Domingo, 23 de Agosto de 2020 - 08:40
Copa do Brasil: Pivetti comenta busca por classificação do Vitória contra o Ceará
por Ulisses Gama

Foto: Pietro Carpi / EC Vitória
O Vitória volta a jogar na próxima quarta-feira (26) contra o Ceará, no Barradão, pela segunda partida da terceira fase da Copa do Brasil. Técnico do Leão, Bruno Pivetti comentou a partida e apontou "esforços e concentração" para reverter o placar agregado, que está favorável ao alvinegro por 1 a 0.
"Temos mais uma decisão pela frente. Agora focamos todos nossos esforços e concentração na equipe do Ceará para que possamos sair classificados para a próxima fase", disse.
Durante a partida contra o CRB no último sábado (22), o volante Fernando Neto foi substituído por lesão aos sete minutos do segundo tempo. Pivetti disse estar aguardando por um retorno do departamento médico sobre a condição do atleta.
"Temos que esperar a avaliação médica para saber o real diagnóstico do jogador, mas estamos na torcida para que não seja nada grave", indicou.
Com o empate diante do CRB em 2 a 2, o Vitória chegou ao seu quarto empate seguido na Série B do Campeonato Brasileiro.
Domingo, 23 de Agosto de 2020 - 06:00
Em reencontro após final da Copa do Nordeste, Bahia visita o Ceará no Castelão
por Ulisses Gama

Diferente de 2019, Castelão terá portões fechados | Foto: Ulisses Gama / BN
Após empatar com o São Paulo no Morumbi, o Bahia segue jogando fora de casa no Brasileirão. Dessa vez, o adversário será o Ceará, algoz da Copa do Nordeste desse ano, no Castelão, em Fortaleza. A partida, válida pela quinta rodada, pode manter o Esquadrão nos primeiros lugares em caso de um bom resultado.
As duas equipes se reencontram após os dois jogos da final do regional que afundaram o Tricolor em uma fase de críticas e maus resultados. Mesmo assim, a equipe não quer um pensamento de vingança. Para o lateral João Pedro, o foco tem que ser nos três pontos, independente do adversário.
"A gente tem que deixar para trás. No Campeonato Brasileiro, cada jogo é uma final. É um novo capítulo que vai ser escrito e vamos buscar fazer o resultado", disse.
O jogador, que voltou a ser titular contra o São Paulo, se mostrou confiante em somar mais três pontos.
"A gente sempre busca o resultado positivo. Pode ser em casa ou fora, vamos entrar pensando em ganhar o jogo. Acredito sim que a gente consiga fazer o resultado positivo. A gente vem trabalhando para pontuar o máximo possível", completou.
Para a partida, o Esquadrão de Aço não terá o goleiro Douglas, que sentiu uma fisgada na coxa contra o São Paulo e foi vetado pelo departamento médico. Com isso, Anderson será o titular e Mateus Claus compõe o elenco como reserva.
CEARÁ
Após viver o grande momento com a orelhuda nordestina, o Ceará vive um momento pesado após começar mal o Brasileirão. A equipe de Guto Ferreira vem de um duro revés de 3 a 0 dentro de casa contra o Vasco. A má fase foi reconhecida pelo treinador alvinegro.
"Eu só tenho que pedir desculpas ao torcedor pela situação do jogo de hoje [contra o Vasco]. Acho que nós temos que melhorar sim, a gente tem trabalhado e de repente tomar posturas mais simples, tentar ser mais sólido e buscar os resultados dentro das estratégias, mais humildes, encorpar novamente, subir o nível de confiança e soltar o futebol. Em momento algum falei em contratação, não vou falar agora. Isso é assunto interno da diretoria", disse.
Para o jogo, o time deve contar com o meia Vinícius, que está recuperado de lesão. Por outro lado, o volante Charles, lesionado, deve ficar de fora. O zagueiro Tiago também está recuperado, mas não poderá jogar por questões de contrato.
FICHA TÉCNICA
Ceará x Bahia
Campeonato Brasileiro - 5ª rodada
Local: Castelão, em Fortaleza
Data: 23/08/2020 (domingo)
Horário: 20h
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (FIFA-RJ)
Auxiliares: Thiago Henrique Neto Correa Farinha e Thiago Rosa de Oliveira (ambos do RJ)
VAR: Pathrice Wallace Corrêa Maia (RJ), auxiliado por Christiano Gayo Nascimento (DF) e Diogo Carvalho Silva (RJ).
Ceará: Fernando Prass; Samuel Xavier, Gabriel Lacerda, Luiz Otávio e Bruno Pacheco; William Oliveira, Fabinho e Vinícius; Fernando Sobral, Mateus Gonçalves e Cléber. Técnico: Guto Ferreira.
Bahia: Anderson; João Pedro, Ernando, Juninho e Zeca; Gregore, Ronaldo, Rodriguinho, Rossi e Élber; Gilberto. Técnico: Roger Machado.
Sábado, 22 de Agosto de 2020 - 21:47
Bruno Pivetti destaca raça dos jogadores no empate arrancado pelo Vitória no final
por Leandro Aragão

Foto: Reprodução
O técnico Bruno Pivetti destacou a raça dos jogadores do Vitória no empate em 2 a 2 arrancado nos minutos finais contra o CRB na noite deste sábado (29), no Rei Pelé. O jogo foi válido pela quinta rodada da Série B.
"Isso significa raça, vontade que todos os jogadores colocam em todos os jogos. Isso vai ser muito importante para nos fortalecer enquanto grupo. Claro que viemos para atrás dos três pontos, mas nas circunstâncias do jogo, o que valeu foi a luta. Infelizmente saímos daqui com um ponto e evitamos a derrota com o empate de 2 a 2 nos últimos minutos", afirmou na entrevista coletiva.
Apesar de valorizar o empate, Bruno Pivetti admitiu os erros do time baiano no primeiro tempo. Ele destacou a posse de bola da equipe e voltou a ressaltar a garra dos jogadores para chegar à igualdade no placar.
"No primeiro tempo, tivemos dificuldades, principalmente com as bolas longas. Demorou um pouco para a linha de meio campo aproximar e ganhar a segunda bola. Foi assim que sofremos o primeiro gol no final do primeiro tempo. Faltou um pouco de aproximação para a gente pesar mais a área do adversário, atacar com mais jogadores, mas conseguimos corrigir isso no intervalo. No segundo tempo, tivemos 61% de posse, uma posse efetiva, com objetivo e conseguimos criar diversas oportunidades de gol. Infelizmente num contra-ataque, sofremos um pênalti, que foi fora da área, mas com muita garra conquistamos o empate", analisou.
Com o resultado, o Vitória chegou aos sete pontos e ocupa a nona colocação na tabela. Na sexta rodada, o Rubro-Negro recebe o Paraná sábado (29), às 16h30, no Barradão. Mas antes disso, o time baiano enfrenta o Ceará, também em casa, na quarta-feira (26), às 21h30, pelo jogo de volta da terceira fase da Copa do Brasil. O Leão perdeu o primeiro duelo por 1 a 0.
Sábado, 22 de Agosto de 2020 - 21:25
Autor do gol de empate do Vitória, Marcelinho valoriza ponto conquistado fora de casa
por Leandro Aragão

Foto: Letícia Martins / EC Vitória
O meia-atacante Marcelinho salvou o Vitória na noite deste sábado (22) ao marcar o gol de empate em 2 a 2 diante do CRB aos 48 minutos do segundo tempo. O jogo foi disputado no Rei Pelé e valeu pela quinta rodada da Série B. Após o apito final, o atleta valorizou o ponto conquistado fora de casa.
"Jogo bem disputado, eles abriram dois gols, mas na luta, na guerra, sem desistir a equipe acabou empatando. Não vejo muita criação das duas equipes, então acredito que foi justo o placar", disse. "De fato, contra a Ponte a gente empatou i jogo e tivemos a chance de virar, mas hoje a gente empatou no apagar das luzes. É uma competição difícil a gente não quer perder pontos, mas se for para perder, que perca só dois. Agora temos que fazer nosso dever de casa para brigar lá em cima, porque o Vitória merece isso", completou.
Foi o quarto empate consecutivo do Vitória, que chegou aos sete pontos e ocupa a nona posição na tabela. Na próxima rodada, o Leão recebe o Paraná, no sábado (29), às 16h30, no Barradão. Porém, antes disso, o desafio do time baiano, também em casa, será contra o Ceará, na quarta-feira (26), às 21h30, pelo jogo de volta da terceira fase da Copa do Brasil. A equipe cearense venceu o primeiro encontro por 1 a 0.
Sábado, 22 de Agosto de 2020 - 20:55
Vitória arranca empate com o CRB fora de casa pela Série B
por Leandro Aragão

Foto: Celio Junior / AM Press & Images / Folhapress
O Vitória arrancou o empate em 2 a 2 com o CRB na noite deste sábado (22), no Rei Pelé. Léo Gamalho fez 2 a 0 para os donos da casa, mas Vico e Marcelinho deixaram tudo igual no duelo válido pela quinta rodada da Série B.
Com o resultado, o Rubro-Negro chegou aos sete pontos e, neste momento, ocupa a nona colocação na tabela de classificação. Enquanto o Galo somou oito e é o quinto.
O próximo compromisso do Vitória será pela Copa do Brasil, onde recebe o Ceará na quarta-feira (26), às21h30, no Barradão, pelo jogo de volta da terceira fase. O primeiro duelo, antes da pandemia, terminou com o placar de 1 a 0 para o time cearense. Já pela sexta rodada da Série B, o Rubro-Negro enfrenta novamente em casa o Paraná no sábado (29), às 16h30.
O JOGO
O jogo começou com poucas emoções. Apesar das duas equipes buscarem o ataque, não conseguiram armar boas tramas que levassem perigo aos goleiros durante os primeiros 15 minutos.
Dono da casa, o Galo chegou bem aos 18 minutos. Em contra-ataque rápido, Magno Cruz tocou para Diego Torres, que soltou a bomba de fora da área e Ronaldo encaixou sem dar rebote. Dois minutos depois, o zagueiro Xandão sentiu o adutor da coxa direita, caiu no gramado e pediu para ser substituído, obrigando o técnico Marcelo Cabo a mexer na equipe. Ricardo entrou no lugar.
Aos 33, em novo contra-ataque do CRB, Magno Cruz desce pela esquerda e Ronaldo conseguiu cortar o cruzamento. A bola voltou para a área e Maurício Ramos tocou de cabeça para afastar o perigo e quase ela encobre o arqueiro rubro-negro.
O Leão conseguiu armar boa trama aos 38 minutos. Mateusinho cruzou, Fernando Neto pegou a sobra dentro da área, mas se embolou com a defesa e não conseguiu finalizar. A bola chegou a ficar viva na área, mas o goleiro Victor Souza segurou.
Léo Gamalho abre o placar
O centroavante Léo Gamalho abriu o placar aos 46 minutos. Do lado esquerdo, Diego Torres cruzou na medida, Maurício Ramos e Carleto não conseguiram cortar e o camisa 9 tocou para o fundo das redes. CRB 1x0 Vitória
Segundo tempo
O CRB voltou modificado para o segundo tempo. Com um desconforto muscular, Magno Cruz saiu para a entrada de Erik. Já o Vitória voltou com a mesma formação da etapa inicial.
O CRB voltou modificado para o segundo tempo. Magno saiu para a entrada de Erik. Já o Vitória voltou com a mesma formação da etapa inicial.
O Leão quase chegou ao empate com Léo Ceará aos seis minutos. Pela esquerda, Carleto descolou o cruzamento para dentro da área, mas o camisa 9 rubro-negro não conseguiu alcançar a bola e tocar para o gol. A resposta do Galo veio dois minutos depois, Erik arriscou de fora da área e Ronaldo fez a defesa.
O CRB desperdiçou uma grande oportunidade de ampliar o placar aos 13. Erik fez bela jogada pelo lado esquerdo, invadiu a área ficando de cara com Ronaldo e tocou para trás, mas Luidy furou na hora de finalizar.
Léo Gamalho faz o segundo de pênalti.
Léo Gamalho ampliou o marcador aos 31 minutos em cobrança de pênalti.
Erik desceu bem pela esquerda, foi na linha de fundo, foi derrubado por Vico fora da área, mas o árbitro assinalou a penalidade para os donos da casa. Léo Gamalho bateu forte e no alto, sem chances para Ronaldo, e fez seu segundo gol. CRB 2x0 Vitória
Vico diminui para o Vitória
Aos 45 minutos, Vico diminuiu para o Leão. No cruzamento de Bocão, a defesa do CRB bateu cabeça e Vico, em posição irregular, empurrou para o gol. CRB 2x1 Vitória
Marcelinho empata no apagar das luzes
Marcelinho recebe ótimo lançamento, mata no peito e solta uma pancada, indefensável para o goleiro Victor Souza. O Leão arranca o empate aos 48 minutos. CRB 2x2 Vitória
FICHA TÉCNICA
CRB 2x2 Vitória
Série B – 5ª rodada
Local: Rei Pelé, em Maceió (AL)
Data: 22/08/2020 (sábado)
Horário: 19h
Árbitro: Adriano Barros Carneiro (CBF-CE)
Assistentes: Nailton Junior de Sousa Oliveira (CBF-CE) e Renan Aguiar da Costa (CBF-CE)
Cartões amarelos: Diego Torres, Gum (CRB) / Jonathan Bocão (Vitória)
Gols: Léo Gamalho, duas vezes (CRB) / Vico, Marcelinho (Vitória)
CRB: Victor Souza; Reginaldo, Xandão (Ricardo), Gum e Hugo; Washington, Thiaguinho e Diego Torres (Carlos Jatobá); Magno Cruz (Erik), Luidy(Bill) e Léo Gamalho (João Carlos). Técnico: Marcelo Cabo.
Vitória: Ronaldo; Jonathan Bocão, João Victor, Maurício Ramos (Gabriel Furtado) e Thiago Carleto(Eron); Guilherme Rend, Rodrigo Andrade, Fernando Neto (Marcelinho) e Rafael Carioca; Léo Ceará (Júnior Viçosa) e Mateusinho (Vico). Técnico: Bruno Pivetti.
Sábado, 22 de Agosto de 2020 - 17:20
Jacuipense supera o Manaus e conquista primeira vitória na Série C
por Ulisses Gama

Foto: Divulgação
O Jacuipense conquistou a sua primeira vitória na Série C do Campeonato Brasileiro neste sábado (22) ao bater o Manaus por 1 a 0 no estádio Governador Roberto Santos (Pituaçu), em Salvador. O gol foi marcado pelo zagueiro Kanu.
Com o resultado positivo, o Leão do Sisal agora soma três pontos e ocupa o quinto lugar do Grupo A da Terceira Divisão.
A equipe comandada por Jonilson Veloso volta a jogar na próxima sexta-feira (28) contra o Botafogo-PB, novamente no estádio de Pituaçu. (Atualizada às 17h32)
Sábado, 22 de Agosto de 2020 - 17:00
Pressionado, Flamengo faz clássico diante do Botafogo
por Léo Burlá | Folhapress

Foto: Alexandre Vidal / Flamengo
O Flamengo vive um momento de instabilidade após um período recheado de títulos e vitórias. Parte da apreensão da torcida passa pelo rendimento da dupla formada por Gabigol e Bruno Henrique, que terão nova oportunidade para desencantar, neste domingo (23), às 11h, no Maracanã, contra o Botafogo, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro.
No empate por 1 a 1 contra o Grêmio, quarta-feira passada (19), Gabriel marcou de pênalti e encerrou um jejum de sete jogos sem marcar. Mas, se não tem faltado luta para a dupla, o bom futebol também anda meio sumido, assim como para boa parte do grupo. Donos de 78 dos 135 gols do Fla em 2019, os parceiros ainda buscam retomar a velha forma para reconduzir os rubro-negros às vitórias e vivem um inédito período de turbulência desde que desembarcaram no Rubro-negro.
As razões para a queda são muitas, passando pela troca de comando, o longo período de inatividade e a falta de ritmo de jogo, mas alguns números após a volta dos jogos, ainda sob o comando de Jorge Jesus, chamam a atenção. Antes de desencantar, Gabigol havia marcado pela última vez em 11 de março (ele tem 12 no ano), quando anotou nos 3 a 0 sobre o Barcelona (EQU). O camisa 27, por sua vez, deixou sua marca três vezes após o reinício do Carioca. Ao todo, ele soma oito gols.
Se o artilheiro andou meio de mal com as redes, ele compensou com sobras na hora de servir os companheiros. Desde que a bola voltou a rolar, Gabigol deu nada menos que cinco passes decisivos. Antes da pausa eram apenas três. Bruno Henrique anda mais tímido neste quesito e serviu três vezes em 2020, sendo uma delas na vitória por 1 a 0 sobre o Coritiba.
"Artilheiros precisam de muita confiança, são jogadores especiais. Quando começam a fazer gols, não param. Todos precisamos de tempo. Não é fácil jogar sem torcida, pandemia, há muitas coisas. Precisamos de mais treinos, precisamos estar melhores fisicamente. É tudo isso. Quando você está melhor em todos os aspectos, tem mais chance de fazer gol", disse o técnico Domènec Torrent.
Com quatro jogos no comando, o espanhol ainda trabalha para fazer com que dois de seus principais nomes se sintam mais confortáveis, mas fato é que não tem havido a mesma conexão entre ambos em campo, embora isto nada tenha a ver com questões pessoais entre eles. Na derrota por 3 a 0 para o Atlético-GO, Bruno jogou aberto lado esquerdo, não dialogou com o companheiro e pouco rendeu. A ideia de Torrent é fazer com que eles voltem a se sentir em ponto de bala.
"Treinamos pouco e jogamos cinco jogos em 15 dias. Os atletas precisam de tempo. Tenho muita confiança nestes jogadores, porque são nossos artilheiros. Estou completamente com segurança de que farão muitos gols", completou o técnico.
Até agora, o Flamengo somou apenas quatro pontos em quatro rodadas. Após perder para Atlético-MG e Atlético-GO no começo, se recuperou ao vencer o Coritiba por 1 a 0 antes do empate com o Grêmio.
Para o clássico, o Flamengo volta a ter problema na lateral direita. João Lucas, o sucessor de Rafinha, sofreu lesão muscular e não poderá enfrentar o Botafogo. O canhoto Renê pode ser improvisado no setor.
Já o Botafogo entrará em campo com moral elevada após o triunfo sobre o Atlético-MG de Jorge Sampaoli por 2 a 0. Antes disso, a equipe dirigida por Paulo Autuori vinha de empates contra Fortaleza e RB Bragantino.
As novidades do Botafogo devem ser a volta dos meio-campistas Honda e Bruno Nazário, que haviam sido preservados contra o Atlético-MG. No comando do ataque, Matheus Babi deve ser o escolhido, com a ida de Pedro Raul para o banco de reservas.
GABRIEL PAIVA PEREIRA DE CARVALHO CHAGAS, MATENSE N. 30-11-1896 FALECIDO MARÇO DE 1982, AOS 86 ANOS - MATA S JOÃO -PAI DE 9 FILHOS ( sendo 8 sobreviventes).
PAI DE CHIQUITINHA MARAVILHA, GABRIEL CHAGAS, COMERCIANTE MATENSE, PADARIA E ARMAZÉM, DÉCADA 1920 A DÉCADA DE 1940, LOCAIS, PÇA BARÃO AÇU DA TORRE E ATUAL RUA EURICO AGUIAR DE FREITAS - MATA S JOÃO.
GABRIEL, DESCENDENTES DE FAMÍLIAS BERÇARIAS DE MATA DE SÃO JOÃO CIDADE VIZINHAS DESDE O SECULO XVI.
OS SOBRE NOMES: PAIVA PEREIRA DE CARVALHO CHAGAS ENGLOBA DESCENDÊNCIAS TRONCO E RAMIFICAÇÕES DE INÚMERAS FAMÍLIAS QUE SE ENTRELAÇARAM AI LONGO DE MAIS DE 300 ANOS A PARTIR DE PORTUGAL VIA BAHIA MATA S JOÃO E MUNICÍPIOS VIZINHOS...
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Com mais de 900 Páginas!!
Ernesto Carrara Junior, primo de Chiquitinha Maravilha, Carrara tetra netopaterno de Inacio Loyola das Chagas Pereira, pai dentre outros filhos de Serafim Pereira das Chagas (seu trisa avô), sendo Inacio Loyola das Chagas Pereira tio trisavô paterno de Chiquitinha/Gamaliel Sales Chagas de Chiquitinha, Inacio irmão de Theodosio Pereira das Chagas, este trisavô paterno de Chiquitinha/Gamaliel, nominado de Theodosio Pereira das, nascido em Mata de S. joão, ano 1790 (assim como seu tetravô paterno Antonio Pereira das Chagas, este pentavô paterno de Ernesto Carrara Junior
Eremita Andrade Chagas, casada com Ernesto Carrara, descendentes de Italiano, estes pais de Ernesto Carrara Junior, nascido no Rio de Janeiro ano 1948.
ENGº ERNESTO CARRARA JUNIOR, QUÍMICO, PESQUISADOR, ESCRITOR. E SUA AMADA MAMÃE, EREMITA ANDRADE CHAGAS, MATENSE, DESCENDENTES ANCESTRAIS, QUE FORAM PILARES BÁSICO, POVOATIVO, DESDE A ERA COLONIAL, ATÉ A REPUBLICA DO SÉCULO XXI, DO MUNICÍPIO MATENSE E CIDADES VIZINHAS..
ERNESTO, ESCREVEU O LIVRO MATA DE SÃO JOÃO - SUAS ORIGENS, SEUS PERSONAGENS, MEUS ANTEPASSADOS - DO SÉCULO XVI AO SECULO XX), LIVRO ESTE, EDITADO NO FINAL DO ANO DE 2019.
O citado livro foi lançado na cidade de Mata de São joão, o livro citado, se encontra na Biblioteca Municipal de Mata de S. João, localizada na rua Cel Laurindo de Oliveira Regis (perto do Colégio Municipal Monsenhor Barbosa.
O citado livro foi lançado na cidade de Mata de São joão, o livro citado, se encontra na Biblioteca Municipal de Mata de S. João, localizada na rua Cel Laurindo de Oliveira Regis (perto do Colégio Municipal Monsenhor Barbosa.
FOTO/ARQUIVO DE ERNESTO CARRARA JUNIOR.
Família do Engº Químico, escritor.. Ernesto Carrara Jr.
CIDADE DE MATA DE SÃO JOÃO, DÉCADA DE 1950/. FOTO ARQUIVO DE CHIQUITINHA, PESQUISADO /IBGE, ANO 2001
CIDADE DE MATA DE SÃO JOÃO, DÉCADA DE 1910, PRAÇA DA INTENDÊNCIA MUNICIPAL/ATUAIS PRAÇAS AMADO BAHIA E BARÃO ASSU DA TORRE/BARÃO ASSU DA TORRE. Foto rep. arquivo Chiquitinha, fonte jornas Baiano década 1910.
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TRAÇOS BIOGRÁFICO DE CHIQUITINHA /RESUMO..
Data 22/01/20.
Chiquitinha Maravilha, Natural de Mata S. João, n. 07/07/1951, n Rua Bacharel Luis Sepúlveda Garcez (Promotor público de mata de São João/Ba.), centro. Sendo seus pais Gabriel de Paiva Pereira de Carvalho Chagas (Gabriel Chagas) e sua prima Amália Teixeira Salles (nome de casada Amália Sales Chagas. Famílias oriundas de Portugal, residente desde a povoação do atual município matense, desde o período colonial, do (Século XVI, sendo Gabriel Chagas e Amália primos carnais, descendentes de famílias berçarias do município matense e cidades circunvizinhas, e com inúmeras ramificações genealógica...)
ESPOSA E FILHOS
Chiquitinha casado com Tania Maria Ferreira Miranda, pai de 6 filhos, falecendo Tamara Miranda Chagas, em 1996, com pouco mais de 5 anos de idade, ficando 5 filhos do casal citado: Gamaiel Miranda Chagas, Jessica Miranda Chagas, Thaiana Miranda Chagas, Talita Miranda Chagas e Yasmin Miranda Chagas.
Chiquitinha ainda pais de: Sara Chagas Santana, filha de Lucineide Simões, Alambel Magalhães Chagas, filho de Lucimar Magalhães, e Graziela Chagas Furtado, filha de Cicera Soares, com que se casou e divorciou-se de Gamaliel/Chiquitinha.
ESTUDOS DOS FILHOS DE CHIQUITINHA/PROFISSÕES..
Gamaiel Chagas, diplomado em Eletrotécnico/IFBa, Automação/Senai, Acadêmico de Engenharia de Produção (2º Semestre), em Recife-PE, Jessica Chagas, tec em Quimica, Academica de Quimca na Uniter/Camaçari/Ba. diplomada m Química, nivel médio, Acadêmica de Química, Thaina Chagas, Acadêmica de Administração/Unime, Talita, Acadêmica de Nutrição Unime,/Lauro de Freitas, Yasmin, a caçula, nivel médio completo, curso de Administração CEBRAC.
Sara Chagas, diplomada em Letras/UNEB/ Jequié, com doutorado, concursada na UNEB, Professora Universitária/Uneb/Jequié, Grazilella Chagas Furtado, diplomada e Direito, OAB/exercendo a profissão, a Alambel, ADM na UAB, e Agente de Saúde, concursado, Prefeitura Municipal de Dias D'Ávila/ba.
Maratonista, jogador de futebol Amador (décadas de 1960 e metade da década de 1970, jogou futsal, volei...Poeta, Historiador, pesquisador, Biógrafo, Atleta Maratonista Baiano, fotografo, narrador, colunista sem remuneração, em vários jornais da RMS. Historiador, Téc, Petroquímico, Diplomado, através do Curso de Comunicações Verbais em 1986. Com credenciamento oficial, em São Paulo/com 600 horas de duração).
Téc. Petroquímico, Desportista, Maratonista Internacional (02 Maratonas em New York, 1984/86), 14 completadas em 6 Estados do Brasil, Bicampeão 5 e 10 mil metros pista /Fonte Nova 1983/84 . Jogador de Futebol . Amador, dos 6 anos a 25 anos, nas cidades de Mata de São João/Ba, Pojuca, Camaçari...Vice - Campeão Matense, Grêmio/IMEMB em 1969 aos 18 anos, jogou na Sel. Matense Intermunicipal e amistosos, peneiras no Ypiranga, Galícia (1970) e Atlético/Al 1972.
Chiquitinha Maravilha, já Narrou inúmeras partidas de futebol amador e Profissional, em vários Campos de Futebol, Estádio e Arenas (Pituaçu, Fonte Nova), partidas de futebol, colunista esportivo em jornais da RMS (Fôlha do Subúrbio/CA, Metropolitano/CA, Imbassaí, Voz da Cidade (D. D´Ávila), J. Matense, Apresentador de Resenha Esportiva/Rádio Metropolitana, AM/CA.
Chiquitinha, criou Projeto-Lei, via vontade popular com 927 assinaturas (c/ mais de 5% do eleitorado), para a construção de um Estádio (que foi nominado de José Cândido dos Santos ( mas, nominado Cajadão, durante vários anos, ate 2012), cidade de Dias D'Ávila, no lugar do Campo do Sete/ B. da Urbis.
Chiquitinha Maravilha, Poeta, Historiador, pesquisador, Biógrafo, Atleta Maratonista Baiano, blogueiro, narrador, colunista sem remuneração, em vários jornais da RMS. Téc, Petroquímico, Curso de Comunicações Verbais, IOB em 1986. Com credenciamento oficial, em São Paulo/com 600 horas) e muito mais..
Chiquitinha, Natural de Mata de São João, onde sus descendentes, formaram os Pilares da Povoação Colonial, até a Republica atual/ 2020, não só do município matense, mas de municípios da RGMS... radicado em Dias D'Ávila há 40 anos. E sua mãe Amália Teixeira Salles moradora desde 1959, na cidade de Dias D’Ávila, onde faleceu em 1992, Sendo Amália Teixeira Sales, Casado com Gabriel de Paiva Pereira de Carvalho Chagas, sendo ambos primos carnais, e descendentes do fundador da Feira Colonial de gado Bovino, nominada de Santo Antonio de Capuame, no ano de 1614, cujo fundador Francisco Dias D’Avila, 12º avô Paterno de Chiquitinha Maravilha.
Da fundação da Feira de Capuame, originou a Povoação e atual município der Dias D’Ávila/Ba. Sendo Francisco Dias D’Ávila, o neto querido e amado do Almoxarife Real Garcia D’Ávila, o edificador da Casa da Torre de Garcia D’Ávila (O Rei do Gado na Era Colonial), no século XVI (1500).
FUNDADOR DA TOPOCA, ANO 1987
Chiquitinha Maravilha, foi o fundador da TOPOCA –Torcida Organizada do Polo Petroquímico de Camaçari/ prol Catuense, que disputava o campeonato baiano de 1987, no estádio |Municipal de Camaçari/Ba.
A TOPOCA foi a 1ª torcida organizada fundada em Camaçari no seguimento Profissionais da FBF, isto no ano de 1987, e com recursos financeiros de Chiquitinha Maravilha, a TOPOCA era composta de 21 Bandeiras coloridas, nas cores da Catuense, do saudoso empresário e desportista, Antonio Pena, que no ano 1987, na mesmo dia, mês e no ano citado, foi homenageado por Chiquitinha Maravilha, com o Troféu Gratidão, a pista de atletismo do Estádio Waldeck Ornelas, atual Radialista (comentarista) Armando Oliveira, pelos excelentes trabalhos em prol do Futebol Baiano, um troféu com mais ou menos 1,30m de altura.
A Torcida TOPOCA foi fundada em 1987 e desativada, no final do ano de 1988, quando a Catuense, já tinha o seu mando de campo no Estádio Antonio Carneirão, O Carneirão /cidade de Alagoinhas/Ba. em 1987 (a torcida prol Catuense, foi extinta em 1988, por Chiquitinha Maravilha.).
COBERTURA DAS OBRAS DO CT EVARISTO MACEDO/CIDADE TRICOLOR.
(INICIO MARÇO ANO 2012 /2020, 8 ANOS).
Desde março de 2012, Chiquitinha vem documentando com fotos e videos, a edificação do CT Evaristo Macedo (Cidade Tricolor, iniciando com maquina digital, inicialmente com 4 zoom, depois 18 e atualmente (ano 2015),com zoom de 30 e 42, Câmara semi profissional, enfrentando todos desafios, e obstáculos (distancia do CT, mato, brejo, cerca de arame farpado, em cima de arvores, muitas vezes, com arvores repletas de abelhas, moribundo, cupins, sol ou chuva), e tudo isso voluntariamente, sugerindo ideias para a expansão do CT, criando frases de valorização da Instituição EC Bahia, a exemplo:.
EC Bahia Um Clube,Uma Nação, Que Nasceu Para Vencer Desafios e Obstáculos!
Conquistando Vitórias Magnificas, Repletas de Glórias!!!...
EC Bahia, Uma Marca Milionária no Mercado da Bola! (É Só saber Usa-la).
TUDO COMEÇOU EM MARÇO DE 2012!!
Chiquitinha, iniciou voluntariamente, no mês de Março de 2012, através do Bloger o acompanhamento das Obras do CT Evaristo Macedo (Cidade Tricolor do EC Bahia), se me perguntasse, se faria tudo de novo, responderia que sim e com muito prazer, entusiasmo e felicidade, visando o engrandecimento da Instituição EC Bahia, assim como a importância do CT, para o município de Dias D'Ávila e cidade vizinhas.
Bora Bahêea.. Minha Porra!
Dia 11 de Janeiro de 2020, a data histórica da Inauguração do CT Evaristo Macedo (Cidade Tricolor do EC Bahia). Parabéns Nação Tricolor do EC Bahia / 89 anos de Fundação ( 1º de Janeiro de 1931/2020).
Chiquitinha Maravilha, Bairro de Nova Dias D'Ávila, Cidade e Município de Dias D'Ávila da Bahia e do Brasil! Sábado 07h 53, dia 11/01/2020. Com Certeza!!
Fundador de Rádio Comunitária, Colunista Esportivo de vários Jornais da REGM: Voz da Cidade, Jornal Metropolitano, Folha do Suburbio/Camaçari, Jornal Imbassai/Dias D'Ávila,
Jornal Matense, envio de informativo esportivo (Atletismo), p/ a Coluna Joingg, jornalista Elieser Varjão, Jornal A Tarde, década de 1980 Eliezer Vazão, da Associação Baiana de Imprensa.
Passagem na Rádio Metropolitana de Camaçari/AM, com Programa Esportivo.
Fundador de Rádio Comunitária, Colunista Esportivo de vários Jornais da REGM: Voz da Cidade, Jornal Metropolitano, Folha do Suburbio/Camaçari, Jornal Imbassai/Dias D'Ávila,
Jornal Matense, envio de informativo esportivo (Atletismo), p/ a Coluna Joingg, jornalista Elieser Varjão, Jornal A Tarde, década de 1980 Eliezer Vazão, da Associação Baiana de Imprensa.
Passagem na Rádio Metropolitana de Camaçari/AM, com Programa Esportivo.
Chiquitinha Maravilha.
Paulo Itaparica um dos melhores ponteiro direito do futebol baiano, na década de 2000.(EC Bahia na Base, Camaçari..).
Chiquitinha premiando o camiseta n10, Paulo Emílio, O Príncipe da Bola do futebol baiano!
Curso de Comunicações Verbais
(Um dos melhores do Brasil/S. aulo com credenciamento}
O citado curso organizado por Oswaldo Melantonio, formado em Direito, Filosofia e Jornalismo, Oswaldo presidente de honra de várias instituições culturais dentre elas a Academia Paulista de Oratório e Academia Brasileira de Comunicações Verbais. O curso de Comunicações Verbais teve a duração de 6 meses equivalente a 100 horas/ aula e credenciado pelo CFMO 097.
Familia Paiva Pereira de Carvalho Alban Chagas...
ENGº ERNESTO CARRA JUNIOR, QUÍMICO, PESQUISADOR, ESCRITOR. E SUA AMADA MAMÃE, EREMITA ANDRADE CHAGAS, MATENSE, DESCENDENTES ANCESTRAIS, QUE FORAM PILARES DA BÁSICO, DESDE A ERA COLONIAL, ATÉ A REPUBLICA DO SÉCULO XXI, DO MUNICÍPIO MATENSE E CIDADES VIZINHAS..
ERNESTO, ESCREVEU O LIVRO MATA DE SÃO JOÃO - SUAS ORIGENS, SEUS PERSONAGENS, MEUS ANTEPASSADOS - DO SÉCULO XVI AO SECULO XX), LIVRO ESTE, EDITADO NO FINAL DO ANO DE 2019.
FOTO ARQUIVO DE ERNESTO CARRA JUNIOR.
EREMITA MÃE DE ERNESTO, AMBOS PRIMOS DE GAMALIEL CHAGAS, NA GENEALOGIA/TRONCO PEREIRAS DAS CHAGAS.
CT DO EC BAHIA, ANO 2012, CANTEIRO DE OBAS, INICIO DAS OBRAS EDIFICAÇÃO DA CIDADE TRICOLOR/ CT EVARISTO MACEDO,INAUGURADO EM 11/01/2019.FOTO INDITA DE CHIQUITINHA MARAVILHA, QUE ACOMPANHOU DE 2012 ATÉ A INAUGURAÇÃO, DIA 11/01/2019 (TUDO VOULNTARIAMENTE!!).
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No ano de 1957 Alfredinho ganhou seu presente de natal, um lindo velocípede, Alfredinho convidou Gamaliel que tinha no citado ano a idade de 6 anos para conhecer o seu bonito presente na sua residência (casa de Alfredinho na Pça. Barão Açu da Torre, perto da casa de Gamaliel).
Alfredinho mandou Gamaliel montar na parte traseira do velocípede, local situado entre as duas rodas onde existia um espaço metálico onde Gamaliel ficava em pé e Alfredinho ia guiando o velocípede dando várias voltas de ida e volta no amplo corredor principal da casa.
Um dos amistosos de destaque nos anos iniciais da década de 1970, foi contra o time Fluminense de Feira de Santana no Campo do ADM pelo placar de 3x2, marcando Gilson Porto dois gols para o Flu de Feira, pelo time do ADM, um dos gols foi marcado pelo meio campista Lázaro Almeida (apelidado de Tampinha, por ter estatura baixa).
Empresário e desportista, saudoso Antonio Pena... F. Catuense Net.
CASA RESIDENCIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA, A PARTIR DE 1980, BAIRRO NOVA DIAS D'ÁVILA,
DÉCADA DE 2010/ ANO 2016
EDIFICAÇÃO DA ARENA FONTE NOVA, OBRAS FINAL DO ANO DE 2012. FOTO CHIQUITINHA MARAVILHA
CASA RESIDENCIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA, 1987.ENGº ERNESTO CARRA JUNIOR, QUÍMICO, PESQUISADOR, ESCRITOR. E SUA AMADA MAMÃE, EREMITA ANDRADE CHAGAS, MATENSE, DESCENDENTES ANCESTRAIS, QUE FORAM PILARES DA BÁSICO, DESDE A ERA COLONIAL, ATÉ A REPUBLICA DO SÉCULO XXI, DO MUNICÍPIO MATENSE E CIDADES VIZINHAS..
ERNESTO, ESCREVEU O LIVRO MATA DE SÃO JOÃO - SUAS ORIGENS, SEUS PERSONAGENS, MEUS ANTEPASSADOS - DO SÉCULO XVI AO SECULO XX), LIVRO ESTE, EDITADO NO FINAL DO ANO DE 2019.
FOTO ARQUIVO DE ERNESTO CARRA JUNIOR.
EREMITA MÃE DE ERNESTO, AMBOS PRIMOS DE GAMALIEL CHAGAS, NA GENEALOGIA/TRONCO PEREIRAS DAS CHAGAS.
Livro do Ernesto Carrara Jr. Engº Químico, Escritor.../2019
EDIFICAÇÃO DA ARENA FONTE NOVA, ANO FINAL DO ANO DE 2012. F. CHIQUITINHA MARAVILHA.
O MATENSE, GABRIEL DE PAIVA PEREIRAS DE CARVALHO CHAGAS, (GABRIEL CHAGAS) COMERCIANTE MATENSE (SEGUIMENTO PADARIA E ARMAZÉM), NA CIDADE DE MATA DE SÃO JOÃO /BA., DA DÉCADA DE 1920 ATÉ O FINAL DA DÉCADA DE 1940, NA RUA ATUAL (2020), NOMINADA DE EURICO AGUIAR DE FREITAS E DEPOIS, NA PRAÇA BARÃO AÇU DA TORRE, QUANDO VENDEU O IMÓVEL, AO COMERCIANTE MANOEL GARIBALDI COSTA/ DE NEZINHO COSTA, NO ANO DE 1948.
GABRIEL, DESCENDENTES DESDE OS PRIMÓRDIOS DO ATUAL MUNICÍPIO MATENSE (SECULO XVI AO AO SÉCULO XI, NASCENDO NO ANO DE 1896, NA CIDADE DE MATA DE SÃO JOÃO/BA.)
O MEIO CAMPISTA, GAMALIEL CHAGAS/ CHIQUITINHA MARAVILHA, JOGADOR DE FUTEBOL AMADOR MATENSE, F. ANO 1974, ESTÁDIO EURICO GASPAR DUTRA, SESI/ROMA, CIDADE DE SALVADOR - CAMPEONATO INDUSTRIÁRIO, JOGANDO NO TIME DA ARCA/ CERVEJARIA ANTARCTICA, ONDE FOI FUNCIONÁRIO, NA DÉCADA DE 1970.CT DO EC BAHIA, ANO 2012, CANTEIRO DE OBAS, INICIO DAS OBRAS EDIFICAÇÃO DA CIDADE TRICOLOR/ CT EVARISTO MACEDO,INAUGURADO EM 11/01/2019.FOTO INDITA DE CHIQUITINHA MARAVILHA, QUE ACOMPANHOU DE 2012 ATÉ A INAUGURAÇÃO, DIA 11/01/2019 (TUDO VOULNTARIAMENTE!!).
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MATA DE SÃO JOÃO, SUAS RAÍZES SUA HISTÓRIA!
Poetizada em 1999
Chiquitinha Maravilha
Direitos autorais registrados em nome do autor
Na Colina Sagrada, localizada no Bonfim de Mata, aí o município nasceu
Onde uma missão de padres jesuítas! Neste local logo se estabeleceu
Fundaram a Segunda Aldeia de São João, lá nas matas nos sertões da Bahia
Era quinze de março, do ano mil quinhentos e sessenta e um, que lindo dia!
Os padres jesuítas, Gastar Lourenço e Semeão Gonçalves, fundadores
Da Aldeia, junto com os índios Tupinambás, ergueram primeiramente
Um arremedo de igreja! de caule e palmas nativas, os padres pregadores
Reuniram os índios da aldeia de São João e logo celebraram religiosamente.
Uma missa histórica! A primeira daquela Sagrada Aldeia de São João
Os índios foram aprendendo, o evangelho cristão com muita atenção!
Alí, numa suave Colina, cercada de morros e de lindas matas exuberantes
A Aldeia ficava perto do rio Jacuipe e do riacho Coqueiro, locais fascinantes!..
Os Jesuítas e índios, construíram outra igreja maior! Tendo esta edificação
Uma notável, Torre do Sino, erguida de pedra, tijolo, cal e argamassa da região
Isto a partir do ano de mil quinhentos e sessenta e um! Tendo sua construção
Terminada no final década de mil quinhentos e setenta, com amor e devoção
UM MUNICÍPIO HISTÓRICO!
Mata de São João um município histórico, fundada lá no período colonial
A partir do ano de mil quinhentos e sessenta e um, nela já se registrava
Presença do lusitano Garcia D’ Ávila! Comandando suas boiadas por lá passava
Desbravando as terras desconhecidas! Iam povoando, fundando arraial...
Distrito de Amado Bahia, Matadouro São José, grande Pólo Exportador
No ano mil novecentos e dez! Abastecia o mercado da capital Salvador
De carne bovina e seus derivados, que eram transportados em vagões
Pela estrada de ferro e gerando muita riquezas, com suas comercializações.
Margem esquerda do Rio Jacuipe! Cultivavam-se verdejantes canaviais
Plantado no seu solo de Massapê! Solo propício e rico em minerais
No ano mil novecentos e vinte, existia uma Usina em plena produção
Localizada no arraial de Pitanga! Gerava emprego e renda, na região.
AGRICULTURA, BACIA HIDROGRÁFICA, O PETRÓLEO!
Década de mil novecentos e cinquenta, expansão da agricultura local
Com a criação do Núcleo Colonial JK! Fomentando o mercado regional
Com a chegada das famílias japonesas, cultivando os hortifrutigranjeiros
Foi fundada uma Cooperativa Agrícola! Abastecendo a região ano inteiro.
Na década de mil novecentos e sessenta! Mata de São João florescia
Produzia tanto petróleo e gás natural! Nos seus poços de extração
Armazenados em tanques apropriados! Sendo enviados para refinaria
O Petróleo gerava riquezas aos matense! Com os campos de produção.
A Bacia Hidrográfica de Mata de São João! Com os rios e mananciais
Cercada pela Mata Atlântica, oh! Um santuário ecológico a preservar
Os rios Pojuca, Jacuipe, Imbassay, Sauípe.. Todos desaguando no mar
E os rios afluentes! Rio Pitanga, Caboré, Jacuipe Mirim e outros mais...
AS FESTAS TRADICIONAIS, POLO DO TURISMO, FUTEBOL..
As festas do Senhor do Bonfim da Mata de São João, é uma tradição
Realizada todos os anos no mês de fevereiro, com muita fé e devoção
É uma festa católica, intensamente comemorada! Com muitas animações
Com as novenas, lavagens da igreja! Festa de Largo e outras atrações.
Mata de São João, Pólo do Turismo! Em todo o litoral norte da Bahia
Casa da Torre em Praia do Forte! Repletas de de lendas, histórias e honrarias
Complexo Hoteleiro de Sauípe, um paraíso! Com Rios, praias e os coqueirais!
Barras dos rios Pojuca, Sauípe, Imbassai! Lugares lindos, paraísos naturais...
Esportes em Mata de São João! Com seu futebol notável, famoso e tradicional
Praticados com técnica e Maestria! Celeiro de notáveis jogadores profissional
Frank Chagas, Manezinho, Náilon, Badí, Teixeira, Valdo, Índio, Nei, Nelson Leal
Reinaldo, no judô Miguel e Alex, no atletismo Gamaliel, Barnabé pentátro mundial.
OS DISTRITOS POVOATIVOS
Distritos de Mata de São João! Amado Bahia e seu famoso Matadouro
Distrito de Açú da Torre! Florestas verdejantes e um povo hospitaleiro!
A praia do Forte, com rio e o mar! A Casa da Torre, um rico tesouro
Distrito de Sauípe com seu Rio, porto e mar! Um Pólo Turístico Hoteleiro.
Povoados matenses! Malhadas, Diogo, Imbassaí, Areal, seu povo, sua gente
JK, Pedra do Salgado, Açuzinho, Pitanga! Povoados históricos, emergentes
Oh! Imbassay com o seu rio de águas límpidas, desaguando mansamente
No mar, um balneário ecológico! Visitados pelos turistas, diariamente.
Mata de São João, cidade, município, pólo imensurável de riquezas
Hortifrutigranjeiros no JK! Bacia Hidrográfica, com as suas belezas
A Mata Atlântica, Bacia Leiteira! Temos o petróleo e o gás natural
A Indústria das Cerâmicas e da pesca artesanal! Na orla, no litoral.
FILHOS NATIVOS E ADOTIVOS
Salve! Mata de São João! Dos seus filhos amados, nativos e os adotados
Santos Titara, Santinho, Oliveira Costa e Amado Bahia! O juiz Leovigildo
Bento Vieira Paes, Vigários: Ramos, Demócrito, Neves, Nélson, Astrogildo
Josias, Sena, Primo, Arnaldo, Ednaldo e outros notáveis vigários não citados!
Famílias do município matense! com suas nobrezas e suas tradições
Sepúlveda Garces, Reis Meireles, Araújo Góes, os Rodrigues Teixeira
Pereira Chagas, Caetano Almeida, Eurico, César Sampaio, Seixas Oliveira
Silva Fontes, João gualberto, Crespo, Leal, Ribeiro, Evangelísta e Simões,
Pina, Miguez, Athayde, Costa, Freitas, Nascimento, Cordeiro, Pondé, Vieira
Sales, Pinto, Lopes, Improta, Costa Rego, Tapioca Pombo, Rodão, Ferreira
Cardoso, Correia, Gonzalez Alban, Bastos, Viana, Mota, Santos, Edvaldo Rates
Cavalcante, Fateichas, os Guimarães, Regis, Fogos, Rozalez, Pinto, Aires
Romero, Kanzaki, Takenami, Mendes, Soares, Neto, Carvalho, Trindade
Lima, Santana, Evaristo, Costa Pinto, Marback, Montenegro, Andrade
Aboud, Fragoso, França, Santa Rita, Sá Oliveira, Baracho, Conrado
Lucas, Dória, Daltro, Leite, Barros, Avena, Vasconcelos, Nunes, Prado,
Vaz Sodré, Nepomucemo, Cyríaco, Pedreira Maia, Pacheco, Danião
Lantyer, Bartilloti, Cerqueira, Goulart Freitas, Lopes Pontes, Leão
Alcantara, Jathay, Bitencurt, Pauferro, Rolim Garcez, Yabu, Aquino
Gomes, Abreu Rocha, Pinheiro, Martins, Rodrigues Pinto, Jesuino
Muraro, Freire de Carvalho, Nadyer, Meireles Viana, Delfino Silveira
Leitão Bahia, Sepúlveda de Vasconcelos, Lago Meireles Costa Pinto
Castro Lima, Cabral da Silva, Pomponete, Guanaes Mineiro, Siqueira
Cardeal, Bicalho Figueiredo, Chagas Araújo, Bispo, Sobrinho, Brito
Pires de Carvalho, Damasceno, Cezimbra Lemos, Sierpinski, Lustosa
Laudano, Buhaen, Fontes Deiró, Queiróz, Vilas Boas, Cruz, Pedrosa
Assis Batista, Seabra Viana, Dantas Martins, Leitão Bahia, Conceição
Magalhães, Nogueira, Furuichi, Ishikawa, Kamura, Kuwano e Jordão.
Sueoka, Yshida, Kamura, Yabu, Hirata, Iseki, Ando, Shimada, Yamaguchi
Watanabe, Okada, Kiya, Ogasawara, Nishitani, Sasaki, Kono, Sakaguchi,
Yoshii, Tazawa, Yamamoto, Sampei, Hirata, Nakahara, Hamano, Selita
Shimizu, Matsunu, Fujicuro, Mizuki, Shirakawa, Maekawa, Ito e Tomita.....
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Gamaliel Chagas/Chiquitinha Maravilha aos 30 anos em 181//Ilha de Itaparia em férias.já residia em Dias D'Ávila
No escritório da AVON, cidade Nova Yorque, Manoel Martins, Katherine Switzer, da Avon, na realização de Maratonas Femininas da Avon, e a 1ª Mulher a competiu a Maratona de Nova Yorque em 1974, obtendo o tempo de 3:07:29, largando 527, completando a prova 27 maratonistas, e Gamaliel Chagas (a direita).
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No escritório da AVON, cidade Nova Yorque, Manoel Martins, Katherine Switzer, da Avon, na realização de Maratonas Femininas da Avon, e a 1ª Mulher a competiu a Maratona de Nova Yorque em 1974, obtendo o tempo de 3:07:29, largando 527, completando a prova 27 maratonistas, e Gamaliel Chagas (a direita).
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Biografia de Gamaliel Sales Chagas/Chiquitinha..
Biografado por Chiquitinha...ANO 2002/A 2020.
NASCIMENTO / CIDADE DE MATA S. JOÃO/CENTRO
Gamaliel Sales Chagas nasceu no dia 7/7/1951 às 3:05 hs na rua Dr. Luiz Sepúlveda Garcez nº 14 (antiga travessa Barão Açú da Torre), centro cidade de Mata de São João, sendo registrado no Cartório Civil no dia 5/8/1951, testemunhas Reginaldo de Souza Barbosa.
Biografado por Chiquitinha...ANO 2002/A 2020.
NASCIMENTO / CIDADE DE MATA S. JOÃO/CENTRO
Gamaliel Sales Chagas nasceu no dia 7/7/1951 às 3:05 hs na rua Dr. Luiz Sepúlveda Garcez nº 14 (antiga travessa Barão Açú da Torre), centro cidade de Mata de São João, sendo registrado no Cartório Civil no dia 5/8/1951, testemunhas Reginaldo de Souza Barbosa.
Infância de Gamaliel na cidade de Mata
Gamaliel, apelidado de Poti, Chiquitinha Maravilha, foi um menino que desde os 6 anos de idade já brincava nas ruas, avenidas, praças e no campo do ADM que ficava localizado cerca de 150 metros da sua residência, isto a partir de 1957 quando tinha 6 anos de idade.
Gamaliel na infância jogava bola entre os garotos da sua geração, empinava arraias, caçava nas matas localizadas na periferia da cidade de Mata e margeando o rio Jacuipe que corta a referida cidade do oeste ao sul do território matense, assistia filmes no Cine Teatro Vitória
Pescar no rio Jacuípe, lagoas nas lagoas do Alambique (entulhada na década de 1980), Encantada, Vinte Mil, lagoa da Vitória, lagoas situadas na Fazenda do Sr. Pedro Duca, dentre outras lagoas da periferia da cidade.
Gamaliel, apelidado de Poti, Chiquitinha Maravilha, foi um menino que desde os 6 anos de idade já brincava nas ruas, avenidas, praças e no campo do ADM que ficava localizado cerca de 150 metros da sua residência, isto a partir de 1957 quando tinha 6 anos de idade.
Gamaliel na infância jogava bola entre os garotos da sua geração, empinava arraias, caçava nas matas localizadas na periferia da cidade de Mata e margeando o rio Jacuipe que corta a referida cidade do oeste ao sul do território matense, assistia filmes no Cine Teatro Vitória
Pescar no rio Jacuípe, lagoas nas lagoas do Alambique (entulhada na década de 1980), Encantada, Vinte Mil, lagoa da Vitória, lagoas situadas na Fazenda do Sr. Pedro Duca, dentre outras lagoas da periferia da cidade.
Empinador e Pipas de Arraia
Empinar arraias e pipas na cidade de Mata de São João, era um dos divertimentos favoritos de Gamaliel (Poti), por isso ele faltava às aulas no Getúlio Vargas em conseqüência disso repetiu o 1º ano primário (1959) e o 2º ano (1961).
As arraias eram empinadas nas praças Amado Bahia, Barão Açú da Torre, praça Floriano Peixoto (localizada em frente a Climege, 2009), Largo do Dendê, Campo do ADM, Largo da Passagem (atual rua Recife e outras), rua Luanda, Rodagem do Torre, praça da Estação (Lauro de Freitas), Toicinho, etc.
Grandes empinadores de arraias existiam na cidade de Mata de São João no final da década de 50 e início da década de 60, dentre eles podemos citar alguns dos mais famosos empinadores de arraias: Tonho de Himério, Rock Baiana e Derí (Largo do Dendê), rua João Pessoa, Edgar e Flavinho, no bairro do Baixio, Barata.
Outros empinadores localizados da praça Barão Açú da Torre, praça Amado Bahia, rua Quintino Bocaiúva a exemplo de Vau (filho de Mário Pinto), Carlos Augusto Teixeira (Carlão), Gamaliel, Tico, Nei Lima, Elias Amorim, Alfredo Atayde, Lázaro Almeida, Tatu e Duquinha (família de Álvaro Pina) e outros não citados.
No bairro da Estação Juá, Américo, Dó. Na região do Campo do ADM: Nengo, Zé da Lata, Lebre, Pescocinho, Jacira e Valdir Cardoso, Betinho (Irmãos), Zé Popó, Jairo e Ximba (irmãos), Jaiminho, Rubinho, René, Robson e Rui (Irmãos), Gerson e Eurico Neto, Pedro Nepomuceno, Jalves, Edgar e seus irmãos e outros não citados.
Na rua da Luanda e Rodagem do Torre vários empinadores de arraia se destacaram: Agamenon, Pitu, Mirinho, Nanico, Nego, Lourinho, Brito, Marão, Bricó, Niní e outros não citados.
Empinar arraias e pipas na cidade de Mata de São João, era um dos divertimentos favoritos de Gamaliel (Poti), por isso ele faltava às aulas no Getúlio Vargas em conseqüência disso repetiu o 1º ano primário (1959) e o 2º ano (1961).
As arraias eram empinadas nas praças Amado Bahia, Barão Açú da Torre, praça Floriano Peixoto (localizada em frente a Climege, 2009), Largo do Dendê, Campo do ADM, Largo da Passagem (atual rua Recife e outras), rua Luanda, Rodagem do Torre, praça da Estação (Lauro de Freitas), Toicinho, etc.
Grandes empinadores de arraias existiam na cidade de Mata de São João no final da década de 50 e início da década de 60, dentre eles podemos citar alguns dos mais famosos empinadores de arraias: Tonho de Himério, Rock Baiana e Derí (Largo do Dendê), rua João Pessoa, Edgar e Flavinho, no bairro do Baixio, Barata.
Outros empinadores localizados da praça Barão Açú da Torre, praça Amado Bahia, rua Quintino Bocaiúva a exemplo de Vau (filho de Mário Pinto), Carlos Augusto Teixeira (Carlão), Gamaliel, Tico, Nei Lima, Elias Amorim, Alfredo Atayde, Lázaro Almeida, Tatu e Duquinha (família de Álvaro Pina) e outros não citados.
No bairro da Estação Juá, Américo, Dó. Na região do Campo do ADM: Nengo, Zé da Lata, Lebre, Pescocinho, Jacira e Valdir Cardoso, Betinho (Irmãos), Zé Popó, Jairo e Ximba (irmãos), Jaiminho, Rubinho, René, Robson e Rui (Irmãos), Gerson e Eurico Neto, Pedro Nepomuceno, Jalves, Edgar e seus irmãos e outros não citados.
Na rua da Luanda e Rodagem do Torre vários empinadores de arraia se destacaram: Agamenon, Pitu, Mirinho, Nanico, Nego, Lourinho, Brito, Marão, Bricó, Niní e outros não citados.
Outras Diversões
Jogar gude foi outra brincadeira muito popular na cidade de Mata de São João, as praças Barão Açú da Torre, Amado Bahia, Estação, Campo do ADM, Paquera e Outros Locais eram pontos favoritos para o jogo de gude.
Gude era uma bolinha de vidro colorido e pequena que servia para divertir crianças, adolescentes e adultos. Existem várias maneiras de jogar gude, dependendo da criatividade de cada jogador.
Jogar gude foi outra brincadeira muito popular na cidade de Mata de São João, as praças Barão Açú da Torre, Amado Bahia, Estação, Campo do ADM, Paquera e Outros Locais eram pontos favoritos para o jogo de gude.
Gude era uma bolinha de vidro colorido e pequena que servia para divertir crianças, adolescentes e adultos. Existem várias maneiras de jogar gude, dependendo da criatividade de cada jogador.
Jangadas no Rio Jacuípe
Outro divertimento empolgante e divertido era quando no período de inverno o rio Jacuipe que margeia a cidade de Mata de São João aumentava de volume o seu leito e muita das vezes transbordava as fazendas e terrenos na sua margem.
Gamaliel e outras crianças e adolescentes aproveitavam o aumento de volume das águas do rio Jacuípe e desciam nadando ou em jangadas construídas do caule de bananeiras e varas de madeiras amarradas com cordas pelas águas volumosas do citado rio.
O percurso mais utilizado era descer de jangada pelo rio Jacuípe a partir da ponte de concreto armado, localizado na BA-093 no bairro do Monte Líbano (antigo Sucuiú), passando pelas terras do fazendeiro Pedro Duca, Luiz Garcez, Ponte de Ferro, fazenda José Régis com chegada a ponte sobre o rio Jacuípe no Bairro da Estação da Leste.
Era comum durante a descida sobre as águas do rio Jacuípe nas jangadas ou nadando encontrar pelo trajeto cobra d’água, preás e outros animais que eram arrastados pelas enchentes dos terrenos que margeavam o rio Jacuípe.
Era rotina também Gamaliel e outras pessoas da sua geração aproveitando o aumento de volume das águas do rio Jacuípe ao longo das suas margens, repletas de árvores tipo ingazeiras onde Gamaliel subia nessas citadas árvores para mergulhar nas águas do rio Jacuipe, nos locais em que havia uma profundidade segura para tal tipo de mergulho.
Divoca, Vanjú, Zé Popó, Gamaliel, Nanico, Niní Jaiminho, Pescocinho e outros colegas não citados eram as pessoas que desciam de jangadas o rio Jacuipe até a Ponte da Estação.
Outro divertimento empolgante e divertido era quando no período de inverno o rio Jacuipe que margeia a cidade de Mata de São João aumentava de volume o seu leito e muita das vezes transbordava as fazendas e terrenos na sua margem.
Gamaliel e outras crianças e adolescentes aproveitavam o aumento de volume das águas do rio Jacuípe e desciam nadando ou em jangadas construídas do caule de bananeiras e varas de madeiras amarradas com cordas pelas águas volumosas do citado rio.
O percurso mais utilizado era descer de jangada pelo rio Jacuípe a partir da ponte de concreto armado, localizado na BA-093 no bairro do Monte Líbano (antigo Sucuiú), passando pelas terras do fazendeiro Pedro Duca, Luiz Garcez, Ponte de Ferro, fazenda José Régis com chegada a ponte sobre o rio Jacuípe no Bairro da Estação da Leste.
Era comum durante a descida sobre as águas do rio Jacuípe nas jangadas ou nadando encontrar pelo trajeto cobra d’água, preás e outros animais que eram arrastados pelas enchentes dos terrenos que margeavam o rio Jacuípe.
Era rotina também Gamaliel e outras pessoas da sua geração aproveitando o aumento de volume das águas do rio Jacuípe ao longo das suas margens, repletas de árvores tipo ingazeiras onde Gamaliel subia nessas citadas árvores para mergulhar nas águas do rio Jacuipe, nos locais em que havia uma profundidade segura para tal tipo de mergulho.
Divoca, Vanjú, Zé Popó, Gamaliel, Nanico, Niní Jaiminho, Pescocinho e outros colegas não citados eram as pessoas que desciam de jangadas o rio Jacuipe até a Ponte da Estação.
Futebol uma das Paixões de Gamaliel
Gamaliel desde os anos de 1958 (com 7 anos), já batia seus babas com bola de pano, borracha e de couro com os garotos da sua geração e pessoas adultas. Nos anos de 1958 aos primeiros anos da década de 1960, Gamaliel brincar de jogar bola com seu inesquecível colega Alfredo de Athayde Costa (Alfredinho), um dos filhos do casal Péricles de Andrade Costa e Professora Maria Amélia de Athayde Costa.
Alfredinho, diplomado em medicina pela Universidade Federal da Bahia na década de 1970, excelente médico cardiologista, irmão de Zé Ataide Costa, este um dos Ícones da Radiofonia Esportiva Baiana ainda em atividade em Salvador).
Gamaliel e Alfredinho brincavam de jogar bola (de borracha), no amplo corredor existente na residência de Alfredinho, localizada na esquina da Praça Barão Açu da Torre com Avenida Almeida e Luiz Sepúlveda Garcez (Gamaliel era vizinho da
casa de Alfredinho).
A brincadeira de bola consistia nos chutes na bola de borracha de Gamaliel pa- ra Alfredinho e vice versa. Os “bate bola” tanto eram pela manhã, como pela tarde, dependia do período em que a professora Maria Amélia (conhecida mais pelo nome de professora Mariá Costa), lecionava no Grupo Escolar Getúlio Vargas.
A professora Maria Costa, não gostava que Alfredinho brincasse de jogar nas dependências de sua residência, dentre outros motivos, a bola de borracha poderia danificar vários objetos existente na citada casa, mas que era divertido era.
Na casa de Alfredinho existia um outro corredor, separando a citada casa e uma casa vizinha (imóvel onde foi o Acampamento da Petrobrás e anos depois a Escola Costa e Silva, 2008), nesse corredor mais largo, Alfredinho e Gamaliel realizavam os seus inesquecíveis “bate bola”.
Gamaliel, Alfredinho, Belmiro Gomez (Miro), Valentin Fogos, brincavam de bola de borracha e de couro (mais de bola de borracha), isto nos anos de 1960 a 1963, na rua Luiz Sepúlveda Garcez. Às vezes eram os babinhas, eram jogados no calçamento de paralelepípedo da ci-tada rua, outras vezes era o bate bola era realizado utilizando o muro lateral da residência de Alfredinho (Rua Luiz Sepúlveda Garcez).
Gamaliel desde os anos de 1958 (com 7 anos), já batia seus babas com bola de pano, borracha e de couro com os garotos da sua geração e pessoas adultas. Nos anos de 1958 aos primeiros anos da década de 1960, Gamaliel brincar de jogar bola com seu inesquecível colega Alfredo de Athayde Costa (Alfredinho), um dos filhos do casal Péricles de Andrade Costa e Professora Maria Amélia de Athayde Costa.
Alfredinho, diplomado em medicina pela Universidade Federal da Bahia na década de 1970, excelente médico cardiologista, irmão de Zé Ataide Costa, este um dos Ícones da Radiofonia Esportiva Baiana ainda em atividade em Salvador).
Gamaliel e Alfredinho brincavam de jogar bola (de borracha), no amplo corredor existente na residência de Alfredinho, localizada na esquina da Praça Barão Açu da Torre com Avenida Almeida e Luiz Sepúlveda Garcez (Gamaliel era vizinho da
casa de Alfredinho).
A brincadeira de bola consistia nos chutes na bola de borracha de Gamaliel pa- ra Alfredinho e vice versa. Os “bate bola” tanto eram pela manhã, como pela tarde, dependia do período em que a professora Maria Amélia (conhecida mais pelo nome de professora Mariá Costa), lecionava no Grupo Escolar Getúlio Vargas.
A professora Maria Costa, não gostava que Alfredinho brincasse de jogar nas dependências de sua residência, dentre outros motivos, a bola de borracha poderia danificar vários objetos existente na citada casa, mas que era divertido era.
Na casa de Alfredinho existia um outro corredor, separando a citada casa e uma casa vizinha (imóvel onde foi o Acampamento da Petrobrás e anos depois a Escola Costa e Silva, 2008), nesse corredor mais largo, Alfredinho e Gamaliel realizavam os seus inesquecíveis “bate bola”.
Gamaliel, Alfredinho, Belmiro Gomez (Miro), Valentin Fogos, brincavam de bola de borracha e de couro (mais de bola de borracha), isto nos anos de 1960 a 1963, na rua Luiz Sepúlveda Garcez. Às vezes eram os babinhas, eram jogados no calçamento de paralelepípedo da ci-tada rua, outras vezes era o bate bola era realizado utilizando o muro lateral da residência de Alfredinho (Rua Luiz Sepúlveda Garcez).
No ano de 1957 Alfredinho ganhou seu presente de natal, um lindo velocípede, Alfredinho convidou Gamaliel que tinha no citado ano a idade de 6 anos para conhecer o seu bonito presente na sua residência (casa de Alfredinho na Pça. Barão Açu da Torre, perto da casa de Gamaliel).
Alfredinho mandou Gamaliel montar na parte traseira do velocípede, local situado entre as duas rodas onde existia um espaço metálico onde Gamaliel ficava em pé e Alfredinho ia guiando o velocípede dando várias voltas de ida e volta no amplo corredor principal da casa.
O citado corredor dava acesso aos quartos e sala da residência. No natal do ano de 1960, Alfredinho ganhou uma linda bicicleta Caloi Barra de Ouro. Gamaliel que estava passando as férias escolares em Salvador, na casa de sua irmã Guilhermina no final do citado ano e início do ano de 1961 ao retornar para a cidade de Mata de São João, no mês de janeiro foi convidado por Alfredinho para dar uma volta de bicicleta do centro da cidade até a região da Fazenda Vitória.
Gamaliel foi o 1º garoto a montar no velocípede e na bicicleta de Alfredinho. A amizade de infância de Gamaliel e Alfredinho era como se fosse de 2 irmãos, todos os brinquedos que Alfredinho ganhava da sua família Gamaliel era convidado para se divertir brincando com Alfredinho.
Outra diversão predileta de Alfredinho era assistir filmes de desenhos animados a exemplo de Zé Goméia e outros não citados. Estes filmes eram através de um projetor manual de filmes, movido à eletricidade, servindo de tela uma parede branca, isto aconteceu no ano de 1958.
Na casa de Alfredinho tinha também um cinema exclusivo da família onde eram exibidos filmes de 16 milímetros sendo assistido pelos colegas de Alfredinho e seus irmãos. No quintal da casa da família de Alfredinho existia um quarto que servia de local para a projeção de filmes.
Os irmãos Antonio Carlos de Athaide Costa (Cacá), Raimundo e Alfredinho e seus amigos Valtinho Gonzalez, Cosme Sampaio, Rajado, dentre outros colegas não citados frequentavam o “cinema” da casa da família Athaide Costa isto nos anos de 1958 a 1960.
O citado corredor dava acesso aos quartos e sala da residência. No natal do ano de 1960, Alfredinho ganhou uma linda bicicleta Caloi Barra de Ouro. Gamaliel que estava passando as férias escolares em Salvador, na casa de sua irmã Guilhermina no final do citado ano e início do ano de 1961 ao retornar para a cidade de Mata de São João, no mês de janeiro foi convidado por Alfredinho para dar uma volta de bicicleta do centro da cidade até a região da Fazenda Vitória.
Gamaliel foi o 1º garoto a montar no velocípede e na bicicleta de Alfredinho. A amizade de infância de Gamaliel e Alfredinho era como se fosse de 2 irmãos, todos os brinquedos que Alfredinho ganhava da sua família Gamaliel era convidado para se divertir brincando com Alfredinho.
Outra diversão predileta de Alfredinho era assistir filmes de desenhos animados a exemplo de Zé Goméia e outros não citados. Estes filmes eram através de um projetor manual de filmes, movido à eletricidade, servindo de tela uma parede branca, isto aconteceu no ano de 1958.
Na casa de Alfredinho tinha também um cinema exclusivo da família onde eram exibidos filmes de 16 milímetros sendo assistido pelos colegas de Alfredinho e seus irmãos. No quintal da casa da família de Alfredinho existia um quarto que servia de local para a projeção de filmes.
Os irmãos Antonio Carlos de Athaide Costa (Cacá), Raimundo e Alfredinho e seus amigos Valtinho Gonzalez, Cosme Sampaio, Rajado, dentre outros colegas não citados frequentavam o “cinema” da casa da família Athaide Costa isto nos anos de 1958 a 1960.
Futebol no Clube Taubaté e Praça Barão Açú da Torre
Outro local favorito utilizado por Gamaliel e outros colegas para a prática de futebol eram o salão do antigo clube social localizado na sede do referido clube, atual imóvel onde se localiza a Câmara Municipal de Vereadores (já reformado) e que também serviu de sede para o Taubaté Esporte Clube na década de 1960.
No salão da antiga sede do clube social que tinha um piso de ladrilho da cor vermelha aí nesse espaço citado ocorria os babas onde Gamaliel e seus colegas Humberto, Zé Antonio (Socó), filhos do casal Salomé Silva e Fontoura, os filhos de José Silva, Lázaro, Zé Popó, Dé, Tico e outros colegas não citados.
Os babas realizados na sede do antigo clube social aconteceram no final da década de 1950 início da década seguinte. Outro local em que Gamaliel gostava de jogar seus babas era na praça Barão Açú da Torre que tinha um amplo espaço gramado, era os anos de 1959-1961.
Alfredinho e seus irmãos Cacá, Raimundo e Zé Ataide, gostavam de jogar Futebol de Mesa (jogo de botões), na sua residência na cidade de Mata de São João. Uma espaçosa mesa edificada em cimento armado (em com acabamento em granizo), servia de campo para jogar Futebol de Mesa que era marcada dentro dos moldes das regras de futebol de campo.
Botafogo, Palmeiras, Corinthians, Portuguesa, São Paulo, Santos, Fluminense, Vasco, América, Bahia, Vitória, Internacional, Grêmio, Cruzeiro, Atlético Mineiro, dentre outros times de botões não citados.
Os times de botões eram fabricados geralmente de material acrílico. Gamaliel jo-gava futebol de mesa com Alfredinho, Nilton Reis, dentre outros colegas. Antonio Carlos apelidado de Cacá, Cosme Emanoel Sampaio, Valtinho, filho do comerciante espanhol Manoel Gonzalez, Raimundo Athayde, jogavam futebol de mesa, sendo eles da mesma geração (Gamaliel e Alfredinho eram de geração posterior das pessoas citadas).
A família Athayde Costa eram amantes do futebol, Cacá além de uma passagem rápida como locutor esportivo, jogou futebol de campo no excelente time do ADM no início da década de 1960 nos s amistosos no Alçapão do Campo do ADM.
Cacá e seus companheiros do time do ADM, enfrentaram os times profissionais do Galícia, Vitória, Bahia, Fluminense de Feira (duas vezes), Leônico, Guarani, o Ipiranga, São Cristovão, Galícia. Os amistosos citados, eram pagos quantias em dinheiro aos clubes visitantes, sendo cobrado ingressos nas bilheterias do Campo do ADM para custearem as despesas com os jogos amistosos.
1ª Bola de Couro e a Fonte Nova
A 1ª viagem de Gamaliel para Salvador aconteceu quando ele tinha 9 anos de idade, era o ano de 1960, mais precisamente no mês de dezembro, período das férias escolares. Gamaliel havia passado para o 2º ano primário e recebeu o convite de seu irmão mais velho, Gabriel Chagas Filho para passar a citada féria na sua residência na rua Melo Moraes Filho, Fazenda Grande do Retiro.
Gamaliel viajou para Salvador com seu irmão Frank no ônibus da aviação Ouro Negro. Frank que jogava no time do Guarani e dividia sua residência entre Salvador e Mata de São João.
Chegando na cidade de Salvador Gamaliel ficou hospedado na casa da sua irmã Guilhermina Chagas, casada com o vereador matense Everaldo Mendes de Araújo que estava no seu 2º mandato (1959 – 1963). Guilhermina residia também na Fazenda Grande do Retiro na mesma rua citada onde residia Gabriel, faltava somente uma semana para o dia do natal.
Em Salvador Gamaliel foi visitar o seu irmão Gabriel Chagas Filho chegando na residência foi recebido pela sua noiva Elisa Santos, depois dos cumprimentos Elisa falou que seu irmão havia deixado o seu presente de Natal ao lado da árvore natalina.
Gamaliel curioso e ao mesmo tempo ávido para abrir o presente se dirigiu para a árvore de natal e pegou o presente abrindo o papel colorido com ornamentação natalina e lá estava uma linda bola de couro oficial, marca Drible uma das mais famosas da época.
Foi uma surpresa agradável aquele presente pois ganhar uma bola de couro oficial para um garoto de 9 anos de idade apaixonado pelo futebol, foi um presente realmente maravilhoso!
Com esta bola de couro Gamaliel reuniu os meninos da vizinhança e foi jogar bola numa chácara ampla repleta de mangueirais e outras frutas que ficavam localizadas próximas a casa do seu irmão Gabriel. Durante aproximadamente 10 dias os babas aconteciam na citada Chácara dos mangueirais.
A bola de couro foi utilizada por Gamaliel quando do retorno da sua cidade natal Mata de São João foi utilizada em vários babas principalmente no campo do ADM com os garotos não só da sua geração como dos adultos.
Durante o período em que Gamaliel passou as suas férias na cidade de Salvador seu irmão Frank Chagas jogador do Guarani que disputava o campeonato baiano de profissionais de 1959 levou Gamaliel para assistir um dos jogos do Guarani na Fonte Nova, a partida era pela noite.
Gamaliel e Frank foram de Ônibus coletivo da empresa Fazenda Grande do Retiro para o estádio da Fonte Nova. Chegando no estádio da Fonte Nova seu irmão Frank foi falar com o porteiro providenciando a entrada de Gamaliel na Fonte Nova.
Para a surpresa de Gamaliel, Frank depois de conversar com o porteiro da Fonte Nova me comunicou que eu não poderia entrar na Fonte Nova para assistir o jogo do Guarani devido a minha idade de 9 anos que não era permitido crianças de menor assistir os jogos principalmente noturnos ou talvez, devido ao fato de Frank teria que ir pro vestiário se preparar a partida de futebol não tendo nenhum responsável para ficar com Gamaliel.
Frustrado tanto Frank como Gamaliel, por não ter tido acesso a Fonte Nova, Frank levou Gamaliel ao ponto de Ônibus mais próximo da Fonte Nova e o colocou em um Ônibus que fazia linha para Fazenda Grande e orientou o motorista e o cobrador o ponto de Ônibus próximo da residência da sua irmã Guilhermina Chagas e assim Gamaliel retornou para a residência da sua irmã.
O estádio da Fonte Nova tinha na época somente um anel de arquibancada com capacidade pouco mais de 35 mil pessoas e na sua entrada principal de acesso ao estádio um pavimento superior e várias portas de aço na entrada principal do estádio da Fonte Nova.
Foi a 1ª vez que Gamaliel conheceu pessoalmente a Fonte Nova por fora. No ano de 1967, Gamaliel desfilava na pista da Fonte Nova representando o Instituto Municipal Monsenhor Barbosa nas Olimpíadas Baianas da Primavera.
Outro local favorito utilizado por Gamaliel e outros colegas para a prática de futebol eram o salão do antigo clube social localizado na sede do referido clube, atual imóvel onde se localiza a Câmara Municipal de Vereadores (já reformado) e que também serviu de sede para o Taubaté Esporte Clube na década de 1960.
No salão da antiga sede do clube social que tinha um piso de ladrilho da cor vermelha aí nesse espaço citado ocorria os babas onde Gamaliel e seus colegas Humberto, Zé Antonio (Socó), filhos do casal Salomé Silva e Fontoura, os filhos de José Silva, Lázaro, Zé Popó, Dé, Tico e outros colegas não citados.
Os babas realizados na sede do antigo clube social aconteceram no final da década de 1950 início da década seguinte. Outro local em que Gamaliel gostava de jogar seus babas era na praça Barão Açú da Torre que tinha um amplo espaço gramado, era os anos de 1959-1961.
Alfredinho e seus irmãos Cacá, Raimundo e Zé Ataide, gostavam de jogar Futebol de Mesa (jogo de botões), na sua residência na cidade de Mata de São João. Uma espaçosa mesa edificada em cimento armado (em com acabamento em granizo), servia de campo para jogar Futebol de Mesa que era marcada dentro dos moldes das regras de futebol de campo.
Botafogo, Palmeiras, Corinthians, Portuguesa, São Paulo, Santos, Fluminense, Vasco, América, Bahia, Vitória, Internacional, Grêmio, Cruzeiro, Atlético Mineiro, dentre outros times de botões não citados.
Os times de botões eram fabricados geralmente de material acrílico. Gamaliel jo-gava futebol de mesa com Alfredinho, Nilton Reis, dentre outros colegas. Antonio Carlos apelidado de Cacá, Cosme Emanoel Sampaio, Valtinho, filho do comerciante espanhol Manoel Gonzalez, Raimundo Athayde, jogavam futebol de mesa, sendo eles da mesma geração (Gamaliel e Alfredinho eram de geração posterior das pessoas citadas).
A família Athayde Costa eram amantes do futebol, Cacá além de uma passagem rápida como locutor esportivo, jogou futebol de campo no excelente time do ADM no início da década de 1960 nos s amistosos no Alçapão do Campo do ADM.
Cacá e seus companheiros do time do ADM, enfrentaram os times profissionais do Galícia, Vitória, Bahia, Fluminense de Feira (duas vezes), Leônico, Guarani, o Ipiranga, São Cristovão, Galícia. Os amistosos citados, eram pagos quantias em dinheiro aos clubes visitantes, sendo cobrado ingressos nas bilheterias do Campo do ADM para custearem as despesas com os jogos amistosos.
1ª Bola de Couro e a Fonte Nova
A 1ª viagem de Gamaliel para Salvador aconteceu quando ele tinha 9 anos de idade, era o ano de 1960, mais precisamente no mês de dezembro, período das férias escolares. Gamaliel havia passado para o 2º ano primário e recebeu o convite de seu irmão mais velho, Gabriel Chagas Filho para passar a citada féria na sua residência na rua Melo Moraes Filho, Fazenda Grande do Retiro.
Gamaliel viajou para Salvador com seu irmão Frank no ônibus da aviação Ouro Negro. Frank que jogava no time do Guarani e dividia sua residência entre Salvador e Mata de São João.
Chegando na cidade de Salvador Gamaliel ficou hospedado na casa da sua irmã Guilhermina Chagas, casada com o vereador matense Everaldo Mendes de Araújo que estava no seu 2º mandato (1959 – 1963). Guilhermina residia também na Fazenda Grande do Retiro na mesma rua citada onde residia Gabriel, faltava somente uma semana para o dia do natal.
Em Salvador Gamaliel foi visitar o seu irmão Gabriel Chagas Filho chegando na residência foi recebido pela sua noiva Elisa Santos, depois dos cumprimentos Elisa falou que seu irmão havia deixado o seu presente de Natal ao lado da árvore natalina.
Gamaliel curioso e ao mesmo tempo ávido para abrir o presente se dirigiu para a árvore de natal e pegou o presente abrindo o papel colorido com ornamentação natalina e lá estava uma linda bola de couro oficial, marca Drible uma das mais famosas da época.
Foi uma surpresa agradável aquele presente pois ganhar uma bola de couro oficial para um garoto de 9 anos de idade apaixonado pelo futebol, foi um presente realmente maravilhoso!
Com esta bola de couro Gamaliel reuniu os meninos da vizinhança e foi jogar bola numa chácara ampla repleta de mangueirais e outras frutas que ficavam localizadas próximas a casa do seu irmão Gabriel. Durante aproximadamente 10 dias os babas aconteciam na citada Chácara dos mangueirais.
A bola de couro foi utilizada por Gamaliel quando do retorno da sua cidade natal Mata de São João foi utilizada em vários babas principalmente no campo do ADM com os garotos não só da sua geração como dos adultos.
Durante o período em que Gamaliel passou as suas férias na cidade de Salvador seu irmão Frank Chagas jogador do Guarani que disputava o campeonato baiano de profissionais de 1959 levou Gamaliel para assistir um dos jogos do Guarani na Fonte Nova, a partida era pela noite.
Gamaliel e Frank foram de Ônibus coletivo da empresa Fazenda Grande do Retiro para o estádio da Fonte Nova. Chegando no estádio da Fonte Nova seu irmão Frank foi falar com o porteiro providenciando a entrada de Gamaliel na Fonte Nova.
Para a surpresa de Gamaliel, Frank depois de conversar com o porteiro da Fonte Nova me comunicou que eu não poderia entrar na Fonte Nova para assistir o jogo do Guarani devido a minha idade de 9 anos que não era permitido crianças de menor assistir os jogos principalmente noturnos ou talvez, devido ao fato de Frank teria que ir pro vestiário se preparar a partida de futebol não tendo nenhum responsável para ficar com Gamaliel.
Frustrado tanto Frank como Gamaliel, por não ter tido acesso a Fonte Nova, Frank levou Gamaliel ao ponto de Ônibus mais próximo da Fonte Nova e o colocou em um Ônibus que fazia linha para Fazenda Grande e orientou o motorista e o cobrador o ponto de Ônibus próximo da residência da sua irmã Guilhermina Chagas e assim Gamaliel retornou para a residência da sua irmã.
O estádio da Fonte Nova tinha na época somente um anel de arquibancada com capacidade pouco mais de 35 mil pessoas e na sua entrada principal de acesso ao estádio um pavimento superior e várias portas de aço na entrada principal do estádio da Fonte Nova.
Foi a 1ª vez que Gamaliel conheceu pessoalmente a Fonte Nova por fora. No ano de 1967, Gamaliel desfilava na pista da Fonte Nova representando o Instituto Municipal Monsenhor Barbosa nas Olimpíadas Baianas da Primavera.
Campos utilizados para Jogar Futebol
Os campinhos e Campos utilizados para jogar futebol, eram em frente da casa de dona Vina do doce de leite, campo da rampa, caixa d’Água, Alambique, antigo campo da Chácara de Mário Moreira (atual Centro de Abastecimento), todos os campos citados eram localizado no bairro da Estação.
Outros campos a exemplo do Toicinho, Largo do Dendê, bairro do Diamante, Campo do ADM, Campo de Luiz Garcez, campo da Escola Técnica, (bairro do Baixio), Campo do Bom Jesus, campo da Chácara do Vieira, Campo da Ponte de Ferro (Bairro da Estação), Campo do Monte Líbano, campo do Gil Ferreira, Campo do Bairro do Caboré.
Outro campinho muito usado na partidas de futebol e babás, na década de 1950, era o campinho localizado no fundo da Escola Getúlio Vargas e da Igreja Matriz de São João, na Rua Antonio Luiz Antonio Garcez, sendo desativado no início da década de 1960 e outros não citados.
Os campos escritos com letra maiúscula se referem aos campos com dimensões maiores e os campos escritos com a letra minúscula se referem aos campos com dimensões pequenas.
No campo localizado em frente à casa de Dona Vina do doce de leite, Gamaliel (Poti), Nengo, Zé da Lata, Alfredinho (Alfredo Athayde), Jacira e Valdir Cardoso, Dadá, Santana, Jairo, Ximba, Zé Popó (todos irmãos), jogava seus babinhas! Geral- mente pela tardinha e aos domingos e feriados pela manhã, sendo a bola utilizada de borracha e de couro.
O período dos babinhas no campinho citado, na década de 1960. Nos campinhos de futebol localizados na rampa da Estação da Leste entre os anos de 1960-63, Gamaliel jogava futebol nos babas ao lado dos jogadores Zé Popó, Raul, Licá, Juá, Nelsi Leal, Zé de Américo, Pescocinho, Baú, Dó, os filhos de Ulisses, este enfermeiro do Hospital Municipal Arthur Torres.
Os campinhos e Campos utilizados para jogar futebol, eram em frente da casa de dona Vina do doce de leite, campo da rampa, caixa d’Água, Alambique, antigo campo da Chácara de Mário Moreira (atual Centro de Abastecimento), todos os campos citados eram localizado no bairro da Estação.
Outros campos a exemplo do Toicinho, Largo do Dendê, bairro do Diamante, Campo do ADM, Campo de Luiz Garcez, campo da Escola Técnica, (bairro do Baixio), Campo do Bom Jesus, campo da Chácara do Vieira, Campo da Ponte de Ferro (Bairro da Estação), Campo do Monte Líbano, campo do Gil Ferreira, Campo do Bairro do Caboré.
Outro campinho muito usado na partidas de futebol e babás, na década de 1950, era o campinho localizado no fundo da Escola Getúlio Vargas e da Igreja Matriz de São João, na Rua Antonio Luiz Antonio Garcez, sendo desativado no início da década de 1960 e outros não citados.
Os campos escritos com letra maiúscula se referem aos campos com dimensões maiores e os campos escritos com a letra minúscula se referem aos campos com dimensões pequenas.
No campo localizado em frente à casa de Dona Vina do doce de leite, Gamaliel (Poti), Nengo, Zé da Lata, Alfredinho (Alfredo Athayde), Jacira e Valdir Cardoso, Dadá, Santana, Jairo, Ximba, Zé Popó (todos irmãos), jogava seus babinhas! Geral- mente pela tardinha e aos domingos e feriados pela manhã, sendo a bola utilizada de borracha e de couro.
O período dos babinhas no campinho citado, na década de 1960. Nos campinhos de futebol localizados na rampa da Estação da Leste entre os anos de 1960-63, Gamaliel jogava futebol nos babas ao lado dos jogadores Zé Popó, Raul, Licá, Juá, Nelsi Leal, Zé de Américo, Pescocinho, Baú, Dó, os filhos de Ulisses, este enfermeiro do Hospital Municipal Arthur Torres.
Time Formado de Camisetas
Entre os anos de 1962-63 foi realizada uma rifa para arrecadar dinheiro para a compra de camisetas na cor branca de marca Hering e calções de cor azul, destinados para a formação de um time de garotos, na faixa etária dos 12 aos 15 anos.
O citado time foi formado com a compra de camiseta brancas e calções azuis sendo usado um tênis de marca Conga, completando a formação do time de garotos que realizava as partidas nos campinhos da Rampa da Leste e da Caixa D’Água, ambos situados no bairro da Estação da Leste.
Os jogadores que atuavam no citado time eram Zé Popó, Pescocinho, Raul, Dó, Zé de Américo, Nelsi, Gamaliel, dentre outros não citados. No Campo da Caixa D’ Água localizada de frente para a casa da família de José Régis eram realizadas os babas sempre pela parte da tarde.
Jogavam nesse citado campo: Raul, Sérgio Correia, Licá (irmãos Correia Silva), Gamaliel, Zé de Américo, Bigú, Zé Popó, Zeca Amarelo, Valdívio Alcântara, Valmar Alcântara (esses 2 irmãos de Bigú, todos filhos do Delegado de Polícia do município matense, Sr. Vivaldo Alcantara), dentre outros não citados.
Entre os anos de 1962-63 foi realizada uma rifa para arrecadar dinheiro para a compra de camisetas na cor branca de marca Hering e calções de cor azul, destinados para a formação de um time de garotos, na faixa etária dos 12 aos 15 anos.
O citado time foi formado com a compra de camiseta brancas e calções azuis sendo usado um tênis de marca Conga, completando a formação do time de garotos que realizava as partidas nos campinhos da Rampa da Leste e da Caixa D’Água, ambos situados no bairro da Estação da Leste.
Os jogadores que atuavam no citado time eram Zé Popó, Pescocinho, Raul, Dó, Zé de Américo, Nelsi, Gamaliel, dentre outros não citados. No Campo da Caixa D’ Água localizada de frente para a casa da família de José Régis eram realizadas os babas sempre pela parte da tarde.
Jogavam nesse citado campo: Raul, Sérgio Correia, Licá (irmãos Correia Silva), Gamaliel, Zé de Américo, Bigú, Zé Popó, Zeca Amarelo, Valdívio Alcântara, Valmar Alcântara (esses 2 irmãos de Bigú, todos filhos do Delegado de Polícia do município matense, Sr. Vivaldo Alcantara), dentre outros não citados.
Àguia Mirim 1º Time de Gamaliel
O primeiro time de Gamaliel foi o águia Mirim de propriedade do funcionário da Petrobrás Elias e era formado pelos melhores jogadores da cidade de Mata de São João. O time do Águia Mirim tinha as cores verde e branca com uma águia localizada na altura do peito e números brancos imitando as cores do Palmeiras.
O time do Águia Mirim era muito organizado, havia treinamentos semanais e realizou alguns amistosos com os times de garotos na faixa dos 13 anos aos 17 anos.
Faziam parte do time do Águia Mirim os jogadores: Gamaliel, Pitu, Nanico, Mirinho, Marão, Zé Popó, Cinho, Dirceu e outros jogadores. O time do Águia Mirim foi desativado meses depois devido ao fato do senhor Elias ter ficado doente.
O primeiro time de Gamaliel foi o águia Mirim de propriedade do funcionário da Petrobrás Elias e era formado pelos melhores jogadores da cidade de Mata de São João. O time do Águia Mirim tinha as cores verde e branca com uma águia localizada na altura do peito e números brancos imitando as cores do Palmeiras.
O time do Águia Mirim era muito organizado, havia treinamentos semanais e realizou alguns amistosos com os times de garotos na faixa dos 13 anos aos 17 anos.
Faziam parte do time do Águia Mirim os jogadores: Gamaliel, Pitu, Nanico, Mirinho, Marão, Zé Popó, Cinho, Dirceu e outros jogadores. O time do Águia Mirim foi desativado meses depois devido ao fato do senhor Elias ter ficado doente.
Professor Bel e os Babas Ginasial
Gamaliel iniciou no ano de 1966 o curso ginasial no IMEMB com duração de 4 anos. Na 1ª e 2ª série ginasial lecionado pela parte da tarde, havia a matéria de Educação Física comandada pelo professor Bel, sendo as aulas práticas de Educação Física realizada pela parte da manhã.
O professor Bel convocava os alunos da 1ª e 2ª série ginasial (anos de 1966-67), os alunos iam uniformizados com tênis de marca Conga, meias brancas, calções e camisetas brancas para o campo do ADM, local das atividades físicas.
Na 1ª parte das atividades físicas, o professor Bel ministrava os exercícios físicos e depois os alunos ficavam liberados para os babas recreativos que serviam de grande varia para os garotos que sonhavam um dia ser jogador de futebol do clube ADM e outros.
Vários alunos da 1ª e 2ª série ginasial e outros convidados participavam dos babas: Valter Seixas, Carlos Seixas Filho (Vinte Kilo), Milton Seixas (Betinha), Jorge Seixas (Cabeção), todos irmãos que residiam numa casa cujo muro fazia parte do campo do ADM.
Outros alunos que também participavam dos babas, Zé Carlos Ferreira, Nilton Ferreira, Fernando Gomes da Silva (Risadinha), Joilson (irmãos), Dirceu, José Augusto, Delsuc Queiroz, Getúlio Seixas, Valdemar Seixas, Zé Popó e outros não citados.
Gamaliel iniciou no ano de 1966 o curso ginasial no IMEMB com duração de 4 anos. Na 1ª e 2ª série ginasial lecionado pela parte da tarde, havia a matéria de Educação Física comandada pelo professor Bel, sendo as aulas práticas de Educação Física realizada pela parte da manhã.
O professor Bel convocava os alunos da 1ª e 2ª série ginasial (anos de 1966-67), os alunos iam uniformizados com tênis de marca Conga, meias brancas, calções e camisetas brancas para o campo do ADM, local das atividades físicas.
Na 1ª parte das atividades físicas, o professor Bel ministrava os exercícios físicos e depois os alunos ficavam liberados para os babas recreativos que serviam de grande varia para os garotos que sonhavam um dia ser jogador de futebol do clube ADM e outros.
Vários alunos da 1ª e 2ª série ginasial e outros convidados participavam dos babas: Valter Seixas, Carlos Seixas Filho (Vinte Kilo), Milton Seixas (Betinha), Jorge Seixas (Cabeção), todos irmãos que residiam numa casa cujo muro fazia parte do campo do ADM.
Outros alunos que também participavam dos babas, Zé Carlos Ferreira, Nilton Ferreira, Fernando Gomes da Silva (Risadinha), Joilson (irmãos), Dirceu, José Augusto, Delsuc Queiroz, Getúlio Seixas, Valdemar Seixas, Zé Popó e outros não citados.
Condição Física e Técnica de Gamaliel
Gamaliel durante a 1ª e 2ª série, nas atividades físicas comandadas pelo professor Bel no Campo do ADM aperfeiçoou a sua parte física e técnica iniciando a sua melhor fase como jogador de futebol amador na cidade de Mata de São João e nos anos seguintes até os anos de 1972, o seu sonho era ser jogador de futebol.
Gamaliel se destacava pela excelente preparação física, ótima técnica, batia faltas e cobranças de pênaltis com perfeição, fazia lançamentos de pequena, média e longa distância com qualidade, era ágil e rápido, gostava de se deslocar dentro das 4 linhas a procura dos espaços e a tomada de posse de bola, para em seguida armar as jogadas de meio de campo para o ataque.
Gamaliel na sua preparação física quase todos os dias dava 50 voltas no campo do ADM, totalizando aproximadamente 18 km, complementando após as citadas voltas uma sequência de exercícios gerais, sendo o tempo praticado com os exercícios eram de aproximadamente 2 horas de treinamentos.
Gamaliel tinha como complemento da sua preparação física para a prática de futebol sair correndo da sua residência na rua Luiz Sepúlveda Garcez até a cascata do Buril onde realizava uma série de exercícios físicos, tomava banho nas águas frias da cascata que era uma queda d’água de aproximadamente 5 metros de altura onde as águas de um riacho despencava sobre uma parte rochosa e outra parte era canalizada por um tubo metálico, desaguando num espaço que formava uma bacia de água.
O percurso de ida e volta citado tem aproximadamente entre 13 e 14 km. Estes treinamentos citados davam uma preparação física excelente para Gamaliel, se destacando nos babas e partidas de futebol realizadas no campo do ADM e em outros campos de bola da cidade de Mata de São João.
Gamaliel tinha 49 kg e altura de 1, 69 m, tinha portanto um peso abaixo da sua estatura. A excelente preparação física de Gamaliel oriunda da década de 1960 foi a base primordial para a sua participação nas corridas de ruas que se iniciaram no ano de 1982, participando de inúmeras competições na Bahia, nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Sergipe e Paraíba e na cidade de Nova York quando competiu 2 maratonas (1984-1986).
Gamaliel durante a 1ª e 2ª série, nas atividades físicas comandadas pelo professor Bel no Campo do ADM aperfeiçoou a sua parte física e técnica iniciando a sua melhor fase como jogador de futebol amador na cidade de Mata de São João e nos anos seguintes até os anos de 1972, o seu sonho era ser jogador de futebol.
Gamaliel se destacava pela excelente preparação física, ótima técnica, batia faltas e cobranças de pênaltis com perfeição, fazia lançamentos de pequena, média e longa distância com qualidade, era ágil e rápido, gostava de se deslocar dentro das 4 linhas a procura dos espaços e a tomada de posse de bola, para em seguida armar as jogadas de meio de campo para o ataque.
Gamaliel na sua preparação física quase todos os dias dava 50 voltas no campo do ADM, totalizando aproximadamente 18 km, complementando após as citadas voltas uma sequência de exercícios gerais, sendo o tempo praticado com os exercícios eram de aproximadamente 2 horas de treinamentos.
Gamaliel tinha como complemento da sua preparação física para a prática de futebol sair correndo da sua residência na rua Luiz Sepúlveda Garcez até a cascata do Buril onde realizava uma série de exercícios físicos, tomava banho nas águas frias da cascata que era uma queda d’água de aproximadamente 5 metros de altura onde as águas de um riacho despencava sobre uma parte rochosa e outra parte era canalizada por um tubo metálico, desaguando num espaço que formava uma bacia de água.
O percurso de ida e volta citado tem aproximadamente entre 13 e 14 km. Estes treinamentos citados davam uma preparação física excelente para Gamaliel, se destacando nos babas e partidas de futebol realizadas no campo do ADM e em outros campos de bola da cidade de Mata de São João.
Gamaliel tinha 49 kg e altura de 1, 69 m, tinha portanto um peso abaixo da sua estatura. A excelente preparação física de Gamaliel oriunda da década de 1960 foi a base primordial para a sua participação nas corridas de ruas que se iniciaram no ano de 1982, participando de inúmeras competições na Bahia, nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Sergipe e Paraíba e na cidade de Nova York quando competiu 2 maratonas (1984-1986).
Bahia Mirim de Ademário
No final da década de 1960 foi fundado o Bahia Mirim pelo oficial de Cartório Ademário, o Bahia Mirim reunia excelentes jogadores do futebol amador matense na faixa etária acima dos 16 anos, realizando vários amistosos contra equipes do futebol matense e cidades vizinhas.
O Bahia Mirim tinha as cores azul, vermelho e branco, as mesmas cores do time de profissional do Bahia sendo seu presidente Ademário torcedor do tricolor baiano.
O time do Bahia Mirim era formado pelos jogadores: Meireles, Nilton Ferreira, Gamaliel, Pitu, Bau, Baé, Ademário (meio de campo), José Carlos Ferreira, Vevéu (filho de Geraldo Alfaiate e dona Lelé), Carioca e outros jogadores não citados.
Ademário presidente e fundador do Bahia Mirim era casado com a filha de Antonio Ferreira (Toinho Confusão), Ademário foi proprietário de uma casa lotérica em Mata de São João e residia na esquina da rua Marechal Deodoro da Fonseca, Ademário já falecido.
Gamaliel no ADM e Campeonato Matense
O Campeonato Matense de Futebol Amador teve início no 1º semestre de 1964, organizado pela Liga de Desportes Matense (LDM), fundada em abril do mesmo ano com a participação de 6 equipes: ADM, Petromata, Ferroviário, Diamante, Taubaté e Flamengo de Amado Bahia.
No ano de 1965 a seleção matense de futebol iniciou a sua participação no torneio internacional de futebol sendo o treinador o professor Bel. No ano de 1967 Gamaliel com a idade de 16 anos de idade.
Os treinamentos físicos e técnicos do time do ADM que disputava o campeonato matense de 1967, eram realizados as quartas e sextas-feiras. Gamaliel que tinha nesse citado ano 16 anos de idade, espontaneamente participava dos treinamentos físicos realizando os exercícios físicos que os jogadores faziam.
Os treinamentos do ADM eram realizados com chuteiras, meiões, calções e camisas padrão do time. Como Gamaliel não tinha chuteiras ele pegava as chuteiras velhas que não seria mais de uso do time do ADM que ficavam armazenados ao lado do muro da sede do clube no quintal de dona Lucília Cardoso Crespo (Dona Louzinha, mãe do professor Crespo).
As chuteiras velhas não tinham cadarços, faltava birros da chuteira e o solado muita das vezes estava danificado da parte do couro da chuteira. Gamaliel escolhia dentre as chuteiras danificadas aquelas que poderiam ser recuperadas.
As chuteiras danificadas eram levadas para serem consertadas os birros encravados na sola da chuteira ao sapateiro Ubaldino popularmente conhecido como Bau, este jogador de futebol que tinha sua sapataria localizada em uma das salas da esquina do Mercado Municipal.
As chuteiras recuperadas eram utilizadas por Gamaliel que realizava os exercícios físicos no ADM. Os torcedores presentes no campo do ADM que iam assistir os treinamentos do citado clube ficavam admirados em ver aquele garoto de 16 anos franzino pesando 49 kg no meio dos jogadores experientes do time do ADM. Era a vocação nata de Gamaliel na prática do futebol.
No ano de 1968 Gamaliel tinha 17 anos e o seu futebol já começava a despontar nos amistosos com times de menor expressão do que o ADM e nos babas diários no campo do ADM enfrentando jogadores que disputam o campeonato matense, notadamente os jogadores que atuavam no time do ADM.
O ADM era o melhor time da cidade sendo campeão nos anos de 1964, 1965, 1967 e 1968. Após o final da temporada de 1968 o ADM realizou vários amistosos enfrentando equipes das cidades vizinhas e de Salvador, sendo seu treinador o ex-jogador Chiquinho.
No s amistosos citados Gamaliel começou a jogar partidas amistosas, apesar dos seus 17 anos de idade. Chiquinho, o treinador do ADM, escala Gamaliel como titular e outras vezes colocava no banco de reserva entrando no decorrer do 2º tempo das partidas amistosas.
No amistoso entre o ADM e o Clube de Oficiais da Polícia Militar de Salvador realizado no 2º semestre no campo do ADM Gamaliel foi escalado no meio de campo do time do ADM, vinha atuando bem, tocando de 1ª bola, combatendo com o adversário tinha a posse da bola e quando recuperava a bola saia tabelando com o meio de campo e atacantes.
Um dos meios campista do Clube de Oficiais da Polícia Militar, toda vez que ele estava de posse da bola, Gamaliel estava sempre na “cola dele” desarmava-o tomando-lhe a bola e saia jogando, isto terminou irritando o citado meio campista e numa dividida de bola com Gamaliel, no circulo que divide a linha central do gramado, o meio campista adversário deu um salto, voando com os dois pés na direção do peito de Gamaliel, que num reflexo instantâneo se abaixou!
Os pés do meio-campista do time do citado passou a pouco centímetros da cabeça de Gamaliel e por pouco, muito pouco mesmo, não o atingiu. O juiz da partida de imediato expulsou o jogador da partida e os jogadores do ADM revoltados partiram para tirar satisfação do jogador expulso. Nas dependências do campo do ADM a torcida do time preto e branco ficou revoltado querendo entrar em campo para agredir o jogador expulso do time do Clube de Oficiais da Polícia Militar.
Acalmado os ânimos com o jogador expulso, o jogo foi reiniciado. No final da partida, o jogador expulso do Clube de Oficiais da Polícia Militar se dirigiu a Gamaliel, pedindo desculpas pelo ato praticado dizendo que no calor do jogo perdera o controle emocional.
Gamaliel sentindo a dificuldade de ser titular do meio de campo do ADM que era formado por jogadores experientes que já vinha atuando no clube a vários anos, por isso no campeonato matense de 1969 se inscreveu no time do Grêmio Estudantil do Instituto Municipal Monsenhor Barbosa onde Gamaliel era aluno da 4ª série ginasial e as sua chances de titularidade no Grêmio eram reais.
Gamaliel Vice-Campeão Matense pelo Grêmio
O Grêmio se inscreveu para disputar o campeonato matense de 1969 sendo o técnico o professor Bel. O Grêmio realizou uma boa campanha sagrando-se vice-campeão matense enfrentando as equipes tradicionais filiadas a Liga de Desportes Matense (ADM, Taubaté, Petromata, Diamante e Ferroviário).
ADM e o Grêmio decidiram o título de campeão de 1969, o Grêmio dependia da vitória e o ADM com um empate conquistava seu 5º e último campeonato organizado pela Liga de Desporte Matense.
O ADM venceu a partida e o Grêmio sagrou-se vice-campeão matense. Os jogadores que participaram do campeonato foram: Bigú, Nilton Ferreira, Fernando Risadinha, Joílson, Joãozinho de Pojuca, Gamaliel (apelidado de Poti), Tavares, Raul Silva, Vevéu, Luiz Carlos Silva, dentre jogadores não citados outros não citados.
No final da década de 1960 foi fundado o Bahia Mirim pelo oficial de Cartório Ademário, o Bahia Mirim reunia excelentes jogadores do futebol amador matense na faixa etária acima dos 16 anos, realizando vários amistosos contra equipes do futebol matense e cidades vizinhas.
O Bahia Mirim tinha as cores azul, vermelho e branco, as mesmas cores do time de profissional do Bahia sendo seu presidente Ademário torcedor do tricolor baiano.
O time do Bahia Mirim era formado pelos jogadores: Meireles, Nilton Ferreira, Gamaliel, Pitu, Bau, Baé, Ademário (meio de campo), José Carlos Ferreira, Vevéu (filho de Geraldo Alfaiate e dona Lelé), Carioca e outros jogadores não citados.
Ademário presidente e fundador do Bahia Mirim era casado com a filha de Antonio Ferreira (Toinho Confusão), Ademário foi proprietário de uma casa lotérica em Mata de São João e residia na esquina da rua Marechal Deodoro da Fonseca, Ademário já falecido.
Gamaliel no ADM e Campeonato Matense
O Campeonato Matense de Futebol Amador teve início no 1º semestre de 1964, organizado pela Liga de Desportes Matense (LDM), fundada em abril do mesmo ano com a participação de 6 equipes: ADM, Petromata, Ferroviário, Diamante, Taubaté e Flamengo de Amado Bahia.
No ano de 1965 a seleção matense de futebol iniciou a sua participação no torneio internacional de futebol sendo o treinador o professor Bel. No ano de 1967 Gamaliel com a idade de 16 anos de idade.
Os treinamentos físicos e técnicos do time do ADM que disputava o campeonato matense de 1967, eram realizados as quartas e sextas-feiras. Gamaliel que tinha nesse citado ano 16 anos de idade, espontaneamente participava dos treinamentos físicos realizando os exercícios físicos que os jogadores faziam.
Os treinamentos do ADM eram realizados com chuteiras, meiões, calções e camisas padrão do time. Como Gamaliel não tinha chuteiras ele pegava as chuteiras velhas que não seria mais de uso do time do ADM que ficavam armazenados ao lado do muro da sede do clube no quintal de dona Lucília Cardoso Crespo (Dona Louzinha, mãe do professor Crespo).
As chuteiras velhas não tinham cadarços, faltava birros da chuteira e o solado muita das vezes estava danificado da parte do couro da chuteira. Gamaliel escolhia dentre as chuteiras danificadas aquelas que poderiam ser recuperadas.
As chuteiras danificadas eram levadas para serem consertadas os birros encravados na sola da chuteira ao sapateiro Ubaldino popularmente conhecido como Bau, este jogador de futebol que tinha sua sapataria localizada em uma das salas da esquina do Mercado Municipal.
As chuteiras recuperadas eram utilizadas por Gamaliel que realizava os exercícios físicos no ADM. Os torcedores presentes no campo do ADM que iam assistir os treinamentos do citado clube ficavam admirados em ver aquele garoto de 16 anos franzino pesando 49 kg no meio dos jogadores experientes do time do ADM. Era a vocação nata de Gamaliel na prática do futebol.
No ano de 1968 Gamaliel tinha 17 anos e o seu futebol já começava a despontar nos amistosos com times de menor expressão do que o ADM e nos babas diários no campo do ADM enfrentando jogadores que disputam o campeonato matense, notadamente os jogadores que atuavam no time do ADM.
O ADM era o melhor time da cidade sendo campeão nos anos de 1964, 1965, 1967 e 1968. Após o final da temporada de 1968 o ADM realizou vários amistosos enfrentando equipes das cidades vizinhas e de Salvador, sendo seu treinador o ex-jogador Chiquinho.
No s amistosos citados Gamaliel começou a jogar partidas amistosas, apesar dos seus 17 anos de idade. Chiquinho, o treinador do ADM, escala Gamaliel como titular e outras vezes colocava no banco de reserva entrando no decorrer do 2º tempo das partidas amistosas.
No amistoso entre o ADM e o Clube de Oficiais da Polícia Militar de Salvador realizado no 2º semestre no campo do ADM Gamaliel foi escalado no meio de campo do time do ADM, vinha atuando bem, tocando de 1ª bola, combatendo com o adversário tinha a posse da bola e quando recuperava a bola saia tabelando com o meio de campo e atacantes.
Um dos meios campista do Clube de Oficiais da Polícia Militar, toda vez que ele estava de posse da bola, Gamaliel estava sempre na “cola dele” desarmava-o tomando-lhe a bola e saia jogando, isto terminou irritando o citado meio campista e numa dividida de bola com Gamaliel, no circulo que divide a linha central do gramado, o meio campista adversário deu um salto, voando com os dois pés na direção do peito de Gamaliel, que num reflexo instantâneo se abaixou!
Os pés do meio-campista do time do citado passou a pouco centímetros da cabeça de Gamaliel e por pouco, muito pouco mesmo, não o atingiu. O juiz da partida de imediato expulsou o jogador da partida e os jogadores do ADM revoltados partiram para tirar satisfação do jogador expulso. Nas dependências do campo do ADM a torcida do time preto e branco ficou revoltado querendo entrar em campo para agredir o jogador expulso do time do Clube de Oficiais da Polícia Militar.
Acalmado os ânimos com o jogador expulso, o jogo foi reiniciado. No final da partida, o jogador expulso do Clube de Oficiais da Polícia Militar se dirigiu a Gamaliel, pedindo desculpas pelo ato praticado dizendo que no calor do jogo perdera o controle emocional.
Gamaliel sentindo a dificuldade de ser titular do meio de campo do ADM que era formado por jogadores experientes que já vinha atuando no clube a vários anos, por isso no campeonato matense de 1969 se inscreveu no time do Grêmio Estudantil do Instituto Municipal Monsenhor Barbosa onde Gamaliel era aluno da 4ª série ginasial e as sua chances de titularidade no Grêmio eram reais.
Gamaliel Vice-Campeão Matense pelo Grêmio
O Grêmio se inscreveu para disputar o campeonato matense de 1969 sendo o técnico o professor Bel. O Grêmio realizou uma boa campanha sagrando-se vice-campeão matense enfrentando as equipes tradicionais filiadas a Liga de Desportes Matense (ADM, Taubaté, Petromata, Diamante e Ferroviário).
ADM e o Grêmio decidiram o título de campeão de 1969, o Grêmio dependia da vitória e o ADM com um empate conquistava seu 5º e último campeonato organizado pela Liga de Desporte Matense.
O ADM venceu a partida e o Grêmio sagrou-se vice-campeão matense. Os jogadores que participaram do campeonato foram: Bigú, Nilton Ferreira, Fernando Risadinha, Joílson, Joãozinho de Pojuca, Gamaliel (apelidado de Poti), Tavares, Raul Silva, Vevéu, Luiz Carlos Silva, dentre jogadores não citados outros não citados.
Futebol de Salão na Quadra da Petrobrás
Nos primeiros anos da década de 1960, a Petrobrás construiu uma quadra de concreto com alambrado, localizada no acampamento localizado no bairro da Estação da Leste em Mata de São João, nessa citada quadra eram realizados jogos de futebol de salão. A citada quadra foi a 1ª construída na cidade de Mata de São João e foi desativada na década de 1990, restando apenas o piso de concreto no local onde foi construída.
No final da década de 1960 Gamaliel participou de um campeonato de futebol de salão na quadra da Petrobrás sendo as equipes que disputaram o referido campeonato foram: Petromata, Topo Gígio, Pervertidos, Canarinho e outros não citados.
Gamaliel Chagas jogava no time do Canarinho, formado pelos seguintes jogadores: Hamilton (goleiro) José Abreu Filho, René Pereira dos Santos, Fernando Risadinha, Gamaliel, Vevéu filho de Geraldo Alfaiate e outros jogadores não citados sendo o treinador Shinésio.
O time do Canarinho era formado por jogadores estudantes do Instituto Municipal de Educação Monsenhor Barbosa, Gamaliel formava a dupla de ataque com Vevéu no time do Canarinho.
O time mais famoso era o Topo Gígio do presidente José Correia Silva (Zezeca) sendo os jogadores: Manoel Gaivota, Alfredo Nascimento, Totó, Raul e outros não citados. Vários jogadores de destaque do futebol matense e muito deles disputavam o campeonato da Liga de Desporto Matense, inclusive Nelson Leal, matense jogador do Galícia de Salvador, nas suas folgas atuava em uma das equipes que disputava o campeonato de futsal, sendo uma das atrações.
Nos primeiros anos da década de 1960, a Petrobrás construiu uma quadra de concreto com alambrado, localizada no acampamento localizado no bairro da Estação da Leste em Mata de São João, nessa citada quadra eram realizados jogos de futebol de salão. A citada quadra foi a 1ª construída na cidade de Mata de São João e foi desativada na década de 1990, restando apenas o piso de concreto no local onde foi construída.
No final da década de 1960 Gamaliel participou de um campeonato de futebol de salão na quadra da Petrobrás sendo as equipes que disputaram o referido campeonato foram: Petromata, Topo Gígio, Pervertidos, Canarinho e outros não citados.
Gamaliel Chagas jogava no time do Canarinho, formado pelos seguintes jogadores: Hamilton (goleiro) José Abreu Filho, René Pereira dos Santos, Fernando Risadinha, Gamaliel, Vevéu filho de Geraldo Alfaiate e outros jogadores não citados sendo o treinador Shinésio.
O time do Canarinho era formado por jogadores estudantes do Instituto Municipal de Educação Monsenhor Barbosa, Gamaliel formava a dupla de ataque com Vevéu no time do Canarinho.
O time mais famoso era o Topo Gígio do presidente José Correia Silva (Zezeca) sendo os jogadores: Manoel Gaivota, Alfredo Nascimento, Totó, Raul e outros não citados. Vários jogadores de destaque do futebol matense e muito deles disputavam o campeonato da Liga de Desporto Matense, inclusive Nelson Leal, matense jogador do Galícia de Salvador, nas suas folgas atuava em uma das equipes que disputava o campeonato de futsal, sendo uma das atrações.
Gamaliel no Botafogo do Monte Líbano
No ano de 1970 Gamaliel jogou futebol no time do Botafogo no bairro do Monte Líbano (Sucuiú). Nesse citado time formado pelos jogadores Barreto, Neco, Domingos, Nanico, Edmilson, Bila, Gamaliel e outros jogadores não citados.
Os amistosos eram realizados no campo do Monte Líbano, localizado ao lado das ruínas da antiga cerâmica Esmeralda, margeando a BA-093, amistosos também eram realizados nas cidades de Entre Rios, Esplanada, Pojuca, Catu. No ano de 1970 Gamaliel tinha 19 anos de idade.
No ano de 1970 Gamaliel jogou futebol no time do Botafogo no bairro do Monte Líbano (Sucuiú). Nesse citado time formado pelos jogadores Barreto, Neco, Domingos, Nanico, Edmilson, Bila, Gamaliel e outros jogadores não citados.
Os amistosos eram realizados no campo do Monte Líbano, localizado ao lado das ruínas da antiga cerâmica Esmeralda, margeando a BA-093, amistosos também eram realizados nas cidades de Entre Rios, Esplanada, Pojuca, Catu. No ano de 1970 Gamaliel tinha 19 anos de idade.
Gamaliel nos Campeonatos Amadores de Camaçari e Pojuca..
No início da década de 1970 Gamaliel disputou o campeonato de amadores da cidade de Camaçari jogando pelo time do DERBA – Departamento Estadual de Estradas e Rodagem da Bahia. O campeonato citado teve a participação das equipes: Derba, Cruzeiro, Santa Cruz, dentre outros não citados. Gamaliel atuava no meio de campo do Derba ao lado de Gilberto.
No setor defensivo do time Derba atuavam Moacir, Soldado e outros jogadores. Moacir e Gilberto foram os jogadores do Taubaté Esporte Clube e da Seleção Matense de futebol entre os anos de 1965-1968 e eram jogadores experientes que Gamaliel via jogar no campo do ADM quando tinha 15 a 17 anos.
Carlos França, matense trabalhava no Derba e fazia parte da diretoria do Derba sendo o treinador do time. O campeonato amador de Camaçari era disputado no campo do Alto do Cruzeiro, um campo de boa dimensão, com piso de arenoso o que proporcionava desgaste físico dos jogadores.
Gamaliel e Gilberto realizaram boas partidas no meio campo do time do Derba e no setor defensivo Moacir e Soldado davam qualidade ao setor defensivo marcando e apoiando o setor de meio campo.
O time do Derba oferecia transporte para levar e trazer Gamaliel da cidade de Mata de São João até Camaçari, concentração pela manhã e almoço, além de uma gratificação por cada partida em que Gamaliel atuava. Foi uma temporada boa, Gamaliel estava numa excelente fase técnica e física nos seus 20 ou 21 anos de idade.
No início da década de 1970 Gamaliel disputou o campeonato de amadores da cidade de Camaçari jogando pelo time do DERBA – Departamento Estadual de Estradas e Rodagem da Bahia. O campeonato citado teve a participação das equipes: Derba, Cruzeiro, Santa Cruz, dentre outros não citados. Gamaliel atuava no meio de campo do Derba ao lado de Gilberto.
No setor defensivo do time Derba atuavam Moacir, Soldado e outros jogadores. Moacir e Gilberto foram os jogadores do Taubaté Esporte Clube e da Seleção Matense de futebol entre os anos de 1965-1968 e eram jogadores experientes que Gamaliel via jogar no campo do ADM quando tinha 15 a 17 anos.
Carlos França, matense trabalhava no Derba e fazia parte da diretoria do Derba sendo o treinador do time. O campeonato amador de Camaçari era disputado no campo do Alto do Cruzeiro, um campo de boa dimensão, com piso de arenoso o que proporcionava desgaste físico dos jogadores.
Gamaliel e Gilberto realizaram boas partidas no meio campo do time do Derba e no setor defensivo Moacir e Soldado davam qualidade ao setor defensivo marcando e apoiando o setor de meio campo.
O time do Derba oferecia transporte para levar e trazer Gamaliel da cidade de Mata de São João até Camaçari, concentração pela manhã e almoço, além de uma gratificação por cada partida em que Gamaliel atuava. Foi uma temporada boa, Gamaliel estava numa excelente fase técnica e física nos seus 20 ou 21 anos de idade.
Campeonato de Pojuca
Entre os anos de 1971 ou 1972, Gamaliel foi convidado pelo meio campista Luizinho do time do Central de Pojuca para jogar nessa citada equipe no campeonato da cidade de Pojuca. Outro jogador que também jogava no time do Central era o funcionário da Leste Ferroviária de nome Carlos que jogava na lateral esquerda. Carlos residia em Dias D’Ávila onde trabalhava na Estação da Leste (pai de Eduardo, Galego campeão baiano de Motocross).
Gamaliel e Carlos no dia dos jogos do Central de Pojuca viajavam juntos no veículo automotivo pertencente a Carlos. Na povoação de Central, uma antiga Usina de Açúcar já desativada, ficava localizada a sede do clube. O time do Central oferecia a Gamaliel e Carlos almoço e gratificações nas partidas em que os dois defendiam as cores do Central.
Alguns jogos do Central eram realizados no campo de futebol localizado na po-voação de Central distância do centro da cidade de Pojuca, aproximadamente 4 km.
Entre os anos de 1971 ou 1972, Gamaliel foi convidado pelo meio campista Luizinho do time do Central de Pojuca para jogar nessa citada equipe no campeonato da cidade de Pojuca. Outro jogador que também jogava no time do Central era o funcionário da Leste Ferroviária de nome Carlos que jogava na lateral esquerda. Carlos residia em Dias D’Ávila onde trabalhava na Estação da Leste (pai de Eduardo, Galego campeão baiano de Motocross).
Gamaliel e Carlos no dia dos jogos do Central de Pojuca viajavam juntos no veículo automotivo pertencente a Carlos. Na povoação de Central, uma antiga Usina de Açúcar já desativada, ficava localizada a sede do clube. O time do Central oferecia a Gamaliel e Carlos almoço e gratificações nas partidas em que os dois defendiam as cores do Central.
Alguns jogos do Central eram realizados no campo de futebol localizado na po-voação de Central distância do centro da cidade de Pojuca, aproximadamente 4 km.
Gamaliel nos Clubes Galícia, Ipiranga e Atlético/Al
Gamaliel participou de alguns treinamentos nas equipes do Galícia, Ipiranga e Atlético de Alagoinhas, isso nos anos de 1971-72. No Galícia Gamaliel participou de uma peneira onde reuniam vários jogadores da região periférica de Salvador, sendo o local da peneira no campo de Periperi. Era treinador do Galícia o ex-jogador do futebol carioca Leônidas (zagueiro), a peneira foi iniciada pela parte da tarde e dela participaram mais de 100 jogadores com idade abaixo dos 21 anos.
Gamaliel só teve a oportunidade de treinar na peneira cerca de 10 minutos, (a cada 10 minutos trocava de jogadores) devido ao número excessivo de jogadores que teriam de participar da peneira, por isso Gamaliel não teve tempo necessário para mostrar as suas qualidades técnicas e retornou para Mata de São João.
No time do Ipiranga que tinha a sua sede e campo de treinamento na Vila Canária, na cidade de Salvador Gamaliel foi no ano de 1971, aos 20 anos de idade, participar de treinamentos do time Canário que havia anunciado no rádio em programa esportivo, que estava precisando de jogadores com idade abaixo de 21 anos para o time de Aspirantes.
Gamaliel foi de ônibus da cidade de Mata de São João, saltando no ponto de Brasil Gás e foi a pé até a Vila Canária perguntando as pessoas durante o per-curso onde se localizava a sede do Ipiranga. chegou na sede do Ipiranga às 13:30 hs e os jogadores do time profissional do time do Ipiranga entre eles o zagueiro Dário estavam deitados em suas camas descansando.
Era treinador do Ipiranga o cearense Alencar que foi centro-avante do Bahia, campeão da 1ª taça Brasil. Alencar já havia deixado de jogar futebol e estava treinando o Ipiranga. Gamaliel se apresentou ao treinador e informou-lhe que jogava no meio de campo na Seleção Matense de futebol e queria treinar no time do Ipiranga.
Alencar informou a Gamaliel que naquela quarta-feira pela tarde o treinamento seria físico e que no outro dia haveria o treinamento do time do Aspirante e se eu quisesse participar do treinamento físico que seria realizado a partir das 15:00 hs no campo da Vila Canária naquele dia de quarta-feira que o convite estava feito.
Gamaliel aceitou o convite e treinou fisicamente com os jogadores do Ipiranga. Foi um treinamento puxado mas Gamaliel acostumado a treinamentos físicos, voluntariamente, não sentiu muito o treino físico do Ipiranga. Gamaliel depois do treinamento físico retornou para Mata de São João de ônibus e no outro dia, quinta-feira, participou do treinamento coletivo dos Aspirantes sendo o treinador Ismael Santos.
Gamaliel iniciou treinando no time B dos Aspirantes e com 15 minutos de treino, Ismael Santos colocou Gamaliel e outro meio campista do time B no time A. Gamaliel foi um dos destaques do time de Aspirante (equivalente aos juniores).
Gamaliel recebeu um convite do treinador Ismael Santos para continuar treinando com possibilidades de ser contratado, isto após a realização de outros treinamentos. Gamaliel tinha feito um grande esforço financeiro na compra de passagem de ida e de volta Gamaliel e lanches nos 2 dias em que treinou no Ipiranga.
Outro fato fundamental para Gamaliel não continuar treinando no Aspirante foi porque ele morava com seu pai que tinha a idade de 70 anos e não queria abandona-lo e também não via muito futuro em seguir a carreira de futebol que no ano de 1970 ainda não tinha financeiramente uma boa estrutura profissional.
No Atlético de Alagoinhas Gamaliel participou somente de 20 minutos de um coletivo a pronto, numa sexta-feira pela tarde no Estádio Antonio Carneiro (Carneirão) que havia sido inaugurado no ano de 1971.
O time do Atlético/Al era treinado pelo treinador Pinguela, um ex-jogador de futebol que atuou nas equipes do Ipiranga, Vitória, Bahia e participou de vários jogos péla Seleção Bahia de futebol nos campeonatos estaduais de seleções.
O Atlético disputava o quadrangular final do campeonato baiano com Fluminense, Bahia e Vitória e aquele coletivo era o último da semana visando um dos jogos do quadrangular da Fonte Nova.
Gamaliel e Zé Popó, meio campista da Seleção Matense se apresentaram espon-taneamente ao treinador Pinguela para realizarem treinamentos no time do Atlético. Chegando no Estádio Carneirão, Zé Popó e Gamaliel nos vestiários trocaram de roupa e foram para o campo juntamente com os jogadores profissionais do Atlético.
Gamaliel se apresentou ao treinador Pinguela juntamente com Zé Popó, relatando os seus históricos esportivos no futebol amador matense e Gamaliel na oportunidade disse ao treinador Pinguela que seu irmão Frank Chagas foi jogador do Vitória no campeonato baiano de 1961, na qual Pinguela era seu treinador, sendo ambos campeões do torneio início no dia 31/7/1961.
Pinguela iniciou o coletivo a pronto no Estádio do Carneirão e no 2º tempo faltando aproximadamente 15 minutos para o término do coletivo, chamou Gamaliel para treinar no meio de campo do time B de profissionais, Gamaliel se saiu bem nos 15 minutos do treinamento e Zé Popó não teve a chance de treinar naquele dia.
Gamaliel não mais retornou aos treinamentos do Atlético pois teria que realizar pelo menos umas duas semanas de treinamentos para Pinguela fazer uma avaliação para a sua contratação.
O time do Atlético treinado por Pinguela era um excelente time: Serrinha, Merica Dendê, Silva Paraíba, Catu, Jaldemir, dentre outros grandes jogadores do time do Atlético que se sagraram vice-campeão de 1972, o Campeão foi o Bahia.
O Alagoinhas Atlético Clube, foi fundado no dia 2 de abril de 1970, o Estádio Antonio Carneiro foi inaugurado no dia 24/01/1972 com o jogo Bahia e Corinthians paulista. A inauguração do Estádio Municipal Antonio Carneiro (Carneirão) foi no dia 24/01/1971
Gamaliel participou de alguns treinamentos nas equipes do Galícia, Ipiranga e Atlético de Alagoinhas, isso nos anos de 1971-72. No Galícia Gamaliel participou de uma peneira onde reuniam vários jogadores da região periférica de Salvador, sendo o local da peneira no campo de Periperi. Era treinador do Galícia o ex-jogador do futebol carioca Leônidas (zagueiro), a peneira foi iniciada pela parte da tarde e dela participaram mais de 100 jogadores com idade abaixo dos 21 anos.
Gamaliel só teve a oportunidade de treinar na peneira cerca de 10 minutos, (a cada 10 minutos trocava de jogadores) devido ao número excessivo de jogadores que teriam de participar da peneira, por isso Gamaliel não teve tempo necessário para mostrar as suas qualidades técnicas e retornou para Mata de São João.
No time do Ipiranga que tinha a sua sede e campo de treinamento na Vila Canária, na cidade de Salvador Gamaliel foi no ano de 1971, aos 20 anos de idade, participar de treinamentos do time Canário que havia anunciado no rádio em programa esportivo, que estava precisando de jogadores com idade abaixo de 21 anos para o time de Aspirantes.
Gamaliel foi de ônibus da cidade de Mata de São João, saltando no ponto de Brasil Gás e foi a pé até a Vila Canária perguntando as pessoas durante o per-curso onde se localizava a sede do Ipiranga. chegou na sede do Ipiranga às 13:30 hs e os jogadores do time profissional do time do Ipiranga entre eles o zagueiro Dário estavam deitados em suas camas descansando.
Era treinador do Ipiranga o cearense Alencar que foi centro-avante do Bahia, campeão da 1ª taça Brasil. Alencar já havia deixado de jogar futebol e estava treinando o Ipiranga. Gamaliel se apresentou ao treinador e informou-lhe que jogava no meio de campo na Seleção Matense de futebol e queria treinar no time do Ipiranga.
Alencar informou a Gamaliel que naquela quarta-feira pela tarde o treinamento seria físico e que no outro dia haveria o treinamento do time do Aspirante e se eu quisesse participar do treinamento físico que seria realizado a partir das 15:00 hs no campo da Vila Canária naquele dia de quarta-feira que o convite estava feito.
Gamaliel aceitou o convite e treinou fisicamente com os jogadores do Ipiranga. Foi um treinamento puxado mas Gamaliel acostumado a treinamentos físicos, voluntariamente, não sentiu muito o treino físico do Ipiranga. Gamaliel depois do treinamento físico retornou para Mata de São João de ônibus e no outro dia, quinta-feira, participou do treinamento coletivo dos Aspirantes sendo o treinador Ismael Santos.
Gamaliel iniciou treinando no time B dos Aspirantes e com 15 minutos de treino, Ismael Santos colocou Gamaliel e outro meio campista do time B no time A. Gamaliel foi um dos destaques do time de Aspirante (equivalente aos juniores).
Gamaliel recebeu um convite do treinador Ismael Santos para continuar treinando com possibilidades de ser contratado, isto após a realização de outros treinamentos. Gamaliel tinha feito um grande esforço financeiro na compra de passagem de ida e de volta Gamaliel e lanches nos 2 dias em que treinou no Ipiranga.
Outro fato fundamental para Gamaliel não continuar treinando no Aspirante foi porque ele morava com seu pai que tinha a idade de 70 anos e não queria abandona-lo e também não via muito futuro em seguir a carreira de futebol que no ano de 1970 ainda não tinha financeiramente uma boa estrutura profissional.
No Atlético de Alagoinhas Gamaliel participou somente de 20 minutos de um coletivo a pronto, numa sexta-feira pela tarde no Estádio Antonio Carneiro (Carneirão) que havia sido inaugurado no ano de 1971.
O time do Atlético/Al era treinado pelo treinador Pinguela, um ex-jogador de futebol que atuou nas equipes do Ipiranga, Vitória, Bahia e participou de vários jogos péla Seleção Bahia de futebol nos campeonatos estaduais de seleções.
O Atlético disputava o quadrangular final do campeonato baiano com Fluminense, Bahia e Vitória e aquele coletivo era o último da semana visando um dos jogos do quadrangular da Fonte Nova.
Gamaliel e Zé Popó, meio campista da Seleção Matense se apresentaram espon-taneamente ao treinador Pinguela para realizarem treinamentos no time do Atlético. Chegando no Estádio Carneirão, Zé Popó e Gamaliel nos vestiários trocaram de roupa e foram para o campo juntamente com os jogadores profissionais do Atlético.
Gamaliel se apresentou ao treinador Pinguela juntamente com Zé Popó, relatando os seus históricos esportivos no futebol amador matense e Gamaliel na oportunidade disse ao treinador Pinguela que seu irmão Frank Chagas foi jogador do Vitória no campeonato baiano de 1961, na qual Pinguela era seu treinador, sendo ambos campeões do torneio início no dia 31/7/1961.
Pinguela iniciou o coletivo a pronto no Estádio do Carneirão e no 2º tempo faltando aproximadamente 15 minutos para o término do coletivo, chamou Gamaliel para treinar no meio de campo do time B de profissionais, Gamaliel se saiu bem nos 15 minutos do treinamento e Zé Popó não teve a chance de treinar naquele dia.
Gamaliel não mais retornou aos treinamentos do Atlético pois teria que realizar pelo menos umas duas semanas de treinamentos para Pinguela fazer uma avaliação para a sua contratação.
O time do Atlético treinado por Pinguela era um excelente time: Serrinha, Merica Dendê, Silva Paraíba, Catu, Jaldemir, dentre outros grandes jogadores do time do Atlético que se sagraram vice-campeão de 1972, o Campeão foi o Bahia.
O Alagoinhas Atlético Clube, foi fundado no dia 2 de abril de 1970, o Estádio Antonio Carneiro foi inaugurado no dia 24/01/1972 com o jogo Bahia e Corinthians paulista. A inauguração do Estádio Municipal Antonio Carneiro (Carneirão) foi no dia 24/01/1971
Gamaliel na Seleção Matense no Intermunicipal
Nos anos de 1970 a 1972, Gamaliel participou do campeonato Intermunicipal promovido pela Federação Bahiana de Futebol, atuando pela Seleção Matense en-frentando seleções de cidades do Estado da Bahia.
Gamaliel às vezes era titular e em outras partidas entrava no 2º tempo das com-petições, em 1970 Gamaliel tinha 19 anos. No intermunicipal de 1972 o técnico da Seleção Matense era o professor Bel sendo do mando de campo da seleção matense era no vizinho município de Pojuca que tinha um estádio com Arquibancadas, vestiários e um bom gramado, requisitos básicos para uma seleção amadora ter o seu mando de campo na cidade de origem.
O Campo do ADM era um campo limitado, não tinha vestiários, sanitários, nem alambrados, por isso não poderia sediar jogos do Intermunicipal naquele ano de 1972. A Seleção Matense realizava uma boa campanha (os jogos era “mata-mata” ida e volta) e havia eliminado outras Seleções se habilitando para enfrentar a famosa e tradicional Seleção de Santo Amaro, sendo o 1º jogo realizado na cidade de Santo Amaro, um domingo e o placar foi de 0x0 com o Estádio municipal de Santo Amaro apanhando um bom público na arquibancada.
Gamaliel entrou no 2º tempo quando o placar estava em 0x0 e contribuiu para que a partida terminasse empatada. Havia muita pressão dos torcedores de Santo Amaro ameaçando após a partida baterem nos jogadores da Seleção de Matense.
Os jogadores da Seleção Matense com muita coragem, determinação e amor às cores da Seleção não se intimidaram e no final da partida foi empate com sabor de vitória, o próximo jogo seria no mando de campo da Seleção Matense na cidade de Pojuca.
No jogo de volta contra a Seleção de Santo Amaro, dia de domingo na cidade de Pojuca, a Seleção Matense embarcou de Ônibus para a vizinha cidade de Pojuca distante 11 km da cidade de Pojuca e enfrentou a Seleção de Santo Amaro precisando de um empate para passar a fase seguinte e quem sabe ser campeão do intermunicipal.
Nos anos de 1970 a 1972, Gamaliel participou do campeonato Intermunicipal promovido pela Federação Bahiana de Futebol, atuando pela Seleção Matense en-frentando seleções de cidades do Estado da Bahia.
Gamaliel às vezes era titular e em outras partidas entrava no 2º tempo das com-petições, em 1970 Gamaliel tinha 19 anos. No intermunicipal de 1972 o técnico da Seleção Matense era o professor Bel sendo do mando de campo da seleção matense era no vizinho município de Pojuca que tinha um estádio com Arquibancadas, vestiários e um bom gramado, requisitos básicos para uma seleção amadora ter o seu mando de campo na cidade de origem.
O Campo do ADM era um campo limitado, não tinha vestiários, sanitários, nem alambrados, por isso não poderia sediar jogos do Intermunicipal naquele ano de 1972. A Seleção Matense realizava uma boa campanha (os jogos era “mata-mata” ida e volta) e havia eliminado outras Seleções se habilitando para enfrentar a famosa e tradicional Seleção de Santo Amaro, sendo o 1º jogo realizado na cidade de Santo Amaro, um domingo e o placar foi de 0x0 com o Estádio municipal de Santo Amaro apanhando um bom público na arquibancada.
Gamaliel entrou no 2º tempo quando o placar estava em 0x0 e contribuiu para que a partida terminasse empatada. Havia muita pressão dos torcedores de Santo Amaro ameaçando após a partida baterem nos jogadores da Seleção de Matense.
Os jogadores da Seleção Matense com muita coragem, determinação e amor às cores da Seleção não se intimidaram e no final da partida foi empate com sabor de vitória, o próximo jogo seria no mando de campo da Seleção Matense na cidade de Pojuca.
No jogo de volta contra a Seleção de Santo Amaro, dia de domingo na cidade de Pojuca, a Seleção Matense embarcou de Ônibus para a vizinha cidade de Pojuca distante 11 km da cidade de Pojuca e enfrentou a Seleção de Santo Amaro precisando de um empate para passar a fase seguinte e quem sabe ser campeão do intermunicipal.
O professor Bel, treinador da Seleção Matense, durante a viagem de ônibus para a cidade de Pojuca escalou o time que ia enfrentar a Seleção de Santo Amaro, escalando Gamaliel no meio de campo, devido a sua boa atuação contra a Seleção de Santo Amaro no 2º tempo do jogo.
O meio de campo titular da Seleção Matense, Badí estava se recuperando de uma contusão e foi incluído entre os jogadores relacionados para a partida contra a Seleção de Santo Amaro em Pojuca. Os jogadores da Seleção Matense, presentes no vestiário depois do aquecimento e das orientações do professor Bel, receberam as camisas dos jogadores titulares para o jogo contra Santo Amaro e para a surpresa de Gamaliel, ele foi escalado para o banco de reservas.
A Seleção entrou em campo pelo túnel de acesso ao Estádio Municipal de Pojuca, tiraram fotos e a partida foi iniciada e Gamaliel no banco torcendo para o sucesso da Seleção Matense. Os torcedores matenses presentes no Estádio de Pojuca, jogadores e comissão técnica da Seleção Matense, estavam confiante na vitória que daria a classificação para a fase seguinte e para a surpresa de todos a Seleção Matense foi derrotada pelo placar de 4x0 realizando uma péssima partida!
Gamaliel que já havia ficado triste e decepcionado, por ter sido sacado da Seleção nos vestiários ficou ainda frustrado por assistir no banco de reservas a sua amada Seleção ser derrotada humilhantemente por 4x0 e não por não ter sido escalado durante os 90 minutos da partida. O professor Bel fez as modificações permitidas pelo regulamento a favor da Seleção Matense colocando os jogadores que ele achava ideal para tentar impedir a derrota da Seleção Matense, mas de nada adiantou!
O presidente da Liga de Desporto Matense no ano de 1972 era Mistinho Valeriano, Diretor de esporte, era o vereador Nelson Dalton (Alfaiate). Bigú, Badí, Meireles, Fernando Risadinha, Carlão, Vevéu, Raul e outros jogadores não citados faziam parte da Seleção Matense de futebol. Gamaliel no jogo entre Seleção Matense e Seleção de Santo Amaro, tirou uma foto individual antes do início do citado jogo, sendo o fotógrafo profissional Evandro Nepomuceno Nascimento, a citada foto foi incluída no livro da história de Mata (escrita pelo autor do livro Gamaliel).
Gamaliel nesse ano de 1972 ajudava no armazém do espanhol Oscar Gonzalez (era remunerado), casado com sua irmã Gabrielita Chagas e só treinava aos domingos ou quando ia depois das 19 horas, treinar no campo do ADM sozinho sobre a luz da lua, era a único tempo que dispunha para treinar e não perder a sua forma física em prol da Seleção Matense.
O jogo de empate de 0x0 entre a Seleção Matense e Santo Amaro, disputada no Estádio Municipal (cidade de Santo Amaro) na qual Gamaliel jogou no 2º tempo da partida, foi a sua última participação na Seleção Matense de futebol.
O professor Bel, treinador da Seleção Matense, durante a viagem de ônibus para a cidade de Pojuca escalou o time que ia enfrentar a Seleção de Santo Amaro, escalando Gamaliel no meio de campo, devido a sua boa atuação contra a Seleção de Santo Amaro no 2º tempo do jogo.
Gamaliel que já havia ficado triste e decepcionado, por ter sido sacado da Seleção nos vestiários ficou ainda frustrado por assistir no banco de reservas a sua amada Seleção ser derrotada humilhantemente por 4x0 e não por não ter sido escalado durante os 90 minutos da partida. O professor Bel fez as modificações permitidas pelo regulamento a favor da Seleção Matense colocando os jogadores que ele achava ideal para tentar impedir a derrota da Seleção Matense, mas de nada adiantou!
Amistosos no ADM
Gamaliel jogou vários amistosos pela Associação Desportiva Matense (ADM), principalmente de 1970 a 1972 (tinha 19 a 21 anos). A partir do final da década de 1960, o A DM tinha um time renovado daquele dos anos de 1960 a 1968. Alguns joga-dores como Badí, Jorge Evaristo, Têca, jogaram partidas amistosas nos anos iniciais da década de 1970.
ADM 3x2 Fluminense de Feira de Santana
Um dos amistosos de destaque nos anos iniciais da década de 1970, foi contra o time Fluminense de Feira de Santana no Campo do ADM pelo placar de 3x2, marcando Gilson Porto dois gols para o Flu de Feira, pelo time do ADM, um dos gols foi marcado pelo meio campista Lázaro Almeida (apelidado de Tampinha, por ter estatura baixa).
Gamaliel (19 anos de idade) nesse jogo amistoso, entrou no segundo tempo da partida no meio de campo enfrentando Merrinho, Delorme (excelentes meios cam-pistas), ajudando seus companheiros de equipe na bonita vitória do time do ADM contra o Fluminense de Feira de Santana, o melhor time do futebol baiano no ano de 1969. O Flu de Feira havia conquista o Campeã\o Baiano de 1969, tinha um excelente time: Mundinho, Delorme, Sapatão, Mário Braga, Merrinho, Chinesinho, Pinheirinho, João Daniel, Val, Gilson Porto, Chubinho, Nadinho e outros jogadores não citados.
No jovem time do ADM, mesclados com alguns jogadores experientes: Jorge, Badí, Bigú, Lázaro, Carlos Augusto Teixeira (apelidado de Carlão), Gamaliel, Raul, Silva e outros jogadores não citados. Um excelente público compareceu no amistoso Flu de Feira de Santana e ADM, lotando as dependências do famoso Campo do ADM (não tinha arquibancada, os torcedores ficavam em pé).
O Fluminense, havia realizado dois amistosos no ano de 1962 no Campo do ADM, tendo empatado de 0x0 nas duas partidas. o Flu recebeu dinheiro pelas suas apresentação futebolística na cidade de Mata. O Fluminense de Feira de Santa recebeu uma quantia em dinheiro pelo amistoso na cidade de Mata.
No jovem time do ADM, mesclados com alguns jogadores experientes: Jorge, Badí, Bigú, Lázaro, Carlos Augusto Teixeira (apelidado de Carlão), Gamaliel, Raul, Silva e outros jogadores não citados. Um excelente público compareceu no amistoso Flu de Feira de Santana e ADM, lotando as dependências do famoso Campo do ADM (não tinha arquibancada, os torcedores ficavam em pé).
Gamaliel no Time da Antártica
No ano de 1974 Gamaliel foi trabalhar na cervejaria Antárctica localizado no Pólo Petroquímico de Camaçari e jogou futebol de campo e de salão no time da Associação Recreativa Antárctica (Arca) que tinha as cores vermelho e branco.
Os jogos do futebol de campo eram realizados no Estádio Eurico Dutra (Sesi), localizado em Roma, cidade de Salvador. Nesse citado estádio tem um lance de arquibancada e um bom gramado.
O time da Antárctica disputou o Campeonato dos Industriários formado pelas equipes das indústrias localizada na Região Metropolitana de Salvador (Coca Cola, Brahma e outros não citados). O técnico do time da Antárctica era o mestre de capoeira Rubens primo, chefe do setor pessoal da cervejaria Antárctica.
O time da Antárctica também realizava amistosos pelas citadas do interior da Bahia e em alguns estados, a exemplo do amistoso realizado na cidade de Estância no vizinho estado de Sergipe onde atuou contra o time do Estanciano no Estádio Municipal da cidade de Estância.
Os jogadores do time da Antártica no ano de 1974/75: Domingos, Heraldo, Bau, Pitu, Bil, Baé e outros jogadores não citados. O time da Antárctica reunia jogadores das cidades de Mata de São João, Camaçari, Pojuca e Salvador, inclusive alguns jogadores que foram profissionais na década de 1970 e que trabalhava na cervejaria Antárctica e na fábrica de Guaraná, esta localizada na cidade Salvador.
Gamaliel também disputou o campeonato industriário de futebol de salão, os jogos eram realizados pela noite as quartas e sextas-feiras nos ginásios Antonio Balbino, Sesi de Roma e na Vila Militar, isso no ano de 1974.
Os jogos do futebol de campo eram realizados no Estádio Eurico Dutra (Sesi), localizado em Roma, cidade de Salvador. Nesse citado estádio tem um lance de arquibancada e um bom gramado.
O time da Antárctica também realizava amistosos pelas citadas do interior da Bahia e em alguns estados, a exemplo do amistoso realizado na cidade de Estância no vizinho estado de Sergipe onde atuou contra o time do Estanciano no Estádio Municipal da cidade de Estância.
Gamaliel Candidato a Vereador em 1976
Gamaliel ano de 1976, trabalhava na Cervejaria Antárctica localizada no Pólo Petroquímico de Camaçari (era Analista de Laboratório e tinha 25 anos de idade, iniciou seus trabalhos nessa industriaria de cervejaria em 1974, aos 23 anos).
Estádio Na Sede Um Sonho Antigo dos Matenses
O grande sonho dos desportistas matense de várias gerações, continua sendo a construção de um Estádio de Futebol, na cidade de Mata de São João, Estádio este com arquibancadas, vestiários, túnel de acesso ao gramado, cabines de Rádio, TV, Tribuna de Imprensa, Tribuna de Honra, refletores, estacionamento, etc.
No ano de 2013 esse sonho de mais de 65 anos! Esse citado ainda não foi realizado não tinha sido ainda realizado. O prefeito que construir um Estádio moderno na sede do município matense, passará eternamente para os anais da história esportiva, como o Prefeito que edificou um Estádio na Sede para 5 mil a 10 mil inicialmente, depois vai ampliando, suas arquibancadas.
Mata de São João, Celeiro de Jogadores Profissionais
Mata de São João era município próspero, produzia petróleo e gás natural, tinha no Núcleo Colonial JK, um Pólo Hortifrutigranjeiro de ponta, exportando seus pro-dutos para a região, gerava emprego e renda.
O futebol amador matense era um celeiro de excelentes jogadores, revelando joga-dores para o futebol profissional da Bahia a exemplo de: Frank Chagas (1º jogador profissional do município 1959/1964, Vitória, Galicia, Guarani na Bahia e em outros estados do Nordeste), Nélson Leal, Hélio Nailon, Manesinho, Nei Leal, Badí, Teixeira (apelidado de Carlão), Fernando Risadinha, Reinaldo Tavares, Papuda, Índio de Amado Bahia, Douglas, Feijão (Ìnho), Bigú, Zé Popó, Gaivota e outros citados.
Torcida Organizada TOPOCA
No ano de 1987, o mando de campo do time da Catuense no Campeonato Baiano de Profissionais foi no Estádio Waldeck Ornellas (Armando Oliveira a partir do ano 2005).
Gamaliel Chagas, residente no município de Dias D’Ávila, visando ajudar o ti-me da Catuense a reunir torcedores no município de Camaçari e cidades vizinhas fundou pessoalmente a TOPOCA - Torcida Organizada da Catuense no ano de 1987.
Gamaliel comprou o tecidos nas cores da Catuense (vermelho, preto, amarelo e branco) e mandou confeccionar 21 bandeiras coloridas (na forma de xadrez, jogo de dama, dentre outras formas de misturas de cores).
As bandeiras tinham como símbolo uma chama ardente, nas cores vermelha, sombreadas na cor preta (representando uma chama, imitando uma chama saindo das chaminés das indústrias do Pólo Petroquímico de Camaçari).
Foram utilizadas varas de pescar de bambu, para sustentar as bandeiras e agitá-las com as mãos dos torcedores, era um visual magnífico as 20 bandeiras agitadas pelos torcedores da Topoca.
Na estréia da Catuense no Estádio de Camaçari, os torcedores da Topoca desfilaram com 21 bandeiras coloridas, antes do início do jogo da Catuense nas dependências da arquibancada do Estádio Waldeck Ornellas.
Gamaliel, o fundador da Topoca. Na pista do Estádio de Camaçari, juntamente com uma parte da torcida e suas bandeiras, fizeram uma significativa homenagem ao desportista Antonio Pena, ofertando-lhe um magnífico troféu de um metro e meio de altura, ornamentado por fitinhas em várias cores.
Uma placa com a seguinte inscrição na base do troféu: Ao desportista Antonio Pena por tudo que tem feito pelo futebol baiano e mais a data do dia da entrega do troféu. Duas faixas de 12 metros de comprimentos foi colocadas na arquibancada do Estádio Waldeck Ornellas (atual Armando Oliveira), saudando a Catuense por ter escolhido Camaçari, como seu mando de Campo.
Gamaliel conseguiu com Antonio Pena, fundador da Catuense e empresário, dono da Empresa de Transporte Coletivo Catuense, dois ônibus para levar os torce-dores da Topoca residentes na cidade de Dias D’Ávila nos jogos da catuense não só em Camaçari, mas na Fonte Nova (Salvador), Feira de Santana (Estádio Jóia da Princesa).
Gamaliel com uma bandeira colorida na forma de xadrez e trajando calça de malha nas cores preta com listas amarela e uma jaqueta nas cores vermelha, ama-rela e preta, antes do início dos jogos realizados pela Catuense no Carneirão, a exemplo de Bahia, Vitória, dava uma volta olímpica na pista do Carneirão e pa-rando de frente para a torcida adversária, dava beijinhos, sambava, tremulando a bandeira da Catuense, a torcida adversário, respondia jogando bagaço de laranjas e outros objetos em Gamaliel, que ia rapidamente se afastando em direção da a adversária para a torcida da Catuense que o aplaudia.
Depois de dar a volta olímpica na pista do Carneirão, Gamaliel retornava para a arquibancada do Estádio para junto dos torcedores da Catuense e comandava a torcida, gritando, sambando e agitando as lindas bandeiras da animada torcida da Catuense. A torcida Topoca acompanhou a Catuense no ano de 1987, quando estava man-dando seus jogos em Camaçari. Em 1988 a Catuense, voltou mandar os seus jo-gos na cidade de Alagoinhas pelo Campeonato Baiano.
Outro destaque que contribuía para animar a torcida da Catuense, era a har-moniosa, afinadíssima Charanga da Catuense, com seus inúmeros instrumentos de sopro, dando um toque especial nos dias de jogos da Catuense. No ano de 1988 foi a Topoca desativada pelo seu fundador, depois de duas temporada futebolística proporcionando momentos de alegrias aos torcedores baianos nos jogos da Catuense.
Gamaliel comprou o tecidos nas cores da Catuense (vermelho, preto, amarelo e branco) e mandou confeccionar 21 bandeiras coloridas (na forma de xadrez, jogo de dama, dentre outras formas de misturas de cores).
Foram utilizadas varas de pescar de bambu, para sustentar as bandeiras e agitá-las com as mãos dos torcedores, era um visual magnífico as 20 bandeiras agitadas pelos torcedores da Topoca.
Uma placa com a seguinte inscrição na base do troféu: Ao desportista Antonio Pena por tudo que tem feito pelo futebol baiano e mais a data do dia da entrega do troféu. Duas faixas de 12 metros de comprimentos foi colocadas na arquibancada do Estádio Waldeck Ornellas (atual Armando Oliveira), saudando a Catuense por ter escolhido Camaçari, como seu mando de Campo.
Gamaliel conseguiu com Antonio Pena, fundador da Catuense e empresário, dono da Empresa de Transporte Coletivo Catuense, dois ônibus para levar os torce-dores da Topoca residentes na cidade de Dias D’Ávila nos jogos da catuense não só em Camaçari, mas na Fonte Nova (Salvador), Feira de Santana (Estádio Jóia da Princesa).
Gamaliel com uma bandeira colorida na forma de xadrez e trajando calça de malha nas cores preta com listas amarela e uma jaqueta nas cores vermelha, ama-rela e preta, antes do início dos jogos realizados pela Catuense no Carneirão, a exemplo de Bahia, Vitória, dava uma volta olímpica na pista do Carneirão e pa-rando de frente para a torcida adversária, dava beijinhos, sambava, tremulando a bandeira da Catuense, a torcida adversário, respondia jogando bagaço de laranjas e outros objetos em Gamaliel, que ia rapidamente se afastando em direção da a adversária para a torcida da Catuense que o aplaudia.
FUNDADOR DA TOPOCA /CAMAÇARI
/DIAS D'ÁVILA 1987/88
BANDEIRA DA TOPOCA
A TOPOCA foi fundada em 1987, numa partida entre Catuense x Bahia de Bobô, no Estádio Waldeck Ornellas/Camaçari (atual Estádio Armando Oliveira), 21 bandeiras, sendo ofertando o Troféu Gratidão ao desportista Antonio Pena, sendo colocado duas faixas de 12 metros de comprimento homenageando a Catuense por ter escolhido o Estádio de Camaçari o seu mando de campo. Os panos, varas de bambus e costureira, troféus e faixas tudo comprado por Chiquitinha Maravilha.
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A TOPOCA foi a 1ª Torcida Organizada de um time profissional criada na cidade de Dias D'Ávila, Camaçari. Chiquitinha Maravilha havia saído de férias e fundou a TOPOCA. A TOPOCA foi inaugurada no ano de 1987 na partida Bahia x Catuense no Estádio Waldeck Ornelas (atual Armando Oliveira), cidade de Camaçari, com desfile de 2 bandeiras dos torcedores da Catuense dos municípios de Dias D'Ávila e Camaçari "dando uma volta olímpica" na arquibancada do Estádio, inclusive passando no meio da torcida tricolor que respeitosamente deram "transito livre" para a Todos.....
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GALERIA DE FOTOS
Gabriel Paiva Pereira de Carvalho Chagas (n. 1896, centro, Cidade de Mata de São João, Bairro da Estação do Trem, ou atual rua Eurico Aguiar de Freitas) e sua esposa Amalia Teixeira Salles (n. 1913, Zona Rural de Matta de S. joão., pais de Gamaliel Paiva Pereira de Carvalho Salles Chagas... Ambos de mata de S. jão desde os primórdios, seus ancestrais paterno e maternos.
Postando Mais fotos
A TOPOCA foi a 1ª Torcida Organizada de um time profissional criada na cidade de Dias D'Ávila, Camaçari. Chiquitinha Maravilha havia saído de férias e fundou a TOPOCA. A TOPOCA foi inaugurada no ano de 1987 na partida Bahia x Catuense no Estádio Waldeck Ornelas (atual Armando Oliveira), cidade de Camaçari, com desfile de 2 bandeiras dos torcedores da Catuense dos municípios de Dias D'Ávila e Camaçari "dando uma volta olímpica" na arquibancada do Estádio, inclusive passando no meio da torcida tricolor que respeitosamente deram "transito livre" para a Todos.....
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GALERIA DE FOTOS
Gabriel Paiva Pereira de Carvalho Chagas (n. 1896, centro, Cidade de Mata de São João, Bairro da Estação do Trem, ou atual rua Eurico Aguiar de Freitas) e sua esposa Amalia Teixeira Salles (n. 1913, Zona Rural de Matta de S. joão., pais de Gamaliel Paiva Pereira de Carvalho Salles Chagas... Ambos de mata de S. jão desde os primórdios, seus ancestrais paterno e maternos.
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Etalvina Cardoso/DONA VINA DO DOCE DE LEITE
Gamaliel desde os 3 meses até os 30 anos de idade foi criado pelo seu pai Gabriel Chagas que havia se separado da sua esposa Amália (mãe de Gamaliel) logo quando ele nasceu (aos 3 meses). Dona Vina que veio residir na cidade de Mata de São João entre os anos de 1937 ou 1938, e conhecia o casal Gabriel e Amália e consequentemente a história da separação do citado casal, e da infância de Gamaliel até o ano de 1957, quando este começou a frequentar a residência de dona Vina.
Fábrica de Doce de Leite
O doce de leite fabricado por Dona Vina, era vendido na cidade de Mata e região, inclusive na cidade de Salvador em forma de tabletes, sendo levados pelos baleiros para serem vendidos em pontos movimentados da capital baiana. Outros Estados do Brasil e no exterior, conheciam o famoso doce de leite fabricado por Dona Vina, na cidade de Mata de São João.
Convivência com a Família de Etelvina Cardoso
Na casa de dona Vina Gamaliel brincava de jogar bola no quintal de sua residência, jogava dama, dominó, ia pescar com os empregados de dona Vina que trabalhavam no fabrico de doce de leite a exemplo de Nonato, Santana, Zé da lata, Alberto, os filhos de Juvino (Nengo, Juvelino e outros filhos não citados), Ximba este irmão de Zé Popó e Jairo Bastos, além de Jacira e Valdir Cardoso, filhas de Dona Vina.
Jogos de futebol pelo Rádio
A partir do ano de 1965, Gamaliel amante do futebol assistia as transmissões dos jogos do Campeonato Baiano de Futebol, através de um radinho portátil na casa de dona Vina, esse rádio citado era emprestado sempre aos domingos por Jacira Cardoso, uma das filhas de Dona Vina.
Falecimento de Dona Vina
Dona Eutalvina faleceu no dia 8/3/1974 aos 69 anos de idade, nasceu no dia 13/1/1905. Rosalvo Lopes do Carmo faleceu no dia 25/9/1959 aos 41 anos de idade, nasceu no dia 21/04/1918 e foi sepultado no Cemitério São João Batista, na cidade de Mata de São João.
Desativação da Fábrica de Doce de Leite
Foram quase quatro décadas que a família Eutalvina Cardoso, fabricou o tradicional e delicioso doce de Leite de Dona Vina, a mais famosa doceira do município matense e região.
Inauguração do Grupo Escolar Getúlio Vargas
No ano de 1937 no governo do capitão Juraci Montenegro Magalhães foram iniciadas as obras de construção do Grupo Escolar Getúlio Vargas, com a renúncia de Juraci no cargo de governador do Estado da Bahia no dia 10/10/1937, motivado por não aceitar a implantação do Estado Novo do presidente Getúlio Vargas (Ditadura Vargas), o início das obras da citada escola estadual foi paralisada.
Estudos de Gamaliel
As professoras de Gamaliel no 1º Ano (1959), foi a Professora Abigail, no ano de 1960 a professora foi novamente Ady São Pedro (1960), quando Gamaliel passou para cursar o 2º Ano.
Bancas Escolar de 1962 a 1965
Gamaliel deixou de “gazear as aulas” quando deixava de comparecer a sala de aula para jogar bola, empinar arraias caçar e pescar, tomar banho nos rios e praticar outras brincadeiras da época, passando a frequentar bancas de reforço escolar paralelamente as aulas do curso primário no Getúlio Vargas .
Banca Com Pró Zulmerinda Sales Guimarães
Everaldo foi 2 vezes Vereador Matense, legislaturas 1956/58 e 1959/62.
Banca com Pró Iluminata
A professora Iluminata era casada com o senhor João, proprietário de uma fábrica de sabão localizada no terreno da sua própria residência, rua João Pessoa(ou Rua do Engenho). Pró Iluminata tinha na época em que deu banca a professora Gamaliel a idade de pouco mais 60 anos. Pró Iluminata era aposentava depois de lecionar durante décadas na cidade de Mata de São João e a pró Zulmerinda um pouco mais jovem.
Pró Maria Prado Do 2º ano ao 5º ano Primário
Gamaliel Chagas, ganhou como prêmio um livro de história infantil, A Fada e a Estrelinha.
Notas das Provas Finais do 1º ao 5º ano Primário
Gamaliel obteve as seguintes notas nas provas de exame final realizadas do 2º ao 5º ano primário:
Notas do 2º Ano Primário
Notas do 2º ano primário - Português 10.0, Aritmética 9.0, Conhecimentos Gerais 9.0, obtendo média 9.0 sendo as provas realizadas no dia 21/11/1962 (Gamaliel havia sido reprovado o 2º ano em 1961). Banca Examinadora: presidente professora Otília B. Ataide, professora E. M. Pereira e a Regente Maria Alves Matos Prado.
Banca Examinadora: Iracilda Maria Góes Matos Silva (diretora), Ady Santos e a Regente professora Maria Alves Matos Prado. As provas finais foram realizadas nos dias 25 e 26 de novembro de 1963.
Excursões do Grupo Escolar Getúlio Vargas/Dec. 1960
O Grupo Escolar Getúlio Vargas organizava excursões com os alunos das diversas séries do curso primário, essas excursões eram realizadas em locais do município matense e na cidade de Salvador (casa de Rui Barbosa, no Zoológico localizado em Ondina), isto na década de 1960.
Os alunos da professora Maria Matos Prado realizou excursões nos anos de 1963-1965. Essas excursões se concentravam na Cascata do Buril 1963, casa de Rui Barbosa ano 1964 /Salvador no Centro Histórico e no Zoológico de Salvador em 1965, respectivamente nas séries do 3º, 4º ano primário, sendo o Ônibus o transporte utilizado nessas excursões.
Professoras e Alunos do Curso Primário
Vários alunos foram colegas de sala de aula de Gamaliel desde 1958 até 1965, devido a falta de lembrança de todos, citaremos os alunos que seguiram as classes do 2º até o 5º ano primário com a professora Maria Matos Prado: Edvaldo Fateichas (geólogo), José Antonio Seixas, Daiton e Delia Gomez (espanhóis), Maria Elisa, Maria Antonia (advogada), Sônia Trinchão, Sônia Abreu, Ângela Deiró (bibliotecária),
Admissão e Ginásio de Gamaliel
No final do ano de 1965 Gamaliel realizou as provas específicas para admissão no ginásio sendo aprovado para o ginasial, passando a cursar as séries da 1ª a 4ª série onde concluiu o curso ginasial (período de 1966-1969) no Instituto Municipal Monsenhor Barbosa (atual Colégio Municipal Monsenhor Barbosa, 2009).
Boletins da 1ª a 4ª Série do Ginasial
1ª série ginasial - Português 7.7, Inglês 5.0, Matemática 6.5, Ciências 6.6, Geografia do Brasil 5.8, História do Brasil 7.4 e Trabalhos Manuais 5.7.
Diretores e Professores do Curso Ginasial (1966-1969)
As professoras que lecionaram da 1ª a 4ª série ginasial foram as seguintes: José Valdete Dias Nascimento (Português), Iracilda Goes Silva (Artes), Valdir Pimenta (Geografia), Nazaré, Lurdes Gonçalves (Inglês), Alda Maria Silva, professor Bel (Educação Física), Fernando Reis, dentre outros professores não citados.
Alunos do Ginasial que Estudaram com Gamaliel
Vários alunos do curso ginasial foram colegas de Gamaliel no período de 1966-1969, citaremos alguns desses alunos conforme lembrança do autor desse livro: José Augusto, Deusuc Queiroz, José Antonio Seixas, Edvaldo Fateichas, Daiton e Delia Gomes (Irmãos), Maria Elisa, Farite Razone, Getúlio Seixas, José Carlos Ferreira, José de Souza, Yuke, Kennedy, Yoko (japoneses), etc.
Vários alunos do curso ginasial foram colegas de Gamaliel no período de 1966-1969, citaremos alguns desses alunos conforme lembrança do autor desse livro: José Augusto, Deusuc Queiroz, José Antonio Seixas, Edvaldo Fateichas, Daiton e Delia Gomes (Irmãos), Maria Elisa, Farite Razone, Getúlio Seixas, José Carlos Ferreira, José de Souza, Yuke, Kennedy, Yoko (japoneses), etc.
Nível Médio
No ano de 1974, Gamaliel era funcionário da Companhia de Cervejaria Antártica (1974/77), localizado no Pólo Petroquímico de Camaçari se matriculou para realizar as provas do Curso Supletivo no Colégio Duque de Caxias, rua Lima e Silva, bairro da Liberdade cidade de Salvador.
Curso Laser e Pré-Vestibular
No final do ano de 1977, Gamaliel não concluiu o curso de Administração por não ter concluído o Curso Supletivo devido à pendência de Matemática. Gamaliel participou do concurso de vestibular na Universidade Católica de Salvador (Ciências Biológicas) e na Universidade Federal da Bahia (Química), isto ano de 1978, não sendo aprovado.
Retorno para Mata de São João
No mês de março de 1978, Gamaliel retornou para sua terra natal cidade de Mata de São João, só saindo no ano de 1982 para residir em Dias D’Ávila, no então distrito de Camaçari.
Residência em Dias D’Ávila
Motivado pela falta de transporte que a Copene, não oferecia desde 1978 para os funcionários que residiam na cidade de Mata de São João e pelo fato de pagar transporte, chegando por volta das 19 horas na cidade de Mata (o horário do fim do expediente na Copene era ás 16 h 45 min).
Motivado pela falta de transporte que a Copene, não oferecia desde 1978 para os funcionários que residiam na cidade de Mata de São João e pelo fato de pagar transporte, chegando por volta das 19 horas na cidade de Mata (o horário do fim do expediente na Copene era ás 16 h 45 min).
Técnico Petroquímico (2º Grau)
Gamaliel foi contratado pela Copene, empresa do Pólo Petroquímico de Camaçari no mês de maio de 1978 na profissão de Analista I de Laboratório. Na Copene Gamaliel fez concurso interno para o cargo de Analista II de Laboratório, onde foi aprovado (1979).
O Dom de Poetizar e Escrever Histórias
Gamaliel a partir de 1971 a 1972, compôs as poesias descritivas: Castro Alves, Rui Barbosa, Inconfidência Mineira, Escravidão Negra no Brasil, Duque de Caxias,
CANDIDATO A VEREADOR /1976 - MDB
Gamaliel Chagas nas eleições de novembro de 1976, saiu candidato a vereador de
Mata de São João pelo partido político MDB - Movimento Democrático Brasileiro, não sendo
eleito.Nessa eleição citada só havia dois partidos MDB e ARENA – Aliança Renovadora Nacional Foram quase trinta jovens que se candidataram, sendo eleito ,
Raimundo José Fontes Silva e Benedito Vieira, este assumiu mandato em 1980 na qualidade de
suplente de vereador.Gamaliel ano de 1976, trabalhava na Cervejaria Antárctica localizada
no Pólo Petroquímico de Camaçari (era Analista de Laboratório e tinha 26 anos de idade).
Chiquitinha Maravilha aos 25 anos, 1976/ residente na cidade de Mata, sua n terra natal.
Empresário e desportista, saudoso Antonio Pena... F. Catuense Net.
Chiquitinha Maravilha aos 25 anos, 1976/ residente na cidade de Mata, sua n terra natal.
Bandeira piloto, Topoca, fundada por Chiquitinha Maravilha em 1987, para apoiar a vinda da Catuense, de Alagoinhas, para o seu mando de Campo, no estadio Wakdeck Ornellas atual Armando Oliveira, no n1987/ sediado na cidade de Camaçari /Bahia.
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NA LINHA HISTÓRICA DO TEMPO DO FUTEBOL BAIANO, DÉCADA DE 1980!, HÁ 29 ANOS!! Texto Ampliado 6h11, dia 26/03/2016, sábado.
CHIQUITINHA MARAVILHA FUNDAVA VOLUNTARIAMENTE, A TOPOCA -TORCIDA ORGANIZADA DA CATUENSE, NO BAIANO DE 1987/88, CIDADE DE DIAS D'ÁVILA/BA.
A TOPOCA foi fundada em 1987, numa partida entre Catuense x Bahia de Bobô, no Estádio Waldeck Ornellas/Camaçari (atual Estádio Armando Oliveira), 21 bandeiras, sendo ofertando o Troféu Gratidão ao desportista Antonio Pena, sendo colocado duas faixas de 12 metros de comprimento homenageando a Catuense por ter escolhido o Estádio de Camaçari o seu mando de campo. Os panos, varas de bambus, troféus, costureira, e faixas tudo comprado por Chiquitinha Maravilha
Chiquitinha Maravilha fundou com recursos financeiros próprios a Topoca /Prol Catuense. no Baiano de 1987/8. com 21 bandeiras nas cores da Catuense de Antonio Pena, que fornecia 2 ônibus para levarem os torcedores de Dias D'Ávilas nos jogos do campeonato Baiano de 1987/88. Sendo o ponto de apanha da torcida diasdavilense na casa residencia de Gamaliel Chagas/Chiquitinha Maravilha, na rua Cajaiba, esquina com rua Sabiá. Nº 15 atualmente n. 26 (2016), Bairro de Nova Dias D'Ávila, cidade de Dias D'Ávila.
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A TOPOCA foi fundada em 1987, numa partida entre Catuense x Bahia de Bobô, no Estádio Waldeck Ornellas/Camaçari (atual Estádio Armando Oliveira), 21 bandeiras, sendo ofertando o Troféu Gratidão ao desportista Antonio Pena, sendo colocado duas faixas de 12 metros de comprimento homenageando a Catuense por ter escolhido o Estádio de Camaçari o seu mando de campo. Os panos, varas de bambus, costureira, troféus e faixas tudo comprado por Chiquitinha Maravilha.
A TOPOCA foi a 1ª Torcida Organizada de um time profissional criada na cidade de Dias D'Ávila, Camaçari. Chiquitinha Maravilha havia saído de férias e fundou a TOPOCA.
A TOPOCA foi inaugurada no ano de 1987 na partida Bahia x Catuense no Estádio Waldeck Ornelas (atual Armando Oliveira), cidade de Camaçari, com desfile de 21 bandeiras dos torcedores da Catuense dos municípios de Dias D'Ávila e Camaçari "dando uma volta olímpica" na arquibancada do Estádio, inclusive passando no meio da torcida tricolor que respeitosamente deram "transito livre" para a Todos.....
BANDEIRA XADREZ, PILOTO!
A Bandeira acima, uma das 21 bandeiras confeccionadas em 1987, eram 21 bandeiras de vários formatos, com no minimo , um metro e meio da largura por 2 dois metros de comprimentos, enfeixadas por varas de bambus. Todas as bandeiras custeadas por Chiquitinha Maravilha, que ofertou ainda, um lindo Troféu com mais de um metro de altura, ao Desportista saudoso Antonio Pena (falecido em janeiro de 2016), além de colocar duas faixas de boas vindas a Catuense no estádio Municipal de Camaçari (faixas de 10 e 12 metros de comprimento e 0,50 metros de largura.
DISPONIBILIZAVA O SAUDOSO, ANTONIO PENA, 2 ÔNIBUS
O saudoso desportista e presidente eterno da Catuense, Antonio Pena, disponibilizava 2 ônibus para transportar os componentes da Topoca, dos torcedores residentes em Dias D'Àvila/Bahia, isto durante os dois anos de existência da Topoca no baiano de 1987/88. Antonio Pena, faleceu aos 86 anos, sábado, dia 6 de fevereiro de 2016, motivado por acidente de carro, sendo sepultado dia 07/02/2016, um domingo, no Cemitério da cidade de Catu/Ba.
Antonio Pena fundou a Catuense no ano de 1974, tendo Pena, Nascido na vizinha São Sebastião do Passé, foi prefeito de Catu duas vezes, dono da viação Catuense, mas tornou-se muito conhecido por ter sido fundador da Catuense, clube que revelou grandes jogadores do futebol baiano e brasileiro, como Bobô, Sandro, Luiz Henrique, Vandick, Zanata e Naldinho, os dois primeiros campeões brasileiros pelo Bahia em 1988.
TOPOCA FUNDADA NO BAIRRO NOVA DIAS D'ÁVILA
A Topoca foi a primeira torcida Organizada, fundada no município diasdavilense, Bairro de Nova Dias D'Ávila, e também idem para a cidade de Camaçari/Ba. voltada para o estádio Municipal da citada cidade, de um time profissional representando Camaçari no Baianão, acontecido no ano de 1987.
No ano de 1987, o mando de Campo da Catuense, era no estádio Municipal Waldeck Ornellas, cidade de Camaçari (atual Armando Oliveira (mudado de nome na administração do prefeito Caetano do PT de Camaçari (2004/08). Em 1988, a Catuense retornou ao seu mando de Campo, Estádio Antonio Carneirão (Carneirão).
JOGOS NO CARNEIRÃO 1988/VOLTAS OLÍMPICA NA PISTA
na pista do estádio Antonio Carneiro (Carneirão), Gamaliel Chagas/Chiquitinha Maravilha, com a Bandeira da Foto, 10 minutos antes da Catuense entrar no gramado do citado estádio, Gamaliel entrava na pista de atletismo com a Bandeira, tênis, calça de malha, camisa, jaqueta com as cores da Catuense e dava uma volta olímpica na pista do citado estádio, tremulando a bandeira da Catuca, enquanto outras 20 bandeiras eram desfraldadas pela torcia Topoca, na arquibancada setor leste do Carneirão.
Existia a Tradicional Charanga de sopro e instrumento de percursão da Catuense , com torcedores que também animavam as partidas.
BANDEIRA PILOTO, DA FOTO RELÍQUIA, HÁ 29 ANOS!
A Bandeira da foto, tem 29 anos completados nesse ano de 2016. Sendo esta Bandeiras, a Piloto, que era empunhada por Gamaliel Chagas nos estádios da Fonte Nova, Carneirão/Alagoinhas, Camaçari, Feira de Santana.
CATUENSE VICE - CAMPEÃO DO BAIANO DE 1987!
Era um timaço o da Catuense nos anos de 1987/88, Naldinho, Luis Henrique, Lameu, e Cia........disputando memoráveis partidas com Bahia, Vitória, Flu de Feira, Galícia Leonico... Catense foi vice-campeã em 1987 e 4º colocado em 198, Flu de Feira foi o 3º Bahia tricampeão e Vitória Vice-campeão do citado ano, do Baiano de 1988.
TEMPOS INESQUECÍVEIS, DÉCADA DE 1980!!
Há tempos bons, repletos de excelentes jogadores, agora inesquecível década de 1980 no Gigante do Mangabeirão, a Imortal, a Eterna Fonte Nova de todas as Eternidades dos Deuses do Futebol Mágico, Folclore do Lendário Futebol Baiano, que em 2016, completa 115 Anos.
FUTEBOL DA BAHIA,
INTRODUZIDO POR ZUZA FERREIRA EM 28/10/1901!
Futebol este, fundado, ou melhor, Introduzido por José Ferreira Junior, o Imortal, Zuza Ferreira, ao trazer uma bola da Inglaterra e junto com os irmãos Tapioca, sai da Piedade para bater bola no campo da Pólvora, sacramentando dia 28/10/1901, a história, da sedimentação do Futebol na Cidade Soteropolitana de Salvador, fundada em 29/03/1549, exatamente há 467 Anos, quando foi fundada por Tomé de Souza.
Viva Zuza Ferreira! Salve Tomé de Souza! Parabéns Cidade de Salvador, a Eterna Primeira Capital da Bahia e do Brasil, Democrático e Republicano.
HONRA AO MÉRITO ESPORTIVO A ANTONIO PENA!
Saudoso Desportista, empresário, e um dos Beneméritos do Futebol baiano, Antonio Pena, falecido aos 86 anos, dia 06/02/2016, sepultado no Cemitério da Cidade de Catu/Ba. dia 07/02/16, um domingo.,
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NA LINHA HISTÓRICA DO TEMPO DO FUTEBOL BAIANO, DÉCADA DE 1980!, HÁ 29 ANOS!! Texto Ampliado 6h11, dia 26/03/2016, sábado.
CHIQUITINHA MARAVILHA FUNDAVA VOLUNTARIAMENTE, A TOPOCA -TORCIDA ORGANIZADA DA CATUENSE, NO BAIANO DE 1987/88, CIDADE DE DIAS D'ÁVILA/BA.
A TOPOCA foi fundada em 1987, numa partida entre Catuense x Bahia de Bobô, no Estádio Waldeck Ornellas/Camaçari (atual Estádio Armando Oliveira), 21 bandeiras, sendo ofertando o Troféu Gratidão ao desportista Antonio Pena, sendo colocado duas faixas de 12 metros de comprimento homenageando a Catuense por ter escolhido o Estádio de Camaçari o seu mando de campo. Os panos, varas de bambus, troféus, costureira, e faixas tudo comprado por Chiquitinha Maravilha
Chiquitinha Maravilha fundou com recursos financeiros próprios a Topoca /Prol Catuense. no Baiano de 1987/8. com 21 bandeiras nas cores da Catuense de Antonio Pena, que fornecia 2 ônibus para levarem os torcedores de Dias D'Ávilas nos jogos do campeonato Baiano de 1987/88. Sendo o ponto de apanha da torcida diasdavilense na casa residencia de Gamaliel Chagas/Chiquitinha Maravilha, na rua Cajaiba, esquina com rua Sabiá. Nº 15 atualmente n. 26 (2016), Bairro de Nova Dias D'Ávila, cidade de Dias D'Ávila.
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A TOPOCA foi fundada em 1987, numa partida entre Catuense x Bahia de Bobô, no Estádio Waldeck Ornellas/Camaçari (atual Estádio Armando Oliveira), 21 bandeiras, sendo ofertando o Troféu Gratidão ao desportista Antonio Pena, sendo colocado duas faixas de 12 metros de comprimento homenageando a Catuense por ter escolhido o Estádio de Camaçari o seu mando de campo. Os panos, varas de bambus, costureira, troféus e faixas tudo comprado por Chiquitinha Maravilha.
A TOPOCA foi a 1ª Torcida Organizada de um time profissional criada na cidade de Dias D'Ávila, Camaçari. Chiquitinha Maravilha havia saído de férias e fundou a TOPOCA.
A TOPOCA foi inaugurada no ano de 1987 na partida Bahia x Catuense no Estádio Waldeck Ornelas (atual Armando Oliveira), cidade de Camaçari, com desfile de 21 bandeiras dos torcedores da Catuense dos municípios de Dias D'Ávila e Camaçari "dando uma volta olímpica" na arquibancada do Estádio, inclusive passando no meio da torcida tricolor que respeitosamente deram "transito livre" para a Todos.....
BANDEIRA XADREZ, PILOTO!
A Bandeira acima, uma das 21 bandeiras confeccionadas em 1987, eram 21 bandeiras de vários formatos, com no minimo , um metro e meio da largura por 2 dois metros de comprimentos, enfeixadas por varas de bambus. Todas as bandeiras custeadas por Chiquitinha Maravilha, que ofertou ainda, um lindo Troféu com mais de um metro de altura, ao Desportista saudoso Antonio Pena (falecido em janeiro de 2016), além de colocar duas faixas de boas vindas a Catuense no estádio Municipal de Camaçari (faixas de 10 e 12 metros de comprimento e 0,50 metros de largura.
DISPONIBILIZAVA O SAUDOSO, ANTONIO PENA, 2 ÔNIBUS
O saudoso desportista e presidente eterno da Catuense, Antonio Pena, disponibilizava 2 ônibus para transportar os componentes da Topoca, dos torcedores residentes em Dias D'Àvila/Bahia, isto durante os dois anos de existência da Topoca no baiano de 1987/88. Antonio Pena, faleceu aos 86 anos, sábado, dia 6 de fevereiro de 2016, motivado por acidente de carro, sendo sepultado dia 07/02/2016, um domingo, no Cemitério da cidade de Catu/Ba.
Antonio Pena fundou a Catuense no ano de 1974, tendo Pena, Nascido na vizinha São Sebastião do Passé, foi prefeito de Catu duas vezes, dono da viação Catuense, mas tornou-se muito conhecido por ter sido fundador da Catuense, clube que revelou grandes jogadores do futebol baiano e brasileiro, como Bobô, Sandro, Luiz Henrique, Vandick, Zanata e Naldinho, os dois primeiros campeões brasileiros pelo Bahia em 1988.
TOPOCA FUNDADA NO BAIRRO NOVA DIAS D'ÁVILA
A Topoca foi a primeira torcida Organizada, fundada no município diasdavilense, Bairro de Nova Dias D'Ávila, e também idem para a cidade de Camaçari/Ba. voltada para o estádio Municipal da citada cidade, de um time profissional representando Camaçari no Baianão, acontecido no ano de 1987.
No ano de 1987, o mando de Campo da Catuense, era no estádio Municipal Waldeck Ornellas, cidade de Camaçari (atual Armando Oliveira (mudado de nome na administração do prefeito Caetano do PT de Camaçari (2004/08). Em 1988, a Catuense retornou ao seu mando de Campo, Estádio Antonio Carneirão (Carneirão).
JOGOS NO CARNEIRÃO 1988/VOLTAS OLÍMPICA NA PISTA
na pista do estádio Antonio Carneiro (Carneirão), Gamaliel Chagas/Chiquitinha Maravilha, com a Bandeira da Foto, 10 minutos antes da Catuense entrar no gramado do citado estádio, Gamaliel entrava na pista de atletismo com a Bandeira, tênis, calça de malha, camisa, jaqueta com as cores da Catuense e dava uma volta olímpica na pista do citado estádio, tremulando a bandeira da Catuca, enquanto outras 20 bandeiras eram desfraldadas pela torcia Topoca, na arquibancada setor leste do Carneirão.
Existia a Tradicional Charanga de sopro e instrumento de percursão da Catuense , com torcedores que também animavam as partidas.
BANDEIRA PILOTO, DA FOTO RELÍQUIA, HÁ 29 ANOS!
A Bandeira da foto, tem 29 anos completados nesse ano de 2016. Sendo esta Bandeiras, a Piloto, que era empunhada por Gamaliel Chagas nos estádios da Fonte Nova, Carneirão/Alagoinhas, Camaçari, Feira de Santana.
CATUENSE VICE - CAMPEÃO DO BAIANO DE 1987!
Era um timaço o da Catuense nos anos de 1987/88, Naldinho, Luis Henrique, Lameu, e Cia........disputando memoráveis partidas com Bahia, Vitória, Flu de Feira, Galícia Leonico... Catense foi vice-campeã em 1987 e 4º colocado em 198, Flu de Feira foi o 3º Bahia tricampeão e Vitória Vice-campeão do citado ano, do Baiano de 1988.
TEMPOS INESQUECÍVEIS, DÉCADA DE 1980!!
Há tempos bons, repletos de excelentes jogadores, agora inesquecível década de 1980 no Gigante do Mangabeirão, a Imortal, a Eterna Fonte Nova de todas as Eternidades dos Deuses do Futebol Mágico, Folclore do Lendário Futebol Baiano, que em 2016, completa 115 Anos.
FUTEBOL DA BAHIA,
INTRODUZIDO POR ZUZA FERREIRA EM 28/10/1901!
Futebol este, fundado, ou melhor, Introduzido por José Ferreira Junior, o Imortal, Zuza Ferreira, ao trazer uma bola da Inglaterra e junto com os irmãos Tapioca, sai da Piedade para bater bola no campo da Pólvora, sacramentando dia 28/10/1901, a história, da sedimentação do Futebol na Cidade Soteropolitana de Salvador, fundada em 29/03/1549, exatamente há 467 Anos, quando foi fundada por Tomé de Souza.
Viva Zuza Ferreira! Salve Tomé de Souza! Parabéns Cidade de Salvador, a Eterna Primeira Capital da Bahia e do Brasil, Democrático e Republicano.
HONRA AO MÉRITO ESPORTIVO A ANTONIO PENA!
Saudoso Desportista, empresário, e um dos Beneméritos do Futebol baiano, Antonio Pena, falecido aos 86 anos, dia 06/02/2016, sepultado no Cemitério da Cidade de Catu/Ba. dia 07/02/16, um domingo.,
Curso de Comunicações Verbais
(Um dos melhores do Brasil/S. aulo com credenciamento}
O citado curso organizado por Oswaldo Melantonio, formado em Direito, Filosofia e Jornalismo, Oswaldo presidente de honra de várias instituições culturais dentre elas a Academia Paulista de Oratório e Academia Brasileira de Comunicações Verbais. O curso de Comunicações Verbais teve a duração de 6 meses equivalente a 100 horas/ aula e credenciado pelo CFMO 097.
Curso de Absorção Atômica na ETFBA
O citado curso foi realizado durante o 1º Seminário de Química na Escola Técnica Federal da Bahia (ETFBA) localizado no Barbalho na cidade de Salvador. O curso foi ministrado pelo professor Pedro Sampaio Linhares do CEPED, Supervisor de Química Carlos Correia de Souza sendo Diretor da Escola Técnica Federal da Bahia, Rui Santos Filhos.
Família de Gamaliel Sales Chagas
Gamaliel Sales Chagas se casou no dia 26 de abril de 1989 com Cícera Lima Soares na cidade de Dias D’Ávila, desse casamento nasceu uma filha de nome Graziela Soares Chagas, nascida no dia 25/1/1990 na cidade de Monteiro, município do Estado da Paraíba. Diplomada em Advogada, casada om Pastor Thiago Furtado, Igreja Adventista
Família de Gamaliel com Tânia Maria Miranda
Do casal Gamaliel e Tânia Maria Ferreira Miranda nasceram os seguintes filhos: Tâmara Miranda Chagas, Gamaiel, Jéssica, Thaiana, Talita e Yasmin Miranda Chagas. Tâmara nasceu no dia 11/9/1991, 12 horas e 50 minutos, faleceu no dia 26/3/1996 na cidade de Juazeiro/BA, sendo sepultada no cemitério da cidade de Juazeiro.
Gamaiel Chagas, nasceu no dia 1/11/1992, 1 hora e 18 minutos no Hospital Semed na cidade de Camaçari/BA, Jéssica Miranda Chagas nasceu no dia 11/5/1994, 21 horas e quatro minutos no Hospital Santo Amaro na cidade de Salvador.
Thaiana Miranda Chagas, nasceu no dia 4/11/1996, 01 hora e 37 minutos no Hospital Maternidade Maria Luiza Laudando na cidade de Pojuca, Talita Miranda Chagas, nasceu 18 horas e 16 minutos do dia 8/6/1998 no Hospital Santa Helena na cidade de Camaçari, Yasmin Miranda Chagas nasceu ás 23 horas e 16 minutos nasceu no dia 30/1/2001 no Hospital Geral de Camaçari.
Gamaiel Miranda Chagas, curso de Eletrotécnico IFBa, 2012, curso de Inglês, Informatica, Instalações Elétrica/Senai, trabalhando na Vertical Engenharia, 22 anos, Contabilidade na UNEB/Camaçari 2] Semestre/trancado matriculas, Solteiro, Evangélico.
Jéssica Miranda Chagas, nível médio concluído, curso de Auxiliar de Química concluído no Senai, 2013, duração de 10 meses, a procura de emprego, mercado difícil...
Talita Miranda Chagas, curso concluí, no Senai em Inspeção de qualidade, aos 15 anos de idade.
ABAIXO /ANTECEDENTES A BIOGRAFIA DE GAMALIEL CHAGAS
7777777777777777777777777777777777777777777777777777777777777777
FAMÍLIA PEREIRA CHAGAS E RODRIGUES TEIXEIRA
GABRIEL DE PAIVA CHAGAS E AMÁLIA SALES CHAGAS, PAIS DE GAMALIEL CHAGAS (IRMÃOS E DESCENDENTES......)
GENEALOGIA DA FAMÍLIA PEREIRA CHAGAS E
RAMIFICAÇÕES AO LONGO DOS SÉCULOS!
ANTEPASSADOS NA GENEALOGIA POVOATIVA DE MATA DE SÃO JOÃO E MUNICÍPIO VIZINHOS PRIMITIVOS, ESPECIALMENTE DE CASAMENTOS, BATIZADOS, ÓBITOS, DE VÁRIAS LIVROS DE ASSENTOS, DE ARQUIVOS ECLESIÁSTICO, DAS IGREJAS OU CAPELAS DO ARCEBISPADO DA BAHIA E SERGIPE, E OUTRAS FONTES NÃO CITADAS.
MANOEL PEREIRA GAGO, ANA PEREIRA, FRANCISCO DIAS DE ÁVILA, FRANCISCO PEREIRA DAS CHAGAS, MANOEL GONÇALVES DE CARVALHO AVILAS PIRES DE CARVALHO E ALBUQUERQUE, PEREIRA E PAIVA, SIMÕES DE PAIVA, RODRIGUES TEIXEIRA, SALES CHAGAS, TRINDADE CASTRO LEAL, MEIRELES NOGUEIRA BATISTA., PEREIRA MARINHO, MARBACK COSTA PINTO, COSTA PINTO, PAIVA FRANÇA, PAIVA RAMOS, MOREIRA, SEPÚLVEDA GARCEZ...CHAGA PEREIRA ÁVILA CHAGAS , SIMÕES DE PAIVA, MEIRELES BATISTA VIANA PEREIRA PAIVA, ...BARBOSA MENESES, TEIXEIRA FRANCO, MOREIRA SANTOS VIEIRA, ALVES DA SILVA, FERREIRA NETO CHAGAS, CHAGAS ARAUJO, CHAGAS MENDES DE ARAUJO , CHAGAS LOPES DE ARAUJO, MEIRELES DE ALMEIDA COUTO, FRAGOSO CHAGAS, CALMON DE ARAUJO GÓES.. FONTES CHAGAS. CHAGAS ALBAN , PEREIRA SALGADO, PADILHA CHAGAS, SOUZA, COSTA, NEPOMUCENO DA ROCHA, PAIVA MESQUITA, PEREIRA MESQUITA, SILVA PARANHOS, GARCEZ MONTENEGRO, PEREIRA DIAS D'ÁVILA, CHAGAS CARRA E TANTAS OUTRAS LIGAÇÕES, NOS SEUS RAMOS GENEALÓGICO, ESPALHADOS PELO BRASIL E MUNDO....
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Do casal Gamaliel e Tânia Maria Ferreira Miranda nasceram os seguintes filhos: Tâmara Miranda Chagas, Gamaiel, Jéssica, Thaiana, Talita e Yasmin Miranda Chagas. Tâmara nasceu no dia 11/9/1991, 12 horas e 50 minutos, faleceu no dia 26/3/1996 na cidade de Juazeiro/BA, sendo sepultada no cemitério da cidade de Juazeiro.
Gamaiel Chagas, nasceu no dia 1/11/1992, 1 hora e 18 minutos no Hospital Semed na cidade de Camaçari/BA, Jéssica Miranda Chagas nasceu no dia 11/5/1994, 21 horas e quatro minutos no Hospital Santo Amaro na cidade de Salvador.
Thaiana Miranda Chagas, nasceu no dia 4/11/1996, 01 hora e 37 minutos no Hospital Maternidade Maria Luiza Laudando na cidade de Pojuca, Talita Miranda Chagas, nasceu 18 horas e 16 minutos do dia 8/6/1998 no Hospital Santa Helena na cidade de Camaçari, Yasmin Miranda Chagas nasceu ás 23 horas e 16 minutos nasceu no dia 30/1/2001 no Hospital Geral de Camaçari.
Gamaiel Miranda Chagas, curso de Eletrotécnico IFBa, 2012, curso de Inglês, Informatica, Instalações Elétrica/Senai, trabalhando na Vertical Engenharia, 22 anos, Contabilidade na UNEB/Camaçari 2] Semestre/trancado matriculas, Solteiro, Evangélico.
Jéssica Miranda Chagas, nível médio concluído, curso de Auxiliar de Química concluído no Senai, 2013, duração de 10 meses, a procura de emprego, mercado difícil...
Talita Miranda Chagas, curso concluí, no Senai em Inspeção de qualidade, aos 15 anos de idade.
ABAIXO /ANTECEDENTES A BIOGRAFIA DE GAMALIEL CHAGAS
7777777777777777777777777777777777777777777777777777777777777777
FAMÍLIA PEREIRA CHAGAS E RODRIGUES TEIXEIRA
GABRIEL DE PAIVA CHAGAS E AMÁLIA SALES CHAGAS, PAIS DE GAMALIEL CHAGAS (IRMÃOS E DESCENDENTES......)
GENEALOGIA DA FAMÍLIA PEREIRA CHAGAS E
RAMIFICAÇÕES AO LONGO DOS SÉCULOS!
ANTEPASSADOS NA GENEALOGIA POVOATIVA DE MATA DE SÃO JOÃO E MUNICÍPIO VIZINHOS PRIMITIVOS, ESPECIALMENTE DE CASAMENTOS, BATIZADOS, ÓBITOS, DE VÁRIAS LIVROS DE ASSENTOS, DE ARQUIVOS ECLESIÁSTICO, DAS IGREJAS OU CAPELAS DO ARCEBISPADO DA BAHIA E SERGIPE, E OUTRAS FONTES NÃO CITADAS.
MANOEL PEREIRA GAGO, ANA PEREIRA, FRANCISCO DIAS DE ÁVILA, FRANCISCO PEREIRA DAS CHAGAS, MANOEL GONÇALVES DE CARVALHO AVILAS PIRES DE CARVALHO E ALBUQUERQUE, PEREIRA E PAIVA, SIMÕES DE PAIVA, RODRIGUES TEIXEIRA, SALES CHAGAS, TRINDADE CASTRO LEAL, MEIRELES NOGUEIRA BATISTA., PEREIRA MARINHO, MARBACK COSTA PINTO, COSTA PINTO, PAIVA FRANÇA, PAIVA RAMOS, MOREIRA, SEPÚLVEDA GARCEZ...CHAGA PEREIRA ÁVILA CHAGAS , SIMÕES DE PAIVA, MEIRELES BATISTA VIANA PEREIRA PAIVA, ...BARBOSA MENESES, TEIXEIRA FRANCO, MOREIRA SANTOS VIEIRA, ALVES DA SILVA, FERREIRA NETO CHAGAS, CHAGAS ARAUJO, CHAGAS MENDES DE ARAUJO , CHAGAS LOPES DE ARAUJO, MEIRELES DE ALMEIDA COUTO, FRAGOSO CHAGAS, CALMON DE ARAUJO GÓES.. FONTES CHAGAS. CHAGAS ALBAN , PEREIRA SALGADO, PADILHA CHAGAS, SOUZA, COSTA, NEPOMUCENO DA ROCHA, PAIVA MESQUITA, PEREIRA MESQUITA, SILVA PARANHOS, GARCEZ MONTENEGRO, PEREIRA DIAS D'ÁVILA, CHAGAS CARRA E TANTAS OUTRAS LIGAÇÕES, NOS SEUS RAMOS GENEALÓGICO, ESPALHADOS PELO BRASIL E MUNDO....
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A FAMÍLIA PEREIRA CHAGAS E SUAS RAMIFICAÇÕES/ GONÇALVES DE CARVALHO, SIMÕES DE PAIVA, PEREIRA PAIVA, PEREIRA AVILA, MUNIZ DE ARAGÃO GOMES ARGOLO FERRÃO, RODRIGUES TEIXEIRA, REIS MEIRELES, MEIRELES VIANA, CALMON DE ARAUJO GÓIS, MEIRELES COSTA PINTO, SILVA PARANHOS MEIRELES, MEIRELES NOGUEIRA BATISTA., PEREIRA MARINHO, MARBACK COSTA PINTO, COSTA PINTO, PAIVA FRANÇA, PAIVA RAMOS, MOREIRA, SEPÚLVEDA GARCEZ... CHAGAS CARRARA, WHORLS GONÇALVES, TEIXEIRA FRANCO E OUTRAS NÃO CITADAS... PADILHA PEREIRA DAS CHAGAS
TIVERAM PAPEL DECISIVO NA HISTÓRIA POLITICA ADMINISTRATIVA DE MATA S. JOÃO E ATUAL REGIÃO METROPOLITANA/RECÔNCAVO...
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A FAMÍLIA PEREIRA CHAGAS E SUAS RAMIFICAÇÕES/ GONÇALVES DE CARVALHO, SIMÕES DE PAIVA, PEREIRA PAIVA, PEREIRA AVILA, MUNIZ DE ARAGÃO GOMES ARGOLO FERRÃO, RODRIGUES TEIXEIRA, REIS MEIRELES, MEIRELES VIANA, CALMON DE ARAUJO GÓIS, MEIRELES COSTA PINTO, SILVA PARANHOS MEIRELES, MEIRELES NOGUEIRA BATISTA., PEREIRA MARINHO, MARBACK COSTA PINTO, COSTA PINTO, PAIVA FRANÇA, PAIVA RAMOS, MOREIRA, SEPÚLVEDA GARCEZ... CHAGAS CARRARA, WHORLS GONÇALVES, TEIXEIRA FRANCO E OUTRAS NÃO CITADAS... PADILHA PEREIRA DAS CHAGAS
TIVERAM PAPEL DECISIVO NA HISTÓRIA POLITICA ADMINISTRATIVA DE MATA S. JOÃO E ATUAL REGIÃO METROPOLITANA/RECÔNCAVO...
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A FAMÍLIA PEREIRA CHAGAS E RAMIFICAÇÕES GENEALÓGICA,
TIVERAM PAPEL DECISIVO NA HISTÓRIA POLITICA
ADMINISTRATIVA DE MATA S. JOÃO, E CIDADES VIZINHAS...
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A FAMÍLIA PEREIRA CHAGAS E RAMIFICAÇÕES GENEALÓGICA,
TIVERAM PAPEL DECISIVO NA HISTÓRIA POLITICA
ADMINISTRATIVA DE MATA S. JOÃO, E CIDADES VIZINHAS...
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João, filho do casal Antônio Pereira das Chagas, já defunto, e sua mulher Maria Luiza da Piedade, ela Zeferina filha do Capitão Francisco David Nogueira e Ana Pereira de Ávila, moradores desta Freguesia, dispensado o grau de consanguinidade (primos)...
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GAMALIEL CHAGAS:
NO ATLETISMO BAIANO BRASILEIRO
E INTERNACIONAL
O POETA MARATONISTA!
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
(A Poesia do Corredor)
Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!
Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...
É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz, porque a corrida me faz bem.
A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.
É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...
Poesia feita em 13/02/1985
Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.
PRINCIPAIS CORRIDAS
Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador de futebol, matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu 15 maratonas em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984, pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú pela BR 101 no ano de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de Mata de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas corridas citas sem ter apoio financeiro das prefeituras citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive nas duas Maratonas Internacionais houve apoio da Copene no translado Salvador Rio de Janeiro e vice versa, ajuda na estádia), sendo passagens de ida e volta a custo do atleta, e trabalhava das 8 horas as 17 horas e compensava os dias da estadia em New York (5 dias em 1984 e 1986).
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GAMALIEL CHAGAS:
NO ATLETISMO BAIANO BRASILEIRO
E INTERNACIONAL
O POETA MARATONISTA!
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
(A Poesia do Corredor)
Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!
Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...
É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz, porque a corrida me faz bem.
A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.
É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...
Poesia feita em 13/02/1985
Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.
PRINCIPAIS CORRIDAS
Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador de futebol, matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu 15 maratonas em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984, pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú pela BR 101 no ano de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de Mata de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas corridas citas sem ter apoio financeiro das prefeituras citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive nas duas Maratonas Internacionais houve apoio da Copene no translado Salvador Rio de Janeiro e vice versa, ajuda na estádia), sendo passagens de ida e volta a custo do atleta, e trabalhava das 8 horas as 17 horas e compensava os dias da estadia em New York (5 dias em 1984 e 1986).
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LINK DA POSTAGEM EM HOMENAGEM AO VISCONDE DA
TORRE DE GARCIA D'ÁVILA
LINK DA POSTAGEM EM HOMENAGEM AO VISCONDE DA
TORRE DE GARCIA D'ÁVILA
TORRE DE GARCIA D'ÁVILA
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RELÍQUIAS HISTÓRICAS
DE MATA DE SÃO JOÃO
Cidade de Mata de São João na década de 1950
RELÍQUIA HISTÓRICA DA ENTÃO VILA DE MATA DE SÃO JOÃO /DÉCADA DE 1910!
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RELÍQUIAS HISTÓRICAS
DE MATA DE SÃO JOÃO
Cidade de Mata de São João na década de 1950
RELÍQUIA HISTÓRICA DA ENTÃO VILA DE MATA DE SÃO JOÃO /DÉCADA DE 1910!
Curso de Comunicações Verbais
(Um dos melhores do Brasil/S. aulo com credenciamento}
No ano de 1985 Gamaliel iniciou o curso de Comunicações Verbais PPD-IOB (Treinamento Programado a Distância) por correspondências tendo concluído o citado curso no dia 7/3/1986. O citado curso organizado por Oswaldo Melantonio, formado em Direito, Filosofia e Jornalismo, Oswaldo presidente de honra de várias instituições culturais dentre elas a Academia Paulista de Oratório e Academia Brasileira de Comunicações Verbais. O curso de Comunicações Verbais teve a duração de 6 meses equivalente a 100 horas/ aula e credenciado pelo CFMO 097.
.
Oswaldo Melantonio realizou vários cursos complementares no exterior e no ano de 1986 fazia 35 anos se dedicando exclusivamente as Comunicações Verbais; ini-cialmente, oratória formal e informal para líderes políticos e religiosos. Nos últimos anos Oswaldo especializou-se na área de comunicações dos executivos, objetivando a melhoria da produtividade pela eficiência da comunicação.
PERSONALIDADES EXPOENTES DAS COMUNICAÇÕES VERBAIS
Várias personalidades de Top da Política Executivos, da Oratória Geral, Locutores Esportivos, a exemplo de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia Jânio Quadros, Franco Motoro e outros expoentes que realizaram este magnífico curso, amplo usando as técnicas da Grécia antiga, a exemplos de formidáveis gênios da Comunicação, oratória da Grécia Antiga, celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles Demóstenes Cícero, este considerado como um dos maiores gênios nas Comunicações verbais da Grécia e do Mundo, chegando ao ponto de governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória de convencimento, resumindo era um " Um Gênio Abençoado da Oratória das Comunicações Verbais!".
Conteúdo do curso
Introdução, exposições práticas, técnicas da comunicação dos executivos, educação da voz, expressão corporal, figuras de estilos, dez qualidades básicas do executivo, práticas de comunicações verbais e práticas de oratória
De modo especial, Oswaldo realiza treinamentos para as lideranças dos principais escalões das grandes organizações privadas e publicas. O citado curso já treinou grandes personalidades de diversos seguimentos sociais a exemplo de Franco Motoro, Osmar Santos, narrador esportivo no estado de São Paulo, Jânio Quadros que foi Presidente da República de 31/1/1961 renunciando o governo em 25/8/1961, foi prefeito de São Paulo nas décadas seguintes.
Jânio Quadros nasceu em Campo Grande, (Mata Grosso do Sul) no ano de 1917 e faleceu no ano de 1992 em São Paulo e outros não citados. IOB – Cursos de Legislação Empresarial Ltda – CGC 47.677.810/0002-21, credenciado no CFMO 097, com endereço na Avenida Marques... Asa Branca – SP.
No ano de 1985 Gamaliel iniciou o curso de Comunicações Verbais PPD-IOB (Treinamento Programado a Distância) por correspondências tendo concluído o citado curso no dia 7/3/1986. O citado curso organizado por Oswaldo Melantonio, formado em Direito, Filosofia e Jornalismo, Oswaldo presidente de honra de várias instituições culturais dentre elas a Academia Paulista de Oratório e Academia Brasileira de Comunicações Verbais. O curso de Comunicações Verbais teve a duração de 6 meses equivalente a 100 horas/ aula e credenciado pelo CFMO 097.
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Oswaldo Melantonio realizou vários cursos complementares no exterior e no ano de 1986 fazia 35 anos se dedicando exclusivamente as Comunicações Verbais; ini-cialmente, oratória formal e informal para líderes políticos e religiosos. Nos últimos anos Oswaldo especializou-se na área de comunicações dos executivos, objetivando a melhoria da produtividade pela eficiência da comunicação.
PERSONALIDADES EXPOENTES DAS COMUNICAÇÕES VERBAIS
Várias personalidades de Top da Política Executivos, da Oratória Geral, Locutores Esportivos, a exemplo de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia Jânio Quadros, Franco Motoro e outros expoentes que realizaram este magnífico curso, amplo usando as técnicas da Grécia antiga, a exemplos de formidáveis gênios da Comunicação, oratória da Grécia Antiga, celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles Demóstenes Cícero, este considerado como um dos maiores gênios nas Comunicações verbais da Grécia e do Mundo, chegando ao ponto de governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória de convencimento, resumindo era um " Um Gênio Abençoado da Oratória das Comunicações Verbais!".
Conteúdo do curso
Introdução, exposições práticas, técnicas da comunicação dos executivos, educação da voz, expressão corporal, figuras de estilos, dez qualidades básicas do executivo, práticas de comunicações verbais e práticas de oratória
De modo especial, Oswaldo realiza treinamentos para as lideranças dos principais escalões das grandes organizações privadas e publicas. O citado curso já treinou grandes personalidades de diversos seguimentos sociais a exemplo de Franco Motoro, Osmar Santos, narrador esportivo no estado de São Paulo, Jânio Quadros que foi Presidente da República de 31/1/1961 renunciando o governo em 25/8/1961, foi prefeito de São Paulo nas décadas seguintes.
Jânio Quadros nasceu em Campo Grande, (Mata Grosso do Sul) no ano de 1917 e faleceu no ano de 1992 em São Paulo e outros não citados. IOB – Cursos de Legislação Empresarial Ltda – CGC 47.677.810/0002-21, credenciado no CFMO 097, com endereço na Avenida Marques... Asa Branca – SP.
BIOGRAFIA GAMALIEL CHAGAS/CHIQUITINHA/RESUMIDA..
(RESUMO).
A POESIA DA FUNDAÇÃO DO EC BAHIA
CHIQUITINHA MARAVILHA
O NASCIMENTO DO ESPORTE CLUBE BAHIA 01/01/1931
Poetizado por Chiquitinha Maravilha, a luz documental/08/05/2016
DA REUNIÃO NO JÓQUEI CLUB, A IDEIA DA FUNDAÇÃO DO EC BAHIA!
No ano de mil novecentos e trinta as agremiações da Associação Atlética da Bahia
E Clube Bahiano de Tênis, decidiram fechar seu Departamento de Futebol e causaria
Reações! Alguns atletas dessas agremiações, decidiram fundar um time de futebol amador
O Atlético Bahianinho, para disputar jogos amadores, nos subúrbios de cidade de Salvador
O time do Atlético Bahianinho, fez um sucessos formidável, inspirando a fundação
De um um time profissional na linda cidade de Salvador e para isso aconteceram mais
Adesões no só de ex-jogadores, como também de outros desportistas, para a criação
De desejado time profissional, e as conversações logo se estenderam cada vez mais....
No dia oito de dezembro do ano de mil novecentos e trinta, dia da Conceição da Praia
Quatro ex-jogadores do Cube Bahiano de Tenis, Carlos Koch, Eugênio Walter, este apelidado
De o Guarany, Júlio Almeida e Waldemar de Azevedo, este da Associação Atlética da Bahia
Fernando Tude, todos eles, num encontro casual no Cabaré do Jockey, na Capital do estado
Da Bahia, na histórica cidade de Salvador, e na naquela sábia reunião, logo se discutia
A formação de um novo time de futebol, pois o citado grupo, estava sem poder praticar
O seu esporte favorito, o futebol, porque suas agremiações de origem resolveram acabar
Com seus departamentos de futebol, numa medida radical, que de imediato prejudicaria
Os jogadores do futebol baiano e quatro dias depois, mais de setenta pessoas participaram
de uma Assembleia, formados por ex- atletas da ABB e do Bahiano de Tenis, logo fundaram
Um novo clube, denominado de Esporte Clube Bahia, sendo escolhido logo o seu Presidente
Otavio Carvalho e mais dois desportista, secretários, Fernando Tude e Aroldo Maia e foi sabiamente
Assim definida a Assembleia e na mesma reunião, foram definidas para o Clube Bahia
Um novo uniforme vistoso, com camisa branca, calção azul com faixa vermelha na cintura
Foi um fato Esportivo Histórico, a fundação do Esporte Clube Bahia, um time que nascia
Forte, competitivo para o futebol Baiano e Brasileiro, um clube dotado de garra e estrutura
A ESCOLHA DA PRIMEIRA DIRETORIA E FILIAÇÃO NA LIGA!
Esporte Clube Bahia, um clube, uma Nação, que nasceu para vencer
Desafios e obstáculos, conquistando vitórias magnificas, repletas de glórias!
Um clube iluminado, pelos Eternos Deuses do Futebol, que traçou a sua história
Enraizada, nas suas cores tricolores do vermelha, azul e branca, no florescer
Do dia primeiro de janeiro do ano de mil novecentos e trinta e um, um dia
Especial, após uma reunião, naquela Casa de número cinquenta e sete da rua
Carlos Gomes, naquela cidade Soteropolitana de Salvador, a Capital da Bahia
Na presença profissionais, de vários seguimentos sociais, escolheram com suas
Convicções, o nome do médico Waldemar Costa , para ser o Primeiro Presidente
Do Esporte Clube Bahia, e logo no dia dezesseis do mesmo mês, foi imediatamente
Publicado no Diário Oficial da Bahia, os estatutos do Tricolor, que passa legalmente
A existir como Clube e no mês seguinte, dia vinte de fevereiro, foi filiado oficialmente!
PRIMEIRO TREINO X YPIRANGA
Na Liga Bahiana de Desporto Terrestre, e dois dias depois, num domingo, realizou
O seu primeiro treino, no Campo da AAB, como clube de futebol filiado enfrentou
O Quinta da Barra, na Cidade de Salvador, e dia primeiro de março, o Bahia jogou
Contra o famoso time do Ypiranga, das cores amarelo e preto, e o tricolor triunfou!
Vencendo por dois a zero, com gols de Bayma e Guarani, destaque para o excelente
Goleiro Teixeira Gomes, que defendeu um pênalti, o jogo durou 20 minutos, muita gente
Compareceu nessa partida, que foi valida pelo Torneio Inicio do Campeonato Estadual
O Esporte Clube Bahia, jogou com Teixeira Gomes, Leônidas e Gueguê na zaga central
E mais Milton, Canoa e Gia: Bayma, Guarani, Gambarrota e Pega Pinto,e o treinador
Foi João Barbosa, com arbitragem de Francelino de Castro, na mesma data o tricolor
Baiano, o Esporte clube Bahia, conquistou o seu seu primeiro titulo de Campeão,
O próprio Torneio Início de Futebol, vencendo o Real por três a zero, com repercussão
ESTREIA NO CAMPEONATO BAIANO ANO 1931
Positiva para o futebol Baiano, deixando sua crescente torcida feliz, sendo os goleadores
Do Bahia, Guarani fez dois gols e Pega Pinto, e no dia vinte e dois de março, os jogadores
Do time do Esporte Clube Bahia, estreou no Campeonato Baiano, e no mês de abril do ano
De mil novecentos e trinta um, aconteceu uma partida internacional do tricolor Baiano
Enfrentando o Sud América do Uruguai, em outubro, o Bahia realizou uma partida
Intermunicipal, contra o Vitória de Ilhéus e nesse mesmo mês, um amistoso no estado
De Sergipe, em Aracaju, sendo este, o seu primeiro jogo interestadual, sendo um fato
Significativo para o time do Bahia, ainda no dia vinte e cinco de outubro, a torcida
Tricolor vivencia, uma memorável conquista, o primeiro titulo de campeão Estadual
Com duas rodadas de antecedência! Mesmo sem o time do Esporte Clube Bahia entrar
Em campo e no dia quinze de novembro já campeão, o time tricolor consegue empatar
Em dois a dois, aos trinta e três minutos, com gol de Milton Bahia, num empate triunfal
Mantendo a invencibilidade do glorioso Esporte Clube Bahia, e na partida realizada
Dia 22 de outubro, o Botafogo da Bahia, perdeu para o Ypiranga, nessa partida citada
O Esporte Clube Bahia, não poderia ser alcançada na Tabela, sendo assim, o tricolor
Baiano sagrou-se campeão Baiano de mil novecentos e trinta e um, deixando o torcedor
Alegre e feliz! Participando de uma miniturnê, o time do Bahia celebrou a conquista
Do título em Aracaju, no dia primeiro de novembro, quando o Bahia logo enfrentou
No jogo da rodada, o time do São Cristovão, na Festa do Titulo, e o Bahia goleou
Vencendo a partida pelo placar de cinco a zero, deixando a torcida feliz e otimista!
Vivenciando um momento magnifico de vitórias e conquistas, o Bahia começa a se firmar
Como uma nova força futebolística emergente! Naquele inicio de ano, da década de mil
Novecentos e trinta e um, O Bahia realizou grandes partidas de futebol, e iria conquistar
Prestigio e destaque, no emergente futebol Baiano, também, perante outros estados do Brasil
CLÁSSICO DO POTE, BAHIA X BOTAFOGO
No ano de mil novecentos e trinta, aconteceu o primeiro Clássico do Pote, sendo disputado
Entre Bahia e Botafogo, sendo uma partida bem jogada, de bom nível técnico, o resultado
Foi de dois a dois! E no dia de quinze de novembro, do mesmo ano, um feriado Nacional
Da Proclamação da República do Brasil, se enfrentaram Ypiranga e Bahia, no sensacional
Clássico, sendo também o último jogo do campeonato Baiano, a meta era o time do Bahia
Não perder a invencibilidade e torna-se Campeão Baiano Invicto, e isso logo aconteceria
Um suado empate de dois a dois, diante do glorioso Ypiranga, um time querido e amado!
Da galera do futebol baiano, que reunia uma numerosa torcida, com titulo já conquistado.
Foi de dois a dois! E no dia de quinze de novembro, do mesmo ano, um feriado Nacional
Da Proclamação da República do Brasil, se enfrentaram Ypiranga e Bahia, no sensacional
Clássico, sendo também o último jogo do campeonato Baiano, a meta era o time do Bahia
Não perder a invencibilidade e torna-se Campeão Baiano Invicto, e isso logo aconteceria
Um suado empate de dois a dois, diante do glorioso Ypiranga, um time querido e amado!
Da galera do futebol baiano, que reunia uma numerosa torcida, com titulo já conquistado.
Nota:
A história continua, sendo poetizada, a história descrita poeticamente, a Luz Documental,
no seguimento histórico do EC Bahia, aguardem ...
Fonte de Pesquisas:
Site do EC Bahia, Wikipédia, Jornais Baiano de várias épocas (A Tarde, Jornal da Bahia, Diário e Notícias, estado da Bahia, O Imparcial, Tribuna da Bahia, Coreio da Bahia, Livro Bahia Esporte Clube da Felicidade...
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Bicampeão nacional, 7 vezes regional e 48 vezes estadual (veja todas as conquistas), o Esquadrão de Aço chegou a 44 mil sócios em 2019, teve 316% de arrecadação a mais com venda de camisa graças à marca própria e ganhou repercussão internacional por conta de suas ações afirmativas.
CHIQUITINHA MARAVILHA, DOCUMENTANDO TUDO, PARA A NAÇÃO TRICOLOR DO EC BAHIA, COM CERTEZA!
Estádio Presidente Dutra/SESI/ cidade Salvador/Bairro de Roma/Salvador, ano 1974
/
EC BAHIA/Ano 1967/ Campeão Baiano/Est. Fonte Nova, Arquibancada com um anel.
MARATONA DA INDEPENDÊNCIA DA BAHIA / SALVADOR, ANO 1985 (A 2ª COM ESTE NOME).
FOTO / ANTES DA LARGADA NA PÇA. GARIBALDI.
BRASÃO DA FAMÍLIA CHAGAS
ANO 1957/CHIQUITINHA A DIREITAS/SENTADO
Ano 2016/casa residencia de Chiquitinha Miravilha, desde 1980.
Ano 1984/cidade Dias D'Avila
Gamaiel M. Chaga, Jessica e Thaiana Chagas
ano 1986, AMBOS FILHOS DO CASAL TANIA ESPOSA DE CHIQUITINHA MARAVILHA
Gamaiel Miranda Chagas ano 2000/8 anos de idade, filho de Chiquitinha e sua esposa Tania.
Chiquitinha Maravilha, ano 1974
Cidade Das D'Ávila ano 1984/ Desfile Sete setembro
Chiquitinha Maravilha Núcleo Jk/Lunda /Mata S. João /Ba /2005
Gabriel de Paiva Pereira de Carvalho Chagas,ano 1920/ aos 24anos/pai de Chiquitinha Maravilha, matense, nascido ano 1896.
Gamaiel Miranda Chagas, aos 5 anos/ano 1995, filho de Chiquitinha e sua esposa Tania Maria Ferreira Miranda.
Chiquitinha Maraviha, ano 1981 Ilha Itaparica, em férias
Ano 2016/cidade Dias D'Avila
GAMAIEL M. CHAGAS E CHIQUITINHA MARAVILHA (FILHO E PAI), NA 3ª CORRIDA DAS ÁGUAS/ 7 KM / CIDADE DIAS D'AVILA/BA. / 05/10/19
GAMAIEL,DIPLOMADO EM ELETRO TÉCNICO/IFBA, AUTOMAÇÃO /SENAI..
CHIQUITINHA E MINHA ESPOSA TANIA MARIA
YASMIN, CHIQUITINHA E JESSICA, FILHOS DE TANIA MARIA, ESPOSA DE CHIQUITINHA.
Chiquitinha Maravilha, ilha de itaparica, m férias, dezembro de 1981, 30 anos.
Chiquitinha Maravilha e minha amada esposa Tania
Estacionamento do estádio Gov Roberto Santos (Pituaçu), Salvador/Ba. ano 1982/ jogos Olímpico do polo Petroquímico de Camaçari (Olimpíadas). Chiquitinha 31 anos de idade
TORRES GÊMEAS/WORLD TRADE CENTER/ CIDADE NOVA YORQUE/1984
Tania Maria esposa de Chiquitinha Maravilha/2019
YASMIN, JESSICA, CHIQUITINHA MARAVILHA, TANIA MARIA, ESPOSA DE CHIQUITINHA E GAMAIEL CHAGAS (FILHO DE TANIA E CHIQUITINHA).
TANIA MARIA E SEU ESPOSO CHIQUITINHA MARAVILHA
ESPOSA DE CRISTIANO/ CRISTIANO E GAMAIEL MIRANDA CHAGAS/ CT EC BAHIA/ DOMINGO DIA 22/12/19.
GAMAIEL MIRANDA CHAGAS/ CT EC BAHIA/ DOMINGO DIA 22/12/19.
GAMAIEL, UM DOS FILHOS DE CHIQUITINHA MARAVILHA COM TANIA MARIA FERREIRA MIRANDA.
CHIQUITINHA, AOS 5 ANOS DE IDADE
CHIQUITINHA MARAVILHA, CRUZANDO A LINHA DE CHEGADA DA CORRIDA RUSTICA DO BONFIM DE MATA/DÉCADA DE 2000, CHIQUITINHA MARAVILHA PENTACAMPEÃO MATENSE,CATEGORIA VETERANOS. FOTO LARGO DO BONFIM DE MATA.
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LARGO DO BONFIM DE MATA, NA DÉCADA DE 1920. FOTO ARQUIVO INÉDITO DA FAMÍLIA PEREIRA DAS CHAGAS/RAMO COMERCIANTE MATENSE
GABRIEL CHAGAS EMALIA TEIXEIRA SALES/FOTO REPRODUÇÃO DOS ORIGINAIS, DA CITADA FOTO.
JORNAL FOLHA DO SUBÚRBIO/CAMAÇARI/B. ANO 1985.
CIDADE NOVA YORQUE 1984
CHIQUITINHA MARAVILHA, CAMP. INDUSTRIÁRIO DO SESI/ ESTÁDIO EURICO GASPAR DUTRA, ROMA/CIDADE DE SALVADOR/ ANO DE 1974, TIME/ARCA/ANTARCTICA, CHIQUITINHA AOS 23 ANOS DE IDADE.
Ano 1972 - estádio Municipal Luiz Viana Filho, cidade de Pojuca/Ba. Sel Matense x Sel
Matense x Sel de Santo Amaro/Fase Mata x Mata, Intermunicipal da FBF.
Chiquitinha Maravilha ao 21 anos, meio campista.
CORRIDA RUSTICA DO BONFIM DE MATA DE S JOÃO,FINAL DA DÉCADA DE 2000.
FRANK CHAGAS(JOGADOR PROFISSIONAL DOS TIMES: GUARANI, VITÓRIA, GALÍCIA, CONFIANÇA, ..), GABRIELITA CHAGAS ALBAN E SEU ESPOSO, O ESPANHOL/COMERCIANTE DE MATA DE S. JOÃO, OSCAR GONZALEZ ALBAN, ANO DE 1962, CIDADE DE MATA DE SÃO JOÃO/BA. TODOS JÁ FALECIDOS. FRANK CHAGAS/GUDINHA, IRMÃO DE GABRIELITA E DE CHIQUITINHA MARAVILHA
FAMÍLIA PEREIRA DAS CHAGAS/RAMO CHAGAS ALBAN
NA FOTO AIRAN CHAGAS ARAUJO,
GABRIELITA CHAGAS/, OSCARINO FILHO DO CASAL OSCAR GONZALEZ ALBAN E GABRIELITA SALES CHAGAS/ ANO DE 2014.
CHIQUITINHA AOS 4 ANOS DE IDADE /1955, E SUA IRMÃ LÍVIA CHAGAS
CIDADE DE MATA DE SÃO JOÃO, TERRA NATAL DE CHIQUITINHA MARAVILHA E ANTEPASSADOS, DESDE O SÉCULO XVI. - ATUAL RUA JULIO VERISSIMO.
GAMAIEL, TALITA, THIANA CHAGAS, 3 DOS 5 FILHOS DO CASAL
DE CHIQUITINHA MARAVILHA
COM TANIA MARIA FERREIRA MIRANDA. BAIRRO NOVA DIAS
D'ÁVILA/BA
1ª CORRIDA RUSTICA DE ENTRE RIOS/BA/ ANO 1983
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CICLOS AMBIENTAIS A PRESERVAR
A Poesia do Meio Ambiente).
"Retirar das dunas a vegetação, areia e arenoso
Sem repor o Meio Ambiente, um ato criminoso
É crime ambiental contra oceanos, rios e mares
Derramar derivados do Petróleo, nesses lugares."
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CICLOS DE VIDAS AMBIENTAIS A PRESERVAR!
Chiquitinha Maravilha
Nas águas dos oceanos, rios, lagoas, nascentes
Mananciais imensuráveis, riquezas a preservar
A humanidade precisa utilizá-las, corretamente
Essas riquezas, evitando poluições, no ar, terra e mar!
São cadeias gerativas, embrionárias, fundamentais
As florestas, as matas, cerrados, os pantanais
Bacias Hidrográficas, as restingas, manguezais
A Fauna, Flora, as vidas animais e vegetais.
No fundo dos oceanos, habitam vidas evolutivas
Com suas diversidades biológicas e acumulativas
São as fontes energéticas, bio-multiplicadoras
Abastecendo, organismos vivos, fontes doadoras
O mundo global industrializado e informatizado
Gerando as riquezas consumidas, comercializadas
Controlar resíduos industriais! Dever Sagrado
Meio Ambiente preservado! Vidas revitalizadas.
Reciclar os lixos urbanos! É evitar poluições
Queimadas, desmatamentos, causam degradações
Armazenar, os lixos radioativos, corretamente
É manter e preservar vidas e o meio ambiente.
Não jogar os despejos sanitários e industriais
Nas bacias Hidrográficas, nos mares e oceanos
Não lançar os gases poluentes, tão prejudiciais
A camada de Ozônio, com isso evita-se danos...
Retirar das dunas a vegetação, areia e arenoso
Sem repor o Meio Ambiente, um ato criminoso
É crime ambiental contra oceanos, rios e mares
Derramar derivados do Petróleo, nesses lugares.
Poluição sonora, prejudica o aparelho auditivo
Usar bombas para matar peixes, crime ambiental
Cinco de junho é uma data, um dia comemorativo
Ao Meio Ambiente, em todo o território mundial.
O homem criou! As leis ambientais e punitivas
Visando conservar, as nossas riquezas naturais
Responsável pelos Ciclos de vidas germinativas
Vamos preservar e revitalizar os Ciclos Vitais.
Deus o Supremo Criador das coisas da Natureza
Arquitetou o céu, a terra e o mar com perfeição
Criou o homem! Com seu livre arbítrio de decisão..
Cabe ao homem usar e preservar essas riquezas.
Direitos autorais registrado m nome do autor a poesia.
TOTAL DE VISUALIZAÇÕES, MAIS HUM MILHÃO E 336 MIL 23/10/19.
O POETA MARATONISTA!
Chiquitinha (Gamaliel Chagas) na Maratona do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min), foto no no aterro do Flamengo/RJ, 42,195 km.
CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
(A Poesia do Corredor)
Chego do trabalho, calço o tênis de corrid
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!
Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...
É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz, porque a corrida me faz bem.
A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.
É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...
Poetizada em 13/02/1985/Cidade de Dias D'Ávila, quando Gamaliel Chagas/
realizava treinamento (Bairro de Nova Dias D'Ávila).
realizava treinamento (Bairro de Nova Dias D'Ávila).
Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.
PRINCIPAIS CORRIDAS
Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador de futebol, matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu 14 maratonas em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984, pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú pela BR 101 no ano de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de Mata de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas corridas citas sem ter apoio financeiro das prefeituras citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive nas duas Maratonas Internacionais houve apoio da Copene no translado Salvador Rio de Janeiro e vice versa, ajuda na estádia), sendo passagens de ida e volta a custo do atleta, e trabalhava das 8 horas as 17 horas e compensava os dias da estadia em New York (5 dias em 1984 e 1986).
CORREU UM "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE DE SALVADOR, COM 37 KM, EM 1987
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GAMALIEL CHAGAS - RESUMO DAS PRINCIPAIS CORRIDAS:
O MARATONISTA BAIANO DE 1984 - BICAMPEÃO DOS 10 E 5 MIL METROS NA PISTA DA FONTE NOVA 1983/84.
2 MARATONAS INTERNACIONAIS /CIDADE DE NOVA YORQUE
PENTACAMPEÃO MATENSE DE VETERANOS / CORRIDA RÚSTICA DO BOMFIM DE MATA DE SÃO JOÃO, NA DÉCADA DE 2000.
15 MARATONAS COMPETIDAS - COMPETIÇÃO NO ATLETISMO BAIANO BRASILEIRO, EM 6 ESTADOS DO BRASIL! 5 MARATONAS NO RIO E JANEIRO, 2 EM BRASILIA, 2 SÃO SILVESTRES EM SÃO PAULO, ANOS 1983/84. VÁRIAS ELIMINATÓRIAS BAIANA DA S. SILVESTRE NA DÉCADA DE 1980.
COMPETIU:
01 MARATONA EM SÃO PAULO, 01 EM JOÃO PESSOA, 30 KM DE SÃO CRISTÓVÃO A ARACAJU EM 1985, 2 MARATONAS EM BRASILIA.
COMPETIÇÃO 3 OLIMPÍADAS DO POLO PETROQUÍMICO DE CAMAÇARI ONDE FOI BICAMPEÃ, COMPETIU NOS CITADOS JOGOS, NOS 10M, 1.500M, 5 E 10 MIL METROS, ALÉM DE 28 HM DE CAMAÇARI A PRAÇA ACM IDA E VOLTA, QUANDO FICOU EM 5º LUGAR ANO 1982.
COMPETIU DEZENAS DE CORRIDAS EM SALVADOR E CIDADES DO INTERIOR DA BAHIA, CONQUISTANDO MEDALHAS E TROFÉUS....
NESSE PERÍODO TRABALHAVA DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, TREINAVA DAS 17H40 ÁS 20H30 DA NOITE. E FIM DE SEMANAS.
GAMAIEL M. CHAGAS E CHIQUITINHA MARAVILHA (FILHO E PAI), NA 3ª CORRIDA DAS ÁGUAS/ 7 KM / CIDADE DIAS D'AVILA/BA. / 05/10/19
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TOTAL DE VISUALIZAÇÕES, MAIS HUM MILHÃO E 369 MIL 18/12/19.
CAMPOS PROFISSIONAL 4, 1 CAMPO COBERTO, UMA CAIXA DE AREIA, NA BASE/ 8 CAMPOS DE GRAMA P/ TREINAMENTOS, 1 COBERTO, 1 CAXA DE AREIA E UM MINE ESTÁDIO PARA JOGOS DA BASE, CAPACIDADE P/ 3 MIL TORCEDORES./ MAQUETE DA CIDADE TRICOLOR.
CIDADE TRICOLOR FOTO 24/12/2019/F. SITE EC BAHIA

















































































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