BIOGRAFIA DO DESEMBARGADOR TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO
- O FUNDADOR DA CIDADE DE CAMAÇARI/BA
Foto arquivo da família do Des. Tomás Garcez Paranhos Montenegro, quadro pitado por Oseas em 1926, informação de Odilon Montenegro -ano 2014.
Procissão de São Tomás de Cantuária, Cidade de Camaçari / Ba. dia 08/01/2026.
BIOGRAFIA
Tomás Garcez Paranhos Montenegro /Por Chiquitinha Maravilha a luz documental.
(Tomás nasceu 06/01/1839 e faleceu em15/02/1914, aos 75 anos).
HISTÓRICO E INÉDITO!
Tomás filho do Coronel José Garcez da Rocha Vasconcellos Montenegro e de dona Maria Joaquina da Silva Paranhos, batizado dia 01-04- 1839, nasceu em 22/1/1839, na Vila de Mata de São João, onde casou-se em 11/2/1860 aos 21 anos de idade, com a sua prima carnal Thomazina Josephina de Mesquita, nascida em 06/11/1840 na cidade de Mata de São João, quando ainda era freguesia do Coqueiro da Água Comprida do Senhor o Bonfim de Mata de São João.
Tomás na sua Chácara Thomazina Josephina, localzada m frente da Estção do Trem (Museu de Cmaçari), na cidade de Camaçari, faleceu 15/02/ 1914.
Eram pais de Thomázia o Sr. José Pereira de Mesquita e dona Josephina da Silva Paranhos, descendente do Cap. Thomas Paranhos este comprou as terras da Várzea ( atual cidade de Mata de São João), Capuame ( cidade de Dias D'Avila), terras da cidade de Camaçari, Jauá, Arembepe... (litoral), parte do atual bairro de Brotas/Salvador,....
As terras da Várzea, atual centro da cidade de Mata de São João, foi comprada em O Capitão Thomás da Silva Paranhos comprou as citadas dos descendentes do Marquês de Cascaes, sendo as terras citadas originarias da Casa dos Marqueses de Niza, sendo instituída em 1552 por D. João III, Rei de Portugal e sendo constituída todas as terras em Capitania (uma capitania) em 1556.
FAMÍLIA PEREIRA MESQUITA NA VILA DE MATA DE SÃO JOÃO
THOMÁZINA JOSEPHINA PARANHOS DE MESQUITA
Dona Thomázina Josephina (Paranhos) de Mesquita a esposa do Desembargador Tomas Garcez Paranhos Montenegro nasceu na cidade de Mata de São João. Seu parente (tio ) Capitão Custódio Pereira de Mesquita casado com Amélia Josephina Trindade (esta filha do 1º José Rodrigues Teixeira e Maria Rita da Trindades, primos, e penta avô materno de Chiquitinha Maravilha.
Custódio foi do vereador da Câmara da Vila de Mata no regime imperial, Custodio pai de João Antonio de Mesquita, este casado com Maria Emilia Rodrigues Simões Teixeira, esta tia trisavô materna de Chiquitinha Maravilha, Maria Emília filha do capitão José Rodrigues Teixeira Junior e Ephifania Simões de Paiva (estes tetra-avôs materno de Chiquitinha), José Rodrigues Teixeira, irmão de Amélia Josephina Trindade a esposa do Capitão Custódio Pereira de Mesquita, o irmão de José Pereira de Mesquita, casado com Rosa Joaquina da Silva Paranhos.
Capitão José Rodrigues Teixeira Junior, pai dentre outros filhos: Dr. Joaquim Simões de Paiva, Dr. Américo Rodrigues Teixeira, do médico político, Dr. Antonio Rodrigues Teixeira, este casado com sua prima carnal, Joana Amélia Meireles Viana (trisa-avós materno de Chiquitinha.
Dr. Antonio Rodrigues Teixeira foi o 1° Intendente da Vila de Mata de São João em 1890, foi deputado Provincial e Constituinte Republicano e Senador Estadual na Republica Baiana.
Ligação Reis Meireles, com Silva Paranhos /Batista Viana
Outra ligação genealógica com chiquitinha Maravilha, casamento do Major Menandro dos Reis Meireles com Umbelina a Silva Paranhos, ele Menandro, irmão de Amélia Josefina Reis Meireles, casada com Cel Guilherme José Batista Viana, ambos tetra avô materno de Gamaliel Sales Chagas (Chiquitinha..),.
Gamaliel (Chiquitinha Maravilha), sobrinho tetra avô materno de Menandro dos Reis Meireles, o esposo de Umbelina da Silva Paranhos, tia do Desembargador Tomás Garcez Paranho Montenegro, o 1ª com este nome. Além de ouras ramificações não citadas com o Capitão Tomás da Silva Paranhos, pai de Maria Joaquina, Umbelina... Tomás da Silva Paranhos avô do Desembargador Tomás G. P. Montenegro (o 1º com este, e pai do também 2º Desembargador Tomás G. P. Montenegro Junior.
Ramificações das Famílias Mesquita, Silva Paranhos, Garcez Vasconcelos......
A família Pereira Mesquita ramificada com os Silva Paranhos, Garcez Vasconcelos Montenegro, Reis Meireles, Simões de Paiva, Pereiras das Chagas, Pereira de Avila, Teixeira Franco, Moreira da Silva Paranhos Meireles Araujo Goes... Tiveram a notoriedade política antes e após a emancipação de Freguesia a Vila de Mata de São João em 15/4/1846.
Sua Fazenda Camaçari herdada pelos seus pais de raízes matense. Assim como ele (Thomás), filho da sua querida Mata de São João, onde foi batizado, criado, se casou e realizou seus primeiros estudos, indo realizar seus básicos em outras terras.
Thomás formou-se no Recife em Ciências Jurídicas na Bahia na época não existia Faculdade de Direito (década de 1858). Thomás amava tanto a sua querida Mata de São João que pediu para ser enterrado no mausoléu da Família Paranhos Montenegro Mesquita, localizado na Nave da Igreja do Senhor do Bonfim de Mata de São João, isto em 16/2/1914, uma segunda-feira, tendo falecido dia 15/2/1914, um domingo, um dia histórico para os anais da historiografia matense.
TOMÁS G.P. MONTENEGRO, O 1° COM ESTE NOME, FALECEU EM CAMAÇARI
Faleceu no Arraial de Camaçari na sua residência, a Chácara Thomazina, um sobrado perto da Estação da Leste, atual prédio onde situa-se a sede do Tribunal de Contas dos Municípios (prédio já modificado do antigo sobrado).
Thomáz Garcez Paranhos Montenegro, matense de alma nobre, caridosa, humanitária, uma inteligência destacada, um homem íntegro da Lei, da Justiça Baiana e Brasileira. Orgulho da Classe Jurídica da Bahia e do Brasil.
Ao lado do Dr. Leovigildo Gonçalves de Carvalho, que ocupou os 3 Poderes na Vila de Mata de São João no Império e Republica, Leovigildo outro sábio, íntegro Magistrado, Juiz da Vara de Órfãos /Salvador durante 28 anos, era respeitado pelas suas decisões a bem da verdade e do direito.
Dr. Leovigildo Gonçalves de Carvalho, filho de tio irmão do trisavô paterno de Gamaliel Sales Chagas (Chiquitinha Maravilha), o Cel Antonio Gonçalves de Carvalho e dona Feliciana Pereira da Conceição, Juiz Leovigidoprimo em 4° grau de Gamaliel Sales Chagas.
Thomás e Leovigildo, duas legendas históricas da Bahia e de Mata de São João, a serviço da Justiça da Bahia e do Brasil nos períodos imperial e primeiras décadas da República Brasileira. Duas inteligências iluminadoras nascidas na época Imperial e falecidos no Regime Republicano (década de 1910 a 1920).
Thomáz e Leovigildo Gonçalves de Carvalho, primo carnal de José Pereira de Carvalho Chagas (avô de Chiquitinha Maravilha nascido na década de 1850 na cidade de Mata de São João), exemplos de matenses nobres e de caráter excepcional nas suas personalidades ricas de dotes materiais e espirituais. Orgulho e exemplos para as gerações matense, camaçariense e baiana de todas as épocas.
O ilustre filho matense, Thomás Garcez Paranhos Montenegro preferiu levar nome de Mata além fronteiras da Bahia, seguia glorioso caminho das Ciências Jurídicas, levando conhecimentos e muitas sabedoria para a Justiça da Bahia e do Brasil, conforme iremos relatar. Thomás Montenegro, um conquistador de Comarcas, quer na Promotoria Pública, como na função de Juiz e finalmente Desembargador, o Thomás nasceu para as Ciências Jurídicas!
Os Filhos, Netos e Netas de Thomás Montenegro
Os 13 filhos do casal Thomás e Thomázia foram os seguintes:
Ana Amélia, Alice, Dr. Artur, Maria Tomazina, Elisa, Josephina, Maria Joaquina, Maria Josefina, Francisco Aguiar Montenegro, José Olímpio Montenegro, Dr. Abílio Montenegro, Tenente do Exercito e farmacêutico (1914), Dr. Thomas Junior, Afonso Montenegro, Manoel Montenegro (falecido). na época da sua morte deixou vivos 6 filhos, 4 genros e 3 noras.
FILHOS E ESPOSAS DO DES. TOMÁS G. P. MONTENEGRO
Ana Amélia casada com Dr. José Machado de Oliveira, ilustre catedrático da Faculdade de Direito na Escola Normal do mesmo Estado.
Dr. Arthur G. P. Montenegro, casado com Dignez Benigna de Albuquerque Lima. Dona Alice casada com Ponciano Ferreira Oliveira Nunez, Lente da Faculdade Livre de Direito, Membro do Tribunal de Apelação e Revista, era conselheiro.
Dona Maria Thomazina casada com Dr. Bonifácio de Aragão Farias Rocha, diretor aposentado dos Correios. Dona Elisa casada com Francisco Peixoto Delia César Werneck, ambos falecidos.
Dona Josephina casada com Dr. Francisco Luiz da Costa Drummond ex-deputado Federal e advogado. Dr. Thomás G. P. Montenegro Júnior, o Juiz de Direito de Caravellas (1914). Casado com Angelina Martinelle.
Dona Maria Joaquina Vieira, casada com Dr. Oscar Martins Barbosa e mais Francisca Aguiar Montenegro, solteira (1914). José Olímpio G. P. de Montenegro, casado com Alzira Espinheira, falecidos.
Dr. Abílio G. P. Montenegro, casado com Leonora Villava e mais o Tenente Afonso G. P. Montenegro, farmacêutico do Exército, casado com Anita Serva. O Outro filho, Manoel, é falecido. O Desembargador Thomas G. P. Montenegro/ 11 netos, 24 netas e no ano de 1914, época da sua morte, tendo vivos 6 filhas, 4 genros e 3 noras. O Desembargador, era irmão de Antonio Garcez Paranhos Montenegro, funcionário da Biblioteca Municipal de Salvador.
Existiam vivos ainda 4 filhos: No total foram 13 filhos do casal Thomás e Thomazina. Thomás no dia 11/2/1914 completou 54 anos de casado.
Nota/Gamaliel (Chiquitinha),
SUA FORMAÇÃO JUDICIARIA
Formou-se em dezembro de 1858, diretamente com uma turma de 60 companheiros, dos quais 10 baianos. Conselheiro Francisco Maria Sodré Pereira, Desembargadores: Virgílio Alves Lima Gordilho, o Ernesto Francisco de Lima Santos, Dr. João Pedro Alcamin, Manuel de Araújo Santos Pereira Lima, Miguel Luiz Vianna, Salvador Vicente Sapucaia. E mais: Antonio Joaquim de Magalhães Castro.
Todos os 10 baianos já faleceram e do total dos 60 da turma de 1858, vivem somente 7. Formou-se na Faculdade de Recife.
Os Cargos que Exerceu no Judiciário
O matense Desembargador Thomás G. P. Montenegro, exerceu vários e vários cargos no judiciário na Bahia. Foi Promotor Público nas cidades baianas de Caravela, Camamu e Valença. Foi Juiz de Direito do Rio São Francisco, Nazaré. Na Bahia foi Juiz Especial do Comércio. Thomás foi Chefe de Polícia no Recife. Desembargador da Relação de Pernambuco, cargo em que Thomás Montenegro se aposentou, depois veio exercer o cargo de advogado na Bahia (Salvador).
Estabelecimento de Caridade na Cidade de Barra
O seu espírito generoso e humano de uma pessoa extremamente católica. Fundou na cidade de Barra do Rio Grande um estabelecimento de Caridade com o Hospital, sendo por isso condecorado com a Ordem de Rosa. Montenegro nessa época da criação desse estabelecimento era o Juiz de Direito do Rio São Francisco. Fundou um Jornal em Barra.
JUBILEU DE OURO NO JUDICIÁRIO - 50 ANOS!
No dia 19/12/1908 comemorou o Jubileu de Ouro com os 50 anos de excelentes práticas judiciárias, não só na Bahia, como em outros estados do Brasil. Thomás estreou aos 20 anos na Magistratura.
LIVROS ESCRITOS POR TOMAS MONTENEGRO
Dos livros escritos pelo Desembargador Thomás Montenegro, destacam-se A Província e A Delegação do Rio São Francisco, e Unidade da Justiça.
THOMÁS G. P. MONTENEGRO O POLÍTICO BAIANO
Foi Deputado Provincial nas legislaturas 1860/61 e 1866/67.
As legislaturas no regime Imperial era de 2 anos. E a citada Câmara de Deputados Provinciais eram formadas por 42 deputados eleitos com votação estadual.
Entre os seus serviços como político devem constar como Deputado Estadual Provincial, discussões de assuntos importantes. Como professor da Faculdade de Direito da qual foi um dos fundadores, ocupando por algum tempo a Cátedra da Prática de Processo, da qual passou a Direito Criminal (matéria que lecionava).
THOMAS MONTENEGRO DEPUTADO FEDERAL
Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro foi eleito Deputado Federal no regime Republicano, onde representou bem a Bahia no Rio de Janeiro.
Comissão do Partido Republicano 1899
A Comissão do Partido Republicano para as eleições federais de 11/11/1899 era composta dos seguintes membros:
Presidente - Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro
Vice-Presidente - Dr. Arthur César Rios. Outros Membros - Dr. Virgílio Clímaco Damásio, Francisco Maria Sodré Pereira, Pedro França Lima Guimarães, Aristides Galvão Augusto Ferreira (todos políticos renomados).
O Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro foi eleito Deputado Federal nessas eleições federais, compondo a bancada da Bahia, formada de 21 deputados a saber: Augusto Neiva, Ignacio Tosta, Francisco Sodré, Manoel Caetano, Padula Guimarães, Vergne de Abreu, Amphilophio, João Dantas Filho e mais: Adalberto Guimarães, Rodrigues Lima, Seabra, Jayme Villas-Boas, Milton, Marcolino Moura, Leovigildo Filgueiras Tolentino dos Santos, Eduardo Gomes, Castro Rabello e Eugênio Tourinho e mais o próprio matense, Tomás (ou Thomás, nome de batismo) Montenegro, uma bancada de prestigio político, anível da Bahia e do Brasil republicano.
MORTE E SEPULTAMENTO
A Morte de Thomás Garcez P. Montenegro
(15/02/1914)
Histórico
Fonte Jornais de Salvador
No seu retiro na Vila Thomazinha, em Camaçari, faleceu no domingo dia 15/2/ 1914, após sofrer dos seus parentes, o venerável extinto, ancião, Sr. Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro. Um Magistrado impoluto, que sempre foi a honra e o brilho da classe Parlamentar, emérito professor de Direito e conspícuo advogado especialmente atuando em Salvador.
Posto que já era esperado a sua morte, pela fatal enfermidade, e que prendeu Thomás no seu leito. A notícia assim que se espalhou, causou dolorosa impressão no grande circulo de suas relações, assim como no domínio da sua ilustrada família, sentimentos que por si só atua, como expoente de um vulto de coração aberto, humano, de excepcionais qualidades caridosas. Assim como na prática forense, onde era justo, impoluto e honrado!
Thomás Garcez Paranhos Montenegro faleceu aos 75 anos de idade, acometido de afecção no aparelho urinário, era natural de Mata de São João.
Thomás Sepultado na Vila de Mata de São João
Fonte Jornais de Salvador
Matense, Desembargador Montenegro Garcez Paranhos Montenegro. foi sepultado no mausoléu da família, no Cemitério da Vila de Mata de São João, localizado na Igreja do Bonfim no piso da nave da igreja.
No sepultamento, compareceram o Governador José Seabra, Dr. Antonio Carlos da Rocha, Diretor da Faculdade de Direito, Conselheiro Dr. Bráulio Xavier da Silva Ferreira, Presidente do Superior Tribunal do Estado, Membros desse Tribunal, Magistrados, lentes da Faculdade, autoridades políticas da Vila de Mata de São João, amigos, cidadãos e parentes do Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro.
SEPULTAMENTO NA IGREJA DO DO BONFIM DE MATA
Chiquitinha Maravilha// segunda-feira, dia 16/2/1914
(completou 112 anos de falecimento, dia 16/02/ de 2026).
Um dos maiores sepultamentos já verificados na história da Vila de Mata de São João e da Igreja do Bonfim de Mata, não pela quantidade de pessoas, como também pela qualidade das pessoas presentes.
Desembargadores, Juízes, advogados, políticos, médicos, autoridades do executivo, parlamentares, dentre outras pessoas distintas.
A Igreja do Bonfim de Mata de São João ficou pequena para tantas pessoas. Apesar das dificuldades do transporte, devido aos horários dos trens da Leste, a pequena Estação de Jacupema nunca em toda a sua história foi cenário no desembarque e embarque de pessoas nas suas acanhadas dimensões.
Desembargador Thomás Montenegro, filho da Mata de São João, foi batizado na Igreja do Bonfim, onde também casou-se. Seus pais tinham jázigos perpétuos na Nave da Igreja, local onde foi sepultado, a pedido do Desembargador Montenegro, pedido este respeitado pela sua família.
O Desembargador Thomás Montenegro demonstrava assim o seu notável amor pela sua terra natal, Mata de São João, local onde tinha raízes nativistas.
O corpo saiu da Vila Thomazina (Arraial de Camaçari), pelo transporte de Trem, chegando na Estação Jacupema no Bonfim de Mata e nessa pequena Estação de Trem, um grande número de pessoas já esperavam o cortejo, assim como o corpo do Desembargador Thomás Montenegro para a sua última morada.
O sepultamento aconteceu no jazigo perpétuo da família, localizado na Nave da Igreja do Bonfim de Mata, local onde foram sepultados as grandes famílias da Vila da Mata (e antes de ser Vila, quando era Freguesia).
Pessoas Ilustres que Estiveram no Sepultamento
Fonte de pesquisas:
Jornais de Salvador por Chiquitinha Maravilha, ano 2003
O 1º Tenente Francisco Pereira de Mesquita, Dr. Carlos Macedo de Simões, Dr. Conselheiro Bráulio Xavier, Presidente do Tribunal Superior de Apelação e Revista, Dr. Carlos Seabra, Major Ezequiel Rego e João Pereira de Carvalho, Segrefild Guimarães, Luiz Alves Pereira, o Albino Mendonça, Dr. Lino Meireles (família Reis Meireles).
E mais: Francisco Paim de Morais, Cel Justino de Oliveira, o Pedro Muniz Gomes, Jaime de Mesquita, Pergentino Santos, Severiano da Rocha Pita, Cel Argiro Leitão, Aurélio Verne de Oliveira, o Luiz Duarte de Oliveira, Francisco Menezes, Dr. Pedro Eustáquio de Oliveira Porto, Egildo Tapioca, Aníbal Drumond, João da Costa de Drumond, Adolfo Ribeiro, Dr. Ariston Martinelli, João Mendonça, Cel Ernesto de Andrade, Raimundo Ignácio da Silva, Juiz da Comarca da Vila de Mata, Conselheiro Carneiro da Rocha, Raimundo Neto Silva.
Ainda outras pessoas: Luiz Antonio Garcez (Mata de São João)), Dr. Antonio Tourinho, professor Bráulio Cesar Sampaio (Mata), Capitão Abílio Gentil Tourinho (Mata), Dr. Felinto Cezar Sampaio, Deputado Federal (Mata), filho de Bráulio Sampaio, José Caetano de Almeida (Mata), Heitor Pedral de Gusmão, Cel Silvano de Assis Batista (Mata), João Tavares, João Martins de Melo, Dr. Mario Torres, Cel João Ramos, Cicinato Fonseca (farmacêutico), Otávio Jathay (Mata), Joaquim Moreira, Antenor Barreto, Américo Barreto, José Joaquim, Tenente Procópio, e muitas outras pessoas da Vila de Mata, cidades vizinhas e da capital da Bahia, que não foram citadas. Missa de corpo presentes foi rezada pelo Vigário da Paróquia a de Nossa Senhora da Mata (depois passou a ser São João Batista).
Foram depositadas flores, cartões com mensagens diversas, as despesas do enterro foram feitas pelos moradores da Vila de Mata de São João, ao seu filho querido e ilustre, um das inteligências matense que brilhou na Magistratura da Bahia e do Brasil.
O sepultamento do matense, Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro foi numa segunda-feira, dia 16/2/1914, um acontecimento nobre, histórico para a Vila de Mata de São João.
Missas de Trigésimo dia Misericórdia e Piedade
Fonte: Jornais de Salvador, na pesquisa inédita
de Chiquitinha Maravilha, ano 2003.
Uma Missa de Trigésimo dia foi rezada na Santa Casa de Misericórdia pela alma do Desembargador Thomás Montenegro, ás 17horas na Capela Central da Igreja. Montenegro era irmão da Santa Casa (rezada dia 15/3/1914).
Na Igreja do Convento da Piedade, a família Montenegro mandou que fosse rezada uma Missa pela alma do Dr. Thomás Montenegro, no dia 17/3/1914.
Nessa Missa compareceram a ilustrada família Montenegro, amigos e parentes, professores de ensino Superior, Magistrados, Conselheiros, advogados, políticos, militares, ficando lotada a nave da Igreja do Convento da Piedade em Salvador.
Depois da Missa a família recebeu inequívocas provas de solidariedade, na tristeza que abateu a família do falecido.
Sepultamento:
de Thomazina Josephina de Mesquita Montenegro
Fonte: Jornais de Salvador, na pesquisa inédita de Chiquitinha Maravilha, ano 2003.
Tomazina Josefina de Mesquita Montenegro, esposa do Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro, faleceu dia 06-09-1919, ás 22 horas na cidade de Salvador, na sua residencia, localizada na rua Politeama, distrito da Vitória. Thomazina faleceu de gripe aos 79 anos, conforme atestado do médico Pedro Fontes, sendo sepultada no Cemitério Campo Santo no dia 7/9/1919, carneiro 702, quadra 825, nº de ordem 1048, Livro 1330 (Livro nº 5) da Santa Casa de Misericórdia de Salvador. O filho do casal citado, Desembargador Thomaz Garcez Paranhos Montenegro Junior, foi quem tirou certidão de óbito no Cartório de Registro Civil do Distrito da Vitória.
Dona Thomazina Josephina foi enterrada no Campo Santo, no dia 7/9/1919. O féretro saiu da casa do seu filho as 4 horas da tarde (rua do Politeama), rumo ao Campo Santo, uma quantidade muito grande de pessoas de todas as camadas sociais e autoridades do estado como parentes e amigos num dos enterros dos mais prestigiados pela sociedade de Salvador
THOMAZINA MATENSE
Por Chiquitinha Maravilha (Gamaliel Sales Chagas)
Thomazina nasceu na Vila de Mata de São João, se casou na mesma cidade com seu primo carnal Desembargador Thomaz Garcez Paranhos Montenegro este falecido em 1914 e sepultado em jazigo perpétuo na Igreja do Bonfim de Mata. O casal Thomaz e Thomazina, tiveram 13 filhos.
Casa Residência de Thomás Garcez Paranhos Montenegro
A casa residência edificada pelo Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro, localizada na sua Fazenda Camaçari, ainda no período Imperial, anos depois com a morte do Desembargador Thomás ficou para a viúva e filhos, com a morte da viúva Thomazina em 1919 a casa residência do povoado de Camaçari (Fazenda Camaçari), passou para os filhos.
Anos depois essa residência, uma linda mansão, passou a ser da Prefeitura Municipal, com a passagem de Distrito a Sede Municipal no dia 30 de março de 1938. A frente da Prefeitura (prédio) era com duas janelas retangulares e uma porta de arcada larga com escada (degraus de acesso a esta porta).
Na lateral esquerda localizava-se na década de 1950 a sede da Agência de Estatística com uma porta e três janelas e mais duas portas e duas janelas, no mesmo lado que servia para outros fins.
No período de 1967/71, gestão do prefeito Tenente Luiz Ferreira Costa, foi feito uma reforma no prédio da prefeitura, a antiga casa onde residiu a família Montenegro e anos depois passou a ser o local da Câmara de Vereadores e depois) funcionou o Tribunal de Contas do Município e no governo do prefeito Luis Caetano passou a funcionar a Secretaria de Educação (continua em 3013).
No governo de José Tude, foi edificado o Centro Administrativo na gestão 1989/ 92, Prefeitura e Câmara ficaram localizados nesse centro citado.
Capitão Thomás da Silva Paranhos
O capitão Thomás da Silva Paranhos foi Capitão e Ordenanças nos Termos da Legislação Militar, vigente antes da Independência do Brasil e da Bahia, conseguiu o título de Capitão em função das suas atividades que exercia na cidade de Salvador. Seus descendentes familiares de origem portuguesa que habitavam na cidade de Salvador no conhecido solado do Ferrão.
O Capitão Thomás da Silva Paranhos era procurador e grande latifundiário urbano residente numa casa grande, situada na meia encosta da Ladeira dos Galéis.
O Capitão Thomás da Silva Paranhos faleceu no dia 14/4/1864, sendo os seus bens patrimoniais, inclusive suas extensas terras espalhadas pela cidade de Salvador (Brotas), Vila da Mata de São João, cidade de Camaçari, e orla do Litoral Norte a exemplo de Arembepe, Jauá.. Capuame, etc. foram herdadas pelos seus descendentes.
Com o casamento de suas filhas, as terras citadas passaram a pertencer aos descendentes, ou seja, os netos, bisnetos... do capitão Thomás da Silva Paranhos.
Pesquisa acima Capitão Tomas da Silva Paranhos no Livro - Histórias Que Não Contei, p. 37, 38, de Sandra Parente, ano 2007, editora Fast Design, Salvador/Ba.
As Terras Compradas pelo Capitão Thomás
da Silva Paranhos
Chiquitinha Maravilha
O capitão Thomás da Silva Paranhos por escritura, adquiriu todo o grande patrimônio imobiliário da “Casa de Niza” existente no Brasil sendo essas terras denominadas de terras da Marquesa de Niza. O patrimônio da Marquesa de Niza vinha desde o tempo do 1º Governador Geral do Brasil Tomé de Souza que iniciara doando ao seu primo (de Tomé de Souza) e protetor D. Antonio de Athaide, o 1º Conde de Castanheira, terras situadas na Capitania da Bahia como retribuição por ter sido Tomé de Souza nomeado Governador Geral do Brasil.
Falecimento do Capitão Tomás, Terras
Herdadas pelos Descendentes de Chiquitinha Maravilha
O Capitão Thomás da Silva Paranhos faleceu no dia 14/4/1864, sendo os seus bens patrimoniais, inclusive suas extensas terras espalhadas pela cidade Camaçari que foram herdadas do seu avô lusitano Capitão Tomás da Silva Paranhos e outras terras na cidade Salvador a exemplo de Brotas, na Orla do litoral Norte... Com o casamento de suas filhas, as terras citadas passaram a pertencer aos descendentes, ou seja, os netos, bisnetos.. do capitão Thomás da Silva Paranhos.
Falecimento do Capitão Tomás, Terras
As Terras de Garcia D’ Ávila e seus Descendentes
Com a morte do do último morgado da Casa da Torre de Garcia D'Ávila, o Visconde da Torre de Garcia D'Ávila, nomindo de Antonio Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque (Barão e depois Visconde da Casa da Torre de Garcia D'Ávila , falecido no ano de 1852 e nascido em 1785, o Capitão Tomás da Silva Paranhos I, casado com Maria Joaquina Moreira (c. 1797-1867), ambos lusitanos, que era procurador da Casa da Torre, e das terras da Marqueza de Nilza,.
Ele Capitão Tomás, comprou as terras dos donos mencionados (Visconde da Torre e Marqueza de Nilza), cuja terras foram herdadas pelo 9 filhos da Capitão Tomás. que foram casando, gerando novos herdeiros ao, longo dos anos...
Capitão Thomás da Silva Paranhos que adquiriu as citadas terras, conforme escritura realiza no Tabelionato no dia 7/8/1839.
Quando do processo da compra das citadas terras pelo capitão Thomás da Silva Paranhos, o Tabelião ao enumera-las resumiu na expressão “e todas as mais do antigo possessório casa. Fonte acima do texto: Livro - Histórias Que Não Contei, p. 37, 38, de Sandra Parente, ano 2007, editora Fast Design, Salvador/Ba. parte de letras vermelhas
O Capitão Tomás Paranhos da Silva, como latifundiário urbano, comprou uma casa-grande, na Ladeira dos Galés, cidade de Salvador, no dia 07 de agõsto do ano de 1837 comprou o patrimônio imobiliária denominado "Casa da Nilza" ou terras da Marquesa de Nilza".Livro - Histórias Que Não Contei, p. 37, 38, de Sandra Parente, ano 2007, editora Fast Design, Salvador/Ba.
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Descendentes do Capitão Thomás
O Capitão Thomás da Silva Paranhos se casou tendo descendentes a exemplo de Maria Joaquina da Silva Paranhos, esta casada com o pai do desembargador, José Garcez da Rocha Vasconcellos Montenegro, de Joana da Silva Paranhos, Rosa da Silva Paranhos, Josephina Maria da Silva Paranhos, Umbelina da Silva Paranhos, esta casada com Major Menandro dos Reis Meireles, este tio-irmão do 4º avô materno de Gamaliel Sales Chagas (Chiquitinha Maravilha), dentre outros descendentes não citados.
Casamento Major Menandro dos Reis Meireles
Com Umbelina da Silva Paranhos
Umbelina da Silva Paranhos, descendente do capitão Tomas da Silva Paranhos se casou com o Major Menandro dos Reis Meireles tendo o casal os filhos: Menandro Filho, Maria.. Menandro dos Reis Meireles, era filho do Coronel Luiz Antonio Meireles, juntamente com outros irmãos, Ana, Jeronima Joaquina, Manoel João dos Reis Meireles este o pai do Barão Acu da Torre, sendo o Barão, avô paterno do Cel Luiz Antonio de Meireles todos penta, tetra, tri,.. avôs, primos, materno de Gamaliel (Chiquitinha.).
O Major Menandro dos Reis Meireles foi vereador da Vila da Mata de São João na 1ª Legislatura Municipais da então Vila de Mata de São João, no regime Imperial. Sendo ele, filho Cel Luis Antonio Meireles, este, penta avô materno de Gamaliel Sales Chagas (Chiquitinha Maravilha).
Menandro faleceu jovem e viuvo, deixando filhos, e Umbelina se casou em 2ª núpcias com um primo, deixando descendências.
Casamento de Josephina Maria, com José Pereira de Mesquita
Josephina Maria da Silva Paranhos se casou com José Pereira de Mesquita, desse casório nasceu dentre outros filhos Thomazia Josephina Paranhos de Mesquita, que se casou com seu primo carnal, Desembargador, Professor Thomás Garcez Paranhos Montenegro deixando o casal filhos.
Casamento de Maria Joaquina com Cel José Garcez
da Rocha Vasconcelos Montenegro
Maria Joaquina da Silva Paranhos se casou com o cel José Garcez da Rocha Vasconcelos Montenegro tendo dentre outros filhos o desembargador e professor de Direito Thomás Garcez Paranhos Montenegro, que herdou as terras da atual cidade de Camaçari, ex-município de Montenegro e Vila de Abrantes ...
HISTÓRICO:
OS PAIS DO DESEMBARGADOR
TOMÁS MONTENEGRO
SEPULTAMENTO DE MARIA JOAQUINA DA SILVA PARANHOS
A esposa do Cel José Garcez da Rocha Vasconcellos Montenegro e mãe do Desembargador Thomas G. P. Montenegro.
Maria Joaquina da Silva Paranhos - Sepultada na Matriz do Bonfim de Mata em 19/6/1867, branca, viúva, 70 anos faleceu com todos os sacramentos, seu corpo foi solenemente encomendado por mim João Gonçalves de Sena, vigário da Matriz da Igreja do Senhor do Bonfim de Mata e mais 3 clérigos. Nasceu em 1797.
Maria Joaquina esposa do Cel Garcez da Rocha Vasconcelos Montenegro, pais do Desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro, este nascido na Vila da Mata de São João no dia 22/01/ 1839 e batizado em 01/04/1839.
Desembargador Thomás Garcez Paranhos Monte negro, faleceu em Camaçari (onde residia) em 15/02/ 1914 um domingo e sepultado em jazigo da família na antiga Matriz da Igreja do Bonfim de Mata no dia 16/02/1914 uma segunda - feira.
Casa Residência de Thomás Garcez Paranhos Montenegro
A casa residência edificada pelo Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro, localizada na sua Fazenda Camaçari, ainda no período Imperial, anos depois com a morte do Desembargador Thomás ficou para a viúva e filhos, com a morte da viúva Thomazina (ou Tomazina) Josephina em 1919, a casa residência do povoado de Camaçari (Fazenda Camaçari), passou para os filhos.
Anos depois essa residência, uma linda mansão, passou a ser da Prefeitura Municipal, com a passagem de Distrito a Sede Municipal no dia 30 de março de 1938. A frente da Prefeitura (prédio) era com duas janelas retangulares e uma porta de arcada larga com escada (degraus de acesso a esta porta).
Na lateral esquerda localizava-se na década de 1950 a sede da Agência de Estatística com uma porta e três janelas e mais duas portas e duas janelas, no mesmo lado que servia para outros fins.
No período de 1967/71, gestão do prefeito Tenente Luiz Ferreira Costa, foi feito uma reforma no prédio da prefeitura, a antiga casa onde residiu a família Montenegro e anos depois passou a ser o local da Câmara de Vereadores e depois (atualmente 2009), funciona o Tribunal de Contas do Município.
No governo de José Tude, foi edificado o Centro Administrativo na gestão 1989/ 92, Prefeitura e Câmara ficaram localizados nesse centro citado.
Os Garcez Montenegro na Bahia
A família Garcez Montenegro oriunda desde a Colônia tendo nas suas atividades comerciais, negócios de açúcar no Recôncavo Baiano. Os Montenegro Garcez tiveram destacadas atuações no período das invasões holandesas na Bahia e outros movimentos acontecidos no período Colonial e Imperial.
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HISTÓRICO! INÉDITO
LIGAÇÕES GENEALÓGICA ENTRE AS FAMÍLAS:
HISTÓRICO, INÉDITO! GENEALOGIA SILVA PARANHOS, PEREIRA DE MESQUITA, GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO RODRIGUES TEIXEIRA, SIMÕES DE PAIVA, PEREIRA DE CARVALHO CHAGAS, TEIXEIRA SALES CHAGAS, MEIREES VIANA
HISTÓRICO E INÉDITO!
Tomás filho do Coronel José Garcez da Rocha Vasconcellos Montenegro e de dona Maria Joaquina da Silva Paranhos, batizado dia 01-04- 1839, nasceu em 22/1/1839, na Vila de Mata de São João, onde casou-se em 11/2/1860 aos 21 anos de idade, com a sua prima carnal Thomazina Josephina de Mesquita, nascida em 06/11/1840 na cidade de Mata de São João, quando ainda era freguesia do Coqueiro da Água Comprida do Senhor o Bonfim de Mata de São João.
Eram pais de Thomázia o Sr. José Pereira de Mesquita e dona Josephina da Silva Paranhos, descendente do Cap. Thomas Paranhos este comprou as terras da Várzea ( atual cidade de Mata de São João), Capuame ( cidade de Dias D'Avila), terras da cidade de Camaçari, Jauá, Arembepe... (litoral), parte do atual bairro de Brotas/Salvador,....
As terras da Várzea, atual centro da cidade de Mata de São João, foi comprada em O Capitão Thomás da Silva Paranhos comprou as citadas dos descendentes do Marquês de Cascaes, sendo as terras citadas originarias da Casa dos Marqueses de Niza, sendo instituída em 1552 por D. João III, Rei de Portugal e sendo constituída todas as terras em Capitania (uma capitania) em 1556.
Genealogia das famílias Silva Paranhos, Montenegro, Pereira de Mesquita, Reis Meireles, Rodriges Teixeira, Sepulveda e Vasconcelos...
INÉDITO!
A familia de Chiquitinha Maravilha, está ligado a família Montenegro através do seu tio sobrinho 4º avô, Major Menandro dos Reis Meireles ao se casar com Umbelina da Silva Paranhos, irmã de Maria Joaquina da Silva Paranhos, que se casou com José Garcez da Rocha Vasconcelos Montenegro, os pais do matense Desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro.
Umbelina e Maria Joaquina, descendentes do Capitão Tomás da Silva Paranhos e este parentes dos estadistas do Império, o barão e o Visconde do Rio Branco (pai e filho) o José Maria da Silva Paranhos.
Major Menandro dos Reis Meireles, irmão de Amélia Josefina Reis Meireles, esta casada com Major Guilherme José Batista Viana, tetra-avos materno de Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha).
Major Menandro, irmão de Amélia Josephina (ou Josefina) Reis Meireles, sendo Gamaliel Sales Chagas (Chiquitinha ..) sobrinho tetra avô do Major Menandro, idem p/ Umbelina da Silva Paranhos, a irmã Maria Joaquina da Silva Paranhos
Maria Joaquina da Silva Paranhos, esta casada com José Garcez da Rocha Vasconcelos Montenegro, os pais do matense, 1º Desembargador matense, Tomãs Garcez Paranhos Montenegro, este casado com sua prima carnal, dona Tomazina Josefina Paranhos de Mesquita (esta filha de José Pereira de Mesquita e dona Josefina Maria da Silva Paranhos).
CASAMENTO DE JOÃO ANTONIO PEREIRA DE MESQUITA
COM MARIA EMÍLIA RODRIGUES TEIXEIRA/1883
Na ligação genealógica do casamento de João Antonio de Mesquita com com Maria Emília (Rodrigues) Teixeira, em 07/11/1883. Maria Emília filha do casal Capítão José Rodrigues Teixeira (2° com este nome) e Ephifania Simões de Paiva (ou Simões Teixeira nome de casada), ambos tetra-avòs materno de Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha). Sendo Gamaliel Sales Chagas, sobrinho trisavô materno, de Maria Emília (todos matense), irmã dp m´dico político Antonio Rodrigues Teixeira, este casado com Joana Amélia Meireles Viana, ambos trisavôs materno de Gamaliel Sales Chagas (Chiquitinha Maravilha, todos matenses).
O matense, João Antonio de Mesquita, filho do falecido Capítão Custódio Pereira de Mesquita e Sancha Maria de Oliveira, Custódio Pereira de Mesquita parente, provavelmente irmão de José Pereira de Mesquita, ele casado com Maria Joaquina da Silva Paranhos, pais de Tomazina Josefina (Josephina) de Mesquita, a esposa do Desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro (o 1° com este nome, ambos primos carnais).
Fonte/ Livros de casamento e Batizado da Igreja IBMAT, Jornis baianos
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NOTAS:
Chiquitinha Maravilha
O médico politico Dr. Antonio Rodrigues Teixeira (trisavô maternos de Gamaliel), irmão de Maria Emília (Paiva ) Rodrigues Teixeira, do dr. Américo Rodrigues Teixeira, de Joaquim Simões de Paiva ( seu nome foi colocado em homenagem a seu tio Joaquim Simões de Paiva, irmão de sua mãe Maria Ephiania Simões de Paiva, esta casada em 1º nupcias com o Capitão José Rodrigues Teixeira, o 2 com este nome, e tetra avôs materno de Gamaliel Sales Chagas).
O Dr. Joaquim Simões de Paiva, casado com sua prima Jerônima Emília de Paiva.
Joaquim Simões de Paiva (filho do 2º capitão José Rodrigues Teixeira e Maria Ephifania Simões de Paiva, ambos tetra avôs materno de Gamaliel.
Dr. Joaquim, irmãos do médico político, Dr Antonio Rodrigues Teixeira trisavô materno de Chiquitinha Maravilha, ele foi o 1º Intendente da Vila de Mata de São João 1890, ver sua biografia no Blog Chiquitinha Maravilha).
Dr. Américo Rodrigues Teixeira avô de Antidoto Santos Pereira Teixeira, 80 anos residente no Rio de janeiro, natural de Santo Amaro/Ba década de 2010.
Custódio Pereira de Mesquita, parente (tio de Tomazina Josephina de Mesquita Paranhos, esta filha de José Pereira de Mesquita e Josephina Maria da Silva Paranhos, sendo Thomazina prima carnal e esposa do Desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro (o 1° com este nome).
José Pereira de Mesquita e dona Josephina da Silva Paranhos, descendente do Cap. Thomas da Silva Paranhos.
FONTES BIOGRÁFICAS:
IBGE, Diário Oficial do Estado da Bahia - Edição Especial do Centenário da Independência da Bahia- 02/07/1823, Livros de assentos paroquial, batizados casamentos, sepultamentos Igreja do Bonfim de Mata, e outras paróquias da Bahia, Jornais de Salvador, Wikipédia, Genealogia das famílias Silva Paranhos, Montenegro, Pereira de Mesquita, Reis Meireles, Rodrigues Teixeira, Sepulveda e Vasconcelos, Carrara Jr. Mata de S. João - Suas Origens, Seus Personagens, Meus Antepassados, ano 2019. Carrara Jr, primo de Chiquitinha Maravilha (família Pereira das Chagas e outras fontes não citadas.
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DOCUMENTO HISTÓRICO INFORMATIVO DE INTERESSE DO
DOMÍNIO PÚBLICO!
DES. TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO
DESCENDENTE DO CAPITÃO TOMÁS DA SILVA PARANHOS
BIOGRAFIA DO DESEMBARGADOR TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO
- O FUNDADOR DA CIDADE DE CAMAÇARI/BA
Foto arquivo da família do Des. Tomás Garcez Paranhos Montenegro,q uadro pitado por Oseas em 1926, informação de Odilon Montenegro -ano 2014
Edificação da Capela de São Thomaz de Cantuária
O Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro edificou a Capela de São Thomaz de Cantuária no arraial de Camaçari, também conhecido como Vila Thomazina, em homenagem ao nome da esposa do Desembargador. Ela foi inaugurada em 31/12/1911.
A Capela da igreja católica de São Thomáz terminou as suas obras de edificação em fevereiro de 1912, sendo apresentado a imprensa pelo Desembargador Montenegro, o balanço das despesas e receita, como também doações de pessoas que ajudaram na edificação da referida Capela de São Thomáz de Cantuária.
Despesas e Receitas na Edificação da Capela
Foram gastos 12 contos, 341 mil reis e 380 reis com: serventes, pedreiros, carpina, pedras, cal, madeiras, tijolos, adobe e ladrilhos, bicas, telhas, vidros, pinturas, tinta a óleo, imagens, altar mor, condução de materiais, desapropriação de uma casa.
O Desembargador Montenegro doou 4 contos, 228 mil reis, sendo o déficit de 8 contos e 113 mil reis e 380 reis, além do terreno da edificação da Capela, Thomás ainda deu mais 150 metros quadrados de pedras.
Mais Doações de Outras Pessoas
Arcebispo Dom Jerônimo Thomé deu um parâmetro vermelho completo. O Coronel José Sotero Meneses ofereceu um altar mor da Capela do Quartel de Palma demolido, 2 púlpitos e 2 cruzes de pedras. Dona Clara César de Morais ofereceu 1 sino com 78 kg, o Comendador Manoel Severino ofereceu 6 portas, dona Julieta de Menezes 10 metros de tapete para a Capela Mor.
Maria Joaquina Montenegro Barbosa doou uma banqueta, Conselheiro Pedro Joaquim dos Santos 2 imagens, Conselheiro Ponciano de Oliveira 1 imagem, Dr. Elvécio da Silva Monte 1 cruz.
Manoel da Costa Guimarães 1 vaso de prata para os Santos Olhos, dona Clara Sepúlveda 1 toalha bordada para o Altar mor.
Ziroca Pedrosa doou 6 castiçais, dona Maria Alexandrina Montenegro deu os bordados das tolhas do Altar da Comunhão dos púlpitos e as cortinas do sacrário.
Alexandro da Costa, João Tavares, João Nepomuceno de Souza e Agedo Joaquim da Silva ofereceram alguns carros para a condução de materiais. Diversos moradores de Camaçari ofereceram alguns serviços.
A Livraria Dois Mundos de Salvador ofereceu 1 livro de Ata, Mari Xavier Limeira Mesquita ofereceu alguns ramos de flores, a divulgação nos jornais de Salvador foi grátis.
Chácara Vila Thomazina, 3/2/1912, nota divulgada pelo próprio Desembargador Thomás Montenegro.
CATEDRAL SÃO TOMÁZ DE CANTUÁRIA 2013
(DIOCESE DE CAMAÇARI)
Por Chiquitinha Maravilha
A antiga Capela de São Thomás de Cantuária edificada pelo notável Desembargador Thomás Garcez Paranhos Montenegro na praça do mesmo nome do fundador da igreja, foi ao longo dos anos ficando pequena com o crescimento da cidades de Camaçari, especialmente com a implantação do Pólo Petroquímico no início da década de 1970. Esta igreja citada foi reconstruída com a ajuda da comunidade no mesmo local da antiga Capela edificada inaugurada em 31/12/1911. A nova Igreja de São Thomáz, atual Catedral, mais espaçosa, bonita de uma arquitetura moderna, predominando no seu frontão, na sua parte mais alta a notável cruz, simbolizando o cristianismo.
O Desembargador Thomás Montenegro devoto do santo inglês, o Thomaz A. Backet, nascido em Londres, ano 1117. Ele foi arcebispo de Canterbury e chanceler do Reino Unido da Inglaterra.
SÃO TOMÁZ A. BACKET DE ARCEBISPO A SANTO
Thomás foi exilado, depois voltou a Inglaterra sendo assassinado por soldados ingleses dentro da Catedral de Canterbury, no dia 29 de dezembro de 1179, tinha 52 anos, sendo canonizado 3 anos depois da sua morte.
Thomás defendia a soberanidade da igreja sem interferência do Rei da Inglaterra nos assuntos pertinentes a Igreja Católica, daí ele passou a ser perseguido, exilado e depois assassinado covardemente por 4 soldados do Rei da Inglaterra naquele período citado.
O nome escolhido pelo Desembargador Thomás Montenegro deve-se ao fato de ser batizado Pia Batismal da antiga Matriz da Igreja da freguesia do Senhor do Bonfim da Mata de São João em 1839, pelo seu milionário avô, o capitão Tomás da Silva Paranhos, dono de imensas terras na região de Salvador e adjacências.
Ao ser batizado na história Pia Batismal por seus pai que colocaram o nome do seu citado avô lusitano e que era devoto do Santo inglês. Sua esposa e prima carnal Dona Thomazina tinha nome derivado do seu avô (Capitão Tomás Paranhos Montenegro).
LIGAÇÕES GENEALÓGICA:
Por Chiquitinha Maravilha /Inédito
RAMO GENEALÓGICO
DO CAPITÃO TOMÁS DA SILVA PARANHOS
SILVA PARANHOS MONTENEGRO
PEREIRA MESQUITA PARANHOS MONTENEGRO
REIS MEIRELES COM SILVA PARANHOS
PEREIRA MESQUITA COM SIMÕES (RODRIGUES) TEIXEIRA.
TEIXEIRA PEREIRA CHAGAS, SIMÕES DE PAIVA, TEIXEIRA SALLES..
MOREIRA SILVA PARANHOS, SILVA PARANHOS SEPÚLVEDA...
HISTÓRICO/ INÉDITO!
CASAMENTO:
DE DR. ANTONIO RODRIGUES TEIXEIRA
1° INTENDENTE DA VILA DE MATA DE S. JOÃO /1890
(O médico político, 1° Intendente da Vila de Mata de São João em 1890, era republicana).
O Acadêmico de Medicina (Dr.) Antonio Rodrigues Teixeira se casou ás 9 horas da noite com com sua prima carnal Joana Amélia Meireles Viana, no dia 30/11/1872 no Oratório particular do Major Guilherme José Batista Viana (pai da nubente) , no Engenho São João de sua propriedade (atual Fazenda São João, zona rural de Mata de São João).
O reverendo provedor do Acebispado, Pedro Antonio de Campos, com permissão do Vigário da matriz do Bonfim de Mata, João Gonçalves de Sena, foi quem celebrou o casório, sendo ambos naturais de Mata de São João.
O nubente Acadêmico Antonio Rodrigues Teixeira filho do Capitão José Rodrigues Teixeira Junior (2º com este nome) e dona Maria Ephifânia Simões Teixeira. A contraente Maria Ephifânia Simões Teixeira filha do Major Guilherme José Batista Viana e dona Amélia dos Reis Meireles (nome de solteira).
Foram testemunhas:
Antonio Alves da Silva, Dr. Manoel Saturnino de Araujo Góes, Maria Joaquina de Meireles Canto e Maria Constância Góes.
Fonte do casório: Livro de Casamento da Igreja do Bonfim de Mata e outras fontes não citadas.
Notas:
O major Guilherme José Batista Viana e dona Amélia Meireles Viana, nome de casada), tetra-avós materno de Chiquitinha Maravilha. Amélia Meireles tia do barão Açu da Torre.
Capitão José Rodrigues Teixeira Junior (2º com este nome) e dona Maria Grifãnia Simões de Paiva (nome de solteira), tios tetra-avôs materno de Chiquitinha Maravilha.
Maria Grifania Simões de Paiva, irmã de Ana Simões de Paiva casada com Manuel João dos Reis Meireles, estes pais do Barão Açu da Torre e tios do médico político Antonio Rodrigues Teixeira (este 1º Intendente ou prefeito de Mata de São joão em 1890), este trisavô materno de Chiquitinha Maravilha.
O Barão Açu da Torre primo em 5º grau de Chiquitinha Maravilha, o Barão foi vereador e prefeito eleito na Vila de Mata de São João, um dos Beneméritos de Mata de São João/Ba. e líder político na era republicana na República Velha (fundador da Usina Pitanga/ Zona Rural de Mata de S. João
Dr. Antonio Rodrigues Teixeira Diplomou-se em medicina na
Faculdade de Medicina no Terreiro de Jesus/Salvador, no ano de 1873.
O Major Menandro dos Reis Meireles casado com Umbelina da Silva Paranhos (esta descendente do capitão Tomás da Silva Paranhos), Menandro irmão de Amélia Josephina Reis Meireles (nome de solteira),casada com o Major Guilherme José Batista Viana, pais dentre outros filhos de Joana Amélia, esta casada com o médico político matense, Dr. Antonio Rodrigues Teixeira (trisavôs materno de Chiquitinha Maravilha
Menandro e Amélia Josephina, tios do Barão Açu da Torre cujo nome é Luis Antonio Simões Meireles, primos carnais do casal Joana Amélia e Dr. Antonio Rodrigues Teixeira. O Barão Açu da Torre, líder político matense, Intendente, vereador, e um dos beneméritos matense, morador da povoação de Pitanga, zona rural de Mata de São João, onde era agricultor, residindo também na cidade de Mata de São João, foi o fundador da famosa Usina Pítanga (localizada nas suas terras).
DR. ANTONIO E JOANA AMÉLIA
TRISAVÓS MATERNO DE CHIQUITINHA MARAVILHA
Dr. Antonio Rodrigues Teixeira, trisavô materno de Chiquitinha Maravilha, pai dentre outros filhos de Maria, José Rodrigues Teixeira (o 3° com este nome)... José R. T. o 3°, se casou com Ana Alves Teixeira (sua prima carnal), com descendências, a exemplo de Lydia Rodrigues Teixeira esta casada com Francisco Rodrigues Sales, pais dentre outros filhos de Maria Benedita (tia Betinha), com mais de 94 anos de idade (2017), Amália Sales Teixeira.. esta casada como comerciante matense Gabriel (de Paiva Carvalho Chagas), ou Gabriel Chagas como ele se auto registrou na era republicana no cartório matense, já maior e adulto), Gabriel e Amália pais dentre outros filhos (foram 7 filhos) Gamaliel Sales Chagas (Chiquitinha Maravilha), Lívia, Airan, Frank, Gabriel Filho, Gabrielita, Guilhermina e Genebaldo (este falecido com dias de nascido (década de 1940), todos nascido em Mata.
Os Pereira Chagas, fixaram residencia no atual município matense no período da povoação (Século XVIII/1700), só pela parte dos Pereira Chagas)..
FAMÍLIA PEREIRA DAS CHAGAS EM CAMAÇARI
Intendente Eleito de Vila de Abrantes, atual município de Camaçari-Ba.
Marcos José Pereira das Chagas descendente (paterno) de Chiquitinha Maravilha (família Pereira Chagas), foi Intendente eleito do atual município de Camaçari em 1912/15 e 1920/23, falecendo no ano de 1923 sendo sepultado no Cemitério paroquial da antiga Matriz do Bonfim de Mata de onde era natural.
Marcos José Pereira das Chagas foi proprietário do Engenho Jordão (depois Fazenda Jordão na República). Marcos avô da professora Ernestina Chagas de Camaçari, onde existe descendência.
Marcos José Pereira das Chagas, pais dentre outros filhos de Abilio Pereira das Chagas, sendo avô da professora de Camaçari, na década de 1940, Ernestina Chagas.
CAMASSARY "A ÁRVORE QUE CHORA!"
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Camassary, Camassary!
Um nome de origem tupi-guarani que significa, na linguagem Portuguesa ‘árvore que chora” as suas fôlhas verdes, viçosas, tem a propriedade de ficarem Cobertas de Gotículas de águas transparentes, tendo outra particularidade Alvissareira! O seu nobre caule foi utilizado para fabricação de formidáveis embalagem de caixote para armazenagem de açúcar dos engenhos da regime imperial e colonial....
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DE ABRANTES A CAMAÇARI!
MUNICÍPIO INDUSTRIAL DA BAHIA
Salve! Camaçari uma cidade histórica, município do estado da Bahia
No sagrado ano de mil e quinhentos e Cinquenta e Oito! Logo acontecia
No governo de Mem de Sá, terras de sesmarias aos índios ele doou
Onde os Padres jesuítas, a Aldeia do Divino Espírito Santo fundou!
Manoel da Nobreza e os outros jesuítas, vindos do Reino de Portugal
Pertencentes a Companhia de Jesus! Na Aldeia Indígena logo realizaram
Trabalhos missionários e índios Tupinambás, os nobres jesuítas catequizaram
Na Aldeia fundada, edificou-se casas, praça, escola e uma linda igreja colonial.
A histórica Aldeia do Divino Espírito Santo, ficava localizada no litoral
Próxima da Barra do Rio de Joanes, as margens da antiga Estrada Real
Caramuru, Garcia D’ Ávila e padre José de Anchieta! Por lá passaram.
Na Aldeia fundada, plantou-se mandioca, milho, algodão e até gado criaram.
O Conselho Ultramarino, elevou a Aldeia jesuíta, que passou a categoria
De Vila do Divino Espírito Santo de Nova Abrantes, esta notável honraria
Aconteceu no dia vinte e oito do mês de setembro do ano de mil setecentos
E cinqüenta e oito! Sendo uma data histórica, um grandioso acontecimento!
Nos combates pela Independência da Bahia! A Vila de Abrantes participou
unidas com a lendária Casa da Torre, sediou as Tropas Brasileiras e imperial
Que defenderam o Litoral Norte! Essas Tropas seguiram pela Estrada Real
Passando por Capuame, uniu-se a Labatut que em Pirajá, contra lusitanos, lutou.
Vinte e oito de setembro de mil novecentos e vinte e oito! Conforme lei estadual
A histórica Vila de Abrantes, passou a chamar-se Montenegro, mudando de local
Sendo a citada Vila, instalada no distrito de Camaçari, que estrategicamente
Oferecia as melhores condições geográficas, para crescer social e economicamente!
De Aldeia de Índios catequizados passou a Vila de Abrantes, Montenegro e finalmente
Passou a denominar-se Município de Camaçari! Sendo oficializado definitivamente
A sua identidade nominal, através do histórico decreto que tornou-se lei estadual
No ano mil novecentos e trinta e oito, ficando com esse nome até o período atual.
Camassary, Camassary! Um nome de origem tupi-guarani que significa na linguagem
Portuguesa ‘árvore que chora” as suas folhas verdes, viçosas, tem a propriedade
De ficarem Cobertas de Gotículas de águas transparentes, tendo outra particularidade
Alcaçareira! O seu nobre caule foi utilizado para fabricação de formidáveis embalagem
De caixotes leves e resistentes, que armazenavam o açúcar que eram fabricados
Nos engenhos que eram localizados na região de Camaçari e que eram exportados
Para povoações do Brasil Colonial, sendo também o açúcar vendidos para o exterior
gerando riquezas, movimentando a economia do Brasil e os cofres dos meus Senhores...
O nobre e caridoso Tomás Garcez Paranhos Montenegro, o ilustre desembargador
No período imperial edificou sua chácara - residência nas terras do então arraial
De Camaçari, cujas terras foi herdada da sua família, sendo Tomás o fundador
Da atual cidade de Camaçari, de economia pujante, com sua cidade Polo Industrial
Município de Camaçari, com os seus três distritos progressistas e importantes
Distrito de Parafuso! Já foi sede do governo municipal! Na Vila de Abrantes
Aí nasceu o atual município! Fundado pelos missionários jesuítas os catequizadores
Distrito de Monte Gordo! Reduto de lindas praias, coqueirais e dos bravos pescadores.
Orla marítima de Camaçari! Com lindas praias, rios, lagoas e seus belos coqueirais
Oh! Arembepe! Com sua famosa Aldeia Hippies! repleto de recifes e quebra-mar
As Barras dos Rios Joanes, Jacuípe e do Rio Pojuca! De verdejantes manguezais
Oh! Praias de Itacimirim, Guarajuba, Busca Vida e Jauá! Locais lindos para veranear.
Camaçari com sua Bacia Hidrográfica, desaguando mansamente no oceano mar
Dos Rios Capivarí Grande e Pequeno, Joanes, Jacuipe, Pojuca, Camaçari e afluentes
Barragens dos Rio Joanes, com as suas lindas lagoas e riachos e as nascentes!
Margeados pela primitiva Mata Atlântica, Um magnífico santuário ecológico a preservar.
Oh! Camaçari, Cidade dos Montenegro um centro de lazer e esportes na região
Com seus inúmeros equipamentos esportivos! Orgulho do seu povo, da sua população
Camaçari, cidade de raízes religiosa! E que cultiva as suas tradições doutrinárias
Irmandades na sua abençoada Diocese! Do Santo padroeiro São Tomás de Cantuária
Camaçari! Um Polo Petroquímico Industrial! Com as suas fábricas gerativas
De matérias primas, empregos e rendas! Fortalecendo a sua economia municipal
Temos as indústrias Petroquímica solidificada e a pujante Montadora Forde automotiva
A crescente indústria da Pesca e do artesanato! Temos o fabuloso turismo no litoral.
Camaçari uma cidade populacional pujante e industrial! Com suas modernidades
Dos seus filhos amados, tanto os nativos como os imigrantes, vindo de várias localidades
Onde todos eles unidos, trabalhando incansavelmente, construindo o município a mil
Vamos, Vamos! Avante Camaçari de Abrantes! Você é o orgulho da Bahia e do Brasil!
NOTAS:
A Aldeia do Divino Espírito Santo, foi fundada em 1558, no governo geral de Mem de Sá,pelos padres jesuítas da Cia de Jesus na Bahia, João Gonçalves e Antônio Rodrigues para Catequese dos índios Tupinambás.
A citada aldeia localizava-se inicialmente as margens do Rio Joananes (Vila de Abantes), séculos depois mudou-se ara o antigo Arraial de Camaçari, depois distrito e Vila de Montenegro e finalmente no ano de 1938, passou-se denominar-se Camaçari (Arvore que Chora ), uma árvore existente em abundancia na região da atual cidade de Camaçari, sendo o matense, Desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro (o 1º com este nome,), que havia herdade terras do seu avô Tomas da Silva Paranhos, terras estas indo após o rio Camaçari, sentido, até terras da região do litoral Norte ( a exemplo Jauá...)
No ano de 1914, com o falecimento do Desembargador G. P. Montenegro, (o 1 com este nome), o seu filho (o 2º), Desembargador Tomas G. P. Montenegro Junior, completou a ora do seu Pai.
ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE CAMAÇARI 2013
2ª Estação do Trem, atual Museu da Cidade de Camaçari.
ESTAÇÃO FERROVIÁRIA!
UM MARCO HISTÓRICO, DESDE O IMPÉRIO E REPUBLICANO, DESDE 1860 A 2026!
Foto e legenda Chiquitinha Maravilha
SEPULTAMENTO HISTÓRICO DO DESEMBARGADOR TOMÁS GARCEZ PARANHOS MONTENEGRO /CAMAÇARI/MATA DE SÃO JOÃO.
Na 2ª Estação Ferroviária de Camaçari (edificada no início da datada de 1940), a estação primitiva foi demolida e edificada a atual, através de um comboio trem (vários vagões) foi o corpo do desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro (o 1° com este nome e pai do Desembargador Tomás Junior), juntamente com familiares, membros dos Três Poderes Constituídos da Republica na Bahia, seguiu o o corpo do Eminente Matense/Camaçariense e Baiano, que foi sepultado no jazigo no Cemitério Paroquial da Matriz do Senhor do Bonfim II, de Mata de São João, no ano de 1914, sendo um dos maiores e talvéz o maior sepultamento já realizado na Matriz do Bonfim de Mata, na era republicana (e talvez da história da citada igreja, pela quantidade e número de personalidades Top da Sociedade Baiana.
Na pesquisa inédita de Chiquitinha Maravilha.
NA FOTO ABAIXO:
Antiga casa residência da família do 1° desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro que foi doada em 1938 para ser a sede do Poder Executivo Municipal e que dezenas de anos depois foi mudada a sede do imóvel da foto para o atual centro administrativo. No prédio acima, depois de reformado continua no mesmo local perto da estação da ferroviária (2013}, tendo funcionado o Tribunal de Contas do Municípios.
HISTÓRICO!
OCUPAÇÃO DAS TERRAS
Por volta do ano 1000, a região do Recôncavo Baiano foi invadida por povos tupis procedentes da Amazônia. Eles expulsaram os habitantes anteriores da região, falantes de línguas macro-jês, para o interior do continente. Quando os primeiros exploradores europeus chegaram à região, no século 16, a mesma era habitada pela tribo tupi dos tupinambás.[16]
A história da ocupação portuguesa do território de Camaçari começa em 1558, quando foi criada a Aldeia do Divino Espírito Santo pelos padres jesuítas, reunindo índios de várias aldeias tupinambás ao redor de uma capela de taipa sob o comando do padre João Gonçalves e do irmão Antônio Rodrigues às margens do Rio Joanes.
A Vila do Divino do Espirito Santo de Nova Abrantes foi criada em 28 de setembro de 1758 por Provisão do Conselho Ultramarino e foi instalada em em 8/10/1758. No ano de 1759 foi levantada a planta pelo Dr. João Ferreira de Bittentencurt Sá.
A Vila foi extinta pela Resolução Provincial de n. 241, de 15/04/1946, sendo restabelecida pela Resolução de n. 310 de 03/07/1848 e reinstalada em a 10/01/018, com a designação de Vila de Nova Abrantes, apos ser desmembrada do município de Mata de São João.
Até 1890 a categoria política-administrativa de Abrantes era "intendência municipal" quando então passou a município, Em 27//09/1890 foram doadas terras ao município, para seu patrimônio, pelo então Conselheiro n Glicério, Ministro da Agricultura do Governo Provisório da republica do Brasil.
Por força política, no entanto, houve o retorno da sede para Abrantes em 1892.
A Vila de Abrantes localizada no litoral foi sede municipal até 1924 e no ano seguinte 1925 perla Lei Estadual n. 1.809 de 28 de julho foi transferida a sede do litoral para Montenegro que em 1938, passou a denominar-se Camaçari, em virtude de um decreto-lei estadual.
Fonte IBGE.
SÉCULOS XVIII E XIX
Entre os séculos XVIII e XIX, tem-se a administração da Marquesa de Niza através de Tomas da Silva Paranhos, que lhe enviou juros e rendas (enfiteuses e laudêmios) até, finalmente, adquirir a propriedade. Este latifundiário deixou 9 herdeiros: entre eles, Maria Joaquina da Silva Paranhos, casada com José Garcez da Rocha Vasconcelos Montenegro, de quem descende o desembargador Tomas Garcez Paranhos Montenegro.
No final do século XIX, houve a expansão da malha ferroviária baiana: suas principais diretrizes eram a integração com o recôncavo e a região do São Francisco. Camaçari está estrategicamente situada entre as duas bifurcações (uma em Simões Filho em direção ao recôncavo, e outra em Alagoinhas, onde a estrada toma outras duas direções – Médio São Francisco e Litoral Norte).
Fonte IBGE. WIKIPÉDIA
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Com a morte do Desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenego I, sua esposa Tomazina Josefina e filhos. No ano de 1938, a família Garcez Paranhos Montenegro, doou a casa residência para ser Sede do Poder Executivo de Camaçari (a Prefeitura) e Cãmara Municipal de Vereadores.
No ano de 1967, o imóvel citado, foi reconstruida para abrigar os Poderes Executivo e Legislativo, isto na Adm do Prefeito Tenente Luiz Pereira Costa (1967-1971).
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HISTÓRICO! INÉDITO!
FONTES BIOGRÁFICAS:
DA BIOGRAFIA DO DESEMBARGADOR TOMÁS MONTENEGRO
IBGE, Diário Oficial do Estado da Bahia - Edição Especial do Centenário da Independência da Bahia- 02/07/1823, Livros de assentos paroquial, batizados casamento Igreja do Bonfim de Mata, Jornais de Salvador, Wikipédia, Carrara Jr. Mata de S. João - Suas Origens, Seus Personagens, Meus Antepassados, ano 2019. Carrara Jr, primo de Chiquitinha Maravilha (família Pereira das Chagas, matense.
Estação de Trem, a segunda inaugurada no ano de 1943 na administração do Eng° Lauro de Freitas então superintendente da Leste. Foto ano 2021. No ano de 2023, após a reforma de qualificação no Governo do prefeito Elinaldo Araújo, passou a ser o Museu da Cidade (integrante do Acervo Patrimonial do Centro Histórico de Camaçari.
Catedral da Diocese de São Tomás de Cantuária
Catedral de São Tomás de Cantuária/ n Praça Des. Tomás Garcez Paranhos Montemegro I.
No local da Matriz da citada Diocese, foi edificada a primitiva Capela de São Tomás de Cantuária, pelo matense Desembargador Tomás Garcez Paranhos Montenegro, e com dontivos diversos, sendo inaugurada em 1911. Des.. Tomás era devoto do Santo Católico São Tomás de Canturia da Inglaterra.
Placa alusiva, a reconstrução da primitiva casa residência (Chácara Tomazina Josefina) da família do Des. Tomás Garcez Parnhos Montegro I (o primeiro com este nome), o segundo é o seu filho, também Desembargador (Tomás Jr). A reconstrução foi realizada para sediar os Poderes Executivo e Legislaivo Municipal.
Avenida Eixo Urbano CentralAntiga Estação do Trem da Leste Ferroviária, edificada no de 1940, onde no incio da década de 2020, o Museu da Cidade no Centro Histórico, localizado na Av. Eixo Urbano Central / Centro Histórico da Cidade de Camaçari.Foto ano de 2022.
Edifício Cidade de Camaçari/Ba.
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