
CHIQUITINHA MARAVILHA - MEIO CAMPISTA!
O matense Gamaliel Chagas, 21 anos de idade (Chiquitinha Maravilha), ano 1972, Estádio Municipal de Pojuca, Intermunicipal, Seleção de Mata de São João x Santo Amaro. Foto arquivo de Chiquitinha Maravilha.
TOTAL E ACESOS MAIS DE 108 MIL ACESSOS
INTERNACIONAIS MAIS DE 20 MIL
MEDIA MENSAL MAIS DE 12 MIL
USA MAIOR PAIS DO EXTERIOR EM ACESSOS
9.257
RUSSIA 4.447
ALEMANHA 1.072
NO BRASIL 88. 257 ACESSOS
PARABÉNS INTERNAUTAS
ESTATÍSTICA DO BLOG dia 120/03/2013
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TOTAL E ACESOS MAIS DE 108 MIL ACESSOS
INTERNACIONAIS MAIS DE 20 MIL
MEDIA MENSAL MAIS DE 12 MIL
USA MAIOR PAIS DO EXTERIOR EM ACESSOS
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ALEMANHA 1.072
NO BRASIL 88. 257 ACESSOS
PARABÉNS INTERNAUTAS
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IGREJA
E COLÉGIO DE
ÓRFÃOS DE SÃO
JOAQUIM
Direitos autorais registrado em nome do autor do poesia
Chiquitinha Maravilha
Chiquitinha Maravilha
HISTÓRICO!
Joaquim
Francisco do Livramento,
era um homem
justo, bondoso
Nasceu em mil
setecentos e sessenta
e um, em
Santa Catarina
Joaquim desde pequeno,
demonstrava seu ideal,
a sua doutrina
De ajudar os
pobres! Com seu
espírito iluminado e
caridoso.
Os pais de
Joaquim, eram prósperos
comerciantes e planejava
Para que seu
estimado filho, seguisse
a carreira comercial
Renunciando os desejos
dos pais, ele optou
pelo seu ideal
Joaquim
iniciava, a sua
vida missionária, que
tanto sonhava.
Abandonando o lar
paterno, ele vestiu
uma túnica grosseira
E saiu pelas
terras, de Santa
Catarina e Rio
Grande do Sul
Pedindo esmolas nas ruas, praças,
avenidas, cidades inteiras
Enfrentou dias de
sol e chuva, e noites claras
de céu azul!
Depois de ficar
vários anos mendigando,
Joaquim arrecadou
Dinheiro
suficiente que foram
aplicados na sua
terra natal
Onde fundou os
asilos e hospitais,
para os pobres
e confiou
As Confrarias religiosas,
o comando desses
bens patrimonial
O irmão Joaquim!
Como era carinhosamente apelidado,
viajou
Para Salvador em
mil setecentos e
oitenta e nove, com idade
De vinte e
oito anos, na
capital baiana, ele
se hospedou
Numa casinha humilde,
na rua São
José de Cima,
na localidade.
Do bairro de
Santo Antonio além
do Carmo! Nessa
residência
Irmão Joaquim transformou
num pequeno asilo
de assistência
A pobreza recolhendo
crianças doentes, indigentes
e órfãos
Que ficavam abandonadas
nas ruas, sem
amparo e sem
proteção.
Passados alguns anos!
O asilo ficou
pequeno e insuficiente
Devido a grande
quantidade de meninos
órfãos alí residente
No ano mil
setecentos e oitenta
e oito, o
Marques de Aguiar
Era nomeado o
governador geral da
Bahia, e resolveu
ajudar.
Irmão Joaquim com
o seu asilo
e colégio de
órfãos, obtendo
Junto a Metrópole
Portuguesa, a concessão
e administração
Da Capela de São José de
Riba-Mar, com seus
pertences, sendo
Logo feita à
mudança para a
capela, lá se rezou
uma oração!
No ano mil
oitocentos e dezoito,
o Conde de
Palma assumiu
O governo da
Bahia e durante
a sua administração, conseguiu
De sua magestade
Dom João VI!
O rei de
Portugal, a concessão
De um prédio, ,
construído, pelo sertanista
Domingos do Sertão.
Domingos deu em mil
setecentos e
vinte e quatro,
este prédio
Aos padres Jesuítas!
Onde nesse prédio
funcionou o Colégio
Do Noviciado dos
Jesuítas, estando este
prédio abandonado
Em ruínas e
precisava de investimentos
para ser recuperado.
Para obterem os
recursos necessários para a sua
reconstrução
Do antigo prédio
do Colégio, em
uma grande Casa
de Caridade
O Conde de
Palma, arrecadou dinheiro,
mediante a modalidade
De loterias e
arrecadou também, recursos
pela contribuição.
De subscrições, dos
moradores da capital
e também do
recôncavo
Ainda ajuda das
subscrições, do corpo
do Comércio, recebendo
Uma cota no
valor de quarenta
contos de réis
priorizando
Essa cota para
o patrimônio do
Asilo, que estava
precisando.
Em dez de
fevereiro! De mil
oitocentos e vinte
e um rompeu
Na Bahia uma
rebelião política, precipitando
a Independência
Do Brasil e
que afastou do
governo baiano Sua Excelência
Governador Conde de
Palma! Assim mesmo
não parou, cresceu.
Prosseguiu as obras
de construção do
novo asilo, comandada
Pelos
componentes da primeira
Mesa Administrativa nomeada
Por Conde de
Palma e foi
essa obra concluída
com abnegação
Para os meninos
órfãos, carentes de
casa, estudo e
profissão.
Doze de outubro,
ano mil oitocentos
e vinte e
cinco, momento
Sublime, vitorioso!
Inauguração do edifício
belo, e majestoso
Da nova sede
do Asilo de
órfãos São José! Um
acontecimento
Histórico e glorioso!
Rezou-se um Te-Deum, um dia maravilhoso!
O Marques de
Queluz! era o
presidente da Província
Baiana
Estava presente na
inauguração, sendo feita
a transferência
Dos órfãos do
Asilo São José,
para o colégio
lar, residência
Recebendo o nome
do irmão Joaquim,
homenagem justa, bacana.
No colégio de
órfãos de São
Joaquim, as crianças
recolhidas
Eram na faixa
etária de sete
a nove anos,
sendo preenchidas
Anualmente com vagas
para os alunos, onde eram ministradas
Aulas de português,
desenho e de
música! Sendo completadas.
Por oficinas de
trabalho! Onde os
meninos órfãos aprendia
Cursos de sapataria
e marcearia, alfaiataria
e tipografia
Que eram ensinados
no orfanato, os
cursos complementares
Na modalidade de
ginástica sueca e
exercícios militares.
Completados
dezesseis anos de
idade, os órfãos
adolescentes
Internados no orfanato
de São Joaquim,
deixavam concientes
Da educação recebida
e apta para vencer
com tranquilidade
As adversidades impostas
no dia a
dia pela nossa
sociedade.
Até o ano
mil novecentos e
vinte e três,
data do centenário
Da Independência Baiana!
Foram recolhidos e
alfabetizados
Mais de dois
mil meninos de
ruas e de
órfãos desamparados
Que foram amparados
no Asilo São
Joaquim e seu
educandário.
A Casa Pia
e Colégio de
órfãos de São
Joaquim era dirigida
Pelas Mesas Administrativas! Delas
faziam parte, o
Provedor
Principal
dirigente! Dessa Instituição
abençoada e muito
querida
E mais:
Escrivão, Tesoureiro, Oito
Mesários e o
Procurador.
As Mesas Administrativa eram
sempre eleitas trienalmente
Em sessões! Podendo
seus membros serem
reeleitos novamente
Em mil novecentos
e vinte e
três! Joaquim Reis
Magalhães
Era o Provedor
do Orfanato, onde desenvolveu
metas e ações....
Fonte de Pesquisas: Diário Oficial d Bahia - Edição Especial do Centenário da
Independência da Bahia, 07/07/1923; Livro da Casa, Pia de São Joaquim.

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