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sábado, 27 de setembro de 2025

DE ABRANTES A CAMAÇARI! MUNICÍPIO INDUSTRIAL DA BAHIA - PARABÉNS CAMAÇAR 267 ANOSI

 

2ª Estação  do Trem  datada  da  decada de 1940- Atual  Museu  Histórco  de Camaçari Foto Chiquitinha Maravilha  setembro de 2025.

O BATIZADO:
Des. TOMÁS  GARCEZ PARANHOS  MONTENEGRO I (O 1º COM ESTE NOME).

Batizado no dia  01/04/1839 na  Igreja  do Senhor do Bonfim  de  Mata de São João a Tomás, nascido em 22/01/1839 filho de José Garcez da Rocha Vasconcellos Montenegro e DonaMaria Joaquina da Silva  Paranhos Montenegro, sendo testemunha Cel  João José  de Sepúlveda e Vasconcellos e   Dona  Clara  Moreira  dos  Santos,  vigário Luis Antonio  dos  Santos. 
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Um dos  filhos do  1º  Desembargador  foi também desembargador  (Tomás junior), este  terminou a saga do seu pai, falecido em 1914, na  transferenia da Vila  de Abrantes no  Litoral  Norte, para o então Arraial de Camaçari  ("árvore que chora!"), nas  terras  herdada do lusitano Capitão  Tomás da  Silva  Paranhos, este avõ  do 1º Tomás e  bisavô do 2º  Desembargador Tomás Jr.





Camassary, Camassary!


Um nome de origem tupi-guarani 
que  significa, na linguagem Portuguesa  ‘árvore  que  chora”   as  suas  folhas verdes, viçosas, tem a propriedade de ficarem  Cobertas  de Gotículas  de águas transparentes, tendo  outra particularidade Alvissareira! O seu  nobre caule  foi  utilizado para  fabricação de formidáveis embalagem de caixote    para armazenagem de açúcar dos  engenhos  da  regime  imperial e  colonial....

TÍTULO DA POESIA ABAIXO:

DE  ABRANTES A CAMAÇARI!

MUNICÍPIO INDUSTRIAL DA BAHIA

Chiquitinha  Maravilha 


Salve!  Camaçari uma   cidade  histórica,  município  do  estado  da  Bahia
No sagrado ano  de mil  e  quinhentos  e  Cinquenta  e  Oito!  Logo  acontecia
No  governo  de  Mem  de  Sá,  terras  de  sesmarias  aos  índios  ele  doou
Onde  os Padres   jesuítas,  a  Aldeia  do  Divino  Espírito  Santo   fundou!

Manoel  da  Nobreza e  os  outros  jesuítas,  vindos  do Reino  de  Portugal
Pertencentes  a  Companhia  de  Jesus!  Na  Aldeia Indígena  logo  realizaram
Trabalhos  missionários  e  índios  Tupinambás, os nobres  jesuítas  catequizaram
Na Aldeia fundada, edificou-se casas, praça, escola e  uma  linda igreja  colonial.

A  histórica  Aldeia  do  Divino  Espírito  Santo,  ficava   localizada   no   litoral
Próxima  da  Barra  do  Rio  de  Joanes,  as  margens  da  antiga  Estrada  Real
Caramuru,    Garcia  D’ Ávila  e   padre  José  de   Anchieta!  Por  lá  passaram.
Na  Aldeia  fundada,   plantou-se   mandioca, milho,  algodão  e  até gado   criaram.

O  Conselho  Ultramarino,  elevou a  Aldeia  jesuíta,   que  passou   a   categoria
De  Vila  do Divino  Espírito  Santo  de  Nova  Abrantes,  esta  notável   honraria
Aconteceu no dia  vinte  e  oito  do mês de   setembro do ano de   mil  setecentos
E  cinqüenta  e  oito!  Sendo  uma  data  histórica, um  grandioso   acontecimento!

Nos  combates  pela  Independência  da  Bahia! A  Vila de Abrantes  participou
unidas  com  a  lendária Casa  da  Torre,  sediou as  Tropas  Brasileiras  e  imperial
Que  defenderam  o  Litoral  Norte! Essas   Tropas  seguiram  pela  Estrada Real
Passando por  Capuame,  uniu-se a  Labatut que  em  Pirajá,  contra  lusitanos, lutou.

 Vinte e oito de setembro de   mil  novecentos  e  vinte  e  oito! Conforme  lei  estadual
A   histórica Vila  de  Abrantes,  passou  a  chamar-se  Montenegro,  mudando   de  local
Sendo   a  citada Vila,  instalada    no  distrito  de  Camaçari,  que    estrategicamente
Oferecia  as   melhores condições  geográficas, para crescer social e   economicamente!

De Aldeia  de Índios catequizados passou a  Vila de Abrantes,  Montenegro e finalmente
Passou  a   denominar-se  Município  de  Camaçari!  Sendo oficializado definitivamente
A  sua  identidade  nominal,   através  do  histórico  decreto  que tornou-se lei  estadual
No ano  mil  novecentos  e  trinta  e  oito,  ficando com  esse  nome até o  período  atual.

Camassary, Camassary! Um  nome de origem tupi-guarani que  significa na linguagem
 Portuguesa  ‘árvore  que  chora”   as  suas  folhas verdes, viçosas,  tem a propriedade
De ficarem  Cobertas  de Gotículas  de águas transparentes, tendo  outra particularidade
Alcaçareira! O seu  nobre caule  foi  utilizado para  fabricação de formidáveis embalagem
De caixotes  leves  e  resistentes,  que  armazenavam  o  açúcar  que eram fabricados
Nos engenhos  que  eram localizados na  região de  Camaçari e que eram exportados
Para  povoações  do  Brasil Colonial,  sendo também o açúcar vendidos para o exterior
 gerando  riquezas,  movimentando a economia do Brasil e os cofres  dos meus  Senhores... 
O NOBRE E CARIDOSO TOMÁS . PARANHOS  MONTENEGRO!
nobre e caridoso Tomás Garcez   Paranhos  Montenegro, o ilustre  desembargador
No período  imperial edificou  sua chácara - residência  nas  terras do então   arraial
De   Camaçari,  cujas terras  foi herdada  da   sua  família, sendo Tomás o fundador
Da  atual cidade  de  Camaçari,  de economia  pujante, com sua cidade Polo  Industrial 
Município de Camaçari,  com  os  seus  três  distritos  progressistas  e  importantes
Distrito de Parafuso!  Já  foi  sede  do  governo  municipal!  Na  Vila  de  Abrantes
Aí  nasceu o  atual  município! Fundado pelos missionários jesuítas os  catequizadores
Distrito de Monte  Gordo!  Reduto de  lindas  praias, coqueirais  e dos bravos  pescadores.

Orla  marítima  de Camaçari! Com  lindas praias, rios,  lagoas e seus belos coqueirais
Oh!  Arembepe!  Com  sua famosa Aldeia   Hippies!  repleto de  recifes  e  quebra-mar
As  Barras  dos  Rios   Joanes,  Jacuípe  e do  Rio  Pojuca!  De  verdejantes  manguezais
Oh! Praias de Itacimirim,  Guarajuba, Busca  Vida e  Jauá! Locais lindos para  veranear.

Camaçari  com  sua  Bacia  Hidrográfica,  desaguando mansamente  no oceano  mar
Dos  Rios  Capivarí Grande e Pequeno,  Joanes,  Jacuipe, Pojuca, Camaçari  e afluentes
Barragens dos  Rio   Joanes,    com as  suas  lindas   lagoas  e  riachos  e  as nascentes!
Margeados pela primitiva Mata  Atlântica, Um  magnífico  santuário  ecológico  a  preservar.

Oh! Camaçari, Cidade  dos Montenegro  um  centro  de  lazer  e esportes na  região
Com  seus inúmeros equipamentos  esportivos!  Orgulho do seu povo, da sua   população
Camaçari,  cidade  de raízes religiosa!  E  que  cultiva  as  suas  tradições  doutrinárias
Irmandades na  sua abençoada  Diocese! Do Santo padroeiro São  Tomás  de  Cantuária  

Camaçari!  Um  Polo Petroquímico  Industrial!  Com  as suas  fábricas  gerativas
De matérias primas,  empregos  e  rendas!  Fortalecendo  a  sua  economia municipal 
Temos as  indústrias Petroquímica solidificada e  a pujante  Montadora Forde  automotiva
A  crescente  indústria  da  Pesca  e  do  artesanato! Temos o fabuloso  turismo  no  litoral.

Camaçari  uma  cidade  populacional pujante e  industrial!  Com  suas  modernidades
Dos  seus  filhos amados, tanto os nativos como os  imigrantes, vindo de  várias localidades
Onde  todos eles  unidos,  trabalhando  incansavelmente, construindo o  município  a  mil
Vamos,  Vamos! Avante  Camaçari  de  Abrantes!  Você  é o orgulho da  Bahia e  do  Brasil!

NOTAS:
A  Aldeia do Divino Espírito Santo, foi fundada  em 1558, no governo geral de Mem de Sá, pelos padres  jesuítas da  Cia  de  Jesus  na  Bahia,  João Gonçalves e Antônio Rodrigues para  Catequese dos índios Tupinambás.

A citada  aldeia localizava-se  inicialmente  as margens  do Rio Joanes (Vila de Abrantes), séculos depois mudou-se para o antigo Arraial de Camaçari, depois distrito e Vila de Montenegro e finalmente  no ano de 1938, passou-se  denominar-se Camaçari (Arvore que Chora ), uma árvore  existente  em abundancia na região da atual cidade de Camaçari, sendo o matense,   Desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro (o 1º com este nome,), que havia  herdade terras  do seu avô Tomas da Silva  Paranhos, terras estas indo  após o rio Camaçari, sentido, até terras da região do litoral Norte ( a exemplo Jauá...)
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No ano de 1914,  com o falecimento  do   Desembargador G. P.  Montenegro,  (o 1 com este  nome), o seu filho (o 2º),  Desembargador Tomas G. P. Montenegro Junior, completou a  obra   do  seu Pai.
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Domingos Alves Branco Moniz Barreto - Arquivo Histórico Ultramarino
A Villa de Abrantes da Comarca do Norte, representada em gravura de 1792, por Domingos Alves Branco Moniz Barreto, escriturário da contadoria geral da Junta da Real Fazenda da Capitania da Bahia (original no Arquivo Histórico Ultramarino, em Lisboa). gravura  da planta
A  Aldeia   do  Divino  Espirito Santo foi fundada  dia  02pelo Padre da cia de Jesus  na Bahia.

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HISTÓRICO (RESUMO) 02/7/25. 

Na  pesquisa de  Chiquitinha Maravilha a luz  documental)
Fontes Wikipedia e  História da Cia  de Jesus  no Brasil / inicio da decada  de  2000, atualizado 2025. 

Visando  espandir a  Catequese  dos  Índios além da Cidade Fortaleza de Tomé de  Souza  para   os chamados  Sertões Baiano,  o terceiro governador-geral do Brasil colonial, Mem  de Sá  no periodo  de 1558 a 1572,  autorizou a  fundação  da 4 Aldeias: Divino Espirito Santo  dia 29/05/1558, Santo Antonio de  Capoame  1560, no local da  CETREL (antiga fazenda Capoame).
2ª Aldeia São João (Batista)   15/03/1561 (atual município de  Mata  de São João  e Aldeia  de São  Sebastião.. 

Local da fundação da  Aldeia  do  Espirito Santo, nas Margens  do Rio Jones!

A citada  Aldeia  inicialmente,  ficava  localizada   as margens  do Rio  Joanes, mas devida  a insalubridade do local, o  que  ocasionou  a  geração  de graves    enfermidades, tendo alguns  índios    recuperado a   saúde, tendo  inclusive  o Pe  idoso,  jesuita  João Gonçaves caiu  doente, vindo a  falecer pucos  depois.


A  Transferência   da   Aldeia   do Espiito Santos

Por ordem   de Grã,  transferiu-se    o assento   da  citada Aldeia,  para  para  um lugar   que  se  mais   sadio,  (sem uita  salubridade),  mais afastado do  Rio Joanes  (na  localidade  atual  da Vila de Abrantes (região  da Praça  principal).

A Aldeia   Indigena  do Espiito  Santo Prósperou!

No ano de  1560, a Aldeia  do  Espirito Santo  era  a  maior e a  mais  principal  que  nessas  partes   do Brasil  em doutrinação  e a  mais  numerosa em   assistencia à  escola. Nesse mesmo ano, fês  o padre  Grã   aceitar  e  jurar  aos  chefes  Índios da Aldeia  esses  compromissos  civilizadores  e crisãos: não ter  senão   uma  mulher: não  matar nem  comer  carne huma. o  \no  de  1561  sua  população  era  de   4  mil  almas! 

No ano  de 1564  Juntou Dezesseis   Padres  no  Jubileu!

Pela Invocação que  tinha   do  Espirio Santo ou Sanct Spiritus, eram solenissimas as  uas  festas. Escreve   Blasques  das    do ano  de 1564:   "juntámo-nos  nesse  dia   tanto da  cidade  como   das Aldeias, alguns  deszesseis   Padres  e  um grande   número   de Irmãos, que  também   isso,   foi jubileu". A Aldeia teve futuro e foi sempre residência dos Padres, efectiva e ininterrupta, até à perseguição pombalina. Antes de terminar o século XVI, tentando desembarcar perto desta Aldeia do Espírito Santo os Franceses de Pain-de-mil, foram aprisionados pelos Índios os que vinham num patacho, e remetidos ao Governador. Hoje chama-se de Abrantes. 

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História

A  Aldeia do do Espirto Santo  (atual  município de  Camaçari)

O atual municipio  de Camaçari, originou-se  a  partir da fundação  da  1ª Aldeia  do  Divino Espirito Santos, pelos jesuitas da Cia de Jesus   na  Bahia,  no dia  29  de maio de  1758, Pelo Pe  João Gonçalves e  Irmão  Antonio  Rodrigue

Vila Nova do Espírito Santo de Abrantes, ou apenas Vila de Abrantes, foi uma antiga povoação indígena. Inicialmente chamou-se Aldeia do Espírito Santo, sendo iniciada em 1558 e estabelecida pelos padres da Companhia de Jesus no Brasil, com a intenção de catequizar os nativos e propagar a santa fé. Posteriormente passaria a ser denominada como Vila de Abrantes, após a expulsão dos jesuítas pelos holandeses. Foi a primeira sede administrativa de Camaçari e atualmente faz parte deste município


A história da Vila de Abrantes tem início a partir da habitação dos povos tupis, em torno do ano 1000, no Recôncavo baiano. Com a invasão da região por exploradores europeus, foi fundada no ano de 1558 a Aldeia do Espírito Santo pelos jesuítas, habitada por índios de várias aldeias tupinambás. Essa região é reconhecida como uma das quatro primeiras povoações fundadas pelos jesuítas no Brasil, o respectivo grupo que residia na aldeia ficava instalado em uma capela de taipa, às margens do rio Joanes, sob o comando do padre João Gonçalves e o irmão Antônio Rodrigues.

Em 1624, a aldeia serviu de asilo para o bispo D. Marcos Teixeira, o clero da Diocese de São Salvador da Bahia e aos jesuítas durante a tentativa de ocupação da Bahia pelos holandeses. O local se demonstrou resistente às invasões, por várias vezes, estabeleceram confrontos armados, como a Guerra do Paraguaçu e as lutas contra a invasão holandesa. Sendo reconstituída em 1641 e remodelada em 1689.

 No ano de 1755, os jesuítas foram expulsos da Aldeia do Espírito Santo, no governo do Marquês de Pombal. Logo, em 1758 do dia 27 de setembro passaram a ser categorizada como Vila, por provisão do Conselho Ultramarino, Alvará Régio, denominando-se Vila Nova do Espírito Santo de Abrantes (Vila de Abrantes). Inaugurando a Casa da Câmara e cadeia municipal.
Em 1846, a Resolução provincial n.º 41, de 16 de abril, extinguiu a vila. Esta que passou a ser integrada ao município de Mata de São João. No dia 3 de junho de 1848, a Resolução n.º 310 foi restabelecida, resultando no desmembramento de Mata de São João.

No dia 22 de março de 1920, a lei municipal criou o distrito de Camaçari, cujo território abrangia a antiga Vila de Abrantes. Confirmada pela Lei estadual n.º 1422, de 4 de agosto de 1920.

Descrição por Domingos Alves Branco Moniz Barreto

Domingos Alves Branco, ex-capitão do regimento de Infantaria de Extremoz e escriturário da contadoria geral da Junta da Real Fazenda da capitania da Bahia, futuro sargento-mor e comandante do presídio do Morro de São Paulo na Bahia. Visitou a aldeia em missão, produziu uma planta iconográfica da Vila de Abrantes, por volta, de 1792 e redigiu a sua descrição daquilo que observou nesse trajeto.

Fica esta Villa distante da cidade da Bahia 8 legoas. He huma das mais bem situadas, em que me achei, amena, e muito aprazível, athe pellos excelentes e agradáveis passeios que tem por fora da povoação. O número do seus habitantes era muito diminuto e não chegava a 100 índios, não só pela diversão que tem feito para as aldêas e Missões de Natuba, sertão muito distante e ainda para fora da Capitania, mas principalmente para as visinhanças da Aldêa de Massarão-dupio, o que também deu motivo ao Governador e Capitão General para me incumbir a diligência de os fazer tornar as suas povoações, além da principal que foi de Fazer levantar as cazas incendiadas na Missão de Massarãodúpio, como se mostra no seu devido e competente logar. 

Os Indios que achei nesta Villa he gente muito dada ao trabalho da lavoira, sendo a sua principal força a plantação da mandioca,de que fazem a melhor farinha para seu sustento, e o muito que lhes sobra a reputação na cidade. Além d'isso, plantão algodão, que produz muito de fina felpa, porém não corresponde o lucro ao trabalho, porque no tempo próprio da colheita lhe cae quasi sempre hum certo orvalho, que apodrece muitos cazulos. 

Os indios que não tem lavoira se empregão em huma grande olaria, ali estabelecida de telha e tijolo, que eu achei em alguma deterioração e promovi do modo possível o seu adiantamento fazendo de novo salariar 2 homens, que mandei convidar das olarias da villa de Jaguaripe para os ensinar também a fabricar louças para o uso ordinário das cozinhas. 

Observei também a docilidade e boa inclinação dos pequenos Indios e a sua aptidão para o estudo das primeiras lettras e ainda para muitas sciencias, o que não poderão conseguir, pela falta de directores capazes, que a maior parte delles tem sido, como o actual que ali reside, não só ignorante, mas de pessimos costumes.
 Desta povoação os Indios que estavão fugidos pude fazer recolher as suas antigas habitações, ainda com insano trabalho, 22 casais e 9 Indios solteiros, a saber: 8 casaes e 6 Indios solteiros que estavão em cazas de diversos parentes na Aldêa de Massarão-dupio e 14 casais e 3 índios solteiros que os achei nas terras desde o rio Jacuipe athe os campos do Bibó.

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GALERIA DE   FOTOS   -

CENTRO HISTÓRICO  DA CIDADE DE CAMAÇARI 

FOTOS  CHIQUITINHA  MARAVILHA   -

 PARABÉNS   CAMAÇARI /CIDADE/MUNICIPIO!

 /267  ANOS  DE  EMANCIPAÇÃO!!  28/09/1758 -  28/09/02025

                                 
                                 AV.  EIXO URBANO CENTRAL - CENTRO HSTÓRICO!


PRAÇA   DESEMBARGADOR TOMAS  GARCES  PARANHOS  MONTENEGRO - NASCIDO NA   ENTÃO FREGUESIA  DO SR. DO BONFIM DA  MATA  DE SÃO JOÃO EM 





Antepassados de Gamaliel Chagas (Chiquitinha), no Contexto da História da  Colonia a Republica / Abrantes  a  Camaçari!

 Tenente  Marcos  Pereira   das  Chagas,  Tio 3º Avô  Paterno de Chiquitinha (Gamaliel Sales Chagas).
O matense Tenente Marcos José Pereira  das  Chagas I, era tenente em 1849, nasceu cerca de   1800- falecido 10 de julho de 1857 (foi assassinado), Tenente Marcos  José, foi Membro da Comissão de Instrução Pública da  Comarca de Abrantes   no  termo  de Monte Gordo em 1857 (ano da sua  morte), sendo Subdelegado  de Polícia   da Vila  de Abrantes   entre  1855- e 1857,  sendo também  Marcos José I,  foi Vereador  matense   de 1849/52.


Tenente Marcos José  Pereira das Chagas I,  foi  Senhor do  Engenho Jordão/Camaçari, Tenente Marcos  casado em fevereiro de 1827,  na Vila da Mata  de S.  João,  com  Ana  Joaquina  de São José,  filha  o  casal   Antonio  José da  Costa  e de Vicencia  Maria da Conceição com teve  3  filhos.
Tenente  Marcos José, viúvo  se  casou  com Maria  Silvina  (ou Servina) Ferreira, naturl de São Bento do Monte  Gordo, da Vila  de Abrantes  e  filha  do Capitão   Thomé  Ferreira Lustosa e  de  Joaquina  Maria  do Nascimento   com teve  dois  filhos.

Matense Major Marcos   José Pereira  das Chagas  II

 Major Marcos José  Pereira das Chagas II. (1858-1923),  herdou  o  Engº Jordão, após o falecimento do seu  pai Tenente  Mrcos José Pereira I, Major Marcos matense,   casou  em  18/2/1858 na  Matriz  do  Sr. do  Bonfima  da Vila da Mata  de  São João  com  a matense,   Maria  da Conceição  Alves  da Costa, nascida  em 1863.  e filha  de  do  tenente  Domingos  Alves da Silva e de Thereza   de Souza Costa gerando  uma   filha   Maria  da Conceição, então residente  no Engenho Jordão.

Maria  da Conceição, faleceu  de febre em 3/1/1889  no Engenho  Camaçari I  (Zona Rural Matense) . sepultado  no  Cemiterio Paroquial  da  Matriz do Bonfim da Mata  de S. João. Viuvo Major Marcos José,  casou com  Maria  Eularia  de  Santa Ana em 21/11/1924, o  casal gerou 4 filhos, Marcos  faleceu em  29/6/1923   aos  65  anos e  Maria  Eularia  faleceu em  21/11/1924.

Marcos José  Pereirra  das Chagas Prefeito  de Vila de Abrantes (Camaçari) 1912/15
Major Marcos  José Pereira  das Chagas  II,  Delegado Escolar  de  Monte Gordo, foi Intendente  Municipal  (Prefeito)  periodo   1912-1915, foi  também Presidente  do ConselhoMunicipal  da  Vila de Abrantes na Legislatura de 1920/23, faleceno  no  em 29/6/1923, no dia   29/6/2025, Major  Marcos José  completaria   102 anos! 

A  prfessora Enestina  Chagas,   neta  do  Major Marcos, foi professora   de  Camaçari nas décadas de 1940,  1950?...  Seria Filho de Abilio Pereira  das  Chagas?, ou  Heitor  Pereira  das Chagas?, este  casado com   em 22/02/1927, com Guiomar Pereira  da Conceição,  filha  de  José  Pereira  Guimarães   e  de Athanazia  Maria  da Conceição.

Tenente Marcos José Pereira  das Chagas  I, matense, o  tio 3º  paterno de Gamaliel  Sales Chagas  (Chiquitinha Maravilha), sendo tenente Marcos (n.  1800), irmão de Thedosio Pereira das Chagas  I,  matense  nascido em 1790, casado  com  Maria de Souza e  Sá, pais  de 4 filhos... dentre  eles Antonio  Pereira  das Chagas III (1818-1886), casado com  Joaquina   Maria da Conceição (n.  1823  na Freguesia  de Vila  de Abrantes/Camaçari),  o casal  gerou 14  filhos. 

 Antonio  Pereira  das Chagas II, dono da  Fazenda Capemba na  divisa   de Mata  de S.  João com  Dias  D'Ávila   e Camaçari  atual proximo  da Biribeira.  Na citada Fazenda, o Rio Jacumim  desagua no Rio Jacuipe. Antonio Pereira  das Chagas III  casada com  Joaquima  Maria  da Conceição, ambos  Bisavôs paterno de Gamaliel  Sales Chagas  (Chiquitinha Maravilha).

A Camaçarense  Maria Joaquina,   filha de Manoel   Gonçalves de Carvalho II (n. 1790/96 - c. 1835)  e  de Feliciana  Pereira  da Conceição  I (batizada em 1901),  ambos pais de  9 filhos  com  geração, sendo Feliciana  Pereira da Conceição I deVila de Abrantes,  filha do  casal  Antonio da Silva Cassote e  Jacintha Maria  Pereira (4º  avôs), pais  de  12  filhos,  estes  o  trisavôs  de Chiquitinha Maravilha e  da Vila  de Abrantes.

Tronco Família Costa 

Matense Francisco José  da Costa I,  6º  Avõ de Chiquitinha  Maravilha
Francisco José da Costa  I  (nascido cerca  de 1770, falecido  antes de 1835).-, ele  casado com  Thereza  Joaquina  de São  Pedro, nascida  cerca  de 1775 e falecida já  viúva  em 26/3/1835, cerca  de 60  anos. o  casal citado  pais de  dez filhos, com gerações, dentre eles  Capitão Antonio José da  Costa I Jr, este nascido cerca de 1816, falecido em 1856, os 6º avõs de Chiquitinha (matense Gamaliel  Sales Chagas) casado com geração.
O casal Francisco José da Costa e Thereza  Joaquina de São Pedro, residentes  na então Freguesia de São  Sebatião do Passé, sendo proprietário do Engenho Jacarandá, em 1799, na citada Freguesia
Matense Francisco José da Costa I, irmão de João Francisco da Costa, este proprietário das Fazendas Capoame, Macaco, Bandeira, na  então Vila de Abrantes (atual município de Camaçari), no século XVIII (1700).

FAMÍLIA RODRIGUES TEIXEIRA /PEREIRA DAS CHAGAS....

Bacharel João Rodrigues Teixeira I JR, Preomotor Público de Vila de Abrantes (Camaçari),  1886/88, João  tio bisvô de Gamalel (Chiquitinha),



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              O matense Juiz Leovigildo  Gonçalves  de  Carvalho
                                           Foto Chiquitinha  Maravilha.
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                                          / F.  digitalizada por Chiquitinha Maravilha.


                                                            Foto ano 2021, as 70  anos

FAMÍLIA  GONÇALVES DE CARVALHO

O matense Juiz Leovigildo Gonçalves de Carvalho, diplomado Bacharel  em Ciências Jurídicas e Socias   pela Faculdade de  Direito  de Recife, no inicio da  década de  1870, ele   Juiz  Leovigildo foi na  decada de 1870, Juiz 

LEOVIGLDO   1° JUIZ  DO TERMO DA  VILA DE  MATA S. JOÃO 1885

Dr. Leovigildo Gonçalves de Carvalho  pela  sua  brilhante  inteligência  e  serviços  prestado a  Vila  de Mata  de São João, tanto  no regime  imperial e  republicano, ele  foi  nomeado   em 1885, juiz  do Termo da   então Vila de Mata  de São João, que   tinha  como Comarca/Sede a  Vila de  Abrantes (Litoral  Norte, atual  Camaçari).
Faculdade de Direito de Recife, fundada em 1827, em Olinda, e transferida para Recife, em 1854. Foi uma das duas primeiras do Brasil. Aqui estudaram Castro Alves, Joaquim Nabuco, Eusébio de Queirós e muitos outros personagens ilustre

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Juiz  Municipal  e  de Orfãos  dos  Temos   de Vila  de Abrantes e da  Vila  de  Mata  de São João  /1984
No ano de  1884 Bacharel Leovigildo Gonçalves de Carvalho   foi nomeado  Juiz  Municipal e  de Orfãos,  dos  termos  de Vila de Abrantes e  de  Mata  de São João, sendo  o  1º matense  a  execer tão cargo.
Bacharel  Leovigildo  foi   o 1º matense  a  ser nomeado,  Juiz da  Comarca  da  Vila  de Mata  de S.  João  no  dia  04  de  agosto de  1892, passando Vila  de Abrantes  a ser termo da Comarca da Vila da Mata  de  São  João,  fcando Juiz  Matense   Leovigildo   até  1897, quado foi  promovido   Juiz   de  Direito   da  Vara  de  Orfãos  e  Ausentes,  função  que   ocupou  até  a  sua  morte,  ocorrida   dia  28  de fevereiro de 1924,  as 75  anos  de  idade, vitima  de congestão  cerebral.

FUNDDOR DA  1ª BIBLIOTECA DO JUDICIÁRIO BAIANO 1908!

Juz  Leovigildo  Gonçalves de Carvalho I,  o Decando dos Juizes Baiano,  fundador da  1ª Biblioteca  o Judiciário Baiano,   em 1908, localizada  em   uma  das  dependencias  do  lendário Convento da Palma, na Mouraria,  Cidade  de Salvador.

RUA   LEOVIGILDO  CARVALHO,  NO PELOURINHO/CENTRO HISTÓRICO!!

Juiz matense,  Leovigildo  Gonçalves  de Carvalho, pós  morte  teve o seu honroso nome colocada   em uma   Rua (Leovigildo  ( Rua  Leovigildo (Gonçalves  de ) Carvalho, no  Pelourinhp,   numa  transversal  da  Rua  Alfredo   Brito  com  a  Rua Maciel de Cima, a poucos  metros   do Largo do Pelourinho (Centro Histórico de SalvadoriBa.

O  matense, decano dos Juizes Baiano,  Leovigildo casado  em 29 de setembro de 1873 com a  matense  Maria Damazia da Cruz,   casório realizado,  no edificio  da Capela de N. Senhora  da Conceição  da  Mata II, ou  Sr. do Bonfim II  (  edificio primitivo de  1758), mandado  erigir  pelo beato BentoVieira Paes, com sua imponente Torre do Sino, e  que foi o citado edificio,   desmanchada  parcialmente,  a partir  de 1864,  por ameaça  de desabamento.  
No citado edificio no desmanche, preservou -se  a Torre do Sino, que no final da década de 1970, desabou por falta  de conservação.   

O Cemitério Primitivo, Matriz  de Bento Vieira Paes.

 No  desmanche,  preservou-se  provisóriamente  na altura  de 4  metros, as paredes  da  Nave, e Capela mor, locais  onde  eram realizados  os   sepultamentos,   desde    o final da década de 1750  até a inauguração do Novo  Cemterio Paroquial,  que foi  inaugurado  em  07 de  julho de 1879,  sendo o edificio da  Nova  Matriz  Matriz  (Capela de Nossa Senhora  da Conceição II,  iniciava   as suas  funções litúrgicas  em 03 de junho  de  1865, sendo  finalmente,  a partir  de  08 de  junho  de 1867, a Nova Capela, passou a servir  como Matriz, sendo oficializada os batismos e  casamentos.

Leovigildo  sobrinho  Tio  3º Avô de Chiquitinha

O casório do  Juiz matense Leovigildo  Gonçalves de Carvalho, foi celebrada  no ano  de  1873, na  Nova Matriz. O  Juiz Leovigildo,  filho do matense Cel Antonio Gonçalves de Carvalho, este  irmão de Manoel Gonçalves  de Carvalho, casado  Maria Joaquina  Pereira  da Conceição com geração, ambos  matenses  e  3ª avôs paternos  de  Gamaliel  Sales Chagas (Chiquitinha).


O casório do  Juiz matense Leovigildo  Gonçalves de Carvalho, foi celebrada  no ano  de  1873, na  Nova Matriz. O  Juiz Leovigildo,  filho do matense Cel Antonio Gonçalves de Carvalho, este  irmão de Manoel Gonçalves  de Carvalho, casado  Maria Joaquina  Pereira  da Conceição com geração, ambos  matenses  e  3ª avôs paternos  de  Gamaliel  Sales Chagas (Chiquitinha).

PEREIRA DE  MESQUITA

Família Pereira de Mesquita   interliga  genelogicmente  com Garcez Paranhos  Montenegro via   consorcio  Dr. José Pereira de Mesquita, este  irmão e Custódia  Pereira  de Mesquita,  este pai de João Antonio de Mesquita, João casadso   om Maria  Emilia  Simões  Teixeira, esta  filha  do casal  Capitão  José Rodrigues  Teixeira  II JR casado com  Maria  Ephifania  Simões  de  Paiva, Capitão José Rodrigues  Teixeira JR II,  irmão co Cel João Rodrigues Teixeira I, casada  Josefa  de  Souza Costa, ambos  trisavôs  materno  de Chiquitinha (Gamaliel Sales Chagas) .

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