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segunda-feira, 24 de setembro de 2018

CIDADE BAIXA, CIDADE ALTA, FOTOGRAFIAS DA BORROCA SALVADOR, 465 ANOS DE FUNDAÇÃO!

sexta-feira, 28 de março de 2014/REPOSTAMENTO... 24/9/18

CIDADE BAIXA, CIDADE ALTA, FOTOGRAFIAS DA BARROCA SALVADOR, 465 ANOS DE FUNDAÇÃO!

  
                 CASARÕES DA  CIDADE BAIXA,
     UM PATRIMÔNIO  SEMPRE A CONSERVAR!

SALVADOR A PEROLA BARROCA DAS  AMÉRICAS!  SUA LINDA HISTÓRIA  RESUMIDA POETICAMENTE! INÉDITA NUNCA ANTES    DESCRITIVA NUMA POESIA COM RIQUEZA   DE   FATOS  HISTÓRICOS  DOCUMENTAIS!

LINK ABAIXO:

 http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/.../parabens...
                    


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CHIQUITINHA MARAVILHA, O PRIMEIRO ATLETA  DE DIAS D'ÁVILA, CAMAÇARI 
E  MATA DE SÃO  JOÃO  A CORRER   UMA MARATONA  NO EXTERIOR,  1984  NEW YORK,    IDEM 1986!
CORREU  MARATONAS EM 6 ESTADOS DO BRASIL.


FOTOGrAFIAS   DA  CIDADE DE SALVADOR/CIDADE  BAIXA  E  CIDADE  ALTA COM LEGENDAS  HISTÓRICA!

A IMPONENTE BELEZA DOS EDIFÍCIOS E CASARÕES PRIMITIVOS DA CIDADE  BAHIA  NAS  FOTOGRAFIAS E TEXTO/LEGENDAS  DESCRITIVO DE CHIQUITINHA MARAVILHA em 31/10/13.
 

Plano Inclinado do Pilar ligando a  Cidade Alta a Cidade Baixa, um exemplo primitivo da Mobilidade Urbana  da  histórica   Cidade de Salvador/Ba.
 Plano inclinado  do Pila, moderno  sistema  de modalidade urbana  nas  décadas  iniciais  do atual regime  republicano 
Lindo, majestosa  a  arquitetura do secular  edifício  do Palácio da  Associação Comercial  da Bahia, em estilo neoclássico  um dos edifícios  destaque    na Cidade Baixa/Salvador/Ba. F. Chiquitinha Maravilha 31/10/2013

BREVIÁRIO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DA BAHIA

O Palácio da Associação Comercial da Bahia - Um dos primeiros prédios genuinamente neoclássicos do Brasil

Ao início do século XIX a cidade de Salvador era o porto mais movimentado de todo o Atlântico Sul. As intensas atividades comerciais que aqui ocorriam se aceleraram ainda mais com a abertura dos portos as nações amigas, autorizada por D. João VI, quando aqui chegou em 1808, como escala da transferência da corte portuguesa para o Rio de Janeiro. Os comerciantes locais solicitaram então a D. João a criação de uma Associação Comercial na Bahia, a primeira das Américas, para que cuidasse dos seus interesses.

A associação foi criada em 1811 e o prédio definitivo ficou pronto em 1816. O local escolhido para a sua construçao foi junto ao porto, na cidade baixa (bairro do Comércio), no local onde se encontrava o forte de São Fernando, então desativado. 

O prédio, de caráter palaciano, foi construído por ordens de D. Marcos de Noronha e Britto, VIII Conde dos Arcos, governador da Bahia, com projeto do arquiteto português Cosme Fidié. Este prédio quebrou um paradigma, já que, pela primeira vez na Bahia, adotou-se o estilo neoclássico inglês, do tipo Adams, o mesmo no qual se inspirou a maioria dos prédios governamentais de Washington, inclusive a famosa Casa Branca. Seu estilo é uma raridade no Brasil colonial, e um dos primeiros a ser construído no país. 

A construção é retangular, com duas fachadas, cada uma voltada para uma praça. A principal, que originalmente se abria para o mar, e a outra, nos fundos, onde se encontra a estátua do Conde dos Arcos. As duas fachadas são simétricas, diferindo na colunata da primeira, que inexiste na outra. O prédio tem três pavimentos, desenvolvendo-se em torno de um salão nobre. O andar superior circunda o salão, abrigando hoje uma biblioteca e salas administrativas. Há ainda outras salas no pavimento térreo, salas nobres de reunião e do conselho. No subsolo, onde ainda se observam restos das muralhas do antigo forte, inclusive os calabouços, encontram-se auditórios e outras salas administrativas da Associação. 
Em 1884, na praça em frente a uma das fachadas, resultante do aterro do mar, foi erigida, por iniciativa da Associação, uma coluna em bronze, encimada pelo anjo da Vitória, em comemoração a batalha do Riachuelo, e que foi inaugurada por D. Pedro II. À sua época, era o monumento mais alto do Brasil. Neste prédio também se realizou o último baile do período imperial na Bahia. 

O prédio passou recentemente por ampla reforma e restauração, para comemorar os seus 200 anos. Foi criado ainda um serviço de apoio aos visitantes, com visitas guiadas, e instalado um núcleo de informática, de forma interativa, onde se obtém todas as informações a respeito de sua história. A sua pinacoteca inclui quadros valiosíssimos, que retratam figuras responsáveis pela sua construção, e de governantes do período imperial, e ainda de dirigentes da Associação, alem de um enorme quadro de Portinari, de valor incalculável, que retrata a chegada de D. João VI na Bahia. Fotografias antigas, tapetes raros, objetos diversos e mobiliário original, todos restaurados, também fazem parte do seu acervo artísitico.






FONTE DE PESQUISA 


Associação Comercial da Bahia

www.acbahia.com.br/

FOTOS CHIQUITINHA MARAVILHA 31/10/2013 13 HORAS

Trapiche em ruínas,   linda   fachada colonial  construindo no século XIX, servia  de armazenamento  de  mercadorias   oriunda  do cais  do Porto de Salvador, situado  perto do citado edifício.Precisa ser completado o seu original (cobertura, piso, etc...) e  ser aproveitado   como  um centro  cultural ou   comercial (a exemplo /centro artesanal da Bahia, gerando emprego, renda  e cultura para  a Bahia, Brasil e  exterior! Foto Chiquitinha  Maravilha 31/10/2013
    O citado Trapiche  e ao fundo  o Plano Inclinado, mobilidade  urbana  primitiva, cenário histórico   da Bahia  dos  primórdios...


       Cenário    de  um visual inclível, dos edifcios  e  casarões da  Cidade Baixa e Cidade Alta 
                   Acima Edifícios  moderno  da  Salvador Cosmopolita  do Seculo XX e XXI

                                              ABAIXO   MODERNO E PRIMITIVOS!
                                  NO CENÁRIO DA CIDADE BAIXA -  NO  COMERCIO








UMA JOIA  DO BARROCO LUSITANO NA CIDADE DE SALVADOR/BA


HISTÓRICO
Igreja  de São Pedro Gonçalves do Corpo Santo

Igreja do Corpo Santo, na rua do Corpo Santo, bairro do Comércio. Sua fachada fica de costas para o porto, uma estratégia comum para reduzir a maresia dentro do templo.

A capela foi fundada, em 1711, por Pedro Gonçalves, um marinheiro espanhol, para pagar uma promessa feita durante uma tempestade na Baía de Todos os Santos.
De 1736 a 1756 serviu de matriz da Paróquia da Conceição da Praia, durante a construção do novo prédio daquela igreja.
Em 1902, o templo foi reestruturado devido ao alargamento da rua Santos Dumont, para a qual se voltava sua fachada posterior (veja ilustrações abaixo). Seu frontispício foi alterado e lojas comerciais passaram a funcionar no porão.


Abaixo a notável Fachada da  Igreja  do Corpo Santo/
 F. Abaixo de Chiquitinha  Maravilha 31/10/2013
(Precisa ser pintada  o seu frontão e laterais)
No interior da  igreja capelas  e altar-mor, uma  joia  rara do barroco lusitano  na  cidade de Salvador/Ba.
Foro do Teto da  Igreja do  Corpo Santo



Interior Igreja
Foto acima 
O forro da nave é provavelmente um dos elementos da época de sua construção. Destaca-se a imagem do Senhor dos Passos, o crucifixo do altar-mor e a estátua do Senhor da Redenção, atribuída a Chagas, o Cabra.
Foi tombada pelo SPHAN em 1938.
Igreja  de São Pedro Gonçalves do Corpo Santo
 Antiga igreja Corpo Santo


 Nesse fragmento da ilustração de Charles Landseer, de 1826, vê-se parte da antiga arquitetura da Igreja do Corpo Santo. Observe que a Igreja possuía uma torre, como confirmado na fotografia acima  com a   seta indicativa.


Copyright © Guia Geográfico - Patrimônios Históricos da Bahia
POSTANDO MAIS  LINDAS FOTOS DA CIDADE DE SALVADOR/ CIDADE BAIXA E ALTA.... 


INÉDITA 
SALVADOR HISTÓRICA!
LINK  DA EDIÇÃO HISTÓRICA DA CIDADE DE SALVADOR A PEROLA BARROCA DAS AMÉRICAS!

COM MAIS DE 500 FOTOS E A POESIA  DESCRITIVA DA CITADA CIDADE, POESIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA

CLICK NO LINK ABAIXO E VEJAhttp://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/p/parabens-salvador-perola-barroca-das.html


   Arco em estilo colonial em pera e argamassa primitiva, no passado    servia  de estrada ou "caminho" para a  cidade  baixa, passando pelo  Palácio do Governo, ladeira  do Pau da Bandeira, indo para  a  Ribeira  das Naus.........
                               Fachada da  Igreja do Corpo Santo, foi edificado em 1711
       Fachada  em azulejo lusitano deste   edificio com janelas  em estilo gótico  (arco  cônico)
                                             Mercado  Modelo (antiga Alfandega)31/10/2013
 
         Foto Acima do Elevador Lacerda   primitivo Salvador, província da Bahia (Rodolpho Lindemann, 1875).
Ficheiro:Elevador Lacerda (Salvador - Bahia - Brazil) c 1920.jpg
 Foto do Elevador Lacerda de  1920
O Elevador Lacerda é o primeiro elevador urbano do mundo. Em 8 de dezembro de 1873, quando foi inaugurado, era o mais alto do mundo, cerca de 63 metros de altura. 1 Localizado na cidade de Salvador, cumpre a função de transporte público entre a Praça Cairu, na Cidade Baixa, e a Praça Thomé de Souza, na Cidade Alta. Hoje é um dos principais pontos turísticos e cartão postal da cidade.
Do alto de suas torres, descortina-se a vista da Baía de Todos-os-Santos, do Mercado Modelo e, ao fundo, o Forte do Ma.r
                    Elevador Lacerda em 31/10/2013 - 13hs e 15  minutos/Chiquitinha Maravilha

HISTÓRICO
Fonte  Wikipédia, a enciclopédia livre.
na  pesquisa de  Chiquitinha  Maravilha

geomorfologia do local, dois planos separados por uma grande escarpa, era um problema durante a construção de Salvador e que foi crescendo com a expansão da cidade, tornando-se um desafio a ser vencido. A comunicação rápida e confortável entre os dois níveis era uma necessidade numa época em que o transporte era feito através de guindastes e ladeiras íngrimes. Porém, o plano do baiano visionário Antônio de Lacerda ao idealizar o Elevador Hidráulico da Conceição - primeiro nome do Elevador Lacerda - não era apenas ligar a parte baixa e alta da cidade, era facilitar o transporte para o sul, sentido em que a cidade se expandia, articulando o elevador com as linhas de bonde.
O projeto foi construído em ambiente familiar. Reuniões entre o pai Antônio Francisco de Lacerda, dono de muitas propriedades, o irmão engenheiro Augusto Frederico de Lacerda, a esposa e o sogro eram realizadas para discutir o plano revolucionário. As obras foram iniciadas em 17 de outubro de 1869. A oportunidade de realizar seu projeto surgiu quando a firma Antônio de Lacerda & Cia, cujo principal sócio era seu pai, comprou os direitos de construção de linhas de transporte na encosta e a firma se transformou na Companhia de Transportes Urbanos. A inauguração do equipamento se deu quatro anos depois e o elevador ficou conhecido popularmente como "Parafuso". Em 1896, o nome oficial foi alterado para "Elevador Lacerda" em homenagem ao idealizador e construtor Antônio de Lacerda.1

Após a sua inauguração, passou a ser o principal meio de transporte entre a Cidade Alta, onde se encontra o centro histórico, e a Cidade Baixa, local de concentração de atividades financeiras e comerciais em Salvador. Na estrutura inicial, os passageiros tinham de ser pesados individualmente, e o peso total dos passageiros a serem transportados era calculado e somando-os até atingir o limite máximo de segurança. O Barão de Jeremoabo (Cícero Dantas) assim registrou a pesagem dele próprio e de outras autoridades:2
"Em 16 de março de 1889 pesamo-nos no elevador, dando o seguinte resultado: Pinho - 54 quilos, ou 3 arrobas e 98 libras; Cícero - 61 quilos, ou 4 arrobas e 2 libras; Guimarães - 65 quilos ou 4 arrobas e 10 libras; Artur Rios- 73 quilos ou 4 arrobas e 26 libras; e Vaz Ferreira - 115 quilos, ou 7 arrobas e 20 libras."
Inicialmente operava com duas cabines, atualmente funciona com quatro modernas cabines eletrificadas que comportam 32 passageiros cada uma, com um tempo de permanência de 22 segundos.3 . Essa e outras mudanças foram introduzidas ao longo de sua história por cinco grandes reformas e revisões:
1.     em julho de 1906 para a sua eletrificação
2.     em 1930 adicionaram-se mais dois elevadores e uma nova torre
3.     no fim da década de 1950, concluindo-se em 1961, o elevador passou por uma total reforma em sua parte mecânica
4.     no início da década de 1980 houve uma revisão na estrutura de concreto
5.     em 1997 foi feita a revisão de todo o maquinário elétrico e eletroeletrônico
A reforma de 1930 conferiu-lhe a atual arquitetura em estilo art déco. As duas cabines originais foram ampliadas para quatro, sendo que cada uma delas com a capacidade de transportar até vinte e sete passageiros. A inauguração da obra deu-se a 1 de janeiro daquele ano.4

" Que  imensa  é  tua  glória
Os outros tem  seu nome no mármore da  praça
Em bronzes, pedestais, porem o teu Lacerda,
está na  rocha viva  e refulgindo aí,
morrer  não pode  mais."
Extraído do poema " A Antonio Lacerda". de  autoria de ão de Brito, publicado na edição de 5 de março  de 1874  do diário da Bahia.
                        Praça Tomé  de Souza (que  já  teve  vários  nomes, desde os  primórdios).
                                                       Palácio  Tomé  de Souza
      Edificio da  Prefeitura de Salvador, construído no governo municipal do prefeito Mário Kertész
                                       Edificio  da  Câmara  Municipal de Salvador
            
  A Câmara Municipal de Salvador é o órgão legislativo do município de Salvador.
Foi construída em 1549 e já abrigou uma cadeia pública, e atualmente ainda funciona como Paço Municipal. Apesar do número de vereadores já ter excedido a sua capacidade, alguns vereadores têm seus gabinetes num outro prédio na Rua Ruy Barbosa no centro da cidade, Edifício Bahia Center, Anexo Vereador Emmerson José. O prédio da Câmara Municipal sofreu modificações no início do século XX, e ganhou uma fachada em estilo eclético, muito em voga na época. Nos anos 70 passou por uma segunda reforma, mas desta vez foi para resgatar o seu estilo de origem: o colonial do século XVII, remotando a antiga Casa de Câmara e Cadeia da Cidade de Salvador.

PLENÁRIO DA CÂMARA MUNICIPAL COSME DE FARIAS
COSME  DE FARIAS
Traços  biográfios
Fonte/Wikipédia
Cosme de Farias (Salvador2 de abril de 1875 — 14 de março de 1972) foi um rábula e político brasileiro, tornado célebre na capital baiana pela sua defesa dos pobres no foro, a luta contra o analfabetismo e a defesa das liberdades democráticas.
Cosme de Farias nasceu no subúrbio distante de São Tomé de Paripe, bairro que integra o subdistrito de Paripe. Sua formação foi apenas do curso primário, mas tornou-se advogado provisionado (rábula) e passou a vida defendendo milhares de clientes que, sem condições financeiras, de outra forma não teriam condições de uma defesa.
Em 1915 fundou a "Liga Baiana contra o Analfabetismo", instituição que funcionou até a década de 1970, publicando cartilhas e mantendo escolas para a população mais pobre, da capital e de algumas outras cidades baianas.
Foi casado com Semíramis Farias, falecida em 1963, sem filhos. O único irmão de que se tem notícia era-lhe gêmeo e morreu muito cedo.
Foi patenteado "Major" pela Guarda Nacional (1909).
Na advocacia, sua maior realização foi o habeas corpus em favor de Sérgia Ribeiro da Silva, a cangaceira Dadá, viúva de Corisco, em 1942

A CÂMARA DE SALVADOR E SUA HISTÓRIA
o Brasil, desde os tempos coloniais, as câmaras municipais sempre tiveram importante papel: deliberavam e agiam sobre múltiplas dimensões da urbis, como o abastecimento, a saúde e higiene públicas, o trabalho livre e a ocupação do solo urbano. Aplicavam, inclusive, a justiça comum, principalmente em crimes contrários à ordem e à paz citadinas.
Com a perda dessas atribuições, já no período republicano da história, as câmaras se tornaram o espaço da representação política da sociedade, que passou a requerer e a valorizar mecanismos e instâncias de expressão das vontades coletivas de amplos segmentos sociais.
Primeira entre as capitais brasileiras, a Câmara Municipal de Salvador nasceu juntamente com a cidade, em 1549, e tornou-se uma das mais importantes câmaras do Império Colonial Português nas Américas, recebendo os mesmos privilégios que as principais Câmaras de Portugal, a exemplo das casas das cidades de Évora e do Porto.
Evolução física
O Paço da Câmara Municipal é dos mais importantes exemplares da arquitetura civil colonial brasileira. A primeira construção de 1549 foi de taipa e palha. Em 1551, construiu-se nova Casa de Câmara feita com pedra, cal, barro, coberta com telhas e com cadeia e açougues embaixo. 


No ano de 1660, o governador Francisco Barreto de Menezes deu início a uma reforma que concedeu à Câmara a imponência que deveria ter um edifício público da sua importância. Alguns anos depois, em 1696, foi construída uma torre e instalado nela um sino. É dessa data a atual estrutura arquitetônica do prédio. 

Em fins do século XIX, mais precisamente no ano de 1885, atendendo ao estilo artístico vigente, a fachada original foi profundamente alterada, ganhando aspecto neo-renascentista. O velho sino cedeu lugar a um relógio elétrico.

Em 1970, foi restituída a antiga fachada colonial que permanece até os dias atuais.

Evolução política
Na Colônia: 

Salvador foi capital da colônia até 1763, função que coube depois ao Rio de Janeiro. Até então, Salvador sediou o Governo Geral, responsável por toda a colônia. Em âmbito local, a Câmara era o único poder e exercia os papéis Executivo, Legislativo e mesmo Judiciário.

No Império:

As capitanias transformam-se em províncias, cujos presidentes eram nomeados pelo imperador. A Câmara continuou sendo o único poder no âmbito da cidade, permanecendo como a instância primordial dos assuntos da vida local.

Na República:
O poder local divide-se em duas instâncias distintas e autônomas: o Conselho Deliberativo, com funções legislativas e fiscalizadoras (as antigas câmaras), e o Poder Executivo, na figura do intendente, responsável pela administração do município. 
Em 1929, a Intendência passou a chamar-se Prefeitura, sendo o seu representante o prefeito, e o Conselho volta a assumir o nome de Câmara, sendo composta pelos vereadores.

Atualmente, a Câmara Municipal de Salvador é formada por 41 vereadores eleitos por voto direto. Eles representam o espectro político-partidário do país. São responsáveis pela elaboração dos projetos de lei, que, após serem votados no plenário, transformam-se em leis que serão aplicadas no município.




Presidência
Fonte/www.cms.ba.gov.br/pagina.aspx?id=1&tipo=1 
Paulo Câmara, presidente da Câmara Municipal de Salvador (2013-2014)



Paulo Câmara, presidente da Câmara Municipal de Salvador (2013-2014)
Eleito em 2 de janeiro de 2013 presidente da Câmara Municipal da Salvador para o biênio 2013-2014, o vereador
 Paulo Câmara (PSDB) tem uma trajetória política pautada na transparência e em ações efetivas para melhorar
Salvador, preservando os pilares éticos, culturais e históricos da primeira capital do Brasil.
Com mandato na Câmara de Salvador desde 2007, tendo, anteriormente, adquirido experiência na área pública 
ao atuar junto ao Executivo Municipal na gestão do ex-prefeito Antonio Imbassahy, o presidente Paulo Câmara 
sempre  buscou no diálogo o principal caminho para a solução dos problemas que surgem na vida pública.
Neste sentido, o presidente Paulo Câmara construiu em torno de si uma Mesa Diretora com um perfil plural,  
contemplando democraticamente o melhor caminho para a Câmara Municipal de Salvador. A inserção da Casa
 no contexto social, histórico e cultural da cidade é um dos pilares a fincar e a deixar como legado.
Consciente das ações e da importância da Casa, que é fiscalizar o Executivo mantendo em paralelo a harmonia 
e a independência entre os poderes, o presidente Paulo Câmara sabe que a autoestima do soteropolitano 
começa na região onde reside. Como a Câmara é a casa de todos os soteropolitanos, o presidente vai lutar
 para que o Centro Histórico se configure, mais uma vez, como espaço de convivência social e coletiva.
Transparência administrativa, respeito ao próximo, às opções religiosas e às questões de gênero são princípios
 interiorizados pelo presidente Paulo Câmara, tanto no ambiente familiar quanto na vida estudantil, sobretudo 
quando cursou Ciências Econômicas na Universidade Federal da Bahia. Por estes motivos, o humanismo
prevaleceu em sua identidade e hoje é bandeira para transformar Salvador a partir da Câmara Municipal, 
guardiã das liberdades, da

 diversidade e da riqueza da nossa história.
Atento a elementos concretos que norteiam a vida pública, o presidente Paulo Câmara não medirá esforços
 para  transformar a esperança em algo realista para todos os soteropolitanos. A Câmara, neste sentido, 
será um dos principais combustíveis desta transformação, tão desejada por todos que vivem na primeira 
capital do Brasil.
 
   Tomé  de Souza - Primeiro Governador Geral do Brasil - 1549/1553 o Fundador da Cidade de  Salvador, seu Benemérito  maior de Todos os  Tempos!
         Estatua  de Bronze em pedestal  na  Praça Tomé de Souza na  cidade  de Salvador/Bahia, ao fundo da citada  estatua  o edifício  da  Câmara Municipal.
 Mestre  Luiz  Dias responsável pela execução do traçado da construção da  Cidade  Fortaleza  de Tomé  de  Souza, a  Primeira Capital  do Brasil  Colonial, a partir de  março de 1549.
     A charmosa, inconfundível  rua Chile, no passado recente  o  centro Chic da  sociedade Baiana.
Fotos  abaixo da Cidade  Baixa, destacando a  igreja da Conceição da Praia padroeira  de Tomé  de Souza.
                             Palácio  Tomé  de Souza, no local  existiu o primitivo da colônia.

 FOTOS DA CIDADE  BAIXA  VISTA DA PRAÇA CASTRO ALVES 


                                         Fotos Chiquitinha  Maravilha 31/10/2013


FORTE SÃO MARCELO
Fonte  Wikipédia

Antecedentes
A primitiva concepção desta fortificação remonta a 1608 com risco do engenheiro-mor e dirigente das obras de fortificação do Brasil, Francisco de Frias da Mesquita. Alguns autores, porém, atribuem o seu risco inicial ao engenheiro-mor de Portugal, o cremonense Leonardo Torriani, em1605. Encontra-se figurada por João Teixeira Albernaz, o velho em "um retângulo de pergaminho em que se vê o projeto de edifício e do forte sobre a lajem do porto, que se há de fazer. Quem soerguer este retângulo de pergaminho vê a dita lajem desenhada na folha maior", a ser artilhado com seis peças, no formato de polígono quadrangular regular.1 Num outro exemplar da mesma obra, o referido projeto já está definitivamente incorporado ao desenho da planta,2 o que indica que o início da sua construção é posterior a 1612.
Terminado em 1623, no Governo-Geral de D. Diogo de Mendonça Furtado (1621-1624), esteve inicialmente artilhado com dezenove peças de diversos calibres.3 Durante a invasão holandesa de 1624, foi a primeira praça ocupada pelos conquistadores, que dele dispararam as balas incendiárias que aterrorizaram os moradores da cidade, facilitando a invasão. Anos mais tarde, entre abril e maio de 1638, durante a tentativa de invasão do Conde Johan Maurits van Nassau-Siegen (1604-1679), também teve papel decisivo, logrando manter a esquadra holandesa a distância.

Século XVII
Dentro do contexto da Guerra da Restauração da independência de Portugal, e da campanha pela expulsão dos neerlandeses da Região Nordeste do Brasil (Insurreição Pernambucana), a reconstrução deste forte foi determinada pela Carta-régia de 4 de outubro de 1650,4 durante o Governo-Geral de João Rodrigues de Vasconcelos e Sousa (1649-1654), atendendo o (...) quanto convinha fazer-se um forte no baixo surgidouro dessa Bahia, reforçando a defesa proporcionada pela Bateria da Ribeira, o Forte de São Paulo da Gamboa e o Forte de São Pedro, com os quais cruzava fogos.
Com risco e técnicas vindas do reino, possivelmente inspirado no Forte de São Lourenço do Bugio (onde se desenvolvia nova etapa construtiva entre 1643-1657), a nova obra, a cargo do engenheiro francês Filipe Guiton, iniciou-se ainda em 1650, pela construção de um enrocamento em torno do recife, com pedras de arenito extraídas da pedreira da Preguiça (no Sodré) e de Itapagipe, transportadas em barcaças. Concluído em 1652, o interior do enrocamento passou a ser preenchido com pedra calcária oriunda do lastro dos navios do Reino, aqui carregados com açúcar e madeira de lei. Guiton trabalhou nestas obras até falecer, em 1656. Nesta altura, iniciava-se a muralha do torreão em pedra de granito, oriundo do Recôncavo baiano. No ano seguinte (1657), o seu conterrâneo Pedro Garcin, que até então trabalhava nas fortificações da capitania de Pernambuco, assumiu as obras deste forte. Uma notícia, datada de 1661, quando o forte passou à invocação de São Marcelo, dá conta de que a muralha do torreão central ainda se encontrava incompleta, faltando um lance para atingir a altura projetada, concluída no ano seguinte, quando se erguia a 15 metros acima do nível do mar. Em 1664 encontravam-se em progresso acisterna ao centro do torreão e os compartimentos dos doze quartéis, com as entradas voltadas para o exterior, onde as barcaças seguiam despejando as pedras que formavam o terrapleno circular envolvente. No ano de 1670 um relatório, dirigido ao governador-geral Afonso Furtado de Castro do Rio de Mendonça (1671-1675), dava conta do progresso dos trabalhos no Forte de Nossa Senhora do Pópulo. Nesta ocasião, o engenheiro militar Antônio Correia Pinto inspecionou as obras e passou a dirigir os trabalhos de construção, sendo o perímetro do terrapleno envolvente aumentado para cerca de 220 metros de circunferência.

Século XVIII

Um pouco antes da invasão francesa de Jean-François Duclerc ao Rio de Janeiro (Agosto-Setembro de 1710), expondo as fragilidades da defesa colonial, um relatório de 17 de Junho desse ano, de autoria do mestre-de-campo de Infantaria, Miguel Pereira da Costa, criticava o projeto executado no forte do Pópulo, propondo soluções. No escopo do projeto de defesa de Salvador da autoria do Brigadeiro João Massé (1713), eram propostas novas modificações para aumento do poder de fogo deste forte. Atendendo a essas sugestões, em 1717, o vice-rei D. Pedro Antônio de Noronha Albuquerque e Sousa (1714-1718), iniciou-lhe trabalhos de ampliação do terrapleno envolvente aumentado em cerca de meio metro de altura e para cerca 241 metros de circunferência, estando concluídos com as novas canhoneiras do torreão ("bateria alta") e da plataforma do terrapleno ("bateria baixa"), em 1728, no governo do vice-Rei e Capitão-General-de-Mar-e-Terra do Estado do Brasil, D. Vasco Fernandes César de Meneses (1720-1735), conforme placa epigráfica sobre o portão de entrada.
O forte encontra-se representado em iconografia do Capitão José António Caldas na "Notícia Geral de toda esta Capitania da Bahia desde o descobrimento até o prez.te ano de 1759", quando se encontrava artilhado com cinquenta e quatro peças de ferro e bronze de diversos calibres.5
Trabalhos de reforma são concluídos nas dependências do forte em 16 de agosto de 1772. Encontra-se representado numa iconografia de Carlos Julião, sob o nome de "4. Forte do Mar",6 ilustrada com os desenhos de trajes típicos femininos, novamente com o perfil da cidade do Salvador, pelo capitãoJosé Francisco de Sousa (1782), e também, em iconografia de Luiz dos Santos Vilhena (1798).
A Independência do Brasil]
No contexto das Guerras Napoleônicas, o forte encontrava-se artilhado com quarenta e cinco peças de ferro e bronze de diversos calibres (1803). No contexto da vinda da Família Real portuguesa para o Brasil, as defesas costeiras da colônia foram inspecionadas e reforçadas. Naquele momento, quando da passagem do príncipe-regente por Salvador (1808), o forte contava com quarenta e seis peças de ferro e bronze de diversos calibres (GARRIDO, 1940:89).

Em 1810, um relatório de inspeção preparado por uma comissão chefiada pelo brigadeiro Galeão e integrada pelo Coronel Manoel Rodrigues Teixeira, o tenente-coronel José Francisco de Sousa, o Capitão Joaquim Vieira da Silva e o Engenheiro João Teixeira Leal (autor das ilustrações), apontava a necessidade de erguer um anel perimetral no terrapleno envolvente, com altura igual à do torreão central. Na ocasião, a bateria alta encontrava-se artilhada com dezesseis peças de ferro e quatro de bronze de diversos calibres, enquanto que na bateria baixa computavam-se vinte e nove peças de ferro montadas em seus reparos e uma de bronze, um antigo pedreiro e dois morteiros. Atendendo às recomendações desse relatório, desenvolveram-se obras de remodelação no forte, entre 1810 e 1812, a cargo de D. Marcos de Noronha e Brito, obras que conferiram a atual configuração ao forte. Naquele último ano, a sua artilharia estava reduzida a quarenta e seis peças de ferro e bronze de diversos calibres.
Fotos  Abaixo  Wikipédia
Ficheiro:Planta da Restituição da BAHIA, por João Teixeira Albernaz, capitania de Portugal.jpg
Restituição da Bahia (Albernaz, 1631): detalhe onde se observa a primitiva traça do forte (3
Ficheiro:Interiorfortesaomarcelo.JPG
                                                Forte de São Marcelo, Salvador: corredor interno.


Forte de São Marcelo, Salvador: brasão imperial mutilado pela República sobre o Portão de Armas.

 Ficheiro:Brasil Imperial (Forte de Sao Marcelo) e Salvador.jpg

Perfil e planta do Forte do Mar num desenho de José António Caldas(c.1758).

                      Foto Abaixo /  Forte de São Marcelo, Salvador: o forte visto do mar.

Ficheiro:SMarceloFort-Salvador-CCBY.jpg
                                             F. Abaixo Chiquitinha  Maravilha 31/10/2013 
Ficheiro:Mercado modelo1.jpg
MERCADO MODELO
Fonte Wikipédia
 O Mercado Modelo localiza-se na cidade de Salvador, estado da Bahia, no Brasil.
Situado no bairro do Comércio, uma das zonas comerciais mais antigas e tradicionais de Salvador, constitui-se em importante atração turística. Diante da Baía de Todos os Santos, é vizinho do Elevador Lacerda e do Centro Histórico/Pelourinho.
Abriga duzentas e sessenta e três lojas que oferecem a maior variedade de artesanato, presentes e lembranças da Bahia, contando com dois dos mais tradicionais restaurantes de  culinária baiana, o Maria de São Pedro, com oitenta anos de existência e o Camafeu de Oxossi.
Inaugurado em 1912, o Mercado Modelo surgiu pela necessidade de um centro de abastecimento na Cidade Baixa de Salvador. Entre a Alfândega e o largo da Conceição, constituía-se em um centro comercial onde era possível adquirir itens tão variados como hortifrutigranjeiros, cereais, animais, charutoscachaça e artigos para o Candomblé.
Era servido pela rampa que leva o seu nome, antigo porto dos saveiros que atravessavam a Baía de Todos os Santos.
Em 1969 foi vítima do mais violento incêndio de sua história, a tal ponto que se tornou necessária a demolição do antigo imóvel. A partir de 2 de Fevereiro de 1971, passou a ocupar o edifício da 3º Alfândega de Salvador, uma construção de 1861 em estilo neoclássico, tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). No local, onde funcionava o primitivo Mercado, foi erguida uma escultura de Mário Cravo Junior.
Um novo incêndio que lhe destruiu as instalações levou a uma extensa reforma do edifício, em 1984, permitindo a sua reinauguração.

Os incêndios do Mercado
O Mercado Modelo viveu pelo menos cinco grandes incêndios ao longo de sua história, a saber:
·         1917 - existem poucas informações a seu respeito, acreditando-se que não tenha sido de proporções catastróficas.
·         1922 - iniciou-se na madrugada de 7 de janeiro, tendo reduzido o Mercado às cavernas (subterrâneos), causando mais de mil contos de réis de prejuízos1 . À época, registraram-se boatos de que as causas foram propositais. Reformado, tendo a sua pintura original - amarela e vermelha - sido substituída por verde, ganhou o apelido de Tartaruga Verde.
·         1943 - registrou-se em 28 de fevereiro (um domingo), com a destruição parcial das suas instalações. Não foram identificadas as causas do incêndio, tendo o edifício sido recuperado.
·         1969 - teve lugar a 1 de agosto, sendo considerado o mais grave de sua história, a ponto de inviabilizar a reconstrução do primitivo imóvel, cujos escombros necessitaram ser demolidos visando a segurança pública.

·         1984 - em 10 de Janeiro, conduziu a uma extensa reforma, permitindo a sua reinauguração no mesmo ano.
 A  famosa  Praça  do Poeta  dos   Escravos - Castro Alves  no  coração  da  Cidade  de Salvador, Cartão  Postal dos  Turistas do  Mundo inteiro.
                                                                 Inicio da rua  Chile a   esquerda
                                                  
                                                        POSTANDO LEGENDAS...........
Edifício do início da década  de  1930,  pertencia ao jornal a Tarde.  edificado   a  mando do jornalista  e advogado Simões  Filho fundador e proprietário  do citado  edificio, décadas mais   tarde o  jornal    mudou para  outro moderno edifício e recentemente  o  edifício foi  vendido a  terceiro.
                                                          Estatua   de Zumbí  na  Praça da  Sé
Atual Catedral  Basilica  de  Salvador, antiga   igreja    dos  Jesuitas, matriz   da   Cia.  de Jesus  na  Bahia.
                                        Sobrados    na  Pça.  da Sé/Centro Histórico  da Bahia
                                                 Torre do Sino  da Catedral Basilica de Salvador
                                      Secular  Pia  Batismal  da   Catedral Basilica  de  Salvador
                                                         Praça  do Terreiro de  Jesus 
      Edifício da  antiga   Faculdade de Medicina  da Bahia,  formadores de magníficos  exuberantes  médicos  para a  Bahia  e   Brasil.

BREVIÁRIO  HISTÓRICO

Fonte / Wikipédia
A Faculdade possuiu vários nomes desde sua criação em 1808:
·         Escola de Cirurgia da Bahia (1808–1816)
·         Academia Médico-Cirúrgica da Bahia (1816–1832)
·         Faculdade de Medicina da Bahia (1832–1891)
·         Faculdade de Medicina e Farmácia da Bahia (1891–1901)
·         Faculdade de Medicina da Bahia (1901–1946)
·         Faculdade de Medicina da Universidade da Bahia (1946–1965)
·         Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia (1965–2008)
·         Faculdade de Medicina da Bahia da Universidade Federal da Bahia (2008–presente)
·         Faculdade de Medicina da Bahia da Universidade Federal da Bahia é a escola de medicina mais antiga do Brasil,1 fundada em 1808 pelo médico pernambucano Correia Picanço, logo após a chegada de Dom João VI ao país, sob o nome de Escola de Cirurgia da Bahia. As instalações da Nova Faculdade de Medicina da Bahia, construídas em 1946 com a inauguração da Universidade Federal do estado, estão localizadas na Praça XV de Novembro, no Largo do Terreiro de Jesus, em Salvador.
·         Por essa faculdade passaram diversos nomes da ciência brasileira (como Nina RodriguesJuliano MoreiraPirajá da Silva), foi importante em diversos momentos históricos e até hoje possui destaque no cenário científico e cultural baiano e brasileiro.


            MÉDICOS  DESCENDENTES  DA  FAMÍLIA  DE   CHIQUITINHA MARAVILHA FORMADOS      NA FACULDADE DE MEDICINA DA BAHIA


           MÉDICOS LEOVIGILDO FILHO, Dr. ANTONIO R. TEIXEIRA E  Dr. AMÉRICO R. TEIXEIRA
P                  Por Chiquitinha  Maravilha

 Praça de Terreiro de Jesus, local de  várias igrejas e  da antiga, primitiva  Faculdade de Medicina  da Bahia. Nessa  sagrada Faculdade  de Medicina, a  primeira do Brasil, vários  e  renomados   médicos  aí se   formaram ao longo  dos  séculos, inclusive Dr. Antonio  Rodrigues  Teixeira, medico politico e  trisavô de Chiquitinha  Maravilha  que  diplomou-se  em 1872.

 Dr. Américo Rodrigues  Teixeira,  diplomado  anos   depois  do seu  irmão Antonio Rodrigues Teixeira, e mais  tarde,  no ano de 1905 na  era   republicana,  formou -se também em medicina o  Dr. Leovigildo Gonçalves  de  Carvalho  Filho. 
O médico Leovigildo (médico clínico),  foi  residir e S. Paulo onde  fixou residencia, casando com  Lucília  Wohlers,  filho de  Francisco Wohlers (descendente  de  alemão, cafeicultor renomado de Bragança   Paulista, tendo Dr. Leovigildo Filho, deixando filhos, netos...  no Estado de S. Paulo.

o médico matense  Leovigildo faleceu na  década  de 1950 em S. Paulo, era  seu pai   pai o  Juiz  Leovigildo Gonçalves  de Carvalho (natural de Mata de S. João, nascido em 1849. O Dr. Leeovigildo foi  Juiz da Vara  de Órfãos  de  Salvador de 1897 a   fevereiro de  1924, quando aos 75 anos  faleceu   de  congestão cerebral   em plena  atividades da  sua nobre profissão, sendo sepultado no Cemitério do Campo Santo em fevereiro de 1924 foi  O  Decanos    dos Juízes   Baiano  nas três primeiras  déca-das   do regime   republicano,  na  então Vila  de Mata de São João e   Vila  de Abrantes,  Catu,... 

O Juiz Leovigildo foi o púnico na história    politica  e administrativa do  município matense  a  ocupar os Três Poderes!  Dr. Leovigildo o  Juiz e seu  filhos, primos de primo  de Chiquitinha  Maravilha, o Juiz filho  do tio irmão  bisavó paterno  de   Chiquitinha   Maravilha (ver sua   biografia completa no Blogger de Chiquitinha  Maravilha.
Todos  os  citados   matense nascidos no regime imperial. Ver no Blog a   biografia  completa  de Leovigildo pai  filho e do  médico politico  Dr. Antonio Rodrigues Teixeira, este o 1º   Intendente  da  Vila  de  Mata  de S, João em 1890, foi  ta,bem deputado Provincial e   deputado  estadual  constituinte  em 1891 e Senador Estadual na  década  de   1890, era  agricultor )dono de Engenho de açúcar no império, com numerosa descendência, descendem da numerosa  família  Rodrigues Teixeira em Mata  e cidades    vizinhas. Ver  biografia  do médico político ,Dr. Antonio Rodrigues Teixeira no Blog.

                          Chafariz    histórico no centro  da Peaça do Terreiro  de Jesus
                                                          Igreja  de S. Pedro dos Clérigos
                                        Notável igreja de São Domingos /Terreiro  de Jesus
                                Rua  Alfredo Brito seguimento para  o Largo do  Pelourinho

                          Artesanato   magnífico  que  encanta  turistas do mundo inteiro
                                                                     Rua  Alfredo Brito
                                                                      Faculdade de Medicina
                                                             Biblioteca  da  Faculdade de Medicina
    Rua  Juiz .Leovigildo Gonçalves  de Carvalho, primo  de Chiquitinha  Maravilha, ligação da  Alfredo Brito  com   Maciel de Baixo, ele   ocupou os  três  poderes na então Vila  de Mata   de s. João a partir  de 1873 a  1897. Unio na    histórica  política  adm da  citada  Vila.


DR. LEOVIGILDO GONÇALVES DE  CARVALHO

O DECANO  DOS  JUÍZES BAIANO /1897/1924



                                        O matense Juiz Leovigildo  Gonçalves  de  Carvalho
                                       Foto chiquitinha  Maravilha em jornais  de Salvador da 
                                      década  de 1920 / F.  digitalizada por Chiquitinha Maravilha.


                                    Rua Juiz   Leovigildo Gonçalves  de Carvalho, uma  transversal entre    Rua                                    Alfredo Brito (sentido largo do Pelourinho) com a  rua  Maciel de Baixo/F.                                               Chiquitinha  Maravilha  inicio  de julho de 2013, Centro Histórico/Pelourinho

BIOGRAFIA 

Juiz Leovigildo Gonçalves  de  Carvalho

Na pesquisa  inédita de Chiquitinha  Maravilha

     Nasceu   Leovigildo   em   13/1/1849  em  São   Pedro   do   Lunda   Vila   de   Mata   de  São  João   era   filho   do  coronel  Antonio   Gonçalves   de   Carvalho   tendo   Leovigildo  recebido em Recife  o  grau  de  Bacharel em  Ciências  Jurídicas  e  Sociais  a  13/11/1971.

     Leovigildo  veio  o advogar  na  então  Vila  da  Mata  de  São  João  e  nesta  cidade  foi  advogado, Vereador  Municipal, em 3 legislaturas de 4  anos no  regime  imperial e um mandato    em 1890  na   era republicana, sempre    como presidente  da Câmara   da  então  Vila  de Mata  de  São da  Câmara.
Dr. Leovigldo realizou reformas no Código de Posturas da  Vila  de Mata  de São João junta-mente  com seus  pares  (Vereadores Matenses) em duas  Legislaturas, sempre como presidente  da  Câmara,  (Leovigildo brilhante  Bel m Ciências  Jurídicas  pela famosa faculdade de Direito de Recife).

 O Juiz  Leovigildo  abraçando  a  Magistratura com   magnitude, foi Juiz  Municipal  de  do Termo  da Vila de  Mata de São João a partir de 1986, e  de  Órfãos de  Vila  de Abrantes (A Vila  de Mata  de São João era Termo da Comarca de Vila  de Abrantes  no período  imperial e na  republica  até 1891/agosto.

     Dr. Leovigildo  foi  membro  do  Conselho   Fiscal  do  Imperial  Instituto  da  Bahia  de Agricultura, um grupo de   homens  nobres,  ricos,   os  chamados Barões  da cana de açúcar,  com seus    engenhos  de açúcar, que  era  o” carro chefe”  da  economia da  Província  da  Bahia  ( equivalente  a   estado, na atual  republica  federativa).
 O Bacharel, Dr. Leovigildo foi Conselheiro  Municipal na  era republicana (Vereador)  na  então Vila  de Mata  de São João, sendo  Presidente  do citado  conselho  Municipal de  Mata.

LEOVIGILDO OCUPOU OS TRÊS  PODERES CONSTITUÍDOS

Dr.  Leovigildo de  1873 a 1890 (16  anos ).   ocupou os  Três Poderes  na Vila  de Mata  de São 
João, sendo Vereador  em 4 legislaturas, Juiz  do Termo e  como   era  sempre  o presidente   da  Câmara de Vereadores nos  mandatos  citados,   exercia  as  prerrogativas   de  prefeito (não   havia a    esse  cargo  na  Vila  de  Mata  de  São João no período  imperial  1846 a 1889).

Leovigildo o  o primeiro   cidadão matense na  história  do atual município  a  exercer o cargo  de  Juiz  Municipal e da  Comarca  da  Vila  de Mata  de São João e também a  ocupar os Três  Poderes  Constituídos  na  Vila  de Mata  de São João e,  por  extensão  no  atual  município matense.

LEOVIGLDO   1° JUIZ  DO TERMO DA  VILA DE  MATA S. JOÃO 1886

Dr. Leovigildo Gonçalves de Carvalho  pela  sua  brilhante  inteligência  e  serviços  prestado a  Vila  de Mata  de São João  no  regime   e foi  nomeado    juiz  do Termo da   então Vila de Mata  de São João, que   tinha  como Comarca/Sede a  Vila de  Abrantes (Litoral  Norte, atual  Camaçari).
Era    juiz  da então Comarca  da  Vila de Abrantes 1886, o notável  homem jurídico  Dr. Luis Viana, que  anos  depois  foi   Governador da Bahia      via  eleições no período de   28/05/1896  a 28/05/1900, foi também Juiz  da Vara de Órfãos   de Salvador, Conselheiro
Dr.  Luiz  Viana  que     passou a  ser  Conselheiro   foi  ainda eleito em 05/02/1891 Senador Constituinte da Bahia  na  Republica,  elaborando  juntamente  com outros  23  Senadores Estaduais,  e  e  que  elaboraram e promulgaram   em 02/07/1891, data  do Independência  da  Bahia  (2 de  Julho), a   Primeira  Constituição Republicana  do estado da  Bahia (Diário Oficial  da Bahia, edição especial  do 2 de julho  de  1923, pag. 2370)

JUIZ  DE DIREITO DA  COMARCA  DE ITAPICURU

Ainda  na   república foi nomeado    Juiz   de   Direito  da  Comarca  de  Itapicuru onde demarcou  as  terras   do citado município para   implantação  do de Vila  Nova da  Rainha, atual  senhor  do Bonfim/Ba. terra de  Bobô  do Bahia).

A FORMAÇÃO JUDICIÁRIA DE MATA DE SÃO/BA
     A  formação  judiciária  de  Mata  de   São  João  passou  a  vigorar  a  partir  do  ano  de  1850, pela   Lei  provincial   nº  398,  de  20   de   junho   quando   o   município   passou   a integrar  a  comarca   de  Abrantes.
     Com   a   extinção   desta   pelo  Ato  estadual  de   3  de   agosto   de  1892   e   foi   pelo  mesmo  Ato,  criada  a   Comarca   de   Mata   de   São   João,   formada   pelos  Termos  de  Mata  de  São  João,  Abrantes  e  Catu.
     Pela  Lei   estadual  nº  280,  de  6  de  setembro  de  1898  a  Comarca  aparece  formada  apenas  pelo  Termo  do  mesmo  nome  e  Abrantes,  e  no  decreto  estadual  nº  266,  de  4  de  outubro  de  1904,  figura   constituída   pelos   de   Mata   de  São  João  e  Sant’ Ana  e  Catu.


     Com  a  Lei  estadual  nº  1. 119  de  21  de  agosto  de  1915  a   comarca   é  constituída  pelos  Termos  de  Mata  de  São  João,  Montenegro,  Pojuca  e  Catu.

LEOVIGILDO 1° JUIZ   DA VILA  DA   COMARCA
DE  MATA  DE SÃO JOÃO/ 03/08/ 1892

Com a  criação   da Comarca  da  Vila  de  Mata  de São João   em  agosto  de  1892, o Juiz. Leovigildo  que foi nomeado    juiz   da  Comarca  de Itapicuru /BA.  foi assumir a  recém   criada  Comarca  Matense, que antes  desde  o império Vila  de Abrantes     tinha esse status, sendo Mata    Termo  da citada  Comarca.


                    LEOVIGILDO JUIZ DO TERMO E DA COMARCA
Foto  a  esquerda  do edifício da Câmara ou Intendência Municipal onde o Juiz   Leovigildo foi Vereador e Juiz  do Termo e da  Comarca da  Vila  de  Mata  de São João/Ba de 1887/ a 1897. 
Foi Dr.  Leovigildo    como  presidente   da Câmara  Municipal  da  Vila de Mata  de São João, no regime  imperial sugeriu aos  vereadores  e cidadãos  de  bem, para  ofertaram donativos  para  a   construção do citado prédio  da  foto, isto em 1884.
O matense major   Luis  Antonio Simões  Meireles (futuro Barão Açu da  Torre ),   ofertou de imediato 5 contos de  reis   para    a  edificação  do tão  sonhado edifício  da  Câmara   Municipal ou Casa  da  Intendência  como ficou      conhecido anos  depois.
 Outros cidadães   de  posse  também  ofertaram dinheiro  e   já  no ano  de  1887 o citado  edifício estava  concluído e Dr. Leovigildo,  agora  na condição  de  Juiz  do termo alí   exerceu   o cargo nobre de  Juiz  tanto do termo, como   da  Comarca (esta a partir  de  02/08/1892).
 Juiz   Leovigildo e o Barão Açu da  Torre (Luis   Antonio  Simões   Meireles,  primos. O Barão  Açu da Torre, agricultor abastardo  fundou  a   famosa  Usina  Pitanga  e  foi  por duas  vezes  Intendente e uma  vez  vereador matense, ele  um dos beneméritos   da  Vila de Mata  de São João/Ba.
Juiz Leovigildo e Barão Açu da Torre, primos de Chiquitinha  Maravilha.

                     
Aspecto  paisagístico da  Vila de Mata de São  João  no início da  década   de  1920 (atuais  Praças  Barão Açu  da  Torre  e  Amado Bahia, foto original  da  Família Almeida).


JUIZ DA  VARA  DE  ORFÃOS  DE  SALVADOR /1897
Leovigildo  Gonçalves  de Carvalho foi  Juiz da  Comarca   de Mata de São João de 1891 a 1896, quando      foi nomeado por decreto de  1897 juiz  da  Vara  de órfão  de Salvador,  falecendo    com  juiz    na  ativa  no  ano de  1924, com 75  anos  de idade e  passando 27  anos  na  citada  Vara  de  Órfãos de Salvador;

A citada Vara de Orfãos antes  fora   ocupada pelo    juiz e depois   Conselheiro   Luiz  Viana,  este  pai  de  Luiz  Viana  Filho, também Governador  da  Bahia  no   período  de 07/04/81967 a 15/03/1971, ele   ampliou   a    Fonte  Nova (segundo lance  de arquibancada),  realizando uma  magnífica    administração   no estado  da Bahia

O Juiz Leovigildo     foi transferido da Comarca   matense  para   o  Fórum  de  Justiça  da  Capital  (localizado  no  Conselho  da  Palma, ou Convento da  Palma, Cidade  Alta), ainda não     havia sido  construído  o  atual Fórum Rui  Barbosa, onde  foram depositados  os  restos  mortais  do conselheiro Ruy  Barbosa numa   cripta nas dependências  interna  do citado  Fórum (edificado localizado no governo  de  Dr. Otávio  Mangabeira, ano de  1949 (onde  foram depositado os  restos  mortais  do sábio   jurídico, Conselheiro Ruy  Barbosa   na  data  do seu  centenário de nascimento, 1949).
Dr. Otávio Mangabeira foi eleito governador  da  Bahia  de 10/04/1947 a 31/01/1951, tendo também    na  sua adm edificado o  estádio Otávio Mangabeira (com um lance  de arquibancada, inaugurado  em  janeiro de  1951),

JUIZ  LEOVIGILDO   FUNDADOR DA BIBLIOTECA  DO 
FÓRUM DE JUSTIÇA NO CONVENTO DA PALMA/SALVADOR EM 1908


 O  juiz Leovigildo Gonçalves  de Carvalho,  Juiz  da  Vara  de   Órfãos  e Família  de Salvador,  
  na    década   de   1920,    fundou   a  Biblioteca   do  Judiciário  Baiano   em  1908.
O citado Fórum de  Justiça fica localizado no Convento da  Palma na  cidade   de Salvador/Ba. Um marco  histórico  para  o Judiciário  Baiano,  atualmente a  biblioteca  do judiciário se  localiza  no Fóum Ruy Barbosa, localizado no Campo da  Pólvora.
O Juiz   Leovigildo na década  de  1920   era  o Juiz  Decano da  Bahia (com 38  anos como  juiz, de 1886 a 1924), com mais de 27 anos  na Vara  de    Órfãos  e Família  na  Cidade  de  Salvador.

Gazeta  de  Notícias  Homenageia  Dr.  Leovigildo  1913

     O  matense  Dr.  Leovigildo  Gonçalves  de  Carvalho, Juiz  Titular  da  Vara  de  Órfãos  de  Salvador,  que  há muito  tempo  vem  prestando  relevantes  serviços  a  justiça  Baiana, foi  homenageado   pela   Gazeta   de   Notícias,  dirigida   por   José   Alves   Requião  pela  passagem  de  mais  uma  data  natalícia.
     Também  o  Jornal   Gazeta   de  Notícias  destaca  a  sua  volta  para  a  Vara  de  Órfãos  da  Capital  onde  Dr.  Leovigildo  se  ausentou  para  assumir  interinamente  a  Presidência  do  Tribunal  de  Apelação  e  Revista   por  ser   o   mais   antigo   na   Vara   de  Órfãos  da  Capital.
     Dr.   Leovigildo   sempre   que   o  titular   do   Tribunal   de    Apelação   e   Revista   se  ausenta  Dr.  Leovigildo   assume  o   cargo  na  (por  ser  o  mais  antigo)  Vara   de   órfãos  da  Capital.
     Dr.  Leovigildo   é   considerado   como   um   dos   mais   respeitados   magistrados   do  Estado  da  Bahia  pela   Justiça   das  suas  sentenças  no  seu  cargo  que  ocupa  com  tanta  honra.
     Leovigildo  nasceu  no  dia  13/1/1849  no  Engenho  São  Pedro  do  Lunda, na  Vila  de  Mata  de  São  João, filho  do  Tenente  Coronel  o  Sr. Antonio   Gonçalves   de   Carvalho, agricultor   dos  mais   abastados  na  Vila  de  Mata  na   metade   do   século   XIX  (1850).
     Dr. Leovigildo, um  ícone  da  Justiça  da  Bahia  e   na   Vila   de   Mata   de   São  João,  onde  já  foi  vereador, advogado,  Juiz  Municipal  e   Juiz  da   Comarca  e  também  Vice-Intendente  (Vice-Prefeito).
     Prosseguindo  com  as  suas  homenagens,  a  Gazeta   de   Notícias   deseja   ao   íntegro  Magistrado  Dr. Leovigildo  que    há  muito   o   admira  desejando-lhe   os  mais   ardentes  votos  de  felicidade  sempre  que  da  parabéns  ao  ilustre  Magistrado.
     Dr. Leovigildo  completou  em  1913  64  anos  de  idade, 16  anos   na   Vara  de  órfãos  de  Salvador.

Missa  em  Ação  de  Graça  para  Dr.  Leovigildo  1915

     Uma  Missa  em  Ação  de  Graça  para  o   restabelecimento  do  Dr.  Juiz  de Direito da  Vara  de  órfãos   de   Salvador,  o  matense  Dr.  Leovigildo  Gonçalves   de   Carvalho,  foi  mandada  rezar  por  pessoas  de  sua  amizade.
     A  referida  Missa foi  rezada   no   dia   20/11/1915,  domingo   na  Igreja  da  Palma.  A  Missa  Festiva,  esse  ato  que  foi   acompanhado   pelo  Harmônio,  com   presença  da  sua  Exma  Senhora  esposa  e  filhos.
     Oficializou  o  religioso Franciscano  da  Terra  Santa,  Frei  Ângelo  Comum,  acoletado  pelo  Capitão  Manoel  Silvestre  da  Costa.  Entre  as  pessoas que  assistiram  a  Missa  em  Ação  de  Graça, estiveram  presentes  várias  pessoas:
     A  Exma,  Senhoras,  Senhores   e   Cavaleiros;   Capitão  Apolinário de  Anjos  repórter  do  Diário  de  Noticias, Dr.  Aurélio  Viana,  Moajor  Vicente   Patrício   Ribeiro,  Heráclio  de  Sá,  Alberto  César  Gaspar,  o  Capitão  João  Borges   Heguet,   Capitão   Valentino  da  Silva  Guimarães, o  Dr.Olimpio  Correia, Cecílio  dos Santos,  Capitão  Inácio  Ferreira  da  Silva,  José   Bernardino  Santos,   Professor   Mário   Ribeiro,  Cel   Alfredo   Maltez,  José  Faustino   de   Araújo,   Capitão   Deoclesiano    Coelho    dos    Santos,   Capitão   Faustino  Borges  de  Brito, Capitão  Pedro  Muniz  dos  Santos,  Major   Antonio   Carvalho  Coelho,  Capitão  J.  C.  Pedro.
     Ainda  outras  pessoas que  compareceram  a  Missa  de  Ação  e   Graça  pela  saúde  do  Dr.  Leovigildo:   Capitão   José  Pedro  Ângelo   da   Cruz,   João   Moreira   Rios,  Capitão  Goldofredo  Guimarães  e  mais  Globo  de  Faria  do Jornal  Gazeta  do Povo  de  Salvador.

     No  final  da  Missa  de  Ação  e  Graça  foi   a   Exma  Senhora   esposa  do  Leovigildo, cumprimentada  carinhosamente  e  acompanhada  para  a  sua  residência  na  Palma.
     No  ano  de  1915,  Dr.  Leovigildo  estava  com  66  anos  de  idade, ele  recuperou-se  e  só  veio  a  falecer  no ano  de  1924  aos  75  anos  e   estava   na  ativa  como  Juiz  Juiz  da  Vara  de  Órfãos   de   Salvador   com   26  anos  na  Vara  de  órfãos,  era   o   Decano   dos Juizes  da  Bahia,uma legenda  na  Justiça  da  Bahia  e  do  Brasil.
     Era   impressionante   o   respeito,   admiração,   o   carinho   com   que   o   matense  Dr.  Leovigildo  Gonçalves  de   Carvalho   era  tratado  na  sociedade  de  Salvador  e  na  Bahia  em todos  os  níveis  das  diversas  classes  sociais  no  Estado.

A  Bahia  a  Magistratura  Ferida

No  mês  de outubro  de  1918, um dos jornais  da  Capital  havia  divulgado  comentário  sobre o  Poder  Judiciário  da  Bahia   o   que  ativou  uma   rápida  reação  de repúdio de advogados,  juízes,  em  fim,  da  classe  judiciária.
     Em nota veiculado  no Diário  da Bahia da  sua  edição  de quarta-feira, dia 16/10/1918,  repudi-ando  a  nota  anônima  noticiada  num  dos  jornais  de  Salvador.  Eis o  resumo  da matéria:
     “O  Governo  do  Estado infeliz  e  interlocardo, mandou  que  a  sua  imprensa  atacasse  no  que havia em  nós  o mais puro,  o Poder  Judiciário. Sempre digno a fugir do contágio  compro-metedor  das  práticas   oficiais, a  repulsa não se  tardou, a Bahia inteira  reprovou a    grosseria    governamental  e  ontem pelos  seus   advogados    pela  sua  mocidade  Acadêmica, ao  seu  mais  alto  Tribunal,  a  sua  expressão   de   solidariedade  e  no  seu  aplauso  pela  sua  atitude  nobre  da  justiça  baiana.
     Tantos  males  morais  que  assinalam  o  momento.  Em   nome  dos  primeiros  falou  o  conceituado advogado Dr. Isaias de   Carvalho  Santos, protestava em  nome  da sua classe  contra  as  agressões  insólitas  contra  aquele  Tribunal pelo   Governo  do  Estado.
     Querendo constar  na Ata  o  seu   protesto  deferido. Grande   era  a  assistência,  notamos   a   presença   de quase todo os advogados dos nossos  auditórios   desde  serventuários,  Acadêmi-cos,  Juizes,  negociantes,  comerciários  e  a   Imprensa  através  de  seus  jornalistas.
     O  íntegro  Dr.  Leovigildo  de  Carvalho,   Juiz   da   Vara   de   órfãos,   o   mais  antigo  dos   da   1ª  Entrância,  cabendo-lhe  com   isso   a   Guarda   do   Edifício   do  Fórum   (na  época  o  Convento  das  Palmas).
     Atendendo    o   desejo   geral  de  todos,   fechou   aquele edifício para   que   todos  pudessem  levar  os  seus  votos de solidariedade  ao  Tribunal  de  Justiça  do  Estado  da  Bahia.
     Encerrada a  Sessão,  o  talentoso  Bacharel Armando  Marques do  Reis, em  nome  de  todos  os  Acadêmicos   presentes   em  grande  número,  usou  da  palavra  proferindo  um  vibrante  discurso  sendo  até  transcrito  na  Ata”.
     Notamos  mais  uma  vez  a  altivez,  sensibilidade  e  amor ao Judiciário  da  Bahia  do  íntegro  Leovigildo,  uma  das  reservas   morais do Judiciário   Baiano  (desde  o  regime  Imperial  e  do  Republicano),  Leovigildo  filho  da  Vila  da  Mata  de  São  João,  um  dos  maiores  vultos  do  município  matense.
     Era  Governador  do  Estado Dr. Antonio  Ferrão  Muniz  de Aragão,  o 13º  Governador  da  Bahia  (29/3/1916  a  28/3/1920).
     Depois  desse  manifesto,  numa  breve  formosa  alocução, agradeceu  aos  seus  amigos  numa  prova  de  apreço  que  naquele  momento  lhe  faziam.
     A  Festa  terminou   depois  do   meio  dia,  tendo  o  Dr.  Leovigildo  acompanhado  por  amigos até a casa  de sua   residência,   onde   recebeu    ainda   numerosas   visitas  e saudações.
     A  casa  residência  de  Leovigildo  situa-se  ao  Jogo  do Lourenço.
     Ao  honrado  Juiz  de  Órfãos  da  Comarca dessa  Capital, reintegramos   nossos   mais  cordiais  comprimentos  (Diário  de  Notícias).
     Matéria  pesquisada  no  Jornal  Diário  de  Notícias, 9/2/1905.

     NOTA// 
O Juiz Leovigildo  nesse   ano   de   1905   completava   12   anos   na   Comarca   de  Órfãos de Salvador, Leovigildo  só   deixaria   essa   Vara   de   órfão  e   casamento   somente  com  a  sua  morte,  ocorrida  em  28/2/1924, numa quinta-feira, depois  de  27  anos  de  excelentes  trabalhos na  justiça  baiana.
     Exemplo  de  honradez, competência,  amor  e  dedicação   a   magistratura   da  Bahia  e  do  Brasil,  um   exemplo   desse   matense   a   ser   seguido  e  simbolizado   pelas   futuras  gerações  de magistrados.
    

Leovigildo  Assume  o  Supremo  Tribunal  de  Justiça

     O  Juiz  Leovigildo  de  Carvalho,  titular  da  Vara  de  órfãos   de   Salvador  e  um  dos  mais  antigos  em atividade  na  Bahia,  assumiu  a  presidência   do   Superior   Tribunal  de  Justiça  da  Bahia,  em   substituição   ao   Desembargador  Bráulio  Xavier   que   havia   se  ausentado  do cargo  dia  17/2/1916.
     Era   o   matense   Juiz   Leovigildo   assumindo   a   mais  alta   direção   da   Justiça   da  Bahia,  era  um homem  íntegro,  incorruptível  e  honrado.  Orgulho   da   justiça  da  Bahia  e  de  Mata  de  São  João.

Aniversário  de Leovigildo 75  anos

     O   Jornal   “O  Imparcial” da capital  Salvador,   na   sua edição  do   dia   13/1/1924  noticiava   a   passagem  a  natalícia   do   Juiz   matense,  o   Dr.   Leovigildo,   Decano   do  Juizes  Baianos,estava  completando  75  anos  de  idade.
     “Completa   hoje   mais   um   ano  de  existência   o   ilustroso   e   venerando   Juiz   da  Leovigildo  Gonçalves   de  Carvalho,  uma  das  figuras  mais   austera   do  nosso   Fórum.
     Magistrado   íntegro   e   enérgico   a   sua   Exma,  vem  de  há  muitos  anos   prestando  relevantes  serviços  a sociedade,principalmente  aos  órfãos,  aos   desamparados, aos quais tem  sido extremoso, incansável  defensor”.
     Como o  mais  antigo dos juizes,  tem  inúmeras  vezes,  tomado  assentos   no   Superior Tribunal  do  Estado,votando  sempre  com  critério, justiça  e  descortino.
     Ao  emérito  representante  da  Justiça  Baiana, O  Imparcial  cumprimenta   fazendo   os  mais  ardentes  votos  de  felicidade no remanso  do  seu abençoado  lar”.

Editais  Publicados pelo Juiz  Leovigildo

     Uns   dos   últimos   editais   publicados   pelo   Juiz   da   Vara   de   órfãos   da   Capital (Salvador),  Estado  da  Bahia,  o   Senhor   Dr.   Leovigildo   Gonçalves  de  Carvalho,  um  dos   últimos   decanos   da   Justiça   Baiana,  remanescentes  do  período  Imperial   e  com  mais  de  29  anos,  titular  da  Vara  de  órfãos.

Do  Edital

     Faz  público  que  resolva  de  todos  os  interesses  de  as  Novas  Listas,  chamadas  de  Obrigações  a  Mais  Munismo  são considerados  como  suplementares  as  publicadas  de  1º  a  14  de  janeiro  deste  ano  (1924)  e  14/2/1921.
     De  modo  que  poderão  voltar  os eleitores cujos  nomes  não  figuram  nas  listas  delas  que   tinham   sido   surrupiadas   na   publicação  do  Diário  Oficial, mas  tiveram  os  seus  títulos devidamente  rubricados  pelas  respectivas Seções  em  que  voltaram anteriormente  nas  eleições  federais.
     Este   Edital   que   normaliza   Chapas   dos   Eleitores   no   pleito,   depois   de   manhã (17/2/1924, um domingo).

Edital

     Eu   Dr.   Leovigildo  Gonçalves  de  Carvalho,  Juiz   da   Vara   de   Órfãos   e   o  mais  antigo   da   Comarca   da   Bahia,  no  Termo,   etc,   faz   saber   quantos    Edital    tiveram conhecimento  que   considerando  a   exigüidade   do   tempo   para   as    organizações  das  Listas   de   Chamadas,  para   as   próximas  eleições  federais, a   vista   que   compõem   o eleitoral    dessa   capital   faz   público   para   ressalvar   todos   os   interessados   que   são  considerados   como   suplementares  das  Novas  Listas  das  chamadas  publicações  de  1º  a  11  de  janeiro  deste  ano (1924),  e  a  de   14   de   fevereiro  de  1921  feitas  no  Diário  Oficial   e  que   nessas    condições   poderão   votar   nas    respectivas    seções,  conforme  deferidas  as  publicações.
     Os  nomes  que não  figurarem  nas  novas  Listas  de  Chamadas  datadas  de  13/2/1924  mas   tiveram   os   títulos   devidamente   rubricados   pelos   respectivos   presidentes   das  respectivas  seções  em  que   voltaram   anteriormente  nas  eleições   federais  e  outrossim  da  mesma  forma,  os  eleitores   que   não   havendo   ainda  votado  em anteriores eleições  federais,não constando  os  seus  nomes  nas  novas Listas  de Chamada, como  pertencendo  às  eleições   que   figuram   nas   mencionadas   publicações  de  1º  a  11  de  janeiro  deste  ano   (1924)   e   de   14/2/1921,  no   Diário   Oficial   deste   Estado   e   para    chegar    ao conhecimento  de  todos  os  interessados  mandou  o  Juiz  passar   o   Edital   presente  que  será  publicado  no  Diário  Oficial.
     Dado  e  passado  neste   Estado   da   Bahia,   aos  14/2/1924  e  eu  Carlos  Rocha  Reis,  escrivão  de  órfãos  e  escrevi.
     Assinado  Leovigildo  Gonçalves  de  Carvalho.
     Matéria  publicada  no  Jornal  A  Tarde  edição  de 14/2/1924, quinta-feira.

Lista  dos  Juizes  de Direito mais  Antigos  de  Salvador

     O  juiz  Leovigildo   Gonçalves   de   Carvalho,  um   dos   mais    antigos   Juizes   da  2ª  Entrância   para   os   efeitos   do  artigo 13  de  10/7/1920, acha-se   na   Vara   de  órfãos  e  Ausente  da  Comarca  da  Capital  de  4ª  Entrância.
     Com   o   falecimento   do   respectivo   juiz   Leovigildo  Gonçalves   de   Carvalho,  são  reputados  os  mais  antigos  da  3ª  Entrância  de  acordo  com   uma   lista   de  antiguidade  organizada  pelo  Tribunal  Superior  de  Justiça, a  seguinte  lista  de  Direito:
     1 -  Bacharel  José Maria  Tourinho
     2 -  Bel  Ramiro  Afonso  Monteiro
     3 -  Bel  Pedro  Faustino  Pondé
     4 -  Bel  João  Sales  Muniz
     5 -  Bel Antonio  Pedreira  Cerqueira

São  os  mais  Antigos  da  2ª  Entrância

     1 -  Bel  Abidon Alves  Afonso
     2 -  Bel  Virgílio Américo  da  Cunha  Gonçalves
     3 -  Antonio  Mariani  Gravatá
     4 -  Ângelo  Henrique  Martinelli
     5 -  Ourício  Nunes  da  Silva  Lameiro

São  os  mais  Antigos  na  1ª  Entrância

1 -  Bel  José  Alfredo  Guimarães
     2 -  Bel  Artur  da  Silva  Conrado
     3 -  Bel  Francisco Pacheco  Pereira
     5 -  Bel  Antonio José  de  Araújo

Na  4ª  Entrância

     A  disponibilidade  do Dr.  Arlindo Batista  Leoni  desde  4/10/1904, Dr.  Raimundo  Inácio  da  Silva,  desde  8/8/1919.  Do  Senhor  Dr.  Antonio  Daniel  Tanajura  desde  1920.

Na  3ª  Entrância

     Estão  disponíveis  Bel Maria  Tourinho  desde  4/10/1024  e  na  1ª  Entrância  o  Dr.  Virgílio  Américo  da  Cunha  Gonçalves  desde  o  dia  10/12/1014.
     Lista  divulgada  no  Diário  de  Notícia  edição  de  12/3/1924.

HISTÓRICO DA MEDICINA BAIANA:

Juiz Leovigildo   Despacha    Documento   da 
Maioridade  de Alice   Couto Nina  Rodrigues


 HISTÓRICO!


HISTÓRIA DA MEDICINA
artigo 57
O falecimento do Professor Doutor Raymundo Nina Rodrigues, 
em Paris, a 17 de Julho de 1906
 e a narrativa da chegada 
do cadáver ao porto desta capital, no dia 10 de agosto do mesmo ano. 
A exposição minudenciosa das exéquias do célebre cientista brasileiro.
Dr. Antonio Carlos Nogueira Britto
Vice-presidente do Instituto Bahiano de História da Medicina e Ciências Afins.
Fundado em 29 de novembro de 1946
Anexo 1
CERTIDÃO DO REGISTRO DO NASCIMENTO DE ALICE COUTO NINA RODRIGUES.
DATA DO CASAMENTO DO DR NINA RODRIGUES
A 06 de maio de 1903, o Dr. Raymundo Nina Rodrigues dirigiu-se ao arquivo da Secretaria da Intendência Municipal da capital do Estado da Bahia para passar por certidão o teor do registro de sua filha Alice:
“ Ill.º Sn’r Intendente –
O Doutor Nina Rodrigues, a bem de seu direito preciza que V. Ex.cia lhe mande passar por certidão o teor do registro de nascimento de dua filha Alice o qual teve lugar em doze de Janeiro do anno de 1895 no districto da Victoria cujos livros se acham recolhidos no archivo desta Intendencia.
Nestes termos pede despacho
Bahia 6 de Maio 1903
Dr. R. Nina Rodrigues.”



“Certifico em cumprimento ao despacho supra, que no archivo da Secretaria da Intendencia Municipal da Capital do Estado da Bahia, se acha recolhido o livro de registros de nascimentos do districto da Victoria, sob numero quatro dos annos de mil oitocentos e noventa e quatro a mil oitocentos e noventa e sete e delle as folhas trinta e seis verso, consta o assentamento do teor seguinte. Numero nove. Aos doze dias do mez de Janeiro do anno de mil oitocentos e noventa e cinco nesta Capital do Estado da Bahia districto de paz Parochia de Nossa Senhora da Victoria em meu Cartorio compareceu o Doutor Raymundo Nina Rodrigues e as testemunhas no fim nomeadas e assignadas declararão que no dia dês de Dezembro do anno de mil oitocentos e noventa e quatro, as cinco horas da manhã sua mulher Dona Maria Couto Nina Rodrigues deu a luz a uma criança do sexo feminino que se chamará – Alice – sua filha legitima nascida na mesma casa onde são moradores a Rua Forte de São Pedro casa numero trinta e um, o declarante é médico, natural do Estado do Maranhão, casado, nesta Capital, na Freguesia de Sant’Anna aos vinte e oito de Janeiro de mil oitocentos e noventa e trez, e sua mulher é natural desta Capital são Avos paternos da criança o Coronel Francisco Solano Rodrigues e Dona Luiza Rosa Nina Rodrigues e maternos o Conselheiro Doutor José Luiz de Almeida Couto e Dona Amelia de Azevêdo Couto, são testemunhas Francisco de Azevedo Bonfim e o Doutor José Calazans de Azevedo Costa. E para constar lavrei o presente termo que assigna commigo o declarante e as testemunhas depois de lhes ter lido e acharem conforme o que dou fé. Eu Arestides Alexandrino do Valle Escrivão de paz, official do Registro Civil o escrevi por ordem do Juiz de paz em exercicio o Major Francisco Augusto Pereira de Mattos. Arestides Alexandrino do Valle. (assignados) Doutor Raymundo Nina Rodrigues. Francisco de Azevêdo Bomfim e Doutor José Calazans de Azevedo Costa. O referido é verdade e está escripto e para constar, eu Fraterno de Meirelles, archivista da Secretaria da Intendência Municipal da Capital do Estado da Bahia passei a presente aos sete dias do més de Maio de mil novecentos e trez e vae subscripta e assignada pelo Doutor Alfredo Devoto, sub-secretario da Intendência Municipal da Capital do Estado da Bahia, subscrevo e assigno.
Dr. Alfredo Devoto
Nº 2174         PV 495

Pagou de emolumentos novecentos e noventa e cinco reis.
B.ª e 2.ª Secção do Thesouro Muni.al 7 de Maio de 1903

Rubrica ilegível                                                Rubrica ilegível”
No frontispício do documento vê-se uma estampilha de 200 réis e na dita grafada “Republica Brazileira / Imposto do sello/ Estado da Bahia”
“Nº 478
de 257 / 6-5-903

Segue-se o despacho: “Como pede – Em 5- 5 903”
Cf. Arquivo Público do Estado da Bahia
Secção Judiciária
Inventário – Dr. Raymundo Nina Rodrigues
Período: 1906/1916. Numero de folhas: 41
Classificação: 01/58/68/65
Advogado: Dr. Antonio Carneiro da Rocha
D. Maria Couto Nina Rodrigues (viúva) –Inventariante e herdeira, com a filha Alice.
Cf. páginas 39-40.
SOLICITAÇÃO DE EMANCIPAÇÃO DE ALICE.
“Exmo Sn’r Dr. Juiz de Direito da Vara de Orphãos
Diz a abaixo assignada, filha do fallecido Dr. Raymundo Nina Rodrigues, que tendo atingido a maioredade no dia 10 de Dezembro de 1916, requer a V. Ex.ª que se digne de julgal-a emancipada, para os fins de Direito.
Nestes termos
                       P. a V. Ex.ª deferimento
Bahia 24 de Maio de 1916
Alice Couto Nina Rodrigues”
Obs, Assinatura sobre estampilha de 300 réis – “Estado da Bahia – Brazil – Imposto do Sello.” (N.A.)
No frontispício da petição vê-se a observação: “Venha nos autos – B.ª 25 de Maio de 1916
L. de Carvalho.”
Cf. Ibid. p. 35.
“Exm.º Sn’r. D. r Juis de Direito da Vara de Orphãos
D. Alice Couto Nina Rodrigues, cumprindo o respeitavel despacho de V. Ex.ª vem apresentar a certidão de registro dp seu nascimento, para que possa ser julgada emancipada, e requer a V. Ex.ª que se digne de, julgada a sua emancipação, conceder a Supp. te alvará para que seja retirada a clausula de menoredade das apolices da Divida Publica deste Estado, de n. os 17.089 a 17.107 e 10.966 e das apolices da Divida Publica da União, de n. os 128.814 a 128.817 e 122.493 a 122.497, sendo que estas se acham averbadas na repartição competente na cidade do Rio de Janeiro.
Nestes termos,
                       P. a V. Ex.ª deferimento.
Bahia 5 de Junho de 1916
Alice Couto Nina Rodrigues”
Obs. Assinatura sobre estampilha no valor de 300 réis – “Estado da Bahia – Brazil- Imposto de Sello” (N.A.)
No frontispício está consignado: “Venha nos autos. B.ª 5 de Junho de 1916
L. de Carvalho.”
Cf. Ibid. p. 38.
“Nascida D, Alice Couto Nina Rodrigues e filha legitima de Dr. Raymundo Nina Rodrigues, e D. Maria Couto Nina Rodrigues, em 10 de Dezembro de 1894 completou vinte e um annos de idade em egual data de 1915, certidão a fl.
Atingindo assim a maior idade a declara emancipada e apta para todos os actos da vida civil.
Deferindo o requerimento a fl. passe-se o alvará solicitado.
B.ª 6 de Junho de 1916
L. de Carvalho.”
Cf. Ibid. p.41.”
“Certifico que scientifiquei Dona Alice Couto Nina Rodrigues de todo o conteudo da Sentença retro. Dou fé, Bahia 8 de 1916. O Esc. m int. o Carlos da Rocha Reis.”
“Certifico que forão expedidos os alvarás requeridos na petição de fl. s 14.v e 15.v sob numeros 18 e 19. Dou fé. Bahia 9 de Junho de 1916. o Esc. m int.º Carlos da Rocha Reis.”
Cf, Ibid. p. 41-v.
Obs. O nome do Juiz de Direito que rubricava os despachos como L. Carvalho era “Leovigildo Gonsalves de Carvalho.” (N.A.)


                                                               Alfredo Brito perde  do Largo do Pelourinho
      Lindos casarões  e  sobrado, pura adrenalina  colonial  no Coração da Cidade Fortaleza  de Salvador
                                      Calçada de  histórias e lendas  do Largo do Pelourinho
PELOURINHO, LINDO, FASCINANTE, SOBERBO, HISTÓRICO, REPLETOS  DE  RELIGIOSIDADES  E FASCÍNIO E  FESTIVIDADES!....
                                          
                                    Pelourinho   berçário de  lendas, histórias  e  festividades....
Largo do Pelourinho onde Michael Jackson  gravou um clip  especial Click no Link Video com  Michael Jackson -http://www.youtube.com/watch?v=YsvBA1ttTAk

Rua  Alfredo  sentido Largo do Pelourinho /Sto. Antonio Além do Carmo
                                                                  ]greja  Rosário do Pretos

A Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos é uma igreja católica de Salvador, Bahia, construída no século XVIII. Está localizada noCentro Histórico de Salvador, na ladeira do Pelourinho. É parte do centro histórico da cidade declarado Patrimônio Mundial pela UNESCO


História

Fonte Wikipédia
No Brasil colônia, os negros escravos e alforriados (forros) eram particularmente devotos de Nossa Senhora do Rosário, São Benedito,Santa Efigênia, Santo Elesbão e alguns outros santos.1 De acordo com frei Agostinho de Santa Maria, desde os inícios do século XVII os escravos e forros veneravam Nossa Senhora do Rosário num altar da Sé da Bahia, em Salvador.1 Como outros grupos da colônia, também os negros se organizavam em agrupações religiosas de ajuda mútua, as chamadas irmandades ou confrarias. Na segunda metade do século XVIII, quase todas as freguesias de Salvador possuíam alguma irmandade de negros.1
A Irmandade de Nossa Senhora do Rosário foi formalmente constituída em 1685, sendo antecedida somente pelas do Rio de Janeiro (1639) e Belém do Pará (1682).1 As irmandades de negros começavam reunindo-se nos altares laterais de igrejas matrizes ou conventuais, mas em 1704 a do Rosário reuniu o dinheiro necessário e recebeu a permissão do arcebispo D. Sebastião Monteiro de Vide para a construção de uma igreja própria nas Portas do Carmo.2 3 O nome se refere à existência na zona de uma das portas da cidade fortificada, por onde saía o caminho (atualmente a ladeira do Pelourinho) até o Convento do Carmo. Na zona também estava localizado o Quartel do Carmo, onde se alojavam os soldados que defendiam essa entrada da cidade.2
A construção da Igreja do Rosário foi um processo lento, pois a irmandade era relativamente pobre e os irmãos da confraria doavam seu trabalho para a construção em suas horas livres.2 A partir de 1718 a igreja foi também matriz da recentemente criada freguesia do Senhor do Passo, situação que continuou até cerca de 1740.2 Inicialmente foi edificado o corpo da igreja; a elaborada fachada e as torres só foram levantadas a partir de 1780, sob a direção do mestre-de-obras Caetano José da Costa.3 Também por essa época o edifício ganhou dois corredores laterais.2 Nos finais do século XIX o interior da igreja foi redecorado, ganhando novos altares em estilo neoclássico e pinturas.3
A Igreja do Rosário dos Pretos, começada em 1704, é um edifício imponente, ao qual se tem acesso por um pequeno adro gradeado. A fachada possui um corpo central em dois pavimentos, coroado por um frontão de empenas em volutas, e ladeado por campanários cujo arremate é um coruchéu em bulbos superpostos revestidos de azulejos. Ao rés-do-chão existem cinco portas, sendo que a central é mais ampla e emoldurada por um discreto frontispício, e acima delas, cinco janelas de delicado desenho. O desenho da fachada, construída a partir de 1780, é atribuído ao mestre-de-obras Caetano José da Costa.3
No interior, destacam-se os azulejos sobre a devoção ao rosário, fabricados em Portugal e datados de c. 1790.3 Os altares são em estiloneoclássico, realizados na década de 1870 pelo entalhador João Simões F. de Souza.3 Nos altares há imagens coloniais, destacando-se entre elas uma Nossa Senhora do Rosário do século XVII, venerada na antiga Sé da Bahia, além de imagens de Santo Antônio de Cartegerona, São Benedito e um Cristo crucificado em marfim.3 O forro da nave foi pintado em 1870 por José Pinto Lima dos Reis.3
Nos fundos da igreja existe um antigo cemitério de escravos. Preservando sua história ligada aos negros, a liturgia dos cultos faz uso de música inspirada nos terreiros de Candomblé. Nas datas comemorativas de Santa Bárbara e Iansã a igreja é o ponto central dos festejos.

Nossa Senhora do Rosário dos Pretos

Por Editoria Férias Brasil 

A construção da igreja levou quase todo o século 18 para ser concluída – ela foi erguida pelos membros da Irmandade de Nossa Senhora dos Homens Pretos do Pelourinho, escravos que só podiam trabalhar na obra em seus momentos de folga. Finalizada em 1796, é um dos marcos do Centro Histórico, com torres de influência indiana e fachada em estilo rococó. As missas de domingo, às 10h, apresentam cânticos acompanhados por instrumentos africanos como atabaques, agogôs, tamborins e repiques, além de incenso perfumando o ambiente, sendo uma das maiores expressões do sincretismo baiano. Vale a pena acordar cedo!

 POSTANDO MAIS LINDAS FOTOGRAFIAS DE SALVADOR



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Seleção Brasileira posa para foto oficial


Jogadores e comissão técnica posaram para a foto oficial do time antes de seguir para Viena, local do último amistoso pré-Copa do Mundo







































































































Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

Em pé: Marquinhos, Filipe Luis, Danilo, Marcelo, Ederson, Alisson, Cássio, Renato Augusto, Casemiro, Paulinho, Fernandinho e Geromel;
No meio: Ricardo Rosa (preparador físico), Fábio Mahseredjian (preparador físico), Rodrigo Lasmar (médico), Taffarel (treinador de goleiros), Edu Gaspar (coordenador de Seleções), Tite (técnico), Cléber Xavier (auxiliar técnico), Sylvinho (auxiliar técnico), Fernando Lázaro (analista de desempenho) e Matheus Bachi (auxiliar técnico e tecnológico);

http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2017/10/gamaliel-sales-chgas.html

GAMALIEL SALES CHAGAS/CHIQUITINHA/ BIOGRAFIA RESUMIDA
Gamaliel Chagas: Divorciado (1994), Poeta, biografo, pesquisador, Técnico Petroquímico, nível médio, outros Cursos não citados, fundador de Torcida TOPOCA/ anos 1987/8, prol time da Catuense, que tinha seu mando de Campo no estádio Municipal de Camaçari, ano 1987 (sendo a primeira torcida organizada, fundada, para um time profissional, na cidade de Camaçari/Ba.)

COLUNISTA ESPORTIVO/COMUNITÁRIO..
...Continuar lendo






Gamaliel /Chiquitinha Maravilha, aos 4 anos de idade e sua irmã Lívia em 1955, rua Júlio Veríssimo, centro/cidade de Mata ...
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das mais justas! Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha), cruzando a linha de Chegada da Corrida Rústica do Bomfim de mata ...
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 JORNAL CORREIO DA BAHIA,  CHIQUITINHA  DESTAQUE  NO ATLETISMO BAIANO.
FAMÍLIA  PEREIRA DAS CHAGAS E RAMIFICAÇÕES: FILHOS  DE  IURI) IURI (SOBRINHO),GAMAIEL, YASMIN (FILHOS CHIQUITINHA  MARAVILHA), TANIA (ESPOSA), LÍVIA IRMÃ, MÃE DE IURI (FOTO DÉCADA  DE 2000).
 COMPETIÇÃO  DE ATLETISMO, NA PISTA  DA FONTE NOVA   DÉCADA DE 1980 (ANO 1983)

MARATONA INTERNACIONAL DO  RIO DE  JANEIRO, ANO 1983, CALÇADÃO DA PRAIA  DE COPACABANA 2ª MARATONA   INTERESTADUAL  DE CHIQUITINHA (42. 195 KM). REPRESENTANDO SALVADOR, DIAS D'ÁVILA, CAMAÇARI E MATA DE SÃO JOÃO, SEM ÔNUS  FINANCEIROS  PARA OS  MUNICÍPIOS  CITADOS

 CHIQUITINHA  ESTÁDIO MUNICIPAL DIAS D'ÁVILA
 YASMIN FILHA  DE CHIQUITINHA FINAL DA DÉCADA DE  2000. FORTE  SÃO MARCELO/CIDADE  DE SALVADOR/BA. 
 TORCIDAS DA NAÇÃO TRICOLOR DO EC BAHIA/2013/LADEIRA  DAS PEDRAS, AO LADO DA ARENA FONTE NOVA - BEL DA GUITARRA  MÁGICA, MUDO, O MAIS  FAMOSO DO BRASIL, CHIQUITINHA  MARAVILHA, E  ADILSON DA BUZINA  DE  DIAS D'ÁVILA/BA.
 CIDADE NOVA YORQUE, CAIS DO PORTO/ 1984
 FAMÍLIA PEREIRA DAS CHAGAS/C/ LOPES MENDES  DE ARAUJO
 DESFILE SETE SETEMBRO /* PÇA  BALNEÁRIO RIO IMBASSAY ANO 1984/ ENTÃO DISTRITO   DE CAMAÇARI/BA.
 MARATONA INTERNACIONAL DO RIO DE JANEIRO ANO 1983
 MARATONA DA INDEPENDENCIA SALVADOR 1984, PÇA. GARIBALDI
CIDADE NEW YORKK/ 1984/MARATONA INTERNACIONAL NY

O POETA MARATONISTA!
          
 Chiquitinha  (Gamaliel Chagas) na  Maratona  do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min),  foto no  no aterro do  Flamengo/RJ, 42,195 km.

                        CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
                   (A Poesia do Corredor)

                        Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!

Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em  frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...

É a minha mente livre, intspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz,  porque a corrida me faz bem.

A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.

É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...

     Poetizada  em  13/02/1985/Cidade  de Dias D'Ávila, quando Gamaliel Chagas/
 realizava  treinamento (Bairro de Nova Dias D'Ávila).

Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registratdo em nome de Gamaliel.   

                       PRINCIPAIS CORRIDAS

Gamaliel Sales Chagas divorciado/1994, poeta desde os 19 anos de idade  (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador  de futebol,    matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu  14 maratonas  em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984,  pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Critstóvão/ Aracajú  pela  BR 101  no  ano  de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de  Mata  de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas  corridas citas  sem ter apoio financeiro das prefeituras  citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive  nas duas Maratonas Internacionais  houve apoio da Copene  no translado Salvador Rio de Janeiro e vice   versa, ajuda  na  estádia), sendo  passagens  de ida e volta  a  custo do atleta, e trabalhava das 8 horas  as  17 horas e compensava  os dias  da estadia em New  York (5 dias em 1984 e 1986).

CORREU UM  "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE  DE SALVADOR,   COM 37 KM, EM 1987
*******************************************************************************

GAMALIEL CHAGAS - RESUMO DAS PRINCIPAIS CORRIDAS:

O MARATONISTA BAIANO DE 1984 - BICAMPEÃO DOS 10 E 5 MIL METROS NA PISTA DA FONTE NOVA 1983/84.
2 MARATONAS INTERNACIONAIS /CIDADE DE NOVA YORQUE
PENTACAMPEÃO MATENSE DEt VETERANOS / CORRIDA RÚSTICA DO BOMFIM DE MATA DE SÃO JOÃO, NA DÉCADA DE 2000.
15 MARATONAS COMPETIDAS - COMPETIÇÃO NO ATLETISMO BAIANO BRASILEIRO, EM 6 ESTADOS DO BRASIL! 5 MARATONAS NO RIO E JANEIRO, 2 EM BRASILIA, 2 SÃO SILVESTRES EM SÃO PAULO, ANOS 1983/84. VÁRIAS ELIMINATÓRIAS BAIANA DA S. SILVESTRE NA DÉCADA DE 1980.

COMPETIU:

01 MARATONA EM SÃO PAULO, 01 EM JOÃO PESSOA, 30 KM DE SÃO CRISTÓVÃO A ARACAJU EM 1985, 2 MARATONAS EM BRASILIA.
COMPETIÇÃO 3 OLIMPÍADAS DO POLO PETROQUÍMICO DE CAMAÇARI ONDE FOI BICAMPEÃ, COMPETIU NOS CITADOS JOGOS, NOS 10M, 1.500M, 5 E 10 MIL METROS, ALÉM DE 28 HM DE CAMAÇARI A PRAÇA ACM IDA E VOLTA, QUANDO FICOU EM 5º LUGAR ANO 1982.
COMPETIU DEZENAS DE CORRIDAS EM SALVADOR E CIDADES DO INTERIOR DA BAHIA, CONQUISTANDO MEDALHAS E TROFÉUS....t


NESSE PERÍODO TRABALHAVA DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, TREINAVA DAS 17H40 ÁS 20H30 DA NOITE. E FIM DE SEMANAS.



t

t com credenciamento CFMO 097}

     No ano   de  1985  Gamaliel   iniciou  o   curso  de  Comunicações  Verbais  PPD-IOB (Treinamento  Programado  a  Distância)  por  correspondências  tendo  concluído  o  citado curso no  dia  7/3/1986.  O  citado  curso  organizado  por Oswaldo  Melantonio,  formado em  Direito, Filosofia  e  Jornalismo,  Oswaldo   presidente de  honra  de   várias  instituições  culturais  dentre  elas  a  Academia   Paulista de   Oratório  e  Academia   Brasileira  de   Comunicações  Verbais. O  curso  de  Comunicações   Verbais  teve  a  duração  de  6  meses  equivalente  a  100 horas/ aula  e  credenciado  pelo  CFMO  097.
.
     Oswaldo  Melantonio  realizou   vários   cursos  complementares  no  exterior  e  no  ano  de   1986   fazia 35  anos  se  dedicando  exclusivamente  as  Comunicações  Verbais;  inicialmente,  oratória   formal   e  informal   para   líderes   políticos   e  religiosos.   Nos  últimos   anos   Oswaldo  especializou-se   na   área   de   comunicações   dos   executivos,  objetivando a melhoria  da  produtividade  pela  eficiência  da  comunicação.

PERSONALIDADES EXPOENTES DAS  COMUNICAÇÕES VERBAIS

Várias personalidades  de Top  da  Política Executivos, da Oratória  Geral,  Locutores Esportivos, a  exemplo  de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia  Jânio Quadros, Franco Motoro e  outros  expoentes que realizaram este  magnífico  curso, amplo usando as técnicas  da Grécia  antiga,   a exemplos  de   formidáveis  gênios  da  Comunicação, oratória da Grécia Antiga,celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles, Demóstenes, Cícero, este  considerado como um dos  maiores   gênios nas  Comunicações  verbais da  Grécia  e  do  Mundo, chegando ao ponto  de  governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória  de convencimento, resumindo   era  um " Um Gênio Abençoado  da  Oratória  das Comunicações Verbais!".
    
Conteúdo  do  curso

     Introdução,  exposições  práticas,  técnicas  da  comunicação  dos  executivos,  educação  da  voz,  expressão  corporal,  figuras  de  estilos,  dez   qualidades   básicas   do  executivo,  práticas  de  comunicações  verbais  e  práticas  de  oratória
     De  modo  especial,  Oswaldo  realiza  treinamentos  para  as  lideranças  dos   principais  escalões   das   grandes   organizações   privadas   e   publicas.  O   citado   curso  já  treinou  grandes  personalidades  de diversos  seguimentos  sociais  a  exemplo  de  Franco  Motoro, Osmar   Santos,  narrador   esportivo   no  estado  de  São  Paulo,  Jânio   Quadros   que   foi  Presidente   da   República   de   31/1/1961   renunciando   o   governo   em   25/8/1961,  foi  prefeito  de  São Paulo  nas  décadas  seguintes.

     Jânio  Quadros  nasceu  em  Campo  Grande,  (Mata  Grosso  do  Sul)  no  ano  de  1917  e  faleceu  no  ano  de  1992  em  São  Paulo  e  outros  não  citados.  IOB – Cursos    de    Legislação   Empresarial   Ltda – CGC   47.677.810/0002-21,   credenciado  no  CFMO  097,  com  endereço  na  Avenida  Marques...  Asa  Branca – SP

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