quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

NOS 50 ANOS DA MORTE DO PAI, JOÃO VIECNTE GOULART DIZ QUE PAIS CAMINHA PARA A DITADURA





Nos 50 anos da morte do pai, João Vicente Goulart diz que país caminha para uma ditadura

Fonte  Forum
 1753  0




Filho do ex-presidente lança livro onde narra as memórias dos anos de exílio de Jango e sua família, após o golpe de 1964
Por Adriana Delorenzo

Jango-e-euJoão Goulart ficou 12 anos no exílio, com a esperança de que um dia retornaria ao Brasil. Mas a volta não aconteceu e, em 6 de dezembro de 1976, o ex-presidente morre em Mercedes, na Argentina. As memórias desses anos de exílio são narradas pelo seu filho, João Vicente Goulart, que lança nesta semana a obra Jango e eu: memórias de um exílio sem volta (editora Civilização Brasileira).
Segundo João Vicente, Jango achava que o golpe seria “apenas mais uma quartelada”, mas não foi o que ocorreu. A família viu a ditadura se aprofundar e teve que viajar a outros países. “A gente se torna, como digo no livro ‘aves peregrinas’”. Em entrevista à Fórum, João Vicente fala sobre a obra, a convivência com a família e amigos, fazendo um resgate dos diálogos com o ex-presidente.
Sobre 2016, João Vicente Goulart acredita que “o país está caminhando para uma ditadura, sem dúvida alguma, de supressão dos direitos fundamentais, supressão dos direitos dos trabalhadores”.
Confira os principais trechos da entrevista a seguir.
O livro
Tínhamos várias cartas, mas pessoais. Não é um livro de academia. Temos muitos documentos, inclusive que estavam nas mãos do SNI e de outros órgãos de informação, mas nós não publicamos essa parte técnica, não é um livro para pesquisa. O livro tem um recorte, não traz os acontecimentos da morte de Jango, a exumação. E termina no exílio mesmo, porque ele não teve a volta que ele tanto sonhava, de retornar ao País. Começa no dia do golpe e termina no dia da morte dele. Tudo que veio a ocorrer depois, como a Operação Condor e a exumação, está fora. O recorte é do dia 2 de abril de 1964, quando nós chegamos no Uruguai, ao dia 6 de dezembro de 1976, quando ele faleceu.
É basicamente um diálogo entre um pai e um filho no exílio. Fui para o exílio com 7 anos e cresço ao lado de meu pai, que, casualmente, era um ex-presidente da república. O livro é a relação entre Jango e eu, da forma como ele se expressava, falava com uma criança, as dificuldades em si do exílio, de como chegamos a certo momento a ter que passar por vários países, a esperança da volta. No começo ele mesmo pensava que o golpe de estado seria apenas mais uma quartelada, como tantas que houve no Brasil. Esperava que em 1965 houvesse eleições. E que qualquer presidente que fosse eleito teria que dar a anistia, garantindo o retorno de todos aqueles que haviam sido cassados, procurados e perseguidos com o golpe.
O livro fala também da eterna luta dele pelo seu país. Acho que isso é o mais importante de tudo. Tem alguns documentos inéditos, entrevistas, que mostram a visão dele, o seu pensamento sobre economia, sobre desenvolvimento, sobre as reformas de base, que ele não pode fazer no Brasil. Todas elas colocadas de um ponto de vista do dia a dia de uma família que sofre no exílio. E a gente se torna, como digo no livro “aves peregrinas”. Aquilo que ele imaginava que seria uma quartelada, à medida que o tempo passa, vai se tornando mais difícil. Não era simplesmente uma quartelada brasileira, era todo um plano arquitetado pelo Departamento de Estado americano para a América Latina. Cai o Brasil, depois cai a Argentina, Peru, Bolívia, Chile, Equador. Chegou a um ponto, em 1976, o ano de seu falecimento, que quase todos os países latino-americanos tinham instalado ditaduras militares com o apoio do Departamento de Estado Americano. Relato todo esse sofrimento de passar de país em país, Uruguai, Paraguai, Argentina, terminamos na Europa, na Inglaterra. Tudo isso era um sofrimento constante com a esperança da volta.
Memórias marcantes
São várias passagens. Na verdade Jango, quando cai em 1964, cai pelos seus acertos, como dizia Darci Ribeiro, cai porque queria fazer do Brasil uma sociedade mais justa, através das reformas de base – a reforma agrária, a tributária, educacional. Entre as memórias, tem a relação dele com Paulo Freire, tivemos várias vezes com Paulo no exílio. A relação com a economia, já que estivemos várias vezes com Celso Furtado, que foi seu ministro. Ele brincava muito: ‘nós é que éramos os incapazes, daí os militares brasileiros entregam toda a economia, prometem como Delfim Neto prometia na época, crescer o bolo para depois dividir’. Não dividiram com ninguém, ao contrário, alegaram que pegaram um país com uma inflação de cerca de 60% ao ano e entregaram com 200% depois de 21 anos e uma dívida multiplicada por cem.
Essa é a realidade que vamos contando no livro, essas derrotas, vamos dizer assim, diárias, mensais e anuais, que a gente passou no exílio sob um ponto de vista de um pai para um filho. A gente reconstrói esses diálogos, dele com seus amigos, com Celso Furtado, com Raul Ryff, Darci Ribeiro, Miguel Arraes. Contamos também as tristes saudades. Tivemos que conviver com uma esperança durante 12 anos que não se realiza. Mas ele tinha a absoluta certeza de que o seu posicionamento no exílio era o correto, e que ele voltaria ao Brasil depois que o último exilado voltasse. Na medida em que as ditaduras foram se formando na América Latina tivemos que sair do Uruguai, em 1973, depois Paraguai. Fomos à Argentina a convite do Perón, porque havia a partir dali uma nova esperança para as democracias latino-americanas. São inúmeros os amigos latino-americanos que sofreram esse tipo de pressão, sem poderem voltar a seus países de origem. Essa democracia demora, só vem a acontecer anos depois. No Brasil, a anistia só veio em 1979. Mesmo depois da anistia nós viemos a ter eleições diretas para presidente da república só dez anos depois, em 1989.
Envenenamento e exumação
Evidente que eu acredito que meu pai foi envenenado. Nós temos depoimentos de agentes, documentos de monitoração, temos um monte de circunstâncias. Fizemos a exumação, existe uma substância que não deveria estar ali, mas em condições mínimas, que não permitem tecnicamente dizer que foi ela que poderia ter feito esse envenenamento. Temos o pedido ao Ministério Público brasileiro, que é tão zeloso em outras coisas, até hoje não pediu oitivas aos agentes americanos.
Tudo isso sobre a morte dele não está na conjuntura do recorte do livro. Quem sabe entra num segundo livro. Temos mais de 7 mil documentos que mostram monitoramento, mas estamos esperando o posicionamento do zeloso Ministério Público do Brasil para que tenha coragem – já que tem tanta coragem para algumas coisas – de pedir a auditiva. Outros países, como o Chile, fizeram.
Resistência ao golpe 
Ele tinha uma personalidade profundamente pacifista para com seu povo. Em 1964 nós tínhamos uma esquerda esfacelada, uma direita raivosa, e, pior do que isso, nós tínhamos o apoio da inteligência americana, e esperavam uma resistência muito grande. Meu pai saiu de Brasília, foi até Porto Alegre, conversou com o general Ladário Telles e sentiu que não existia condições de resistir. Uma ordem dele de resistir ao golpe de estado seria uma carnificina e uma guerra civil no Brasil, porque ele tinha informação, que veio à tona cerca de dez anos depois, da quarta frota americana. Havia aviões, navios-tanque, armas atômicas, que dariam suporte aos militares golpistas.
Ele tinha esse conhecimento, não resistiu e acho que essa foi, sem dúvida alguma, uma grande vitória do presidente João Goulart. Porque ele evita um derramamento de sangue em nosso país e evita também a divisão territorial do Brasil, como era de praxe dos Estados Unidos fazerem, como, por exemplo, no Vietnã, na Coreia, na Alemanha, pós-Segunda Guerra.
Isso eu conto no livro, no seu dia a dia, ele tinha certeza que um dia a história iria fazer as homenagens necessárias e o reconhecimento de que ele era merecedor, pena que até hoje nós não conseguimos fazer as reformas de base que ele queria. E Jango foi o único presidente constitucional republicano de nosso país que morre exilado.
Golpe em 1964 e golpe em 2016
O livro é interessante até pelo que aconteceu neste ano. Para nos dar conta de que as ditaduras estão se transformando. As ditaduras militares hoje mudaram de aspecto. Hoje nós trocamos o “cap” pelas togas. E este país está caminhando para uma ditadura, sem dúvida alguma, de supressão dos direitos fundamentais, supressão dos direitos dos trabalhadores, dos pontos educacionais freireanos, privatização de meios fundamentais, como a Petrobras.
A PEC 55, por exemplo, é uma reforma ao contrário daquelas que Jango pregou, que eram em benefício dos trabalhadores, daqueles que são verdadeiramente os donos do país e não as empresas multinacionais, que hoje controlam toda a nossa economia.




TOTAL DE ACESSOS   DO BLOG  MAIS  DE  917  MIL /    DIA 06/01/17
Alemanha Mais de  176 Mil,  líder  Internacional  de  Acessos

Nos  Mais de 100  Países do Planeta  Terra

Visualizações de página por país

Gráfico dos países mais populares entre os visualizadores do blog
EntradaVisualizações de página
Brasil
464123
Alemanha
176851
Estados Unidos
120589
Rússia
40973
Malásia
19760
China
13709
Ucrânia
8384
França
5024
Portugal
4826
Índia
3774



O POETA MARATONISTA!
             
 Chiquitinha  (Gamaliel Chagas) na  Maratona  do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min),  foto no  no aterro do  Flamengo/RJ, 42,195 km.

                         CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
                   (A Poesia do Corredor)

                          Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!

Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em  frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...

É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz,  porque a corrida me faz bem.

A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.

É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...

     Poetizada  em  13/02/1985/Cidade  de Dias D'Ávila, quando Gamaliel Chagas/
 realizava  treinamento (Bairro de Nova Dias D'Ávila).

Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.   

                       PRINCIPAIS CORRIDAS

Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade  (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador  de futebol,    matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu  14 maratonas  em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984,  pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú  pela  BR 101  no  ano  de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de  Mata  de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas  corridas citas  sem ter apoio financeiro das prefeituras  citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive  nas duas Maratonas Internacionais  houve apoio da Copene  no translado Salvador Rio de Janeiro e vice   versa, ajuda  na  estádia), sendo  passagens  de ida e volta  a  custo do atleta, e trabalhava das 8 horas  as  17 horas e compensava  os dias  da estadia em New  York (5 dias em 1984 e 1986).

CORREU UM  "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE  DE SALVADOR,   COM 37 KM, EM 1987
*******************************************************************************

GAMALIEL CHAGAS - RESUMO DAS PRINCIPAIS CORRIDAS:

O MARATONISTA BAIANO DE 1984 - BICAMPEÃO DOS 10 E 5 MIL METROS NA PISTA DA FONTE NOVA 1983/84.
2 MARATONAS INTERNACIONAIS /CIDADE DE NOVA YORQUE
PENTACAMPEÃO MATENSE DE VETERANOS / CORRIDA RÚSTICA DO BOMFIM DE MATA DE SÃO JOÃO, NA DÉCADA DE 2000.
15 MARATONAS COMPETIDAS - COMPETIÇÃO NO ATLETISMO BAIANO BRASILEIRO, EM 6 ESTADOS DO BRASIL! 5 MARATONAS NO RIO E JANEIRO, 2 EM BRASILIA, 2 SÃO SILVESTRES EM SÃO PAULO, ANOS 1983/84. VÁRIAS ELIMINATÓRIAS BAIANA DA S. SILVESTRE NA DÉCADA DE 1980.

COMPETIU:

01 MARATONA EM SÃO PAULO, 01 EM JOÃO PESSOA, 30 KM DE SÃO CRISTÓVÃO A ARACAJU EM 1985, 2 MARATONAS EM BRASILIA.
COMPETIÇÃO 3 OLIMPÍADAS DO POLO PETROQUÍMICO DE CAMAÇARI ONDE FOI BICAMPEÃ, COMPETIU NOS CITADOS JOGOS, NOS 10M, 1.500M, 5 E 10 MIL METROS, ALÉM DE 28 HM DE CAMAÇARI A PRAÇA ACM IDA E VOLTA, QUANDO FICOU EM 5º LUGAR ANO 1982.
COMPETIU DEZENAS DE CORRIDAS EM SALVADOR E CIDADES DO INTERIOR DA BAHIA, CONQUISTANDO MEDALHAS E TROFÉUS....

NESSE PERÍODO TRABALHAVA DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, TREINAVA DAS 17H40 ÁS 20H30 DA NOITE. E FIM DE SEMANAS.





Gamaliel  na 1ª  Maratona da Independência da Bahia 1984 Salvador/Ba. 42. 198 metros
DIA 27/08/16



Curso  de  Comunicações  Verbais

(Um dos  melhores do Brasil/S. Paulo com credenciamento CFMO 097}


     No ano   de  1985  Gamaliel   iniciou  o   curso  de  Comunicações  Verbais  PPD-IOB (Treinamento  Programado  a  Distância)  por  correspondências  tendo  concluído  o  citado curso no  dia  7/3/1986.  O  citado  curso  organizado  por Oswaldo  Melantonio,  formado em  Direito, Filosofia  e  Jornalismo,  Oswaldo   presidente de  honra  de   várias  instituições  culturais  dentre  elas  a  Academia   Paulista de   Oratório  e  Academia   Brasileira  de   Comunicações  Verbais. O  curso  de  Comunicações   Verbais  teve  a  duração  de  6  meses  equivalente  a  100 horas/ aula  e  credenciado  pelo  CFMO  097.
.
     Oswaldo  Melantonio  realizou   vários   cursos  complementares  no  exterior  e  no  ano  de   1986   fazia 35  anos  se  dedicando  exclusivamente  as  Comunicações  Verbais;  inicialmente,  oratória   formal   e  informal   para   líderes   políticos   e  religiosos.   Nos  últimos   anos   Oswaldo  especializou-se   na   área   de   comunicações   dos   executivos,  objetivando a melhoria  da  produtividade  pela  eficiência  da  comunicação.

PERSONALIDADES EXPOENTES DAS  COMUNICAÇÕES VERBAIS

Várias personalidades  de Top  da  Política Executivos, da Oratória  Geral,  Locutores Esportivos, a  exemplo  de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia  Jânio Quadros, Franco Motoro e  outros  expoentes que realizaram este  magnífico  curso, amplo usando as técnicas  da Grécia  antiga,   a exemplos  de   formidáveis  gênios  da  Comunicação, oratória da Grécia Antiga,celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles Demóstenes Cícero, este  considerado como um dos  maiores   gênios nas  Comunicações  verbais da  Grécia  e  do  Mundo, chegando ao ponto  de  governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória  de convencimento, resumindo   era  um " Um Gênio Abençoado  da  Oratória  das Comunicações Verbais!".
    
Conteúdo  do  curso

     Introdução,  exposições  práticas,  técnicas  da  comunicação  dos  executivos,  educação  da  voz,  expressão  corporal,  figuras  de  estilos,  dez   qualidades   básicas   do  executivo,  práticas  de  comunicações  verbais  e  práticas  de  oratória
     De  modo  especial,  Oswaldo  realiza  treinamentos  para  as  lideranças  dos   principais  escalões   das   grandes   organizações   privadas   e   publicas.  O   citado   curso  já  treinou  grandes  personalidades  de diversos  seguimentos  sociais  a  exemplo  de  Franco  Motoro, Osmar   Santos,  narrador   esportivo   no  estado  de  São  Paulo,  Jânio   Quadros   que   foi  Presidente   da   República   de   31/1/1961   renunciando   o   governo   em   25/8/1961,  foi  prefeito  de  São Paulo  nas  décadas  seguintes.

     Jânio  Quadros  nasceu  em  Campo  Grande,  (Mata  Grosso  do  Sul)  no  ano  de  1917  e  faleceu  no  ano  de  1992  em  São  Paulo  e  outros  não  citados.  IOB – Cursos    de    Legislação   Empresarial   Ltda – CGC   47.677.810/0002-21,   credenciado  no  CFMO  097,  com  endereço  na  Avenida  Marques...  Asa  Branca – SP

********************************************************************************
                     TORCIDA, DA NAÇÃO  TRICOLOR DO EC BAHIA!
RUA LADEIRA  DAS PEDRAS   SETOR NORTE DA  ARENA   FONTE NOVA/BAHIA/BRASIL/20

Nenhum comentário:

Postar um comentário