxi (ver aqui). "Pensei que tinha uma feirinha ou alguém vendendo suco de abacaxi. Depois o governador me explicou que o nome é porque o trânsito é um abacaxi. Agora há pouco o governador me disse que vai mudar para Rótula do Quiabo", completou, em referência à previsão de melhor fluidez no trânsito da região. A presidente anunciou ainda que pretende voltar à Bahia no próximo mês para "olhar" a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), com o uso da máxima: "O boi engorda com o olho do dono". "Vamos ver o nosso boi nos trilhos. A Fiol está agora a pleno vapor", brincou. Sobre a sucessão de Wagner, em 2014, embora tenha evitado falar de eleições, a petista fez menção ao pré-candidato do PT e chefe da Casa Civil do Estado, Rui Costa, como sucessor de "Evinha" – Eva Chiavon, ex-titular da pasta – no projeto. "Foi um dos grandes responsáveis pela conclusão da obra e pela sua qualidade", destacou.
Dos postulantes da base governista, marcaram presença no palanque principal o senador Walter Pinheiro (PT), o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT) e o vice-governador Otto Alencar (PSD). O secretário do Planejamento, José Sérgio Gabrielli (PT), o ex-prefeito de Camaçari, Luiz Caetano, e a senadora Lídice da Mata (PSB) não compareceram ao evento.
De acordo com a Companhia de Desenvolvimento Urbano (Conder), "em função da retirada das instalações provisórias montadas para inauguração da obra", o tráfego de veículos será liberado a partir da tarde deste sábado (2). A meta é reduzir em 3,2 quilômetros o trajeto da BR-324 ao Porto de Salvador, com pelo menos seis rotas alternativas. A via passa por Água de Meninos, Ladeira do Canto da Cruz, Estrada da Rainha, Largo Dois Leões, Avenida Heitor Dias, Rótula do Abacaxi, Ladeira do Cabula e Acesso Norte. Ao todo, são dez faixas de tráfego– seis para tráfego urbano e quatro exclusivas para veículos de carga –, três túneis, 14 elevados, duas passarelas, além de ciclovia, pista de rolamento e passeios. O investimento foi de R$ 480 milhões, por meio de parceria entre os governos federal e estadual. O complexo viário é considerado uma das principais intervenções do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
VIA EXPRESSA DO PORTO MAR A BR 324. 4.3 KM DE MOBILIDADE URBANO
Por Chiquitinha Maravilha
A Via Expressa do Porto Mar de Salvador na Cidade Baixa cruzando a Cidade Alta (Via Tuneis) a BR 324 são 4.3 km de extensão de pura mobilidade urbana na cidade de Salvador, desafogando trafego de veículos de transporte de Cargas e veículos de massa (ônibus) e automóveis, as Avenidas Barros Reis, Bonocô e San Martin.
A Via Expressa tem um investimento de 480 milhões de reais do PAC (Governo Federal) e Governo Estadual com um percentual menor do que o Federal. A Via expressa é composta de 3 tuneis, 14 elevados, 4 pistas para transportes de Mercadorias Cargas, 6 pistas de trafego urbano, passarelas ao longo da pista, , ciclovias, passeios, canteiros de grama, e árvores nativas, a citada obra teve início há mais de 4 anos, sendo 340 milhões do PAC e 40 milhões do Governo Estadual, reduzirá em 3. 2 km a o trajeto entre o Porto de Salvador e a BR 324, dando mais mobilidade urbana na cidade de Salvador, especialmente no trecho citado e no seu entorno.
A Via Expressa Baía de Todos os Santos é uma obra de engenharia magnífica, embelezando e agilizando o trafego na Cidade Fortaleza de Tomé de Souza, que apresenta uma topografia composta de morros, colinas, vales, riachos, Mata Atlântica, a Baía de Todos os Santos e o Oceano-mar e com um lindo visual, que encanta e apaixona a todos que visitam a Cidade de Salvador, A Pérola Barroca das Américas (Ver poesia de Chiquitinha Maravilha composta aos 20 anos de idade em 1971, no Blog intitulada Salvador, a Perola Barroca das Américas com mais de 33 estrofes...).
A Presidenta do Brasil, Dilma Russeff inaugura a via Expressa na sexta-feira dia 01/11/2013 ás 10 hs, ministros, governador Wagner e sua comitiva, imprensa e outras pessoas gradas.
Uma tenda foi instalada especialmente para a inauguração da magnífica, moderníssima a Via Expressa Baía de Todos os Santos, que agilizará frontalmente a mobilidade urbana do Porto de Salvador a BR 324 com uma extensão de 4,3 km.
LINDAS, MAJESTOSAS FOTOGRAFIAS EM HD/
COM LEGENDAS HISTÓRICAS!
PELOURINHO FAMOSO NO MUNDO INTEIRO
Pelourinho berçário de lendas, histórias e festividades....
VÍDEO DE MICHAEL JACKSON
Largo do Pelourinho onde Michael Jackson gravou um clip especial Click no Link Video com Michael Jackson -http://www.youtube.com/watch?v=YsvBA1ttTAk
Rua Alfredo sentido Largo do Pelourinho /Sto. Antonio Além do Carmo
POSTADO MAIS FOTOS INCLUSIVE DA
CIDADE BAIXA
E ALTA (CENTRO HISTÓRICO)
FOTOS DE CAPA (DE CHAMADA DO CONTEÚDO)
CHIQUITINHA MARAVILHA DIA 31/10/2013 - DAS 11 AS 13/15 HS
FOTOS DA ROTULA DO ABACAXI E SEU ENTORNO.....
Foto na Avenida Barros Reis perto do Nova Rotatória da Rotula do Abacaxi/Salvador/Ba.
Viadutos da Nova Rotatória da Rotula do Abacaxi notar o paisagismo em baixo dos viadutos
Notáveis espigões de concreto toma conta do paisagismo Vertical no entorno da Via Expressa,
Várias passarelas para pedestre foram edificadas ao longo da Via Expressa
Operário cuidando da iluminação da posteação ao longo da Via Expressa
A empresa Marketing Promocional AGOGÔ, cuidando do Marketing para a inauguração da Via Expressa pela Presidenta Dilma Rousseff na sexta-feira dia 01/11/2013.
Policiais preparando a Segurança para a inauguração da Via Expressa pela Presidenta Dilma Rousseff, Governador Wagner e sua Comitiva.
Os dois tuneis na Cidade Alta indo em sentido Cidade Baixa.
Os dois tuneis na Cidade Alta indo em sentido Cidade Baixa... Na foto abaixo interior de um dos dois tuneis citado, sentido Cidade Baixa.
Abaixo dos tuneis da Via Expressa (este aí na foto na saída da Via Expressa no trecho perto de Água de Meninos na Cidade Baixa.
Operário e maquina que construiram a Via Expressa
Um dos Tuneis e Viaduto na saída ou entrada para àgua de Meninos na Cidade Baixa perto do Porto da Cidade de Salvador
POSTANDO MAIS FOTOS, CONTINUE ACESSANDO..
VER ABAIXO MAIS 360 FOTOS E CONTINUO POSTANDO MAIS FOTOS DA VIA EXPRESSA E SEU ENTORNO.
FOTOS NA CIDADE BAIXA SETOR COMERCIAL, CASARÕES, ELEVADOR LACERDA, NA CIDADE ALTA, PÇA MUNICIPAL, RUA CHILE, PRAÇA CASTRO ALVES, FORTE S. MARCELO, CÂMARA MUNICIPAL, PELOURINHO... NUM TOTAL DE MAIS DE 300 LINDAS FOTOS EM HD.
HISTORIA DO JUIZ MATENSE E BAIANO DR. LEOVIGILDO, O FUNDADOR DA BIBLIOTECA DO JUDICIÁRIO BAIANO EM 1908 INSTALADO NA NAS DEPENDÊNCIAS DO CONVENTO DA PALMA, LOCAL ONDE NA ÉPOCA ERA SEDIADO O FÓRUM DE JUSTIÇA DE SALVADOR.
TODAS AS HONRAS PARA O DECANO DOS JUÍZES BAIANOS, INCORRUPTÍVEL DR. LEOVIGILDO, NASCEU RICO E FALECEU POBRE EM PROL DA HONRA DA JUSTIÇA BAIANA!
DR. LEOVIGILDO GONÇALVES DE CARVALHO
O DECANO DOS JUÍZES BAIANO /1897/1924
O matense Juiz Leovigildo Gonçalves de Carvalho
Foto chiquitinha Maravilha em jornais de Salvador da
década de 1920 / F. digitalizada por Chiquitinha Maravilha.
Rua Juiz Leovigildo Gonçalves de Carvalho, uma transversal entre Rua Alfredo Brito (sentido largo do Pelourinho) com a rua Maciel de Baixo
F. Chiquitinha Maravilha inicio de julho de 2013, Centro Histórico/Pelourinho.
F. Chiquitinha Maravilha inicio de julho de 2013, Centro Histórico/Pelourinho.
HISTÓRICO DA MEDICINA BAIANA:
Juiz Leovigildo Despacha Documento da
Maioridade de Alice Couto Nina Rodrigues
HISTÓRICO!
HISTÓRIA DA MEDICINA BAIANA
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artigo 57
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O falecimento do Professor Doutor Raymundo Nina Rodrigues,
em Paris, a 17 de Julho de 1906 e a narrativa da chegada do cadáver ao porto desta capital, no dia 10 de agosto do mesmo ano. A exposição minudenciosa das exéquias do célebre cientista brasileiro. | |
Dr. Antonio Carlos Nogueira Britto
Vice-presidente do Instituto Bahiano de História da Medicina e Ciências Afins. Fundado em 29 de novembro de 1946 | |
Anexo 1
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CERTIDÃO DO REGISTRO DO NASCIMENTO DE ALICE COUTO NINA RODRIGUES.
DATA DO CASAMENTO DO DR NINA RODRIGUES | |
A 06 de maio de 1903, o Dr. Raymundo Nina Rodrigues dirigiu-se ao arquivo da Secretaria da Intendência Municipal da capital do Estado da Bahia para passar por certidão o teor do registro de sua filha Alice:
“ Ill.º Sn’r Intendente –
O Doutor Nina Rodrigues, a bem de seu direito preciza que V. Ex.cia lhe mande passar por certidão o teor do registro de nascimento de dua filha Alice o qual teve lugar em doze de Janeiro do anno de 1895 no districto da Victoria cujos livros se acham recolhidos no archivo desta Intendencia.
Nestes termos pede despacho
Bahia 6 de Maio 1903
Dr. R. Nina Rodrigues.”
“Certifico em cumprimento ao despacho supra, que no archivo da Secretaria da Intendencia Municipal da Capital do Estado da Bahia, se acha recolhido o livro de registros de nascimentos do districto da Victoria, sob numero quatro dos annos de mil oitocentos e noventa e quatro a mil oitocentos e noventa e sete e delle as folhas trinta e seis verso, consta o assentamento do teor seguinte. Numero nove. Aos doze dias do mez de Janeiro do anno de mil oitocentos e noventa e cinco nesta Capital do Estado da Bahia districto de paz Parochia de Nossa Senhora da Victoria em meu Cartorio compareceu o Doutor Raymundo Nina Rodrigues e as testemunhas no fim nomeadas e assignadas declararão que no dia dês de Dezembro do anno de mil oitocentos e noventa e quatro, as cinco horas da manhã sua mulher Dona Maria Couto Nina Rodrigues deu a luz a uma criança do sexo feminino que se chamará – Alice – sua filha legitima nascida na mesma casa onde são moradores a Rua Forte de São Pedro casa numero trinta e um, o declarante é médico, natural do Estado do Maranhão, casado, nesta Capital, na Freguesia de Sant’Anna aos vinte e oito de Janeiro de mil oitocentos e noventa e trez, e sua mulher é natural desta Capital são Avos paternos da criança o Coronel Francisco Solano Rodrigues e Dona Luiza Rosa Nina Rodrigues e maternos o Conselheiro Doutor José Luiz de Almeida Couto e Dona Amelia de Azevêdo Couto, são testemunhas Francisco de Azevedo Bonfim e o Doutor José Calazans de Azevedo Costa. E para constar lavrei o presente termo que assigna commigo o declarante e as testemunhas depois de lhes ter lido e acharem conforme o que dou fé. Eu Arestides Alexandrino do Valle Escrivão de paz, official do Registro Civil o escrevi por ordem do Juiz de paz em exercicio o Major Francisco Augusto Pereira de Mattos. Arestides Alexandrino do Valle. (assignados) Doutor Raymundo Nina Rodrigues. Francisco de Azevêdo Bomfim e Doutor José Calazans de Azevedo Costa. O referido é verdade e está escripto e para constar, eu Fraterno de Meirelles, archivista da Secretaria da Intendência Municipal da Capital do Estado da Bahia passei a presente aos sete dias do més de Maio de mil novecentos e trez e vae subscripta e assignada pelo Doutor Alfredo Devoto, sub-secretario da Intendência Municipal da Capital do Estado da Bahia, subscrevo e assigno.
Dr. Alfredo Devoto
Nº 2174 PV 495
Pagou de emolumentos novecentos e noventa e cinco reis.
B.ª e 2.ª Secção do Thesouro Muni.al 7 de Maio de 1903
Rubrica ilegível Rubrica ilegível”
No frontispício do documento vê-se uma estampilha de 200 réis e na dita grafada “Republica Brazileira / Imposto do sello/ Estado da Bahia”
“Nº 478
de 257 / 6-5-903
Segue-se o despacho: “Como pede – Em 5- 5 903”
Cf. Arquivo Público do Estado da Bahia
Secção Judiciária
Inventário – Dr. Raymundo Nina Rodrigues
Período: 1906/1916. Numero de folhas: 41
Classificação: 01/58/68/65
Advogado: Dr. Antonio Carneiro da Rocha
D. Maria Couto Nina Rodrigues (viúva) –Inventariante e herdeira, com a filha Alice.
Cf. páginas 39-40.
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SOLICITAÇÃO DE EMANCIPAÇÃO DE ALICE.
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“Exmo Sn’r Dr. Juiz de Direito da Vara de Orphãos
Diz a abaixo assignada, filha do fallecido Dr. Raymundo Nina Rodrigues, que tendo atingido a maioredade no dia 10 de Dezembro de 1916, requer a V. Ex.ª que se digne de julgal-a emancipada, para os fins de Direito.
Nestes termos P. a V. Ex.ª deferimento Bahia 24 de Maio de 1916
Alice Couto Nina Rodrigues”
Obs, Assinatura sobre estampilha de 300 réis – “Estado da Bahia – Brazil – Imposto do Sello.” (N.A.)
No frontispício da petição vê-se a observação: “Venha nos autos – B.ª 25 de Maio de 1916 L. de Carvalho.” Cf. Ibid. p. 35.
“Exm.º Sn’r. D. r Juis de Direito da Vara de Orphãos
D. Alice Couto Nina Rodrigues, cumprindo o respeitavel despacho de V. Ex.ª vem apresentar a certidão de registro dp seu nascimento, para que possa ser julgada emancipada, e requer a V. Ex.ª que se digne de, julgada a sua emancipação, conceder a Supp. te alvará para que seja retirada a clausula de menoredade das apolices da Divida Publica deste Estado, de n. os 17.089 a 17.107 e 10.966 e das apolices da Divida Publica da União, de n. os 128.814 a 128.817 e 122.493 a 122.497, sendo que estas se acham averbadas na repartição competente na cidade do Rio de Janeiro. Nestes termos, P. a V. Ex.ª deferimento. Bahia 5 de Junho de 1916 Alice Couto Nina Rodrigues”
Obs. Assinatura sobre estampilha no valor de 300 réis – “Estado da Bahia – Brazil- Imposto de Sello” (N.A.)
No frontispício está consignado: “Venha nos autos. B.ª 5 de Junho de 1916 L. de Carvalho.” Cf. Ibid. p. 38.
“Nascida D, Alice Couto Nina Rodrigues e filha legitima de Dr. Raymundo Nina Rodrigues, e D. Maria Couto Nina Rodrigues, em 10 de Dezembro de 1894 completou vinte e um annos de idade em egual data de 1915, certidão a fl.
Atingindo assim a maior idade a declara emancipada e apta para todos os actos da vida civil. Deferindo o requerimento a fl. passe-se o alvará solicitado. B.ª 6 de Junho de 1916 L. de Carvalho.” Cf. Ibid. p.41.”
“Certifico que scientifiquei Dona Alice Couto Nina Rodrigues de todo o conteudo da Sentença retro. Dou fé, Bahia 8 de 1916. O Esc. m int. o Carlos da Rocha Reis.”
“Certifico que forão expedidos os alvarás requeridos na petição de fl. s 14.v e 15.v sob numeros 18 e 19. Dou fé. Bahia 9 de Junho de 1916. o Esc. m int.º Carlos da Rocha Reis.”
Cf, Ibid. p. 41-v.
Obs. O nome do Juiz de Direito que rubricava os despachos como L. Carvalho era “Leovigildo Gonsalves de Carvalho.” (N.A.)
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POSTAGEM HISTÓRICA C/
CONTEÚDOS DA HISTÓRIA DA BAHIA!
INÉDITA
SALVADOR HISTÓRICA!
LINK DA EDIÇÃO HISTÓRICA DA CIDADE DE SALVADOR A PEROLA BARROCA DAS AMÉRICAS!
COM MAIS DE 500 FOTOS E A POESIA DESCRITIVA DA CITADA CIDADE, POESIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA - COM LEGENDAS HISTÓRICA/DOCUMENTAL!
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Tenda para as solenidades da inauguração da Magnífica Via Expressa, a Maior obra de mobilidade urbana do governo Jaques Wagner e uma das mais significativas dos últimos 40 Anos na Cidade de Salvador - A Perola Barroca das América (ver poesia inédita descritiva, resumida da cidade de Chiquitinha Maravilha
Os dois tuneis principais da Via Expressa na ligação fantástica das Cidades Alta e Baixa, na chamada mobilidade urbana entre as duas "Cidades"
FOTOS CHIQUITINHA MARAVILHA DIA 31/10/2013 - DAS 11 AS 13/15 HS
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Viadutos da Nova Rotatória da Rotula do Abacaxi notar o paisagismo em baixo dos viadutos
Notáveis espigões de concreto toma conta do paisagismo Vertical no entorno da Via Expressa,
Várias passarelas para pedestre foram edificadas ao longo da Via Expressa
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A empresa Marketing Promocional AGOGÔ, cuidando do Marketing para a inauguração da Via Expressa pela Presidenta Dilma Rousseff na sexta-feira dia 01/11/2013.
Policiais preparando a Segurança para a inauguração da Via Expressa pela Presidenta Dilma Rousseff, Governador Wagner e sua Comitiva.
Os dois tuneis na Cidade Alta indo em sentido Cidade Baixa.
Os dois tuneis na Cidade Alta indo em sentido Cidade Baixa... Na foto abaixo interior de um dos dois tuneis citado, sentido Cidade Baixa.
Abaixo dos tuneis da Via Expressa (este aí na foto na saída da Via Expressa no trecho perto de Água de Meninos na Cidade Baixa.
Operário e maquina que construiram a Via Expressa
Um dos Tuneis e Viaduto na saída ou entrada para àgua de Meninos na Cidade Baixa perto do Porto da Cidade de Salvador
VIADUTOS DA ROTULA DO ABACAXI, EXEMPLO DE MODERNIDADE NA MODALIDADE URBANA DE SALVADOR QUE CAMINHA PARA A COPA DO MUNDO 2014.
Conjunto de Viadutos na Nova Rotula do Abacaxi
Passarela para pedestres
AVENIDA BARROS REIS
A IMPONENTE BELEZA DOS EDIFÍCIOS E CASARÕES PRIMITIVOS DA CIDADE BAHIA NAS FOTOGRAFIAS E TEXTO/LEGENDAS DESCRITIVO DE CHIQUITINHA MARAVILHA em 31/10/13.
Plano Inclinado do Pilar ligando a Cidade Alta a Cidade Baixa, um exemplo primitivo da Mobilidade Urbana da histórica Cidade de Salvador/Ba.
Plano inclinado do Pila, moderno sistema de modalidade urbana nas décadas iniciais do atual regime republicano
Lindo, majestosa a arquitetura do secular edifício do Palácio da Associação Comercial da Bahia, em estilo neoclássico um dos edifícios destaque na Cidade Baixa/Salvador/Ba.
F. Chiquitinha Maravilha 31/10/2013
BREVIÁRIO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DA BAHIA
O Palácio da Associação Comercial da Bahia - Um dos primeiros prédios
genuinamente neoclássicos do Brasil
genuinamente neoclássicos do Brasil
Ao início do século XIX a cidade de Salvador era o porto mais movimentado de todo o Atlântico Sul. As intensas atividades comerciais que aqui ocorriam se aceleraram ainda mais com a abertura dos portos as nações amigas, autorizada por D. João VI, quando aqui chegou em 1808, como escala da transferência da corte portuguesa para o Rio de Janeiro. Os comerciantes locais solicitaram então a D. João a criação de uma Associação Comercial na Bahia, a primeira das Américas, para que cuidasse dos seus interesses.
A associação foi criada em 1811 e o prédio definitivo ficou pronto em 1816. O local escolhido para a sua construção foi junto ao porto, na cidade baixa (bairro do Comércio), no local onde se encontrava o forte de São Fernando, então desativado.
O prédio, de caráter palaciano, foi construído por ordens de D. Marcos de Noronha e Britto, VIII Conde dos Arcos, governador da Bahia, com projeto do arquiteto português Cosme Fidié. Este prédio quebrou um paradigma, já que, pela primeira vez na Bahia, adotou-se o estilo neoclássico inglês, do tipo Adams, o mesmo no qual se inspirou a maioria dos prédios governamentais de Washington, inclusive a famosa Casa Branca. Seu estilo é uma raridade no Brasil colonial, e um dos primeiros a ser construído no país.
A construção é retangular, com duas fachadas, cada uma voltada para uma praça. A principal, que originalmente se abria para o mar, e a outra, nos fundos, onde se encontra a estátua do Conde dos Arcos. As duas fachadas são simétricas, diferindo na colunata da primeira, que inexiste na outra. O prédio tem três pavimentos, desenvolvendo-se em torno de um salão nobre. O andar superior circunda o salão, abrigando hoje uma biblioteca e salas administrativas. Há ainda outras salas no pavimento térreo, salas nobres de reunião e do conselho. No subsolo, onde ainda se observam restos das muralhas do antigo forte, inclusive os calabouços, encontram-se auditórios e outras salas administrativas da Associação.
Em 1884, na praça em frente a uma das fachadas, resultante do aterro do mar, foi erigida, por iniciativa da Associação, uma coluna em bronze, encimada pelo anjo da Vitória, em comemoração a batalha do Riachuelo, e que foi inaugurada por D. Pedro II. À sua época, era o monumento mais alto do Brasil. Neste prédio também se realizou o último baile do período imperial na Bahia.
O prédio passou recentemente por ampla reforma e restauração, para comemorar os seus 200 anos. Foi criado ainda um serviço de apoio aos visitantes, com visitas guiadas, e instalado um núcleo de informática, de forma interativa, onde se obtém todas as informações a respeito de sua história. A sua pinacoteca inclui quadros valiosíssimos, que retratam figuras responsáveis pela sua construção, e de governantes do período imperial, e ainda de dirigentes da Associação, alem de um enorme quadro de Portinari, de valor incalculável, que retrata a chegada de D. João VI na Bahia. Fotografias antigas, tapetes raros, objetos diversos e mobiliário original, todos restaurados, também fazem parte do seu acervo artísitico.
FONTE DE PESQUISA
Trapiche em ruínas, linda fachada colonial construindo no século XIX, servia de armazenamento de mercadorias oriunda do cais do Porto de Salvador, situado perto do citado edifício.Precisa ser completado o seu original (cobertura, piso, etc...) e ser aproveitado como um centro cultural ou comercial (a exemplo /centro artesanal da Bahia, gerando emprego, renda e cultura para a Bahia, Brasil e exterior! Foto Chiquitinha Maravilha 31/10/2013
O citado Trapiche e ao fundo o Plano Inclinado, mobilidade urbana primitiva, cenário histórico da Bahia dos primórdios...
Cenário de um visual inclível, dos edifcios e casarões da Cidade Baixa e Cidade Alta
Acima Edifícios moderno da Salvador Cosmopolita do Seculo XX e XXI
ABAIXO MODERNO E PRIMITIVOS!
NO CENÁRIO DA CIDADE BAIXA - NO COMERCIO
UMA JOIA DO BARROCO LUSITANO NA CIDADE DE SALVADOR/BA
HISTÓRICO
Igreja de São Pedro Gonçalves do Corpo Santo
Igreja do Corpo Santo, na rua do Corpo Santo, bairro do Comércio. Sua fachada fica de costas para o porto, uma estratégia comum para reduzir a maresia dentro do templo.
A capela foi fundada, em 1711, por Pedro Gonçalves, um marinheiro espanhol, para pagar uma promessa feita durante uma tempestade na Baía de Todos os Santos.
De 1736 a 1756 serviu de matriz da Paróquia da Conceição da Praia, durante a construção do novo prédio daquela igreja.
Em 1902, o templo foi reestruturado devido ao alargamento da rua Santos Dumont, para a qual se voltava sua fachada posterior (veja ilustrações abaixo). Seu frontispício foi alterado e lojas comerciais passaram a funcionar no porão.
Abaixo a notável Fachada da Igreja do Corpo Santo/
F. Abaixo de Chiquitinha Maravilha 31/10/2013
(Precisa ser pintada o seu frontão e laterais)
No interior da igreja capelas e altar-mor, uma joia rara do barroco lusitano na cidade de Salvador/Ba.
Foro do Teto da Igreja do Corpo Santo
As duas Fotos e texto abaixo http://www.igrejas-bahia.com/salvador/corpo-santo.htm
Foto acima
O forro da nave é provavelmente um dos elementos da época de sua construção. Destaca-se a imagem do Senhor dos Passos, o crucifixo do altar-mor e a estátua do Senhor da Redenção, atribuída a Chagas, o Cabra.
Foi tombada pelo SPHAN em 1938.
Igreja de São Pedro Gonçalves do Corpo Santo
Nesse fragmento da ilustração de Charles Landseer, de 1826, vê-se parte da antiga arquitetura da Igreja do Corpo Santo. Observe que a Igreja possuía uma torre, como confirmado na fotografia acima com a seta indicativa.
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POSTANDO MAIS LINDAS FOTOS DA CIDADE DE SALVADOR/ CIDADE BAIXA E ALTA....
INÉDITA
SALVADOR HISTÓRICA!
LINK DA EDIÇÃO HISTÓRICA DA CIDADE DE SALVADOR A PEROLA BARROCA DAS AMÉRICAS!
COM MAIS DE 500 FOTOS E A POESIA DESCRITIVA DA CITADA CIDADE, POESIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA
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ABAIXO E VEJA
Arco em estilo colonial em pera e argamassa primitiva, no passado servia de estrada ou "caminho" para a cidade baixa, passando pelo Palácio do Governo, ladeira do Pau da Bandeira, indo para a Ribeira das Naus.........
Fachada da Igreja do Corpo Santo, foi edificado em 1711
Fachada em azulejo lusitano deste edificio com janelas em estilo gótico (arco cônico)
Mercado Modelo (antiga Alfandega)31/10/2013
Foto Acima do Elevador Lacerda primitivo Salvador, província da Bahia (Rodolpho Lindemann, 1875).
Foto do Elevador Lacerda de 1920
O Elevador Lacerda é o primeiro elevador urbano do mundo. Em 8 de dezembro de 1873, quando foi inaugurado, era o mais alto do mundo, cerca de 63 metros de altura. 1 Localizado na cidade de Salvador, cumpre a função de transporte público entre a Praça Cairu, na Cidade Baixa, e a Praça Thomé de Souza, na Cidade Alta. Hoje é um dos principais pontos turísticos e cartão postal da cidade.
Do alto de suas torres, descortina-se a vista da Baía de Todos-os-Santos, do Mercado Modelo e, ao fundo, o Forte do Ma.r
Elevador Lacerda em 31/10/2013 - 13hs e 15 minutos/Chiquitinha Maravilha
HISTÓRICO
Fonte Wikipédia, a enciclopédia livre.
na pesquisa de Chiquitinha Maravilha
A geomorfologia do local, dois planos separados por uma grande escarpa, era um problema durante a construção de Salvador e que foi crescendo com a expansão da cidade, tornando-se um desafio a ser vencido. A comunicação rápida e confortável entre os dois níveis era uma necessidade numa época em que o transporte era feito através de guindastes e ladeiras íngrimes. Porém, o plano do baiano visionário Antônio de Lacerda ao idealizar o Elevador Hidráulico da Conceição - primeiro nome do Elevador Lacerda - não era apenas ligar a parte baixa e alta da cidade, era facilitar o transporte para o sul, sentido em que a cidade se expandia, articulando o elevador com as linhas de bonde.
O projeto foi construído em ambiente familiar. Reuniões entre o pai Antônio Francisco de Lacerda, dono de muitas propriedades, o irmão engenheiro Augusto Frederico de Lacerda, a esposa e o sogro eram realizadas para discutir o plano revolucionário. As obras foram iniciadas em 17 de outubro de 1869. A oportunidade de realizar seu projeto surgiu quando a firma Antônio de Lacerda & Cia, cujo principal sócio era seu pai, comprou os direitos de construção de linhas de transporte na encosta e a firma se transformou na Companhia de Transportes Urbanos. A inauguração do equipamento se deu quatro anos depois e o elevador ficou conhecido popularmente como "Parafuso". Em 1896, o nome oficial foi alterado para "Elevador Lacerda" em homenagem ao idealizador e construtor Antônio de Lacerda.1
Após a sua inauguração, passou a ser o principal meio de transporte entre a Cidade Alta, onde se encontra o centro histórico, e a Cidade Baixa, local de concentração de atividades financeiras e comerciais em Salvador. Na estrutura inicial, os passageiros tinham de ser pesados individualmente, e o peso total dos passageiros a serem transportados era calculado e somando-os até atingir o limite máximo de segurança. O Barão de Jeremoabo (Cícero Dantas) assim registrou a pesagem dele próprio e de outras autoridades:2
"Em 16 de março de 1889 pesamo-nos no elevador, dando o seguinte resultado: Pinho - 54 quilos, ou 3 arrobas e 98 libras; Cícero - 61 quilos, ou 4 arrobas e 2 libras; Guimarães - 65 quilos ou 4 arrobas e 10 libras; Artur Rios- 73 quilos ou 4 arrobas e 26 libras; e Vaz Ferreira - 115 quilos, ou 7 arrobas e 20 libras."
Inicialmente operava com duas cabines, atualmente funciona com quatro modernas cabines eletrificadas que comportam 32 passageiros cada uma, com um tempo de permanência de 22 segundos.3 . Essa e outras mudanças foram introduzidas ao longo de sua história por cinco grandes reformas e revisões:
1. em julho de 1906 para a sua eletrificação
2. em 1930 adicionaram-se mais dois elevadores e uma nova torre
3. no fim da década de 1950, concluindo-se em 1961, o elevador passou por uma total reforma em sua parte mecânica
4. no início da década de 1980 houve uma revisão na estrutura de concreto
5. em 1997 foi feita a revisão de todo o maquinário elétrico e eletroeletrônico
A reforma de 1930 conferiu-lhe a atual arquitetura em estilo art déco. As duas cabines originais foram ampliadas para quatro, sendo que cada uma delas com a capacidade de transportar até vinte e sete passageiros. A inauguração da obra deu-se a 1 de janeiro daquele ano.4
Foi tombado5 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 7 de dezembro de 2006.
" Que imensa é tua glória
Os outros tem seu nome no mármore da praça
Em bronzes, pedestais, porem o teu Lacerda,
está na rocha viva e refulgindo aí,
morrer não pode mais."
Extraído do poema " A Antonio Lacerda". de autoria de ão de Brito, publicado na edição de 5 de março de 1874 do diário da Bahia.
Praça Tomé de Souza (que já teve vários nomes, desde os primórdios).
Palácio Tomé de Souza
Edificio da Prefeitura de Salvador, construído no governo municipal do prefeito Mário Kertész
Edificio da Câmara Municipal de Salvador
A Câmara Municipal de Salvador é o órgão legislativo do município de Salvador.
Foi construída em 1549 e já abrigou uma cadeia pública, e atualmente ainda funciona como Paço Municipal. Apesar do número de vereadores já ter excedido a sua capacidade, alguns vereadores têm seus gabinetes num outro prédio na Rua Ruy Barbosa no centro da cidade, Edifício Bahia Center, Anexo Vereador Emmerson José. O prédio da Câmara Municipal sofreu modificações no início do século XX, e ganhou uma fachada em estilo eclético, muito em voga na época. Nos anos 70 passou por uma segunda reforma, mas desta vez foi para resgatar o seu estilo de origem: o colonial do século XVII, remotando a antiga Casa de Câmara e Cadeia da Cidade de Salvador.
PLENÁRIO DA CÂMARA MUNICIPAL COSME DE FARIAS
COSME DE FARIAS
Traços biográfios
Fonte/Wikipédia
Cosme de Farias (Salvador, 2 de abril de 1875 — 14 de março de 1972) foi um rábula e político brasileiro, tornado célebre na capital baiana pela sua defesa dos pobres no foro, a luta contra o analfabetismo e a defesa das liberdades democráticas.
Cosme de Farias nasceu no subúrbio distante de São Tomé de Paripe, bairro que integra o subdistrito de Paripe. Sua formação foi apenas do curso primário, mas tornou-se advogado provisionado (rábula) e passou a vida defendendo milhares de clientes que, sem condições financeiras, de outra forma não teriam condições de uma defesa.
Em 1915 fundou a "Liga Baiana contra o Analfabetismo", instituição que funcionou até a década de 1970, publicando cartilhas e mantendo escolas para a população mais pobre, da capital e de algumas outras cidades baianas.
Foi casado com Semíramis Farias, falecida em 1963, sem filhos. O único irmão de que se tem notícia era-lhe gêmeo e morreu muito cedo.
Foi patenteado "Major" pela Guarda Nacional (1909).
Na advocacia, sua maior realização foi o habeas corpus em favor de Sérgia Ribeiro da Silva, a cangaceira Dadá, viúva de Corisco, em 1942
A CÂMARA DE SALVADOR E SUA HISTÓRIA
o Brasil, desde os tempos coloniais, as câmaras municipais sempre tiveram importante papel: deliberavam e agiam sobre múltiplas dimensões da urbis, como o abastecimento, a saúde e higiene públicas, o trabalho livre e a ocupação do solo urbano. Aplicavam, inclusive, a justiça comum, principalmente em crimes contrários à ordem e à paz citadinas.
Com a perda dessas atribuições, já no período republicano da história, as câmaras se tornaram o espaço da representação política da sociedade, que passou a requerer e a valorizar mecanismos e instâncias de expressão das vontades coletivas de amplos segmentos sociais.
Primeira entre as capitais brasileiras, a Câmara Municipal de Salvador nasceu juntamente com a cidade, em 1549, e tornou-se uma das mais importantes câmaras do Império Colonial Português nas Américas, recebendo os mesmos privilégios que as principais Câmaras de Portugal, a exemplo das casas das cidades de Évora e do Porto.
Evolução física
O Paço da Câmara Municipal é dos mais importantes exemplares da arquitetura civil colonial brasileira. A primeira construção de 1549 foi de taipa e palha. Em 1551, construiu-se nova Casa de Câmara feita com pedra, cal, barro, coberta com telhas e com cadeia e açougues embaixo.
No ano de 1660, o governador Francisco Barreto de Menezes deu início a uma reforma que concedeu à Câmara a imponência que deveria ter um edifício público da sua importância. Alguns anos depois, em 1696, foi construída uma torre e instalado nela um sino. É dessa data a atual estrutura arquitetônica do prédio.
Em fins do século XIX, mais precisamente no ano de 1885, atendendo ao estilo artístico vigente, a fachada original foi profundamente alterada, ganhando aspecto neo-renascentista. O velho sino cedeu lugar a um relógio elétrico.
Em 1970, foi restituída a antiga fachada colonial que permanece até os dias atuais.
Evolução política
Na Colônia:
Salvador foi capital da colônia até 1763, função que coube depois ao Rio de Janeiro. Até então, Salvador sediou o Governo Geral, responsável por toda a colônia. Em âmbito local, a Câmara era o único poder e exercia os papéis Executivo, Legislativo e mesmo Judiciário.
No Império:
As capitanias transformam-se em províncias, cujos presidentes eram nomeados pelo imperador. A Câmara continuou sendo o único poder no âmbito da cidade, permanecendo como a instância primordial dos assuntos da vida local.
Na República:
O poder local divide-se em duas instâncias distintas e autônomas: o Conselho Deliberativo, com funções legislativas e fiscalizadoras (as antigas câmaras), e o Poder Executivo, na figura do intendente, responsável pela administração do município.
Em 1929, a Intendência passou a chamar-se Prefeitura, sendo o seu representante o prefeito, e o Conselho volta a assumir o nome de Câmara, sendo composta pelos vereadores.
Atualmente, a Câmara Municipal de Salvador é formada por 41 vereadores eleitos por voto direto. Eles representam o espectro político-partidário do país. São responsáveis pela elaboração dos projetos de lei, que, após serem votados no plenário, transformam-se em leis que serão aplicadas no município.
Presidência
Fonte/www.cms.ba.gov.br/pagina.aspx?id=1&tipo=1
Paulo Câmara, presidente da Câmara Municipal de Salvador (2013-2014)
Paulo Câmara, presidente da Câmara Municipal de Salvador (2013-2014)
Eleito em 2 de janeiro de 2013 presidente da Câmara Municipal da Salvador para o biênio 2013-2014, o vereador Paulo Câmara (PSDB) tem uma trajetória política pautada na transparência e em ações efetivas para melhorar Salvador, preservando os pilares éticos, culturais e históricos da primeira capital do Brasil.
Com mandato na Câmara de Salvador desde 2007, tendo, anteriormente, adquirido experiência na área pública ao atuar junto ao Executivo Municipal na gestão do ex-prefeito Antonio Imbassahy, o presidente Paulo Câmara sempre buscou no diálogo o principal caminho para a solução dos problemas que surgem na vida pública.
Neste sentido, o presidente Paulo Câmara construiu em torno de si uma Mesa Diretora com um perfil plural,
contemplando democraticamente o melhor caminho para a Câmara Municipal de Salvador. A inserção da Casa no contexto social, histórico e cultural da cidade é um dos pilares a fincar e a deixar como legado.
Consciente das ações e da importância da Casa, que é fiscalizar o Executivo mantendo em paralelo a harmonia e a independência entre os poderes, o presidente Paulo Câmara sabe que a autoestima do soteropolitano começa na
região onde reside. Como a Câmara é a casa de todos os soteropolitanos, o presidente vai lutar para que o Centro Histórico se configure, mais uma vez, como espaço de convivência social e coletiva.
Transparência administrativa, respeito ao próximo, às opções religiosas e às questões de gênero são princípios
interiorizados pelo presidente Paulo Câmara, tanto no ambiente familiar quanto na vida estudantil, sobretudo quando
cursou Ciências Econômicas na Universidade Federal da Bahia. Por estes motivos, o humanismo prevaleceu em sua identidade e hoje é bandeira para transformar Salvador a partir da Câmara Municipal, guardiã das liberdades, da diversidade e da riqueza da nossa história.
Atento a elementos concretos que norteiam a vida pública, o presidente Paulo Câmara não medirá esforços para transformar a esperança em algo realista para todos os soteropolitanos. A Câmara, neste sentido, será um dos principais combustíveis desta transformação, tão desejada por todos que vivem na primeira capital do Brasil.
Estatua de Bronze em pedestal na Praça Tomé de Souza na cidade de Salvador/Bahia, ao fundo da citada estatua o edifício da Câmara Municipal.
Mestre Luiz Dias responsável pela execução do traçado da construção da Cidade Fortaleza de Tomé de Souza, a Primeira Capital do Brasil Colonial, a partir de março de 1549.
A charmosa, inconfundível rua Chile, no passado recente o centro Chic da sociedade Baiana. Fotos abaixo da Cidade Baixa, destacando a igreja da Conceição da Praia padroeira de Tomé de Souza.
Palácio Tomé de Souza, no local existiu o primitivo da colônia.
FOTOS DA CIDADE BAIXA VISTA DA PRAÇA CASTRO ALVES
Fotos Chiquitinha Maravilha 31/10/2013
FORTE SÃO MARCELO
Fonte Wikipédia
Antecedentes
A primitiva concepção desta fortificação remonta a 1608 com risco do engenheiro-mor e dirigente das obras de fortificação do Brasil, Francisco de Frias da Mesquita. Alguns autores, porém, atribuem o seu risco inicial ao engenheiro-mor de Portugal, o cremonense Leonardo Torriani, em1605. Encontra-se figurada por João Teixeira Albernaz, o velho em "um retângulo de pergaminho em que se vê o projeto de edifício e do forte sobre a lajem do porto, que se há de fazer. Quem soerguer este retângulo de pergaminho vê a dita lajem desenhada na folha maior", a ser artilhado com seis peças, no formato de polígono quadrangular regular.1 Num outro exemplar da mesma obra, o referido projeto já está definitivamente incorporado ao desenho da planta,2 o que indica que o início da sua construção é posterior a 1612.
Terminado em 1623, no Governo-Geral de D. Diogo de Mendonça Furtado (1621-1624), esteve inicialmente artilhado com dezenove peças de diversos calibres.3 Durante a invasão holandesa de 1624, foi a primeira praça ocupada pelos conquistadores, que dele dispararam as balas incendiárias que aterrorizaram os moradores da cidade, facilitando a invasão. Anos mais tarde, entre abril e maio de 1638, durante a tentativa de invasão do Conde Johan Maurits van Nassau-Siegen (1604-1679), também teve papel decisivo, logrando manter a esquadra holandesa a distância.
Século XVII
Dentro do contexto da Guerra da Restauração da independência de Portugal, e da campanha pela expulsão dos neerlandeses da Região Nordeste do Brasil (Insurreição Pernambucana), a reconstrução deste forte foi determinada pela Carta-régia de 4 de outubro de 1650,4 durante o Governo-Geral de João Rodrigues de Vasconcelos e Sousa (1649-1654), atendendo o (...) quanto convinha fazer-se um forte no baixo surgidouro dessa Bahia, reforçando a defesa proporcionada pela Bateria da Ribeira, o Forte de São Paulo da Gamboa e o Forte de São Pedro, com os quais cruzava fogos.
Com risco e técnicas vindas do reino, possivelmente inspirado no Forte de São Lourenço do Bugio (onde se desenvolvia nova etapa construtiva entre 1643-1657), a nova obra, a cargo do engenheiro francês Filipe Guiton, iniciou-se ainda em 1650, pela construção de um enrocamento em torno do recife, com pedras de arenito extraídas da pedreira da Preguiça (no Sodré) e de Itapagipe, transportadas em barcaças. Concluído em 1652, o interior do enrocamento passou a ser preenchido com pedra calcária oriunda do lastro dos navios do Reino, aqui carregados com açúcar e madeira de lei. Guiton trabalhou nestas obras até falecer, em 1656. Nesta altura, iniciava-se a muralha do torreão em pedra de granito, oriundo do Recôncavo baiano. No ano seguinte (1657), o seu conterrâneo Pedro Garcin, que até então trabalhava nas fortificações da capitania de Pernambuco, assumiu as obras deste forte. Uma notícia, datada de 1661, quando o forte passou à invocação de São Marcelo, dá conta de que a muralha do torreão central ainda se encontrava incompleta, faltando um lance para atingir a altura projetada, concluída no ano seguinte, quando se erguia a 15 metros acima do nível do mar. Em 1664 encontravam-se em progresso acisterna ao centro do torreão e os compartimentos dos doze quartéis, com as entradas voltadas para o exterior, onde as barcaças seguiam despejando as pedras que formavam o terrapleno circular envolvente. No ano de 1670 um relatório, dirigido ao governador-geral Afonso Furtado de Castro do Rio de Mendonça (1671-1675), dava conta do progresso dos trabalhos no Forte de Nossa Senhora do Pópulo. Nesta ocasião, o engenheiro militar Antônio Correia Pinto inspecionou as obras e passou a dirigir os trabalhos de construção, sendo o perímetro do terrapleno envolvente aumentado para cerca de 220 metros de circunferência.
Século XVIII
Um pouco antes da invasão francesa de Jean-François Duclerc ao Rio de Janeiro (Agosto-Setembro de 1710), expondo as fragilidades da defesa colonial, um relatório de 17 de Junho desse ano, de autoria do mestre-de-campo de Infantaria, Miguel Pereira da Costa, criticava o projeto executado no forte do Pópulo, propondo soluções. No escopo do projeto de defesa de Salvador da autoria do Brigadeiro João Massé (1713), eram propostas novas modificações para aumento do poder de fogo deste forte. Atendendo a essas sugestões, em 1717, o vice-rei D. Pedro Antônio de Noronha Albuquerque e Sousa (1714-1718), iniciou-lhe trabalhos de ampliação do terrapleno envolvente aumentado em cerca de meio metro de altura e para cerca 241 metros de circunferência, estando concluídos com as novas canhoneiras do torreão ("bateria alta") e da plataforma do terrapleno ("bateria baixa"), em 1728, no governo do vice-Rei e Capitão-General-de-Mar-e-Terra do Estado do Brasil, D. Vasco Fernandes César de Meneses (1720-1735), conforme placa epigráfica sobre o portão de entrada.
O forte encontra-se representado em iconografia do Capitão José António Caldas na "Notícia Geral de toda esta Capitania da Bahia desde o descobrimento até o prez.te ano de 1759", quando se encontrava artilhado com cinquenta e quatro peças de ferro e bronze de diversos calibres.5
Trabalhos de reforma são concluídos nas dependências do forte em 16 de agosto de 1772. Encontra-se representado numa iconografia de Carlos Julião, sob o nome de "4. Forte do Mar",6 ilustrada com os desenhos de trajes típicos femininos, novamente com o perfil da cidade do Salvador, pelo capitãoJosé Francisco de Sousa (1782), e também, em iconografia de Luiz dos Santos Vilhena (1798).
A Independência do Brasil]
No contexto das Guerras Napoleônicas, o forte encontrava-se artilhado com quarenta e cinco peças de ferro e bronze de diversos calibres (1803). No contexto da vinda da Família Real portuguesa para o Brasil, as defesas costeiras da colônia foram inspecionadas e reforçadas. Naquele momento, quando da passagem do príncipe-regente por Salvador (1808), o forte contava com quarenta e seis peças de ferro e bronze de diversos calibres (GARRIDO, 1940:89).
Em 1810, um relatório de inspeção preparado por uma comissão chefiada pelo brigadeiro Galeão e integrada pelo Coronel Manoel Rodrigues Teixeira, o tenente-coronel José Francisco de Sousa, o Capitão Joaquim Vieira da Silva e o Engenheiro João Teixeira Leal (autor das ilustrações), apontava a necessidade de erguer um anel perimetral no terrapleno envolvente, com altura igual à do torreão central. Na ocasião, a bateria alta encontrava-se artilhada com dezesseis peças de ferro e quatro de bronze de diversos calibres, enquanto que na bateria baixa computavam-se vinte e nove peças de ferro montadas em seus reparos e uma de bronze, um antigo pedreiro e dois morteiros. Atendendo às recomendações desse relatório, desenvolveram-se obras de remodelação no forte, entre 1810 e 1812, a cargo de D. Marcos de Noronha e Brito, obras que conferiram a atual configuração ao forte. Naquele último ano, a sua artilharia estava reduzida a quarenta e seis peças de ferro e bronze de diversos calibres.
Fotos Abaixo Wikipédia
Restituição da Bahia (Albernaz, 1631): detalhe onde se observa a primitiva traça do forte (3
Forte de São Marcelo, Salvador: corredor interno.
Forte de São Marcelo, Salvador: brasão imperial mutilado pela República sobre o Portão de Armas.
Perfil e planta do Forte do Mar num desenho de José António Caldas(c.1758).
Foto Abaixo / Forte de São Marcelo, Salvador: o forte visto do mar.
F. Abaixo Chiquitinha Maravilha 31/10/2013
MERCADO MODELO
Fonte Wikipédia
Situado no bairro do Comércio, uma das zonas comerciais mais antigas e tradicionais de Salvador, constitui-se em importante atração turística. Diante da Baía de Todos os Santos, é vizinho do Elevador Lacerda e do Centro Histórico/Pelourinho.
Abriga duzentas e sessenta e três lojas que oferecem a maior variedade de artesanato, presentes e lembranças da Bahia, contando com dois dos
mais tradicionais restaurantes de culinária baiana, o Maria de São Pedro, com oitenta anos de existência e o Camafeu de Oxossi.
Inaugurado em 1912, o Mercado Modelo surgiu pela necessidade de um centro de abastecimento na Cidade Baixa de Salvador. Entre a Alfândega e o largo da Conceição, constituía-se em um centro comercial onde era possível adquirir itens tão variados como hortifrutigranjeiros, cereais, animais, charutos, cachaça e artigos para o Candomblé.
Era servido pela rampa que leva o seu nome, antigo porto dos saveiros que atravessavam a Baía de Todos os Santos.
Em 1969 foi vítima do mais violento incêndio de sua história, a tal ponto que se tornou necessária a demolição do antigo imóvel. A partir de 2 de Fevereiro de 1971, passou a ocupar o edifício da 3º Alfândega de Salvador, uma construção de 1861 em estilo neoclássico, tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). No local, onde funcionava o primitivo Mercado, foi erguida uma escultura de Mário Cravo Junior.
Um novo incêndio que lhe destruiu as instalações levou a uma extensa reforma do edifício, em 1984, permitindo a sua reinauguração.
Os incêndios do Mercado
O Mercado Modelo viveu pelo menos cinco grandes incêndios ao longo de sua história, a saber:
· 1917 - existem poucas informações a seu respeito, acreditando-se que não tenha sido de proporções catastróficas.
· 1922 - iniciou-se na madrugada de 7 de janeiro, tendo reduzido o Mercado às cavernas (subterrâneos), causando mais de mil contos de réis de prejuízos1 . À época, registraram-se boatos de que as causas foram propositais. Reformado, tendo a sua pintura original - amarela e vermelha - sido substituída por verde, ganhou o apelido de Tartaruga Verde.
· 1943 - registrou-se em 28 de fevereiro (um domingo), com a destruição parcial das suas instalações. Não foram identificadas as causas do incêndio, tendo o edifício sido recuperado.
· 1969 - teve lugar a 1 de agosto, sendo considerado o mais grave de sua história, a ponto de inviabilizar a reconstrução do primitivo imóvel, cujos escombros necessitaram ser demolidos visando a segurança pública.
· 1984 - em 10 de Janeiro, conduziu a uma extensa reforma, permitindo a sua reinauguração no mesmo ano.
A famosa Praça do Poeta dos Escravos - Castro Alves no coração da Cidade de Salvador, Cartão Postal dos Turistas do Mundo inteiro.
Inicio da rua Chile a esquerda
POSTANDO LEGENDAS...........
Edifício do início da década de 1930, pertencia ao jornal a Tarde. edificado a mando do jornalista e advogado Simões Filho fundador e proprietário do citado edificio, décadas mais tarde o jornal mudou para outro moderno edifício e recentemente o edifício foi vendido a terceiro.
Estatua de Zumbí na Praça da Sé
Atual Catedral Basilica de Salvador, antiga igreja dos Jesuitas, matriz da Cia. de Jesus na Bahia.
Sobrados na Pça. da Sé/Centro Histórico da Bahia
Torre do Sino da Catedral Basilica de Salvador
Secular Pia Batismal da Catedral Basilica de Salvador
Praça do Terreiro de Jesus
Edifício da antiga Faculdade de Medicina da Bahia, formadores de magníficos exuberantes médicos para a Bahia e Brasil.
BREVIÁRIO HISTÓRICO
Fonte / Wikipédia
A Faculdade possuiu vários nomes desde sua criação em 1808:
· Escola de Cirurgia da Bahia (1808–1816)
· Academia Médico-Cirúrgica da Bahia (1816–1832)
· Faculdade de Medicina da Bahia (1832–1891)
· Faculdade de Medicina e Farmácia da Bahia (1891–1901)
· Faculdade de Medicina da Bahia (1901–1946)
· Faculdade de Medicina da Universidade da Bahia (1946–1965)
· Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia (1965–2008)
· Faculdade de Medicina da Bahia da Universidade Federal da Bahia (2008–presente)
· Faculdade de Medicina da Bahia da Universidade Federal da Bahia é a escola de medicina mais antiga do Brasil,1 fundada em 1808 pelo médico pernambucano Correia Picanço, logo após a chegada de Dom João VI ao país, sob o nome de Escola de Cirurgia da Bahia. As instalações da Nova Faculdade de Medicina da Bahia, construídas em 1946 com a inauguração da Universidade Federal do estado, estão localizadas na Praça XV de Novembro, no Largo do Terreiro de Jesus, em Salvador.
· Por essa faculdade passaram diversos nomes da ciência brasileira (como Nina Rodrigues, Juliano Moreira, Pirajá da Silva), foi importante em diversos momentos históricos e até hoje possui destaque no cenário científico e cultural baiano e brasileiro.
MÉDICOS MATENSE!
MÉDICOS LEOVIGILDO FILHO, Dr. ANTONIO R. TEIXEIRA E
Dr. AMÉRICO R. TEIXEIRA
Por Chiquitinha Maravilha
Praça de Terreiro de Jesus, local de várias igrejas e da antiga, primitiva Faculdade de Medicina da Bahia. Nessa sagrada Faculdade de Medicina, a primeira do Brasil, vários e renomados médicos aí se formaram ao longo dos séculos, inclusive Dr. Antonio Rodrigues Teixeira, medico politico e trisavô de Chiquitinha Maravilha que diplomou-se em 1872.
Dr. Américo Rodrigues Teixeira, diplomado anos depois do seu irmão Antonio Rodrigues Teixeira, e mais tarde, no ano de 1905 na era republicana, formou -se também em medicina o Dr. Leovigildo Gonçalves de Carvalho Filho.
O médico Leovigildo (médico clínico), foi residir e S. Paulo onde fixou residencia, casando com Lucília Wohlers, filho de Francisco Wohlers (descendente de alemão, cafeicultor renomado de Bragança Paulista, tendo Dr. Leovigildo Filho, deixando filhos, netos... no Estado de S. Paulo.
o médico matense Leovigildo faleceu na década de 1950 em S. Paulo, era seu pai pai o Juiz Leovigildo Gonçalves de Carvalho (natural de Mata de S. João, nascido em 1849. O Dr. Leeovigildo foi Juiz da Vara de Órfãos de Salvador de 1897 a fevereiro de 1924, quando aos 75 anos faleceu de congestão cerebral em plena atividades da sua nobre profissão, sendo sepultado no Cemitério do Campo Santo em fevereiro de 1924 foi O Decanos dos Juízes Baiano nas três primeiras déca-das do regime republicano, na então Vila de Mata de São João e Vila de Abrantes, Catu,...
O Juiz Leovigildo foi o púnico na história politica e administrativa do município matense a ocupar os Três Poderes! Dr. Leovigildo o Juiz e seu filhos, primos de primo de Chiquitinha Maravilha, o Juiz filho do tio irmão bisavó paterno de Chiquitinha Maravilha (ver sua biografia completa no Blogger de Chiquitinha Maravilha.
Todos os citados matense nascidos no regime imperial. Ver no Blog a biografia completa de Leovigildo pai filho e do médico politico Dr. Antonio Rodrigues Teixeira, este o 1º Intendente da Vila de Mata de S, João em 1890, foi ta,bem deputado Provincial e deputado estadual constituinte em 1891 e Senador Estadual na década de 1890, era agricultor )dono de Engenho de açúcar no império, com numerosa descendência, descendem da numerosa família Rodrigues Teixeira em Mata e cidades vizinhas. Ver biografia do médico político ,Dr. Antonio Rodrigues Teixeira no Blog.
Chafariz histórico no centro da Peaça do Terreiro de Jesus
Igreja de S. Pedro dos Clérigos
Notável igreja de São Domingos /Terreiro de Jesus
Rua Alfredo Brito seguimento para o Largo do Pelourinho
Artesanato magnífico que encanta turistas do mundo inteiro
Rua Alfredo Brito
Faculdade de Medicina
Biblioteca da Faculdade de Medicina
Rua Juiz .Leovigildo Gonçalves de Carvalho, primo de Chiquitinha Maravilha, ligação da Alfredo Brito com Maciel de Baixo, ele ocupou os três poderes na então Vila de Mata de s. João a partir de 1873 a 1897. Unio na histórica política adm da citada Vila.
DR. LEOVIGILDO GONÇALVES DE CARVALHO
O DECANO DOS JUÍZES BAIANO /1897/1924
ABAIXO LINK DA BIOGRAFIA, INÉDITA
http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/p/leovigildo-goncalves-de-carva.html

O matense Juiz Leovigildo Gonçalves de Carvalho
Foto chiquitinha Maravilha em jornais de Salvador da
década de 1920 / F. digitalizada por Chiquitinha Maravilha.
Alfredo Brito perde do Largo do Pelourinho
Lindos casarões e sobrado, pura adrenalina colonial no Coração da Cidade Fortaleza de Salvador
Calçada de histórias e lendas do Largo do Pelourinho
PELOURINHO, LINDO, FASCINANTE, SOBERBO, HISTÓRICO, REPLETOS DE RELIGIOSIDADES E FASCÍNIO E FESTIVIDADES!....
Pelourinho berçário de lendas, histórias e festividades....
Largo do Pelourinho onde Michael Jackson gravou um clip especial Click no Link Video com Michael Jackson -http://www.youtube.com/watch?v=YsvBA1ttTAk
Rua Alfredo sentido Largo do Pelourinho /Sto. Antonio Além do Carmo
]greja Rosário do Pretos
A Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos é uma igreja católica de Salvador, Bahia, construída no século XVIII. Está localizada noCentro Histórico de Salvador, na ladeira do Pelourinho. É parte do centro histórico da cidade declarado Patrimônio Mundial pela UNESCO
História
Fonte Wikipédia
No Brasil colônia, os negros escravos e alforriados (forros) eram particularmente devotos de Nossa Senhora do Rosário, São Benedito,Santa Efigênia, Santo Elesbão e alguns outros santos.1 De acordo com frei Agostinho de Santa Maria, desde os inícios do século XVII os escravos e forros veneravam Nossa Senhora do Rosário num altar da Sé da Bahia, em Salvador.1 Como outros grupos da colônia, também os negros se organizavam em agrupações religiosas de ajuda mútua, as chamadas irmandades ou confrarias. Na segunda metade do século XVIII, quase todas as freguesias de Salvador possuíam alguma irmandade de negros.1
A Irmandade de Nossa Senhora do Rosário foi formalmente constituída em 1685, sendo antecedida somente pelas do Rio de Janeiro (1639) e Belém do Pará (1682).1 As irmandades de negros começavam reunindo-se nos altares laterais de igrejas matrizes ou conventuais, mas em 1704 a do Rosário reuniu o dinheiro necessário e recebeu a permissão do arcebispo D. Sebastião Monteiro de Vide para a construção de uma igreja própria nas Portas do Carmo.2 3 O nome se refere à existência na zona de uma das portas da cidade fortificada, por onde saía o caminho (atualmente a ladeira do Pelourinho) até o Convento do Carmo. Na zona também estava localizado o Quartel do Carmo, onde se alojavam os soldados que defendiam essa entrada da cidade.2
A construção da Igreja do Rosário foi um processo lento, pois a irmandade era relativamente pobre e os irmãos da confraria doavam seu trabalho para a construção em suas horas livres.2 A partir de 1718 a igreja foi também matriz da recentemente criada freguesia do Senhor do Passo, situação que continuou até cerca de 1740.2 Inicialmente foi edificado o corpo da igreja; a elaborada fachada e as torres só foram levantadas a partir de 1780, sob a direção do mestre-de-obras Caetano José da Costa.3 Também por essa época o edifício ganhou dois corredores laterais.2 Nos finais do século XIX o interior da igreja foi redecorado, ganhando novos altares em estilo neoclássico e pinturas.3
A Igreja do Rosário dos Pretos, começada em 1704, é um edifício imponente, ao qual se tem acesso por um pequeno adro gradeado. A fachada possui um corpo central em dois pavimentos, coroado por um frontão de empenas em volutas, e ladeado por campanários cujo arremate é um coruchéu em bulbos superpostos revestidos de azulejos. Ao rés-do-chão existem cinco portas, sendo que a central é mais ampla e emoldurada por um discreto frontispício, e acima delas, cinco janelas de delicado desenho. O desenho da fachada, construída a partir de 1780, é atribuído ao mestre-de-obras Caetano José da Costa.3
No interior, destacam-se os azulejos sobre a devoção ao rosário, fabricados em Portugal e datados de c. 1790.3 Os altares são em estiloneoclássico, realizados na década de 1870 pelo entalhador João Simões F. de Souza.3 Nos altares há imagens coloniais, destacando-se entre elas uma Nossa Senhora do Rosário do século XVII, venerada na antiga Sé da Bahia, além de imagens de Santo Antônio de Cartegerona, São Benedito e um Cristo crucificado em marfim.3 O forro da nave foi pintado em 1870 por José Pinto Lima dos Reis.3
Nossa Senhora do Rosário dos Pretos
Por Editoria Férias Brasil
A construção da igreja levou quase todo o século 18 para ser concluída – ela foi erguida pelos membros da Irmandade de Nossa Senhora dos Homens Pretos do Pelourinho, escravos que só podiam trabalhar na obra em seus momentos de folga. Finalizada em 1796, é um dos marcos do Centro Histórico, com torres de influência indiana e fachada em estilo rococó. As missas de domingo, às 10h, apresentam cânticos acompanhados por instrumentos africanos como atabaques, agogôs, tamborins e repiques, além de incenso perfumando o ambiente, sendo uma das maiores expressões do sincretismo baiano. Vale a pena acordar cedo!
POSTANDO MAIS LINDAS FOTOGRAFIAS DE SALVADOR
1984 A 2014 - 30 ANOS DE GAMALIEL CHAGAS NA MARATONA DE NOVA YORQUE
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VIDEOS HISTÓRICOS:
DA FUNDAÇÃO EM 15/01/1561 DA 2ª ALDEIA JESUITA PARA CATEQUESE DE ÍNDIOS DA ETNIA TUPINAMBÁS E QUE ORIGINOU A POVOAÇÃO DO ATUAL MUNICÍPIO MATENSE.
O LOCAL DA FUNDAÇÃO DA CITADA 2ª ALDEIA FOI NA COLINA SAGRADA DO ATUAL LARGO O BONFIM DE MATA DE S. JOÃO/BA.
CLICK NOS VÍDEOS E VEJA...
GLORIOSO SÃO JOÃO BATISTA!
O PADROEIRO DE MATA DE SÃO JOÃO a 463 ANOS
(15/03/1561 A 15/03/2014)
VIDEOS HISTÓRICOS:
DA FUNDAÇÃO EM 15/01/1561 DA 2ª ALDEIA JESUITA PARA CATEQUESE DE ÍNDIOS DA ETNIA TUPINAMBÁS E QUE ORIGINOU A POVOAÇÃO DO ATUAL MUNICÍPIO MATENSE.
O LOCAL DA FUNDAÇÃO DA CITADA 2ª ALDEIA FOI NA COLINA SAGRADA DO ATUAL LARGO O BONFIM DE MATA DE S. JOÃO/BA.
CLICK NOS VÍDEOS E VEJA...
GLORIOSO SÃO JOÃO BATISTA!
O PADROEIRO DE MATA DE SÃO JOÃO a 463 ANOS
(15/03/1561 A 15/03/2014)
TORRE SINALEIRA! DA MATRIZ DA SEGUNDA ALDEIA DE S. JOÃO BATISTA!
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TORRE DO SINO da 2ª Matriz da 2ª Aldeia Jesuíta de São João Batista, que não mais existe ficava localizada no atual Largo do Bonfim de Mata de S. João sendo sua edificação datada a partir da década de 1560 a INÍCIO DE 1580. a A Torre do Sino ou Torre Sinaleira desabou no final da década de 1980, com mais de 400 anos de existência; Seus alicerceies provavelmente, deve estar no subsolo do local da sua edificação.
Foto do Arquivo de Chiquitinha Maravilha, reproduzida da foto original que pertencia a Duninha Almeida que foi ofertada a Valter Maciel.
PARABÉNS MATA DE SÃO JOÃO 463 ANOS DE FUNDAÇÃO - 15/03/1561 A 15/03/2014
A PARTIR DA FUNDAÇÃO DA SEGUNDA ALDEIA DE S. JOÃO BATISTA PELO PADRE JESUÍTA GASPAR LOURENÇO E IRMÃO SEMEÃO GONÇALVES - LOCAL DA LOCALIZAÇÃO DA SEGUNDA ALDEIA JESUITA DE SÃO JOÃO BATISTA FOI NO ATUAL LARGO DO BONFIM DE MATA!
CHIQUITINHA MARAVILHA - MEIO CAMPISTA!
O matense Gamaliel Chagas, 21 anos de idade (Chiquitinha Maravilha), ano 1972, Estádio Municipal de Pojuca, Intermunicipal, Seleção de Mata de São João x Santo Amaro. Foto arquivo de Chiquitinha Maravilha.
O MARATONISTA POETA
A POESIA DO CORREDOR!
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
CORRER É VIVER, REJUVENESCER....
(A Poesia do Corredor)
Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!
Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...
É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz, porque a corrida me faz bem.
A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.
É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...
Poesia feita em 13/02/1985
Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais, registrado em nome de Gamaliel Chagas.
TRAÇOS BIOGRÁFICOS
Gamaliel Chagas, nasceu ás 3h e 05 minutos do dia 07/07/1951 na Travessa Barão Açu da Torre, atual rua Luiz Sepúlveda Garcez, centro, cidade de Mata de São João.
gamalielchagas@hotmail.com
tele: 36258525
RELÍQUIA HISTÓRICA DE 1957!
Chiquitinha Maravilha na foto, aparece sentado com as mãos no rosto perto dos olhos, de camisa branca, aos 6 anos de idade no ano de 1957 na Praça Engº Lauro de Freitas (da Leste Ferroviária). No local onde foi inaugurada dia 13/04/2013, a Quadra Poliesportiva Escolar Coberta Rosalvo Romero Fernandez
SÃO JOÃO BATISTA - PADROEIRO DE MATA DE S. JOÃO/BA
ABAIXO VÍDEO COM 20 MINUTOS DA PRAÇA DESEMBARGADOR MONTENEGRO, ESTAÇÃO DA LESTE, CATEDRAL DE S. TOMÁZ DE CANTUÁRIA, CASA ONDE RESIDIU A FAMÍLIA DO DESEMBARGADOR MONTENEGRO
CLICK ABAIXO NO LINK E ASSISTA
VÍDEO ABAIXO
DOCUMENTÁRIO HISTÓRICO SOBRE O FUNDADOR DA CIDADE DE CAMAÇARI
DESEMBARGADOR TOMAS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO
CLICK ABAIXO E ASSISTA
DOCUMENTÁRIO HISTÓRICO SOBRE O FUNDADOR DA CIDADE DE CAMAÇARI
DESEMBARGADOR TOMAS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO
CLICK ABAIXO E ASSISTA
BIOGRAFIA INÉDITA DE TOMÁS GARCEZ PARANHO MONTENEGRO
BENEMÉRITO E O FUNDADOR DA CIDADE DE CAMAÇARI
BIOGRAFADO POR CHIQUITINHA MARAVILHA INÉDITO
DIREITOS AUTORAIS EM NOME DE CHIQUITINHA MARAVILHA
É PERMITIDA A REPRODUÇÃO PARCIAL OU TOTAL DESDE QUE CITADA A FONTE DE ORIGEM;
DOCUMENTO INFORMATIVO DE INTERESSE DO DOMÍNIO PÚBLICO!
DES. TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO
DESCENDENTE DO CAPITÃO TOMÁS DA SILVA PARANHOS
BIOGRAFIA DO DESEMBARGADOR TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO
- O FUNDADOR DA CIDADE DE CAMAÇARI/BA
Foto arquivo da família do DES. Tomás Garcez Paranhos Montenegro
Foto Chiquitinha Maravilha 20/06/2013
PIA BATISMAL - EXISTENTE NA NAVE DA ANTIGA MATRIZ DO BONFIM DE MATA E QUE SER SEMPRE PRESERVADA! TOMBAR A IGREJA E SITIO HISTÓRICO NO SEU ENTORNO VIA LEI ORGÂNICA NA CÂMARA MUNICIPAL E DEPOIS TOMBAMENTO IPHAN.
PIA BATISMAL DA ANTIGA MATRIZ DO SENHOR DO BONFIM DE MATA DE SÃO JOÃO/BA
Nessa Secular PIA BATISMAL, foi batizado Tomás Garcez Paranhos Montenegro e sua esposa (prima carnal) Dona Thomazina Josephina Paranhos de Mesquita (nome de solteira) a ilustre esposa do Des. Tomás Garcez Paranhos Montenegro (o 1° com este nome). Centenas e centenas de matense foram batizados nessa pia, inclusive Sétimo -avó Paterno de Gamaliel Chagas e outras famílias matense desde a freguesia a Vila e Republica de Mata S. João
O BATIZADO:
Des. TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO
Batizado no dia 01/04/1839 na Igreja do Senhor do Bonfim de Mata de São João a Tomás, nascido em 22/01/1839 filho de José Garcez da Rocha Vasconcellos Montenegro e Dona Maria Joaquina da Silva Paranhos Montenegro, sendo testemunha Cel João José de Sepúlveda e Vasconcellos e Dona Clara Moreira dos Santos, vigário Luis Antonio dos Santos. Fonte/ Igreja do Bonfim de Mata / Livro de Batizados
LOCAL DA PRIMITIVA RESIDENCIA DA ILUSTRADA FAMÍLIA DO DES. TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO-2013 (foto o edifício na cor verde),
Depois da reforma e abaixo a primitiva residência sede da fazenda Camaçari ou Chacara Tomazina .No período de 1967/71, gestão do prefeito Tenente Luiz Ferreira Costa, foi feito uma reforma no prédio da prefeitura, a antiga casa onde residiu a família Montenegro e anos depois passou a ser o local da Câmara de Vereadores e depois funcionou o Tribunal de Contas do Município e no primeiro governo do prefeito Luis Caetano passou a sediar a secretária de Educação, e que continua sediando em agosto 2013..
No governo de José Tude, foi edificado o Centro Administrativo na gestão 1989/ 92, Prefeitura e Câmara ficaram localizados nesse centro citado.
Nesse imóvel residiu a família do Ilustre Desembargador
Dr. Tomás Garcez Paranhos Montenegro e sua Família no período imperial e Republicana até 1938 quando foi doado para ser a Sede da prefeitura Municipal de Camaçari que ai funcionou até a década de 1980. Foto acima IBGE 1953.
PARABÉNS MATA DE SÃO JOÃO 463 ANOS DE FUNDAÇÃO - 15/03/1561 A 15/03/2014
A PARTIR DA FUNDAÇÃO DA SEGUNDA ALDEIA DE S. JOÃO BATISTA PELO PADRE JESUÍTA GASPAR LOURENÇO E IRMÃO SEMEÃO GONÇALVES - LOCAL DA LOCALIZAÇÃO DA SEGUNDA ALDEIA JESUITA DE SÃO JOÃO BATISTA FOI NO ATUAL LARGO DO BONFIM DE MATA!
CHIQUITINHA MARAVILHA - MEIO CAMPISTA!
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O matense Gamaliel Chagas, 21 anos de idade (Chiquitinha Maravilha), ano 1972, Estádio Municipal de Pojuca, Intermunicipal, Seleção de Mata de São João x Santo Amaro. Foto arquivo de Chiquitinha Maravilha.
O MARATONISTA POETA
A POESIA DO CORREDOR!
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
CORRER É VIVER, REJUVENESCER....
(A Poesia do Corredor)
Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!
Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...
É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz, porque a corrida me faz bem.
A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.
É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...
Poesia feita em 13/02/1985
Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais, registrado em nome de Gamaliel Chagas.
TRAÇOS BIOGRÁFICOS
Gamaliel Chagas, nasceu ás 3h e 05 minutos do dia 07/07/1951 na Travessa Barão Açu da Torre, atual rua Luiz Sepúlveda Garcez, centro, cidade de Mata de São João.
gamalielchagas@hotmail.com
tele: 36258525
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SÃO JOÃO BATISTA - PADROEIRO DE MATA DE S. JOÃO/BA
ABAIXO VÍDEO COM 20 MINUTOS DA PRAÇA DESEMBARGADOR MONTENEGRO, ESTAÇÃO DA LESTE, CATEDRAL DE S. TOMÁZ DE CANTUÁRIA, CASA ONDE RESIDIU A FAMÍLIA DO DESEMBARGADOR MONTENEGRO
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VÍDEO ABAIXO
DOCUMENTÁRIO HISTÓRICO SOBRE O FUNDADOR DA CIDADE DE CAMAÇARI
DESEMBARGADOR TOMAS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO
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DESEMBARGADOR TOMAS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO
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BIOGRAFIA INÉDITA DE TOMÁS GARCEZ PARANHO MONTENEGRO
BENEMÉRITO E O FUNDADOR DA CIDADE DE CAMAÇARI
BIOGRAFADO POR CHIQUITINHA MARAVILHA INÉDITO
DIREITOS AUTORAIS EM NOME DE CHIQUITINHA MARAVILHA
É PERMITIDA A REPRODUÇÃO PARCIAL OU TOTAL DESDE QUE CITADA A FONTE DE ORIGEM;
DOCUMENTO INFORMATIVO DE INTERESSE DO DOMÍNIO PÚBLICO!
DES. TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO
DESCENDENTE DO CAPITÃO TOMÁS DA SILVA PARANHOS
BIOGRAFIA DO DESEMBARGADOR TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO
- O FUNDADOR DA CIDADE DE CAMAÇARI/BA
Foto arquivo da família do DES. Tomás Garcez Paranhos Montenegro
Foto Chiquitinha Maravilha 20/06/2013
PIA BATISMAL - EXISTENTE NA NAVE DA ANTIGA MATRIZ DO BONFIM DE MATA E QUE SER SEMPRE PRESERVADA! TOMBAR A IGREJA E SITIO HISTÓRICO NO SEU ENTORNO VIA LEI ORGÂNICA NA CÂMARA MUNICIPAL E DEPOIS TOMBAMENTO IPHAN.
PIA BATISMAL DA ANTIGA MATRIZ DO SENHOR DO BONFIM DE MATA DE SÃO JOÃO/BA
Nessa Secular PIA BATISMAL, foi batizado Tomás Garcez Paranhos Montenegro e sua esposa (prima carnal) Dona Thomazina Josephina Paranhos de Mesquita (nome de solteira) a ilustre esposa do Des. Tomás Garcez Paranhos Montenegro (o 1° com este nome). Centenas e centenas de matense foram batizados nessa pia, inclusive Sétimo -avó Paterno de Gamaliel Chagas e outras famílias matense desde a freguesia a Vila e Republica de Mata S. João
O BATIZADO:
Des. TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO
Batizado no dia 01/04/1839 na Igreja do Senhor do Bonfim de Mata de São João a Tomás, nascido em 22/01/1839 filho de José Garcez da Rocha Vasconcellos Montenegro e Dona Maria Joaquina da Silva Paranhos Montenegro, sendo testemunha Cel João José de Sepúlveda e Vasconcellos e Dona Clara Moreira dos Santos, vigário Luis Antonio dos Santos. Fonte/ Igreja do Bonfim de Mata / Livro de Batizados
LOCAL DA PRIMITIVA RESIDENCIA DA ILUSTRADA FAMÍLIA DO DES. TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO-2013 (foto o edifício na cor verde),
Depois da reforma e abaixo a primitiva residência sede da fazenda Camaçari ou Chacara Tomazina .No período de 1967/71, gestão do prefeito Tenente Luiz Ferreira Costa, foi feito uma reforma no prédio da prefeitura, a antiga casa onde residiu a família Montenegro e anos depois passou a ser o local da Câmara de Vereadores e depois funcionou o Tribunal de Contas do Município e no primeiro governo do prefeito Luis Caetano passou a sediar a secretária de Educação, e que continua sediando em agosto 2013..
No governo de José Tude, foi edificado o Centro Administrativo na gestão 1989/ 92, Prefeitura e Câmara ficaram localizados nesse centro citado.
Nesse imóvel residiu a família do Ilustre Desembargador
Dr. Tomás Garcez Paranhos Montenegro e sua Família no período imperial e Republicana até 1938 quando foi doado para ser a Sede da prefeitura Municipal de Camaçari que ai funcionou até a década de 1980. Foto acima IBGE 1953.














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