ESPORTE CLUBE BAHIA!
ESPORTE CLUBE BAHIA!
17/08/2013 - 17h06
Novo estatuto é aprovado por 99% dos sócios
Vladimir Costa
17/08/2013 - 11h50
Assembleia marca dia histórico para a Nação
Da Redação
Votação será em bloco; saiba como tudo funcionará
Da Redação
Assembleia confirmada; hora de lotar a Fonte!
16/08/2013 - 13h36
Da Redação
Todos os caminhos continuam levando à Fonte Nova. Por volta das 6 horas deste sábado, o juiz Argemiro de Azevedo Dutra, que estava no plantão judiciário do Fórum Ruy Barbosa, decidiu manter a Assembleia Geral de Sócios de hoje, na Fonte Nova, com última convocação marcada para as 11 horas. Aliado de MGF, o conselheiro destituído André Americano da Costa --ex-ouvidor do clube-- ingressou com uma ação às 23h10 para tentar impedir a realização do evento.
A comissão de intervenção convoca todos os associados a marcarem presença. O clima no estádio é de alegria e esperança. Várias camisas e bandeiras podem ser vistas ao redor da arena neste dia histórico. A fila para o estacionamento, a R$ 10, já vai lotando.
Segue comunicado do interventor Carlos Rátis: "Confirmamos que TODOS os sócios, mesmos os mais recentes e também os mais antigos, votarão na assembléia, desde que suas situações estejam regularizadas e que possuam a cédula de votação em mãos, documento necessário, que deve ser retirado nas bilheterias da Arena Fonte Nova. Os votos dos novos sócios e dos associados mais antigos serão distribuidos em urnas distintas e devidamente computados".
Confira fotos da chegada da Nação:
Via Twitter, torcedores mostram clima na Fonte.
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Todos os caminhos continuam levando à Fonte Nova. Por volta das 6 horas deste sábado, o juiz Argemiro de Azevedo Dutra, que estava no plantão judiciário do Fórum Ruy Barbosa, decidiu manter a Assembleia Geral de Sócios de hoje, na Fonte Nova, com última convocação marcada para as 11 horas. Aliado de MGF, o conselheiro destituído André Americano da Costa --ex-ouvidor do clube-- ingressou com uma ação às 23h10 para tentar impedir a realização do evento.
CHIQUITINHA MARAVILHA - MEIO CAMPISTA!
O matense Gamaliel Chagas, 21 anos de idade (Chiquitinha Maravilha),
ano 1972, Estádio Municipal de Pojuca, Intermunicipal, Seleção de
Mata de São João x Santo Amaro. Foto arquivo de Chiquitinha Maravilha.
ESTÁDIO DO SESI/SALVADOR 1975
Chiquitinha Maravilha, aos 24 anos no Estádio do SESI/Roma, Salvador
time da Antarctica /Campeonato Industriário 1975.
VIDEO OBRAS DA ARENA FONTE NOVA
VÍDEO DA ARENA FONTE NOVA EM JANEIRO 2013
COM OPERÁRIOS TRABALHANDO NO ENTORNO SETOR NORTE E E LESTE.
MAIS DE 2 MIL OPERARIOS NO CANTEIRO DA OBRA/VÍDEO COM 7 MINUTOS, FILMADO POR CHIQUITINHA MARAVILHA.
CLICK NO LINK E ASSISTA
ABAIXO PURA ADRENALINA HISTÓRICA // VÍDEOS
VÍDEOS DA CIDADE TRICOLOR
VÍDEOS DA COPA DO BRASIL SUB /CBF
BAHIA 2x2 PONTE PRETA
DESPOLUIÇÃO DA BACIA DO RIO IMBASSAI/DIAS D'ÁVILA/BA
VIDEOS DA CONSTRUÇÃO DA ARENA FONTE NOVA /JANEIRO 2013
VÍDEO DA BIOGRAFIA DO DESEMBARGADOR TOMÁS PARANHOS MONTENEGRO - FUNDADOR DA CIDADE DE CAMAÇARI/BA.
PRAÇA BARÃO AÇU DA TORRE MATA DE SÃO JOÃO CAPELA E MATADOURO AMADO BAHIA, AVENIDA ALMEIDA / A CASA ONDE NASCEU CHIQUITINHA MARAVILHA/VÍDEOS HISTÓRICOS.. VIDEOS HISTÓRICOS!...
MAIS DE 190 MIL ACESSOS
MAIS DE 54 MIL INTERNACIONAL
MAIS DE 134 MIL NO BRASIL
MAIS DE 100 PAÍSES
MÉDIA MENSAL ENTRE 21 A 23 MIL ACESSOS
USA MAIS DE 29 MIL ACESSOS
RUSSIA MAIS DE 10.590 ACESSOS
ALEMANHA MAIS DE 2.500 ACESSOS
UMA DAS MAIORES VISIBILIDADE DE UM BLOGGER BAIANO NO MUNDO
OS DEZ PAÍSES MAIS ACESSADOS NO MUNDO
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O matense Gamaliel Chagas, 21 anos de idade (Chiquitinha Maravilha),
ano 1972, Estádio Municipal de Pojuca, Intermunicipal, Seleção de
Mata de São João x Santo Amaro. Foto arquivo de Chiquitinha Maravilha.
ESTÁDIO DO SESI/SALVADOR 1975
Chiquitinha Maravilha, aos 24 anos no Estádio do SESI/Roma, Salvador
time da Antarctica /Campeonato Industriário 1975.
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VÍDEOS ABAIXO
CIDADE TRICOLOR 30/07/2013
VÍDEO DOS CAMPOS DA BASE
SETOR NORTE/ PREDIOS/ VESTÁRIOS, CENÁRIO NO ENTORNO, DIA 30/07/2013 DESCRIÇÃO DA LOCALIZAÇÃO DO CT
TEMPO DE 20 MINUTOS, VIDEO FILMADO, NARRADOM E POR CHIQUITINHA MARAVILHA
CLICK NO LINK ABAIXO E ASSISTA......
A CIDADE TRICOLOR
FOTOS/VIDEO - DIA 30 DE JULHO /12 HORAS
VIDEOS ABAIXO.....
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CIDADE TRICOLOR 30/07/2013
VÍDEO DOS CAMPOS DA BASE
SETOR NORTE/ PREDIOS/ VESTÁRIOS, CENÁRIO NO ENTORNO, DIA 30/07/2013 DESCRIÇÃO DA LOCALIZAÇÃO DO CT
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A CIDADE TRICOLOR
FOTOS/VIDEO - DIA 30 DE JULHO /12 HORAS
VIDEOS ABAIXO.....
SÃO JOÃO BATISTA - PADROEIRO DE MATA DE S. JOÃO/BA
SÃO JOÃO BATISTA BATIZANDO JESUS CRISTO
no Rio Jordão. S. João Batista Padroeira de Mata de São João/BA. QUADRO DE FAIANÇA PORTUGUESA NO VARANDAL DA CASA RESIDENCIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA / ceramista Eduardo Gomes, lusitano de Aveiro/Portugal. Data do fabrico do painel ano 1984
ABAIXO VÍDEO COM 20 MINUTOS DA PRAÇA DESEMBARGADOR MONTENEGRO, ESTAÇÃO DA LESTE, CATEDRAL DE S. TOMÁZ DE CANTUÁRIA, CASA ONDE RESIDIU A FAMÍLIA DO DESEMBARGADOR MONTENEGRO
CLICK ABAIXO NO LINK E ASSISTA
VÍDEO ABAIXO
DOCUMENTÁRIO HISTÓRICO SOBRE O FUNDADOR DA CIDADE DE CAMAÇARI
DESEMBARGADOR TOMAS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO
CLICK ABAIXO E ASSISTA
VÍDEO ABAIXO
DOCUMENTÁRIO HISTÓRICO SOBRE O FUNDADOR DA CIDADE DE CAMAÇARI
DESEMBARGADOR TOMAS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO
CLICK ABAIXO E ASSISTA
BIOGRAFIA INÉDITA DE TOMÁS GARCEZ PARANHO MONTENEGRO
BENEMÉRITO E O FUNDADOR DA CIDADE DE CAMAÇARI
BIOGRAFADO POR CHIQUITINHA MARAVILHA INÉDITO
DIREITOS AUTORAIS EM NOME DE CHIQUITINHA MARAVILHA
É PERMITIDA A REPRODUÇÃO PARCIAL OU TOTAL DESDE QUE CITADA A FONTE DE ORIGEM;
DOCUMENTO INFORMATIVO DE INTERESSE DO DOMÍNIO PÚBLICO!
DES. TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO
DESCENDENTE DO CAPITÃO TOMÁS DA SILVA PARANHOS
BIOGRAFIA DO DESEMBARGADOR TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO
- O FUNDADOR DA CIDADE DE CAMAÇARI/BA
Foto arquivo da família do DES. Tomás Garcez Paranhos Montenegro
Foto Chiquitinha Maravilha 20/06/2013
PIA BATISMAL - EXISTENTE NA NAVE DA ANTIGA MATRIZ DO BONFIM DE MATA E QUE SER SEMPRE PRESERVADA! TOMBAR A IGREJA E SITIO HISTÓRICO NO SEU ENTORNO VIA LEI ORGÂNICA NA CÂMARA MUNICIPAL E DEPOIS TOMBAMENTO IPHAN.
PIA BATISMAL DA ANTIGA MATRIZ DO SENHOR DO BONFIM DE MATA DE SÃO JOÃO/BA
Nessa Secular PIA BATISMAL, foi batizado Tomás Garcez Paranhos Montenegro e sua esposa (prima carnal) Dona Thomazina Josephina Paranhos de Mesquita (nome de solteira) a ilustre esposa do Des. Tomás Garcez Paranhos Montenegro (o 1° com este nome). Centenas e centenas de matense foram batizados nessa pia, inclusive Sétimo -avó Paterno de Gamaliel Chagas e outras famílias matense desde a freguesia a Vila e Republica de Mata S. Joao
O BATIZADO:
Des. TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO
Batizado no dia 01/04/1839 na Igreja do Senhor do Bonfim de Mata de São João a Tomás, nascido em 22/01/1839 filho de José Garcez da Rocha Vasconcellos Montenegro e Dona Maria Joaquina da Silva Paranhos Montenegro, sendo testemunha Cel João José de Sepúlveda e Vasconcellos e Dona Clara Moreira dos Santos, vigário Luis Antonio dos Santos. Fonte/ Igreja do Bonfim de Mata / Livro de Batizados
LOCAL DA PRIMITIVA RESIDENCIA DA ILUSTRADA FAMÍLIA DO DES. TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO-2013 (foto o edificio na cor verde),

Depois da reforma e abaixo a primitiva residência sede da fazenda Camaçari ou Chacara Tomazina .No período de 1967/71, gestão do prefeito Tenente Luiz Ferreira Costa, foi feito uma reforma no prédio da prefeitura, a antiga casa onde residiu a família Montenegro e anos depois passou a ser o local da Câmara de Vereadores e depois funcionou o Tribunal de Contas do Município e no primeiro governo do prefeito Luis Caetano passou a sediar a secretária de Educação, e que continua sediando em agosto 2013..
No governo de José Tude, foi edificado o Centro Administrativo na gestão 1989/ 92, Prefeitura e Câmara ficaram localizados nesse centro citado.
Nesse imóvel residiu a família do Ilustre Desembargador
Dr. Tomás Garcez Paranhos Montenegro e sua Família no período imperial e Republicana até 1938 quando foi doado para ser a Sede da prefeitura Municipal de Camaçari que ai funcionou até a década de 1980. Foto acima IBGE 1953.
SÃO JOÃO BATISTA - PADROEIRO DE MATA DE S. JOÃO/BA
SÃO JOÃO BATISTA BATIZANDO JESUS CRISTO
no Rio Jordão. S. João Batista Padroeira de Mata de São João/BA. QUADRO DE FAIANÇA PORTUGUESA NO VARANDAL DA CASA RESIDENCIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA / ceramista Eduardo Gomes, lusitano de Aveiro/Portugal. Data do fabrico do painel ano 1984
no Rio Jordão. S. João Batista Padroeira de Mata de São João/BA. QUADRO DE FAIANÇA PORTUGUESA NO VARANDAL DA CASA RESIDENCIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA / ceramista Eduardo Gomes, lusitano de Aveiro/Portugal. Data do fabrico do painel ano 1984
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DIREITOS AUTORAIS EM NOME DE CHIQUITINHA MARAVILHA
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DES. TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO
DESCENDENTE DO CAPITÃO TOMÁS DA SILVA PARANHOS
BIOGRAFIA DO DESEMBARGADOR TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO
- O FUNDADOR DA CIDADE DE CAMAÇARI/BA
Foto arquivo da família do DES. Tomás Garcez Paranhos Montenegro
Foto Chiquitinha Maravilha 20/06/2013
PIA BATISMAL DA ANTIGA MATRIZ DO SENHOR DO BONFIM DE MATA DE SÃO JOÃO/BA
Nessa Secular PIA BATISMAL, foi batizado Tomás Garcez Paranhos Montenegro e sua esposa (prima carnal) Dona Thomazina Josephina Paranhos de Mesquita (nome de solteira) a ilustre esposa do Des. Tomás Garcez Paranhos Montenegro (o 1° com este nome). Centenas e centenas de matense foram batizados nessa pia, inclusive Sétimo -avó Paterno de Gamaliel Chagas e outras famílias matense desde a freguesia a Vila e Republica de Mata S. Joao
O BATIZADO:
Des. TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO
Batizado no dia 01/04/1839 na Igreja do Senhor do Bonfim de Mata de São João a Tomás, nascido em 22/01/1839 filho de José Garcez da Rocha Vasconcellos Montenegro e Dona Maria Joaquina da Silva Paranhos Montenegro, sendo testemunha Cel João José de Sepúlveda e Vasconcellos e Dona Clara Moreira dos Santos, vigário Luis Antonio dos Santos. Fonte/ Igreja do Bonfim de Mata / Livro de Batizados
Des. TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO
Batizado no dia 01/04/1839 na Igreja do Senhor do Bonfim de Mata de São João a Tomás, nascido em 22/01/1839 filho de José Garcez da Rocha Vasconcellos Montenegro e Dona Maria Joaquina da Silva Paranhos Montenegro, sendo testemunha Cel João José de Sepúlveda e Vasconcellos e Dona Clara Moreira dos Santos, vigário Luis Antonio dos Santos. Fonte/ Igreja do Bonfim de Mata / Livro de Batizados
LOCAL DA PRIMITIVA RESIDENCIA DA ILUSTRADA FAMÍLIA DO DES. TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO-2013 (foto o edificio na cor verde),
Depois da reforma e abaixo a primitiva residência sede da fazenda Camaçari ou Chacara Tomazina .No período de 1967/71, gestão do prefeito Tenente Luiz Ferreira Costa, foi feito uma reforma no prédio da prefeitura, a antiga casa onde residiu a família Montenegro e anos depois passou a ser o local da Câmara de Vereadores e depois funcionou o Tribunal de Contas do Município e no primeiro governo do prefeito Luis Caetano passou a sediar a secretária de Educação, e que continua sediando em agosto 2013..
No governo de José Tude, foi edificado o Centro Administrativo na gestão 1989/ 92, Prefeitura e Câmara ficaram localizados nesse centro citado.
Nesse imóvel residiu a família do Ilustre Desembargador
Dr. Tomás Garcez Paranhos Montenegro e sua Família no período imperial e Republicana até 1938 quando foi doado para ser a Sede da prefeitura Municipal de Camaçari que ai funcionou até a década de 1980. Foto acima IBGE 1953.
Dr. Tomás Garcez Paranhos Montenegro e sua Família no período imperial e Republicana até 1938 quando foi doado para ser a Sede da prefeitura Municipal de Camaçari que ai funcionou até a década de 1980. Foto acima IBGE 1953.
Foto Chiquitinha Maravilha - 16/12/201
Pça. Desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro /Cidade de Camaçari /BA // BRASIL. Foto Chiquitinha Maravilha 16/12/2011
FOTO DA MATRIZ DE SÃO TOMÁS DE CANTUÁRIO (DIOCESE), CIDADE DA CAMAÇARI DIA 27/12/20121 - 07:30 horas.
F. Chquitinha Maravilha dia 27/12/2012
Matriz da DIOCESE de São Tomás de Cantuária/CIDADE DE CAMAÇARI/BA.
No local da Matriz da citada diocese, foi edificada a primitiva capela de São Tomás de Cntuária pelo matense Desembargador Tomás Garcez Pranhos Montenegro, inaugurada em 1911. Dr. Tomás era devoto do citado santo Católico (inédito)
BIOGRAFIA
Thomás Garcez Paranhos Montenegro
Por Chiquitinha Maravilha
HISTÓRICO E INEDITO!
Tomás filho do Coronel José Garcez da Rocha Vasconcellos Montenegro e de dona Maria Joaquina da Silva Paranhos, nasceu em 22/1/1839, na Vila de Mata de São João, onde casou-se em 11/2/1860 aos 21 anos de idade, com a sua prima Thomazina Josephina de Mesquita, nascida em 06/11/1840 na cidade de Mata de São João, quando ainda era freguesia do Coqueiro da Agua Comprida do Senhor o Bonfim de Mata de Sao João.
Eram pais de Thomázia o Sr. José Pereira de Mesquita e dona Josephina da Silva Paranhos, descendente do Cap. Thomas Paranhos este comprou as terras da Várzea ( atual cidade de Mata de São João), Capuame ( cidade de Dias D'Avila), terras da cidade de Camaçari, Jauá, Arembepe (litoral), parte do atual bairro de Brotas/Salvador.
As terras da Várzea, atual centro da cidade de Mata de São João, foi comprada em O Capitão Thomás da Silva Paranhos comprou as citadas dos descendentes do Marquês de Cascaes, sendo as terras citadas originarias da Casa dos Marqueses de Niza, sendo instituída em 1552 por D. João III, Rei de Portugal e sendo constituída todas as terras em Capitania (uma capitania) em 1556.
FAMÍLIA PEREIRA MESQUITA NA VILA DE MATA DE SÃO JOÃO
THOMÁZINA JOSEPHINA PARANHOS DE MESQUITA
Dona Thomázina Josephina (Paranhos) de Mesquita a esposa do Desembargador Tomas Garcez Paranhos Montenegro nasceu na cidade de Mata de São João. Seu parente (tio) Capitão Custódio Pereira de Mesquita foi do vereador da Câmara da Vila de Mata no regime imperial, Custodio pai de João Antonio de Mesquita, este casado com Maria Emilia Rodrigues (ou Simões) Teixeira, esta tia trisavô materna de Chiquitinha Maravilha, Maria Emília filha do capitão José Rodrigues Teixeira Junior e Ephifania Simões de Paiva (estes tetra-avôs materno de Chiquitinha).
Capitão José Rodrigue Teixeira Junior pai dentre outros filhos do médico político, Dr. Antonio Rodrigues Teixeira casado com Joana Amélia Meireles Viana (trisa-avós materno de Chiquitinha. Dr. Antonio Rodrigues Teixeira foi o 1° Intendente da Vila de Mata de São João em 1890, foi deputado Provincial e Constituinte Republicano e Senador Estadual na Republica Baiana
A família Pereira Mesquita ramificada com os Silva Paranhos Montenegro... Tiveram a notoriedade política antes e após a emancipação de Freguesia a Vila de Mata de São João em 15/4/1846.
Sua Fazenda Camaçari herdada pelos seus pais de raízes matense. Assim como ele (Thomás), filho da sua querida Mata de São João, onde foi batizado, criado, se casou e realizou seus primeiros estudos, indo realizar seus básicos em outras terras.
Thomás formou-se no Recife em Ciências Jurídicas na Bahia na época não existia Faculdade de Direito (década de 1858). Thomás amava tanto a sua querida Mata de São João que pediu para ser enterrado no mausoléu da Família Paranhos Montenegro Mesquita, localizado na Nave da Igreja do Senhor do Bonfim de Mata de São João, isto em 16/2/1914, uma segunda-feira, tendo falecido dia 15/2/1914, um domingo, un dia histórico para os anais da historiografia matense.
Faleceu no Arraial de Camaçari na sua residência, a Chácara Thomazina, um sobrado perto da Estação da Leste, atual prédio onde situa-se a sede do Tribunal de Contas dos Municípios (prédio já modificado do antigo sobrado).
Thomáz Garcez Paranhos Montenegro, matense de alma nobre, caridosa, humanitária, uma inteligência destacada, um homem íntegro da Lei, da Justiça Baiana e Brasileira. Orgulho da Classe Jurídica da Bahia e do Brasil.
Ao lado do Dr. Leovigildo Gonçalves de Carvalho, que ocupou os 3 Poderes na Vila de mata de São João no Império e Republica, Leovigildo outro sábio, íntegro Magistrado, Juiz da Vara de Órfãos /Salvador durante 28 anos, era respeitado pelas suas decisões a bem da verdade e do direito.
Dr. Leovigildo Goncaves de Carvalho primo em 3° grau de Gamaliel Sales Chagas, Chiquitinha Maravilha.
Thomáz e Leovigildo, duas legendas históricas da Bahia e de Mata de São João, a serviço da Justiça da Bahia e do Brasil nos períodos imperial e primeiras décadas da República Brasileira. Duas inteligências iluminadoras nascidas na época Imperial e falecidos no Regime Republicano (década de 1910 a 1920).
Thomáz e Leovigildo Gonçalves de Carvalho, primo carnal de José Pereira de Carvalho Chagas (avô de Chiquitinha Maravilha nascido na década de 1850 na cidade de Mata de São João), exemplos de matenses nobres e de caráter excepcional nas suas personalidades ricas de dotes materiais e espirituais. Orgulho e exemplos para as gerações matense, camaçariense e baiana de todas as épocas.
O ilustre filho matense, Thomás Garcez Paranhos Montenegro preferiu levar nome de Mata além fronteiras da Bahia, seguia glorioso caminho das Ciências Jurídicas, levando conhecimentos e muitas sabedoria para a Justiça da Bahia e do Brasil, conforme iremos relatar.
Thomás Montenegro, um conquistador de Comarcas, quer como na Promotoria Pública como na função de Juiz e finalmente Desembargador, o Thomás nasceu para as Ciências Jurídicas.
Os Filhos, Netos e Netas de Thomás Montenegro
Os 14 filhos do casal Thomás e Thomázia foram os seguintes:
Ana Amélia, Alice, Dr. Artur, Maria Tomazina, Elisa, Josephina, Maria Joaquina, Maria Josefina, Francisco Aguiar Montenegro, José Olímpio Montenegro, Dr. Abílio Montenegro, Tenente do Exercito e farmacêutico (1914), Dr. Thomas Junior, Afonso Montenegro, Manoel Montenegro (falecido). na época da sua morte deixou vivos 6 filhos, 4 genros e 3 noras.
FILHOS E ESPOSAS DO DES. TOMÁS G. P. MONTENEGRO
Ana Amélia casada com Dr. José Machado de Oliveira, ilustre catedrático da Faculdade de Direito na Escola Normal do mesmo Estado.
Dr. Arthur G. P. Montenegro, casado com Dignez Benigna de Albuquerque Lima. Dona Alice casada com Ponciano Ferreira Oliveira Nunez, Lente da Faculdade Livre de Direito, Membro do Tribunal de Apelação e Revista, era conselheiro.
Dona Maria Thomazina casada com Dr. Bonifácio de Aragão Farias Rocha, diretor aposentado dos Correios. Dona Elisa casada com Francisco Peixoto Delia César Werneck, ambos falecidos.
Dona Josephina casada com Dr. Francisco Luiz da Costa Drummond ex-deputado Federal e advogado. Dr. Thomás G. P. Montenegro Júnior, o Juiz de Direito de Caravellas (1914). Casado com Angelina Martinelle.
Tomás Junior completa a obra do pai na sedimentação da história da cidade de Camaçari com Sede e nome do atual município de Camaçari (antes Vila de Abrantes)
Dona Maria Joaquina Vieira e Dr. Oscar Martins Barbosa e mais Francisca Aguiar Montenegro, solteira (1914). José Olímpio G. P. de Montenegro, casado com Alzira Espinheira, falecidos.
Dr. Abílio G. P. Montenegro, casado com Leonora Villava e mais o Tenente Afonso G. P. Montenegro, farmacêutico do Exército, casado com Anita Serva. O Outro filho, Manoel, é falecido.
O Desembargador Thomas G. P. Montenegro/11 netos, 24 netas e no ano de 1914, época da sua morte tendo vivos 6 filhas, 4 genros e 3 noras. O Desembargador era irmão de Antonio Garcez Paranhos Montenegro, funcionário da Biblioteca Municipal de Salvador.
Existiam vivos ainda 4 filhos: No total foram 14 filhos do casal Thomás e Thomazina. Thomás no dia 11/2/1914 completou 54 anos de casado.
SUA FORMAÇÃO JUDICIARIA
Formou-se em dezembro de 1858, diretamente com uma turma de 60 companheiros, dos quais 10 baianos. Conselheiro Francisco Maria Sodré Pereira, Desembargadores: Virgílio Alves Lima Gordilho, o Ernesto Francisco de Lima Santos, Dr. João Pedro Alcamin, Manuel de Araújo Santos Pereira Lima, Miguel Luiz Vianna, Salvador Vicente Sapucaia. E mais: Antonio Joaquim de Magalhães Castro.
Todos os 10 baianos já faleceram e do total dos 60 da turma de 1858, vivem somente 7. Formou-se na Faculdade de Recife.
Os Cargos que Exerceu no Judiciário
O matense Desembargador Thomás G. P. Montenegro, exerceu vários e vários cargos no judiciário na Bahia. Foi Promotor Público nas cidades baianas de Caravela, Camamu e Valença. Foi Juiz de Direito do Rio São Francisco, Nazaré.
Na Bahia foi Juiz Especial do Comércio. Thomás foi Chefe de Polícia no Recife. Desembargador da Relação de Pernambuco, cargo em que Thomás Montenegro se aposentou, depois veio exercer o cargo de advogado na Bahia (Salvador).
Estabelecimento de Caridade na Cidade de Barra
O seu espírito generoso e humano de uma pessoa extremamente católica. Fundou na cidade de Barra do Rio Grande um estabelecimento de Caridade com o Hospital, sendo por isso condecorado com a Ordem de Rosa. Montenegro nessa época da criação desse estabelecimento era o Juiz de Direito do Rio São Francisco. Fundou um Jornal em Barra.
JUBILEU DE OURO NO JUDICIARIO - 50 ANOS!
No dia 19/12/1908 comemorou o Jubileu de Ouro com os 50 anos de excelentes práticas judiciárias, não só na Bahia, como em outros estados do Brasil. Thomás estreiou aos 20 anos na Magistratura.
LIVROS ESCRITOS POR TOMAS MONTENEGRO
Dos livros escritos pelo Desembargador Thomás Montenegro, destacam-se A Província e A Delegação do Rio São Francisco, e Unidade da Justiça.
THOMÁS G. P. MONTENEGRO O POLÍTICO BAIANO
Foi Deputado Provincial nas legislaturas 1860/61 e 1866/67.
As legislaturas no regime Imperial era de 2 anos. E a citada Câmara de Deputados Provinciais eram formadas por 42 deputados eleitos com votação estadual.
Entre os seus serviços como político devem constar como Deputado Estadual Provincial, discussões de assuntos importantes. Como professor da Faculdade de Direito da qual foi um dos fundadores, ocupando por algum tempo a Cátedra da Prática de Processo, da qual passou a Direito Criminal (matéria que lecionava).
THOMAS MONTENEGRO DEPUTADO FEDERAL
Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro foi eleito Deputado Federal no regime Republicano, onde representou bem a Bahia no Rio de Janeiro.
Comissão do Partido Republicano 1899
A Comissão do Partido Republicano para as eleições federais de 11/11/1899 era composta dos seguintes membros:
Presidente - Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro
Vice-Presidente - Dr. Arthur César Rios
Outros Membros - Dr. Virgílio Clímaco Damásio, Francisco Maria Sodré Pereira, Pedro França Lima Guimarães, Aristides Galvão Augusto Ferreira.
O Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro foi eleito Deputado Federal nessas eleições federais, compondo a bancada da Bahia, formada de 21 deputados a saber:
Augusto Neiva, Ignacio Tosta, Francisco Sodré, Manoel Caetano, Padula Guimarães, Vergne de Abreu, Amphilophio, João Dantas Filho e mais: Adalberto Guimarães, Rodrigues Lima, Seabra, Jayme Villas-Boas, Milton, Marcolino Moura, Leovigildo Filgueiras Tolentino dos Santos, Eduardo Gomes, Castro Rabello e Eugenio Tourinho e mais o Montenegro, uma bancada de prestigio político.
MORTE E SEPULTAMENTO
A Morte de Thomás Garcez P. Montenegro
(15/02/1914)
Historico
Fonte Jornais de Salvador
No seu retiro na Vila Thomazinha, em Camaçari, faleceu no domingo dia 15/2/ 1914 após sofrer dos seus parentes o venerável extinto, ancião, Sr. Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro.
Um Magistrado impoluto que sempre foi a honra e o brilho da classe Parlamentar, emérito professor de Direito e conspícuo advogado especialmente atuando em Salvador.
Posto que já era esperado a sua morte, pela fatal enfermidade e que prendeu Thomás no seu leito. A notícia assim que se espalhou causou dolorosa impressão no grande circulo de suas relações, assim como no domínio da sua ilustrada família, sentimentos que por si só atua como expoente de um vulto de coração aberto, humano de excepcionais qualidades caridosas. Assim como na prática forense onde era justo, impoluto e honrado!
Thomás Garces Paranhos Montenegro faleceu aos 75 anos de idade, acometido de afecção no aparelho urinário, era natural de Mata de São João.
Thomás Sepultado na Vila de Mata de São João
Fonte Jornais de Salvador
O matense Desembargador Montenegro Garcez Paranhos Montenegro foi sepultado no mausoléu da família, no Cemitério da Vila de Mata de São João, localizado na Igreja do Bonfim no piso da nave da igreja.
No saimento compareceram o Governador José Seabra, Dr. Antonio Carlos da Rocha, Diretor da Faculdade de Direito, Conselheiro Dr. Bráulio Xavier da Silva Ferreira, Presidente do Superior Tribunal do Estado, Membros desse Tribunal, Magistrados, lentes da Faculdade, autoridades políticas da Vila de Mata de São João, amigos, cidadãos e parentes do Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro.
O Sepultamento na Capela do Bonfim / Mata S. Joao
Chiquitinha Maravilha
Um dos maiores sepultamentos já verificados na história da Vila de Mata de São João e da Igreja do Bonfim de Mata, não pela quantidade de pessoas, como também pela qualidade das pessoas presentes.
Desembargadores, Juízes, advogados, políticos, médicos, autoridades do executivo, parlamentares, dentre outras pessoas distintas.
A Igreja do Bonfim de Mata de São João ficou pequena para tantas pessoas. Apesar das dificuldades do transporte, devido aos horários dos trens da Leste, a pequena Estação de Jacupema nunca em toda a sua história foi cenário no desembarque e embarque de pessoas nas suas acanhadas dimensões.
Desembargador Thomás Montenegro, filho da Mata de São João, foi batizado na Igreja do Bonfim, onde também casou-se. Seus pais tinham jázigos perpétuos na Nave da Igreja, local onde foi sepultado, a pedido do Desembargador Montenegro, pedido este respeitado pela sua família.
O Desembargador Thomás Montenegro demonstrava assim o seu notável amor pela sua terra natal, Mata de São João, local onde tinha raízes nativistas.
O corpo saiu da Vila Thomazina (Arraial de Camaçari), pelo transporte de Trem, chegando na Estação Jacupema no Bonfim de Mata e nessa pequena Estação de Trem, um grande número de pessoas já esperavam o cortejo, assim como o corpo do Desembargador Thomás Montenegro para a sua última morada.
O sepultamento aconteceu no jazigo perpétuo da família, localizado na Nave da Igreja do Bonfim de Mata, local onde foram sepultados as grandes famílias da Vila da Mata (e antes de ser Vila, quando era Freguesia).
Pessoas Ilustres que Estiveram no Sepultamento
Fonte Jornais de Salvador e Chiquitinha Maravilha
1º Tenente Francisco Pereira de Mesquita, Dr. Carlos Macedo de Simões, Dr. Conselheiro Bráulio Xavier, Presidente do Tribunal Superior de Apelação e Revista, Dr. Carlos Seabra, Major Ezequiel Rego e João Pereira de Carvalho, Segrefild Guimarães, Luiz Alves Pereira, o Albino Mendonça, Dr. Lino Meireles.
E mais: Francisco Paim de Morais, Cel Justino de Oliveira, o Pedro Muniz Gomes, Jaime de Mesquita, Pergentino Santos, Severiano da Rocha Pita, Cel Argiro Leitão, Aurélio Verne de Oliveira, o Luiz Duarte de Oliveira, Francisco Menezes, Dr. Pedro Eustáquio de Oliveira Porto, Egildo Tapioca, Aníbal Drumond, João da Costa de Drumond, Adolfo Ribeiro, Dr. Ariston Martinelli, João Mendonça, Cel Ernesto de Andrade, Raimundo Ignácio da Silva, Juiz da Comarca da Vila de Mata, Conselheiro Carneiro da Rocha, Raimundo Neto Silva.
Ainda outras pessoas: Luiz Antonio Garcez (Mata de São João)), Dr. Antonio Tourinho, professor Bráulio Cesar Sampaio (Mata), Capitão Abílio Gentil Tourinho (Mata), Dr. Felinto Cezar Sampaio, Deputado Federal (Mata), filho de Bráulio Sampaio, José Caetano de Almeida (Mata), Heitor Pedral de Gusmão, Cel Silvano de Assis Batista (Mata), João Tavares, João Martins de Melo, Dr. Mario Torres, Cel João Ramos, Cicinato Fonseca (farmacêutico), Otávio Jathay (Mata), Joaquim Moreira, Antenor Barreto, Américo Barreto, José Joaquim, Tenente Procópio, e muitas outras pessoas da Vila de Mata, cidades vizinhas e da capital da Bahia, que não foram citadas.
Missa de corpo presentes foi rezada pelo Vigário da Paróquia a de Nossa Senhora da Mata (depois passou a ser São João Batista).
Foram depositadas flores, cartões com mensagens diversas, as despesas do enterro foram feitas pelos moradores da Vila de Mata de São João, ao seu filho querido e ilustre, um das inteligências matense que brilhou na Magistratura da Bahia e do Brasil.
O sepultamento do matense, Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro foi numa segunda-feira, dia 16/2/1914, um acontecimento nobre, histórico para a Vila de Mata de São João.
Missas de Trigéssimo dia Misericórdia e Piedade
Fonte Jornais de Salvador
Uma Missa de Trigéssimo dia foi rezada na Santa Casa de Misericórdia pela alma do Desembargador Thomás Montenegro, ás 17 horas na Capela Central da Igreja. Montenegro era irmão da Santa Casa (rezada dia 15/3/1914).
Na Igreja do Convento da Piedade, a família Montenegro mandou que fosse rezada uma Missa pela alma do Dr. Thomás Montenegro, no dia 17/3/1914.
Nessa Missa compareceram a ilustrada família Montenegro, amigos e parentes, professores de ensino Superior, Magistrados, Conselheiros, advogados, políticos, militares, ficando lotada a nave da Igreja do Convento da Piedade em Salvador.
Depois da Missa a família recebeu inequívocas provas de solidariedade, na tristeza que abateu a família do falecido.
No local da Matriz da citada diocese, foi edificada a primitiva capela de São Tomás de Cntuária pelo matense Desembargador Tomás Garcez Pranhos Montenegro, inaugurada em 1911. Dr. Tomás era devoto do citado santo Católico (inédito)
BIOGRAFIA
Thomás Garcez Paranhos Montenegro
Por Chiquitinha Maravilha
HISTÓRICO E INEDITO!
Tomás filho do Coronel José Garcez da Rocha Vasconcellos Montenegro e de dona Maria Joaquina da Silva Paranhos, nasceu em 22/1/1839, na Vila de Mata de São João, onde casou-se em 11/2/1860 aos 21 anos de idade, com a sua prima Thomazina Josephina de Mesquita, nascida em 06/11/1840 na cidade de Mata de São João, quando ainda era freguesia do Coqueiro da Agua Comprida do Senhor o Bonfim de Mata de Sao João.
Eram pais de Thomázia o Sr. José Pereira de Mesquita e dona Josephina da Silva Paranhos, descendente do Cap. Thomas Paranhos este comprou as terras da Várzea ( atual cidade de Mata de São João), Capuame ( cidade de Dias D'Avila), terras da cidade de Camaçari, Jauá, Arembepe (litoral), parte do atual bairro de Brotas/Salvador.
As terras da Várzea, atual centro da cidade de Mata de São João, foi comprada em O Capitão Thomás da Silva Paranhos comprou as citadas dos descendentes do Marquês de Cascaes, sendo as terras citadas originarias da Casa dos Marqueses de Niza, sendo instituída em 1552 por D. João III, Rei de Portugal e sendo constituída todas as terras em Capitania (uma capitania) em 1556.
FAMÍLIA PEREIRA MESQUITA NA VILA DE MATA DE SÃO JOÃO
THOMÁZINA JOSEPHINA PARANHOS DE MESQUITA
Dona Thomázina Josephina (Paranhos) de Mesquita a esposa do Desembargador Tomas Garcez Paranhos Montenegro nasceu na cidade de Mata de São João. Seu parente (tio) Capitão Custódio Pereira de Mesquita foi do vereador da Câmara da Vila de Mata no regime imperial, Custodio pai de João Antonio de Mesquita, este casado com Maria Emilia Rodrigues (ou Simões) Teixeira, esta tia trisavô materna de Chiquitinha Maravilha, Maria Emília filha do capitão José Rodrigues Teixeira Junior e Ephifania Simões de Paiva (estes tetra-avôs materno de Chiquitinha).
Capitão José Rodrigue Teixeira Junior pai dentre outros filhos do médico político, Dr. Antonio Rodrigues Teixeira casado com Joana Amélia Meireles Viana (trisa-avós materno de Chiquitinha. Dr. Antonio Rodrigues Teixeira foi o 1° Intendente da Vila de Mata de São João em 1890, foi deputado Provincial e Constituinte Republicano e Senador Estadual na Republica Baiana
A família Pereira Mesquita ramificada com os Silva Paranhos Montenegro... Tiveram a notoriedade política antes e após a emancipação de Freguesia a Vila de Mata de São João em 15/4/1846.
Capitão José Rodrigue Teixeira Junior pai dentre outros filhos do médico político, Dr. Antonio Rodrigues Teixeira casado com Joana Amélia Meireles Viana (trisa-avós materno de Chiquitinha. Dr. Antonio Rodrigues Teixeira foi o 1° Intendente da Vila de Mata de São João em 1890, foi deputado Provincial e Constituinte Republicano e Senador Estadual na Republica Baiana
A família Pereira Mesquita ramificada com os Silva Paranhos Montenegro... Tiveram a notoriedade política antes e após a emancipação de Freguesia a Vila de Mata de São João em 15/4/1846.
Sua Fazenda Camaçari herdada pelos seus pais de raízes matense. Assim como ele (Thomás), filho da sua querida Mata de São João, onde foi batizado, criado, se casou e realizou seus primeiros estudos, indo realizar seus básicos em outras terras.
Thomás formou-se no Recife em Ciências Jurídicas na Bahia na época não existia Faculdade de Direito (década de 1858). Thomás amava tanto a sua querida Mata de São João que pediu para ser enterrado no mausoléu da Família Paranhos Montenegro Mesquita, localizado na Nave da Igreja do Senhor do Bonfim de Mata de São João, isto em 16/2/1914, uma segunda-feira, tendo falecido dia 15/2/1914, um domingo, un dia histórico para os anais da historiografia matense.
Faleceu no Arraial de Camaçari na sua residência, a Chácara Thomazina, um sobrado perto da Estação da Leste, atual prédio onde situa-se a sede do Tribunal de Contas dos Municípios (prédio já modificado do antigo sobrado).
Thomáz Garcez Paranhos Montenegro, matense de alma nobre, caridosa, humanitária, uma inteligência destacada, um homem íntegro da Lei, da Justiça Baiana e Brasileira. Orgulho da Classe Jurídica da Bahia e do Brasil.
Ao lado do Dr. Leovigildo Gonçalves de Carvalho, que ocupou os 3 Poderes na Vila de mata de São João no Império e Republica, Leovigildo outro sábio, íntegro Magistrado, Juiz da Vara de Órfãos /Salvador durante 28 anos, era respeitado pelas suas decisões a bem da verdade e do direito.
Dr. Leovigildo Goncaves de Carvalho primo em 3° grau de Gamaliel Sales Chagas, Chiquitinha Maravilha.
Dr. Leovigildo Goncaves de Carvalho primo em 3° grau de Gamaliel Sales Chagas, Chiquitinha Maravilha.
Thomáz e Leovigildo, duas legendas históricas da Bahia e de Mata de São João, a serviço da Justiça da Bahia e do Brasil nos períodos imperial e primeiras décadas da República Brasileira. Duas inteligências iluminadoras nascidas na época Imperial e falecidos no Regime Republicano (década de 1910 a 1920).
Thomáz e Leovigildo Gonçalves de Carvalho, primo carnal de José Pereira de Carvalho Chagas (avô de Chiquitinha Maravilha nascido na década de 1850 na cidade de Mata de São João), exemplos de matenses nobres e de caráter excepcional nas suas personalidades ricas de dotes materiais e espirituais. Orgulho e exemplos para as gerações matense, camaçariense e baiana de todas as épocas.
O ilustre filho matense, Thomás Garcez Paranhos Montenegro preferiu levar nome de Mata além fronteiras da Bahia, seguia glorioso caminho das Ciências Jurídicas, levando conhecimentos e muitas sabedoria para a Justiça da Bahia e do Brasil, conforme iremos relatar.
Thomás Montenegro, um conquistador de Comarcas, quer como na Promotoria Pública como na função de Juiz e finalmente Desembargador, o Thomás nasceu para as Ciências Jurídicas.
Os Filhos, Netos e Netas de Thomás Montenegro
Os 14 filhos do casal Thomás e Thomázia foram os seguintes:
Ana Amélia, Alice, Dr. Artur, Maria Tomazina, Elisa, Josephina, Maria Joaquina, Maria Josefina, Francisco Aguiar Montenegro, José Olímpio Montenegro, Dr. Abílio Montenegro, Tenente do Exercito e farmacêutico (1914), Dr. Thomas Junior, Afonso Montenegro, Manoel Montenegro (falecido). na época da sua morte deixou vivos 6 filhos, 4 genros e 3 noras.
FILHOS E ESPOSAS DO DES. TOMÁS G. P. MONTENEGRO
Ana Amélia, Alice, Dr. Artur, Maria Tomazina, Elisa, Josephina, Maria Joaquina, Maria Josefina, Francisco Aguiar Montenegro, José Olímpio Montenegro, Dr. Abílio Montenegro, Tenente do Exercito e farmacêutico (1914), Dr. Thomas Junior, Afonso Montenegro, Manoel Montenegro (falecido). na época da sua morte deixou vivos 6 filhos, 4 genros e 3 noras.
FILHOS E ESPOSAS DO DES. TOMÁS G. P. MONTENEGRO
Ana Amélia casada com Dr. José Machado de Oliveira, ilustre catedrático da Faculdade de Direito na Escola Normal do mesmo Estado.
Dr. Arthur G. P. Montenegro, casado com Dignez Benigna de Albuquerque Lima. Dona Alice casada com Ponciano Ferreira Oliveira Nunez, Lente da Faculdade Livre de Direito, Membro do Tribunal de Apelação e Revista, era conselheiro.
Dona Maria Thomazina casada com Dr. Bonifácio de Aragão Farias Rocha, diretor aposentado dos Correios. Dona Elisa casada com Francisco Peixoto Delia César Werneck, ambos falecidos.
Dona Josephina casada com Dr. Francisco Luiz da Costa Drummond ex-deputado Federal e advogado. Dr. Thomás G. P. Montenegro Júnior, o Juiz de Direito de Caravellas (1914). Casado com Angelina Martinelle.
Tomás Junior completa a obra do pai na sedimentação da história da cidade de Camaçari com Sede e nome do atual município de Camaçari (antes Vila de Abrantes)
Tomás Junior completa a obra do pai na sedimentação da história da cidade de Camaçari com Sede e nome do atual município de Camaçari (antes Vila de Abrantes)
Dona Maria Joaquina Vieira e Dr. Oscar Martins Barbosa e mais Francisca Aguiar Montenegro, solteira (1914). José Olímpio G. P. de Montenegro, casado com Alzira Espinheira, falecidos.
Dr. Abílio G. P. Montenegro, casado com Leonora Villava e mais o Tenente Afonso G. P. Montenegro, farmacêutico do Exército, casado com Anita Serva. O Outro filho, Manoel, é falecido.
O Desembargador Thomas G. P. Montenegro/11 netos, 24 netas e no ano de 1914, época da sua morte tendo vivos 6 filhas, 4 genros e 3 noras. O Desembargador era irmão de Antonio Garcez Paranhos Montenegro, funcionário da Biblioteca Municipal de Salvador.
Existiam vivos ainda 4 filhos: No total foram 14 filhos do casal Thomás e Thomazina. Thomás no dia 11/2/1914 completou 54 anos de casado.
SUA FORMAÇÃO JUDICIARIA
Formou-se em dezembro de 1858, diretamente com uma turma de 60 companheiros, dos quais 10 baianos. Conselheiro Francisco Maria Sodré Pereira, Desembargadores: Virgílio Alves Lima Gordilho, o Ernesto Francisco de Lima Santos, Dr. João Pedro Alcamin, Manuel de Araújo Santos Pereira Lima, Miguel Luiz Vianna, Salvador Vicente Sapucaia. E mais: Antonio Joaquim de Magalhães Castro.
Todos os 10 baianos já faleceram e do total dos 60 da turma de 1858, vivem somente 7. Formou-se na Faculdade de Recife.
Os Cargos que Exerceu no Judiciário
O matense Desembargador Thomás G. P. Montenegro, exerceu vários e vários cargos no judiciário na Bahia. Foi Promotor Público nas cidades baianas de Caravela, Camamu e Valença. Foi Juiz de Direito do Rio São Francisco, Nazaré.
Na Bahia foi Juiz Especial do Comércio. Thomás foi Chefe de Polícia no Recife. Desembargador da Relação de Pernambuco, cargo em que Thomás Montenegro se aposentou, depois veio exercer o cargo de advogado na Bahia (Salvador).
Estabelecimento de Caridade na Cidade de Barra
O seu espírito generoso e humano de uma pessoa extremamente católica. Fundou na cidade de Barra do Rio Grande um estabelecimento de Caridade com o Hospital, sendo por isso condecorado com a Ordem de Rosa. Montenegro nessa época da criação desse estabelecimento era o Juiz de Direito do Rio São Francisco. Fundou um Jornal em Barra.
JUBILEU DE OURO NO JUDICIARIO - 50 ANOS!
No dia 19/12/1908 comemorou o Jubileu de Ouro com os 50 anos de excelentes práticas judiciárias, não só na Bahia, como em outros estados do Brasil. Thomás estreiou aos 20 anos na Magistratura.
LIVROS ESCRITOS POR TOMAS MONTENEGRO
Dos livros escritos pelo Desembargador Thomás Montenegro, destacam-se A Província e A Delegação do Rio São Francisco, e Unidade da Justiça.
THOMÁS G. P. MONTENEGRO O POLÍTICO BAIANO
THOMÁS G. P. MONTENEGRO O POLÍTICO BAIANO
Foi Deputado Provincial nas legislaturas 1860/61 e 1866/67.
As legislaturas no regime Imperial era de 2 anos. E a citada Câmara de Deputados Provinciais eram formadas por 42 deputados eleitos com votação estadual.
Entre os seus serviços como político devem constar como Deputado Estadual Provincial, discussões de assuntos importantes. Como professor da Faculdade de Direito da qual foi um dos fundadores, ocupando por algum tempo a Cátedra da Prática de Processo, da qual passou a Direito Criminal (matéria que lecionava).
Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro foi eleito Deputado Federal no regime Republicano, onde representou bem a Bahia no Rio de Janeiro.
Comissão do Partido Republicano 1899
MORTE E SEPULTAMENTO
Comissão do Partido Republicano 1899
A Comissão do Partido Republicano para as eleições federais de 11/11/1899 era composta dos seguintes membros:
Presidente - Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro
Vice-Presidente - Dr. Arthur César Rios
Outros Membros - Dr. Virgílio Clímaco Damásio, Francisco Maria Sodré Pereira, Pedro França Lima Guimarães, Aristides Galvão Augusto Ferreira.
O Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro foi eleito Deputado Federal nessas eleições federais, compondo a bancada da Bahia, formada de 21 deputados a saber:
Augusto Neiva, Ignacio Tosta, Francisco Sodré, Manoel Caetano, Padula Guimarães, Vergne de Abreu, Amphilophio, João Dantas Filho e mais: Adalberto Guimarães, Rodrigues Lima, Seabra, Jayme Villas-Boas, Milton, Marcolino Moura, Leovigildo Filgueiras Tolentino dos Santos, Eduardo Gomes, Castro Rabello e Eugenio Tourinho e mais o Montenegro, uma bancada de prestigio político.
MORTE E SEPULTAMENTO
A Morte de Thomás Garcez P. Montenegro
(15/02/1914)
Historico
Historico
Fonte Jornais de Salvador
No seu retiro na Vila Thomazinha, em Camaçari, faleceu no domingo dia 15/2/ 1914 após sofrer dos seus parentes o venerável extinto, ancião, Sr. Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro.
Um Magistrado impoluto que sempre foi a honra e o brilho da classe Parlamentar, emérito professor de Direito e conspícuo advogado especialmente atuando em Salvador.
Posto que já era esperado a sua morte, pela fatal enfermidade e que prendeu Thomás no seu leito. A notícia assim que se espalhou causou dolorosa impressão no grande circulo de suas relações, assim como no domínio da sua ilustrada família, sentimentos que por si só atua como expoente de um vulto de coração aberto, humano de excepcionais qualidades caridosas. Assim como na prática forense onde era justo, impoluto e honrado!
Thomás Garces Paranhos Montenegro faleceu aos 75 anos de idade, acometido de afecção no aparelho urinário, era natural de Mata de São João.
Thomás Sepultado na Vila de Mata de São João
Fonte Jornais de Salvador
O matense Desembargador Montenegro Garcez Paranhos Montenegro foi sepultado no mausoléu da família, no Cemitério da Vila de Mata de São João, localizado na Igreja do Bonfim no piso da nave da igreja.
No saimento compareceram o Governador José Seabra, Dr. Antonio Carlos da Rocha, Diretor da Faculdade de Direito, Conselheiro Dr. Bráulio Xavier da Silva Ferreira, Presidente do Superior Tribunal do Estado, Membros desse Tribunal, Magistrados, lentes da Faculdade, autoridades políticas da Vila de Mata de São João, amigos, cidadãos e parentes do Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro.
O Sepultamento na Capela do Bonfim / Mata S. Joao
Chiquitinha Maravilha
Um dos maiores sepultamentos já verificados na história da Vila de Mata de São João e da Igreja do Bonfim de Mata, não pela quantidade de pessoas, como também pela qualidade das pessoas presentes.
Desembargadores, Juízes, advogados, políticos, médicos, autoridades do executivo, parlamentares, dentre outras pessoas distintas.
A Igreja do Bonfim de Mata de São João ficou pequena para tantas pessoas. Apesar das dificuldades do transporte, devido aos horários dos trens da Leste, a pequena Estação de Jacupema nunca em toda a sua história foi cenário no desembarque e embarque de pessoas nas suas acanhadas dimensões.
Desembargador Thomás Montenegro, filho da Mata de São João, foi batizado na Igreja do Bonfim, onde também casou-se. Seus pais tinham jázigos perpétuos na Nave da Igreja, local onde foi sepultado, a pedido do Desembargador Montenegro, pedido este respeitado pela sua família.
O Desembargador Thomás Montenegro demonstrava assim o seu notável amor pela sua terra natal, Mata de São João, local onde tinha raízes nativistas.
O corpo saiu da Vila Thomazina (Arraial de Camaçari), pelo transporte de Trem, chegando na Estação Jacupema no Bonfim de Mata e nessa pequena Estação de Trem, um grande número de pessoas já esperavam o cortejo, assim como o corpo do Desembargador Thomás Montenegro para a sua última morada.
O sepultamento aconteceu no jazigo perpétuo da família, localizado na Nave da Igreja do Bonfim de Mata, local onde foram sepultados as grandes famílias da Vila da Mata (e antes de ser Vila, quando era Freguesia).
Pessoas Ilustres que Estiveram no Sepultamento
Fonte Jornais de Salvador e Chiquitinha Maravilha
1º Tenente Francisco Pereira de Mesquita, Dr. Carlos Macedo de Simões, Dr. Conselheiro Bráulio Xavier, Presidente do Tribunal Superior de Apelação e Revista, Dr. Carlos Seabra, Major Ezequiel Rego e João Pereira de Carvalho, Segrefild Guimarães, Luiz Alves Pereira, o Albino Mendonça, Dr. Lino Meireles.
E mais: Francisco Paim de Morais, Cel Justino de Oliveira, o Pedro Muniz Gomes, Jaime de Mesquita, Pergentino Santos, Severiano da Rocha Pita, Cel Argiro Leitão, Aurélio Verne de Oliveira, o Luiz Duarte de Oliveira, Francisco Menezes, Dr. Pedro Eustáquio de Oliveira Porto, Egildo Tapioca, Aníbal Drumond, João da Costa de Drumond, Adolfo Ribeiro, Dr. Ariston Martinelli, João Mendonça, Cel Ernesto de Andrade, Raimundo Ignácio da Silva, Juiz da Comarca da Vila de Mata, Conselheiro Carneiro da Rocha, Raimundo Neto Silva.
Ainda outras pessoas: Luiz Antonio Garcez (Mata de São João)), Dr. Antonio Tourinho, professor Bráulio Cesar Sampaio (Mata), Capitão Abílio Gentil Tourinho (Mata), Dr. Felinto Cezar Sampaio, Deputado Federal (Mata), filho de Bráulio Sampaio, José Caetano de Almeida (Mata), Heitor Pedral de Gusmão, Cel Silvano de Assis Batista (Mata), João Tavares, João Martins de Melo, Dr. Mario Torres, Cel João Ramos, Cicinato Fonseca (farmacêutico), Otávio Jathay (Mata), Joaquim Moreira, Antenor Barreto, Américo Barreto, José Joaquim, Tenente Procópio, e muitas outras pessoas da Vila de Mata, cidades vizinhas e da capital da Bahia, que não foram citadas.
Missa de corpo presentes foi rezada pelo Vigário da Paróquia a de Nossa Senhora da Mata (depois passou a ser São João Batista).
Foram depositadas flores, cartões com mensagens diversas, as despesas do enterro foram feitas pelos moradores da Vila de Mata de São João, ao seu filho querido e ilustre, um das inteligências matense que brilhou na Magistratura da Bahia e do Brasil.
O sepultamento do matense, Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro foi numa segunda-feira, dia 16/2/1914, um acontecimento nobre, histórico para a Vila de Mata de São João.
Missas de Trigéssimo dia Misericórdia e Piedade
Fonte Jornais de Salvador
Uma Missa de Trigéssimo dia foi rezada na Santa Casa de Misericórdia pela alma do Desembargador Thomás Montenegro, ás 17 horas na Capela Central da Igreja. Montenegro era irmão da Santa Casa (rezada dia 15/3/1914).
Na Igreja do Convento da Piedade, a família Montenegro mandou que fosse rezada uma Missa pela alma do Dr. Thomás Montenegro, no dia 17/3/1914.
Nessa Missa compareceram a ilustrada família Montenegro, amigos e parentes, professores de ensino Superior, Magistrados, Conselheiros, advogados, políticos, militares, ficando lotada a nave da Igreja do Convento da Piedade em Salvador.
Depois da Missa a família recebeu inequívocas provas de solidariedade, na tristeza que abateu a família do falecido.
Sepultamento de Thomazina Josephina M. Montenegro
Thomazina Josephina de Mesquita Montenegro, esposa do Desembargador Thomaz Garcez Paranhos Montenegro, faleceu no dia 6/9/1919 ás 22 horas na cidade de Salvador na sua residência, localizada na rua Politeama, distrito de Vitória.
Thomazina faleceu de gripe aos 79 anos, conforme atestado do médico Pedro Fontes, sendo sepultada no Cemitério Campo Santo no dia 7/9/1919, carneiro 702, quadra 825, nº de ordem 1048, Livro 1330 (Livro nº 5) da Santa Casa de Misericórdia de Salvador. O filho do casal citado, Desembargador Thomaz Garcez Paranhos Montenegro Junior, foi quem tirou certidão de óbito no Cartório de Registro Civil do Distrito da Vitória.
Dona Thomazina Josephina foi enterrada no Campo Santo, no dia 7/9/1919. O féretro saiu da casa do seu filho as 4 horas da tarde (rua do Politeama), rumo ao Campo Santo, uma quantidade muito grande de pessoas de todas as camadas sociais e autoridades do estado como parentes e amigos num dos enterros dos mais prestigiados pela sociedade de Salvador.
TOMAZINA MATENSE
Dona Thomazina Josephina foi enterrada no Campo Santo, no dia 7/9/1919. O féretro saiu da casa do seu filho as 4 horas da tarde (rua do Politeama), rumo ao Campo Santo, uma quantidade muito grande de pessoas de todas as camadas sociais e autoridades do estado como parentes e amigos num dos enterros dos mais prestigiados pela sociedade de Salvador.
TOMAZINA MATENSE
Thomazina nasceu na Vila de Mata de São João, se casou na mesma cidade com seu primo carnal Desembargador Thomaz Garcez Paranhos Montenegro este falecido em 1914 e sepultado em jazigo perpétuo na Igreja do Bonfim de Mata. O casal Thomaz e Thomazina, tiveram vários filhos.
Casa Residência de Thomás Garcez Paranhos Montenegro
A casa residência edificada pelo Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro, localizada na sua Fazenda Camaçari, ainda no período Imperial, anos depois com a morte do Desembargador Thomás ficou para a viúva e filhos, com a morte da viúva Thomazina em 1919 a casa residência do povoado de Camaçari (Fazenda Camaçari), passou para os filhos.
Anos depois essa residência, uma linda mansão, passou a ser da Prefeitura Municipal, com a passagem de Distrito a Sede Municipal no dia 30 de março de 1938.
A frente da Prefeitura (prédio) era com duas janelas retangulares e uma porta de arcada larga com escada (degraus de acesso a esta porta).
Na lateral esquerda localizava-se na década de 1950 a sede da Agência de Estatística com uma porta e três janelas e mais duas portas e duas janelas, no mesmo lado que servia para outros fins.
No período de 1967/71, gestão do prefeito Tenente Luiz Ferreira Costa, foi feito uma reforma no prédio da prefeitura, a antiga casa onde residiu a família Montenegro e anos depois passou a ser o local da Câmara de Vereadores e depois (atualmente 2009), funciona o Tribunal de Contas do Município.
No governo de José Tude, foi edificado o Centro Administrativo na gestão 1989/ 92, Prefeitura e Câmara ficaram localizados nesse centro citado.
Capitão Thomás da Silva Paranhos
O capitão Thomás da Silva Paranhos foi Capitão e Ordenanças nos Termos da Legislação Militar, vigente antes da Independência do Brasil e da Bahia, conseguiu o título de Capitão em função das suas atividades que exercia na cidade de Salvador. Seus descendentes familiares de origem portuguesa que habitavam na cidade de Salvador no conhecido solado do Ferrão.
O Capitão Thomás da Silva Paranhos era procurador e grande latifundiário urbano residente numa casa grande, situada na meia encosta da Ladeira dos Galéis.
O Capitão Thomás da Silva Paranhos faleceu no dia 14/4/1864, sendo os seus bens patrimoniais, inclusive suas extensas terras espalhadas pela cidade de Salvador (Brotas), Vila da Mata de São João, CIDADE DE CAMACARI e orla do Litoral Norte a exemplo de Arembepe, Capuame, etc. foram herdadas pelos seus descendentes.
Com o casamento de suas filhas, as terras citadas passaram a pertencer aos descendentes, ou seja, os netos do capitão Thomás da Silva Paranhos.
Pesquisa acima Capitão Tomas da Silva Paranhos no Livro - Histórias Que Não Contei, p. 37, 38, de Sandra Parente, ano 2007, editora Fast Design, Salvador/Ba.
As Terras Compradas pelo Capitão Thomás
da Silva Paranhos
Chiquitinha Maravilha
O capitão Thomás da Silva Paranhos por escritura, adquiriu todo o grande patrimônio imobiliário da “Casa de Niza” existente no Brasil sendo essas terras denominadas de terras da Marquesa de Niza.
O patrimônio da Marquesa de Niza vinha desde o tempo do 1º Governador Geral do Brasil Tomé de Souza que iniciara doando ao seu primo (de Tomé de Souza) e protetor D. Antonio de Athaide, o 1º Conde de Castanheira, terras situadas na Capitania da Bahia como retribuição por ter sido Tomé de Souza nomeado Governador Geral do Brasil.
Casa Residência de Thomás Garcez Paranhos Montenegro
A casa residência edificada pelo Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro, localizada na sua Fazenda Camaçari, ainda no período Imperial, anos depois com a morte do Desembargador Thomás ficou para a viúva e filhos, com a morte da viúva Thomazina em 1919 a casa residência do povoado de Camaçari (Fazenda Camaçari), passou para os filhos.
Anos depois essa residência, uma linda mansão, passou a ser da Prefeitura Municipal, com a passagem de Distrito a Sede Municipal no dia 30 de março de 1938.
A frente da Prefeitura (prédio) era com duas janelas retangulares e uma porta de arcada larga com escada (degraus de acesso a esta porta).
Na lateral esquerda localizava-se na década de 1950 a sede da Agência de Estatística com uma porta e três janelas e mais duas portas e duas janelas, no mesmo lado que servia para outros fins.
No período de 1967/71, gestão do prefeito Tenente Luiz Ferreira Costa, foi feito uma reforma no prédio da prefeitura, a antiga casa onde residiu a família Montenegro e anos depois passou a ser o local da Câmara de Vereadores e depois (atualmente 2009), funciona o Tribunal de Contas do Município.
No governo de José Tude, foi edificado o Centro Administrativo na gestão 1989/ 92, Prefeitura e Câmara ficaram localizados nesse centro citado.
Capitão Thomás da Silva Paranhos
O capitão Thomás da Silva Paranhos foi Capitão e Ordenanças nos Termos da Legislação Militar, vigente antes da Independência do Brasil e da Bahia, conseguiu o título de Capitão em função das suas atividades que exercia na cidade de Salvador. Seus descendentes familiares de origem portuguesa que habitavam na cidade de Salvador no conhecido solado do Ferrão.
O Capitão Thomás da Silva Paranhos era procurador e grande latifundiário urbano residente numa casa grande, situada na meia encosta da Ladeira dos Galéis.
O Capitão Thomás da Silva Paranhos faleceu no dia 14/4/1864, sendo os seus bens patrimoniais, inclusive suas extensas terras espalhadas pela cidade de Salvador (Brotas), Vila da Mata de São João, CIDADE DE CAMACARI e orla do Litoral Norte a exemplo de Arembepe, Capuame, etc. foram herdadas pelos seus descendentes.
Com o casamento de suas filhas, as terras citadas passaram a pertencer aos descendentes, ou seja, os netos do capitão Thomás da Silva Paranhos.
Pesquisa acima Capitão Tomas da Silva Paranhos no Livro - Histórias Que Não Contei, p. 37, 38, de Sandra Parente, ano 2007, editora Fast Design, Salvador/Ba.
As Terras Compradas pelo Capitão Thomás
da Silva Paranhos
Chiquitinha Maravilha
O capitão Thomás da Silva Paranhos por escritura, adquiriu todo o grande patrimônio imobiliário da “Casa de Niza” existente no Brasil sendo essas terras denominadas de terras da Marquesa de Niza.
O patrimônio da Marquesa de Niza vinha desde o tempo do 1º Governador Geral do Brasil Tomé de Souza que iniciara doando ao seu primo (de Tomé de Souza) e protetor D. Antonio de Athaide, o 1º Conde de Castanheira, terras situadas na Capitania da Bahia como retribuição por ter sido Tomé de Souza nomeado Governador Geral do Brasil.
Falecimento do Capitão Tomás,
Terras Herdadas pelos Descendentes
Chiquitinha Maravilha
O Capitão Thomás da Silva Paranhos faleceu no dia 14/4/1864, sendo os seus bens patrimoniais, inclusive suas extensas terras espalhadas pela cidade de Salvador, Vila da Mata de São João e Orla do Litoral Norte a exemplo de Arembepe, Capuame, Brotas, Cabula, etc. Com o casamento de suas filhas, as terras citadas passaram a pertencer aos descendentes, ou seja, os netos do capitão Thomás da Silva Paranhos.
AS TERRAS DO CAPITÃO TOMAS DA SILVA PARANHOS
O capitão Thomás da Silva Paranhos por escritura, adquiriu todo o grande patrimônio imobiliário da “Casa de Niza” existente no Brasil sendo essas terras denominadas de terras da Marquesa de Niza.
O patrimônio da Marquesa de Niza vinha desde o tempo do 1º Governador Geral do Brasil Tomé de Souza que iniciara doando ao seu primo (de Tomé de Souza) e protetor D. Antonio de Athaide, o 1º Conde de Castanheira, terras situadas na Capitania da Bahia como retribuição por ter sido Tomé de Souza nomeado Governador Geral do Brasil.
O Capitão Thomás da Silva Paranhos faleceu no dia 14/4/1864, sendo os seus bens patrimoniais, inclusive suas extensas terras espalhadas pela cidade de Salvador, Vila da Mata de São João e Orla do Litoral Norte a exemplo de Arembepe, Capuame, Brotas, Cabula, etc. Com o casamento de suas filhas, as terras citadas passaram a pertencer aos descendentes, ou seja, os netos do capitão Thomás da Silva Paranhos.
AS TERRAS DO CAPITÃO TOMAS DA SILVA PARANHOS
O capitão Thomás da Silva Paranhos por escritura, adquiriu todo o grande patrimônio imobiliário da “Casa de Niza” existente no Brasil sendo essas terras denominadas de terras da Marquesa de Niza.
O patrimônio da Marquesa de Niza vinha desde o tempo do 1º Governador Geral do Brasil Tomé de Souza que iniciara doando ao seu primo (de Tomé de Souza) e protetor D. Antonio de Athaide, o 1º Conde de Castanheira, terras situadas na Capitania da Bahia como retribuição por ter sido Tomé de Souza nomeado Governador Geral do Brasil.
Falecimento do Capitão Tomás, Terras
As Terras de Garcia D’ Ávila e seus Descendentes
Garcia D’ Ávila e seus descendentes foram proprietários de quase todas as terras do Nordeste da Bahia e ainda terras no Piauí, Maranhão. Garcia D’ Ávila não eram ainda titulares do domínio das terras pertencentes a sua Casa da Torre. Dessas terras ele era foreiro a Casa de Niza e, depois do Capitão Thomás da Silva Paranhos que adquiriu as citadas terras, conforme escritura realiza no Tabelionato no dia 7/8/1839.
Quando do processo da compra das citadas terras pelo capitão Thomás da Silva Paranhos, o Tabelião ao enumera-las resumiu na expressão “e todas as mais do antigo possessório casa.
Garcia D’ Ávila e seus descendentes foram proprietários de quase todas as terras do Nordeste da Bahia e ainda terras no Piauí, Maranhão. Garcia D’ Ávila não eram ainda titulares do domínio das terras pertencentes a sua Casa da Torre. Dessas terras ele era foreiro a Casa de Niza e, depois do Capitão Thomás da Silva Paranhos que adquiriu as citadas terras, conforme escritura realiza no Tabelionato no dia 7/8/1839.
Quando do processo da compra das citadas terras pelo capitão Thomás da Silva Paranhos, o Tabelião ao enumera-las resumiu na expressão “e todas as mais do antigo possessório casa.
DESCENDENTES DO Capitão Thomás
O Capitão Thomás da Silva Paranhos se casou tendo descendentes a exemplo de com Maria Joaquina da Silva Paranhos, Umbelina da Silva Paranhos, esta casada com Major Menandro dos Reis Meireles, os tio /irmão de Amelia Josefina Reis Meireles casada com Major Guilherme Jose Batista Viana (tios tetra-avo maternos de Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha), Joana da Silva Paranhos, Rosa da Silva Paranhos, Josephina da Silva Paranhos, Maria Joaquina da Silva, dentre outras descendentes não citados.
O Capitão Thomás da Silva Paranhos se casou tendo descendentes a exemplo de com Maria Joaquina da Silva Paranhos, Umbelina da Silva Paranhos, esta casada com Major Menandro dos Reis Meireles, os tio /irmão de Amelia Josefina Reis Meireles casada com Major Guilherme Jose Batista Viana (tios tetra-avo maternos de Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha), Joana da Silva Paranhos, Rosa da Silva Paranhos, Josephina da Silva Paranhos, Maria Joaquina da Silva, dentre outras descendentes não citados.
Casamento
Major Menandro dos Reis Meireles c/ Umbelina da Silva Paranhos
Umbelina da Silva Paranhos, descendente do capitão Tomas da Silva Paranhos se casou com o Major Menandro dos Reis Meireles tendo os filhos: Menandro Filho, Maria.. Menandro dos Reis Meireles era filho do Coronel Luiz Antonio Meireles, este avô do Barão Acu da Torre, Ana e Jerônima. Todos primos maternos de Chiquitinha Maravilha.
O Major Menandro dos Reis Meireles foi vereador da Vila da Mata de São João na 1ª Legislatura Municipal, 1846 – 1850, foi também vereador em outras legislaturas seguintes.
Menandro faleceu e Umbelina se casou em 2ª núpcias com um primo.
Umbelina da Silva Paranhos, descendente do capitão Tomas da Silva Paranhos se casou com o Major Menandro dos Reis Meireles tendo os filhos: Menandro Filho, Maria.. Menandro dos Reis Meireles era filho do Coronel Luiz Antonio Meireles, este avô do Barão Acu da Torre, Ana e Jerônima. Todos primos maternos de Chiquitinha Maravilha.
O Major Menandro dos Reis Meireles foi vereador da Vila da Mata de São João na 1ª Legislatura Municipal, 1846 – 1850, foi também vereador em outras legislaturas seguintes.
Menandro faleceu e Umbelina se casou em 2ª núpcias com um primo.
Casamento de Josephina com José Pereira de Mesquita
Josephina da Silva Paranhos se casou com José Pereira de Mesquita, desse casório nasceu dentre outros filhos Thomazia Josephina de Mesquita que se casou com seu primo Desembargador, Professor Thomás Garcez Paranhos Montenegro deixando o casal 13 filhos.
Casamento de Maria Joaquina com Cel Garcez
da Rocha Vasconcelos Montenegro
Maria Joaquina da Silva Paranhos se casou com o cel José Garcez da Rocha Vasconcelos Montenegro tendo dentre outros filhos o desembargador e professor de Direito Thomás Garcez Paranhos Montenegro, que herdou as terras da atual cidade de Camaçari, ex-município de Montenegro e Vila de Abrantes.
CHIQUITINHA MARAVILHA
NA GENEALOGIA COM SILVA PARANHOS MONTENEGRO /PEREIRA MESQUITA
INÉDITO!
Chiquitinha Maravilha está ligado a família Montenegro através do seu tio tetravô materno Major Menandro dos Reis Meireles (sua esposa), ao se casar com Umbelina da Silva Paranhos, parente de Maria Joaquina da Silva Paranhos, que se casou com José Garcez da Rocha Vasconcelos Montenegro, os pais do matense Desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro.
Umbelina e Maria Joaquina, descendentes do Capitão Tomás da Silva Paranhos e este parentes dos estadistas do Império, o barão e o Visconde do Rio Branco (pai e filho) o José Maria da Silva Paranhos. Major Menandro dos Reis Meireles, irmão de Amélia dos Reis Meireles, esta casada com Major Guilherme José Batista Viana, tetra-avos materno de Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha
A LIGAÇÃO GENEALÓGICA DOS PEREIRA DE MESQUITA COM TOMAS DA SILVA PARANHOS, MONTENEGRO, RODRIGUES TEIXEIRA.
CASAMENTO DE CUSTÓDIO PEREIRA DE MESQUITA
COM MARIA EMÍLIA RODRIGUES TEIXEIRA/1883
Na ligação genealógica do casamento de João Antonio de Mesquita com com Maria Emília (Rodrigues) Teixeira, em 07/11/1883. Maria Emília filha do casal Capítão José Rodrigues Teixeira (2° com este nome) e Ephifania Simões de Paiva (ou Simões Teixeira nome de casada), ambos tetra-avòs materno de Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha).
João Antonio de Mesquita, filho do falecido Capítão Custódio Pereira de Mesquita e Sancha Maria de Oliveira.
Custódio Pereira de Mesquita parente de Tomazina de Mesquita, esta filha de Jose Pereira de Mesquita e Josephina da Silva Paranhos, sendo Thomazina esposa(e prima carnal) do Desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro (o 1° com este nome).
José Pereira de Mesquita e dona Josephina da Silva Paranhos, descendente do Cap. Thomas Paranhos.
Fonte/ Livros de casamento e Batizado da Igreja do Bonfim de Mata.
A CASAMENTO DE JOÃO ANTONIO DE MESQUITA
COM MARIA EMILIA RODRIGUES TEIXEIRA
Antonio João de Mesquita se casou com Maria Emília Rodrigues Teixeira no dia 07/04/1883 na matriz do Bonfim de Mata, casamento celebrado pelo padre coadjutor Francisco Manoel da Silva.
A nubente filho do falecido Capitão Custódio Pereira de Mesquita e Sancha Maria de Oliveira e o nubente filho do falecido capitão José Rodrigues Teixeira Junior com Maria Ephifania Simões de Paiva (nome de solteira, tretra-avôs de Chiquitinha Maravilha e tia do Barão Açu da Torre, Luis Antonio Simões Meireles).
Fonte/ Livros de casamento e Batizado da Igreja do Bonfim de Mata.
NOTAS:
Chiquitinha Maravilha
O médico politico Dr. Antonio Rodrigues Teixeira irmão de Maria Emília Rodrigues Teixeira do dr. Américo Rodrigues Teixeira, de Joaquim Simões de Paiva ( seu nome foi colocado em homenagem a seu tio Joaquim Simões de Paiva, irmão de sua mãe Maria Ephiania Simões de Paiva).
O Dr. Joaquim casado com sua prima Jerônima Emília de Paiva, Joaquim irmõ o médico político Dr. Antonio Rodrigues Teixeira trisavôs materno de Chiquitinha Maravilha, foi Intendente da Vila de Mata de São João 1890).
Dr. Am´derico Rodrigues Tdeixeira avô de Antidoto Santos Pereira Teixeira, 80 anos residente no Rio de janeiro, natural de Santo Amaro/Ba.
Custódio Pereira de Mesquita parente de Tomazina Josephina de Mesquita Paranhos, esta filha de Jose Pereira de Mesquita e Josephina da Silva Paranhos, sendo Thomazina esposa do Desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro (o 1° com este nome).
José Pereira de Mesquita e dona Josephina da Silva Paranhos, descendente do Cap. Thomas Paranhos.
Os Garcez Montenegro na Bahia
A família Garcez Montenegro oriunda desde a Colônia tendo nas suas atividades comerciais, negócios de açúcar no Recôncavo Baiano. Os Montenegro Garcez tiveram destacadas atuações no período das invasões holandesas na Bahia e outros movimentos acontecidos no período Colonial e Imperial.
Josephina da Silva Paranhos se casou com José Pereira de Mesquita, desse casório nasceu dentre outros filhos Thomazia Josephina de Mesquita que se casou com seu primo Desembargador, Professor Thomás Garcez Paranhos Montenegro deixando o casal 13 filhos.
Casamento de Maria Joaquina com Cel Garcez
da Rocha Vasconcelos Montenegro
Maria Joaquina da Silva Paranhos se casou com o cel José Garcez da Rocha Vasconcelos Montenegro tendo dentre outros filhos o desembargador e professor de Direito Thomás Garcez Paranhos Montenegro, que herdou as terras da atual cidade de Camaçari, ex-município de Montenegro e Vila de Abrantes.
CHIQUITINHA MARAVILHA
NA GENEALOGIA COM SILVA PARANHOS MONTENEGRO /PEREIRA MESQUITA
INÉDITO!
A LIGAÇÃO GENEALÓGICA DOS PEREIRA DE MESQUITA COM TOMAS DA SILVA PARANHOS, MONTENEGRO, RODRIGUES TEIXEIRA.
CHIQUITINHA MARAVILHA
NA GENEALOGIA COM SILVA PARANHOS MONTENEGRO /PEREIRA MESQUITA
INÉDITO!
Chiquitinha Maravilha está ligado a família Montenegro através do seu tio tetravô materno Major Menandro dos Reis Meireles (sua esposa), ao se casar com Umbelina da Silva Paranhos, parente de Maria Joaquina da Silva Paranhos, que se casou com José Garcez da Rocha Vasconcelos Montenegro, os pais do matense Desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro.
Umbelina e Maria Joaquina, descendentes do Capitão Tomás da Silva Paranhos e este parentes dos estadistas do Império, o barão e o Visconde do Rio Branco (pai e filho) o José Maria da Silva Paranhos. Major Menandro dos Reis Meireles, irmão de Amélia dos Reis Meireles, esta casada com Major Guilherme José Batista Viana, tetra-avos materno de Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha
CASAMENTO DE CUSTÓDIO PEREIRA DE MESQUITA
COM MARIA EMÍLIA RODRIGUES TEIXEIRA/1883
Na ligação genealógica do casamento de João Antonio de Mesquita com com Maria Emília (Rodrigues) Teixeira, em 07/11/1883. Maria Emília filha do casal Capítão José Rodrigues Teixeira (2° com este nome) e Ephifania Simões de Paiva (ou Simões Teixeira nome de casada), ambos tetra-avòs materno de Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha).
João Antonio de Mesquita, filho do falecido Capítão Custódio Pereira de Mesquita e Sancha Maria de Oliveira.
Custódio Pereira de Mesquita parente de Tomazina de Mesquita, esta filha de Jose Pereira de Mesquita e Josephina da Silva Paranhos, sendo Thomazina esposa(e prima carnal) do Desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro (o 1° com este nome).
José Pereira de Mesquita e dona Josephina da Silva Paranhos, descendente do Cap. Thomas Paranhos.
Custódio Pereira de Mesquita parente de Tomazina de Mesquita, esta filha de Jose Pereira de Mesquita e Josephina da Silva Paranhos, sendo Thomazina esposa(e prima carnal) do Desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro (o 1° com este nome).
José Pereira de Mesquita e dona Josephina da Silva Paranhos, descendente do Cap. Thomas Paranhos.
Fonte/ Livros de casamento e Batizado da Igreja do Bonfim de Mata.
José Pereira de Mesquita e dona Josephina da Silva Paranhos, descendente do Cap. Thomas Paranhos.
A CASAMENTO DE JOÃO ANTONIO DE MESQUITA
COM MARIA EMILIA RODRIGUES TEIXEIRA
Antonio João de Mesquita se casou com Maria Emília Rodrigues Teixeira no dia 07/04/1883 na matriz do Bonfim de Mata, casamento celebrado pelo padre coadjutor Francisco Manoel da Silva.
A nubente filho do falecido Capitão Custódio Pereira de Mesquita e Sancha Maria de Oliveira e o nubente filho do falecido capitão José Rodrigues Teixeira Junior com Maria Ephifania Simões de Paiva (nome de solteira, tretra-avôs de Chiquitinha Maravilha e tia do Barão Açu da Torre, Luis Antonio Simões Meireles).
Fonte/ Livros de casamento e Batizado da Igreja do Bonfim de Mata.
NOTAS:
Chiquitinha Maravilha
O médico politico Dr. Antonio Rodrigues Teixeira irmão de Maria Emília Rodrigues Teixeira do dr. Américo Rodrigues Teixeira, de Joaquim Simões de Paiva ( seu nome foi colocado em homenagem a seu tio Joaquim Simões de Paiva, irmão de sua mãe Maria Ephiania Simões de Paiva).
O Dr. Joaquim casado com sua prima Jerônima Emília de Paiva, Joaquim irmõ o médico político Dr. Antonio Rodrigues Teixeira trisavôs materno de Chiquitinha Maravilha, foi Intendente da Vila de Mata de São João 1890).
Dr. Am´derico Rodrigues Tdeixeira avô de Antidoto Santos Pereira Teixeira, 80 anos residente no Rio de janeiro, natural de Santo Amaro/Ba.
Custódio Pereira de Mesquita parente de Tomazina Josephina de Mesquita Paranhos, esta filha de Jose Pereira de Mesquita e Josephina da Silva Paranhos, sendo Thomazina esposa do Desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro (o 1° com este nome).O Dr. Joaquim casado com sua prima Jerônima Emília de Paiva, Joaquim irmõ o médico político Dr. Antonio Rodrigues Teixeira trisavôs materno de Chiquitinha Maravilha, foi Intendente da Vila de Mata de São João 1890).
Dr. Am´derico Rodrigues Tdeixeira avô de Antidoto Santos Pereira Teixeira, 80 anos residente no Rio de janeiro, natural de Santo Amaro/Ba.
José Pereira de Mesquita e dona Josephina da Silva Paranhos, descendente do Cap. Thomas Paranhos.
Os Garcez Montenegro na Bahia
A família Garcez Montenegro oriunda desde a Colônia tendo nas suas atividades comerciais, negócios de açúcar no Recôncavo Baiano. Os Montenegro Garcez tiveram destacadas atuações no período das invasões holandesas na Bahia e outros movimentos acontecidos no período Colonial e Imperial.
HISTÓRICO:
OS PAIS DO DESEMBARGADOR
TOMÁS MONTENEGRO
OS PAIS DO DESEMBARGADOR
TOMÁS MONTENEGRO
TOMÁS MONTENEGRO
SEPULTAMENTO DE MARIA JOAQUINA DA SILVA PARANHOS
A esposa do Cel Garcez da Rocha Vasconcellos Montenegro e mãe do Desembargador Thomas G. P. Montenegro.
Maria Joaquina da Silva Paranhos - Sepultada na Matriz do Bonfim de Mata em 19/6/1867, branca, viúva, 70 anos faleceu com todos os sacramentos, seu corpo foi solenemente encomendado por mim João Gonçalves de Sena, vigário da Matriz da Igreja do Senhor do Bonfim de Mata e mais 3 clérigos. Nasceu em 1797.
Maria Joaquina esposa do Cel Garcez da Rocha Vasconcelos Montenegro, pais do Desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro, este nascido na Vila da Mata de São João no dia 22/01/ 1839 e batizado em 01/04/1839.
Desembargador Thomás Garcez Paranhos Monte negro, faleceu em Camaçari (onde residia) em 15/02/ 1914 um domingo e sepultado em jazigo da família na antiga Matriz da Igreja do Bonfim de Mata no dia 16/02/1914 uma segunda - feira.
Casa Residência DE Thomás Garcez Paranhos Montenegro
A casa residência edificada pelo Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro, localizada na sua Fazenda Camaçari, ainda no período Imperial, anos depois com a morte do Desembargador Thomás ficou para a viúva e filhos, com a morte da viúva Thomazina em 1919 a casa residência do povoado de Camaçari (Fazenda Camaçari), passou para os filhos.
Anos depois essa residência, uma linda mansão, passou a ser da Prefeitura Municipal, com a passagem de Distrito a Sede Municipal no dia 30 de março de 1938.
A frente da Prefeitura (prédio) era com duas janelas retangulares e uma porta de arcada larga com escada (degraus de acesso a esta porta).
Na lateral esquerda localizava-se na década de 1950 a sede da Agência de Estatística com uma porta e três janelas e mais duas portas e duas janelas, no mesmo lado que servia para outros fins.
No período de 1967/71, gestão do prefeito Tenente Luiz Ferreira Costa, foi feito uma reforma no prédio da prefeitura, a antiga casa onde residiu a família Montenegro e anos depois passou a ser o local da Câmara de Vereadores e depois (atualmente 2009), funciona o Tribunal de Contas do Município.
No governo de José Tude, foi edificado o Centro Administrativo na gestão 1989/ 92, Prefeitura e Câmara ficaram localizados nesse centro citado.
Maria Joaquina da Silva Paranhos - Sepultada na Matriz do Bonfim de Mata em 19/6/1867, branca, viúva, 70 anos faleceu com todos os sacramentos, seu corpo foi solenemente encomendado por mim João Gonçalves de Sena, vigário da Matriz da Igreja do Senhor do Bonfim de Mata e mais 3 clérigos. Nasceu em 1797.
Maria Joaquina esposa do Cel Garcez da Rocha Vasconcelos Montenegro, pais do Desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro, este nascido na Vila da Mata de São João no dia 22/01/ 1839 e batizado em 01/04/1839.
Desembargador Thomás Garcez Paranhos Monte negro, faleceu em Camaçari (onde residia) em 15/02/ 1914 um domingo e sepultado em jazigo da família na antiga Matriz da Igreja do Bonfim de Mata no dia 16/02/1914 uma segunda - feira.
Casa Residência DE Thomás Garcez Paranhos Montenegro
A casa residência edificada pelo Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro, localizada na sua Fazenda Camaçari, ainda no período Imperial, anos depois com a morte do Desembargador Thomás ficou para a viúva e filhos, com a morte da viúva Thomazina em 1919 a casa residência do povoado de Camaçari (Fazenda Camaçari), passou para os filhos.
Anos depois essa residência, uma linda mansão, passou a ser da Prefeitura Municipal, com a passagem de Distrito a Sede Municipal no dia 30 de março de 1938.
A frente da Prefeitura (prédio) era com duas janelas retangulares e uma porta de arcada larga com escada (degraus de acesso a esta porta).
Na lateral esquerda localizava-se na década de 1950 a sede da Agência de Estatística com uma porta e três janelas e mais duas portas e duas janelas, no mesmo lado que servia para outros fins.
No período de 1967/71, gestão do prefeito Tenente Luiz Ferreira Costa, foi feito uma reforma no prédio da prefeitura, a antiga casa onde residiu a família Montenegro e anos depois passou a ser o local da Câmara de Vereadores e depois (atualmente 2009), funciona o Tribunal de Contas do Município.
No governo de José Tude, foi edificado o Centro Administrativo na gestão 1989/ 92, Prefeitura e Câmara ficaram localizados nesse centro citado.
HISTÓRICO
Edificação da Capela de São Thomaz de Cantuária
O Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro edificou a Capela de São Thomaz de Cantuária no arraial de Camaçari, também conhecido como Vila Thomazina, em homenagem ao nome da esposa do Desembargador. Ela foi inaugurada em 31/12/1911.
A Capela da igreja católica de São Thomáz terminou as suas obras de edificação em fevereiro de 1912, sendo apresentado a imprensa pelo Desembargador Montenegro, o balanço das despesas e receita, como também doações de pessoas que ajudaram na edificação da referida Capela de São Thomáz de Cantuária.
O Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro edificou a Capela de São Thomaz de Cantuária no arraial de Camaçari, também conhecido como Vila Thomazina, em homenagem ao nome da esposa do Desembargador. Ela foi inaugurada em 31/12/1911.
A Capela da igreja católica de São Thomáz terminou as suas obras de edificação em fevereiro de 1912, sendo apresentado a imprensa pelo Desembargador Montenegro, o balanço das despesas e receita, como também doações de pessoas que ajudaram na edificação da referida Capela de São Thomáz de Cantuária.
Despesas e Receitas na Edificação da Capela
Foram gastos 12 contos, 341 mil reis e 380 reis com: serventes, pedreiros, carpina, pedras, cal, madeiras, tijolos, adobe e ladrilhos, bicas, telhas, vidros, pinturas, tinta a óleo, imagens, altar mor, condução de materiais, desapropriação de uma casa.
O Desembargador Montenegro doou 4 contos, 228 mil reis, sendo o déficit de 8 contos e 113 mil reis e 380 reis, além do terreno da edificação da Capela, Thomás ainda deu mais 150 metros quadrados de pedras.
Foram gastos 12 contos, 341 mil reis e 380 reis com: serventes, pedreiros, carpina, pedras, cal, madeiras, tijolos, adobe e ladrilhos, bicas, telhas, vidros, pinturas, tinta a óleo, imagens, altar mor, condução de materiais, desapropriação de uma casa.
O Desembargador Montenegro doou 4 contos, 228 mil reis, sendo o déficit de 8 contos e 113 mil reis e 380 reis, além do terreno da edificação da Capela, Thomás ainda deu mais 150 metros quadrados de pedras.
Mais Doações de Outras Pessoas
Arcebispo Dom Jerônimo Thomé deu um parâmetro vermelho completo. O Coronel José Sotero Meneses ofereceu um altar mor da Capela do Quartel de Palma demolido, 2 púlpitos e 2 cruzes de pedras.
Dona Clara César de Morais ofereceu 1 sino com 78 kg, o Comendador Manoel Severino ofereceu 6 portas, dona Julieta de Menezes 10 metros de tapete para a Capela Mor.
Maria Joaquina Montenegro Barbosa doou uma banqueta, Conselheiro Pedro Joaquim dos Santos 2 imagens, Conselheiro Ponciano de Oliveira 1 imagem, Dr. Elvécio da Silva Monte 1 cruz.
Manoel da Costa Guimarães 1 vaso de prata para os Santos Olhos, dona Clara Sepúlveda 1 toalha bordada para o Altar mor.
Ziroca Pedrosa doou 6 castiçais, dona Maria Alexandrina Montenegro deu os bordados das tolhas do Altar da Comunhão dos púlpitos e as cortinas do sacrário.
Alexandro da Costa, João Tavares, João Nepomuceno de Souza e Agedo Joaquim da Silva ofereceram alguns carros para a condução de materiais. Diversos moradores de Camaçari ofereceram alguns serviços.
A Livraria Dois Mundos de Salvador ofereceu 1 livro de Ata, Mari Xavier Limeira Mesquita ofereceu alguns ramos de flores e a divulgação nos jornais de Salvador foi grátis.
Chácara Vila Thomazina, 3/2/1912, nota divulgada pelo próprio Desembargador Thomás Montenegro.
Arcebispo Dom Jerônimo Thomé deu um parâmetro vermelho completo. O Coronel José Sotero Meneses ofereceu um altar mor da Capela do Quartel de Palma demolido, 2 púlpitos e 2 cruzes de pedras.
Dona Clara César de Morais ofereceu 1 sino com 78 kg, o Comendador Manoel Severino ofereceu 6 portas, dona Julieta de Menezes 10 metros de tapete para a Capela Mor.
Maria Joaquina Montenegro Barbosa doou uma banqueta, Conselheiro Pedro Joaquim dos Santos 2 imagens, Conselheiro Ponciano de Oliveira 1 imagem, Dr. Elvécio da Silva Monte 1 cruz.
Manoel da Costa Guimarães 1 vaso de prata para os Santos Olhos, dona Clara Sepúlveda 1 toalha bordada para o Altar mor.
Ziroca Pedrosa doou 6 castiçais, dona Maria Alexandrina Montenegro deu os bordados das tolhas do Altar da Comunhão dos púlpitos e as cortinas do sacrário.
Alexandro da Costa, João Tavares, João Nepomuceno de Souza e Agedo Joaquim da Silva ofereceram alguns carros para a condução de materiais. Diversos moradores de Camaçari ofereceram alguns serviços.
A Livraria Dois Mundos de Salvador ofereceu 1 livro de Ata, Mari Xavier Limeira Mesquita ofereceu alguns ramos de flores e a divulgação nos jornais de Salvador foi grátis.
Chácara Vila Thomazina, 3/2/1912, nota divulgada pelo próprio Desembargador Thomás Montenegro.
CATEDRAL São Thomáz de Cantuária / 2013
Chiquitinha Maravilha
A antiga Capela de São Thomás de Cantuária edificada pelo notável Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro na praça do mesmo nome do fundador da igreja, foi ao longo dos anos ficando pequena com o crescimento da cidades de Camaçari, especialmente com a implantação do Pólo Petroquímico no início da década de 1970.
Esta igreja citada foi reconstruída com a ajuda da comunidade no mesmo local da antiga Capela edificada entre 1911 a 1912. Sendo a nova Igreja de São Thomáz mais espaçosa, bonita de uma arquitetura moderna, predominando no seu frontão, na sua parte mais alta a notável cruz, simbolizando o cristianismo.
O Desembargador Thomáz Montenegro devoto do santo inglês, o Thomas A. Backet, nascido em Londres, ano 1117. Ele foi arcebispo de Canterbury e chanceler do Reino Unido da Inglaterra.
Thomás foi exilado, depois voltou a Inglaterra sendo assassinado por soldados ingleses dentro da Catedral de Canterbury, no dia 29 de dezembro de 1179, tinha 52 anos, sendo canonizado 3 anos depois da sua morte.
Thomás defendia a soberanidade da igreja sem interferência do Rei da Inglaterra nos assuntos pertinentes a Igreja Católica, daí ele passou a ser perseguido, exilado e depois assassinado covardemente por 4 soldados do Rei da Inglaterra naquele período citado.
O nome escolhido pelo Desembargador Thomás Montenegro deve-se ao fato de ao ser batizado, por seus pai terem colocado seu nome idêntico ao Capitão Thomas da Silva Paranhos seu avo e que era devoto do Santo inglês. Sua esposa Thomazina tinha nome parecido com do seu esposo, outro fator para a colocação do nome da igreja de Camaçari igual ao santo inglês, era o devotamento também do Desembargador Thomás ao santo São Thomáz de Cantuária.
Em 2013 Ja elevada a antiga capela e depois matriz, a condição de Diocese de Sao Tomas de Cantuária.
LIGAÇÕES GENEALOGICA:
Por Chiquitinha Maravilha /Inédito
RAMO GENEALOGICO
DO CAPITÃO TOMÁS DA SILVA PARANHOS
SILVA PARANHOS MONTENEGRO
PEREIA MESQUITA PARANHOS MONTENEGRO
REIS MEIRELES COM SILVA PARANHOS
PEREIRA MESQUTA COM SIMÓES (RODRIGUES) TEIXEIRA.
TEIXEIRA PEREIRA CHAGAS
HISTÓRICO/ INÉDITO!
CASAMENTO:
DE DR. ANTONIO RODRIGUES TEIXEIRA
1° INTENDENTE DA VILA DE MATA DE S. JOÃO /1890
(O médico polítco, 1° Intendente da Vila de Mata de São João em 1890, era republicana).
O Academico de Medicina (Dr.) Antonio Rodrigues Teixeira se casou ás 9 horas da noite com com sua prima carnal Joana Amélia Meireles Viana, no dia 30/11/1872 no Oratório particular do Major Guilherme Batista Viana, no Engenho São João de sua propriedade (atual Fazenda São João, zona rural de Mata de São João).
O reverendo provedor do Acebispado, Pedro Antonio de Campos, com permissão do Vigário da matriz do Bonfim de Mata, João Gonçalves de Sena, foi quem celebrou o casório, sendo ambos naturais de Mata de São João.
O nubente Acadêmico Antonio Rodrigues Teixeira filho do Capitão José Rodrigues Teixeira junior e dona Maria Ephifânia Simões Teixeira. A contraente Maria Ephifânia Simões Teixeira filha do Major Guilherme José Batista Viana e dona Amélia Josefina dos Reis Meireles (nome de solteira).
Foram testemunhas:Antonio Alves da Silva, Dr. Manoel Saturnino de Araujo Góes, Maria Joaquina de Meireles Canto e Maria Constância Góes.
Fonte do casório: Livro de Casamento da Igreja do Bonfim de Mata.
Notas:
O major Guilherme José Batista Viana e dona Amélia Meireles Viana, nome de casada), tetra-avõs materno de Chiquitinha Maravilha.
Capítão José Rodrigues Teixeira Junior e dona Maria Grifãnia Simões de Paiva (nome de solteira), tios tetra-avôs materno de Chiquitinha Maravilha.
Dr. Antonio Rodrigues Teixeira Diplomou-se em medicina na
Faculdade de Medicina no Terreiro de Jesus/Salvador, no ano de 1873.
O Major Menandro dos Reis Meireles casado com Umbelina da Silva Paranhos (esta descendente do capitão Tomás da Silva Paranhos, provavelmente filha), Menandro irmão de Amélia dos Reis Meireles (nome de solteira), a mãe de Joana Amélia casada com Dr. Antonio Rodrigues Teixeira (trisavôs materno de Chiquitinha Maravilha
Lembrando que Amélia casada com o Major Guilherme José Batista Viana.
Menandro e Amélia tios do Barão Açu da Torre cujo nome é Luis Antonio Simões Meireles, primos do casal Joana Amélia e Dr. Antonio Rodrigues Teixeira. O Barão Açu da Torre, líder polítco matense, Intendente, vereador, e um dos beneméritos matense, morador da povoação de Pitanga, zona rural de Mata de São João, onde era agricultor, foi o fundador da famosa Usina Pítanga (localizada nas suas terras).
DR. ANTONIO E JOANA AMÉLIA
TRISAVÓS MATERNO DE CHIQUITINHA MARAVILHA
Dr. Antonio Rodrigues Teixeira, trisavô materno de Chiquitinha Maravilha, pai dentre outros filhos de Maria, José Rodrigues Teixeira (o 3° com este nome)... José R. T. o 3°, se casou com Ana Alves Teixeira (sua prima carnal), com descendências, a exemplo de Lydia Rodrigues Teixeira esta casada com Francisco Rodrigues Sales, pais dentre outros filhos de Maria Benedita (tia Betinha), com mais de 90 anos de idade (2013), Amália Sales Teixeira.. esta casada como comerciante matense Gabriel (de Paiva Carvalho Chagas), ou Gabriel Chagas como ele se auto registrou na era republicana no cartório matense, já maior e adulto), Gabriel e Amália pais dentre outros filhos (foram 7 filhos) Gamaliel Sales Chagas (Chiquitinha Maravilha).
FAMILIA PEREIRA DAS CHAGAS EM CAMACARI
Intendente Eleito
Marcus José Pereira das Chagas descendente (paterno) de Chiquitinha Maravilha (familia Pereira Chagas), foi Intendente eleito do atual município de Camaçari em 1912/15 e 1920/23, falecendo no ano de 1923 sendo sepultado no Cemitério paroquial da antiga Matriz do Bonfim de Mata de onde era natural.
Marcos José Pereira das Chagas foi proprietário do Engenho Jordão (depois Fazenda Jordão na República). Marcos avô da professora Ernestina Chagas de Camaçari, onde existe descendência.
CAMASSARY "A ÁRVORE QUE CHORA!"

Camassary, Camassary!
Um nome de origem tupi-guarani que significa na linguagem Portuguesa ‘árvore que chora” as suas folhas verdes, viçosas, tem a propriedade de ficarem Cobertas de Gotículas de águas transparentes, tendo outra particularidade Alvissareira! O seu nobre caule foi utilizado para fabricação de formidáveis embalagem de caixote para armazenagem de açúcar dos engenhos da regime imperial e colonial....
Estrofe da Poesia de Chiquitinha Maravilha
A POESIA DO MUNICÍPIO DE CAMAÇARI/
DESCRIÇÃO POÉTICA /HISTÓRIA REAL
DE ABRANTES A CAMAÇARI!
MUNICÍPIO INDUSTRIAL DA BAHIA
Chiquitinha Maravilha
Salve! Camaçari uma cidade histórica, município do estado da Bahia
No sagrado ano de mil e quinhentos e Cinquenta e Oito! Logo acontecia
No governo de Mem de Sá, terras de sesmarias aos índios ele doou
Onde os Padres jesuítas, a Aldeia do Divino Espírito Santo fundou!
Manoel da Nobreza e os outros jesuítas, vindos do Reino de Portugal
Pertencentes a Companhia de Jesus! Na Aldeia Indígena logo realizaram
Trabalhos missionários e índios Tupinambás, os nobres jesuítas catequizaram
Na Aldeia fundada, edificou-se casas, praça, escola e uma linda igreja colonial.
A histórica Aldeia do Divino Espírito Santo, ficava localizada no litoral
Próxima da Barra do Rio de Joanes, as margens da antiga Estrada Real
Caramuru, Garcia D’ Ávila e padre José de Anchieta! Por lá passaram.
Na Aldeia fundada, plantou-se mandioca, milho, algodão e até gado criaram.
O Conselho Ultramarino, elevou a Aldeia jesuíta, que passou a categoria
De Vila do Divino Espírito Santo de Nova Abrantes, esta notável honraria
Aconteceu no dia vinte e oito do mês de setembro do ano de mil setecentos
E cinqüenta e oito! Sendo uma data histórica, um grandioso acontecimento!
Nos combates pela Independência da Bahia! A Vila de Abrantes participou
unidas com a lendária Casa da Torre, sediou as Tropas Brasileiras e imperial
Que defenderam o Litoral Norte! Essas Tropas seguiram pela Estrada Real
Passando por Capuame, uniu-se a Labatut que em Pirajá, contra lusitanos, lutou.
Vinte e oito de setembro de mil novecentos e vinte e oito! Conforme lei estadual
A histórica Vila de Abrantes, passou a chamar-se Montenegro, mudando de local
Sendo a citada Vila, instalada no distrito de Camaçari, que estrategicamente
Oferecia as melhores condições geográficas, para crescer social e economicamente!
De Aldeia de Índios catequizados passou a Vila de Abrantes, Montenegro e finalmente
Passou a denominar-se Município de Camaçari! Sendo oficializado definitivamente
A sua identidade nominal, através do histórico decreto que tornou-se lei estadual
No ano mil novecentos e trinta e oito, ficando com esse nome até o período atual.
Camassary, Camassary! Um nome de origem tupi-guarani que significa na linguagem
Portuguesa ‘árvore que chora” as suas folhas verdes, viçosas, tem a propriedade
De ficarem Cobertas de Gotículas de águas transparentes, tendo outra particularidade
Alcaçareira! O seu nobre caule foi utilizado para fabricação de formidáveis embalagem
De caixotes leves e resistentes, que armazenavam o açúcar que eram fabricados
Nos engenhos que eram localizados na região de Camaçari e que eram exportados
Para povoações do Brasil Colonial, sendo também o açúcar vendidos para o exterior
gerando riquezas, movimentando a economia do Brasil e os cofres dos meus Senhores...
O nobre e caridoso Tomás Garcez Paranhos Montenegro, o ilustre desembargador
No período imperial edificou sua chácara - residência nas terras do então arraial
De Camaçari, cujas terras foi herdada da sua família, sendo Tomás o fundador
Da atual cidade de Camaçari, de economia pujante, com sua cidade Polo Industrial
Município de Camaçari, com os seus três distritos progressistas e importantes
Distrito de Parafuso! Já foi sede do governo municipal! Na Vila de Abrantes
Aí nasceu o atual município! Fundado pelos missionários jesuítas os catequizadores
Distrito de Monte Gordo! Reduto de lindas praias, coqueirais e dos bravos pescadores.
Orla marítima de Camaçari! Com lindas praias, rios, lagoas e seus belos coqueirais
Oh! Arembepe! Com sua famosa Aldeia Hippies! repleto de recifes e quebra-mar
As Barras dos Rios Joanes, Jacuípe e do Rio Pojuca! De verdejantes manguezais
Oh! Praias de Itacimirim, Guarajuba, Busca Vida e Jauá! Locais lindos para veranear.
Camaçari com sua Bacia Hidrográfica, desaguando mansamente no oceano mar
Dos Rios Capivarí Grande e Pequeno, Joanes, Jacuipe, Pojuca, Camaçari e afluentes
Barragens dos Rio Joanes, com as suas lindas lagoas e riachos e as nascentes!
Margeados pela primitiva Mata Atlântica, Um magnífico santuário ecológico a preservar.
Oh! Camaçari, Cidade dos Montenegro um centro de lazer e esportes na região
Com seus inúmeros equipamentos esportivos! Orgulho do seu povo, da sua população
Camaçari, cidade de raízes religiosa! E que cultiva as suas tradições doutrinárias
Irmandades na sua abençoada Diocese! Do Santo padroeiro São Tomás de Cantuária
Camaçari! Um Polo Petroquímico Industrial! Com as suas fábricas gerativas
De matérias primas, empregos e rendas! Fortalecendo a sua economia municipal
Temos as indústrias Petroquímica solidificada e a pujante Montadora Forde automotiva
A crescente indústria da Pesca e do artesanato! Temos o fabuloso turismo no litoral.
Camaçari uma cidade populacional pujante e industrial! Com suas modernidades
Dos seus filhos amados, tanto os nativos como os imigrantes, vindo de várias localidades
Onde todos eles unidos, trabalhando incansavelmente, construindo o município a mil
Vamos, Vamos! Avante Camaçari de Abrantes! Você é o orgulho da Bahia e do Brasil!
ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE CAMAÇARI 2013
ESTAÇÃO FERROVIÁRIA!
UM MARCO HISTÓRICO DESDE O IMPÉRIO E REPUBLICANO, DESDE DA VILA A PARTIR DE 1860 E MUNICÍPIO NA ERA REPUBLICANA.
Foto e legenda Chiquitinha Maravilha
SEPULTAMENTO HISTÓRICO DO DESEMBARGADOR TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO /CAMAÇARI/MATA DE SÃO JOÃO.
2ª Estação Ferroviária, edificada na segunda datada da década de 1940), na estação anterior que foi demolida e edificada a atual, através de um comboio trem (vários vagões) foi o corpo do desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro (o 1° com este nome e pai do Desembargador Tomás Junior), juntamente com familiares, membros dos Três Poderes Constituídos da Republica na Bahia, seguiu o o corpo do Eminente Matense/Camaçariense e Baiano, que foi sepultado no jazigo da família na Nave da Matriz do Senhor do Bonfim de Mata de São João, no ano de 1914, sendo um dos maiores e talvéz o maior sepultamento já realizado na Matriz do Bonfim de Mata pela quantidade e o número de personalidades Top da Sociedade Baiana. Na pesquisa inédita de Chiquitinha Maravilha
NA FOTO ABAIXO:
RESIDÊNCIA PRIMITIVA DO DESEMBARGADOR TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO FUNDADOR DO ARRAIAL DE CAMAÇARI A PARTIR DA DÉCADA DE 1860 E QUE SE TRANSFORMOU AO LONGO DOS ANOS NA ATUAL CIDADE DE CAMAÇARI E O NOME DO PUJANTE MUNICÍPIO ATUAL
Antiga casa residência da família do 1° desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro que foi doada em 1938 para ser a sede do Poder Executivo Municipal e que dezenas de anos depois foi mudada a sede do imóvel da foto para o atual centro administrativo.
No prédio acima, depois de reformado continua no mesmo local perto da estação da ferroviária (2013}, tendo funcionado o Tribunal de Contas do Municípios,
A Vila do Divino do Espirito Santo de Nova Abrantes foi criada em 27 de setembro de 1758 por Provisão do Conselho Ultramarino e foi instalada em em 8/10/1758. No ano de 1759 foi levantada a planta pelo Dr. João Ferreira de Bittentencurt Sá.
A Vila foi extinta pela Resolução Provincial de n. 241, de 15/04/1946, sendo restabelecida pela Resolução de n. 310 de 03/07/1848 e reinstalada em a 10/01/018, com a designação de Vila de Nova Abrantes, apos ser desmembrada do município de Mata de São João.
Até 1890 a categoria política-administrativa de Abrantes era "intendência municipal" quando então passou a município, Em 27//09/1890 foram doadas terras ao município, para seu patrimônio, pelo então Conselheiro n Glicério, Ministro da Agricultura do Governo Provisório da republica do Brasil.
Em 22 de março de 1920 foi criado o distrito de Camaçaricom território desmembrado de Abrantes. A criação do distrito foi sanciaonado também pela Lei estadual n. 1442, no dia 4 de agosto de 1920.
A Vila de Abrantes localizada no litoral foi sede municipal até 1924 e no dia 28/07/1925 a vila de Abrantes passa chamar-se Montenegro e pela Lei Estadual n. 1.809 de 28 de julho 1925 foi transferida a sede do litoral para Montenegro que em 1938 passou a denominar-se Camaçari em virtude de um decreto-lei estadual.
Fonte IBGE.
HISTÓRICO! INÉDITO
FONTES BIOGRAFICAS:
DA BIOGRAFIA DO DESEMBARGADOR TOMÁS MONTENEGRO
IBGE, Diário Oficial do Estado da Bahia - Edição Especial do Centenário da Independência da Bahia- 02/07/1823, Livro de batizados casamento Igreja do Bonfim de Mata, Jornais de Salvador décadas de 1890 s 1920.
Livro - Histórias Que Não Contei, p. 37, 38, de Sandra Parente, ano 2007, editora Fast Design, Salvador/Ba.
15 Ago SÓCIO TORCEDOR
Chiquitinha Maravilha
A antiga Capela de São Thomás de Cantuária edificada pelo notável Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro na praça do mesmo nome do fundador da igreja, foi ao longo dos anos ficando pequena com o crescimento da cidades de Camaçari, especialmente com a implantação do Pólo Petroquímico no início da década de 1970.
Esta igreja citada foi reconstruída com a ajuda da comunidade no mesmo local da antiga Capela edificada entre 1911 a 1912. Sendo a nova Igreja de São Thomáz mais espaçosa, bonita de uma arquitetura moderna, predominando no seu frontão, na sua parte mais alta a notável cruz, simbolizando o cristianismo.
O Desembargador Thomáz Montenegro devoto do santo inglês, o Thomas A. Backet, nascido em Londres, ano 1117. Ele foi arcebispo de Canterbury e chanceler do Reino Unido da Inglaterra.
Thomás foi exilado, depois voltou a Inglaterra sendo assassinado por soldados ingleses dentro da Catedral de Canterbury, no dia 29 de dezembro de 1179, tinha 52 anos, sendo canonizado 3 anos depois da sua morte.
Thomás defendia a soberanidade da igreja sem interferência do Rei da Inglaterra nos assuntos pertinentes a Igreja Católica, daí ele passou a ser perseguido, exilado e depois assassinado covardemente por 4 soldados do Rei da Inglaterra naquele período citado.
O nome escolhido pelo Desembargador Thomás Montenegro deve-se ao fato de ao ser batizado, por seus pai terem colocado seu nome idêntico ao Capitão Thomas da Silva Paranhos seu avo e que era devoto do Santo inglês. Sua esposa Thomazina tinha nome parecido com do seu esposo, outro fator para a colocação do nome da igreja de Camaçari igual ao santo inglês, era o devotamento também do Desembargador Thomás ao santo São Thomáz de Cantuária.
Em 2013 Ja elevada a antiga capela e depois matriz, a condição de Diocese de Sao Tomas de Cantuária.
LIGAÇÕES GENEALOGICA:
Por Chiquitinha Maravilha /Inédito
RAMO GENEALOGICO
DO CAPITÃO TOMÁS DA SILVA PARANHOS
SILVA PARANHOS MONTENEGRO
PEREIA MESQUITA PARANHOS MONTENEGRO
REIS MEIRELES COM SILVA PARANHOS
PEREIRA MESQUTA COM SIMÓES (RODRIGUES) TEIXEIRA.
TEIXEIRA PEREIRA CHAGAS
HISTÓRICO/ INÉDITO!
CASAMENTO:
DE DR. ANTONIO RODRIGUES TEIXEIRA
1° INTENDENTE DA VILA DE MATA DE S. JOÃO /1890
(O médico polítco, 1° Intendente da Vila de Mata de São João em 1890, era republicana).
O Academico de Medicina (Dr.) Antonio Rodrigues Teixeira se casou ás 9 horas da noite com com sua prima carnal Joana Amélia Meireles Viana, no dia 30/11/1872 no Oratório particular do Major Guilherme Batista Viana, no Engenho São João de sua propriedade (atual Fazenda São João, zona rural de Mata de São João).
O reverendo provedor do Acebispado, Pedro Antonio de Campos, com permissão do Vigário da matriz do Bonfim de Mata, João Gonçalves de Sena, foi quem celebrou o casório, sendo ambos naturais de Mata de São João.
O nubente Acadêmico Antonio Rodrigues Teixeira filho do Capitão José Rodrigues Teixeira junior e dona Maria Ephifânia Simões Teixeira. A contraente Maria Ephifânia Simões Teixeira filha do Major Guilherme José Batista Viana e dona Amélia Josefina dos Reis Meireles (nome de solteira).
Foram testemunhas:Antonio Alves da Silva, Dr. Manoel Saturnino de Araujo Góes, Maria Joaquina de Meireles Canto e Maria Constância Góes.
Fonte do casório: Livro de Casamento da Igreja do Bonfim de Mata.
Notas:
O major Guilherme José Batista Viana e dona Amélia Meireles Viana, nome de casada), tetra-avõs materno de Chiquitinha Maravilha.
Capítão José Rodrigues Teixeira Junior e dona Maria Grifãnia Simões de Paiva (nome de solteira), tios tetra-avôs materno de Chiquitinha Maravilha.
Dr. Antonio Rodrigues Teixeira Diplomou-se em medicina na
Faculdade de Medicina no Terreiro de Jesus/Salvador, no ano de 1873.
Faculdade de Medicina no Terreiro de Jesus/Salvador, no ano de 1873.
O Major Menandro dos Reis Meireles casado com Umbelina da Silva Paranhos (esta descendente do capitão Tomás da Silva Paranhos, provavelmente filha), Menandro irmão de Amélia dos Reis Meireles (nome de solteira), a mãe de Joana Amélia casada com Dr. Antonio Rodrigues Teixeira (trisavôs materno de Chiquitinha Maravilha
Lembrando que Amélia casada com o Major Guilherme José Batista Viana.
Menandro e Amélia tios do Barão Açu da Torre cujo nome é Luis Antonio Simões Meireles, primos do casal Joana Amélia e Dr. Antonio Rodrigues Teixeira. O Barão Açu da Torre, líder polítco matense, Intendente, vereador, e um dos beneméritos matense, morador da povoação de Pitanga, zona rural de Mata de São João, onde era agricultor, foi o fundador da famosa Usina Pítanga (localizada nas suas terras).
DR. ANTONIO E JOANA AMÉLIA
TRISAVÓS MATERNO DE CHIQUITINHA MARAVILHA
Dr. Antonio Rodrigues Teixeira, trisavô materno de Chiquitinha Maravilha, pai dentre outros filhos de Maria, José Rodrigues Teixeira (o 3° com este nome)... José R. T. o 3°, se casou com Ana Alves Teixeira (sua prima carnal), com descendências, a exemplo de Lydia Rodrigues Teixeira esta casada com Francisco Rodrigues Sales, pais dentre outros filhos de Maria Benedita (tia Betinha), com mais de 90 anos de idade (2013), Amália Sales Teixeira.. esta casada como comerciante matense Gabriel (de Paiva Carvalho Chagas), ou Gabriel Chagas como ele se auto registrou na era republicana no cartório matense, já maior e adulto), Gabriel e Amália pais dentre outros filhos (foram 7 filhos) Gamaliel Sales Chagas (Chiquitinha Maravilha).
FAMILIA PEREIRA DAS CHAGAS EM CAMACARI
Intendente Eleito
Marcus José Pereira das Chagas descendente (paterno) de Chiquitinha Maravilha (familia Pereira Chagas), foi Intendente eleito do atual município de Camaçari em 1912/15 e 1920/23, falecendo no ano de 1923 sendo sepultado no Cemitério paroquial da antiga Matriz do Bonfim de Mata de onde era natural.
Marcos José Pereira das Chagas foi proprietário do Engenho Jordão (depois Fazenda Jordão na República). Marcos avô da professora Ernestina Chagas de Camaçari, onde existe descendência.
CAMASSARY "A ÁRVORE QUE CHORA!"
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Camassary, Camassary!
Um nome de origem tupi-guarani que significa na linguagem Portuguesa ‘árvore que chora” as suas folhas verdes, viçosas, tem a propriedade de ficarem Cobertas de Gotículas de águas transparentes, tendo outra particularidade Alvissareira! O seu nobre caule foi utilizado para fabricação de formidáveis embalagem de caixote para armazenagem de açúcar dos engenhos da regime imperial e colonial....
Um nome de origem tupi-guarani que significa na linguagem Portuguesa ‘árvore que chora” as suas folhas verdes, viçosas, tem a propriedade de ficarem Cobertas de Gotículas de águas transparentes, tendo outra particularidade Alvissareira! O seu nobre caule foi utilizado para fabricação de formidáveis embalagem de caixote para armazenagem de açúcar dos engenhos da regime imperial e colonial....
A POESIA DO MUNICÍPIO DE CAMAÇARI/
DESCRIÇÃO POÉTICA /HISTÓRIA REAL
DE ABRANTES A CAMAÇARI!
MUNICÍPIO INDUSTRIAL DA BAHIA
MUNICÍPIO INDUSTRIAL DA BAHIA
Chiquitinha Maravilha
Salve! Camaçari uma cidade histórica, município do estado da Bahia
No sagrado ano de mil e quinhentos e Cinquenta e Oito! Logo acontecia
No governo de Mem de Sá, terras de sesmarias aos índios ele doou
Onde os Padres jesuítas, a Aldeia do Divino Espírito Santo fundou!
Manoel da Nobreza e os outros jesuítas, vindos do Reino de Portugal
Pertencentes a Companhia de Jesus! Na Aldeia Indígena logo realizaram
Trabalhos missionários e índios Tupinambás, os nobres jesuítas catequizaram
Na Aldeia fundada, edificou-se casas, praça, escola e uma linda igreja colonial.
A histórica Aldeia do Divino Espírito Santo, ficava localizada no litoral
Próxima da Barra do Rio de Joanes, as margens da antiga Estrada Real
Caramuru, Garcia D’ Ávila e padre José de Anchieta! Por lá passaram.
Na Aldeia fundada, plantou-se mandioca, milho, algodão e até gado criaram.
O Conselho Ultramarino, elevou a Aldeia jesuíta, que passou a categoria
De Vila do Divino Espírito Santo de Nova Abrantes, esta notável honraria
Aconteceu no dia vinte e oito do mês de setembro do ano de mil setecentos
E cinqüenta e oito! Sendo uma data histórica, um grandioso acontecimento!
Nos combates pela Independência da Bahia! A Vila de Abrantes participou
unidas com a lendária Casa da Torre, sediou as Tropas Brasileiras e imperial
Que defenderam o Litoral Norte! Essas Tropas seguiram pela Estrada Real
Passando por Capuame, uniu-se a Labatut que em Pirajá, contra lusitanos, lutou.
Vinte e oito de setembro de mil novecentos e vinte e oito! Conforme lei estadual
A histórica Vila de Abrantes, passou a chamar-se Montenegro, mudando de local
Sendo a citada Vila, instalada no distrito de Camaçari, que estrategicamente
Oferecia as melhores condições geográficas, para crescer social e economicamente!
De Aldeia de Índios catequizados passou a Vila de Abrantes, Montenegro e finalmente
Passou a denominar-se Município de Camaçari! Sendo oficializado definitivamente
A sua identidade nominal, através do histórico decreto que tornou-se lei estadual
No ano mil novecentos e trinta e oito, ficando com esse nome até o período atual.
Camassary, Camassary! Um nome de origem tupi-guarani que significa na linguagem
Portuguesa ‘árvore que chora” as suas folhas verdes, viçosas, tem a propriedade
De ficarem Cobertas de Gotículas de águas transparentes, tendo outra particularidade
Alcaçareira! O seu nobre caule foi utilizado para fabricação de formidáveis embalagem
Portuguesa ‘árvore que chora” as suas folhas verdes, viçosas, tem a propriedade
De ficarem Cobertas de Gotículas de águas transparentes, tendo outra particularidade
Alcaçareira! O seu nobre caule foi utilizado para fabricação de formidáveis embalagem
De caixotes leves e resistentes, que armazenavam o açúcar que eram fabricados
Nos engenhos que eram localizados na região de Camaçari e que eram exportados
Para povoações do Brasil Colonial, sendo também o açúcar vendidos para o exterior
gerando riquezas, movimentando a economia do Brasil e os cofres dos meus Senhores...
Nos engenhos que eram localizados na região de Camaçari e que eram exportados
Para povoações do Brasil Colonial, sendo também o açúcar vendidos para o exterior
gerando riquezas, movimentando a economia do Brasil e os cofres dos meus Senhores...
O nobre e caridoso Tomás Garcez Paranhos Montenegro, o ilustre desembargador
No período imperial edificou sua chácara - residência nas terras do então arraial
De Camaçari, cujas terras foi herdada da sua família, sendo Tomás o fundador
Da atual cidade de Camaçari, de economia pujante, com sua cidade Polo Industrial
No período imperial edificou sua chácara - residência nas terras do então arraial
De Camaçari, cujas terras foi herdada da sua família, sendo Tomás o fundador
Da atual cidade de Camaçari, de economia pujante, com sua cidade Polo Industrial
Município de Camaçari, com os seus três distritos progressistas e importantes
Distrito de Parafuso! Já foi sede do governo municipal! Na Vila de Abrantes
Aí nasceu o atual município! Fundado pelos missionários jesuítas os catequizadores
Distrito de Monte Gordo! Reduto de lindas praias, coqueirais e dos bravos pescadores.
Orla marítima de Camaçari! Com lindas praias, rios, lagoas e seus belos coqueirais
Oh! Arembepe! Com sua famosa Aldeia Hippies! repleto de recifes e quebra-mar
As Barras dos Rios Joanes, Jacuípe e do Rio Pojuca! De verdejantes manguezais
Oh! Praias de Itacimirim, Guarajuba, Busca Vida e Jauá! Locais lindos para veranear.
Camaçari com sua Bacia Hidrográfica, desaguando mansamente no oceano mar
Dos Rios Capivarí Grande e Pequeno, Joanes, Jacuipe, Pojuca, Camaçari e afluentes
Barragens dos Rio Joanes, com as suas lindas lagoas e riachos e as nascentes!
Margeados pela primitiva Mata Atlântica, Um magnífico santuário ecológico a preservar.
Oh! Camaçari, Cidade dos Montenegro um centro de lazer e esportes na região
Com seus inúmeros equipamentos esportivos! Orgulho do seu povo, da sua população
Camaçari, cidade de raízes religiosa! E que cultiva as suas tradições doutrinárias
Irmandades na sua abençoada Diocese! Do Santo padroeiro São Tomás de Cantuária
Camaçari! Um Polo Petroquímico Industrial! Com as suas fábricas gerativas
De matérias primas, empregos e rendas! Fortalecendo a sua economia municipal
Temos as indústrias Petroquímica solidificada e a pujante Montadora Forde automotiva
A crescente indústria da Pesca e do artesanato! Temos o fabuloso turismo no litoral.
Camaçari uma cidade populacional pujante e industrial! Com suas modernidades
Dos seus filhos amados, tanto os nativos como os imigrantes, vindo de várias localidades
Onde todos eles unidos, trabalhando incansavelmente, construindo o município a mil
Vamos, Vamos! Avante Camaçari de Abrantes! Você é o orgulho da Bahia e do Brasil!
ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE CAMAÇARI 2013
ESTAÇÃO FERROVIÁRIA!
UM MARCO HISTÓRICO DESDE O IMPÉRIO E REPUBLICANO, DESDE DA VILA A PARTIR DE 1860 E MUNICÍPIO NA ERA REPUBLICANA.
Foto e legenda Chiquitinha Maravilha
SEPULTAMENTO HISTÓRICO DO DESEMBARGADOR TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO /CAMAÇARI/MATA DE SÃO JOÃO.
2ª Estação Ferroviária, edificada na segunda datada da década de 1940), na estação anterior que foi demolida e edificada a atual, através de um comboio trem (vários vagões) foi o corpo do desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro (o 1° com este nome e pai do Desembargador Tomás Junior), juntamente com familiares, membros dos Três Poderes Constituídos da Republica na Bahia, seguiu o o corpo do Eminente Matense/Camaçariense e Baiano, que foi sepultado no jazigo da família na Nave da Matriz do Senhor do Bonfim de Mata de São João, no ano de 1914, sendo um dos maiores e talvéz o maior sepultamento já realizado na Matriz do Bonfim de Mata pela quantidade e o número de personalidades Top da Sociedade Baiana. Na pesquisa inédita de Chiquitinha Maravilha
NA FOTO ABAIXO:
RESIDÊNCIA PRIMITIVA DO DESEMBARGADOR TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO FUNDADOR DO ARRAIAL DE CAMAÇARI A PARTIR DA DÉCADA DE 1860 E QUE SE TRANSFORMOU AO LONGO DOS ANOS NA ATUAL CIDADE DE CAMAÇARI E O NOME DO PUJANTE MUNICÍPIO ATUAL
Antiga casa residência da família do 1° desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro que foi doada em 1938 para ser a sede do Poder Executivo Municipal e que dezenas de anos depois foi mudada a sede do imóvel da foto para o atual centro administrativo.
No prédio acima, depois de reformado continua no mesmo local perto da estação da ferroviária (2013}, tendo funcionado o Tribunal de Contas do Municípios,
A Vila do Divino do Espirito Santo de Nova Abrantes foi criada em 27 de setembro de 1758 por Provisão do Conselho Ultramarino e foi instalada em em 8/10/1758. No ano de 1759 foi levantada a planta pelo Dr. João Ferreira de Bittentencurt Sá.
A Vila foi extinta pela Resolução Provincial de n. 241, de 15/04/1946, sendo restabelecida pela Resolução de n. 310 de 03/07/1848 e reinstalada em a 10/01/018, com a designação de Vila de Nova Abrantes, apos ser desmembrada do município de Mata de São João.
Até 1890 a categoria política-administrativa de Abrantes era "intendência municipal" quando então passou a município, Em 27//09/1890 foram doadas terras ao município, para seu patrimônio, pelo então Conselheiro n Glicério, Ministro da Agricultura do Governo Provisório da republica do Brasil.
Em 22 de março de 1920 foi criado o distrito de Camaçaricom território desmembrado de Abrantes. A criação do distrito foi sanciaonado também pela Lei estadual n. 1442, no dia 4 de agosto de 1920.
A Vila de Abrantes localizada no litoral foi sede municipal até 1924 e no dia 28/07/1925 a vila de Abrantes passa chamar-se Montenegro e pela Lei Estadual n. 1.809 de 28 de julho 1925 foi transferida a sede do litoral para Montenegro que em 1938 passou a denominar-se Camaçari em virtude de um decreto-lei estadual.
Fonte IBGE.
HISTÓRICO! INÉDITO
FONTES BIOGRAFICAS:
DA BIOGRAFIA DO DESEMBARGADOR TOMÁS MONTENEGROIBGE, Diário Oficial do Estado da Bahia - Edição Especial do Centenário da Independência da Bahia- 02/07/1823, Livro de batizados casamento Igreja do Bonfim de Mata, Jornais de Salvador décadas de 1890 s 1920.
Livro - Histórias Que Não Contei, p. 37, 38, de Sandra Parente, ano 2007, editora Fast Design, Salvador/Ba.
15 Ago SÓCIO TORCEDOR
Sócio do Bahia, vá a Arena Fonte Nova para pegar sua cédula de votação.
A partir desta quinta-feira(15/08), os sócios aptos a voto, que constam na lista em anexo, terão que dirigir-se as bilheterias da Arena Fonte Nova, para retirar a sua cédula de votação, documento necessário para participação da assembleia geral de sócios, que será realizada no sábado(17/08), às 09h00, no mesmo local.
Para retirar a cédula de votação, o sócio precisará fornecer o número do seu RG nas bilheterias da Arena Fonte Nova.
O atendimento ao sócio na Arena Fonte Nova acontecerá nesta quinta-feira(15/08) até às 22h00 e na sexta-feira(16/08), das 06h00 às 22h00.
Na assembleia de sábado(17/08), dentre outros assuntos, a proposta de novo estatuto para o Esporte Clube Bahia será discutida e colocada em votação.
Até o sábado(17/08), a lista de sócios aptos ao voto será atualizada no site oficial do Bahia, de 4 em 4 horas, a medida que os novos sócios forem pagando seus boletos.
O sistema de votação será feito através desta cédula, que no sábado, após ser preenchida, será depositada em urnas.
Depois de todos os sócios depositarem suas cédulas, haverá a apuração dos votos, na Arena Fonte Nova.
Confira aqui a segunda lista de sócios: /ckfinder/userfiles/files/segundalista.xls
O Esquadrão de Aço também venceu o último jogo.
16/08/2013
SITE DO BAHIA
histórico dos confrontos entre Bahia e Santos, foram 52 jogos, com 24 triunfos do Peixe e 17 do Tricolor. Ainda houve 11 empates. O time paulista marcou 111 gols e o Esquadrão, 76.
Pelo Brasileiro, foram 38 partidas. O Santos venceu 17, o Bahia 13 e houve 08 empates. O alvinegro praiano marcou 80 e o tricolor, 50.
Duas equipes tradicionais do futebol brasileiro, Bahia e Santos decidiram três edições de Brasileiro.
Em 1959, primeira edição da competição, o Tricolor sagrou-se campeão ao vencer o Peixe por 3 a 1, no Estádio do Maracanã, gols de Vicente, Léo Briglia e Alencar. Coutinho descontou para os paulistas. O Esquadrão de Aço conquistava sua primeira estrela.
Nas decisões de 1961 e 1963, o Santos comandado por Pelé, Coutinho e Pepe levou a melhor sobre o Bahia.
O último confronto entre Bahia e Santos foi no Brasileiro do ano passado, na Vila Belmiro, e o Tricolor surpreendeu, vencendo por 3 x 1, com direito a Neymar e Ganso em campo. Relembre esta vitória:http://www.youtube.com/watch?v=YdtRc3vqz1A
Os gols tricolores foram marcados por Neto, Souza e Gabriel.
Mais uma vez, o Bahia tem um tabu a quebrar neste Brasileiro. Apesar de ter vencido o último jogo, o Esquadrão de Aço não ganha do Peixe, jogando em Salvador, desde o Brasileiro de 1994, ano em que o Tricolor venceu por 3 x 2, com destaque para o atacante Uéslei, que marcou os três gols do Bahia. Relembre este jogo: http://www.youtube.com/watch?v=nnRxjv9oQKs
Confira todos os confrontos de Bahia x Santos:
52) 29/08/2012 - Santos 1x3 Bahia - Brasileiro
51) 20/05/2012 - Bahia 0x0 Santos - Brasileiro
50) 27/11/2011 - Santos 1x1 Bahia - Brasileiro
49) 21/08/2011 - Bahia 1x2 Santos - Brasileiro
48) 22/10/2003 - Bahia 4x7 Santos - Brasileiro
47) 28/06/2003 - Santos 4x0 Bahia - Brasileiro
46) 30/10/2002 - Bahia 1x1 Santos - Brasileiro
45) 23/09/2001 - Santos 5x1 Bahia - Brasileiro
44) 18/04/2001 - Santos 0x2 Bahia - Copa do Brasil
43) 11/04/2001 - Bahia 2x0 Santos - Copa do Brasil
42) 28/10/2000 - Santos 0x1 Bahia - Brasileiro
41) 23/04/1998 - Santos 5x2 Bahia - Copa do Brasil
40) 24/03/1998 - Bahia 3x3 Santos - Copa do Brasil
39) 25/10/1997 - Santos 3x1 Bahia - Brasileiro
38) 05/10/1996 - Bahia 1x1 Santos - Brasileiro
37) 01/10/1995 - Santos 3x2 Bahia - Brasileiro
36) 26/10/1994 - Bahia 3x2 Santos - Brasileiro
35) 31/08/1994 - Bahia 2x1 Santos - Brasileiro
34) 24/08/1994 - Santos 3x0 Bahia - Brasileiro
33) 25/05/1992 - Bahia 0x1 Santos - Brasileiro
32) 24/04/1991 - Bahia 1x0 Santos - Brasileiro
31) 20/10/1990 - Santos 1x0 Bahia - Brasileiro
30) 27/09/1989 - Santos 3x1 Bahia - Brasileiro
29) 07/12/1988 - Bahia 5x1 Santos - Brasileiro
28) 17/10/1987 - Santos 0x1 Bahia - Brasileiro
27) 14/09/1986 - Bahia 3x0 Santos - Brasileiro
26) 04/06/1978 - Bahia 3x0 Santos - Brasileiro
25) 07/12/1977 - Santos 0x1 Bahia - Brasileiro
24) 16/10/1976 - Santos 0x0 Bahia - Brasileiro
23) 07/12/1975 - Bahia 1x1 Santos - Torneio BA
22) 30/08/1975 - Santos 0x2 Bahia - Brasileiro
21) 29/10/1972 - Bahia 0x2 Santos - Brasileiro
20) 08/08/1971 - Bahia 0x0 Santos - Brasileiro
19) 04/04/1971 - Bahia 3x2 Santos - Torneio BA
18) 02/12/1970 - Bahia 1x5 Santos - Brasileiro
17) 16/11/1969 - Bahia 1x1 Santos - Brasileiro
16) 10/10/1968 - Santos 9x2 Bahia - Brasileiro
15) 17/09/1967 - Bahia 2x3 Santos - Amistoso
14) 05/05/1965 - Bahia 1x3 Santos - Amistoso
13) 01/05/1965 - Bahia 1x6 Santos - Amistoso
12) 28/01/1964 - Bahia 0x2 Santos - Brasileiro
11) 25/01/1964 - Santos 6x0 Bahia - Brasileiro
10) 27/12/1961 - Santos 5x1 Bahia - Brasileiro
09) 22/12/1961 - Bahia 1x1 Santos - Brasileiro
08) 29/03/1960 - Bahia 3x1 Santos - Brasileiro
07) 30/12/1959 - Bahia 0x2 Santos - Brasileiro
06) 10/12/1959 - Santos 2x3 Bahia - Brasileiro
05) 22/08/1957 - Bahia 1x2 Santos - Amistoso
04) 25/03/1956 - Bahia 3x1 Santos - Amistoso
03) 07/05/1939 - Bahia 3x3 Santos - Amistoso
02) 04/05/1939 - Bahia 1x3 Santos - Amistoso
01) 02/04/1936 - Bahia 1x2 Santos - Amistoso
14 Ago FUT. PROFISSIONAL
Sócio do Bahia, vá a Arena Fonte Nova para pegar sua cédula de votação.
A partir desta quinta-feira(15/08), os sócios aptos a voto, que constam na lista em anexo, terão que dirigir-se as bilheterias da Arena Fonte Nova, para retirar a sua cédula de votação, documento necessário para participação da assembleia geral de sócios, que será realizada no sábado(17/08), às 09h00, no mesmo local.
Para retirar a cédula de votação, o sócio precisará fornecer o número do seu RG nas bilheterias da Arena Fonte Nova.
O atendimento ao sócio na Arena Fonte Nova acontecerá nesta quinta-feira(15/08) até às 22h00 e na sexta-feira(16/08), das 06h00 às 22h00.
Na assembleia de sábado(17/08), dentre outros assuntos, a proposta de novo estatuto para o Esporte Clube Bahia será discutida e colocada em votação.
Até o sábado(17/08), a lista de sócios aptos ao voto será atualizada no site oficial do Bahia, de 4 em 4 horas, a medida que os novos sócios forem pagando seus boletos.
O sistema de votação será feito através desta cédula, que no sábado, após ser preenchida, será depositada em urnas.
Depois de todos os sócios depositarem suas cédulas, haverá a apuração dos votos, na Arena Fonte Nova.
Confira aqui a segunda lista de sócios: /ckfinder/userfiles/files/segundalista.xls
O Esquadrão de Aço também venceu o último jogo.
16/08/2013
SITE DO BAHIA
histórico dos confrontos entre Bahia e Santos, foram 52 jogos, com 24 triunfos do Peixe e 17 do Tricolor. Ainda houve 11 empates. O time paulista marcou 111 gols e o Esquadrão, 76.
Pelo Brasileiro, foram 38 partidas. O Santos venceu 17, o Bahia 13 e houve 08 empates. O alvinegro praiano marcou 80 e o tricolor, 50.
Duas equipes tradicionais do futebol brasileiro, Bahia e Santos decidiram três edições de Brasileiro.
Em 1959, primeira edição da competição, o Tricolor sagrou-se campeão ao vencer o Peixe por 3 a 1, no Estádio do Maracanã, gols de Vicente, Léo Briglia e Alencar. Coutinho descontou para os paulistas. O Esquadrão de Aço conquistava sua primeira estrela.
Nas decisões de 1961 e 1963, o Santos comandado por Pelé, Coutinho e Pepe levou a melhor sobre o Bahia.
O último confronto entre Bahia e Santos foi no Brasileiro do ano passado, na Vila Belmiro, e o Tricolor surpreendeu, vencendo por 3 x 1, com direito a Neymar e Ganso em campo. Relembre esta vitória:http://www.youtube.com/watch?v=YdtRc3vqz1A
Os gols tricolores foram marcados por Neto, Souza e Gabriel.
Mais uma vez, o Bahia tem um tabu a quebrar neste Brasileiro. Apesar de ter vencido o último jogo, o Esquadrão de Aço não ganha do Peixe, jogando em Salvador, desde o Brasileiro de 1994, ano em que o Tricolor venceu por 3 x 2, com destaque para o atacante Uéslei, que marcou os três gols do Bahia. Relembre este jogo: http://www.youtube.com/watch?v=nnRxjv9oQKs
Confira todos os confrontos de Bahia x Santos:
52) 29/08/2012 - Santos 1x3 Bahia - Brasileiro
51) 20/05/2012 - Bahia 0x0 Santos - Brasileiro
50) 27/11/2011 - Santos 1x1 Bahia - Brasileiro
49) 21/08/2011 - Bahia 1x2 Santos - Brasileiro
48) 22/10/2003 - Bahia 4x7 Santos - Brasileiro
47) 28/06/2003 - Santos 4x0 Bahia - Brasileiro
46) 30/10/2002 - Bahia 1x1 Santos - Brasileiro
45) 23/09/2001 - Santos 5x1 Bahia - Brasileiro
44) 18/04/2001 - Santos 0x2 Bahia - Copa do Brasil
43) 11/04/2001 - Bahia 2x0 Santos - Copa do Brasil
42) 28/10/2000 - Santos 0x1 Bahia - Brasileiro
41) 23/04/1998 - Santos 5x2 Bahia - Copa do Brasil
40) 24/03/1998 - Bahia 3x3 Santos - Copa do Brasil
39) 25/10/1997 - Santos 3x1 Bahia - Brasileiro
38) 05/10/1996 - Bahia 1x1 Santos - Brasileiro
37) 01/10/1995 - Santos 3x2 Bahia - Brasileiro
36) 26/10/1994 - Bahia 3x2 Santos - Brasileiro
35) 31/08/1994 - Bahia 2x1 Santos - Brasileiro
34) 24/08/1994 - Santos 3x0 Bahia - Brasileiro
33) 25/05/1992 - Bahia 0x1 Santos - Brasileiro
32) 24/04/1991 - Bahia 1x0 Santos - Brasileiro
31) 20/10/1990 - Santos 1x0 Bahia - Brasileiro
30) 27/09/1989 - Santos 3x1 Bahia - Brasileiro
29) 07/12/1988 - Bahia 5x1 Santos - Brasileiro
28) 17/10/1987 - Santos 0x1 Bahia - Brasileiro
27) 14/09/1986 - Bahia 3x0 Santos - Brasileiro
26) 04/06/1978 - Bahia 3x0 Santos - Brasileiro
25) 07/12/1977 - Santos 0x1 Bahia - Brasileiro
24) 16/10/1976 - Santos 0x0 Bahia - Brasileiro
23) 07/12/1975 - Bahia 1x1 Santos - Torneio BA
22) 30/08/1975 - Santos 0x2 Bahia - Brasileiro
21) 29/10/1972 - Bahia 0x2 Santos - Brasileiro
20) 08/08/1971 - Bahia 0x0 Santos - Brasileiro
19) 04/04/1971 - Bahia 3x2 Santos - Torneio BA
18) 02/12/1970 - Bahia 1x5 Santos - Brasileiro
17) 16/11/1969 - Bahia 1x1 Santos - Brasileiro
16) 10/10/1968 - Santos 9x2 Bahia - Brasileiro
15) 17/09/1967 - Bahia 2x3 Santos - Amistoso
14) 05/05/1965 - Bahia 1x3 Santos - Amistoso
13) 01/05/1965 - Bahia 1x6 Santos - Amistoso
12) 28/01/1964 - Bahia 0x2 Santos - Brasileiro
11) 25/01/1964 - Santos 6x0 Bahia - Brasileiro
10) 27/12/1961 - Santos 5x1 Bahia - Brasileiro
09) 22/12/1961 - Bahia 1x1 Santos - Brasileiro
08) 29/03/1960 - Bahia 3x1 Santos - Brasileiro
07) 30/12/1959 - Bahia 0x2 Santos - Brasileiro
06) 10/12/1959 - Santos 2x3 Bahia - Brasileiro
05) 22/08/1957 - Bahia 1x2 Santos - Amistoso
04) 25/03/1956 - Bahia 3x1 Santos - Amistoso
03) 07/05/1939 - Bahia 3x3 Santos - Amistoso
02) 04/05/1939 - Bahia 1x3 Santos - Amistoso
01) 02/04/1936 - Bahia 1x2 Santos - Amistoso
14 Ago FUT. PROFISSIONAL
Fora de casa, Tricolor é derrotado por 2 a 0. Foto: Rodrigo Clemente/Estado de Minas
Na noite desta quarta-feira (14), o Bahia perdeu para o Atlético/MG por 2 a 0, no Estádio Independência, em Belo Horizonte. Com o resultado, o Tricolor caiu uma posição e agora é o 10º colocado na tabela de classificação.
Enfrentando o campeão da Libertadores da América, o Esquadrão começou bem a partida, neutralizando as jogadas ofensivas do adversário. Porém, o Atlético abriu o placar aos 18 minutos com Leonardo Silva de cabeça, após cobrança de escanteio.
No intervalo, o técnico Cristóvão Borges fez duas alterações: Saiu Anderson Talisca, entrou Wallyson e Madson deu lugar a Angulo, que fez a estreia com a camisa Tricolor.
Com as substituições, a equipe voltou mais ofensiva, mas levou o segundo gol aos 10 minutos, com Alecsandro.
Cristóvão ainda colocou Obina no lugar de Hélder, mas o resultado se manteve até o final da partida.
A equipe jogou com: Marcelo Lomba; Madson (Angulo), Rafael Donato, Lucas Fonseca e Raul; Fahel, Rafael Miranda, Hélder (Obina) e Anderson Talisca (Wallyson); Marquinhos e Fernandão.
Nesta quinta-feira (15), o grupo se reapresenta às 15 horas no Fazendão. A equipe começa a se preparar para enfrentar o Santos, no próximo domingo (18), às 18h30, na Arena Fonte Nova.
16 Ago OUTRAS
Fora de casa, Tricolor é derrotado por 2 a 0. Foto: Rodrigo Clemente/Estado de Minas
Na noite desta quarta-feira (14), o Bahia perdeu para o Atlético/MG por 2 a 0, no Estádio Independência, em Belo Horizonte. Com o resultado, o Tricolor caiu uma posição e agora é o 10º colocado na tabela de classificação.
Enfrentando o campeão da Libertadores da América, o Esquadrão começou bem a partida, neutralizando as jogadas ofensivas do adversário. Porém, o Atlético abriu o placar aos 18 minutos com Leonardo Silva de cabeça, após cobrança de escanteio.
No intervalo, o técnico Cristóvão Borges fez duas alterações: Saiu Anderson Talisca, entrou Wallyson e Madson deu lugar a Angulo, que fez a estreia com a camisa Tricolor.
Com as substituições, a equipe voltou mais ofensiva, mas levou o segundo gol aos 10 minutos, com Alecsandro.
Cristóvão ainda colocou Obina no lugar de Hélder, mas o resultado se manteve até o final da partida.
A equipe jogou com: Marcelo Lomba; Madson (Angulo), Rafael Donato, Lucas Fonseca e Raul; Fahel, Rafael Miranda, Hélder (Obina) e Anderson Talisca (Wallyson); Marquinhos e Fernandão.
Nesta quinta-feira (15), o grupo se reapresenta às 15 horas no Fazendão. A equipe começa a se preparar para enfrentar o Santos, no próximo domingo (18), às 18h30, na Arena Fonte Nova.
16 Ago OUTRAS
Votação acaba nesta sexta-feira.
A votação para escolher a candidata do Bahia termina nesta sexta-feira.
Nossas candidatas são Carol Muniz e Fernanda Serra.
Ensaio: http://globoesporte.globo.com/ba/musa-do-brasileirao-2013/fotos/2013/08/fotos-confira-o-ultimo-ensaio-das-finalistas-de-bahia-e-vitoria-no-concurso-musa-do-brasileirao-2013.html
GAMALIEL CHAGAS, O MARATONISTA POETA!
Votação acaba nesta sexta-feira.
Nossas candidatas são Carol Muniz e Fernanda Serra.
Ensaio: http://globoesporte.globo.com/ba/musa-do-brasileirao-2013/fotos/2013/08/fotos-confira-o-ultimo-ensaio-das-finalistas-de-bahia-e-vitoria-no-concurso-musa-do-brasileirao-2013.html
GAMALIEL CHAGAS, O MARATONISTA POETA!
A MAGNÍFICA!
TORRE SINALEIRA, HISTÓRICA!
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TORRE HISTÓRICA, REPLETA DE HISTÓRIAS! QUE NÃO MAIS EXISTE, FICAVA LOCALIZADA NO ATUAL LARGO O BONFIM DE MATA. Foto do Arquivo de Chiquitinha Maravilha.
RECONSTRUÇÃO DA TORRE SINALEIRA!
A partir do ano de 1668 (Século XVII), o governo da colônia resolveu estabelecer um sistema de avisos entre as povoações litorâneas, com vistas à segurança da costa. Garcia D'Avila (2o) encarregou-se desse serviço,
ESTÁ magnifica Torre do Sinaleira, serviu desde o Século XVII )a partir do ano de 1668) até o Século XVIII, enviando Sinalização via comunicação por fumaças brancas da Casa da Torre de Garcia D'Ávila (atual Praia do Forte) para os baluartes para Aldeia do Divino Espirito Santo (Vila de Abrantes, atual município de Camaçari) com destino a Itapuã Rio Vermelho até Forte de Santo Antonio da Barra/Salvador/BA.
Tinha Estas "comunicações" tinha a finalidade de avisar da presença de inimigos invasores (franceses, holandeses, corsários, piratas...) que aportavam no largo da Enseada de Tatuapara (Praia do Forte) com destino a Cidade Fortaleza de Tomé de Souza (Salvador).
A citada Torre do Sino por falta de conservação ao longo dos anos, ela desabou na década de 1980.
Sua base de pedra deve está ainda fixada no subsolo no Largo do Bonfim de Mata, há poucos centímetros. Escavando o subsolo (por uma equipe de arqueologia, após o tombamento Municipal, via Lei Orgânica, poderemos encontrar os seus alicerceies e reconstruir-la baseado em fotos da citada Torre do Sino, Ou Torre Sinaleira. Feito isto reconstruiremos a história dessa Torre Sinaleira, sendo mais uma Atração Turística para o município matense, repletos de histórias e Lendas!
A citada Torre do Sino por falta de conservação ao longo dos anos, ela desabou na década de 1980.
Sua base de pedra deve está ainda fixada no subsolo no Largo do Bonfim de Mata, há poucos centímetros. Escavando o subsolo (por uma equipe de arqueologia, após o tombamento Municipal, via Lei Orgânica, poderemos encontrar os seus alicerceies e reconstruir-la baseado em fotos da citada Torre do Sino, Ou Torre Sinaleira.
Feito isto reconstruiremos a história dessa Torre Sinaleira, sendo mais uma Atração Turística para a Sede do município matense, repletos de histórias e Lendas!
RECONSTRUÇÃO DA TORRE SINALEIRA!
A partir do ano de 1668 (Século XVII), o governo da colônia resolveu estabelecer um sistema de avisos entre as povoações litorâneas, com vistas à segurança da costa. Garcia D'Avila (2o) encarregou-se desse serviço,
ESTÁ magnifica Torre do Sinaleira, serviu desde o Século XVII )a partir do ano de 1668) até o Século XVIII, enviando Sinalização via comunicação por fumaças brancas da Casa da Torre de Garcia D'Ávila (atual Praia do Forte) para os baluartes para Aldeia do Divino Espirito Santo (Vila de Abrantes, atual município de Camaçari) com destino a Itapuã Rio Vermelho até Forte de Santo Antonio da Barra/Salvador/BA.
Tinha Estas "comunicações" tinha a finalidade de avisar da presença de inimigos invasores (franceses, holandeses, corsários, piratas...) que aportavam no largo da Enseada de Tatuapara (Praia do Forte) com destino a Cidade Fortaleza de Tomé de Souza (Salvador).
A citada Torre do Sino por falta de conservação ao longo dos anos, ela desabou na década de 1980.
Sua base de pedra deve está ainda fixada no subsolo no Largo do Bonfim de Mata, há poucos centímetros. Escavando o subsolo (por uma equipe de arqueologia, após o tombamento Municipal, via Lei Orgânica, poderemos encontrar os seus alicerceies e reconstruir-la baseado em fotos da citada Torre do Sino, Ou Torre Sinaleira. Feito isto reconstruiremos a história dessa Torre Sinaleira, sendo mais uma Atração Turística para o município matense, repletos de histórias e Lendas!
A citada Torre do Sino por falta de conservação ao longo dos anos, ela desabou na década de 1980.
Sua base de pedra deve está ainda fixada no subsolo no Largo do Bonfim de Mata, há poucos centímetros. Escavando o subsolo (por uma equipe de arqueologia, após o tombamento Municipal, via Lei Orgânica, poderemos encontrar os seus alicerceies e reconstruir-la baseado em fotos da citada Torre do Sino, Ou Torre Sinaleira.
Feito isto reconstruiremos a história dessa Torre Sinaleira, sendo mais uma Atração Turística para a Sede do município matense, repletos de histórias e Lendas!
FOTOS:
RELÍQUIAS HISTÓRICAS
DE MATA DE SÃO JOÃO
Cidade de Mata de São João na década de 1950
RELÍQUIA HISTÓRICA DA ENTÃO VILA DE MATA DE SÃO JOÃO /DÉCADA DE 1910!
SÃO JOÃO BATISTA - PADROEIRO DE MATA DE S. JOÃO/BA
SÃO JOÃO BATISTA BATIZANDO JESUS CRISTO
no Rio Jordão. S. João Batista Padroeira de Mata de São João/BA. QUADRO DE FAIANÇA PORTUGUESA NO VARANDAL DA CASA RESIDENCIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA / ceramista Eduardo Gomes, lusitano de Aveiro/Portugal. Data do fabrico do painel ano 1984
FOTOS:
RELÍQUIAS HISTÓRICAS
DE MATA DE SÃO JOÃO
RELÍQUIAS HISTÓRICAS
DE MATA DE SÃO JOÃO
Cidade de Mata de São João na década de 1950
RELÍQUIA HISTÓRICA DA ENTÃO VILA DE MATA DE SÃO JOÃO /DÉCADA DE 1910!
SÃO JOÃO BATISTA - PADROEIRO DE MATA DE S. JOÃO/BA
SÃO JOÃO BATISTA BATIZANDO JESUS CRISTO
no Rio Jordão. S. João Batista Padroeira de Mata de São João/BA. QUADRO DE FAIANÇA PORTUGUESA NO VARANDAL DA CASA RESIDENCIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA / ceramista Eduardo Gomes, lusitano de Aveiro/Portugal. Data do fabrico do painel ano 1984
no Rio Jordão. S. João Batista Padroeira de Mata de São João/BA. QUADRO DE FAIANÇA PORTUGUESA NO VARANDAL DA CASA RESIDENCIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA / ceramista Eduardo Gomes, lusitano de Aveiro/Portugal. Data do fabrico do painel ano 1984
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