sexta-feira, 7 de outubro de 2016

MUSEUS DO ESTADO DA BAHIA

Museus

Criada em 1972, a Diretoria de Museus (DIMUS) era vinculada à Fundação Cultural do Estado da Bahia. No ano de 2003, passou a integrar o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC). Desde então, tem os seguintes espaços vinculados a sua estrutura: Centro Cultural Solar Ferrão, Museu Tempostal, Museu Abelardo Rodrigues, Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica e Museu do Palácio da Aclamação, em Salvador, além do Museu do Recôncavo Wanderley Pinho, em Candeias, e Parque Histórico Castro Alves, em Cabaceiras do Paraguaçu. Também possui convênio com o Museu do Recolhimento dos Humildes, situado em Santo Amaro.  Os museus de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), de Arte da Bahia (MAB) e Palacete das Artes são ligados diretamente ao IPAC.
A Diretoria de Museus fornece subsídios às atividades de preservação, conservação, restauro e museografia nos espaços museais, assim como promove a interação com a comunidade através de programas educativos, exposições e ações multidisciplinares de dinamização. Busca também realizar projetos que possam servir de base e proposição para a construção participativa e articulada de uma política pública estadual para a área museológica.
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Centro Cultural Solar Ferrão
 O Centro Cultural Solar Ferrão é um espaço de arte, cultura e memória, instalado em um dos mais importantes monumentos da poligonal do Centro Histórico de Salvador. Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 1938, o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis pavimentos e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e três coleções: a de Arte Africana Claudio Masella, a de Arte Popular e a de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi.

Coleção Claudio Masella de Arte Africana é formada por objetos que representam grupos étnicos localizados em cerca de 15 países da África, como máscaras, estatuetas, instrumentos e utensílios, confeccionados em materiais que variam entre terracota, madeira, metal e marfim. A Coleção de Arte Popular reúne obras representativas da Cultura Popular do Nordeste. Dentre as peças utilitárias e figurativas que a constituem, encontram-se carrancas, ex-votos, imaginária, ferramentas de orixás, brinquedos e utensílios domésticos.
Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi é composta por instrumentos de sopro, corda e percussão, representativos de culturas identitárias e coletados pela etnomusicóloga Emília Biancardi em países dos cinco continentes. Também integram a coleção instrumentos musicais criados por Emília Biancardi.
Dentro da sede do Ferrão, funciona o Museu Abelardo Rodrigues,  que preserva uma das mais importantes coleções de arte sacra do país, reunida pelo pernambucano que dá nome ao Museu. O acervo de Abelardo Rodrigues foi adquirido pelo Governo da Bahia em 1973, após uma longa disputa judicial com o Estado de Pernambuco, conhecida, na época, como “Guerra Santa”. O museu apresenta peças datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais, a exemplo de madeira, barro cozido, marfim, pedra sabão e metal. São oratórios, miniaturas, imaginária, crucifixos, imagens de Roca, maquinetas, crucificados, mobiliário de devoção, objetos de origem brasileira, principalmente nordestina, como também de procedência europeia. O acervo reúne exemplares da imaginária erudita e popular, esta, registrando imensa variedade de influências regionais. Dentre elas, se destacam invocações raras como a Nossa Senhora do Leite e a Nossa Senhora das Almas do Purgatório.
Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h.
End.: Rua Gregório de Matos, 45, Pelourinho, Salvador. Tel.: (71) 3116- 6743.
Setor Educativo: (71) 3116-6740.
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Museu Tempostal:
Inaugurado em 1997, o Museu Tempostal apresenta aproximadamente 40 mil imagensentre postais, estampas e fotografias, sendo 30 mil oriundas da coleção reunida pelo sergipano Antônio Marcelino do Nascimento (13.06.1929 – 22.11.2006). As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas.
Destacam-se nas coleções as imagens representativas da Bahia Antiga, retratadas por fotógrafos estrangeiros e nacionais de renome entre o fim do século XIX e 1930, os cartões-postais da Belle Époque, pela beleza e variedade dos materiais utilizados na confecção das peçase as estampas do Sabonete Eucalol. Lançadas pela Perfumaria Myrta em 1927, eram objeto de fascínio entre os jovens da época. Por apresentar textos explicativos sobre vários temas nas estampas, o sabonete ficou conhecido como “fragrância do saber”.
O Museu está instalado em um sobrado do século XIX, antigo ponto comercial do conde português Pereira Marinho.
Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h.
End.: Rua Gregório de Matos, 33, Pelourinho, Salvador.
Tel.: (71) 3117-6383
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Museu Abelardo Rodrigues
Inaugurado em 1981, o Museu Abelardo Rodrigues,que funciona dentro do Centro Cultural Solar Ferrão,  preserva uma das mais importantes coleções de arte sacra do país, reunida pelo pernambucano que dá nome ao Museu. O acervo de Abelardo Rodrigues foi adquirido pelo Governo da Bahia em 1973, após uma longa disputa judicial com o Estado de Pernambuco, conhecida, na época, como “Guerra Santa”.
O museu apresenta peças datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais, a exemplo de madeira, barro cozido, marfim, pedra sabão e metal. São oratórios, miniaturas, imaginária, crucifixos, imagens de Roca, maquinetas, crucificados, mobiliário de devoção, objetos de origem brasileira, principalmente nordestina, como também de procedência europeia. O acervo reúne exemplares da imaginária erudita e popular, esta, registrando imensa variedade de influências regionais. Dentre elas, se destacam invocações raras como a Nossa Senhora do Leite e a Nossa Senhora das Almas do Purgatório.
Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h.
End.: Rua Gregório de Matos, 45, Pelourinho, Salvador. Tel.: (71) 3117-6440
Setor Educativo: (71) 3116-6740.
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Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica:
Primeiro do gênero no Brasil, o Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica foi fundado em 1994 para preservar e expor o rico acervo organizado pelo ceramista alemão Horst Udo Knoff (20.05.1912 – 07.06.1994). Além das obras de autoria do próprio Udo, reúne azulejos portugueses, espanhóis, franceses, ingleses, holandeses e italianos, datados dos séculos XVI ao XX, e criações de representativos artistas locais como Jenner Augusto, Genaro de Carvalho, Sante Scaldaferri, Calasans Neto e Carybé.
O imóvel no qual funciona o Museu, administrado desde 2003 pela Diretoria de Museus (DIMUS) do IPAC, é uma construção originária do século XVIII. A partir de 2009, o espaço ganhou uma nova proposta expográfica. No primeiro andar do casarão, a coleção de Udo mantém-se como a principal atração do museu, com renovações de recortes expositivos do próprio acervo. O térreo do prédio apresenta exposições temporárias de artistas ceramistas contemporâneos, que proporcionam ao público visitante uma leitura mais completa da produção da cerâmica e suas diversas possibilidades plásticas.
Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h.
End.: Rua Frei Vicente, 03, Pelourinho, Salvador.
Tel.: (71) 3117-6388.
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Palácio da Aclamação:
Palácio da Aclamação é um dos mais significativos museus casas de Salvador. Transformado em residência oficial dos governadores da Bahia em 1912, o solar oitocentista passou por obras de ampliação projetadas pelo arquiteto italiano Filinto Santoro e foi ocupado oficialmente pelos gestores do Estado entre 1917 e 1967. Desde então, o espaço já sediou despachos do governador, abrigou visitantes ilustres, a exemplo da rainha da Inglaterra, Elizabeth II, em 1968, e se tornou museu em 1991.

Mobiliários em estilo D. José I e Luiz XV, objetos de bronze, porcelana e cristal, tapetes persas e franceses, além de pinturas de paredes e forros criados pelo artista baiano Presciliano Silva, compõem o acervo do palácio, que é distribuído por dois pavimentos. No térreo, estão situados o Salão Nobre, com monumental lustre de cristal bacarat e bronze, saguão com decoração neoclássica, e Salão de Banquetes. Dormitório, sala de almoço, capela e copa integram o andar superior. Atualmente, o museu passa por reformas e está fechado para visitação.
End.: Av. Sete de Setembro, 1.330, Campo Grande, Salvador
  Tel.: (71) 3117-6150
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Museu do Recôncavo Wanderley Pinho:
Erguido no século XVI, à margem da Baía de Todos os Santos, em Candeias, o antigo Engenho Freguesia foi transformado no Museu do Recôncavo Wanderley Pinho em 1971 devido ao seu valor histórico e a sua importância para a região do Recôncavo Baiano. Construído em terras doadas pelo então Governador-Geral do Brasil, Mem de Sá, o casarão foi alvo das invasões holandesas, em 1624, e vivenciou momentos de apogeu na produção de açúcar até a segunda metade do século XIX. Quando as leis abolicionistas passaram a vigorar no país, o engenho entrou em decadência e, em 1890, as moendas de cana-de-açúcar foram desativadas.

Seu conjunto arquitetônico inclui casa-grande com 55 cômodos, fábrica e capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição da Freguesia. O acervo é composto das seguintes coleções: imaginária, mobiliário, paramentos, indumentária, desenho, pintura, cerâmica e fotografia, além de peças de tecnologia rural e industrial e instrumentos de suplício. José Wanderley de Araújo Pinho (1890-1967), que dá nome ao museu, foi proprietário do engenho e, como deputado federal, apresentou ao Congresso, em 1930, um projeto de lei de proteção dos bens móveis e imóveis de valor artístico e histórico que resultou na criação do atual Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
Atualmente, devido à realização de obras para recuperação física do seu conjunto arquitetônico, o Museu do Recôncavo Wanderley Pinho está fechado para visitação.
End.: Via Matoim – Enseada de Caboto, s/n, Candeias        
Tel.: (71) 3117-6742
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Parque Histórico Castro Alves:
Localizado a 170 km da cidade de Salvador, o Parque Histórico Castro Alves é um museu biográfico que funciona em um espaço com 52 mil metros quadrados. Situado na Fazenda Cabaceirasonde morou Castro Alves (14.03.1847 – 06.07.1871), o museu foi inaugurado em março de 1971, por ocasião do primeiro centenário da morte do poeta baiano. É o lugar ideal para o público conhecer, pesquisar e mergulhar no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil.

Além de acervo de mais de 380 objetos que pertenceram a Castro Alves e seus familiares, formado por fotografias, cartões-postais, manuscritos, livros, indumentárias, adornos pessoais, utensílios domésticos e artes visuais, o Parque Histórico dispõe de auditório aberto com capacidade para 200 pessoas e biblioteca. Os projetos “Sopa de Letras”, “Seguindo os passos do poeta” e “Parque dos Sonhos”, direcionados ao público infanto-juvenil, e “Baú de Memórias”, voltado para idosos, são destaques do programa de ações culturais e educativas do espaço. O Parque também comemora anualmente o aniversário de Castro Alves com um festival de declamação de poesia.
Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 17h. Sábados, domingos e feriados, das 9h às 14h.
End.: Praça Castro Alves, 106, Cabaceiras do Paraguaçu
Tel.: (75) 3681-1102
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Museu do Recolhimento dos Humildes (espaço conveniado):
Instalado no Convento de Nossa Senhora da Conceição dos Humildes, em Santo Amaro, o Museu do Recolhimento dos Humildes conta uma história de cerca de 200 anos de devoção. Fundado em 1808 e oficializado em 1817 como centro de educação feminino, o espaço foi criado para abrigar meninas órfãs, escravas, viúvas e filhas de senhores de engenho. Sob a guarda do clérigo, essas mulheres aprendiam sobre o catolicismo e afazeres domésticos. Em junho de 1980, o convento passou a abrigar o Museu do Recolhimento dos Humildes.

As imagens sacras delicadamente ornamentadas pelas recolhidas com seus próprios dotes e o artesanato produzido por elas constituem a maior peculiaridade do acervo, composto também por cristais, pratarias, mobiliário, porcelanas, paramentos, rendas e alfaias (objetos litúrgicos). São cerca de 500 peças, datadas do século XIX e tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 1995. O espaço possui um convênio de cooperação técnica com o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) que inclui a dinamização e conservação de seu acervo, responsabilidade da Diretoria de Museus (DIMUS) do Instituto, e a conservação do imóvel. Atualmente, o espaço encontra-se fechado à visitação.
End.: Praça Frei Bento, s/n, Santo Amaro.
Tel.: (75) 3241-4996.
Conheça o Guia de Museus do IPAC: 
Versão em Português e Inglês
Blog: dimusbahia.wordpress.com
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» Espaço Mario Cravo
Criado pelo Governo do Estado da Bahia em 1994 a partir do incentivo dos artistas Carybé, Jorge Amado e Mario Cravo Jr., o Espaço Cravo é um centro cultural destinado à produção do conhecimento, promoção da cultura, difusão das artes, desenvolvimento social e preservação e dinamização da coleção de autoria do escultor Mario Cravo Jr. O Espaço conta com um Programa de Integração com a Rede de Ensino, desenvolvido pelo próprio escultor. São realizadas, gratuitamente, palestras, visitas mediadas e oficinas livres de escultura, pintura e desenho para públicos de todas as idades.
Seu acervo é composto por 800 obras de arte doadas pelo artista ao Estado, e mais 200 cedidas em comodato. Trata-se de uma coleção integrada por esculturas contemporâneas em diversos materiais, técnicas e tamanhos, pinturas, desenhos, projetos e gravuras. O espaço expõe ainda uma escultura de grande porte de autoria de Juarez Paraíso e o acervo particular com 96 objetos de Mario Cravo Jr., constituído por pinturas e esculturas de médio porte em pedra talco, esteatita e aço inox. A Secretaria de Cultura, através da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia, oferece apoio técnico e museológico para o equipamento cultural.
O escultor e pintor Mario Cravo Jr. (1923) é uma referência da primeira geração de modernistas da Bahia e um dos mais importantes artistas vivos do estado. Tem obras em diversos espaços públicos de Salvador e no acervo de instituições como MoMA (Nova York/ EUA), Hermitage (São Petersburgo/ Rússia), Museu de Arte de São Paulo e Museu de Arte da Pampulha (MG).
Visitação: Terça a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 17h. Para ter acesso às áreas internas do Espaço Mario Cravo (auditório, galeria e oficina), é necessário agendar a visita através do e-mail espacomariocravo@gmail.com.
Endereço: Rua Antônio Manuel Galvão, s/nº, Espaço Mario Cravo – Parque das Esculturas, Parque Metropolitano de Pituaçu.
Tel: (71) 3363-4054.
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Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) é considerado o principal espaço para a arte contemporânea do estado e um dos mais importantes do país, por onde passa um público aproximado de 200 mil pessoas por ano. Situado no Conjunto Arquitetônico Solar do Unhão, foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), sendo depois, no iní­cio da década de 60, adquirido e restaurado pelo Governo do Estado da Bahia, com projeto arquitetônico de Lina Bo Bardi, para instalar o Museu de Arte e Tradições Populares. A partir de 1963, passou a sediar o Museu de Arte Moderna da Bahia, que já vinha movimentando a cultura baiana desde a sua inauguração em 1960 no foyer do Teatro Castro Alves.
Realizando exposições de artistas locais, nacionais e estrangeiros, o museu conta ainda com uma galeria ao ar livre (o Parque das Esculturas) e uma sala de cinema (o Cinema do MAM). O MAM-BA sedia também eventos artísticos culturais de diferentes linguagens, promovendo o diálogo entre as variadas expressões artísticas, e possui um programa permanente de ações educativas. Buscando aproximar o público ao universo da arte moderna e contemporânea, estas ações acontecem dentro da instituição e em outros espaços externos, como escolas e comunidades.
A coleção do Museu de Arte Moderna da Bahia não se restringe a espelhar o desdobramento, no país, de influências estilísticas das vanguardas europeias e norte-americanas. De maneira mais afirmativa, o conjunto de 1122 peçasrepresenta um painel heterogêneo de contribuições de artistas de várias gerações, dos modernistas, como Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral, Candido Portinari e Flávio de Carvalho, até os contemporâneos, como Tunga, Waltercio Caldas, Siron Franco, Marepe, Caetano Dias, entre outros. A coleção reflete também a contribuição fundamental dos artistas que fixaram residência na Bahia nas décadas que se seguiram à fundação do museu, como o pintor paulista José Pancetti, o antropológo francês Pierre Verger, o argentino Carybé, o romeno Samson Flexor.
Visitação: terça a sexta, das 13h às 19h. Sábados, domingos e feriados, das 14h às 19h.
End: Av. Contorno, s/n, Solar do Unhão. Tel: (71) 3117-6139
Setor Educativo: (71) 3117-6141.
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Museu de Arte da Bahia - MAB:
Museu de Arte da Bahia (MAB), o mais antigo museu do Estado – criado em 1918 – teve a sua primeira sede no Campo Grande, no Solar Pacifico Pereira (onde hoje se encontra o Teatro Castro Alves), tendo aí permanecido de 1931 a 1946.
Após a compra, em 1946, das coleções de artes decorativas e da casa residencial que pertenceram ao Dr. Góes Calmon, o Museu do Estado, (assim denominado) passou a ter um novo perfil, conferido pelo Prof. José Valadares, – seu 1º diretor – que esteve a frente desta Instituição – de 1939 a 1959 – tendo projetado-o no âmbito nacional.
Em novembro de 1982, o museu foi transferido para o Palacete da Vitória (antiga sede da Secretaria da Educação) dispondo de amplos espaços para abrigar exposições permanentes e temporárias. O seu acervo é constituído por duas grandes coleções: artes plásticas (pintura e escultura) e artes decorativas, destacando-se peças notáveis do mobiliário baiano, o conjunto de porcelanas orientais e européias – onde se inclui a coleção de louça histórica brasileira – além de cristais, ourivesaria e outras alfaias.
O Museu de Arte da Bahia apresenta instalações adequadas à exposição e valorização do seu acervo, distribuídas nesses dois diferentes percursos: artes plásticas e artes decorativas do séc. XVIII a meados do séc. XX; e a múltiplas atividades culturais, como exposições temporárias, cursos, ciclos de conferencias, recitais de música e exibição de filmes de arte. Dispõe de um serviço educativo para atender às escolas e ao público em geral, e organiza visitas programadas com agendamento prévio. Possui ainda uma biblioteca especializada em artes plásticas com cerca de 12 mil livros e periódicos direcionados aos temas de historia da arte, estética, museologia e história baiana.
Visitação: terça a sexta, das 13h às 19h. Sábados, domingos e feriados, das 14h às 19h.
End: Av. Sete de Setembro, 2340, Corredor da Vitória. Tel: (71) 3117-6902/08
Setor Educativo: (71) 3117-6994.
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Palacete das Artes Rodin Bahia está instalado na mansão que pertenceu ao Comendador Bernardo Martins Catharino. Construção histórica datada de 1912, o prédio é composto por quatro pavimentos que apresentam pinturas parientais, forros ornamentais, vitrais, pisos em parquet, mármores, ladrilhos hidráulicos e elevador francês, da época de sua construção, em funcionamento. Além da Sala de Arte Contemporânea Mário Cravo Jr.,  interligada ao Palacete através de uma passarela, que abriga exposições de curta duração, os jardins do Palacete integram o imaginário dos visitantes, com suas árvores centenárias e espécies diversas de flora nativa, que abrigam quatro esculturas, em bronze, do escultor francês Auguste Rodin, adquiridas pelo Governo do Estado da Bahia.

Visitação: terça a sexta, das 13h às 19h. Sábados, domingos e feriados, das 14h às 19h.
End: Rua da Graça, 284, Graça. Tel: 3117-6987
Setor Educativo: 3117-6986.






TOTAL DE ACESSOS MAIS  854 MIL ACESSOS, DIA 09/10/16 

MÉDIA  DIÁRIA ENTRE  600 A  1.500  ACESSOS

ABAIXO/ 
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O POETA MARATONISTA!
             
 Chiquitinha  (Gamaliel Chagas) na  Maratona  do Rio de Janeiro /23/8/1986
(3h 5 min),  foto no  no aterro do  Flamengo/RJ, 42,195 km.

                    CORRER É VIVER, REJUVENESCER...
                                         (A Poesia do Corredor)

                      Chego do trabalho, calço o tênis de corrida
Visto a camisa e o calção, sigo para a pista
Ajusto o relógio, preparo logo a partida
Já estou correndo, olho ao redor, que vista!

Montanhas, rios, e lagos, árvores, casas e gente
Tudo desfilando panoramicamente, que paisagem!
Respiro o oxigênio puro, vitalício, vou em  frente
Pensando, medito enquanto corro, recebo mensagens...

É a minha mente livre, inspirando-me poeticamente
Imagens lindas! E, captando energias do além
Vai fortalecendo meu corpo, docilmente
Sinto-me feliz,  porque a corrida me faz bem.

A cada quilômetro percorrido
Estabeleço um ritmo adequado
Subindo e descendo ladeiras, corro
Sempre a cada passo, respirando controlado.

É a técnica treinada com resistência
Força, energia e muita paciência,
Superando meus limites, aprendo a viver
Sim, corro! Corro! Porque sei que vou rejuvenescer...

                     Poesia feita em  13/02/1985

Poesia em homenagem a todos os corredores de ruas (pedestrianismo) e amantes do atletismo. Direitos Autorais registrado em nome de Gamaliel.   

                       PRINCIPAIS CORRIDAS

Gamaliel Sales Chagas poeta desde os 19 anos de idade  (1970, maratonista, futebolista, pesquisador, historiador,narrador  de futebol,    matense, nasceu 07/07/1951 na rua Luís Sepúlveda Garcez (Centro, Mata de S. João)
Correu  14 maratonas  em 6 estados do Brasil de 1983-87 (S. Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e João Pessoa)
2 maratonas em Nova York (1984 e 1986)
2 São Silvestre (1983, 1984)
Bi-campeão de 5 e 10 mil metros, Fonte Nova ( 1983+84) – (1984/85)
Escolhido o Maratonista Baiano e revelação do Atletismo da Bahia de 1984,  pela AVAB – Associação de Veteranos de Atletismo da Bahia
Correu 30 km de São Cristóvão/ Aracajú  pela  BR 101  no  ano  de 1986
Melhor tempo em maratonas: 2 h 59 min. (Salvador, 13/07/1985)
Representou os municípios de  Mata  de São João, Dias D'Ávila e Camaçari nas  corridas citas  sem ter apoio financeiro das prefeituras  citadas, apoio da Copene e do próprio Atleta (inclusive  nas duas Maratonas Internacionais  houve apoio da Copene  no translado Salvador Rio de Janeiro e vice   versa, ajuda  na  estádia), sendo  passagens  de ida e volta  a  custo do atleta, e trabalhava das 8 horas  as  17 horas e compensava  os dias  da estadia em New  York (5 dias em 1984 e 1986).

CORREU UM  "MARATONA" DA AMEBA/CIDADE  DE SALVADOR,   COM 37 KM, EM 1987
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GAMALIEL CHAGAS - RESUMO DAS PRINCIPAIS CORRIDAS:

O MARATONISTA BAIANO DE 1984 - BICAMPEÃO DOS 10 E 5 MIL METROS NA PISTA DA FONTE NOVA 1983/84.
2 MARATONAS INTERNACIONAIS /CIDADE DE NOVA YORQUE
PENTACAMPEÃO MATENSE DE VETERANOS / CORRIDA RÚSTICA DO BOMFIM DE MATA DE SÃO JOÃO, NA DÉCADA DE 2000.
15 MARATONAS COMPETIDAS - COMPETIÇÃO NO ATLETISMO BAIANO BRASILEIRO, EM 6 ESTADOS DO BRASIL! 5 MARATONAS NO RIO E JANEIRO, 2 EM BRASILIA, 2 SÃO SILVESTRES EM SÃO PAULO, ANOS 1983/84. VÁRIAS ELIMINATÓRIAS BAIANA DA S. SILVESTRE NA DÉCADA DE 1980.

COMPETIU:

01 MARATONA EM SÃO PAULO, 01 EM JOÃO PESSOA, 30 KM DE SÃO CRISTÓVÃO A ARACAJU EM 1985, 2 MARATONAS EM BRASILIA.
COMPETIÇÃO 3 OLIMPÍADAS DO POLO PETROQUÍMICO DE CAMAÇARI ONDE FOI BICAMPEÃ, COMPETIU NOS CITADOS JOGOS, NOS 10M, 1.500M, 5 E 10 MIL METROS, ALÉM DE 28 HM DE CAMAÇARI A PRAÇA ACM IDA E VOLTA, QUANDO FICOU EM 5º LUGAR ANO 1982.
COMPETIU DEZENAS DE CORRIDAS EM SALVADOR E CIDADES DO INTERIOR DA BAHIA, CONQUISTANDO MEDALHAS E TROFÉUS....



NESSE PERÍODO TRABALHAVA DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, TREINAVA DAS 17H40 ÁS 20H30 DA NOITE. E FIM DE SEMANAS.



  




Gamaliel  na 1ª  Maratona da Independência da Bahia 1984 
Salvador/Ba. 42. 198 metros

DIA 27/08/16


                            TOTAL DE ACESSOS MAIS  DE  834 MIL ACESSOS  DIA 17/09/2016




Curso  de  Comunicações  Verbais

(Um dos  melhores do Brasil/S. Paulo com credenciamento}

     No ano   de  1985  Gamaliel   iniciou  o   curso  de  Comunicações  Verbais  PPD-IOB (Treinamento  Programado  a  Distância)  por  correspondências  tendo  concluído  o  citado curso no  dia  7/3/1986.  O  citado  curso  organizado  por Oswaldo  Melantonio,  formado em  Direito, Filosofia  e  Jornalismo,  Oswaldo   presidente de  honra  de   várias  instituições  culturais  dentre  elas  a  Academia   Paulista de   Oratório  e  Academia   Brasileira  de   Comunicações  Verbais. O  curso  de  Comunicações   Verbais  teve  a  duração  de  6  meses  equivalente  a  100 horas/ aula  e  credenciado  pelo  CFMO  097.
.
     Oswaldo  Melantonio  realizou   vários   cursos  complementares  no  exterior  e  no  ano  de   1986   fazia 35  anos  se  dedicando  exclusivamente  as  Comunicações  Verbais;  inicialmente,  oratória   formal   e  informal   para   líderes   políticos   e  religiosos.   Nos  últimos   anos   Oswaldo  especializou-se   na   área   de   comunicações   dos   executivos,  objetivando a melhoria  da  produtividade  pela  eficiência  da  comunicação.

PERSONALIDADES EXPOENTES DAS  COMUNICAÇÕES VERBAIS

Várias personalidades  de Top  da  Política Executivos, da Oratória  Geral,  Locutores Esportivos, a  exemplo  de Osmar Santos/SP, Orestes Quércia  Jânio Quadros, Franco Motoro e  outros  expoentes que realizaram este  magnífico  curso, amplo usando as técnicas  da Grécia  antiga,   a exemplos  de   formidáveis  gênios  da  Comunicação, oratória da Grécia Antiga,celeiro exuberantes, Ícones das Comunicações Verbais; Aristóteles Demóstenes Cícero, este  considerado como um dos  maiores   gênios nas  Comunicações  verbais da  Grécia  e  do  Mundo, chegando ao ponto  de  governantes políticos gregos tentarem elimina-los, tal era o seu poder de oratória persuasiva (dotado de espetacular oratória  de convencimento, resumindo   era  um " Um Gênio Abençoado  da  Oratória  das Comunicações Verbais!".
    
Conteúdo  do  curso

     Introdução,  exposições  práticas,  técnicas  da  comunicação  dos  executivos,  educação  da  voz,  expressão  corporal,  figuras  de  estilos,  dez   qualidades   básicas   do  executivo,  práticas  de  comunicações  verbais  e  práticas  de  oratória
     De  modo  especial,  Oswaldo  realiza  treinamentos  para  as  lideranças  dos   principais  escalões   das   grandes   organizações   privadas   e   publicas.  O   citado   curso  já  treinou  grandes  personalidades  de diversos  seguimentos  sociais  a  exemplo  de  Franco  Motoro, Osmar   Santos,  narrador   esportivo   no  estado  de  São  Paulo,  Jânio   Quadros   que   foi  Presidente   da   República   de   31/1/1961   renunciando   o   governo   em   25/8/1961,  foi  prefeito  de  São Paulo  nas  décadas  seguintes.

     Jânio  Quadros  nasceu  em  Campo  Grande,  (Mata  Grosso  do  Sul)  no  ano  de  1917  e  faleceu  no  ano  de  1992  em  São  Paulo  e  outros  não  citados.  IOB – Cursos    de    Legislação   Empresarial   Ltda – CGC   47.677.810/0002-21,   credenciado  no  CFMO  097,  com  endereço  na  Avenida  Marques...  Asa  Branca – SP

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