2ª Estação do Trem datada da decada de 1940- Atual Museu Histórco de Camaçari Foto Chiquitinha Maravilha setembro de 2025.
O BATIZADO:
Des. TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO I (O 1º COM ESTE NOME).
Batizado no dia 01/04/1839 na Igreja do Senhor do Bonfim de Mata de São João a Tomás, nascido em 22/01/1839 filho de José Garcez da Rocha Vasconcellos Montenegro e DonaMaria Joaquina da Silva Paranhos Montenegro, sendo testemunha Cel João José de Sepúlveda e Vasconcellos e Dona Clara Moreira dos Santos, vigário Luis Antonio dos Santos.
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Um dos filhos do 1º Desembargador foi também desembargador (Tomás junior), este terminou a saga do seu pai, falecido em 1914, na transferenia da Vila de Abrantes no Litoral Norte, para o então Arraial de Camaçari ("árvore que chora!"), nas terras herdada do lusitano Capitão Tomás da Silva Paranhos, este avõ do 1º Tomás e bisavô do 2º Desembargador Tomás Jr.
Camassary, Camassary!
Um nome de origem tupi-guarani
que significa, na linguagem Portuguesa ‘árvore que chora” as suas folhas verdes, viçosas, tem a propriedade de ficarem Cobertas de Gotículas de águas transparentes, tendo outra particularidade Alvissareira! O seu nobre caule foi utilizado para fabricação de formidáveis embalagem de caixote para armazenagem de açúcar dos engenhos da regime imperial e colonial....
TÍTULO DA POESIA ABAIXO:
DE ABRANTES A CAMAÇARI!
DE ABRANTES A CAMAÇARI!
MUNICÍPIO INDUSTRIAL DA BAHIA
Chiquitinha Maravilha
Salve! Camaçari uma cidade histórica, município do estado da Bahia
No sagrado ano de mil e quinhentos e Cinquenta e Oito! Logo acontecia
No governo de Mem de Sá, terras de sesmarias aos índios ele doou
Onde os Padres jesuítas, a Aldeia do Divino Espírito Santo fundou!
Manoel da Nobreza e os outros jesuítas, vindos do Reino de Portugal
Pertencentes a Companhia de Jesus! Na Aldeia Indígena logo realizaram
Trabalhos missionários e índios Tupinambás, os nobres jesuítas catequizaram
Na Aldeia fundada, edificou-se casas, praça, escola e uma linda igreja colonial.
A histórica Aldeia do Divino Espírito Santo, ficava localizada no litoral
Próxima da Barra do Rio de Joanes, as margens da antiga Estrada Real
Caramuru, Garcia D’ Ávila e padre José de Anchieta! Por lá passaram.
Na Aldeia fundada, plantou-se mandioca, milho, algodão e até gado criaram.
O Conselho Ultramarino, elevou a Aldeia jesuíta, que passou a categoria
De Vila do Divino Espírito Santo de Nova Abrantes, esta notável honraria
Aconteceu no dia vinte e oito do mês de setembro do ano de mil setecentos
E cinqüenta e oito! Sendo uma data histórica, um grandioso acontecimento!
Nos combates pela Independência da Bahia! A Vila de Abrantes participou
unidas com a lendária Casa da Torre, sediou as Tropas Brasileiras e imperial
Que defenderam o Litoral Norte! Essas Tropas seguiram pela Estrada Real
Passando por Capuame, uniu-se a Labatut que em Pirajá, contra lusitanos, lutou.
Vinte e oito de setembro de mil novecentos e vinte e oito! Conforme lei estadual
A histórica Vila de Abrantes, passou a chamar-se Montenegro, mudando de local
Sendo a citada Vila, instalada no distrito de Camaçari, que estrategicamente
Oferecia as melhores condições geográficas, para crescer social e economicamente!
De Aldeia de Índios catequizados passou a Vila de Abrantes, Montenegro e finalmente
Passou a denominar-se Município de Camaçari! Sendo oficializado definitivamente
A sua identidade nominal, através do histórico decreto que tornou-se lei estadual
No ano mil novecentos e trinta e oito, ficando com esse nome até o período atual.
Camassary, Camassary! Um nome de origem tupi-guarani que significa na linguagem
Portuguesa ‘árvore que chora” as suas folhas verdes, viçosas, tem a propriedade
De ficarem Cobertas de Gotículas de águas transparentes, tendo outra particularidade
Alcaçareira! O seu nobre caule foi utilizado para fabricação de formidáveis embalagem
Portuguesa ‘árvore que chora” as suas folhas verdes, viçosas, tem a propriedade
De ficarem Cobertas de Gotículas de águas transparentes, tendo outra particularidade
Alcaçareira! O seu nobre caule foi utilizado para fabricação de formidáveis embalagem
De caixotes leves e resistentes, que armazenavam o açúcar que eram fabricados
Nos engenhos que eram localizados na região de Camaçari e que eram exportados
Para povoações do Brasil Colonial, sendo também o açúcar vendidos para o exterior
gerando riquezas, movimentando a economia do Brasil e os cofres dos meus Senhores...
Nos engenhos que eram localizados na região de Camaçari e que eram exportados
Para povoações do Brasil Colonial, sendo também o açúcar vendidos para o exterior
gerando riquezas, movimentando a economia do Brasil e os cofres dos meus Senhores...
O NOBRE E CARIDOSO TOMÁS . PARANHOS MONTENEGRO!
O nobre e caridoso Tomás Garcez Paranhos Montenegro, o ilustre desembargador
No período imperial edificou sua chácara - residência nas terras do então arraial
De Camaçari, cujas terras foi herdada da sua família, sendo Tomás o fundador
Da atual cidade de Camaçari, de economia pujante, com sua cidade Polo Industrial
No período imperial edificou sua chácara - residência nas terras do então arraial
De Camaçari, cujas terras foi herdada da sua família, sendo Tomás o fundador
Da atual cidade de Camaçari, de economia pujante, com sua cidade Polo Industrial
Município de Camaçari, com os seus três distritos progressistas e importantes
Distrito de Parafuso! Já foi sede do governo municipal! Na Vila de Abrantes
Aí nasceu o atual município! Fundado pelos missionários jesuítas os catequizadores
Distrito de Monte Gordo! Reduto de lindas praias, coqueirais e dos bravos pescadores.
Orla marítima de Camaçari! Com lindas praias, rios, lagoas e seus belos coqueirais
Oh! Arembepe! Com sua famosa Aldeia Hippies! repleto de recifes e quebra-mar
As Barras dos Rios Joanes, Jacuípe e do Rio Pojuca! De verdejantes manguezais
Oh! Praias de Itacimirim, Guarajuba, Busca Vida e Jauá! Locais lindos para veranear.
Camaçari com sua Bacia Hidrográfica, desaguando mansamente no oceano mar
Dos Rios Capivarí Grande e Pequeno, Joanes, Jacuipe, Pojuca, Camaçari e afluentes
Barragens dos Rio Joanes, com as suas lindas lagoas e riachos e as nascentes!
Margeados pela primitiva Mata Atlântica, Um magnífico santuário ecológico a preservar.
Oh! Camaçari, Cidade dos Montenegro um centro de lazer e esportes na região
Com seus inúmeros equipamentos esportivos! Orgulho do seu povo, da sua população
Camaçari, cidade de raízes religiosa! E que cultiva as suas tradições doutrinárias
Irmandades na sua abençoada Diocese! Do Santo padroeiro São Tomás de Cantuária
Camaçari! Um Polo Petroquímico Industrial! Com as suas fábricas gerativas
De matérias primas, empregos e rendas! Fortalecendo a sua economia municipal
Temos as indústrias Petroquímica solidificada e a pujante Montadora Forde automotiva
A crescente indústria da Pesca e do artesanato! Temos o fabuloso turismo no litoral.
Camaçari uma cidade populacional pujante e industrial! Com suas modernidades
Dos seus filhos amados, tanto os nativos como os imigrantes, vindo de várias localidades
Onde todos eles unidos, trabalhando incansavelmente, construindo o município a mil
Vamos, Vamos! Avante Camaçari de Abrantes! Você é o orgulho da Bahia e do Brasil!
NOTAS:
A Aldeia do Divino Espírito Santo, foi fundada em 1558, no governo geral de Mem de Sá, pelos padres jesuítas da Cia de Jesus na Bahia, João Gonçalves e Antônio Rodrigues para Catequese dos índios Tupinambás.
A citada aldeia localizava-se inicialmente as margens do Rio Joanes (Vila de Abrantes), séculos depois mudou-se para o antigo Arraial de Camaçari, depois distrito e Vila de Montenegro e finalmente no ano de 1938, passou-se denominar-se Camaçari (Arvore que Chora ), uma árvore existente em abundancia na região da atual cidade de Camaçari, sendo o matense, Desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro (o 1º com este nome,), que havia herdade terras do seu avô Tomas da Silva Paranhos, terras estas indo após o rio Camaçari, sentido, até terras da região do litoral Norte ( a exemplo Jauá...)
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No ano de 1914, com o falecimento do Desembargador G. P. Montenegro, (o 1 com este nome), o seu filho (o 2º), Desembargador Tomas G. P. Montenegro Junior, completou a obra do seu Pai.
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A Villa de Abrantes da Comarca do Norte, representada em gravura de 1792, por Domingos Alves Branco Moniz Barreto, escriturário da contadoria geral da Junta da Real Fazenda da Capitania da Bahia (original no Arquivo Histórico Ultramarino, em Lisboa). gravura da planta
A Aldeia do Divino Espirito Santo foi fundada dia 02pelo Padre da cia de Jesus na Bahia.
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HISTÓRICO (RESUMO) 02/7/25.
Na pesquisa de Chiquitinha Maravilha a luz documental)
Fontes Wikipedia e História da Cia de Jesus no Brasil / inicio da decada de 2000, atualizado 2025.
Visando espandir a Catequese dos Índios além da Cidade Fortaleza de Tomé de Souza para os chamados Sertões Baiano, o terceiro governador-geral do Brasil colonial, Mem de Sá no periodo de 1558 a 1572, autorizou a fundação da 4 Aldeias: Divino Espirito Santo dia 29/05/1558, Santo Antonio de Capoame 1560, no local da CETREL (antiga fazenda Capoame).
2ª Aldeia São João (Batista) 15/03/1561 (atual município de Mata de São João e Aldeia de São Sebastião..
Local da fundação da Aldeia do Espirito Santo, nas Margens do Rio Jones!
A citada Aldeia inicialmente, ficava localizada as margens do Rio Joanes, mas devida a insalubridade do local, o que ocasionou a geração de graves enfermidades, tendo alguns índios recuperado a saúde, tendo inclusive o Pe idoso, jesuita João Gonçaves caiu doente, vindo a falecer pucos depois.
A Transferência da Aldeia do Espiito Santos
Por ordem de Grã, transferiu-se o assento da citada Aldeia, para para um lugar que se mais sadio, (sem uita salubridade), mais afastado do Rio Joanes (na localidade atual da Vila de Abrantes (região da Praça principal).
A Aldeia Indigena do Espiito Santo Prósperou!
No ano de 1560, a Aldeia do Espirito Santo era a maior e a mais principal que nessas partes do Brasil em doutrinação e a mais numerosa em assistencia à escola. Nesse mesmo ano, fês o padre Grã aceitar e jurar aos chefes Índios da Aldeia esses compromissos civilizadores e crisãos: não ter senão uma mulher: não matar nem comer carne huma. o \no de 1561 sua população era de 4 mil almas!
No ano de 1564 Juntou Dezesseis Padres no Jubileu!
Pela Invocação que tinha do Espirio Santo ou Sanct Spiritus, eram solenissimas as uas festas. Escreve Blasques das do ano de 1564: "juntámo-nos nesse dia tanto da cidade como das Aldeias, alguns deszesseis Padres e um grande número de Irmãos, que também isso, foi jubileu". A Aldeia teve futuro e foi sempre residência dos Padres, efectiva e ininterrupta, até à perseguição pombalina. Antes de terminar o século XVI, tentando desembarcar perto desta Aldeia do Espírito Santo os Franceses de Pain-de-mil, foram aprisionados pelos Índios os que vinham num patacho, e remetidos ao Governador. Hoje chama-se de Abrantes.
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História
A Aldeia do do Espirto Santo (atual município de Camaçari)
O atual municipio de Camaçari, originou-se a partir da fundação da 1ª Aldeia do Divino Espirito Santos, pelos jesuitas da Cia de Jesus na Bahia, no dia 29 de maio de 1758, Pelo Pe João Gonçalves e Irmão Antonio Rodrigue
Vila Nova do Espírito Santo de Abrantes, ou apenas Vila de Abrantes, foi uma antiga povoação indígena. Inicialmente chamou-se Aldeia do Espírito Santo, sendo iniciada em 1558 e estabelecida pelos padres da Companhia de Jesus no Brasil, com a intenção de catequizar os nativos e propagar a santa fé. Posteriormente passaria a ser denominada como Vila de Abrantes, após a expulsão dos jesuítas pelos holandeses. Foi a primeira sede administrativa de Camaçari e atualmente faz parte deste município
A história da Vila de Abrantes tem início a partir da habitação dos povos tupis, em torno do ano 1000, no Recôncavo baiano. Com a invasão da região por exploradores europeus, foi fundada no ano de 1558 a Aldeia do Espírito Santo pelos jesuítas, habitada por índios de várias aldeias tupinambás. Essa região é reconhecida como uma das quatro primeiras povoações fundadas pelos jesuítas no Brasil, o respectivo grupo que residia na aldeia ficava instalado em uma capela de taipa, às margens do rio Joanes, sob o comando do padre João Gonçalves e o irmão Antônio Rodrigues.
Em 1624, a aldeia serviu de asilo para o bispo D. Marcos Teixeira, o clero da Diocese de São Salvador da Bahia e aos jesuítas durante a tentativa de ocupação da Bahia pelos holandeses. O local se demonstrou resistente às invasões, por várias vezes, estabeleceram confrontos armados, como a Guerra do Paraguaçu e as lutas contra a invasão holandesa. Sendo reconstituída em 1641 e remodelada em 1689.
No ano de 1755, os jesuítas foram expulsos da Aldeia do Espírito Santo, no governo do Marquês de Pombal. Logo, em 1758 do dia 27 de setembro passaram a ser categorizada como Vila, por provisão do Conselho Ultramarino, Alvará Régio, denominando-se Vila Nova do Espírito Santo de Abrantes (Vila de Abrantes). Inaugurando a Casa da Câmara e cadeia municipal.
Em 1846, a Resolução provincial n.º 41, de 16 de abril, extinguiu a vila. Esta que passou a ser integrada ao município de Mata de São João. No dia 3 de junho de 1848, a Resolução n.º 310 foi restabelecida, resultando no desmembramento de Mata de São João.
No dia 22 de março de 1920, a lei municipal criou o distrito de Camaçari, cujo território abrangia a antiga Vila de Abrantes. Confirmada pela Lei estadual n.º 1422, de 4 de agosto de 1920.
Descrição por Domingos Alves Branco Moniz Barreto
Domingos Alves Branco, ex-capitão do regimento de Infantaria de Extremoz e escriturário da contadoria geral da Junta da Real Fazenda da capitania da Bahia, futuro sargento-mor e comandante do presídio do Morro de São Paulo na Bahia. Visitou a aldeia em missão, produziu uma planta iconográfica da Vila de Abrantes, por volta, de 1792 e redigiu a sua descrição daquilo que observou nesse trajeto.
Fica esta Villa distante da cidade da Bahia 8 legoas. He huma das mais bem situadas, em que me achei, amena, e muito aprazível, athe pellos excelentes e agradáveis passeios que tem por fora da povoação. O número do seus habitantes era muito diminuto e não chegava a 100 índios, não só pela diversão que tem feito para as aldêas e Missões de Natuba, sertão muito distante e ainda para fora da Capitania, mas principalmente para as visinhanças da Aldêa de Massarão-dupio, o que também deu motivo ao Governador e Capitão General para me incumbir a diligência de os fazer tornar as suas povoações, além da principal que foi de Fazer levantar as cazas incendiadas na Missão de Massarãodúpio, como se mostra no seu devido e competente logar.
Os Indios que achei nesta Villa he gente muito dada ao trabalho da lavoira, sendo a sua principal força a plantação da mandioca,de que fazem a melhor farinha para seu sustento, e o muito que lhes sobra a reputação na cidade. Além d'isso, plantão algodão, que produz muito de fina felpa, porém não corresponde o lucro ao trabalho, porque no tempo próprio da colheita lhe cae quasi sempre hum certo orvalho, que apodrece muitos cazulos.
Os indios que não tem lavoira se empregão em huma grande olaria, ali estabelecida de telha e tijolo, que eu achei em alguma deterioração e promovi do modo possível o seu adiantamento fazendo de novo salariar 2 homens, que mandei convidar das olarias da villa de Jaguaripe para os ensinar também a fabricar louças para o uso ordinário das cozinhas.
Observei também a docilidade e boa inclinação dos pequenos Indios e a sua aptidão para o estudo das primeiras lettras e ainda para muitas sciencias, o que não poderão conseguir, pela falta de directores capazes, que a maior parte delles tem sido, como o actual que ali reside, não só ignorante, mas de pessimos costumes.
Desta povoação os Indios que estavão fugidos pude fazer recolher as suas antigas habitações, ainda com insano trabalho, 22 casais e 9 Indios solteiros, a saber: 8 casaes e 6 Indios solteiros que estavão em cazas de diversos parentes na Aldêa de Massarão-dupio e 14 casais e 3 índios solteiros que os achei nas terras desde o rio Jacuipe athe os campos do Bibó.
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CENTRO HISTÓRICO DA CIDADE DE CAMAÇARI
FOTOS CHIQUITINHA MARAVILHA -
PARABÉNS CAMAÇARI /CIDADE/MUNICIPIO!
/267 ANOS DE EMANCIPAÇÃO!! 28/09/1758 - 28/09/02025
AV. EIXO URBANO CENTRAL - CENTRO HSTÓRICO!
Antepassados de Gamaliel Chagas (Chiquitinha), no Contexto da História da Colonia a Republica / Abrantes a Camaçari!
Tenente Marcos Pereira das Chagas, Tio 3º Avô Paterno de Chiquitinha (Gamaliel Sales Chagas).
O matense Tenente Marcos José Pereira das Chagas I, era tenente em 1849, nasceu cerca de 1800- falecido 10 de julho de 1857 (foi assassinado), Tenente Marcos José, foi Membro da Comissão de Instrução Pública da Comarca de Abrantes no termo de Monte Gordo em 1857 (ano da sua morte), sendo Subdelegado de Polícia da Vila de Abrantes entre 1855- e 1857, sendo também Marcos José I, foi Vereador matense de 1849/52.
Tenente Marcos José Pereira das Chagas I, foi Senhor do Engenho Jordão/Camaçari, Tenente Marcos casado em fevereiro de 1827, na Vila da Mata de S. João, com Ana Joaquina de São José, filha o casal Antonio José da Costa e de Vicencia Maria da Conceição com teve 3 filhos.
Tenente Marcos José, viúvo se casou com Maria Silvina (ou Servina) Ferreira, naturl de São Bento do Monte Gordo, da Vila de Abrantes e filha do Capitão Thomé Ferreira Lustosa e de Joaquina Maria do Nascimento com teve dois filhos.
Matense Major Marcos José Pereira das Chagas II
Major Marcos José Pereira das Chagas II. (1858-1923), herdou o Engº Jordão, após o falecimento do seu pai Tenente Mrcos José Pereira I, Major Marcos matense, casou em 18/2/1858 na Matriz do Sr. do Bonfima da Vila da Mata de São João com a matense, Maria da Conceição Alves da Costa, nascida em 1863. e filha de do tenente Domingos Alves da Silva e de Thereza de Souza Costa gerando uma filha Maria da Conceição, então residente no Engenho Jordão.
Maria da Conceição, faleceu de febre em 3/1/1889 no Engenho Camaçari I (Zona Rural Matense) . sepultado no Cemiterio Paroquial da Matriz do Bonfim da Mata de S. João. Viuvo Major Marcos José, casou com Maria Eularia de Santa Ana em 21/11/1924, o casal gerou 4 filhos, Marcos faleceu em 29/6/1923 aos 65 anos e Maria Eularia faleceu em 21/11/1924.
Marcos José Pereirra das Chagas Prefeito de Vila de Abrantes (Camaçari) 1912/15
Major Marcos José Pereira das Chagas II, Delegado Escolar de Monte Gordo, foi Intendente Municipal (Prefeito) periodo 1912-1915, foi também Presidente do ConselhoMunicipal da Vila de Abrantes na Legislatura de 1920/23, faleceno no em 29/6/1923, no dia 29/6/2025, Major Marcos José completaria 102 anos!
A prfessora Enestina Chagas, neta do Major Marcos, foi professora de Camaçari nas décadas de 1940, 1950?... Seria Filho de Abilio Pereira das Chagas?, ou Heitor Pereira das Chagas?, este casado com em 22/02/1927, com Guiomar Pereira da Conceição, filha de José Pereira Guimarães e de Athanazia Maria da Conceição.
Tenente Marcos José Pereira das Chagas I, matense, o tio 3º paterno de Gamaliel Sales Chagas (Chiquitinha Maravilha), sendo tenente Marcos (n. 1800), irmão de Thedosio Pereira das Chagas I, matense nascido em 1790, casado com Maria de Souza e Sá, pais de 4 filhos... dentre eles Antonio Pereira das Chagas III (1818-1886), casado com Joaquina Maria da Conceição (n. 1823 na Freguesia de Vila de Abrantes/Camaçari), o casal gerou 14 filhos.
Antonio Pereira das Chagas II, dono da Fazenda Capemba na divisa de Mata de S. João com Dias D'Ávila e Camaçari atual proximo da Biribeira. Na citada Fazenda, o Rio Jacumim desagua no Rio Jacuipe. Antonio Pereira das Chagas III casada com Joaquima Maria da Conceição, ambos Bisavôs paterno de Gamaliel Sales Chagas (Chiquitinha Maravilha).
A Camaçarense Maria Joaquina, filha de Manoel Gonçalves de Carvalho II (n. 1790/96 - c. 1835) e de Feliciana Pereira da Conceição I (batizada em 1901), ambos pais de 9 filhos com geração, sendo Feliciana Pereira da Conceição I deVila de Abrantes, filha do casal Antonio da Silva Cassote e Jacintha Maria Pereira (4º avôs), pais de 12 filhos, estes o trisavôs de Chiquitinha Maravilha e da Vila de Abrantes.
Tronco Família Costa
Matense Francisco José da Costa I, 6º Avõ de Chiquitinha Maravilha
Francisco José da Costa I (nascido cerca de 1770, falecido antes de 1835).-, ele casado com Thereza Joaquina de São Pedro, nascida cerca de 1775 e falecida já viúva em 26/3/1835, cerca de 60 anos. o casal citado pais de dez filhos, com gerações, dentre eles Capitão Antonio José da Costa I Jr, este nascido cerca de 1816, falecido em 1856, os 6º avõs de Chiquitinha (matense Gamaliel Sales Chagas) casado com geração.
O casal Francisco José da Costa e Thereza Joaquina de São Pedro, residentes na então Freguesia de São Sebatião do Passé, sendo proprietário do Engenho Jacarandá, em 1799, na citada Freguesia
Matense Francisco José da Costa I, irmão de João Francisco da Costa, este proprietário das Fazendas Capoame, Macaco, Bandeira, na então Vila de Abrantes (atual município de Camaçari), no século XVIII (1700).
FAMÍLIA RODRIGUES TEIXEIRA /PEREIRA DAS CHAGAS....
Bacharel João Rodrigues Teixeira I JR, Preomotor Público de Vila de Abrantes (Camaçari), 1886/88, João tio bisvô de Gamalel (Chiquitinha),
O matense Juiz Leovigildo Gonçalves de Carvalho
Foto Chiquitinha Maravilha.-
/ F. digitalizada por Chiquitinha Maravilha.
FAMÍLIA GONÇALVES DE CARVALHO
O matense Juiz Leovigildo Gonçalves de Carvalho, diplomado Bacharel em Ciências Jurídicas e Socias pela Faculdade de Direito de Recife, no inicio da década de 1870, ele Juiz Leovigildo foi na decada de 1870, Juiz
LEOVIGLDO 1° JUIZ DO TERMO DA VILA DE MATA S. JOÃO 1885
Dr. Leovigildo Gonçalves de Carvalho pela sua brilhante inteligência e serviços prestado a Vila de Mata de São João, tanto no regime imperial e republicano, ele foi nomeado em 1885, juiz do Termo da então Vila de Mata de São João, que tinha como Comarca/Sede a Vila de Abrantes (Litoral Norte, atual Camaçari).
Faculdade de Direito de Recife, fundada em 1827, em Olinda, e transferida para Recife, em 1854. Foi uma das duas primeiras do Brasil. Aqui estudaram Castro Alves, Joaquim Nabuco, Eusébio de Queirós e muitos outros personagens ilustre
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Juiz Municipal e de Orfãos dos Temos de Vila de Abrantes e da Vila de Mata de São João /1984
No ano de 1884 Bacharel Leovigildo Gonçalves de Carvalho foi nomeado Juiz Municipal e de Orfãos, dos termos de Vila de Abrantes e de Mata de São João, sendo o 1º matense a execer tão cargo.
Bacharel Leovigildo foi o 1º matense a ser nomeado, Juiz da Comarca da Vila de Mata de S. João no dia 04 de agosto de 1892, passando Vila de Abrantes a ser termo da Comarca da Vila da Mata de São João, fcando Juiz Matense Leovigildo até 1897, quado foi promovido Juiz de Direito da Vara de Orfãos e Ausentes, função que ocupou até a sua morte, ocorrida dia 28 de fevereiro de 1924, as 75 anos de idade, vitima de congestão cerebral.
FUNDDOR DA 1ª BIBLIOTECA DO JUDICIÁRIO BAIANO 1908!
Juz Leovigildo Gonçalves de Carvalho I, o Decando dos Juizes Baiano, fundador da 1ª Biblioteca o Judiciário Baiano, em 1908, localizada em uma das dependencias do lendário Convento da Palma, na Mouraria, Cidade de Salvador.
RUA LEOVIGILDO CARVALHO, NO PELOURINHO/CENTRO HISTÓRICO!!
Juiz matense, Leovigildo Gonçalves de Carvalho, pós morte teve o seu honroso nome colocada em uma Rua (Leovigildo ( Rua Leovigildo (Gonçalves de ) Carvalho, no Pelourinhp, numa transversal da Rua Alfredo Brito com a Rua Maciel de Cima, a poucos metros do Largo do Pelourinho (Centro Histórico de SalvadoriBa.
O matense, decano dos Juizes Baiano, Leovigildo casado em 29 de setembro de 1873 com a matense Maria Damazia da Cruz, casório realizado, no edificio da Capela de N. Senhora da Conceição da Mata II, ou Sr. do Bonfim II ( edificio primitivo de 1758), mandado erigir pelo beato BentoVieira Paes, com sua imponente Torre do Sino, e que foi o citado edificio, desmanchada parcialmente, a partir de 1864, por ameaça de desabamento.
No citado edificio no desmanche, preservou -se a Torre do Sino, que no final da década de 1970, desabou por falta de conservação.
O Cemitério Primitivo, Matriz de Bento Vieira Paes.
No desmanche, preservou-se provisóriamente na altura de 4 metros, as paredes da Nave, e Capela mor, locais onde eram realizados os sepultamentos, desde o final da década de 1750 até a inauguração do Novo Cemterio Paroquial, que foi inaugurado em 07 de julho de 1879, sendo o edificio da Nova Matriz Matriz (Capela de Nossa Senhora da Conceição II, iniciava as suas funções litúrgicas em 03 de junho de 1865, sendo finalmente, a partir de 08 de junho de 1867, a Nova Capela, passou a servir como Matriz, sendo oficializada os batismos e casamentos.
Leovigildo sobrinho Tio 3º Avô de Chiquitinha
O casório do Juiz matense Leovigildo Gonçalves de Carvalho, foi celebrada no ano de 1873, na Nova Matriz. O Juiz Leovigildo, filho do matense Cel Antonio Gonçalves de Carvalho, este irmão de Manoel Gonçalves de Carvalho, casado Maria Joaquina Pereira da Conceição com geração, ambos matenses e 3ª avôs paternos de Gamaliel Sales Chagas (Chiquitinha).
O casório do Juiz matense Leovigildo Gonçalves de Carvalho, foi celebrada no ano de 1873, na Nova Matriz. O Juiz Leovigildo, filho do matense Cel Antonio Gonçalves de Carvalho, este irmão de Manoel Gonçalves de Carvalho, casado Maria Joaquina Pereira da Conceição com geração, ambos matenses e 3ª avôs paternos de Gamaliel Sales Chagas (Chiquitinha).
PEREIRA DE MESQUITA
Família Pereira de Mesquita interliga genelogicmente com Garcez Paranhos Montenegro via consorcio Dr. José Pereira de Mesquita, este irmão e Custódia Pereira de Mesquita, este pai de João Antonio de Mesquita, João casadso om Maria Emilia Simões Teixeira, esta filha do casal Capitão José Rodrigues Teixeira II JR casado com Maria Ephifania Simões de Paiva, Capitão José Rodrigues Teixeira JR II, irmão co Cel João Rodrigues Teixeira I, casada Josefa de Souza Costa, ambos trisavôs materno de Chiquitinha (Gamaliel Sales Chagas) .
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