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| JOÃO BATISTA Painel Faianca Portuguesa do ceramista Eduardo Gomes/Aveiro Painel na residencia de Chiquitinha Maravilha |
A Historia de João Batista
Na pesquisa de Chiquitinha maravilha
João nasceu numa
pequena aldeia chamada Aim Karim, a cerca de seis quilômetros lineares de
distância a oeste de Jerusalém.Segundo interpretações do Evangelho de Lucas,
era um nazireu de nascimento. Outros documentos defendem que pertencia à facção
nazarita da Palestina, integrando-a na puberdade, era considerado, por muitos,
um homem consagrado. De acordo com a cronologia neste artigo, João teria
nascido no ano 7.a.C.; os historiadores religiosos tendem a aproximar esta data
do ano 1º, apontando-a para 2a.C..
Como era prática
ritual entre os judeus, o seu pai Zacarias teria procedido à cerimónia da
Circuncisão, ao oitavo dia de vida do menino. A sua educação foi grandemente
influenciada pelas ações religiosas e pela vida no templo, uma vez que o seu
pai era um sacerdote e a sua mãe pertencia a uma sociedade chamada "as
filhas de Araão", as quais cumpriam com determinados procedimentos
importantes na sociedade religiosa da altura.
Aos 6 anos de idade, de acordo com a educação sistemática
judaica, todos os meninos deveriam iniciar a sua aprendizagem
"escolar". Em Judá não existia uma escola, pelo que terá sido o seu
pai e a sua mãe a ensiná-lo a ler e a escrever, e a instruí-lo nas atividades regulares.
Aos 14 anos há uma mudança no ensino. Os meninos, graduados
nas escolas da sinagoga, iniciam um novo ciclo na sua educação. Como não
existia uma escola em Judá, os seus pais terão decidido levar João a Engedi
(atual Qumram) com o fito de este ser iniciado na educação nazarita.
João terá efetuado os votos de nazarita que incluíam
abster-se de bebidas intoxicantes, o deixar o cabelo crescer, e o não tocar nos
mortos. As ofertas que faziam parte do ritual foram entregues em frente ao
templo de Jerusalém como caracterizava o ritual.
02
Engedi era a sede ao sul da irmandade nazarita, situava-se
perto do Mar Morto e era liderada por um homem, reconhecido, de nome Ebner.
Þ Morte dos
pais e início da vida adulta
O pai de João, Zacarias, terá morrido no ano 12d.C. João
teria 18-19 anos de idade, e terá sido um esforço manter o seu voto de não
tocar nos mortos. Com a morte do seu pai, Isabel ficaria dependente de João
para o seu sustento. Era normal ser o filho mais velho a sustentar a família
com a morte do pai. João seria filho único. Para se poder manter próximo de
Engedi e ajudar a sua mãe, eles terão se mudado, de Judá para Hebrom (o deserto
da Judeia). Ali João terá iniciado uma vida de pastor, juntando-se às dezenas
de grupos ascetas que deambulavam por aquela região, e que se juntavam
amigavelmente e conviviam com os nazaritas de Engedi.
Isabel terá morrido no ano 22 a.C. e foi sepultada em
Hebrom. João ofereceu todos os seus bens de família à irmandade nazarita e
aliviou-se de todas as responsabilidades sociais, iniciando a sua preparação
para aquele que se tornou um “objectivo de vida” - pregar aos gentios e
admoestar os judeus, anunciando a proximidade de um “Messias” que estabeleceria
o “Reino do Céu”.
De acordo com um médico da Antioquia, que residia em Písia,
de nome Lucas, João terá iniciado o seu trabalho de pregador no 15º ano do
reinado de Tibério. Lucas foi um discípulo de Paulo, e morreu em 90. A sua
herança escrita, narrada no "Evangelho segundo São Lucas" e
"Atos dos Apóstolos" foram compiladas em acordo com os seus
apontamentos dos conhecimentos de Paulo e de algumas testemunhas que ele
considerou. Este 15º ano do reinado de Tibério César terá marcado, então, o
início da pregação pública de João e a sua angariação de discípulos por toda a
Judeia em acordo com o Novo Testamento.
Esta data choca com os acontecimentos cronológicos. O ano 15
do reinado de Tibério ocorreu no ano 29 d.C.. Nesta data, quer João Baptista,
quer Jesus teriam provavelmente 36 a 37 anos de idade.
Duas possibilidades surgem:
Lucas errou na datação dos acontecimentos;
A história falha na colocação sequencial dos eventos
.
Þ Influência
religiosa
É perspectiva comum que a principal influência na vida de
João terá sido o registros que lhe chegaram sobre o profeta Elias. Mesmo a sua
forma de vestir com peles de animais e o seu método de exortação nos seus
discursos públicos, demonstravam uma admiração pelos métodos antepassados do
profeta Elias . Foi muitas vezes chamado de “encarnação de Elias” e o Novo
Testamento, pelas palavras de Lucas, refere mesmo que existia uma incidência do
Espírito de Elias nas ações de João.
O Discurso principal de João era a respeito da vinda do
Messias. Grandemente esperado por todos os judeus, o Messias era a fonte de
toda as esperanças deste povo em restaurar a sua dignidade como nação
independente. Os judeus defendiam a ideia da sua nacionalidade ter iniciado com
Abraão, e que esta atingiria o seu ponto culminar com achegada do Messias. João
advertia os judeus e convertia gentios, e isto tornou-o amado por uns e
desprezado por outros.
Importante notar que João não introduziu o batismo no
conceito judaico, este já era uma cerimônia praticada. A inovação de João terá
sido a abertura da cerimônia à conversão dos gentios, causando assim muita
polemica.
Numa pequena aldeia de nome “Adão” João pregou a respeito
“daquele que viria”, do qual não seria digno nem de apertar as alparcas (as
correias das sandálias). Nessa aldeia também, João acusou Herodes e
repreendeu-o no seu discurso, por este ter uma ligação com a sua cunhada
Herodíades, que era mulher de Filipe, rei da Ituréia e Traconites (irmão de
Herodes Antipas I). Esta acusação pública chegou aos ouvidos do tetrarca e
valeu-lhe a prisão e a pena capital por decapitação alguns meses mais tarde.
Þ O batismo de
Jesus
Pessoalmente para
João, o batismo de Jesus terá sido o seu auge experiencial. João terá ficado
admirado por Jesus se ter proposto para o batismo. Esta experiência motivou a
sua fé e o seu ministério adiante.
João batizava em Pela, quando Jesus se aproximou, na margem
dó Rio Jordão. A síntese bíblica do acontecimento é resumida, mas denota alguns
fatores fundamentais no sentimento da experiência de João. Nesta altura João
encontrava-se no auge das suas pregações. Teria já entre os 25 e os 30
discípulos e batizava judeus e gentios arrependidos. Neste tempo os judeus
acreditavam que Deus castigava não só os iníquos, mas as suas gerações
descendentes. Eles acreditavam que apenas um judeu poderia ser o culpado do
castigo de toda a nação. O batismo para muitos dos judeus não era o resultado
de um arrependimento pessoal. O trabalho de João progredia.
Os relatos Bíblicos contam a história da voz que se ouviu,
quando João batizou Jesus, dizendo “este é o Meu filho amado com o qual Me
alegro”. Refere que uma pomba esvoaçou sobre os dois personagens dentro do rio,
e relacionam essa ave com uma manifestação do Espírito Santo. Este
acontecimento sem qualquer repetição histórica tem servido por base a imensas
doutrinas religiosas.
Prisão e morte
O aprisionamento de
João ocorreu na Pereia, a mando do Rei Herodes Antipa I no 6º mês do ano 26
d.C.. Ele foi levado para a fortaleza de Macaeros (Maqueronte), onde foi
mantido por dez meses até ao dia de sua morte. O motivo desse aprisionamento
apontava para a liderança de uma revolução. Herodias, por intermédio de sua
filha, conseguiu coagir o Rei na morte de João, e a sua cabeça foi-lhe entregue
numa bandeja de prata e depois foi queimado em uma fogueira numa das festas
palacianas de Herodes.
Os discípulos de João trataram do sepultamento do seu corpo
e de anunciar a sua morte ao seu primo Jesus.
Importância para a religião
Cristianismo
Flavio Josefo um
historiador do século I relacionou a derrota do exercito de Herodes frente a
Aretas IV (Rei da Nabateia) se deveria ao fato da prisão e morte de João
Baptista – um homem consagrado que pregava a purificação pelo Batismo.
Flávio Josefo
refere também que o povo se reunia em grande número para ouvir João Baptista, e
Herodes temeu que João pudesse liderar uma rebelião, mandando-o prender na
prisão de Maqueronte e de seguida matou-o.
Þ Outras
religiões
João Baptista é
venerado como messias pelo mandeísmo. João Baptista é também considerado pelos
muçulmanos como um dos grandes profetas do Islão.
Na Umbanda, religião afro-brasileira, este santo é
sincretizado como uma das manifestações do orixá Xangô e é responsável nesta
crença, por um agrupamento de espíritos que trabalha com a saúde e o
conhecimento, chamada de Linha do Oriente, por congregar além de médicos e
cientistas, hindus, mulçumanos e outros povos.
Þ Filosofia
religiosa
João era um judeu de educação. Toda a filosofia judaica
foi-lhe incutida desde criança. No tempo de João Baptista o povo vivia
subjugado à soberania dos chamados gentios havia quase cem anos. A desilusão
nacional levantava inúmeras questões a respeito dos ensinamentos de Moisés, do
desocupado trono de David e dos pecados da nação.
Era difícil de explicar na religião daquele povo a razão
pela qual o trono de David se encontrava vazio. A tendência do povo era
justificar os acontecimentos adversos com um provável “pecado nacional”, tal
como tinha acontecido anteriormente no cativeiro da Babilônia, e outros mais.
Os judeus
acreditavam na previsão de Daniel a respeito do Messias, e consideravam que a
chegada desse prometido iniciaria uma nova época – a do Reino do céu. A
pregação de João é fortemente influenciada pela antevisão do "Reino dos
Céus". E os ouvintes acreditavam que o esperado Messias estaria para
chegar e restaurar a soberania do povo que eles definiam como escolhido, e
iniciar uma nova época na Terra: a época de justiça.
A pergunta era quando. A fé de todos defendia que seria
ainda naquela geração, e João vinha confirmar o credo. A fama da sua pregação
era o facto deste pregador ser tão convicto ao anunciar o Messias para breve.
Milhares de pessoas, na sua ânsia pela liberdade acreditavam devotamente em
João e nas sua admoestações.
Muitos judeus acreditavam que o Reino dos Céus iria ser
governado na terra por Deus em via directa. Outros acreditavam que Deus teria
um representante – o Messias, que serviria de intermediário entre Deus e os
Homens. Os judeus
07
acreditavam que esse reino seria um reino real, e não um
reino espiritual como os cristão mais tarde doutrinaram. Foi esse o motivo da
negação de Jesus como o Messias, por parte da maioria do povo Judeu.
João pregava que o "Reino de Deus" estaria
"ao alcance das mãos" e essa pregação reunia em sua volta centenas de
pessoas sedentos de palavras que lhes prometessem que o seu jugo estava próximo
do fim.
João escolheu o Vau de Betânia para pregar. Este local de passagem era
frequentada por inúmeros viajantes que levavam a mensagem de João a lugares
distantes. Isto favoreceu grandemente o espalhar das suas palavras. Quando ele
disse "até destas pedras pode Deus suscitar filhos a Abraão"ele
referia-se à 12 pedras que Josué tinha mandado colocar na passagem do rio,
simbolizando as doze tribos, na primeira entrada do povo na Terra Prometida.
João era um pregador heróico. Ele falava ao povo expondo os
líderes iníquos e as suas transgressões. Quando o assemelhavam a Elias, era
porque este tinha o mesmo aspecto rude e admoestador do seu antecessor. João
não queria simpatia. Ele pregava a mudança, chamava "raça de víboras"
e com o indicador apontado, tal como Elias o tinha feito anteriormente, e isto
o categorizou como profeta.
João tinha discípulos. Isto significa que ele ensinava. Ele
tinha aprendizes com quem dispensava algum tempo em ensinar. Havia interesse
nas suas palavras e filosofia nos seus ensinamentos.
Þ
Cronologia
Herodes “o Grande” conquistou o lugar de governador da
Galiléia em 44a.C. Dirigiu uma batalha contra os Hasmoneus que o levaram ao
Sanhédrin (Sinédrio) para ser julgado, invocando a pena capital. Hircano II
concedeu-lhe a deportação para a Síria, que na altura era uma província romana.
Na Síria, e por intermédio da autoridade romana foi estabelecido como
governador de uma província chamada Coele – Síria capital do povo de Israel em tempos remotos.
Herodes liderou a defesa dos ataques de Aristóbulo II. Isto
promoveu uma amizade com Marcos Antonio
e como resultado dessa amizade obteve o seu coroamento em 40 a.C.. Foram
precisos mais três anos para que chegasse a Jerusalém e se tornasse pleno
soberano na Judeia, em 37 a.C, tendo morrido 33 anos depois. Os dias do seu
reinado começaram a contar a partir de 37 a.C., data da conquista de Jerusalém.
Herodes morreu em 4 a.C. e era vivo na altura do nascimento
de Jesus e de João Baptista, tal como é manifesto em todos os registros.
Quando Marco António morreu, Herodes mudou a sua estratégia
política colocando-se ao lado de Otaviano, o auto-intitulado César Augusto. Foi
este o César que decretou o recenseamento de todo o império romano no 3º mês do
ano 8 a.C, por forma a melhorar o
processo de coleção de impostos e tributos.
Os judeus sempre ofereceram resistência a este tipo de
contagem do povo. (I crônicas 21) Por este motivo, no reino de Herodes, essa
contagem sofreu um atraso de 1 ano, sendo protelada até ao 7 a.C, com uma
enorme intervenção de Hillel (Aliyah) que era o ha-Nasi (presidente do
Sanhédrin desde 30 a.C. a10 d.C.)
Jesus nasceu no ano do recenseamento. José foi a Belém para
recensear a sua família, e foi em Belém que Jesus Nasceu. Em Belém o registro
da ocorrência do recenseamento do povo ocorre no mês 8º do ano 31 do reinado de
Herodes “o grande”, tendo este morrido 2 anos depois em 4 a.C. Isto coloca o
nascimento de Jesus em Agosto de 7 a.C.
Segundo o registro do Evangelho segundo São Lucas, Isabel
estaria com 6 meses de gestação quando foi visitada por Maria. E Maria já sabia
estar grávida o que carecia pelo menos de 1 mês para o efeito. Considerando
estes dados, poderíamos dizer que os meninos teriam 5 meses de diferença, o que
remeteria o nascimento de João para o segundo mês do mesmo ano – Fevereiro de
7a.C..
O POETA MARATONISTA!
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
CORRER É VIVER, REJUVENECER....
(A Poesia do Corredor)
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
CORRER É VIVER, REJUVENECER....
(A Poesia do Corredor)
Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!
Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...
É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz, porque a corrida me faz bem.
A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.
É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...
Poesia feita em 13/02/1985
Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes
do atletismo. Direitos Autorais, registrado em nome de Gamaliel Chagas.
do atletismo. Direitos Autorais, registrado em nome de Gamaliel Chagas.
TRAÇOS BIOGRÁFICOS
Gamaliel Chagas, nasceu ás 3h e 05 minutos do dia 07/07/1951 na Travessa Barão Açu da Torre, atual rua Luiz Sepúlveda Garcez, centro, cidade de Mata de São João.
Gamaliel Chagas, maratonista matense, poeta, biográfo, historiador por vocação, c/ várias obras a serem impressas. Foi jogador de futebol amador, técnico em Química (nível médio), aposentado, pais de 8 filhos.
DESCENDÊNCIA
Gamaliel com descendência paterna das famílias Pereira Chagas, Gonçalves de Carvalho, Pereira Paiva, que ramificaram com as famílias Abreu Bastos, Costa Chagas, Fragoso Almeida, Paiva Ramos, Paiva Teixeira Franco, Paiva França, Fontes Chagas, Chagas Carrara, Chagas Alban, Pires Gonçalves de Carvalho E Albuquerque, Simões Nascimento, Chagas Teixeira Franco, Palmeiras Simões de Paiva, Wohlers Gonçalves de Carvalho e suas ramificações, dentre outras Ramificações sequencionais não citadas.
Na descendência materna dos Rodrigues Teixeira e Rodrigues Sales, com ramificações genealógica com os Simões de Paiva, Castro Leal,Trindade, Reis Meireles, Meireles, Marback, Costa Pinto, Araújo Góes, Castro Leal, Silva Paranhos, Mesquita Paranhos, Muniz de Aragão, Sampaio Viana, Simões Paranhos Sepúlveda, Calmon de Araújo Góes, Garcez Paranhos Montenegro....
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de de Vila de Abrantes/Camaçari/Ba.
Quadro em Faianca Portuguesa na casa residencia de Gamaliel Chagas
Sao, João Batizando Jesus Cristo no Rio Jordão. Um painel do excelente
artista Ceramista de Aveiro Portugal- Eduardo Gomes.
HISTÓRICO/INÉDITO!
DIA/MÊS/ANO ( 15/03/156) DA SEGUNDA ALDEIA DE SÃO JOÃO BATISTA/
QUE ORIGINOU A ATUAL MUNICÍPIO DE MATA DE SÃO JOÃO/BA.
A POESIA QUE ORIGINOU O LIVRO A SER EDITADO !
MATA DE SÃO JOÃO, SUAS RAÍZES, SUA HISTORIA!
ABAIXO A POESIA HISTÓRICA!
DIREITOS AUTORAIS EM NOME DO AUTOR DESSA POESIA
DEPOIS DE LER A POESIA CLICK NO LINK ABAIXO E VEJA TOMO I - A POVOAÇÃO
LINK CLICK
Gravura tipica de uma igreja primitiva edificada nas Aldeias para catequese primaria pelos, jesuítas e índios Selvagens na Bahia e Brasil, na segunda etapa eram edificada uma igreja de pedra, cal, argamassa, tijolos e telhas... foto gravura reproduzida da Cabana dos Fundadores da Cidade de São Pulo, construída pelo Cacique Tibiriçá - Museu do Pátio do Colégio, São Paulo/Br. Livro José de Anchieta. Fundação Emílio Odebrecht/Sociedade Brasileira de Educação.Patrocínio Trenenge Técnica Nacional de Engenharia S/A.
Pe. Hélio Abranches Viotti S. J. 1987 /Pag. 31.
Teto da Sacristia, com retrato de Anchieta
ao Centro/Catedral Basilica de Salvador, Bahia.
Livro José deAnchieta. Fundação Emílio Odebrecht/
Sociedade Brasileira de Educação.Patrocínio Trenenge
Técnica Nacional de Engenharia S/A.
Pe. Hélio Abranches Viotti S. J. 1987 /Pag. 31. pag 86
A HISTÓRICA E MAGNÍFICA!
de de Vila de Abrantes/Camaçari/Ba.
Quadro em Faianca Portuguesa na casa residencia de Gamaliel Chagas
Sao, João Batizando Jesus Cristo no Rio Jordão. Um painel do excelente
artista Ceramista de Aveiro Portugal- Eduardo Gomes.
DIA/MÊS/ANO ( 15/03/156) DA SEGUNDA ALDEIA DE SÃO JOÃO BATISTA/
QUE ORIGINOU A ATUAL MUNICÍPIO DE MATA DE SÃO JOÃO/BA.
MATA DE SÃO JOÃO, SUAS RAÍZES, SUA HISTORIA!
DIREITOS AUTORAIS EM NOME DO AUTOR DESSA POESIA
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Gravura tipica de uma igreja primitiva edificada nas Aldeias para catequese primaria pelos, jesuítas e índios Selvagens na Bahia e Brasil, na segunda etapa eram edificada uma igreja de pedra, cal, argamassa, tijolos e telhas... foto gravura reproduzida da Cabana dos Fundadores da Cidade de São Pulo, construída pelo Cacique Tibiriçá - Museu do Pátio do Colégio, São Paulo/Br. Livro José de Anchieta. Fundação Emílio Odebrecht/Sociedade Brasileira de Educação.Patrocínio Trenenge Técnica Nacional de Engenharia S/A.
Pe. Hélio Abranches Viotti S. J. 1987 /Pag. 31.
Teto da Sacristia, com retrato de Anchieta
ao Centro/Catedral Basilica de Salvador, Bahia.
Livro José deAnchieta. Fundação Emílio Odebrecht/
Sociedade Brasileira de Educação.Patrocínio Trenenge
Técnica Nacional de Engenharia S/A.
Sociedade Brasileira de Educação.Patrocínio Trenenge
Técnica Nacional de Engenharia S/A.
Pe. Hélio Abranches Viotti S. J. 1987 /Pag. 31. pag 86
TORRE SINALEIRA!
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TORRE DO SINO da 2ª Matriz da Aldeia Jesuíta de São João Batista, que não mais existe ficava localizada no atual Largo do Bonfim de Mata de S. João sendo sua edificação datada a partir da década de 1560 a 1570. A Torre do Sino ou Torre Sinaleira desabou no final da década de 1980, om mais de 400 anos de existência; Seus alicerceies deve estar no subsolo do local da sua edificação.
Foto do Arquivo de Chiquitinha Maravilha, reproduzida da foto original que pertencia a Duninha Almeida que foi ofertada a Valter Maciel.
Edifício da Igreja de Parati, litoral do rio de Janeiro, sua arquitetura, provavelmente semelhante a segunda igreja Matriz de São João Batista ( da, Padroeiro da Segunda Aldeia Indígena de São João Batista edificada no atual Lago do Bonfim da Cidade de Mata de São João, Após tombamento do Sítio Histórico do Largo do Bonfim de Mata, realizada as escavações arqueológica, descobriremos a real arquitetura do edifício da antiga matriz de São João Batista edificada provavelmente a partir da décadas de 1560 a década de 1580.
A torre do edifício da igreja de Parati, difere da Torre do Sino ou Torre Sinaleira da segunda igreja matriz da Aldeia de São João no final da citada torre. A de São João como foto na postagem tem o final da torre retangular e a de Parati é cônica!
O edifício da citada igreja foi erguida pela Irmandade de Santa Rita dos Pardos Libertos, data de 30 de junho de 1722 sob a invocação original de Menino Deus, Santa Rita e Santa Quitéria. Era seu vigário à época o padre Manoel Braz Cordeiro
O conjunto encontra-se tombado pelo IPHAN desde 1952. No período de 1967 a 1976 tiveram lugar campanhas de restauração, requalificando o conjunto como Museu de Arte Sacra de Paraty (1976) Igreja Santa Rita de Cássia foi construída para atender aos pardos (mulatos) de Paraty.1
.
SEGUNDA ALDEIA JESUÍTA DE SÃO JOÃO BATISTA
FOI SEDE DA CIA. DE JESUS NO BRASIL 1624/25!
FOI SEDE DA CIA. DE JESUS NO BRASIL 1624/25!
A SEGUNDA ALDEIA DE SÃO JOÃO BATISTA FOI SEDE DA CIA. DE JESUS NO BRASIL!
A CITADA ALDEIA FICAVA LOCALIZADA NO ATUAL LARGO DO BONFIM DA CIDADE DE MATA DE SÃO JOÃO/BA. PERÍODO DE MAIO DE 1624/25,QUANDO OS HOLANDESES RENDIDOS, FORAM EMBORA DA BAHIA E DO BRASIL!
A 3ª Aldeia de São João Batista (Vila de Trancoso)
Com a transferencia no ano de 1727 da 2ª Aldeia de São João Batista, para as terras da região do Rio Tiades em Porto Seguro (Extremo Sul da Bahia), originou-se a 3ª Aldeia Índígena de São João Batista (atual Município de Trancoso).
Da 3ª Aldeia de São João Batista, originou a Vila de Trancoso, a partir da expulsão dos religiosos da Companhia de Jesus do Brasil Colônia, isto em 1759, devido a política do poderoso Primeiro Ministro de Estado do Reino de Portugal, Sebastião José de Carvalho e Melo (Marquês de Pombal), no governo do Rei de Portugal, Dom José I.
Pombal transformou as antigas (seculares) Aldeias Indígenas em Vilas, tirando do domínio das Ordens religiosas (A Cia. de Jesus no Brasil, era a mais poderosa de todas). Anos depois a Vila de Trancoso, passou a município (Município marítimo).
ATUAL MUNICÍPIO DE TRANCOSO ORIGINADO CO A TRANSFERÊNCIA DA SEGUNDA ALDEIA DE SÃO JOÃO BATISTA LOCALIZADA NO ATUAL LARGO DO BONFIM DE MATA, NA CIDADE DE MATA DE SÃO JOÃO/Ba.
Igreja de São João Batista, no Quadrado
MUNICÍPIO DE TRANCOSO/BA.
Segundo o capitão-de-mar-e-guerra Max Justo Guedes, do Serviço de Documentação da Marinha, foi no Rio dos Frades, em Trancoso, que a esquadra de Pedro Álvares Cabral desembarcou em 23 de abril de 1500, tomando posse do Brasil em nome de Portugal .
A atual povoação de Trancoso origina-se de uma aldeia jesuíta denominada São João Batista dos Índios, fundada em 1586. O povoado permaneceu desconhecido nacionalmente até ser descoberto no fim dos anos 1970 por hippies. Na época, era só um conjunto de casas dispostas ao redor de um grande gramado (o chamado "Quadrado"), com uma igreja ao fundo, de onde se tinha uma visão panorâmica do mar2 . Hoje, esse espaço é Praça São João, no Centro Histórico da cidade. A partir da década de 1990, com o incremento do turismo no estado e a construção de estradas e aeroportos, o potencial turístico da região sofreu um crescimento vertiginoso3 .
Pesquisa WIKIPEDIA/IDEM FOTO
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MATA DE SÃO JOÃO, SUAS RAÍZES SUA HISTÓRIA!
Poetizada em 1999
Chiquitinha Maravilha
Na Colina Sagrada, localizada no Bonfim de Mata, aí o município nasceu
Onde uma missão de padres jesuítas! Neste local logo se estabeleceu
Fundaram a Segunda Aldeia de São João, lá nas matas nos sertões da Bahia
Era quinze de março, do ano mil quinhentos e sessenta e um, que lindo dia!
Os padres jesuítas, Gastar Lourenço e Simeão Gonçalves, fundadores
Da Aldeia, junto com os índios Tupinambás, ergueram primeiramente
Um arremedo de igreja! de caule e palmas nativas, os padres pregadores
Reuniram os índios da aldeia de São João e logo celebraram religiosamente.
Uma missa histórica! A primeira daquela Sagrada Aldeia de São João
Os índios foram aprendendo, o evangelho cristão com muita atenção!
Alí, numa suave Colina, cercada de morros e de lindas matas exub/rantes
A Aldeia ficava perto do rio Jacuipe e do riacho Coqueiro, locais fascinantes.)
Os Jesuítas e índios, construíram outra igreja maior! Tendo esta edificação
Uma notável, Torre do Sino, erguida de pedra, tijolo, cal e argamassa da região
Isto a partir do ano de mil quinhentos e sessenta e um! Tendo sua construção
Terminada no final década de mil quinhentos e setenta, com amor e devoção.
Mata de São João um município histórico, fundada lá no período colonial
A partir do ano de mil quinhentos e sessenta e um, nela já se registrava
Presença do lusitano Garcia D’ Ávila! Comandando suas boiadas por lá passava
Desbravando as terras desconhecidas! Iam povoando, fundando arraial...
Distrito de Amado Bahia, Matadouro São José, grande Pólo Exportador
No ano mil novecentos e dez! Abastecia o mercado da capital Salvador
De carne bovina e seus derivados, que eram transportados em vagões
Pela estrada de ferro e gerando muita riquezas, com suas comercializações.
Margem esquerda do Rio Jacuipe! Cultivavam-se verdejantes canaviais
Plantado no seu solo de Massapê! Solo propício e rico em minerais
No ano mil novecentos e vinte, existia uma Usina em plena produção
Localizada no arraial de Pitanga! Gerava emprego e renda, na região.
Década de mil novecentos e cinquenta, expansão da agricultura local
Com a criação do Núcleo Colonial JK! Fomentando o mercado regional
Com a chegada das famílias japonesas, cultivando os hortifrutigranjeiros
Foi fundada a Cooperativa Agrícola! Abastecendo a região ano inteiro.
Na década de mil novecentos e sessenta! Mata de São João florescia
Produzia tanto petróleo e gás natural! Nos seus poços de extração
Armazenados em tanques apropriados! Sendo enviados para refinaria
O Petróleo gerava riquezas aos matense! Com os campos de produção.
A Bacia Hidrográfica de Mata de São João! Com os rios e mananciais
Cercada pela Mata Atlântica, oh! Um santuário ecológico a preservar
Os rios Pojuca, Jacuipe, Imbassay, Sauípe.. Todos desaguando no mar
E os rios afluentes! Rio Pitanga, Caboré, Jacuipe Mirim e outros mais...
As festas do Senhor do Bonfim da Mata de São João! É uma tradição
Realizada todos os anos no mês de fevereiro, com muita fé e devoção
É uma festa católica, intensamente comemorada! Com muitas animações
Com as novenas, lavagens da igreja! Festa de Largo e outras atrações.
Mata de São João, Pólo do Turismo! Em todo o litoral norte da Bahia
Casa da Torre em Praia do Forte! Repletas de de lendas, histórias, honrarias
Complexo Hoteleiro de Sauípe, um paraíso! Com Rios, praias e coqueirais
Barras dos rios Pojuca, Sauípe, Imbassai! Lugares lindos, paraísos naturais...
Esportes em Mata de São João! Com seu futebol famoso e tradicional
Praticados com técnica e Maestria! Celeiro de notáveis jogadores profissional
Frank Chagas, Manezinho, Náilon, Badí, Teixeira, Valdo, Índio, Nei, Nelson Leal
Reinaldo, Renato, Dedé,.. No judô Miguel e Alex! Barnabé, pentátro mundial.
Distritos de Mata de São João! Amado Bahia e seu famoso Matadouro
Distrito de Açú da Torre! Florestas verdejantes e um povo hospitaleiro
A praia do Forte, com rio e mar! A Casa da Torre, um rico tesouro
Distrito de Sauípe! Com seu Rio, porto e mar! Um Pólo Turístico Hoteleiro.
Povoados matenses! Malhadas, Diogo, Imbassaí, Areal, seu povo, sua gente
JK, Pedra do Salgado, Açuzinho, Pitanga! Povoados históricos, emergentes
Oh! Imbassay com seu rio de águas límpidas, desaguando mansamente
No mar, um balneário ecológico! Visitados pelos turistas, diariamente.
Mata de São João, cidade, município, pólo imensurável de riquezas
Hortifrutigranjeiros no JK! Bacia Hidrográfica, com as suas belezas
A Mata Atlântica, Bacia Leiteira! Temos o petróleo e o gás natural
A Indústria das Cerâmicas e da pesca artesanal! Na orla, no litoral.
Ficou 10/10/13
Salve! Mata de São João! Dos filhos amados, nativos e os adotados
Santos Titara, Santinho, Oliveira Costa e Amado Bahia! O juiz Leovigildo
Bento Vieira Paes, Vigários: Ramos, Demócrito, Neves, Nélson, Astrogildo
Josias, Sena, Primo e Arnaldo! João Gualberto, Eurico, outros não citados
Famílias do município matense! com suas nobrezas e suas tradições
Sepúlveda Garces, Reis Meireles, Araújo Góes, Rodrigues Teixeira
Pereira Chagas, Caetano Almeida, César Sampaio, Seixas Oliveira
Silva Fontes, Crespo, Leal, Ribeiro, Evangelísta, Figueiredo, Simões,
Pina, Miguez, Athayde, Costa, Freitas, Nascimento, Cordeiro, Pondé, Vieira
Sales, Pinto, Lopes, Improta, Costa Rego, Tapioca Pombo, Rodão, Ferreira
Cardoso, Correia, Gonzalez Alban, Bastos, Viana, Mota, Santos, Edvaldo Rates
Cavalcante, Fateichas, os Guimarães, Regis, Fogos, Rozalez, Pinto, Aires
Romero, Kanzaki, Takenami, Mendes, Soares, Neto, Carvalho, Trindade
Lima, Santana, Evaristo, Costa Pinto, Marback, Montenegro, Andrade
Aboud, Fragoso, França, Santa Rita, Sá Oliveira, Baracho, Conrado
Lucas, Dória, Daltro, Leite, Barros, Avena, Vasconcelos, Nunes, Prado,
Vaz Sodré, Nepomucemo, Cyríaco, Pedreira Maia, Pacheco, Danião
Lantyer, Bartilloti, Cerqueira, Goulart Freitas, Lopes Pontes, Leão
Alcantara, Jathay, Bitencurt, Pauferro, Rolim Garces, Yabu, Aquino
Gomes, Abreu Rocha, Pinheiro, Martins, Rodrigues Pinto, Jesuino
Muraro, Freire de Carvalho, Nadyer, Meireles Viana, Delfino Silveira
Leitão Bahia, Sepúlveda de Vasconcelos, Lago Meireles Costa Pinto
Castro Lima, Cabral da Silva, Pomponete, Guanaes Mineiro, Siqueira
Cardeal, Bicalho Figueiredo, Chagas Araújo, Bispo, Sobrinho, Brito
Pires de Carvalho, Damasceno, Cezimbra Lemos, Sierpinski, Lustosa
Laudano, Buhaen, Fontes Deiró, Queiróz, Vilas Boas, Cruz, Pedrosa
Assis Batista, Seabra Viana, Dantas Martins, Leitão Bahia, Conceição
Magalhães, Nogueira, Furuichi, Ishikawa, Kamura, Kuwano e Jordão.
Sueoka, Yshida, Kamura, Yabu, Hirata, Iseki, Ando, Shimada, Yamaguchi
Watanabe, Okada, Kiya, Ogasawara, Nishitani, Sasaki, Kono, Sakaguchi,
Yoshii, Tazawa, Yamamoto, Sampei, Hirata, Nakahara, Hamano, Selita
Shimizu, Matsunu, Fujicuro, Mizuki, Shirakawa, Maekawa, Ito e Tomita.....
Planta da Aldeia Indígena do Divino Espirito Santo de 1791, Arquivo Histórico Ultramarino de Lisboa, atual localidade de Vila de Abrantes/Camaçari/Ba.
Quadro em Faianca Portuguesa na casa residencia de Gamaliel Chagas
Sao, João Batizando Jesus Cristo no Rio Jordão. Um painel do excelente
artista Ceramista de Aveiro Portugal- Eduardo Gomes.
Cidade de Mata de S. João na década de 1950
Cidade de Mata de S. João no final da década de 1910
Arquivo de Gamaliel Chagas
MATA DE SÃO JOÃO, SUAS RAÍZES SUA HISTÓRIA!
Poetizada em 1999
Chiquitinha Maravilha
Na Colina Sagrada, localizada no Bonfim de Mata, aí o município nasceu
Onde uma missão de padres jesuítas! Neste local logo se estabeleceu
Fundaram a Segunda Aldeia de São João, lá nas matas nos sertões da Bahia
Era quinze de março, do ano mil quinhentos e sessenta e um, que lindo dia!
Os padres jesuítas, Gastar Lourenço e Simeão Gonçalves, fundadores
Da Aldeia, junto com os índios Tupinambás, ergueram primeiramente
Um arremedo de igreja! de caule e palmas nativas, os padres pregadores
Reuniram os índios da aldeia de São João e logo celebraram religiosamente.
Uma missa histórica! A primeira daquela Sagrada Aldeia de São João
Os índios foram aprendendo, o evangelho cristão com muita atenção!
Alí, numa suave Colina, cercada de morros e de lindas matas exub/rantes
A Aldeia ficava perto do rio Jacuipe e do riacho Coqueiro, locais fascinantes.)
Os Jesuítas e índios, construíram outra igreja maior! Tendo esta edificação
Uma notável, Torre do Sino, erguida de pedra, tijolo, cal e argamassa da região
Isto a partir do ano de mil quinhentos e sessenta e um! Tendo sua construção
Terminada no final década de mil quinhentos e setenta, com amor e devoção.
Mata de São João um município histórico, fundada lá no período colonial
A partir do ano de mil quinhentos e sessenta e um, nela já se registrava
Presença do lusitano Garcia D’ Ávila! Comandando suas boiadas por lá passava
Desbravando as terras desconhecidas! Iam povoando, fundando arraial...
Distrito de Amado Bahia, Matadouro São José, grande Pólo Exportador
No ano mil novecentos e dez! Abastecia o mercado da capital Salvador
De carne bovina e seus derivados, que eram transportados em vagões
Pela estrada de ferro e gerando muita riquezas, com suas comercializações.
Margem esquerda do Rio Jacuipe! Cultivavam-se verdejantes canaviais
Plantado no seu solo de Massapê! Solo propício e rico em minerais
No ano mil novecentos e vinte, existia uma Usina em plena produção
Localizada no arraial de Pitanga! Gerava emprego e renda, na região.
Década de mil novecentos e cinquenta, expansão da agricultura local
Com a criação do Núcleo Colonial JK! Fomentando o mercado regional
Com a chegada das famílias japonesas, cultivando os hortifrutigranjeiros
Foi fundada a Cooperativa Agrícola! Abastecendo a região ano inteiro.
Na década de mil novecentos e sessenta! Mata de São João florescia
Produzia tanto petróleo e gás natural! Nos seus poços de extração
Armazenados em tanques apropriados! Sendo enviados para refinaria
O Petróleo gerava riquezas aos matense! Com os campos de produção.
A Bacia Hidrográfica de Mata de São João! Com os rios e mananciais
Cercada pela Mata Atlântica, oh! Um santuário ecológico a preservar
Os rios Pojuca, Jacuipe, Imbassay, Sauípe.. Todos desaguando no mar
E os rios afluentes! Rio Pitanga, Caboré, Jacuipe Mirim e outros mais...
As festas do Senhor do Bonfim da Mata de São João! É uma tradição
Realizada todos os anos no mês de fevereiro, com muita fé e devoção
É uma festa católica, intensamente comemorada! Com muitas animações
Com as novenas, lavagens da igreja! Festa de Largo e outras atrações.
Mata de São João, Pólo do Turismo! Em todo o litoral norte da Bahia
Casa da Torre em Praia do Forte! Repletas de de lendas, histórias, honrarias
Complexo Hoteleiro de Sauípe, um paraíso! Com Rios, praias e coqueirais
Barras dos rios Pojuca, Sauípe, Imbassai! Lugares lindos, paraísos naturais...
Esportes em Mata de São João! Com seu futebol famoso e tradicional
Praticados com técnica e Maestria! Celeiro de notáveis jogadores profissional
Frank Chagas, Manezinho, Náilon, Badí, Teixeira, Valdo, Índio, Nei, Nelson Leal
Reinaldo, Renato, Dedé,.. No judô Miguel e Alex! Barnabé, pentátro mundial.
Distritos de Mata de São João! Amado Bahia e seu famoso Matadouro
Distrito de Açú da Torre! Florestas verdejantes e um povo hospitaleiro
A praia do Forte, com rio e mar! A Casa da Torre, um rico tesouro
Distrito de Sauípe! Com seu Rio, porto e mar! Um Pólo Turístico Hoteleiro.
Povoados matenses! Malhadas, Diogo, Imbassaí, Areal, seu povo, sua gente
JK, Pedra do Salgado, Açuzinho, Pitanga! Povoados históricos, emergentes
Oh! Imbassay com seu rio de águas límpidas, desaguando mansamente
No mar, um balneário ecológico! Visitados pelos turistas, diariamente.
Mata de São João, cidade, município, pólo imensurável de riquezas
Hortifrutigranjeiros no JK! Bacia Hidrográfica, com as suas belezas
A Mata Atlântica, Bacia Leiteira! Temos o petróleo e o gás natural
A Indústria das Cerâmicas e da pesca artesanal! Na orla, no litoral.
Ficou 10/10/13
Salve! Mata de São João! Dos filhos amados, nativos e os adotados
Santos Titara, Santinho, Oliveira Costa e Amado Bahia! O juiz Leovigildo
Bento Vieira Paes, Vigários: Ramos, Demócrito, Neves, Nélson, Astrogildo
Josias, Sena, Primo e Arnaldo! João Gualberto, Eurico, outros não citados
Famílias do município matense! com suas nobrezas e suas tradições
Sepúlveda Garces, Reis Meireles, Araújo Góes, Rodrigues Teixeira
Pereira Chagas, Caetano Almeida, César Sampaio, Seixas Oliveira
Silva Fontes, Crespo, Leal, Ribeiro, Evangelísta, Figueiredo, Simões,
Pina, Miguez, Athayde, Costa, Freitas, Nascimento, Cordeiro, Pondé, Vieira
Sales, Pinto, Lopes, Improta, Costa Rego, Tapioca Pombo, Rodão, Ferreira
Cardoso, Correia, Gonzalez Alban, Bastos, Viana, Mota, Santos, Edvaldo Rates
Cavalcante, Fateichas, os Guimarães, Regis, Fogos, Rozalez, Pinto, Aires
Romero, Kanzaki, Takenami, Mendes, Soares, Neto, Carvalho, Trindade
Lima, Santana, Evaristo, Costa Pinto, Marback, Montenegro, Andrade
Aboud, Fragoso, França, Santa Rita, Sá Oliveira, Baracho, Conrado
Lucas, Dória, Daltro, Leite, Barros, Avena, Vasconcelos, Nunes, Prado,
Vaz Sodré, Nepomucemo, Cyríaco, Pedreira Maia, Pacheco, Danião
Lantyer, Bartilloti, Cerqueira, Goulart Freitas, Lopes Pontes, Leão
Alcantara, Jathay, Bitencurt, Pauferro, Rolim Garces, Yabu, Aquino
Gomes, Abreu Rocha, Pinheiro, Martins, Rodrigues Pinto, Jesuino
Muraro, Freire de Carvalho, Nadyer, Meireles Viana, Delfino Silveira
Leitão Bahia, Sepúlveda de Vasconcelos, Lago Meireles Costa Pinto
Castro Lima, Cabral da Silva, Pomponete, Guanaes Mineiro, Siqueira
Cardeal, Bicalho Figueiredo, Chagas Araújo, Bispo, Sobrinho, Brito
Pires de Carvalho, Damasceno, Cezimbra Lemos, Sierpinski, Lustosa
Laudano, Buhaen, Fontes Deiró, Queiróz, Vilas Boas, Cruz, Pedrosa
Assis Batista, Seabra Viana, Dantas Martins, Leitão Bahia, Conceição
Magalhães, Nogueira, Furuichi, Ishikawa, Kamura, Kuwano e Jordão.
Sueoka, Yshida, Kamura, Yabu, Hirata, Iseki, Ando, Shimada, Yamaguchi
Watanabe, Okada, Kiya, Ogasawara, Nishitani, Sasaki, Kono, Sakaguchi,
Yoshii, Tazawa, Yamamoto, Sampei, Hirata, Nakahara, Hamano, Selita
Shimizu, Matsunu, Fujicuro, Mizuki, Shirakawa, Maekawa, Ito e Tomita.....
Planta da Aldeia Indígena do Divino Espirito Santo de 1791, Arquivo Histórico Ultramarino de Lisboa, atual localidade de Vila de Abrantes/Camaçari/Ba.
Quadro em Faianca Portuguesa na casa residencia de Gamaliel Chagas
Sao, João Batizando Jesus Cristo no Rio Jordão. Um painel do excelente
artista Ceramista de Aveiro Portugal- Eduardo Gomes.
Cidade de Mata de S. João na década de 1950
Cidade de Mata de S. João no final da década de 1910
Arquivo de Gamaliel Chagas







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