Páginas

terça-feira, 9 de junho de 2015

O CANGAÇO: 12 FOTOS E 7 FATOS IMPRESSIONATES, SOBRE UM BRASIL FORA DA LEI


O Cangaço: 12 fotos e 7 fatos impressionantes sobre um Brasil fora da lei

Zé Sereno e outros três cangaceiros de seu bando, 1936. (Benjamin Abrahão/Acervo Abafilm).

Essa é uma parte do país que por séculos se manteve oculta, um Brasil quase mitológico de tamanha particularidade. À própria sorte desde que se tem notícia, onde o Estado só comparece para cobrar tributos e a escassez está sempre por perto. Cidades e minúsculos distritos são controlados por figuras que muito bem se assemelhariam a senhores feudais, os coronéis, como eram conhecidos, eram autoridade máxima. Autoridade quase sempre incompatível com as péssimas condições de vida do sertão nordestino.

Foi nesse contexto que surgiu o Cangaço. Um banditismo digno dos clássicos filmes de faroeste, onde criminosos itinerantes driblavam a lei atravessando fronteiras estaduais.Sempre acompanhadas de sangue,  as histórias do Cangaço remetem a pessoas muito humildes que, por um motivo ou outro, se recusaram a seguir a inércia de permanecer sob controle dos coronéis, optando por um caminho incerto que tratava com especial truculência aqueles tidos como seus inimigos. 

Mas o Cangaço não possuía apenas inimigos, entre fazendeiros estrategicamente aliados e outros pobres sertanejos, a opinião pública se manteve dividida. Se os miseráveis insatisfeitos com os abusos dos coronéis se sentiam representados na contestação desaforada daqueles homens e mulheres fora da lei, os frequentes requintes de crueldade e frieza garantiam o medo e a tensão permanente nas cidades por onde passavam os bandos de cangaceiros. 


Maria Bonita, mulher de Lampião, posa para o fotógrafo libanês Benjamin Abrahão junto aos seus dois cães, Guary e Ligeiro, 1936. (Benjamin Abrahão/Acervo Abafilm).

#1 - O poder absoluto dos coronéis no Sertão. 

Desde os tempos do Império, a falta de interesse do Estado pelo Sertão obteve efeitos sangrentos na região. Entre os mais devastadores episódios de clara resposta à situação negligente e única presença para cobrança de tributos, destaca-se a Guerra de Canudos e o fenômeno de banditismo conhecido como Cangaço. Ambas as experiências possuíam em sua essência o sentido de contestação das figuras conhecidas como coronéis.

Em meio a uma vasta extensão territorial de pouco interesse público, o Império instituiu a titulação de Coronéis da Guarda Nacional para grandes latifundiários Brasil a dentro. Na prática, o governo passou a legitimar uma relação de domínio que já se fazia efetiva desde os tempos coloniais.Os coronéis eram, quase sempre, pessoas que possuíam total influência na atividade econômica de cidades inteiras. O que representava poder absoluto em uma região onde a opção era se submeter ou sucumbir.

Os coronéis eram homens acima da lei. Além da tradicionais forças policias, também submetidas aos seus interesses, eles tinham sua própria "polícia", eram capangas conhecidos como jagunços: figuras armadas que tratavam de fazer a guarda de terras, castigar e executar inimigos de seus chefes. Foi a truculência desses jagunços que deu origem à jornada de diversos cangaceiros motivados pelo desejo de vingança. 
Virgínio Fortunato, cunhado de Lampião, posa sorridente junto aos "cabras" e mulheres de seu bando para as lentes de Benjamin Abrahão, 1936. (Benjamin Abrahão/Acervo Abafilm).

#2 - A vida criminosa como alternativa à miséria e submissão. 

As condições naturais do Sertão são especialmente infavoráveis à vida humana. Os longos períodos de estiagem castigam seus habitantes através dos efeitos consecutivos que a falta d'água produz. O gado morre e as plantações ficam comprometidas, assim, famílias inteiras tentam se equilibrar num contexto de subsistência precária. Quando havia oferta de emprego, ou melhor, de trabalho, ela era ligada ao coronel da região, figura nem sempre louvável.

"Inteiramente só, o sertanejo é um homem abandonado a sua própria sorte, nada lhe resta senão a desesperança. Ou a rebeldia, que é um simples efeito de causas profundas, da ausência de justiça, analfabetismo, precariedade de comunicação, baixos salários, débil capitalismo e um lentíssimo desenvolvimento das forças produtivas."

Pensar nas autoridades da região como figuras de violência e senso de justiça similar aos dos temidos cangaceiros faz com que se compreenda melhor como tantos sertanejos optaram por esse caminho. A vida criminosa não era nada cordial, mas entre fugas e investidas, oferecia o poder de ter tudo aquilo que passava longe da realidade da maioria: ouro, respeito e mulheres (e sobre este último ponto, como é de se imaginar, o estupro era algo recorrente).


Corisco, o primeiro a esquerda, tendo ao seu lado a companheira Dadá e integrantes do seu grupo, 1936. (Benjamin Abrahão/Acervo Abafilm).

#3 - O sangrento preço da vida entre os cangaceiros. 

O vermelho é uma cor muito compatível com o trajeto do Cangaço, não apenas pelo coro de luta ou coragem, mas principalmente pelo sangue. Se entre os coronéis, representantes da lei no Sertão, a violência já era evidente, no Cangaço ela era uma assinatura. O traço hediondo da tradicional execução por sangramento era regido pelo punhal, introduzido em pontos vitais de suas vítimas. Para lidar com tamanha rotina, outra característica chamava atenção: a frieza aterrorizante. 

Ao passo que se comandava torturas e execuções, as histórias também falam dos cangaceiros como figuras musicais e risonhas. Como se a vida e a morte fosse (e era mesmo) parte do dia-a-dia daquelas pessoas. 

Já dizia o mítico Rei do Cangaço, Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião:

"Três coisas eu trago de Pernambuco: dinheiro, coragem e bala."

Bem como a tradição oral transmite, em certa ocasião um sujeito estava cometendo incesto e foi flagrado por Lampião, o cangaceiro separou os dois irmãos e trouxe o rapaz para conversar. Ele falou para o homem que ele devia colocar os seus testículos dentro da gaveta e fechar com chave. Em seguida, Lampião colocou um punhal sobre o criado-mudo e disse "Volto em dez minutos, se você ainda estiver aqui eu te mato".

Assim se construiu uma lenda, e essa é só uma das histórias que se contam até hoje. 

O lendário cangaceiro Lampião posa para foto segurando uma edição de um dos jornais que costumava ler, "O Globo", 1936. (Benjamin Abrahão/Acervo Abafilm).

#4 - A opinião pública dividida entre amor e ódio.

Lampião já era uma lenda viva antes mesmo de sua vida ser documentado pelo corajoso jornalista sírio-libanês, Benjamin Abrahão.  Tratado pela polícia dos estados como uma verdadeira praga a ser exterminada, temido por onde passava, ainda assim ganhou a simpatia de muita gente. Virgulino tinha a confiança de gente de diversos setores da sociedade: coronéis, sertanejos e até mesmo a igreja, representada pelo inigualado Padre Cícero, a quem se deposita regionalmente o prestígio de uma santidade. 

A situação de considerável apoio da sociedade pode se amparar no senso de justiça em crítica à força oficial vigente. O respeitado historiador britânico, Eric Hobsbawn, em uma de suas obras (Bandidos/1969), apontou o Cangaço brasileiro como um exemplo claro do fenômeno do banditismo social, que se alinhava ao princípio de contestação, como um sentido primitivo de revolta. 

“O ponto sobre bandidos sociais é que eles são criminosos camponeses a quem o senhor feudal e o Estado enxergam como criminosos, mas que permanecem dentro da sociedade camponesa, e são considerados por seu povo como heróis, como campeões, vingadores, lutadores pela justiça, talvez até mesmo líderes de libertação e, em qualquer caso, homens para serem admirados, ajudados e apoiados. Esta relação entre o camponês comum e o rebelde, bandido e ladrão é o que faz o banditismo social interessante e significativo.”
Eric Hobsbawn

Volantes do estado da Bahia em registro de Benjamin Abrahão, circa 1936. (Benjamin Abrahão/Acervo Abafilm).

#5 - Volantes: a polícia especial dos estados treinada com as mesmas práticas dos cangaceiros.

Por décadas a República simplesmente amargou a inferioridade de suas forças diante do preparo e conhecimento preciso dos bandos cangaceiros. Equipados com cangas de madeira e utensílios metálicos (daí o nome cangaço: canga+aço), esses grupos eram compostos por homens (e também, muito raramente, mulheres) de invejável experiência de combate, sempre furtivos e ágeis.

Nas cidadelas invadidas, a polícia costumava ser ínfima e sem a menor condição para impedir investidas tão bem articuladas. Quando chegava algum reforço capaz de enfrentá-los, os cangaceiros simplesmente desapareciam em rotas de fuga que os levavam para outros estados, onde somente as forças policiais correspondentes poderiam atuar.

A reação dos estados foi precisa: responder na mesma moeda. Foram constituídas as chamadas forças volantes, o braço cangaceiro da polícia, formadas por homens (alguns deles até ex-cangaceiros) de preparo e práticas de combate idênticas às dos bandos criminosos. Assim, rotas de fuga, abrigos e investidas furtivas estavam mais sujeitas a falhas. 

O encontro de Abrahão com o bando de Virgulino, em foto tirada pelo cangaceiro Juriti. Da esquerda para a direita: Vila Nova, não identificado, Luís Pedro, Benjamin Abrahão (à frente), Amoroso, Lampião, Cacheado (ao fundo), Maria Bonita, não identificado, Quinta-Feira, foto de 1936. (Acervo Abafilm).

#6 - O jornalista libanês que documentou a vida dos cangaceiros.

Figura responsável pelos mais preciosos registros iconográficos do Cangaço, Benjamin Abrahão Botto conheceu de perto, por vários meses, a rotina de diversos bandos cangaceiros, inclusive os dos notáveis Corisco e Lampião. Ele foi por muitos anos secretário de Padre Cícero em Juazeiro do Norte, no interior do Ceará, até que com a morte do sacerdote em 1934, colocou em prática seu projeto mais ambicioso: filmar e fotografar Lampião e seu bando.

Se aproveitando da ligação de Lampião com Padre Cícero, Abrahão facilmente se aproximou do cangaceiro. Lampião era uma figura extremamente vaidosa, característica que o consolidava como Rei do Cangaço, se deixando acompanhar pelo jornalista. O material coletado ao longo de cerca de 2 anos (1936 e 1937) era de extrema preciosidade e foi recebido nas grandes metrópoles como um verdadeiro escândalo. O Cangaço era uma ofensa ao Estado Novo de Getúlio Vargas, que tratou de censurar e confiscar o registro de Benjamin. 

“As fotos e filmes de Benjamim eram um atestado da incompetência das forças policiais e uma afronta ao Palácio do Catete”
Frederico Pernambucano de Mello



O sírio-libanês Benjamin Abrahão trouxe a público relatos detalhados sobre a rotina e características dos bandos cangaceiros, o que pode ter sido nocivo à estratégia dos bandos, cada vez mais combatidos em esfera interestadual. Em menos de três anos a maior parte dos principais bandos foi desmantelada, inclusive com a execução de Lampião (1938) e Corisco (1940). O próprio Benjamin também teve seu fim em 1938 (dois meses antes da morte de Lampião e seu bando), vítima de nada menos que 42 facadas em um assassinato até hoje não esclarecido. Segundo o historiador Frederico Pernambucano de Mello, a mesma força que matou Lampião, matou Benjamin: o desmoralizado Estado Novo. 

“Antes que o Estado Novo espatifasse o sistema de poder do sertão, era alto negócio para qualquer fazendeiro comercializar com o cangaceiro. O Estado Novo acabou com esse colaboracionismo. A morte de Benjamin foi, sobretudo, uma queima de arquivo histórica.”
Frederico Pernambucano de Mello
Cangaceiro Barreira posa junto à cabeça de seu ex-companheiro de bando, Atividade, como prova de lealdade à volante. 

#7 - Um cerco que se fechava: a falência dos bandos e o fortalecimento do combate ao cangaço.

Com o passar dos anos, a forma que o Estado tratava o Cangaço era cada vez mais madura. A segunda metade dos anos 1930 foi especialmente difícil para os bandos cangaceiros. Um a um, os criminosos iam sucumbindo ou se entregando em troca da anistia. O marco do fim dos tempos do Cangaço foi a emboscada que executou Lampião, Maria Bonita e diversos membros de seu bando. Suas cabeças foram expostas ao público em muitas cidades do Sertão nordestino.

“Naquela época, Lampião mobilizava grossos capitais. Travava com coronéis da região que financiavam seus roubos e recebiam parte do lucro. Seu bando era a imagem do sucesso da organização fora da lei."
Frederico Pernambucano de Mello

O fim do Cangaço foi causa direta da insatisfação com tamanha desmoralização do Estado Novo causada pelas imagens de Abrahão. Não só como atividade marginal, mas também como exemplo escancarado da corrupção de coronéis colaboradores, o Cangaço era uma afronta a Getúlio Vargas e sua proposta ideológica. E sistematicamente pagou o preço da visibilidade que adquiriu.

Cadáver do cangaceiro Cirilo de Engrácia, morto por civis e usado como exemplo pela volante alagoana. A cabeça de Cirilo já havia sido decepada, foi recolocada para a foto. 1935. (Autor desconhecido/Acervo Sociedade do Cangaço).

Cabeças cortadas de membros do bando de Lampião, incluindo o próprio e sua parceira, Maria Bonita, mortos em uma emboscada em Porto da Folha, Sergipe. Elas foram expostas como troféu na escadaria da Prefeitura de Piranhas, no estado de Alagoas, este episódio simbolizou o fim dos tempos áureos do Cangaço. Foto de 1938 (Autor desconhecido/Acervo Sociedade do Cangaço).

Cabeças doscangaceiros expostas em Santana do Ipanema/AL, 1938. (Autor desconhecido/Acervo Sociedade do Cangaço).

O médico legista Charles Pittex segura as cabeças mumificadas de Lampião e Maria Bonita, elas ficaram expostas por muitos anos na Faculdade de Medicina da Bahia, foto de 1939. (Autor desconhecido).

Fontes:
HOBSBAWM, E.J. Bandidos. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1969.
MELLO, Frederico Pernambucano. Guerreiros do sol – violência e banditismo no nordeste do Brasil. São Paulo: A Girafa Editora, 2004.
http://cebes.com.br/2014/07/a-historia-do-odio-no-brasil-por-fred-di-giacomo/
http://www.gazetadopovo.com.br/cadernog/conteudo.phtml?id=1472857&tit=O-cangaco-segundo-Graciliano-Ramos
http://acervo.oglobo.globo.com/fotogalerias/a-morte-de-lampiao-9394818
http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/um_sertanejo_das_arabias.html
http://www.ufrgs.br/gthistoriaculturalrs/marcosclemente.html
http://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,iconografia-do-cangaco-traz-revelacoes-sobre-lampiao,869874
http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/sobrecultura/2013/05/entre-deus-e-o-diabo-1
http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL703549-5598,00-CONHECA+AS+SEIS+PRINCIPAIS+LENDAS+SOBRE+LAMPIAO.html

Bruno Henrique Brito Lopes 

Graduando em História pela Universidade Católica de Pernambuco. 



TOTAL DE ACESSOS! MAIS  590 MIL /08/06/2015


TOTAL DE ACESSOS    MAIS  590 MIL  EM  08/06/2015

PARABÉNS  MATA  DE  SÃO JOÃO 169  ANOS  DE EMANCIPAÇÃO 15/04/2015

EDIFICAÇÃO  DA  ARENA  SÃO  JOÃO   (ESTÁDIA  P/ MAIS  DE 5 MIL PESSOAS)


 NA  SEDE - CIDADE  DE  MATA  DE SÃO JOÃO/DETALHES   CLICK NO LINK ABAIXO



LINK SELEÇÃO MATENSE NO INTERMUNICIPAL E ARENA SÃO JOÃO, ESTÁDIO NA SEDE!


http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/05/selecao-matense-no-intermunicipal-e.html


LINKS  DE POSTAGENS  RECENTES MAIO  DE  2015/ PENEIRA DO EC   BAHIA/SUB 17/ MATA DE SÃO JOÃO, COPA  METROPOLITANA  SUB -15/CAMP. MATENSE   ELITE 2015/ LNKS  DE VIDEOS INCLUIDOS  NAS  POSTAGENS  CITDAS!
http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/05/bahia-do-jk-1x1-abcd-duelos-de-campeoes_18.html
http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/05/portuguesa-x-rua-goias-matense-elite.html
http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/05/reglmento-da-v-copa-metropolitana-sub.html
http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/05/resultados-dos-jogos-da-v-copa.html
http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/05/sel-matense-3x1-sel-de-teodoro-sampaio.html

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/05/peneira-do-ec-bahia-em-mata-de-sao-joao.html

PARABÉNS CIDADE DE  SALVADOR  466  ANOS  DE  FUNDAÇÃO - 29/03/1549 - 29/03/2015!

SUA HISTÓRIA  CLICK NO  LINK

NESSE MÊS DE MARÇO  dia 29 DE 2015,   COMEMORATIVO  AOS  466 ANOS  DE FUNDAÇÃO DA  CIDADE DE SALVADOR  (OCORRIDO EM 29/03/2015), ,O BLOG CHIQUITINHA MARAVILHA ESTÁ POSTANDO DIARIAMENTE UMA  COLETÂNEA  DE  POESIAS  DESCRITIVA  DA HISTÓRIA DA 1ª  CAPITAL DO BRASIL, AUTORIA  DE CHIQUITINHA  MARAVILHA  E   COM DIREITOS AUTORAIS REGISTRADO, PODENDO SER DIVULGADA, CITADO A FONTE  DE  ORIGEM.  MUITAS DESSAS POESIAS FORAM POETIZADAS    NO ANO  DE 1970 EM DIANTE,  QUANDO  CHIQUITINHA MARAVILHA TINHA 19  ANOS, E RESIDENTE NA SUA CIDADE NATA, MATA DE  SÃO  JOÃO/BA.

POESIAS  POETIZADA A LUZ  DOCUMENTAL, COM   INSPIRAÇÃO  POÉTICA DO AUTOR DAS  POESIAS.

ABaixo os   de  paises  mais  acessados no  mundo

Média diaria   de acessos entre 500  a 700  acessos,  pico dos acessos  num só  dia,   mais de 2.500 /2013


ESTATÍSTICA DO  BLOG /08/06//2015

MAIS DE 59O MIL.

TOTAL E ACESSOS  MAIS DE  590 MIL ACESSOS 
INTERNACIONAIS MAIS  DE 298  MIL 
NO BRASIL  MAIS DE  290 MIL
ALEMANHA  MAIS  DE 110 MIL
USA MAIS  87  MIL
RÚSSIA MAIS DE 15 MIL
CHINA  MAIS  11  MIL
OUTROS PAÍSES  VER   ABAIXO:

Visualizações de página por país

Gráfico dos países mais populares entre os visualizadores do blog
EntradaVisualizações de página
Brasil
292088
Alemanha
110165
Estados Unidos
87951
Malásia
19723
Rússia
15194
China
11978
Ucrânia
4367
França
3982
Portugal
2489
Índia
1671

FACEBOOK CHIQUITINHA MARAVILHA   -UMA COMUNIDADE MAIS  DE MIL AMIGOS INTERNAUTAS, NA REDE SOCIAL INCOMENSURÁVEL   NO  BRASIL  NO  MUNDO!  CONECTADO    NOS ACONTECIMENTOS  DIVERSOS E ATUAIS!


FAMÍLIA  PEREIA  CHAGAS E  RAMIFICAÇÕES - UMA  GERAÇÃO DE POVOADORES A PARTIR DE PORTUGAL P/ MATA  DE SÃO JOÃO , CIDADES  VIZINHAS  DESDE OS  PRIMORDIOS!

 VER  TRAÇOS BIOGRÁFICOS FAMÍLA PEREIRA   CHAGAS E RAMIFICAÇÕES NO BLOG.


PEREIRA  CHAGAS E RAMIFICAÇÕES!

 FAMÍLIAS DE  DE POVOADORES, DESDE

OS  PRIMÓRDIOS DA  POVOAÇÃO 

MATENSE E CIDADES VIZINHAS



A  CITADA FAMÍLIA, ORIGINADAS DE PORTUGAL PRA O  BRASIL,  VIA  SOLO BAIANO, COMPOSTA DESDE OS  PRIMÓRDIOS DE:

POVOADORES, AGRICULTORES, PECUARISTA, FAZENDEIROS, DONOS  DE  ENGENHOS DE  CANA DE  AÇÚCAR, CAFEICULTORES, BARÕES,  VISCONDES, PREFEITOS, INTENDENTES, VEREADORES, CONSELHEIROS MUNICIPAIS, GOVERNADORES, SENADORES, DEPUTADOS, ADVOGADOS, JUÍZES   DESEMBARGADORES, MILITARES, MÉDICOS, POETAS, ESCRITORES, MÚSICOS  ATLETAS (MARATONISTAS, JUDOCAS, JOGADORES DE  FUTEBOL, E  MUITO  MAIS...). 




A Curso  de Legislação Empresarial  LDTDA/TPD/IOB
Credenciamento: CFMO O97

Oswaldo  Melantonio  Formado  em  Direito, Filosofia   e Jornalismo, Av. Marquês  de  São Vicente (Agua  Branca), São  Paulo/SP.

Certificado COMUNICAÇÕES  VERBAIS /Concluído  em 7/03/1986

Chiquitinha  Maravilha nasceu  no  dia  07/07/1951 ás  03: 05 hs  na  Travessa  Barão  Açu  da  Torre, atual  rua  Luis Sepúlveda  Garces, centro,  cidade  de  Mata  de  São João, curso  primário  no Grupo Escolar  Getúlio Vargas (1959/65), ginasial  IMEMB  (atual CMMB)  de  1966/69. Chiquitinha  Maravilha  aposentado, Técnico em Química (nível médio), Curso  de  Comunicações Verbais  em  07/03/1986, (100 horas de  duração, EQUIVALENTE A 6 MESES), Credenciamento: CFMO 097,  o Professor Responsável   pelo Curso de Legislação Empresarial  o Professor Oswaldo Melatonio, formado  em Direito, Filosofia e  Jornalismo;
No  citado  curso grandes  figuras  do  mundo  da  comunicação  política, esportiva, empresarial, realizaram o citado curso (Oreste Quecia, Osmar Santos, Janio Quadros fizeram esse citado curso.... ).

                                      MATA DE SÃO JOÃO/BA.
Praça Barão Açu da Torre (primo de Chiquitinha  Maravilha e de Frank Chaga) na Cidade  de  Mata  de  São João na
década de  1950, nessa   citada  praça  nasceu Frank Chagas no dia 11/08/1939.


 Troféu Ndilson Daltro dos  Santos (Nai)


ABAIXO :
LINK DA BIOGRAFIA  DO NDUSTRIAL PRISCÍLIO  DE  ABREU  GUIMARÃES  /LATICINIO  DE  LEITE/CIDADE  DE MATA DE SÃO  JOÃO/BA.

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/04/biografias-emancipacao-de-mata-de-sao.html

  




Gamaliel  na 1ª  Maratona da Independência da Bahia 1984 
Salvador/Ba. 42. 198 metros

                                  CORRER É VIVER, REJUVENESCER...

                               (A Poesia do Corredor)

                   Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!

Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em  frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...

É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz,  porque a corrida me faz bem.

A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.

É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...

                     Poetizada em  13/02/1985

Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantesdoatletismo. 
Direitos Autorais registrado em nome de  Gamaliel.   

                       PRINCIPAIS CORRIDAS

Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade  (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador de futebol,    matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João).
Correu  15 maratonas  em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio deJaneiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)2 maratonas em Nova York (1984 e 1986) 2 São Silvestre (1983, 1984). Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984,  pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da BahiaCorreu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú  pela  BR 101  no  ano  de 1986Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de  Mata  de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas  corridas citas  sem ter apoio financeiro das prefeituras  citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive  nas duas Maratonas Internacionais  houve apoio da Copene  no translado Salvador Rio de Janeiro e vice   versa, ajuda  na  estádia), sendo  passagens  de ida e volta  a  custo do atleta, e trabalhava das 8 horas  as  17 horas e compensava  os dias  da estadia em New  York (5 dias em 1984 e 1986).



LINKS DE POSTAGENS HISTÓRICAS!

Estatua  de Bonze para Zuza Ferreira, Introdutor 

do Futebol  na Bahia em 28/10/1901



Chiquitinha Maravilha

Histórica  Poética  Resumida  da  Cidade  de Salvador, a  Luz Documental!

O poeta matense, Chiquitinha Maravilha, documento conteúdos importantes, históricos, da Cidade de Salvador, tanto na escrita, como nos versos a luz Documental, da poesia Salvador, A Peroloa Barroca das Américas!


Poetizada no ano de 1970, aos 19 anos na cidade de Mata de São João e ampliada a partir de 1999, com ... Ver mais — com Chiquitinha Maravilha, poetizando a Cidade de Salvador, desde os 19 anos, 1970!

Abaixo:
Link  abaixo  da história da  1ª Constituição da  Bahia  na  era  Republicana 02/07/1891!

Abaixo: Biografia  do Bacharel e poeta  Inconfidente Tomas Gonzaga


Abaixo: Viva  Tiradentes!   E os Inconfidentes, a história  da  Conjuração Mineira  que  pregava  ideais   de  um Brasil Republicano e  não Monarquico,  ou Imperial!


http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/04/viva-tiradentes-e-os-inconfidentes.html

Abaixo /
Jornalista, escritor, Politico,  da Academia  de  Letras da Bahia, Jorge  Calmon  Muniz de Bitencourt, sua biografiua  a  luz   documental!


http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2014/11/jorge-calmon-muniz-de-bitencourt-sua.html 


lINKS SOBRE  A INCONNFIDENCIA  MINEIRA:







http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/04/salvador-capital-mundial-o-turismo.html


http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/p/biografia-de-chiquitinha-maravilha.html













http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/04/baltazar-de-aragao-o-bangala-defensor.html

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/04/cidade-de-salvador-no-seculo-xvii_66.html


http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/04/deputados-aragoes-durante-o-regime.html

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/04/balthazar-1865-e-barao-de-sao-francisco.html

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/04/francisco-dias-davila-e-uniao-com-os.html

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/04/os-aragoes-nos-cargos-politicos-e.html

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/04/os-descendentes-de-baltazar-de-aragao.html

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/04/ciclos-de-vidas-ambientais-preservar.html

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/04/convento-do-desterro-santa-clara-sua.html

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/04/diogo-de-aragao-pereira-parte-iii.html

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/03/dama-bela-graciosa_30.html

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/03/segunda-invasao-holandesa-em-salvador.html

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/03/os-passaros-descricao-poetica.html

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/03/igreja-da-misericordia-cidade-de.html


http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/03/a-se-primacial-do-brasil.html

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/03/viva-zuza-ferreira-e-o-futebol-da-bahia.html

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/03/igreja-e-colegio-de-orfaos-de-sao.html

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/03/convento-e-colegio-das-mercez.html

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/03/igreja-e-mosteiro-de-sao-bento-sua.html



http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/02/biografia-da-familia-athayde-costa-na.html

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/02/ze-ataide-um-dos-icones-da-radiofonia.htm

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/02/cemiterio-pritimitivo-da-2-aldeia.html

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/02/ossada-humana.html

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/02/tombamento-urgente-do-sitio-historico.html

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/02/parabens-454-povoacao-total-mais-mil_49.html

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/01/igreja-de-n-s-da-vitoriamata-s-joaoba.htm

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/01/rui-barbosa-o-aguia-de-haia-genio-da.html

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2015/04/honra-ao-merito-familia-matos-prado-na.html


Nenhum comentário:

Postar um comentário