Um palhaço que não falava muito: preferia o humor físico e as acrobacias para se comunicar com o público. O ator foi criado no teatro, de preferência até em espetáculos de rua, mas foi parar na televisão. Quase aos 50 anos, estreou em novelas. Logo virou protagonista e galã. Fora da tela continuava sem falar muito, calmo e discreto. Entre a profusão de trabalhos de TV e cinema, não abria mão de ficar com a família. "Meio tímido" fora do palco, Domingos Montagner tinha a serenidade e o foco para construir personagens que acabaram conquistando o Brasil.
PAIXÃO PELO CIRCO
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omingos Montagner nasceu em São Paulo, em 26 de fevereiro de 1962. Ele foi professor de educação física para alunos de ensino fundamental, "apaixonado por dar aula", como disse no Domingão do Faustão. Também começou a se apaixonar pelo trapézio, as acrobacias e a figura do palhaço no picadeiro. Assim, passou da educação física às artes.
A atriz Myriam Muniz foi sua mentora, a partir do final dos anos 80, na formação no Circo Escola Picadeiro.
Conheça mais sobre a trajetória abaixo, no vídeo do Arquivo N da GloboNews
PALHAÇO AGENOR
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m 1997, formou o Grupo La Mínima, com o amigo Fernando Sampaio. Domingos era o palhaço Agenor; Fernando, o palhaço Padoca. Baseavam seus números no humor físico e em acrobacias.
Agenor e Padoca conquistaram público e crítica e ganharam vários prêmios, como o da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) de 2001 para "À la carte", como Melhor Espetáculo com Técnicas Circenses.
O principal prêmio veio em 2008, quando Domingos e Fernando dividiram o prêmio Shell por "A Noite dos Palhaços Mudos", baseado em história da cartunista Laerte.
O ator Domingos Montagner, ao centro, durante ensaio do espetáculo infantil 'A volta ao circo em Dó menor e Dó maior', no Teatro Caetano de Campos, em São Paulo, em outubro de 2005 (Foto: Sebastião Moreira/Estadão Conteúdo/Arquivo)
Em 2003, Domingos Montagner criou o Circo Zanni, do qual foi diretor artístico. Uma década mais tarde, em entrevista à TV Globo, ele refletiu sobre as semelhanças entre o circo e a televisão:
"A televisão às vezes me parece muito com o circo. O circo sempre teve muita capacidade de se comunicar com o contemporâneo,e a televisão também tem essa atenção com os hábitos, como um grande registro do cotidiano. "
Veja o trecho da entrevista de Domingos Montagner abaixo:
A CHEGADA À TV
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omingos nunca deixou de se envolver com teatro e circo. "Adoro teatro de rua, essa comunicação ao vivo, imprevisível, acho que foi fundamental para a minha formação artística", disse à GloboNews.
O destaque e os prêmios nos palcos ajudaram a levá-lo a outros meios. O primeiro papel de Domingos Montagner na TV foi no seriado "Mothern" (2006), do GNT, canal por assinatura. Fez outras participações pequenas e esporádicas. Mas a estreia na Globo aconteceu apenas em 2010, em uma sequência de seriados.
Domingos participou de "Força Tarefa" e "A Cura", de 2010 e "Divã", de 2011.
Domingos Montagner e Lília Cabral na série 'Divã', de 2011 (Reprodução / TV Globo)
DESTAQUE EM NOVELAS
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os 49 anos, Domingos estreou em sua primeira novela, como o Capitão Herculano Araújo de "Cordel Encantado". Era um cangaceiro de moral dúbia, mas o bandido acabou criando empatia com o público.
Domingos Montagner interpreta o personagem Herculano na novela 'Cordel Encantado', de 2011 (Foto: Márcio Nunes/TV Globo)
Nos cinco anos entre a primeira e a última novela, ele teve um ritmo forte de trabalhos na televisão e no cinema. Domingos Montagner, já consagrado e reconhecido nos palcos, se tornou rapidamente um rosto famoso e querido em todo o Brasil.
Em 2012, ele fez a primeira participação no cinema e seu primeiro trabalho como protagonista na TV. Fez o longa "Gonzaga - de pai para filho", de Breno Silveira, e estrelou como o político Paulo Alberto Ventura na minissérie "o Brado retumbante".
Domingos Montagner como o personagem Paulo, presidente da República, no seriado 'O Brado Retumbante', de 2012 (Foto: Estevam Avellar/TV Globo)
Ainda em 2012, ele interpretou o guia turco Zyah na novela "Salve Jorge". No ano seguinte, interpretou Raimundo Fonseca na novela 'Joia rara'.
Em entrevista à GloboNews, ele contou que aprender a linguagem da televisão foi instigante e complementou seu ofício: "O sucesso foi uma grata surpresa".
Veja a entrevista abaixo:
DOMINGS MONTANGER 1962 A 2016
DE PALHAÇO A GALÃ
O
primieiro protagonista da novela foi o João Miguel de "Sete vidas", em 2015. No mesmo ano, fez filmes que estreariam em 2016, como "De onde te vejo" e "Vidas partidas"
Sobre o título de galã, o ator dizia não se identificar com essa figura fora das telas: "Se você for se envolver com essa fantasia, vai começar a se envolver com o personagem, uma coisa que eu evito. É bom trazer o galã dramaticamente, não na figura da fantasia, senão profissionalmente você se complica", disse à GloboNews.
No vídeo abaixo, Montagner e a atriz Naura Schneider comentam sua atuação no filme "Vidas partidas".
Em 2016, Domingos Montagner estrelou no que seria sua última novela, "Velho Chico". Em uma infeliz coincidência, seu personagem, Santo, havia sido levado pela correnteza do Rio São Francisco e ficado perdido. Na ficção, foi encontrado vivo.
Na vida real, no dia 15 de setembro de 2016, ao tomar banho de rio após gravar cenas da novela, Domingos Montagner não voltou à superfície.
Pouco antes, ele havia gravado um vídeo com os colegas: "Nossa derradeira viagem de gravações de 'Velho Chico', encerrando este épico maravilhoso cheio de amor, emoção, carinho, amizade... Olha a família, de verdade", disse o ator, abraçado a Gabriel Leone e Camila Pitanga.
Assista ao vídeo abaixo:
Equipes de busca localizaram o corpo do ator de 54 anos, preso nas pedras, a 18 metros de profundidade e a 320 metros da margem, perto da Usina de Xingó, na Região de Canindé de São Francisco, que fica na divisa entre Sergipe e Alagoas. Domingos deixa a mulher, Luciana Lima, e três filhos.
Deixa também personagens marcantes, do Palhaço Agenor ao Santo do "Velho Chico", na memória dos fãs. Veja abaixo alguns dos trabalhos mais marcantes de Domingos Montagner:
Principais trabalhos de de Domingos Montagner
TOTAL DE ACESSOS MAIS 833 MIL ACESSOS, DIA 16/09/16
MÉDIA DIÁRIA ENTRE 600 A 1.500 ACESSOS
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O POETA MARATONISTA!
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
(A Poesia do Corredor)
Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!
Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...
É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz, porque a corrida me faz bem.
A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.
É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...
Poesia feita em 13/02/1985
Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.
PRINCIPAIS CORRIDAS
Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador de futebol, matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu 14 maratonas em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984, pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú pela BR 101 no ano de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de Mata de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas corridas citas sem ter apoio financeiro das prefeituras citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive nas duas Maratonas Internacionais houve apoio da Copene no translado Salvador Rio de Janeiro e vice versa, ajuda na estádia), sendo passagens de ida e volta a custo do atleta, e trabalhava das 8 horas as 17 horas e compensava os dias da estadia em New York (5 dias em 1984 e 1986).
CORREU UM "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE DE SALVADOR, COM 37 KM, EM 1987
O MARATONISTA BAIANO DE 1984 - BICAMPEÃO DOS 10 E 5 MIL METROS NA PISTA DA FONTE NOVA 1983/84.
2 MARATONAS INTERNACIONAIS /CIDADE DE NOVA YORQUE
PENTACAMPEÃO MATENSE DE VETERANOS / CORRIDA RÚSTICA DO BOMFIM DE MATA DE SÃO JOÃO, NA DÉCADA DE 2000.
15 MARATONAS COMPETIDAS - COMPETIÇÃO NO ATLETISMO BAIANO BRASILEIRO, EM 6 ESTADOS DO BRASIL! 5 MARATONAS NO RIO E JANEIRO, 2 EM BRASILIA, 2 SÃO SILVESTRES EM SÃO PAULO, ANOS 1983/84. VÁRIAS ELIMINATÓRIAS BAIANA DA S. SILVESTRE NA DÉCADA DE 1980.
COMPETIU:
01 MARATONA EM SÃO PAULO, 01 EM JOÃO PESSOA, 30 KM DE SÃO CRISTÓVÃO A ARACAJU EM 1985, 2 MARATONAS EM BRASILIA.
COMPETIÇÃO 3 OLIMPÍADAS DO POLO PETROQUÍMICO DE CAMAÇARI ONDE FOI BICAMPEÃ, COMPETIU NOS CITADOS JOGOS, NOS 10M, 1.500M, 5 E 10 MIL METROS, ALÉM DE 28 HM DE CAMAÇARI A PRAÇA ACM IDA E VOLTA, QUANDO FICOU EM 5º LUGAR ANO 1982.
COMPETIU DEZENAS DE CORRIDAS EM SALVADOR E CIDADES DO INTERIOR DA BAHIA, CONQUISTANDO MEDALHAS E TROFÉUS....
NESSE PERÍODO TRABALHAVA DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, TREINAVA DAS 17H40 ÁS 20H30 DA NOITE. E FIM DE SEMANAS.
Gamaliel na 1ª Maratona da Independência da Bahia 1984
Salvador/Ba. 42. 198 metros
DIA 27/08/16
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Curso de Comunicações Verbais
(Um dos melhores do Brasil/S. aulo com credenciamento}
No ano de 1985 Gamaliel iniciou o curso de Comunicações Verbais PPD-IOB (Treinamento Programado a Distância) por correspondências tendo concluído o citado curso no dia 7/3/1986. O citado curso organizado por Oswaldo Melantonio, formado em Direito, Filosofia e Jornalismo, Oswaldo presidente de honra de várias instituições culturais dentre elas a Academia Paulista de Oratório e Academia Brasileira de Comunicações Verbais. O curso de Comunicações Verbais teve a duração de 6 meses equivalente a 100 horas/ aula e credenciado pelo CFMO 097.
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Oswaldo Melantonio realizou vários cursos complementares no exterior e no ano de 1986 fazia 35 anos se dedicando exclusivamente as Comunicações Verbais; inicialmente, oratória formal e informal para líderes políticos e religiosos. Nos últimos anos Oswaldo especializou-se na área de comunicações dos executivos, objetivando a melhoria da produtividade pela eficiência da comunicação.
PERSONALIDADES EXPOENTES DAS COMUNICAÇÕES VERBAIS
Várias personalidades de Top da Política Executivos, da Oratória Geral, Locutores Esportivos, a exemplo de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia Jânio Quadros, Franco Motoro e outros expoentes que realizaram este magnífico curso, amplo usando as técnicas da Grécia antiga, a exemplos de formidáveis gênios da Comunicação, oratória da Grécia Antiga,celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles Demóstenes Cícero, este considerado como um dos maiores gênios nas Comunicações verbais da Grécia e do Mundo, chegando ao ponto de governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória de convencimento, resumindo era um " Um Gênio Abençoado da Oratória das Comunicações Verbais!".
Conteúdo do curso
Introdução, exposições práticas, técnicas da comunicação dos executivos, educação da voz, expressão corporal, figuras de estilos, dez qualidades básicas do executivo, práticas de comunicações verbais e práticas de oratória
De modo especial, Oswaldo realiza treinamentos para as lideranças dos principais escalões das grandes organizações privadas e publicas. O citado curso já treinou grandes personalidades de diversos seguimentos sociais a exemplo de Franco Motoro, Osmar Santos, narrador esportivo no estado de São Paulo, Jânio Quadros que foi Presidente da República de 31/1/1961 renunciando o governo em 25/8/1961, foi prefeito de São Paulo nas décadas seguintes.
Jânio Quadros nasceu em Campo Grande, (Mata Grosso do Sul) no ano de 1917 e faleceu no ano de 1992 em São Paulo e outros não citados. IOB – Cursos de Legislação Empresarial Ltda – CGC 47.677.810/0002-21, credenciado no CFMO 097, com endereço na Avenida Marques... Asa Branca – SP
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