Um chocolate. No placar e no gramado. Essa é a melhor definição para este Brasil x Espanha na decisão da Copa das Confederações. Um domingo no Maracanã com direito a três a zero, com gols de Fred (dois) e Neymar, e até pênalti perdido pelos espanhóis. A Seleção Brasileira é tetracampeã!!!
Que começo de jogo! Nem o mais otimista dos torcedores poderia imaginar que na primeira chegada ao ataque o Brasil abriria o placar. Mas foi exatamente o que aconteceu. Com um minuto de bola rolando, Hulk cruzou para o centro da área, a bola sobrou e Fred, caído no chão, mandou para as redes.
Empurrada pela torcida, a Seleção Brasileira não parava de atacar mesmo com o placar favorável. Chegou a sofrer duas faltas com seus jogadores já em direção ao gol. Casillas fazia o que podia para se defender. Neymar puxou contra-ataque e achou Fred livre na área, mas o goleiro espanhol conseguiu espalmar.
Antes de ampliar a vantagem, o Brasil ainda precisaria ver seu zagueiro dar aula de cobertura e agilidade. Parecia que seria o empate espanhol quando Pedro tocou na saída de Julio Cesar, mas David Luiz, como um raio, chegou voando para mandar a bola por cima da baliza e ceder o escanteio.
Apesar de justo, o placar merecia ser ampliado. A torcida fazia sua parte para ver a rede estufar novamente. Já aos 44 da primeira etapa, ela explodiu. Neymar recebeu lindo passe de Oscar e mandou um petardo para o gol de Casillas. Quando "pega na veia" esquece, é indefensável!
O Brasil voltou para o segundo tempo sem mudanças. Nem substituições e nem alterações na maneira de jogar. Se na primeira etapa o gol saiu com um minuto, na segunda demorou um pouco mais. Saiu aos dois. Novamente Fred, dessa vez numa pintura coletiva. Começou na jogada de Marcelo, o pivô com passe certeiro de Hulk, o corta-luz de Neymar e o toquinho de categoria do camisa 9.
Atordoada com o ímpeto ofensivo e força na marcação da Seleção Brasileira, a Espanha conseguiu assustar poucos minutos depois. O juiz marcou pênalti de Marcelo em Jesús Navas. Sergio Ramos foi para a cobrança ao som de "ah, é Julio Cesar". Tremeu. Bateu direto para fora.
Com o passar do segundo tempo, Felipão optou por fazer algumas substituições. Hulk e Fred, ovacionados pela torcida, deram lugar a Jádson e Jô, respectivamente. Próximo do fim do tempo regulamentar, Hernanes ainda entrou no lugar de Paulinho.
O placar já estava consolidado. Aos gritos de "olé, olé, olé", o Brasil cozinhou o jogo até o final. Até o momento em que o juiz desse o sinal para começar de vez a comemoração. Parabéns Brasil, a taça ficou em casa.
BRASIL
Julio Cesar, Daniel Alves, Thiago Silva (c), David Luiz e Marcelo; Luiz Gustavo, Paulinho e Oscar; Hulk, Fred e Neymar
Um chocolate. No placar e no gramado. Essa é a melhor definição para este Brasil x Espanha na decisão da Copa das Confederações. Um domingo no Maracanã com direito a três a zero, com gols de Fred (dois) e Neymar, e até pênalti perdido pelos espanhóis. A Seleção Brasileira é tetracampeã!!!
Que começo de jogo! Nem o mais otimista dos torcedores poderia imaginar que na primeira chegada ao ataque o Brasil abriria o placar. Mas foi exatamente o que aconteceu. Com um minuto de bola rolando, Hulk cruzou para o centro da área, a bola sobrou e Fred, caído no chão, mandou para as redes.
Empurrada pela torcida, a Seleção Brasileira não parava de atacar mesmo com o placar favorável. Chegou a sofrer duas faltas com seus jogadores já em direção ao gol. Casillas fazia o que podia para se defender. Neymar puxou contra-ataque e achou Fred livre na área, mas o goleiro espanhol conseguiu espalmar.
Antes de ampliar a vantagem, o Brasil ainda precisaria ver seu zagueiro dar aula de cobertura e agilidade. Parecia que seria o empate espanhol quando Pedro tocou na saída de Julio Cesar, mas David Luiz, como um raio, chegou voando para mandar a bola por cima da baliza e ceder o escanteio.
Apesar de justo, o placar merecia ser ampliado. A torcida fazia sua parte para ver a rede estufar novamente. Já aos 44 da primeira etapa, ela explodiu. Neymar recebeu lindo passe de Oscar e mandou um petardo para o gol de Casillas. Quando "pega na veia" esquece, é indefensável!
O Brasil voltou para o segundo tempo sem mudanças. Nem substituições e nem alterações na maneira de jogar. Se na primeira etapa o gol saiu com um minuto, na segunda demorou um pouco mais. Saiu aos dois. Novamente Fred, dessa vez numa pintura coletiva. Começou na jogada de Marcelo, o pivô com passe certeiro de Hulk, o corta-luz de Neymar e o toquinho de categoria do camisa 9.
Atordoada com o ímpeto ofensivo e força na marcação da Seleção Brasileira, a Espanha conseguiu assustar poucos minutos depois. O juiz marcou pênalti de Marcelo em Jesús Navas. Sergio Ramos foi para a cobrança ao som de "ah, é Julio Cesar". Tremeu. Bateu direto para fora.
Com o passar do segundo tempo, Felipão optou por fazer algumas substituições. Hulk e Fred, ovacionados pela torcida, deram lugar a Jádson e Jô, respectivamente. Próximo do fim do tempo regulamentar, Hernanes ainda entrou no lugar de Paulinho.
O placar já estava consolidado. Aos gritos de "olé, olé, olé", o Brasil cozinhou o jogo até o final. Até o momento em que o juiz desse o sinal para começar de vez a comemoração. Parabéns Brasil, a taça ficou em casa.
BRASIL
Julio Cesar, Daniel Alves, Thiago Silva (c), David Luiz e Marcelo; Luiz Gustavo, Paulinho e Oscar; Hulk, Fred e Neymar
HÁ 63 ANOS!
30.06.2013 às 20h56
Maracanã poderia ter cantado Touradas em Madrid

Eu fui às touradas em Madri
Para tim bum, bum, bum
Para tim bum, bum, bum
E quase não volto mais aqui
Para ver Peri beijar Ceci
Para tim bum, bum, bum
Para tim bum, bum, bum
Eu conheci uma espanhola natural da Catalunha
Queria que eu tocasse castanhola
E pegasse o touro à unha
Caramba, caracoles, sou do samba
Não me amoles
Pro Brasil eu vou fugir
Que é isso é conversa mole para boi dormir
Para tim bum, bum, bum
Para tim bum, bum, bum
Há 63 anos, na Copa do Mundo de 1950, o Brasil impôs uma goleada de 6 a 1 na Espanha no então recém-inaugurado Maracanã.
Na arquibancada, os milhares de torcedores davam o tom do placar impiedoso, cantando a então marchinha de sucesso "Touradas em Madrid", do compositor Braguinha. A cada gol brasileiro o povo cantava forte entre divertido e festeiro.
Hoje, 50 anos depois, no mesmo e renovado Maracanã, eram poucos em meio à multidão que conheciam a história e a música para cantar. Não faz diferença.
Na lembrança dos mais velhos, que certamente havia muitos no Maracanã, a marcha "Touradas em Madrid" ressurgiu forte a cada gol do Brasil.
Ainda mais que teve olé, como em 1950!
PRÊMIOS
30.06.2013 às 21h15
Paulinho é eleito o terceiro melhor jogador da Copa das Confederações

Depois de se sagrar campeã da Copa das Confederações, a Seleção Brasileira teve de esperar a entrega dos prêmios individuais até receber o troféu. Nada que atrapalhasse a felicidade dos jogadores, já que muitos deles foram chamados para pegar seus troféus.
Os primeiros foram Neymar e Fred como terceiro e segundo artilheiros da competição, respectivamente. Depois, Julio Cesar, como melhor goleiro. O mais inesperado veio, então, quando Paulinho foi chamado, eleito o terceiro melhor jogador da Copa das Confederações.
Inesperado não por ele não ter méritos dessa conquista, pelo contrário, além de roubar bolas, driblar, marcar, o jogador ainda foi ao ataque e balançou as redes. O inesperado é porque Paulinho é volante, posição que geralmente não é favorecida na hora da eleição de melhores jogadores.
Paulinho, como todos outros, mereceu este título individual e, mais ainda, o título de campeão da Copa das Confederações 2013.
ELE É DEMAIS!
30.06.2013 às 20h52
David Luiz joga com raça, sentimento, coração. Tudo num zagueiro só

David Luiz viveu ontem uma emoção que poucos jogadores conseguiram - ainda mais sendo zagueiro. O jogador, que atua na Europa há muito tempo, praticamente um desconhecido do torcedor brasileiro, fez o Maracanã cantar o seu nome em coro. Milhares de vozes, em um coro ritmado.
- Da-vid Luiz! Da-vid Luiz! Da-vid Luiz!
Entre os milhares de vozes estava certamente o grito de Regina, a sua mãe, que como se repetiu em todos os jogos da Copa das Confederações, reuniu amigos em uma caravana que veio de Juiz de Fora para o Maracanã.
O lance que originou a homenagem não poderia ser mais merecido. O gol da Espanha estava desenhado, com Pedro livre na frente de Julio Cesar, a bola pedindo "me chuta". Pedro chutou certo e se preparou para comemorar.
Só não contava com a raça e o sentido perfeito de cobertura do zagueiro. David Luiz cortou em cima da linha para córner, impedindo o gol espanhol.
PALMAS
30.06.2013 às 20h26
A 10 é dele e ninguém tira

Palmas! Palmas e mais palmas para o craque da camisa 10 brasileira. Neymar! Mais uma vez, agora na decisão da Copa das Confederações contra a Espanha, ele deu show. O Maraca se rendeu a ele neste domingo.
Não dá para dizer que ele tenha participado do gol que abriu o placar. Mas uma coisa é certa: Neymar estava lá. Pelo menos apareceu na tela durante o gol de Fred, o que abriu o caminho para a conquista do título.
A partir do segundo gol, o camisa 10 repetiu algo que já se tornou comum em jogos da Seleção. Participou de um gol brasileiro. No caso, Neymar participou do 2 a 0 estufando a rede espanhola sem dó. Casillas deve estar procurando a bola até agora. Ela passou como um míssil por ele.
Na volta para o segundo tempo, a pintura. Daquelas típicas de gênio. Neymar não precisou nem tocar na bola para deixar Fred em condições perfeitas para fazer 3 a 0. Hulk tocou para o camisa 10 que, assim como Rivaldo na final da Copa do Mundo de 2002, fez um corta-luz que desnorteou a zaga espanhola.
Tinha mais. Pior para Piqué, que precisou pará-lo com falta na entrada da área depois de tomar o drible. Como Neymar ia em direção ao gol, vermelho para o camisa 3 espanhol.
Para coroar o baile, Neymar conquistou um prêmio que se acostumou a receber nessa Copa das Confederações. A exemplo do que aconteceu nas três partidas da primeira fase, o camisa 10 foi eleito o melhor em campo neste domingo.
Além de melhor em campo, o camisa 10 foi o terceiro artilheiro da competição.
FOI PRA CIMA!
30.06.2013 às 19h03
Seleção Brasileira não deixou os espanhóis pensarem!

Não tem essa de campeão do mundo, futebol tic tac e nem pretensa superioridade. A Seleção Brasileira, respeito à parte, como deve merecer qualquer equipe, partiu de cara para cima.
Dessa forma, não deu tempo de os espanhóis se colocarem em campo, nem de pensar: com um minuto de jogo, já tinham tomado um gol. E que gol!
Gol de artilheiro, de raça e oportunismo. Em uma bola que parecia perdida, mesmo caído, a perna direita do atacante encontrou a bola e o gol - 1 a 0. Mais uma vez Fred!
O Maracanã enlouqueceu junto com os jogadores. O vozeirão, milhares de vozes, tomou conta do estádio, em uma prova de que o Gigante do Maracanã continua com a mística e o encanto de sempre - não importa o quanto reclamem, sem razão, os saudosistas que parecem sempre à espreita, de plantão.
A Seleção Brasileira começou a partida com tal ímpeto, e com tamanha autoridade, que a Espanha foi obrigada a fazer algo inimaginável quando enfrenta qualquer adversário - mas o Brasil não é um adversário qualquer.
Atônitos com a pressão da massa e com a dos jogadores, marcando em cima, no cangote, os espanhóis tiveram de apelar para os chutões - logo eles, que se gabam de ter no toque de bola de pé em pé a sua maior virtude.
Na tribuna de imprensa, cinco jornalitas espanhóis, que cantaram o Hino do seu país abraçados, pareciam não entender o que viam em campo. Não conseguiam sequer torcer. O time deles estava acuado, posto contra o seu próprio campo, sem conseguir chegar na área brasileira.
Quando conseguia, e andou conseguindo alguns escanteios, toma de contra-ataque. Em um deles, Neymar arrancou e serviu na medida para Fred fuzilar e decretar o 2 a 0. Mas Casillas cresceu na frente do centroavante e impediu o gol que os torcedores se prepararam para gritar.
Acabaram gritando, e muito. Ainda no primeiro tempo, aos 44, Neymar fez a torcida explodir com o balançar das redes do Maraca. Em seguida, logo aos dois minutos do segundo tempo. Gol de campeão. Jogada trabalhada, com direito a deixadinha de Neymar, e chute mais do que colocado de Fred, certeiro, no cantinho. Golaço!
Quando a Espanha se atreveu a fazer algo mais, conseguiu um pênalti. Susto de um segundo, a torcida se recobrou e passou a gritar.
-
Ah, é Julio Cesar! Ah, é Julio Cesar!
O grito da galera deve ter intimidado Sergio Ramos, o espanhol autor da cobrança. A trave cresceu à sua frente, Julio Cesar debaixo, e ele chutou para fora.
Estava desenhado o título. Um grito só passou então a tomar conta do Maracanã.
- É campeão! É campeão!
Tri consecutivo, tetra da Copa das Confederações.
11 ANOS DO PENTA!
30.06.2013 às 09h34
Em 30 de junho de 2002, Brasil ratificava hegemonia no mundo
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Hoje, dia 30 de junho de 2013, faz 11 anos que a Seleção Brasileira se impunha no mundo do futebol pela quinta vez. No Estádio Yokohama, no Japão, o time comandado por Felipão venceu a Alemanha merecidamente por 2 a 0 e ratificou sua hegemonia.
A data, simbólica e histórica, pode ser também sugestiva. Neste 30 de junho de 2013, o Brasil e seus milhões de apaixonados torcedores entram em campo para decidir mais um título.
Mais um título e outra hegemonia. A Seleção Brasileira enfrenta a Espanha às 19 horas, no Maracanã, em busca do tetracampeonato - e o tri consecutivo - da Copa das Confederações, competição que somos igualmente os maiores vencedores.
Para se ter sucesso no presente, há que se reverenciar o passado. Da comissão técnica pentacampeã do mundo, estarão hoje no Maracanã o técnico Felipão, o assistente Murtosa, o preparador físico Paulo Paixão, o preparador de goleiros Carlos Pracidelli, os médicos José Luís Runco, Serafim Borges e Rodrigo Lasmar, o fisioterapeuta Luiz Alberto Rosan, o administrador Guilherme Ribeiro, o assessor de imprensa Rodrigo Paiva e os roupeiros Assis e Barreto.
O presidente Marrin dá os parabéns aos jogadores e a todos os pentacampeões!