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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

PLANTA BARONESAS OU AGUAPÉ (EICHORNIA CRASSIPES)

FOTOS DA LAMINA  D`ÁGUA SOBRE  O RIO  CAPIVARI GRANDE, OU  RIO   GANHADOR LOGO APOS  O RIO  DA PONTE (RIO IMBASSAI) - FOTOS CHIQUITINHA MARAVILHA - 12/10/2013.
 Retirada   das   Baronesas  da lamina  d`àgua represadas  pela Barragem de Santa   Helena  do Rio  Capivari Grande (Rio Ganhador, como e  popularmente  conhecido nos  tempos  atuais),  afluente  do Rio Imbassai. FOTO 12/10/2013

Aguapé, o "vegetal-água"




A planta aguapé (Eichornia crassipes), também conhecida como baronesa, orelha-de-jegue, jacinto d´água e miriru pode ser considerada uma praga ou uma planta muito benéfica. Veja porquê.
A planta aquática conhecida como aguapé (Eichornia crassipes) é o que poderíamos chamar de "vegetal-água": 95% da planta corresponde à água. Esta planta possui raízes longas, (podem medir até um metro), rizomas, estolões, pecíolos, folhas e inflorescências. A parte que fica fora d´água, podendo atingir uma altura que varia desde alguns centímetros até um 1metro.
O aguapé se apresenta suspenso, flutuando livremente, enroscado em obstáculos, preso ao solo em locais de água rasa e até enraizado em áreas consideradas secas. A planta possui uma grande quantidade de pecíolos cheios de cavidades de ar - isso explica o enorme poder de flutuar. A reprodução dos aguapés ocorre por meio de sementes e por brotações laterais - novas plantas são produzidas por estolões e o seu crescimento lateral ocorre a partir do rizoma.
O aguapé serve de abrigo natural a organismos de vários tamanhos e aspectos, servindo de habitat para uma fauna bastante rica, desde microrganismos, moluscos, insetos, peixes, anfíbios e répteis até aves. Quando largado nas águas, sem uso, o aguapé chega a prejudicar a navegabilidade dos rios, causando até problemas em reservatórios de usinas hidrelétricas em razão de sua rápida proliferação. Entretanto, quando bem aproveitada esta planta pode trazer benefícios incríveis. Uma das principais vantagens do aguapé é que ele é um filtro natural, pois apresenta a capacidade de incorporar em seus tecidos uma grande quantidade de nutrientes.
Assim, se um lago ou um reservatório estiverem poluídos, coloca-se o aguapé: suas raízes longas e finas, com uma enorme quantidade de bactérias e fungos, atuam sobre as moléculas tóxicas, quebrando sua estrutura e permitindo que a planta assimile estes componentes tóxicos. O único cuidado é vigiar de perto seu crescimento vigoroso para mantê-lo sempre sob controle. Não se aconselha, entretanto, a utilização e presença de aguapés em lagos extensos, em represas com possíveis remansos ou mesmo em tanques de dimensões maiores, pelas dificuldades de remoção e controle.
Ficha da planta:
Nomes populares: aguapé, baronesa, jacinto d´água
Nome científico: Eichornia crassipes 
Origem: Américas do Norte e do Sul 
Porte: até 1 metro 
Floração: Verão 
Clima: Quente e úmido 
Luminosidade: sol pleno


quarta-feira, 23 de julho de 2008


BARONESA (Eichhornia crassipes (Mart.) Solms.)

Planta perene, aquática, flutuante, de caule curto e inflado, com um tufo de raízes finas de até 60 cm de comprimento, nativa da Amazônia. Propaga-se tanto por sementes como por meios vegetativos. 

É um bioindicador de má administração urbana, pois significa haver lançamentos de esgotos sem tratamento nos corpos d’água, consequentemente poluídos, que vêm passando por problemas com sua reprodução fora de controle.

Muito conhecida em Ilhéus e Itabuna, essa espécie é uma angiosperma da família Pontederiaceae, sempre presente na bacia do Rio Cachoeira onde toma a superfície do rio formando um tapete verde, desse modo impede a oxigenação da água causando a mortandade de peixes. É a mais séria planta daninha aquática existente no país. É bastante vigorosa, aumentando sua área em 15% por dia e dobrando-a a cada 6-7 dias em condições ótimas. Chega a produzir 480ton/ha./ano de massa verde (800kg/ha./dia de matéria seca), com um incremento diário de 4,8%. Suas raízes abrigam os caramujos transmissores da esquistossomose. 

DOENÇAS- Devido à sua grande proliferação nos ambientes poluídos por despejos domésticos, as baronesas podem contribuir na difusão de doenças associadas à água, já que podem arrastar com suas eficientes raízes as bactérias, vírus e fungos e, portanto, disseminar uma infinidade de doenças. As baronesas no ambiente de água doce ou salobra criam também o habitat preferido para a procriação de mosquitos e, também caramujos do gênero Biomphalaria que hospeda a planária causadora da esquistossomose. Logo no ambiente marinho, devido à salinidade, as baronesas morrem e sua decomposição, além de consumirem o oxigênio da água, produzem um grande mau cheiro.



AloHa!


LINK DDA POSTAGEM  DA RETIRADA DAS BARONESAS  DA BACIA DO RIO IMBASSAI CIDADE DE DIAS D'ÁVILA/BAHIA -  COM FOTOS E DOIS  VÍDEOS NO LOCAL  CITADO.
CLICK NO LINK ABAIXO E ASSISTAM....
http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2013/10/baronesesa-sendo-retiradas-da-bacia-do.html


VÍDEO SOBRE  BARONESAS NA BACIA DO RIO  IMBASSAI CIDADE  DE DIAS D'AVILA/BAHIA/

CLICK NO LINK E ASSISTAM

http://www.youtube.com/watch?v=TYhQhCfhCA4








                  FOTOS DA LAMINA  D`ÁGUA SOBRE  O RIO  CAPIVARI GRANDE,
 OU  RIO   GANHADOR LOGO APOS  O RIO  DA PONTE (RIO IMBASSAI) 12/10/2013
CHIQUITINHA MARAVILHA.
 Retirada   das   Baronesas  da lamina  d`àgua represadas  pela Barragem de Santa   Helena  do Rio  Capivari Grande (Rio Ganhador, como e  popularmente  conhecido nos  tempos  atuais),  afluente  do Rio Imbassai.

          Barco  motorizado  que  retira   via  cabo de  aço   as  baronesas  da  lamina d`água


                                                muitas toneladas  de baronesas  já foram retiradas








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