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domingo, 28 de setembro de 2025

A FESTA CIVICA DA EMANCIPAÇÃO DOS 267 ANOS DE EMANCIPAÇÃO! 28 /09/2025



O BATIZADO:
Des. TOMÁS  GARCEZ PARANHOS  MONTENEGRO I (O 1º COM ESTE NOME).

Batizado no dia  01/04/1839 na  Igreja  do Senhor do Bonfim  de  Mata de São João a Tomás, nascido em 22/01/1839 filho de José Garcez da Rocha Vasconcellos Montenegro e DonaMaria Joaquina da Silva  Paranhos Montenegro, sendo testemunha Cel  João José  de Sepúlveda e Vasconcellos e   Dona  Clara  Moreira  dos  Santos,  vigário Luis Antonio  dos  Santos. 
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Um dos  filhos do  1º  Desembargador  foi também desembargador  (Tomás junior), este  terminou a saga do seu pai, falecido em 1914, na  transferenia da Vila  de Abrantes no  Litoral  Norte, para o então Arraial de Camaçari  ("árvore que chora!"), nas  terras  herdada do lusitano Capitão  Tomás da  Silva  Paranhos, este avõ  do 1º Tomás e  bisavô do 2º  Desembargador Tomás Jr.


2ª Estação  do Trem  datada  da  decada de 1940- Atual  Museu  Histórco  de Camaçari Foto Chiquitinha Maravilha  setembro de 2025.

O BATIZADO:
Des. TOMÁS  GARCEZ PARANHOS  MONTENEGRO I (O 1º COM ESTE NOME).

Batizado no dia  01/04/1839 na  Igreja  do Senhor do Bonfim  de  Mata de São João a Tomás, nascido em 22/01/1839 filho de José Garcez da Rocha Vasconcellos Montenegro e DonaMaria Joaquina da Silva  Paranhos Montenegro, sendo testemunha Cel  João José  de Sepúlveda e Vasconcellos e   Dona  Clara  Moreira  dos  Santos,  vigário Luis Antonio  dos  Santos. 
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Um dos  filhos do  1º  Desembargador  foi também desembargador  (Tomás junior), este  terminou a saga do seu pai, falecido em 1914, na  transferenia da Vila  de Abrantes no  Litoral  Norte, para o então Arraial de Camaçari  ("árvore que chora!"), nas  terras  herdada do lusitano Capitão  Tomás da  Silva  Paranhos, este avõ  do 1º Tomás e  bisavô do 2º  Desembargador Tomás Jr.


O Decano dos  Juizes  Baianos, o matense Leovigildo  Gonçalvers  de Carvalho, casado  pais  de  15  filhos, com gerções, ele, filho do Cel  Antonio  Gonçalves de Carvalho, este  tio  trisavô do materno de Gamaliel Sales Chagas (Chiquitinha  Maravilha).



Camassary, Camassary!


Um nome de origem tupi-guarani 
que  significa, na linguagem Portuguesa  ‘árvore  que  chora”   as  suas  folhas verdes, viçosas, tem a propriedade de ficarem  Cobertas  de Gotículas  de águas transparentes, tendo  outra particularidade Alvissareira! O seu  nobre caule  foi  utilizado para  fabricação de formidáveis embalagem de caixote    para armazenagem de açúcar dos  engenhos  da  regime  imperial e  colonial....

TÍTULO DA POESIA ABAIXO:

DE  ABRANTES A CAMAÇARI!

MUNICÍPIO INDUSTRIAL DA BAHIA

Chiquitinha  Maravilha 


Salve!  Camaçari uma   cidade  histórica,  município  do  estado  da  Bahia
No sagrado ano  de mil  e  quinhentos  e  Cinquenta  e  Oito!  Logo  acontecia
No  governo  de  Mem  de  Sá,  terras  de  sesmarias  aos  índios  ele  doou
Onde  os Padres   jesuítas,  a  Aldeia  do  Divino  Espírito  Santo   fundou!

Manoel  da  Nobreza e  os  outros  jesuítas,  vindos  do Reino  de  Portugal
Pertencentes  a  Companhia  de  Jesus!  Na  Aldeia Indígena  logo  realizaram
Trabalhos  missionários  e  índios  Tupinambás, os nobres  jesuítas  catequizaram
Na Aldeia fundada, edificou-se casas, praça, escola e  uma  linda igreja  colonial.

A  histórica  Aldeia  do  Divino  Espírito  Santo,  ficava   localizada   no   litoral
Próxima  da  Barra  do  Rio  de  Joanes,  as  margens  da  antiga  Estrada  Real
Caramuru,    Garcia  D’ Ávila  e   padre  José  de   Anchieta!  Por  lá  passaram.
Na  Aldeia  fundada,   plantou-se   mandioca, milho,  algodão  e  até gado   criaram.

O  Conselho  Ultramarino,  elevou a  Aldeia  jesuíta,   que  passou   a   categoria
De  Vila  do Divino  Espírito  Santo  de  Nova  Abrantes,  esta  notável   honraria
Aconteceu no dia  vinte  e  oito  do mês de   setembro do ano de   mil  setecentos
E  cinqüenta  e  oito!  Sendo  uma  data  histórica, um  grandioso   acontecimento!

Nos  combates  pela  Independência  da  Bahia! A  Vila de Abrantes  participou
unidas  com  a  lendária Casa  da  Torre,  sediou as  Tropas  Brasileiras  e  imperial
Que  defenderam  o  Litoral  Norte! Essas   Tropas  seguiram  pela  Estrada Real
Passando por  Capuame,  uniu-se a  Labatut que  em  Pirajá,  contra  lusitanos, lutou.

 Vinte e oito de setembro de   mil  novecentos  e  vinte  e  oito! Conforme  lei  estadual
A   histórica Vila  de  Abrantes,  passou  a  chamar-se  Montenegro,  mudando   de  local
Sendo   a  citada Vila,  instalada    no  distrito  de  Camaçari,  que    estrategicamente
Oferecia  as   melhores condições  geográficas, para crescer social e   economicamente!

De Aldeia  de Índios catequizados passou a  Vila de Abrantes,  Montenegro e finalmente
Passou  a   denominar-se  Município  de  Camaçari!  Sendo oficializado definitivamente
A  sua  identidade  nominal,   através  do  histórico  decreto  que tornou-se lei  estadual
No ano  mil  novecentos  e  trinta  e  oito,  ficando com  esse  nome até o  período  atual.

Camassary, Camassary! Um  nome de origem tupi-guarani que  significa na linguagem
 Portuguesa  ‘árvore  que  chora”   as  suas  folhas verdes, viçosas,  tem a propriedade
De ficarem  Cobertas  de Gotículas  de águas transparentes, tendo  outra particularidade
Alcaçareira! O seu  nobre caule  foi  utilizado para  fabricação de formidáveis embalagem
De caixotes  leves  e  resistentes,  que  armazenavam  o  açúcar  que eram fabricados
Nos engenhos  que  eram localizados na  região de  Camaçari e que eram exportados
Para  povoações  do  Brasil Colonial,  sendo também o açúcar vendidos para o exterior
 gerando  riquezas,  movimentando a economia do Brasil e os cofres  dos meus  Senhores... 
O NOBRE E CARIDOSO TOMÁS . PARANHOS  MONTENEGRO!
nobre e caridoso Tomás Garcez   Paranhos  Montenegro, o ilustre  desembargador
No período  imperial edificou  sua chácara - residência  nas  terras do então   arraial
De   Camaçari,  cujas terras  foi herdada  da   sua  família, sendo Tomás o fundador
Da  atual cidade  de  Camaçari,  de economia  pujante, com sua cidade Polo  Industrial 
Município de Camaçari,  com  os  seus  três  distritos  progressistas  e  importantes
Distrito de Parafuso!  Já  foi  sede  do  governo  municipal!  Na  Vila  de  Abrantes
Aí  nasceu o  atual  município! Fundado pelos missionários jesuítas os  catequizadores
Distrito de Monte  Gordo!  Reduto de  lindas  praias, coqueirais  e dos bravos  pescadores.

Orla  marítima  de Camaçari! Com  lindas praias, rios,  lagoas e seus belos coqueirais
Oh!  Arembepe!  Com  sua famosa Aldeia   Hippies!  repleto de  recifes  e  quebra-mar
As  Barras  dos  Rios   Joanes,  Jacuípe  e do  Rio  Pojuca!  De  verdejantes  manguezais
Oh! Praias de Itacimirim,  Guarajuba, Busca  Vida e  Jauá! Locais lindos para  veranear.

Camaçari  com  sua  Bacia  Hidrográfica,  desaguando mansamente  no oceano  mar
Dos  Rios  Capivarí Grande e Pequeno,  Joanes,  Jacuipe, Pojuca, Camaçari  e afluentes
Barragens dos  Rio   Joanes,    com as  suas  lindas   lagoas  e  riachos  e  as nascentes!
Margeados pela primitiva Mata  Atlântica, Um  magnífico  santuário  ecológico  a  preservar.

Oh! Camaçari, Cidade  dos Montenegro  um  centro  de  lazer  e esportes na  região
Com  seus inúmeros equipamentos  esportivos!  Orgulho do seu povo, da sua   população
Camaçari,  cidade  de raízes religiosa!  E  que  cultiva  as  suas  tradições  doutrinárias
Irmandades na  sua abençoada  Diocese! Do Santo padroeiro São  Tomás  de  Cantuária  

Camaçari!  Um  Polo Petroquímico  Industrial!  Com  as suas  fábricas  gerativas
De matérias primas,  empregos  e  rendas!  Fortalecendo  a  sua  economia municipal 
Temos as  indústrias Petroquímica solidificada e  a pujante  Montadora Forde  automotiva
A  crescente  indústria  da  Pesca  e  do  artesanato! Temos o fabuloso  turismo  no  litoral.

Camaçari  uma  cidade  populacional pujante e  industrial!  Com  suas  modernidades
Dos  seus  filhos amados, tanto os nativos como os  imigrantes, vindo de  várias localidades
Onde  todos eles  unidos,  trabalhando  incansavelmente, construindo o  município  a  mil
Vamos,  Vamos! Avante  Camaçari  de  Abrantes!  Você  é o orgulho da  Bahia e  do  Brasil!

NOTAS:
A  Aldeia do Divino Espírito Santo, foi fundada  em 1558, no governo geral de Mem de Sá, pelos padres  jesuítas da  Cia  de  Jesus  na  Bahia,  João Gonçalves e Antônio Rodrigues para  Catequese dos índios Tupinambás.

A citada  aldeia localizava-se  inicialmente  as margens  do Rio Joanes (Vila de Abrantes), séculos depois mudou-se para o antigo Arraial de Camaçari, depois distrito e Vila de Montenegro e finalmente  no ano de 1938, passou-se  denominar-se Camaçari (Arvore que Chora ), uma árvore  existente  em abundancia na região da atual cidade de Camaçari, sendo o matense,   Desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro (o 1º com este nome,), que havia  herdade terras  do seu avô Tomas da Silva  Paranhos, terras estas indo  após o rio Camaçari, sentido, até terras da região do litoral Norte ( a exemplo Jauá...)
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No ano de 1914,  com o falecimento  do   Desembargador G. P.  Montenegro,  (o 1 com este  nome), o seu filho (o 2º),  Desembargador Tomas G. P. Montenegro Junior, completou a  obra   do  seu Pai.
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Domingos Alves Branco Moniz Barreto - Arquivo Histórico Ultramarino
A Villa de Abrantes da Comarca do Norte, representada em gravura de 1792, por Domingos Alves Branco Moniz Barreto, escriturário da contadoria geral da Junta da Real Fazenda da Capitania da Bahia (original no Arquivo Histórico Ultramarino, em Lisboa). gravura  da planta
A  Aldeia   do  Divino  Espirito Santo foi fundada  dia  02pelo Padre da cia de Jesus  na Bahia.

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HISTÓRICO (RESUMO) 02/7/25. 

Na  pesquisa de  Chiquitinha Maravilha a luz  documental)
Fontes Wikipedia e  História da Cia  de Jesus  no Brasil / inicio da decada  de  2000, atualizado 2025. 

Visando  espandir a  Catequese  dos  Índios além da Cidade Fortaleza de Tomé de  Souza  para   os chamados  Sertões Baiano,  o terceiro governador-geral do Brasil colonial, Mem  de Sá  no periodo  de 1558 a 1572,  autorizou a  fundação  da 4 Aldeias: Divino Espirito Santo  dia 29/05/1558, Santo Antonio de  Capoame  1560, no local da  CETREL (antiga fazenda Capoame).
2ª Aldeia São João (Batista)   15/03/1561 (atual município de  Mata  de São João  e Aldeia  de São  Sebastião.. 

Local da fundação da  Aldeia  do  Espirito Santo, nas Margens  do Rio Jones!

A citada  Aldeia  inicialmente,  ficava  localizada   as margens  do Rio  Joanes, mas devida  a insalubridade do local, o  que  ocasionou  a  geração  de graves    enfermidades, tendo alguns  índios    recuperado a   saúde, tendo  inclusive  o Pe  idoso,  jesuita  João Gonçaves caiu  doente, vindo a  falecer pucos  depois.


A  Transferência   da   Aldeia   do Espiito Santos

Por ordem   de Grã,  transferiu-se    o assento   da  citada Aldeia,  para  para  um lugar   que  se  mais   sadio,  (sem uita  salubridade),  mais afastado do  Rio Joanes  (na  localidade  atual  da Vila de Abrantes (região  da Praça  principal).

A Aldeia   Indigena  do Espiito  Santo Prósperou!

No ano de  1560, a Aldeia  do  Espirito Santo  era  a  maior e a  mais  principal  que  nessas  partes   do Brasil  em doutrinação  e a  mais  numerosa em   assistencia à  escola. Nesse mesmo ano, fês  o padre  Grã   aceitar  e  jurar  aos  chefes  Índios da Aldeia  esses  compromissos  civilizadores  e crisãos: não ter  senão   uma  mulher: não  matar nem  comer  carne huma. o  \no  de  1561  sua  população  era  de   4  mil  almas! 

No ano  de 1564  Juntou Dezesseis   Padres  no  Jubileu!

Pela Invocação que  tinha   do  Espirio Santo ou Sanct Spiritus, eram solenissimas as  uas  festas. Escreve   Blasques  das    do ano  de 1564:   "juntámo-nos  nesse  dia   tanto da  cidade  como   das Aldeias, alguns  deszesseis   Padres  e  um grande   número   de Irmãos, que  também   isso,   foi jubileu". A Aldeia teve futuro e foi sempre residência dos Padres, efectiva e ininterrupta, até à perseguição pombalina. Antes de terminar o século XVI, tentando desembarcar perto desta Aldeia do Espírito Santo os Franceses de Pain-de-mil, foram aprisionados pelos Índios os que vinham num patacho, e remetidos ao Governador. Hoje chama-se de Abrantes. 

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História

A  Aldeia do do Espirto Santo  (atual  município de  Camaçari)

O atual municipio  de Camaçari, originou-se  a  partir da fundação  da  1ª Aldeia  do  Divino Espirito Santos, pelos jesuitas da Cia de Jesus   na  Bahia,  no dia  29  de maio de  1758, Pelo Pe  João Gonçalves e  Irmão  Antonio  Rodrigue

Vila Nova do Espírito Santo de Abrantes, ou apenas Vila de Abrantes, foi uma antiga povoação indígena. Inicialmente chamou-se Aldeia do Espírito Santo, sendo iniciada em 1558 e estabelecida pelos padres da Companhia de Jesus no Brasil, com a intenção de catequizar os nativos e propagar a santa fé. Posteriormente passaria a ser denominada como Vila de Abrantes, após a expulsão dos jesuítas pelos holandeses. Foi a primeira sede administrativa de Camaçari e atualmente faz parte deste município


A história da Vila de Abrantes tem início a partir da habitação dos povos tupis, em torno do ano 1000, no Recôncavo baiano. Com a invasão da região por exploradores europeus, foi fundada no ano de 1558 a Aldeia do Espírito Santo pelos jesuítas, habitada por índios de várias aldeias tupinambás. Essa região é reconhecida como uma das quatro primeiras povoações fundadas pelos jesuítas no Brasil, o respectivo grupo que residia na aldeia ficava instalado em uma capela de taipa, às margens do rio Joanes, sob o comando do padre João Gonçalves e o irmão Antônio Rodrigues.

Em 1624, a aldeia serviu de asilo para o bispo D. Marcos Teixeira, o clero da Diocese de São Salvador da Bahia e aos jesuítas durante a tentativa de ocupação da Bahia pelos holandeses. O local se demonstrou resistente às invasões, por várias vezes, estabeleceram confrontos armados, como a Guerra do Paraguaçu e as lutas contra a invasão holandesa. Sendo reconstituída em 1641 e remodelada em 1689.

 No ano de 1755, os jesuítas foram expulsos da Aldeia do Espírito Santo, no governo do Marquês de Pombal. Logo, em 1758 do dia 27 de setembro passaram a ser categorizada como Vila, por provisão do Conselho Ultramarino, Alvará Régio, denominando-se Vila Nova do Espírito Santo de Abrantes (Vila de Abrantes). Inaugurando a Casa da Câmara e cadeia municipal.
Em 1846, a Resolução provincial n.º 41, de 16 de abril, extinguiu a vila. Esta que passou a ser integrada ao município de Mata de São João. No dia 3 de junho de 1848, a Resolução n.º 310 foi restabelecida, resultando no desmembramento de Mata de São João.

No dia 22 de março de 1920, a lei municipal criou o distrito de Camaçari, cujo território abrangia a antiga Vila de Abrantes. Confirmada pela Lei estadual n.º 1422, de 4 de agosto de 1920.

Descrição por Domingos Alves Branco Moniz Barreto

Domingos Alves Branco, ex-capitão do regimento de Infantaria de Extremoz e escriturário da contadoria geral da Junta da Real Fazenda da capitania da Bahia, futuro sargento-mor e comandante do presídio do Morro de São Paulo na Bahia. Visitou a aldeia em missão, produziu uma planta iconográfica da Vila de Abrantes, por volta, de 1792 e redigiu a sua descrição daquilo que observou nesse trajeto.

Fica esta Villa distante da cidade da Bahia 8 legoas. He huma das mais bem situadas, em que me achei, amena, e muito aprazível, athe pellos excelentes e agradáveis passeios que tem por fora da povoação. O número do seus habitantes era muito diminuto e não chegava a 100 índios, não só pela diversão que tem feito para as aldêas e Missões de Natuba, sertão muito distante e ainda para fora da Capitania, mas principalmente para as visinhanças da Aldêa de Massarão-dupio, o que também deu motivo ao Governador e Capitão General para me incumbir a diligência de os fazer tornar as suas povoações, além da principal que foi de Fazer levantar as cazas incendiadas na Missão de Massarãodúpio, como se mostra no seu devido e competente logar. 

Os Indios que achei nesta Villa he gente muito dada ao trabalho da lavoira, sendo a sua principal força a plantação da mandioca,de que fazem a melhor farinha para seu sustento, e o muito que lhes sobra a reputação na cidade. Além d'isso, plantão algodão, que produz muito de fina felpa, porém não corresponde o lucro ao trabalho, porque no tempo próprio da colheita lhe cae quasi sempre hum certo orvalho, que apodrece muitos cazulos. 

Os indios que não tem lavoira se empregão em huma grande olaria, ali estabelecida de telha e tijolo, que eu achei em alguma deterioração e promovi do modo possível o seu adiantamento fazendo de novo salariar 2 homens, que mandei convidar das olarias da villa de Jaguaripe para os ensinar também a fabricar louças para o uso ordinário das cozinhas. 

Observei também a docilidade e boa inclinação dos pequenos Indios e a sua aptidão para o estudo das primeiras lettras e ainda para muitas sciencias, o que não poderão conseguir, pela falta de directores capazes, que a maior parte delles tem sido, como o actual que ali reside, não só ignorante, mas de pessimos costumes.
 Desta povoação os Indios que estavão fugidos pude fazer recolher as suas antigas habitações, ainda com insano trabalho, 22 casais e 9 Indios solteiros, a saber: 8 casaes e 6 Indios solteiros que estavão em cazas de diversos parentes na Aldêa de Massarão-dupio e 14 casais e 3 índios solteiros que os achei nas terras desde o rio Jacuipe athe os campos do Bibó.

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Festa Cívica pela passagem os 267 Anos de Emancipação Política e Administrativa

A FESTA CIVICA DA EMANCIPAÇÃO DOS 267 ANOS DE EMANCIPAÇÃO! 28 /09/2025
https://chiquitinhamaravilha.blogspot.com/2025/09/a-festa-civica-da-emancipacao-dos-267.html

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O BATIZADO:
Des. TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO I (O 1º COM ESTE NOME).

Batizado no dia 01/04/1839 na Igreja do Senhor do Bonfim de Mata de São João a Tomás, nascido em 22/01/1839 filho de José Garcez da Rocha Vasconcellos Montenegro e DonaMaria Joaquina da Silva Paranhos Montenegro, sendo testemunha Cel João José de Sepúlveda e Vasconcellos e Dona Clara Moreira dos Santos, vigário Luis Antonio dos Santos.
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Um dos filhos do 1º Desembargador foi também desembargador (Tomás junior), este terminou a saga do seu pai, falecido em 1914, na transferenia da Vila de Abrantes no Litoral Norte, para o então Arraial de Camaçari ("árvore que chora!"), nas terras herdada do lusitano Capitão Tomás da Silva Paranhos, este avõ do 1º Tomás e bisavô do 2º Desembargador Tomás Jr.
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Palanque Oficial da Festa Cívica dos 267 anos da elevação da Aldeia do Divino Espirito Santos foi elevada à condição de Vila em 1758, recebendo o nome de Vila de Nova Abrantes do Espírito Santo, mais conhecida como Vila de Abrantes. dia 28 de Setembro de 1758. No palanque oficial Ivoneide Caetano, Deputada Federal (PT-BA) Advogada e administradora c/ pós em gestão pública Mãe de Ramon e Mª Fernanda, prefeito Luiz Caetano, vice-prefeito vice, Pastora Déa, secretarios municipais, vereadores e outras pessoas gradas da sociedade camaçariense, numa linda Festa Cívica.









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