Associação Chapecoense de Futebol
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| Nome | Associação Chapecoense de Futebol | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Alcunhas | Chape Verdão do Oeste Furacão do Oeste ChapeTerror | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Torcedor/Adepto | Chapecoense | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Mascote | Índio | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Fundação | 10 de maio de 1973 (43 anos) | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Estádio | Arena Condá | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Capacidade | 22.830 pessoas[1] | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Localização | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Presidente | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Treinador | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Patrocinador | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Material esportivo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Competição | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Campeão Terceira-fase Em disputa Finalista | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 3ª colocada 2ª fase 14ª colocada Quartas-de-final | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 5ª colocada 2ª fase 15ª colocada | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Rankingnacional | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Website | Associação Chapecoense de Futebol | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Associação Chapecoense de Futebol, cujo acrônimo é ACF, é um clube de futebol brasileiro, sediado na cidade de Chapecó, Santa Catarina. Foi fundado em 10 de maio de 1973, com o objetivo de restaurar o futebol na cidade de Chapecó. Sua origem está ligada ao fato de que, na década de 1970, a região possuía apenas alguns times amadores, sendo inexpressiva em relação ao futebol profissional. Com o propósito de reverter esta situação, alguns desportistas da cidade, jovens apaixonados pelo esporte, decidiram se reunir para criar um time de futebol profissional para a cidade.
Entre os presentes nos primeiros encontros, destacam-se Alvadir Pelisser, Heitor Pasqualotto, Altair Zanella, representante do clube Independente, Lotário Immich e Vicente Delai, representantes do Clube Atlético de Chapecó. De maneira geral, pode-se dizer que a Associação Chapecoense, posteriormente um dos grandes do futebol catarinense, surgiu da união dos clubes Atlético Chapecó e Independente.
Em 2013, o clube ganhou destaque nacional após ser promovido da Série D á Série A do Campeonato Brasileiro de Futebol em 6 anos, além de disputar dois torneios continental, e também por estar presente em 5 das últimas 10 finais do Campeonato Catarinense. [3] Ao todo, o clube já chegou a dez finais do Campeonato Catarinense e conquistou cinco títulos estaduais, o último em 2016. Foi uma vez campeão da Copa Santa Catarina e vice em outras três oportunidades. Foi ainda campeão por duas vezes da Taça Santa Catarina.
A nível nacional, a Chapecoense conquistou acessos sendo 3ª colocada tanto na Série D de 2009 quanto na Série C de 2012, e 2ª colocada na Série B de 2013. É considerado como um dos cinco grandes clubes de Santa Catarina, junto com o Avaí, Criciúma, Figueirense e Joinville, clubes com os quais mantém forte rivalidade.
Índice
[esconder]- 1História
- 1.1Fundação (1973—1976)
- 1.2Início glorioso e as primeiras conquistas (1977—2000)
- 1.3Decadência e a crise (2001—2006)
- 1.4O tricampeonato estadual e o acesso à Série C (2007—2009)
- 1.5Tetracampeonato estadual e o acesso à Série B (2010—2012)
- 1.6Acesso à Série A (2013)
- 1.7Permanência na Série A e primeira partida internacional (2014—2015)
- 1.8Acidente em 2016
- 2Títulos
- 3Estatísticas
- 4Elenco atual
- 5Transferências 2016
- 6Ídolos e jogadores marcantes
- 7Jogadores Estrangeiros
- 8Categorias de Base
- 9Uniformes
- 10Rankings
- 11Sedes e estádios
- 12Símbolos
- 13Referências
- 14Ligações externas
História
Fundação (1973—1976)
«Sempre honrando nosso escudo com sua raça
És alegria nos estádios nunca só Na imensidão e vastidão de nosso estado Chapecoense tu és sempre chapecó» Letra: Luiz A. Maier |
O clube surgiu em uma época em que o futebol amador em Chapecó estava adormecido. O município não dispunha mais de clubes como o Atlético Clube Chapecó, o Independente Futebol Clube, o Grêmio Esportivo Comercial, o Guairacá Futebol Clube, entre outros. Alguns desportistas estavam decididos a reativar o futebol em Chapecó, fundando um novo clube. Até que no dia 10 de maio de 1973, na loja de confecção de Heitor Pasqualotto, ele, Alvadir Pelisser, Altair Zanella, torcedores do Independente, Lorário Immich, Vicente Delai e torcedores do Atlético Chapecó, resolvem propor a fusão de dois antigos clubes, o Atlético Chapecó e Independente. Assim nasceu a Associação Chapecoense de Futebol.
A ideia da fusão dos antigos clubes da cidade agradou muitos e logo ganhou apoio de empresários da região, empolgados com Chapecó tendo um time que a representasse. Um dos principais foi Plínio de Nês, influente político que ofereceu apoio incondicional para erguer o novo clube. Em resumo, a Chapecoense começou a sua história com a ajuda de amantes do futebol de toda a região.
Em 1973, formou-se a primeira diretoria da Associação Chapecoense de Futebol, constituída pelos seguintes dirigentes:
- Presidente: Lotário Immich;
- Vice-Presidente: Gomercindo L. Putti;
- Secretário: Jair Antunes de Silva;
- 2º Secretário: Altair Zanela;
- Tesoureiro: Alvadir Pelisser;
- 2º Tesoureiro: Paulo Spagnolo;
- Diretor Esportivo: Vicente Delai; ainda com a participação de Jorge Ribeiro (Lili) e Moacir Fredo.
O primeiro time foi formado por jogadores da cidade de Chapecó, alguns até exerciam outras profissões além do futebol. A primeira formação do time era composta por Odair Martinelli (motorista da SAIC), Zeca (apelidado de "Calceteiro" por ser o responsável pela montagem das calçadas, funcionário da Prefeitura de Chapecó), Miguel (Cabo da PM/SC), Boca, Vilmar Grando, Celso Ferronato, Pacassa (José Maria), Orlandinho, Tarzan, Ubirajara (PM/SC), Beiço, Airton, Agenor, Plínio (de Seara), Jair, Raul, Xaxim e Casquinha (funcionário do BESC). Todos sempre acompanhados por Nilson Ducatti e pelos dirigentes.[4] Alvadir Pelisser na época relatava: "Muitos não recebiam nada, iam ao campo com vontade e garra, uma vez que a arrecadação da Chapecoense era pequena".
O primeiro time profissional não demoraria para ser formado. Treinado por Gomercindo Luiz Putti, trazido a mando de Pasqualoto da cidade de Concórdia, e tendo como diretor de futebol Vicente Delai, a equipe era composta por Beiço, Schú, Zé Taglian, Bonassi, Pacasso, Minga, Casquinha, Albertinho, Caibí, Eneas e Zé.
Beto, jogador da equipe à época, relata o primeiro jogo como profissional: "Foi contra o São José de Porto Alegre, no campo do Colégio São Francisco, Chapecoense 1X0 São José, o segundo jogo foi realizado na cidade de Xaxim contra o Novo Hamburgo."
Início glorioso e as primeiras conquistas (1977—2000)
Em 1977, após uma campanha com 46 jogos, 26 vitórias, 12 empates, 8 derrotas e com 72 gols marcados contra 30 gols sofridos, a Chapecoense chega a final e vence o Avaína final do Campeonato Catarinense de Futebol de 1977 por 1 a 0 e comemora o primeiro título de sua história. Essa conquista que proporcionou que em 1978 e 1979, o time disputasse o Campeonato Brasileiro da Série A, ficando na 51ª e 93ª posições, respectivamente.
A Chapecoense quase conquistou o bicampeonato catarinense em 1978, mas o título ficou com o Joinville, após desistência do Avaí.[5] Esse foi considerado um dos títulos mais polêmicos de Santa Catarina.
Em 1991, o bicampeonato escapou novamente diante do Criciúma, quando a equipe perdeu por 1 a 0 a final no Heriberto Hülse. No ano de 1995, a Chapecoense novamente chega a final, e no primeiro jogo vence o Criciúma por 2 a 1 no Estádio Regional Índio Condá. O jogo de volta no Estádio Heriberto Hülse foi polêmico e confuso, com a Chapecoense tendo três jogadores expulsos e o Criciúma tendo 2 jogadores expulsos e levando 7 cartões amarelos. No tempo normal, derrota por 1 a 0 e na prorrogação empate em 0 a 0. Como o regulamento não considerava saldo de gol, o Criciúma ficou novamente com o título.
O Foguetório de 1996
A véspera da final do Campeonato Catarinense de 1996, marcada para o dia 13 de julho, o Joinville ficou hospedado no melhor hotel do Oeste na época, o Bertaso, que ficava bem no centro da cidade. Só que durante a noite, um grupo de torcedores da Chapecoense ficou soltando fogos perto do hotel. A polícia foi chamada, dava uma volta próximo do local e, quando ia embora, os fogos retornavam.
Na manhã seguinte, o então presidente do Joinville, Vilson Florêncio, decidiu deixar Chapecó e não ir a campo, pelas condições emocionais do time e por temer pela segurança física dos seus atletas. O árbitro Dalmo Bozzano, então, declarou a Chapecoense vencedora por W.O.
O Joinville recorreu da decisão do árbitro e pediu um novo jogo, em campo neutro. Depois de batalhas judiciais, uma nova decisão foi marcada para o dia 18 de dezembro. No entanto, o duelo ocorreu no Oeste do Estado.
A Chape havia perdido o primeiro jogo por 2 a 0 e precisava vencer para levar a decisão para a prorrogação. Fez 1 a 0 no tempo normal, com Marquito, e chegou aos 2 a 0 na prorrogação, com Gilmar Fontana, e ficou com a taça.
Foram 26 jogos, com quinze vitórias, seis empates e somente cinco derrotas. Na final, a Chapecoense perdeu a primeira partida por 2 a 0 em Joinville, no dia 6 de julho. O título só foi definido em 18 de dezembro, quando o Verdão venceu por 1 a 0 no tempo normal, e novamente por 1 a 0 na prorrogação. Uma faixa na Arena Condá lembra do episódio com os números 1996 em vermelho e preto, lembrando as cores do Joinville. [6]
Decadência e a crise (2001—2006)
Nos anos posteriores a Chapecoense passou por uma grande crise. O auge foi no Campeonato Catarinense de Futebol de 2001, quando a equipe ficou na última colocação e teve que disputar uma seletiva no ano seguinte para poder voltar à elite do futebol catarinense. A final da seletiva foi contra o Kindermann, de Caçador. O empate por 1 a 1 no tempo normal e 1 a 1 na prorrogação deram o acesso a Chapecoense.
Em 2003, por causa de dívidas irresgatáveis, a Associação Chapecoense de Futebol passou a chamar-se Associação Chapecoense Kindermann/Mastervet. O clube usou um velho artifício, amparado pela legislação brasileira, de mudança de personalidade jurídica. Preservou-se a identidade do futebol como produto mercadológico. Além disso, o "novo" clube livrou-se das dívidas monstruosas acumuladas ao longo dos anos. A parceria durou só até 2004, mas foi a base para o ressurgimento da Chapecoense no cenário estadual.[7]
Após novos tropeços, em 2005, uma nova direção comandada por diversos empresários do município, assumiu a Chapecoense com o objetivo de reerguer o clube. Gestões anteriores geraram uma dívida acumulada de R$1,5 milhão que deixou a Chapecoense à beira da falência, e os novos donos decidiram resolver destinando 30% de toda a arrecadação da equipe para pagamentos.[8] Em 2006, com Agenor Piccinin no comando técnico, o Verdão conquistou no segundo semestre a Copa Santa Catarina, preparando o time para o ano seguinte.
O tricampeonato estadual e o acesso à Série C (2007—2009)
Em 2007, mesmo novamente desacreditada, a Chapecoense voltou a conquistar o Campeonato Catarinense. Com uma campanha irrepreensível, o time chegou a final contra o Criciúma, vencendo o jogo de ida por 1 a 0 e empatando em 2 a 2 na cidade de Criciúma, levando seu terceiro título estadual.
2008 foi um novo ano de baixo rendimento para a Chapecoense, que ficou apenas em oitavo no Catarinense, e assim não pode jogar em nenhuma divisão do futebol nacional. O time caiu na segunda fase da Copa do Brasil, e não chegou à final da Copa Santa Catarina.
No ano de 2009, o time disputou o Campeonato Catarinense ficando com o vice-campeonato, perdendo o título para o Avaí. Após o término do Campeonato Catarinense de Futebol a Chapecoense inicia o preparo para a Série D do Campeonato Brasileiro. Com algumas contratações e vendas a Chapecoense chega ao início do campeonato como a favorita do Grupo A9 que contavam com os times de Londrina, Ypiranga e Naviraiense além da própria Chapecoense.
A estréia foi fora de casa contra o Ypiranga em Erechim, o jogo terminou em 0-0. O jogo de estreia em casa foi contra o Londrina, o time venceu por 2x0. Viagem longa para Naviraí e vitória estrondosa por 3-0. A Naviraiense veio a Chapecó e mais uma vez foi derrotada por 3-0 e o jogo nem chegou a terminar pois a Naviraiense teve 4 expulsos e um contundido, como já tinha feito as 3 substituições o jogo terminou aos 25° minutos do 2° tempo. A Chapecoense já estava classificada à 2° fase quando perdeu de 2-1 para o Londrina fora de casa. No último jogo da 1° fase o Ypiranga visita a Chapecoense precisando ganhar para se classificar e a Chapecoense só precisava de um empate para se garantir em 1° no grupo. O jogo foi truncado e debaixo de chuva. O partida terminou em 4-3 para a Chapecoense dando o 1° lugar ao time e a eliminação ao time de Erechim.
Na segunda fase o time foi para Curitiba e fez o seu dever ganhando do Corinthians Paranaense de 3-0 deixando assim uma folga para o 2° jogo. No jogo em casa a Chapecoense somente administrou o 1° resultado e empatou o jogo em 0-0 para se classificar e pegar novamente o Londrina.
Com a classificação assegurada em cima do Londrina, a Chapecoense pegou o Araguaia, tendo que viajar mais de 25 horas de ônibus, o time venceu por 2-1. No jogo em casa o time perde a invencibilidade pela derrota de 1-0 debaixo de muita chuva, mesmo assim se classificando por causa do gol fora de casa.
Na fase final ocorre o jogo histórico de Macaé e Chapecoense no Maracanã, que antecedeu o Fla-Flu do 2º turno do Brasileirão 2009 onde o time perdeu pro Macaé de 2-0. No jogo de volta venceu pelo placar de 3-2 mas não se classificou para a final.
Tetracampeonato estadual e o acesso à Série B (2010—2012)
Em 2010 o clube foi rebaixado da primeira divisão do campeonato estadual, porém foi mantido na primeira divisão, após o Atlético Hermann Aichinger (Atlético de Ibirama) pedir licenciamento do futebol profissional, ocasionando assim o rebaixamento do time de Ibirama, junto com o Juventus, último colocado da competição. Na Série C daquele ano o time foi classificado para as quartas de final inacreditavelmente. O time era líder, mas perdeu a liderança e terminou a sua participação na competição em 2º, só que ainda havia uma rodada a se realizar e o único resultado que daria a classificação ao time do oeste era o empate entre Caxias e Brasil de Pelotas e o resultado foi 0-0. Nas quartas de final, o time foi eliminado para o Ituiutaba (atual Boa Esporte), empatando por 1-1 em casa e 0-0 fora, sendo que valia o critério de gols fora.
No ano de 2011, com o comando do técnico Mauro Ovelha e com grandes jogadores no time, como Aloísio, Cleverson, Rodolpho, Grolli, entre outros o time desbancou todos os favoritos e conseguiu o seu quarto título estadual, com uma campanha que surpreendeu até o torcedor mais animado. Com o título, a Chapecoense chegou como favorita a conquista da Série C. Na primeira fase conseguiu a primeira colocação no grupo D com alguns altos e baixos na competição, num grupo que ainda contava com o Joinville, Caxias, Santo André e o Brasil de Pelotas. Na segunda fase o time teve uma péssima campanha terminando em 3º, perdendo 2 dos 3 jogos que disputou em casa, assim sendo eliminado.
No catarinense de 2012, a Chapecoense começou muito bem a competição. Com um elenco reformulado e com o comando do técnico Gilberto Pereira, que veio para substituir o técnico Mauro Ovelha que foi para o Avaí, o verdão venceu as cinco primeiras partidas (Avaí, Brusque, Marcílio Dias, Camboriú e Figueirense), fato que chamou a atenção da imprensa nacional. Porém depois desses resultados começou uma série de sete jogos sem vitória que tirou o time da zona de classificação as semifinais, causando a demissão do técnico Gilberto Pereira e contratação de Itamar Schülle, que estava no Novo Hamburgo. Logo no jogo de estreia, o time de Itamar Schulle venceu o Marcílio Dias em casa por 2 a 0 e fez com que o time subisse de rendimento e se classificou em 1º lugar no índice técnico, podendo decidir a vaga contra o Avaí em casa, nas semifinais. No primeiro jogo, o Verdão foi muito bem e na Ressacada, conseguiu até sair vencendo, mas permitiu o empate dos avaianos. No segundo jogo a Chapecoense poderia até empatar que conseguiria se classificar, até saiu vencendo por 1 a 0, mas permitiu a virada do Avaí nos 15 minutos finais. Mesmo assim, a permanência do técnico Itamar Schulle foi confirmada para a Série C.
Ainda em 2012, o time disputou a Copa do Brasil, já que foi campeã catarinense de 2011. Na primeira fase encarou o São Mateus, do Espírito Santo e sofreu para se classificar. No jogo de ida derrota no Espírito Santo por 2 a 1. No jogo de volta, vitória por 3 a 1 e classificação para a segunda fase para enfrentar o Cruzeiro. Na primeira partida, com a Arena Condá lotada, a Chapecoense saiu na frente com gol do zagueiro Souza, mas no segundo tempo, permitiu o empate cruzeirense. Já na volta, o time catarinense estava surpreendendo a todos com um ótimo primeiro tempo, que acabou resultando no gol do zagueiro Fabiano, mas o time deu uma cochilada e o Cruzeiroempatou, empate que mudaria a cara do time mineiro para o segundo tempo, onde virou o jogo para 4 a 1.
O ano de 2012 foi histórico para a Associação Chapecoense de Futebol. Após a boa campanha feita no Campeonato Catarinense terminando na 3ª colocação, começou o Campeonato Brasileiro Série C de 2012 motivada. Em meio a muitos jogos terminou a primeira fase na 3ª colocação do Grupo B. Na segunda fase jogou contra o Luverdense Esporte Clube, sediado na cidade de Lucas do Rio Verde. O primeiro jogo foi em Chapecó, e com o apoio da torcida a Chapecoense venceu por 3x0 e encaminhou sua classificação para a Série B 2013. A segunda partida em Lucas do Rio Verde foi um jogo muito tenso, e com um pênalti no final da partida a equipe do Luverdense que consegue ganhar a partida por 1x0. Porém foi pouco, e a classificação para a semifinal e o acesso ao Campeonato Brasileiro da Série B de 2013 ficou com a Chapecoense. Houve muita festa em Chapecó por poder considerar a equipe uma das 40 melhores do Brasil.
Acesso à Série A (2013)
Ao completar 40 anos de existência, a Chapecoense faz sua disputa inédita da série A do Campeonato Brasileiro em 2014. No começo do Campeonato Brasileiro da Série Bninguém apostava que a Chapecoense estivesse entre as quatro equipes promovidas à Série A. As coisas mudaram com uma campanha quase perfeita após oito rodadas, com um aproveitamento de 83,3%, e a liderança do campeonato. Isso animou o time a mudar de planos. Ficar na Série B já não era suficiente. Na 28º rodada uma vitória marcante fora de casa sobre o rival local Avaí, diante de mais de 17 mil pessoas no estádio da Ressacada em Florianópolis. Na 36º rodada do campeonato a Chapecoense fez história e conseguiu voltar à Primeira Divisão, depois de empatar com o Bragantino em 1 a 1. A torcida e time da Chapecoense já haviam comemorado o acesso na vitória contra o Paraná, por 1 a 0, na terça-feira. Na quarta-feira também teve festa em Chapecó, na chegada da delegação. Mas ainda faltava a confirmação matemática, que veio no jogo contra o Bragantino. No primeiro tempo, na cobrança de Danilinho, Bruno Rangel subiu mais que todo mundo e cabeceou para a rede, chegando a 31 gols na Série B. No segundo tempo o Bragantino voltou disposto a estragar a festa. Aos oito minutos, Lincon empatou a partida. Numa cobrança de falta Rodrigo Gral não fez gol da vitória por poucos centímetros, pois a bola foi para fora. Mas o resultado era o suficiente para iniciar a comemoração em Chapecó. Com 38 jogos, 20 vitórias, 12 empates e apenas 6 derrotas, a Chapecoense fazia um dos maiores feitos de sua história: o acesso a principal divisão do futebol nacional.[9] No mesmo ano também quitaram a dívida sendo paga desde 2005.[8]
Permanência na Série A e primeira partida internacional (2014—2015)
No ano de 2014, a Chapecoense começa como um dos favoritos para o título catarinense. Depois de 9 jogos, 4 vitórias, 3 empates e 2 derrotas, a Chapecoense não consegue a classificação para o quadrangular final, tendo que disputar o hexagonal do rebaixamento, conforme regras da competição. Foram 10 jogos, 6 vitórias, 2 empates e 2 derrotas, a Chapecoense acaba na primeira colocação do hexagonal.
Como a Chapecoense havia sido vice-campeã catarinense no ano anterior, conquistou o direito de disputar a Copa do Brasil de 2014. Na primeira fase, foi até Rio Branco jogar contra o Rio Branco Esporte Clube e ganhou pelo placar de 2-0, eliminado o jogo de volta em Chapecó. Na segunda fase, o time enfrentaria o Ceará. No primeiro jogo em Fortaleza, o time da casa vence por 2-1. Em Chapecó, a Chapecoense não consegue bater o adversário e arranca um empate e, novamente, é eliminada na segunda fase da competição.
Alguns meses depois, finalmente faz a sua estreia no Campeonato Brasileiro de Futebol. O objetivo principal da equipe era se manter na primeira divisão do futebol nacional, já que era sua primeira participação. Após as 38 rodadas com 11 vitórias, 10 empates e 17 derrotas, a Chapecoense conclui seu objetivo, ficando na 15º posição e garantindo presença na Série A de 2015. Uma dessas vitórias, teve muita repercussão na impressa nacional, a goleada da Chapecoense sobre o Internacional por 5-0.
Em 2015, começa o Campeonato Catarinense de 2015 novamente como favorita, e confirma o favoritismo ficando na 1º colocação e classificando-se para o Hexagonal Final. Na segunda fase, acaba ficando na terceira posição e acaba perdendo a vaga na final para o Joinville e o Figueirense.
Como a Chapecoense havia ficado em primeiro lugar na primeira fase do Campeonato Catarinense, teve vaga assegurada na Copa do Brasil de Futebol de 2015. Primeira fase, viaja até o Tocantins e ganha do Interporto por 5-2, eliminado o jogo da volta. Novamente, assim como em 2014, é eliminada na segunda fase nos pênaltis pelo Sport. A eliminação na Copa do Brasil fez com que a Chapecoense garantisse vaga na Copa Sul-Americana de 2015 como melhor colocada no Campeonato Brasileiro do ano anterior.
No Campeonato Brasileiro, a Chapecoense manteve um rendimento parecido com a do ano de 2014, foram 11 vitórias, 10 empates e 17 derrotas. Inclusive, novamente, teve destaque na imprensa nacional, a goleada feita frente ao Palmeiras por 5-1.
A eficácia da gestão foi provada quando a Chapecoense foi revelada como equipe menos endividada das 20 na primeira divisão, um valor de R$ 5 milhões (o último do ranking, Flamengo, tem débitos mais de 100 vezes maiores com R$ 546 milhões) graças a baixas despesas: o teto salarial da equipe é R$ 90 mil e a folha de pagamento soma R$ 2 milhões.[8]
Associação Chapecoense de Futebol vs Club Atlético River Plate
O ano de 2015, assim como 2013, foi um ano histórico para a Chapecoense. Com a classificação na Copa Sul-Americana, o clube tinha a chance de realizar um dos sonhos da sua torcida: a primeira partida internacional. Na primeira fase, a Chapecoense encarou a Ponte Preta. Em Campinas, empate em 1-1. Já em Chapecó, a Chapecoense faz valer o mando de campo e vence por 3-0, classificando-se para a fase internacional da Copa Sul-Americana e por parte da torcida a tão esperada partida contra um time estrangeiro. Nas Oitavas de final, a Chapecoense enfrentou o Club Libertad do Paraguai. Na primeira partida em Assunção, a Chapecoense fez uma ótima partida arrancando um empate em 1-1 mesmo com um jogador a menos. O primeiro jogador a marcar internacionalmente pela Chapecoense foi Fernando Camilo Farias. No jogo da volta, com muita festa da torcida em Chapecó, a Chape começa perdendo logo no inicio de jogo, mas se recupera e empata o jogo. Fim de jogo. Disputa nos pênaltis, e o UruguaioHernán Rodrigo López, erra o primeiro pênalti. Assim, a Chapecoense chega as Quartas de final contra o River Plate. No dia 21 de outubro de 2015 no Estádio Monumental de Núñez, a Chapecoense faz um jogo histórico e um dos principais da sua história, enfrentando o campeão da Copa Libertadores da América de 2015, Copa Sul-Americana de 2014 e Recopa Sul-Americana de 2015. Com 55 mil torcedores, pressão e forte adversário, a Chapecoense acaba derrotada pelo placar de 3-1. Os gols do River foram marcados por Sánchez aos 19' do primeiro e 41' do segundo tempo e por Pisculichi aos 17' do primeiro tempo. Pela Chape, Maranhão marcou aos 36' do primeiro tempo.[10]Na partida de volta, uma semana depois, a Chape venceu o River por 2 a 1 na Arena Condá. Tendo que ganhar por 2-0 para classificar-se as semifinais, a Chape toma iniciativa e abre o placar, Bruno Rangel aos 20' do primeiro tempo. Com o gol, a Chape parte para cima, cria boas chances, mas é o River quem chega ao gol, Sánchez aos 45' do primeiro tempo. No segundo tempo, a Chapecoense deveria fazer 2 gols para que o jogo fosse para as penalidades. Bruno Rangel, novamente, aos 7' do segundo tempo, faz 2-1 para a Chape. Com forte pressão da Chapecoense e várias jogadas de gol, o River se defendia, até que nos 43' do segundo tempo Tiago Luis cabeceia e manda a bola no travessão. Fim de jogo. Com o placar agregado de 4-3, permitiu que o River Plate avançasse às semifinais da competição. Após a partida, a torcida aplaudiu os jogadores pelo empenho e pela vitória, apesar da eliminação.[11] Apesar da eliminação da Chapecoense na Copa Sul-Americana, a imprensa nacional e Argentina elogiaram muito a atuação da Chapecoense. Um dos jornais mais famosos da Argentina, o Diário Olé, publicou que a Sorte teria ajudado o time argentino, diante da boa atuação da equipe Catarinense.[12] Já o site GloboEsporte.com publicou que "O futebol nem sempre é merecimento. Pela luta e garra, a Chapecoense poderia ter obtido um resultado melhor contra o River Plate".[13] Este jogo é considerado por boa parte da imprensa e principalmente pela torcida como o principal jogo da história da Chapecoense.
Acidente em 2016
Às 22 h (hora local) de 28 de novembro de 2016 (1:15 h, do dia 29 de novembro no Brasil) uma aeronave da empresa venezuelana Lamia, com matrícula CP 2933 proveniente de Santa Cruz de la Sierra, Bolívia, caiu em Cerro Gordo, com oitenta e uma pessoas a bordo, inclusive toda a equipe do time brasileiro da Chapecoense que iria a Medellínonde disputaria uma partida contra o Atlético Nacional pela final da Copa Sul-Americana.[14]
O time teve um voo direto a Medellín vetado pela Agência Nacional de Aviação Civil, então serviu-se da escala na Bolívia, para onde viajou em voo comercial.[15] Deixaram de acompanhar a equipe os jogadores Neném, Demerson, Marcelo Boeck, Andrei, Hyoran, Martinuccio, Nivaldo e Rafael Lima que não seriam usados pelo técnico Caio Júnior; também não acompanhou o time o prefeito de Chapecó, que fora convidado a integrar a comitiva.[15] Rodrigo Ernesto e Pablo Castro, que são responsáveis pela logística do clube, já estavam na Colômbia, onde aguardavam sua chegada.[15]
Títulos
| Estaduais | |||
|---|---|---|---|
| Competição | Títulos | Temporadas | |
| Campeonato Catarinense | 5 | 1977, 1996, 2007, 2011 e 2016 | |
| Taça Santa Catarina | 2 | 1979 e 2014 | |
| Copa Santa Catarina | 1 | 2006 | |
Campanhas de destaque
| Associação Chapecoense de Futebol | ||||
|---|---|---|---|---|
| Torneio | Campeão | Vice-campeão | Terceiro colocado | Quarto colocado |
| 0 (não possui) | 1 (2013) | 0 (não possui) | 0 (não possui) | |
| 0 (não possui) | 0 (não possui) | 1 (2012) | 0 (não possui) | |
| 0 (não possui) | 0 (não possui) | 1 (2009) | 0 (não possui) | |
| 5 (1977, 1996, 2007, 2011, 2016) | 5 (1978, 1991, 1995, 2009, 2013) | 3 vezes (desde 2001) | 0 (desde 2001) | |
Estatísticas
Participações
| Participações em 2016 |
| Competição | Temporadas | Melhor campanha | Estreia | Última | P | R | |
| Campeonato Catarinense | 43 | Campeão (5 vezes) | 1974 | 2016 | 2 | ||
| Série B do Catarinense | 3 | 3º colocado (2004) | 2004 | 2006 | 1 | – | |
| Campeonato Brasileiro | 3 | ?º colocado (2016) | 2014 | 2016 | – | ||
| Série B | 1 | Vice-campeão (2013) | 2013 | 2013 | 1 | – | |
| Série C | 2 | 3º colocado (2012) | 2010 | 2012 | 1 | – | |
| Série D | 1 | 3º colocado (2009) | 2009 | 2009 | 1 | ||
| Copa do Brasil | 6 | 3ª fase (2016) | 2008 | 2016 | |||
| Copa Sul-Americana | 2 | Final (2016) | 2015 | 2016 | |||
Últimas dez temporadas
| Ano | Campeonato Brasileiro | Copa do Brasil | Continental | Campeonato Catarinense | ||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| — | Div. | Pos. | Pts | J | V | E | D | GP | GC | Fase Máxima | Competição | Fase Máxima | Div. | Pos. | ||
| 2007 | C | 55º | 4 | 6 | 1 | 1 | 4 | 5 | 10 | — | — | — | A | 1º | ||
| 2008 | Não classificado | 2F | — | — | A | 8º | ||||||||||
| 2009 | D | 3º | 27 | 14 | 8 | 3 | 3 | 24 | 13 | — | — | — | A | 2º | ||
| 2010 | C | 7º | 16 | 10 | 3 | 4 | 3 | 10 | 10 | 2F | — | — | A | 9º[b] | ||
| 2011 | C | 5º | 21 | 14 | 6 | 3 | 5 | 25 | 19 | — | — | — | A | 1º | ||
| 2012 | C | 3º | 33 | 22 | 9 | 6 | 7 | 27 | 14 | 2F | — | — | A | 3º | ||
| 2013 | B | 2º | 72 | 38 | 20 | 12 | 6 | 60 | 31 | — | — | — | A | 2º | ||
| 2014 | A | 15º | 43 | 38 | 11 | 10 | 17 | 39 | 44 | 2F | — | — | A | 5º | ||
| 2015 | A | 14º | 47 | 38 | 12 | 11 | 15 | 34 | 44 | 2F | CS | QF | A | 3º | ||
| 2016 | A | Em disputa | 3F | CS | Em disputa | A | 1º | |||||||||
- Legenda:
|
|
|
- Notas
a. ^ A Chapecoense, apesar de ter sido rebaixada no Campeonato Catarinense de 2010, herdou a vaga na Divisão Principal de 2011 devido a desistência do Atlético de Ibirama de disputar a competição.[16]
- A partir de 2013, o critério de classificação para a Copa Sul-Americana depende do desempenho na Copa do Brasil, visto que não há calendário disponível para a disputa de ambas as competições. Assim, só é possível disputar a Copa Sul-Americana caso o time seja eliminado antes da fase de oitavas de final da Copa do Brasil.
Elenco atual
| Goleiros | ||
|---|---|---|
| Nº | Jogador | |
| 12 | ||
| 36 | ||
| 40 | ||
| ' | ||
| Defensores | ||
|---|---|---|
| Nº | Jogador | Pos. |
| 3 | Z | |
| 4 | Z | |
| 13 | Z | |
| 18 | Z | |
| 19 | Z | |
| 27 | Z | |
| 44 | Z | |
| 45 | Z | |
| 2 | LD | |
| 16 | LD | |
| 21 | LD | |
| 6 | LE | |
| 89 | LE | |
| Meio-campistas | ||
|---|---|---|
| Nº | Jogador | Pos. |
| 5 | V | |
| 8 | V | |
| 17 | V | |
| 28 | V | |
| 35 | V | |
| 77 | V | |
| 10 | M | |
| 30 | M | |
| 31 | M | |
| 32 | M | |
| 88 | M | |
| 50 | M | |
| 85 | M | |
| 87 | M | |
| Atacantes | ||
|---|---|---|
| Nº | Jogador | |
| 7 | ||
| 9 | ||
| 11 | ||
| 15 | ||
| 20 | ||
| 23 | ||
| 29 | ||
| 33 | ||
| 70 | ||
| 94 | ||
| Comissão técnica | |
|---|---|
| Nome | Pos. |
| T | |
| AS | |
| PF | |
- Legenda
Transferências 2016
|
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- Legenda
Ídolos e jogadores marcantes
Nivaldo (Goleiro)
Bruno Rangel (Atacante)
Índio (Lateral)
Rodrigo Gral (Atacante)
Itá (Lateral)
Vitorino Hilton (Zagueiro)
Titi (Volante)
Bruno Cazarine (Atacante)
Oliveira (Zagueiro)
Janga (Meio-Campo)
Aloísio (Atacante)
Paulo Rink (Atacante)
Rafael Lima (Zagueiro)
Danilo (Goleiro)
Apodi (Lateral)
Cléber Santana (Meio-Campo)
Jogadores Estrangeiros
Enrique Gabriel Meza
Martín Alaníz
Alejandro Martinuccio
Paulo Rink (Naturalizado)
Categorias de Base
Jogadores Revelados
Douglas Grolli
Henrique Carvalho Peruzzolo
Uniformes
Uniformes de jogo
- 1º — Camisa verde, calção e meias verdes;
- 2º — Camisa branca, calção e meias brancas;
- 3º — Camisa verde com listras verde-limões, calção e meias brancas;
- Uniforme da Sul-Americana — Camisa verde com listras verde-limões, calção e meias verdes;
|
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Uniformes dos goleiros
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Uniformes de treino
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Uniformes anteriores
- 2015
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- 2014
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- 2013
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- 2012
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Rankings
- Posição: 24º
- Pontuação: 6.336 pontos
- Região Sul: 8º
- Estadual: 4º
- Posição: 160º
- Pontuação: 4.101,50 pontos
O Ranking Mundial de Clubes é um ranking divulgado mensalmente pela IFFHS. Criado em 1991, não possui vínculo com a FIFA e leva em consideração os resultados de todos os clubes nos últimos 365 dias.
Sedes e estádios
Índio Condá
O estádio índio Conda foi a primeira casa da Chapecoense. Criado em 1976, teve o nome dado com homenagem a um líder indígena. O estádio tinha capacidade para 15.000 pessoas e teve seu maior público registrado na final do Campeonato Catarinense de 2007 onde 21.621 torcedores assistiram o jogo no estádio.
Nesse estádio, a Chapecoense conquistou a maioria de seus principais títulos de sua história, como três dos cinco campeonatos estaduais e o polêmico título de 1978, onde a Chapecoense foi campeã por um mês e na justiça desportiva perdeu o titulo para o Joinville.
A partir de 2007 foi lançado o planejamento para a construção de um novo estádio, a Arena Condá. Em 2008, parte do estádio foi demolido para a construção da primeira parte da nova arena.
Arena Condá
O projeto da Arena Condá iniciou em 2008. Com uma nova concepção, a Arena Condá atende às necessidades da Prefeitura e ao torcedor, que pode assistir confortavelmente aos jogos. O projeto, que custará cerca de R$ 25 milhões, prevê a construção de três pavimentos, num total de 5.383 metros quadrados, e arquibancadas para 21 mil pessoas.
Ala Sul
A Ala Sul foi a primeira a ser construída. Inaugurada em fevereiro de 2009, foram investidos R$ 3,5 milhões. Embaixo das arquibancadas foram edificadas 18 salas comerciais. A ampliação, que triplicou o espaço demolido, beneficia os torcedores com mais espaço e comodidade, e a população em geral através da instalação de departamentos da prefeitura como Procon, Secretaria de Habitação, Fundação Municipal do Meio Ambiente e Centro de Educação de Jovens e Adultos. Em maio de 2009 o Estádio Regional Índio Condá passou a ser denominado Arena Condá com a criação da Lei Municipal nº 5.560, de 28 de maio de 2009.
Ala Norte
Já em março de 2010 no jogo entre Chapecoense x Atlético Mineiro foi inaugurada a Ala Norte na qual foram investidos R$ 5,6 milhões e onde hoje existe a secretária de saúde, com todas as suas funções pra atendimento á população.
Ala Leste e Nordeste
A 3º etapa da Arena Condá, foi inaugurada no mês de abril de 2014. Foram construídas as novas alas Leste e Nordeste do estádio(construida por Fábio Safadinho), e o investimento foi de R$ 6,7 milhões do poder do estado. A capacidade da arena, que era de 12,8 mil torcedores, passa a ser de 22 mil pessoas. ato de inauguração foi realizado antes da partida contra Corinthians. Foram cinco meses de trabalho até a obra estar pronta e liberada para receber os torcedores nos novos setores. Ao todo, foram utilizadas 1.580 peças na montagem das arquibancadas. Além dos R$ 6,7 milhões, o governo do Estado investiu R$ 3 milhões, em parceria com a prefeitura, na edificação da ala Norte da Arena Condá. Foram R$ 2 milhões para a construção do setor de arquibancadas e mais R$ 1 milhão destinado para a nova Secretaria Municipal de Saúde, que ocupa os espaços do prédio construído em anexo ao setor.[26]
Símbolos
Cores
Escudo
Ao longo do tempo, o escudo da Chapecoense não sofreu muitas mudanças, a não ser pela quantidade de estrelas que significa os títulos estaduais. O escudo contém:
- O seu acrônimo: ACF
- O seu nome oficial: Associação Chapecoense de Futebol
- A cidade em que se localiza: Chapecó-SC
| 1973-1977 | 1978-1996 | 1997-2007 | 2008-2011 | 2012 | 2016 - Atual |
Alcunhas
- Verdão do Oeste: Alcunha dada pelos torcedores que queriam expressar o sentimento de amor e carinho pelo clube, mas além disso, também a grandeza do clube. Como já havia muitos "verdões" pelo Brasil, os torcedores do Oeste Catarinense, preferiram chamar o clube de O Verdão do Oeste de Santa Catarina.
- Furacão do Oeste: Em uma parte do primeiro hino da Chapecoense, canta-se a seguinte letra: "Ai Ai Ai, meu Furacão querido, a torcida te agradece furacão, por mais um jogo vencido[...]". Dai surge a alcunha.
- Chape: Ao longo do teu tempo, tem se tornado a Alcunha mais usada pela torcida, imprensa e simpatizantes.
- ChapeTerror: Após as goleadas da Chapecoense sobre grandes times do futebol nacional como Internacional, Fluminense e Palmeiras, internautas começaram a brincar dizendo que a Chapecoense seria o "Terror" dos grandes clubes Brasileiros.
Hino
«Ó glorioso verde que se expande
Entre os estados tu és sempre um esplendor Nas alegrias e nas horas mais difíceis Meu furacão tu és sempre um vencedor
São tantos títulos outrora conquistados
Com bravura, muita raça e fervor Leva consigo o coração de uma cidade Meu furacão tu és sempre um vencedor
Sempre honrando nosso escudo com sua raça
És alegria nos estádios nunca só Na imensidão e vastidão de nosso estado Chapecoense tu és sempre Chapecó
A força imensa de sua fiel torcida
Que nos estádios tudo é lindo e nos fascina A nossa massa meu verdão mexe contigo Tu és querido em toda santa catarina» Letra: Luiz A. Maier |
Mascote
Fazendo jus ao nome de seu estádio, que homenageava Vitorino Condá, líder do povo indígena “Kaingang”, que habitou a região do Oeste Catarinense, a personagem a representar a imagem da equipe passou a também ser um índio.[27]
Referências
- ↑ Debona, Darci (9 de setembro de 2013). «"Ampliação da Arena Condá será licitada na próxima semana"». Diário Catarinense. Arquivado desde o original em 24 de dezembro de 2015. Consultado em 24 de dezembro de 2015.
- ↑ «RNC — Ranking Nacional dos Clubes - Temporada 2016» (PDF). CBF. 14 de dezembro de 2015. Consultado em 14 de dezembro de 2015.
- ↑ [1]
- ↑ [2]
- ↑ Pavan, Lisandro (5 de novembro de 2002). «"Santa Catarina State Championship – 1978"» (em inglês). RSSSF Brasil. Arquivado desde o original em 24 de dezembro de 2015. Consultado em 24 de dezembro de 2015.
- ↑ http://dc.clicrbs.com.br/sc/esportes/chapecoense/noticia/2016/05/decisao-entre-chapecoense-e-jec-relembra-foguetorio-de-1996-5794726.html
- ↑ «"Chape exemplo de gestão no futebol Brasileiro"». Rede Com SC. 27 de novembro de 2014. Consultado em 13 de março de 2016.
- ↑ a b c Após quase falir, Chapecoense zerou dívida e está viva na Sul-Americana
- ↑ Debona, Darci (16 de dezembro de 2013). «"Chapecoense empata com o Bragantino e carimba o passaporte para a Série A"». Diário Catarinense. Arquivado desde o original em 24 de dezembro de 2015. Consultado em 24 de dezembro de 2015.
- ↑ «"Chape sente pressão, zaga vacila, e River Plate abre 3 a 1 na Argentina"». Globo Esporte. 22 de outubro de 2015. Arquivado desde o original em 31 de outubro de 2015. Consultado em 24 de dezembro de 2015.
- ↑ Espíndula, Laion (29 de outubro de 2015). «"De pé: Chape vence o River em casa, mas é eliminada da Sul-Americana"». Globo Esporte. Arquivado desde o original em 31 de outubro de 2015. Consultado em 24 de dezembro de 2015.
- ↑ «"Jornal argentino comemora 'sorte' do River Plate contra a Chapecoense"». ESPN.com.br. 29 de outubro de 2015. Arquivado desde o original em 24 de dezembro de 2015. Consultado em 24 de dezembro de 2015.
- ↑ «"De pé: Chape é guerreira, vence em casa, mas cai para o River Plate pelo placar agregado"». Globo Esporte. Arquivado desde o original em 31 de outubro de 2015. Consultado em 24 de dezembro de 2015.
- ↑ s/a (29/11/2016). «Avião com equipe da Chapecoense sofre acidente na Colômbia». G1. Consultado em 29/11/2016.
- ↑ a b c Felipe Pereira (29/11/2016). «Anac vetou voo fretado da Chapecoense; parte do elenco ficou no Brasil». Uol Futebol. Arquivado desde o original em 29/11/2016. Consultado em 29/11/2016.
- ↑ Siemann, Everton (30 de abril de 2010). «"Confirmado: Atlético-Ib desiste da Copa SC deste ano e do Campeonato Catarinense 2011"». Diário Catarinense. Arquivado desde o original em 24 de dezembro de 2015. Consultado em 24 de dezembro de 2015.
- ↑ «Elenco atual de Futebol». Site oficial da Associação Chapecoense de Futebol. Consultado em 24 de abril de 2016.
- ↑ «Comissão Futebol Profissional». Site oficial da Associação Chapecoense de Futebol. Consultado em 24 de abril de 2016.
- ↑ «É oficial: zagueiro Marcelo, ex-Fla, é o mais novo reforço da Chapecoense». GloboEsporte.com. 8 de janeiro de 2016. Consultado em 10 de março de 2016.
- ↑ «Após exames e acerto, Martinuccio inicia tratamento na Chapecoense». GloboEsporte.com. 1 de março de 2016. Consultado em 15 de março de 2016.
- ↑ «Chapecoense confirma acerto com lateral Cláudio Winck até fim do ano». GloboEsporte.com. 24 de março de 2016. Consultado em 30 de março de 2016.
- ↑ «Em Chapecó, meia Rodrigo Andrade assina contrato com Verdão do Oeste». GloboEsporte.com. 1 de março de 2016. Consultado em 30 de março de 2016.
- ↑ «Oeste anuncia pacotão de reforços para a disputa da Série B». GloboEsporte.com. 20 de abril de 2015. Consultado em 27 de maio de 2016.
- ↑ «"Confederação Brasileira de Futebol – RNC - Ranking Nacional dos Clubes 2016"»(PDF).
- ↑ Ley, Robert (12 de janeiro de 2016). «"Club World Ranking 2015"» (em inglês). IFFHS. Arquivado desde o original em 24 de dezembro de 2015. Consultado em 24 de dezembro de 2015.
- ↑ «Mudanças esperadas para a nova Arena da Chapecoense». clicrbs.com. 11 de outubro de 2013. Consultado em 13 de março de 2016.
- ↑ «Chapecoense e seu índio Guerreiro». Consultado em 13 de março de 2016.
Ligações externas
- Página oficial da Chapecoense
- Página oficial no Facebook
- Página oficial no Twitter
- Página oficial no YouTube
- Página oficial (em português) no Flickr
- TransferMarkt.de
- ZeroZero.pt
- Página da Torcida da Chapecoense
- Blog mantido por torcedores

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