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segunda-feira, 7 de outubro de 2019

SÃO PAULO FC/ HISTÓRIA/ CLUBE, CTS E ARENA MORUMB FOTOS..I


A mais jovem agremiação dentre os grandes do futebol brasileiro, o São Paulo FC é o clube mais vencedor do Brasil!
Fundado em 25 de janeiro de 1930 e marcado por histórias de superação, como a refundação do clube em 1935 ou os tempos difíceis da construção do Morumbi, o Tricolor Mais Querido do planeta é o único clube brasileiro a ter conquistado a América e o Mundo por três vezes. É ainda o único Tricampeão consecutivo do Campeonato Brasileiro e o primeiro a conquistá-lo por seis vezes. Tri-Hexacampeão Brasileiro.
Dentro das quatro linhas, foi vestindo o Manto Tricolor que o goleiro Caxambu inventou a ponte, que Roberto Dias tornou-se o maior marcador de Pelé, que Raí e Telê comemoraram a vitória sobre o Barcelona, que Müller marcou o gol que fez o italiano Costacurta perder o rumo de Milão, que Rogério Ceni passou a ser o Maior Goleiro Artilheiro do Mundo, além de tantos outros grandes momentos da gloriosa trajetória são-paulina!
Foi também defendendo as cores do São Paulo FC que o saltador Adhemar Ferreira da Silva chegou ao ouro olímpico e bateu duas vezes o recorde mundial do salto triplo, e que Éder Jofre, o Galo de Ouro dos 50 nocautes, surgiu para os ringues que um dia estariam a seus pés.
Fora de campo, o Tricolor desafiou os críticos e a lógica e construiu o maior estádio particular do Brasil, o Estádio do Morumbi. Seguiu pioneiro em sua aposta na infraestrutura como pilar da excelência no esporte, erguendo ao longo do tempo seu Centro de Treinamento e o Centro de Formação de Atletas. O resultado? O mundo conheceu três vezes.
Dono de um patrimônio invejável, detentor de títulos inalcançáveis para muitos e em movimento constante em busca da excelência, o Tricolor Paulista faz jus a seu hino: dentre os grandes, és o primeiro!

    A maquete e conceito original de Artigas para o Morumbi / O Cruzeiro de 10 de abril de 1954
Em 10 de março de 1953 o São Paulo apresentou ao público presente na sede da Avenida Ipiranga a maquete (confeccionada pela Maquette Zanini Ltda) da futura praça esportiva. O projeto original contava com estádio de futebol (110.000 m²), ginásio poliesportivo ao estilo "Morumbizinho" com capacidade para 20 mil pessoas (17.000 m²), praça de atletismo e parque aquático com três piscinas (uma olímpica), ambos com arquibancadas para 5 mil pessoas (12.000 m²), além de diversas quadras poliesportivas (1.300 m²) e sede social (7.500 m²).
A construção foi orçada, inicialmente, em Cr$ 100 milhões. Preparativos finalizados, era chegada a hora de arregaçar as mangas e começar a erguer o colosso de concreto, o maior estádio particular do mundo.
                       O pavilhão tricolor junto a pedra fundamental / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube

Maior estádio particular do Brasil, o Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi, é a casa do São Paulo FC e palco de muitos dos principais eventos esportivos e de entretenimento do continente.
Além de festejar as várias glórias tricolores, o Morumbi já sediou grandes momentos paulistanos, como jogos da Seleção Brasileira, a visita do Papa João Paulo II e shows de grandes artistas como Paul McCartney, U2, Queen, Madonna e Michael Jackson, entre tantos outros.
Atualmente, muito além de uma moderna instalação esportiva, o Morumbi é uma importante e lucrativa unidade de negócios do São Paulo FC. Algumas das maiores empresas do país e do mundo mantêm camarotes corporativos no estádio, que desde 2007 passou a abrigar também o Morumbi Concept Hall, espaço de compras e lazer situado no anel térreo.

> BREVE HISTÓRICO
"Se é um sonho, que seja grande!"
Lema da Comissão Pró-Estádio
O maior sonho são-paulino foi projetado pelo renomado arquiteto Vilanova Artigas. A construção teve início em 1952 e consumiu 18 árduos anos até ser finalizada. A primeira inauguração, ainda parcial, foi em 02 de outubro de 1960, na partida contra o Sporting-POR vencida pelo Tricolor com o célebre gol de Peixinho, o primeiro da história do Morumbi. Somente em 1970, porém, o estádio seria inteiramente entregue à torcida tricolor.
Centro de Treinamento Frederico Antonio Germano Menzen
O CT da Barra Funda, como é popularmente conhecido, é o local onde o esquadrão tricolor realiza suas pré-temporadas e treinamentos técnicos, táticos e físicos. É lá também que a equipe são-paulina se concentra para as partidas, e onde moram alguns atletas de fora da cidade que escolhem residir no clube.
Está localizado na região central de São Paulo. Ainda assim, o terreno de 44.472 m² é amplo e arborizado, além de contar com estrutura de primeira linha para que os atletas e demais profissionais realizem seus trabalhos. Mítico para os torcedores, o acesso ao local de trabalho do time é bastante restrito, e não há horários de visitação (exceto visitas do Programa Sócio Torcedor).
Ao todo, 120 profissionais trabalham diariamente em função da equipe. Desde o departamento de futebol, que cuida entre outras coisas das documentações dos atletas, transferências e logística, passando pelo departamento médico, assessoria de imprensa, edição de vídeos, seguranças, cozinheiros, copeiros, campos e jardins, manutenção, lavanderia e, claro, comissão técnica e jogadores. Tudo prático e funcional, para garantir a melhor condição aos atletas.

Centro de Formação de Atletas Presidente Laudo Natel
Inaugurado pelo então presidente Marcelo Portugal Gouvêa em 16 de julho de 2005 - ano de ouro do São Paulo FC neste século - o Centro de Formação de Atletas Presidente Laudo Natel é mais uma iniciativa pioneira do Tricolor em sua constante busca pela excelência. Erguido em um amplo terreno de 220 mil metros quadrados, o centro é referência internacional no trabalho de formação de atletas de alto rendimento.
Localizado em Cotia, a cerca de 30 quilômetros da capital paulista, o CFA conta com invejável estrutura esportiva, educacional e administrativa. As modernas instalações aproveitam a natureza e geografia do terreno, criando um ambiente altamente funcional e de extremo conforto e tranquilidade para os jovens que sonham em seguir carreira no esporte.

Excelência em estrutura
Desde sua inauguração, o CFA Cotia passa por um permanente processo de melhorias, como uma das prioridades da gestão do Presidente Juvenal Juvêncio.
Além da já reconhecida infraestrutura de bastidores, em 2011 foi inaugurado um estádio com capacidade para até 1.500 pessoas, para que o Tricolor tenha uma bela e confortável casa para os jogos de todas as categorias de base do clube. Ao lado, um amplo estacionamento para receber todos os visitantes, com entrada independente das demais áreas do complexo.
Em 2012, foram abertas as portas também do novo alojamento do local, planejado nos melhores padrões hoteleiros para receber confortavelmente até 148 hóspedes. O CFA é, atualmente, um dos maiores pólos sul-americanos de intercâmbio esportivo, recebendo delegações de diversos esportes e de todas as regiões do planeta, que agora poderão ficar hospedadas no próprio Centro. Ambos os projetos foram viabilizados através da Lei de Incentivo ao Esporte.
Também viabilizada com recursos da Lei, já está em funcionamento a mais nova unidade do Núcleo de Reabilitação Esportiva Fisioterápica e Fisiológica, o REFFIS, internacionalmente reconhecido pelo atendimento a grandes nomes do esporte mundial. O novo espaço foi modernamente equipado através da parceria com a empresa Life Fitness, e conta com uma novidade, o chamado "caminho das águas", circuito aquático que trabalha a propriocepção. Além disso, uma piscina construída acima do nível do solo permite que os exercícios de fisioterapia sejam melhor acompanhados por janelas de vidro que permitem total observação da qualidade do movimento de cada atleta.

Celeiro de craques
No CFA treinam as categorias infantil, juvenil e júnior do Tricolor. Todos os atletas da base são-paulina recebem acompanhamento não apenas esportivo mas também pedagógico, médico e odontológico. Além disso, o São Paulo FC mantém convênios com escolas da região, garantindo o acesso dos jovens à educação e acompanhando o desempenho escolar de cada atleta, que tem à sua disposição atendimento individualizado e aulas de reforço.
Em menos de uma década de existência, o Centro de Formação de Atletas Presidente Laudo Natel já revelou, entre outros, nomes como Breno, Hernanes, Jean e Lucas, a mais recente jóia do Tricolor. Acima de tudo, porém, o trabalho lá realizado pelo São Paulo FC contribui com a sociedade, formando com dignidade jovens cidadãos brasileiros.
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No dia 2 de outubro de 1960, o são-paulino realizou um grande sonho ao inaugurar o estádio próprio. O gol de Peixinho e a vitória contra o Sporting de Lisboa coroaram anos de luta e muito trabalho - que, mal sabiam todos, naquela altura, ainda estava longe de acabar. 
O Estádio Cícero Pompeu de Toledo se encontra hoje em bairro nobre da capital paulista, mas nem sempre foi assim. A região foi desenvolvida pelo próprio estádio que, enquanto era construído, encontrava-se em meio ao nada. O terreno sobre o qual se ergue o gigante Morumbi foi, até meados dos anos 50, uma área alagadiça e de mata fechada, do “outro lado” do rio Pinheiros e fora do núcleo urbano paulistano – em suma, longe de tudo e de todos. 
Vista área da região do Morumbi pré-urbanização / Arquivo Histórico do São Paulo FC
O São Paulo sofreu e teve que procurar muito antes de encontrar o local ideal para construir um estádio. Não era possível para o clube erguê-lo no Canindé, onde possuía, à época, sede social e de treinamento. A área, de 70 mil metros quadrados, não suportava um grande empreendimento e, devido ao projeto municipal de retificação do rio Tietê, o espaço foi reduzido ainda mais. 
O Tricolor até cogitou trocá-lo pelo Ibirapuera (100 mil metros quadrados), mas a Câmara Municipal da Cidade foi contra a ideia. Pouco tempo depois, em 1954, a Prefeitura inaugurou o Parque no terreno maior, ao lado do prometido, pelos festejos do quarto centenário do município. Só restou ao São Paulo seguir em frente: vender o que restou do Canindé e procurar outros terrenos.
Poderia ter existido: O São Paulo do Ibirapuera / A Gazeta Esportiva de 8 de abril de 1948
Os dirigentes são-paulinos voltaram a atenção, então, para terrenos da Light, a companhia energética, às margens do Rio Pinheiros, mas a aquisição também não se mostrou possível, pois, ao todo, a área só possuía 45 mil metros quadrados. Enquanto isso, a condessa Mariangela Matarazzo e outros proprietários se desfizeram de um grande lote de terras na região do Morumbi. A Imobiliária e Construtora Aricanduva adquiriu a área em 7 de fevereiro de 1951 e, de pronto, planejou o loteamento comercial.
“... aquisição feita a Condessa Mariângela Matarazzo e outros, conforme escritura lavrada nas notas do 11º Tabelionato da Capital, livro 1.255, fls 1, em 29 de dezembro de 1950, e registrada no Registro de Imóveis da 11a. Circunscrição, sob nº 6.930, livro 4-D, folhas 217, em 7 de fevereiro de 1951, se tornou legitimamente senhora e possuidora de um terreno com a área de dois milhões, duzentos e quarenta e seis mil, duzentos e vinte metros e sessenta e três decímetros quadrados (2.246.220,63ms2.), ora denominado “Jardim Leonor”, situado no bairro do Morumbi, 30º Subdistrito, subdistrito de Santo Amaro, município e Comarca da Capital” (Tabelião Firmo, Livro de Notas 644, pg 50).
Vocabulário Tupi-Guarani/Português, de Silveira Bueno & Dicionário de Topônimos Brasileiros, de Luiz Caldas Tibiriçá
Ano de 1813. Em uma região à sudoeste de São Paulo (na verdade, na então cidade de Santo Amaro), do outro lado do Rio Jurubatuba - antigo nome do Rio Pinheiros -, era ‘inaugurada’ uma extensa fazenda de chá, com mais de 700 alqueires. Propriedade designada a John Rudge, inglês que desembarcara no Brasil junto de D. João VI, em 1808. Rudge batizou seu lote com o nome indígena Morumby. Há controvérsias sobre o significado do termo. Para uns ‘Monte Verde’, para outros ‘Monte Alto’, ou ainda ‘Mosca Verde’.
Após a ativação da Comissão Pró-Estádio – criada em 15 de maio de 1952 e constituída por Cícero Pompeu de Toledo (presidente), Luiz Cássio dos Santos Werneck (secretário), Amador Aguiar (tesoureiro), Piragibe Nogueira, Manoel Raymundo Paes de Almeida, Altino de Castro Lima e Luiz Campos Aranha (membros), Carlos Alberto Gomes Cardim Filho, Pedro França Pinto, Roberto de Barros Lima e Oswaldo Athur Bratke (conselho técnico) –, o São Paulo adquiriu junto a Imobiliária Aricanduva um terreno de 99.873m² na região do Morumbi, em 4 de agosto de 1952 – o primeiro dos três lotes com ela negociados e que compõem a propriedade do Tricolor.
Escritura de doação de terreno no Morumbi / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Neste terreno estava previsto, de acordo com o projeto de loteamento original, uma praça pública. O decreto-lei nacional nº 58 de 1937, que regulamentava loteamentos, afirmava que cabia a Prefeitura tão somente a aprovação dos lotes (artigo 1º, § 1º e § 4º), conforme planejamento do detentor do terreno. A Aricanduva buscava divulgar sua propriedade para o público, afinal se situava em local desconhecido, distante e carente de todas as melhorias da cidade. Por isso, melhor propaganda que um estádio não havia. Assim, a empresa alterou o projeto de loteamento original, transformando o espaço destinado à uma praça na área cedida para a construção do Morumbi, com anuência da prefeitura.
Cabe dizer que, até o Decreto-Lei 271 de 1967 e o Artigo 22 da Lei 6.766 de 1979, nenhum terreno destinado para vias ou praças públicas era de propriedade do Município, nem com loteamento aprovado (somente com essas leis a situação mudou, antes eram do loteador, simplesmente). Ou seja, a área do Morumbi, com escritura de 1952, nunca foi um terreno público. 
O pavilhão tricolor junto a pedra fundamental / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Em menos de duas semanas, ainda sem projeto de construção ou de viabilização financeira, o Tricolor lançou a pedra fundamental do estádio, no dia 15 de agosto, e também convidou o cardeal são-paulino, Monsenhor Francisco Bastos, para abençoar aquelas terras. Enfim, chegara o momento de correr atrás de recursos e levantar o estádio. 
No dia 2 de setembro, a primeira reunião da Comissão Pró-Estádio traçou como plano de aporte inicial a venda de três mil futuras cadeiras cativas, com título de uso válido por 20 anos e com a operação a cargo da empresa Cooperária Construções S/A.
A terraplanagem do Morumbi / Acervo Agnelo Di Lorenzo e Arquivo Histórico do São Paulo FC
Um ano antes, em agosto de 1951, o São Paulo havia conseguido o aval para um empréstimo de cinco milhões de cruzeiros junto à Caixa Econômica Estadual, depois de muito solicitar, visto que Corinthians e Palmeiras já o haviam recebido. Era o momento de usá-lo. Com o montante inicial o São Paulo abriu concorrência de projetos arquitetônicos e começou o processo de limpeza e terraplanagem do terreno. 
Três escritórios de arquitetura famosos apresentaram projetos para o Estádio do Morumbi, em 24 de novembro de 1952, ao custo de Cr$ 40 mil cada: A empresa soviética Antonov & Zolnerkevic, a firma de Gilberto Junqueira Caldas e o escritório de Vilanova Artigas, Gastão Rachou Jr, José Carlos Pinto, Carlos Cascaldi e David Ottoni.
O "Morumbisov" / Acervo Folha Press
O projeto russo era o mais apelativo. Complexo e futurista, com capacidade de público de 60 mil pessoas e cobertura retrátil de vidro, mais parecia uma nave espacial (por causa disso, muita gente acreditava que o Morumbi seria coberto, ainda em 1970). Entretanto a vencedora foi a concepção de Vilanova Artigas. O principal ponto forte desta foi a capacidade de público: 120 mil pessoas, originalmente. Artigas era adepto do brutalismo, vanguarda artística que valorizava o concreto exposto - outro fator preponderante na escolha: menor custo de manutenção.
O engenheiro e arquiteto João Batista Vilanova Artigas foi um gênio de sua época. Brutalista, seu estilo peculiar deu origem ao gênero conhecido como "Escola Paulista". Entre suas principais obras, além do Morumbi, se encontram o edifício da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, o prédio Louveira, em Higienópolis, o Parque CECAP, em Guarulhos e o Hospital São Lucas, em Curitiba.
A maquete e conceito original de Artigas para o Morumbi / O Cruzeiro de 10 de abril de 1954
Em 10 de março de 1953 o São Paulo apresentou ao público presente na sede da Avenida Ipiranga a maquete (confeccionada pela Maquette Zanini Ltda) da futura praça esportiva. O projeto original contava com estádio de futebol (110.000 m²), ginásio poliesportivo ao estilo "Morumbizinho" com capacidade para 20 mil pessoas (17.000 m²), praça de atletismo e parque aquático com três piscinas (uma olímpica), ambos com arquibancadas para 5 mil pessoas (12.000 m²), além de diversas quadras poliesportivas (1.300 m²) e sede social (7.500 m²).
A construção foi orçada, inicialmente, em Cr$ 100 milhões. Preparativos finalizados, era chegada a hora de arregaçar as mangas e começar a erguer o colosso de concreto, o maior estádio particular do mundo.

OS PRIMEIROS ALICERCES
A área do estádio e o curso do córrego Antonico / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
As obras que ergueram o Estádio do Morumbi foram iniciadas em 1º de julho de 1953, com o começo da terraplanagem do terreno. Apesar das lei municipais referentes às bacias hidrográficas, rios e córregos, o São Paulo arcou com todo o custo da "canalização" do riacho Antonico, que ainda hoje corre sob a casa tricolor. A Prefeitura em nada se predispôs a ajudar ou ao fazer o que era cabido a ela por regulamentação.
Até então, a fonte de recursos majoritária era o empréstimo de Cr$ 5.000.000,00 junto à Caixa Econômica Estadual. Pouco depois, Amador Aguiar, dono do Banco Bradesco, intermediou em favor do São Paulo um contrato de direitos exclusivos para a venda de produtos dentro do futuro estádio com a Companhia Antárctica Paulista. A cervejaria concederia Cr$ 5.000.000,00 ao Tricolor por 10 anos de exploração comercial no Morumbi (com opção de prorrogação por mais cinco).
Visão dos túbulos para colunas e gigantes / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Com fundo em caixa, o São Paulo garantiu os primeiros estágios de seu grande projeto. Em dezembro de 1953, a terraplanagem foi finalizada, ao custo total de Cr$ 3.270.396,00 pagos à Cavalcanti Junqueira S/A, com 1.399.428 m³ de terra transportados. Em 1954, deu-se o estaqueamento e a construção das fundações do Estádio, com 144 túbulos pneumáticos de suporte de carga para 700 toneladas cada e 3.000 metros de estacas pré-moldadas de concreto armado que sustentam de 20 a 30 toneladas por unidade. Isso sob o montante de Cr$ 12 milhões destinados à Engenharia de Fundações S/A e a Fundações Benachio Ltda.
Ao mesmo tempo foi assinado o contrato de construção da galeria de águas pluviais, no valor de Cr$ 2.410.279,00 (com a Civilsan - Engenharia Civil e Sanitária S/A para canalizar o córrego Antonico). Além desses serviços, outros foram solicitados com o decorrer das obras. O clube gastou Cr$ 11.180,90 em madeira e tábuas (Irmãos Pereira Carneiro & Cia. Ltda.), Cr$ 1.040.643,00 em ferro da Matarazzo S. A. Indústria e Comércio e Cr$ 956.601,00 pelo mesmo minério com a Evans Importadores S.A. Além de Cr$ 15.200,00 em cimento e Cr$ 9.904,00 em pregos e arames.
Exemplo de ação promocional / spfcpedia.com.br
Para ajudar a custear a aquisição destes materiais, o São Paulo promoveu campanhas de vendas de souvenires (como o famoso LP Bola no Barbante, em que Hebe Camargo é um dos destaques) e de doação de cimento - esta famosa, chegando a mobilizar cidades do interior do Estado. A exploração de propaganda no canteiro de obras foi outra medida utilizada.
Ainda em 1954, o clube alterou o modelo original de Vilanova Artigas, após transferência dos direitos de propriedade sobre o projeto. As medidas tomadas trouxeram um ganho 30% de capacidade de público, passando a comportar, assim, 156 mil pessoas. O maior estádio particular do mundo, com sobras. O engenheiro Roberto de Barros Lima passou a chefiar o projeto.
Alguns satirizavam o esforço do São Paulo / Álbum da Inauguração do Estádio do Morumbi
Contudo, a descrença da população mediante ao fato de se "construir um estádio no meio do mato", aliado à contra campanha de torcedores rivais e setores da imprensa, forçou o Tricolor a vender 12 mil cadeiras, e torná-las patrimônio definitivo, além de romper com Cooperária Construções S/A, em 1954, para assinar um novo acordo com a Rádio Bandeirantes e Oswaldo Molles. Produtor de Rádio e TV, Oswaldo desenvolveu o personagem S.O. (sigla para Sócio-Olímpico, ou seja, sócio dono de cadeira cativa) que se tornou um sucesso, aumentando consideravelmente as vendas.
Nesta campanha, as cativas foram vendidas, em média, a Cr$ 20.000,00 cada (prestações de mil cruzeiros ou 19 mil à vista, ou ainda 22 mil em 44 prestações de 500 cruzeiros). Até sua inauguração, em 1970, o clube vendeu 12.000 cadeiras, representando uma receita aproximada de Cr$ 240.000.000,00, desconsiderando correções monetárias e a inflação. Somente o ídolo Poy, verdadeiro garoto propaganda, vendeu pessoalmente oito mil dessas cadeiras.
Criado por Mollles para ativar a venda de cativas / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Jose Poy, argentino de Rosario (14/04/1926), fez de tudo no Tricolor. Enquanto ainda jogador profissional, ídolo e goleiro do time, vendia pessoalmente as futuras cadeiras cativas do Estádio, de porta em porta. Como jogador, Poy foi Campeão Paulista de 48, 49, 53 e 57 e esteve presente na inauguração do Morumbi. Disputou 525 jogos – o quinto jogador que mais defendeu o clube. Em 1964, Poy assume o posto de treinador. Ao todo, foram sete passagens, um título (Paulista 75), o recorde de invencibilidade do clube em toda a história (47 jogos) e 422 partidas sob seu comando. 
Grande chamariz, as cativas foram cruciais não somente para a construção do Templo, mas também para o modo como fora construído. Preferiu-se erguer o Morumbi por seções, que compreendiam três níveis de arquibancadas, ao invés do tradicional "primeiro a camada inferior, depois a superior". Afinal, quando uma seção fosse finalizada, poderia ser capitalizada em ações de publicidade e suas cativas entregues a seus donos.
A drenagem foi a melhor do Brasil por décadas / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Antes das obras pesadas, de elevação das arquibancadas, as últimas construções de base foram realizadas. Em 20 de abril de 1955, o sistema de 24.000 m² de drenagem, concebida cientificamente pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) foi entregue ao preço de Cr$ 4.382.437,00. No decorrer do ano ainda foram construídos os túneis, o fosso, a rede de irrigação e a da arquibancada térrea ao custo de Cr$ 6.010.400,00 (Ambas obras a cargo da Civilsan).
Muitas solenidades marcaram o ano de 1956. Em 24 de janeiro, o Conselho Deliberativo batizou oficialmente o Morumbi: Estádio Cícero Pompeu de Toledo, em homenagem ao grande idealizador. No dia seguinte, aniversário do clube, celebrou-se a Festa do Jequitibá. Nessa cerimônia foi plantada uma árvore em terra provinda de todos os municípios do Estado, representando assim a união do povo paulista pelo estádio.
O jequitibá plantado sobre a terra de todos os municípios do Estado / Acervo Agnelo Di Lorenzo e Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Eterno Presidente do São Paulo, Cícero Pompeu de Toledo foi o responsável pelo início da construção do Estádio do Morumbi. Presidente do clube de 1947 à 1958 (eleito por seis vezes), somente se afastou da função por motivos de saúde, vindo a falecer em 1959 - não chegou, assim, a ver o sonho concluído. Por todo o empenho, o Estádio foi batizado com o nome dele em 1956. Um busto em honra ao dirigente é exposto no Salão Nobre do Clube.
Tudo era motivo de festejo e, claro, de publicidade. Então, em 25 de agosto, o São Paulo inaugurou o gramado (do tipo Batatais, elaborado pelo engenheiro Hermes Moreira de Souza, do Instituto Agronômico de Campinas), com festa e churrasco oferecidos à imprensa. Nessa estreia surgiram as primeiras traves redondas do Brasil. Foi nessa época que o Tricolor adquiriu o primeiro trator particular para cuidar da grama. Na verdade, trocaram a máquina pelo passe de um jogador...
As traves sem quina - alívio para os jogadores / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Curiosamente, a primeira peleja sobre o gramado do Morumbi aconteceu dias depois, quando o time dos funcionários do clube, a ABF SPFC (Associação Beneficente dos Funcionários do São Paulo Futebol Clube) enfrentou o time da firma Domingos Raele & Cia. Por causa disso os funcionários tomaram boas reprimendas de Paulo Planet Buarque, ex-diretor de propaganda.
Já na comemoração do 27º aniversário são-paulino, em 25 de janeiro de 1957, aconteceram as primeiras atividades esportivas oficiais do Morumbi, com destaque ao atletismo. Das 9h às 15h, foram realizadas inúmeras provas de corrida, na pista ainda não finalizada do estádio. Vale destacar a participação do recordista Adhemar Ferreira da Silva, naquela altura atleta do Vasco da Gama, que vestiu mais uma vez a camisa são-paulina como parte das festividades (saltou 15,20 m e venceu!).
Revista Tricolor nº 51
Balanço até 31 de julho de 1956
Em documento da Comissão Pró-Estádio, datado de 23 de agosto de 1956 e assinado por Cícero Pompeu de Toledo, Amador Aguiar e Laudo Natel, é afirmado que até a data de 31 de julho de 1956, o São Paulo havia despendido Cr$ 56.054.599,90 em toda a construção, abaixo enumeradas:
Bens imóveis – Terreno: Cr$ 2.330.094,10
Drenagem, Galeria, Arquibancadas e Outros: Cr$ 24.775.633,00
Fundações, Terraplanagem e Ligações de Blocos: Cr$ 17.226.973,20
Conta do Arquiteto João Vilanova Artigas: Cr$ 1.968.809,10
Maquetes, Projetos, Cartórios, e outras despesas: Cr$ 12.083.184,60
Ao passo que arrecadara Cr$ 58.872.050,20 para a mesma, assim descritos: 
Doações: Cr$ 900,00
Cadeiras Cativas: Cr$ 52.029.000,00
Concessão de exploração de bares e propaganda: Cr$ 6.700.000,00
Campanha de Fundos: Cr$ 50.020,00
Juros e Descontos: Cr$ 92.130,20
Restando em caixa e em bancos, então, a quantia de Cr$ 487.356,20.
Ou seja, em sua primeira fase das obras, a conta do Morumbi era positiva, e talvez por isso mesmo o time de futebol do São Paulo se manteve competitivo naquele período, sendo Campeão Paulista de 1953 e 1957.
Respeito ao passado ao se construir o futuro / Revista Tricolor nº 51
Mas a pelota também rolou. O primeiro jogo autorizado do Estádio - embora não tenha caráter oficial - aconteceu naquele dia 25 de janeiro entre seleções de veteranos paulistas e veteranos cariocas. Foram 30 minutos (15 x 15) disputados sobre a grama alta do Morumbi, dos quais os locais saíram vencedores, com gols de Renato (14 minutos do primeiro tempo) e Pinga II (aos três do segundo tempo). Os cariocas descontaram com Anito, dois minutos depois.
Sillio del Debbio foi o árbitro e as equipes, as seguintes: Paulistas - Narciso, Lamparina e Norival (Argemiro); Caieira, Og e Dino; Pinga II, Lorena, Renato (Badi), Paulo e Álvaro; Cariocas (ou Bangu/Madureira): Alfredo (Nahem); Domingos e Laerte; Laleco, Brito e Mineiro; Mota, Anito, Moacir Bueno, Djalma Canhoto e Pedro Nunes.
Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Foi justamente nessa época (1956-1957), com tantos eventos que chamavam a atenção do público (dos quais também vale destacar os treinamentos do time profissional), que o apelido "Estádio do Morumbi" começou a se tornar popular - afinal para este bairro os convidados tinham que se deslocar nessas ocasiões.
Antes, quando se falava do terreno, usava-se mais o termo "do Jardim Leonor", a gleba da qual a área são-paulina foi extraída das posses da Imobiliária Aricanduva. Pelas demarcações do município, entretanto, o lote oficialmente com este nome é nas vizinhanças e o Estádio sempre se manteve dentro dos limites do Morumbi.
Treino com muitos espectadores / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Mas até o estádio são-paulino ter um nome oficial e mesmo até o apelido ganhar renome, outros foram cogitados. Nenhum, contudo, que tenha sobrevivido em tinta e papel. Constam, por relatos de pessoas da época, como Jérson da Costa Ramos (ex-funcionário do Arquivo Histórico), que foram sugeridos nomes em honra ao povo paulista, como Estádio dos Bandeirantes e Estádio Nove de Julho. Luiz Cássio dos Santos Werneck teria sido voto vencido nessa questão (antes de ser posta em decisão do Conselho Deliberativo, vale dizer), pois defendia homenagem desse tipo.
A ideia de unir o povo paulista em torno do estádio, porém, ainda voltaria à tona, futuramente. O termo "Paulistão" para o carnê lançado em 1968 - como se verá, também um pretenso apelido para o Morumbi - não foi à toa. Muito antes, todavia, campanhas internas tentaram aproximar a população de todo o Estado. A maioria não saiu do papel e das pranchetas publicitárias.
Concepções artísticas nunca utilizadas (tudo bem que é rascunho, mas nem o escudo acertaram) / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Em 31 de outubro de 1956, a Prefeitura de São Paulo promulgou a lei nº 5.073 a qual concedia auxílio de até Cr$ 10.000.000,00 em apólices da dívida pública (com juros de 8% ao ano) às obras do Estádio do Morumbi. Os títulos foram negociados na bolsa de valores e renderam um valor líquido de Cr$ 5.473.000,00 ao clube, sendo o montante registrado em seu livro caixa diário sob o nome do Decreto nº 3.401 de 18 de dezembro de 1956 da Prefeitura de São Paulo. 
Cabe ressaltar que a quantia em si é ínfima perto do despendido pelo Tricolor durante todo o processo de construção de seu estádio – como os números apresentados aqui bem revelam – e que essa ação não teve validade somente para um único clube, como a lei de 5.066 de 22 de outubro do mesmo ano revela, ao promulgar o mesmo auxílio ao Corinthians (sob Decreto nº 3374, de 5 de dezembro de 1956. Em verdade, todos os clubes grandes da capital foram agraciados por medidas idênticas, e o São Paulo não foi o primeiro – mas foi o único a fazer bom uso. 

Medalhas de recordação do evento / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Visando manter os holofotes do povo no estádio, o São Paulo promoveu uma competição amistosa em junho de 1957, o Torneio Internacional de Futebol - Copa São Paulo. As partidas do certame se deram no Pacaembu e no Maracanã. Do estrangeiro foram convidados a participar o Dinamo Zagreb (então Iugoslávia), Belenenses (Portugal), Lazio (Itália) e Sevilla (Espanha). Flamengo, Corinthians e Vasco da Gama (reforçado com santistas) também tomaram parte, além do Tricolor.
Praticamente um campeonato mundial (como visto em 2000), as equipes foram divididas em dois grupos (Rio de Janeiro e São Paulo), os visitantes internacionais, porém, decepcionaram e não passaram da primeira fase. A fase final entre os clubes brasileiros não chegou a ser concluída, contudo, pelo pouco interesse dos mesmos em manter a competição sem os estrangeiros.  

O COLOSSO SE ELEVA
Erguido a partir do atual setor vermelho / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Entre 1956 e 1957 começou, verdadeiramente, a construção do maior estádio particular do mundo. E não foi ao acaso que a fila de títulos do Tricolor começou em 1958. Os esforços financeiros do Clube passaram a ser destinados, em grande parte, à fase mais difícil da construção do Estádio. Em pouco mais de um ano, o São Paulo desembolsou quase 100 milhões de cruzeiros - nos quatro anos anteriores gastou pouco mais da metade disso.
A instalações hidráulicas e elétricas (Sociedade Comercial e Instalador Scil Ltda., Cr$ 1.255.104,60) foram finalizadas em setembro de 1956. As fundações foram concluídas em setembro de 1957, por Cr$ 20.000.000,00. Seis vãos de gigantes (espaços entre as colunas de sustentação) foram terminados em seus três níveis e outros 19 vãos ao redor, até as cativas, em fevereiro de 1957. Até agosto de 1958 todos os níveis foram levantados, mas, somente em março de 1960, finalizados, com o acréscimo de outros cinco vãos. Tudo ao custo de Cr$ 78.681.571,60 (Civilsan). 
Os ossos do Morumbi em 1959 / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Com essa configuração, o Morumbi teria sua inauguração parcial. Até lá, contudo, faltavam outros detalhes: a pista de atletismo, configurada por Dietrich Gerner, foi inaugurada em 9 de abril de 1960. As rampas de acesso provisórias e pisos do pavimento térreo foram entregues em 20 de julho, por módicos Cr$ 7.000.000,00 (Civilsan). Já os bancos das numeradas e cativas foram instalados por Cr$ 10.600.000,00 (Domingos Raele & Cia Ltda.). Para pregá-los, Laudo Natel teve que virar garoto propaganda de uma indústria (Parafusos Marpi S/A) e assim conseguir 400 mil unidades de graça.
Por fim, necessário para separar a torcida do canteiro de obras, o muro de entorno - com espaço para 47 painéis publicitários -, saiu por Cr$ 4.000.000,00 (Santoro & Alves). Triste foi a derrubada do velho Pinheirinho, retrato do lento avanço das obras. Reza a lenda que a esposa do presidente Laudo Natel, Maria Zilda, impediu o corte da árvore, pois nela havia um ninho de passarinho. Passaram-se quase oito anos até que, enfim, ele fosse derrubado por causa da construção do muro.
A instalação do gramado com o Pinheirinho ao fundo / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Comissão Pró-Estádio de 30 de abril de 1958: Presidente: Laudo Natel; Vices-Presidentes: Dr. Piragibe Nogueira; Monsenhor Francisco Bastos e Dr. Mário Tavares Filho; Secretário: Manoel Raymundo Paes de Almeida; Tesoureiro: Marcel Klaczko; Demais membros: Altino de Castro Lima, Amador Aguiar, Dr. Breno Caramuru Teixeira, Dr. Caetano Estelita Pernet, Dr. Carlos Alberto Gomes Cardim, Dr. Frederico Antônio Germano Menzen, General José Porphyrio da Paz, Dr. Jovelino Bahia, Júlio Brisola, Luís Campos Aranha, Dr. Manuel José de Carvalho, Dr. Paulo Machado de Carvalho, Dr. Paulo Planet Buarque, Dr. Pedro Franca Pinto, Dr. Roberto Barros Lima e outros.
O segundo lote do terreno do Morumbi (B, abaixo), de 25.936 m², foi adquirido em 13 de julho de 1959, também por doação, junto a Imobiliária Aricanduva, como o acordado nos termos de 12 de novembro de 1952 (Tabelião Firmo, Livro de Notas 644, pg 43). O terceiro e último lote (C), de 29.584 m² foi comparado pelo São Paulo junto aos mesmos proprietários pelo valor de Cr$ 8.875.200,00 em contrato firmado no dia 3 de março de 1965 (Tabelião Firmo, Livro de Notas 644, pg 40V).
Os três lotes do terreno do Morumbi / Última Hora de 5 de agosto de 1952
Longe de estar finalizado, a Comissão Pró-Estádio achou por bem inaugurar o estádio, mesmo incompleto, pois passaria a obter mais recursos provindos de bilheteria e também de ações publicitárias e promocionais, pelo destaque do Morumbi na imprensa. Além de, claro, saciar a vontade do são-paulino em ver e ocupar sua própria casa.
Inicialmente, cogitou-se chamar a equipe do Peñarol para a honra do primeiro jogo no novo estádio. A proposta teria sido levada pelo presidente da FPF, João Mendonça Filho, junto a uma oferta de 400 mil cruzeiros (e a promessa do Tricolor enfrentá-los também no Centenário, posteriormente), quando da ocasião do jogo da Seleção Brasileira contra a do Uruguai, neste país (9 de julho). Pela falta de tempo disponível para acertar os detalhes dessa partida, a princípio pensada para o dia 14 de julho, desistiu-se do evento. 
Cartaz de divulgação do jogo / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Um mês depois, no dia 13 de agosto, o Sporting Club de Portugal aceitou o convite para ser o antagonista do São Paulo na inauguração do Estádio Cícero Pompeu de Toledo, no dia 2 de outubro, sem nenhum tipo de contrapartida financeira. Na mesma época, acertou-se a vinda do Nacional, do Uruguai, para um segundo jogo festivo.
Antes dos amistosos, porém, o São Paulo Futebol Clube apresentou o estádio oficialmente à imprensa. Cronistas da ACEESP foram convidados, no dia 25 de setembro, a conhecerem os setores de trabalho destes profissionais (cabines de rádio e televisão, tribuna de imprensa e tribuna oficial). Neste evento, inaugurou-se o busto de Cícero Pompeu de Toledo - hoje visto no Salão Nobre Luiz Campos Aranha.

INAUGURAÇÃO DO MAIOR ESTÁDIO PARTICULAR DO MUNDO
O Esporte, 1 de outubro de 1960
Com tudo preparado, chegou a data de inauguração: 2 de outubro de 1960. O convidado para repartir a honra desta festividade, o Sporting de Lisboa, havia chegado alguns dias antes e se preparado para o confronto hospedando-se na Ilha da Madeira, o Canindé, do clube irmão: a Portuguesa.
O evento teve início com a benção do novo estádio realizada pelo Cardeal Dom Carlos Carmelo de Vasconcelo Motta e seguiu com o hasteamento das bandeiras do Brasil e de Portugal sob os acordes dos respectivos hinos nacionais. A solenidade prosseguiu ao soarem os clarins de Banda da Força Pública que deu "toque de silêncio" em homenagem póstuma ao idealizador e grande responsável pela construção do maior estádio particular do mundo, à época, o saudoso presidente Cícero Pompeu de Toledo, que nunca chegou a ver sua maior façanha concluída, falecido antes por grave doença.
O primeiro ingresso / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
A justa comoção deu lugar às salvas e hurras ao som do apito do árbitro, Sr. Olten Ayres de Abreu, que deu início a peleja internacional. São Paulo Futebol Clube contra Sporting Club de Portugal. O Tricolor, desfalcado de De Sordi e Dino Sani, contundidos, tinha na figura do capitão, o goleiro Poy, uma das principais figuras em campo. Gino e Canhoteiro também eram grandes nomes, mas o destaque e a principal honra da partida coube a outro jogador...
O primeiro gol da história do Morumbi nasceu no 12º minuto e foi assim narrado pela Gazeta Esportiva Ilustrada, daquela quinzena de outubro de 1960: "partindo a ação no flanco esquerdo, com Canhoteiro e Gino. Deste a bola rolou para Fernando Sátyro, isolado nas proximidades da área. O médio preferiu não cerrar, largando passe largo para a direita onde se achava deslocado Jonas, que executou um centro a meia altura. A bola foi encontrar Peixinho na pequena área envolvido por vários adversários. Enquanto estes ficavam na expectativa, o "filho de Peixe" testou baixo para as redes de Anibal".
Peixinho deixando o nome na história / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
O gol foi o único da partida festiva. Como não poderia deixar de ser, o São Paulo começou a trajetória histórica no Morumbi com vitória. Peixinho, assim chamado por ser filho do antigo jogador, também artilheiro, Peixe, afirmou à mesma Gazeta Esportiva Ilustrada: "Hoje sou o mais feliz de todos os são-paulinos. Quando vi a bola "beijar" as redes, senti vontade de chorar, rir, pular feito um doido. E acho que não era para menos. De qualquer forma, meu nome vai ficar na história do nosso grande estádio. E eu, como jogador de futebol e como são-paulino, não quero mais nada na vida!"
Poucos lembram se Arnaldo Poffo Garcia ganhou ou não ganhou mais títulos por onde passou, mas todos lembram, claro, do lance que o eternizou. Do gol histórico, o primeiro gol do Morumbi. Tanto que o estilo de gol que realizou naquele dia ficou conhecido desde então, até hoje, como a jogada "peixinho" (pular "de cabeça" em direção a bola, e assim, atirá-la para o gol).
O Morumbi no dia 2 de outubro de 1960 / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Encerrada a partida, as personagens do jogo eram somente elogios ao novo estádio e ao São Paulo Futebol Clube: Gonzalez (técnico do Sporting) - "Estou satisfeito, muito satisfeito, por ter tido a felicidade de presenciar um espetáculo assim. Parabéns ao Tricolor". Poy, feliz, disse: "Se eu parasse de jogar futebol hoje, nada teria faltado na carreira".
Laudo Natel, o sucessor de Cícero Pompeu de Toledo, que levou a cabo a construção do Gigante do Morumbi e que costuma dizer que o Morumbi foi o fruto de fé e perseverança, completou: "O público prestigiou a nossa festa dando-nos a alegria de ver o estádio quase que totalmente lotado. Quero agradecer a são-paulinos, palmeirenses, corintianos, lusos, santistas, enfim, quero agradecer a todos que hoje aqui compareceram. Eles viveram conosco estes grandes momentos da vida do São Paulo e do desporto paulista e brasileiro".
Ademar, Poy, Gildésio, Fernando Satyro, Riberto, Victor e Serrone (roupeiro); Peixinho, Jonas, Gino Orlando, Gonçalo e Canhoteiro / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
São Paulo Futebol Clube 1 x 0 Sporting Club de Portugal
SPFC: Poy; Ademar, Gildésio, Riberto, Fernando Sátyro, Victor, Peixinho, Jonas (Paulo Lumumba, depois Cláudio Garcia), Gino Orlando, Gonçalo e Canhoteiro (Roberto Frojuello). Técnico: Flávio Costa
SCP: Aníbal; Lino, Morato, Hilário, Mendes, Júlio, Hugo, Faustino, Figueiredo (Fernando), Diogo (Geo) e Seminário. Técnico: Alfredo Gonzalez
  • Gol: Peixinho, 12' do 1º tempo
  • Árbitro: Olten Ayres de Abreu
  • Renda bruta: Cr$ 7.868.400,00
  • Renda líquida: Cr$ 7.779.900,00
  • Público pagante: 56.448
  • Público presente: 64.748
Logo no primeiro jogo, o Morumbi já estabeleceu um recorde: a renda obtida foi a maior na história do futebol no Brasil, até então. 
Friedenreich entre os homenageados / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Os festejos de inauguração do Morumbi duraram uma semana. No domingo posterior ao debut, o São Paulo promoveu uma série de eventos em jornada de rodada dupla. Na preliminar, um time formado por veteranos do Tricolor (composto praticamente por integrantes do famoso Rolo Compressor, dos anos 40) enfrentou a Seleção Paulista.
Veteranos do São Paulo 0 x 3 Veteranos da Seleção Paulista
SPFC 1º tempo: King (Fernando); Savério e Renato (Castanheira); Herculano Squarza; Azambuja e Hélio Silveira (Hélio Leite); Mendes, Jofre (Américo), Eliseo (Antoninho Campos), Leopoldo e Vignola. 2º tempo: Gijo (Doutor); Piolim (Savério) e Virgílio (Turcão); Jacó, Rui e Noronha; Luizinho, Sastre, Ponce de León (Friaça), Remo e Teixeirinha.
Seleção 1º tempo: Lourenço, Falco, Lorico, Belacosa, Tinoco, Ceci, Levorato, Lima, Neco, Paulo e Agostinho. 2º tempo: Oberdan, Caieira, Lorico, Machado (Luizinho), Og Moreira e Ceci (Beni), Coutinho (Ministro), Lima, Araken, Paulo (Álvaro) e Hércules.
Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
150 jovens da fanfarra do Instituto de Educação Dr Washington Luis Pereira de Sousa, de Mogi das Cruzes - campeões do interior paulista desse tipo de parada musical - desfilaram na pista do Morumbi entre a partida preliminar e a principal.
A associação Ases de Rodas, que cuidava de pessoas com necessidade de uso de cadeiras de rodas, também foi homenageada: percorreram o anel de atletismo vestidos com camisas de todos os clubes integrantes da primeira divisão da FPF.
Os três convidados / Álbum de Inauguração do Morumbi
No jogo de fundo, o Tricolor enfrentou o Nacional do Uruguai. Para esta partida foram convidados jogadores de outros times para alinharem-se com a camisa são-paulina a fim de que o Morumbi fosse apresentado aos torcedores desses clubes. Pelé foi a ausência sentida de última hora, contundido (Olavo, do Corinthians, pelo mesmo motivo também faltou).
Julinho Botelho e Djalma Santos, do Palmeiras, Almir Pernambuquinho e Ari (este, ficou somente no banco de reservas), do Corinthians, porém, vestiram o manto e ajudaram o Tricolor a golear os uruguaios por 3 a 0, gols de Canhoteiro e Gino Orlando (duas vezes).
São Paulo Futebol Clube 3 x 0 Club Nacional de Football
SPFC: José Poy; Djalma Santos, Gildésio (Gérsio) e Riberto; Fernando Sátyro e Victor; Julinho Botelho, Almir Pernambuquinho, Gino Orlando, Gonçalo e Canhoteiro.
CNF: Sosa; Troche, Di Fábio, Messias (Martinez), Ruben Gonzalez, Collazo, Hector Nuñez (Avalo), Hector Rodrigues (Aloes), Rodrigo, Leopardi e Escalada.
  • Gols: Canhoteiro, 24/1; Gino Orlando, 4/2; Gino Orlando, 44/2
  • Árbitro: Romualdo Arppi Filho
  • Renda bruta: Cr$ 3.099.000,00
  • Renda líqüida: Cr$ 3.000.010,00
  • Público pagante: 22.954

FÉ E PERSEVERANÇA - POR LONGOS 18 ANOS
Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Em 1961, o Morumbi se conectou ao resto do mundo. A linha de ônibus Largo de Pinheiros-Morumbi foi inaugurada em 21 de setembro. Neste ano o São Paulo ainda desembolsaria Cr$ 46.152.000,00 com a construção de duas torres de concreto e instalação de cabines e outras instalações elétricas (Civilsan). Iluminação, contudo, só veio, e de modo provisório, em 1968. Por fim, construiu mais 6 vãos de arquibancada, ao valor de Cr$ 114.736.436,00 (Cia Construtora Nacional S/A).
Com o Morumbi a meio caminho andado, a diretoria voltou a atenção para o patrimônio social. Em 26 de outubro, o Conselho Deliberativo instituiu o Título Patrimonial, ao custo de Cr$ 100.000,00 a adesão. Logo de cara, 7.500 foram vendidos. O título financiou a construção do parque aquático, dos vestiários, das instalações hidráulicas, elétricas, de manutenção e de tratamento de águas, orçada em Cr$ 55.126.486,00 (Civilsan). Quadras e outros empreendimentos arredondaram a conta para cerca de 100 milhões. O Complexo Social foi inaugurado em 30 de setembro de 1962.
Propaganda dos títulos patrimoniais / O Estado de São Paulo de 27 de outubro de 1965
Relatórios financeiros da Construção do Estádio do Morumbi até 1961.
As principais despesas da construção do Morumbi, assim descritas:
Anteprojetos de Construção: Cr$ 120.000,00
Projeto e execução de Vilanova Artigas: Cr$ 100.000,00
Terraplanagem: Cr$ 3.270.396,00
Fundações: Cr$ 20.000.000,00
Galeria de águas: Cr$ 2.410.279,00
Sistema de drenagem: Cr$ 4.382.437,00
Túneis, irrigação e outras obras: Cr$ 6.010.400,00
Gigantes 49-55, cativas inferiores 45-49 e 55-70: Cr$ 78.681.571,60
Hidráulica e Elétrica: Cr$ 1.255.104,60
Preparatórios de inauguração: Cr$ 7.000.000,00
Muro de entorno: Cr$ 4.000.000,00
Outros (material de construção, bancos, etc): Cr$ 114.239.424,60
Total: Cr$ 241.469.612,80
Enquanto que as principais fontes de receitas foram as seguintes:
Cadeiras cativas: Cr$ 250.095.750,00
Títulos Patrimoniais: Cr$ 191.438.700,00
Contrato com Companhia Antárctica Paulista: Cr$ 5.000.000,00
Total: Cr$ 446.534.450,00
Em verdade, o valor arrecadado pela Campanha de Títulos Patrimoniais foi investido, também e até 1962, na construção do Complexo Social. Sendo assim, os rendimentos obtidos pela venda de cadeiras cativas (resultado do montante lançado no passivo, no quadro abaixo, subtraída a quantia ainda por receber, no ativo) e pelo contrato de concessão de exploração de bares e lanchonetes com a Companhia Antárctica Paulista – um total de 255.095.750,00 – foram os principais fomentadores da Construção do Estádio do Morumbi, estipulado, até então, em Cr$ 241.469.612,80, conforme também consta no balanço abaixo ilustrado sob o item “Construção da Praça de Esportes”. 
O primeiro "busão" que partiu para o Morumbi / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Balanço patrimonial da Comissão Pró-Estádio até 1961
Ativo
Bens Imobilizados
Bens imóveis: Cr$ 9.575.200,00
Móveis e utensílios: Cr$ 1.154.567,50
Construção da Praça de Esportes: Cr$ 241.469.612,80
Total Cr$ 252.199.380,30
Valores Disponíveis
Caixa: Cr$ 1.259.047,50
Bancos: Cr$ 7.792.988,90
Total: Cr$ 9.052.036,40
Créditos da Comissão
Contas correntes devedores: Cr$ 350.687,60
Cadeiras Cativas a Integralizar: Cr$ 28.243.350,00
Títulos Patrimoniais a Integralizar: Cr$ 356.021.300,00
Total: Cr$ 384.615.337,60
Valores em Transição
Obras Contratadas: Cr$ 133.337.300,60
Saldo de exercício: Cr$ 196.730.226,70
Total: Cr$ 330.067.527,30
Final: Cr$ 975.934.281,60
Passivo
Fundo de Garantia
Cadeiras Cativas: Cr$ 279.199.100,00
Títulos Patrimoniais: Cr$ 547.460.000,00
Total: Cr$ 826.659.100,00
Responsabilidades da Comissão
Conta correntes credores (curto prazo): Cr$ 6.899.984,00
Títulos a pagar (longo prazo): Cr$ 109.019.757,60
Hipotecas a pagar (longo prazo): Cr$ 26.995.000,00
Compromissos por compra de terrenos (longo prazo): Cr$ 860.440,00
Total: Cr$ 143.775.181,60
Passivo em Transição
Contas de concessões futuras: Cr$ 5.500.000,00
Final: Cr$ 975.934.281,60
Morumbi: destino final / Acervo Folha Press
O período que se seguiu foi de grande estagnação. Os recursos financeiros líquidos rapidamente foram consumidos. Os valores obtidos pelos títulos patrimoniais e cadeiras cativas eram significativos, mas obtidos a longo prazo. O reduzido capital foi investido na compra do último lote do terreno, de 29.584m², junto a Aricanduva, para expansão do Social. Cr$ 8.875.200,00 pagos em suaves parcelas.
Sem o suficiente em caixa, o Morumbi nada avançou de 1961 a 1968. No período em que o Tricolor mais se dedicava à areia, pedra e cimento, contudo, surgiu um ídolo incrível: Roberto Dias. Certa vez, o técnico são-paulino, Aimoré Moreira, ao ser questionado sobre o que ele precisaria pra transformar o time em um clube novamente campeão, respondeu: Dez Dias.
Quadros que atestam: de 1961 a 1968 só um setor construído / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Talvez, o ícone dessa década seja melhor explicado por este simples poema de Alex Popst:
Nos anos sem casa...
No tempo sem teto.

Nos anos de
cimento;
chumbo
e concreto.

Dias de paz...
Classe
E Roberto.
O primeiro sistema de refletores / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Foi justamente neste período de poucos avanços que o presidente do São Paulo, Laudo Natel, iniciou sua carreira política. Eleito Vice-Governador do Estado, por chapa independente, em 1962, assumiu o cargo majoritário por oito meses, entre 1966 e 1967. Após cumprir seu mandato, não voltou a desempenhar função pública até 1971, após a conclusão do Gigante.
Patrono do Tricolor, Laudo Natel foi o homem que tornou o sonho do Morumbi realidade. Moço do interior, cresceu na cidade grande como diretor de banco. Pelo talento administrativo, Cícero Pompeu lhe trouxe ao clube, a princípio como tesoureiro, em 1951. De cara, Natel instituiu a publicação de todos os balanços do clube - feito que ocorre desde 1952 anualmente, em veículos de grande porte. Assim, rapidamente assumiu a presidência do São Paulo, ocupando-a por sete mandatos, de 1958 à 1971. Em 1970, após 18 anos de obras e sacrifícios, Laudo entregou aos são-paulinos o maior patrimônio. Para coroar, ainda mobilhou a casa com grandes ídolos, como Gerson e Pedro Rocha, além de títulos (Paulistas de 1970 e 1971).
Na época da inauguração: ninguém nas vizinhanças / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Não contando com qualquer ajuda governamental, o Morumbi só voltou a crescer, e a passos largos, em 1968, com o advento do fantástico Carnê Paulistão. "A Grande Jogada é Construir o Paulistão" foi uma campanha idealizada por Hélio Setti e Oswaldo Molles. Na TV Excelsior, nos intervalos das novelas, sorteava-se prêmios para aqueles que estivessem em dias com as suas mensalidades.
O nome Paulistão foi uma tentativa de se apelidar o Estádio Cícero Pompeu de Toledo como simbolo de toda a população do Estado. Apesar do sucesso do produto comercial, a alcunha, em si, jamais pegou. Nesse aspecto, o estádio sempre foi o Morumbi. 
Carnê da série original / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Com tiragem inicial de 100.000 unidades, o carnê foi tão bem sucedido que ganhou outras seis séries, totalizando 700.000 carnês, vendidos a NCr$ 5,00 (cada qual com 12 prestações no mesmo valor). Outros clubes, posteriormente, adotaram a mesma prática, inclusive pressionando o São Paulo a romper sua patente. Os carnês concorrentes não vingaram, e o Tricolor, então, se comprometeu a repassar-lhes uma quota de seus ganhos.
Com as finanças em dia (sobrou dinheiro até para contratações de craques como Gérson, Toninho Guerreiro, Pedro Rocha, Forlán...), o que o São Paulo não pôde realizar em oito anos, o fez em dois. Ao custo de NCr$ 6.890.000,00 (Cia Construtora Nacional S/A, Servix Engenharia S/A & Enbasa Engenharia e Comércio S/A)), o estádio enfim foi concluído no dia 20 de dezembro de 1969. Só faltava a festa para a entrega da obra concluída, que aconteceu de 25 de janeiro de 1970.
Anos 70: o bairro ainda é deserto / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
A inauguração definitiva do estádio se deu em partida contra o Porto, de Portugal. O Estádio possuía, então, capacidade para 149.408 pessoas.
SÃO PAULO Futebol Clube 1 x 1 Futebol Clube do PORTO
SPFC: Picasso; Édson Cegonha (Cláudio Deodato), Jurandir, Roberto Dias e Tenente; Lourival e Gérson; Miruca, Zé Roberto (Téia),Toninho Guerreiro (Babá) e Paraná. Técnico: Zezé Moreira
Gols: Miruca, 35’/1.
FCdP: Vaz; Acácio, Valdemar, Vieira Nunes e Sucena; Pavão e Gomes; Chico (Celinho), Pinto (Ronaldo), Rolando e Nóbrega. Técnico: Elek Schwartz.
Gol: Vieira Nunes, 32’/1.
  • Árbitro: José Favilli Neto
  • Renda: NCr$ 440.258,00
  • Público: 107.869 pagantes
Gerson contra o Porto / Arquivo Histórico do São Paulo Futebol Clube
Realmente, como diz Laudo Natel, a construção do Morumbi foi uma obra de igreja, realizada com o que se podia, aos poucos, pela venda de ideias, fazendo jus ao um belo mote: Fé e Perseverança. E já que era um sonho, que fosse grande! Sempre fazendo o possível primeiro, e o impossível depois. 

TOTAL DE VISUALIZAÇÕES, MAIS  HUM MILHÃO   E 326 MIL 06/10/19.




O POETA MARATONISTA!
             
 Chiquitinha  (Gamaliel Chagas) na  Maratona  do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min),  foto no  no aterro do  Flamengo/RJ, 42,195 km.

                         CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
                   (A Poesia do Corredor)

                          Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!

Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em  frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...

É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz,  porque a corrida me faz bem.

A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.

É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...

     Poetizada  em  13/02/1985/Cidade  de Dias D'Ávila, quando Gamaliel Chagas/
 realizava  treinamento (Bairro de Nova Dias D'Ávila).

Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.   

                       PRINCIPAIS CORRIDAS

Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade  (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador  de futebol,    matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu  14 maratonas  em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984,  pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú  pela  BR 101  no  ano  de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de  Mata  de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas  corridas citas  sem ter apoio financeiro das prefeituras  citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive  nas duas Maratonas Internacionais  houve apoio da Copene  no translado Salvador Rio de Janeiro e vice   versa, ajuda  na  estádia), sendo  passagens  de ida e volta  a  custo do atleta, e trabalhava das 8 horas  as  17 horas e compensava  os dias  da estadia em New  York (5 dias em 1984 e 1986).

CORREU UM  "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE  DE SALVADOR,   COM 37 KM, EM 1987
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GAMALIEL CHAGAS - RESUMO DAS PRINCIPAIS CORRIDAS:

O MARATONISTA BAIANO DE 1984 - BICAMPEÃO DOS 10 E 5 MIL METROS NA PISTA DA FONTE NOVA 1983/84.
2 MARATONAS INTERNACIONAIS /CIDADE DE NOVA YORQUE
PENTACAMPEÃO MATENSE DE VETERANOS / CORRIDA RÚSTICA DO BOMFIM DE MATA DE SÃO JOÃO, NA DÉCADA DE 2000.
15 MARATONAS COMPETIDAS - COMPETIÇÃO NO ATLETISMO BAIANO BRASILEIRO, EM 6 ESTADOS DO BRASIL! 5 MARATONAS NO RIO E JANEIRO, 2 EM BRASILIA, 2 SÃO SILVESTRES EM SÃO PAULO, ANOS 1983/84. VÁRIAS ELIMINATÓRIAS BAIANA DA S. SILVESTRE NA DÉCADA DE 1980.

COMPETIU:

01 MARATONA EM SÃO PAULO, 01 EM JOÃO PESSOA, 30 KM DE SÃO CRISTÓVÃO A ARACAJU EM 1985, 2 MARATONAS EM BRASILIA.
COMPETIÇÃO 3 OLIMPÍADAS DO POLO PETROQUÍMICO DE CAMAÇARI ONDE FOI BICAMPEÃ, COMPETIU NOS CITADOS JOGOS, NOS 10M, 1.500M, 5 E 10 MIL METROS, ALÉM DE 28 HM DE CAMAÇARI A PRAÇA ACM IDA E VOLTA, QUANDO FICOU EM 5º LUGAR ANO 1982.
COMPETIU DEZENAS DE CORRIDAS EM SALVADOR E CIDADES DO INTERIOR DA BAHIA, CONQUISTANDO MEDALHAS E TROFÉUS....

NESSE PERÍODO TRABALHAVA DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, TREINAVA DAS 17H40 ÁS 20H30 DA NOITE. E FIM DE SEMANAS.


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TOTAL DE VISUALIZAÇÕES, MAIS  HUM MILHÃO   E 324 MIL 06/10/19.



  CAMPOS PROFISSIONAL 4,  1 CAMPO COBERTO, UMA  CAIXA  DE AREIA, NA BASE/  8  CAMPOS DE GRAMA  P/ TREINAMENTOS,  1 COBERTO,  1 CAXA DE AREIA E UM MINE  ESTÁDIO PARA   JOGOS  DA  BASE,  CAPACIDADE P/ 3  MIL  TORCEDORES./ MAQUETE DA CIDADE TRICOLOR.
ENTRADA PARA O CANTEIRO DE  OBRAS / DURANTE A  EDIFICAÇÃO  DA CIDADE  TRICOLOR  ANO  2012/F. ARQUIVO D E CHIQUITINHA  MARAVILHA, QUE ACOMPANHA AS  OBRAS DESDE MARÇO DE 2012, SENDO O 1º  SITE  A  DIVULGAR  O "RASGAR"  DAS TERRAS, ONDE FOI EDIFICADA A  CIDADE TRICOLOR, TUDO VOLUNTARIAMENTE DE  2012 A  2019, SEM VINCULO COMERCIAL, POLÍTICO OU EMPRESARIAL.  
Cidade  Tricolor  sendo  erguida, a foto canteiro  de obras, estrutura   pre moldada  do edifício da Academia,  Alojamentos para Atletas Profissionais e outras  edificações, via de acesso a   Cidade Tricolor em  construção, nota-se,  as  placas pré  moldadas,  sendo  erguidas.. foto inicio de  2013/ Chiquitinha Maravilha, desde 2012 a 2019, cobrindo voluntariamente as obras do CT do EC Bahia.
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                    TOTAL DE VISUALIZAÇÕES, MAIS  HUM MILHÃO   E 319 MIL 27/9/19

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GOVERNADOR  JOSÉ JOAQUIM SEABRA!
SUA  BIOGRAFIA.             
Por Chiquitinha  Maravilha  

Governador   José Seabra  Líder Liberal Democrata, foi  destaque, sendo considerado o Maior Governador Baiano  da  Chamada  Republica Velha (1890 a 1930). 

Seabra: Carisma, Oratória Eloquente,  visão de  modernidade, liderança  incontestável  na  política  baiana  e  brasileira de 1890  a 1930. Seabra nasceu  no então Distrito dos Mares na   Cidade Baixa em Salvador /Bahia no  dia  22/08/1855 e faleceu  no  Rio de Janeiro em 07/12/1942, sendo sepultado no dia 12/12/1942 no Campo Santo, Cidade de Salvado perante uma multidão de   pessoas,  como jamais visto num funeral na cidade  de Salvador.

DE ALUNO BRILHANTE, A DOUTORADO  NA  FACULDADE  DE DIREITO DE RECIFE

 O  jovem  José  Joaquim  Seabra,  bacharelou-se  em  5/11/1877  com  22  anos  de  idade,  sendo  aprovado  com  distinção.  No  ato  da  sua  colocação  de  grau,  o  Lente  Catedrático,  homem  de  notável  inteligência,  o  Justiano  da  Silva  Guimarães,  propôs  a  Comissão  que  julgassem  o  aluno  que  acabava  de  concluir  o  curso  de  Bacharel em  Ciências  Jurídicas  e  Sociais  que  era  digno  de  um  prêmio  que  no  Estatuto  não  permitia  e  que  pelo  êxito  que  Seabra  havia  sido aprovado  no referido  curso.
     A  sugestão  foi  aceita  pela  direção  da  Faculdade  de  Recife  e  Seabra  foi  agraciado  pelo  premio  a  que  fez  jus.  Foi  um  fato  inédito,  um  precedente  jamais  concedido  a  outros alunos  dessa  Faculdade  de  Direito  de  Recife.
     Depois  de  aprovado  a  proposta  foi  levada  para  o  consentimento  do  Ministério do  Império,  que no  seu  relatório  pediu  aprovação  pela  Assembléia  da Capital  do  Império  (Rio  de  Janeiro), o  qual  também  a  proposta  foi  concedida.
     Como  estudante,  Seabra  atingiu  o  culto  às  Letras,  depois  a  Revista  Acadêmica  de  Ciências Lidas.  A  mesada  modesta  paterna,  insuficiente  para  custear  os  estudos  de  Seabra,  o  qual  teve  de  trabalhar  nas  horas  vagas,  no  caso  lecionando  Retórica. VER  COMPLETA  NO LINK

                           SEABRA UM DOS BENEMÉRITO  DO  MUNICÍPIO  DE POJUCA/BA


LINK DA SUA BIOGRAFIA COMPLETA COM FOTOS NA PESQUISA DE

CHIQUITINHA MARAVILHA.

Nota:

Leopoldina  Seabra, irmão  do  citado Governador se  casou  com o Cel Luiz  Meireles   Viana (com   descendência),  este    tio irmão  da  trisavó de Chiquitinha Maravilha,   nominada de Joana  Amélia Meireles Viana, casada  com o médico político Dr.   Antonio  Rodrigues Teixeira, 1º Intendente  da  Vila  de Mata  de S. joão em 1890 (eram primos carnais).

Cel  Luiz  Meieles    foi Vereador  na  Vila de Mata de S. João, proprietario  do Engenho  São João na  região  da povoação de Pitanga, zona  rural matense, Luiz   herdou   do seu pai  o   citado Engenho de   açúrcar, depois  passou  a  ser Fazenda com o mesmo  nome.

LINK CLICAR NO LINK


GOVERNADOR  JOSÉ JOAQUIM SEABRA! BENEMÉRITO  DO  MUNICÍPIO  DE  POJUCA/BA. GOVERNADOR ÍCONE DA VELHA  REPUBLICA   BAIANA BRASILEIRA!

SUA  BIOGRAFIA.             
   EDIFÍCIO ATUAL   DA  PREFEITURA MUNICIPAL DE  POJUCA/ EM EDIFICAÇÃO, NO ANO  DE  1923/ F. ARQUIVO DE  CHIQUITINHA   MARAVILHA, FAMÍLIA  PEREIRA  DAS CHAGAS.



FAMÍLIA DE  HERMELINDA NOGUEIRA BATISTA DOS SANTOS DE POJUCA/BA.
 A  NETA DO  BARÃO AÇU  DA  TORRE  DE MATA S. JOÃO /

 OS PAIS  DO MATENSE BARÃO AÇU DA TORRE, TIOS- IRMÃOS 4ª AVÔS MATERNOS  DE  GAMALIEL SALES  CHAGAS /CHIQUITINHA MARAVILHA

Hermelinda Meireles Nogueira (nome de solteira), casada com o capitão Manoel Baptista dos Santos, a Vila de Pojuca, foi Emancipada em 29 de julho de 1913/07/1913, sendo a Vila Instalada em 26/10/1913 pelo Governado da Bahia, José Joaquim Seabra e Comitiva Oficial, na Cidade de Pojuca/Ba. Capitão Manoel fundou a primeira Padaria, primeira farmácia e colocou energia elétrica a Motor em Pojuca. Hermelinda Meireles Nogueira (nome de solteira), pais de Antonio (Nogueira) Baptista dos Santos, prefeito do atual município Interino de Pojuca no ano de 1967. Prefeito Antônio Batista dos Santos, casado com Jovelina Cardoso (nascida em 1914), pais de Antonio Baptista Filho, (Ninito), falecido, foi Vereador em Pojuca, Etelvina (Tete), Nívea, Gilka, Carlos Alberto, Lícia, Walter Humberto e Vera Lúcia, todos nascidos em Pojuca/Ba.N. Que deveria ser Antônio Nogueira Batista dos Santos. Foto do Arquivo da Família (Nogueira) Batista dos Santos e informações da citada família na pesquisa de Gamaliel Chagas/Chiquitinha Maravilha.



LOJA  ESQUADRÃO DO EC BAHIA/ARENA  F. NOVA, FOTOS NOVA/ CAMISAS, BONÉ,  E  MUITO  MAIS
LINK POSTAGEM NASCIMENTO DO EC BAHIA FOTOS, VÍDEOS
 CHIQUITINHA MARAVILHA, O MAIS  NOVO S´CIO DAS TORCIDAS DA  NAÇÃO TRICOLOR DO EC BAHIA/ 17/05/19!. TRICOLOR DESDE  CRIANCINHA!!
           CARTEIRINHA DE SÓCIO/BAHIA DA MASSA!  CHIQUITINHA MARAVILHA

https://chiquitinhamaravilha.blogspot.com/2019/09/ct-ec-bahia-obra-26919-s-pinturas.html
LINK  COM FOTOS, VIDEOS DIA 26/9/19
ABAIXO  LINK/ DIA  24/9/19 / PRESI. BELLINTANI, VITOR FERRAZ VICE, NA  CIDADE TRICOLOR E  COMITIVA... FOTOS E VIDEOS
https://chiquitinhamaravilha.blogspot.com/2019/09/cidade-tricolor-ec-bahia-obras-24919.html


                                  MAQUETES CAMPOS DA BASE E CIDADE TRICOLOR

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                                           MAQUETES CAMPOS DA BASE E CIDADE TRICOLOR

     MINE ESTÁDIO DIVISÕES  DE BASE CAPACIDADE   INICIAL 3 MIL TORCEDORES, PODENDO SER AMPLIADO.....
 ENTRADA  PROVISÓRIA DURANTE A   EDIFICAÇÃO CT TRICOLOR 2012, FOTO CHIQUITINHA  MARAVILHA/ARQUIV

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Cidade Tricolor do Esporte Clube  Bahia, Pórtico  Tricolor  dia 03/08/16//f. Chiquitinha Maravilha. 



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 NA FOTO:
 FAMÍLIAS SALES  CHAGAS, MIRANDA CHAGAS, CHAGAS ARAUJO.. FAMÍLIA  TRONCO BASE, DA ÁRVORE GENEALÓGICA PEREIRA  DAS  CHAGAS, INICIO NO ANO DE  1549, NO  BRASIL E  ANTERIORMENTE  ABAIXO DO CITADO SÉCULO SÉCULO...

AIRAN, GAMALIEL CHAGAS, SUELI, CLÁUDIO E  ESPOSA PAULA,  BERLANGE JUNIOR ....
FILHOS  DE CLAUDIO, RODRIGO, RUAN E CLAUDIA. FILHOS  DE  JUNIOR;  ASAFE, SARA...

**********************************
NA FOTO ABAIXO: 

IRMÃOS, TIOS, SOBRINHO E  PRIMOS DAS FAMÍLIA  CITADAS /MATA  DE SÃO JOÃO/POJUCA/BA. 15/9/19 - 13H, CIDADE  DE POJUCA/ BAIRRO POJUCA  NOVA, ONDE RESIDE  A  FAMÍLIA  DE AIRAN CHAGAS ARAUJO, DESDE  1980!***

FAMÍLIA  PEREIRA    CHAGAS/BERÇÁRIO  DA REGIÃO METROPOLITANA  DE SALVADOR/BAHIA, DESDE  O SECULO XVI!


FAMÍLIA ORIGENADA DE PORTUGAL, PARA  SALVADOR, MATA  DE SÃO JOÃO, ESPALHANDO  PELA  BAHIA   BRASIL, E NO EXTERIOR.

***

GOVERNADOR DA BAHIA POR  2 MANDATOS,  JOSÉ JOAQUIM SEABRA

GOVERNADOR JOSÉ JAQUIM SEABRA, SUA  IRMà LEOPOLDINA  SEABRA   CASADA O CEL LUIS  MEIRELES  VIANA,  DE  MATA  S. JOÃO, COM DESCENDÊNCIA CEL  LUIS  MEIRELES VIANA,  TIO TRISAVÓ  DE  CHIQUITINHA MARAVILHA


POJUCA, ELEVADA A CONDIÇÃO DE   VILA, DIA 29/07/1923!

GOVERNADOR JOSÉ   JOAQUIM SEABRA    CRIOU A LEI QUE  EU ORIGEM A  VILA  DE  POJUCA,ANTES   DISTRITO  PERTENCENTE A   CATU/  DIA 29  DE JULHO DE  1913 E INSTALOU EM  OUTUBRO DO MESMO ANO  OS TÊS PODERES CONSTITUÍDOS.
HERMELINDA  MEIRELES  NOGUEIRA ,CASADA COM O CAPITÃO MANOEL  BATISTA  DOS SANTOS PAIS E  ANTONIO BATISTA DOS SANTOS (TOINHO), EX PREFEITO DE POJUCA .

HERMELINDA, A  NETA DO BARÃO AÇU  A TORRE (DE MATA  DE S. JOÃO),  BARÃO AÇU  DA TORRE, ESTE FILHO DOS TIOS 4º  AVÔS  MATERNOS DE CHIQUITINHA MARAVILHA.


                                                                              NA  FOTO:
AIRAN, GAMALIEL, JUNIOR, CLÁUDIO, SUELI, GAMAIEL, ROBSON,  THAIANA, TALITA, YASMIN,  FILHOS DE CLAUDIO, FILHOS  DE  JUNIOR..
                                            GENEALOGIA   BERÇARIA!


FAMÍLIA   PEREIRA  DAS CHAGAS/ PORTUGAL, BAHIA, MATA  S. JOÃO  E REGIÃO...

Geraldo Assis (na janela), da  esquerda p/ direita: Geraldo, Maria  das Graça,  Maria Benedita (Tia  Betinha),  Célia e  Airam  Sales Chagas.  Tia  Betinha (de Gamaliel Chagas), casada  com  Geraldo Assis, filhos; Maria das  Graças, Célia, Geraldo (a criança, sobrinho de  Tia Betinha), Airam Sales  Chagas, irmã  de Gamaliel Chagas. Foto na  Cidade de  Ilhéus, final da Década de  1950  (1957).  foto do  arquivo da  família  Sales Chagas. 

                 GENEALOGIA   BERÇARIA! BRASIL, BAHIA, MATA  DE S. JOÃO  / REGMS
SÉCULO  XVI!

FAMÍLIA BERÇARIA,   PATERNA!  ANTONIO PEREIRA  GAGO, CASADO C/ MARIA  PEREIRA, PAIS  DE  MARIA PEREIRA, DENTRE  OUTROS FILHOS.. MARIA PEREIRA FILHA,  ESTA CASADA COM  1º  FRANCISCO DIAS  D'ÁVILA (NETO  DE GARCIA DE ÁVILA), ORIGINANDO O SEQUENCIA  DA  GENEALOGIA CRESCENTE..
 A  EXEMPLO  DOS  PEREIRA   CHAGAS (BASE EM MATA S. JOÃO, RAMIFICANDO COM OUTRAS FAMÍLIAS AO LONGO DOS SÉCULOS ATÉ O INICIO DO SÉCULO XXI / 2019. 

GENEALOGIA  MATERNA:

6º AVÔ MATERNA,  FELIX  RODRIGUES  TEIXEIRA, ESTE PAI  DO  1º  JOSÉ   RODRIGUES  TEIXEIRA, CASADO COM MARIA RITA  DA TRINDADE ( SOBRE  MATERNO, SIMÕES DE  PAIVA/ MATA S. JOÃO  SÉCULO XVIII!

                      GENEALOGIA PEREIRA  AVILAS/GONÇALVES DE  CARVALHO/ PATERNO

....5º AVÕ   PATERNO, O FRANCISCO  DAS CHAGAS PEREIRA, .... 4º AVÔ, ANTONIO DAS CHAGAS  PEREIRA, 3º AVÔ,  TEODÓSIO PEREIRA DAS CHAGAS/  2º AVÔ, ANTONIO PEREIRA  DAS CHAGAS,  AVÔ,  JOSÉ  PEREIRA DE CARVALHO  CHAGAS,   E PAI GABRIEL DE PAIVA  PEREIRA DE CARVALHO CHAGAS ,ESTE  PAI  DE  GAMALIEL  SALES  CHAGAS (SALES   RAMIFICADO COM    OS PEREIRA DAS CHAGAS  DESDE  O  SÉCULO XIX (EM MATA  DE S. JOÃO/BA.).

RAMO PEREIRA AVILAS,  COM  RODRIGUES TEIXEIRA   SALES


Francisco Rodrigues Sales,natural  de São Sebastião do Passé, ele casado com  Lydia  Rodrigues  Teixeira (filho de José  Rodrigues Teixeira, o 3º com este nome,  Francisco  Rodrigues Teixeira casado com a  matense Lydia Rodrigues Teixeira,  pais  dentre outros filhos de Amália,  Maria  Benedita Teixeira  Sales (Tia  Betinha), esta irmã de Amália Teixeira Sales,  esta mãe  de Gamaliel Sales Chagas (Gamaliel  de Paiva, Pereira de Carvalho Sales Chagas), Amália,  está casada com o primo Gabriel de Paiva Pereira  de Carvalho Chagas.

AMALIA   SALES TEIXEIRA

Amália Teixeira  Sales, ou nome de casada, Amália  Sales Chagas e sua irmã Benedita, dentre ouros  irmãos,  ambos  matense, filhas do casal Francisco Rodrigues Sales com Lydia  Rodrigues Teixeira (Família  Rodrigues Teixeira/Matense  e   Sebastianense, parte da família  citada,  Rodrigues  Teixeira (avôs  materno), indo residir  no Rio Fundo, comprando  o Engenho de  cana  de açúcar, nominado de Santo Antonio do Rio Fundo, , depois  nominada  de fazenda de Santo Antonio do Rio Fundo, que pertencia a  Santo Amaro, e atual distrito  do município de Terra Nova/Ba.

NOTA:
Dezenas e  dezenas  de outras famílias ramificaram, via  casamentos, com as  famílias  berçarias  citadas, desde  o Século XVI, até o Século XXI/2019, inclusiva  famílias Europeias, iniciada  com  o país  Portugal (Continente    europeu, Africano..),  a partir do Seculo XVI, no Brasil, Bahia, Mata de S. João e  outros  municípios..

DEZENAS E DEZENAS DE  OUTRAS  FAMÍLIAS    SE  RAMIFICARAM, VIA  CASAMENTOS, AO LONGO DOS SÉCULOS
ATÉ  O  ATUAL SÉCULO  XXI/2019!!
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COMUNICAÇÕES  VERBAIS

 com credenciamento CFMO 097


     No ano   de  1985  Gamaliel   iniciou  o   curso  de  Comunicações  Verbais  PPD-IOB (Treinamento  Programado  a  Distância)  por  correspondências  tendo  concluído  o  citado curso no  dia  7/3/1986.  O  citado  curso  organizado  por Oswaldo  Melantonio,  formado em  Direito, Filosofia  e  Jornalismo,  Oswaldo   presidente de  honra  de   várias  instituições  culturais  dentre  elas  a  Academia   Paulista de   Oratório  e  Academia   Brasileira  de   Comunicações  Verbais. O  curso  de  Comunicações   Verbais  teve  a  duração  de  6  meses  equivalente  a  100 horas/ aula  e  credenciado  pelo  CFMO  097.


     Oswaldo  Melantonio  realizou   vários   cursos  complementares  no  exterior  e  no  ano  de   1986   fazia 35  anos  se  dedicando  exclusivamente  as  Comunicações  Verbais;  inicialmente,  oratória   formal   e  informal   para   líderes   políticos   e  religiosos.   Nos  últimos   anos   Oswaldo  especializou-se   na   área   de   comunicações   dos   executivos,  objetivando a melhoria  da  produtividade  pela  eficiência  da  comunicação.


PERSONALIDADES EXPOENTES DAS  COMUNICAÇÕES VERBAIS


Várias personalidades  de Top  da  Política Executivos, da Oratória  Geral,  Locutores Esportivos, a  exemplo  de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia  Jânio Quadros, Franco Motoro e  outros  expoentes que realizaram este  magnífico  curso, amplo usando as técnicas  da Grécia  antiga,   a exemplos  de   formidáveis  gênios  da  Comunicação, oratória da Grécia Antiga,celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles, Demóstenes, Cícero, este  considerado como um dos  maiores   gênios nas  Comunicações  verbais da  Grécia  e  do  Mundo, chegando ao ponto  de  governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória  de convencimento, resumindo   era  um " Um Gênio Abençoado  da  Oratória  das Comunicações Verbais!".


Conteúdo  do  curso



     Introdução,  exposições  práticas,  técnicas  da  comunicação  dos  executivos,  educação  da  voz,  expressão  corporal,  figuras  de  estilos,  dez   qualidades   básicas   do  executivo,  práticas  de  comunicações  verbais  e  práticas  de  oratória

     De  modo  especial,  Oswaldo  realiza  treinamentos  para  as  lideranças  dos   principais  escalões   das   grandes   organizações   privadas   e   publicas.  O   citado   curso  já  treinou  grandes  personalidades  de diversos  seguimentos  sociais  a  exemplo  de  Franco  Motoro, Osmar   Santos,  narrador   esportivo   no  estado  de  São  Paulo,  Jânio   Quadros   que   foi  Presidente   da   República   de   31/1/1961   renunciando   o   governo   em   25/8/1961,  foi  prefeito  de  São Paulo  nas  décadas  seguintes.


MARATONAS  42, 195 KM

  Chegada   da  15ª Maratona  Internacional de Nova Yorque, dia 28/10/1984

15º Maratona Internacional New York, 28/10/1984, 3h 7min 7segundos, class. 829º (18 mil participantes de 70 países, 1º da equipe baiana)



GAMALIEL INSTITUIDOR DO TROFÉU BENTO VIEIRA PAES!





Gamaliel Chagas, foi o instituidor do Troféu Bento Vieira Paes no ano de 2007, troféu ofertado ao primeiro colocado da Corrida Rústica do Bonfim /Mata, desde os anos de 2008 a 2011. Sendo os troféus comprados por Gamaliel no período citado.



O Beato Vieira fundador e responsável pela edificação da primitiva Matriz do Senhor do Bonfim de Mata de São João, igreja que foi inaugurada no ano de 1758, portanto uma homenagem das mais justas!



Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha), cruzando a linha de Chegada da Corrida Rústica do Bomfim de mata 2009, vencendo a Competição de 9 km de percurso (1ª Cat. 55 a 59 anos), tempo cravado de 37 minutos e 17 segundo, uma boa marca para sua idade 58 anos. Foto Chiquitinha Maravilha.




Olimpíadas do Pólo Petroquímico de Camaçari



Competições realizadas na Pista de Atletismo da Fonte Nova com participação de várias empresas do Complexo Petroquímico de Camaçari. Gamaliel participou dos jogos de 1982 a 1984.



A Copene (atual Braskem) foi bi-campeã dos Jogos do Pólo Petroquímico, ano 1981/82, a Bhama foi bi-campeã ano 1983-1984 e vice em 1983-84.




4º Jogos 1982



Prova 1500 m (Fonte Nova) –Classificação 4º



Prova 5000 m - classificação 3º colocado, tempo de 18 min.



5º Jogos de 1983



Prova 5000 m – classificação 1º lugar, tempo de 18 min.



Provas realizadas no mês de setembro, pista da Fonte Nova.




6º Jogos de 1984



Prova de 5000 m – classificação 1º lugar, tempo 16 min 59s



Prova 10.000 m – classificação 1º lugar, tempo 35 min 54s



Provas realizadas na pista da Fonte Nova, Gamaliel sagrou-se bi-campeão dos 5 mil e 10 mil metros. Provas realizadas pela manhã.





COMPETIÇÕES DE ATLETISMO:



AECO/COPENE 06/03/1983



Prova de 5000 m (Pista da Fonte Nova) – 1º lugar, tempo de 18 min 17s



Prova de 1500 m (Pista da Fonte Nova) – 2º lugar, tempo 5 min 12s





PRIMEIRA MARATONA DE BRASÍLIA 28/11/1984



Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha), momentos antes da largada da 1ª Maratona da Capital Federal Brasília, 42, 198 km dia 28/11/1984, 3 horas, 12min 39s, class. 18º, 3º na faixa etária 30/35 anos.Gamaliel havia corrida a Maratona de New York em 28/10/1984 (3hs e 07 minutos, 07 segundos).








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 com credenciamento CFMO 097}

     No ano   de  1985  Gamaliel   iniciou  o   curso  de  Comunicações  Verbais  PPD-IOB (Treinamento  Programado  a  Distância)  por  correspondências  tendo  concluído  o  citado curso no  dia  7/3/1986.  O  citado  curso  organizado  por Oswaldo  Melantonio,  formado em  Direito, Filosofia  e  Jornalismo,  Oswaldo   presidente de  honra  de   várias  instituições  culturais  dentre  elas  a  Academia   Paulista de   Oratório  e  Academia   Brasileira  de   Comunicações  Verbais. O  curso  de  Comunicações   Verbais  teve  a  duração  de  6  meses  equivalente  a  100 horas/ aula  e  credenciado  pelo  CFMO  097.
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     Oswaldo  Melantonio  realizou   vários   cursos  complementares  no  exterior  e  no  ano  de   1986   fazia 35  anos  se  dedicando  exclusivamente  as  Comunicações  Verbais;  inicialmente,  oratória   formal   e  informal   para   líderes   políticos   e  religiosos.   Nos  últimos   anos   Oswaldo  especializou-se   na   área   de   comunicações   dos   executivos,  objetivando a melhoria  da  produtividade  pela  eficiência  da  comunicação.

PERSONALIDADES EXPOENTES DAS  COMUNICAÇÕES VERBAIS

Várias personalidades  de Top  da  Política Executivos, da Oratória  Geral,  Locutores Esportivos, a  exemplo  de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia  Jânio Quadros, Franco Motoro e  outros  expoentes que realizaram este  magnífico  curso, amplo usando as técnicas  da Grécia  antiga,   a exemplos  de   formidáveis  gênios  da  Comunicação, oratória da Grécia Antiga,celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles, Demóstenes, Cícero, este  considerado como um dos  maiores   gênios nas  Comunicações  verbais da  Grécia  e  do  Mundo, chegando ao ponto  de  governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória  de convencimento, resumindo   era  um " Um Gênio Abençoado  da  Oratória  das Comunicações Verbais!".
    
Conteúdo  do  curso

     Introdução,  exposições  práticas,  técnicas  da  comunicação  dos  executivos,  educação  da  voz,  expressão  corporal,  figuras  de  estilos,  dez   qualidades   básicas   do  executivo,  práticas  de  comunicações  verbais  e  práticas  de  oratória
     De  modo  especial,  Oswaldo  realiza  treinamentos  para  as  lideranças  dos   principais  escalões   das   grandes   organizações   privadas   e   publicas.  O   citado   curso  já  treinou  grandes  personalidades  de diversos  seguimentos  sociais  a  exemplo  de  Franco  Motoro, Osmar   Santos,  narrador   esportivo   no  estado  de  São  Paulo,  Jânio   Quadros   que   foi  Presidente   da   República   de   31/1/1961   renunciando   o   governo   em   25/8/1961,  foi  prefeito  de  São Paulo  nas  décadas  seguintes.

  Chegada   da  15ª Maratona  Internacional de Nova Yorque, dia 28/10/1984
15º Maratona Internacional New York, 28/10/1984, 3h 7min 7segundos, class. 829º (18 mil participantes de 70 países, 1º da equipe baiana)


GAMALIEL INSTITUIDOR DO TROFÉU BENTO VIEIRA PAES! 

Gamaliel Chagas, foi o instituidor do Troféu Bento Vieira Paes no ano de 2007, troféu ofertado ao primeiro colocado da Corrida Rústica do Bonfim /Mata, desde os anos de 2008 a 2011. Sendo os troféus comprados por Gamaliel no período citado.
O Beato Vieira fundador e responsável pela edificação da primitiva Matriz do Senhor do Bonfim de Mata de São João, igreja que foi inaugurada no ano de 1758, portanto uma homenagem das mais justas! 
Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha), cruzando a linha de Chegada da Corrida Rústica do Bomfim de mata 2009, vencendo a Competição de 9 km de percurso (1ª Cat. 55 a 59 anos), tempo cravado de 37 minutos e 17 segundo, uma boa marca para sua idade 58 anos. Foto Chiquitinha Maravilha.


Olimpíadas do Pólo Petroquímico de Camaçari

Competições realizadas na Pista de Atletismo da Fonte Nova com participação de várias empresas do Complexo Petroquímico de Camaçari. Gamaliel participou dos jogos de 1982 a 1984.
A Copene (atual Braskem) foi bi-campeã dos Jogos do Pólo Petroquímico, ano 1981/82, a Bhama foi bi-campeã ano 1983-1984 e vice em 1983-84.

4º Jogos 1982
Prova 1500 m (Fonte Nova) –Classificação 4º
Prova 5000 m - classificação 3º colocado, tempo de 18 min.
5º Jogos de 1983
Prova 5000 m – classificação 1º lugar, tempo de 18 min.
Provas realizadas no mês de setembro, pista da Fonte Nova.


6º Jogos de 1984

Prova de 5000 m – classificação 1º lugar, tempo 16 min 59s
Prova 10.000 m – classificação 1º lugar, tempo 35 min 54s
Provas realizadas na pista da Fonte Nova, Gamaliel sagrou-se bi-campeão dos 5 mil e 10 mil metros. Provas realizadas pela manhã.

COMPETIÇÕES DE ATLETISMO:
AECO/COPENE 06/03/1983
Prova de 5000 m (Pista da Fonte Nova) – 1º lugar, tempo de 18 min 17s
Prova de 1500 m (Pista da Fonte Nova) – 2º lugar, tempo 5 min 12s

PRIMEIRA MARATONA DE BRASÍLIA 28/11/1984
Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha), momentos antes da largada da 1ª Maratona da Capital Federal Brasília, 42, 198 km dia 28/11/1984, 3 horas, 12min 39s, class. 18º, 3º na faixa etária 30/35 anos.Gamaliel havia corrida a Maratona de New York em 28/10/1984 (3hs e 07 minutos, 07 segundos).



TEMPO NAS MARATONAS
Maratona de Belo Horizonte, 9 de abril de 1983, 3h 7 min 52s, class. 14º geral, 3º faixa;
Maratona Internacional do Rio de Janeiro, 02/07/1983, 3h 16min. class. 38º, 3ºfaixa.
Maratona Internacional do Rio de Janeiro, 02/06/1984, 3h 11min 30s, class. 371º
Maratona da Independência da Bahia, 30/061984, 3h 16min, class. 150º
15º Maratona Internacional New York, 28/10/1984, 3h 7min 7seg., class. 829º (18 mil participantes de 70 países, 1º da equipe baiana).
1ªMaratona de Brasília, 28/11/1984, 3h 12min 39s, class. 18º, 3º na faixa  etária  30/35 anos
1º Maratona da cidade de São Paulo, 06/05/1985, 3h 3min 16s, class. 56º (10ºcolocado na faixa etária 925 corredores).
2ª Maratona da Independência da Bahia, 13/07/1985, 2h 59min 10s. (Melhor tempo em maratona de 1983/87.
Maratona de João Pessoa, 03/08/1985, 3h 12min, class. 38º
Maratona Internacional do Rio de Janeiro, 15/06/1985, 3h 13min 04s
Maratona de Brasília, 19/04/1986, 3h 3min 22s
Maratona do Rio de Janeiro, 23/08/1986, 3h 5 min 47s
17º Maratona Internacional New York, 02/11/1986, 3h 9min 44s
Maratona Internacional do Rio de Janeiro 1987, 3h 3 min
Maratona da AMEBA na cidade de Salvador 1987, 3h 10min, class. 23º/com 37 KM de percurso.

PORTO DE NEW YORK 1984
Gamaliel Chagas (Chiquinha Maravilha) na cidade de New York, ano 1984, dis antes de correr a Maratona Internacional de New York representando o Brasil, Bahia, Mata São João, Dias D'Ávila, Camaçari e COPENE. Na foto Gamaliel no Porto de Nova York, outubro 1984. Foto Chiquitinha Maravilha./

GAMALIEL 14 MARATONAS COMPLETADAS NA BAHIA

Chiquitinha Maravilha (Gamaliel Chagas), maratonista matense, foi escolhido pela AVAB, Maratonista Baiano de 1984, por ter corrido 4 maratonas em 1 ano, tendo competido em 6 Estados  do Brasil de 1982/87.
Na Bahia Gamaliel Chagas, ocupa o ranking de 2º lugar em Maratonas (42.195 km) tendo completadas 14 Maratonas, sendo o primeiro no ranking, o Engº Maratonista e escritor Ayrton Ferreira com 17 Maratonas em 6 anos de atletismo (1982/87), correndo a sua 1ª Maratona em 1983 em Belo Horizonte/MG. Na época Ayrton Ferreira tinha mais de 15 anos de atletismo.


                                     MARATONA DE JOÃO PESSOA/PARAÍBA


Gamaliel Chagas (Copene), na Maratona de João Pessoa, 03/08/1985, tempo  da  prova 3h 12min, class. 38 na geral e na  faixa  etária. Gamaliel na  Paia  de Tambau/João Pessoa  com  maratonistas  baianos, entre  eles Vicente Paulista  o  nº 25.


Ayrton escreveu os livros:
Porque Correr, Diário do Corredor, Maratona, A Mulher na Maratona.
Gamaliel Chagas, disputou várias corridas de ruas na cidade de Salvador e interior, além das Maratonas Nacionais e Internacional, sabia conciliar trabalho com as corridas, treinando semanalmente 90 a 100 km!
Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha), parou de correr em 1987, voltando a competir no ano de 2005, depois de 18 anos afastado do atletismo baiano (corridas).

MELHORES TEMPOS EM COMPETIÇÕES
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Melhor tempo nos 5 e 10 mil metros, 17 min. / 32 min. 30s).
Melhor tempo em meia-maratona (21,1 km), 1 h 17 min.
Melhor tempo na Corrida de Pituaçu, 53. min. 43s, em 26/02/1984
Melhor tempo nas Eliminatórias Baianas da São Silvestre, 12.6 km, foi na 6ª edição, tempo de 43 minutos e 40s, ritmo da prova de 3min., 17 s., prova realizada no dia 01/12/1984
Melhor tempo nos 10km, em corridas de ruas, foi na 1ª Corrida da ASA/Salvador (Aeronáutica), dia 20/10/1984, tempo de 33 minutos e 30s (corrida especificada na sua real quilometragem de 10km).


GAMALIEL NA MARATONA NEW YORK 1984/CENTRAL PARK

 

Maratona de New York 1984, Central Park, Gamaliel a 2 km da linha de Chegada, representou os  Municípios de Camaçari, Dias D'Ávila, a Bahia e COPENE.

15º Maratona Internacional New York, 28/10/1984, 3h 7min 7s, class. 829º (18 mil participantes de 70 países, 1º da equipe baiana).

TÍTULOS NAS COMPETIÇÕES DISPUTADAS

Bicampeão de 5 e 10 mil metros, Pista da Fonte Nova ( 1983/84) – (1984/85).
Escolhido o Maratonista Baiano pela AVAB - Associação de Veteranos da Bahia
Escolhido pela TV ARATU em 1984 - Revelação do Atletismo da Bahia de 1984, pela Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia (AVAB).
Pentacampeão Matense de Veteranos (56/59), Corrida Rústica do Bonfim/Mata, anos 2006, 2007 a 2011.
Bicampeão Matense, Categoria Veterano 55/59 anos nas duas corridas Rústicas do JK (saída da Praça Barão Açu da Torre até Sede da Colônia do JK.
Pentacampeão Matense Veterano da Corrida Rustica do Bonfim de Mata (2006/08/09/10/11 (em 201 não participou).

CORRIDA RUSTICA DE PRAIA DO FORTE:
3º Colocado na Categoria 60 Anos Acima da Corrida Rustica de praia do Forte/Mata de São João 30/12/2011

TREINAMENTOS DE GAMALIEL CHAGAS
Gamaliel Chagas, treinava semanalmente 90 a 100 km, mensalmente cerca de 400 km, os treinamentos eram de segunda a sexta-feira das 17h e 40 minutos, quando vinha do trabalho, indo até 20h e 30 minutos da noite. Nos fins de semana treinava pela manhã e pela tarde.

APOIO DA COPENE
Gamaliel depois de competir nas Olimpíadas do Pólo Petroquímico anos de 1982/83, iniciou nas corridas de ruas no final de 1982 (Corrida Eliminatória da São Silvestre/Baiana), durante o ano de 1983, Gamaliel correu várias competições sem o apoio da Copene.
Nas Maratonas de Belo Horizonte, dia 09/04/1983 e Maratona do Rio de Janeiro em 02/07/1983, as viagens, hotéis, passagens áreas etc., foram bancadas as despesas por Gamaliel, sempre usando voluntariamente a marca Copene, impressa nas camisetas de corridas.
As corridas nesse citado ano, até antes da São Silvestre Internacional/São Paulo , realizada no dia 31/12/1983, todas as despesas eram custeadas por Gamaliel.
Faltando poucas semanas para a Corrida de São Silvestre Gamaliel escreveu uma carta ao Diretor da Comunicação Cris, endereçada ao Diretor Superintendente da Copene, Ary Silveira solicitando apóio para correr na 59ª Corrida Internacional de São Silvestre.

Na citada carta Gamaliel relatava as competições realizadas quando a marca Copene e ao mesmo tempo podia ajuda para correr a mais famosa corrida de rua do Brasil e da América do Sul, a São Silvestre, também na carta relatava que os colegas do Laboratório de Análise Químico e Físico se propunham a ajudar nas despesas de viagem, hospedagem com objetivo de Gamaliel correr a São Silvestre.
Ary Silveira, um cidadão justo, inteligente, sabia como ninguém valorizar os seus funcionários em todos os níveis, de imediato sinalizou positivo, dando todo apoio possível na viagem para São Paulo, afim de Gamaliel representar a Copene e a Bahia na corrida de São Silvestre. Passagens áreas, hospedagem no hotel de Cinco Estrelas, o Brasilton na Rua Augusto, perto da Avenida Paulista.
A partir desse apoio iniciou-se uma parceria fundamental nas corridas fora da Bahia e nas duas Maratonas de New York, parando este apoio no ano de 1987 (mês de setembro), quando Gamaliel   sentiu que era hora de parar de competir.
Nas corridas na Bahia Gamaliel custeava, camisetas, tênis, viagens aos locais das corridas, eram bancadas por Gamaliel. Nas duas Maratonas Internacionais de New York, a Copene custeou o translado ida e volta de Salvador ao Rio de Janeiro, ajuda de custo para as hospedagens em New York, sendo as passagens áreas de ida e volta para New York foram custeadas por Gamaliel Chagas.
Nas corridas estaduais, a Copene também dava estadia em hotéis de 5 estrelas, o transporte ida e  volta ao Aeroporto de Salvador a Copene (sempre as sextas-feiras a partir das 16h 30min.
Os dias que fiquei hospedado na cidade de New York (5 dias em 1964 e 7 dias em 1986), eram previamente compensados com horas extras realizadas por Gamaliel.
Além disso tinha também o fator, de ser um funcionário dedicado, não faltar ao trabalho, não se envolver nas questões trabalhistas (Sindicato), assiduidade ao trabalho, está sempre a serviço da empresa e isso Gamaliel correspondia, sabendo separar o homem esportivo e o trabalhador profissional, por isso Gamaliel tinha o reconhecimento e apoio na vida esportiva da Copene.
Gamaliel foi revelado para o pedestrianismo baiano a partir das suas participações nas Olimpíadas do Pólo Petroquímico de Camaçari (de 1982 a 1984), ajudando com sua equipe de atletismo, aliado a outras modalidades esportivas, conquistar para a Copene por duas vezes, o título de Bicampeã das Olimpíadas do Pólo Petroquímico de Camaçari.
Com as saídas da Copene de Ary Silveira e entraram Paes de Andrade, Diretor Superintendente e depois saiu Cris, entrando outro Diretor de Comunicação, o apóio as viagens estaduais e internacional (Maratona de New York em 1986) e outras Corridas, continuaram acontecendo.


ATLETISMO BRASILEIRO
Gamaliel Chagas, representou Dias D'Ávila no Atletismo Baiano e Brasileiro, inclusive na Maratona Internacional de NEW YORK (1984 e 1986) e competindo corridas em 6 Estados do Brasil e dezenas de corridas no Estado da Bahia.
E no futebol amador vem contribuindo voluntário para o fomento de de informações, contribuindo para desenvolvimento de esporte e em cidades vizinhas.



 No escritório  da AVON,  cidade Nova Yorque, Manoel Martins,  Katherine Switzer, da  Avon, na realização  de Maratonas Femininas da Avon,  e a 1ª  Mulher  a competiu   a  Maratona de Nova  Yorque em 1974, obtendo o tempo de  3:07:29,  largando 527, completando a prova 27  maratonistas, e Gamaliel Chagas (a direita).
Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha), cruzando a linha de Chegada da Corrida Rústica do Bomfim de mata 2009, vencendo a Competição de 9 km de percurso (1ª Cat. 55 a 59 anos), tempo cravado de 37 minutos e 17 segundos, uma boa marca para sua idade 58 anos. Foto Chiquitinha Maravilha.
                                                       Ladeira  das Pedras, margeando Arena Fonte Nova, Torcidas da Nação Tricolor EC Bahia, 2013.
             Chiquitinha   no Estádio da Fonte  Nova, ano 1983, jogos  Olímpicos   do Pólo Petroquímico  de  Camaçari, competição  de Atletismo.
                                                    Chiquitinha  Maravilha   na Ilha  de Itaparica, ano  1982/ aos 31 anos




FONTE NOVA 1983/ AOS  32  ANOS.




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