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segunda-feira, 30 de junho de 2025

FOGO SIMBÓLICO NA CIDADE DE CAMAÇARI - NOS FESTEJOS CÍVICO 202 ANOS DA INDEPENDÊNCIA DA BAHIAPSTANDO



TRAÇOS  BIOGRÁFICO DE GAMALIEL  SALES CHAGAS (CHIQUITINHA MARAVILHA)

Gamaliel Chagas (Chiquiinha Maravilha), Técnico Petroquímco/ jogador futbol amador, narrador esportivo, fundador de Rádio Comunitária, repórter, fotográfo, Curso de Investigações Criminais, na década de 1970, Colunista  Esportivo, Comunitario,  nos Jornais  Voz  da  Cidade,  Jornal Metropolitano,  passagem  pela  Rádio Metropolitana AM de Camaçari, comandando  Resenha Esportiva, com  foco no fuetebol  nas   cidades vizinhas a  Camaçari.  (Região Metropolitana de Salvador), resenha  esportiva   no Serviço de Alto Fakante (GS Som Publicidade, na  Cidade de Mata  de S.  João, idem  na  Cidade de Dias D'Ávila .

Colunista  de Vários Jornais, Região Metropolitana  de Salvador

Chiquitinha foi Colunista no  Jornal Matense, Jornal Fôlha do Subúrbio de Camaçari, Jornal Imbassy de Dias D'Ávila 1986, com artigo  diversos, idem   Jornal A  Tarde Coluna  Jogging do Jornalista  Elizer Varjão, na  década   de 1980  (1983/87), ccom  informativos  do Atletismo Baiano e Brasileiro. 

Chiquitinha Maravilha,  fundador da Torcida Organizada   Topoca 1987/88.

Gamaliel Sales  Chagas (Chiquitinha Maravilha), fundou  a Torcida Organizada  TOPOCA  em 1987,  para  incentivar  os  jogos  da Catuense  no Baianão  1687, que  optou pelo seu  mando de  campo, no então Estádio Municipal Waldeck Ornélas (atual Fernando Ferreira Lopes, já  falecido).    
            
 Estréia  da Torcida  Organizada  Topoca, antes da partida  Camaçari x Bahia 1987

A Topoca   tinha  21 Bandeiras  nas  cores  da Catuense,  sendo sua Estreia  nn  partida  Camaçari X  Bahia, com validade  pelo Baianão  de  1987 da FBF,  no  Estádio Municipal Waldeck Ornelas, cidade  de Camaçari. sendo  antes da partida, na pista de Atletismo  do citado estádio,  foi entregue  por Chiquitinha  Maravilha, o "Troféu Gratidão!" ao  eterno Presidente, e  fundador da Catuense,  desportista  e empresário Antonio Pena. Sendo o citado troféu com mais de  1,5 m de altura, ofertado  por Chiquitinha  Mravilha  (Gamaliel Chagas).
 

Chiquitinha Maravilha,  fundador da Torcida Organizada   Topoca 1987/88.

Chiquitinha    (Gamaliel Sales  Chagas), pai de  8  filhos,  com netos.anizada  TOPOCA  em 1987,  para  incentivar  os  jogos  da Catuense  no Baianão  1687, que  optou  mando de  campo, no então Estádio Municipal  Waldeck  Ornélas (atual  Fernando Ferreira  Lopes, já  falecido).                                         
A Topoca   tinha  21 Bandeiras  nas  cores da  Catuense (amarela, preta, vermelha e  branca), presa em varas de bambús, com vários  formtos (xadrez,  meia  saia..).

"Troféu Gratidão!" ao Desportista, Emprsário  Antonio Pena

   Sendo ofertado um  lindo Troféu  com mais de  1,5  dea altura, sendo entregue  por Chiquitinha   na  Pista  de Atletismo do Estádio Waldeck  Ornelas ao Eterno  Presidente da Catuense, o saudoso  Antonio  Pena, na partida  entre Catuense  e Bahia, pelo Bainão da  FBF ano 1987.

Topoca  a 1ª  Torcida  Organizada,  pró Time  Profissional na Cidade de Camaçari/Baianão  da FBF  1987/88

A  Torcida Topoca foi a  1ª torcida organizada, fundada  em prol  de  um time profissional, sediada na  cidade de Camaçari, a Catuense. Antonio Pena disponibilizava dois ônibus  para    transportar torcedores  de Dias D'Ávila  e Camaçari, para incentivar a Catuense, no ano  de 1987.

No ano de 1988,   a Catuense retorna  com seu  mando de  campo  no Estádio Carneirão,    na  cidada de  Alagoinhas 

No  ano de 1988, a  Catuense   retorna para a  Cidade de Alagoinha, para  seu mando de campo, no Estádio  Antonio Carneiro (O Carneirão), capacidade  para   16 mil  pessoas, a  Topoca  segue no  itado  Estádio, incentivando a Catuense no Baianão de  1988, sendo disponibilizado  dois   ônibus, para torcedores  de Dias D'Ávila e  Camaçari,  seguirem   para Alagoinhas.

A Torcida  Topoca compareceu      nos  jogos  da Ctgense  n  Arena  Joia  d Princes  ()Flu x Cauense)  idem para a Fonte Nova inclusive em  jogos  nos  Estádios  Jóia  da Princesa,  em Feira  de Santana,   e também na  Fonte Nova, no Baianõ de 1988 da  FBF.  
  
Vale  salientar,  que  a  Catuense   tinha   a  sua Torcida Orgnnizada,  que  era animada  pela  sua própria Charanga, com instumentos de sôpro e percursão.  Antonio Pena, faleceu no  ano de 2016,  aos 87  anos. 


POSTADO   90  FOTOS  E   8  VÍDEOS


POSTADO   90  FOTOS  E   8  VÍDEOS

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Ilha  de  Itaparica, município de Itaparic  em férias dezembro de 1981
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O matense, Gamaliel   Sales Chagas (Chiquitinha Maravilha), filhos Gamaiel Miranda  Chagas (Vendedor Senhor Nivel Superior e também  Tec. em Automação, Eletrotécnico   Senai,  Thaiana Miranda  Chagas  Bacharela em ADM (Unime), e o neto Danti Gael  cuja  mãe é  Ana  Paula Costa (Pernambucana).  Foto 2º  semestre de  2023, Praia do Forte, litoral Matense.


Capela  sextavada de  N. Senhora  da Conceição da  Torre  de Garcia de Garcia D'Ávila em 2023 F. Chiquitinha Maravilha.

 
Entrada  Triunfal  do Exército Brasileiro, após  a  expulsão do Exército do General lusitano Inácio Madeira  de Melo, dia  glorioso do 2  de Julho, a Bahia  e o Brasil tornou-se  Independente do dominio lusitano.

Entrada do Exército Libertador, pintura de Prisciliano Silva, de 1930. Retrata a entrada triunfante do comandante Lima e Silva em Salvador, junto com o corneteiro Lopes, em frente ao Convento da Soledade, em 2 de julho de 1823. Acervo da Câmara Municipal de Salvador.

O Primeiro Passo para a Independência da Bahia é o título de duas pinturas semelhantes do artista Antônio Parreiras, relembrando os movimentos iniciais das lutas pela Independência da Bahia, ocorridos na então vila de Cachoeira, em fins de 1820


Antônio Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque
 - Coronel do Regimento de Milícias e Marinha da Torre, primeiro titular do Império do Brasil: No dia 1º de dezembro de 1822 recebeu o título de Barão da Torre de Garcia D'Avila, único título feito no dia da coroação de D. Pedro I e durante quase dois anos o único título brasileiro. Visconde, com Grandeza, a 12-X-1826. Casou-se com sua sobrinha Anna Maria de São José e Aragão, filha de seu irmão o Coronel de Linha Brigadeiro Graduado Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque, Visconde de Pirajá e de sua mulher Maria Luiza Queiroz de Teive e Argolo.


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Coronel de Linha Brigadeiro Graduado Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque, Visconde de Pirajá e de sua mulher Maria Luiza Queiroz de Teive e Argolo.  O Guerreiro   da Casa da  Torre nas  lutas pela  Independência  do Brasil na Bahia! Ele Primo em 8º grau de Chiquitinha/ Maravilha, assim como seu  irmão Barão de Jaguaripe.


 A  GENEALÓGIA  FAMILIAR!

Antonio  Joaquim Pires de Carvalho e Albuqueque, O Visconde da Torre  de Garia Dàvila, primo em 8º grau de Chiquitinha  Maravilha (Gamaliel Sales Chagas), via  casório de Antonio de  Ávila  Pereira, filho natural do Mestre de Campo, Capitão Garcia D'Ávila  Pereira de Aragão IV, este o 4º Morgadia da Casa da Torre de Garcia D'Ávila, ele Garcia D'Ávila IV,  também avô paterno de  Ana  Pereira  de Ávila, a  filha  de Antonio  de Ávila Pereira e lusitana Maria Gomes, ambos  tios 5º avôs  de Chiquitinha.
Idem tambem,  para outros  irmãos do citado  Visconde  da Torre, no caso o Visconde de Pirajá, e Barão  de Jaguaripe (todos  heróis  da Independencia  do Brasil, na  Bahia!!

ANA PEREIRA DE ÁVILA, A  NETA 

 Ana  Pereira  de Ávila,   casa  com Capitão Francisco David  Nogueira  (ambos  primos). 
Francisco Dias  D'Ávila I,   o  neto  herdeiro  do lusitano  Garcia D'Ávila I, o fundador  da   Casa ou Castelo  da Torre, localizada  na  Vila  de Praia do  Forte. LItoraL Norte de Mata de S. João . Francisco Dias  D'Ávila I, primo em 11º grau do matense Gamaliel Sales Chagas (Chiquitinha).

ANTONIO DE ÁVILA PEREIRA  E  MARIA  GOMES IOS 5º AVÔS DE CHIQUITINHA 

Chiquitinha primo  sobrinho em 5º  grau  de Antonio  de Ávila Pereira, casado com   Maria  Gomes (os   tios 5º grau de Chiquitinha) Antonio  filho natural do Mestre de Campo,  Capitão Garcia D'Ávila  Pereira de Aragão IV, o 4º  Morgadio da Casa da Torre  e 6º neto do citado lusitano Garcia   D'Ávila I,  este o  fundador da  primitiva  Casa  ou Castelo da Torres, situada em  Praia  do Forte, Litoral Norte Matense. 

ANA PEREIRA DE ÁVILA, TIA AVÓ DE CHIQUITINHA, ANA  NETA DO LUSITANO GARCIA  D'ÁVILA   IV, o  4º  MORGARDIO   DA  CASA DA TORRE!  

Antonio  e  Maria  Gomes, pais   de  Ana Pereira de Ávila, sendo Mª  Gomes (lusitana), sendo Ana   casada  com  Francisco David  Nogueira, Capitão das Marinhas da Casa da Torre, ambos tios 5º avôs  de Chiquiinha.  Capitão Francisco  David, irmão da  soteropolitana Rosa  Mª  da Cruz Nogueira casada com  Sargento -mor com lusitano Francisco  Gomes, estes pais dentre outros  4  filhos, a  Luiza Maria da Piedade, esta  casada  com Antonio Pereira das  Chagas II, pais de 11  filhos, com gerações.. 

Antonio Pereira  das Chagas I, e Luiza  Maria,  4º avôs paternos  de Chiquitinha  (Gamaliel  Sales Chagas), os  filhos  do casa, Ana  Pereira  de Ávila, neta  do Mestre de Campo,  Capião  Garcia   D'Ávila  Pereira de Aragão IV (4º  Morgadio  da  Casa da Torre), pais   de Antonio  de  Ávila  Pereira, este tio 5º  avô de  Chiquitinha. 
 
Filhos  da Matense Ana Pereira  de Ávila  com   Capião Francisco  David Nogueira
 
Os  filhos dos  casais da matense Ana  Pereira  de  Ávila e do soteropolitano,  Capitão Franciso David,  dois deles  se casam com  dois  primos, dos filhos   do  casal Antonio Pereira  das  Chagas  I, e   Luisa Mª  da Piedade, estes 4º avôs   paternos de Chiquitinha, todos com numerosa  gerações  até atualdade do século XXI. Em novembro de 1807  era Francisco David,   capitão  de  Cia. do Corpo  de  Caçadores  Milicianos  do  Ditrito da  Torre, antes  foi nomeado Alferes  da  Cia. dos  Granadores  do Regimento de Milicia das Martinhas da Torre.

Tios  5º Avõs de Chiquitinha  (matense Gamaliel Sales Chagas). 

Ana Pereira  de Ávila, a  neta do Mestre de Campo,  Capitão  Garcia   D'Ávila  Pereira de Aragão IV (4º  Morgadio  da  Casa da Torre). o 6º  neto do lusitano , Velho Garcia D'Ávila I, Antonio  de Ávila  Pereira,  casado com lusitana  Maria Gomes, estes  tio 5º avô de  Chiqutinha 
Ana  Pereira de Ávila, casada com o primo, o  Capitão Franisco David Nogueira, ambos tios  5º avôs de Chiquitinha.

Datas  dos Nascimentos e  Mortes/  Cemitério no  Largo do Bonfim de Mata S. João.

Garcia D'Ávila Pereira de Aragão IV (1735-1805, 70  anos)  Sargento- mor Francisco  Gomes ( cerca  1748-f. 1778, 38 anos), Maria Luiza (1767 - 1830, 63 anos),   Antonio Pereira das Chagas I ( c. 1755-1802, 47 anos).

 Francisco  David  Nogueira (c. 1759- f. 14/5/ 1829, 70  anos), sua  esposa e prima  Ana  Pereira  de Ávila  1770 - 20/02/1856  aos 86  anos  matense, ambos foram  sepultados  no  Largo do Bonfim de Mata (local do atual  campo de bola), dentre  da  Nave da  Matriz   do Sr. o Bonfim I,  igreja de Bento Vieira   inaugurada  em 1758, cujo Cemiterio ficava localizado no  largo do Bonfim de Mata. Realizar escavções  arqueologica no  citado local,   aí estão  sepultados  milhares  de  cadáveres, da população matense, desde a povovoação, Fregusia e era  colonial!!   

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Antepassdos de Gamaliel Chagas (Chiquitinha  Maravilha),  no Conexto da  História  de Abrantes  a   Camaçari:
Com prefeito, Vereador, Promotor Público, Senhores  de Engenho, Fazendeiro de Gado,  Miltares
 Tenente  Marcos  Pereira   das  Chagas,  Tio 3º Avô  Paterno de Chiquitinha (Gamaliel Sales Chagas).

O matense Tenente Marcos José Pereira  das  Chagas I, era tenente em 1849, nasceu cerca de   1800- falecido 10 de julho de 1857 (foi assassinado), Tenente Marcos  José, foi Membro da Comissão de Instrução Pública da  Comarca de Abrantes   no  termo  de Monte Gordo em 1857 (ano da sua  morte), sendo Subdelegado  de Polícia   da Vila  de Abrantes   entre  1855- e 1857,  sendo também  Marcos José I,  foi Vereador  matense   de 1849/52.

Tenente  Marcos José  Pereira das Chagas I,  foi  Senhor do  Engenho Jordão/Camaçari, Tenente Marcos  casado em fevereiro de 1827,  na Vila da Mata  de S.  João,  com  Ana  Joaquina  de São José,  filha  o  casal   Antonio  José da  Costa  e de Vicencia  Maria da Conceição com teve  3  filhos.
Tenente  Marcos José, viúvo  se  casou  com Maria  Silvina  (ou Servina) Ferreira, naturl de São Bento do Monte  Gordo, da Vila  de Abrantes  e  filha  do Capitão   Thomé  Ferreira Lustosa e  de  Joaquina  Maria  do Nascimento   com teve  dois  filhos.

Matense Major Marcos   José Pereira  das Chagas  II

 Major Marcos José  Pereira das Chagas II. (1858-1923),  herdou  o  Engº Jordão, após o falecimento do seu  pai Tenente  Mrcos José Pereira I, Major Marcos matense,   casou  em  18/2/1858 na  Matriz  do  Sr. do  Bonfima  da Vila da Mata  de  São João  com  a matense,   Maria  da Conceição  Alves  da Costa, nascida  em 1863.  e filha  de  do  tenente  Domingos  Alves da Silva e de Thereza   de Souza Costa gerando  uma   filha   Maria  da Conceição, então residente  no Engenho Jordão.
Maria  da Conceição, faleceu  de febre em 3/1/1889  no Engenho  Camaçari I  (Zona Rural Matense) . sepultado  no  Cemiterio Paroquial  da  Matriz do Bonfim da Mata  de S. João. Viuvo Major Marcos José,  casou com  Maria  Eularia  de  Santa Ana em 21/11/1924, o  casal gerou 4 filhos, Marcos  faleceu em  29/6/1923   aos  65  anos e  Maria  Eularia  faleceu em  21/11/1924.

Marcos José  Pereirra  das Chagas Prefeito  de Vila de Abrantes (Camaçari) 1912/15

Major Marcos  José Pereira  das Chagas  II,  Delegado Escolar  de  Monte Gordo, foi Intendente  Municipal  (Prefeito)  periodo   1912-1915, foi  também Presidente  do ConselhoMunicipal  da  Vila de Abrantes na Legislatura de 1920/23, faleceno  no  em 29/6/1923, no dia   29/6/2025, Major  Marcos José  completaria   102 anos! 

Professora  Enestina Chagas

A  prfessora Enestina  Chagas,   neta  do  Major Marcos, foi professora   de  Camaçari nas décadas de 1940,  1950?...  Seria Filho de Abilio Pereira  das  Chagas?, ou  Heitor  Pereira  das Chagas?, este  casado com   em 22/02/1927, com Guiomar Pereira  da Conceição,  filha  de  José  Pereira  Guimarães   e  de Athanazia  Maria  da Conceição.

Tenente Marcos José Pereira  das Chagas  I, matense, o  tio 3º  paterno de Gamaliel  Sales Chagas  (Chiquitinha Maravilha), sendo tenente Marcos (n.  1800), irmão de Thedosio Pereira das Chagas  I,  matense  nascido em 1790, casado  com  Maria de Souza e  Sá, pais  de 4 filhos... dentre  eles Antonio  Pereira  das Chagas III (1818-1886), casado com  Joaquina   Maria da Conceição (n.  1823  na Freguesia  de Vila  de Abrantes/Camaçari),  o casal  gerou 14  filhos. 

Fazenda Capemba

 Antonio  Pereira  das Chagas II, dono da  Fazenda Capemba na  divisa   de Mata  de S.  João com  Dias  D'Ávila   e Camaçari  atual proximo  da Biribeira.  Na citada Fazenda, o Rio Jacumim  desagua no Rio Jacuipe. Antonio Pereira  das Chagas III  casada com  Joaquima  Maria  da Conceição, ambos  Bisavôs paterno de Gamaliel  Sales Chagas  (Chiquitinha Maravilha).

A Camaçariense  Maria  Joaquina,   filha de Manoel   Gonçalves de Carvalho II (n. 1790/96 - c. 1835)  e  de Feliciana  Pereira  da Conceição  I (batizada em 1901),  ambos pais de  9 filhos  com  geração, sendo Feliciana  Pereira da Conceição I, natural deVila de Abrantes,  filha do  casal  Antonio da Silva Cassote e  Jacintha Maria  Pereira (4º  avôs), pais  de  12 filhos,  estes  o  trisavôs  de Chiquitinha Maravilha e  da Vila  de Abrantes.

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Prefeito Luiz Caetano como o Fogo ´Símbólico, momento histórico  para Camaçari,  na s lutas pela Independência  da Bahia / 02 de julho de 1823!



HISTÓRICO (RESUMO) 02/7/25. 

Na  pesquisa de  Chiquitinha Maravilha a luz  documental)
Fontes Wikipedia e  História da Cia  de Jesus  no Brasil / 02/07/25

A Fundação  da  Aldeia  do Espirito  Santo

Visando  espandir a  Catequese  dos  Índios além da Cidade Fortaleza de Tomé de  Souza  para   os chamados  Sertões Baiano,  o terceiro governador-geral do Brasil colonial, Mem  de Sá  no periodo  de 1558 a 1572,  autorizou a  fundação  da 4 Aldeias: Divino Espirito Santo  dia 29/05/1558, Santo Antonio de  Capoame  1560, no local da  CETREL (antiga fazenda Capoame).
2ª Aldeia São João (Batista)   15/03/1561 (atual município de  Mata  de São João  e Aldeia  de São  Sebastião.. 

A  Aldeia do do Espirto Santo  (atual  município de  Camaçari)

O atual municipio  de Camaçari, originou-se  a  partir da fundação  da  1ª Aldeia  do  Divino Espirito Santos, pelos jesuitas da Cia de Jesus   na  Bahia,  no dia  29  de maio de  1758, Pelo Pe  João Gonçalves e  Irmão  Antonio  Rodrigues.

Local da fundação da  Aldeia  do  Espirito Santo, nas Margens  do Rio Jones!

A citada  Aldeia  inicialmente,  ficava  localizada   as margens  do Rio  Joanes, mas devida  a insalubridade do local, o  que  ocasionou  a  geração  de graves    enfermidades, tendo alguns  índios    recuperado a   saúde, tendo  inclusive  o Pe  idoso,  jesuita  João Gonçaves caiu  doente, vindo a  falecer pucos  depois.

A  Transferência   da   Aldeia   do Espiito Santos

Por ordem   de Grã,  transferiu-se    o assento   da  citada Aldeia,  para  para  um lugar   que  se  mais   sadio,  (sem uita  salubridade),  mais afastado do  Rio Joanes  (na  localidade  atual  da Vila de Abrantes (região  da Praça  principal).

A Aldeia   Indigena  do Espiito  Santo Prósperou!

No ano de  1560, a Aldeia  do  Espirito Santo  era  a  maior e a  mais  principal  que  nessas  partes   do Brasil  em doutrinação  e a  mais  numerosa em   assistencia à  escola. Nesse mesmo ano, fês  o padre  Grã   aceitar  e  jurar  aos  chefes  Índios da Aldeia  esses  compromissos  civilizadores  e crisãos: não ter  senão   uma  mulher: não  matar nem  comer  carne huma. o  \no  de  1561  sua  população  era  de   4  mil  almas! 

No ano  de 1564  Juntou Dezesseis   Padres  no  Jubileu!

Pela Invocação que  tinha   do  Espirio Santo ou Sanct Spiritus, eram solenissimas as  uas  festas. Escreve   Blasques  das    do ano  de 1564:   "juntámo-nos  nesse  dia   tanto da  cidade  como   das Aldeias, alguns  deszesseis   Padres  e  um grande   número   de Irmãos, que  também   isso,   foi jubileu". A Aldeia teve futuro e foi sempre residência dos Padres, efectiva e ininterrupta, até à perseguição pombalina. Antes de terminar o século XVI, tentando desembarcar perto desta Aldeia do Espírito Santo os Franceses de Pain-de-Mil, foram aprisionados pelos Índios os que vinham num patacho, e remetidos ao Governador. Hoje chama-se de Abrantes. 

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Mais HistóriaI

Vila Nova do Espírito Santo de Abrantes, ou apenas Vila de Abrantes, foi uma antiga povoação indígena. Inicialmente chamou-se Aldeia do Espírito Santo, sendo iniciada em 1558 e estabelecida pelos padres da Companhia de Jesus no Brasil, com a intenção de catequizar os nativos e propagar a santa fé. Posteriormente passaria a ser denominada como Vila de Abrantes, após a expulsão dos jesuítas pelos holandeses. Foi a primeira sede administrativa de Camaçari e atualmente faz parte deste município


A história da Vila de Abrantes tem início a partir da habitação dos povos tupis, em torno do ano 1000, no Recôncavo baiano. Com a invasão da região por exploradores europeus, foi fundada no ano de 1558 a Aldeia do Espírito Santo pelos jesuítas, habitada por índios de várias aldeias tupinambás. Essa região é reconhecida como uma das quatro primeiras povoações fundadas pelos jesuítas no Brasil, o respectivo grupo que residia na aldeia ficava instalado em uma capela de taipa, às margens do rio Joanes, sob o comando do padre João Gonçalves e o irmão Antônio Rodrigues.

Em 1624, a aldeia serviu de asilo para o bispo D. Marcos Teixeira, o clero da Diocese de São Salvador da Bahia e aos jesuítas durante a tentativa de ocupação da Bahia pelos holandeses. O local se demonstrou resistente às invasões, por várias vezes, estabeleceram confrontos armados, como a Guerra do Paraguaçu e as lutas contra a invasão holandesa. Sendo reconstituída em 1641 e remodelada em 1689.

 No ano de 1755, os jesuítas foram expulsos da Aldeia do Espírito Santo, no governo do Marquês de Pombal. Logo, em 1758 do dia 27 de setembro passaram a ser categorizada como Vila, por provisão do Conselho Ultramarino, Alvará Régio, denominando-se Vila Nova do Espírito Santo de Abrantes (Vila de Abrantes). Inaugurando a Casa da Câmara e cadeia municipal.
Em 1846, a Resolução provincial n.º 41, de 16 de abril, extinguiu a vila. Esta que passou a ser integrada ao município de Mata de São João. No dia 3 de junho de 1848, a Resolução n.º 310 foi restabelecida, resultando no desmembramento de Mata de São João.

No dia 22 de março de 1920, a lei municipal criou o distrito de Camaçari, cujo território abrangia a antiga Vila de Abrantes. Confirmada pela Lei estadual n.º 1422, de 4 de agosto de 1920.

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Descrição por Domingos Alves Branco Moniz Barreto

Domingos Alves Branco, ex-capitão do regimento de Infantaria de Extremoz e escriturário da contadoria geral da Junta da Real Fazenda da capitania da Bahia, futuro sargento-mor e comandante do presídio do Morro de São Paulo na Bahia. Visitou a aldeia em missão, produziu uma planta iconográfica da Vila de Abrantes, por volta, de 1792 e redigiu a sua descrição daquilo que observou nesse trajeto.


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MAIS  HISTÓRIA!

Vila Nova do Espírito Santo de Abrantes, ou apenas Vila de Abrantes, foi uma antiga povoação indígena. Inicialmente chamou-se Aldeia do Espírito Santo, sendo iniciada em 1558 e estabelecida pelos padres da Companhia de Jesus no Brasil, com a intenção de catequizar os nativos e propagar a santa fé. Posteriormente passaria a ser denominada como Vila de Abrantes, após a expulsão dos jesuítas pelos holandeses. Foi a primeira sede administrativa de Camaçari e atualmente faz parte deste município
História
A história da Vila de Abrantes tem início a partir da habitação dos povos tupis, em torno do ano 1000, no Recôncavo baiano. Com a invasão da região por exploradores europeus, foi fundada no ano de 1558 a Aldeia do Espírito Santo pelos jesuítas, habitada por índios de várias aldeias tupinambás. Essa região é reconhecida como uma das quatro primeiras povoações fundadas pelos jesuítas no Brasil, o respectivo grupo que residia na aldeia ficava instalado em uma capela de taipa, às margens do rio Joanes, sob o comando do padre João Gonçalves e o irmão Antônio Rodrigues.

Em 1624, a aldeia serviu de asilo para o bispo D. Marcos Teixeira, o clero da Diocese de São Salvador da Bahia e aos jesuítas durante a tentativa de ocupação da Bahia pelos holandeses. O local se demonstrou resistente às invasões, por várias vezes, estabeleceram confrontos armados, como a Guerra do Paraguaçu e as lutas contra a invasão holandesa. Sendo reconstituída em 1641 e remodelada em 1689.

 No ano de 1755, os jesuítas foram expulsos da Aldeia do Espírito Santo, no governo do Marquês de Pombal. Logo, em 1758 do dia 27 de setembro passaram a ser categorizada como Vila, por provisão do Conselho Ultramarino, Alvará Régio, denominando-se Vila Nova do Espírito Santo de Abrantes (Vila de Abrantes). Inaugurando a Casa da Câmara e cadeia municipal.
Em 1846, a Resolução provincial n.º 41, de 16 de abril, extinguiu a vila. Esta que passou a ser integrada ao município de Mata de São João. No dia 3 de junho de 1848, a Resolução n.º 310 foi restabelecida, resultando no desmembramento de Mata de São João.

No dia 22 de março de 1920, a lei municipal criou o distrito de Camaçari, cujo território abrangia a antiga Vila de Abrantes. Confirmada pela Lei estadual n.º 1422, de 4 de agosto de 1920.

Descrição por Domingos Alves Branco Moniz Barreto

Domingos Alves Branco, ex-capitão do regimento de Infantaria de Extremoz e escriturário da contadoria geral da Junta da Real Fazenda da capitania da Bahia, futuro sargento-mor e comandante do presídio do Morro de São Paulo na Bahia. Visitou a aldeia em missão, produziu uma planta iconográfica da Vila de Abrantes, por volta, de 1792 e redigiu a sua descrição daquilo que observou nesse trajeto.

Fica esta Villa distante da cidade da Bahia 8 legoas. He huma das mais bem situadas, em que me achei, amena, e muito aprazível, athe pellos excelentes e agradáveis passeios que tem por fora da povoação. O número do seus habitantes era muito diminuto e não chegava a 100 índios, não só pela diversão que tem feito para as aldêas e Missões de Natuba, sertão muito distante e ainda para fora da Capitania, mas principalmente para as visinhanças da Aldêa de Massarão-dupio, o que também deu motivo ao Governador e Capitão General para me incumbir a diligência de os fazer tornar as suas povoações, além da principal que foi de Fazer levantar as cazas incendiadas na Missão de Massarãodúpio, como se mostra no seu devido e competente logar. 

Os Indios que achei nesta Villa he gente muito dada ao trabalho da lavoira, sendo a sua principal força a plantação da mandioca,de que fazem a melhor farinha para seu sustento, e o muito que lhes sobra a reputação na cidade. Além d'isso, plantão algodão, que produz muito de fina felpa, porém não corresponde o lucro ao trabalho, porque no tempo próprio da colheita lhe cae quasi sempre hum certo orvalho, que apodrece muitos cazulos. 

Os indios que não tem lavoira se empregão em huma grande olaria, ali estabelecida de telha e tijolo, que eu achei em alguma deterioração e promovi do modo possível o seu adiantamento fazendo de novo salariar 2 homens, que mandei convidar das olarias da villa de Jaguaripe para os ensinar também a fabricar louças para o uso ordinário das cozinhas. 

Observei também a docilidade e boa inclinação dos pequenos Indios e a sua aptidão para o estudo das primeiras lettras e ainda para muitas sciencias, o que não poderão conseguir, pela falta de directores capazes, que a maior parte delles tem sido, como o actual que ali reside, não só ignorante, mas de pessimos costumes.
 Desta povoação os Indios que estavão fugidos pude fazer recolher as suas antigas habitações, ainda com insano trabalho, 22 cazaes e 9 Indios solteiros, a saber: 8 cazaes e 6 Indios solteiros que estavão em cazas de diversos parentes na Aldêa de Massarão-dupio e 14 cazaes e 3 índios solteiros que os achei nas terras desde o rio Jacuipe athe os campos do Bibó.

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Sítio Praça da Vila de Abrantes

Fontes Wikipedia 

Sítio Praça da Vila de Abrantes é um sítio arqueológico localizado no distrito de Abrantes, no município de Camaçari, estado da Bahia. Remonta ao século XVI e nela encontra-se a Igreja Matriz do Divino Espírito Santo.[1][2]

História

O distrito de Abrantes remonta ao século XVI, quando foi estabelecida a antiga aldeia do Espírito Santo de Ipitanga em 1558. Esta aldeia, fundada pelos jesuítas com o objetivo de catequizar os índios, foi uma das quatro primeiras povoações jesuíticas. Durante a Invasão Holandesa (1624), a aldeia foi utilizada como asilo ao bispo D. Marcos Teixeira e ao clero da Diocese de São Salvador da Bahia.[2]

A Igreja Divino Espírito Santo foi provavelmente fundada assim que os jesuítas fundaram a aldeia, pois era costume eles erguerem suas igrejas assim que formavam um vilarejo. Porém a edificação atual pode ser do século XVII, pois a aldeia foi reformulada em 1689 e em gravura de 1792 aparece a igreja atual. A gravura foi feita por Domingos Alves Branco Moniz Barreto, à época escriturário da contadoria geral da Junta da Real Fazenda da Capitania da Bahia. Pela gravura também se observa uma residência em anexo, que era onde os jesuítas moravam e que foi demolida em 1940.[2]

Sítio Arqueológico

O Sítio Arqueológico da Praça de Vila Abrantes é composto pelo adro (pátio em torno da igreja, usado antigamente como cemitério) e a igreja Matriz do Espírito Santo. Engloba uma área de 24.200 metros quadrados, 220 metros de comprimento e 110 metros de largura.[3]

Entre as peças encontradas estão fragmentos de louça de Macau, faiança portuguesa e faiança fina inglesa, grés, além de pedaços de cachimbo cerâmico, moedas, restos de ossos alimentares e estruturas funerárias. Também foram encontrados no local pratos de Veneza, pratos e tigelas da Índia e de Macau, que eram utensílios utilizados pelos jesuítas e inclusive constavam no inventário da Companhia de Jesus datado de 1758.[3]

Além das peças, também conserva no adro da igreja um cemitério que por cerca de duzentos anos foi predominantemente indígena (de 1559 a 1758), com o sepultamento de diversas etnias indígenas, como os tupinambás e guaianás, que eram predominantes no Aldeamento do Espírito Santo. É uma referência da primeira fase do período colonial, que além dos enterros indígenas, também foi o local de sepultamento dos primeiros padres missionários da Companhia de Jesus, como Fernão Cardim, que faleceu em 1625 durante as lutas para a expulsão dos holandeses da Bahia. Os sepultamentos ocorreram dentro e em torno da Igreja Matriz do Espírito Santo até 1883, quando o cemitério da Vila de Abrantes foi inaugurado.[3]

Entre 1968 e 1976, durante obras para reformar a igreja de Vila de Abrantes, foram encontradas mais ossadas humanas no interior da igreja e elas foram colocadas diante do altar.[3]



Fonte  Wikipéda
Abrantes
Vista panorâmica de Abrantes
Brasão de AbrantesBandeira de Abrantes
Localização de Abrantes
Mapa de Abrantes
Gentílicoabrantino
Área714,69 km²
População34 351 hab. (2021)
Densidade populacional
N.º de freguesias13
Presidente da
câmara municipal
Manuel Jorge Valamatos (PS2021–2025)
Fundação do município
(ou foral)
1179
Região (NUTS II)Oeste e Vale do Tejo[1]
Sub-região (NUTS III)Médio Tejo
DistritoSantarém
ProvínciaRibatejo
OragoSão Vicente e São João
Feriado municipal14 de junho
Código postal2200 Abrantes
Sítio oficialwww.cm-abrantes.pt

Abrantes é uma cidade portuguesa de 16802 habitantes (2021),[2] do distrito de Santarém, na província do Ribatejo. Integra a região do Oeste e Vale do Tejo,[1] NUT3 do Médio Tejo.

A cidade situa-se junto ao rio Tejo, na sua margem direita.

É sede do município de Abrantes[3] com 714,69 km² de área[4] e 34 351 habitantes (censo de 2021)[5], sendo subdividido em 13 freguesias.[3] A densidade demográfica é de 55,02 hab./km². O município é limitado a norte pelos municípios de Vila de ReiSardoal e Mação, a leste por Gavião, a sul por Ponte de Sor e a oeste por ChamuscaConstânciaVila Nova da Barquinha e Tomar.

Etimologia

Discute-se a origem deste topónimo. Poderá vir de um hipotético Aurantes, derivado do latim aurum, através de Aulantes, forma que aparece num documento de 1176. Esta hipótese é justificada pelo ouro que o rio Tejo deixava, noutros tempos, nas suas praias e ribeiras. Será aparentado com o português arcaico brança, 'palha de milho', ou branza, 'caruma de pinheiro'. A existência de três lugares, no concelho de Abrantes, chamados Abrançalha (talvez de Abrantialia, 'molho de branças') parece apoiar a segunda conjetura.[6][7]

História

Freguesias

Freguesias do município de Abrantes.

O Município de Abrantes está dividido em 13 freguesias:[3]

Geografia

A cidade de Abrantes ergue-se numa colina na margem direita do rio Tejo, à altitude média de 100 m, dominando todo o vale desde o oeste de Belver, concelho do Gavião, até ao município de Constância. A cidade está ligada à margem esquerda do rio Tejo por uma ponte rodoviária e uma ponte ferroviária. A ponte rodoviária é um elo de ligação fundamental entre a parte norte do concelho de Abrantes, situada na margem direita do rio, e a parte sul, na margem esquerda.

Economia

Campos de exploração Agrícola em Alferrarede com a central Termoeléctrica à distância. Vista do miradouro do Castelo de Abrantes

A cidade de Abrantes é pólo comercial e indústria da fértil região agrícola adjacente. Tem indústria metalúrgica e metalomecânica de importância nacional, como a Mitsubishi Fuso Truck Europe.

Em Abrantes localiza-se a Tejo-Energia, com uma central termoelétrica no Pego, sendo a maior empresa do distrito de Santarém.[9]

Património

Ruy Roque Gameiro, Monumento aos Mortos pela Pátria 1914-1918, 1930

Na cidade de Abrantes podemos visitar os seguintes monumentos:

População

★ Por decreto de 21 de novembro de 1895 as freguesias de Aboboreira e Penhascoso, deste concelho, passaram a fazer parte dos concelhos de Mação e Sardoal. A freguesia de Penhascoso, que tinha ficado a pertencer ao concelho de Sardoal, passou a fazer parte do concelho de Mação (decreto de 13 de janeiro de 1898) [10]

Total de habitantes residentes [11]
1864187818901900191119201930194019501960197019811991200120112021
20 30322 17024 67127 45332 32234 36739 32745 33248 92551 86948 67548 65345 69742 23539 32534 329
+9%+11%+11%+18%+6%+14%+15%+8%+6%-6%0%-6%-8%-7%-13%
Número de habitantes por grupo etário [12]
1900191119201930194019501960197019811991200120112021
0–14 Anos9 29310 37910 76512 50913 69913 04213 83312 53510 5827 4065 4434 9473 514
15–24 Anos4 6716 2365 9217 4468 3899 0928 2997 3957 5746 7435 1413 5103 207
25–64 Anos11 06812 69513 76116 23518 78121 74424 68422 65023 08122 83321 64320 62416 921
= ou > 65 Anos1 8711 9772 3152 9443 2483 8985 0536 0957 4168 71510 00810 24410 687

(Obs: De 1900 a 1950 os dados dos grupos etários referem-se à população "de facto", ou seja, aos habitantes que estavam presentes no município à data em que os censos se realizaram, mesmo que ali não tivessem residência oficial. Daí que se registem algumas diferenças relativamente à designada população residente)

Ponte rodoviária sobre o rio Tejo, junto a Abrantes

Gastronomia

As principais especialidades locais são doçarias: Palha de Abrantes, lampreia de ovos, bolo real, broas de Abrantes, paraísos, queijos-do-céu, tigeladas.
No peixe, destaca-se a açorda de sável, arroz de lampreia, peixe do rio frito e achigã grelhado. É notável uma maior variedade nos pratos de peixe, este facto acontece devido à proximidade da cidade ao rio Tejo, tendo Abrantes uma ligação especial aos pratos de peixe.
Na carne encontra-se o cabrito assado no forno e o entrecosto com migas carvoeiras.[13]

Artesanato

Na zona de Abrantes mantêm-se em actividade ofícios de cesteiros, esparteiros, oleiros e tecelões.

Cultura e lazer

  • MIAA - Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes
  • Museu Municipal D. Lopo de Almeida
  • Museu Metalúrgica Duarte Ferreira (Tramagal)
  • Jardim de Esculturas de Ferro ao Ar Livre
  • Aquapólis - Parque Urbano Ribeirinho de Abrantes
  • Biblioteca Municipal António Botto
  • Cine-teatro São Pedro
  • Galeria municipal de Arte “Quartel”
  • Posto de Turismo
  • Parque de São Lourenço
  • Praia Fluvial da Aldeia do Mato
  • Skate Park - Castelo de Abrantes
  • Estádio Municipal - Cidade Desportiva (Futebol Atletismo)
  • Campo de Basebol Cidade Desportiva
  • Kartódromo de Abrantes - Rossio ao Sul do Tejo
  • Albufeira de Castelo Bode - para atividades como a vela, canoagem, kayaks, windsurf e pesca.

Feiras, festas e romarias

  • A sua feira anual de São Matias decorre de 24 de Fevereiro até ao 1º domingo de Março.
  • As festas do concelho decorrem de 9 a 14 de Junho (14 de Junho - Feriado Municipal).
  • Feira Nacional de Doçaria Tradicional, organizada pela TAGUS - Ribatejo Interior e a Câmara Municipal. Centro Histórico no último fim-de-semana de Outubro
  • A Feira da Ladra Numismática decorre aos primeiros sábados de cada mês, na Praça Barão da Batalha.
  • Feira Franca - Centro Histórico - 5º sábado - realiza-se no último sábado dos meses com 5 sábados
  • fESTA - Festival de Tunas Mistas organizado pela EstaTuna, tuna da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes.

Educação

  • Escola Superior de Tecnologia de Abrantes: Rua 17 de Agosto de 1808 - Abrantes
  • Escola Secundária Dr. Solano de Abreu: Avenida das Forças Armadas - Abrantes
  • Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Abrantes:Herdade da Murteira - Mouriscas
  • Escola Secundária c/ 2º e 3.º CEB Dr. Manuel Fernandes: Rua General Humberto Delgado - Abrantes
  • EB 2,3 D. Miguel de Almeida - Abrantes
  • EB 2,3 e Secundária Octávio Duarte Ferreira - Tramagal
  • E ainda EB 1 em Abrantes, Chainça, Rossio ao Sul do Tejo, São Miguel do Rio Torto, Tramagal, Bemposta, São Facundo, Vale das Mós, Pego, Concavada, Alvega, Mouriscas, Alferrarede, Carvalhal, Souto, Fontes, Martinchel e Rio de Moinhos.

Personalidades ilustres

Política

Eleições autárquicas [14]

Data%V%V%V%V%V%V%V%V%V%V%V%V%V%V%VParticipação
PSPPD/PSDFEPU/APUCDUGDUPPCTP/ MRPPPCP (ml)CDS-PPUDP/BEPDCADPRDPSNPSRGCECH
197641,81426,19217,5414,76-2,44-1,23-
56,69 / 100,00
197938,86323,86219,6028,93-2,97-1,48-
65,19 / 100,00
198242,904AD17,801AD2,13-32,102
58,17 / 100,00
198538,59321,29216,7914,09-0,96-14,111
63,27 / 100,00
198931,66233,31323,8322,83-3,16-
60,85 / 100,00
199347,72425,62215,7313,39-0,83-
64,26 / 100,00
199755,93527,0729,37-1,61-0,30-1,10-
59,42 / 100,00
200147,65427,39210,6516,70-2,88-BE
57,94 / 100,00
200548,84529,2628,68-2,86-5,35-
60,89 / 100,00
200940,50423,6427,01-3,36-5,32-16,991
60,79 / 100,00
201347,35518,61113,1815,98-6,51-
51,92 / 100,00
201751,73515,0519,39-5,39-10,771
53,77 / 100,00
202155,79514,0615,23-6,21-9,4015,30-
54,58 / 100,00

Eleições legislativas

Data%
PSPSDPCPCDSUDPADAPU/

CDU

FRSPRDPSNBEPANPSD
CDS
LCHIL
197647,5514,0213,4910,022,79
197928,76ADAPUAD4,1635,1922,61
1980FRS2,1235,3618,8734,98
198345,0518,707,801,6619,74
198518,0420,536,891,7715,3431,70
198725,0441,91CDU3,611,5411,439,25
199133,7144,263,138,621,332,48
199554,2225,646,610,887,680,47
199953,2124,126,808,880,372,45
200246,9130,327,797,343,15
200554,3220,185,357,147,52
200939,0122,369,698,2513,80
201132,3931,1012,047,907,150,84
201539,71CDSPSD8,4812,501,2328,710,50
201941,6619,053,816,8913,442,720,982,450,62
2022[15]46,1821,041,375,246,101,110,9311,323,20
2024[16]32,36ADAD21,254,095,611,612,4424,383,14

Geminações

A cidade de Abrantes está geminada com:[17]

Tem intercâmbios bilaterais com as seguintes cidades geminadas com Parthenay:

Ver também

Referências

  1.  «Official Journal L 87/2023»eur-lex.europa.eu. Consultado em 13 de janeiro de 2024
  2.  «Censos 2021». Consultado em 12 de fevereiro de 2024
  3.  Lei n.º 11-A/2013, de 28 de janeiro: Reorganização administrativa do território das freguesias. Anexo I. Diário da República, 1.ª Série, n.º 19, Suplemento, de 28/01/2013.
  4.  Instituto Geográfico Português (2013). «Áreas das freguesias, municípios e distritos/ilhas da CAOP 2013»Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP), versão 2013. Direção-Geral do Território. Consultado em 28 de novembro de 2013. Arquivado do original (XLS-ZIP) em 9 de dezembro de 2013
  5.  INE. «Censos 2021 - resultados preliminares». Consultado em 29 de julho de 2021
  6.  Infopédia. «Abrantes | Dicionário Infopédia de Toponímia»infopedia.pt - Porto Editora. Consultado em 12 de março de 2025
  7.  FONSECA, João (2006). Dicionário do Nome das Terras. [S.l.]: Círculo de Leitores. p. 9
  8.  ALMEIDA, Andreia da Silva - D. Lopo de Almeida: Memórias do 1º Conde de Abrantes, [Abrantes]: Câmara Municipal de Abrantes, 2010.
  9.  100 Maiores Empresas do Distrito de Santarém (2011). 26 de julho de 2012.
  10.  https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes&PUBLICACOESpub_boui=72846651&PUBLICACOESmodo=2&xlang=pt
  11.  Instituto Nacional de Estatística (Recenseamentos Gerais da População) - https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes
  12.  INE - http://censos.ine.pt/xportal/xmain?xpid=CENSOS&xpgid=censos_quadros
  13.  Bonifácio, Lúcia (2014). O PATRIMÓNIO NATURAL E CULTURAL COMO FATORES DE MOTIVAÇÃO TURÍSTICA NO CONCELHO DE ABRANTES, Relatório de Estágio de Mestrado em História da Arte, Património e Turismo Cultural apresentado à Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
  14.  «Concelho de Abrantes : Autárquicas Resultados 2021 : Dossier : Grupo Marktest - Grupo Marktest - Estudos de Mercado, Audiências, Marketing Research, Media»www.marktest.com. Consultado em 16 de dezembro de 2021
  15.  «Eleições Legislativas 2022 - Abrantes»legislativas2022.mai.gov.pt. Consultado em 31 de dezembro de 2023
  16.  «Eleições Legislativas 2024 - Abrantes»legislativas2024.mai.gov.pt. Consultado em 31 de dezembro de 2024
  17.  http://www.anmp.pt/anmp/pro/mun1/gem101l0.php?cod_ent=M2200

Ligações externas

Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre Abrantes







POSTANDO   90  FOTOS  E   8  VÍDEOS
Antepassdos de Gamaliel Chagas (Chiquitinha  Maravilha),  no Conexto da  História  de Abrantes  a   Camaçari:


             SAMBA  CHULA - FILHOS DE OYO, DESDE  20213/CAMAÇARI/BA.


Prefeito Luiz Caetano e outras Autoridades Constituidas dos  Poderes  Legislativo, Executivo,  Secretários,  Oficias  Militares
 a  exemplo  do  Tenente Coronel Roberto Pinto de Castro, 12º BPM/Camaçari
outras  pessoas  gradas, presentes no Centro Administrativo de Camaçari  próximo aos edificios  do  Poder Executivo Camaçariense, no  Ato Cívico do Fogo  Simbólico,  comemorativo ao  2  de Julho  de  1823,  no ano  dos 202  anos  da  Independência  da Bahia.


Prefeito Luiz Caetano, vice   Edeilza  Souza  Santos, tenente Coronel  Roberto Pinto Castro do  12º Batalhão da Gloriosa Polícia Militar de  Camaçari/Ba. (a esquerda  de Luiz  Caetano) e outras pessoas  gradas, antes da chegada do Fogo Simbólico, no entorno do Edificios  da  prefeitura Municipal de Camaçari,  dia 30/06/25, no Ato Cívico do Glorioso  2 de julho,   na  cidade  histórica  de Camaçari/Ba. 


CHEGADA  DO  FOGO  SIMBÓLICO NO  CENTRO ADMINISTRATIVO DE CAMAÇARI/BAHIA  30/806/2025.

CHEGADA  DO FOGO  SIMBÓLICO NO CENTRO ADMINISTRATIVO DE CAMAÇARI/ LUIZ PREFEITO LUIZ   CAETANO  RECEBE O FOGO SIMBÓLICO.















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Final  da  postagem, postando no Instagram Chiquitinha Maravilha You Tube Chiquitinha Maravilha e  no X  Gamaliel Chagas 01/07/25

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