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sexta-feira, 3 de abril de 2026

BIOGRAFIA - Tomás Garcez Paranhos Montenegro (Por Chiquitinha Maravilha).

 


BIOGRAFIA DO DESEMBARGADOR  TOMÁS  GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO

 - O FUNDADOR  DA  CIDADE DE CAMAÇARI/BA

Foto arquivo da família  do Des. Tomás  Garcez Paranhos  Montenegro, quadro pitado por Oseas em 1926, informação de Odilon Montenegro -ano 2014.


 Catedral de São Tomás  de Cantuária -  Diocese de Camaçari Foto de  Chiquitinha  Maravilha Maravilha,  08/01/2026, cidade de Camaçari.

                Procissão de São Tomás de Cantuária,  Cidade de Camaçari / Ba.  dia  08/01/2026.


 A 2ª Estação do  Trem  da Leste Ferroviária, datada do início da década de 1940, foi requalificada na  Adm  do prefeito Elinaldo  Araujo, no ano  de  2023, no seu 2º mandato   (2021 - 2024), sendo  utilizado  como o Museu  de  Camaçari. que fica  localizado  na Avenida Eixo Urbano Central, no Centro Histórico da Cidade de Camaçari  da Bahia..


BIOGRAFIA

Tomás Garcez Paranhos Montenegro /Por Chiquitinha Maravilha a luz documental.

(Tomás nasceu  06/01/1839 e faleceu em15/02/1914, aos 75 anos).


HISTÓRICO E INÉDITO!

 Tomás   filho   do   Coronel   José Garcez   da   Rocha   Vasconcellos  Montenegro  e  de   dona  Maria  Joaquina  da  Silva  Paranhos, batizado dia 01-04- 1839,  nasceu  em  22/1/1839,  na   Vila   de  Mata   de  São  João,  onde  casou-se  em 11/2/1860  aos  21  anos  de  idade, com  a  sua  prima carnal  Thomazina  Josephina  de   Mesquita,   nascida  em 06/11/1840 na  cidade de  Mata  de  São  João,   quando   ainda  era   freguesia do Coqueiro da Água  Comprida  do Senhor o Bonfim  de Mata de São João.

Tomás na  sua Chácara Thomazina  Josephina, localzada  m frente da Estção do Trem (Museu de  Cmaçari), na  cidade de  Camaçari, faleceu 15/02/ 1914.

 Eram   pais  de  Thomázia   o  Sr. José  Pereira  de  Mesquita  e   dona   Josephina   da  Silva  Paranhos,  descendente   do   Cap.  Thomas  Paranhos este  comprou as  terras  da Várzea ( atual  cidade  de  Mata  de São João), Capuame  ( cidade de Dias D'Avila), terras  da  cidade  de Camaçari, Jauá, Arembepe...  (litoral),   parte  do  atual  bairro de   Brotas/Salvador,....

As  terras  da  Várzea,  atual  centro   da   cidade  de  Mata  de  São  João,  foi  comprada  em  O Capitão  Thomás  da Silva  Paranhos  comprou as   citadas dos    descendentes  do  Marquês  de  Cascaes,  sendo  as  terras  citadas  originarias  da  Casa  dos   Marqueses   de  Niza,  sendo  instituída  em  1552  por  D.  João  III,  Rei  de  Portugal  e  sendo   constituída  todas  as  terras   em  Capitania  (uma  capitania)  em  1556.


FAMÍLIA PEREIRA MESQUITA  NA VILA  DE  MATA DE SÃO JOÃO


 THOMÁZINA JOSEPHINA PARANHOS  DE  MESQUITA

 Dona Thomázina  Josephina  (Paranhos)   de Mesquita  a  esposa  do Desembargador Tomas Garcez Paranhos Montenegro  nasceu na  cidade  de Mata   de   São  João. Seu    parente (tio )    Capitão Custódio Pereira  de Mesquita casado com Amélia Josephina Trindade (esta  filha  do 1º  José Rodrigues Teixeira e Maria Rita  da  Trindades, primos, e penta avô materno de Chiquitinha  Maravilha.

Custódio  foi  do  vereador  da  Câmara  da  Vila  de  Mata  no regime imperial,  Custodio pai de  João Antonio de  Mesquita, este   casado  com Maria  Emilia  Rodrigues Simões Teixeira,  esta   tia trisavô materna de  Chiquitinha  Maravilha, Maria  Emília  filha  do capitão  José  Rodrigues Teixeira Junior e  Ephifania  Simões  de  Paiva (estes   tetra-avôs  materno de Chiquitinha), José  Rodrigues Teixeira, irmão de Amélia Josephina Trindade a  esposa do Capitão Custódio Pereira de Mesquita, o irmão de José  Pereira de Mesquita, casado com Rosa Joaquina  da Silva  Paranhos.

Capitão  José  Rodrigues Teixeira Junior,   pai dentre outros filhos:  Dr. Joaquim Simões  de Paiva, Dr. Américo Rodrigues Teixeira,  do médico político, Dr.  Antonio Rodrigues Teixeira, este   casado com sua  prima  carnal,  Joana Amélia  Meireles Viana (trisa-avós  materno de Chiquitinha.

Dr. Antonio Rodrigues  Teixeira  foi  o 1° Intendente  da  Vila  de Mata de São João em 1890,  foi deputado Provincial e Constituinte  Republicano e Senador  Estadual na  Republica  Baiana.


Ligação Reis Meireles, com Silva Paranhos /Batista Viana

Outra ligação genealógica com chiquitinha Maravilha, casamento do Major  Menandro dos Reis Meireles com Umbelina a Silva Paranhos, ele  Menandro, irmão de Amélia Josefina Reis Meireles, casada com Cel Guilherme José Batista Viana, ambos tetra avô materno de  Gamaliel  Sales Chagas (Chiquitinha..),.

Gamaliel (Chiquitinha Maravilha), sobrinho tetra avô materno de Menandro dos Reis Meireles, o esposo de Umbelina da Silva Paranhos, tia do Desembargador Tomás Garcez Paranho Montenegro, o 1ª com este nome. Além de ouras  ramificações não citadas com  o Capitão Tomás da Silva  Paranhos, pai de Maria Joaquina, Umbelina... Tomás da Silva  Paranhos avô do Desembargador Tomás G. P. Montenegro (o 1º com este, e pai do também  2º Desembargador  Tomás G. P. Montenegro Junior.

 Ramificações  das  Famílias Mesquita, Silva  Paranhos, Garcez Vasconcelos......

 A  família   Pereira   Mesquita   ramificada   com  os  Silva  Paranhos, Garcez  Vasconcelos  Montenegro, Reis Meireles, Simões  de Paiva, Pereiras das Chagas, Pereira  de Avila, Teixeira Franco, Moreira da Silva Paranhos Meireles  Araujo Goes...  Tiveram  a  notoriedade  política  antes  e  após  a  emancipação  de  Freguesia  a  Vila  de  Mata  de  São  João  em  15/4/1846.

  Sua   Fazenda   Camaçari   herdada  pelos  seus  pais  de  raízes  matense.  Assim   como  ele  (Thomás), filho  da  sua  querida  Mata  de   São   João,   onde   foi   batizado, criado,  se  casou  e  realizou  seus  primeiros  estudos,  indo   realizar   seus  básicos  em  outras  terras.

Thomás   formou-se   no   Recife   em   Ciências   Jurídicas   na   Bahia   na   época   não  existia  Faculdade   de  Direito  (década  de  1858).  Thomás  amava  tanto   a   sua   querida  Mata  de  São  João  que  pediu  para  ser  enterrado  no  mausoléu  da  Família  Paranhos Montenegro  Mesquita,  localizado   na  Nave  da   Igreja  do  Senhor  do  Bonfim  de  Mata  de  São  João, isto  em  16/2/1914, uma  segunda-feira,  tendo  falecido  dia  15/2/1914,  um  domingo, um dia histórico  para    os anais  da historiografia    matense.

TOMÁS G.P. MONTENEGRO, O 1° COM ESTE  NOME, FALECEU  EM CAMAÇARI

 Faleceu  no  Arraial  de  Camaçari  na   sua  residência, a Chácara  Thomazina,     um  sobrado  perto  da  Estação  da  Leste, atual prédio  onde   situa-se   a   sede   do  Tribunal   de  Contas  dos  Municípios  (prédio  já  modificado  do  antigo  sobrado).

 Thomáz   Garcez Paranhos  Montenegro,  matense  de  alma  nobre,  caridosa, humanitária,   uma  inteligência  destacada,  um  homem  íntegro da Lei, da  Justiça  Baiana  e Brasileira. Orgulho  da  Classe  Jurídica  da  Bahia  e  do  Brasil.

 Ao  lado  do Dr. Leovigildo  Gonçalves  de  Carvalho, que  ocupou os   3 Poderes na  Vila  de Mata  de São João  no  Império e Republica, Leovigildo  outro  sábio, íntegro Magistrado,  Juiz  da  Vara  de  Órfãos /Salvador durante  28  anos, era    respeitado   pelas   suas   decisões  a  bem  da  verdade  e  do  direito.

Dr.  Leovigildo Gonçalves de Carvalho, filho de tio irmão do trisavô paterno de Gamaliel Sales Chagas (Chiquitinha Maravilha), o Cel Antonio Gonçalves  de Carvalho e dona Feliciana Pereira  da Conceição,  Juiz Leovigidoprimo em 4°  grau  de Gamaliel Sales  Chagas.

 Thomás  e  Leovigildo,  duas  legendas   históricas  da  Bahia  e  de  Mata  de  São  João,  a  serviço  da  Justiça  da  Bahia  e  do  Brasil nos  períodos  imperial e primeiras  décadas   da  República Brasileira.  Duas   inteligências   iluminadoras   nascidas  na  época  Imperial  e falecidos  no  Regime  Republicano  (década  de  1910  a  1920).

 Thomáz e Leovigildo   Gonçalves de Carvalho, primo  carnal de José Pereira de Carvalho Chagas (avô de Chiquitinha  Maravilha nascido   na década  de 1850 na  cidade de  Mata  de São João), exemplos  de   matenses   nobres  e  de caráter  excepcional  nas suas  personalidades  ricas  de  dotes   materiais  e  espirituais.  Orgulho  e  exemplos  para  as  gerações  matense, camaçariense e  baiana  de  todas  as  épocas. 

 O  ilustre  filho  matense,  Thomás  Garcez  Paranhos  Montenegro  preferiu  levar  nome  de  Mata  além  fronteiras  da  Bahia,  seguia  glorioso  caminho  das  Ciências  Jurídicas,  levando  conhecimentos  e  muitas  sabedoria  para  a  Justiça  da  Bahia  e  do  Brasil,  conforme  iremos  relatar. Thomás  Montenegro,  um  conquistador  de  Comarcas,  quer   na  Promotoria  Pública,  como na  função de  Juiz e  finalmente  Desembargador,  o  Thomás  nasceu  para  as  Ciências  Jurídicas!

Os Filhos, Netos e Netas de Thomás Montenegro

 Os 13  filhos  do  casal  Thomás  e  Thomázia  foram  os  seguintes:

Ana Amélia,  Alice, Dr. Artur,  Maria  Tomazina,  Elisa,  Josephina, Maria  Joaquina, Maria  Josefina, Francisco  Aguiar Montenegro, José  Olímpio  Montenegro,  Dr. Abílio Montenegro, Tenente do Exercito e farmacêutico (1914), Dr. Thomas Junior,  Afonso Montenegro,  Manoel Montenegro (falecido).  na  época da  sua morte deixou  vivos 6  filhos, 4 genros e  3  noras.


FILHOS E ESPOSAS  DO DES. TOMÁS G. P. MONTENEGRO

Ana  Amélia  casada  com  Dr.  José  Machado  de  Oliveira,  ilustre  catedrático  da  Faculdade  de  Direito  na  Escola  Normal  do  mesmo  Estado. 

 Dr.  Arthur  G. P.  Montenegro,  casado  com  Dignez  Benigna  de  Albuquerque  Lima.  Dona  Alice  casada  com  Ponciano  Ferreira  Oliveira  Nunez,  Lente  da  Faculdade  Livre  de  Direito,  Membro  do  Tribunal  de  Apelação  e  Revista,  era  conselheiro.

 Dona  Maria  Thomazina  casada  com  Dr.  Bonifácio  de  Aragão  Farias  Rocha,  diretor  aposentado  dos  Correios.  Dona  Elisa  casada  com  Francisco  Peixoto  Delia  César  Werneck, ambos  falecidos.

Dona  Josephina  casada  com  Dr.  Francisco Luiz  da Costa Drummond  ex-deputado  Federal  e  advogado.  Dr.  Thomás  G. P.  Montenegro Júnior, o Juiz  de Direito  de  Caravellas  (1914).  Casado  com  Angelina  Martinelle. 

Dona Maria Joaquina Vieira, casada com Dr. Oscar Martins Barbosa e mais Francisca Aguiar  Montenegro, solteira (1914). José Olímpio G. P. de Montenegro, casado com Alzira  Espinheira,  falecidos.

 Dr.  Abílio  G. P.  Montenegro,  casado  com  Leonora  Villava  e  mais  o Tenente  Afonso  G. P. Montenegro, farmacêutico  do  Exército,  casado  com  Anita  Serva. O  Outro  filho,  Manoel,  é  falecido. O  Desembargador  Thomas  G. P.  Montenegro/ 11  netos,  24  netas  e  no  ano de 1914, época da sua morte, tendo vivos 6  filhas, 4  genros e  3  noras.  O  Desembargador,  era  irmão  de Antonio  Garcez  Paranhos  Montenegro, funcionário  da  Biblioteca  Municipal  de  Salvador.

 Existiam  vivos  ainda  4  filhos:  No  total  foram  13  filhos  do  casal  Thomás  e  Thomazina.  Thomás  no  dia  11/2/1914  completou  54  anos  de  casado.

Nota/Gamaliel (Chiquitinha),

SUA FORMAÇÃO JUDICIARIA 

  Formou-se  em  dezembro  de  1858,  diretamente  com  uma  turma  de  60  companheiros,  dos  quais  10  baianos.  Conselheiro  Francisco  Maria  Sodré  Pereira,  Desembargadores:  Virgílio  Alves  Lima  Gordilho,  o  Ernesto  Francisco  de  Lima  Santos,  Dr.  João  Pedro  Alcamin,  Manuel  de  Araújo  Santos  Pereira  Lima,  Miguel  Luiz  Vianna,  Salvador  Vicente  Sapucaia.  E  mais:  Antonio  Joaquim  de  Magalhães  Castro.

 Todos  os  10  baianos  já  faleceram  e  do  total  dos  60  da  turma  de  1858,  vivem  somente  7.  Formou-se  na  Faculdade  de  Recife.

Os  Cargos  que  Exerceu  no  Judiciário

O  matense  Desembargador  Thomás  G. P.  Montenegro,  exerceu  vários  e  vários  cargos  no  judiciário  na  Bahia.  Foi  Promotor  Público  nas  cidades  baianas  de  Caravela,  Camamu  e  Valença.  Foi  Juiz  de  Direito  do  Rio  São  Francisco,  Nazaré. Na  Bahia  foi  Juiz  Especial  do  Comércio.  Thomás  foi  Chefe  de  Polícia  no  Recife.  Desembargador  da  Relação  de  Pernambuco,  cargo em que  Thomás  Montenegro se  aposentou, depois  veio  exercer  o  cargo  de  advogado  na  Bahia  (Salvador).

Estabelecimento  de  Caridade  na  Cidade  de  Barra

 O  seu  espírito  generoso  e  humano  de  uma  pessoa  extremamente  católica.  Fundou  na  cidade  de  Barra  do  Rio  Grande  um  estabelecimento  de  Caridade  com  o  Hospital,  sendo  por  isso  condecorado  com  a  Ordem  de  Rosa.  Montenegro  nessa  época  da  criação  desse  estabelecimento  era  o  Juiz  de  Direito  do  Rio  São  Francisco.  Fundou  um  Jornal  em  Barra.


JUBILEU DE  OURO NO JUDICIÁRIO - 50  ANOS!

No  dia  19/12/1908  comemorou  o  Jubileu  de  Ouro  com  os  50  anos  de  excelentes  práticas  judiciárias,  não  só  na  Bahia,  como  em  outros  estados  do  Brasil.  Thomás  estreou  aos  20  anos  na  Magistratura.

LIVROS  ESCRITOS POR TOMAS MONTENEGRO

 Dos  livros  escritos  pelo  Desembargador  Thomás  Montenegro,  destacam-se  A  Província  e  A  Delegação  do  Rio  São  Francisco, e  Unidade  da  Justiça.


THOMÁS  G. P. MONTENEGRO O POLÍTICO  BAIANO

Foi  Deputado  Provincial  nas  legislaturas  1860/61  e  1866/67.  

As  legislaturas  no  regime  Imperial  era  de  2  anos.  E  a  citada  Câmara  de  Deputados  Provinciais  eram  formadas  por  42  deputados  eleitos  com  votação  estadual. 

Entre  os  seus  serviços  como  político  devem  constar  como  Deputado  Estadual  Provincial, discussões  de  assuntos  importantes.  Como  professor  da  Faculdade  de  Direito  da  qual  foi  um  dos  fundadores,  ocupando  por  algum  tempo  a  Cátedra  da  Prática  de  Processo,  da  qual  passou  a  Direito  Criminal  (matéria  que lecionava).

THOMAS MONTENEGRO DEPUTADO FEDERAL 

 Desembargador  Thomás  Garcez  Paranhos  Montenegro  foi  eleito  Deputado  Federal  no  regime  Republicano,  onde  representou  bem  a  Bahia  no  Rio  de  Janeiro.

Comissão  do  Partido  Republicano  1899

 A  Comissão do  Partido  Republicano  para as eleições  federais  de  11/11/1899  era  composta  dos  seguintes  membros:

 Presidente -  Desembargador   Thomás   Garcez   Paranhos   Montenegro

Vice-Presidente - Dr.  Arthur  César  Rios.  Outros  Membros - Dr.  Virgílio  Clímaco  Damásio,  Francisco  Maria  Sodré Pereira,  Pedro  França Lima  Guimarães,  Aristides  Galvão  Augusto  Ferreira (todos políticos renomados).

O  Desembargador  Thomás  Garcez  Paranhos   Montenegro   foi   eleito   Deputado  Federal  nessas eleições  federais, compondo  a  bancada  da  Bahia,  formada  de  21 deputados  a saber: Augusto Neiva, Ignacio Tosta, Francisco Sodré,  Manoel Caetano,  Padula  Guimarães,  Vergne de  Abreu,  Amphilophio,  João  Dantas  Filho  e  mais: Adalberto Guimarães,  Rodrigues Lima, Seabra,  Jayme  Villas-Boas,  Milton, Marcolino  Moura, Leovigildo Filgueiras Tolentino dos Santos, Eduardo Gomes, Castro Rabello e  Eugênio Tourinho  e  mais  o próprio  matense, Tomás (ou Thomás, nome  de batismo) Montenegro,  uma  bancada  de  prestigio  político, anível da Bahia e do Brasil republicano.

MORTE E SEPULTAMENTO

A Morte de Thomás  Garcez  P.  Montenegro

(15/02/1914)

Histórico

 Fonte Jornais de Salvador

 No  seu  retiro  na  Vila   Thomazinha,  em   Camaçari,  faleceu  no  domingo  dia  15/2/ 1914,  após  sofrer  dos  seus   parentes,   o   venerável  extinto,  ancião,  Sr.  Desembargador  Thomás  Garcez  Paranhos  Montenegro. Um Magistrado impoluto,  que  sempre  foi  a  honra  e  o  brilho  da  classe  Parlamentar,  emérito   professor  de   Direito   e   conspícuo    advogado   especialmente   atuando   em  Salvador.

    Posto   que   já   era  esperado  a  sua  morte,  pela   fatal   enfermidade,   e   que  prendeu  Thomás  no  seu  leito.  A  notícia   assim   que   se   espalhou,   causou  dolorosa  impressão  no  grande  circulo  de  suas  relações,  assim  como  no  domínio  da  sua  ilustrada  família,  sentimentos  que   por   si   só   atua,   como   expoente   de   um   vulto   de  coração  aberto,  humano,  de  excepcionais  qualidades   caridosas.  Assim  como   na  prática  forense,  onde  era  justo,  impoluto  e  honrado!

  Thomás  Garcez Paranhos  Montenegro  faleceu  aos 75  anos de idade, acometido  de  afecção  no  aparelho  urinário,  era  natural  de  Mata  de  São  João.

Thomás Sepultado  na Vila de Mata de São  João

 Fonte Jornais de Salvador

 Matense,  Desembargador  Montenegro Garcez Paranhos Montenegro.  foi sepultado  no  mausoléu  da  família,  no  Cemitério  da  Vila  de  Mata  de  São João,  localizado  na  Igreja  do  Bonfim  no  piso da  nave  da  igreja.

 No  sepultamento,  compareceram  o  Governador  José  Seabra,  Dr.  Antonio  Carlos  da  Rocha,  Diretor da Faculdade  de  Direito,  Conselheiro  Dr. Bráulio  Xavier da Silva Ferreira, Presidente do Superior  Tribunal do Estado, Membros  desse  Tribunal,  Magistrados, lentes da Faculdade, autoridades  políticas  da  Vila  de  Mata de São  João,  amigos, cidadãos  e  parentes do  Desembargador  Thomás  Garcez  Paranhos  Montenegro.

 SEPULTAMENTO  NA IGREJA DO  DO BONFIM DE MATA

Chiquitinha  Maravilha//  segunda-feira,  dia 16/2/1914

(completou  112 anos de  falecimento, dia 16/02/ de  2026).

Um  dos  maiores  sepultamentos  já  verificados  na  história  da  Vila  de  Mata  de  São  João  e  da  Igreja  do  Bonfim  de  Mata,  não  pela  quantidade  de  pessoas,  como  também  pela  qualidade  das  pessoas  presentes.

Desembargadores,  Juízes,  advogados,  políticos,  médicos,  autoridades  do  executivo,  parlamentares,  dentre  outras  pessoas  distintas.

A  Igreja  do  Bonfim  de  Mata  de  São  João  ficou  pequena  para  tantas  pessoas.  Apesar  das  dificuldades  do  transporte,  devido  aos  horários  dos  trens  da  Leste,  a  pequena  Estação  de  Jacupema  nunca  em  toda  a  sua  história  foi  cenário  no  desembarque  e  embarque  de  pessoas  nas  suas  acanhadas  dimensões.

 Desembargador  Thomás  Montenegro,  filho  da  Mata  de  São  João,  foi  batizado  na  Igreja  do  Bonfim,  onde  também  casou-se.  Seus  pais  tinham  jázigos  perpétuos  na  Nave  da  Igreja,  local  onde  foi  sepultado,  a  pedido  do  Desembargador  Montenegro,  pedido  este  respeitado  pela  sua  família.

O  Desembargador  Thomás  Montenegro  demonstrava  assim  o  seu  notável  amor  pela  sua  terra  natal, Mata  de  São  João,  local  onde  tinha  raízes  nativistas.

O  corpo  saiu  da  Vila  Thomazina  (Arraial  de  Camaçari),  pelo  transporte  de  Trem,  chegando  na  Estação  Jacupema  no  Bonfim  de  Mata  e  nessa  pequena  Estação  de  Trem,  um  grande  número  de  pessoas  já  esperavam  o  cortejo,  assim  como  o  corpo  do  Desembargador  Thomás  Montenegro  para  a  sua  última  morada.

 O  sepultamento  aconteceu  no  jazigo  perpétuo  da  família,  localizado  na  Nave  da  Igreja  do  Bonfim  de  Mata,  local  onde  foram  sepultados  as  grandes  famílias  da  Vila  da  Mata  (e  antes  de  ser  Vila,  quando  era  Freguesia).

   

Pessoas  Ilustres  que  Estiveram  no  Sepultamento

Fonte de pesquisas:

Jornais de Salvador por  Chiquitinha  Maravilha, ano 2003

O 1º  Tenente  Francisco  Pereira  de Mesquita,   Dr.  Carlos  Macedo  de   Simões,   Dr.  Conselheiro  Bráulio  Xavier,  Presidente  do  Tribunal  Superior  de  Apelação   e   Revista,  Dr. Carlos  Seabra, Major  Ezequiel  Rego  e   João   Pereira  de  Carvalho,   Segrefild  Guimarães,  Luiz Alves Pereira,  o Albino  Mendonça, Dr.  Lino  Meireles (família Reis  Meireles).

 E  mais:   Francisco   Paim   de   Morais,   Cel   Justino   de   Oliveira,   o   Pedro  Muniz  Gomes,  Jaime  de  Mesquita,  Pergentino  Santos,  Severiano  da  Rocha  Pita,  Cel   Argiro  Leitão,  Aurélio  Verne  de  Oliveira,  o  Luiz   Duarte   de   Oliveira,   Francisco   Menezes,  Dr.  Pedro  Eustáquio   de   Oliveira   Porto,  Egildo  Tapioca,   Aníbal   Drumond,  João  da  Costa   de  Drumond,   Adolfo   Ribeiro,   Dr.  Ariston   Martinelli,   João   Mendonça,  Cel  Ernesto  de Andrade,  Raimundo  Ignácio  da  Silva,  Juiz  da  Comarca  da  Vila  de  Mata,  Conselheiro  Carneiro   da   Rocha,  Raimundo  Neto  Silva.

Ainda  outras  pessoas: Luiz  Antonio   Garcez  (Mata  de  São João)),    Dr.  Antonio  Tourinho,  professor  Bráulio  Cesar Sampaio  (Mata),  Capitão  Abílio  Gentil   Tourinho  (Mata),  Dr.  Felinto   Cezar   Sampaio,   Deputado   Federal   (Mata),   filho   de   Bráulio  Sampaio,  José  Caetano  de  Almeida  (Mata),   Heitor   Pedral  de  Gusmão,   Cel   Silvano   de  Assis  Batista   (Mata),   João   Tavares,   João   Martins   de   Melo,  Dr.  Mario  Torres,  Cel  João  Ramos,  Cicinato  Fonseca  (farmacêutico),  Otávio  Jathay   (Mata),   Joaquim   Moreira,    Antenor    Barreto,   Américo   Barreto,    José   Joaquim,  Tenente   Procópio,    e   muitas  outras  pessoas  da Vila de Mata,  cidades  vizinhas e   da   capital   da   Bahia,   que  não  foram  citadas. Missa   de   corpo    presentes   foi   rezada   pelo   Vigário    da   Paróquia   a  de  Nossa  Senhora  da  Mata  (depois  passou  a  ser  São  João  Batista).

Foram  depositadas  flores,  cartões  com  mensagens  diversas,  as  despesas  do  enterro  foram  feitas  pelos  moradores  da  Vila  de  Mata  de  São  João, ao  seu   filho   querido   e  ilustre,  um  das  inteligências  matense  que  brilhou  na   Magistratura  da  Bahia  e  do  Brasil.

 O  sepultamento  do  matense,  Desembargador  Thomás  Garcez  Paranhos  Montenegro  foi   numa   segunda-feira,   dia  16/2/1914,   um   acontecimento   nobre,   histórico  para  a  Vila  de  Mata  de  São  João.

 

Missas  de  Trigésimo  dia Misericórdia  e  Piedade

 Fonte: Jornais de Salvador, na pesquisa inédita 

 de Chiquitinha Maravilha, ano 2003.

 Uma  Missa  de  Trigésimo  dia   foi   rezada   na   Santa   Casa   de   Misericórdia   pela  alma  do  Desembargador  Thomás   Montenegro,   ás  17horas  na Capela Central  da  Igreja.  Montenegro  era  irmão  da  Santa  Casa  (rezada  dia  15/3/1914).

 Na  Igreja  do  Convento  da  Piedade,   a família   Montenegro  mandou   que  fosse  rezada  uma Missa  pela  alma  do  Dr. Thomás  Montenegro,  no  dia  17/3/1914.

Nessa Missa  compareceram a  ilustrada família Montenegro,  amigos  e parentes, professores  de   ensino Superior,  Magistrados,  Conselheiros,  advogados,  políticos,  militares,  ficando   lotada  a  nave  da  Igreja  do Convento da Piedade  em  Salvador.

Depois da Missa a  família   recebeu  inequívocas   provas  de  solidariedade,  na tristeza  que  abateu  a família  do  falecido.

 

Sepultamento:

de Thomazina Josephina de  Mesquita  Montenegro

FonteJornais de Salvador, na pesquisa inédita de Chiquitinha Maravilha, ano 2003.

Tomazina Josefina de Mesquita Montenegro, esposa  do Desembargador Thomás Garcez Paranhos  Montenegro, faleceu dia 06-09-1919, ás 22 horas na  cidade de Salvador, na sua residencia, localizada na rua Politeama, distrito  da  VitóriaThomazina  faleceu  de  gripe  aos 79  anos,  conforme atestado  do  médico  Pedro Fontes, sendo sepultada no Cemitério Campo Santo no dia 7/9/1919, carneiro 702, quadra  825,  nº   de   ordem  1048,  Livro  1330   (Livro   nº 5)    da   Santa   Casa   de Misericórdia de Salvador. O  filho do casal  citado,  Desembargador Thomaz  Garcez  Paranhos  Montenegro  Junior,  foi  quem  tirou  certidão de  óbito  no  Cartório  de  Registro  Civil   do  Distrito da Vitória.

Dona  Thomazina  Josephina   foi   enterrada   no   Campo   Santo,  no  dia  7/9/1919.  O  féretro  saiu   da   casa   do  seu  filho  as  4  horas  da  tarde  (rua  do  Politeama),  rumo  ao  Campo  Santo,  uma  quantidade  muito  grande  de  pessoas  de  todas  as  camadas  sociais  e   autoridades   do    estado    como   parentes   e   amigos   num   dos   enterros   dos   mais  prestigiados  pela  sociedade  de  Salvador

THOMAZINA MATENSE

Por Chiquitinha Maravilha (Gamaliel Sales Chagas)

Thomazina  nasceu   na  Vila   de  Mata   de   São   João,   se   casou   na   mesma   cidade com   seu  primo carnal  Desembargador Thomaz  Garcez  Paranhos Montenegro este falecido  em  1914  e   sepultado  em    jazigo   perpétuo   na  Igreja do  Bonfim  de Mata.  O casal    Thomaz   e  Thomazina,  tiveram  13  filhos.

Casa Residência  de Thomás Garcez  Paranhos Montenegro

 A casa  residência  edificada  pelo   Desembargador  Thomás  Garcez  Paranhos  Montenegro,  localizada   na   sua   Fazenda  Camaçari,  ainda   no  período  Imperial,  anos  depois  com  a   morte  do  Desembargador Thomás  ficou  para  a  viúva  e  filhos,  com  a  morte  da  viúva  Thomazina em  1919  a  casa  residência  do  povoado  de  Camaçari  (Fazenda  Camaçari), passou  para  os  filhos.

 Anos  depois  essa residência,  uma   linda   mansão,   passou   a   ser   da   Prefeitura   Municipal,  com  a  passagem   de  Distrito  a  Sede Municipal   no  dia  30  de  março  de  1938. A  frente  da  Prefeitura  (prédio)  era com  duas  janelas  retangulares  e  uma  porta  de  arcada  larga  com  escada  (degraus  de  acesso  a  esta  porta).

Na lateral   esquerda   localizava-se  na   década   de   1950   a   sede   da   Agência   de  Estatística  com  uma porta  e três  janelas  e  mais  duas  portas  e  duas  janelas, no  mesmo  lado  que  servia  para  outros  fins.

 No  período  de  1967/71,  gestão  do   prefeito  Tenente  Luiz  Ferreira  Costa,  foi  feito  uma reforma  no prédio  da  prefeitura, a  antiga  casa  onde  residiu  a  família  Montenegro  e  anos  depois   passou   a   ser  o  local  da  Câmara  de  Vereadores  e  depois)  funcionou  o  Tribunal  de  Contas  do  Município e  no governo  do prefeito  Luis  Caetano passou  a  funcionar a  Secretaria  de  Educação (continua  em 3013).

 No  governo  de  José  Tude, foi  edificado  o  Centro  Administrativo  na   gestão  1989/ 92,  Prefeitura  e  Câmara  ficaram  localizados  nesse  centro  citado.

Capitão  Thomás  da  Silva  Paranhos

 O  capitão  Thomás  da  Silva  Paranhos  foi  Capitão  e  Ordenanças  nos  Termos  da  Legislação  Militar, vigente  antes  da  Independência   do  Brasil  e  da  Bahia,  conseguiu  o  título  de  Capitão  em  função  das  suas  atividades  que exercia  na  cidade  de  Salvador.  Seus  descendentes  familiares  de  origem  portuguesa  que  habitavam  na  cidade  de  Salvador  no  conhecido  solado  do  Ferrão.

O  Capitão  Thomás  da  Silva  Paranhos  era procurador   e grande  latifundiário  urbano  residente  numa  casa  grande,  situada  na  meia  encosta  da  Ladeira  dos  Galéis.

O Capitão  Thomás  da  Silva  Paranhos  faleceu  no  dia  14/4/1864,  sendo  os  seus  bens  patrimoniais,  inclusive  suas  extensas  terras  espalhadas  pela  cidade  de  Salvador  (Brotas), Vila da Mata  de  São  João,   cidade de Camaçari, e orla  do  Litoral  Norte  a  exemplo  de Arembepe,  Jauá.. Capuame,  etc.  foram  herdadas  pelos seus descendentes.

Com  o  casamento  de  suas  filhas,  as  terras  citadas  passaram  a  pertencer  aos  descendentes, ou  seja, os  netos, bisnetos...  do  capitão  Thomás  da  Silva  Paranhos.

Pesquisa  acima Capitão Tomas da Silva Paranhos  no  Livro -   Histórias  Que  Não Contei,  p. 37, 38,  de  Sandra  Parente,  ano 2007,   editora Fast  Design,  Salvador/Ba.

As Terras Compradas pelo  Capitão Thomás

da Silva  Paranhos

Chiquitinha Maravilha

  O  capitão  Thomás  da  Silva  Paranhos  por  escritura,  adquiriu  todo  o  grande  patrimônio  imobiliário  da  “Casa  de  Niza”  existente  no  Brasil  sendo  essas  terras  denominadas  de  terras  da  Marquesa  de  Niza. O  patrimônio  da  Marquesa  de  Niza  vinha  desde    o  tempo  do  1º  Governador  Geral  do  Brasil  Tomé  de  Souza  que  iniciara  doando  ao  seu  primo  (de Tomé  de  Souza)  e  protetor  D. Antonio  de  Athaide,  o  1º  Conde  de  Castanheira,  terras  situadas  na  Capitania  da  Bahia  como  retribuição  por  ter  sido  Tomé  de  Souza  nomeado  Governador  Geral  do  Brasil.


Falecimento  do Capitão Tomás, Terras 

Herdadas pelos Descendentes  de Chiquitinha Maravilha

 O  Capitão  Thomás  da  Silva  Paranhos  faleceu  no  dia  14/4/1864,    sendo   os    seus  bens  patrimoniais,  inclusive  suas  extensas  terras  espalhadas  pela  cidade Camaçari que foram herdadas do seu avô  lusitano Capitão Tomás da  Silva Paranhos e outras  terras na cidade Salvador a  exemplo  de Brotas,  na  Orla do litoral Norte... Com  o  casamento  de  suas  filhas,  as  terras  citadas  passaram  a  pertencer  aos  descendentes, ou  seja, os  netos, bisnetos..  do  capitão  Thomás  da  Silva  Paranhos. 

 

Falecimento  do Capitão  Tomás,  Terras

As  Terras  de  Garcia  D’ Ávila  e  seus  Descendentes 

 Com  a  morte  do do último  morgado da Casa da Torre de Garcia D'Ávila, o Visconde da Torre  de Garcia  D'Ávila, nomindo de Antonio Joaquim Pires  de Carvalho e  Albuquerque (Barão e  depois Visconde da Casa  da Torre  de  Garcia D'Ávila , falecido no ano de 1852 e nascido  em 1785,  o Capitão Tomás da  Silva  Paranhos I, casado com Maria Joaquina Moreira (c. 1797-1867), ambos  lusitanos, que era procurador da Casa da Torre, e  das  terras da Marqueza de Nilza,.

Ele Capitão Tomás, comprou as  terras  dos donos mencionados (Visconde  da Torre e Marqueza  de Nilza), cuja  terras  foram  herdadas pelo 9 filhos da Capitão  Tomás. que  foram casando, gerando  novos  herdeiros ao, longo dos  anos...

  Capitão Thomás da  Silva  Paranhos  que  adquiriu  as  citadas  terras,  conforme  escritura  realiza  no  Tabelionato  no  dia 7/8/1839.

Quando  do  processo  da  compra  das  citadas  terras  pelo  capitão  Thomás  da  Silva  Paranhos,  o  Tabelião  ao  enumera-las  resumiu   na    expressão  “e  todas  as  mais  do  antigo  possessório  casa.  Fonte acima  do texto: Livro -   Histórias  Que  Não Contei,  p. 37, 38,  de  Sandra  Parente,  ano 2007,  editora Fast  Design,  Salvador/Ba. parte  de letras  vermelhas

O Capitão Tomás Paranhos da Silva, como latifundiário urbano, comprou uma  casa-grande, na Ladeira  dos Galés, cidade  de Salvador,  no dia  07  de agõsto  do ano de 1837 comprou  o patrimônio imobiliária  denominado "Casa da Nilza"  ou terras  da  Marquesa  de Nilza".Livro -   Histórias  Que  Não Contei,  p. 37, 38,  de  Sandra  Parente,  ano 2007, editora Fast Design,  Salvador/Ba. 

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Descendentes do  Capitão  Thomás 

 O  Capitão  Thomás  da  Silva  Paranhos  se  casou   tendo descendentes a  exemplo  de   Maria  Joaquina  da  Silva  Paranhos, esta  casada com o pai do desembargador,  José Garcez da Rocha  Vasconcellos Montenegro,  de  Joana  da  Silva  Paranhos,  Rosa  da  Silva  Paranhos,  Josephina  Maria  da  Silva  Paranhos,  Umbelina  da Silva Paranhos, esta  casada com  Major Menandro dos Reis Meireles, este tio-irmão do  4º avô materno de Gamaliel Sales Chagas (Chiquitinha Maravilha), dentre outros  descendentes  não citados.


Casamento Major Menandro dos  Reis Meireles 

 Com Umbelina  da  Silva  Paranhos

     Umbelina  da  Silva  Paranhos,  descendente do capitão Tomas  da  Silva  Paranhos se  casou  com  o  Major  Menandro  dos  Reis  Meireles  tendo o casal os  filhos:  Menandro  Filho, Maria..  Menandro  dos  Reis  Meireles,  era  filho  do  Coronel  Luiz  Antonio  Meireles, juntamente com outros irmãos, Ana, Jeronima Joaquina, Manoel João dos Reis  Meireles este o pai  do Barão Acu da  Torre,  sendo o Barão, avô paterno do Cel Luiz Antonio  de Meireles todos penta, tetra, tri,.. avôs, primos,   materno de Gamaliel (Chiquitinha.).

 O  Major  Menandro  dos  Reis  Meireles  foi  vereador  da  Vila  da  Mata  de  São  João  na  1ª  Legislatura  Municipais  da  então Vila de Mata  de São João, no regime Imperial. Sendo ele, filho Cel Luis Antonio Meireles, este, penta avô materno de Gamaliel Sales Chagas (Chiquitinha Maravilha).

 Menandro  faleceu jovem e viuvo,  deixando filhos, e Umbelina se  casou em  2ª  núpcias com um primo, deixando descendências.


Casamento de Josephina Maria, com José Pereira  de Mesquita

Josephina Maria da  Silva  Paranhos  se  casou  com José  Pereira  de  Mesquita,  desse  casório  nasceu  dentre  outros  filhos  Thomazia  Josephina  Paranhos  de  Mesquita,  que  se  casou  com  seu  primo carnal,  Desembargador,  Professor  Thomás  Garcez  Paranhos  Montenegro  deixando  o  casal  filhos.

Casamento  de  Maria  Joaquina   com  Cel  José Garcez 

da  Rocha  Vasconcelos  Montenegro

   Maria  Joaquina  da  Silva  Paranhos  se  casou  com  o  cel  José Garcez  da  Rocha  Vasconcelos  Montenegro  tendo  dentre  outros  filhos  o  desembargador  e  professor  de  Direito  Thomás  Garcez  Paranhos  Montenegro,  que  herdou  as  terras    da  atual  cidade  de  Camaçari,  ex-município  de  Montenegro  e  Vila  de  Abrantes ...


HISTÓRICO:

 OS PAIS DO DESEMBARGADOR 

TOMÁS  MONTENEGRO

SEPULTAMENTO DE MARIA JOAQUINA DA SILVA PARANHOS

 A esposa  do Cel José Garcez  da  Rocha  Vasconcellos  Montenegro e  mãe   do Desembargador   Thomas G. P. Montenegro.

Maria  Joaquina  da  Silva  Paranhos  -  Sepultada   na Matriz  do Bonfim de  Mata em    19/6/1867,   branca,   viúva,  70  anos  faleceu  com   todos  os   sacramentos,   seu   corpo   foi  solenemente   encomendado   por mim  João  Gonçalves  de  Sena,  vigário  da  Matriz  da  Igreja  do Senhor  do   Bonfim  de  Mata  e  mais  3  clérigos.  Nasceu  em  1797.  

Maria  Joaquina  esposa do Cel  Garcez  da  Rocha  Vasconcelos   Montenegro, pais   do Desembargador  Tomás  Garcez  Paranhos  Montenegro,  este  nascido   na   Vila   da  Mata  de  São  João  no  dia  22/01/ 1839  e  batizado em 01/04/1839.

Desembargador  Thomás  Garcez   Paranhos    Monte negro,     faleceu    em   Camaçari   (onde  residia)   em  15/02/ 1914  um domingo e   sepultado  em  jazigo  da  família   na   antiga   Matriz   da  Igreja   do   Bonfim   de   Mata no dia 16/02/1914 uma  segunda - feira.

Casa Residência  de  Thomás  Garcez  Paranhos  Montenegro

     A casa residência  edificada    pelo Desembargador  Thomás   Garcez   Paranhos  Montenegro,  localizada  na sua   Fazenda   Camaçari,  ainda   no  período  Imperial,  anos  depois  com  a   morte   do  Desembargador  Thomás  ficou  para  a  viúva  e  filhos,  com  a  morte  da   viúva  Thomazina (ou Tomazina) Josephina em  1919,  a   casa residência  do  povoado de  Camaçari  (Fazenda  Camaçari), passou  para  os  filhos.

  Anos depois essa  residência, uma  linda mansão,   passou a ser  da  Prefeitura   Municipal,  com  a  passagem  de  Distrito   a  Sede   Municipal   no  dia  30  de  março  de 1938. A frente da  Prefeitura  (prédio)  era  com  duas  janelas retangulares  e  uma  porta  de  arcada  larga  com  escada  (degraus  de  acesso  a  esta  porta).

     Na  lateral   esquerda  localizava-se  na  década de  1950  a sede  da Agência   de  Estatística com uma porta e três  janelas e mais duas portas e duas  janelas, no  mesmo  lado  que  servia  para  outros  fins.

     No período  de  1967/71,  gestão  do  prefeito  Tenente  Luiz  Ferreira  Costa,  foi  feito  uma reforma  no prédio  da  prefeitura, a  antiga  casa  onde  residiu  a  família Montenegro  e  anos  depois   passou  a  ser o local  da Câmara de Vereadores  e  depois  (atualmente  2009),  funciona  o  Tribunal  de  Contas  do  Município.

     No  governo  de  José  Tude, foi  edificado  o Centro  Administrativo  na   gestão  1989/ 92,  Prefeitura  e  Câmara  ficaram  localizados  nesse  centro  citado.

Os  Garcez  Montenegro  na  Bahia

A família  Garcez  Montenegro  oriunda  desde  a  Colônia  tendo  nas  suas  atividades  comerciais,  negócios  de  açúcar  no  Recôncavo  Baiano.  Os  Montenegro  Garcez tiveram  destacadas atuações no período das invasões holandesas na Bahia e outros  movimentos  acontecidos  no  período  Colonial  e  Imperial. 

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HISTÓRICO!  INÉDITO 

LIGAÇÕES  GENEALÓGICA  ENTRE AS FAMÍLAS:

HISTÓRICO,  INÉDITO! GENEALOGIA  SILVA PARANHOS, PEREIRA  DE MESQUITA, GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO RODRIGUES TEIXEIRA, SIMÕES  DE PAIVA, PEREIRA DE CARVALHO CHAGAS, TEIXEIRA SALES  CHAGAS, MEIREES  VIANA

HISTÓRICO E INÉDITO!

 Tomás   filho   do   Coronel   José Garcez   da   Rocha   Vasconcellos  Montenegro  e  de   dona  Maria  Joaquina  da  Silva  Paranhos, batizado dia 01-04- 1839,  nasceu  em  22/1/1839,  na   Vila   de  Mata   de  São  João,  onde  casou-se  em 11/2/1860  aos  21  anos  de  idade, com  a  sua  prima carnal  Thomazina  Josephina  de   Mesquita,   nascida  em 06/11/1840 na  cidade de  Mata  de  São  João,   quando   ainda  era   freguesia do Coqueiro da Água  Comprida  do Senhor o Bonfim  de Mata de São João.

 Eram   pais  de  Thomázia   o  Sr. José  Pereira  de  Mesquita  e   dona   Josephina   da  Silva  Paranhos,  descendente   do   Cap.  Thomas  Paranhos este  comprou as  terras  da Várzea ( atual  cidade  de  Mata  de São João), Capuame  ( cidade de Dias D'Avila), terras  da  cidade  de Camaçari, Jauá, Arembepe...  (litoral),   parte  do  atual  bairro de   Brotas/Salvador,....

As  terras  da  Várzea,  atual  centro   da   cidade  de  Mata  de  São  João,  foi  comprada  em  O Capitão  Thomás  da Silva  Paranhos  comprou as   citadas dos    descendentes  do  Marquês  de  Cascaes,  sendo  as  terras  citadas  originarias  da  Casa  dos   Marqueses   de  Niza,  sendo  instituída  em  1552  por  D.  João  III,  Rei  de  Portugal  e  sendo   constituída  todas  as  terras   em  Capitania  (uma  capitania)  em  1556.

 Genealogia das famílias Silva  Paranhos, Montenegro, Pereira  de Mesquita, Reis Meireles, Rodriges  Teixeira, Sepulveda e  Vasconcelos...
INÉDITO! 

A familia de  Chiquitinha Maravilha, está ligado a  família Montenegro através  do seu tio sobrinho 4º avô, Major Menandro dos Reis Meireles ao se  casar com  Umbelina  da Silva  Paranhos, irmã de  Maria Joaquina  da Silva  Paranhos,   que se  casou com   José Garcez da  Rocha Vasconcelos Montenegro, os  pais do matense Desembargador Tomás  Garcez  Paranhos  Montenegro.

Umbelina  e Maria Joaquina,   descendentes do Capitão Tomás  da Silva  Paranhos e este  parentes dos   estadistas do Império, o  barão e o Visconde   do Rio Branco (pai e  filho)  o José  Maria  da  Silva  Paranhos.

Major Menandro dos Reis Meireles, irmão  de  Amélia Josefina Reis Meireles, esta  casada com  Major Guilherme José   Batista  Viana,  tetra-avos  materno de  Gamaliel Chagas (Chiquitinha   Maravilha).

Major Menandro, irmão  de Amélia Josephina (ou Josefina) Reis  Meireles, sendo  Gamaliel Sales Chagas (Chiquitinha ..) sobrinho tetra avô do Major Menandro, idem p/ Umbelina da Silva Paranhos,  a  irmã Maria Joaquina  da Silva Paranhos

 Maria Joaquina da Silva  Paranhos, esta casada  com  José Garcez da Rocha Vasconcelos Montenegro, os pais do matense, 1º Desembargador matense, Tomãs Garcez Paranhos Montenegro, este casado com sua  prima carnal, dona Tomazina Josefina Paranhos  de  Mesquita  (esta filha de José Pereira de Mesquita  e dona Josefina Maria  da Silva Paranhos).

 

CASAMENTO  DE  JOÃO ANTONIO PEREIRA DE MESQUITA 

COM MARIA EMÍLIA RODRIGUES TEIXEIRA/1883

Na ligação genealógica  do casamento de João Antonio de Mesquita com   com Maria Emília  (Rodrigues) Teixeira,  em 07/11/1883.  Maria Emília filha  do casal  Capítão  José Rodrigues Teixeira (2° com este nome) e  Ephifania Simões  de  Paiva (ou Simões Teixeira   nome  de  casada), ambos tetra-avòs  materno de Gamaliel  Chagas (Chiquitinha  Maravilha). Sendo Gamaliel Sales Chagas, sobrinho trisavô materno, de Maria Emília  (todos matense), irmã dp m´dico político Antonio Rodrigues Teixeira, este  casado com Joana  Amélia Meireles  Viana, ambos   trisavôs materno de  Gamaliel Sales Chagas (Chiquitinha  Maravilha, todos  matenses).   

O matense, João Antonio de Mesquita, filho  do  falecido Capítão  Custódio  Pereira de Mesquita e  Sancha Maria de  Oliveira, Custódio Pereira  de Mesquita  parente, provavelmente irmão de  José Pereira de Mesquita, ele  casado com  Maria Joaquina da Silva Paranhos, pais de Tomazina Josefina (Josephina) de Mesquita, a esposa  do Desembargador  Tomás   Garcez  Paranhos Montenegro (o 1°  com este nome, ambos primos  carnais).

Fonte/ Livros de casamento e Batizado da   Igreja IBMAT, Jornis baianos

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NOTAS:

 Chiquitinha Maravilha

 O médico politico Dr. Antonio Rodrigues Teixeira  (trisavô maternos de Gamaliel), irmão de Maria  Emília  (Paiva ) Rodrigues Teixeira, do dr.  Américo  Rodrigues Teixeira, de Joaquim Simões  de Paiva ( seu nome    foi colocado em homenagem a  seu tio Joaquim Simões de Paiva, irmão  de sua mãe Maria  Ephiania Simões de Paiva, esta  casada em 1º nupcias  com o Capitão José Rodrigues Teixeira, o 2 com este nome,  e tetra avôs  materno  de Gamaliel Sales Chagas).

O Dr. Joaquim Simões  de Paiva,  casado com sua prima   Jerônima  Emília de Paiva.

Joaquim Simões  de Paiva (filho do 2º  capitão José  Rodrigues Teixeira e   Maria  Ephifania Simões de Paiva, ambos  tetra avôs  materno de Gamaliel.

Dr. Joaquim, irmãos do  médico político, Dr Antonio Rodrigues Teixeira  trisavô  materno de Chiquitinha  Maravilha,  ele foi  o 1º Intendente da Vila  de Mata  de São João 1890, ver sua biografia  no Blog Chiquitinha Maravilha).

Dr. Américo Rodrigues Teixeira avô de Antidoto Santos  Pereira  Teixeira, 80 anos residente  no Rio de janeiro, natural de Santo Amaro/Ba década  de 2010.

Custódio Pereira  de Mesquita, parente (tio de Tomazina  Josephina de Mesquita Paranhos, esta filha  de José Pereira  de Mesquita e Josephina Maria da  Silva Paranhos, sendo  Thomazina  prima  carnal e esposa  do Desembargador Tomás  Garcez  Paranhos Montenegro (o 1°  com este nome).

José  Pereira  de  Mesquita  e   dona   Josephina   da  Silva  Paranhos,  descendente   do   Cap.  Thomas da Silva Paranhos.

FONTES  BIOGRÁFICAS:

IBGE, Diário  Oficial do Estado da  Bahia  - Edição  Especial do Centenário da  Independência da Bahia- 02/07/1823, Livros de assentos paroquial,  batizados casamentos, sepultamentos Igreja do Bonfim de Mata, e  outras paróquias  da Bahia, Jornais   de Salvador, Wikipédia, Genealogia das famílias Silva  Paranhos, Montenegro, Pereira  de Mesquita, Reis Meireles, Rodrigues  Teixeira, Sepulveda e Vasconcelos, Carrara Jr. Mata de S. João - Suas Origens, Seus Personagens, Meus Antepassados, ano 2019. Carrara  Jr, primo  de Chiquitinha Maravilha  (família Pereira  das Chagas e outras fontes não  citadas.

 

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DOCUMENTO HISTÓRICO  INFORMATIVO  DE  INTERESSE DO 

 DOMÍNIO  PÚBLICO!

 

DES.  TOMÁS GARCEZ PARANHOS  MONTENEGRO

DESCENDENTE  DO CAPITÃO  TOMÁS  DA SILVA PARANHOS

 


BIOGRAFIA DO DESEMBARGADOR  TOMÁS  GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO

 - O FUNDADOR  DA  CIDADE DE CAMAÇARI/BA

Foto arquivo da família  do Des. Tomás  Garcez Paranhos  Montenegro,q uadro pitado por Oseas em 1926, informação de Odilon Montenegro -ano 2014


Edificação  da Capela  de São Thomaz de Cantuária

 O Desembargador  Thomás  Garcez  Paranhos Montenegro edificou a Capela  de São  Thomaz de Cantuária   no arraial de  Camaçari,   também    conhecido   como Vila  Thomazina, em  homenagem  ao  nome  da  esposa  do Desembargador. Ela foi  inaugurada  em  31/12/1911.

 A  Capela  da  igreja  católica  de  São  Thomáz  terminou  as  suas  obras  de  edificação  em    fevereiro  de  1912, sendo  apresentado a  imprensa  pelo  Desembargador  Montenegro,   o  balanço das despesas  e  receita,  como  também doações de pessoas que ajudaram  na  edificação  da  referida Capela  de São  Thomáz  de  Cantuária.

Despesas  e  Receitas na Edificação  da Capela


Foram gastos  12  contos,  341 mil reis  e  380 reis  com:  serventes,  pedreiros,  carpina,  pedras,  cal,  madeiras,  tijolos,  adobe  e  ladrilhos,  bicas,  telhas,  vidros,  pinturas,  tinta  a  óleo, imagens,  altar  mor,  condução  de  materiais,  desapropriação  de  uma  casa.

 O  Desembargador  Montenegro  doou   4  contos,  228  mil  reis,  sendo  o  déficit  de  8  contos  e  113  mil  reis  e  380  reis,  além   do  terreno  da  edificação  da  Capela,  Thomás  ainda  deu  mais  150  metros  quadrados  de  pedras.

Mais  Doações  de  Outras  Pessoas

 Arcebispo Dom Jerônimo Thomé  deu  um  parâmetro  vermelho  completo.  O  Coronel  José   Sotero  Meneses  ofereceu  um  altar  mor  da  Capela do Quartel   de  Palma  demolido,  2  púlpitos  e  2  cruzes  de  pedras. Dona  Clara César de  Morais   ofereceu  1  sino  com  78 kg,  o  Comendador Manoel  Severino  ofereceu  6  portas,   dona  Julieta  de Menezes 10   metros  de  tapete  para  a  Capela  Mor.

 Maria   Joaquina  Montenegro Barbosa doou  uma  banqueta,   Conselheiro   Pedro  Joaquim   dos   Santos   2   imagens, Conselheiro  Ponciano  de   Oliveira  1  imagem,  Dr.  Elvécio  da  Silva  Monte  1  cruz.

 Manoel  da  Costa  Guimarães 1 vaso  de prata para  os  Santos Olhos,  dona  Clara Sepúlveda  1  toalha  bordada  para  o  Altar  mor.

 Ziroca   Pedrosa   doou   6 castiçais,  dona Maria  Alexandrina  Montenegro  deu  os  bordados  das  tolhas  do  Altar  da  Comunhão  dos  púlpitos  e   as   cortinas   do   sacrário.

 Alexandro  da  Costa,  João  Tavares,  João  Nepomuceno  de  Souza  e  Agedo  Joaquim  da  Silva  ofereceram  alguns  carros  para  a  condução  de  materiais.  Diversos  moradores  de  Camaçari  ofereceram  alguns  serviços.

 A Livraria Dois Mundos de Salvador ofereceu 1 livro de Ata, Mari  Xavier  Limeira  Mesquita  ofereceu  alguns  ramos de  flores,  a  divulgação  nos  jornais  de  Salvador  foi  grátis.

 Chácara Vila Thomazina, 3/2/1912,  nota  divulgada   pelo   próprio   Desembargador  Thomás  Montenegro.


  
CATEDRAL  SÃO TOMÁZ  DE  CANTUÁRIA 2013 


   (DIOCESE   DE  CAMAÇARI)

Por Chiquitinha Maravilha

A  antiga Capela  de  São Thomás  de Cantuária  edificada  pelo notável Desembargador  Thomás  Garcez   Paranhos   Montenegro   na   praça   do   mesmo   nome  do  fundador  da  igreja,  foi ao  longo dos  anos ficando   pequena   com  o  crescimento  da  cidades  de  Camaçari,   especialmente   com   a  implantação   do   Pólo   Petroquímico   no   início   da  década  de  1970. Esta  igreja  citada  foi   reconstruída   com   a   ajuda  da  comunidade  no  mesmo  local  da  antiga   Capela   edificada  inaugurada  em 31/12/1911. A  nova     Igreja  de  São  Thomáz, atual Catedral,  mais  espaçosa,  bonita  de  uma  arquitetura  moderna,  predominando  no  seu  frontão,  na  sua  parte  mais  alta  a  notável  cruz,  simbolizando  o  cristianismo.

O   Desembargador  Thomás  Montenegro   devoto  do santo   inglês,   o   Thomaz  A. Backet,  nascido   em   Londres,  ano  1117.  Ele foi  arcebispo  de Canterbury  e  chanceler  do  Reino  Unido  da  Inglaterra.


SÃO TOMÁZ A. BACKET  DE ARCEBISPO  A SANTO


 Thomás   foi    exilado,   depois voltou a Inglaterra  sendo  assassinado  por  soldados  ingleses  dentro da Catedral de Canterbury, no dia 29 de dezembro de 1179,  tinha 52  anos,  sendo  canonizado  3  anos  depois  da  sua  morte.

 Thomás defendia a soberanidade da igreja sem  interferência do Rei da Inglaterra nos  assuntos  pertinentes  a  Igreja  Católica,  daí  ele  passou  a  ser  perseguido,  exilado  e  depois    assassinado    covardemente    por   4   soldados do Rei da   Inglaterra   naquele  período  citado.

O  nome escolhido  pelo Desembargador Thomás  Montenegro  deve-se  ao  fato  de ser batizado Pia  Batismal  da antiga Matriz  da  Igreja  da  freguesia do  Senhor do Bonfim da  Mata de São João  em 1839, pelo  seu milionário avô,   o capitão  Tomás da  Silva  Paranhos,  dono  de imensas  terras na região de Salvador  e adjacências. 

Ao ser   batizado  na   história  Pia Batismal  por seus  pai  que  colocaram o  nome do seu  citado  avô lusitano e que era devoto do Santo inglês. Sua  esposa e  prima  carnal Dona Thomazina   tinha   nome  derivado  do  seu  avô (Capitão Tomás Paranhos Montenegro).

 

LIGAÇÕES  GENEALÓGICA:

Por Chiquitinha Maravilha /Inédito

 

RAMO  GENEALÓGICO

DO CAPITÃO TOMÁS DA SILVA PARANHOS

SILVA PARANHOS MONTENEGRO

PEREIRA MESQUITA PARANHOS MONTENEGRO 

REIS MEIRELES  COM  SILVA PARANHOS

PEREIRA MESQUITA COM  SIMÕES (RODRIGUES) TEIXEIRA.

TEIXEIRA PEREIRA CHAGAS, SIMÕES DE PAIVA, TEIXEIRA SALLES..

MOREIRA SILVA  PARANHOS, SILVA PARANHOS SEPÚLVEDA...

HISTÓRICO/ INÉDITO!

 

CASAMENTO:

 DE DR. ANTONIO RODRIGUES TEIXEIRA

1° INTENDENTE  DA VILA DE MATA DE S. JOÃO /1890

 

(O médico político, 1° Intendente da Vila de  Mata de São João em 1890, era  republicana).

 

O Acadêmico de Medicina (Dr.) Antonio Rodrigues Teixeira se casou  ás 9 horas da noite com com sua  prima  carnal Joana Amélia   Meireles Viana,  no dia  30/11/1872  no Oratório particular  do Major  Guilherme José  Batista  Viana (pai da nubente) , no Engenho São João de sua propriedade (atual   Fazenda  São João, zona rural de Mata de São João).

O reverendo provedor do Acebispado, Pedro Antonio de Campos, com permissão do Vigário da matriz do Bonfim de Mata,  João Gonçalves de Sena, foi quem celebrou o casório, sendo ambos    naturais de  Mata de São João.

O nubente  Acadêmico Antonio Rodrigues Teixeira filho do  Capitão  José  Rodrigues Teixeira Junior (2º com este nome) e dona Maria Ephifânia Simões Teixeira. A contraente  Maria Ephifânia  Simões Teixeira  filha  do Major  Guilherme  José  Batista  Viana e dona  Amélia dos Reis  Meireles (nome de solteira).

Foram testemunhas:

Antonio Alves da Silva, Dr. Manoel Saturnino de Araujo Góes,  Maria Joaquina de Meireles Canto e Maria Constância Góes. 

Fonte do casório:  Livro  de Casamento da Igreja do Bonfim de Mata e outras fontes não citadas.

Notas:

O major Guilherme  José  Batista Viana e dona  Amélia  Meireles  Viana, nome de casada), tetra-avós materno de Chiquitinha Maravilha. Amélia Meireles tia  do barão Açu da Torre.

Capitão  José Rodrigues Teixeira Junior  (2º com este nome) e dona Maria Grifãnia  Simões de Paiva (nome de solteira), tios tetra-avôs  materno de Chiquitinha Maravilha.

Maria Grifania Simões de  Paiva, irmã  de  Ana  Simões  de  Paiva casada  com  Manuel João dos Reis  Meireles, estes pais  do Barão Açu da Torre e tios do médico   político  Antonio  Rodrigues Teixeira (este  1º Intendente ou prefeito de Mata de São joão em 1890), este  trisavô  materno de Chiquitinha Maravilha.

O Barão Açu da Torre primo em 5º grau de  Chiquitinha  Maravilha, o Barão foi vereador e prefeito eleito na  Vila de  Mata de São João, um dos Beneméritos de Mata de São João/Ba. e  líder político na era republicana na República Velha (fundador  da Usina Pitanga/ Zona Rural de Mata de S. João

Dr. Antonio Rodrigues Teixeira Diplomou-se  em medicina na

 Faculdade de Medicina  no Terreiro de Jesus/Salvador, no ano de 1873.  

O Major Menandro dos Reis  Meireles casado com Umbelina da Silva  Paranhos (esta descendente  do capitão Tomás   da Silva  Paranhos), Menandro irmão  de   Amélia  Josephina Reis  Meireles (nome de solteira),casada com o Major Guilherme José Batista   Viana, pais dentre outros  filhos  de Joana Amélia, esta   casada com o médico político  matense, Dr. Antonio Rodrigues Teixeira (trisavôs  materno de Chiquitinha  Maravilha

Menandro e  Amélia  Josephina,   tios  do Barão Açu da  Torre cujo nome é   Luis Antonio  Simões Meireles, primos carnais  do casal Joana  Amélia  e  Dr. Antonio Rodrigues Teixeira. O Barão Açu da  Torre, líder político  matense,  Intendente, vereador, e  um dos beneméritos  matense, morador  da  povoação de Pitanga,  zona rural de Mata  de São João,  onde  era agricultor, residindo  também na   cidade  de Mata  de São João, foi o  fundador da famosa  Usina  Pítanga (localizada nas suas terras).

 

DR. ANTONIO E  JOANA AMÉLIA

TRISAVÓS MATERNO DE CHIQUITINHA MARAVILHA 

Dr. Antonio Rodrigues Teixeira,  trisavô materno de Chiquitinha Maravilha, pai dentre outros filhos  de  Maria, José  Rodrigues Teixeira (o 3° com este  nome)... José R. T. o 3°, se  casou com Ana Alves Teixeira (sua  prima carnal),  com descendências, a  exemplo  de Lydia  Rodrigues Teixeira esta  casada  com Francisco Rodrigues Sales, pais  dentre outros filhos  de   Maria  Benedita (tia Betinha), com  mais de  94  anos de  idade (2017), Amália Sales  Teixeira..  esta casada como comerciante matense Gabriel (de Paiva  Carvalho Chagas), ou Gabriel Chagas como ele se   auto registrou na  era republicana  no cartório  matense, já maior e  adulto), Gabriel e Amália  pais  dentre outros  filhos (foram 7 filhos) Gamaliel Sales Chagas (Chiquitinha  Maravilha), Lívia, Airan, Frank, Gabriel Filho, Gabrielita, Guilhermina e Genebaldo (este falecido com dias de nascido (década de 1940), todos nascido em Mata.

Os Pereira Chagas, fixaram  residencia  no atual município matense no período  da povoação (Século XVIII/1700), só pela parte  dos  Pereira Chagas)..

 

FAMÍLIA PEREIRA  DAS  CHAGAS EM CAMAÇARI

Intendente  Eleito de  Vila  de Abrantes, atual município de Camaçari-Ba.

 Marcos José Pereira das Chagas descendente (paterno) de Chiquitinha Maravilha (família  Pereira  Chagas), foi Intendente  eleito    do atual município  de  Camaçari   em 1912/15 e 1920/23, falecendo no ano de 1923 sendo sepultado no Cemitério  paroquial  da   antiga Matriz  do Bonfim de Mata de   onde  era  natural.

 Marcos José  Pereira  das  Chagas  foi   proprietário do Engenho Jordão (depois Fazenda Jordão na República). Marcos   avô  da  professora Ernestina  Chagas de Camaçari, onde existe  descendência. 

Marcos José Pereira das Chagas, pais dentre outros filhos  de  Abilio Pereira das Chagas, sendo  avô da  professora  de Camaçari,  na década de 1940, Ernestina Chagas.

                                          CAMASSARY    "A ÁRVORE QUE CHORA!"


 

Camassary, Camassary!

Um nome de origem tupi-guarani que  significa, na linguagem Portuguesa  ‘árvore  que  chora”  as  suas fôlhas verdes, viçosas, tem a propriedade de ficarem Cobertas de Gotículas de águas transparentes, tendo outra particularidade Alvissareira! O seu  nobre caule  foi  utilizado para  fabricação de formidáveis embalagem de caixote para armazenagem de açúcar dos  engenhos  da  regime  imperial e  colonial....

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DE  ABRANTES A CAMAÇARI!

MUNICÍPIO INDUSTRIAL DA BAHIA

Poesia, ano 2000!

  

Salve!  Camaçari uma   cidade  histórica,  município  do  estado  da  Bahia

No sagrado ano  de mil  e  quinhentos  e  Cinquenta  e  Oito!  Logo  acontecia

No  governo  de  Mem  de  Sá,  terras  de  sesmarias  aos  índios  ele  doou

Onde  os Padres   jesuítas,  a  Aldeia  do  Divino  Espírito  Santo   fundou!

 

Manoel  da  Nobreza e  os  outros  jesuítas,  vindos  do Reino  de  Portugal

Pertencentes  a  Companhia  de  Jesus!  Na  Aldeia Indígena  logo  realizaram

Trabalhos  missionários  e  índios  Tupinambás, os nobres  jesuítas  catequizaram

Na Aldeia fundada, edificou-se casas, praça, escola e  uma  linda igreja  colonial.

 

A  histórica  Aldeia  do  Divino  Espírito  Santo,  ficava   localizada   no   litoral

Próxima  da  Barra  do  Rio  de  Joanes,  as  margens  da  antiga  Estrada  Real

Caramuru,    Garcia  D’ Ávila  e   padre  José  de   Anchieta!  Por  lá  passaram.

Na  Aldeia  fundada,   plantou-se   mandioca, milho,  algodão  e  até gado   criaram.

 

O  Conselho  Ultramarino,  elevou a  Aldeia  jesuíta,   que  passou   a   categoria

De  Vila  do Divino  Espírito  Santo  de  Nova  Abrantes,  esta  notável   honraria

Aconteceu no dia  vinte  e  oito  do mês de   setembro do ano de   mil  setecentos

E  cinqüenta  e  oito!  Sendo  uma  data  histórica, um  grandioso   acontecimento!

 

Nos  combates  pela  Independência  da  Bahia! A  Vila de Abrantes  participou

unidas  com  a  lendária Casa  da  Torre,  sediou as  Tropas  Brasileiras  e  imperial

Que  defenderam  o  Litoral  Norte! Essas   Tropas  seguiram  pela  Estrada Real

Passando por  Capuame,  uniu-se a  Labatut que  em  Pirajá,  contra  lusitanos, lutou.

 

 Vinte e oito de setembro de   mil  novecentos  e  vinte  e  oito! Conforme  lei  estadual

A   histórica Vila  de  Abrantes,  passou  a  chamar-se  Montenegro,  mudando   de  local

Sendo   a  citada Vila,  instalada    no  distrito  de  Camaçari,  que    estrategicamente

Oferecia  as   melhores condições  geográficas, para crescer social e   economicamente!

 

De Aldeia  de Índios catequizados passou a  Vila de Abrantes,  Montenegro e finalmente

Passou  a   denominar-se  Município  de  Camaçari!  Sendo oficializado definitivamente

A  sua  identidade  nominal,   através  do  histórico  decreto  que tornou-se lei  estadual

No ano  mil  novecentos  e  trinta  e  oito,  ficando com  esse  nome até o  período  atual.

 

Camassary, Camassary! Um  nome de origem tupi-guarani que  significa na linguagem

 Portuguesa  ‘árvore  que  chora”   as  suas  folhas verdes, viçosas,  tem a propriedade

De ficarem  Cobertas  de Gotículas  de águas transparentes, tendo  outra particularidade

Alcaçareira! O seu  nobre caule  foi  utilizado para  fabricação de formidáveis embalagem


De caixotes  leves  e  resistentes,  que  armazenavam  o  açúcar  que eram fabricados

Nos engenhos  que  eram localizados na  região de  Camaçari e que eram exportados

Para  povoações  do  Brasil Colonial,  sendo também o açúcar vendidos para o exterior

 gerando  riquezas,  movimentando a economia do Brasil e os cofres  dos meus  Senhores... 


O nobre e caridoso Tomás Garcez   Paranhos  Montenegro, o ilustre  desembargador

No período  imperial edificou  sua chácara - residência  nas  terras do então   arraial

De   Camaçari,  cujas terras  foi herdada  da   sua  família, sendo Tomás o fundador

Da  atual cidade  de  Camaçari,  de economia  pujante, com sua cidade Polo  Industrial 


Município de Camaçari,  com  os  seus  três  distritos  progressistas  e  importantes

Distrito de Parafuso!  Já  foi  sede  do  governo  municipal!  Na  Vila  de  Abrantes

Aí  nasceu o  atual  município! Fundado pelos missionários jesuítas os  catequizadores

Distrito de Monte  Gordo!  Reduto de  lindas  praias, coqueirais  e dos bravos  pescadores.


Orla  marítima  de Camaçari! Com  lindas praias, rios,  lagoas e seus belos coqueirais

Oh!  Arembepe!  Com  sua famosa Aldeia   Hippies!  repleto de  recifes  e  quebra-mar

As  Barras  dos  Rios   Joanes,  Jacuípe  e do  Rio  Pojuca!  De  verdejantes  manguezais

Oh! Praias de Itacimirim,  Guarajuba, Busca  Vida e  Jauá! Locais lindos para  veranear.

 

Camaçari  com  sua  Bacia  Hidrográfica,  desaguando mansamente  no oceano  mar

Dos  Rios  Capivarí Grande e Pequeno,  Joanes,  Jacuipe, Pojuca, Camaçari  e afluentes

Barragens dos  Rio   Joanes,    com as  suas  lindas   lagoas  e  riachos  e  as nascentes!

Margeados pela primitiva Mata  Atlântica, Um  magnífico  santuário  ecológico  a  preservar.

 

Oh! Camaçari, Cidade  dos Montenegro  um  centro  de  lazer  e esportes na  região

Com  seus inúmeros equipamentos  esportivos!  Orgulho do seu povo, da sua   população

Camaçari,  cidade  de raízes religiosa!  E  que  cultiva  as  suas  tradições  doutrinárias

Irmandades na  sua abençoada  Diocese! Do Santo padroeiro São  Tomás  de  Cantuária  

 

Camaçari!  Um  Polo Petroquímico  Industrial!  Com  as suas  fábricas  gerativas

De matérias primas,  empregos  e  rendas!  Fortalecendo  a  sua  economia municipal 

Temos as  indústrias Petroquímica solidificada e  a pujante  Montadora Forde  automotiva

A  crescente  indústria  da  Pesca  e  do  artesanato! Temos o fabuloso  turismo  no  litoral.

 

Camaçari  uma  cidade  populacional pujante e  industrial!  Com  suas  modernidades

Dos  seus  filhos amados, tanto os nativos como os  imigrantes, vindo de  várias localidades

Onde  todos eles  unidos,  trabalhando  incansavelmente, construindo o  município  a  mil

Vamos,  Vamos! Avante  Camaçari  de  Abrantes!  Você  é o orgulho da  Bahia e  do  Brasil!

 

NOTAS:

A  Aldeia do Divino Espírito Santo, foi fundada  em 1558, no governo geral de Mem de Sá,pelos padres  jesuítas da  Cia  de  Jesus  na  Bahia,  João Gonçalves e Antônio Rodrigues para  Catequese dos índios Tupinambás.

A citada  aldeia localizava-se  inicialmente  as margens  do Rio Joananes (Vila de Abantes), séculos depois mudou-se ara o antigo Arraial de Camaçari, depois distrito e Vila de Montenegro e finalmente  no ano de 1938, passou-se  denominar-se Camaçari (Arvore que Chora ), uma árvore  existente  em abundancia na  região da atual cidade  de Camaçari, sendo o matense,   Desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro (o 1º com este nome,), que havia  herdade terras  do seu avô Tomas da Silva  Paranhos, terras estas indo  após o rio Camaçari, sentido, até terras da região do litoral Norte ( a exemplo Jauá...)

No ano de 1914,  com o falecimento  do   Desembargador G. P.  Montenegro,  (o 1 com este  nome), o seu filho (o 2º),  Desembargador Tomas G. P. Montenegro Junior, completou a  ora   do  seu Pai.


                                   ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE CAMAÇARI 2013

                                  2ª  Estação  do Trem, atual  Museu  da Cidade de Camaçari.

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA!

UM MARCO HISTÓRICO, DESDE O  IMPÉRIO  E  REPUBLICANO,  DESDE 1860  A 2026!

Foto e legenda Chiquitinha Maravilha 

 SEPULTAMENTO HISTÓRICO DO DESEMBARGADOR TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO /CAMAÇARI/MATA DE SÃO JOÃO.

Na 2ª Estação Ferroviária de Camaçari   (edificada no início da  datada  de 1940),   a  estação  primitiva  foi demolida e edificada a  atual, através  de um comboio  trem (vários vagões) foi o corpo do desembargador Tomás  Garcez Paranhos Montenegro (o 1° com este nome  e  pai  do Desembargador  Tomás  Junior),  juntamente  com familiares,  membros dos  Três  Poderes Constituídos  da Republica  na  Bahia, seguiu o  o  corpo do  Eminente  Matense/Camaçariense  e  Baiano, que   foi sepultado no jazigo no  Cemitério Paroquial da  Matriz  do Senhor do Bonfim II,  de Mata de São  João, no ano  de  1914, sendo um dos maiores e talvéz o maior  sepultamento   já  realizado  na Matriz  do Bonfim de Mata, na era republicana  (e talvez da  história   da citada igreja, pela quantidade  e   número  de  personalidades Top  da  Sociedade   Baiana.  

Na   pesquisa inédita de Chiquitinha Maravilha.


NA FOTO ABAIXO:


 Antiga  casa residência da família do 1° desembargador Tomás Garcez Paranhos  Montenegro que foi doada  em 1938 para ser a  sede  do Poder Executivo Municipal e  que  dezenas de anos depois foi mudada a sede do imóvel da foto para o atual centro administrativo. No prédio   acima,  depois  de  reformado  continua no  mesmo local  perto  da  estação  da ferroviária (2013}, tendo funcionado o Tribunal de Contas do  Municípios.

HISTÓRICO!

OCUPAÇÃO DAS TERRAS

Por volta do ano 1000, a região do Recôncavo Baiano foi invadida por povos tupis procedentes da Amazônia. Eles expulsaram os habitantes anteriores da região, falantes de línguas macro-jês, para o interior do continente. Quando os primeiros exploradores europeus chegaram à região, no século 16, a mesma era habitada pela tribo tupi dos tupinambás.[16]

A história da ocupação portuguesa do território de Camaçari começa em 1558, quando foi criada a Aldeia do Divino Espírito Santo pelos padres jesuítas, reunindo índios de várias aldeias tupinambás ao redor de uma capela de taipa sob o comando do padre João Gonçalves e do irmão Antônio Rodrigues às margens do Rio Joanes.

A Vila  do Divino do Espirito Santo  de Nova  Abrantes  foi criada  em 28 de setembro  de  1758 por Provisão do Conselho  Ultramarino e  foi instalada  em em 8/10/1758. No ano de 1759  foi   levantada  a  planta  pelo Dr.  João Ferreira  de Bittentencurt  Sá.

A Vila  foi extinta pela  Resolução  Provincial de  n. 241, de 15/04/1946, sendo restabelecida   pela Resolução  de  n.  310 de 03/07/1848 e reinstalada  em  a  10/01/018, com a  designação   de Vila de Nova  Abrantes, apos ser  desmembrada  do município de Mata  de São João.

Até  1890 a  categoria  política-administrativa de Abrantes  era "intendência municipal" quando então passou  a município,  Em 27//09/1890 foram doadas  terras ao município, para seu patrimônio, pelo então Conselheiro n Glicério, Ministro da Agricultura do Governo Provisório da republica  do Brasil.

Por força política, no entanto, houve o retorno da sede para Abrantes em 1892.

A Vila de Abrantes localizada  no litoral  foi  sede   municipal  até  1924 e  no ano seguinte 1925 perla  Lei  Estadual n. 1.809  de  28  de  julho foi transferida a  sede  do litoral para Montenegro que em 1938, passou  a  denominar-se Camaçari, em virtude  de um  decreto-lei  estadual.

Fonte  IBGE.

SÉCULOS  XVIII E XIX

Entre os séculos XVIII e XIX, tem-se a administração da Marquesa de Niza através de Tomas da Silva Paranhos, que lhe enviou juros e rendas (enfiteuses e laudêmios) até, finalmente, adquirir a propriedade. Este latifundiário deixou 9 herdeiros: entre eles, Maria Joaquina da Silva Paranhos, casada com José Garcez da Rocha Vasconcelos Montenegro, de quem descende o desembargador Tomas Garcez Paranhos Montenegro.

No final do século XIX, houve a expansão da malha ferroviária baiana: suas principais diretrizes eram a integração com o recôncavo e a região do São Francisco. Camaçari está estrategicamente situada entre as duas bifurcações (uma em Simões Filho em direção ao recôncavo, e outra em Alagoinhas, onde a estrada toma outras duas direções – Médio São Francisco e Litoral Norte). 

Fonte  IBGE. WIKIPÉDIA

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Foto do prédio do Cine Teatro de Camaçari ( a ser inaugurado),  e ao lado esquerdo, o prédio do Arquivo Publico de Camaçari já  inaugurado, nesse  citado prédio, antes das  reformas,  era apartir da metade   da dpécada de 1880, ou inicio da década de 1890, quando foi edificada pelo  Desembargador Tomás  Garcez  Paranhos  Montenegro I,  como  sua  residência até  o seu  falecimento  no ano de 1914.

Com a   morte do  Desembargador Tomás  Garcez Paranhos Montenego I, sua esposa  Tomazina  Josefina e  filhos.  No ano  de 1938, a família Garcez Paranhos  Montenegro, doou a casa residência para ser  Sede do Poder Executivo de Camaçari (a Prefeitura)  e Cãmara Municipal  de Vereadores.

No ano de 1967, o imóvel citado, foi reconstruida para abrigar os  Poderes Executivo e Legislativo, isto na Adm do Prefeito  Tenente Luiz  Pereira  Costa  (1967-1971).   

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HISTÓRICO!  INÉDITO!

FONTES  BIOGRÁFICAS:

 DA BIOGRAFIA  DO DESEMBARGADOR TOMÁS MONTENEGRO

IBGE, Diário  Oficial do Estado da  Bahia  - Edição  Especial do Centenário da  Independência da Bahia- 02/07/1823, Livros de assentos paroquial,  batizados casamento Igreja do Bonfim de Mata, Jornais   de Salvador, Wikipédia, Carrara Jr.  Mata de S. João - Suas Origens, Seus Personagens, Meus  Antepassados, ano 2019. Carrara  Jr,  primo  de Chiquitinha Maravilha  (família Pereira  das Chagas, matense.

                     

Estação  de Trem, a  segunda  inaugurada  no  ano  de  1943  na administração  do Eng°  Lauro de  Freitas então  superintendente  da  Leste. Foto  ano 2021. No ano de  2023, após  a reforma de qualificação no Governo  do prefeito  Elinaldo Araújo, passou a ser o Museu da Cidade (integrante do Acervo Patrimonial  do Centro  Histórico  de Camaçari.

            Catedral da Diocese  de São Tomás de Cantuária

Catedral de  São Tomás de Cantuária/ n Praça  Des. Tomás  Garcez Paranhos Montemegro I.

No local da Matriz da citada  Diocese, foi edificada   a  primitiva  Capela  de  São Tomás de Cantuária, pelo matense Desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro, e com dontivos  diversos, sendo inaugurada  em 1911. Des.. Tomás  era  devoto do Santo  Católico São Tomás  de Canturia  da  Inglaterra.


Placa alusiva, a  reconstrução da primitiva  casa residência (Chácara  Tomazina Josefina) da família do Des. Tomás Garcez  Parnhos  Montegro I (o primeiro com este nome), o segundo é  o seu  filho, também Desembargador (Tomás Jr). A  reconstrução  foi realizada  para  sediar os Poderes  Executivo e Legislaivo Municipal. 

Avenida  Eixo  Urbano CentralAntiga Estação do Trem da  Leste Ferroviária,  edificada no de 1940,  onde   no incio da década de 2020, o Museu da Cidade no Centro Histórico, localizado  na  Av. Eixo  Urbano Central / Centro  Histórico da Cidade de Camaçari.Foto ano  de 2022.

 No prédio acima, já modificada na sua fachada e nas laterais, modificado, após a metade da década de 1960, para instalada a sede do Poder Executivo a partir de 1967, anos depois foi instalado a sede do Tribunal de Contas do Municipio de Camaçari, Secretaria de Educacão e e finalmente no inicio da década de 2020, foi reformado para abrigar o Arquivo Municipal (no Centro Histórico de Camaçari).

                  Praça  Desembargador  Tomás  Garcez Prnhos  Nascimento 2026

                                 Edifício  Cidade  de  Camaçari/Ba.


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