Páginas

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

A HISTÓRIA DA CORRIDA DE SÃO VICENTE /FOTOS< VIDEOS..

LINK DA BIOGRAFIA  DE  CHIQUITINHA MARAVILHA
CLICK NO LINK


MATA DE S. JOÃO/BAHIA  DÉCADA /1950


Gamaliel Chagas aos 4 anos de idade e sua  irmã  Lívia
Cidade de Made São João/ 1955




Queniano bicampeão diz que São Silvestre de 2013 foi mais fácil/fonte  VEJA

Para Edwin Kipsang conhecer o percurso foi importante para baixar tempo

Foto 1 / 28
AMPLIAR FOTOS
Pódio masculino na 89ª Corrida de São Silvestre
Pódio masculino na 89ª Corrida de São Silvestre - Miguel Schincariol/Especial veja.com
Campeão da São Silvestre em 2012, o queniano Edwin Kipsang Rotich esbanjou confiança ao falar de suas pretensões para a prova de 2013. E o fundista cumpriu o que prometeu, conquistar o bicampeonato. "Esse ano eu já sabia o percurso e foi mais fácil correr, porque eu conhecia as descidas, as subidas, as curvas." Por isso, conseguiu também melhorar sua marca: em 2012, venceu em 44min05; nesta terça, superou os 15 quilômetros em 43min47. "Vou voltar no ano que vem e lutar para ser campeão mais uma vez."
Rotich abriu distância do segundo colocado, Mark Korir, depois do quilômetro 10. O compatriota disse que não conseguiu acompanhar o vencedor porque não estava na melhor forma física. Korir correu sua primeira maratona em novembro, foi vice-campeão de uma prova em Seul, na Coreia do Sul. "Minha cabeça está em uma velocidade diferente, porque eu corri uma maratona. A corrida foi muito difícil para mim, fiz o melhor que eu pude." Ele completou o percurso em 44min08.
Rotich, Korir e o terceiro colocado, Stanley Koech (44min29), têm em comum o sistema de treinamento, no Brasil, com o técnico e empresário Moacir Marconi, o Coquinho, que mantém uma base para atletas africanos na cidade de Nova Santa Bárbara, no Paraná.
(Com Estadão Conteúdo)




FONTE  SITE GAZETA ESPORTIVA 
Corrida Internacional de São Silvestre - ()




São Silvestre chega a quase nove décadas com recorde de atletas


São Paulo (SP)





A Corrida Internacional de São Silvestre chega nesta terça-feira à sua 89ª edição ininterrupta. Pela segunda vez com largada no período da manhã e novamente com chegada na Avenida Paulista, a prova de rua mais tradicional da América Latina terá ainda o recorde de participantes: mais de 27,5 mil inscritos, de 41 países diferentes.
Além de todos os estados do Brasil, terão representantes as seguintes nações: Quênia, Uganda, Tanzânia, Marrocos, Etiópia, Estados Unidos, Argentina, Alemanha, Suíça, Colômbia, Japão, México, Peru, Chile, França, Bélgica, Espanha, Albânia, Canadá, Gana, Holanda, Itália, África do Sul, Áustria, Barbados, Bolívia, Bósnia, Costa Rica, Dinamarca, Equador, Inglaterra, Israel, Luxemburgo, Martinica, Paraguai, Portugal, Romênia, Suécia, Uruguai e Venezuela.
Celeiro que mais dificulta para os atletas brasileiros, o continente africano estará bem representado mais uma vez. Cinco países de lá integrarão a elite. Os principais nomes são, claro, os atuais campeões - Edwin Kipsang (vencedor no masculino, com 44min04s) e Maurine Kipchumba (campeã do feminino, com 51min42s) -, que tentarão manter o jejum dos representantes locais.
Djalma Vassão/Gazeta Press
Brasileiros tentam superar hegemonia africana e voltar a vencer a prova de rua mais tradicional da América Latina

última vitória de um brasileiro na São Silvestre foi em 2010, quando Marilson Gomes dos Santos cruzou em primeiro. Depois dele, além de Kipsang, o vencedor de 2010 foi o etíope Tariku Bekele. Já a última mulher do Brasil campeã foi Lucélia Peres, em 2006. Desde então, ganharam as quenianas Maurine Kipchumba (2012), Priscah Jeptoo (2011), Alice Timbilili (2007 e 2010) e Pasalia Chepkorir (2009), além da etíope Wude Ayalew (2008).

Tatiele de Carvalho, sexta colocada no ano passado, acredita que possa quebrar essa escrita. "A questão é que não é tão difícil ganhar delas (quenianas). É que as brasileiras não têm tido sorte nos últimos anos. A gente vem trabalhando, se dedicando, mas simplesmente a sorte não bateu na nossa porta ainda e quem sabe seja neste ano", opina.
Entre os homens, a principal esperança é Giovani dos Santos, que em 2012 só ficou atrás de três corredores do Quênia. "Estou bem melhor do que no ano passado. Bati meus tempos nas provas deste ano. Venho fazendo um excelente ano e espero fechá-lo com chave de ouro, no lugar mais alto do pódio da São Silvestre", diz.
Para isso, no entanto, enfrentará o favoritismo de Kipsang e os demais quenianos. Depois de ter disputado o percurso de 15km pela primeira vez há um ano, o atual campeão esbanja otimismo. “Vencer a São Silvestre novamente seria uma das melhores coisas para mim. Esse ano vai ser mais fácil porque eu conheço percurso”, falou, assumindo-se como favorito.
Como no ano anterior, o local da chegada e do pódio será em frente ao prédio da Fundação Cásper Líbero, no número 900 da Avenida Paulista. A largada do pelotão de elite feminino será às 8h40 (de Brasília), vinte minutos antes dos homens.
Confira os horários de largada*:
Atletas cadeirantes (feminino e masculino): 6h50

Atletas portadores de necessidades especiais: 6h55

Atletas de elite A/B feminino: 8h40

Atletas de elite A/B masculino: 9 horas

Pelotão especial (feminino e masculino): 9 horas

Atletas geral (feminino e masculino): 9 horas

*Horário de Brasília

Vídeos/São Silvestre - ()




Vídeo: Confira os principais momentos da 89ª São Silvestre






Confira os principais momentos da 89ª São Silvestre, que teve a vitória de Edwin Kipsang e Nancy Kipron

 PRINCIPAIS CORRIDAS DE GAMALIEL
Gamaliel Chagas competição mais de 85 corridas (de 1982/87, e 2006/2011), segue abaixo descrito as principais corridas, nesse resumo de corridas completadas.
Gamaliel correu 15 maratonas, 14 em 6 estados do Brasil de 1983-87, sendo o 2º corredor em números de maratonas completadas na Bahia, tendo competido essas maratonas nos seguintes estados do Brasil: S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa e 2 Maratonas Internacionais, 1984 e 1986, ambas na cidade de New York (Estados Unidos da América do Norte).

2 Corridas de São Silvestre/SP (1983, 1984).
COMPETIÇÕES
Corrida Rústica de Camaçari a Dias D'Ávila ida e volta, 28 km, julho 1982 (Olimpíadas do Pólo Petroquímico de Camaçari), 2h, 13 minutos, 5º colocado.

Eliminatória da São Silvestre Baiana, dezembro de 1982. aprox. 9,3 km (p/noite), 45º colocação, mais ou menos 900 corredores, tempo de 33 minutos (Gamaliel estreava em corridas de ruas em Salvador).
Corrida Volta Dique de Tororío (3 voltas), 30/01/1983, 8,3km, 29 minutos, 46s. clas. 8º lugar.
Corrida Emil Zatopek (Itaigara), 7,9km, 06/02/1983, 28 minutos e 33s, 17º clas. geral.Ciclovia de Pituaçu, 15,2 km, dia 27/02/1983, tempo 56 min e 44s.
Troféu Clóves Sampaio, 2º semestre de 1983, 10,5km, 35 minutos, 14º lugar.
Corrida Rústica Riachuelo (Marinha), 9,3 km, 11/06/1983, tempo 33 minutos
Corrida Rústica Duque de Caxias/Salvador, 10,3 km, 21/08/1983, tempo 38 min, clas. 32º.
Corrida Rústica Sesiana de Camaçari 1983, 6km, 2º colocado
59ª Eliminatória da São Silvestre/BA, 03/12/1983, 12,6 km, 44 minutos e 40s. (ritmo de 3 min., e 23s. por km)1ª Corrida Rústica de Entre Rios/BA, 10 km, 10/11/1983, tempo 33 minutos e 30s. 2º lugar.
Corrida de Pirajá (AMEBA), 12km, 11/10/1983, 43 minutos.
Corrida Rústica de Alagoinhas, 7km, 13/11/1983, 23 minutos e 30s, 29º clas. geral.
Corrida da Sandiz, 14 km, dia 18/12/1983, tempo 44 minutos, clas. 7º, ritmo da prova 3 minutos e 19s (km/minutos).

Gamaliel Chagas no Parque Ibirapuera São Paulo 1983
Gamaliel Chagas no Parque Ibirapuera um dia antes da Corrida Internacional de São Silvestre de 1983 /São Paulo (32 anos de idade, Dezembro). Foto Chiquitinha Maravilha.


COMPETIÇÕES EM 1984/85

Corrida Itapagipana/Salvador, 14/02/1984, 7,4 km, , 24 min. 51s.
2ª Corrida Rústica de Entre Rios 11km, 19/08/1984, 38 min. 10s. clas. 28º
1ª Corrida da Asa (Aeronáutica), a 20/10/184, 10 km, tempo 33 min. e 30 s., col. 35º na Classificação geral.
60ª Eliminatória da São Silvestre/BA, 12,6 km, 01/12/1984, tempo 43min e 40s (ritimo de 3min. e 17s.), colocação 29º na geral.
Circuito Emil Zatopek da AVAB (Itaigara/Salvador), 7,9 km, 10/02/1985, 26 min. 12s
1ª Corrida Humberto Elley, 1º semestre de 1985, 6km (aproximadamente), 7º colocado.
Corrida Sessiana /Salvador 12km, 31/03/1985, tempo 45 min. 4s., 6º colocado.
Ciclovia de Pituaçu (AVAB), 15,2 km, 03/03/1985, 54 min. 24s

CORRIDA INTERNACIONAL:
SÃO SILVESTRE / 1983/84 - SÃO PAULO.
ROSA MOTA E GAMALIEL CHAGAS/SÃO SILVESTRE 1984/SÃO PAULO
A lusitana Rosa Mota, Campeão da Maratona Feminina dos Jgos Olímpicos de Los Angeles/USA 1984 e também Campeã da Corrida Internacional de São Silvstre 1984. Na foto Rosa e Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha), momento após sair do Hotel n Avenida Paulista/SP, depois de vencer a São Silvestre 1984. Foto Chiquitinha Maravilha.

59ª CORRIDA INTERNACIONAL DE SÃO SILVESTRE/SP, 31/12/1983, 12,6. km, tempo 47min. e 10s. classificação 669º.mais de 9 mil corredores.

60ª CORRIDA INTERNACIONAL SÃO SILVESTRE/SP, 12,6 km, 31/12/1984, tempo 47 min. 11s. classificação 682ºc/ mais de 9 mil. corredores.
Ambas as provas tinham largadas na Avenida Paulista, sentido Ladeira Brigadeiro Luis Antonio.
Anos mais tarde a Corrida de São Silvestre, passou a ter 15 km, com largada pela Avenida Paulista, sentido Ladeira da Consolação, sendo a prova pela tarde.
A largada pela Paulista, sentido Brigadeiro Luis Antonio, dificultava a performa-se dos corredores, pois a citada avenida ficava cerca de 500 metros da citada Ladeira.

Olimpíadas do Pólo Petroquímico de Camaçari

Competições realizadas na Pista de Atletismo da Fonte Nova com participação de várias empresas do Complexo Petroquímico de Camaçari. Gamaliel participou dos jogos de 1982 a 1984.
A Copene (atual Braskem) foi bi-campeã dos Jogos do Pólo Petroquímico, ano 1981/8i2, a Bhama foi bi-campeã ano 1983-1984 e vice em 1983-84.

4º Jogos 1982
Prova 1500 m (Fonte Nova) –Classificação 4º
Prova 5000 m - classificação 3º colocado, tempo de 18 min.
5º Jogos de 1983
Prova 5000 m – classificação 1º lugar, tempo de 18 min.
Provas realizadas no mês de setembro, pista da Fonte Nova.


6º Jogos de 1984

Prova de 5000 m – classificação 1º lugar, tempo 16min 59s
Prova 10.000 m – classificação 1º lugar, tempo 35min 54s
Provas realizadas na pista da Fonte Nova, Gamaliel sagrou-se bi-campeão dos 5 mil e 10 mil metros. Provas realizadas pela manhã.

COMPETIÇÕES DE ATLETISMO:
AECO/COPENE 06/03/1983
Prova de 5000 m (Pista da Fonte Nova) – 1º lugar, tempo de 18min 17s
Prova de 1500 m (Pista da Fonte Nova) – 2º lugar, tempo 5min 12s

PRIMEIRA MARATONA DE BRASÍLIA 28/11/1984
Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha), momentos antes da largada da 1ª Maratona da Capital Federal Brasília, 42, 198 km dia 28/11/1984, 3 horas, 12 minutos e 39s, classificação geral 18º e 3º na faixa Etária.
Gamaliel havia corrida a Maratona de New York em 28/10/1984 (3hs e 07 mintuos, 07 segundos).



TEMPO NAS MARATONAS
Maratona de Belo Horizonte, 9 de abril de 1983, 3h 7min 52s, class. 14º geral, 3º faixa;
Maratona Internacional do Rio de Janeiro, 02/07/1983, 3h 16min. class. 38º, 3ºfaixa.
Maratona Internacional do Rio de Janeiro, 02/06/1984, 3h 11min 30s, class. 371º
Maratona da Independência da Bahia, 30/061984, 3h 16min, class. 150º
15ºMaratona Internacional New York, 28/10/1984, 3h 7min 52s, class. 829º 
(18 mil participantes de 70 países, 1º da equipe baiana).
1ªMaratona de Brasília, 28/11/1984, 3h 12min 39s, class. 18º
1ºMaratona da cidade de São Paulo, 06/05/1985, 3h 3min 16s, class. 56º (10ºcolocado
 na faixa etária 925 corredores).
2ªMaratona da Independência da Bahia, 13/07/1985, 2h 59min 10s. (Melhor tempo em
 maratona de 1983/87.
Maratona de João Pessoa, 03/08/1985, 3h 12min, class. 38º
Maratona Internacional do Rio de Janeiro, 15/06/1985, 3h 13min 04s
Maratona de Brasília, 19/04/1986, 3h 3min 22s
Maratona do Rio de Janeiro, 23/08/1986, 3h 5 min 47s
17ºMaratona Internacional New York, 02/11/1986, 3h 9min 44s
Maratona Internacional do Rio de Janeiro 1987, 3h 3 min
Maratona da AMEBA na cidade de Salvador 1987, 3h 10min, class. 23º

PORTO DE NEW YORK 1984
Gamaliel Chagas (Chiquinha Maravilha) na cidade de New York, ano 1984, dis antes de correr a Maratona Internacional de New York representando o Brasil, Bahia, Mata São João, Dias D'Ávila, Camaçari e COPENE. Na foto Gamaliel no Porto de Nova York, outubro 1984. Foto Chiquitinha Maravilha./

GAMALIEL 15 MARATONAS COMPLETADAS NA BAHIA
Chiquitinha Maravilha (Gamaliel Chagas), maratonista matense, foi escolhido pela AVAB, Maratonista Baiano de1984, por ter corrido 4 maratonas em 1 ano, tendo competido em 6 Estados  do Brasil de 1982/87.
Na Bahia Gamaliel Chagas, ocupa o ranking de 2º lugar em Maratonas (42.195 km) tendo completadas 15 Maratonas, sendo o primeiro no ranking, o Engº Maratonista e escritor Ayrton Ferreira com 17 Maratonas em 6 anos de atletismo (1982/87), correndo a sua 1ª Maratona em 1983 em Belo Horizonte/MG. Na época Ayrton Ferreira tinha mais de 15 anos de atletismo.

                                     MARATONA DE JOÃO PESSOA/PARAÍBA

Gamaliel Chagas (Copene), na Maratona de João Pessoa, 03/08/1985, tempo  da  prova 3h 12min, class. 38 na geral e na  faixa  etária. Gamaliel na  Paia  de Tambau/João Pessoa  com  maratonistas  baianos, entre  eles Vicente Paulista  o  nº 25.

Ayrton escreveu os livros:
Porque Correr, Diário do Corredor, Maratona, A Mulher na Maratona.
Gamaliel Chagas, disputou várias corridas de ruas na cidade de Salvador e interior, além das Maratonas Nacionais e Internacional, sabia conciliar trabalho com as corridas, treinando semanalmente 90 a 100 km!
Gamaliel Chagas (Chiquitinha Maravilha), parou de correr em 1987, voltando a competir no ano de 2005, depois de 18 anos afastado do atletismo baiano (corridas).

MELHORES TEMPOS EM COMPETIÇÕES
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Melhor tempo nos 5 e 10 mil metros, 17 min. / 32 min. 30s).
Melhor tempo em meia-maratona (21,1 km), 1 h 17 min.
Melhor tempo na Corrida de Pituaçu, 53. min. 43s, em 26/02/1984
Melhor tempo nas Eliminatórias Baianas da São Silvestre, 12.6 km, foi na 6ª edição, tempo de 43 minutos e 40s, ritmo da prova de 3min., 17 s., prova realizada no dia 01/12/1984
Melhor tempo nos 10km, em corridas de ruas, foi na 1ª Corrida da ASA/Salvador (Aeronáutica), dia 20/10/1984, tempo de 33 minutos e 30s (corrida especificada na sua real quilometragem de 10km).







GAMALIEL NA MARATONA NEW YORK 1984/CENTRAL PARK
Maratona de New York 1984, Central Park, Gamaliel a 2km da linha de Chegada, representou os  Municípios de Camaçari, Dias D'Ávila, a Bahia e COPENE.

TÍTULOS NAS COMPETIÇÕES DISPUTADAS
Bicampeão de 5 e 10 mil metros, Pista da Fonte Nova ( 1983/84) – (1984/85).
Escolhido o Maratonista Baiano pela AVAB - Associação de Veteranos da Bahia
Escolhido pela TV ARATU em 1984 - Revelação do Atletismo da Bahia de 1984, pela Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia (AVAB).
Pentacampeão Matense de Veteranos (56/59), Corrida Rústica do Bonfim/Mata, anos 2006, 2007 a 2011.
Bicampeão Matense, Categoria Veterano 55/59 anos nas duas corridas Rústicas do JK (saída da Praça Barão Açu da Torre até Sede da Colônia do JK.
Pentacampeão Matense Veterano da Corrida Rustica do Bonfim de Mata (2006/08/09/10/11 (em 201 não participou).

CORRIDA RUSTICA DE PRAIA DO FORTE:
3º Colcado na Categoria 60 Anos Acima da Corrida Rustica de praia do Forte/Mata de São João 30/12/2011

TREINAMENTOS DE GAMALIEL CHAGAS
Gamaliel Chagas, treinava semanalmente 90 a 100 km, mensalmente cerca de 400 km, os treinamentos eram de segunda a sexta-feira das 17h e 40 minutos, quando vinha do trabalho, indo até 20h e 30 minutos da noite. Nos fins de semana treinava pela manhã e pela tarde.

APOIO DA COPENE
Gamaliel depois de competir nas Olimpíadas do Pólo Petroquímico anos de 1982/83, iniciou nas corridas de ruas no final de 1982 (Corrida Eliminatória da São Silvestre/Baiana), durante o ano de 1983, Gamaliel correu várias competições sem o apoio da Copene.
Nas Maratonas de Belo Horizonte, dia 09/04/1983 e Maratona do Rio de Janeiro em 02/07/1983, as viagens, hotéis, passagens áreas etc., foram bancadas as despesas por Gamaliel, sempre usando voluntariamente a marca Copene, impressa nas camisetas de corridas.
As corridas nesse citado ano, até antes da São Silvestre Internacional/São Paulo , realizada no dia 31/12/1983, todas as despesas eram custeadas por Gamaliel.

Faltando poucas semanas para a Corrida de São Silvestre Gamaliel escreveu uma carta ao Diretor da Comunicação Cris, endereçada ao Diretor Superintendente da Copene, Ary Silveira solicitando apóio para correr na 59ª Corrida Internacional de São Silvestre.

Na citada carta Gamaliel relatava as competições realizadas quando a marca Copene e ao mesmo tempo podia ajuda para correr a mais famosa corrida de rua do Brasil e da América do Sul, a São Silvestre, também na carta relatava que os colegas do Laboratório de Análise Químico e Físico se propunham a ajudar nas despesas de viagem, hospedagem com objetivo de Gamaliel correr a São Silvestre.

Ary Silveira, um cidadão justo, inteligente, sabia como ninguém valorizar os seus funcionários em todos os níveis, de imediato sinalizou positivo, dando todo apoio possível na viagem para São Paulo, afim de Gamaliel representar a Copene e a Bahia na corrida de São Silvestre. Passagens áreas, hospedagem no hotel de Cinco Estrelas, o Brasilton na Rua Augusto, perto da Avenida Paulista.

A partir desse apoio iniciou-se uma parceria fundamental nas corridas fora da Bahia e nas duas Maratonas de New York, parando este apoio no ano de 1987 (mês de setembro), quando Gamaliel   sentiu que era hora de parar de competir.
Nas corridas na Bahia Gamaliel custeava, camisetas, tênis, viagens aos locais das corridas, eram bancadas por Gamaliel. Nas duas Maratonas Internacionais de New York, a Copene custeou o translado ida e volta de Salvador ao Rio de Janeiro, ajuda de custo para as hospedagens em New York, sendo as passagens áreas de ida e volta para New York foram custeadas por Gamaliel Chagas.
Nas corridas estaduais, a Copene também dava estadia em hotéis de 5 estrelas, o transporte ida e  volta ao Aeroporto de Salvador a Copene (sempre as sextas-feiras a partir das 16h 30min.
Os dias que fiquei hospedado na cidade de New York (5 dias em 1964 e 7 dias em 1986), eram previamente compensados com horas extras realizadas por Gamaliel.
Além disso tinha também o fator, de ser um funcionário dedicado, não faltar ao trabalho, não se envolver nas questões trabalhistas (Sindicato), assiduidade ao trabalho, está sempre a serviço da empresa e isso Gamaliel correspondia, sabendo separar o homem esportivo e o trabalhador profissional, por isso Gamaliel tinha o reconhecimento e apóio na vida esportiva da Copene.
Gamaliel foi revelado para o pedestrianismo baiano a partir das suas participações nas Olimpíadas do Pólo Petroquímico de Camaçari (de 1982 a 1984), ajudando com sua equipe de atletismo, aliado a outras modalidades esportivas, conquistar para a Copene por duas vezes, o título de Bicampeã das Olimpíadas do Pólo Petroquímico de Camaçari.
Com as saídas da Copene de Ary Silveira e entraram Paes de Andrade, Diretor Superintendente e depois saiu Cris, entrando outro Diretor de Comunicação, o apóio as viagens estaduais e internacional (Maratona de New York em 1986) e outras Corridas, continuaram acontecendo.


ATLETISMO BRASILEIRO
Gamaliel Chagas, representou Dias D'Ávila no Atletismo Baiano e Brasileiro, inclusive na Maratona Internacional de NEW YORK (1984 e 1986) e competindo corridas em 6 Estados do Brasil e dezenas de corridas no Estado da Bahia.
E no futebol amador vem contribuindo voluntário para o fomento de de informações, contribuindo para desenvolvimento de esporte e em cidades vizinhas.

                                         CHIQUITINHA MARAVILHA EM DIAS D'ÁVILA


                    GAMALIEL, DESFILE SETE DE SETEMBRO 1984 /DIAS D'AVILA
Gamaliel Chagas, representando a Escola Anfrísia Santiago, desfile e Sete de Setembro em 1984. Foto arquivo de Chiquitinha Maravilha.

Profissão, poesias, historiador, biógrafo por vocação, de centenas de personagens, colunistas em vários jornais da Região Metropolitana de Salvador (Jornal Fôlha do Subúbio/Camaçari (1985),Jornais Imbassaí, (Dias D'Ávila),Voz da Cidade, Jornal Matense, Jornal Metropolitana (circulando em Camaçari, Mata de São João, Dias D'Ávila) e muito mais ......

Colunista de Esportes, Comunitário... nos citados jornais (trabalho voluntário, sem ônus para os citados jornais), Resenhas Esportiva em Rádio (Rádio Metropolitana de Camaçari) FUNDADOR DA TOPOCA- Torcida Organizada do Polo Petroquímico de Camaçari, Tramissões de Partidas no Estádio Cajadão ao Vivo, coberturas de Motocross e muito mias,

NARRAÇÃO DO BAVÍ, FONTE NOVA (RÁDIO METROPOLITANA DE CAMAÇARI) e nuito mais.......



TRINTA E DOIS ANOS!

COBRINDO EVENTOS ESPORTIVOS E
COMUNITÁRIOS VOLUNTARIAMENTE!

Voluntariamente (Gastando seus pacos recursos financeiros
em prol dos Esportes e das Comunidades de
Dias D'Ávila, Camaçari, Mata de São João, e cidades vizinha.

Gamaliel (Chiquitinha Maravilha), há mais de 28 anos vem voluntariamente realizando cobertura de eventos esportivos, comunitários..., em jornais e periódicos, tendo Atletismo e futebol como "carro chefe" das matérias esportivas) isto de se 1983, como voluntário, sem vínculo partidário.

CAMPANHAS POLÍTICAS

Gamaliel participou das campanhas políticas no município diasdavilense, nas primeiras eleições de 1984 a 1988, apoiando os grupos políticos do PTB (Moacir Duarte/Deiró e PMDB (Nilo e Moacir Duarte), apresentando candidatos (Vereadores e Prefeito) em comícios, fazendo vinhêtas (PMDDB, 1988), dando idéias para o crescimento do então nascente município de Dias D'Avila, dando sugestões para o desenvolvimento integrado do município diasdavilense.
Gamaliel  votou    juntamente com  pouco mais  de   mil  eleitores histórico, no  Plebiscito Popular  para  Emancipar o então distrito de  Dias 'Ávila a  condição  de  município.

NOS JORNAIS DA REGIÃO

Também nos jornais onde escrevia, em colunas comunitária, essas sugestões e outras tantas, foram veiculadas no domínio da comunidade (domínio público) e muitas dessas sugetões foram aproveitadas pelos prefeitos que ocuparam a prefeitura.
Gamaliel teve convite para se candidatar a vereador mas, não aceitou, e nem pretende ser candidato, sem se filiar a partidos políticos ou a Assiciações Comunitárias.....


PRIORIDADE PARA O CRESCIMENTO....

O importante para Gamaliel (Chiquitinha Maravilha é o crescimento econômico, social, esportivo, cultural, industrial..., integradamente do atual município diasdavilense, que no passado recente pertencia a Camaçari e anteriormente a Camaçari, pertencia ao município matense, terra mater de Chiquitinha Maravilha e por extensão Dias D'Ávila, cidade onde reside há mais de 30 anos, mas desde pequeno já vinha visitar sua mãe nessa linda terra fundada por Francisco Dias D'Ávila, através da Feira de Capuame, originária DA PRIMITIVA POVOAÇÃO que foi o início de tudo, até a passagem a município em 25/02/1985.

RESIDÊNCIA NA RUA DO SOSSÊGO

Amália Teixeira Sales (nome de soteira e Amália Sales Chagas, nome de casada), mãe de Gamaliel Chagas, já residia em Dias D'Ávila, desde 1959 (Dias D'Ávila era um distrito de Camaçari), falecendo Amália Sales Chagas em 1992.







CHIQUITINHA MARAVILHA /GAMALIEL CHAGAS
  NA MARATONA INTERNACIONAL   DE NOVA YORQUE / USA - 1984 e 1986

REPRESENTANDO  A BAHIA  E REGIÃO  METROPOLITANA /CAMAÇARI, DIAS D'ÁVILA E MATA DE S. JOÃO /BA.



LUSACA  DE DIAS D'ÁVILA - VICE-CAMPEÃO BAIANO DE 2011/S. FRANCISCO CAMPEÃO!
LINDAS FOTOS  COM LEGENDAS /HISTÓRICO.
http://chiquitinhamaravilha.blogspot.com.br/2013/12/lusaca-vice-campeao-baiano-de-2012-e-sf.html


***************************************************************************

VÍDEO  DO FINAL DA PARTIDA BAHIA 1x3  SF DO CONDE ENTREVISTAS  COM FAFÁ, DRIKA  E RENATA GOLEIRA/ 6 MINUTOS

CICK NO LINK E ASSISTA VÍDEO  COM 13 MINUTOS E 54  SEGUNDOS
BAHIA 1x3 SF DO CONDE FINAIS DO CAMPEONATO DE FUTEBOL  FEMININO

 CLICK NO LINK E ASSISTA...

VIDEO 2

SEGUNDO TEMPO  COM 20 MINUTOS, 
  a partir dos  9 minutos  do 2° tempo 

CLICK NO LINK E ASSISTA


VIDEO 3

BAHIA 1x3 SF DO CONDE 28/12/13

TORCIDA BAMOR COM SUA INSEPARÁVEL   CHARANGA  E 

BANDEIRAS.


BEL  DA GUITARRA NO ESTÁDIO...




VIDEO 4 

DOIS  GOLS  NESSE VÍDEO

VIDEO 4 BAHIA X SF DO CONDE PRIMEIRO TEMPO
GOL DE CEARÁ DO BAHIA

GOL DE EMPATE DE  ALANA CAMISETA N. 9
DURAÇÃO  DE 19 MINUTOS E 34 SEGUNDOS
COM GOL NARRADO

CLICK NO LINK



POSTANDO FOTOS E  6  VIDEOS DA PARTIDA

TOTAL DE ACESSOS MAIS DE 273 MIL
DIA 24/12/2013 8 HORAS
MEDIA DIÁRIA MAIS DE MIL
MENSAL MAIS DE   VINTE  OITO  MIL
BRASIL MAIS  DE  164 MIL
INTERNACIONAL MAIS  DE 100  MIL
UMA  DAS  MAIORES VISIBILIDADES   DE UM BLOG BAIANO NO MUNDO SE  NÃO  A  MAIOR!
DIA 22/12/13  MAIS DE 1.500  ACESSOS!
DIA 27/12/2013 1261 ACESSOS

MALÁSIA/ASIA
PETRONAS -MALÁSIA  NA ASIA
VER  NO BLOGGER SUA  HISTÓRIA

GAMALIEL SALES CHAGAS

                                         GAMALIEL CHAGAS/CHIQUITINHA MARAVILHA 
                                           NA ILHA DE ITAPARICA/BA ANO 1981 AOS 30 ANOS.







CONTINENTES ONDE O BLOGGER  É ACESSADOS
VISIBILIDADES      NAS AMÉRICAS
OCEANIA

NA EURAFRÁSIA (EUROPA, ASIA E AFRICA)
O termo "Eurafrásia" é incomum, mas é o mais correto para se referir à grande massa de terra é subdividida em Europa, África e Ásia, visto que a Ásia e a Europa se separam pelos montes Urais e a África se separa da Ásia pelo Canal de Suez; nenhuma dessas regiões são oceanos, e portanto, a Eurafrásia é o único continente físico que pode existir na região. Apesar disso, muitos consideram que a África e Ásia estão suficientemente separados, pois pode-se perceber claramente ao olhar no mapa que não há terra que junte os continentes e a parte do Canal de Suez é mínima, diferente do que acontece entre a Europa e a Ásia; por isso foi criado o termo Eurásia (Europa e Ásia), para se referir a esses continentes políticos como um só continente físico separado da África.

Continental models.gif

ESTATÍSTICA
 ABAIXO  DOS DEZ PAÍSES MAIS ACESSADOS NO MUNDO


TOTAL DE ACESSOS 273  MIL
BRASIL MAIS  DE  166 MIL
 INTERNACIONAIS MAIS DE  104 MIL
MAIS DE 100  PAISES ACESSAM O BLOG
 USA MAIS  DE  46 MIL
MALASIA  MAIS  DE  12 MIL
MEDIA DIARIA MAIS  DE MIL ACESSOS

LINK  DA POSTAGEM  BAHIA 1x3 SF DO CONDE  C. FEMININO FBF/ 1ª  



FINALISSIMA/ DIA 03/01/2014 a 2ª  FINAL



 POSTAGEM ABAIXO  COM MAIS  DE 300 FOTOS E 5 VIDEOS

Visualizações de página por país

Gráfico dos países mais populares entre os visualizadores do blog
EntradaVisualizações de página
Brasil
166264
Estados Unidos
47961
Malásia
13507
Rússia
10938
Alemanha
7656
Portugal
1150
França
902
China
849
Espanha
588
Ucrânia
425

            88º  EDIÇÃO DA  S. SILVESTRE/2012

Cásper Líbero, uma verdadeira revolução na imprensa

Espírito dinâmico e inovação. Essas foram as características que marcaram o jornalista Cásper Líbero, o criador de um grupo de comunicação pioneiro e arrojado no país. Natural de Bragança Paulista, Interior de São Paulo, onde nasceu a 2 de março de 1889, Cásper estudou na tradicional Faculdade de Direito do Largo São Francisco, tendo se formado na turma de 1909. Mas não foi como advogado e, sim, por dedicar sua vida ao jornalismo que ele se tornou célebre.
Acervo/Gazeta Press

Acervo/Gazeta Press

Cásper Líbero
Logo após a sua formatura, Cásper em parceria com Olegário Mariano, Raul Pederneiras, Luiz Peixoto e J. Carlos fundou o jornal "Última Hora", em 1911. Dois anos depois, inaugurou a primeira agência de notícias brasileira, a Agência Americana. Em seguida, ingressou na redação de "O Estado de S. Paulo", tornando-se diretor da sucursal do jornal paulista no Rio de Janeiro, então Capital Federal.
O jornalista também ocupou cargos públicos, sendo procurador da Fazenda Nacional, em Mato Grosso. A experiência, no entanto, durou pouco tempo. Ele acabou abrindo mão do posto para assumir, em 1918, A Gazeta, que se tornou um dos mais importantes e respeitados órgãos de imprensa de São Paulo em sua época. Com ousada visão editorial e de marketing, Cásper criou no vespertino uma série de cadernos especializados. O suplemento A Gazeta Esportiva nasceu em 1928, como semanário.
O sucesso foi tanto que, a partir de 1947, tornou-se independente e passou a ser um jornal de circulação diária. Nesse mesmo período, foram instalados alto-falantes na sede do periódico para que a população pudesse acompanhar as transmissões de jogos de futebol. O Vale do Anhangabaú virou uma verdadeira rádio popular.
Lançou ainda A Gazeta Infantil, a primeira publicação jornalística destinada às crianças, A Gazeta Juvenil, A Gazeta Magazine (um caderno literário-cultural, que contou com a colaboração de consagrados escritores do Brasil) e A Gazeta Esportiva Ilustrada, que circulou de 1953 a 1967.
A Gazeta saiu na frente, mais uma vez, quando em 1930, importou uma rotogravura e entrou para a história como o primeiro jornal brasileiro a ser impresso em cores. Do exílio às novas realizações
Durante a Revolução Constitucionalista de 32, Cásper Líbero participou ativamente do movimento. A Gazeta foi invadida e destruída por simpatizantes de Getúlio Vargas e, ao jornalista, restou o exílio. Cásper viajou primeiro para os Estados Unidos e, em seguida, para a França, onde passou cerca de dois anos.
Somente em 1934, Cásper retornou ao Brasil e foi indenizado pelo Estado por causa dos danos sofridos pelos ataques à redação. Com o dinheiro, ele construiu, em 1939, o Palácio da Imprensa, o qual abrigou a redação do jornal, arquivo, parque gráfico, administração e um auditório. Em dia com as novas tecnologias, ele inaugurou em março de 43, a Rádio Gazeta, sendo um dos pioneiros no país a lidar com a mídia eletrônica.
Um apaixonado pelo esporte, Cásper atuou na direção de A Gazeta Esportiva, promovendo eventos esportivos importantes, como a "Prova Ciclística 9 de Julho" e a "Corrida de São Silvestre", uma das competições de pedestres mais famosas do mundo. Outras provas também fizeram sucesso, como a Travessia de São Paulo a Nado, disputada no rio Tietê, o torneio de futebol de várzea Cidade de São Paulo e os Jogos Universitários Brasileiros.
Na manhã do dia 27 de agosto de 1943, Cásper morreu, aos 54 anos, em um acidente aéreo. O avião da Vasp tentava aterrissar no aeroporto Santos Dumont sob densa cerração, mas se chocou com uma torre da Escola Naval. Após sua morte, o jornalista legou a São Paulo a Fundação Casper Libero, englobando o jornal, rádio e TV Gazeta, fundada em 1970. Mais recentemente, a instituição passou a integrar a rede da Internet.
Em seu testamento, Cásper determinou a criação de uma escola de jornalismo, a Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, a primeira da América Latina a formar profissionais na área com a experiência adquirida pelo mestre da Comunicação.

88º  EDIÇÃO DA  S. SILVESTRE/2012

A Corrida de São Silvestre ganhou várias modificações ao longo de sua existência.
Por Rainer Sousa
Na década de 1920, o Brasil vivia claramente as passagens de um país dominado pelas elites agrícolas e o amplo desenvolvimento dos centros urbanos. As cidades e, principalmente, os meios de comunicação, abrigavam uma população que experimentava um ritmo de vida que se distinguia profundamente da zona rural. A esfera pública se tornava cada vez mais agitada por eventos que chamavam a atenção de milhares de pessoas.
No ano de 1924, o jornalista Casper Líbero voltou de uma viagem à França maravilhado com uma corrida noturna em que os competidores carregavam tochas ao longo do percurso. Empolgado com o evento e apaixonado pelo esporte, resolveu promover uma corrida a ser realizada na virada daquele mesmo ano. Em 31 de dezembro de 1924, apenas quarenta e oito dos sessenta competidores compareceram na primeira edição da Corrida de São Silvestre.
Ao longo do tempo, a competição sobreviveu ao mais variados contratempos que ameaçaram a sua existência. A Revolução Constitucionalista de 1932 e o advento da Segunda Guerra Mundial não foram suficientes para impedir que o evento anual prosseguisse e agregasse novos competidores. Com o tempo, alguns pouco estrangeiros recebiam convite para disputar a competição. O italiano Heitor Blasi, radicado no país, venceu as edições de 1925 e 1927.
Em suas primeiras versões, a São Silvestre era realizada em 23 minutos e cruzava uma trajetória de 8,8 quilômetros. Os participantes não recebiam nenhum tipo de dieta especial e eram terminantemente proibidos de tomar água durante a prova. Carentes de um suporte especializado, os corredores utilizavam o mesmo calçado do treino para a corrida e usavam roupas que acumulavam suor em suas fibras. O improviso e a inexperiência atuavam como via de regra.
Na medida em que a competição cresceu, a São Silvestre chamou a atenção de atletas profissionais do mundo inteiro. Atualmente, um corredor profissional prepara uma alimentação rica em carboidratos e suplementos tempos antes da prova. Além disso, a hidratação ao longo da corrida se tornou um grande aliado para suportar as elevações e o desgaste naturalmente produzido pela competição. Calçados especiais e aparelhos eletrônicos monitoram o desempenho dos atletas nos 15 quilômetros de competição.
No ano de 1975, a ONU declarou aquele como sendo o Ano Internacional da Mulher. Atento ao impacto desse anúncio, a prova determinou que uma modalidade feminina também integrasse a competição. Nas primeiras vezes que isso aconteceu, homens e mulheres percorriam o trajeto em conjunto para só depois terem suas respectivas classificações em separado. Em 1989, o trajeto foi invertido, a competição passou a se realizar no período da tarde e a prova foi separada por sexo.
Somente em 1991, quando a corrida passou a ter exatos 15 mil metros, foi que a Associação Internacional das Federações de Atletismo incluiu a São Silvestre no calendário internacional de provas de rua. Dois anos mais tarde, uma versão infanto-juvenil ampliou o público da competição e ganhou o nome de “São Silvestrinha”. Ainda hoje o queniano Paul Tergat é o detentor do recorde de tempo e um dos maiores vencedores da prova, com quatro vitórias.
 
Todos os anos o Brasil recebe corredores de outros países
A corrida internacional de São Silvestre é, provavelmente, a mais famosa das provas de rua em nosso país. Sempre disputada na cidade de São Paulo, no dia 31 de dezembro, todos os anos o Brasil recebe corredores de outros países apenas para participar da competição.
Poucas pessoas sabem o porquê da competição se chamar “Corrida de São Silvestre”. Essa prova é disputada nos dias 31 de dezembro devido à uma comemoração de final de ano, porém ,essa data apresenta um significado cristão: São Silvestre foi um papa que comandou a Igreja Católica no período entre 31 de janeiro de 314 a 31 de dezembro de 335. Desde sua canonização, o dia de comemoração para São Silvestre tem sido o dia 31 de dezembro.
A primeira edição da São Silvestre ocorreu em 1924, cujo evento foi idealizado e organizado pelo jornalista Casper Líbero. Conta-se que ele teria voltado da França maravilhado com uma prova de corrida de rua noturna, cujos atletas carregavam tochas durante todo percurso. A partir de então, encarregou-se de organizar uma corrida de rua em nosso país. Essa primeira edição conseguiu reunir apenas quarenta e oito pessoas para disputar a prova. É importante salientar que, assim como a corrida francesa assistida por Casper Líbero, a São Silvestre também era realizada à noite, de modo que os atletas cruzassem a linha de chegada em horário próximo à meia noite.
Apresentando características próprias de um momento em que o esporte era pouco profissionalizado, os corredores não usavam vestimentas especiais para a prova. Outra curiosidade é a de que, naquela época, o percurso de prova consistia em 8,8 quilômetros e os corredores não poderiam ingerir água durante toda a prova. Com o avanço do conhecimento médico, especificamente da fisiologia, hoje sabe-se que a hidratação é fundamental durante a prática de qualquer tipo de atividade física.
As mulheres passaram a integrar a competição apenas no ano de 1975. Isso porque a Organização das Nações Unidas – ONU – havia homenageado aquele ano, como “Ano Internacional da Mulher”. Nesse sentido, como uma resposta ao apelo da igualdade entre os gêneros, a organização da prova incluiu as mulheres na disputa.
Para que a prova tivesse reconhecimento oficial, ela precisou passar por adaptações, de modo a cumprir as exigências da Federação Internacional de Atletismo. Assim, em 1991 o percurso de prova passou a ter extensão de 15 quilômetros; a prova não seria mais disputada no período noturno (a largada feminina se daria às 15 horas e a masculina, às 17 horas). Mas as mudanças valeram a pena: a São Silvestre passou a integrar o calendário internacional de provas de rua.
O trajeto atual da São Silvestre é composto pelo seguinte percurso: Largada na Avenida Paulista, passando pela Rua da Consolação, Avenida Ipiranga, São João, Largo São Francisco, Viaduto do Chá e, finalmente, a subida da Rua Brigadeiro Luiz Antônio.
Ainda que infelizmente a televisão não transmita essa parte tão importante da prova, é importante lembrar que pessoas portadoras de deficiências também participam da prova. Há largadas específicas para atletas cadeirantes e outra para portadores de outros tipos de deficiência. Só depois é que largam as elites feminina e masculina e o pelotão geral. Os horários de largada são:
  • cadeirantes masculino e feminino: 14h45m;
  • demais categorias de atletas com deficiência: 14h50m;
  • elite feminina: 16h30m;
  • elite masculina: 16h47m;
  • público geral masculino e feminino: 16h47m (após a elite masculina).
Para saber mais:
Corrida Internacional de São Silvestre http://www.yescom.com.br/saosilvestre/2010/portugues/
Por Paula Rondinelli
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em Educação Física pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP
Mestre em Ciências da Motricidade pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP
Doutoranda em Integração da América Latina pela Universidade de São Paulo - USP
Fonte / WIKIPÉDIA - A EnciclopédiaLivre

São Silvestrinha"

Idealizada por Júlio Deodoro, superintendente da Gazeta Esportiva, em 1994 foi criada a primeira versão infantil da São Silvestre, para crianças de ambos os sexos entre 6 e 15 anos de idade, denominada “São Silvestrinha”, com distâncias diferentes. Reveladora de grandes talentos, foi a responsável pelo surgimento para o atletismo de nomes como o do fundista Franck Caldeira, vencedor da edição de 2006 e medalha de ouro na maratona dos Jogos Pan-americanos de 2007 no Rio de Janeiro.16 A edição de 2012 foi disputada na pista de atletismo do Estádio Ícaro de Castro Mello, com distâncias variáveis entre os 50 e os 600 metros e a participação de cerca de 2 mil crianças.17

História]

Cásper Líbero, um jornalista e advogado paulista milionário que fez fortuna no início do século XX no setor de imprensa, fez uma viagem a Paris e de lá voltou maravilhado com uma corrida realizada à noite, onde os corredores carregavam tochas ao longo do percurso.5 Entusiasta do esporte e decidido a promover algo semelhante aqui, criou uma corrida noturna a ser realizada no último dia do ano de 1925. Estava fundada a Corrida de São Silvestre, que recebeu esse nome em homenagem ao santo do dia.
Em sua primeira edição, de 60 inscritos 48 compareceram para disputar a prova e apenas 37 foram oficialmente classificados, já que as regras exigiam que todos os corredores cruzassem a linha de chegada no máximo 3 minutos após a chegada do vencedor. O primeiro vencedor foi o jogador de futebol Alfredo Gomes, que completou os 8,8 km do percurso em 33:21.6 Inicialmente aceitando apenas a participação de brasileiros natos, nos anos seguintes a inscrição foi permitida a estrangeiros morando no Brasil, o que permitiu ao italiano Heitor Blasi, radicado em São Paulo, ser convidado a disputá-la e vencer duas das primeiras edições da prova, em 1927 e 1929.5 Sem grande experiência na organização deste tipo de evento, as primeiras edições impediam os corredores de beberem qualquer tipo de líquido durante a prova, e os atletas muitas vezes nela competiam com os próprios sapatos que usavam para treino no dia a dia e roupas que acumulavam suor.5
Ao contrário de outros eventos desportivos tão ou mais antigos, a Corrida de São Silvestre nunca deixou de realizar-se, nem mesmo durante aRevolução Constitucionalista de 1932 ou a Segunda Guerra Mundial.5
A partir de 1945, com o fim da guerra, ela passou a contar com a participação de estrangeiros, mas apenas para corredores convidados provenientes de outros países da América do Sul. O sucesso das duas primeiras edições internacionais, no entanto, levou os organizadores a permitirem a participação de corredores de todo o mundo a partir de 1947. Este ano marcou o início de período de 34 anos durante o qual nenhum brasileiro venceria a prova, o que se encerrou somente quando o garçom pernambucano José João da Silva venceu a edição de 1980, feito que repetiria em 1985.7

Emil Zátopek, a Locomotiva Humana, vencedor em 1953.
A corrida permaneceria restrita a homens até 1975, quando as Nações Unidas declararam aquele ano como o Ano Internacional da Mulher. Os organizadores da São Silvestre aproveitaram o momento para realizar a primeira corrida feminina no mesmo ano.5 O evento feminino começou já com livre participação internacional, e a primeira mulher a vencê-lo foi a alemã-ocidental Christa Vahlensieck, o que fez duas vezes seguidas.8 A primeira vitória brasileira ocorreria somente vinte anos depois, quando a brasiliense Carmem de Oliveira venceu em 1995.9
Além de Tergat e Rosa Mota, outros grandes campeões na história da São Silvestre são o belga Gaston Roelants, recordista mundial e campeão olímpico dos 3.000 m c/ obstáculos em Tóquio 1964 e o equatoriano Rolando Vera, os dois quatro vezes vencedores da prova, sendo Vera o único a vencê-la por quatro vezes consecutivas entre os homens, nos anos 1980.10 A queniana Lydia Cheromei a venceu três vezes entre 1999 e 2004.
Já famosa em toda a América Latina e na Europa desde 1953, quando a presença e a vitória do multicampeão olímpico tcheco Emil Zatopek a transformou num evento realmente internacional de ponta,6 em 1970 a São Silvestre começou a chamar a atenção da imprensa especializada dosEstados Unidos, quando o norte-americano Frank Shorter, futuro campeão olímpico da maratona em Munique 1972, veio ao Brasil e a venceu. A vitória de Shorter provocou uma posterior invasão de corredores americanos na prova, que veria Dana Slater ser bicampeã entre as mulheres em 1978–79 e o fundista Herb Lindsay vencê-la em 1979, ano em que a vitória no masculino e no feminino pertenceu aos Estados Unidos, feito nunca mais repetido.8 O Brasil repetiria o mesmo feito na edição de 2006, com a vitória de Franck Caldeira no masculino e Lucélia Peres no feminino.11
Até 1988, a corrida era realizada à noite, geralmente iniciando-se às 23:30, de forma que os primeiros classificados cruzavam a linha de chegada por volta da meia-noite, mas o ano de 1989 foi marcado por sensíveis modificações no formato do evento. O objetivo era cumprir as determinações daFederação Internacional de Atletismo – IAAF. O horário de início da corrida foi alterado, passando às 15 horas para mulheres e às 17 horas para homens; e a distância a ser percorrida, que variava quase que anualmente (geralmente entre 6,5 e 8,8 km) foi definitivamente fixada em 15 km em 1991, o mínimo exigido pelas regras da Federação. Em 1989, a São Silvestre foi oficialmente reconhecida e incluída no calendário internacional da IAAF.6

Milhares de corredores anônimos cruzam a linha de chegada da 87ªSS em 2011.
Em 2011, pela primeira vez desde sua criação, a São Silvestre teve o tradicional local de chegada alterado. Ao invés da Avenida Paulista, ela passou a ser no Parque do Ibirapuera. A modificação viu a queniana Priscah Jeptoo, vice-campeã olímpica da maratona em Londres 2012, vencer a prova feminina em 48:48, recorde e a primeira vez que uma mulher completou os 15 km da São Silvestre em menos de 50 minutos.12 Esta edição também assistiu a uma das maiores tragédias da história da corrida, com a morte do atleta paraolímpico Israel Cruz de Barros, que, disputando a divisão de cadeira de rodas, perdeu o controle na descida da Rua Major Natanael, de acentuado declive, e chocou-se com o muro em volta doEstádio do Pacaembu, morrendo no hospital.13
Crescendo e sendo prestigiada através dos anos não apenas por atletas de elite mas também pelos corredores amadores, os números da São Silvestre fazem dela a maior corrida de massas da América do Sul, também em quantidade. Os 48 participantes da edição inicial em 1925 transformaram-se em cerca de 2 mil ainda no fim da década de 50, mais de 10 mil por edição nos anos 80, até alcançar um recorde de cerca de 25 mil participantes na edição de 2011.14

VENCEDORES 

Nota: recorde da prova (M e F) na distância atual de 15 km estabelecida desde 1991.
Ano
Homens
País
Tempo
Mulheres
País
Tempo
Distância
Edwin Kipsang
Quénia
44:04
Maurine Kipchumba
Quénia
51:41
15 km
Etiópia
43:35
Quénia
48:48
15 km
Brasil
44:03
Alice Timbilili
Quénia
50:19
15 km
Quénia
44:40
Pasalia Chepkorir
Quénia
52:30
15 km
Quénia
44:43
Yimer Ayalew
Etiópia
51:37
15 km
Quénia
44:43
Alice Timbilili
Quénia
51:24
15 km
Brasil
44:06
Brasil
51:24
15 km
Brasil
44:22
Sérvia e Montenegro
51:38
15 km
Quénia
44:43
Quénia
53:01
15 km
Brasil
43:50
Quénia
51:24
15 km
Quénia
44:59
Brasil
54:02
15 km
Etiópia
44:15
Brasil
52:12
15 km
Quénia
43:57
Quénia
50:33
15 km
Quénia
44:35
Quénia
51:29
15 km
Quénia
44:47
Jugoslávia
51:35
15 km
Brasil
44:40
Equador
52:04
15 km
Quénia
43:50
Brasil
52:32
15 km
Quénia
43:12
Brasil
50:53
15 km
Brasil
44:11
Etiópia
51:17
15 km
Simon Chemwoyo
Quénia
43:20
Hellen Kimayio
Quénia
50:26
15 km
Simon Chemwoyo
Quénia
44:08
México
43:52
12,64 km
México
44:47
Maria Luisa Servin
México
54:02
15 km
México
35:57
México
43:16
12,64 km
Equador
36:45
México
43:52
12,63 km
Equador
36:23
Portugal
42:12
12,63 km
Equador
39:02
Equador
46:27
13,04 km
Equador
36:45
Portugal
43:25
12,64 km
Brasil
36:48
Portugal
43:00
12,64 km
Portugal
36:43
Portugal
43:35
12,64 km
Brasil
37:39
Portugal
43:31
12,64 km
Portugal
39:41
Portugal
47:21
13,54 km
Colômbia
23:30
Portugal
26:45
8,9 km
Brasil
23:40
Heide Hutterer
Alemanha Ocidental
27:48
8,9 km
Herb Lindsay
Estados Unidos
23:26
Dana Slater
Estados Unidos
29:07
8,9 km
Radhouane Bouster
França
23:51
Dana Slater
Estados Unidos
28:55
8,9 km
Colômbia
23:55
Loa Olafsson
Dinamarca
27:15
8,9 km
Edmundo Warnke
Chile
23:50
Alemanha Ocidental
28:36
8,9 km
Colômbia
23:13
Alemanha Ocidental
28:39
8,9 km
Rafael Angel Perez
Costa Rica
23:58
x
x
x
8,9 km
Colômbia
23:25
x
x
x
8,7 km
Colômbia
23:24
x
x
x
8,7 km
Rafael Palomares
México
23:47
x
x
x
8,7 km
Estados Unidos
24:27
x
x
x
8,9 km
Juan Martinez
México
24:02
x
x
x
8,7 km
Bélgica
24:32
x
x
x
8,7 km
Bélgica
24:55
x
x
x
8,7 km
Colômbia
29:57
x
x
x
9,2 km
Bélgica
21:20
x
x
x
7,4 km
Bélgica
21:37
x
x
x
7,4 km
Henry Clerckx
Bélgica
21:55
x
x
x
7,4 km
Hamoud Ameur
França
22:08
x
x
x
7,4 km
Martin Hyman
Reino Unido
21:24
x
x
x
7,4 km
Osvaldo Suarez
Argentina
22:02
x
x
x
7,4 km
Osvaldo Suarez
Argentina
21:55
x
x
x
7,4 km
Osvaldo Suarez
Argentina
21:40
x
x
x
7,4 km
Portugal
21:37
x
x
x
7,4 km
Portugal
21:58
x
x
x
7,4 km
Kenneth Norris
Reino Unido
22:18
x
x
x
7,4 km
Jugoslávia
23:00
x
x
x
7,3 km
Tchecoslováquia
20:30
x
x
x
7,3 km
Jugoslávia
21:38
x
x
x
7,3 km
Erich Kruzicky
Alemanha
22:26
x
x
x
7,3 km
Lucien Theys
Bélgica
22:37
x
x
x
7,3 km
Finlândia
22:45
x
x
x
7,3 km
Raul Inostroza
Chile
22:18
x
x
x
7 km
Oscar Moreira
Uruguai
21:45
x
x
x
7 km
Sebastião Alves Monteiro
Brasil
21:57
x
x
x
7 km
Sebastião Alves Monteiro
Brasil
21:54
x
x
x
7 km
Fase Nacional (só masculino)
Joaquim Gonçalves da Silva
Brasil
17:40
5,5 km
Joaquim Gonçalves da Silva
Brasil
17:31
5,5 km
Joaquim Gonçalves da Silva
Brasil
17:02
5,5 km
José Tibúrcio dos Santos
Brasil
22:12
7 km
Antônio Alves
Brasil
22:14
7 km
Antônio Alves
Brasil
22:14
7 km
Armando Martins
Brasil
23:38
7,6 km
Mario de Oliveira
Brasil
23:50
7,6 km
Mario de Oliveira
Brasil
23:26
7,6 km
Nestor Gomes
Brasil
23:51
7,6 km
Alfredo Carletti
Brasil
24:10
7,6 km
Nestor Gomes
Brasil
25:50
8,8 km
Nestor Gomes
Brasil
25:23
8,8 km
José Agnello
Brasil
26:05
8,8 km
Murilo de Araújo
Brasil
25:35
8,8 km
Heitor Blasi
Itália
28:39
8,8 km
Salim Maluf
Brasil
29:11
6,2 km
Heitor Blasi
Itália
23:00
6,2 km
Jorge Mancebo
Brasil
22:35
6,2 km
Brasil
33:21
8,8 km
Vencedores por nações.



Masculino
Feminino]


    Referências


    1. Ir para cima Corrida Internacional de São Silvestre. BrasilEscola. Página visitada em 28/04/2013.
    2. Ir para cima São Silvestre: de Rosa Mota a Paul Tergat, os grandes campeões. abril.com. Página visitada em 28/04/2013.
    3. Ir para cima São Silvestre: de Rosa Mota a Paul Tergat, os grandes campeões. abril.com. Página visitada em 28/04/2013.
    4. Ir para cima São Silvestre: de Rosa Mota a Paul Tergat, os grandes campeões. abril.com. Página visitada em 28/04/2013.
    5. ↑ Ir para:a b c d e A História da Corrida de São Silvestre. r7 História do Mundo. Página visitada em 28/04/2013.
    6. ↑ Ir para:a b c Curiosidades sobre a São Silvestre. Pulso - O Globo. Página visitada em 28/04/2013.
    7. Ir para cima A vida de Zé João. jjseventos.com.br. Página visitada em 28/04/2013.
    8. ↑ Ir para:a b Campeões 1970's. saosilvestre.com.br. Página visitada em 28/04/2013.
    9. Ir para cima Campeões 90's. saosilvestre.com.br. Página visitada em 28/04/201

    1.  São Silvestre: de Rosa Mota a Paul Tergat, os grandes campeões. abril.com. Página visitada em 28/04/2013.
    2. Ir para cima resultados 2006. UOL Esportes. Página visitada em 28/04/2013.
    3. Ir para cima Queniana vence a São Silvestre 2011 quebrando o recorde da prova. globoesporte.com. Página visitada em 28/04/2013.
    4. Ir para cima A tragédia e a insensibilidade na São Silvestre. Espiírito Olímpico. Página visitada em 28/04/2013.
    5. Ir para cima Inscrições da São Silvestre terminam com recorde de participantes. saosilvestre.com.br. Página visitada em 28/04/2013.
    6. Ir para cima percurso. saosilvestre.com.br. Página visitada em 27/04/2013.
    7. Ir para cima A Prova. gazeta esportiva. Página visitada em 28/04/2013.
    8. Ir para cima São Silvestrinha reúne 2 mil crianças e já projeta festa de 20 anos. gazeta esportiva. Página visitada em 28/04/2013.


    Corrida de São Silvestre
    Uma imagem do {{{logo da competição}}}.
    Detalhes
    EsporteAtletismo
    Categoriacorrida de rua
    Criação1925
    OrganizadorFundação Casper Líbero
    A Gazeta Esportiva
    Número de edições88
    Número de participantes~ 15.000
    Frequênciaanual
    Campeões
    Primeiro campeãoAlfredo Gomes
    Atual campeãoEdwin Kipsang H
    Maurine KipchumbaM
    Maior campeãoPaul Tergat H
    Rosa Mota M
    Ligações externas
    Site oficialsaosilvestre.com.br

    Largada da 1ª Corrida de São Silvestre (1925)

    Emil Zátopek, a Locomotiva Humana, vencedor em 1953.

    2010 - 2012


    88ª Corrida de São Silvestre – 2012
    Horário da Largada: 09h00
    Tempo: 44min05
    Percurso: 15 Km

    Horário da Largada: 08h40
    Tempo: 51min42
    Percurso: 15 km
    Percurso
    Largada: Av. Paulista, próximo à Rua Frei Caneca. Descida pela Rua Major Natanael e Av. Pacaembu. Subida pela Brig. Luiz Antônio.
    Chegada: Av. Paulista, 900, em frente ao Edifício da Fundação Cásper Líbero.
    Obs.: Percurso é alterado, voltando a ter largada e chegada na Av. Paulista.

    87ª Corrida de São Silvestre – 2011
    Horário da Largada: 17h30
    Tempo: 43min35
    Percurso: 15 Km

    Horário da Largada: 17h10
    Tempo: 48min48
    Percurso: 15 km
    Percurso
    Largada: Av. Paulista, em frente ao MASP. Descida pela Rua Major Natanael e Av. Pacaembu. Subida pela Brig. Luiz Antônio.
    Chegada: Avenida Pedro Álvares Cabral, no Ibirapuera.
    Obs.: Percurso é alterado e a chegada deixa de ser realizada em frente ao Edifício da Fundação Cásper Líbero, na Av. Paulista.


    86ª Corrida de São Silvestre – 2010
    Horário da Largada: 16h55
    Tempo: 44m07s
    Percurso: 15 Km
    Participantes: 21.000 atletas.
    Chegada: -

    Horário da Largada: 15h15
    Tempo: 50m19s – Record Feminino
    Percurso: 15.000m
    Participantes: 3.000 atletas.
    Chegada: 2.658 atletas.
    Percurso
    Largada: Av. Paulista, em frente ao MASP. Descida pela Rua da Consolação. Subida pela Brig. Luiz Antônio.
    Chegada: Av. Paulista 900, na frente do Edifício Cásper Líbero.

    Obs: A inovação nesta prova foi o Chip, que passou a ser descartável e o atleta não precisou devolvê-lo no final da prova. As medalhas foram entregues junto com a entrega do Kit e Chip e não mais no final da prova.

    GALERIA  DE FOTOS   DECADA  DE  1920

    Fotos - Década de 1920
    1924
    1924
    1925
    1925
    1925
    1925
    1926
    1926
    1926
    1926
    1927
    1927
    1927
    1927
    1928
    1928
    1928
    1928
    1929
    1929
    1929
    1929


    EDWIN KIPSANG O QUENIANO VENCE SÃO SILVESTRE 2013

    Queniano bicampeão diz que São Silvestre de 2013 foi mais fáciL.

    Para Edwin Kipsang conhecer o percurso foi importante para baixar tempo

    Foto 1 / 28
    AMPLIAR FOTOS
    Pódio masculino na 89ª Corrida de São Silvestre
    Pódio masculino na 89ª Corrida de São Silvestre - Miguel Schincariol/Especial veja.com
    Campeão da São Silvestre em 2012, o queniano Edwin Kipsang Rotich esbanjou confiança ao falar de suas pretensões para a prova de 2013. E o fundista cumpriu o que prometeu, conquistar o bicampeonato. "Esse ano eu já sabia o percurso e foi mais fácil correr, porque eu conhecia as descidas, as subidas, as curvas." Por isso, conseguiu também melhorar sua marca: em 2012, venceu em 44min05; nesta terça, superou os 15 quilômetros em 43min47. "Vou voltar no ano que vem e lutar para ser campeão mais uma vez."
    Rotich abriu distância do segundo colocado, Mark Korir, depois do quilômetro 10. O compatriota disse que não conseguiu acompanhar o vencedor porque não estava na melhor forma física. Korir correu sua primeira maratona em novembro, foi vice-campeão de uma prova em Seul, na Coreia do Sul. "Minha cabeça está em uma velocidade diferente, porque eu corri uma maratona. A corrida foi muito difícil para mim, fiz o melhor que eu pude." Ele completou o percurso em 44min08.
    Rotich, Korir e o terceiro colocado, Stanley Koech (44min29), têm em comum o sistema de treinamento, no Brasil, com o técnico e empresário Moacir Marconi, o Coquinho, que mantém uma base para atletas africanos na cidade de Nova Santa Bárbara, no Paraná.
    (Com Estadão Conteúdo)


    FONTE  SITE GAZETA ESPORTIVA 
    Corrida Internacional de São Silvestre - ()




    São Silvestre chega a quase nove décadas com recorde de atletas


    São Paulo (SP)




    A Corrida Internacional de São Silvestre chega nesta terça-feira à sua 89ª edição ininterrupta. Pela segunda vez com largada no período da manhã e novamente com chegada na Avenida Paulista, a prova de rua mais tradicional da América Latina terá ainda o recorde de participantes: mais de 27,5 mil inscritos, de 41 países diferentes.
    Além de todos os estados do Brasil, terão representantes as seguintes nações: Quênia, Uganda, Tanzânia, Marrocos, Etiópia, Estados Unidos, Argentina, Alemanha, Suíça, Colômbia, Japão, México, Peru, Chile, França, Bélgica, Espanha, Albânia, Canadá, Gana, Holanda, Itália, África do Sul, Áustria, Barbados, Bolívia, Bósnia, Costa Rica, Dinamarca, Equador, Inglaterra, Israel, Luxemburgo, Martinica, Paraguai, Portugal, Romênia, Suécia, Uruguai e Venezuela.
    Celeiro que mais dificulta para os atletas brasileiros, o continente africano estará bem representado mais uma vez. Cinco países de lá integrarão a elite. Os principais nomes são, claro, os atuais campeões - Edwin Kipsang (vencedor no masculino, com 44min04s) e Maurine Kipchumba (campeã do feminino, com 51min42s) -, que tentarão manter o jejum dos representantes locais.
    Djalma Vassão/Gazeta Press
    Brasileiros tentam superar hegemonia africana e voltar a vencer a prova de rua mais tradicional da América Latina

    última vitória de um brasileiro na São Silvestre foi em 2010, quando Marilson Gomes dos Santos cruzou em primeiro. Depois dele, além de Kipsang, o vencedor de 2010 foi o etíope Tariku Bekele. Já a última mulher do Brasil campeã foi Lucélia Peres, em 2006. Desde então, ganharam as quenianas Maurine Kipchumba (2012), Priscah Jeptoo (2011), Alice Timbilili (2007 e 2010) e Pasalia Chepkorir (2009), além da etíope Wude Ayalew (2008).

    Tatiele de Carvalho, sexta colocada no ano passado, acredita que possa quebrar essa escrita. "A questão é que não é tão difícil ganhar delas (quenianas). É que as brasileiras não têm tido sorte nos últimos anos. A gente vem trabalhando, se dedicando, mas simplesmente a sorte não bateu na nossa porta ainda e quem sabe seja neste ano", opina.
    Entre os homens, a principal esperança é Giovani dos Santos, que em 2012 só ficou atrás de três corredores do Quênia. "Estou bem melhor do que no ano passado. Bati meus tempos nas provas deste ano. Venho fazendo um excelente ano e espero fechá-lo com chave de ouro, no lugar mais alto do pódio da São Silvestre", diz.
    Para isso, no entanto, enfrentará o favoritismo de Kipsang e os demais quenianos. Depois de ter disputado o percurso de 15km pela primeira vez há um ano, o atual campeão esbanja otimismo. “Vencer a São Silvestre novamente seria uma das melhores coisas para mim. Esse ano vai ser mais fácil porque eu conheço percurso”, falou, assumindo-se como favorito.
    Como no ano anterior, o local da chegada e do pódio será em frente ao prédio da Fundação Cásper Líbero, no número 900 da Avenida Paulista. A largada do pelotão de elite feminino será às 8h40 (de Brasília), vinte minutos antes dos homens.
    Confira os horários de largada*:
    Atletas cadeirantes (feminino e masculino): 6h50

    Atletas portadores de necessidades especiais: 6h55

    Atletas de elite A/B feminino: 8h40

    Atletas de elite A/B masculino: 9 horas

    Pelotão especial (feminino e masculino): 9 horas
    Atletas geral (feminino e masculino): 9 horas

    *Horário de Brasília
    Vídeos/São Silvestre - ()



    Vídeo: Confira os principais momentos da 89ª São Silvestre





    Confira os principais momentos da 89ª São Silvestre, que teve a vitória de Edwin Kipsang e Nancy Kipron