Fotos de Chiquitinha Maravilha
A cidade Fortaleza de Tomé de Souza nas primeiras décadas do Século XVII
A Cidade Fortaleza da Cidade do Salvador no início do Século XVII, notande a esquadra Nautica no Largo da Baía de Todos os Santos, a Fortaleza, notando-se, as Colinas e Morros, a Salvador Seiscentista! Num cenário exuberante, deslumbrante e espetacular, compondo o majestoso Mosaico da Eterna Salvador, nos primórdios da era Colonial!
O Palácio do Governo, em 1908, durante a posse do governador Araújo Pinho.
Essa Praça foi o centro político e administrativo do Brasil até 1763. Hoje ainda abriga a Câmara Municipal e a Prefeitura da cidade. Palacio do Governo antes do Bombardeio de 1912!
A Praça em 1959, com a escultura da deusa Flora, no centro. Essa escultura, de autoria do francês Mathurin Moreau, estava no Jardim de Nazaré, no início do século 20. Fachada do Palácio após o Bombardeio de 191, quando terminou a Reconstrução da Ala Principl do Palacio do Governo (Palácio Rio Branco), adm do Govenador Dr. Antonio Ferrão Munz de Aragão (29/03/1916 a 28/03/1920)
CHEGADA DOS ARAGÕES NA BAHIA (1549)
Chiquitinha Maravilha
Antonio de Aragão, um cristão velho que nasceu na ilha da Madeira
Foi capitão-mor da cidade de Salvador, era famoso pela habilidade
No uso de armas uma das tradições dos Aragões! Uma peculiaridade
Característica do falecido Antonio de Aragão e da mesma maneira
Herdada pelos seus descendentes! Antonio veio para a Bahia junto
Com outras pessoas da Armada Brasil de Tomé de Souza para ajudar
Na fundação da cidade de Salvador, participando assim, do conjunto
Dos operários de várias profissões, que contribuíram para fundar
A cidade Fortaleza de Tomé de Souza! Terminado essa construção
Antonio de Aragão ficou morando em Salvador, prósperou, alcançando
Posições de destaques na vida cotidiana da jovem cidade, galgando
A patente de capitão-mor e de outros cargos, iniciando a evolução
Dos Aragões na Bahia, quando eles se destacaram como os senhores
De engenhos e de fazendas no Recôncavo baiano! Gerando riquezas
Para os seus descendentes que ao longo dos anos, foram detentores
De patentes militares e conquistaram também títulos de nobrezas
A união dos Aragões, com as proles ricas e nobres da Bahia gerou
Uma descendência prodigiosa, nas inúmeras atividades da sociedade
Baiana e brasileira! Na Bahia os Aragões progrediu, se destacou
Ocupando vários cargos relevantes, ajudando na evolução da cidade
De Salvador! Os Aragões exerceram inúmeros mandatos de deputados
Senadores, governadores, presidente de província e foram nomeados
Ou eleitos, em todos esses cargos citados, desde a época colonial
Do império até a República vigente e também no campo profissional
Destaques na medicina, no campo jurídico, nas letras, na religião
E em outras atividades na sociedade baiana, onde a participação
Dos Aragões são ativas e notórias! Engrandecendo substancialmente
Com suas presenças dinamizando a evolução da Bahia positivamente.
O “ BANGALA” BALTAZAR DE ARAGÃO!
O DEFENSOR DE SALVADOR , A CAPITAL DA BAHIA
Baltasar de Aragão, sobrinho de Antonio de Aragão era um cidadão
Natural da localidade de Ponte de Lima em Portugal, tinha aptidão
Excepcional no manejo das armas! Baltasar era valente e audacioso
Um líder nato um Guardião da Bahia! Um jovem de espírito corajoso
A sua passagem pelo continente africano foi histórica e marcante
O seu nome virou lenda! Com suas aventuras notáveis e triunfantes
Baltasar de Aragão foi Capitão General de Angola onde empreendeu
Campanhas contra várias tribos de índios selvagens, isto lhe deu
Muita popularidade e prestígio e os negros angolanos gentilmente
Cognominaram de o “ Bangala” ! Numa referência a bengala, seu bastão
De comando que usava com muita maestria, sempre presa em sua mão
Baltasar tinha dois metros e cinco centímetros, uma altura realmente
Acima dos padrões de Portugal e Espanha! Cuja média de altura
Era de um metro e oitenta e cinco centímetros, essa sua estatura
Elevada lhe dava um aspecto gigantesco! Outra versão do apelido
Era porque havia em Angola, uma passagem perigosa que tinha sido
Descoberta sendo colocado o nome de Bengala Âmbota! Provavelmente
Em homenagem ao descobridor dessa passagem em Angola, atualmente
A rua Santana situada na cidade de Salvador e até hoje conhecida
Como rua do Bangala! Numa homenagem histórica, notável, merecida
Já que Baltasar de Aragão tinha um sobrado nessa rua e aí morou
Também Manoel Araújo de Aragão e que igualmente usou ou conservou
O apelido de Bangala no início do século dezoito! Manoel de Aragão
Parente de Baltasar, também morou nessa rua do sobrado ou mansão
O CASAMENTO DE BALTASAR COM
MARIA DE ARAÚJO (1574)
Baltasar de Aragão, casou-se com a jovem Maria de Araújo a prima
De Manuel Pereira Gago, tutor de Francisco Dias D’ Ávila, herdeiro
Da Casa da Torre, neto de Garcia D’ Ávila! Baltasar um fazendeiro
Rico com fazenda e engenhos no Peroaçu! Sua fortuna era avaliada
Em milhares de mil réis! A sua jovem esposa, era uma descendente
De caramuru sendo a sua tetra neta! Maria foi batizada exatamente
Na igreja de pedra e cal da Sé Primacial no dia vinte e um de agosto
De mil quinhentos e setenta e quatro! Baltasar teve um bom gosto
Ao casar-se com dona Maria, ligando-se a uma nobre e conceituada
Família da Colônia do Brasil! Do casamento de Baltasar com a sua
Esposa dona Maria de Araújo, tiveram dentre outros filhos, Isabel
Que se casou com Diogo de Aragão Pereira, mercador sábio, notável!
Com a morte inesperada do Capitão Baltasar de Aragão, combatendo
Os franceses na Batalha Naval, perto do Morro de São Paulo, sendo
Um acontecimento triste para dona Maria de Araújo que amargurou
Uma viuvez repentina e não demorou muito tempo logo ela se casou
Com um rico comerciante, Pedro Garcia! Que morreu lamentavelmente
Na cidade de Salvador, com uma bala na cabeça! Quando da invasão
Holandesa em mil seiscentos e vinte e quatro! Ficando novamente
Viúva, parecia que o destino a perseguia! Não dando-lhe compaixão
Maria de Araújo morreu em mil seiscentos e trinta e três! No dia
Nove de março com idade de cinquenta e nove anos! A vida seguia
Em frente, assim como os seus descendentes! Que se multiplicavam
Enaltecendo a nobreza da Bahia colonial! Onde eles se destacaram.
BALTASAR DE ARAGÃO ORGANIZA PRIMEIRA
BANDA MUSICAL DA BAHIA
O ricaço Baltasar de Aragão, fundou uma harmoniosa Banda Musical
Formada por trinta escravos negros etíopes de sua propriedade e dirigida
Por um francês morador da Bahia, essa Banda Musical era bem regida
Tocando as suas lindas musicas dias e noites! Nas festas da capital
Principalmente no belo sobrado de Baltasar na cidade de Salvador
Situada na rua do “ Bangala”! Tocavam com notável brilho e esplendor
Eram as famosas e tradicionais festanças, que Baltasar realizava
Na sua magnífica Fazenda Iguape! Quando a sua Banda executava
Seus afinados sons musicais! Sendo essa Banda Musical a primeira
Que foi formada na Bahia e no Brasil! Provavelmente a formação
Dessa famosa Banda se deu no final do século XVI ou na iniciação
Do século XVII e essa Banda marcou o início da Música Brasileira...
BALTASAR DE ARAGÃO E OS
CORSÁRIOS INGLESES (1587)
Em mil quinhentos e oitenta e sete, várias naus inglesas rondavam
Navegando ao Largo da barra na Baía de Todos os Santos, ameaçando
Invadir essa Baía e atacar Salvador a qualquer instante, preocupando
A Junta Governativa da Bahia que teria de decidir se abandonavam
A cidade de Salvador ou se enfrentariam os ingleses com destemor
Ciente dos acontecimentos! O jovem Baltasar de Aragão compareceu
Perante os integrantes da Junta Governativa da Bahia e convenceu
Os seus líderes! Que deveriam defender Salvador com garra e amor
De um possível ataque dos piratas ingleses que vinham praticando
O contrabando de pau-brasil ao longo do Litoral da Bahia, levando
Essa madeira que era cortada na Mata Atlântica e dela se extraía
Um corante vermelho! Que era muito usado na Europa na titularia
De tecidos, sendo contrabando do pau-brasil um negócio rentável
E prioritário para os piratas ingleses, que não cobiçavam invadir
Salvador, a capital da Colônia Brasileira e eles decidiram partir
Navegando suas naus para bem longe da baía, numa atitude louvável
E sensata evitando possíveis perdas do pau-brasil contrabandeado
E dos seus tripulantes, já que a Junta Governativa havia acionado
O Sistema de defesa! Que eram formados por baluartes, fortins....
E muros d cidade onde a qualquer momento, acenderiam os estopins
Dos canhões das artilharias com os disparos mortíferos, Arrasador!
Caso os ingleses bombardeassem Salvador. Nesse episódio ameaçador
O jovem Baltasar, aos vinte e três anos no esplendor da juventude
Destacou-se cheio de autoridade Militar! Defendendo com magnitude
De um possível ataca inglês a Salvador, não só no aconselhamento
Para Junta Governativa da Bahia, defender a cidade militarmente
Assim como se ofereceu corajosamente! Para combater pessoalmente
Os ingleses, caso a Junta Governativa não mudassem seu pensamento
De não enfrentarem os ingleses! Abandonando a Cidade afobadamente
A Junta Governativa era formada pelo bispo Dom Antonio Barreiros
Pelo Provedor-mor da Fazenda e rico sesmeiro, Cristovam de Barros
E o Ouvidor-geral Antonio Coelho de Aguiar, que transitoriamente
Fazia parte da Junta Governativa, cujo período de governabilidade
Foi iniciado em mil quinhentos e oitenta e sete! Com durabilidade
De quatro anos, quando o rei luso-espanhol Felipe II, logo nomeou
Francisco de Souza, sétimo Governador Geral, cujo cargo ele ocupou
BALTASAR E SEU NAVIO DE
QUINHENTAS TONELADAS (1598)
O milionário Baltasar de Aragão, estava construindo um grandioso
Navio com dimensões excepcionais para a época, além de excelente
Acabamento e conforto! Este Navio foi projetado para comodamente
Deslocar quinhentas toneladas de cargas! Esse notável, majestoso
Navio de Baltasar, quando fosse concluída a sua construção seria
Carregado de presentes para serem ofertados ao rei todo poderoso
Dom Felipe II soberano das coroas luso-espanhola! O Navio sairia
De Salvador para Portugal e de lá para a Espanha, onde orgulhoso
Feliz, satisfeito pela façanha! Baltasar entregaria pessoalmente
Com festas o seu presente ao monarca Felipe II! Mas infelizmente
O “ Bângalas” não pode realizar o seu inusitado desejo de agradar
Felipe II que veio a morrer! Antes de Baltasar de Aragão terminar
O seu Navio, o rei católico Felipe II, o líder da Contra Reforma
Faleceu em mil quinhentos e noventa e oito! O que de certa forma
A sua morte, acabou com o sonho de Baltasar de querer presentear
O rei Felipe II e essa ideia determinada do “ Bangala” de viajar
Para Portugal e Espanha para presentear Felipe II! Ninguém jamais
Havia imaginado tamanha façanha! Seria um acontecimento dos mais
Inusitados, apesar de sentir a morte do monarca, Baltasar reagiu
Superou seus limites, era um bravo guerreiro, como jamais se viu!
BALTASAR, GOVERNADOR INTERINO
DA BAHIA (1613)
Janeiro do ano mil seiscentos e treze, Baltasar de Aragão ocupou
Interinamente o Governo da Bahia, através de triunvirato nomeado
Por Gaspar de Souza, o Governador Geral do Brasil que preocupado
Com a invasão dos franceses lá no Maranhão, de imediato deslocou
Seu governo em mil seiscentos e treze para Pernambuco, por ficar
Localizado mais próximo dos invasores franceses, já à interinidade
De Baltasar durou poucos meses no Governo da Bahia a sua idade
Nesse período era de quarenta e nove anos e o “ Bangala”, Baltasar
Investido na sua condição Capitão-mor de Guerra, cuja patente
Foi dada pelo Governador Gaspar de Souza! Baltasar, imediatamente
Mandou reforçar todas as fortificações de Salvador se prevenindo
Contra possíveis ataques de Navios franceses! Baltasar assumindo
Uma postura de liderança nata, planejou cada detalhe da operação
E as despesas com essa operação militar, não tendo a participação
Financeira da Fazenda de Salvador! Baltasar assumiu pessoalmente
Os custos, pagando com seus recursos financeiros, orgulhosamente
NAUS FRANCESAS NAS IMEDIAÇÕES DO
MORRO DE SÃO PAULO (1613)
Depois de organizar e reforçar as fortificações e as trincheiras
Da cidade de Salvador, o Capitão Baltasar aguardava ansiosamente
A qualquer momento, a presença de naus francesas que rapidamente
Navegavam pelo Oceano Atlântico com suas potentes canhoneiras
Além de outros armamentos militares e finalmente as embarcações!
A vinte e três de fevereiro, de mil seiscentos e treze aportaram
Seis naus francesas perto do Moro de São Paulo e aí ancoraram
Baltasar ciente da presença das naus, agilizou as suas operações
Militares em Salvador e logo determinou o estado de alerta total
Nos fortes, baluartes e trincheiras, no Exército e Marinha Naval
O Governador e Capitão Baltasar numa atitude repentina, corajosa
E inusitada! Ele resolveu atacar os franceses de forma audaciosa
Iria bombardear as seis naus francesas em alto mar! Numa façanha
Típica dos grandes heróis defensores da sua terra amada! Tamanha
Era a confiança e a vontade de Baltasar de derrotar os franceses
Atacando as suas naus em mar aberto e capturar os seus tripulantes
Que seriam levados pessoalmente por Baltasar ao Governador Geral
Gaspar de Souza em Olinda como prêmio! Uma gratidão toda pessoal
Do capitão Baltasar ao Governador Geral, sendo este o pensamento
De Baltasar, mas uma manobra errada causaria seu desaparecimento!
MORRE BALTASAR, O DEFENSOR DA BAHIA (1613)
O capitão Baltasar de Aragão, no dia vinte e quatro de fevereiro
Do ano de mil seiscentos e treze! Agilizou as últimas instruções
Referente a defesa da cidade de Salvador e deixou as embarcações
Que estavam situadas: nos fortins, Ribeira das Naus e no estaleiro
De Salvador e estas embarcações eram responsáveis pela proteção
Da cidade de Salvador e Vasco de Brito Freire, foi o encarregado
De comandar esses embarcações! Vasco de Brito Freire foi nomeado
Pelo “ Bangala”, este Governador Interino da Bahia, Baltasar de Aragão
Neste dia vinte e quatro de fevereiro! Baltasar de Aragão partiu
Da cidade de Salvador com sua Nau, carregada de trezentas caixas
De açúcar proveniente de seu engenho! As suas mais ricas alfaias
Que enfeitavam a sua bela casa! Além dessa preciosa carga reuniu
Os trintas negros etíopes! Da sua afinada Banda Musical e colocou
Todos eles na sua bem equipada Nau Militar! Baltasar logo zarpou
Do Porto de Salvador muito confiante e feliz! Essa carga valiosa
Que seria entregue pelo “ Bangala” Baltasar, de maneira orgulhosa
E festivamente! Ao som da sua famosa Banda Musical ao Governador
Gaspar de Souza em Olinda, Pernambuco! Onde lá estava sediado
O comando do Governo Geral e Baltasar estava muito entusiasmado
Com sua missão, comandava a sua Nau feliz, confiante, triunfador!
O capitão Baltasar comandava a sua nau que navegava rapidamente
Pelas águas azuladas da Baía de Todos os Santos, indo na direção
Do famoso Moro de São Paulo ao Sul de Salvador! Aproximadamente
Oitenta quilômetros em linha reta dessa cidade, numa localização
Estratégica! Uma rota marítima para as embarcações vinda do sul
Para a cidade edificada por Tomé de Souza! Baltasar, muito atento
De olhar fixados no horizonte, observando através das águas azul
Do Oceano agitado pelo balanço das suas ondas! E naquele momento
Baltasar avistou as velhas das seis naus francesas que navegavam
Na sua direção, afastando-se do Moro de São Paulo, Era a batalha
Com a Nau que Baltasar tanto planejara! Para isso não cometeria falha
Ou falhas! Baltasar ia enfrentar as seis naus francesas que estavam
Bem armadas com as suas “bocas de canhões”! Sendo numericamente
Superiores também em números de marinheiros e isso, naturalmente
Era uma vantagem magnífica para os piratas franceses em relação
A Baltasar que com uma única nau, demonstrava raça, determinação
Para lutar e vencer os franceses, era uma batalha naval titânica!
Um dia típico de verão, esse vinte e quatro de fevereiro, sopravam
Uma brisa refrescante e as ondas do Oceano Atlântico se agitavam
Movimentando-se num vai e vem permanente, na imensidade oceânica!
E diante desse panorama marítimo a nau de Baltasar se aproximou
Das seis naus francesas e numa distância calculada, logo disparou
Contra as naus inimigas, as suas potentes canhoneiras! Alvejando
Quase todas as seis naus francesas, a vitória ia se desenhando
Para o lado de Baltasar! Com a maioria das embarcações alvejadas
E praticamente fora de combate, menos a nau capitânia! A atenção
Agora de Baltasar era bombardear essa nau francesa e sua posição
Não era a ideal, para atacar essa nau e apesar das ondas agitadas
O capitão Baltasar de Aragão, procurando um posicionamento ideal
Para bombardear com segurança a nau capitaneia francesa, realizou
Uma manobra difícil, muito fechada com sua nau! Sendo-lhe fatal
Pois as ondas agitadas do Oceano Atlântico, rapidamente penetrou
Pelas escotilhas da nau que se encontravam abertas! Com isso encheu
De água os compartimentos da nau do capitão Baltasar, provocando
Pânico entre os tripulantes da nau! Baltasar logo reage tentando
Salvar-se! Mas vestido na sua pesada armadura metálica, ele morreu
Afogado! Pelas águas do Oceano com a sua nau afundando juntamente
Com a sua Banda Musical e toda a tripulação da nau, lamentavelmente
Enquanto as naus francesas alvejadas e a nau capitânia zarparam
Afastando-se do local próximo do Moro de São Paulo e retornaram
Para as suas bases provavelmente no Maranhão! A notícia da morte
Do “ Bangala” Baltasar, espalhou-se por toda a Bahia e na Colônia
Ela foi muito sentida! O capitão Baltasar merecia uma melhor sorte
Salvador perdia seu nobre guerreiro Baltasar, O Defensor da Bahia!
OS DESCENDENTES DE BALTAZAR DE ARAGÃO
DIOGO DE ARAGÃO PEREIRA
O mercador Diogo de Aragão Pereira, o esposo de Izabel de Aragão
Criou uma próspera companhia, para explorar o pau-brasil na região
Selvagem do Paraguaçu, talvez essa mesma que Baltazar seu famoso
Sogro, descobria anteriormente! O Diogo de Aragão Pereira zeloso
Fiel protetor dos seus negócios, fez parte da Junta que decretou
Castigo aos índios rebeldes! No ano mil seiscentos e sete, ele criou
Ou constituiu o morgado do engenho da Ponta! Diogo também ocupou
O Ministério da Ordem Terceira de São Francisco onde desempenhou
Seu ministério em mil seiscentos e quarenta e cinco! Em quarenta
E oito e também em cinquenta e três! Diogo construiu o altar
De Santo Antonio da Igreja de São Francisco e essa obra opulenta
Foi a sua sepultura final, um jazido digno para o Diogo repousar
Em mil seiscentos e setenta e nove, Diogo de Aragão foi provedor
Da Santa Casa de Misericórdia, famosa por ser um local acolhedor
Das pessoas pobres, humildes, na maioria das vezes muito doentes
Que procuravam a Santa Casa, sendo acolhidas essas pessoas carentes
PEDRO CAMELO DE ARAGÃO PEREIRA
Coronel Pedro Camelo de Aragão, filho de Diogo, tradicionalmente
Herdou as qualidades militares do seu avô Baltazar de Aragão, sendo
Um homem de armas! Seu tempo de serviço militar é extenso, tendo
Iniciado no ano de mil seiscentos e quarenta, durando precisamente
Quarenta e sete anos! Com a morte de Pedro Camelo, a sua patente
De Coronel de Ordenanças, que era o mais alto posto do regimento
Militar colonial! Sendo essa patente foi transferida para o experiente
Sertanista, o segundo Francisco Dias D’ Ávila, num reconhecimento
Justo, merecido, ao maior sertanista baiano do período colonial!
Pedro Camelo, no ano de mil seiscentos e setenta e cinco, assumiu
O Ministério da Ordem Terceira de São Francisco e Pedro só saiu
Do ministério em mil seiscentos e oitenta e dois! A riqueza patrimonial
De Pedro Camelo de Aragão e mais a sua invejável patente militar
O transformava num cidadão dos mais respeitados de toda a Bahia
Colonial naquela metade do século XVII! Pedro Camelo não ficaria
Muito tempo solteiro, era preciso ter herdeiros! Casar, procriar
Tendo Pedro Camelo casado duas vezes! O primeiro casamento
Foi com a Dona Maria de Meneses, que era filha do famoso alcaide
Francisco Barreto de Meneses, cidadão rico e conceituado na cidade
De Salvador, o dono do engenho de Mataripe! Desse relacionamento
Conjugal nasceu Francisco Barreto de Aragão, por direito natural
O filho primogênito! Francisco Barreto de Aragão era o principal
Herdeiro da fortuna do seu pai Pedro Camelo de Aragão e como seu
Tio Antonio de Aragão não tinha um sucessor direto, ele escolheu
Francisco Barreto de Aragão o seu sobrinho e deu-lhe seu morgado!
Antonio de Aragão, havia herdado esse morgado do seu amado irmão
Diogo de Aragão Pereira que compreendia a terça parte da divisão
Total do valioso morgado de Diogo! O segundo casamento realizado
Por Pedro Camelo foi com a dona Ana de Aragão! A bela e atraente
Filha de Francisco de Araújo de Aragão, desse casamento nasceram
Catarina Francisca de Aragão e Antonia Maria de Meneses, contente
Pelo nascimento de suas filhas, o coronel Pedro ficou feliz! Tiveram
Suas filhas destinos diferentes nos casórios! Antonia de Menezes
Foi feliz dela provém os Monizes de Mataripe! Já a Dona Catarina
Francisca de Aragão, casou duas vezes e teve sérias dificuldades
Nesses dois casamentos! Catarina de Aragão se casou ainda menina
Com o terceiro Francisco Dias D’ Ávila! Este matrimônio aconteceu
A dez de novembro, do ano mil setecentos e trinta e dois, nasceu
Catarina de Aragão, em mil setecentos e dezenove e tinha a idade
De treze anos e oito meses! Casando-se ainda na flor da mocidade
Do terceiro Francisco Dias D’ Ávila e Catarina de Aragão nasceram
Dois lindos filhos,uma menina e um menino! A menina registraram
Com o nome de Leonor Pereira Marinho e o menino, o filho esperado
O primogênito, o herdeiro da Casa da Torre! E que foi registrado
Com o nome de Garcia D’ Ávila Pereira de Aragão, estava enraizada
A ligação entre os Ávilas e os Aragões! Infelizmente foi finalizada
O ciclo dos herdeiros masculinos dos Dias D’ Ávila A interrupção
Aconteceu porque o primogênito, Garcia D’ Ávila Pereira de Aragão
Ao desposar duas senhoritas da alta nobreza da sociedade baiana
Não teve filhos! Ficando sem primogênitos, para dar continuidade
A sucessão de herdeiros da Casa da Torre! Essa descontinuidade
Fez com que Garcia D’ Ávila de Aragão, numa atitude bacana
Passa seu morgado da Casa da Torre! Para sua adorada sobrinha
Ana Maria de São José de Aragão! A filha de Leonor sua irmãzinha
Estimada, casada com José Pires de Carvalho e Albuquerque, irmão
De Tereza Cavalcante esposa de Garcia D’ Ávila de Aragão! A união
Das famílias Ávila e Aragão com os Pires, fortaleceram, sedimentou
Enobrecendo a linhagem genealógica dessas proles! Que se alinhou
Unindo-se a outras proles como os Teive e Argolo, Calmon, Bulcão
Araújo Góes, Oliveira Mendes, os Vicente Vianna, Monizes, Ferrão
Sodré, Pereira, Bitencourt, Falcão, Barretos e Marinho, formando
Desde a colônia, império e a república vigente! A base da geração
Da elite aristocrática de todo Recôncavo baiano, se espalhando
Por todo esse imenso Brasil, galgando as fronteiras dessa nação!
OS ARAGÕES NOS CARGOS POLÍTICOS E ADMINISTRATIVOS
VEREADORES E GOVERNADOR NA COLÔNIA
Os aragões ocuparam vários cargos relevantes no período colonial
Durante os sessenta e sete anos do império, até a República atual
Através de seus descendentes, espalhados na nossa sociedade civil
Contribuindo para o desenvolvimento da Bahia e também do Brasil
O capitão Baltazar de Aragão o “Bangala”, governou interinamente
A Bahia, fazendo parte de uma junta governativa sendo ele nomeado
Por Gaspar de Souza, governador geral do Brasil! Lamentavelmente
Baltazar de Aragão, morreu em alto mar num combate naval afogado
De maneira inusitada Ao enfrentar quatro naus francesas, quando
Sua nau invadida pelas águas do Oceano Atlântico afundou, levando
O nobre Baltazar e sua tripulação! Para as profundezas do oceano
A morte inesperada do herói Baltazar, entristeceu o povo baiano
O mestre-de-campo! Garcia D’ Ávila Pereira de Aragão foi vereador
Da cidade de Salvador em mil setecentos e sessenta e um e também
Garcia ocupou novamente o cargo cinco anos depois ! E saiu-se bem
Pai e avô de Garcia D' Ávila Aragão, foram vereadores de Salvador
DEPUTADOS ARAGÕES DURANTE O REGIME
IMPERIAL (1835 a 1881)
Em mil oitocentos e trinta e quatro, foi extinto o Conselho Geral
Da Província, sendo criado uma Assembléia Legislativa Provincial
Um ano depois e o período de duração dessa primeira legislatura
Foi de três anos! A partir da segunda legislatura, sua estrutura
Foi alterada, passando um deputado a ter seu mandato com duração
De dois anos! Em mil oitocentos e trinta e cinco sua composição
Era formada pelos homens que foram destaques, nas lutas travadas
Pela Independência da Bahia, onde faziam parte figuras premiadas
Com títulos de nobreza agraciados por Pedro I, sua Magestade Imperial
Esses nobres, a exemplo do notabilíssimo Visconde de Pirajá, seu irmão
O Barão de Jaguaripe, Marquês de Abrantes, Antonio Manoel Galvão
Além de outros destacados deputados, integrantes dessa legislatura inicial
Nesta primeira legislatura, a família Aragão se fizeram presentes
Na Assembléia ou Câmara dos deputados, sendo seus componentes
Políticos: José Vieira de Faria e Aragão Ataliba, estes juntamente
Com Joaquim Inácio de Aragão Bulcão! Os Aragões ocupam novamente
Assentos na Assembléia Legislativa, sendo eles eleitos sequencialmente
Deputados, como Pedro Moniz Barreto de Aragão, sendo ele seguidamente
Eleitos para Assembléia a partir de mil oitocentos e cinquenta, finalizando
Seu mandato em mil oitocentos e sessenta e um, na sexta legislatura! Ficando
Doze anos como deputado provincial! Outro que cumpriu, exerceu
Três Legislaturas, foi Balthazar de Araújo de Aragão Bulcão, seu
Mandato, foi de mil oitocentos e cinquenta e dois, até exatamente
Mil oitocentos e cinquenta e sete! Quando ele exerceu sabiamente
Suas três legislaturas! Gonçalo Marinho de Aragão Bulcão assumiu
Seu mandato em mil oitocentos e sessenta e quatro e logo repetiu
Outro mandato em mil oitocentos e sessenta e oito, também legislou
Nesse mesmo ano, Antonio Moniz Sodré de Aragão! Outro que ocupou
A Assembléia Legislativa como deputado, foi o médico e almirante
Francisco Moniz Sodré de Aragão! No ano mil oitocentos e setenta!
O médico Francisco Moniz repetiu no ano mil oitocentos e oitenta
Seu mandato de deputado. Francisco Moniz foi também mais adiante
No regime republicano, eleitos várias vezes senador! Outro Aragão
Que foi também deputado, em mil oitocentos e oitenta com duração
De dois anos, foi doutor Egnas Moniz Barreto de Aragão, finalmente
No ano de mil oitocentos e oitenta e um, a prole Aragão novamente
Fez-se presente na Assembléia, com Miguel Calmon de Aragão Bulcão
Sendo este o último dos deputados da família Aragão que ocuparam
A Assembléia Legislativa da Província da Bahia, quando legislaram
Vinte e três anos, em onze legislaturas, atuando com muita dedicação!
DEPUTADOS ARAGÕES NA REPÚBLICA (1891 A 1922)
No dia sete de abril ano mil oitocentos e noventa e um, eleições
Para escolher quarenta e dois deputados e vinte e um senadores
Para formação da Assembléia Constituinte Republicana! Os Aragões
Participaram com dois deputados eleitos, votados pelos eleitores
Francisco Moniz Ferrão de Aragão, médico da Marinha e o capitão
Salvador Pires de Carvalho Aragão! Foi a histórica Constituição
Aprovada a dois de julho, ano mil oitocentos e noventa e um, tendo
A sua elaboração durando dois meses e vinte e cinco dias! Tendo
No dia seguinte, logo após a promulgação da Constituição Estadual
Os senadores e deputados eleitos para a Assembléia Constituinte
Ocuparam mandatos tanto na Câmara, como no Senado e como tal
Esses parlamentares, exerceram seus mandatos! Na eleição seguinte
De mil oitocentos e noventa e três, a noventa e quatro, o capitão
Do exército, depois foi major, Salvador Pires de Carvalho Aragão
E o militar, Francisco Ferrão Moniz de Aragão, médico da Marinha
E mais um outro Aragão! Francisco de Araújo Aragão Bulcão, tinha
Portanto três Aragões, nessa segunda legislatura! A continuidade
Dos Aragões com os três citados parlamentares, logo se repetiram
No ano mil oitocentos e noventa e cinco, quando eles conseguiram
Eleger-se de novo, deputados na terceira legislatura! A novidade
Para a quarta legislatura, no ano mil oitocentos e noventa e sete
Foi a não candidatura de Francisco Ferrão Moniz de Aragão, saindo
Candidato ao Senado do Estado, sendo eleito! Novamente se repete
Nessa quarta legislatura a presença da prole Aragão, conseguindo
Reeleger-se: deputados Salvador Pires de Carvalho e Aragão e mais
Francisco de Araújo de Aragão Bulcão, tendo essa mesma dobradinha
Conseguindo reeleger-se na quinta legislatura e essa dupla jamais
Repetiram juntos as suas candidaturas! Pois Salvador não tinha
Mais o interesse pela política, afastando-se ele definitivamente
No ano mil novecentos! Legislando cinco mandatos com uma duração
De dez anos, dois meses, vinte e sete dias! Os Aragões novamente
Marca presença na sexta legislatura, que foi realizada na eleição
De mil novecentos e um, com Francisco de Araújo de Aragão Bulcão
Que também foi reeleito, isto na sétima legislatura! Sua participação
Como deputado durou doze anos e seis legislaturas, sendo eleito
Seguidamente deputado, nessas seis legislaturas, um grande feito!
Ausentes na oitava e nona legislatura, os Aragões logo retornaram
A Câmara de deputados na décima legislatura, quando participaram
Das eleições para o ano mil novecentos e nove e os vereadores
Aqueles deputados, eleitos pelo voto popular! Os legisladores
Do peito de mil novecentos e nove, quando os Aragões duplamente
Elegeram-se deputados! Antonio Ferrão Moniz de Aragão, experiente
Político que no ano mil novecentos e doze foi eleito governador
Da Bahia e no ano mil novecentos e vinte e um, foi também senador
O outro deputado Antonio Moniz Sodré de Aragão, também se elegeu
Nessa mesma legislatura cumprindo o seu mandato! Sodré concorreu
E foi eleito na décima primeira legislatura, Antonio logo renunciou
Seu mandato, tendo sido reconhecido deputado federal e quem ficou
No seu lugar foi o Liberato Agnez Leão! Os Aragões se ausentaram
Da Câmara durante as quatros legislaturas seguintes, só voltaram
Na décima sexta em mil novecentos e vinte e um, com a vitoriosa
Eleição de Egnez Moniz Barreto de Aragão, numa campanha ardorosa
ANTONIO FERRÃO GOVERNADOR DA
BAHIA (1916 A 1920)
Poesia descritiva Chiquitinha Maravilha
Poesia descritiva Chiquitinha Maravilha
Antonio Ferrão Moniz de Aragão, foi o décimo terceiro governador
Da Bahia assumindo o mandato no dia vinte e nove de março do ano
De mil novecentos e dezesseis! Antonio Ferrão Moniz foi vencedor
Do pleito de dezembro do ano mil novecentos e quinze, baiano
De nascença, Antonio Ferrão administrou bem a Bahia, sua atuação
No executivo da Bahia, foi marcado por uma política de contenção
Financeira, cortando gastos inúteis e sem prejudicar o andamento
Da sua máquina administrativa e a partir dá inicia o ordenamento
Da execução das suas obras públicas! Ferrão terminou a construção
Da Ala Principal do Palácio da Aclamação e também a reconstrução
Do Palácio Rio Branco, auxiliou o município de Salvador ajudando
A custear os serviços básicos como água, luz e bondes melhorando
A qualidade de vida da população da cidade de Salvador construiu
O belo prédio da Biblioteca Pública do Estado na Praça Municipal
Cujo prédio foi demolido, após inauguração da Biblioteca Central
Nos Barrís em novembro de mil novecentos e setenta e um! Reabriu
Reorganizando a Escola Agrícola de São Bento das Lages, a atual
Escola de Agronomia de Cruz das Almas e quanto a divida estadual
Externa, Ferrão pagou uma parte significativa, com a arrecadação
Da receita do estado! Na administração de Marcelino a unificação
Das cinco secretarias para três! Foi no governo Ferrão novamente
Restabelecida para cinco secretarias! Outra postura corretamente
Adotada no governo Ferrão, foi à aprovação da lei que estabelecia
As condições, para a construção de estradas de rodagens na Bahia
Que interligassem aos centros produtores e mercados consumidores
E este a ferrovias, aos rios navegáveis, porto do mar e fluviais
Impulsionando com isso, a economia do estado em inúmeros setores
Gerando muito mais emprego e renda para as populações municipais
A Bahia registrava em mil novecentos e dezessete, uma das maiores
Safras de cacau com mil cento e noventa sacas e que representava
Quarenta e dois contos e oitocentos e quarenta mil réis, valores
De elevada importância! Para os produtores de cacau, que lucrava
No ano mil novecentos e dezenove, Antonio Ferrão Moniz enfrentou
Durante cinco dias, uma greve trabalhista generalizada motivada
Por aumento salarial, sendo que esta curta greve foi incentivada
Pelas correntes de oposição ao governo Antonio Ferrão que adotou
Medidas eficazes, conciliatórias, agradando a todos os grevistas
Que resolveram acabarem com a greve! As correntes oposicionistas
Foi liderada pelo jornalista Ernesto Simões Filho forte oposição
Política, ao governador da Bahia! Antonio Ferrão Moniz de Aragão
O governador Ferrão, criou o Instituto do Funcionário Público do
Estado da Bahia! Ele governou o estado durante quatro anos, tendo
Deixado o governo em março de mil novecentos e vinte, realizando
Antonio Ferrão Moniz de Aragão, uma ótima administração passando
O Cargo ao seu sucessor José Seabra, que tomou posse em Salvador
No Palácio Rio Branco! Antonio Ferrão, era tetraneto do fundador
Da Biblioteca Pública, Pedro Gomes Ferrão Castelo Branco cidadão
Culto, honrado na Bahia! Pedro Gomes Ferrão inclusive fez doação
De vários livros no idioma francês da sua biblioteca particular
A Biblioteca, criada em meio de mil oitocentos e onze, funcionou
Inicialmente na atual Igreja da Catedral Basílica de Salvador ou
Exatamente acima da sala da Sacristia, situada no primeiro andar
Além da doação de livros, Pedro Gomes Ferrão também deu uma soma
Boa, cinquenta contos de réis! Ao Fundo de Estabelecimento e uma
Subscrição anual! Sendo Pedro Gomes Ferrão, seu primeiro diretor
Da Biblioteca em mil oitocentos e onze! Fato histórico, louvador
ANTONIO FERRÃO MONIZ DE ARAGÃO
(1921 E 1920)
Formado em advocacia, Antonio Ferrão Moniz de Aragão foi senador
Federal em mil novecentos e vinte e um, sendo também governador
Da Bahia, deputado estadual e federal! Homem culto e inteligente
Foi professor tanto de Direito como de Economia, tinha uma mente
Privilegiada! Doutor Antonio Ferrão Moniz, foi também jornalista
E escritor escrevendo várias obras, sendo integrante da Academia
De Letras da Bahia! Na esfera executiva como governador da Bahia
Realizou uma boa administração e no senado federal ele conquista
Respeito e a credibilidade, legislando com sabiência e prudência
Antonio Ferrão tinha devoção pela causa pública! A sua coerência
Política inquebrantável a seu líder e amigo Joaquim Seabra sendo
Isso fator eficaz, ao seu sucesso na política baiana, exercendo
Mandatos de deputado, de governador e senador federal, liderando
Ao lado de Seabra, um poderoso grupo político na Bahia, fundando
Inclusive o Partido Republicano Democrata! Doutor Antonio Ferrão
Foi um dos bons político baiano, honrando bem a família Aragão
SENADOR ANTONIO MONIZ SODRÉ DE ARAGÃO
Além de Antonio Moniz Sodré de Aragão, mais um outro integrante
Da família Aragão foi eleito senador federal, este representante
Foi Antonio Moniz Sodré de Aragão sendo ele eleito, participando
Ativamente na legislatura do ano mil novecentos e vinte, atuando
Nessa legislatura dois Aragões, ele e Antonio Ferrão! O terceiro
Senador federal da Bahia, nessa mesma legislatura, foi o jurista
Rui Barbosa o “Águia de Haia”! Um fiel republicano, foi pioneiro
Na “Réplica”! Rui empenhou maravilhosamente a bandeira civilista
CIDADE DE SALVADOR NO SÉCULO XVII!
GALERIA DE FOTOS:
Senador Federal, Antonio Muniz Sodré de Aragão, Legislatura de 1920
FOTOS DE ALGUMAS OBRAS REALIZADAS NO GOVERNO DE ANTONIO MUNIZ FERRÃO DE ARAGÃO:
SALVADOR, A PEROLA BARROCA DAS AMERICA! PARABÉNS PELOS 466 ANOS, 29/03/2015!

GALERIA DE FOTOS:


"Planta da restituição da Bahia" (João Teixeira Albernaz, o velho, 1631): em primeiro plano a Armada Epanhola.

Salvador 1624 Invasão Holandesa na Bahia - Lado Norte

A Cidade Fortaleza de Tomé de Souza, A o traçado quinhentista, Inusitada Salvador de 1549 -traços de do Mestre Luiz Dias, Miguel Martins Diogo Perez e Fellipe Guilhen - Fonte (sem a legenda), UOL Blog.
UMA GERAÇÃO DE POVOADORES A PARTIR DE PORTUGAL P/ MATA DE SÃO JOÃO , CIDADES VIZINHAS DESDE OS PRIMORDIOS!
VER FAMÍLA PEREIRA CHAGAS E RAMIFICAÇÕES NO BLOG
MATA DE SÃO JOÃO/BA.
Fontes Biográficas:
História da Casa da Torre - Uma Dinastia de Pioneiros, 3ª edição, autoria de Pedro Calmon/ Fundação Cultural do Estado da Bahia, ano 1983; O castelo da Torre de Garcia D’Ávila. In: Anais do Arquivo Público da Bahia, v. XXIV, pp. 1-175, Francisco Borges de Barros. Diário Oficial da Bahia ano 1923, Cartilha dos Governadores da Bahia, pg 38,
Inspiração poética do autor da poesia.
Fotos de Chiquitinha Maravilha
A cidade Fortaleza de Tomé de Souza nas primeiras décadas do Século XVII
A Cidade Fortaleza da Cidade do Salvador no início do Século XVII, notande a esquadra Nautica no Largo da Baía de Todos os Santos, a Fortaleza, notando-se, as Colinas e Morros, a Salvador Seiscentista! Num cenário exuberante, deslumbrante e espetacular, compondo o majestoso Mosaico da Eterna Salvador, nos primórdios da era Colonial!
Fontes Biográficas:
História da Casa da Torre - Uma Dinastia de Pioneiros, 3ª edição, autoria de Pedro Calmon/ Fundação Cultural do Estado da Bahia, ano 1983; O castelo da Torre de Garcia D’Ávila. In: Anais do Arquivo Público da Bahia, v. XXIV, pp. 1-175, Francisco Borges de Barros. Diário Oficial da Bahia ano 1923, Cartilha dos Governadores da Bahia, pg 38, Inspiração poética do autor da poesia.
Imponente Edificio da Biblioteca Pública do Estado, na Praça Tomé de Souza, edificada no Gov. Dr. Antonio Ferrão Muniz de Aragão (1916/1920), na década de 1970, foi derrubado o citado edificio, para alargamento da mesma, e construída a atual nos Barris/Salvador.
O Palácio do Governo, em 1908, durante a posse do governador Araújo Pinho.
Essa Praça foi o centro político e administrativo do Brasil até 1763. Hoje ainda abriga a Câmara Municipal e a Prefeitura da cidade. Palacio do Governo antes do Bombardeio de 1912!
A Praça em 1959, com a escultura da deusa Flora, no centro. Essa escultura, de autoria do francês Mathurin Moreau, estava no Jardim de Nazaré, no início do século 20. Fachada do Palácio após o Bombardeio de 191, quando terminou a Reconstrução da Ala Principl do Palacio do Governo (Palácio Rio Branco), adm do Govenador Dr. Antonio Ferrão Munz de Aragão (29/03/1916 a 28/03/1920)
GALERIA DE FOTOS:
Governador da Bahia Antonio Ferrão Muniz de Aragão 29/03/1916 a 28/03/1920
Senador Federal da Republica Antonio Ferrão Muniz de Aragão, Legislatura de 1921FOTOS DE ALGUMAS OBRAS REALIZADAS NO GOVERNO DE ANTONIO MUNIZ FERRÃO DE ARAGÃO:
BALTAZAR DE ARAGÃO, "O BANGALA"
MORREU DEFENDENDO A CIDADE DE SALVADOR EM 1613
MORREU DEFENDENDO A CIDADE DE SALVADOR EM 1613
SALVADOR, A PEROLA BARROCA DAS AMERICA! PARABÉNS PELOS 466 ANOS, 29/03/2015!
SALVADOR NA MODERNIDADE DE 2014!
VIVA BALTAZAR DE ARAGÃO, O HERÓI! O GOVERNADOR DEFENSOR DA BAHIA!!!..
Forte de Montserrat
Fotos e legendas de Chiquitinha Maravilha
Acma o Forte de Monserrat, ao longo localizado na Ponta de Montserrat, localizado no extremo largo da enseada Itapagipana, no oposto do Forte de Santo Antonio da Barra. foi edificado pelo então governador Telles Barreto em 1586, sendo concluído no ano de 1722.
O citado forte foi tomado pelos holandeses na primeira invasão na cidade de Salvador em 1624 e em outras invasões..

Restituição da Bahia (Albernaz, 1631): detalhe onde se observa a primitiva traça do forte (3 |
"Planta da restituição da Bahia" (João Teixeira Albernaz, o velho, 1631): em primeiro plano a Armada Epanhola.
compondo o majestoso Mosaico da Eterna Salvador, nos primórdios da era Colonial!
Salvador 1624 Invasão Holandesa na Bahia - Lado Norte

A Cidade Fortaleza de Tomé de Souza, A o traçado quinhentista, Inusitada Salvador de 1549 -traços de do Mestre Luiz Dias, Miguel Martins Diogo Perez e Fellipe Guilhen - Fonte (sem a legenda), UOL Blog.
"Três mestres de obras, foram contratados pelo Rei de Portugal
Para construir Salvador, o Miguel Martins no fabrico do cal
Mestre Luiz Dias, Hábil construtor, era o chefe, o engenheiro
Que comandava as obras e Diogo Peres, era o mestre Pedreiro..."
PARABÉNS MATA DE SÃO JOÃO!
169 ANOS DE EMANCIPAÇÃO - 15/04/1846 A 15/04/2015!
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PARABÉNS CIDADE DE SALVADOR 466 ANOS DE FUNDAÇÃO - 29/03/1549 - 06/03/2015!
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02//04/2015
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NESSE MÊS DE MARÇO dia 29 DE 2015, COMEMORATIVO AOS 466 ANOS DE FUNDAÇÃO DA CIDADE DE SALVADOR (OCORRIDO EM 29/03/2015), ,O BLOG CHIQUITINHA MARAVILHA ESTÁ POSTANDO DIARIAMENTE UMA COLETÂNEA DE POESIAS DESCRITIVA DA HISTÓRIA DA 1ª CAPITAL DO BRASIL, AUTORIA DE CHIQUITINHA MARAVILHA E COM DIREITOS AUTORAIS REGISTRADO, PODENDO SER DIVULGADA, CITADO A FONTE DE ORIGEM. MUITAS DESSAS POESIAS FORAM POETIZADAS NO ANO DE 1970 EM DIANTE, QUANDO CHIQUITINHA MARAVILHA TINHA 19 ANOS, E RESIDENTE NA SUA CIDADE NATA, MATA DE SÃO JOÃO/BA.
POESIAS POETIZADA A LUZ DOCUMENTAL, COM INSPIRAÇÃO POÉTICA DO AUTOR DAS POESIAS.
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A Curso de Legislação Empresarial LDTDA/TPD/IOB
Credenciamento: CFMO O97
Oswaldo Melantonio Formado em Direito, Filosofia e Jornalismo, Av. Marquês de São Vicente (Agua Branca), São Paulo/SP.
Certificado COMUNICAÇÕES VERBAIS /Concluído em 7/03/1986
Chiquitinha Maravilha nasceu no dia 07/07/1951 ás 03: 05 hs na Travessa Barão Açu da Torre, atual rua Luis Sepúlveda Garces, centro, cidade de Mata de São João, curso primário no Grupo Escolar Getúlio Vargas (1959/65), ginasial IMEMB (atual CMMB) de 1966/69. Chiquitinha Maravilha aposentado, Técnico em Química (nível médio), Curso de Comunicações Verbais em 07/03/1986, (100 horas de duração, EQUIVALENTE A 6 MESES), Credenciamento: CFMO 097, o Professor Responsável pelo Curso de Legislação Empresarial o Professor Oswaldo Melatonio, formado em Direito, Filosofia e Jornalismo;
No citado curso grandes figuras do mundo da comunicação política, esportiva, empresarial, realizaram o citado curso (Oreste Quecia, Osmar Santos, Janio Quadros fizeram esse citado curso.... ).
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Praça Barão Açu da Torre (primo de Chiquitinha Maravilha e de Frank Chaga) na Cidade de Mata de São João na
década de 1950, nessa citada praça nasceu Frank Chagas no dia 11/08/1939. |





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