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O MATENSE GAMALIEL CHAGAS, 21 ANOS DE IDADE (CHIQUITINHA MARAVILHA), ANO 1972, ESTÁDIO MUNICIPAL DE POJUCA, INTERMUNICIPAL, SELEÇÃO DE MATA DE SÃO JOÃO X SANTO AMARO. FOTO ARQUIVO DE CHIQUITINHA MARAVILHA.
OS DEZ PAISES MAIS ACESSADOS
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TOTAL DE ACESSOS MAIS DE 188 MIL
NO BRASIL MAIS DE 134 MIL
MÉDIA DIÁRIA MAIS DE 600 ACESOS
MÉDIA MENSAL ENTRE 21 e23 MIL
USA MAIS DE 29. 509
RUSSIA MAIS DE 10. 500
ALEMANHA MAIS DE 2.462 ACESSOS
INTERNACIONAIS MAIS DE 54 MIL
INDÚSTRIA NAVAL E NÁUTICA
FONTE SECOM/BA
O segmento de construção de navios de grande porte, no Brasil, encontra-se em expansão e existe uma carteira significativa de contratos e perspectiva de contratações adicionais. Seu Parque Industrial tem capacidade para construção de estruturas de grande complexidade, contudo, neste momento, os desafios são aumentar a produtividade, ampliar a base industrial para fazer frente à expansão da demanda e aumentar o conteúdo nacional.
No ramo da indústria naval, especialmente da indústria offshore, a Bahia abriga a construção de equipamentos desde a década de 70 e teve um papel importante na primeira fase da exploração brasileira de petróleo no mar e na construção de plataformas fixas. Além disso, o estado dispõe de condições favoráveis à dinamização do setor devido à disponibilidade de áreas costeiras com condições físicas adequadas para a atividade.
Novas estruturas nos portos e, até mesmo, novas funções estão sendo criadas para dar conta do crescimento na área naval. Os projetos previstos incluem a construção e modernização de estaleiros na Bahia.
Atualmente, está sendo implantado o Estaleiro Enseada do Paraguaçu (EEP) no município de Maragogipe, empreendimento que transformará a Bahia no maior parque de construção naval do Nordeste. O projeto prevê a implantação de uma unidade de produção moderna e capaz de construir, em dique seco, cascos de navios, navios sonda (Drilling Ships), módulos para plataformas e FPSOs e realizar a consequente integração destes equipamentos.
No mesmo município, está localizado o Canteiro São Roque do Paraguaçu, uma instalação da Petrobras cedida a empresas terceirizadas para executar projetos específicos. Neste momento, o Consórcio Rio Paraguaçu está instalado no local, contratado pela Petrobras Netherlands B.V. para a execução de serviços de engenharia, suprimentos e construção das plataformas de perfuração auto-elevatórias P-59 e P-60, que retomam a produção nacional deste modelo de plataforma, pois unidades similares não eram construídas no Brasil há quase 30 anos.
Para o desenvolvimento das atividades náuticas, o estado da Bahia possui um dos maiores potenciais do globo e faz parte da região do Brasil com maior vocação para o turismo náutico no mundo: o Nordeste. Com 1.188 km de litoral navegável e a maior baía tropical do mundo, o litoral baiano dispõe de ventos constantes e favoráveis à prática de esportes náuticos e inexistência de ocorrências de intempéries tais como furacões, tsunamis ou maremotos.
A pesca é outro significativo ramo para o desenvolvimento náutico. Este mercado vem crescendo em todas as modalidades: pesque-pague, aluguel de embarcações, hotéis-fazendas, barcos-hotéis e pesca esportiva em alto mar. Também são grandes as possibilidades de desenvolvimento do mergulho como esporte.
O estado da Bahia foi escolhido pelo Ministério do Turismo Brasileiro como Piloto do Turismo Náutico no Brasil. Um dos principais objetivos é transformar o estado na porta de entrada do turismo náutico internacional para o Brasil.
Atento a essas oportunidades, o Estado fornece apoio institucional e celeridade aos empreendimentos e projetos novos, em implantação ou operação, e oferta programas diretamente voltados para o segmento. Para o seu desenvolvimento, o Governo do Estado está propondo a implantação de um polo náutico na Bahia, que inclui um amplo conjunto de atividades envolvendo desde a construção de marinas, centros de formação profissional, tanto para o setor da indústria náutica quanto para navegação.
O Complexo Náutico Naval da Baía de Aratu, em fase de implantação, abrigará mais três empresas de fabricação de módulos, e a Marina de Aratu está sendo ampliada para abrigar cerca de 1.000 embarcações de esporte e lazer e empresas industriais, comerciais e prestadores de serviço do segmento náutico, além de mais 800 mil m² destinados a indústria de médio e grande porte da cadeia produtiva dos segmentos náutico e naval.
No ramo da indústria naval, especialmente da indústria offshore, a Bahia abriga a construção de equipamentos desde a década de 70 e teve um papel importante na primeira fase da exploração brasileira de petróleo no mar e na construção de plataformas fixas. Além disso, o estado dispõe de condições favoráveis à dinamização do setor devido à disponibilidade de áreas costeiras com condições físicas adequadas para a atividade.
Novas estruturas nos portos e, até mesmo, novas funções estão sendo criadas para dar conta do crescimento na área naval. Os projetos previstos incluem a construção e modernização de estaleiros na Bahia.
Atualmente, está sendo implantado o Estaleiro Enseada do Paraguaçu (EEP) no município de Maragogipe, empreendimento que transformará a Bahia no maior parque de construção naval do Nordeste. O projeto prevê a implantação de uma unidade de produção moderna e capaz de construir, em dique seco, cascos de navios, navios sonda (Drilling Ships), módulos para plataformas e FPSOs e realizar a consequente integração destes equipamentos.
No mesmo município, está localizado o Canteiro São Roque do Paraguaçu, uma instalação da Petrobras cedida a empresas terceirizadas para executar projetos específicos. Neste momento, o Consórcio Rio Paraguaçu está instalado no local, contratado pela Petrobras Netherlands B.V. para a execução de serviços de engenharia, suprimentos e construção das plataformas de perfuração auto-elevatórias P-59 e P-60, que retomam a produção nacional deste modelo de plataforma, pois unidades similares não eram construídas no Brasil há quase 30 anos.
Para o desenvolvimento das atividades náuticas, o estado da Bahia possui um dos maiores potenciais do globo e faz parte da região do Brasil com maior vocação para o turismo náutico no mundo: o Nordeste. Com 1.188 km de litoral navegável e a maior baía tropical do mundo, o litoral baiano dispõe de ventos constantes e favoráveis à prática de esportes náuticos e inexistência de ocorrências de intempéries tais como furacões, tsunamis ou maremotos.
A pesca é outro significativo ramo para o desenvolvimento náutico. Este mercado vem crescendo em todas as modalidades: pesque-pague, aluguel de embarcações, hotéis-fazendas, barcos-hotéis e pesca esportiva em alto mar. Também são grandes as possibilidades de desenvolvimento do mergulho como esporte.
O estado da Bahia foi escolhido pelo Ministério do Turismo Brasileiro como Piloto do Turismo Náutico no Brasil. Um dos principais objetivos é transformar o estado na porta de entrada do turismo náutico internacional para o Brasil.
Atento a essas oportunidades, o Estado fornece apoio institucional e celeridade aos empreendimentos e projetos novos, em implantação ou operação, e oferta programas diretamente voltados para o segmento. Para o seu desenvolvimento, o Governo do Estado está propondo a implantação de um polo náutico na Bahia, que inclui um amplo conjunto de atividades envolvendo desde a construção de marinas, centros de formação profissional, tanto para o setor da indústria náutica quanto para navegação.
O Complexo Náutico Naval da Baía de Aratu, em fase de implantação, abrigará mais três empresas de fabricação de módulos, e a Marina de Aratu está sendo ampliada para abrigar cerca de 1.000 embarcações de esporte e lazer e empresas industriais, comerciais e prestadores de serviço do segmento náutico, além de mais 800 mil m² destinados a indústria de médio e grande porte da cadeia produtiva dos segmentos náutico e naval.
Oportunidades de investimento:
transporte de pessoas;
Desenvolvimento da cadeia produtiva;
Atração de empresas prestadoras de serviços para a cadeia naval e náutica;
Atração de fornecedores de equipamentos;
Diversificação da matriz industrial náutica do estado;

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