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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

BAHIA X ATLÉTICO/MG MINEIRO SÁBADO 09/11/13 No "CALDEIRÃO DA NAÇÃO TRICOLOR!"


O MATENSE GAMALIEL CHAGAS, 21 ANOS DE IDADE (CHIQUITINHA MARAVILHA), ANO 1972, ESTÁDIO MUNICIPAL DE POJUCA, INTERMUNICIPAL, SELEÇÃO DE MATA DE SÃO JOÃO X SANTO AMARO. FOTO ARQUIVO DE CHIQUITINHA MARAVILHA.


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O MATENSE GAMALIEL CHAGAS, 21 ANOS DE IDADE (CHIQUITINHA MARAVILHA),

 ANO 1972, ESTÁDIO MUNICIPAL DE POJUCA, INTERMUNICIPAL, SELEÇÃO DE 

MATA DE SÃO JOÃO X SANTO AMARO. FOTO ARQUIVO DE CHIQUITINHA 

MARAVILHA.





NESSA POSTAGEM:

BIOGRAFADOS
Baiaco,  Douglas, Thyrso, Alberto Leguelé,  Eliseu, Marito, Roberto Rebouças, Nadinho,  Dário, Sapatão, Romero, Osmar, Ronaldo Passos,  Buttice, Geninho, Lessa,  Picolé, Florisvaldo,  Geraldo Simões, Romenil, Carlinhos Gonçalves,  Evaristo Macedo, José Carlos, Fito,  Natal, Ueslei,  Peri,   Enaldo Rodrigues,  Emerson Ferreti, Léo Oliveira, Canhoteiro, Gajé, Geninho, José Eduardo, Paulo Rodrigues Barcelos, Osni, BEIJOCA, Nelson  Cazumbá, João Paulo (Pinguela), SANFELIPPO, Zé Eduardo, Florisvaldo, Jorge Campos. Alberto Gambarrota, Zezé Moreira.


                  Setor Sul Arena  Fonte Nova 07/11/2013
                                           Setor Sul da Arena Fonte Nova dia 07/11/201

SITE DO    BAHIA
07 Nov INGRESSOS
Setor popular se esgota, mas venda continua
A promoção no preço dos ingressos deu resultado, e todos os cerca de 26 mil bilhetes disponíveis a R$ 20 (inteira) já foram adquiridos para o jogo deste sábado, contra o Atlético-MG, às 18h30 (de Salvador), na Fonte Nova, em apenas dois dias de venda.


Ao todo, incluindo a cota dos integrantes do TOB (Torcedor Oficial do Bahia) e as entradas corporativas, a partida já possui quase 32 mil ingressos garantidos.

As vendas, porém, continuam nos guichês da Fonte (8 às 17h) e nos balcões da rede Ticketmix dos shoppings Iguatemi, Paralela e Salvador (9 às 22h).

Ainda há bilhetes para o setor oeste inferior (R$ 35/70) e Lounge Premium (R$ 120), além da torcida visitante e dos camarotes. Quem é sócio do Bahia também pode ganhar 200, de graça, em promoções.

Parte dos assentos será destinada à separação das torcidas feita pela polícia e ao espaço da imprensa, ampliado na época da Copa das Confederações. Com isso, a capacidade da Fonte caiu para 47 mil pessoas.

VÍDEO DA   FANTÁSTICA  CHARANGA DA BAMOR DA NAÇÃO TRICOLOR NA  ARENA FONTE NOVA   O CALDEIRÃO DA NAÇÃO  TRICOLOR! E BANDA  MUSICAL...
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ARENA FONTE NOVA 
   O CALDEIRÃO DA NAÇÃO TRICOLOR!
(Frase Criativa  de Chiquitinha  Maravilha)

VÍDEO  DA BAMOR /CHARANGA

CHARANGA  BAMOR   FAZ A  FESTA  NA ARENA  FONTE NOVA 

BAHIA  X  ATLÉTICO DO PARANÁ  DOMINGO   /  HORAS  27/10/2013

VÍDEO DA   CHARANGA  DA BAMOR NA FESTA  DA  NAÇÃO TRICOLOR 
NA ARENA  FONTE  NOVA


TEXTO DO VÍDEO
Vídeo com 14   minutos,  filmado e  produzido por Chiquitinha  Maravilha nas  dependências interna da  Arena  Fonte Nova /Setor Leste, dia 20/10/2013.  A Charanga  da BAMOR da Nação Tricolor  com seus   instrumentos  de percussão, e   gritos  "de  Guerra da  Paz Musical!" agitou  a  torcida  do Bahia durante 9  minutos e  5  minutos  para   a Banda Carioca,  que   tocou lindas  musicas, num clima  majestoso  de  alegrias  contagiantes, dando um toque  especial no Clássico entre SP x  Bahia.
A fantástica torcida tricolor fez  a  festa  na Arena  Fonte Nova, num exemplo    maravilhoso  de   amor,  devoção, paixão ao   seu clube  amado, sendo capaz   de  sorrir, se  emocionar  com as  vitórias  e conquistas, e ao mesmo tempo  de  chorar,  sofrer   nos momentos  de  derrotas, tendo uma  capacidade surpreendente, exuberante  de   recuperação! Transformando tristezas  em alegrias, sempre  acreditando  nas  vitórias consideradas  impossíveis, imponderáveis, assim é  a   fantástica  Nação  Tricolor.
Os  jogadores que   vestirem o Manto Sagrado  da  camisa tricolor,  tem  que   lutar,   suar  a  camisa  do Bahia, dando sempre o  seu  melhor,  para conquistar    sempre  as  vitórias, sejam  elas na maior das adversidades   futebolística consideradas  dificies,  impossíveis, imponderáveis  em prol  da  Nação Tricolor.


Esporte Clube  Bahia, um Clube que  nasceu  para  vencer, desafios  e  obstáculos!  Conquistando vitórias magnificas Repletas  de  Glórias... (Chiquitinha  Maravilha)


LINK  DO VÍDEO DE 20  MINUTOS DA ARENA FONTE NOVA DIQUE DO TORORÓ PRE-JORNADA DIA 25/10/2013 13 HS DE BAHIA X ATLÉTICO
INFORMATIVO ESPORTIVO, CULTURAL.

CLICK NO LINK  ABAIXO E ASSISTAM 
Texto do Vídeo
Vídeo  filmado, narrado, produzido por  Chiquitinha Maravilha,  vídeo no entorno  da  Fonte Nova - A Rainha  das Arenas Brasileira!  Vídeo com 20  minutos   destacando o Dique  do Tororó,  bilheterias  da  Arena,  setores   sul, leste, viadutos , metro, paisagismo, edifícios, vales, mobilidade urbana....histórico resumida  do início da  construção   do Estádio Getúlio  Vargas  no início da  década   de 1940, na  interventoria   de  Landulfo Alves (28/3/1938 a 24/11/1942) que chegou a    edificar bate estacas, mas  a citada   construção  não foi adiante... motivado  pela entrada   do Brasil  na   segunda  guerra  mundial e  depois     Landulfo Alves se    afastou  do  governo  da Bahia  e com a  queda  da  ditadura  de  Vargas, o  Brasil e  a  Bahia  entrou  na redemocratização, acontecendo eleições  via  plebiscito popular, sendo Otávio Mangabeira  eleito  Governador da Bahia   (10/04/1947 a 31/01/1951)   edificou  o Estádio  da  Fonte Nova, inaugurando parcialmente em 28/01/1951 com capacidade  estimada     de 22  mil pessoas e Dr. Luiz Regis Pereira  Pacheco Pacheco (31/01/1951  a 07/04/1955), seu sucessor no governo da  Bahia,  terminando de  concluir a  arquibancada do setor Leste, chamada no popular de  Geral, lado do  já   demolido  ginásio  de esporte  Antonio  Balbino (capacidade para   cerca  de 7 a  8 mil pessoas).

QUATROS LINDOS VÍDEOS  INÉDITOS  DA ARENA FONTE NOVA NO SEU ENTORNO /MARÇO 2013, ANTES DA INAUGURAÇÃO/HISTÓRICO!

VÍDEO 1

CLICK NO LINK E ASSISTAM..  7 MINUTOS 



VÍDEO  2
CLICK NO LINK 


VÍDEO 3
CLICK NO LINK/ 2 MINUTOS


VÍDEO 4  //  COM 3 MINUTOS
CLICK NO LINK ABAIXO E ASSISTAM...

DIQUE DO TORORÓ



                   ESTADIO  DA FONTE NOVA NA DÉCADA  DE 1970

        Fonte Nova - A Rainha  das Arenas Brasileira (frase criativa de Chiquitinha Maravilha)



AGUARDEM MAIS FOTOS NAS BILHETERIAS  SUL  E NORTE
 E  VÍDEO    NO ENTORNO DO SETOR  NORTE E NAS BILHETERIAS


ESPORTE  CLUBE BAHIA! 



A conquista do Brasil -  1959/1988


CIDADE  TRICOLOR!
 ORGULHO  DE UMA  NAÇÃO ESPORTIVA, REPLETAS  DE GLÓRIAS!

 ESPORTE  CLUBE  BAHIA, UM CLUBE  QUE NASCEU PARA  VENCER  OBSTÁCULOS E  DESAFIOS, CONQUISTANDO VITORIAS MAGNIFICAS,   REPLETAS  DE  GLORIAS!                                                        (Frases  de Chiquitinha Maravilha).


  EC BAHIA - UMA MARCA MILIONÁRIA,  NO FABULOSO MERCADO DA BOLA!
                                                             Chiquitinha  Maravilha

 Entrada da Cidade Tricolor, o  monumental  Centro de     
  Treinamentos Top Internacional, orgulho da Nação 
  Tricolor,  calculada  em mais  de  6  milhões de 
   torcedores,  uma Nação incomensurável, uma  força  
   Esportiva  do Glorioso Estado da  Bahia.

                             CIDADE  TRICOLOR!
       ORGULHO  DE UMA  NAÇÃO ESPORTIVA, REPLETAS  DE GLÓRIAS!

                  A   MAGNIFICA  CIDADE  TRICOLOR DO ESPORTE CLUBE  BAHIA!
              UM CLUBE, QUE  NASCEU PARA  VENCER  DESAFIOS E OBSTÁCULOS,
              CONQUISTANDO VITÓRIAS  MAGNÍFICAS, REPLETAS DE GLÓRIAS

             EC BAHIA - UMA MARCA MILIONÁRIA,  NO FABULOSO MERCADO DA BOLA!
                                          Frases  de  Chiquitinha  Maravilha,




FOTOS DE BAHIA 0x1 SÃO PAULO 20/10/2013 - ARENA FONTE NOVA

FOTOS  CHIQUITINHA  MARAVILHA NO CENÁRIO DO ESPETACULO
MAIS DE 260  FOTOS E SETE VÍDEOS INÉDITOS!

 Torcidas  Organizadas da Nação  Tricolor, festa de  cores, dança  e muita  Paixão Na  Arena    Fonte Nova.

Foto no Estádio Luiz  Vianna  Filho - Pojuca/BA.


                       Chiquitinha Maravilha  no Estádio  Eurico Dutra /Sesc        
                               Roma/Salvador/ Camp. Industriário 1974




NESSA POSTAGEM:

BIOGRAFADOS
Baiaco,  Douglas, Thyrso, Alberto Leguelé,  Eliseu, Marito, Roberto Rebouças, Nadinho,  Dário, Sapatão, Romero, Osmar, Ronaldo Passos,  Buttice, Geninho, Lessa,  Picolé, Florisvaldo,  Geraldo Simões, Romenil, Carlinhos Gonçalves,  Evaristo Macedo, José Carlos, Fito,  Natal, Ueslei,  Peri,   Enaldo Rodrigues,  Emerson Ferreti, Léo Oliveira, Canhoteiro, Gajé, Geninho, José Eduardo, Paulo Rodrigues Barcelos, Osni, BEIJOCA, Nelson  Cazumbá, João Paulo (Pinguela), SANFELIPPO, Zé Eduardo, Florisvaldo, Jorge Campos. Alberto Gambarrota, Zezé Moreira..


BIOGRAFIAS:
Fazendo parte da   Comissão Técnica da   Seleção de S. Francisco Baiaco sagrou-se campeão do Intermunicipal 2012.
 Baiaco   9 vezes campeão Baiano de  Profissionais  na década de 1970, o melhor Médio Volante da História  do Bahia.


BAIACO - O ETERNO  ÍDOLO DA NAÇÃO TRICOLOR!
Por Chiquitinha Maravilha
Everaldo dos Santos, apelidado de Baiaco, que advém do peixe baiacu, eque foi apelidado pela sua vó Masulina, nasceu no dia 07/07/1949, com altura de 1. 61m e pesando 62 kg. Baiaco foi o melhor médio volante da história do Esporte Clube Bahia.
Everaldo dos Santos, apelidado de Baiaco, altura de 1. 61m e pesando 62 kg. Baiaco defendeu o Bahia durante 12 anos sendo titular absoluto do tricolor de Aço e Xodó da Nação Tricolor.

INÍCIO NO FUTEBOL
Baiaco iniciou no futebol jogando no time do Internacional de São Francisco do Conde, no ano de 1967 e com passagem pelo Campeonato Intermunicipal da FBF no ano de 1965 (tinha 16 anos de idade).


BAIACO REVELAÇÃO DO INTERMUNICIPAL


Chiquitinha Maravilha foi testemunhar ocular de várias partidas onde Baiaco atuou pelo Bahia, Leôncio e na Seleção de São Francisco do onde quando jogou pelo Intermunicipal no ano de 1965 na cidade de Mata de São João (Baiaco tinha 16 anos) e Chiquitinha no histórico Campo do ADM, que era cercado de estacas, preso por arame farpado e de dimensões acanhado, não possuindo vestiários, alambrados, arquibancadas... assistiu Baiaco jogar no selecionado de São Francisco do Conde (Chiquitinha tinha então 14 anos de idade).
Baiaco e  Caetano foram  contratado no futebol amador de São Francisco do Conde/Ba. juntamente com Caetano no ano de 1968 pelo Esporte Clube Bahia, ambos  jogadores atauavam no time  amador do Internacional (São Francisco do Conde). 
Caetano ficou pouco tempo no Bahia, mas Baiaco jogou seu belo futebol até o ano de 1980, quando foi contratado pelo time do Leônico do presidente Guimarães.

BAIACO NOVE TÍTULOS NO FUTEBOL BAIANO

Baiaco foi campeão pelo Bahia na década de 1970, conquistando 9 campeonatos, (1970/71,1973, 74/75/76/77, 78/ e 1979. Baiaco encerrou sua brilhante carreira de futebol no ano de 1981 no Leônico.
Baiaco querido e amado pela Nação tricolor, era um cabeça de área de muita resistência física, um verdadeiro “Pulmão de Aço!” protegia como ninguém a cabeça de área do setor defensivo do Bahia, e ainda de vêz em enquanto chegava no ataque.
Baiaco disputou vários campeonatos Brasileiros, onde sempre se destacou, sendo cobiçado pelas grandes equipes do futebol brasileiro, mas não quis sair da sua querida Bahia e da sua terra amada São Francisco do Conde, onde sempre residiu. Baiaco marcou excelentes meios campista e atacantes do futebol brasileiro a partir do final da década de 1960 e início da década de 1980.

DÉCADA DE 1970 - O APOGEU DE BAIACO!
Baiaco teve seu grande apogeu no futebol, a partir da reinauguração do Estádio da Fonte Nova (reinaugurado em março de ano de 1971). De formação humilde, tímido, mais de grande caráter, Baiaco conquistou o respeito e carinho do torcedor do Bahia e dos baianos, ao longo da sua brilhante passagem futebolística na Bahia.

 OS TÍTULOS DE  BAIACO NO FUTEBOL BAIANO
Baiaco foi campeão Baiano pela primeira no Bahia e no futebol Profissional no ano de 1970, campeonato disputado no campo da Graça devido nesse ano a Fonte Nova está sendo reformado e ampliado ( foi construído o 2º Anel de Arquibancada).
A diretoria  do Bahia  ortogou a  Baiaco  o Título de Sócio Benemérito  e Ídolo Eterno da Nação Tricolor,  por ter  participado de  todo os títulos  da Campanha do Hepta campeonato Baiano (1973 a 1979).

BAHIA 1X1 SANTOS DE PELÉ / 1969

Na partida inusitada onde o Bahia empatou em 1x1 com o Santos no ano de 1969 na Fonte Nova, Baiaco abriu o marcador aos 5 minutos do 2º tempo e o Santos empatou aos 43 minutos do citado tempo através do gol de Jair Bala.
Baiaco marcou Pelé implacavelmente Pelé no 2º tempo, numa partida onde a expectativa era para a marcação do tão esperado milésimo gol que o Rei Pelé poderia marcar na Fonte Nova, feito este que se fosse realizado, passaria para os anais do futebol baiano e Brasileiro se o Milésimo Gol de Pelé acontecesse.
Pelé marcou o seu Milésimo gol no Maracanã no Rio de Janeiro de pênalti, sendo Andrada o goleiro que levou o milésimo gol de Pelé!
A Fonte Nova apanhou um dos maiores público da sua história (isto quando tinha somente um anel de arquibancada, com capacidade para 33 mil pessoas lotada, cerca de 38 mil torcedores entre pagantes e não pagantes, superlotaram a Fonte Nova.



NILDON SALVA O MILÉSIMO GOL DE PELE!

Nildon zagueiro do Bahia, com um histórico carrinho, com o bico da chuteira, salvou em cima da linha de gol, aquele que seria o Milésimo de Gol de Pelé na Fonte Nova.
Nildon a partir daquele lance passou a ser apelidado de “Nildon Birro Doido”. A imprensa falada, escrita e televisada estavam no Estádio da Fonte Nova que ficou pequeno para a grandiosidade da partida naquele ano de 1969.

O Bahia jogou com Jurandir, Adevaldo, Nildon, Paes; Amorim, Eliseu, Manesinho  Zé Eduardo (Baiaco), Carlinhos Gonçalves (San Felippo) e Arthur.
Santos: Aguinaldo, Turcão, Ramos Delgado, Djalma Dias, Rildo; Clodoaldo, Lima, (Joel), Manuel Maria, Edu, Pelé e Abel (Jair Bala).

 
BAIACO NOME DE GINÁSIO E AUXILIAR TÉCNICO

Depois de para de jogar futebol Baiaco anos mais tarde foi homenageado com seu honroso nome num Ginásio de Esportes Coberto em São Francisco do Conde, passando também a trabalhar no citado município sendo administrador do Estádio Junqueira Ayres e no ano de 2012 Baiaco passou a ser Auxiliar técnico de Osmar, na Seleção de São Francisco no Intermunicipal de 2012, que tem o comando do ex-jogador do Bahia, o  Osmar.
Osmar outro jogador de futebol excelente do município de São Francisco com passagem pelo Ypiranga, Galícia.. Osmar meia-atacante, como treinador da Seleção de São Francisco foi campeão da temporada 2011.
A Seleção de São Francisco nas finais do Intermunicipal 2012, conquistou o bicampeonato  do Inter  2012 ao derrotar a seleção de Coaraci nas  duas partidas. Baiaco aos 63 anos continua forte e, gozando de boa saúde.
Fonte: Jornal da Bahia, 14 de agosto de 1973, pág. 6 e  1969. Bahia Esporte Clube da Felicidade – 70 Anos de Glórias de Nestor Mendes Junior, ano 2001, pag. 143, e outras fontes não citadas.
Baiaco  na perseguição de  um dos seus  adversários, numa partida  contra  o  Bahia  na  Lendária  Fonte Nova, "Estádio Xodó da  Nação Tricolor!".  Foto reproduzida do  Livro  de Nestor  Mendes Junior, Bahia  Esporte Clube da  Felicidade - 70 Anos  de Glórias, ano 2001, pag. 1.

TIME DO HEXA  CAMPEONATO  BAIANO DE 1978 
 Time do Bahia:  com Baiaco o n° 6  em pé  da  esquerda p/ direita, o seu lado Mérica o 5/ na  foto), Fonte Nova década de 1970. Foto reproduzida do Jornal A Tarde  18/12/1978,  segunda-feira. Bahia  Hexacampeão Baiano  em 1978. pag.3
 Bahia:  Luis  Antonio, Toninho,  Sapatão, Zé Augusto, Merica e Baiaco (Em Pé); Agachados;
Washington Luis, Douglas, Beijoca, Fito e Jésum. 

                  REPÓRTER MARTINHO LÉLIS  - ENTREVISTANDO   PELÉ 1969
Pelé sendo entrevistado pelo repórter   e  campo  Martinho Lélis  na    sensacional partida entre Bahia 1x1 Santos  de  Pélé, na lendária  Fonte Nova. Pelé nessa  partida  quase marca o milésimo gol  da  sua carreira esportiva em 1969, tendo o zagueiro tricolor  Nildon,  salvo o gol Mil, ao dar um  histórico carrinho, quando a bola  ia   atravessar a  linha  de gol.
Depois desse  inusitado lance, Nildon passou a  ser apelidado de "Nildon Birro Doido!".  A Fonte Nova  pegou um  público recorde(mais de 40  mil pessoas),  na história  do 1° Anel de Arquibancada, toda a  imprensa escrita, televisada e   falada  estavam presentes  na  Fonte Nova, que vivenciou momentos  sublime de apoteose  futebolística!
 Foto  reproduzida  dom livro Bahia Esporte Clube da  Felicidade  - 70 Anos  de Glórias, de Nestor  Mendes Junior, ano 2001. 
Martinho Lélis em 2012 um dos comentarista Esportivo da  Rádio Sociedade da Bahia.
Texto  legenda da foto, de  Chiquitinha  Maravilha.


JORGE CAMPOS
Por Chquinha Maravilha

Jorge Campo atacante do Bahia, nasceu no dia 21/05/1654 na cidade de Itororó, Jorge iniciou jogando futebol de salão na sua cidade, onde era destaque aos 15 anos de idade como goleador do time do Botafogo.


No dia 08/04/1973, Jorge Campos jogando no amistoso entre Bahia e Seleção de Ipiaú, a campeão do Intermunicipal de 1972, no jogo das Faixas, Evaristo de Macedo treinador do Bahia ficou impressionado pelo bom futebol, do centroavante Jorge Campos e pediu a diretoria do Bahia para contratar o citado jogador.
No ano de 1974, Jorge Campos fez a sua estreia diante do America Mineiro no empate de 2x2, ao entrar nos minutos finais da partida.
No ano de 1974 o Bahia tinha excelentes atacantes a exemplo de Douglas, Beijoca, Jésum e outros craques da bola, por isso Jorge Campos foi atuar na ponta direita onde realizou lindas partidas no time do Bahia, marcando gols.

Jorge Campos ficou no Bahia até o ano de 1978, quando foi negociado para o futebol mineiro atuando no Atlético e por motivos de contusões Jorge Campos não apresentar seu belo futebol quando atuava no Bahia.

OUTRAS EQUIPES
Do Atlético Jorge foi para a Ponte Preta/SP, depois para o Sport Club do Recife, depois voltou ao Atlético e em 1979 foi para o Vitória, depois foi para Sport de Recife em 1980 e na Ponte Preta em 1981, depois no Central de Caruaru/PE, retornou ao Sport, jogando ainda no CSA e, em 1984 no Leônico/BA, no time repleto de jogadores com passagem no Bahia e outras equipes do futebol baiano (Douglas, Ricardo Longhi, Beijoca, e Cia... sendo nesse ano de 1984 vice-campeão Baiano.

ENCERROU  CARREIRA EM 1986


Jorge Campos encerrou sua carreira de jogador de futebol no ano de 1986 no time do Itabuna. Jorge Campos operou os dois joelhos durante a sua carreira de futebol ( 1974 a 1986, 12 como jogador profissional).
Jorge Campos foi homenageado pela Federação Baiana dde Futebol com seu nome no troféu de ampeão do Intermunicipal de 2012.

Fonte: Bahia Esporte Clube Da Felicidade – 70 Anos de Glórias, de Nestor Mendes Junior,ano 2001, pag.148




JORGE CAMPOS:
 MARCANDO MAIS UM GOL P/  o  BAHIA Década 1970.
 Jorge recebe o cumprimento  de  Franklim Douglas, ao marcar um gol para o time do Bahia  na Fonte Nova  na década de 1970 "A Década de Ouro p/ o Bahia!". Jorge  jogou no Bahia de 1974 a 1978  quando vendido  ao Atlético Mineiro.
Foto reproduzida do  Livro  de Nestor  Mendes Junior, Bahia  Esporte Clube da  Felicidade - 70 Anos  de Glórias, ano 2001, pag. 148. Na foto acima  Jorge é o  do meio.



JOSÉ FRANCISCO SANFELIPPO
(O ARTILHEIRO ARGENTINO TRICOLOR!)
Sanfelippo nasce  no dia  4/05/1935 em Bueno Aires  capital da  Argentina, um os maiores artilheiros  da Argentina, sendo  o maior artilheiro do  San Lourenço de  Almagro, da Argentina  marcando de 1953 a 1962 200 gols.
Sanfelippo veio para  o Bahia  no ano  de  1968, emprestado de  graça   por Castor de Andrade, depois de   uma tumultuada passagem pelo Bangu do Rio  de Janeiro, ficando Sanfelippo  no Bahia  até o ano de  1971, quando regressou  para  a  Argentina  sua  terra  de origem.
Sanfelippo   jogou no ataque do Bahia    de  centroavante, sendo na realidade um falso centro avante, saindo para  buscara bola, tabelar e  marcar lindos gols!
Um desses lindos gols  aconteceu durante  a partida   do Baiano de  1969,  quando  Gajé ponteiro direito do Bahia  numa cobrança de escanteio no ataque do Bahia, indo a bola cair na linha  esquerda  da defesa  do Itabuna, Sanfelippo  de posse  dessa  bola, e tendo diante de  si, dois   zagueiros “verdadeiros armários “ do time  do Itabuna,  deu um toque  de  balão na  bola  que encobriu os  zagueiros itabunense, num genial “banho  de  cuia”, na altura da marca  do pênalti, Sanfelippo  matou a  bola  no peito e  jogou na “gaveta”   marcando um lindo gol!

CAMPEÃO DE 1970  NO ESTÁDIO  DA GRAÇA 
Sanfelippo   foi campeão   jogando pelo Bahia  no ano  de  1970,  ao derrotar o Itabuna  por 6x0, marcando Sanfelippo 3 gols, Carlinhos Gonçalves, Zé Eduardo e Baiaco, a  parte foi no Estádio Arthur Morais  (Estádio da Graça  (a  Fonte Nova estava  em reforma  de ampliação das suas  dependências (2º anel de  arquibancada foi edificado, sendo inaugurado em março de  1971).

BAHIA 6x0 ITABUNA /15/12/1970
O Bahia jogou   com Renato,  Aguiar (Paes),  Zé Otto,  Roberto  Rebouças e  Souza; Amorim e Baiaco.  Carlinhos Gonçalves (Manezinho),  Zé Eduardo,  Sanfelippo e Arthur. Sanfelippo marcou  7  gols, Carlinhos Gonçalves  e Zé  Eduardo marcaram  com 13  gols, foram os principais artilheiros do Bahia.
Sanfelippo   no dia  13/06//1971 depois  da partida  entre  Bahia 1x0  Flu de Feira (na  cidade de Feira de Santana. Samnfelippo deu um entrevista  na  Rádio  Cultura  dizendo que  foi enrolado pelo  presidente  do Bahia Alfredo Saad  que havia prometido a  Sanfelippo o cargo de  treinador do Bahia no lugar  de Freitas Solich.
Uma semana depois Sanfelippo arrumou  as  malas  e  foi embora para  a Argentina. Fonte: Bahia Esporte  Clube Da Felicidade – 70 Anos  de Glórias, de Nestor Mendes  Junior, ano 2001, pag. 139 e Jornal A Tarde,  edição de  quinta-feira  dia  16/12/1970

HENRIQUE “O GIGANTE DE ÉBANO!”
 O zagueiro  Henrique dos  Santos, carioca, depois  de  jogar na Portuguesa /RJ,  veio jogar no Bahia trazido pelo jogador  Lourival Lorenzi  no  ano de  1957, ficando no tricolor até  1967, conquistando   os  títulos  de  1958  a 1962 e 1967, além de  participar da  conquista  da 1ª Taça Brasil em 1959, completando  seis títulos  pelo Esquadrão  de Aço.
Henrique  foi um gigante  na  zaga  tricolor, sendo apelidado ‘Gigante de Ébano!”.   O zagueiro Henrique costumava surpreender as defesas  adversárias com suas certeiras  cabeçadas, uma  arma     ainda defensiva na   zaga  do Bahia.
Henrique  marcou      com a camisa  do  Bahia  405 gols  ao longo  da sua  carreira   de  jogador  do Bahia, Henrique  Fonte: Bahia Esporte  Clube Da Felicidade – 70 Anos  de Glórias, de Nestor Mendes  Junior, ano 2001.

PAULO RODRIGUES  BARCELOS
Paulo nasceu   no dia  10/05/1960, foi contratado  pelo  Bahia junto ao  Botafogo de Ribeirão Preto/SP, demorou a  se  adaptar no time   tricolor e adquirir a sua condição física  ideal, por isso   ficou no banco de  reservas nos primeiro jogos da Copa do Brasil  de  1988.
Paulo Rodrigues  foi aos pouco ganhando a  confiança  do  técnico  Evaristo  de Macedo e se  tornou o grande comandante do time tricolor campeão de  1988.
 Paulo  Rodrigues  um jogador   elegante em campo,    jogava  de  cabeça em pé, inteligente no raciocínio das jogadas, a  ola  no us pés  era tratada  com maestria dos  grandes   médios volantes  do futebol  brasileiro e  pelas  suas   notáveis    partidas  na  Copa União  de  1988,  Paulo Rodrigues  ganhou  a   a “Bola  de  Prata”  da Revista Placar.
Paulo Rodrigues ficou  jogador no  Bahia  até o ano  de 1991, indo para sua  terra  natal,  Uberaba. Fonte: Bahia Esporte  Clube  da Felicidade – 70 anos de  Glórias, de Nestor Mendes 2001, pag. 152

JOSÉ EDUARDO - O CRAQUE DA BOLA!
José  Eduardo nasceu   em Cipó/BA,  em  29/10/1948,  veio   jogar no Bahia   no ano  de  1967.  Com a  inauguração  do Estádio da Fonte Nova  no  ano  de  1971, marcou o 1º  gol     no citado Estádio,   no quadrangular inaugural das  reformas de ampliação )2º Anel de Arquibancada), na  partida    1ª  da rodada  dupla,  Bahia1x0 Flamengo/RJ, o  2º  jogo foi  Vitória  x  Grêmio o jogo da tragédia   “A Fonte Nova  Está Desabando!”, Chiquitinha  Maravilha  está    no  estádio  no local onde tudo se  iniciou..
José Eduardo ídolo  da    Nação Tricolor,  entre  o final da na década de  1960 e  início da  década de 1970.   No ano de  1971 Zé Eduardo brigou  com os  cartolas  do  Bahia, bom de bola   virou moeda de troca. O São Paulo ofereceu  os jogadores  Tenente, Picasso e  Téia, o  Fluminense   Mickey, Oliveira  e   Jair,  o Santos, Abel e  Picolé  e o  Flamengo  o ponta esquerda Caldeira, o central avante  Dionísio, o  ponta –direita  Ademir e  pelo meia  Paulo César.
 Zé Eduardo acabou sendo trocado  pelos  jogadores citado do Flamengo, no time da  Gávea,  Zé Eduardo  não conseguiu realizar  as  magníficas apresentações   realizadas    no Bahia  e   acabou    indo jogar no Vitória  no  ano  de  1972     
Fonte: Bahia Esporte  Clube  da Felicidade – 70 anos de  Glórias, de Nestor Mendes 2001, pag. 151

OSNI LOPES - O BAIXINHO BOM DE  BOLA!
Osni Lopes  nasceu  em Osasco/SP, no dia  13/07/1952,  chegou  para jogar  no Vitória no ano de  1972, tinha a  idade  de 20 anos e no ano de  1980, Osni   assinou contrato com o Bahia  em  1980, virando ídolo tricolor.
TÍTULOS DE OSNÍ  NO  BAHIA
Osni conquistou os  seguintes  títulos   jogando  pelo Bahia: Campeão Baiano de  1981, 82,  e 1983, no ano de  1984  quando o Bahia vivia  na  numa  crise tremenda  e   Osní foi convidado pela  diretoria do Bahia para  assumir o comando  técnico do  Bahia  no lugar de Zé Duarte.
Osni estreou  no  Bahia na  condição de  jogador e treinador  do Bahia  no  dia 07/9/1980.  Osni foi o grande  herói do tetracampeonato   do Bahia.
Osni  de 1.52 m de altura,  chuteiras nº 35, foi revelado no time  do Santos,  chegando em Salvador no ano  de  1971, tinha  19  anos  de  idade.   Numa  jogado inusitada  na  Fonte   no Clássico  Bahia   x  Vitória,   dia  13/05/1973 data  do aniversário do Vitória,  cujo lance   gerou pancadaria  no BAVÍ. Osni se  agachou e  dominou  a bola, três a  quatro vezes, com o joelho, até  que  o lateral esquerdo Romero  do Bahia,   puxou  Osni  pelo Cabelos, aí    começou a   pancadaria:
Fernando Silva  do  Vitória   eu um pau  em Romero e   Roberto Rebouças se  meteu na briga e....
Osni foi três  vezes  artilheiro do Campeonato Baiano e  conquistou  os  títulos: Em 1972/ Vitória,  pelo Bahia  em 1981/82/83,   e como jogador e treinador em 1984. Osni  em 2013 a  partir  da presidência  de  Schimitt  foi nomeado  Gerente  Técnico do Bahia
 Fonte: Bahia Esporte  Clube  da Felicidade – 70 anos de  Glórias, de Nestor Mendes 2001, pag. 150  e   Jornal Correio da Bahia, 1º/02/2011, pag. 28.

THYRSO MALTEZ FROST REGO
(THYRSO CHIQUITINHA)
Thyrso Maltez Frost  Rego, apelidado de Chiquitinha nasceu no dia  9/01/1949 na  cidade de Salvador, menino  da Barra desracava-se nas peladas  do Farol da  Barra ou no campo do Amazonas, onde é hoje o Chame Chame, no ano de  1968 o seu amigo  André Maluco o levou para  se  apresentar o Bahia para uns  testes.
Foi no mesmo  dia  que Baiaco  e   Caetano  ambos  de São Francisco  do Conde  se apresentaram  pára serem avaliados. Aprovados Thyrso Chiquitinha fez  a  sua estreia no mesmo  ano  de 1968  no  Robertão diante  do Fluminense;
No ano de 1970  Thyrso foi campeão Baiano, mas  como  era    ainda  muito jovem,  foi  emprestado sucessivamente  aos  times  Ypiranga,  Botafogo e Leôncio times  nos  quais    jogou   barbaridade e no  ano  de  1973, aos  24 anos por pressão da torcida  tricolor Thyrso voltou  ao Bahia;
 Thyrso     cabelos  untados com Gumex  fora trocados, ppor m estilo mais hippe, mas o futebol continuava o mesmo  de excelência   qualidade, sendo um pnta doeota atrevido  que n]ao  tinha medo  de cara feia.
Thyrso  Fo tetracampeão   pelo Bahia   no  ano de  1973 a 1976, quando saiu para jogar no América (RJ)  no dia 1º  de janeiro  de  1977 aos  28 anos de idade,  transferiu-se  para o Fluminense de Feira de Santana/BA, indo depois para o Colorado do Paraná e aos 31  anos   retornava  à Bahia.De 1980  a 1983  atuou pelo  Leônico.
AAB ULTIMA EQUIPE QUE JOGOU
 No ano  de  1984.  Eliseu Godoy  então treinador  do AAB  que disputava  o Campeonato baiano e   que estava para ser rebaixado   convidou Thyrso para  jogar no  citado time   para  salvar   oAAB do possível  rebaixamento do Baiano  de 1984.
Thyrso  ganhou  dois dos três jogos, livrou   o time ABB do rebaixamento  e fêz três  gols  decisivos.
Thyrso não se  curvo perante  os  cartolas,  enfrentou desafios, respeitava  a  camisa  tricolor, clube  que  passou  a  q a  amar desde menino nos  tempos das peladas  no  Farol da  Barra, quando  recebeu de presente uma camisa  do Bahia  ofertada  pelo ex-jogador  do Bahia    Bayma  que  atuou no time  do Bahia  no ano de  1931.
No ano de  1960 Thyrso, na  comemoração  do título da 1ª  Taça  Brasil conquistado pelo  Bahia   aos 11 anos  saiu  pela manhã acompanhado a multidão  e só retornou pela  madrugada, apanhou dos pais  mas disse  que  valeu a pena.
O apelido Chiquitinha  advém da  música  de Caetano Veloso Chiquita Bacana.Thyrso Chiquitinha  numa  jogada     genial, maravilhosa,  no  campeonato Baiano  de  1974 diante do  rival Vitória saiu  driblando toda  a  defesa  do   rubro-negra  para entregar   com açúcar  e  mel para o centro avante Piolho  marcar  o gol do título do Bahia (1974).
Outro  lance  de amor,  garra  e determinação, aconteceu   no ano de  1975  na  Fonte Nova ao  fazer o gol  do Bahia que deu o campeonato ao tricolor, quando aos   45  minutos do segundo tempo, Thyrso  enfiando a  cabeça entre os rubros-negros Procópio e o goleiro Joel Mendes marcou o gol do título.
Por causa desse  heroico lance, Thyrso Chiquitinha  foi  direto do campo de jogo, da  Fonte Nova para o Hospital.   
  Fonte: Bahia Esporte Clube  da  Felicidade – 70 nos  de Glórias, de  Nestor Mendes  Junior, psg. 146.


ALBERTO LEGUELÉ
 Alberto Leguelé nasceu  no  dia  28 de  janeiro de 1953  em Santo Amaro da Purificação, quando estudante Alberto foi aluno  de  Mabel Veloso.tendo Alberto inicido no  futebol  jogabdo  no  time  do Ypiranguinha de Santo Amaro,
No  ano  de  1971  Alberto  Leguelé  aos 18 anos   foi residir em Salvador, morando na casa do tio  Vilela, no Stiep. Alberto viu o Bahia  treinando  na  Fazendinha (local de treinamentos  do  Tricolor),  e   voluntariamente    se  apresentou ao treinador Florisvaldo Barreto e  pediu para  treinar  no Bahia  e  foi aprovado, assinando contrato.

ESTREIA DIANTE DO ATLÉTICO MINEIRO 1972
No dia 20 de  de fevereiro de 1972, Alberto estreava  no  time  de  profissionais do Bahia    no empate  de  0x0 diante  do Atlético Mineiro  na Fonte Nova, os cartolas  tentaram impedir  que o treinador Jorge Vieira não  escalasse   Alberto Leguelé,  alegando que ele era  muito jovem  (tinha 19  anos). Mas Jorge Vieira  o escalou, pois    confiava nas qualidades notáveis  de   Alberto.
Alberto sucedeu aos       notáveis meio campistas  Delorme, Eliseu,  sendo Alberto titular  dói Bahia, onde  foi campeão baiano cinco vezes,  e  na Seleção  Brasileira  Brasileira de Amadores, Medalha de Ouro nos  Jogos Pan-americanos  do México, em 1975, campeão do Torneio  Pré-Olímpico e 4º lugar nas Olimpíadas de Montreal, em 1976.
Uma  contusão crônica no  no joelho em 1977 e  a  irreverência comprometeram Alberto Leguelé de uma brilhante carreira  de  jogador  de futebol profissional.
Alberto jogou ainda nos  times do Flamengo/J, CSA/AL,  no Vitória/BA.  no Nacional /AM,  Fast/AM,  na  Bolívia, no América/RN e no Alecrim/RN.
Alberto no de 1982 voltou a  Bahia, mas ficou  pouco tempo, em 1984 pendurou as  chuteiras  no Ypiranga, tinha  31  anos de idade. Alberto  foi auxiliar-técnico do Camaçari   no  ano de  1998, sendo   Gilson Porto, o técnico.

EVARISTO DE MACEDO FILHO
Evaristo de Macedo Filho, ponta de lança nasceu no dia 22/06/1933, no Rio de Janeiro, sendo pai de três filhos. Evaristo jogou nas equipes do Madureira, foi para o Flamengo (1953) depois Seleção Carioca  de Juvenis, , Seleção Brasileira.
Evaristo  foi tricampeão carioca nos anos de 1953, 1954 e 1955, juntamente com Zagalo, antes de ser o primeiro brasileiro a jogar pelo Barcelona em 1957. Curiosamente, a ida de Evaristo para a Europa o afastou da seleção brasileira.
Às vésperas da convocação para a Copa do Mundo de 1958, recebeu um telefonema do coordenador Carlos Nascimento informando a Evaristo que pedisse ao Barcelona para ser liberado para jogar pela seleção, não sendo atendido.
Com a Espanha fora da Copa, a Liga não parou e Evaristo jogou durante 5 anos na Espanha, ganhou 2 campeonatos e uma taça. Pela equipe do Barcelona, conforme o site do citado time, Evaristo jogou 226 partidas e marcou 178 gols.
Às vésperas da Copa do Mundo de 1962, no Chile, o Barcelona sugeriu que Evaristo que se nacionalizasse para abrir vaga de estrangeiro e poder ir ao mundial pela Espanha. Evaristo recusou e assinou contrato pelo Real Madrid.
Evaristo de Macedo craque como técnico e também como jogador, era dono de uma técnica apurada e estilo assassino. Chutava com as duas pernas e cabeceava bem, não media esforços para marcar gols.
Evaristo foi campeão nacional em 3 anos em Madrid e no ano de 1965 retornou ao Flamengo para os dois últimos anos da sua carreira, parando de jogar em 1967 no Falmengo. Evaristo jogou ao lado de grandes jogadores internacionais como os húngaros, Puskas, Kubala e Kocsis além do argentino Di Stefano.
Carreira de Treinador
Evaristo aprendeu muitos ensinamentos com os treinadores que dirigiu os clubes que ele atuou. Evaristo explica: “Jogador já sofre muito com a crítica da imprensa e torcida, tem que ser humano, e saber acolher”.
 Evaristo buscou entender todos os problemas dos jogadores, mas procura não intervir na vida pessoal, exceto se algo atrapalhasse o clube. Evaristo começou na função de treinador dirigindo a equipe do América-RJ, Vasco,  passou pelo Fluminense/RJ, Flu da Bahia, Uberlandia/MG, Corinthians, Flamengo, Vitória da Bahia e foi campeão no Santa Cruz até chegar no Bahia em 1973, quando sagrou-se campeão. Acumulou taças ao longo das décadas seguintes.

Títulos Conquistados no Futebol Baiano
Foi campeão baiano de 1973, 1988, 1998 e 2001 e o brasileiro de 1988, além da Copa do Nordeste de 2001. Evaristo foi vice-campeão elo Bahia  no  ano  de  2000, em  1995 treinou o Bahia mas não conseguiu ser  campeão.

O PRIMEIRO TÍTULO
Evaristo treinou o Bahia  pela primeira vez no ano de  1973, sendo campeão ao derrotar o Atlético de Alagoinhas noi dia  12/08/1973 na lendária Fonte Nova, o time  campeão:   Buttice (argentino), Ubaldo,  Altivo, Roberto Rebouças, Baiaco e Romero;  Natal,  Douglas (Eliseu), Picolé (Everaldo),  Fito  e Perí. Técnico Evaristo Macedo (seu 1º título no futebol baiano e  pelo Bahia, tendo 40 anos  de  idade Evaristo.
Atlético de Alagoinhas:  Pompéia,  Elson (Bahi),  Enio, Silva Paraiba,  E Juca; Catu e Delorme., Paulinho,  Dendê, Serrinha (Caroço),  Jaldemir. Técnico Pinguela.
Juiz - Clinamulte Vieira  França
Gols de Douglas  aos  21 do 1º tempo e  Peri  aos  10  minutos do  2º tempo.e  França, renda  247.839,00, locl da partida   Fonte Nova    com o 2º anel de arquibancada.
O Bahia  marcou 61 gols e  levou  14.  Goleadores  Douglas 18 gols,  Picolé 15,  Fito 10,  Natal e Peri  4, Everaldo 3,  Altivo e João Daniel 2,  Antoninho, Eliseu, Washington, todos  1 gol cada.
O Bahia  perdeu apenas uma  partida  para o Vitória,   foi campeão baiano de 1973, 1988, 1998 e 2001 e o brasileiro de 1988, além da Copa do Nordeste de 2001.
Evaristo de Macedo treinou outros times além dos citados, a exemplo do Grêmio campeão da Copa do Brasil de 1997.

EM OUTRAS  EQUIPES DO BRASIL
Evaristo foi tricampeão  duas vezes (Flamengo e Real Madri), bicampeão pelo time do Barcelona/Espanha. Evaristo de Macedo treinou outros times além dos citados, a exemplo do Grêmio campeão da Copa do Brasil de 1997.
TÍTULOS NA EUROPA
 Evaristo foi campeão   pelo  time do  Barcelona  em 1957 sendo  bicampeão,  tricampeão ela  Copa da  UEFA, no Real Madri em 1965 foi  tricampeão.  
TÍTULOS NAS  SELEÇÕES
Evaristo conquistou dois  Sul Americano Juniores  em 1966 e 1967, treinando a Seleção  o Catar  (Emirados  Árabe) no Mundial  de  Juniores em 1981 contra  a  Alemanha, sendo  a  Seleção  do  Catar  formada  por Evaristo  Macedo,
Treinou Seleções
Evaristo treinou as seguintes seleções estrangeiras: Cata, Iraque e o Brasil. Evaristo foi escolhido pela pesquisa realizada pelo Correio da Bahia como o melhor treinador do Bahia. Evaristo  treinou a Seleção do Iraque, classificando para a Copa do Mundo, em 1985 dirigiu a  Seleção Brasileira.
Fonte de pesquisa: Correio da Bahia, sábado, 05/02/2011, pág. 39,  Bahia Esporte  Clube  da Felicidade – 70 anos de  Glórias, de Nestor Mendes 2001, pag. 89.Jornal da Bahia  14/08/1973, terça-feira.
TÉCNICO GENINHO
Ephigênio de Freitas Bahiense, popularmente conhecido como Geninho, nasceu em Belo Horizonte no dia 10/09/1918. Geninho treinou o Bahia na Taça Brasil exceto na partida contra o Santos quando o Bahia venceu por 2x1 no Estádio do Maracanã.
Geninho ex-pracinha  da Força expedicionária  Aérea  Brasileira, onde  combateu em Monte Castelo, It[alia  na  2[  Guerra Mundial.
Geninho,  o Ephigênio de Freitas Bahiense foi um dos primeiros técnicos  a usar a tática  como técnica para ganhar   o jogo.  No Bahia  Geninho usou  a psicologia e dos seus  conhecimentos bélicos  para motivar  os  atletas tricolores  só treinavam um período, botando o time o Bahia para ensaiar Full-time.
Antes da partida    contra  o Santos  na Vila Famosa, Geninho  disse   na  preleção”  O canhão só funciona  com munição. Por  isso  o nosso objetivo  principal  era  deter  os canhoneiros  do Santos no caso Jair  e  Zito, para  que  o canhão, Pelé, não  funcione”.
Marito e  Biribas, os pontas   direito  e  esquerdo do Bahia voltavam para  marcar, num tempo  em que os  pontas  podiam a  bola  no ataque -  embolando o meio  de  campo do santista  atrapalhando a  vida dos  dois principais municiadores de  Pelé.
Fonte de pesquisa: Correio da Bahia, sábado, 05/02/2011, pág. 39, Bahia  Esporte Clube Da Felicidade-  70 Anos  de Glórias de Nestor Mendes Júnior, pag. 73.

ZÉ OTTO
José Otto Pinto Guimarães, nasceu na cidade de Salvador  no dia  31/10/1940, tendo iniciado a sua carreira  de jogador de futebol no  Botafogo de Jequié/BA., depois foi para o Ypiranga/BA., Bangu /RJ,  no  qual foi campeão Carioca em 1966 e   arrumou uma  confusão fia  que  acabou saindo   do Mineirão de  botina, disfarçado de padre.
Zé Otto jogou no Bahia  de 1968  até  1972, sagrando-se  bicampeão  Baiano em 1970/71. (1970 no Estádio da Graça e em 1971  na Fonte Nova  (reinaugurada com o  2º  anel de  arquibancada).

BAHIA  6X 0  ITABUNA /1970 NA  GRAÇA
Data 16/12/1970/  uma   quarta feira.
LOCAL: Estádio da Graça
Time do Bahia  campeão Baiano de  1970  no Estádio  da Graça  formou com  Renato, Aguiar (Paes),  Zé  Otto,  Roberto Rebouças e Souza;  Amorim e Baiaco;
Carlinhos  Gonçalves (Manezinho)  Ze  Eduardo, Sanfellipo e Arthur.
Participaram da campanha  Vitoriosa: Manezinho,  Jurandir, Adevaldo, Nildon, Janjão,  Jair, Eliseu, Aurelino, Gijo, Luis Rodrigo,  Beijoca e Vando. Contra  o Itabuna na  vitória  de 6x0, marcáramos gols: Sanfellipo 3,  Carlinhos  Gonçalves, Zé Eduardo e Baiaco.  Renda  de 37.015  mil  cruzeiros.
Os artilheiros  da competição  foram Carlinhos Gonçalves 13 e  Zé Eduardo 13  gols, Baiaco 8 gols e Sanfellipo 7 gols.
 JOGADORES QUE MAIS ATUARAM
 Baiaco com 32  jogos, Zé Otto com 31, Carlinhos  31, o argentino Paes 30, Amorim 30, Sanfellipo 30 jogo, foram os que  mais  jogaram no Campeonato Baiano de 1970.
No 1º   jogo o Bahia  venceu por 3x0, gols de Carlinhos Gonçalves 2 e  Manesinho 1, dia  12/12/1970, um domingo.
Manesinho jogador revelado no futebol amador matense, time do ADM e participou do Intermunicipal  de 1965...

Fonte: Bahia Esporte Clube da Felicidade – 70  Anos de Glórias de Nestor  Mendes  Junior pagina  147, Jornal  A Tarde,   quinta-feira    dia  17/12/1970,
Zé Otto  costumava  dizer  “Se a  gente dá colher de chá, os  malandros estão lá dentro toda  hora”. Os malandros era os atacantes espertos  que ao aproveitar  o cochilo dos zagueiros  marcavam gols,
ZEZÉ MOREIRA
Alfredo Moreira Junior, popularmente conhecido como Zezé Moreira, nasceu no dia 16/10/1917 em Miracema, Rio de Janeiro. Na Bahia, Zezé foi hexacampeão em 1978 e hepta em 1979, dirigindo o Esporte Clube Bahia.
No título  de  1978 (Hexa) o Bahia era dirigido por   Zezé Moreira   e o  Vitória   que ficou com o  vice-campeonato  era  dirigido por Aymoré Moreira, este  irmão de Zezé Moreira.
Fonte de pesquisa: Correio da Bahia, sábado, 05/02/2011, pág. 39

RONALDO PASSOS - O GOLEIRO DO BICAMPEONATO DO BRASI!
O goleiro  Ronaldo Passos  nasceu em Salvador no dia  27/11/1959,   iniciou  jogando futebol   nos infantis   do Bahia   no  ano  de 1973 aos  14  anos  de idade, saindo  do Bahia  apenas uma  vez  quando foi emprestado ao Flamengo  para  ganhar experiência.
Ronaldo  foi campeão pelo Bahia    na  década  de 1980, ganhando os  títulos dos  anos  de  1982, 1983, 1984, 1986, 1987 e 1988. Ronaldo   foi   Campeão da Copa  União de  1988, finalizada  em  1989 no  dia 19/02/1989, sagrando-se     campeão   em pleno Estádio  Beira  Rio, um  feito extraordinário  da “Máquina Tricolor  de  1988”.
Ronaldo   entrou no  time no time  do Bahia,  no lugar de  Sidmar  que foi  contratado pela  Portuguesa  de Desporto, Ronaldo Passos  que foi campeão da  Copa União  nas  oitavas-de-final quando realizou  fantásticas defesas, num  verdadeiro “paredão “ tricolor.
Ronaldo Passos, um goleiro que   marcou  época  no Bahia  na  década de 1980.  Ronaldo depois   que parou de  jogar futebol  se  formou em Direito.

OSMAR DOS SANTOS  MACHADO
Osmar  dos  Santos Machado nasceu  em São Francisco do Conde  no dia  18/04/1961, tendo iniciado  no Ypiranga, depois  foi para o Galícia em 1982,   onde  se  destacou no Campeonato e  a revelação do Campeonato Baiano.
O Bahia contratou  o bom futebol  de  Osmar,  sendo Campeão do ano  de 1988, Copa União  1988. 
OSMAR TREINADOR INTERMUNICIPAL 2011/2012
Osmar  depois  que  parou  de  jogar  futebol  profissional  foi ser treinador de futebol, treinando  a  Seleção de São Francisco do Conde no ano de  2011  foi  campeão e  de  2012. 
Fonte de Pesquisa  Jornal da Bahia, terça-feira dia  21/02/ 2001,Correio  da Bahia, Bahia  Esporte  Clube  Felicidade – 70 Anos  de Glórias, de Netor Mendes  Junior, ano 20001.   

MARITO ” O DIABO LOURO DA NAÇÃO TRICOLOR!”
Por Chiquitinha  Maravilha
Mário  da Nova  Bahia, o Marito nasceu  no  dia  16/05/1932 na  cidade  de  Salvador, na infância Marito gostava  de   jogar   futebol nas areias    das  praias  da  Ribeira,  na Península  Itapagipana, era um garoto bom de bola, sendo  Marito levado para  jogar  seu belo futebol no time  do São Cristovão por seu irmão José,  sendo o treinador do citado time,  Novinha (atacante que  jogou futebol  nas  décadas de  19430/40) e  irmão de criação de  Marito.
Do São  Cristovão   Marito foi para  o  Ypiranga de Apolôninário Santana, o Popó, ex-Craque  afrodescendente, considerado o Maior Jogador do futebol baiano, isto  na  era da   Campo   da  Graça (Estádio  Arthur Morais) nas décadas  de 1920/30.
 Pópó faleceu no  dia  17/09/1955 aos  sendo o os funerais custeado pela federação  Baiana de Desporto Terrestre (FBDT). Popó  jogou  futebol  durante 22  anos, conheceu a  fama, o sucesso ea  decadência  orgânica.  Popó foi  um dos ídolos  do futebol Baiano na  sua   fase  embrionária o  e  do semi-profissionalismo. Marcou 135 gols
Popó  foi  homenageado por   seus  brilhantes  feitos    futebolístico, na  cidade de  Salvador (Federação) com seu  honroso  nome   em    ruas e transversais  e  também com seu  nome  em    Campo  de  futebol no  interior  da  Bahia.

MARITO UM PONTA  VELOZ, DRIBLADOR....
Marito  era ponta  direita  veloz,  driblador por excelência,  sabendo usar as  duas pernas  nas   suas  endiabradas  fintas, o que lhe valeu o apelido de “O Diabo Louro  da  Nação Tricolor!”.
O belo  futebol de Marito   foi  reconhecido pelo   treinador  Flávio Costa, técnico da Seleção Brasileira  de na  Copa  do Mundo de 1950,  Flávio pediu a Marito para ir treinar  na magnífico time  do Vasco da  Gama  que   tinha  excelentes jogadores  no seu  elenco, sendo na  ´wepoca apelidado  de” Expresso da  Vitória”.
Mas Marito não aceitou o convite, pois  seu  pai e  seu irmão José  que deu  a  maior  força  para  Marito  se  profissionalizar  não ia  deixar  o  “Diabo Louro” se  afastar  do   seus  familiares.
 MARITO NO  BAHIA DE 1953/62
Marito  no ano de 1953  assinou contrato com o Bahia, tinha a idade  de   21 anos  e  estava numa  forma notável  tecnicamente e  fisicamente. Marito  encerrou seu  contrato com o Bahia  no  ano de  1952 aos  29  anos de idade indo trabalhar na  Petrobrás

NO BAHIA TÍTULOS, FAMA  ADMIRAÇÃO E RESPEITO!
No Esporte  Clube  Bahia   o  ponta  direita  Marito fez   história,  conquistando 7 títulos Baianos, incluindo o Penta de  1958 a  1962, conquistou a  histórica 1ª Taça  Brasil  e que foi reconhecida décadas  depois,  com    Primeiro Campeonato do Futebol Brasileiro.
Marito  “O  Diabo Louro da Nação Tricolor!” realizou  excursões  pela Europa  em 1957 e 1960, jogou  duas   Libertadores e foi titular nas finais das Taça  Brasil  de  1959 e  1961, Marito jogou muita bola   no  ataque tricolor!
Marioto  foi companheiro do maior   artilheiro  do  Bahia até  2012, Carlito que  marcou 2... Carlito jogou no Bahia entre  os anos  de  1947  a  1961, apesar  de não ter muita  técnica, Carlito  era   um  magnético  goleador,  ficava    na   área plantado e quando a  bola chegava  nos seus  pés  era   sempre convertida  em belos gols.
Marito vivenciou      temporadas  futebolística    maravilhosa   jogando pelo  Esporte Clube  Bahia  no seus  quase  dez  anos de Bahia.   Marito conquistou títulos   pelo Bahia   no  período citado, marcou   vários gols (ver os  gols), foi Campeão da  1ª Taça Brasil (reconhecido como  Primeiro Campeonato  Brasileiro).
Marito “O Diabo Louro da Nação  Tricolor!”  realizou  excursões  na Europa, pelos  Estados  do Brasil, enfim, Marito  foi um  jogador vitorioso na  sua  brilhante  passagem  pelo Esquadrão de  Aço, marcando  para  sempre   o seu nome  na  galeria  dos Maiores Ponta Direita  da  História   do Bahia, sendo  reconhecido, amado e  querido  pela  Eterna  Nação  Tricolor.
Marito faleceu  em Salvado,  a  sua terra  amada  no ano de 2012, tinha a  idade  de 80 anos.

BAHIA  CAMPEÃO BRASILEIRO  DE 1959
Partida  finalíssima:
Ficha do jogo:
BAHIA (BA) 3 x 1 SANTOS (SP)
Data: 29 / 03 / 1960
Local: Maracanã
Árbitro: Frederico Lopes
Gols: Coutinho 27′, Vicente 37′ / 1º T; Léo 47s ,Alencar 31 / 2º T.
BAHIA: Nadinho, Beto, Henrique, Flávio e Nenzinho; Vicente e Mário; Marito, Alencar, Léo e Biriba. Técnico:Volante
SANTOS: Lalá, Getúlio, Mauro, Formiga e Zé Carlos; Zito e Mário, Dorval, Pagão, depois Tite, Coutinho e Pepe.
Fonte: Correio  da  Bahia,  quinta-feira,  03/02/2011, pag. 33, Site Oficial do Bahia. Jornal A Tarde, e  outras Fontes  não citadas.

FLORISVALDO LATERAL ESQUERDO R TREINADOR
Florisvaldo Muniz Barreto, nasceu m Salvador, foi um  dos    notáveis   laterais   da história  do Esporte Clube  Bahia,  time   em que  atuou  de  1955  a  1967.
Florisvaldo começou  jogando futebol no Bahia  no time de Aspirante e  depois  de parar de  jogar futebol no Bahia,  iniciou   treinando  no time  das  equipes  amadoras do tricolor, sendo campeão  de  1968 a 1971.
Florisvaldo  participou da campanha  da  conquista da  1ª Taça  Brasil de 1959/60 e  de    conquista  de outros títulos  pelo Bahia.
Florisvaldo  ficou no cargo de auxiliar  de treinador e aos 53  anos de idade assumiu o comando técnico   do  Bahia  no dia  23 de agosto de  1983, após a  demissão  do   de Paulo Amaral e  conseguiu reabilitar o  time do Bahia, levando a  conquista sensacional do  título de 1983.
Florisvaldo  foi o comandante  do  Bahia diante  da  vitória  sobre  o Atlético  Mineiro, no dia  29/01/1984, quebrando  um tabu de  25  anos. Florisvaldo revelou  excelentes  de  base    no Bahia  Fonte:  Esporte  Clube da Felicidade..  pag.  69

JOSÉ CARLOS   CONCEIÇÃO DOS ANJOS – ZÉ CARLOS
José Carlos Conceição dos   Anjos,  Zé Carlos  nasceu  no dia 20/03/1965 na cidade de  Salvador, meio campista, iniciou  sua  carreira  de futebol    nos juniores   do Bahia e foi lançado   na  equipe principal  em 1986,  pelo, treinador Orlando Fontoni,  e constituiu—se   numa  das  maiores  revelações   do futebol de  base   do Bahia na década  de 1980.
Zé Carlos 1,76m de altura,  66kg, ele  barbarizou  na  Copa  União de  1988, onde marcou  9 gols sendo   vice-artilheiro,  foi o campeão  brasileiro  aos   23  anos. Zé  Carlos  foi campeão  baiano  pelo Bahia   no ano de 1988,  dentre outros   títulos conquistados.
Ze Carlos  fez  papel de  um ponta falso na  Copa  União, possuidor de um  excelente  condicionamento físico,  se mexia     em vários  pontos do gramados   no setor de  meio campo, ora  no ataque e   defesa. Fonte:  Jornal   da  Bahia ano de  1989
 PICOLÉ
 Pulo Roberto R. Mateus,  apelidado  de Picolé  nasceu  no dia 31 de   março  de  1962  em Santos/SP. Picolé começou a jogar  futebol  nas categorias inferiores  do Santos Futebol Cube, atuando ainda nas equipes  do  Coritiba, Bonsucesso, depois foi seu passe comprado  pelo Esporte Clube Bahia, sendo Campeão   no ano de 1973,  marcando  15  gols.
Fonte: Jornal da Bahia, 14  de agosto  de 1973, pág. 6.

ADOLFO JOSÉ LIMA  - FITO
Adolfo José Lima, o Fito nasceu  no dia  11/04/1951 em Teemembé/SP.  Fito   começou a  jogar futebol  no  time  do Taubaté e  depois foi para o Santos, jogou também no Coritiba.
 Fito conquistou seu primeiro título atuando pelo Bahia isto no campeonato de 1973, aos  22 anos de idade. Fito  1.73m de altura  peso  70kg. (em 1979).
FITO O HERÓI DO HEPTA CAMPEONATO 19
O meio campista  Fito  foi o herói  do inédito título   do Hepta campeonato  do Bahia no ano de  1979  ao marcar  o gol histórico  no  BAVÍ   aos  24  minutos do segundo tempo  ao chutar uma  bola  sem  muita  pretensão  de  gol e  o goleiro   Gélson do Vitória  deixou  a  bola escapolir  de  suas mãos  indo balançar a  rede   rubro negra, numa  infelicidade incrível, marcando Fito o  gol    do triunfo   do Bahia de  1x0 diante  do Vitória  que  jogava pelo  empate ou uma  vitória para conquistar o campeonato baiano de 1979.

Zezé Moreira   foi o  treinador  do Hepta campeonato  Baiano de  1979 e  pelo   Vitória Aimoré Moreira.
Fito foi um excelente  meio campista atuando pelo Bahia, sendo um   jogador destaque do time  do Bahia na década de 1970.

  FITO TREINADOR DE FUTEBOL
Fito depois de encerrar a sua  carreia  como futebol  foi ser treinador de futebol, treinando várias equipes  do Brasil  e   na  Bahia   treinou  o Bahia, dentre outras equipes.
 Fonte: Jornal da Bahia, 14  de agosto  de 1973, pág. 6.

ELISEU ANTONIO  FERREIRA VINAGRE DE GODOY
Eliseu nasceu  no dia  17/10/ 1945 em Santos/SP. Eliseu de  1.80m de altura pesando  75kg.  Eliseu  meio campista  de  qualidade técnica  notáveis, estilo  elegante,   e    com  aparência  de galã  de  cinema, era   querido e admirado  pela   Galera Tricolor.
Eliseu iniciou  jogando futebol  nas  Divisões de Base do Santos, atuou  na  Seleção Brasileira, nas Olimpíadas  do Japão em 1964,  nos  times do Fluminense,  São Cristovão, , Anderlech, Belenense de Portugal,...
ELISEU NO BAHIA
Eliseu     foi contratado  pelo Bahia  no  ano  de  1967   aos  23  anos, de idade, retornou  em 1968 para o santos e  depois  foi jogar  no time  do NerW York Genera’s, em 1969, depois   foi  para  a  Bélgica  no ano de 1970 e  retornou  ao  Bahia   no  dia 14/06/ de 1971,  ficando até o final da temporada de 1972. sendo  bicampeão  baiano de 1971 e 1972.
Eliseu  no ano de  1975, depois de passar  uma  temporada  no  futebol   em Portugal retornou  a  sua Bahia  amada e    jogou no Vitória, sendo vice-campeão  baiano  pelo  Vitória  de Gibira,  Altivo, Osni,  Jorge  Campos,  Washington,Valença,  Tião Marinho,  Valter, Valença,  Fernando, Didi Duarte....
O PIONEIRO  NO MARKETNG COM A TORCIDA
Eliseu foi pioneiro no “Marketing de relacionamento  com a  torcida, Beijava o escudo tricolor, mandava beijos, ia  até  o alambrado;
Eliseu  de  cabelos loiros, olhos azuis que  balançavam os  corações da  torcida  feminina   tricolor,  ajudavam a  criar essa imagem de  primeiro galã do futebol baiano. Eliseu tinha  um ótimo passe,  e lançamentos perfeitos.
Eliseu   jogou   na  Europa, USA,  no Sul do Brasil,   ao lado  de  excelentes  jogadores, mas  cita  que  Rebouças, Douglas  (ambos do Bahia)  e  San Felippo (argentino     que jogou no Bahia),  jogadores   geniais!
 Eliseu  campeão Baiano pelo  Bahia 1967, 1971, 1973, foi vice em 1972 pelo Bahia e      pelo Vitória  em 1975, sendo treinador  da  AAB em 1984, supervisor o Bahia  m 2011;

ELISEU  NA IMPRENSA FALADA E TELEVISADA
Eliseu  depois  que parou de  jogar futebol     foi apresentador  de Programas Esporti-vos  na   Televisão e   na  Radiofônia  Baiana  esportiva  a partir da década  de  1980, a exemplo    da  TV Educativa/BA,.....Fonte: Jornal da Bahia, 14  de agosto  de 1973, pág. 6. Bahia Esporte Clube da  Felecidade – 70 Anos de Glórias  de Nestor Mendes Junior/ ano 2001.

ROMERO
Jorge Romero Filho nasceu no dia  21/12/1951 n Brás  de Pina , Zona Norte do  Rio de Janeiro, seu pai trabalhava   na Empresa de trem Leopoldina, e sua mãe dona   Carmem, tendo 3 irmãos iniciando no futebol no time  do  Bonsucesso aos  16 anos, no  ano de 1972,  sua estreia  foi no Estádio do Maracanã na partida diante do Fluminense, perdendo por 5x1, no Flu jogavam  excelentes jogadores, a   exemplo  de   Félix, Rivelino, Galhardo, Assis, Oliveira, Marco Antonio, Didi, Cafuringa, Flávio, Samarone, Didi, Lula.. jogou  no Náutico em 1972,  indo  jogar no Bahia a  partir de 1973, onde conquistou  nesse mesmo ano o seu primeiro título  de 1973, o de 1974/75/76, 1979.
No ano de  1977 Romero foi jogar no Palmeiras/SP, meses depois foi jogar no Atlético Mineiro e  Botafogo, depois  retornou ao futebol Baiano quando tinha 28 anos, depois foi para o Sport de Recife. Onde  encerrou sua  carreira  de  futebol. Romero lateral esquerdo  que  pesava em 1973 65kg. E  tinha altura  de  1.76m. 
 Romero  teve diabete aos 28  anos,  sendo casado três vezes, filhos só  com dona  Fátima, a   Patrícia, carioca, e Priscíla, tendo dois netos. Romero reside em Salvador e trabalha na Companhia Baiana  de Pesquisa Mineral, no Centro Administrativo da Bahia.      
Fonte: Jornal da Bahia, 14  de agosto  de 1973, pág. 6. jornal Correio da Bahia 29/01/2011, pág. 35.
O ARGENTINO BUTTICE
Carlos Adolfo Buttice, argentino de  Bueno Ayres, nasceu no dia  17/12/1942 (31  anos  em 1973), além de defender as cores da Seleção Argentina  durante 4 anos,  Buttice   jogou  também no Huracan, Los  Andes,  São Lorenzo  e América do Rio de janeiro. Fonte: Jornal da Bahia, 14  de agosto  de 1973, pág. 6.
NATAL
Natal C. Boroni nasceu  em Belo Horizonte  no dia 24   de novembro de 1946, altura  de  1.70m, peso de  63 kg (1973),
Natal começo jogando  no Cruzeiro,  passagem pelo Corinthians,  Fluminense, Bahia  em 1973  onde foi campeão baiano. Natal  foi vendido  para o  time do  Málaga da Espanha. Fonte: Jornal da Bahia, 14  de agosto  de 1973, pág. 6.

ROBERTO REBOUÇAS
Roberto Rebouças nasceu na  cidade  de São Félix/Ba, dia 10/05/1940   e faleceu no ano de 1994. aos 54 anos. Roberto iniciou a sua carreira futebolística aos 17 anos de idade no time de Aspirantes do Esporte Clube Vitória, seu time de infância.
     No ano de 1966 Roberto Rebouças, jogador pertencente ao Vitória, foi emprestado ao Palmeiras de São Paulo, brigando com o treinador Freitas Solich do Palmeiras,  terminou sendo emprestado ao Botafogo de Ribeirão Preto e depois A Ponte Preta.
     De volta ao futebol baiano para o seu clube de origem, o Vitória, envolveu-se numa raríssima transação entre Bahia e Vitória, sendo trocado pelo centroavante artilheiro Didico, do Bahia, era uma troca até então incomum: um zagueiro trocado por um centroavante.
     Roberto Rebouças marcou história de amor, garra e determinação pelas cores tricolores, sendo várias vezes campeão, atingindo o seu apogeu técnico e físico na década de 70, onde impunha respeito aos atacantes adversários.
     4º zagueiro por excelência, Roberto Rebouças era um verdadeiro xerife da zaga tricolor, impondo respeito, liderança e raça, chegando ao ponto de quebrar por 4 vezes a perna, fruto de sua determinação e valentia com que se empregava diante dos seus adversários.
     Costumava declarar Roberto Rebouças nas suas entrevistas com os repórteres esportivos: “o jogador deve tratar a bola com carinho e arte. Tenho saúde pra fazer isso, embora não deixe de tomar meus pileques”. Roberto curtia dizer o que pensava do futebol e da vida, sendo curto e objetivo.
     Entre os jogos inesquecíveis de Roberto Rebouças, levou o Bahia à vitória contra o Botafogo na última rodada do campeonato baiano de 1971. O botafogo vencia por 2x1, quando aos 35 minutos do 2º tempo, quando o zagueiro Roberto resolveu jogar de atacante e levou o Bahia à virada, dando o passe e sofrendo o pênalti.
     O time do Vitória, que dependia do resultado da partida citada, estavam todos na boca do túnel do estádio da Fonte Nova, pois o vitória jogaria a partida principal contra o Jequié. Os rubro-negros ficaram espantados com a atuação de      Roberto, não se sabe quanto o resultado abateu a moral do leão da barra, que ficou num empate de 0x0 diante do time do Jequié, resultado que beneficiou o Bahia, que passou a somar 1 ponto a mais do que o Vitória e a vantagem do empate favoreceu na partida final, pois jogou mais tranquilo diante de um nervoso Vitória, que perdeu por 1x0 para o Bahia
     Roberto Rebouças antes de encerrar a sua carreira como jogador de futebol, foi homenageado com uma partida de futebol para comemorar a sua vitoriosa carreira como jogador de futebol profissional.
     Numa pesquisa realizada pelo Jornal Correio da Bahia em janeiro de 2011, Roberto foi escolhido como o maior 4º zagueiro da história do Esporte Clube Bahia, sendo seus concorrentes Henrique e Claudir.
ROBERTO REBOUÇAS ELEITO VEREADOR
Candidato a vereador pelo município de Salvador, Roberto Rebouças foi eleito.
FORMAÇÃO UNIVERSITÁRIA
Roberto Rebouças, depois de trancar a sua Faculdade de Economia e de Educação Física, formou-se em Direito. Fonte de Pesquisa: Correio da Bahia  27/01/2011, quinta-feira  e jornal da Bahia  14/08/1973

BEIJOCA
Jorge Augusto Ferreira de Aragão, nasceu em Salvador  no dia  23  de abril  de  1954, dia de São Jorge.  Jorge  apelidado de Beijoca  aos 13  anos de  idade era ídolo do time amador do  Vila  Real da  Baixa  do Sapateiros  que jogava  no campo da Graça, em 1969 Beijoca foi  levado por Moura Normando para um treino no Bahia, treinou, agradou e  foi contratado.
Beijoca de  futebol técnico, oportunista, arisco, rompedor e catimbeiro, era  o terror dos zagueiros  adversários, ele Beijoca  encarnou como poucos  jogadores que  vestiram o “Manto Sagrado da Nação Tricolor”tornando-se  um dos  seus ídolos.
Beijoca  aos 16  anos já participou da conquista  de  um campeonato o de  1970   disputado no Estádio Arthur  Morais (Estádio da  Graça).
TIMES ONDE   BEIJOCA  JOGOU
Beijoca aos 16 anos  de idade  foi    levado pelo treinador Fritas Solich  para  yeste no América/RJ, Aprovado, queriam coloca-lo no time  juvenil, não aceitando Beijoca, indo jogar no São Domingos  de  Alagoas, e  depois foi para o Fortaleza no Ceará e  retornou para o Bahia, sendo campeão baiano  nos  anos  de  1975, 76 e 77.
No segundo semestre de  1977  Beijoca  jogou no Sport de Recife e retornou ao Bahia  em 1978 e, no ano seguinte  1979  estava no Flamengo/RJ. No ano de 1984 Beijoca   voltou ao Bahia e  , para  mais uma temporada  e  no dia  29/01/, marcou os gols do triunfo  diante do  Atlético Mineiro clube eu  o Bahia  n~;ao vencia  há 26  anos, quebrando um longo  “Tabu”.
Beijoca  atuou nos  times  do  Catuense/BA,  Fortaleza/CE,  Vitória, Leônico, Fluminense/Ba.    no
 Sergipe Mogi Mirim/SP,  Londrina/PR,  Guará/DF,  Gama/DF, Camaçari/BSA.
Beijoca e Douglas  formaram uma  dupla  de   atacantes    sensacional, sendo Beijoca  campeão baiano   por  5  vezes. Beijoca  foi campeão da  Segunda  Divisão  do Baiano de   1991 pelo time do Camaçari  que subiu pela primeira  vezo  Baiano de  Profissionais.
Beijoca  se não fosse pelo seu gênio indomável, seria  um dos  maiores  artilheiros da história  do  Bahia.
Fonte:  Bahia  esporte Clube da  Felicidade – 70 Anos  de Glórias  de Nestor Mendes Junior ano 2001.  Jornal Voz da  Cidade 1991, e  outras  fontes não citadas.

Roberto Oliveira (Léo Oliveira)
 Léo Oliveira  nasceu no dia  29/06/1949  em Santos/SP,  Léo filho do jogador famoso do Jabaquara, de  Santos,.
Léo  Oliveira meio campista,  iniciou  nas   escolinhas do Santos Futebol Clube  jogou ao lado de Pelé e Cia...  Léo esteve   na  mira o Palmeiras, mas acabou indo  jogar  no Vitório mais não deu certo  no  rubro- negro  e acabou sendo  contratado  pelo Bahia  que   via   em Léo um  excelente meio-campista.
 Léo  no Bahia  foi o  Maestro Tricolor,  passes precisos,  excelente  visão   de  jogo, sabia como ninguém  segurar o ritmo de  uma  partida, quando  o  resultado da  partida  lhe   convinha.
Uma  injeção aplicada  no braço  de Léo Oliveira por um enfermeiro do   Bahia, praticamente encerrou a carreira futebolística  de Léo Oliveira  que depois de  parar de jogar futebol militou  na  crônica  esportiva com  comentarista  esportivo de Radio e TV.
TÍTULOS NO BAHIA
Léo Oliveira foi  Campeão Baiano pelo  Bahia  nos   anos   de  1981, 82, 83, pelo  Bahia.
TIME DO BAHIA NO BICAMPEONATO DE 1982
Bahia  1x0 Galícia dia  28/11/1982  na Fonte Nova, gol do ponteiro  esquerdo Robson aos  18 minutos  do 1º tempo, o Bahia  jogava  pelo empate  por ter  ganho o  três  turnos  do Baiano de 1982.

TIME DO BAHIA
Ronaldo Passos, Edinho Jacaré,  Edson Soares, Zé Augusto, Helinho  e Washington Luis: Sena. Osnicontundido não  atuou na final. Leo Olveira, Dário, Emo e Robson.
 Artilheiros  da  competição Léo Oliveira 19 e Osni 18 gols.
 Fonte: Bahia  Esporte Clube da  Felicidade – 70  Anos de Glórias  de  Nestor  Mendes Júnior. Pag. 142

 CANHOTEIRO
Agnaldo Berenguer dos Santos o Canhoteiro nasceu  no  dia  9/02/1940  em Recife,  um ponta  esquerda   que fez história  no  time do Bahia  na  segunda metade  da década de 1960 (de 1967/69), chute  forte om a  perna  esquerda, goleador (marcou 20 gols  na    primeira  temporada no Bahia  no ano  de  1997.quando foi campeão, jogando ao lado de craques     geniais  a exemplo de Sanfellipo,   Eliseu Godoy. Canhoneiro  antes de ser contratado pelo Bahia    atuou  no  CSA de Alagoas 1965, Santa Cruz.
Um desentendimento com o treinador Paulo Amaral no ano  de  1969, foi negociado pelo Bahia  para o time  do  Américo/RJ, depois atuou no Sergipe e  no CSA, encerrando sua carreira de jogador de futebol no ano de 1974  aos 34  anos de idade.
Fonte: Bahia  Esporte Clube da  Felicidade – 70  Anos de Glórias  de  Nestor  Mendes Júnior. Pag. 141

ANTONIO EVERALDINO PASSOS – GAJÉ
Gajé  nasceu no dia  no dia  19/03/1939  em Itabuna/Ba. Filho do casal  José  Guilherme  Passos e  dona  Petrine Venância  Carvalho Gajé começou a   despertar  seu belo   futebol de ponta direita  no time  do  Alfaiate  Boca Boca,  foi para Itabuna onde  foi tetracampeão pelo Flamengo de 1957/1962, sendo também pentacampeão  do  Intermunicipal.
Na cidade  de Ibicaraí sua     terra natal, onde  se criou  e foi lá  que ganhou o apelido de Gajé,  por causa de suas pescarias de Gajé – um crustáceo menor do que o carangueijo, de  cor escura, no rio Salgado.
GAJÉ NO LEONICO 1966 E BAHIA 1967/69
No início do  ano de  1966 o Bahia  realizou dois amistosos m Itabuna contra a Seleção local e  perdeu  as duas partidas por 2x1  e  1x0.
 O dirigente João Guimarães do Leôncio,  esperto   contratou Gajé  para o baiano  de  1966 e   se  deu bem,  pois  o Leônico  sagrou-se   Campeão Baiano de  1966, um título inédito para  Leonico.
No ano de  1967 Gajé  oi  contratado pelo Bahia, sendo campeão Baiano de  1967  em cima  do Galícia no dia  28/03/1968.
Gajé   participou pelo Bahia    nas campanhas  da  Taça de Prata -  o Robertão    em 1968, marco inclusive um gol olímpico contra  o Grêmio de Porto Alegre no dia 29/09/1968,   Gajé  ainda disputou o campeonato de 1969 e aos 30 anos de idade saiu  do Bahia, indo  jogar no Flu de Feira e Itabuna, encerrando sua  carreira  no  Independente  de Ipiaú/Ba. Fonte: Bahia  Esporte Clube da  Felicidade – 70  Anos de Glórias  de  Nestor  Mendes Júnior. Pag. 141 e  Jornal da Bahia 1966.

UESLEI
 Ueslei  nasceu  no dia 19/04/1972 na  cidade  de  Salvador,  revelado no Bahia,  Ueslei atuou  nos  times  do Bahia,  Guarani, Flamengo,  São Paulo,  Cruzeiro, Vitória e  jogou no futebol japonês.
Weslei   foi campeão  pelo Bahia  em  1991 ( 19 anos), 93, 94 e  1998 (aos 26 anos,  sendo o artilheiro da temporada  marcando  17  gols), foi  campeão  pelo   Vitória  em 1997   quando o rubro negro baiano  sagrou-se tricampeão baiano. Jogando pelo Cruzeiro Ueslei foi campeão  da Copa  do Brasil  e  do  Cruzeiro em 1966 e  campeão  pelo  Vitória da 1ª Copa  do Nordeste ano de  1997.
Fontes: Correio  da Bahia  segunda-feira  16/06/1997, pag.  11. Jornal  A Tarde, segunda-feira 25/05/1998 pág. 3 e outras fontes  não  citadas.

UESLEI TREINADOR DE FUTEBOL
Ueslei  no  ano  de  20012  foi  auxiliar técnico do  time  da Jacuipense   no   baiano  da  2ª  Divisão  de  2012 e   no mesmo  ano  foi guindado  a  titularidade do citado time  na  Copa  Governador  do  Estado, sendo vice  campeão  do citada copa.
Jacuipe 2x1 ECPP Vitória da  Conquista no   jogo  de volta (em Conquista) Jacuipense 1x2 Conquista (Tri- Campeão Conquista).
 Fontes: Correio  da Bahia  segunda-feira  16/06/1997, pag.  11. Jornal  A Tarde, segunda-feira 25/05/1998 pág. 3 e outras fontes  não  citadas.

LEONARDO CARDOSO -  NADINHO 
     Leonardo Cardoso, popularmente conhecido como Nadinho em 24/08/1930 em Alagoinhas, no município localizado a 108 km de Salvador. Se dependesse da família do goleiro Nadinho, ele jamais seria jogador de futebol. Nadinho  foi  jogador profissional no time  do Vitória no ano de  1953, sendo campeão baiano nesse citado  ano, quebrando um "Jesun" de  de 44 anos sem  título.

Nadinho  foi companheiros de  equipe de Quarentinha,  que depois foi  jogar no Botafogo do Rio, fazendo  história neste time   carioca.  Do Vitória Nadinho foi contratado pelo Bangu do Rio de Janeiro, retornando ao futebol da Bahia no ano de 1957, assinando contrato com o Esporte Clube Bahia no início do ano de 1958, quando realizou uma brilhante carreira defendendo as cores tricolores do Esquadrão de Aço,.

No Bahia Nadinho conquistou vários títulos e sendo escolhido como um dos maiores goleiros da história do Esporte Clube Bahia segundo pesquisa realizada pelo Correio da Bahia no  mês de fevereiro de 2011, ficando atrás de Nadinho os goleiros: Buttice, Joel Mendes, Lessa, Luis Antonio, Renato, Ronaldo Passos, Emerson e Teixeira Gomes.
     Nadinho goleiro de 1,86 m de altura, pesando 82 kg.

TÍTULOS CONQUISTADOS POR NADINHO
    Nadinho foi campeão baiano pelo time do Ipiranga no ano de 1951; pentacampeão baiano pelo Bahia de 1958 a 1962; campeão da 1ª Taça Brasil em 1959 (1º campeão Brasileiro, título reconhecido pela CBF décadas mais tarde).
     Nadinho disputou pelo Bahia a Taça Libertadores de América de 1960 e 1963, conheceu vários países da Europa nas excursões realizadas pelo Bahia.
     Nadinho encerrou a sua carreira de jogador de futebol profissional pelo Esporte Clube Bahia no ano de 1968.

NADINHO ADVOGADO
     O goleiro Nadinho conciliou os estudos na Faculdade de Direito, onde diplomou-se.
Fonte de Pesquisa: Jornal Correio da Bahia, terça-feira 25/01/201.
  
LESSA, O GOLEIRO ELÁSTICO DO BAHIA
    Walter Lessa nasceu em Recife, Pernambuco, no dia 07/08/1920. Chegou na Bahia em 1947 e marcou época. Nos 8 anos em que o goleiro Lessa defendeu o Esporte Clube Bahia, quase sempre entrava no campo da Graça com um gorro na cabeça.
     Lessa um GOLEIRO que parecia uma figura esquelética, também é lembrado pelas defesas elásticas e pela aptidão em lançar-se nas bolas fazendo grandes pontes, tanto pelo alto como pelo chão. Lessa foi o goleiro dos primeiros anos da Fonte Nova, estádio este inaugurado em 28/01/195. Lessa substituiu o goleiro Yoyô, goleiro ícone do Bahia nos anos de 1942 a 1946.
Fonte de Pesquisa: Jornal Correio da Bahia, terça-feira 25/01/2010.

Goleiro Emerson Souza Ferreti
Emerson Souza  Ferreti  nasceu no dia  03/09/1971 em Porto Alegre, começou  jogando no Grêmio, aos 8 anos onde  passou por todas as  categorias de Base.
No Grêmio  ficou até o ano de  1994, quando  tinha  23 anos de  idade. Emerson se  destacava    na posição  de goleiro   por  ser seguro  nas  suas    intervenções, elástico e  com excelente colocação na  saída do gol.
SELEÇÃO  BRASILEIRA INFANTIL E JUNIORES
 Jogou na  Seleção Brasileira Infantil e  de  Juniores,  nessa última  categoria  foi campeão  sul-americano e  vice-campeão mundial ambos  nos anos  de 1991. 
CLUBES  EM  JOGOU
 Emerson aos  21  anos  era goleiro titular  o Grêmio, depois jogou no Flamengo, por suas temporadas,  América/RJ, América/RN,  Ituano/SP,  Bragantino/SP,  e  por último  no  Bahia em 2000, quando foi  comprado  seu passe    o Grêmio.
Emerson,  marcado por defender dois pênaltis  na partida contra  o Bahia na  Copa  do Brasil  de  1999 quando jogava  no juventude, foi  contratado pelo Bahia  no ano 2000.
Emerson um goleiro que conquistou  todos  os títulos do Bahia na década de 2000, sendo também lembrado  pela revista Placar, como o melhor   da posição do Brasileiro  de  2001 quando realizou  defesas fantástica  no gol  do Bahia  de 2000.
Emerson Ferreti  conquistou  a  Nação Tricolor   pelas  suas  magníficas   defesas,    nas  partidas   em     foi goleiro do Bahia.

EMERSON  PRESIDENTE DO YPIRANGA
Emerson Souza Ferrete assumiu  a presidência  Ypiranga  no ano de  2010 cujo time  vem  disputando   a   2ª Divisão de  Acesso, realizando belas  campanhas e  chegando perto  da  subida para  a  Elite   do Futebol Baiano.
Fonte de Pesquisa: Jornal Correio da Bahia, terça-feira 25/01/2010.
Além de ser comentarista de Rádio e TV, gerente do Ypiranga, ex-ídolo de Bahia e Vitória, Emerson Ferretti vai ter mais um motivo pra comemorar. Na próxima quarta-feira (2), às 19h, ele será homenageado na Câmara Municipal de Salvador. Ferretti vai receber o título de Cidadão da Cidade do Salvador, requerida pelo vereador Adriano Meireles. Ferreti é gaúcho e foi goleiro titular da equipe tricolor entre os anos de 2000 e 2005, sendo considerado o atleta que mais vestiu a camisa 1 do time. Já no Vitória, permaneceu por 1 ano, entre 2006 e 2007. 28/11/2009 sitye Ypiranga

PERFIL DE DOUGLAS
Douglas da Silva Franklim nasceu  na cidade de Santos/SP no dia  09/09/1949, tendo em 2012  a idade  de  63  anos. Douglas iniciou sua carreira  futebolística   no santos  de Pelé, Douglas  quando criança costumava   assistir os  jogos  do santos, foi  mascote do referido time .
Douglas  jogos     em todas as  categorias amadoras  do Santos, no  time titular dos Santos, Douglas  sempre  era   o reserva de Pelé,um dos  motivos para  sair para jogar em outras  equipes. Douglas  alcançou, embora    no final    da “Geração Ouro”    do timaço  do Santos  da  era Pelé  e  Cia.
Douglas  veio  em abril de 1972 para  o Bahia, trazido pelo Presidente   Manoel Inácio Paula Filho e  o gerente de  futebol  Manu,  Douglas já  tinha  acertado  tudo para  assinar  contrato com o  time  do América  do Rio, mas  o Bahia  foi    mais rápido  e  cobriu a proposta  do América e contratou o  jogador.
Douglas foi  heptacampeão Baiano  de  1973/79 pelo Bahia Douglas  marcou o 1º gol   na  inauguração  do Estádio de Pituaçu, também autor do 1º  gol    no Estádio Rei Pelé   em Alagoas, jogando pelo Santos  de Pelé  na inauguração do citado estádio.
Douglas  em 65  partidas pelo Bahia  numa  temporada  marcou 58  gols.Douglas    saiu do Taça  de Prata pelo citado clube.
 Douglas deixou o Bahia no ano  de  1980, jogou  4 anos  no Leônico do presidente João Guimarães, disputando a  Taça de Prata  pelo citado Clube. Douglas atuou  ainda na  Portuguesa e Vitória antes  de  jogar  no Leônico,  atuou ainda  em    Barretos  de  1986  a 1988, onde parou de jogar futebol, residindo  na  cidade de  Barreto/SP.
Douglas  tinha  como característica  jogando futebolem relação  a  maneira    de  usar   o  uniforme do  Bahia, usando a  camisa por fora  do calção, , deixando os  meões  baixo  e usava cabelo comprido  com uma  faixa   na   testa  prendendo o citado cabelo. Douglas  marcou  2001 gols   jogando pelo Bahia, sendo  o segundo maior artilheiro na história    do Bahia, só perde  para   Carlito  que  marcou  253 gols  (sendo 21   contra  o Vitória).
Fonte de pesquisa: Jornal Correio da  Bahia, quinta-feira 02/02/2011. Página 28
empate  aos  43  minutos,   e na  mesma  partida  bateu pênalti  que garantiu   placar de 3x2  para o Bahia e  praticamente garantiu o título de bicampeão  baiano de  1971.
Carlinhos  no dia 31/07/1961  na Fonte Nova diante   do   Fluminense  de Feira de Santana,  Carlinhos  pelo Vitória foi  campeão do Torneio Inicio do citado  ano, perante um público pagante de  de  22  mil torcedores.

Frank Chagas,  irmão de  Chiquitinha    foi o lateral direito, sendo  também campeão. Frank Chagas  jogou  durante  1  ano  no  Vitória  no baiano   do citado ano, em 1963  foi  para  o Galícia, tendo  Frank   deixando o futebol baiano  em maio de 1964 indo jogar  no futebol Alagoano  e    Sergipano. 


Carlinhos co seus irmãos Itamar, Kleber (meio campo), Romenil (zagueiro central), Ricardo  ponta esquerda e meia atacante, Itamar  atacante foram   notáveis jogadores   do  futebol baiano na década  de 1960.

Carlinhos  foi artilheiro  no campeonato  Baiano  de  1967 pelo Bahia e  1968  pelo  Galícia. Treinou o Galícia no  ano de 1972..

Fonte: Bahia  Esporte Clube  da Felecidade – 70 Anos de Glórias de  Nestor Mendes  Junior, pag. 148  e  Dário e  Notícias 17/9/1968, Jornal A Tarde 18/12/1970, pag. 15- sexta-feira.



CARLINHOS GONÇALVES
 Carlinhos  Gonçalves   jogou em várias equipes  do futebol baiano e Brasileiro.  No futebol Baiano  Carlinhos  jogou  no Vitória, onde  foi campeão  do Torneio  Início der 1961, campeão pelo Galícia em 1968, Campeão pelo Bahia no ano  de  1970/71, atuou  no Internacional de Porto Alegre,  no  Fluminense e   Bonsucesso/RJ.
Seus irmãos Itamar, Ricardo (atacantes), Kleber (meio campo), Romenil (zagueiro central), foram   notáveis jogadores   do  futebol baiano na década  de 1960;
Carlinhos  foi artilheiro  no campeonato  Baiano  de  1967 pelo Bahia e  968  pelo  Galícia.

CARLINHOS GONÇALVES CENTRO AVANTE ARTILHEIRO
 Carlinhos Gonçalves  nasceu no dia  10/11/1939, iniciou jogando futebol profissional  no Vitória onde  ficou de 1957  até  o ano  de 1962;
Carlinhos  de férias  o  Rio de janeiro treinou escondido  no time  do América, agradou e ficou no citado time, depois foi para  o Bonsucesso/RJ, depois  no  Fluminense.
No ano de  1966 Carlinhos Gonçalves jogou no Internacional/R e  no  ano de 1967  foi contratado pelo Galícia do  presidente Aurélio  Viana. Sendo campeão  baiano de  1967, ficando  até  1968  quando foi  contratado pelo  Bahia para disputar  a Taça de  Prata.
Carlinhos Gonçalves  no Bahia foi  campeão  baiano de  1970 no Estádio Arthur Morais (Estádio da Graça) e   1971  na Fonte   Nova  reformada  e  ampliada (com o 2º  anel  de  arquibancada).
 A garra, valentia, oportunista  e excelente  cabeceador foram qualidades  individuais  do   excelente  centro avante  goleador  Carlinhos Gonçalves   no futebol baiano.
No jogo  antológico Carlinhos  jogado pelo Bahia  na  partida  do  dia  29/07/1971  na  Fonte Nova  diante do Bahia  x Botafogo, Carlinhos Gonçalves proporcionou  momentos  de glórias  para  a  Nação Tricolor, quando mesmo com a cabeça enfaixada de gases  e  espa-radrapos,   fez o gol do

ROMENIL  GONÇALVES
Romenil Arestides Gonçalves Filho, nasceu  no dia  2/10/1943 no birro do Rio  Vermelho. Romenil   foi um zagueiro forte, viril e  de  muita raça, impondo respeito na zaga  rubro-negra.
A paixão  pelo futebol  aconteceu nas brincadeiras na  Fonte do Boi, no Largo da  mariquita o golzinho pelas ruas de paralelepípedo  ou  na  areia   da praia. Num desses “babas”
 Na praia foi observado pela   Lucinha Resende, da equipe do  Presidente  Nei Ferreira  e o levou para  o Vitória  nos anos  iniciais   da década  de 1960, nessa  época  seu irmão o centro avante  Carlinhos Gonçalves era  destaque no  futebol baiano e  jogador do Vitória  de grande  prestígio (artilheiro  nato).
 Romenil    iniciou  no  Juvenil, depois foi para o aspirante, jogando  um tempo no Bossa Nova (nome dado ao time  reserva  do Vitória) quando o     quadro profissional estava de  em viagem realizando    partidas

A ESTREIA DE  ROMENIL NO TIME PRINCIPAL
Romenil Gonçalves  estreio no  time  do Vitória num amistoso realizado  entre Vitória  e   Sport de Recife nos anos de  1960, sendo a partida  jogada  no   na cidade  de Ilhéus no Estádio Mário Pessoa. Romenil estava no banco de  reserva  e entrou  na  partida  motivado pela contusão na  coxa  do     beque central Medrado que pediu substituição e o  então treinador  Ricardo Magalhães mandou Romenil aquecer.
 O  diretor do Vitória   que  estava no banco de reservas,  Henriquinho Cardoso reclamou da   substituição “ o jogo é  muito duro. O menino  é novo, nunca  jogou, Bota  Touro”. Mas  Romenil entrou na partida
O Sport  tinha   grandes  jogadores no seu elenco a  exemplo  do  goleiro Manga, no Vitória Ricardo Magalhães,  foi campeão Carioca pelo  America do Rio de janeiro,  no ano de 1960.
Na volta  do amistoso contra  o Sport  do Recife Ricardo Magalhães  entregou o cargo,  Magalhães  se  meteu onde  não  devia!
O amistoso  contra o Sport “terminou em pau,  briga da porra” ,  Romenil que entrou também na briga!  Sorri ao contar   o episódio  na  sua        entrevista  ao  repórter do Correio  da  Bahia. Romenil   ainda não  tinha  completado 20 anos de idade quando na  sua  estreia contra  o Sport  no    amistoso  em Ilhéus/Ba.
Romenil      jogou no Vitória   cerca de 10  anos,  concentrando   o Vitõoria na Casa do Atleta  no cupê de Brotas, em hotéis   na calçada ou  São Bento,  no Retiro de  São Francisco. Romenil gostava  de jogar ping pong  quando estava  concentrado. O Vitória     treinava nos Campos  de Itapoã,  Periperi no subúrbio,  Vale  do Canela, Campo da Graça e  também na  Vila  Militar no Dendezeiros..
Romenil  foi titular do Vitória até    1970, sendo   respeitado e  querido pela  torcida  do Vitória.

TÍTULOS CONQUISTADOS  E TIMES ONDE  JOGOU
 Romenil foi bicampeão    de 1964/65, pelo Vitória, tendo  jogado no Vitória até 1970, e janeiro de  1971  assinou contrato  de 1 anos com o Bahia,  ficando   somente 6  meses.
Romenil  foi emprestado  ao time  Don Ypiranga, jogou ainda  no Palestra e  encerrou sua carreira  no Galícia  que  era  treinado  pelo seu irmão o  centro avante Carlinhos Gonçalves.  
Romenil  se casou com  Magali  no  ano de  1976m
Fonte de pesquisa  Jornal Correio da Bahia  27/01/2011 pg 35, terça-feira

GAMBARROTA
Alberto Gambarrota    foi um  jogador do Bahia   que  integrou o primeiro    time  do tricolor, sendo também um dos fundadores  do Tricolor  de  Aço.  Gambarrota  tem sua  importância    destacada não nascimento do Esporte  Clube Bahia, foi ele          quem comandou  o time Baianinho oi  Palha de Seda, um time  que  reunia  os Craques  da Associação Atlética  e Bahiano de Tenis.
Gambarrota inativos com   o desligamento  das duas  agremiações   do campeonato Baiano de  1930. Até  1930  quando foi  fundado e Esporte Clube Bahia  estes  jogadores se  mantiveram   m forma realziando  jogos   nos subúrbios e no interior do Estado.
Gambarrota   foi tricampeão Paulista   dos  anos  de  1922/23/2 defendendo  as cores do Corinthians jogador experiente  foi   tricampeão Paulista pelo  Corinthians  (anos de  1922/23/24).
Fonte: Bahia  Esporte Clube da Felecidade - 70 Anos  de   Glória  de Nestor Mendes  ano 2001, pág.  126.

ENALDO RODRIGUES
Enaldo Rodrigues  nasceu no dia 30 de  agosto de  1937. Filho do casal  Elísio da Silva  e dona  Nair Araujo Rodrigues. Enaldo iniciou   no  futebol   no ano de 1955  no time  do Galícia na  ponta direita, com o passar dos anos   atuou na  posição de    médio volante, sendo treinador de futebol do Galícia   nas finais do Baiano de  1968,  quando  foi o Galícia campeão baiano.
Enaldo Rodrigues foi comentarista esportivo  e treinador  nas  divisões de Base do Bahia.
TIMES EM QUE   ENALDO JOGOU
 Enaldo iniciou no Galícia  m 1955, depois foi jogar no Vitória   a  partir o mês  de  dezembro de 1955,  No ano de  1959 Enaldo foi jogar no Bahia, ficando até 1961, inclusive  integrou  a   equipe  do Bahia  na excursão a Europa   No ano de  1961  Enaldo foi jogar no Fluminense  de  Feira de Santana, em 1962 a no Ypiranga passando 6  meses,  no de  1963 jogou no Leonico 60 dias,   de 1963 a 1964, retornou ao Galícia   e nos últimos  meses do ano de  1963  retornou ao   Bahia.
Enaldo  Rodrigues  no ano de  1965 retornou ao Galícia , sendo campeão no ano de  1968,  onde atuou como jogador  e  foi  treinador nos jogos finais,  motivado pela saída de Jorge  Vieira que foi   para  Portugal  treinar um time português.
Enaldo após encerrar suia  carreira futebolística    treinou a  Base do Bahia, foi  também comentarista esportivo na  crônica   baiana (Salvador.
Fonte:  Jornal da Bahia. A Tarde.



LER ABAIXO

FOTO DA TRAGEDIA DO TREM DA LESTE/POJUCA 31/08/1983

Em 31 de agosto de 1983, um trem de combustível descarrilou no centro da cidade, deixando vazar 40 mil litros de combustível. Como o leito da linha era mais alto que a rua, o líquido vazou para dentro das casas e uma faísca não se sabe de onde detonou o fogo que se espalhou queimando várias  pessoas e 382 morreram.Fonte/Veja, 1983

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                                 Campo da Pólvora, Primeiro Campo de Futebol  da Bahia
                                                PRIMEIRA  PARTIDA DA LIGA

Foto extraída do blog Memórias da Bahia, do portal Ibahia.com

No Campo da Pólvora, Zuza reuniu os amigos e dividiu o grupo em dois times. Em seguida, ele marcou o gol com duas pedras e deu início à prática do futebol em Salvador/ e Estado da  Bahia.



                                  ESTATUA DE BRONZE PARA ZUZA FERREIRA!
    FOTO DE JOSÉ FERREIRA JUNIOR,  O  ZUZA FERREIRA ,  O INTRODUTOR DO FUTEBOL  NA  BAHIA EM  28/10/1901, ZUZA   FERREIRA MERECEDOR DE  UMA  ESTATUA  DE BRONZE, A SER ERGUIDA  NO HISTÓRICO CAMPO  DA PÓLVORA, LOCAL DO PRIMEIRO CAMPO DE FUTEBOL  DA  BAHIA. QUE SE  FAÇA A  HONRA AO MÉRITO!
ZUZA  FERREIRA  FOI COLUNISTA  ESPORTIVO  EM UM DOS  JORNAIS   DA  BAHIA, USAVA  O PSEUDÔNIMO  DE HELENICUS, CONFORME DOCUMENTAL DA  FOTO  ACIMA. NA DÉCADA  DE  1940.
ZUZA INCLUSIVE  FAZIA  ESTATÍSTICA  DOS  JOGOS  DO  BAVI, CONFORME PESQUISA  DE  CHIQUITINHA  MARAVILHA   EM JORNAIS  BAIANO    DA DÉCADA  DE  1940, EM  MATÉRIA  ESCRITA  POR ZUZA  FERREIRA.
ZUZA  FERREIRA   NAOS  ANOS  INICIAIS  DA DÉCADA  DE  1950  AINDA  SE ENCONTRAVA   VIVO,  COM CABELOS   GRISALHOS  E  USAVA ÓCULOS.


ESTATUA  DE BONZE,  PARA O INTRODUTOR DO FUTEBOL NA BAHIA!
Por  Chiquitinha Maravilha

É Precisa  urgente, que se  faça  um Memorial nessa Praça, que  represente a  memória   da  introdução do futebol na  Bahia.  Nada  mais do  que  justo, justíssimo!   Erguer-se  uma  Estatua  para José    Ferreira   Junior, popularmente   conhecido como Zuza Ferreira, o introdutor do  do Futebol na  Bahia, que  se  faça  justiça   com   Honra ao Mérito!
o Governo   Estadual  da Bahia ou a  FBF,   podem realizar  essa    justa   homenagem,  para a grandeza e   o  fortalecimento da Memória  do Futebol Baiano,   que tanto  engrandece  e  divulga o Estado da   Bahia no Cenário   Nacional  e Internacional.





O MATENSE GAMALIEL CHAGAS, 21 ANOS DE IDADE (CHIQUITINHA MARAVILHA),

 ANO 1972, ESTÁDIO MUNICIPAL DE POJUCA, INTERMUNICIPAL, SELEÇÃO DE 

MATA DE SÃO JOÃO X SANTO AMARO. FOTO ARQUIVO DE CHIQUITINHA 

MARAVILHA.






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