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quinta-feira, 2 de abril de 2015

CHEGADA DOS ARAGÕES NA BAHIA, A PARTIR DE ANTONIO DE ARAGÃO, E SUAS RAMIFICAÇÕES GENEALÓGICA ANTONIO DE ARAGÃO



Fotos de Chiquitinha Maravilha

CIDADE DE SALVADOR NO SÉCULO   XVII!

                                                        A cidade Fortaleza de Tomé de  Souza  nas  primeiras  décadas do Século  XVII


A Cidade  Fortaleza da Cidade do Salvador  no  início do Século  XVII, notande  a  esquadra Nautica  no Largo  da  Baía  de Todos  os Santos, a Fortaleza, notando-se, as Colinas  e  Morros,  a Salvador Seiscentista! Num cenário  exuberante, deslumbrante e espetacular, compondo o  majestoso Mosaico da  Eterna  Salvador,  nos  primórdios da  era  Colonial!   




Palacio Governo
O Palácio do Governo, em 1908, durante a posse do governador Araújo Pinho.
Essa Praça foi o centro político e administrativo do Brasil até 1763. Hoje ainda abriga a Câmara Municipal e a Prefeitura da cidade. Palacio do Governo antes do Bombardeio de 1912!
Ano 1959

A Praça em 1959, com a escultura da deusa Flora, no centro. Essa escultura, de autoria do francês Mathurin Moreau, estava no Jardim de Nazaré, no início do século 20. Fachada do Palácio  após   o Bombardeio de  191, quando  terminou  a Reconstrução da Ala    Principl do Palacio do Governo (Palácio  Rio Branco), adm do Govenador  Dr. Antonio Ferrão Munz de Aragão (29/03/1916 a 28/03/1920) 





CHEGADA  DOS  ARAGÕES  NA  BAHIA  (1549)
Chiquitinha  Maravilha

Antonio  de  Aragão,  um  cristão  velho  que  nasceu  na  ilha  da  Madeira
Foi  capitão-mor  da  cidade  de  Salvador,  era  famoso  pela  habilidade
No  uso  de  armas  uma  das  tradições  dos  Aragões!  Uma  peculiaridade
Característica  do  falecido  Antonio  de  Aragão  e  da  mesma  maneira

Herdada  pelos  seus  descendentes!  Antonio  veio  para  a  Bahia  junto
Com  outras  pessoas  da  Armada  Brasil  de  Tomé  de  Souza  para  ajudar
Na  fundação  da  cidade  de  Salvador,  participando  assim,  do  conjunto
Dos  operários  de  várias  profissões,  que  contribuíram  para  fundar

A  cidade  Fortaleza  de  Tomé  de  Souza!  Terminado  essa  construção
Antonio  de  Aragão  ficou  morando  em  Salvador,  prósperou,  alcançando
Posições   de  destaques  na  vida  cotidiana  da  jovem  cidade,  galgando
A  patente  de  capitão-mor  e  de  outros  cargos,  iniciando  a  evolução

Dos  Aragões  na  Bahia,  quando  eles  se  destacaram  como  os  senhores
De  engenhos  e  de  fazendas  no  Recôncavo baiano!  Gerando  riquezas
Para  os  seus  descendentes  que  ao  longo  dos  anos,  foram  detentores
De  patentes  militares  e  conquistaram  também  títulos  de  nobrezas

A  união  dos  Aragões,  com  as  proles  ricas  e  nobres  da  Bahia  gerou
Uma  descendência  prodigiosa,  nas  inúmeras  atividades  da  sociedade
Baiana  e  brasileira!  Na  Bahia  os  Aragões  progrediu,  se  destacou
Ocupando  vários  cargos  relevantes,  ajudando  na  evolução  da  cidade

De  Salvador!  Os  Aragões  exerceram  inúmeros  mandatos  de  deputados
Senadores,  governadores,  presidente  de  província  e  foram  nomeados
Ou  eleitos,  em  todos  esses  cargos  citados,  desde  a  época  colonial
Do  império  até  a  República  vigente e também  no campo  profissional

Destaques  na  medicina, no campo   jurídico,  nas  letras,  na  religião
E  em  outras  atividades  na  sociedade  baiana,  onde  a  participação
Dos  Aragões  são  ativas e  notórias!  Engrandecendo  substancialmente
Com  suas  presenças  dinamizando  a  evolução  da  Bahia  positivamente.

O  “ BANGALA”  BALTAZAR  DE  ARAGÃO!

O DEFENSOR  DE SALVADOR , A CAPITAL DA  BAHIA 

Baltasar  de  Aragão,  sobrinho  de  Antonio  de  Aragão  era  um  cidadão
Natural  da  localidade  de  Ponte  de  Lima  em  Portugal,  tinha  aptidão
Excepcional  no  manejo  das  armas!  Baltasar  era  valente  e  audacioso
Um  líder  nato  um  Guardião  da  Bahia!  Um  jovem  de  espírito  corajoso

A  sua  passagem  pelo  continente  africano  foi  histórica  e  marcante
O  seu  nome  virou  lenda!  Com  suas  aventuras  notáveis  e  triunfantes
Baltasar  de  Aragão  foi  Capitão  General  de  Angola  onde  empreendeu
Campanhas  contra  várias  tribos  de  índios  selvagens,  isto  lhe  deu

Muita  popularidade  e  prestígio  e  os  negros  angolanos  gentilmente
Cognominaram  de  o  “ Bangala” !  Numa  referência a  bengala,  seu  bastão
De  comando  que  usava  com  muita  maestria,  sempre  presa  em  sua  mão
Baltasar  tinha  dois  metros  e  cinco  centímetros,  uma  altura  realmente

Acima  dos  padrões  de  Portugal  e  Espanha!  Cuja  média  de  altura
Era  de um  metro  e  oitenta  e  cinco  centímetros,  essa  sua  estatura
Elevada  lhe  dava  um  aspecto  gigantesco!  Outra  versão  do  apelido
Era  porque  havia  em  Angola,  uma  passagem  perigosa  que  tinha  sido

Descoberta  sendo  colocado  o  nome  de  Bengala  Âmbota!  Provavelmente
Em  homenagem  ao  descobridor  dessa  passagem  em  Angola,  atualmente
A  rua  Santana  situada  na  cidade  de  Salvador  e  até  hoje  conhecida
Como  rua  do  Bangala!  Numa  homenagem  histórica,  notável,  merecida

Já  que  Baltasar  de  Aragão  tinha  um  sobrado  nessa  rua   e  aí  morou
Também  Manoel  Araújo  de  Aragão  e  que igualmente  usou  ou  conservou
O  apelido  de  Bangala  no  início  do  século  dezoito!  Manoel  de  Aragão
Parente  de  Baltasar,  também  morou  nessa  rua  do  sobrado  ou  mansão

O  CASAMENTO  DE  BALTASAR  COM
MARIA  DE  ARAÚJO  (1574)

Baltasar  de  Aragão,  casou-se  com  a  jovem  Maria  de  Araújo  a  prima
De  Manuel  Pereira  Gago,  tutor  de  Francisco  Dias  D’ Ávila,  herdeiro
Da  Casa  da  Torre,  neto  de  Garcia  D’ Ávila!  Baltasar  um  fazendeiro
Rico  com  fazenda  e  engenhos  no  Peroaçu!  Sua  fortuna  era  avaliada

Em  milhares  de mil  réis!  A  sua  jovem  esposa,  era  uma  descendente
De  caramuru  sendo  a  sua  tetra neta!  Maria  foi  batizada  exatamente
Na  igreja  de  pedra  e  cal  da  Sé  Primacial no dia   vinte  e  um  de  agosto
De  mil  quinhentos  e  setenta  e  quatro!  Baltasar  teve  um  bom  gosto

Ao  casar-se  com  dona  Maria,  ligando-se  a  uma  nobre  e  conceituada
Família  da  Colônia  do  Brasil!  Do  casamento  de  Baltasar  com  a  sua
Esposa  dona  Maria  de  Araújo,  tiveram  dentre  outros  filhos,  Isabel
Que  se  casou  com  Diogo  de  Aragão  Pereira,  mercador  sábio,  notável!

Com  a  morte  inesperada  do  Capitão  Baltasar  de  Aragão,  combatendo 
Os  franceses  na  Batalha  Naval,  perto  do  Morro  de  São  Paulo,  sendo
Um  acontecimento  triste  para  dona  Maria  de  Araújo  que  amargurou
Uma  viuvez  repentina  e  não  demorou  muito tempo  logo  ela  se  casou

Com  um  rico  comerciante,  Pedro  Garcia!  Que  morreu  lamentavelmente
Na  cidade  de  Salvador,  com  uma  bala  na  cabeça!  Quando  da  invasão
Holandesa  em  mil  seiscentos  e  vinte  e  quatro!  Ficando  novamente
Viúva,  parecia  que  o  destino  a  perseguia!  Não  dando-lhe  compaixão

Maria  de  Araújo  morreu  em  mil  seiscentos  e  trinta  e  três!  No  dia 
Nove  de  março  com  idade  de  cinquenta  e  nove  anos!  A  vida  seguia
Em  frente,  assim  como  os  seus  descendentes!  Que  se  multiplicavam
Enaltecendo  a  nobreza  da  Bahia  colonial!  Onde  eles  se  destacaram.

BALTASAR  DE  ARAGÃO  ORGANIZA  PRIMEIRA
BANDA  MUSICAL   DA  BAHIA

O  ricaço  Baltasar  de  Aragão,  fundou  uma  harmoniosa  Banda  Musical 
Formada  por  trinta  escravos  negros  etíopes  de  sua  propriedade  e  dirigida
Por  um  francês  morador  da  Bahia,  essa  Banda  Musical  era  bem  regida
Tocando  as  suas  lindas  musicas  dias  e  noites!  Nas  festas  da  capital

Principalmente  no  belo  sobrado  de  Baltasar  na  cidade  de  Salvador
Situada  na  rua  do  “ Bangala”!  Tocavam  com  notável  brilho  e  esplendor
Eram  as  famosas  e  tradicionais  festanças,  que  Baltasar  realizava
Na  sua  magnífica  Fazenda  Iguape!  Quando  a  sua  Banda  executava

Seus  afinados  sons  musicais!  Sendo  essa  Banda  Musical  a  primeira
Que  foi  formada  na  Bahia  e  no  Brasil!  Provavelmente  a  formação
Dessa  famosa  Banda  se  deu  no  final  do  século  XVI  ou  na  iniciação
Do  século  XVII  e  essa  Banda  marcou  o  início  da  Música  Brasileira...


 BALTASAR  DE  ARAGÃO  E  OS
 CORSÁRIOS  INGLESES  (1587)

Em  mil  quinhentos  e  oitenta  e  sete,  várias  naus  inglesas  rondavam
Navegando  ao  Largo  da  barra  na  Baía  de  Todos  os  Santos,  ameaçando
Invadir  essa  Baía  e  atacar  Salvador  a  qualquer  instante,  preocupando
A  Junta  Governativa  da  Bahia  que  teria  de  decidir  se  abandonavam

A  cidade  de  Salvador  ou  se  enfrentariam  os  ingleses  com  destemor
Ciente  dos  acontecimentos!  O  jovem  Baltasar  de  Aragão  compareceu
Perante  os  integrantes  da  Junta  Governativa  da  Bahia  e  convenceu
Os  seus  líderes!  Que  deveriam  defender  Salvador  com  garra  e  amor

De  um  possível  ataque  dos  piratas  ingleses  que  vinham  praticando
O  contrabando  de  pau-brasil  ao  longo  do  Litoral  da  Bahia,  levando 
Essa  madeira  que  era  cortada  na  Mata  Atlântica  e  dela  se  extraía
Um  corante  vermelho!  Que  era  muito  usado  na  Europa  na  titularia

De  tecidos,  sendo  contrabando  do  pau-brasil  um  negócio  rentável
E  prioritário  para  os  piratas  ingleses,  que  não  cobiçavam  invadir
Salvador,  a  capital  da  Colônia  Brasileira  e  eles  decidiram  partir
Navegando suas  naus para bem  longe da baía, numa atitude louvável

E  sensata  evitando  possíveis  perdas  do  pau-brasil  contrabandeado
E  dos  seus  tripulantes,  já  que  a  Junta  Governativa  havia  acionado
O  Sistema  de  defesa!  Que  eram  formados  por  baluartes,  fortins....
E muros d cidade  onde a qualquer  momento,  acenderiam  os  estopins

Dos  canhões  das  artilharias  com  os  disparos  mortíferos,  Arrasador!
Caso  os  ingleses  bombardeassem  Salvador.  Nesse  episódio  ameaçador
O  jovem  Baltasar,  aos  vinte  e  três  anos  no  esplendor  da  juventude
Destacou-se  cheio  de  autoridade  Militar!  Defendendo  com  magnitude

De  um  possível  ataca  inglês  a  Salvador,  não  só  no  aconselhamento
Para  Junta  Governativa  da  Bahia,   defender  a  cidade  militarmente
Assim  como  se  ofereceu  corajosamente!  Para  combater  pessoalmente
Os  ingleses,  caso  a  Junta  Governativa  não  mudassem  seu  pensamento

De  não  enfrentarem  os  ingleses!  Abandonando  a  Cidade  afobadamente
A  Junta  Governativa  era  formada  pelo  bispo  Dom  Antonio  Barreiros
Pelo  Provedor-mor  da  Fazenda  e  rico  sesmeiro,  Cristovam  de  Barros
E  o  Ouvidor-geral  Antonio  Coelho  de  Aguiar,  que  transitoriamente

Fazia  parte  da  Junta  Governativa,  cujo  período  de  governabilidade
Foi  iniciado  em  mil  quinhentos  e  oitenta  e  sete!  Com  durabilidade
De  quatro  anos,  quando  o  rei  luso-espanhol  Felipe  II,  logo  nomeou
Francisco  de  Souza,  sétimo  Governador  Geral,  cujo  cargo  ele  ocupou

 BALTASAR  E  SEU  NAVIO  DE
 QUINHENTAS  TONELADAS  (1598)

 O  milionário  Baltasar  de  Aragão,  estava  construindo  um  grandioso
Navio  com  dimensões  excepcionais  para  a  época,  além  de  excelente
Acabamento  e  conforto!  Este  Navio  foi  projetado  para  comodamente
Deslocar  quinhentas  toneladas  de  cargas!  Esse  notável,  majestoso

Navio  de  Baltasar,  quando  fosse  concluída  a  sua  construção  seria
Carregado  de  presentes  para  serem  ofertados  ao  rei  todo  poderoso
Dom  Felipe  II  soberano  das  coroas  luso-espanhola!  O  Navio  sairia
De  Salvador  para  Portugal  e  de  lá  para  a  Espanha,  onde  orgulhoso

Feliz,  satisfeito  pela  façanha!  Baltasar  entregaria  pessoalmente 
Com  festas  o  seu  presente  ao  monarca  Felipe  II! Mas  infelizmente
O  “ Bângalas”  não  pode  realizar  o  seu  inusitado  desejo  de  agradar
Felipe  II  que  veio  a  morrer!  Antes  de  Baltasar  de Aragão  terminar

O  seu  Navio, o  rei  católico  Felipe  II,  o  líder  da  Contra  Reforma
Faleceu  em  mil  quinhentos  e  noventa  e  oito!  O  que  de  certa  forma
A  sua  morte,  acabou  com  o  sonho  de  Baltasar  de  querer  presentear
O  rei  Felipe  II  e  essa  ideia  determinada  do  “ Bangala”  de  viajar

Para  Portugal  e  Espanha  para  presentear  Felipe  II!  Ninguém  jamais
Havia  imaginado  tamanha  façanha!  Seria  um  acontecimento  dos  mais
Inusitados,  apesar  de  sentir  a  morte  do  monarca,  Baltasar  reagiu
Superou  seus  limites,  era  um  bravo  guerreiro,  como  jamais  se  viu!

BALTASAR,  GOVERNADOR  INTERINO 
DA  BAHIA  (1613)

Janeiro  do  ano  mil  seiscentos  e  treze,  Baltasar  de  Aragão  ocupou
Interinamente  o  Governo  da  Bahia,  através  de  triunvirato  nomeado
Por  Gaspar  de  Souza,  o  Governador  Geral  do  Brasil  que  preocupado
Com  a  invasão  dos  franceses  lá  no  Maranhão,  de  imediato  deslocou

Seu  governo  em  mil  seiscentos  e  treze  para  Pernambuco,  por  ficar
Localizado  mais  próximo  dos  invasores  franceses,  já  à  interinidade
De  Baltasar  durou  poucos  meses  no  Governo  da  Bahia  a  sua  idade
Nesse  período  era  de  quarenta  e  nove  anos  e  o  “ Bangala”,  Baltasar

Investido  na  sua  condição  Capitão-mor  de  Guerra,  cuja  patente
Foi  dada  pelo  Governador  Gaspar  de  Souza!  Baltasar,  imediatamente 
Mandou  reforçar  todas  as  fortificações  de  Salvador  se  prevenindo
Contra  possíveis  ataques  de  Navios  franceses!  Baltasar  assumindo

Uma  postura  de  liderança  nata,  planejou  cada  detalhe  da  operação
E  as  despesas  com  essa  operação  militar,  não tendo  a  participação
Financeira  da  Fazenda  de  Salvador!  Baltasar  assumiu  pessoalmente
Os  custos,  pagando  com  seus  recursos  financeiros,  orgulhosamente


NAUS  FRANCESAS  NAS  IMEDIAÇÕES  DO
MORRO  DE  SÃO  PAULO  (1613)

  Depois  de  organizar  e  reforçar  as  fortificações  e  as  trincheiras
Da  cidade  de  Salvador,  o  Capitão  Baltasar  aguardava  ansiosamente
A  qualquer  momento,  a  presença  de  naus  francesas  que  rapidamente
Navegavam  pelo  Oceano  Atlântico  com  suas  potentes  canhoneiras

Além  de  outros  armamentos  militares  e  finalmente  as  embarcações!
A  vinte  e  três  de  fevereiro,  de  mil  seiscentos  e  treze  aportaram
Seis  naus  francesas  perto  do  Moro  de  São  Paulo  e  aí  ancoraram
Baltasar  ciente  da  presença  das  naus,  agilizou  as  suas  operações

Militares  em  Salvador  e  logo  determinou  o  estado  de  alerta  total
Nos  fortes,  baluartes  e  trincheiras,  no  Exército  e  Marinha  Naval
O  Governador  e  Capitão  Baltasar  numa  atitude  repentina,  corajosa
E  inusitada!  Ele  resolveu  atacar  os  franceses  de  forma  audaciosa

Iria  bombardear  as  seis  naus  francesas  em  alto  mar!  Numa  façanha
Típica  dos  grandes  heróis  defensores  da  sua  terra  amada!  Tamanha
Era  a  confiança  e  a  vontade  de  Baltasar  de  derrotar  os  franceses
Atacando  as  suas  naus  em  mar  aberto  e  capturar  os  seus  tripulantes

Que  seriam  levados  pessoalmente  por  Baltasar  ao  Governador  Geral
Gaspar  de  Souza  em  Olinda  como  prêmio!  Uma  gratidão  toda  pessoal
Do  capitão  Baltasar  ao  Governador  Geral,  sendo  este  o  pensamento
De  Baltasar,  mas  uma  manobra  errada  causaria  seu  desaparecimento!

 MORRE  BALTASAR,  O  DEFENSOR  DA  BAHIA  (1613)

O capitão  Baltasar  de  Aragão,  no  dia  vinte  e  quatro  de  fevereiro
Do  ano  de  mil  seiscentos  e  treze!  Agilizou  as  últimas  instruções
Referente  a  defesa  da  cidade  de  Salvador  e  deixou  as  embarcações
Que  estavam  situadas:  nos  fortins,  Ribeira  das  Naus  e no   estaleiro
  
De  Salvador  e  estas  embarcações  eram  responsáveis  pela  proteção
Da  cidade  de  Salvador  e  Vasco  de  Brito  Freire,  foi  o  encarregado
De  comandar  esses  embarcações!  Vasco  de  Brito  Freire  foi  nomeado
Pelo  “ Bangala”,  este  Governador  Interino  da  Bahia,  Baltasar  de  Aragão

Neste  dia  vinte  e  quatro  de  fevereiro!  Baltasar  de  Aragão  partiu
Da  cidade  de  Salvador  com  sua  Nau,  carregada  de  trezentas  caixas
De  açúcar  proveniente  de  seu  engenho!  As  suas  mais  ricas  alfaias
Que  enfeitavam  a  sua  bela  casa!  Além  dessa  preciosa  carga  reuniu

Os  trintas  negros  etíopes!  Da  sua  afinada  Banda  Musical  e  colocou
Todos  eles  na  sua  bem  equipada  Nau  Militar!  Baltasar  logo  zarpou
Do  Porto  de  Salvador  muito  confiante  e  feliz!  Essa  carga  valiosa
Que  seria  entregue  pelo  “ Bangala”  Baltasar,  de  maneira  orgulhosa

E  festivamente!  Ao  som  da  sua  famosa  Banda  Musical  ao  Governador
Gaspar  de  Souza  em  Olinda,  Pernambuco!  Onde  lá  estava  sediado 
O  comando  do  Governo  Geral  e  Baltasar  estava  muito  entusiasmado
Com  sua  missão,  comandava  a  sua  Nau  feliz,  confiante,  triunfador!

O  capitão  Baltasar  comandava  a  sua  nau  que  navegava  rapidamente
Pelas  águas  azuladas  da  Baía  de  Todos  os  Santos,  indo  na  direção
Do  famoso  Moro  de  São  Paulo  ao  Sul  de  Salvador! Aproximadamente
Oitenta  quilômetros  em  linha  reta  dessa  cidade,  numa  localização

Estratégica!  Uma  rota  marítima  para  as  embarcações  vinda  do  sul
Para  a  cidade  edificada  por Tomé  de  Souza!  Baltasar,  muito  atento
De  olhar  fixados  no  horizonte,  observando  através  das  águas  azul
Do  Oceano  agitado  pelo  balanço  das  suas  ondas!  E  naquele  momento                   

 Baltasar  avistou  as  velhas  das  seis  naus  francesas  que  navegavam
 Na  sua  direção,  afastando-se  do  Moro  de  São  Paulo,  Era  a  batalha
 Com a Nau  que Baltasar  tanto  planejara!  Para  isso  não cometeria  falha
 Ou  falhas!  Baltasar  ia  enfrentar  as seis  naus  francesas  que  estavam

 Bem  armadas  com  as suas  “bocas  de canhões”! Sendo  numericamente
 Superiores  também  em  números  de  marinheiros  e  isso,  naturalmente 
 Era  uma  vantagem  magnífica  para  os  piratas  franceses  em  relação
 A  Baltasar  que  com  uma  única  nau,  demonstrava  raça,  determinação

 Para  lutar  e  vencer  os  franceses,  era  uma  batalha  naval  titânica!
 Um  dia  típico  de  verão,  esse  vinte  e  quatro  de  fevereiro,  sopravam
 Uma  brisa  refrescante  e  as  ondas  do  Oceano  Atlântico  se  agitavam
 Movimentando-se  num  vai e vem  permanente, na  imensidade  oceânica!

 E  diante  desse  panorama  marítimo  a  nau  de  Baltasar  se  aproximou
 Das  seis  naus  francesas  e  numa  distância  calculada,  logo  disparou
 Contra  as  naus  inimigas,  as  suas  potentes  canhoneiras!  Alvejando
 Quase  todas  as  seis  naus  francesas,  a  vitória  ia  se  desenhando

 Para  o  lado  de  Baltasar!  Com  a  maioria  das  embarcações  alvejadas
 E  praticamente  fora  de  combate,  menos  a  nau  capitânia!  A  atenção
 Agora  de  Baltasar  era  bombardear  essa  nau  francesa  e  sua  posição
 Não  era  a  ideal,  para  atacar  essa  nau  e  apesar  das  ondas  agitadas

 O  capitão  Baltasar  de  Aragão,  procurando  um  posicionamento  ideal
 Para  bombardear  com  segurança  a  nau  capitaneia  francesa,  realizou
 Uma  manobra  difícil,  muito  fechada  com  sua  nau!  Sendo-lhe  fatal
 Pois  as  ondas  agitadas  do  Oceano  Atlântico,  rapidamente  penetrou

 Pelas  escotilhas  da  nau  que  se  encontravam  abertas!  Com  isso  encheu
 De  água  os  compartimentos  da  nau  do  capitão  Baltasar,  provocando
 Pânico  entre  os  tripulantes  da  nau!  Baltasar  logo  reage  tentando
 Salvar-se!  Mas  vestido  na  sua  pesada  armadura  metálica,  ele  morreu

 Afogado!  Pelas  águas  do  Oceano  com  a  sua  nau  afundando  juntamente
 Com  a  sua  Banda  Musical  e  toda  a  tripulação  da  nau,  lamentavelmente
 Enquanto  as  naus  francesas  alvejadas  e  a  nau  capitânia  zarparam
 Afastando-se  do  local  próximo  do  Moro  de  São  Paulo  e  retornaram

 Para  as  suas  bases  provavelmente  no  Maranhão!  A  notícia  da  morte
 Do  “ Bangala”  Baltasar,  espalhou-se  por  toda  a  Bahia  e  na  Colônia
 Ela   foi  muito  sentida!  O  capitão  Baltasar  merecia  uma  melhor  sorte
 Salvador  perdia  seu  nobre  guerreiro  Baltasar,  O Defensor  da  Bahia!


  OS  DESCENDENTES  DE  BALTAZAR  DE  ARAGÃO

 DIOGO  DE  ARAGÃO  PEREIRA

O  mercador  Diogo  de  Aragão  Pereira,  o  esposo  de  Izabel  de  Aragão
Criou  uma  próspera  companhia,  para  explorar  o  pau-brasil  na  região
Selvagem  do  Paraguaçu,  talvez  essa  mesma  que  Baltazar  seu  famoso
Sogro,  descobria  anteriormente!  O  Diogo  de  Aragão  Pereira  zeloso

Fiel  protetor  dos  seus  negócios,  fez  parte  da  Junta  que  decretou
Castigo  aos  índios  rebeldes!  No  ano  mil  seiscentos  e  sete,  ele  criou
Ou  constituiu  o  morgado  do  engenho  da  Ponta!  Diogo  também  ocupou
O  Ministério  da  Ordem  Terceira  de  São  Francisco  onde  desempenhou

Seu  ministério  em  mil  seiscentos  e  quarenta  e  cinco!  Em  quarenta
E  oito  e  também  em  cinquenta  e  três!  Diogo  construiu  o  altar
De  Santo  Antonio  da  Igreja  de  São  Francisco  e  essa  obra  opulenta
Foi  a  sua  sepultura  final,  um  jazido  digno  para  o  Diogo  repousar

Em  mil  seiscentos  e  setenta  e  nove,  Diogo  de  Aragão  foi  provedor
Da  Santa  Casa  de  Misericórdia,  famosa  por  ser  um  local  acolhedor
Das  pessoas  pobres,  humildes,  na  maioria  das  vezes  muito  doentes
Que  procuravam  a  Santa  Casa,  sendo  acolhidas  essas  pessoas  carentes

 PEDRO  CAMELO  DE  ARAGÃO  PEREIRA

Coronel  Pedro  Camelo  de  Aragão,  filho  de  Diogo,  tradicionalmente
Herdou  as  qualidades  militares  do  seu  avô  Baltazar  de  Aragão,  sendo
Um  homem  de  armas!  Seu  tempo  de  serviço  militar  é  extenso,  tendo
Iniciado  no  ano  de  mil  seiscentos  e  quarenta,  durando  precisamente

Quarenta  e  sete  anos!  Com  a  morte  de  Pedro  Camelo,  a  sua  patente
De  Coronel  de  Ordenanças,  que  era  o  mais  alto  posto  do  regimento
Militar  colonial!  Sendo  essa  patente  foi  transferida  para  o  experiente
Sertanista,  o  segundo  Francisco  Dias  D’ Ávila,  num  reconhecimento

Justo,  merecido,  ao  maior  sertanista  baiano  do  período  colonial!
Pedro  Camelo,  no  ano  de  mil  seiscentos  e  setenta  e  cinco,  assumiu
O  Ministério  da  Ordem  Terceira  de  São  Francisco    e  Pedro  só  saiu
Do  ministério  em  mil  seiscentos  e  oitenta  e  dois! A  riqueza  patrimonial

De  Pedro  Camelo  de  Aragão  e  mais  a  sua  invejável  patente  militar
O  transformava  num  cidadão  dos  mais  respeitados  de  toda  a  Bahia
Colonial  naquela  metade  do  século  XVII!  Pedro  Camelo  não  ficaria
Muito  tempo  solteiro,  era  preciso  ter  herdeiros!  Casar,  procriar

Tendo  Pedro  Camelo  casado  duas  vezes!  O  primeiro  casamento
Foi  com  a  Dona  Maria  de  Meneses,  que  era  filha  do  famoso  alcaide
Francisco  Barreto  de  Meneses,  cidadão  rico  e  conceituado  na  cidade
De  Salvador,  o  dono  do  engenho  de  Mataripe!  Desse  relacionamento

Conjugal  nasceu  Francisco  Barreto  de  Aragão,  por  direito  natural
O  filho  primogênito!  Francisco  Barreto  de  Aragão  era  o  principal
Herdeiro  da  fortuna  do  seu  pai  Pedro  Camelo  de  Aragão  e  como  seu
Tio  Antonio  de  Aragão  não  tinha  um  sucessor  direto,  ele  escolheu

Francisco  Barreto  de  Aragão  o  seu  sobrinho  e  deu-lhe  seu  morgado!
Antonio  de  Aragão,  havia  herdado  esse  morgado  do  seu  amado  irmão
Diogo  de  Aragão  Pereira  que  compreendia  a  terça  parte  da  divisão
Total  do  valioso  morgado  de  Diogo!  O  segundo  casamento  realizado

Por  Pedro  Camelo  foi  com  a  dona  Ana  de  Aragão!  A  bela  e  atraente
Filha  de  Francisco  de  Araújo  de  Aragão,  desse  casamento  nasceram
Catarina  Francisca  de  Aragão  e  Antonia  Maria  de  Meneses,  contente
Pelo  nascimento  de  suas  filhas,  o  coronel  Pedro  ficou  feliz!  Tiveram

Suas  filhas  destinos  diferentes  nos  casórios!  Antonia  de  Menezes
Foi  feliz  dela  provém  os  Monizes  de  Mataripe!  Já  a  Dona  Catarina
Francisca  de  Aragão,  casou  duas  vezes  e  teve  sérias  dificuldades
Nesses  dois  casamentos!  Catarina  de  Aragão  se  casou  ainda  menina

Com  o  terceiro  Francisco  Dias  D’ Ávila!  Este  matrimônio  aconteceu
A  dez  de  novembro,  do  ano  mil  setecentos  e  trinta  e  dois,  nasceu
Catarina  de  Aragão,  em  mil  setecentos  e  dezenove  e  tinha  a  idade
De  treze  anos  e  oito  meses!  Casando-se  ainda  na  flor  da  mocidade

Do  terceiro  Francisco  Dias  D’ Ávila  e  Catarina  de  Aragão  nasceram
Dois  lindos  filhos,uma  menina  e  um  menino! A  menina  registraram
Com  o  nome  de  Leonor  Pereira  Marinho  e  o  menino, o  filho  esperado
O  primogênito,  o  herdeiro  da  Casa  da  Torre!  E  que  foi  registrado

Com  o  nome  de  Garcia  D’ Ávila  Pereira  de  Aragão,  estava  enraizada
A  ligação  entre  os  Ávilas  e  os  Aragões!  Infelizmente  foi  finalizada
O  ciclo  dos  herdeiros  masculinos  dos  Dias  D’ Ávila  A  interrupção
Aconteceu  porque  o  primogênito,  Garcia  D’ Ávila  Pereira  de  Aragão

Ao  desposar duas  senhoritas  da  alta  nobreza  da  sociedade  baiana
Não  teve  filhos!  Ficando  sem  primogênitos,  para  dar  continuidade
A  sucessão  de  herdeiros  da  Casa  da  Torre! Essa  descontinuidade
Fez  com  que  Garcia  D’ Ávila  de  Aragão,  numa  atitude  bacana

Passa  seu  morgado  da  Casa  da  Torre!  Para  sua  adorada  sobrinha
Ana  Maria  de  São  José  de  Aragão!  A  filha  de  Leonor  sua  irmãzinha
Estimada,  casada  com  José  Pires  de  Carvalho  e  Albuquerque,  irmão
De  Tereza  Cavalcante  esposa  de  Garcia  D’ Ávila  de  Aragão!  A  união

Das  famílias  Ávila  e  Aragão  com  os  Pires,  fortaleceram,  sedimentou
Enobrecendo  a  linhagem  genealógica  dessas  proles!  Que  se  alinhou
Unindo-se  a  outras  proles  como  os  Teive  e  Argolo,  Calmon,  Bulcão
Araújo  Góes,  Oliveira  Mendes,  os  Vicente  Vianna,  Monizes,  Ferrão

Sodré,  Pereira,  Bitencourt,  Falcão,  Barretos  e  Marinho,  formando
Desde  a  colônia,  império  e  a  república  vigente!  A  base  da  geração
Da  elite  aristocrática  de  todo  Recôncavo  baiano,  se  espalhando
Por  todo  esse  imenso  Brasil,  galgando  as  fronteiras  dessa  nação!


OS  ARAGÕES  NOS  CARGOS  POLÍTICOS  E  ADMINISTRATIVOS
VEREADORES  E  GOVERNADOR  NA  COLÔNIA

Os  aragões  ocuparam  vários  cargos   relevantes  no  período  colonial
Durante  os  sessenta  e  sete anos  do  império,  até  a  República  atual
Através  de  seus  descendentes,  espalhados  na  nossa  sociedade  civil
Contribuindo  para  o  desenvolvimento  da  Bahia  e  também  do  Brasil

O  capitão  Baltazar  de  Aragão  o  “Bangala”,  governou  interinamente
A  Bahia,  fazendo  parte  de  uma  junta  governativa  sendo  ele  nomeado
Por  Gaspar  de  Souza,  governador  geral  do  Brasil! Lamentavelmente
Baltazar  de  Aragão,  morreu  em  alto  mar  num  combate  naval  afogado

De  maneira  inusitada  Ao  enfrentar  quatro  naus  francesas,  quando
Sua  nau  invadida  pelas  águas  do  Oceano  Atlântico  afundou,  levando
O  nobre  Baltazar  e  sua  tripulação!  Para  as  profundezas  do  oceano
A  morte  inesperada  do  herói  Baltazar,  entristeceu  o  povo  baiano

O  mestre-de-campo!  Garcia  D’ Ávila  Pereira  de  Aragão  foi  vereador
Da  cidade  de  Salvador  em  mil  setecentos  e  sessenta  e  um  e  também
Garcia  ocupou  novamente  o  cargo  cinco  anos  depois !  E  saiu-se  bem
Pai  e  avô  de  Garcia D' Ávila  Aragão,  foram  vereadores  de  Salvador


DEPUTADOS  ARAGÕES  DURANTE  O  REGIME
IMPERIAL  (1835  a  1881)


Em  mil  oitocentos  e  trinta  e  quatro,  foi  extinto  o  Conselho  Geral
Da   Província,  sendo  criado  uma  Assembléia  Legislativa  Provincial
Um  ano  depois  e  o  período  de  duração  dessa  primeira  legislatura
Foi  de  três  anos!  A  partir  da  segunda  legislatura,  sua  estrutura

Foi  alterada,  passando  um  deputado  a  ter  seu  mandato  com  duração
De  dois  anos!  Em  mil  oitocentos  e  trinta  e  cinco  sua  composição
Era  formada  pelos  homens  que  foram  destaques,  nas  lutas  travadas
Pela  Independência  da  Bahia, onde  faziam  parte  figuras  premiadas

Com  títulos  de  nobreza  agraciados  por  Pedro  I,  sua  Magestade  Imperial
Esses  nobres,  a  exemplo  do  notabilíssimo  Visconde  de  Pirajá,  seu  irmão
O  Barão  de  Jaguaripe,  Marquês  de  Abrantes,  Antonio  Manoel  Galvão
Além  de  outros  destacados  deputados,  integrantes  dessa  legislatura  inicial

Nesta  primeira  legislatura,  a  família  Aragão  se  fizeram  presentes
Na  Assembléia  ou  Câmara  dos  deputados,  sendo  seus  componentes
Políticos:  José  Vieira  de  Faria  e  Aragão  Ataliba,  estes  juntamente
Com  Joaquim  Inácio  de  Aragão  Bulcão!  Os  Aragões  ocupam  novamente

Assentos  na  Assembléia  Legislativa,  sendo  eles  eleitos  sequencialmente
Deputados,  como  Pedro  Moniz  Barreto  de  Aragão,  sendo  ele  seguidamente
Eleitos  para  Assembléia  a partir  de  mil  oitocentos  e  cinquenta,  finalizando
Seu mandato em mil oitocentos e sessenta e um,  na sexta  legislatura!  Ficando

Doze  anos  como  deputado  provincial!  Outro  que  cumpriu,  exerceu
Três  Legislaturas,  foi  Balthazar  de  Araújo  de  Aragão  Bulcão,  seu
Mandato,  foi  de  mil  oitocentos  e  cinquenta  e  dois,  até  exatamente
Mil  oitocentos  e  cinquenta  e  sete!  Quando  ele  exerceu  sabiamente

Suas  três  legislaturas!  Gonçalo  Marinho  de  Aragão  Bulcão  assumiu
Seu  mandato  em  mil  oitocentos  e  sessenta  e  quatro  e  logo  repetiu
Outro  mandato  em  mil  oitocentos  e  sessenta  e  oito,  também  legislou
Nesse  mesmo  ano,  Antonio  Moniz  Sodré  de  Aragão!  Outro  que  ocupou

A  Assembléia  Legislativa  como  deputado,  foi  o  médico  e  almirante
Francisco  Moniz  Sodré  de  Aragão!  No  ano  mil  oitocentos  e  setenta!
O  médico  Francisco  Moniz  repetiu  no  ano  mil  oitocentos  e  oitenta
Seu  mandato  de  deputado.  Francisco  Moniz  foi  também  mais  adiante

No  regime  republicano,  eleitos  várias  vezes  senador!  Outro  Aragão
Que  foi  também  deputado,  em  mil  oitocentos  e  oitenta  com  duração
De  dois  anos,  foi  doutor  Egnas  Moniz  Barreto  de  Aragão,  finalmente
No  ano  de  mil  oitocentos  e  oitenta  e  um,  a  prole  Aragão  novamente

Fez-se  presente  na  Assembléia,  com  Miguel  Calmon  de  Aragão  Bulcão
Sendo  este  o  último  dos  deputados  da  família  Aragão  que  ocuparam
A  Assembléia  Legislativa  da  Província  da  Bahia,  quando  legislaram  
Vinte  e  três  anos,  em  onze  legislaturas,  atuando  com  muita  dedicação!


   DEPUTADOS  ARAGÕES  NA  REPÚBLICA  (1891  A  1922)

No  dia  sete  de  abril  ano  mil  oitocentos  e  noventa  e  um,  eleições
Para  escolher  quarenta  e  dois  deputados  e  vinte  e  um  senadores
Para  formação  da  Assembléia  Constituinte  Republicana!  Os  Aragões
Participaram  com  dois  deputados  eleitos,  votados  pelos  eleitores

Francisco  Moniz  Ferrão  de  Aragão,  médico  da  Marinha  e  o  capitão
Salvador  Pires  de  Carvalho  Aragão!  Foi  a  histórica  Constituição
Aprovada  a  dois  de  julho,  ano  mil  oitocentos  e  noventa  e  um,  tendo
A  sua  elaboração  durando  dois  meses e   vinte  e  cinco  dias!  Tendo 

No  dia  seguinte,  logo  após  a  promulgação  da  Constituição  Estadual
Os  senadores  e  deputados  eleitos  para  a  Assembléia  Constituinte
Ocuparam  mandatos  tanto  na  Câmara,  como  no  Senado  e  como  tal
Esses  parlamentares,  exerceram  seus  mandatos!  Na  eleição  seguinte

De  mil  oitocentos  e  noventa  e  três,  a  noventa  e  quatro,  o  capitão
Do  exército,  depois  foi  major,  Salvador  Pires  de  Carvalho  Aragão
E  o  militar,  Francisco  Ferrão  Moniz  de  Aragão,  médico  da  Marinha
E  mais  um  outro  Aragão!  Francisco  de  Araújo  Aragão  Bulcão,  tinha

Portanto  três  Aragões,  nessa  segunda  legislatura!  A  continuidade
Dos  Aragões  com  os  três  citados  parlamentares,  logo  se  repetiram
No  ano  mil  oitocentos  e  noventa  e  cinco,  quando  eles  conseguiram
Eleger-se  de  novo,  deputados  na  terceira  legislatura!  A  novidade

Para  a  quarta  legislatura,  no  ano  mil  oitocentos  e  noventa  e  sete
Foi  a  não  candidatura  de  Francisco  Ferrão  Moniz  de  Aragão,  saindo
Candidato  ao  Senado  do  Estado,  sendo  eleito!  Novamente  se  repete
Nessa  quarta  legislatura  a  presença   da  prole  Aragão,  conseguindo

Reeleger-se:  deputados  Salvador  Pires  de  Carvalho  e  Aragão  e  mais
Francisco  de  Araújo  de  Aragão  Bulcão,  tendo  essa  mesma  dobradinha
Conseguindo  reeleger-se  na  quinta  legislatura  e  essa  dupla  jamais
Repetiram  juntos  as  suas  candidaturas!  Pois  Salvador  não  tinha

Mais  o  interesse  pela  política,  afastando-se  ele  definitivamente
No  ano  mil  novecentos!  Legislando  cinco  mandatos  com  uma  duração
De  dez  anos,  dois  meses,  vinte  e  sete  dias!  Os  Aragões  novamente
Marca  presença  na  sexta  legislatura,  que  foi  realizada  na  eleição

De  mil  novecentos  e  um,  com  Francisco  de  Araújo  de  Aragão  Bulcão
Que  também  foi  reeleito,  isto  na  sétima  legislatura!  Sua  participação
Como  deputado  durou  doze  anos  e  seis  legislaturas,  sendo  eleito
Seguidamente  deputado,  nessas  seis  legislaturas,  um  grande  feito!
Ausentes  na  oitava  e  nona  legislatura,  os  Aragões  logo  retornaram
A  Câmara  de  deputados  na  décima  legislatura,  quando  participaram
Das  eleições  para  o  ano  mil  novecentos  e  nove  e  os  vereadores
Aqueles  deputados,  eleitos  pelo  voto  popular!  Os  legisladores

Do  peito  de  mil  novecentos  e  nove,  quando  os  Aragões  duplamente
Elegeram-se  deputados!  Antonio  Ferrão  Moniz  de  Aragão,  experiente
Político  que  no  ano  mil  novecentos  e  doze  foi  eleito  governador
Da  Bahia  e  no  ano  mil  novecentos  e  vinte  e  um,  foi  também  senador

O  outro  deputado  Antonio  Moniz  Sodré  de  Aragão,  também  se  elegeu
Nessa  mesma legislatura   cumprindo  o  seu  mandato!  Sodré  concorreu
E  foi  eleito  na  décima  primeira  legislatura,  Antonio  logo  renunciou
Seu  mandato,  tendo  sido  reconhecido  deputado  federal  e  quem  ficou

No  seu  lugar  foi  o  Liberato  Agnez  Leão!  Os  Aragões  se  ausentaram
Da  Câmara  durante  as  quatros  legislaturas  seguintes,  só  voltaram
Na  décima  sexta  em  mil  novecentos  e  vinte  e  um,  com  a  vitoriosa
Eleição  de  Egnez  Moniz  Barreto  de  Aragão,  numa  campanha  ardorosa







                 ANTONIO  FERRÃO  GOVERNADOR  DA
                                   BAHIA  (1916  A 1920)
                  Poesia  descritiva Chiquitinha Maravilha
  
Antonio  Ferrão  Moniz  de  Aragão,  foi  o  décimo  terceiro  governador
Da  Bahia  assumindo  o  mandato  no  dia  vinte  e  nove  de  março  do  ano
De  mil  novecentos  e  dezesseis!  Antonio  Ferrão  Moniz  foi  vencedor
Do  pleito  de  dezembro  do  ano  mil  novecentos  e  quinze,  baiano

De  nascença,  Antonio  Ferrão  administrou  bem  a  Bahia,  sua  atuação
No  executivo  da  Bahia,  foi  marcado  por  uma  política  de  contenção
Financeira,  cortando  gastos  inúteis  e  sem  prejudicar  o  andamento
Da  sua  máquina  administrativa  e  a  partir  dá  inicia  o  ordenamento

Da  execução  das  suas  obras  públicas!  Ferrão  terminou  a  construção
Da  Ala  Principal  do  Palácio  da  Aclamação  e  também  a  reconstrução
Do  Palácio  Rio  Branco,  auxiliou  o  município  de  Salvador  ajudando
A  custear  os  serviços  básicos  como  água,  luz  e  bondes  melhorando

A  qualidade  de  vida  da  população  da  cidade  de  Salvador  construiu
O  belo  prédio  da  Biblioteca  Pública  do  Estado  na  Praça  Municipal
Cujo  prédio  foi  demolido,  após  inauguração  da  Biblioteca  Central
Nos  Barrís  em  novembro  de  mil  novecentos  e  setenta  e  um!  Reabriu

Reorganizando  a  Escola  Agrícola  de  São  Bento  das  Lages,  a  atual
Escola  de  Agronomia  de  Cruz  das  Almas  e  quanto  a  divida  estadual
Externa,  Ferrão  pagou  uma  parte  significativa,  com  a  arrecadação
Da  receita  do  estado!  Na  administração  de  Marcelino  a  unificação

Das  cinco  secretarias  para  três!  Foi  no  governo  Ferrão  novamente
Restabelecida  para  cinco  secretarias!  Outra  postura  corretamente
Adotada  no  governo  Ferrão,  foi  à  aprovação  da  lei  que  estabelecia
As  condições,  para  a  construção  de  estradas  de  rodagens  na  Bahia

Que  interligassem  aos  centros  produtores  e  mercados  consumidores
E  este  a  ferrovias,  aos  rios  navegáveis,  porto  do  mar  e  fluviais
Impulsionando  com  isso,  a  economia  do  estado  em  inúmeros  setores
Gerando  muito  mais  emprego  e  renda  para  as  populações  municipais

A  Bahia  registrava  em  mil  novecentos  e  dezessete,  uma  das  maiores
Safras  de  cacau  com  mil  cento  e  noventa  sacas  e  que  representava
Quarenta  e  dois  contos  e  oitocentos  e  quarenta  mil  réis,  valores
De  elevada  importância!  Para  os  produtores  de  cacau,  que  lucrava

No  ano  mil  novecentos  e  dezenove,  Antonio  Ferrão  Moniz  enfrentou
Durante  cinco  dias,  uma  greve  trabalhista  generalizada  motivada
Por  aumento  salarial,  sendo  que  esta  curta  greve  foi  incentivada
Pelas  correntes  de  oposição  ao  governo  Antonio  Ferrão  que  adotou

Medidas  eficazes,  conciliatórias,  agradando  a  todos  os  grevistas
Que  resolveram  acabarem  com  a  greve!  As  correntes  oposicionistas
Foi  liderada  pelo  jornalista  Ernesto  Simões  Filho  forte  oposição
Política,  ao  governador  da  Bahia!  Antonio  Ferrão  Moniz  de  Aragão

O  governador  Ferrão,  criou  o Instituto  do  Funcionário  Público  do
Estado  da  Bahia!  Ele  governou  o  estado  durante  quatro  anos,  tendo
Deixado  o  governo  em  março  de  mil  novecentos  e  vinte,  realizando
Antonio  Ferrão  Moniz  de  Aragão,  uma  ótima  administração  passando

O  Cargo  ao  seu  sucessor  José  Seabra,  que tomou  posse em  Salvador
No  Palácio  Rio  Branco!  Antonio  Ferrão,  era  tetraneto  do  fundador
Da  Biblioteca  Pública,  Pedro  Gomes  Ferrão  Castelo  Branco  cidadão
Culto,  honrado  na  Bahia!  Pedro  Gomes  Ferrão  inclusive  fez  doação

De  vários  livros  no  idioma  francês  da  sua  biblioteca  particular
A  Biblioteca,  criada  em  meio  de  mil  oitocentos  e  onze,  funcionou
Inicialmente  na  atual  Igreja  da  Catedral  Basílica  de  Salvador  ou
Exatamente  acima  da  sala  da  Sacristia,  situada  no  primeiro  andar

Além da doação  de  livros, Pedro Gomes Ferrão  também deu  uma soma
Boa,  cinquenta  contos  de  réis!  Ao  Fundo  de  Estabelecimento  e  uma
Subscrição  anual!  Sendo  Pedro  Gomes  Ferrão,  seu  primeiro  diretor
Da  Biblioteca  em  mil  oitocentos  e  onze!  Fato  histórico,  louvador


  ANTONIO  FERRÃO   MONIZ    DE  ARAGÃO
                          (1921  E  1920)

Formado  em  advocacia,  Antonio  Ferrão  Moniz  de  Aragão  foi  senador
Federal  em  mil  novecentos  e  vinte  e  um,  sendo  também  governador
Da  Bahia,  deputado  estadual  e  federal!  Homem  culto  e  inteligente
Foi  professor  tanto  de  Direito  como  de  Economia,  tinha  uma  mente

Privilegiada!  Doutor  Antonio  Ferrão  Moniz,  foi  também  jornalista
E  escritor  escrevendo  várias  obras,  sendo  integrante  da  Academia
De  Letras  da  Bahia!  Na  esfera  executiva  como  governador  da  Bahia
Realizou  uma  boa  administração  e  no  senado  federal  ele  conquista

Respeito  e  a  credibilidade,  legislando  com  sabiência  e  prudência
Antonio  Ferrão  tinha  devoção  pela  causa  pública!  A  sua  coerência
Política  inquebrantável  a  seu  líder  e  amigo  Joaquim  Seabra  sendo
Isso  fator  eficaz,  ao  seu  sucesso  na  política  baiana,  exercendo

Mandatos  de  deputado,  de  governador  e  senador  federal,  liderando
Ao  lado  de  Seabra,  um  poderoso  grupo  político  na  Bahia,  fundando
Inclusive  o  Partido  Republicano  Democrata!  Doutor  Antonio  Ferrão
Foi  um  dos  bons  político  baiano,  honrando  bem  a  família  Aragão

        SENADOR  ANTONIO  MONIZ  SODRÉ  DE  ARAGÃO

Além  de  Antonio  Moniz  Sodré de  Aragão,  mais  um  outro  integrante
Da  família  Aragão  foi  eleito  senador  federal,  este  representante
Foi  Antonio  Moniz  Sodré  de  Aragão  sendo  ele  eleito,  participando
Ativamente  na  legislatura  do  ano  mil  novecentos  e  vinte,  atuando

Nessa  legislatura  dois  Aragões,  ele  e  Antonio  Ferrão!  O  terceiro
Senador  federal  da  Bahia,  nessa  mesma  legislatura,  foi  o  jurista
Rui  Barbosa  o  “Águia  de  Haia”!  Um  fiel  republicano,  foi  pioneiro
Na  “Réplica”!  Rui  empenhou  maravilhosamente  a  bandeira  civilista


Fontes Biográficas:
História  da Casa  da  Torre - Uma   Dinastia de Pioneiros, 3ª edição, autoria  de  Pedro Calmon/ Fundação Cultural do Estado  da  Bahia, ano 1983; O castelo da Torre de Garcia D’Ávila. In: Anais do Arquivo Público da Bahia, v. XXIV, pp. 1-175, Francisco Borges  de Barros. Diário  Oficial  da Bahia ano  1923, Cartilha   dos Governadores  da Bahia, pg 38,



Inspiração  poética  do autor da  poesia.

Fotos de Chiquitinha Maravilha

CIDADE DE SALVADOR NO SÉCULO   XVII!

                                                        A cidade Fortaleza de Tomé de  Souza  nas  primeiras  décadas do Século  XVII


A Cidade  Fortaleza da Cidade do Salvador  no  início do Século  XVII, notande  a  esquadra Nautica  no Largo  da  Baía  de Todos  os Santos, a Fortaleza, notando-se, as Colinas  e  Morros,  a Salvador Seiscentista! Num cenário  exuberante, deslumbrante e espetacular, compondo o  majestoso Mosaico da  Eterna  Salvador,  nos  primórdios da  era  Colonial!   


Fontes Biográficas:

História  da Casa  da  Torre - Uma   Dinastia de Pioneiros, 3ª edição, autoria  de  Pedro Calmon/ Fundação Cultural do Estado  da  Bahia, ano 1983; O castelo da Torre de Garcia D’Ávila. In: Anais do Arquivo Público da Bahia, v. XXIV, pp. 1-175, Francisco Borges  de Barros. Diário  Oficial  da Bahia ano  1923, Cartilha   dos Governadores  da Bahia, pg 38, Inspiração  poética  do autor da  poesia.



Biblioteca Publica
Imponente  Edificio da Biblioteca  Pública do Estado,  na Praça  Tomé de Souza, edificada no Gov.  Dr. Antonio Ferrão Muniz de Aragão (1916/1920), na década  de  1970, foi  derrubado  o citado edificio, para  alargamento  da   mesma, e construída  a  atual   nos  Barris/Salvador.  

Palacio Governo
O Palácio do Governo, em 1908, durante a posse do governador Araújo Pinho.
Essa Praça foi o centro político e administrativo do Brasil até 1763. Hoje ainda abriga a Câmara Municipal e a Prefeitura da cidade. Palacio do Governo antes do Bombardeio de 1912!
Ano 1959

A Praça em 1959, com a escultura da deusa Flora, no centro. Essa escultura, de autoria do francês Mathurin Moreau, estava no Jardim de Nazaré, no início do século 20. Fachada do Palácio  após   o Bombardeio de  191, quando  terminou  a Reconstrução da Ala    Principl do Palacio do Governo (Palácio  Rio Branco), adm do Govenador  Dr. Antonio Ferrão Munz de Aragão (29/03/1916 a 28/03/1920) 



GALERIA  DE FOTOS:



Governador da  Bahia Antonio  Ferrão Muniz  de Aragão 29/03/1916 a 28/03/1920
                  Senador Federal  da Republica Antonio  Ferrão Muniz de Aragão, Legislatura de  1921
                                   Senador Federal,  Antonio  Muniz Sodré de  Aragão, Legislatura   de 1920


FOTOS DE ALGUMAS OBRAS  REALIZADAS  NO  GOVERNO   DE  ANTONIO  MUNIZ  FERRÃO  DE  ARAGÃO:


BALTAZAR  DE ARAGÃO, "O BANGALA" 
MORREU DEFENDENDO  A CIDADE DE SALVADOR EM 1613

                         SALVADOR, A PEROLA  BARROCA DAS AMERICA! PARABÉNS PELOS 466 ANOS, 29/03/2015!


                                                               SALVADOR  NA MODERNIDADE    DE  2014!



                    VIVA BALTAZAR DE ARAGÃO, O HERÓI! O GOVERNADOR DEFENSOR DA BAHIA!!!..


                                         Forte  de Montserrat
         
   Fotos e legendas de Chiquitinha Maravilha

Acma o Forte de  Monserrat, ao  longo localizado  na  Ponta  de Montserrat,     localizado no     extremo largo da enseada   Itapagipana, no oposto  do  Forte  de  Santo Antonio da  Barra.   foi   edificado   pelo então governador  Telles Barreto em 1586, sendo   concluído  no ano  de  1722.
O citado forte  foi tomado      pelos  holandeses   na  primeira  invasão   na  cidade de Salvador    em 1624 e em  outras  invasões..

Ficheiro:Planta da Restituição da BAHIA, por João Teixeira Albernaz, capitania de Portugal.jpg

Restituição da Bahia (Albernaz, 1631): detalhe onde se observa a primitiva traça do forte (3


GALERIA DE  FOTOS:




"Planta da restituição da Bahia" (João Teixeira Albernaz, o velho, 1631): em primeiro plano a Armada Epanhola.


compondo o  majestoso Mosaico da  Eterna  Salvador,  nos  primórdios da  era  Colonial!   

Salvador 1624 Invasão Holandesa  na  Bahia - Lado  Norte



 A Cidade  Fortaleza de Tomé de  Souza, A o traçado quinhentista, Inusitada Salvador  de 1549 -traços  de   do Mestre  Luiz  Dias,  Miguel Martins Diogo Perez  e Fellipe Guilhen -  Fonte (sem  a legenda),    UOL  Blog.



         "Três  mestres  de  obras,  foram  contratados  pelo  Rei  de  Portugal
Para  construir  Salvador,  o  Miguel  Martins  no  fabrico  do  cal
Mestre  Luiz  Dias,  Hábil  construtor,  era  o  chefe,  o  engenheiro
Que  comandava  as  obras  e  Diogo  Peres,  era  o  mestre  Pedreiro..."



PARABÉNS MATA  DE  SÃO JOÃO!
  
169   ANOS  DE  EMANCIPAÇÃO  - 15/04/1846  A 15/04/2015!


FAMÍLIA  PEREIRA  CHAGAS E  RAMIFICAÇÕES - 
NONA  GERRAÇÃO!

UMA  GERAÇÃO DE POVOADORES A PARTIR DE PORTUGAL P/ MATA  DE SÃO JOÃO , CIDADES  VIZINHAS  DESDE OS  PRIMORDIOS!

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PARABÉNS CIDADE DE  SALVADOR  466  ANOS  DE  FUNDAÇÃO - 29/03/1549 - 06/03/2015!

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TOTAL DE ACESSOS MAIS DE 556 MIL
02//04/2015


NESSE MÊS DE MARÇO  dia 29 DE 2015,   COMEMORATIVO  AOS  466 ANOS  DE FUNDAÇÃO DA  CIDADE DE SALVADOR  (OCORRIDO EM 29/03/2015), ,O BLOG CHIQUITINHA MARAVILHA ESTÁ POSTANDO DIARIAMENTE UMA  COLETÂNEA  DE  POESIAS  DESCRITIVA  DA HISTÓRIA DA 1ª  CAPITAL DO BRASIL, AUTORIA  DE CHIQUITINHA  MARAVILHA  E   COM DIREITOS AUTORAIS REGISTRADO, PODENDO SER DIVULGADA, CITADO A FONTE  DE  ORIGEM.  MUITAS DESSAS POESIAS FORAM POETIZADAS    NO ANO  DE 1970 EM DIANTE,  QUANDO  CHIQUITINHA MARAVILHA TINHA 19  ANOS, E RESIDENTE NA SUA CIDADE NATA, MATA DE  SÃO  JOÃO/BA.

POESIAS  POETIZADA A LUZ  DOCUMENTAL, COM   INSPIRAÇÃO  POÉTICA DO AUTOR DAS  POESIAS.


ESTATÍSTICA DO  BLOG 27/03/2015

TOTAL E ACESSOS  MAIS DE  555 MIL ACESSOS 
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FAMÍLIA  PEREIRA CHAGAS E SUAS  RAMIFICAÇÕES 

 GENEALÓGICA   PRESENTE   NO  ATUAL  MUNICÍPIO  MATENSE  E   OUTROS  MUNICÍPIOS DA BAHIA ,  DESDE OS  PRIMÓRDIOS DA  POVOAÇÃO.

POVOADORES, AGRICULTORES, PECUARISTA, FAZENDEIROS, DONOS  DE  ENGENHOS DE  CANA DE  AÇÚCAR, CAFEICULTORES, BARÕES,  VISCONDES, PREFEITOS, INTENDENTES, VEREADORES, CONSELHEIROS MUNICIPAIS, GOVERNADORES, SENADORES, DEPUTADOS, ADVOGADOS, JUÍZES   DESEMBARGADORES, MILITARES, MÉDICOS, POETAS, ESCRITORES, MÚSICOS  ATLETAS (MARATONISTAS, JUDOCAS, JOGADORES DE  FUTEBOL, E  MUITO  MAIS...). 





A Curso  de Legislação Empresarial  LDTDA/TPD/IOB
Credenciamento: CFMO O97

Oswaldo  Melantonio  Formado  em  Direito, Filosofia   e Jornalismo, Av. Marquês  de  São Vicente (Agua  Branca), São  Paulo/SP.

Certificado COMUNICAÇÕES  VERBAIS /Concluído  em 7/03/1986

Chiquitinha  Maravilha nasceu  no  dia  07/07/1951 ás  03: 05 hs  na  Travessa  Barão  Açu  da  Torre, atual  rua  Luis Sepúlveda  Garces, centro,  cidade  de  Mata  de  São João, curso  primário  no Grupo Escolar  Getúlio Vargas (1959/65), ginasial  IMEMB  (atual CMMB)  de  1966/69. Chiquitinha  Maravilha  aposentado, Técnico em Química (nível médio), Curso  de  Comunicações Verbais  em  07/03/1986, (100 horas de  duração, EQUIVALENTE A 6 MESES), Credenciamento: CFMO 097,  o Professor Responsável   pelo Curso de Legislação Empresarial  o Professor Oswaldo Melatonio, formado  em Direito, Filosofia e  Jornalismo;
No  citado  curso grandes  figuras  do  mundo  da  comunicação  política, esportiva, empresarial, realizaram o citado curso (Oreste Quecia, Osmar Santos, Janio Quadros fizeram esse citado curso.... ).




MATA DE SÃO JOÃO/BA.
Praça Barão Açu da Torre (primo de Chiquitinha  Maravilha e de Frank Chaga) na Cidade  de  Mata  de  São João na
década de  1950, nessa   citada  praça  nasceu Frank Chagas no dia 11/08/1939.



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