Olho nela!
07/07/2016 às 11:27 | Assessoria CBF
07/07/2016 às 11:27 | Assessoria CBF
O sonho olímpico da Sub-20 Laís
Créditos: Rafael Ribeiro / CBF
Em sua quarta convocação pela Seleção Brasileira Feminina Sub-20, a meia Laís vive um momento especial em sua carreira. Descoberta pelo Projeto Favela, em Salvador (BA), a jovem jogadora tinha 13 anos quando chamou a atenção do organizador do programa, Wilson Egídio. A admiração pelo talento da menina foi imediato, ao vê-la jogando bola com outras crianças na rua. Wilson custeou o curso de inglês para a jovem. Quatro anos depois, a jogadora mudou-se para Nova York, onde mora desde 2014. Jogando futebol pela universidade ASA College e cursando Justiça Criminal, uma vertente do curso de Direito, Laís pensa em trocar de área um dia. O que a fascina mesmo é o esporte. Além de o sonho de tornar-se uma jogadora profissional e ser uma treinadora no futuro, a meio de campo revelou que o seu maior desejo é participar de uma Olimpíada. Foi o maior evento esportivo do planeta que lhe apresentou o futebol feminino, como ela própria conta:
– Eu, assim como a maioria dos atletas, amo as Olimpíadas! Foi onde eu vi o mundo do futebol feminino pela primeira vez. Em 2004, nos Jogos de Atenas, na Grécia, eu assisti os jogos da Seleção Brasileira Feminina na minha escola e me apaixonei pelo esporte. Naquele ano, as meninas fizeram um campeonato brilhante, mas, infelizmente, o ouro não veio. Espero que seja a nossa vez esse ano, jogando em casa, seria um sonho muito lindo para a nossa Seleção. Desde a primeira vez que eu vi o futebol feminino nos Jogos, meu maior sonho se tornou participar deste evento um dia. Chegar até aqui, na Seleção Brasileira, já foi o primeiro e maior passo, agora, o próximo, será as Olimpíadas. Sei que não é fácil, mas a primeira parte do sonho já foi almejada e isso já é muito para mim.
A um mês do início dos Jogos Olímpicos no Rio, Laís reconhece a importância do evento para o futebol feminino e relembra quando treinou com a Seleção Permanente em maio deste ano:
– Minhas expectativas para as Olimpíadas no Rio é que o Brasil possa trazer o ouro desta vez. Não só por ser importante para o país, mas pela relevância que a medalha trará para cada uma das atletas do futebol feminino no Brasil. Por elas e nós, da Sub-20, que trabalhamos arduamente por um objetivo, o ouro será um grande mérito. Na nossa terceira convocação deste ano pela categoria Sub-20, tivemos o prazer e a honra de passarmos um período com a Seleção Feminina Permanente. Vivenciar um pouco o trabalho das meninas, ver o foco delas e principalmente a vontade no coração de cada uma foi uma experiência surpreendente. Para mim, será uma Olimpíada diferente, bem mais competitiva e de mais sucesso para o futebol feminino brasileiro. Com certeza estarei acompanhando cada jogo durante os Jogos da Rio 2016.
Morando nos Estados Unidos há dois anos, a jogadora analisa as características do futebol brasileiro e enxerga a combinação perfeita para atingir seu melhor jogo:
– Como eu estudo e jogo bola nos Estados Unidos, é muito difícil eu não acompanhar o trabalho das americanas, elas são muito valorizadas lá. É uma experiência muito diferente da que a gente vive. No Brasil, o futebol é muito mais rápido, a gente passa a bola com mais habilidade e velocidade. Lá é diferente. Eu aprendi a estar sempre na bola, chegar com mais força e ter mais peito na hora do jogo. É uma combinação de técnica com jogo duro, e o resultado é futebol.
Para as Olimpíadas, Laís destaca que as brasileiras serão fortes adversárias para as americanas.
– Por lá, nos Estados Unidos, todos estão muito animados para mais uma Olimpíada, mas reconhecem o crescimento da nossa Seleção e sabem que não será nada fácil ganhar a medalha de ouro com esse trabalho maravilhosos que as meninas da permanente estão fazendo e, principalmente, em casa. O aspecto mais forte do jogo americano na minha opinião, em todas as categorias, é a frieza de cada jogadora. Ela aproveitam cada oportunidade que o jogo oferece para elas e matam a jogada com eficiência. Espero que o Brasil possa ter essa característica também. Um dia eu assisti um vídeo da Alex Morgan, jogadora da Seleção Americana, respondendo perguntas sobre as Olimpíadas. E quando perguntaram a ela qual seria o maior desafio dos Estados Unidos, ela respondeu que seria o Brasil, que está se tornando uma potência muito grande no futebol feminino. As brasileiras vão dar trabalho e, por ser em casa, vai ser um desafio ainda maior para as americanas.
Laís se diz fã de Formiga, jogadora mais experiente da Seleção Principal, a leva como inspiração e recorda o passado em comum com a craque:
– Sempre fui muito fã da Formiga. A história dela no futebol feminino e na vida inspira muita gente, ela é uma atleta muito focada e dedicada. Como conterrânea, quem sabe um dia eu não possa seguir os passos desse exemplo de guerreira? Já tive a oportunidade de conhecê-la quando jogava pelo Camaçari, da Bahia, com a professora Dilma Mendes, que também já foi treinadora dela. O que ela tem de seleção eu tenho de idade, e é incrível poder conhecer alguém tão dedicada e humilde.
Concentrada no Centro de Treinamento João Havelange, em Pinheiral (RJ), com outras 23 atletas, Laís se prepara para o mundial da categoria, que acontece na Papua-Nova Guiné entre os dias 13 de novembro e 3 de dezembro.
Créditos: Rafael Ribeiro / CBF
Em sua quarta convocação pela Seleção Brasileira Feminina Sub-20, a meia Laís vive um momento especial em sua carreira. Descoberta pelo Projeto Favela, em Salvador (BA), a jovem jogadora tinha 13 anos quando chamou a atenção do organizador do programa, Wilson Egídio. A admiração pelo talento da menina foi imediato, ao vê-la jogando bola com outras crianças na rua. Wilson custeou o curso de inglês para a jovem. Quatro anos depois, a jogadora mudou-se para Nova York, onde mora desde 2014. Jogando futebol pela universidade ASA College e cursando Justiça Criminal, uma vertente do curso de Direito, Laís pensa em trocar de área um dia. O que a fascina mesmo é o esporte. Além de o sonho de tornar-se uma jogadora profissional e ser uma treinadora no futuro, a meio de campo revelou que o seu maior desejo é participar de uma Olimpíada. Foi o maior evento esportivo do planeta que lhe apresentou o futebol feminino, como ela própria conta:
– Eu, assim como a maioria dos atletas, amo as Olimpíadas! Foi onde eu vi o mundo do futebol feminino pela primeira vez. Em 2004, nos Jogos de Atenas, na Grécia, eu assisti os jogos da Seleção Brasileira Feminina na minha escola e me apaixonei pelo esporte. Naquele ano, as meninas fizeram um campeonato brilhante, mas, infelizmente, o ouro não veio. Espero que seja a nossa vez esse ano, jogando em casa, seria um sonho muito lindo para a nossa Seleção. Desde a primeira vez que eu vi o futebol feminino nos Jogos, meu maior sonho se tornou participar deste evento um dia. Chegar até aqui, na Seleção Brasileira, já foi o primeiro e maior passo, agora, o próximo, será as Olimpíadas. Sei que não é fácil, mas a primeira parte do sonho já foi almejada e isso já é muito para mim.
A um mês do início dos Jogos Olímpicos no Rio, Laís reconhece a importância do evento para o futebol feminino e relembra quando treinou com a Seleção Permanente em maio deste ano:
– Minhas expectativas para as Olimpíadas no Rio é que o Brasil possa trazer o ouro desta vez. Não só por ser importante para o país, mas pela relevância que a medalha trará para cada uma das atletas do futebol feminino no Brasil. Por elas e nós, da Sub-20, que trabalhamos arduamente por um objetivo, o ouro será um grande mérito. Na nossa terceira convocação deste ano pela categoria Sub-20, tivemos o prazer e a honra de passarmos um período com a Seleção Feminina Permanente. Vivenciar um pouco o trabalho das meninas, ver o foco delas e principalmente a vontade no coração de cada uma foi uma experiência surpreendente. Para mim, será uma Olimpíada diferente, bem mais competitiva e de mais sucesso para o futebol feminino brasileiro. Com certeza estarei acompanhando cada jogo durante os Jogos da Rio 2016.
Morando nos Estados Unidos há dois anos, a jogadora analisa as características do futebol brasileiro e enxerga a combinação perfeita para atingir seu melhor jogo:
– Como eu estudo e jogo bola nos Estados Unidos, é muito difícil eu não acompanhar o trabalho das americanas, elas são muito valorizadas lá. É uma experiência muito diferente da que a gente vive. No Brasil, o futebol é muito mais rápido, a gente passa a bola com mais habilidade e velocidade. Lá é diferente. Eu aprendi a estar sempre na bola, chegar com mais força e ter mais peito na hora do jogo. É uma combinação de técnica com jogo duro, e o resultado é futebol.
Para as Olimpíadas, Laís destaca que as brasileiras serão fortes adversárias para as americanas.
– Por lá, nos Estados Unidos, todos estão muito animados para mais uma Olimpíada, mas reconhecem o crescimento da nossa Seleção e sabem que não será nada fácil ganhar a medalha de ouro com esse trabalho maravilhosos que as meninas da permanente estão fazendo e, principalmente, em casa. O aspecto mais forte do jogo americano na minha opinião, em todas as categorias, é a frieza de cada jogadora. Ela aproveitam cada oportunidade que o jogo oferece para elas e matam a jogada com eficiência. Espero que o Brasil possa ter essa característica também. Um dia eu assisti um vídeo da Alex Morgan, jogadora da Seleção Americana, respondendo perguntas sobre as Olimpíadas. E quando perguntaram a ela qual seria o maior desafio dos Estados Unidos, ela respondeu que seria o Brasil, que está se tornando uma potência muito grande no futebol feminino. As brasileiras vão dar trabalho e, por ser em casa, vai ser um desafio ainda maior para as americanas.
Laís se diz fã de Formiga, jogadora mais experiente da Seleção Principal, a leva como inspiração e recorda o passado em comum com a craque:
– Sempre fui muito fã da Formiga. A história dela no futebol feminino e na vida inspira muita gente, ela é uma atleta muito focada e dedicada. Como conterrânea, quem sabe um dia eu não possa seguir os passos desse exemplo de guerreira? Já tive a oportunidade de conhecê-la quando jogava pelo Camaçari, da Bahia, com a professora Dilma Mendes, que também já foi treinadora dela. O que ela tem de seleção eu tenho de idade, e é incrível poder conhecer alguém tão dedicada e humilde.
Concentrada no Centro de Treinamento João Havelange, em Pinheiral (RJ), com outras 23 atletas, Laís se prepara para o mundial da categoria, que acontece na Papua-Nova Guiné entre os dias 13 de novembro e 3 de dezembro.
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O POETA MARATONISTA!
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
(A Poesia do Corredor)
Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!
Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...
É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz, porque a corrida me faz bem.
A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.
É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...
Poesia feita em 13/02/1985
Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.
PRINCIPAIS CORRIDAS
Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador de futebol, matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu 14 maratonas em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984, pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú pela BR 101 no ano de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de Mata de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas corridas citas sem ter apoio financeiro das prefeituras citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive nas duas Maratonas Internacionais houve apoio da Copene no translado Salvador Rio de Janeiro e vice versa, ajuda na estádia), sendo passagens de ida e volta a custo do atleta, e trabalhava das 8 horas as 17 horas e compensava os dias da estadia em New York (5 dias em 1984 e 1986).
CORREU UM "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE DE SALVADOR, COM 37 KM, EM 1987
Curso de Comunicações Verbais
(Um dos melhores do Brasil/S. aulo com credenciamento}
No ano de 1985 Gamaliel iniciou o curso de Comunicações Verbais PPD-IOB (Treinamento Programado a Distância) por correspondências tendo concluído o citado curso no dia 7/3/1986. O citado curso organizado por Oswaldo Melantonio, formado em Direito, Filosofia e Jornalismo, Oswaldo presidente de honra de várias instituições culturais dentre elas a Academia Paulista de Oratório e Academia Brasileira de Comunicações Verbais. O curso de Comunicações Verbais teve a duração de 6 meses equivalente a 100 horas/ aula e credenciado pelo CFMO 097.
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Oswaldo Melantonio realizou vários cursos complementares no exterior e no ano de 1986 fazia 35 anos se dedicando exclusivamente as Comunicações Verbais; inicialmente, oratória formal e informal para líderes políticos e religiosos. Nos últimos anos Oswaldo especializou-se na área de comunicações dos executivos, objetivando a melhoria da produtividade pela eficiência da comunicação.
PERSONALIDADES EXPOENTES DAS COMUNICAÇÕES VERBAIS
Várias personalidades de Top da Política Executivos, da Oratória Geral, Locutores Esportivos, a exemplo de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia Jânio Quadros, Franco Motoro e outros expoentes que realizaram este magnífico curso, amplo usando as técnicas da Grécia antiga, a exemplos de formidáveis gênios da Comunicação, oratória da Grécia Antiga,celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles Demóstenes Cícero, este considerado como um dos maiores gênios nas Comunicações verbais da Grécia e do Mundo, chegando ao ponto de governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória de convencimento, resumindo era um " Um Gênio Abençoado da Oratória das Comunicações Verbais!".
Conteúdo do curso
Introdução, exposições práticas, técnicas da comunicação dos executivos, educação da voz, expressão corporal, figuras de estilos, dez qualidades básicas do executivo, práticas de comunicações verbais e práticas de oratória
De modo especial, Oswaldo realiza treinamentos para as lideranças dos principais escalões das grandes organizações privadas e publicas. O citado curso já treinou grandes personalidades de diversos seguimentos sociais a exemplo de Franco Motoro, Osmar Santos, narrador esportivo no estado de São Paulo, Jânio Quadros que foi Presidente da República de 31/1/1961 renunciando o governo em 25/8/1961, foi prefeito de São Paulo nas décadas seguintes.
Jânio Quadros nasceu em Campo Grande, (Mata Grosso do Sul) no ano de 1917 e faleceu no ano de 1992 em São Paulo e outros não citados. IOB – Cursos de Legislação Empresarial Ltda – CGC 47.677.810/0002-21, credenciado no CFMO 097, com endereço na Avenida Marques... Asa Branca – SP.

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